Universidade Católica de Moçambique
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ATLETISMO
Guia Tutorial
Licenciatura em Ensino de Educação Física e Desporto
3º Ano
Tutor: _____________________________
e-mail ________________________________________
Cell ________________________________________
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Índice
1 Introdução ................................................................................................................................ 2
2 Objetivos gerais de aprendizagem ........................................................................................... 2
3 Conteúdos a abordar ................................................................................................................ 2
4 Método de ensino – aprendizagem .......................................................................................... 3
5 Desempenho esperado ............................................................................................................. 3
6 Formas de Avaliação ............................................................................................................... 3
7 Actividades a realizar .............................................................................................................. 3
7.1 Actividade 1 – (1a Sessão Presencial).............................................................................. 3
7.2 Actividade 2 – (2a Sessão Presencial).............................................................................. 4
8 Sessões de aprendizagem......................................................................................................... 5
8.1 Primeira sessão presencial ................................................................................................ 5
8.2 Segunda sessão presencial ................................................................................................ 5
8.3 Momento interregno ......................................................................................................... 5
8.4 Recursos ........................................................................................................................... 6
9 Sessão de Exames .................................................................................................................... 6
10 Referência Bibliografia ........................................................................................................ 6
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1 Introdução
A Cadeira de Atletismo foi introduzida para os Formandos, que, na sua maioria são Professores do EP e/ou
do ESG. Assim sendo, o seu principal propósito é desenvolver de forma inovadora uma nova forma de ser,
estar, conhecer, ensinar e aplicar metodologias de orientadas ou direcionadas para o Atletismo. Nesta
cadeira iremos abordar, a história do Atletismo, origem, evolução e suas fases; As corridas de meio-fundo,
fundo, obstáculos, velocidade, estafeta, barreiras, marcha desportiva, salto em comprimento, triplo salto,
salto em altura, salto a vara, e lançamentos (dardo, disco, martelo e peso). Que são lecionados de uma forma
integrada, com procedimentos científicos, pedagógicos e metodológicos em todas disciplinas, falamos das
corridas, dos lançamentos e dos saltos. Todos esses conteúdos são importantes, vistos serem os mesmos
transmitidos ou ensinados no sistema nacional de Educação, regulado pelo Ministério de Educação e
Desenvolvimento Humano. Portanto, a formação dos futuros profissionais de desporto esta garantida,
especificamente no Atletismo.
2 Objetivos gerais de aprendizagem
• Dotar os estudantes das vivências específicas ao nível de todas disciplinas do atletismo (corridas,
lançamento e saltos);
• Conhecer os regulamentos das disciplinas, particularmente das estafetas, lançamentos e saltos;
• Adquirir competências básicas para o ensino das habilidades e técnicas de todas disciplinas do
Atletismo.
3 Conteúdos a abordar
Nesta cadeira, serão abordados todos conteúdos lecionados na disciplina do Atletismo, que começam pelo
(Enquadramento histórico, Origem do atletismo, Evolução); Caracterização geral Atletismo dos Bloco de
velocidade e estafetas: Importância da técnica de corrida e dos exercícios de técnica de corrida e sua
aplicabilidade; Fases e subfases da corrida de velocidade; Regulamento das corridas de velocidade;
Técnicas de transmissão de testemunho; Regulamento das corridas de estafetas; Exemplos de uma
abordagem didático-pedagógica com crianças e jovens na corrida de velocidade e estafetas); Bloco de
lançamentos (Lançamento do dardo: técnica e regulamento; Lançamento do peso: técnica e regulamento;
Lançamento do disco: técnica e regulamento; Lançamento do martelo).
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4 Método de ensino – aprendizagem
O curso adota métodos inovadores centrados na aprendizagem do estudante. Isto significa que a
responsabilidade pelo processo de aprendizagem é do estudante. Quanto ao tutor, ele passa a ser, sobretudo,
um gestor/mediador/facilitador de situações de aprendizagem.
As sessões serão ministradas segundo métodos de exposição aberta do tutor da disciplina e trabalho
independente dos estudantes, durante os intervalos das presenciais seguidas de partilhas na sala de aula.
5 Desempenho esperado
Espera-se que o estudante consiga conhecer e executar os movimentos básicos da técnica de corrida;
Conhecer e executar os movimentos básicos da técnica de lançamento do dardo, peso, disco e martelo;
Conhecer e executar os movimentos básicos da técnica de transmissão do testemunho nas corridas por
estafetas; Conhecer e aplicar os regulamentos das corridas de velocidade, corridas de estafetas e
lançamentos; Adquirir capacidade crítica na observação da execução técnica.
6 Formas de Avaliação
Ao longo da disciplina o estudante deverá realizar todas actividades propostas para auto – avaliação, pois
constitui uma avaliação de carácter formativo. Os trabalhos individuais ou de campo (teóricos ou práticos)
realizados pelo estudante têm sobre a média de frequência o peso de 40% e são indicados pelos tutores. No
final do ano será realizado um exame de Múltipla escolha que terá o peso de 60% sobre a média final. A
nota final será calculada através da seguinte fórmula: NF = MF x 40% + NE x 60%; onde:
NF -Nota Final; MF - Média de frequência; NE - Nota de Exame.
7 Actividades a realizar
Os exercícios de autoavaliação abaixo descritos, são actividades que visam desenvolver o estudo individual
do estudante e garantir o desenvolvimento formativo. As actividades que serão classificadas (Somativas),
serão indicadas pelo tutor durante as sessões.
7.1 Actividade 1 – (1a Sessão Presencial)
1. Dentre vários conceitos existentes do Atletismo, traga três, tendo em vista a diversidade dos
autores.
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2. Diga quais são as disciplinas do Atletismo e caracterize cada uma delas.
3. Quais são as provas que correspondem a corrida de meio fundo e fundo?
4. Quais são as características das provas de resistência?
5. Qual é a importância da técnica na corrida de resistência e que papel desempenha o movimento
correcto dos braços?
6. O nosso Pais ao nível do Atletismo é conhecido mundialmente graças as grandes exibições da nossa
menina de ouro, diga que distância ela realizava, e onde se enquadra (corrida fundo ou meio fundo).
7. Caracteriza a corrida de velocidade.
8. Quais são as provas que correspondem a corrida de velocidade?
9. A partida baixa, perfaz um dos momentos de início de algumas provas de velocidade, descreve os
três momentos existentes?
10. Diga quais são as fases da corrida de velocidade e caracteriza cada uma delas.
11. Qual é a necessidade do uso do taco ou bloco de partida nas corridas de velocidades?
12. Quais são os tipos de passagem ou transmissão de testemunho que existem e diga qual deles se
enquadra ao nosso quotidiano desportivo.
13. Quais são os cuidados a si ter durante a corrida de estafeta 4x100m, sobretudo no momento da
transmissão de testemunhos.
14. Nas corridas de velocidades (100, 110 e 400 metros) e de meio fundo (3000 metros obstáculos) a
transposição das barreiras é feita da mesma maneira?
b) Justifica tendo em conte a natureza de cada uma delas.
7.2 Actividade 2 – (2a Sessão Presencial)
1.O salto em comprimento tem quatro fases. Diga a importância de cada uma das fases para o melhor
rendimento ou para saltar maior distância possível.
2. Elabore exercício para desenvolver a corrida de balaço e voo (técnica de tesoura/passada)
3. Elabore exercícios para o ensino do triplo salto (do mais simples ao mais complexo) tendo em conta
a faixa de 11-16 anos.
4. Diga porque para além da técnica no tripo salto deve-se trabalhar a força?
5. Elabora 5 exercícios para desenvolver a força dos membros inferiores, tendo em conta a melhoria
do salto triplo dos alunos/atletas.
6. O salto em altura é um salto mais complexo que existe, visto ser um dos saltos que trasponha-se a
maior altura na vertical sem auxílio de nenhum outro aparelho.
a) Diga o tipo de exercícios específicos que deve-se desenvolver para sua efetivação.
7. O apanágio de todos tipos de lançamentos e o uso acentuando da força, sem descortinar a sua
técnica.
8. Mencione o tipo de trabalho muscular (musculação- força) a ser desenvolvido pelos lançadores,
tendo em conta a especificidade de lançamentos existentes (dardo, peso, disco e martelo).
9. As valências físicas encontradas nos lançamentos são força, velocidade e coordenação
a) Define cada uma delas.
10. O lançamento de dardo é feito com base em três momentos, corrida preparatória, a extensão da
corrida e o próprio lançamento.
a) Descreve cada uma das fases para o seu lançamento correcto.
11. Nos lançamentos de disco e martelo os giros são característicos. Das capacidades patentes
(agilidade, destreza, flexibilidade e coordenação) tem incidência na rotação e porquê.
12. A maratona fazem parte das corridas mais desgastantes do mundo.
a) Diga tipo de treino devem fazer os maratonistas para suportar a prova ou competição.
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8 Sessões de aprendizagem
8.1 Primeira sessão presencial
Nesta sessão inaugural, o tutor faz a apresentação do Guia de Estudo, os objectivos gerais da disciplina, a
metodologia a ser usada, as formas de avaliação, os resultados de aprendizagem esperados, orienta o debate
dos conteúdos das primeiras unidades do módulo, as actividades de auto-avaliação, trabalhos teóricos ou
práticos a serem realizados e define com os estudantes as estratégias de interacção. O seu papel centra-se
na motivação, mediação, orientação e promoção de um contexto de aprendizagem conducente a formação
da comunidade de aprendizagem.
Em relação aos estudantes, figuras autónomas na sua aprendizagem, apresentam dúvidas pontuais referentes
ao Guia de estudo e ao Conteúdo Básico de Referência (Módulo), criam laços sociais, coordenam
estratégias de interação entre eles, isto é, são responsáveis pela formação de grupos de estudos, e sugerem
estratégias de comunicação entre estes e o tutor.
8.2 Segunda sessão presencial
Nesta sessão, o tutor movido pela orientação de fazer com que o estudante assuma o seu processo de
aprendizagem de forma activa, concentra-se em esclarecer dúvidas, dar feedback das actividades até então
realizadas, monitorar actividades práticas e fornecer as directrizes na preparação para o exame.
Os estudantes expõem as dúvidas encontradas durante o estudo individual ou em grupo e interagem com os
colegas e tutor, recebem o feedback do tutor, realizam actividades práticas, debatem em torno das restantes
unidades do módulo e partilham recursos.
8.3 Momento interregno
Neste período, o tutor faz o acompanhamento, que consiste em atender pelo telefone, internet ou
fisicamente os estudantes, dar feedback, reforçar o processo de auto aprendizagem. Nesta fase, o tutor
esclarece dúvidas, direciona conteúdos, promove o diálogo problematizador, modera, acompanha as
discussões nos grupos de estudo e actualiza o conteúdo pedagógico.
O estudante realiza actividades de auto-avaliação e trabalhos individualmente ou em grupo, de forma
rigorosa conforme os objectivos preconizados em cada unidade. Interage com o conteúdo, seus pares, tutor,
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realiza trabalhos práticos ou teóricos. A colaboração entre os estudantes é estimulada de modo que juntos
construam o conhecimento, pelo debate de ideias e partilha de informações e recursos.
8.4 Recursos
As disciplinas são ministradas com o emprego de recursos que propiciem ao estudante a devida autonomia
e o desenvolvimento de sua capacidade de iniciativa. Assim sendo, dispõem-se os seguintes recursos de
aprendizagem: Guias de estudo, Conteúdo Básico de Referência (Módulo), Bibliografias básicas e
complementares e objectos de aprendizagem (Textos de apoio, PowerPoint, Prezi, entre outros).
Também são usados suportes tecnológicos como recursos audiovisuais (projector multimídia, tela
interativa, Tablet, data-show e CD).
Com relação as aulas práticas desenvolvidas no decorrer do curso, cumpre salientar que as mesmas são
concebidas de acordo com as especificidades de cada disciplina, principalmente aquelas que carecem de
laboratórios de informática, com acesso a internet, laboratórios de química, física, Biologia, Educação
Física e Desporto, receptor GPS, Software SIG, aula-excursão, dentre outros, com vista a dinamizar o
aprendizado e incentivar a busca pelo conhecimento.
9 Sessão de Exames
Exame Normal de Cadeiras Gerais do 1º ao 3º Ano e Específicas do 4º Ano: 01 a 02 de Agosto.
Exame de Recorrência de Cadeiras Gerais do 1º ao 3º Ano e Específicas do 4º Ano: 05 a 06 de Setembro.
Exame de Cadeiras Específicas do 1º ao 3º Ano incluindo Estatística: 31.10 a 01.11 de Novembro.
Exame de Recorrência de Cadeiras Específicas do 1º ao 3º Ano incluindo Estatística: 05 a 06 de Dezembro.
10 Referência Bibliografia
BRAVO, J., PASCUA, M., GIL, F., BALLESTEROS, J., CAMPRA, E.. ATLETISMO I - Carreras y
Marcha. Comité Olímpico Español, 1990.
BRAVO, J., LÓPEZ, F,. RUF, H., SEIRUL-LO, F.. ATLETISMO II – Saltos. Comité Olímpico
Español, 1992.
BRAVO, J., MARTÍNEZ, J., DURÁN, J., CAMPOS, J.. ATLETISMO III – Lançamentos. Comité
Olímpico Español, [Link] do Centro Regional de Desenvolvimento da IAAF ( n º 1 a 8).
7
CARREIRA, S. Atletismo. Colecção Desportiva, Lisboa, 1963.
FERNANDAES. Atletismo Lançamentos. S. Paulo, 1971.
FPA - Federação Portuguesa de Atletismo, regulamento do atletismo;Lisboa, 2009
MANUAL DE ATLETISMO do 3º nível de 2005
SCHMOLINSKY, G.. Atletismo – Desporto, Lisboa, Estampa nº 8, 1982. Regulamento Técnico da
Federação Internacional das Associações de Atletismo (IAAF).