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Índice
Introdução........................................................................................................................................2
Vector..............................................................................................................................................4
Declaração do Vector......................................................................................................................4
Manipulação de Vetores..................................................................................................................6
Entrada de Vetores...........................................................................................................................6
Saída de Vetores..............................................................................................................................7
Matrizes...........................................................................................................................................8
Manipulando Matrizes.....................................................................................................................9
Entrada de Matrizes.........................................................................................................................9
Saída de Matrizes...........................................................................................................................10
Resumo..........................................................................................................................................11
Conclusão......................................................................................................................................12
Bibliografia....................................................................................................................................13
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Introdução
Neste presente trabalho que tem como tema Vetor e Matriz, primeiramente vamos falar da sua
definição e dos seus conceitos básicos, aqui vamos ver que o Vetor é uma variável composta
homogênea unidimensional, formada por uma sequência de variáveis, todas do mesmo tipo de
dados, com o mesmo identificador (mesmo nome) e alocadas sequencialmente na memória,
Matriz, de seguida vamos falar a sua representação no algoritmo, princípio de funcionalidade de
acordo com a estrutura de dados.
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Objectivo Geral
Apresentar os dois tipos fundamentais de estruturas de dados estáticas disponíveis no java: os
vectores e as matrizes.
Objectivo Específico
Indicar como os vectores podem ser empregados para a construção de estruturas de dados
unidimensionais;
Explorar o uso de matriz para a construção de estruturas de dados multidimensionais;
Criar estruturas de dados homogéneos que permitem armazenar e manipular um conjunto
de dados por meio de uma mesma variável;
Usar um mecanismo que nos permite armazenar um conjunto de valores na memoria do
computador.
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Vector
Segundo Fábio Henrique (2011), uma variável composta homogênea unidimensional, ou
simplesmente um vetor, é uma estrutura de armazenamento de dados que se dispõe de forma
linear na memória e é usada para armazenar valores de um mesmo tipo. Um vetor é então uma
lista de células na memória de tamanho fixo cujos conteúdos são do mesmo tipo primitivo. Cada
uma dessas células armazena um, e apenas um, valor. Cada célula do vetor tem um endereço ou
índice através do qual podemos referenciá-la.
Segundo José Augusto Baranauskas Um vetor é uma variável composta homogênea
unidimensional, formada por uma sequência de variáveis, todas do mesmo tipo de dados, com o
mesmo identificador (mesmo nome) e alocadas sequencialmente na memória uma vez que as
variáveis que compõem o vetor têm o mesmo nome, o que distingue cada um deles é um índice
que referencia sua localização dentro da estrutura Por exemplo, o seguinte vetor a é capaz de
armazenar 8 inteiros.
1 2 3 4 5 6 7 8
Declaração do Vector
A forma geral de declaração de um vetor na linguagem C é dada a seguir:
Tipo de Identificador [Dimensão];
Onde:
Tipo: é um tipo de dado conhecido ou definido pelo programador;
Identificado: é o nome do vector, fornecido pelo programador;
Dimensão: é a quantidade de célula a serem disponibilizadas para uso no vector.
Por exemplo, a declaração a seguir;
Float nota [100];
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faz com que 100 células contíguas de memória sejam reservadas, cada uma delas podendo
armazenar números de ponto flutuante do tipo float. A referência a cada uma dessas células é
realizada pelo identificador do vetor nota e por um índice.
0 1 2 98 99
…… ………… ………..
Memória
O vetor também pode ser declarado em pseudo-código da seguinte forma: Uma das regras gerais
para declaração de um vetor é declare a[Li..Ls]: Tipo
Onde:
Li: Limite inferior que o índice pode assumir
Ls: Limite superior que o índice pode assumir
Tipo: é um tipo de dado primitivo, por exemplo: inteiro, real, caracter, booleano, string,
etc.
Por exemplo: declare a x [2…9]: Inteiro.
2 3 4 5 6 7 8 9
X
Exemplo: declare b [-1..5]: Real.
-1 0 1 2 3 4 5
Número de Elementos
de um Vetor
Observa-se que o vetor possui 8 – 1 + 1 = 8 elementos, e a sua fórmula mostra o seguinte:
Número de elementos de um vetor = Limite Superior – Limite inferior + 1 Li e Ls devem ser
constantes.
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Manipulação de Vetores
Um elemento do vetor pode ser referenciado com o nome do vetor, seguido do seu índice
correspondente colocado entre colchetes.
1. Por exemplo, para referenciar o 3º elemento do vetor a, denotamos por a [3]
1 2 3 4 5 6 7 8
2. Por exemplo, se
desejamos atribuir o valor 100 ao 3ºelemento de a, basta utilizar o comando de atribuição:
a [3] ← 100
1 2 3 4 5 6 7 8
A 100
Da mesma forma que
podemos atribuir um valor a um elemento de um vetor, ele também pode ser lido ou escrito. Por
exemplo
Leia(a[3])
Escreva(a[3])
Assim sendo, cada elemento do vetor se comporta como uma variável qualquer e todas as
operações que vimos sobre variáveis são válidas para um elemento do vetor.
Exemplo: a [1] ← 3; A [2] ← 5.
Entrada de Vetores
Em pseudo-código, é possível expressar que um vetor deve ser totalmente lido através do
comando Leia.
Exemplo:
declare a [1..8]: inteiro
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Leia(a)
Entretanto, as linguagens de programação em geral não possuem um comando deste tipo assim,
torna-se necessário ler um vetor através da leitura individual de cada um dos seus elementos.
Exemplo:
declare a [1..8] : inteiro
Para i ← 1 até 8 Faça
Leia (a[i])
Fim para.
Saída de Vetores
Em pseudo-código, é possível expressar que um vetor deve ser totalmente impresso através do
comando escreva.
Exemplo:
declare a[1..8] : inteiro
Escreva(a)
Entretanto, as linguagens de programação em geral não possuem um comando deste tipo assim,
torna-se necessário imprimir um vetor através da impressão individual de cada um dos seus
elementos.
Exemplo:
declare a[1..8] : inteiro
Para i←1 até 8 Faça
Escreva(a[i])
Fim para.
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Matrizes
Segundo José Augusto Baranauskas uma matriz é uma variável composta homogênea
multidimensional, formada por variáveis, todas do mesmo tipo de dados, com o mesmo
identificador (mesmo nome). Por exemplo, o seguinte matriz a3,4 é capaz de armazenar (3 - 1
+1) * (4 - 1 + 1) = 12 inteiros.
Uma matriz é uma variável composta homogênea multidimensional, formada por variáveis, todas
do mesmo tipo de dados, com o mesmo identificador (mesmo nome).
Por exemplo, o seguinte matriz a3,4 é capaz de armazenar (3 - 1 +1) * (4 - 1 + 1) = 12 inteiros.
1 2 3 4
1
2
3
Essa matriz pode ser declarada em pseudo-código
da seguinte forma: declare a[1..3, 1..4] : inteiro.
Número de Elementos de uma Matriz
Exemplos
Declare a[2..3, 3..4] : inteiro
Possui (3 – 2 + 1) * (4 – 3 + 1) = 4 elementos
Declare b[0..5, 1..4, 100..105] : real
Possui (5-0+1) * (4-1+1) * (105-100+1) = 6*4*6 = 144 elementos
Em geral:
Declare m[Li1..Ls1,Li2..Ls2, ..., Lin..Lsn]
Possui (Ls1-Li1+1) *(Ls2-Li2+1) *...*(Lsn-Lin+1) elementos.
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Manipulando Matrizes
Segundo José Augusto Baranauskas um elemento de uma matriz pode ser referenciado com o
nome da matriz, seguido do seu índice correspondente colocado entre colchetes. Por exemplo,
para referenciar o elemento a1,3, denotamos por a[1,3] ou a[1][3]
Por exemplo, se desejamos atribuir o valor 100 ao elemento a1,3, basta utilizar o comando de
atribuição: a[1,3] 100.
a 1 2 3 4
100
1
2
3
Entrada de Matrizes
Em pseudo-código, é possível expressar que uma matriz deve ser totalmente lida através do
comando Leia
Por exemplo
Declare a[1..3, 1..4] : inteiro
Leia(a)
Entretanto, as linguagens de programação em geral não possuem um comando deste tipo
Assim, torna-se necessário ler uma matriz através da leitura individual de cada um dos seus
elementos
Por exemplo
Declare a[1..3, 1..4] : inteiro
Para i ← 1 até 3 Faça
Para j ← 1 até 4 Faça
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Leia (a[i,j])
Fim Para
Fim Para
Saída de Matrizes
Em pseudo-código, é possível expressar que uma matriz deve ser totalmente impressa através do
comando escreva.
Por exemplo:
Declare a[1..3, 1..4] : inteiro
Escreva(a)
Entretanto, as linguagens de programação em geral não possuem um comando deste tipo assim,
torna-se necessário escrever uma matriz através da impressão individual de cada um dos seus
elementos
Por exemplo:
Declare a[1..3, 1..4] : inteiro
Para i ← 1 até 3 Faça
Para j ← 1 até 4 Faça
Escreva (a[i,j])
Fim Para
Fim Para
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Resumo
Neste trabalho de estrutura de dados e algoritmo (Vetor e Matriz) vimos estruturas de
dados homogêneas que permitem armazenar e manipular um conjunto de dados por meio
de uma mesma variável;
Vetores são estruturas de dados unidimensionais, ou seja, possuem um único índice;
Matrizes são estruturas de dados com duas ou mais dimensões (dois ou mais índices).
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Conclusão
No presente trabalho que abarca do Vetor e Matriz, concluimos que o para criar um algoritmo
com muitas variaveis sejam elas unidimensionais, bidimencionais ou mais e necessário dominio
de estruturas de dados e tipos de dados, assim sendo e possível uma ou mais variaveis contendo
um ou mais dados do mesmo tipo.
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Bibliografia
Rui Rossi dos Santos. (2008). Programação de Computadores em Java. Editora nova terra. (2ª.
Ed.). Web Site: http:// [Link].
Buffoni Salete. (2006) Apostila de Algoritmo Estruturado. (4ª edição). Disponível em:
[Link] Acesso em: agosto. 2018.
Tiago Semprebom. Vector e Matriz (Algoritmo). Instituto federal de educação, ciência e
tecnologia. (2ª. Ed.). Santa Catarina.