Organização do Bloco Operatório

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Este documento descreve os procedimentos e equipamentos necessários para o bloco operatório, incluindo a organização da sala cirúrgica antes do procedimento, os equipamentos fixos e móveis, …

Enviado por

Benjamim Iassine

INSTITUTO POLITECNICO DE SAUDE DE MOCAMBIQUE

= LICHINGA =

Tema: Bloco operatório

Trabalho de Defesa

Curso: ESMI (Enfermagem de Saúde Materna Infantil)

Cadeira: PCI (Prevenção e Controlo das Infeções)

Turma 7, sala 2

Discentes: Docente:

Olívia Joaquim Jone Baina Dr. Suafe

Diénia Galimbe

Jacinta Cecília António

Lichinga, 09 de Novembro de 2020


Índice
1. Introdução..................................................................................................................4

2. Bloco operatório.........................................................................................................5

2.1 Organização da sala antes do procedimento cirúrgico.............................................5

2.2 Equipamentos e matérias de uma sala cirúrgica......................................................7

2.2.1 Equipamentos fixos...........................................................................................7

2.2.2 Equipamentos moveis.......................................................................................8

2.2.3 Equipamentos dispostos:...................................................................................8

2.3 Manuseio e conservação dos antissépticos..........................................................9

2.3.1 Produtos antissépticos padronizados.................................................................9

2.3.2 A conservação dos antissépticos.....................................................................10

2.4 Manuseamento do antisséptico..............................................................................11

2.4.1 Desinfetante antisséptica cirúrgica no bloco operatório.................................11

2.5 Preparação da pele.................................................................................................12

2.6 Técnica cirúrgica....................................................................................................13

2.6.1 Banho Cirúrgico..............................................................................................13

Conclusão........................................................................................................................15

Referências bibliográficas...............................................................................................16
1. Introdução

O presente trabalho tem como tema bloco operatório e nele estao contidos pontos
referentes a técnicas cirúrgicas, organização da sala cirúrgica, equipamentos e materiais
de uma sala cirúrgica, regras de manuseamento dos antissépticos entre outros tópicos
referenciados.

Para a materializacao do presente fez-se uma revisão bibliográfica em diversas obras e


com recurso a sites da internet e obtidas as informações se fez a sistematização que se
segue.
2. Bloco operatório

Como se sabe o bloco operatorio é uma Unidade orgânico-funcional constituída por


um conjunto integrado de meios humanos, físicos e técnicos destinados à prestação de
tratamento cirúrgico ou realização de exames que requeiram elevado nível de assepsia e
em geral, anestesia.

Geralmente apetrechado com os mais equipamentos modernos, o bloco operatório é


cnstituído por rigorosas regras de segurança.

Desenhado para garantir uma circulação eficaz do fluxo de profissionais e doentes, com
maxíma segurança, o bloco e constítuido por oito salas, utilizadas tanto para cirúrgias
programadas, como de urgência, ou do hospital cirúrgico (Unidade de cirurgia
ambulatória)

As salas dispõem de equipamentos específicos de alta tecnologia, que possibilita a


realização de procedimentos cirúrgicos nas diferentes valências existentes no hospital,
sendo procedimentos realizados em parcearia com a Unidade de Anestesiologia.

São significativas as alterações que os pacientes que os doente que passa pelo bloco
operatório como: a separação da família, interrupção das rotinas e actividades habituais,
ansiedade causada pelo medo de dor, cirúrgia e/ou da anestesia. Consciente dessa
realidade, o corpo clinico desenvolve competencias especiais na area da prestação de
cuidados perioperatórios e desempenha as ao longo dos períodos que caracterizam o
epísodio operatório

O trabalho de equipa e a humanização que é colocada em cada momento, são


determinates para o cumprimento da missão a que os nossos profissionais de saúde se
propõem diariamente.

Não há legislação única e integrada para o bloco operatório quer para o sector público
quer para o privado, nem para a vertente de cirurgia convencional e ambulatória.

2.1 Organização da sala antes do procedimento cirúrgico

A organização da sala de cirurgia é geralmente necessaria para que haja um


procedimento cirurgico de sucesso, a organizacação dos materiais e equipamentos e
feita por técnicos de saúde com conhecimento ligado a saúde em muitos casos a
organização é feita por enfermeiros com objectivo de garantir a segurança do doente
sendo assim um dos direitos fundamentais dos utilizadores dos Sistemas de Saúde e um
dos pilares da qualidade dos cuidados de saúde prestados ao doente, e que remonta aos
primórdios da medicina e ao juramento de Hipócrates "primeiro, não causar dano".
Sabemos que metade (48,0 %) dos efeitos adversos relacionados com a cirurgia e com
anestesia, ocorrem no bloco operatório, e que 30 a 50 % seriam evitáveis.

Além dos factores acima citados os blocos operatórios devem possuir sistema de
segurança que garante a qualidade da cirurgia porque é no bloco operatório que se
encontra um dos ambientes de trabalho mais complexos da prestação de cuidados de
saúde. Os cuidados seguros nos blocos operatórios envolvem uma sequência de
atividades de rotina -avaliação pré-operatória de doentes, intervenção cirúrgica
e preparação dos cuidados pós-operatórios adequados – cada uma destas etapas com
riscos específicos que podem ser atenuados. A complexidade da segurança no bloco
operatório para melhorar a segurança da cirurgia depende fundamentalmente:

 Da infraestrutura,
 Da organização;
 Das tecnologias e equipamentos disponíveis;
 Do trabalho em conjunto da equipa multidisciplinar;
 Da anestesia segura;
 Da prevenção da infeção no bloco operatório são fundamentais.

Independentemente dos recursos financeiros da organização há necessidades básicas da


infraestrutura e metodologias de trabalho que devem estar presentes nas rotinas do bloco
operatório como sugere o Manual para Cirurgia Segura da OMS da 2009.

 Recursos Cirúrgicos e Ambiente: o pessoal treinado; a água potável; a fonte de


iluminação consistente; os aspiradores funcionais; as fontes de oxigénio; o equipamento
cirúrgico funcional, e os instrumentos esterilizados.

 Prevenção da infeção do local cirúrgico: a higienização das mãos, o uso apropriado


e ponderado dos antibióticos, a preparação antisséptica da pele, o tratamento
atraumático de feridas, a descontaminação e esterilização dos instrumentos.
 Anestesia Segura: a presença de profissionais de anestesia treinados, a verificação
dos equipamentos de anestesia e da segurança dos fármacos, a oximetria, a
monitorização do ritmo cardíaco, da tensão arterial e da temperatura.

 Equipas Cirúrgicas Seguras:o melhorar a comunicação, o doente, local e


procedimentos corretos, o consentimento informado, o disponibilidade de todos os
elementos da equipa, o preparação adequada da equipa, o planeamento do
procedimento, e o confirmação de alergias do doente. Segurança e Qualidade nos
Blocos Operatórios dos Hospitais: Atualidade e Monitorização Futura.

 Avaliação dos Serviços Cirúrgicos: o garantia da qualidade o revisão por pares


o monitorização de resultados

2.2 Equipamentos e matérias de uma sala cirúrgica

A equipe de enfermagem e responsavel pela montagem da sala cirurgica, para o


procedimento cirurgico possa acontecer com tranquilidade, priorizando a saude do
paciente e preciso prever os materiais, instrumentos e equipamentos indispensaveis para
a realizacao do procedimento cirurgico anestesico e prover a sala cirurgica de todo esses
itens necessarios.

Os equipamentos cirurgicos sao basicamente classificados em dois tipos: equipamentos


fixos e moveis e equipamentos dispostos que sao encontrados em grandes blocos
operatorios nas antessalas.

2.2.1 Equipamentos fixos

Consiste em todo material adaptado a estrurura da sala abaixo destacados:

 Focos;
 Painel de ar condicionado;
 Painel para saida de gases (oxigenio, vacuo, ar comprimido e protoxido)
 Painéis com tomada de 220 W;
 Tomada de entrada skopia;
 Negatoscopio
 Computador com monitor ligado ao sistema HC/PACS
 Computador/monitor 32" para a vizualizacao de imagens.
2.2.2 Equipamentos moveis

Consistem nos seguintes itens

 Mesa cirúrgica;
 Suportes de soro;
 Mesas auxiliarem;
 Mesas mayo;
 Carro anestesia;
 Carro de soro;
 Braçadeiras;
 Aparelho de esgfigmomanometro e estetoscopio;
 Hampers;
 Cadeiras e bancos cirurgicos;
 Foco auxiliar com bateria;
 Escadinha com 2 degraus.
 Arco narcose.

2.2.3 Equipamentos dispostos:

 Bomba de circulacao extracorporea-CEC;


 Bomba cardiologica;
 Armario se inox com 4 rodas;
 Bio-pump - bomba – centrifuga;
 Mesas quadradas com rodas;
 Mesa auxiliar com bomba de seringa e monitor de coagulacao activada;
 ERA (analisador de marca-passo);
 Desfibrilador.
 Aparelho para marca-passo;
 Computador;
 Torpedo de CO2;
 Caixa para equipamentos de marca-passo (SEEDE);
 Estufa para aquecimento de soro;
 Suporte para avental de chumbo;
 Tagarno;
 Refrigerador.

2.3 Manuseio e conservação dos antissépticos

Antissepsia é o processo de eliminação ou inibição do crescimento dos


microrganismos na pele ou em outros tecidos vivos. É realizada através de antissépticos
que são formulações hipoalergênicas e de baixa causticidade. Os antissépticos podem
ser classificados como agentes bactericidas, devido à sua capacidade de destruir as
bactérias nas formas vegetativas ou como agentes bacteriostáticos, quando apenas
inibem o crescimento destes microrganismos.

O Food and Drug Administration (FDA) propõe o uso do termo “antisséptico” para
identificar os produtos classificados como:

 Preparo pré-operatório da pele do paciente;


 Degermação das mãos e antebraços;
 Produto para lavagem das mãos dos profissionais da saúde.

2.3.1 Produtos antissépticos padronizados

Higienização do coto umbilical, na antissepsia da


Álcool 70% pele para punção venosa e para coleta de sangue
arterial ou venoso.

Antissepsia complementar da pele no campo


operatório, curativo de acesso venoso central e
Solução alcoólica de procedimentos invasivos (passagem de cateteres
clorexidina (0,5%) venosos centrais, drenagem de tórax,
toracocentese, biópsias, paracenteses, punção
lombar, etc).

Higienização das mãos em áreas de internação;


antes de procedimentos invasivos; degermação da
Gluconato de clorexidina pele nos procedimentos cirúrgicos; banho de
degermante (2%) recém-nascido infectado, pacientes em pré-
operatório de cirurgia cardíaca e implantes de
próteses ortopédicas e pacientes queimados.
Mesma indicação do PVPI Tópico, exceto em
Solução aquosa de
cirurgias da oftalmologia e da otorrinolaringologia.
clorexidina (0,2%)
Será instituída futuramente no HC/UFTM.

Antissepsia para cateterismo vesical, utilizado


Solução aquosa de também para complementar os procedimentos
povidine 10% com 1% de invasivos em RN prematuros extremos onde existe
iodo livre (PVPI Tópico) o risco de queimadura química com o uso de
soluções alcoólicas.

Higienização das mãos quando as mesmas não


Álcool gel
estiverem visivelmente sujas.

Fixação de lâminas utilizadas pela Disciplina de


Álcool Etílico Hidratado Cirurgia Torácica e pelos Laboratórios Clínico e de
96% (Álcool Absoluto) Patologia Cirúrgica.
Não é considerado antisséptico
2.3.2 A conservação dos antissépticos

As infecções hospitalares existem desde o surgimento do primeiro hospital, que


antigamente funcionavam associados a grandes catedrais.
Em 1846, o médico húngaro o Ignaz Philip Semmelweis evidenciou em seus estudos
que a febre puerperal que ocorria em mulheres que haviam acabado de dar a luz, era
devido à contaminação das mãos dos médicos que saiam da ala de autópsia e seguiam
para a sala de obstétricia. A partir de então, ficou evidente a necessidade dos médicos
em realizar lavagem nas mãos, que inicialmente era realizada em soluções cloradas
(FERNANDES, 2011).

De acordo com a ANVISA (2007), a técnica de assepsia surgiu com o cirurgião Joseph
Lister, quando utilizou fenol para destruir bactérias, mergulhando os materiais
cirúrgicos e borrifando em sala operatória

A infecção hospitalar é resultante de muitos fatores, sendo considerada como uma


patologia. Adquirida dentro de um hospital, os sintomas podem surgir no período da
internação ou após o paciente estar em sua residência. As infecções hospitalares estão
relacionadas com os materiais utilizados nos hospitais, sendo divididos em três
categorias: Artigos críticos, Semi-críticos e Não críticos (ANVISA, 2007).
Os instrumentos classificados como Artigo Crítico englobam as agulhas, cateteres
intravenosos, materiais de implante; os semicríticos englobam cânula endotraqueal,
equipamento respiratório, especulo vaginal, sonda nasogástrica; os não críticos
abrangem termômetro, materiais usados em banho de leito como bacias, cuba rim,
estetoscópio, roupas de cama do paciente (SOUZA et al., 2009).

Como conseguimos observar a medicina nos moldes anteriores nao possuia condicoes
suficientes para a realizacao de grandes cirurgias devido as infeccoes que naquela epoca
se registavam por falta de conhecimento referente aos antissepticos por esta razao o
conhecimento dos seguintes metodos da sua conservacao sao preponderantes na
conservacao:

2.4 Manuseamento do antisséptico

Os antissépticos são usados para higiene das mãos, preparacao da pele ou das
membranas mucosas antes dos procedimentos cirurgicos ou invasivos.

A falha no manuseamento dos antissepticos e a principal causa das contaminações nos


hospitais relacionadas ao contato de pessoa à pessoa, especialmente através das mãos;
Pelo ar, podendo ocorrer através do contato com gotículas durante a tosse, por exemplo;
Por vetores, devido a falta de higienização adequada do local, que pode ser uma fonte
comum à diversos pacientes, como, por exemplo: através das soluções de soros
contaminados, soluções de diálise e hemodiálise (WHO, 2002).

A análise microbiológica dos antissépticos nas mãos tem como importância verificar a
eficiência dos produtos utilizados, a fim de obter um controle sobre as infecções
hospitalares, causada pela higienização das mãos incorreta, e ineficiência dos mesmos
(ANVISA, 2007).

2.4.1 Desinfetante antisséptica cirúrgica no bloco operatório

A prevenção é uma componente crítica do programa da OMS de segurança do doente no


bloco
operatório. Dentro do Programa cirurgico a desenfecao antesseptica e importane porque
atraves dela impede-se a propagacao de doencas de pessoa para pessoa. A desenfeccao
antisseptica cirurgica no bloco operatorio pode ser feita por meio de varios antissepticos
especializados para a cirurgia, podendo se fazer o uso de alguns antissepticos abaixo
mencionados:
Álcool 70%

Na concentração a 70% é efetivo, resseca menos a pele e causa menos


dermatites. Possui boa atividade contra o bacilo da tuberculose, atuando ainda
contra muitos fungos e vírus incluindo vírus sincicial respiratório, hepatite B e HIV.

Gluconato de Clorexidina

Essa substância está disponível sob a forma de solução degermante, alcoólica e


aquosa.

Solução alcoólica de clorexidina (0,5%)

Uso: utilizada na antissepsia complementar da pele no campo operatório, curativo


de acesso venoso central e procedimentos invasivos (passagem de cateteres
venosos centrais, drenagem de tórax, toracocentese, biópsias, paracenteses, punção
lombar, etc).

Solução aquosa de clorexidina (0,2%)

Uso: antissepsia para cateterismo vesical, utilizado também para complementar os


procedimentos invasivos em RN prematuros extremos onde existe o risco de
queimadura química com o uso de soluções alcoólicas.

Álcool gel

Tem por finalidade reduzir a carga microbiana das mãos quando estas não
estiverem visivelmente sujas, podendo substituir a higienização com água e sabão.

2.5 Preparação da pele

A pele é um dos órgãos geralmente mais usados nos procedimentos cirúrgicos sobretudo
por ser uma membrana que reveste o corpo do homem e outros animais, a sua
preparação e de extrema importância para que de uma forma facíl se faca a inserção de
cateteres, incisões e outras actividades que envolvem a pele. A preparação da pele é
feita por intermédio de antissépticos que desinfectam a aréa da pele a ser incluída no
procedimento cirúrgico. E imperioso dizer que a preparação da pele é feita com
antissépticos com duração de acordo com o tipo de cirúrgia, podendo ser feita pelos
seguintes antissepticos:
 Álcool Etílico Absoluto 99,9%;
 Álcool Etílico Hidratado 96%;
 Álcool gel;
 Solução aquosa de povidine 10% com 1% de iodo livre;
(polivinilpirolidona- iodo / PVPI Tópico);
 Solução aquosa de clorexidina (0,2% e etc).

2.6 Técnica cirúrgica

As técnicas cirurgicas são geralmente garantidas por dois factores principais: pela
presença de equipamentos cirúrgicos de ponta e a existência de profissionais de
qualidade com experiência de manuseio de materiais e equipamentos cirúrgicos.

As técnicas cirúrgicas são importantes para a garantia da qualidade e avanço da


medicina actual, as técnicas de cirurgia incluem desde: o manuseamento da maquinaria
cirúrgica, domínio das ciências de saúde que garamtem de forma facíl e experiente
manipular os tecidos com suavidade,manter uma homeostase eficaz, garantir a redução
ao minímo dos tecidos desvitalizados e corpos estranhos e também erradicar os espaços
mortos no local cirúrgico.

2.6.1 Banho Cirúrgico

A imersão total ou parcial do corpo em água ou em outro liquído ou em qualquer gás ou


substância pulverulenta e de extrema importância não só em procedimentos cirúrgicos,
mas também no nosso dia-à-dia. O banho cirurgico se diferência do banho normal por
apresentar as seguintes regras:

 O banho deve ser feito na véspera da cirurgia;


 O banho deve ser feito no próprio dia da cirúrgia ate 2 duas horas antes da
cirurgia;
 O cabelo não deve ser molhado, o mesmo deve se apresentar seco no bloco
operatório;
 Depois do banho o corpo deve ser secado com o auxílio de uma toalha ou
toalhete limpo.
Conclusão

Conclui-se o presente trabalho destacando a importância que os blocos operatórios têm


nos hospitais de qualquer parte do mundo. Como se sabe o bloco operatorio é uma
Unidade orgânico-funcional constituída por um conjunto integrado de meios humanos,
físicos e técnicos destinados à prestação de tratamento cirúrgico ou realização de
exames que requeiram elevado nível de assepsia e em geral, anestesia.

Geralmente apetrechado com os mais equipamentos modernos, o bloco operatório é


apoiado poer profissionais especializados, funcionando em conformidade com as mais
rigorosas regras de segurança.
Referências bibliográficas

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Segurança do paciente:


Higienização das mãos, Brasília: ANVISA, 2007.

SANTOS, A. A. M. Higienização das mãos no controle das infecções em serviços


de saúde. Revista de Administração em Saúde, São Paulo, v.4, n.15, p.10-14,
2002.

PADOVANI, C. M. Avaliação microbiológica das diferentes formulações anti-


sépticaspolivilipirrolidona-iodo e clorexidina - após contaminação intencional
das almotolias.
2008. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Escola de Enfermagem,
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.

WORLD HEALTH ORGANIZATION. Prevention of hospital-acquired


infections: A practical guide, Genera: WHO. 2002.

SOUZA, L. B. de; JACOME, C. I.; ARRUDA, A. C.. Importância do controle de


infecção hospitalar em um bloco cirúrgico, João Pessoa: UFPB., 2009.

MACIEL, M. A.. Lavagem pré-cirurgica das mãos: uma revisão da literatura.


2012. 53 p. Monografia (Graduação em Medicina) - Universidade Federal da Bahia,
Salvador, 2012.

INSTITUTO POLITECNICO DE SAUDE DE MOCAMBIQUE
= LICHINGA =
Tema: Bloco operatório
Trabalho de Defesa
Curso: ESMI (Enfermagem d
Índice
1.
Introdução.........................................................................................................
1. Introdução
O presente trabalho tem como tema bloco operatório e nele estao contidos pontos
referentes a técnicas cirúrgica
2. Bloco operatório
Como se sabe o bloco operatorio é uma Unidade orgânico-funcional constituída por
um conjunto integrado de
feita por técnicos de saúde com conhecimento ligado a saúde em muitos casos a
organização é feita por enfermeiros com objecti
 Anestesia Segura: a presença de profissionais de anestesia treinados, a verificação
dos  equipamentos  de  anestesia  e  da
2.2.2 Equipamentos moveis 
Consistem nos seguintes itens

Mesa cirúrgica;

Suportes de soro;

Mesas auxiliarem;

Mesas ma

Tagarno;

Refrigerador.
2.3 Manuseio e conservação dos antissépticos
Antissepsia  é  o  processo  de  eliminação  ou  inib
Solução
 
aquosa
 
de
clorexidina (0,2%)
Mesma  indicação  do  PVPI  Tópico,  exceto  em
cirurgias da oftalmologia e da otorr
Os instrumentos  classificados  como Artigo Crítico  englobam as agulhas, cateteres
intravenosos, materiais de implante; os s

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