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Para otimizar o primeiro elo, deve-se, assim que reconhecer a não responsividade do paciente, pedir
para outra pessoa acionar o SAMU. Para otimizar o segundo elo, deve-se comprimir o tórax (assim que
reconhecer a ausência de pulso por 5 segundos) entre a 6cm de profundidade, com a frequência de 100
a 120 compressões por minuto, permitis o retorno completo do tórax a cada compressão, alternar os
responsáveis pela compressão a cada 2 minutos, diminuir a interrupção entre as compressões e evitar
ventilação excessiva. Para otimizar o terceiro elo, deve-se utilizar o DEA assim que ele estiver disponível.
No cenário de atividade elétrica sem pulso, em que o choque não é recomendado pelo DEA, as
características de uma dinâmica de reanimação são: fazer 30 compressões no paciente seguidas de
duas ventilações, sem interrupção por cinco ciclos. O pulso só deve ser checado ao final dos cinco ciclos
ou quando o DEA indicar ritmo não chocável (que é o caso da atividade elétrica sem pulso). É
importante os socorristas trocarem de posição a cada cinco ciclos para evitar exaustão.
A conduta a ser tomada em sequência é interromper as compressões e ligar o DEA. Deve-se posicionar
corretamente as pás no tórax da paciente e conectar o fio ao DEA no local onde pisca. Nesse momento,
ninguém deve encostar na paciente para que o DEA consiga ler o ritmo da paciente corretamente. Caso
o choque não seja indicado, deve-se verificar o pulso da paciente, se ausente, reiniciar compressões.
Caso o choque seja indicado, o acadêmico deve pedir para todos se afastarem da paciente, o próprio
acadêmico deve se afastar e aplicar o choque apertando o botão indicado pelo DEA. Logo após o
choque, deve-se reiniciar as compressões, fazendo cinco ciclos de 30 compressões e duas ventilações.
Após os cinco ciclos, o DEA deve reavaliar novamente o rimo da paciente.
A conduta imediata para RCP de alta qualidade é começar assim que reconhecido a PCR, as compressões
torácicas. Devem ter profundidade de 5 a 6cm, frequência de 100 a 120 por minuto, evitar a ventilação
excessiva, alternar os profissionais a cada 2 minutos, permitir o retorno total a cada compressão e
reduzir ao máximo a interrupção das compressões quando for trocar a posição dos socorristas.
A primeira recomendação é fazer compressões em uma frequência de 100 a 120 por minuto. Isso
porque, uma frequência menor que 100, não é efetiva. Caso ultrapasse 120, a tendência é diminuir a
profundidade das compressões, o que não pode acontecer. A segunda recomendação é comprimir com
5 a 6cm de profundidade. Essa recomendação se deve ao fato de que compressões com pelo menos
5cm de profundidade, geram um melhor prognóstico para o paciente. Se maiores de 6cm, podem gerar
lesões. A terceira, recomenda permitir o retorno total do tórax. O fundamento dessa recomendação
baseia-se no fato de que o retorno completo do tórax permite que o sangue siga para o pulmão e
também que o retorno venoso aconteça, como na diástole. Caso isso não ocorra, pode reduzir o fluxo
sanguíneo para as coronárias e o retorno venoso. No quarto, as interrupções devem ser mínimas para
que aumente a quantidade de compressões, gerando melhor fluxo sanguíneo coronariano. No quinto, a
ventilação deve ser adequada, durando um segundo e com elevação torácica visível para garantir bom
aporte de oxigênio para o paciente.