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Tipos e Formação de Rochas

Este documento apresenta os conceitos fundamentais sobre rochas e minerais. Discute os processos de formação das principais classes de rochas (ígneas, sedimentares e metamórficas) e descreve o ciclo contínuo de transformação entre elas. Também define minerais e apresenta sua classificação de acordo com a composição química, incluindo os grupos de silicatos, carbonatos, óxidos e sulfetos.

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Tipos e Formação de Rochas

Este documento apresenta os conceitos fundamentais sobre rochas e minerais. Discute os processos de formação das principais classes de rochas (ígneas, sedimentares e metamórficas) e descreve o ciclo contínuo de transformação entre elas. Também define minerais e apresenta sua classificação de acordo com a composição química, incluindo os grupos de silicatos, carbonatos, óxidos e sulfetos.

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CAPÍULO II

TEORIA FUNDAMENTAIS

2.1. Introdução ao estudo de Rochas

2.1.1. Conceito Básicos de Rochas

Rocha é um corpo sólido natural, resultante de um processo geológico

determinado, formado por agregados de um ou mais minerais, arranjados

segundo as condições de temperatura e pressão existentes durante a sua

formação.

A rocha sólida, resultado desse resfriamento, geralmente é o produto

final, em cuja formação intervieram diversos mecanismos, como:

cristalização, precipitação e sublimação, solidificação não cristalina,

dissolução, diferenciação mecânica, fragmentação mecânica [ CITATION

LOP06 \p 8 \l 1033 ]

A superfície terrestre contém rochas que estão a ser continuamente

alteradas por agentes naturais, como a água, as variações de temperatura, os

gases atmosféricos e a acção dos seres vivos. Os produtos resultantes destas

alterações podem ser divsersos[ CITATION Els06 \p 2 \l 1033 ].

A formação de vários tipos de minerais na natureza produzirá vários

tipos de rochas. Esses processos naturais podem variar e formar diferentes

tipos de rochas. Rochas na natureza podem ser agrupadas em 4 (quatro)

grupos, Rocha ígnea, Rocha piroclástica, Rochas sedimentares e Rocha

metamórfica. A crosta terrestre é dinâmica e é o local de vários processos que

afetam a formação desses quatro tipos de rocha. Ao longo do período e

1
conseqüência desses processos, uma rocha vai mudar para outro tipo de rocha

[ CITATION Lok14 \l 1033 ]. As rochas que compõem a crosta terrestre

estão sujeitas a um grande número de forças, relacionadas a diferentes

processos, tanto exógenos quanto endógenos. De modo que nesses materiais

rochosos sempre haverá forças atuando, em todas as escalas, desde a estrutura

cristalina até as grandes unidades orogênicas. De acordo com Trouw (2005) A

deformação nas rochas é realizada por um grande número de processos na

escala dos grãos individuais. Os processos envolvidos dependem de fatores

tais como mineralogia, composição do fluido intergranular, granulometria,

orientação preferencial da estrutura, porosidade e permeabilidade, e de

controles externos, tais como temperatura, pressão litostática, stress

diferencial, pressão do fluido e taxa de deformação imposta externamente.

2.1.2. Ciclos de rochas

As rochas estão em constante transformação, em virtude da dinâmica

interna e externa da formação da Terra, seja na superfície da crosta terrestre,

seja através do intemperismo e da erosão [ CITATION GLE15 \p 16 \l 1033 ]

Figura 2.1. Ciclo das rochas

2
O ciclo das rochas é uma série de processos em que a matéria da Terra

muda de uma para outra e ocorre devido às interações entre as placas

tectônicas e o ciclo hidrológico (Egger 2005, citado por Hanifa & Fitri, 2016,

p. 4 ). Este ciclo dura milhares de anos, então não está claro quando esperar ou

finalmente. brevemente pode-se explicar que o ciclo das rochas começa com a

formação de um ciclo de rochas derivadas do magma, magma é uma rocha

fundida incandescente. O magma que sai então esfria porque está exposto à

chuva da luz do sol que então se transforma em rocha ígnea. Então a rocha

ígnea que é danificada é destruída, porque a energia exógena, a saber: (água,

chuva, calor frio, gelo, vento) é levantada e instalada em uma rocha

sedimentar estática. como para rochas sedimentares que vêm de uma solução

de água que é constringida em rochas sedimentares, como: (típico de rocha),

carvão (orgânico), recifes de coral. Depois disso devido à existência de altas

temperaturas de grande pressão e muito tempo, as rochas congeladas e rochas

sedimentares são transformadas em rochas metamórficas desta rocha inclusive

experimentando severas mudanças devido às altas temperaturas que vêm do

magma pois, estas rochas estão próximas fundo do magma.

2.1.3. Classificação de Rochas

Rochas são agregados naturais, que cobrem nas áreas da crosta terrestre.

Considerando sua origem, estrutura, características químicas e mineralógicas,

as rochas dividem-se em três grupos principais:

Rochas ígneas ou magmáticas originadas a partir da fusão de materiais

no interior da crosta terrestre. O magma é uma solução contendo os

3
constituintes químicos que, quando suficientemente resfriados, cristalizam

para dar origem aos vários minerais que formam a rocha resultante. Os

elementos formadores dos principais constituintes dos magmas, enumerados

em ordem de abundância, são: oxigênio, silício, alumínio, ferro, cálcio,

magnésio, sódio e potássio.

Rochas sedimentares originadas pelo acúmulo e consolidação de

materiais provenientes da degradação de rochas pré-existentes, que são

provocados pela ação do vento, da água e do gelo, pela precipitação de

elementos químicos ou, ainda, pelo acúmulo de restos orgânicos. As rochas

pré-existentes podem ser magmáticas, metamórficas ou sedimentares. A

deposição sucessiva de camadas de sedimentos pode provocar a compactação,

cimentação e afundamentos das camadas inferiores, que sofrem litificação,

originando rochas sedimentares consolidadas.

Rochas metamórficas produzido por metamorfose ou modificação de

outras rochas. Essa modificação resulta da ação da temperatura, pressão,

tensão mecânica e/ou adição ou subtração de compostos químicos em uma

rocha pré-existente, seja esta sedimentar, magmática ou uma rocha

metamórfica mais antiga. Nessa situação, os minerais constituintes da rocha

sofrem um novo arranjo, de modo que alguns minerais transformam-se em

outros, ou ainda, um mesmo mineral é fundido e depois se cristaliza

novamente.

Devido à pressão a que a rocha é submetida, as partículas minerais

quebram-se, achatam-se ou recristalizam-se para formar camadas paralelas.

4
Esse aspecto em bandas ou lâminas, resultante do arranjo paralelo dos

minerais, é a característica mais notável de uma rocha metamórfica (Santos,

2005, pp. 7-10).

2.2. Introdução ao Minerais

Os minerais variam na sua composição desde elementos químicos, em

estado puro ou quase puro, e sais simples a silicatos complexos com milhares

de formas conhecidas. Embora em sentido estrito o petróleo, o gás natural e

outros compostos orgânicos formados em ambientes geológicos sejam

minerais, geralmente a maioria dos compostos orgânicos é excluída. Também

são excluídas as substâncias, mesmo que idênticas em composição e estrutura

a algum mineral, produzidas pela atividade humana (como por exemplos

os betões ou os diamantes artificiais). O estudo dos minerais constitui o objeto

da mineralogia.

2.2.1. Conceitos Básicos dos Minerais

Mineral é uma substância sólida natural, inorgânica e homogênea, que

possui composição química definida e estrutura cristalina característica. Os

minerais formam-se na natureza, por cristalização a partir de líquidos

magmáticos ou soluções termais, pela recristalização em estado sólido, ainda,

como produto de reações químicas entre sólidos e líquidos. (ISAIA, 2007).

Ainda de acordo com ISAIA (2007) os minerais podem se alterar (mudar

de composição química e estrutura cristalina) tanto pela interação com

líquidos magmáticos tardios, por processos designados de hidrotermais;

quanto pela exposição as condições reinantes na superfície terrestre, as quais

5
levam à geração dos minerais de alteração ou secundários (argilominerais e

hidróxidos de ferro e alumínio, entre outros), como resultado das atividades in

tempéricas.(Silva,2014, p.25)

As diferentes espécies minerais seguidamente se apresentam sob a forma

de poliedros limitados por faces planas: os cristais. Cristal é definido como se

ndo "todo corpo que, ao passar do estado gasoso ou líquido ao estado sólido

(sublimação ou solidificação), devido à ação de forças interatômicas, adquire

uma ordenação estrutural de seus elementos e, por isso, manifestará uma forma

poliédrica exterior".Portanto, a característica básica do estado cristalino é o

arranjo ordenado doselementos constituintes da matéria. Quando este arranjo

ordenado não é alcançado, a matéria constituirá um corpo amorfo, de estrutura

desordenada, à semelhança do vidro,sem forma exterior definida. O aspecto

exterior depende do arranjo interno das moléculas constituintes” [ CITATION

Ros13 \l 1033 ].

2.2.2. Classificação dos minerais

A classificação dos minerais de acordo com a composição química é

subdividida em 6 grupos:

 Silicatos são os mais abundantes da crosta terrestre, formados pela

combinação de silício (Si) e oxigênio (O) e dando origem a estruturas

internas como tetraedos isolados (minerais do grupo das olivinas), cadeias

simples (minerais do grupo dos piroxênios), cadeias duplas (minerais do

grupo dos anfibólios), estruturas em folhas (minerais do grupo das micas)

e tridimensionais (minerais do grupo dos feldspatos).

6
 Carbonatos são constituídos por carbono (C) e oxigênio (O), na forma do

ânion carbonato (CO32-) combinado com cálcio e magnésio, de mineral

carbonático é a calcita (CaCO3).

 Óxidos são compostos por ânion de oxigênio (O2-) e cátions metálicos,

como encontrado no mineral hematita (Fe2O3).

 Sulfetos são minerais compostos por ânion sulfeto (S2-) e cátions

metálicos, assim como o mineral pirita (FeS2).

 Sulfatos são compostos de ânios sulfato (SO42-) e cátions metálicos, um

exemplo típico deles é o mineral anidrita (CaCO 4) e a gipsita

(CaSO4.H2O).

 Haletos que são formados pelos ânios cloreto (Cl-), fluoreto (F-), Brometo

(Br-), Iodeto (I2), como exemplo de grupo ter o mineral halita (NaCl) .

2.3. Rochas Ígneas ou Magmáticas

2.3.1. Conceito básico de Rochas Ígneas

A palavra igneas tem sua origem no latim ignis (que significa fogo) são

formadas a partir de um líquido, de rocha fundida, denominado magma.

Segundo ISAIA (2007) rochas ígneas ou magmáticas são aquelas que

resultam da solidificação de material rochoso (denominado de magma),

gerado no interior da crosta terrestre.

O magma originmanta-se a grande profunidades, na parte inferior da crosta

ou na porção superior do manto. Sua composição e características são

discutíveis, já que o magma não pode ser estudado no seu local de origem

7
A classificação de rochas ígneas foi feita muitas vezes desde então. Vários

métodos têm sido feitos, tais como a fusão dos mesmos tipos em uma classe e

a separação dos tipos que não mostram [Link] de rochas ígneas

incluem obsidiana, liparita, traquit, desit, andesite e basalto.

FRAZÃO (2002) cita que o magma, em determinadas circunstâncias,

emerge na superfície terrestre, na forma de lava. Após esta lava ser expelida

na superfície ela se solidifica e formam-se assim as rochas. As rochas

resultantes são, por isso, denominadas vulcânicas ou extrusivas. Ao contrário,

a consolidação do magma no interior da crosta gera rochas denominadas

plutônicas ou intrusivas.

2.3.2. Classificação de Rochas Ígneas

As características principais que permitem classificar as rochas ígneas

são: Composição química (e minerais constituintes), que reflete a composição

do magma original e suas transformações, em determinados ambientes

tectônicos; Textura ou granulação, que reflete principalmente as condições de

formação das rochas, mas também os estádios de consolidação do magma.

Outras formas de classificação referem-se ao teor em sílica, índice de cor das

rochas ígneas. O teor de sílica reflete a quantidade total de sílica (SiO 2)

presente na rocha ígnea, tanto na forma de quartzo (sílica livre), quanto

combinado com outros elementos químicos, formando silicatos diversos. De

uma forma geral, a quantidade total de sílica nas rochas ígneas varia de 30 a

80% ( Godoy, p.26 ).

[Link]. Rochas Ígneas ácidas

8
As rochas ígneas ácidas compreendem essas rochas, independentemente

de sua origem e qualquer nível da crosta em que cristalizam, que sejam

suficientemente ricas em sílica para conter modal (real) ou normativo quartzo

(teórico) em quantidades iguais ou superiores a 10%.

Ácidos: ricos em SiO2, Na2O e K2O. As rochas geradas a partir deste tipo

de magmas podem ter mais de 77% em peso de SiO 2. O granito é um exemplo

de uma rocha ácida, e a maioria dos magmas ácidos são designados por

“graníticos”

[Link]. Rochas ígneas intermediário

Intermediários: ricos em SiO2, Na2O e K2O, assim como CaO e Al2O3.

As rochas geradas por este tipo de magmas têm valores de SiO2, em

porcetagem peso, compreendidos entre 55 e 65%. O andesito é um exemplo de

uma rocha intermediária.

[Link]. Rochas Básicas

Básicos: ricos em CaO, MgO e FeO. As rochas deste tipo têm valores de

SiO2, em peso, compreendidos entre 45 e 55%. O basalto é um exemplo de

uma rocha básica, e muitos magmas básicos magmas são genericamente como

"basálticos"

[Link]. Rochas Ultrabásicos

Magmas pobres em SiO2, mas com grande quantidade de FeO e MgO. As

rochas ultrabásicas podem apresentar valores de SiO2 muito baixos, inferiores

a 38% em porcetagem peso (Damasceno, 2017).

9
2.3.3. Tipos de Rochas Ígneas

As rochas ígneas são classificadas, ou agrupadas, com base na sua textura

e composição mineral. As várias texturas ígneas resultam dos diferentes

padrões de arrefecimento enquanto que a composição mineral de uma rocha

ígnea depende dos componentes do magma inicial e do ambiente de

cristalização..

Todas fazem parte da categoria das rochas magmáticas ou ígneas formadas

a partir do fogo. As rochas ígneas produzidas deste modo são chamadas

intrusivas ou plutónicas, e extrusiva ou vulcânica

[Link].Rochas plutônicas

As rochas plutônicas ou intrusivas, formadas em profundidade, resultam de

lentos processos de resfriamento e solidificação do magma.

As rochas intrusivas e seus corpos que formas de intrusões magmáticas na

profundas predominantemente por rochas de granulação grossa, graníticas em

composição. Plutons incluem batolitos, lacolitos, soleiras e diques. Esses

afloramentos costumam ser visíveis como resultado da erosão que removeu

outras rochas que os cobriam anteriormente.

[Link].Rochas vulcânicas

As rochas vulcânicas são materiais formados pelo extravasamento do magma

na superfície do planeta. O termo ígneo remete à formação desses materiais

geológicos em grandes profundidades do planeta e sob altas temperaturas.

Parte desse material extravasa na superfície e sofre um rápido resfriamento,

10
dando origem às rochas extrusivas de textura afanítica. O termo afanítico está

relacionado com a granulação fina dos minerais que compõem a rocha, sendo

pouco perceptíveis o olho nu ( Leinz & Amaral, 1978; Teixeira et al., 2001;

Popp, 2002 , citado por Pedron, 2007).

De acordo com Isaia (2007) As rochas vulcânicas ou extrusivas são formadas

na superfície terrestre, ou nas suas proximidades, pelo extravasamento,

explosivo ou não, de lava por orifícios vulcânicos. O rápido resfriamento

resulta em material vítreo ou cristalino de granulação fina. Exemplos são:

riólitos, basaltos e outros.

2.3.4. Formação de Rochas ígneas

A rocha ígnea envolve diferentes etapas, desde a formação do magma

abaixo da superfície, seu deslocamento (ascensão) rumo à superfície, encaixe,

resfriamento e consolidação.

A ascensão de um magma rumo à superfície deve-se primordialmente ao

fato de que o material fundido é menos denso que a rocha hospedeira. Ao ser

forçado para cima, o magma em movimento na crosta acomoda-se em fraturas,

mas sua mobilidade depende de diversos fatores, dos quais os mais

importantes são: a composição química, o grau de cristalinidade, a proporção

relativa de minerais já cristalizados, o teor de voláteis dissolvidos, a

temperatura e a viscosidade; este último fator também é conhecido como grau

de viscosidade e consiste na capacidade do magma de oferecer resistência ao

fluxo; viscosidade é o contrário de fluidez [ CITATION Ulr00 \l 1033 ].

11
Quanto às condições de formação das rochas ígneas, elas podem ser

subdivididas em intrusivas e extrusivas (ou efusivas, ou vulcânicas). As

intrusivas, por sua vez, são subdivididas em dois grupos: as intrusivas de

grandes tamanhos e profundidade, denominadas de plutônicas, chamadas de

hipoabissais. e as intrusões menores, situadas mais próximas da superfície,

chamadas hipoabissais ( Godoy, 2005, p.20 ).

 Rochas plutonica : São aquelas consolidadas em quilômetros abaixo da

superficie terrestre), sob condições de altas P e T. O resfriamento do

regiões profundas na crosta (vários magma é relativamente lento, as

reações entre fase sólida e líquida são favorecidas, com tendência a

desenvolvimento de cristais maiores e diferenciação acentuada dentro da

câmara magmática.

 Rochas hipoabissais : São as rochas formadas em profundidades menores

da crosta, ou seja, mais próximas da superficie, resultando da consolidação

de magma que penetra em fraturas e cavidades das rochas encaixantes.

Apresentam características intermediárias entre as rochas plutônicas e as

extrusivas.

 Rochas extrusivas : Os vulcânicas ou efusivas, formam-se pelo

resfriamento e solidificação de material magmático (lava) que extravasou à

superficie da Terra, resfriando-se e solidificando-se rapidamente, sob

condições relativamente baixas de P e T. Sob essas condições, as

partículas minerais ainda não solidificadas têm oportunidade reduzida para

crescer, resultando numa rocha de granulação fina. Em algumas situações

12
o resfriamento é tão rápido que se torna impossível a separação de

qualquer mineral, originando vidro vulcânico

2.3.5. Classificação Propriedades de Rochas Igneas

As rochas ígneas são classificadas, ou agrupadas, com base na sua

textura e composição mineral. As várias texturas ígneas resultam dos

diferentes padrões de arrefecimento enquanto que a composição mineral de

uma rocha ígnea depende dos componentes do magma inicial e do ambiente

de cristalização.

Determinada em cada amostras das rochas ígneas, as propriedades.

 Forma dos Cristais : Os cristais são uma forma tridimensional natural com

as regras do sistema de eixo cristalino de um mineral. com, assim, um tipo

de mineral de chumbo também terá uma forma de cristal que também está

presa. Existem seis sistemas principais de eixo de cristal, um sistema de eixo

de cristal isométrico, tetragonal, hexagonal, ortorrômbico, monoclínico e

tricline,

 Grao de Cristalinidade : O local de congelamento é relativamente mais

raso na crosta terrestre, conhecido como auxílio extrusivo, enquanto o local

onde a coagulação é relativamente profunda é conhecido como alívio

intrusivo. formas minerais ideais com grandes tamanhos minerais são

referidas como formas idiomórficas, enquanto os primeiros cristais são

13
conhecidos como minerais fenocristálicos, que são minerais que têm um

tamanho de cristal grande em comparação com outros minerais.

 Grao de visibilidade : É existe várias relações entre os cristais que se

formam nas rochas. o relacionamento entre cristais é conhecido como

textura. quanto à textura da rocha ígnea agrupada em textura fanerica,

textura púrryritica, textura afanítica, textura amorfa [ CITATION suk14 \l

1033 ].

       Um pouco descrição desses minerais é a seguinte [ CITATION

Suk14 \p 68,76 \l 1033 ].

[Link]. Mineral Principal

 O quartzo : Com fórmula química SIO2, forma cristais com sistema

hexagonal.

 Feldspato : É um composto de silicato com elementos Al, K, Na e Ca,

cristalizado em um sistema monoclínico e cristal de triclina.

 Ortoclásio : É um tipo de mineral feldspato com a fórmula química

KALSi3O8 e é a principal fonte de K no solo.

 Plagioclásio : É um tipo de mineral feldspato com a fórmula química

(Na, Ca) Al Si3O8..

 Foida : É chamado de mineral feldspatoid (mineral de substituição de

feldspato). Este tipo de mineral será formado se não houver SiO 2

suficiente no líquido do magma.

14
 Mica : É o nome do grupo de muscovita e biotita. este mineral é

facilmente conhecido pela sua forma na forma de folhas planas e

facilmente dividido

 Anfibol : É uma coleção de minerais prismáticos longos. um dos tipos

importantes de minerais são os hormônios pelo arranjo da fórmula

química Ca2 (Mg, Fe, Al)3 (OH)2 [(SiAl) 4O11] 2.

 O piroxênio : É uma coleção de minerais cuja composição química é

quase a mesma do amfibole, ou seja, compostos de silicato de Al, Fe,

Mg e Ca.

 A olivina : É possui um arranjo de fórmulas químicas (Fe,Mg2SiO4,

sistemas ortorrômbicos cristalinos, geralmente há muitos em bases

ígneas, incluindo rochas basalto e gabro.

 Calcita : Com a fórmula química CaCO 3 combina na forma de cristal

com um sistema hexagonal ou romboédrico. Os minerais de calcita são

geralmente brilhantes, claros e reagem com o cloreto de ácido (HCL).

 Grafite : É um mineral formador de rocha que consiste em um

elemento de carbono (C). Este mineral é freqüentemente encontrado em

rochas metamórficas, é também encontrado em rochas ígneas.

[Link].Minerais Secundários

São aqueles que ser resultado do intemperismo de minerais primários.

Exemplos de minerais secundários, incluindo o clorito mineral, que é o

resultado do intemperismo da biotita. Este clorito é também uma

coleção de vários tipos de minerais. Os minerais incluídos neste grupo

15
é o cloroclor com a fórmula química Mg5 (Al2Fe) (OH)8 (AlSi) 4O10.

Este mineral é encontrado em rochas que sofreram intemperismo.

Outro mineral secundário é a Caulinita (Al 2Si2O5(OH)4) que é o

resultado do intemperismo dos minerais feldspáticos.

[Link].Mineral acessório

Estes minerais não são abundantes, mas estão sempre presentes em quase todos os tipos

de rochas. Um exemplo é a magnetita mineral (Fe3O4), que é um óxido de ferro de cor

preta e possui propriedades magnéticas em pequenas quantidades em rochas ígneas.

zircão (ZrSiO4) também é um mineral acessório, contido em pequenas quantidades de

rocha ígneas ácida

2.4. As Propriedades de Rochas

2.4.1. Determinação de propriedades de rochas

Em cada uma de propriedade de rochas deve determinar com vários técnicos.

Segundo ISAIA (2007), merecem destaque os aspectos relacionados a seguir.

 Estrutura : A estrutura compreende a orientação e as posições de massas

rochosas em uma determinada área, bem como as feições resultantes de

processos geológicos como falhamentos, dobramentos, intrusões ígneas.

 Textura : É o arranjo espacial microscópico dos minerais, muitas vezes

exclusivos para alguns tipos de rochas, e está intimamente relacionada à

mineralogia e às condições físicas vigentes durante a formação.

 Granulometria : Refere-se ao tamanho dos grãos, um dos principais

critérios de classificação das rochas sedimentares.

16
2.4.2. Propriedades Físicas

Algumas propriedades da rocha são mais determinantes que outras, para

avaliação de sua qualidade; descritas as propriedades físicas são seguintes :

 Cor : Se, observando a amostra de rochas a sua coloração resulta das cores

próprias dos minerais constituintes, que se combinam em uma cor composta,

tanto mais uniforme quanto mais fino for o grão.

 Fratura : Os principais tipos de fratura são plana (material fácil de ser

cortado em blocos de faces planas), conchoidal (difícil de ser cortada), lisa

(fácil polimento), áspera (boa aderência), escamosa (dificuldade de corte,

fácil de lascar), angulosa (superfície de separação mais ou menos resistente)

 Homogenidade : É verificada em relação às demais propriedades físicas e

mecânicas. Ao choque do martelo, a rocha homogênea se quebra em pedaços,

e não em grãos.

 Densidade : Não permite por si só, caracterizar uma rocha, mas a casos em

que duas rochas de aparência semelhante distinguem-se pela densidade,

sabido que as rochas de mesma espécie tem a mesma dens.

2.4.3. Caracterizaçao Mineral de Rocha

No processo de intemperismo, minerais ou rochas que se formam mais

cedo serão facilmente desgastados em comparação com minerais ou rochas

que são formados posteriormente. portanto, a ordem da ( Bowen Reaction

17
Series ). E também mostra que os minerais de olivina são mais facilmente

decaídos e terminam com os minerais de quartzo mais resistentes.

2.4.4. Propriedades Físicas dos minerais.

O mineral é um corpo produzido por processos de natureza inorgânica,

tendo em geral composição química definida, e que, quando formado em

condições favoráveis, tem estrutura atómica característica que frequentemente

.
se traduz na sua forma cristalina e noutras propriedades físicas. As principais

propriedades físicas dos minerais, as quais refletem suas composições e

estruturas, são as seguintes:

 Dureza : É se traduz pela facilidade com que a superfície do mineral pode

ser arranhada

 Clivagem : É trata-se da aptidão que o mineral tem para se dividir ou

quebrar ao longo de superfícies planas

 Fratura : É trata-se do modo como os minerais se quebram ao longo de

superfícies irregulares ou o seu traço, que nada mais é que a cor fi na do pó

do mineral

 Densidade : É reflete a massa por unidade de volume

 Hábito cristalino : É é a forma como se apresentam os cristais individuais

ou agregados

Segundo ISAIA, 2007, caracterização Físicas de Minerais em escala macroscópica

e micriscópico, apresentar-se em seguintes formas :

18
 Brilho : Um mineral é a capacidade de reflexão da luz incidente sobre sua

superfície.

 Dureza: O mineral é a resistência que sua superfície oferece ao ser riscada

 Clivagem : É a propriedade que apresentam muitos minerais de romperem

com maior facilidade segundo determinados planos.

 Fratura : É é o tipo da superfície não plana apresentada por um mineral,

após o mesmo ter sido submetido a um choque mecânico.

 Hábito : É é a forma externa mais freqüente de ocorrência de um mineral

e dependendo da forma e velocidade de crescimento do mineral que por

sua vez sãoinfluenciadas pela temperatura, pressão, impurezas.

 Cor : É é um minerais é causada pela absorção, ou pela falta de

absorção de vários comprimentos de ondas da luz.

 Traço : É a cor do pó fino de um mineral é designada de traço. Enquanto

as cores dos minerais podem ser muito variáveis, as cores dos traços são

normalmente constantes.

Assim, podemos concluir que os minerais apresentam


propriedades físicas, químicas e ópticas que permitem a sua
caracterização e entificação. As propriedades físicas dos minerais
por serem de uso fácil e imediato e observáveis em amostra de
mão, são as mais utilizadas para uma primeira identificação. O
conhecimento destas propriedades e a maneira prática de as
investigar é fundamental na identificação de minerais,
conjuntamente com a utilização de tabelas ou chaves
dicotó[Link], os minerais devem ser identificar suas

19
propriedades físicos atraves de vários aspecostos técnicos como
segue :
 Escalares : Específico ou Volume específico.
 Óptica : Reflexão e refracção como Brilho, Cor, Risca, Diafaneidade,
Luminescência.
 Mecânicas : Clivagem, Fractura, Dureza,Tenacidade, Elasticidade.
 Eléctricas : Condutibilidade, eléctrica, Piezolectricidade,
Piroelectricidade.
 Magnéticas : Indução, magnética, piromagnetismo
 Térmicas : Condutibilidade, térmica, dilatação térmica.

2.5. A Utilização dos


Minerais

A utilização dos minerais como matérias-primas, por exemplos :

 Produção de aço (construção civil, naval, ferroviária, indústria automóvel,


utensílios manuais, pregos, parafusos, etc.).
 Produção latão, bronze, folha de flandres (lata), diversas variedades de
soldas, inox, tintas.
 Produção de ácido sulfurico.
 Produção de fertilizantes (minerais de P, como os fosfatos e também sais
de K e os nitratos).
 Indústria do vidro, da garrafaria às vidraças, cristalaria, óptica (principal
suporte o quartzo).
 Indústria cerâmica, telha, tijolo, etc. (utilização barro, caulinos e argilas
especiais

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