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Estruturas de Dados: Vetores e Matrizes

1. O documento discute vetores e matrizes como estruturas de dados, incluindo sua definição, declaração, manipulação, entrada e saída. 2. Matrizes são estruturas multidimensionais que armazenam dados do mesmo tipo, enquanto vetores são estruturas unidimensionais. 3. O documento fornece exemplos de como declarar, preencher e acessar elementos individuais de vetores e matrizes.

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Estruturas de Dados: Vetores e Matrizes

1. O documento discute vetores e matrizes como estruturas de dados, incluindo sua definição, declaração, manipulação, entrada e saída. 2. Matrizes são estruturas multidimensionais que armazenam dados do mesmo tipo, enquanto vetores são estruturas unidimensionais. 3. O documento fornece exemplos de como declarar, preencher e acessar elementos individuais de vetores e matrizes.

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1

Índice
Introdução........................................................................................................................................2

Vector..............................................................................................................................................4

Declaração do Vector......................................................................................................................4

Manipulação de Vetores..................................................................................................................6

Entrada de Vetores...........................................................................................................................6

Saída de Vetores..............................................................................................................................7

Matrizes...........................................................................................................................................8

Manipulando Matrizes.....................................................................................................................9

Entrada de Matrizes.........................................................................................................................9

Saída de Matrizes...........................................................................................................................10

Resumo..........................................................................................................................................11

Conclusão......................................................................................................................................12

Bibliografia....................................................................................................................................13
2

Introdução

Neste presente trabalho que tem como tema Vetor e Matriz, primeiramente vamos falar da sua
definição e dos seus conceitos básicos, aqui vamos ver que o Vetor é uma variável composta
homogênea unidimensional, formada por uma sequência de variáveis, todas do mesmo tipo de
dados, com o mesmo identificador (mesmo nome) e alocadas sequencialmente na memória,
Matriz, de seguida vamos falar a sua representação no algoritmo, princípio de funcionalidade de
acordo com a estrutura de dados.
3

Objectivo Geral

Apresentar os dois tipos fundamentais de estruturas de dados estáticas disponíveis no java: os


vectores e as matrizes.

Objectivo Específico

 Indicar como os vectores podem ser empregados para a construção de estruturas de dados
unidimensionais;
 Explorar o uso de matriz para a construção de estruturas de dados multidimensionais;
 Criar estruturas de dados homogéneos que permitem armazenar e manipular um conjunto
de dados por meio de uma mesma variável;
 Usar um mecanismo que nos permite armazenar um conjunto de valores na memoria do
computador.
4

Vector

Segundo Fábio Henrique (2011), uma variável composta homogênea unidimensional, ou


simplesmente um vetor, é uma estrutura de armazenamento de dados que se dispõe de forma
linear na memória e é usada para armazenar valores de um mesmo tipo. Um vetor é então uma
lista de células na memória de tamanho fixo cujos conteúdos são do mesmo tipo primitivo. Cada
uma dessas células armazena um, e apenas um, valor. Cada célula do vetor tem um endereço ou
índice através do qual podemos referenciá-la.

Segundo José Augusto Baranauskas Um vetor é uma variável composta homogênea


unidimensional, formada por uma sequência de variáveis, todas do mesmo tipo de dados, com o
mesmo identificador (mesmo nome) e alocadas sequencialmente na memória uma vez que as
variáveis que compõem o vetor têm o mesmo nome, o que distingue cada um deles é um índice
que referencia sua localização dentro da estrutura Por exemplo, o seguinte vetor a é capaz de
armazenar 8 inteiros.

1 2 3 4 5 6 7 8

Declaração do Vector

A forma geral de declaração de um vetor na linguagem C é dada a seguir:

Tipo de Identificador [Dimensão];

Onde:

 Tipo: é um tipo de dado conhecido ou definido pelo programador;


 Identificado: é o nome do vector, fornecido pelo programador;
 Dimensão: é a quantidade de célula a serem disponibilizadas para uso no vector.

Por exemplo, a declaração a seguir;

Float nota [100];


5

faz com que 100 células contíguas de memória sejam reservadas, cada uma delas podendo
armazenar números de ponto flutuante do tipo float. A referência a cada uma dessas células é
realizada pelo identificador do vetor nota e por um índice.

0 1 2 98 99

…… ………… ………..

Memória

O vetor também pode ser declarado em pseudo-código da seguinte forma: Uma das regras gerais
para declaração de um vetor é declare a[Li..Ls]: Tipo
Onde:
 Li: Limite inferior que o índice pode assumir
 Ls: Limite superior que o índice pode assumir
 Tipo: é um tipo de dado primitivo, por exemplo: inteiro, real, caracter, booleano, string,
etc.
Por exemplo: declare a x [2…9]: Inteiro.
2 3 4 5 6 7 8 9
X

Exemplo: declare b [-1..5]: Real.

-1 0 1 2 3 4 5

Número de Elementos
de um Vetor

Observa-se que o vetor possui 8 – 1 + 1 = 8 elementos, e a sua fórmula mostra o seguinte:

Número de elementos de um vetor = Limite Superior – Limite inferior + 1 Li e Ls devem ser


constantes.
6

Manipulação de Vetores

Um elemento do vetor pode ser referenciado com o nome do vetor, seguido do seu índice
correspondente colocado entre colchetes.

1. Por exemplo, para referenciar o 3º elemento do vetor a, denotamos por a [3]

1 2 3 4 5 6 7 8

2. Por exemplo, se
desejamos atribuir o valor 100 ao 3ºelemento de a, basta utilizar o comando de atribuição:
a [3] ← 100

1 2 3 4 5 6 7 8

A 100

Da mesma forma que


podemos atribuir um valor a um elemento de um vetor, ele também pode ser lido ou escrito. Por
exemplo

Leia(a[3])

Escreva(a[3])

Assim sendo, cada elemento do vetor se comporta como uma variável qualquer e todas as
operações que vimos sobre variáveis são válidas para um elemento do vetor.

Exemplo: a [1] ← 3; A [2] ← 5.

Entrada de Vetores

Em pseudo-código, é possível expressar que um vetor deve ser totalmente lido através do
comando Leia.

Exemplo:

declare a [1..8]: inteiro


7

Leia(a)

Entretanto, as linguagens de programação em geral não possuem um comando deste tipo assim,
torna-se necessário ler um vetor através da leitura individual de cada um dos seus elementos.

Exemplo:

declare a [1..8] : inteiro

Para i ← 1 até 8 Faça

Leia (a[i])

Fim para.

Saída de Vetores

Em pseudo-código, é possível expressar que um vetor deve ser totalmente impresso através do
comando escreva.

Exemplo:

declare a[1..8] : inteiro

Escreva(a)

Entretanto, as linguagens de programação em geral não possuem um comando deste tipo assim,
torna-se necessário imprimir um vetor através da impressão individual de cada um dos seus
elementos.

Exemplo:

declare a[1..8] : inteiro

Para i←1 até 8 Faça

Escreva(a[i])

Fim para.
8

Matrizes

Segundo José Augusto Baranauskas uma matriz é uma variável composta homogênea
multidimensional, formada por variáveis, todas do mesmo tipo de dados, com o mesmo
identificador (mesmo nome). Por exemplo, o seguinte matriz a3,4 é capaz de armazenar (3 - 1
+1) * (4 - 1 + 1) = 12 inteiros.

Uma matriz é uma variável composta homogênea multidimensional, formada por variáveis, todas
do mesmo tipo de dados, com o mesmo identificador (mesmo nome).

Por exemplo, o seguinte matriz a3,4 é capaz de armazenar (3 - 1 +1) * (4 - 1 + 1) = 12 inteiros.

1 2 3 4

1
2
3

Essa matriz pode ser declarada em pseudo-código


da seguinte forma: declare a[1..3, 1..4] : inteiro.

Número de Elementos de uma Matriz

Exemplos

Declare a[2..3, 3..4] : inteiro

Possui (3 – 2 + 1) * (4 – 3 + 1) = 4 elementos

Declare b[0..5, 1..4, 100..105] : real

Possui (5-0+1) * (4-1+1) * (105-100+1) = 6*4*6 = 144 elementos

Em geral:

Declare m[Li1..Ls1,Li2..Ls2, ..., Lin..Lsn]

Possui (Ls1-Li1+1) *(Ls2-Li2+1) *...*(Lsn-Lin+1) elementos.


9

Manipulando Matrizes

Segundo José Augusto Baranauskas um elemento de uma matriz pode ser referenciado com o
nome da matriz, seguido do seu índice correspondente colocado entre colchetes. Por exemplo,
para referenciar o elemento a1,3, denotamos por a[1,3] ou a[1][3]

Por exemplo, se desejamos atribuir o valor 100 ao elemento a1,3, basta utilizar o comando de
atribuição: a[1,3] 100.

a 1 2 3 4
100
1
2
3

Entrada de Matrizes

Em pseudo-código, é possível expressar que uma matriz deve ser totalmente lida através do
comando Leia

Por exemplo

Declare a[1..3, 1..4] : inteiro

Leia(a)

Entretanto, as linguagens de programação em geral não possuem um comando deste tipo

Assim, torna-se necessário ler uma matriz através da leitura individual de cada um dos seus
elementos

Por exemplo

Declare a[1..3, 1..4] : inteiro

Para i ← 1 até 3 Faça

Para j ← 1 até 4 Faça


10

Leia (a[i,j])

Fim Para

Fim Para

Saída de Matrizes

Em pseudo-código, é possível expressar que uma matriz deve ser totalmente impressa através do
comando escreva.

Por exemplo:

Declare a[1..3, 1..4] : inteiro

Escreva(a)

Entretanto, as linguagens de programação em geral não possuem um comando deste tipo assim,
torna-se necessário escrever uma matriz através da impressão individual de cada um dos seus
elementos

Por exemplo:

Declare a[1..3, 1..4] : inteiro

Para i ← 1 até 3 Faça

Para j ← 1 até 4 Faça

Escreva (a[i,j])

Fim Para

Fim Para
11

Resumo

 Neste trabalho de estrutura de dados e algoritmo (Vetor e Matriz) vimos estruturas de


dados homogêneas que permitem armazenar e manipular um conjunto de dados por meio
de uma mesma variável;

 Vetores são estruturas de dados unidimensionais, ou seja, possuem um único índice;

 Matrizes são estruturas de dados com duas ou mais dimensões (dois ou mais índices).
12

Conclusão

No presente trabalho que abarca do Vetor e Matriz, concluimos que o para criar um algoritmo
com muitas variaveis sejam elas unidimensionais, bidimencionais ou mais e necessário dominio
de estruturas de dados e tipos de dados, assim sendo e possível uma ou mais variaveis contendo
um ou mais dados do mesmo tipo.
13

Bibliografia

Rui Rossi dos Santos. (2008). Programação de Computadores em Java. Editora nova terra. (2ª.
Ed.). Web Site: http:// [Link].

Buffoni Salete. (2006) Apostila de Algoritmo Estruturado. (4ª edição). Disponível em:
[Link] Acesso em: agosto. 2018.

Tiago Semprebom. Vector e Matriz (Algoritmo). Instituto federal de educação, ciência e


tecnologia. (2ª. Ed.). Santa Catarina.

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