uTorrent 3.4.
3 Build 40633
Mais famoso baixador de torrent do mundo está ainda mais fácil de usar e com
uma loja de aplicativos.
Categoria: torrent
Em Português
Atualizado em 13/07/2015
Windows XP/Vista/7/8/8.1//10
Gratuito
2,3 MB
( [Link] - Ago/2015 )
O uTorrent é um dos mais famosos e baixados gerenciadores de torrent do mundo para quem baixa
arquivos da web, devendo o seu sucesso à sua eficiência, facilidade de uso e se destaca pelo tamanho
mínimo que ocupa no computador. Em vez de obrigar que o usuário configure uma série de opções de
rede e de pasta, o programa cuida sozinho de todas essas etapas – mantendo a liberdade de mudar
detalhes para quem gosta de personalizar o jeito com que o programa funciona. O programa que inovou ao
oferecer um visual compacto e excelentes ferramentas que aproveitam de verdade a banda larga chega à
sua terceira versão e apresenta uma série de novidades.
Mantendo recursos que deram certo, como o leitor de RSS, e aderindo novidades muito interessantes,
como a possibilidade de instalar aplicativos no programa (no melhor estilo extensão de navegador), o
uTorrent é sinônimo de downloads rápidos.
A grande vantagem de utilizar o torrent em relação a outras alternativas de download está relacionada à
velocidade de transferência. Além de dividir os arquivos baixados em diferentes pedaços, o protocolo
utiliza diversas fontes para transmitir pacotes – ou seja, quanto mais gente compartilhar o arquivo, maior a
velocidade obtida.
Ainda mais rápido
A partir desta versão, o uTorrent aprimorou a velocidade com que adiciona torrents com muitos arquivos à
lista de download. Isso vai tornar ainda mais ágil o processo de iniciar uma nova transferência, também
porque algumas falhas relacionadas ao consumo excessivo de memória foram corrigidas.
O que mais atrapalha usuários iniciantes com relação ao torrent é descobrir como realizar o download de
arquivos. Muitos confundem o arquivo com informações de transferência com o arquivo final, o que é
ajudado pelo fato do espaço total reservado ao download ser ocupado mesmo antes dele terminar.
Porém, entender o funcionamento do torrent é mais simples do que parece.
Primeiro é preciso descobrir um site que disponibilize o download que se deseja realizar, e depois baixar
um pequeno arquivo com a extensão “.torrent” que contém as informações de transferência.
Em seguida, basta utilizar um gerenciador como o uTorrent, que vai ler tais informações e só então iniciar a
transferência dos dados desejados para sua máquina. Mais detalhes sobre todo o processo podem ser
encontrardos no artigo “A bíblia do Torrent” ( no final desta matéria )
Link magnético pré-carregado
Recentemente, o The Pirate Bay, maior
rastreador de torrents do mundo, anunciou
que substituiria os tradicionais torrents por
links magnéticos. O uTorrent (e a maioria
dos outros aplicativos do gênero) também
estão prontos para tal novidade, mas,
desta vez, este programa traz outro
recurso inteligente para trabalhar com este
tipo de protocolo.
Antes, quando você adicionava um link
magnético, só tinha acesso ao seu
conteúdo quando a transferência era, de
fato, iniciada. Agora, o uTorrent pré-carrega
o arquivo, permitindo a você saber qual o
seu conteúdo antes mesmo de adicioná-lo
à sua lista de downloads.
Transferência para dispositivos
Outra novidade do uTorrent é o sistema
nativo de transferência de arquivos
multimídia direto para outros dispositivos.
Entre as opções suportadas estão
smartphones e tablets com Android,
iPhone, iPod, iPod Touch, iPad, AppleTV,
PlayStation 3, Xbox 360 e ainda outros
equipamentos certificados pela BitTorrent.
Streaming de conteúdo
Uma novidade bastante interessante aqui é a opção de transmissão de conteúdo. Enquanto você faz o
download, dependendo do quanto já foi transferido para a máquina é possível visualizá-lo. Esse tipo de
recurso já existe em aplicativos P2P, mas agora chega ao mundo dos torrents. Essa opção é
extremamente útil para quem quer ter certeza de que está baixando o conteúdo correto.
Controle remoto
Se você estiver indo para a faculdade ou para o trabalho
e quiser deixar o computador ligado para continuar algum
download, poderá saber exatamente como estão os
processos de transferência dos arquivos baixados. Isso
graças ao serviço de controle remoto que foi adicionado à
nova versão do uTorrent.
Com ele torna-se possível acessar e controlar os
downloads de qualquer lugar em que você esteja (desde
que haja conexão com a internet). A maneira mais
simples é por meio do site [Link], mas também
é possível controlar tudo por um aplicativo disponibilizado
para smartphones Android (ainda em fase de testes).
Para habilitar o acesso remoto é necessário seguir
algumas rápidas instruções. Siga o caminho Opções >
Preferências > Remoto. Em seguida, marque a caixa de
seleção que está ao lado da opção “Habilitar Acesso
uTorrent Remoto”. Depois, escolha um nome de usuário e
uma senha. Quando acessar o site para controlar
remotamente o aplicativo, insira-os novamente.
Central de aplicativos
O novo uTorrent vem com suporte
para a instalação de uma série de
aplicações extras que darão novas
funções ao cliente de torrent. Os
complementos são divididos nas
categorias vídeo, áudio e podcast,
e você pode ainda realizar buscas
por apps.
Por meio dessas extensões você
pode fazer download de músicas
gratuitas, assistir a filmes
independentes compartilhados por
seus próprios criadores, visualizar
um mapa global indicando de
onde vêm os usuários em contato
com você via download e upload,
twittar informações sobre suas
transferências e muito mais.
Um dos aplicativos mais interessantes disponível no novo uTorrent é o uMap. Com ele, você pode saber de
onde estão vindo os arquivos baixados e até mesmo qual versão do aplicativo está sendo utilizada para
enviar os dados.
- Cuidado durante a instalação!
Ao adicionar o uTorrent em seu computador, é preciso tomar cuidado para não incluir elementos
indesejados oferecidos pelo programa, como a adição de uma barra de ferramentas em seu navegador,
bem como a definição de nova página inicial.
Se você não quer aplicar tais alterações, desmarque as opções indicadas na imagem abaixo.
VER TAMBÉM:
- Como usar o uTorrent: [Link]
- Dcias e ferramentas: [Link]
[Link]
- Seleção: Buscadores de Torrent: [Link]
- Alguns buscadores de Torrent:
YouTorrent / Torrent2EXE / NowTorrent / ScrapeTorrent / Torrentfly / [Link] / CompleTorrent / Specly /
LOOKTorrent / PizzaTorrent
A bíblia do Torrent – resumo
O compartilhamento livre de arquivos na internet sempre rendeu discussões acaloradas em várias esferas
do mundo globalizado. O ponto de vista legal dessa troca de arquivos já rendeu processos judiciais,
multas, indenizações e até mesmo suspensão da conexão de alguns usuários pelo mundo afora. Alguns
países até já tomaram medidas extremamente drásticas em relação ao torrent e suas variantes.
Por que os torrents se tornaram os principais inimigos dos direitos autorais? Isso está ligado a uma série
de conceitos e termos que definem melhor o que é este tipo de arquivo e quais são as técnicas de difusão
dos arquivos de origens extremamente difusas. Pois bem, como quase tudo no mundo,os torrents
começam com uma semente.
Sim, uma semente, isto é, um “seeder”. Semeador, em bom português. O processo de compartilhamento
de arquivos é iniciado por um usuário que envia um arquivo de extensão .torrent em um site da internet,
como o The Pirate Bay, por exemplo. Feito isso, todos os usuários que tiverem interesse naquele conteúdo
devem fazer o download. Até aí tudo bem, conhecemos uma estrutura bastante parecida com esta – o
P2P. A sigla significa peer-to-peer, ou seja, par a par, que designa a comunicação unilateral entre o usuário
e o servidor. Desta maneira, forma-se a conexão entre eles.
Assim, tem-se uma estrutura binária de compartilhamento de arquivos – um servidor e um usuário.
- O seeder das mudanças
A diferença do torrent para o P2P tradicional é que ele liberta o usuário da sua atuação passiva nesta troca
de arquivos. A forma de envio e download de arquivos em torrent segue uma estrutura completamente
diferente do que estávamos habituados até o ano de 2003, quando os primeiros compartilhamentos deste
tipo começaram a surgir. Esta rede permite que o usuário torne-se ativo e também um seeder, ou seja, ele
também detém o poder de enviar os arquivos, assim como o era o papel do servidor no P2P clássico.
As comparações com o modelo “mão única” de compartilhamento de dados não ficam por aí. Os seeders
recebem esta denominação justamente pela função que desempenham nesta rede. Como os arquivos são
partidos em partes menores de 256 kilobytes (em geral), o processo de download fica cada vez mais veloz
por que cada um dos semeadores possui um pedaço distribuído em ordem aleatória. Portanto, quanto
mais seeders para um torrent, mais rápido será o descarregamento do arquivo como um todo no seu
computador. Assim, não existem as temidas e demoradas filas de espera que tanto assustavam os
usuários de sistemas como o SoulSeek e outros do gênero. Ao somar tudo isso, pode-se concluir que
desta maneira dificilmente haverá sobrecarga. Afinal, quanto mais gente, melhor.
- Os semeadores e as sanguessugas
Enquanto se baixa um torrent, se assume o papel
de leecher (sanguessuga), aquele que aproveita.
Porém, este é um papel um tanto ambíguo.
Enquanto você baixa, pode também se tornar um
seeder, pois partes do arquivo já terão sido
concluídas e já vieram para o seu computador e
automaticamente se tornam disponíveis para outros
leechers interessados neste arquivo. Portanto, você
pode ter papéis únicos (seeder ou leecher) ou então
optar pelos dois simultaneamente.
- Trackers
Entretanto, a comunicação entre estes dois (ou mais) computadores
precisa ser mediada por um servidor. Neste caso específico, o servidor se
chama tracker. Ao contrário do que muitos podem pensar, este servidor
não é como os outros. Os trackers não armazenam nenhum dos arquivos
compartilhados via torrent. “Então para que eles servem?” – simples, estes
servidores têm a função de conectar os usuários para que estes possam
executar seus papéis de seeder ou leecher.
Porém, esta ligação tripla (peer1 – tracker – peer2) não é tão duradoura. Assim que o download é iniciado,
a conexão passa a ser direta, ou seja, peer to peer (peer 2 peer, logo, P2P). Entretanto, não se deve
confundir tracker com indexer. Os indexers de torrent funcionam como listas de arquivos e não como
servidores. Apesar de indicar o caminho entre o peer1 até o peer2, as listas não executam a função de
servidor (tracker), que é facilitar a comunicação entre os seeders e os leechers.
Estes servidores também estão disponíveis para consulta de listas, caso seja do interesse do usuário
consultá-las no próprio site do servidor. Porém, isso não fará dele um indexer para que deixe de ser um
tracker. Ainda sobre servidores, existem aqueles que exigem que o usuário que em um primeiro momento
foi um leecher, seja seeder também. Vale lembrar que não são todos que usam desta prática. Por isso, é
importante pesquisar a respeito do servidor.
- Hashs (MD5)
Estes hashs que confundem com tantos números e letras em uma ordem estranha têm uma razão de ser.
Sempre que você termina de fazer o download de um pedaço do arquivo, o seu cliente torrent vai
criptografá-lo, ou seja, fazer o hash. Isso é feito para que você tenha garantias de que não vai fazer o
download de algo que não ordenou. Assim, o seu torrent é transformado em uma sequência alfanumérica
de 128 bits muito semelhante ao exemplo : 9e107d9d372bb6826bd81d3542a419d6
As sequências são produzidas através do algoritmo MD5, ou seja, o modelo de criptografia unidirecional
que não permite o retorno à frase (string) que lhe deu origem. Esse formato é muito comum em trocas do
tipo P2P e até mesmo em verificações de login e outras formas de uso. Tudo isso serve para garantir que
você não está baixando algo corrompido e que existe preocupação com a segurança nos downloads e
uploads.
- DHT (Distributed Hash Table)
As DHTs, ou seja, as tabelas de hash distribuído, são uma das peças-chave na hora de fazer downloads
de arquivos torrent. Elas são uma espécie de sistema distribuído descentralizado que trabalha com pares
de informações. As chaves e os valores são armazenados nesta tabela e, assim, qualquer nó –
normalmente os leechers – é capaz de recuperar esse valor associado a uma chave para fazer o download
de blocos de um arquivo maior. As DHTs ficam guardadas nos trackers. Por isso, quando você for procurar
por um arquivo, a tabela deverá estar bem arquivada e atualizada para gerar o mínimo de desordem.
O surgimento das DHTs estão intrinsecamente ligados ao nascimento das redes P2P e aos sistemas como
o Gnutella, Napster e o Freenet. Além de serem eficientes, as tabelas são bastante maleáveis, permitindo
a adaptação ao sistema no qual ela é utilizada. No Napster, por exemplo, a adição dos dados aconteciam
no momento em que o usuário fazia o seu cadastro. A partir deste ponto, as informações de arquivos a
serem compartilhados no computador seriam armazenadas no servidor.
Os hashs são pontos cruciais neste caso, porque são os meios de mapeamento das chaves para os nós
desta rede. São essas DHTs que promovem o encontro entre o seeder e o arquivo que ele quer baixar.
- PEX (Peer Exchange)
O Peer Exchange é um dos
pontos de destaque da relação
usuário-tracker, já que permite
que esta aconteça de uma forma
diferenciada. O grande trunfo do
PEX é o fato de ele permitir que
um indivíduo pertencente à swarm
(algo como um “enxame”) possa
trocar informações sobre o próprio
grupo diretamente, sem que seja
necessário pedir a autorização do
tracker. A vantagem desta função
é justamente poupar este servidor
de algumas tarefas. Assim,
percebe-se que existe autonomia
na hora de encontrar arquivos via
torrent.
Porém, ao contrário do que pode vir à mente com este conceito, os Peer Exchange não podem inserir um
novo indivíduo no swarm independentemente.
Para incluir novos peers é preciso que eles procurem pelo arquivo e sua hash. Assim, as tabelas DHT
encontram o requerimento e assim o processo é iniciado. Para a maioria dos usuários de torrent, o PEX e
as tabelas DHT são ativados logo que um download começar. Por isso, não há necessidade de
preocupação com processos manuais – tudo acontece automaticamente.
- Ratio
Como foi comentado acima, alguns trackers têm regras que exigem que seus leechers também sejam
seeders frequentes. Isso é medido pelo ratio, também chamado de ratio credit. O processo pode ser
tratado como um tipo de moeda de troca; você só baixa, se permitir que outros baixem.
Esse é o incentivo ao compartilhamento de arquivos que deve ser feito para que aquele torrent seja
encontrado por quem estiver precisando no momento. Normalmente, os usuários com uma boa
capacidade de armazenamento nos seus discos rígidos também trabalham com uma taxa de conexão
bastante elevada.
- Passkey
Normalmente, servidores que usam a prática do ratio também pedem passkeys. Trata-se de algo muito
comum entre trackers privados, que exigem o registro dos seus usuários. Caso você não tenha feito o seu
cadastro em um destes, não será possível baixar o torrent. Isso se faz necessário porque o servidor
privado trabalha apenas com IPs registrados. Então, se você não possui cadastro nestes sites, não adianta
tentar baixar por ali. Procure outra fonte.
Agora que você já conhece alguns termos importantes a respeito dos torrents, é importante salientar outros
pontos. Veja abaixo alguns procedimentos e ações indispensáveis para colecionar boas experiências com
seus downloads.
- Clientes
Sem eles é impossível fazer o download de torrents. Você pode até baixar o
arquivo .torrent que vai redirecioná-lo ao arquivo original. Porém, se não
houver um cliente como o BitTorrent, BitComet, µTorrent, Vuze e outros, não é
possível dar continuidade ao processo. Estes programas têm interfaces bem
divididas e podem organizar muito bem os seus torrents entre aqueles que
ainda estão sendo baixados, os que já foram concluídos e os outros dos quais
você se tornou um seeder. O µTorrent é um dos programas mais utilizados
para o download destes arquivos justamente por consumir poucos recursos
do computador e ainda ser compatível com o protocolo BitTorrent.
Um fato curioso sobre o BitTorrent é um dos easter eggs que podem ser encontrados ao clicar em “Help”
(Ajuda) e em seguida em “About µTorrent”.
Quando a janela estiver aberta, pressione a tecla “T” no seu teclado. Isso faz com que um jogo no estilo
Tetris seja aberto. Ele se chama µTris. Ele também permite fazer limitações e outros tipos de controle de
taxas de transferência para não deixar o seu computador e a sua internet lentos.
Existem, também, os clientes que trabalham com o sistema de broadcatching. Este sistema é muito
simples e, se você já assinou algum RSS Feed na sua vida, vai entender muito bem do que se trata.
Quando alguém faz a assinatura de um Feed, diz, automaticamente, que está disposto a receber os
conteúdos daquele site ou blog. Porém, ao assinar um RSS Feed de uma lista de torrent, você recebe os
arquivos, sempre que forem atualizados.
- Onde encontrar os torrents?
Apesar de os últimos dias estarem parecendo uma caça às bruxas, ou melhor, caça aos sites de torrent,
você poderá encontrar bons downloads se procurar bem. Depois dos processos judiciais que derrubaram o
serviço de buscas por torrents do Mininova e do The Pirate Bay, alguns usuários se viram um tanto
confusos, sem saber o que fazer para conseguir seus arquivos. Porém, a decisão foi decretada pela justiça
holandesa e, se os sites descumprissem o determinado, pagariam multas exorbitantes. Ainda assim,
ambos afirmam que é impossível trabalhar com um filtro 100% capaz de inibir a localização de torrents.
Aqui vai uma lista dos sites nos quais você pode encontrar seus torrents:
Torrent-Finder / I Love Torrents / TorrentZilla / Torrent Reactor / Demonoid (Privado)
- Como faço para baixar?
Baixar torrents é muito mais fácil do que você imagina. Depois de ter acessado os sites listados acima,
você deve escolher um arquivo. Baixe-o de acordo com os seguintes padrões: número alto de seeders,
número menor de leechers e claro, o tamanho do arquivo final a ser baixado. Lembre-se de que o
arquivo .torrent não é o arquivo final que você procura. Depois, abra o arquivo .torrent no seu cliente
(µTorrent, Vuze, BitTorrent e outros).
O programa pergunta qual o local em que você quer salvar o seu torrent; determine-o e aguarde o
download terminar.
Depois, se você quiser – ou o servidor assim exigir – pode se tornar um seeder daquele arquivo que você
baixou. Lembre-se: para ser um semeador de torrents, basta deixar o seu cliente aberto e o upload ativo.
Mas se muitos deles estiverem enviando para outros leechers, a sua velocidade de internet começa a cair
e em alguns casos, pode-se encontrar a lentidão no computador, já que muitos processos de envio de
arquivo estarão abertos.
Não se desespere: existe salvação!
- Aprenda a limitar uploads
Uma das maiores queixas quanto
ao upload de torrents, e assim
tornar-se um seeder, é o fato de
permitir que os usuários baixem o
bloco de arquivo que você tem e
por isso sofrer com a lentidão
tanto do computador quanto da
internet. Isso porque se não
houver a limitação da taxa de
upload, o arquivo vai ser
transferido com toda a velocidade
que a sua banda permite. E isso
faz com que a rapidez da sua
internet seja drasticamente
reduzida.
Para impor limites à taxa de
transferência, clique com o botão
direito sobre o ícone da Barra de
Tarefas do seu Windows e pouse
o cursor do mouse sobre a opção
“Limite de Upload”. Um menu de
opções de taxa de upload aparece
ao lado do primeiro menu. Clique
sobre a velocidade que você
achar adequada. Pronto. Os
uploads já estão limitados!
Lembramos que este
procedimento é válido para o
µTorrent.
- Então baixar torrent é crime?
Com esta pergunta acabamos de entrar em um terreno bastante delicado. Baixar torrents pode ou não ser
um crime. Tudo depende exatamente do que você está baixando. Se por um acaso você decidiu fazer o
download de um álbum cujos direitos o artista tornou livres, não há o menor problema em compartilhar
esses arquivos de música. Entretanto, não é exatamente isso que vemos no cenário fonográfico e de
entretenimento.
Como já é sabido, a tecnologia não é desenvolvida para o crime. É tudo uma questão de como a utilizamos
e para que fins. O CD não foi inventado para gravar álbuns piratas; os DVDs não chegaram ao consumidor
para comportar filmes, jogos e outros arquivos protegidos por lei. Portanto, o suporte que os torrents
oferecem também não foi desenvolvido com a intenção de piratear seja lá qual for o conteúdo. Entretanto,
as pessoas que viram esta função em todas essas plataformas tornaram seu uso ilegal e podem ser
responsáveis pela origem do preconceito que se formou sobre esses tipos de compartilhamento.
As autoridades responsáveis pelo rastreamento de atos criminosos na web podem rastrear seu IP e
descobrir que tipo de material foi baixado.
Portanto, existem riscos sim. Mas, se você não quer entrar para os grupos de risco destes downloads de
materiais protegidos por copyright, verifique se existe alguma menção sobre esta polícia de legalidade.