Nome:
Data de nascimento: Idade:
Nível de Educação/Ensino: Grupo/Tur
ma:
Ano de Escolaridade:
Escola e Agrupamento de
Escolas:
RELATÓRIO TÉCNICO-PEDAGÓGICO
(Artigo 21.º)
1. Situação atual e antecedentes escolares relevantes
Data de referenciação: Motivo:
IPI Pré-Escolar 1ºCEB 2º CEB 3ºCEB
Antecipação de matrícula: Adiamento de matrícula:
Frequentou: IP Pré-Escolar
Nível de Educação ou Ensino atual: Pré-Escolar 1ºCEB 2º CEB 3ºCEB
Ano de Escolaridade: Turma:
Historial:
Dificuldades atuais de aprendizagem:
2. Potencialidades, expectativas e necessidades na perspetiva do aluno e da família
Portefólio de questões para a exploração das potencialidades, expectativas e necessidades na perspetiva do aluno (anexo 18)
2.1 Fatores que, de forma significativa, afetam o progresso e o desenvolvimento do
aluno
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Fatores que afetam de forma significativa o progresso e o desenvolvimento do aluno (anexo 16)
2.1.1 Fatores da escola
Que podem facilitar: Que podem dificultar:
2.1.2 Fatores do contexto familiar
Que podem facilitar: Que podem dificultar:
2.1.3 Fatores individuais
Que podem facilitar: Que podem dificultar:
3. Medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão
(Para cada medida, indicar o respetivo modo de operacionalização bem como os indicadores de resultados.)
3.1 Medidas seletivas (Art.º 9.º)
(Em complemento das medidas universais.)
Medidas seletivas a aplicar:
a) Os percursos curriculares diferenciados;
b) As adaptações curriculares não significativas;
Adaptações ao nível dos objetivos e conteúdos através da alteração na sua
priorização ou sequenciação;
Introdução de objetivos específicos de nível intermédio que permitam atingir os
objetivos globais e as aprendizagens essenciais.
c) O apoio psicopedagógico;
d) A antecipação e o reforço das aprendizagens;
e) O apoio tutorial.
3.2 Medidas adicionais (Art.º 10.º)
(A mobilização destas medidas depende da demonstração da insuficiência das medidas universais e seletivas.)
Medidas adicionais a aplicar:
a) A frequência do ano de escolaridade por disciplinas;
b) As adaptações curriculares significativas;
Introdução de outras aprendizagens substitutivas;
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Estabelecimento de objetivos globais ao nível dos conhecimentos a adquirir e das
competências a desenvolver para potenciar a autonomia, o desenvolvimento
pessoal e o relacionamento interpessoal.
c) O plano individual de transição;
d) O desenvolvimento de metodologias e estratégias de ensino estruturado;
e) O desenvolvimento de competências de autonomia pessoal e social.
Medidas seletivas Objetivos/Metas Responsável Monitorização/Avaliação
Medidas adicionais Objetivos/Metas Responsável Monitorização/Avaliação
3.2.1 Critérios de progressão do aluno (Art.º 29.º)
A progressão dos alunos abrangidos por medidas universais e seletivas de suporte à
aprendizagem e à inclusão realiza -se nos termos definidos na lei.
A progressão dos alunos abrangidos por medidas adicionais de suporte à aprendizagem e
à inclusão realiza-se nos termos definidos neste documento (RTP) e no programa educativo
individual.
Critérios de progressão do aluno com medidas adicionais:
3.2.2 Caso sejam mobilizadas as medidas previstas nas alíneas b), d) e e) (n.º4 do Art.º 10.º),
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deve ser garantida, no Centro de Apoio à Aprendizagem, uma resposta complementar ao
trabalho desenvolvido em sala de aula ou noutros contextos educativos (n.º5 do Art.º 13.º)
Frequência:
(anexar horário do centro de apoio à aprendizagem)
Intensidade e tipo de apoio:
Recursos materiais e humanos:
Outros aspetos considerados relevantes:
Observações:
4. Áreas curriculares específicas (Alínea d) do Art.º 2.º)
Áreas curriculares específicas a desenvolver:
O treino de visão;
O sistema braille;
A orientação e a mobilidade;
As tecnologias específicas de informação e comunicação;
As atividades da vida diária.
5. Necessidade de se constituir um grupo/turma com número de crianças/alunos inferior
ao mínimo legal
Sim Não
(Em caso afirmativo fundamente.)
(Selecionar o(s) tópico(s) que dizem respeito ao aluno.)
Os critérios de cariz pedagógico que justificam a redução do número de alunos por grupo/
turma são:
Verifica-se o acompanhamento e permanência na turma de XX % (pelo menos 60%)
do tempo letivo curricular, com a aplicação de medidas adicionais de suporte à
aprendizagem e à inclusão.
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As barreiras à aprendizagem e participação são de tal forma significativas que exigem
da parte do professor um acompanhamento continuado, sistemático e de maior impacto
em termos da sua duração, frequência e intensidade, no âmbito da concretização das
adaptações curriculares não significativas.
São utilizados produtos de apoio de acesso ao currículo que exigem da parte dos
professores um acompanhamento e supervisão sistemáticos.
6. Implementação plurianual de medidas (nº5 do Art.º 21º)
Sim Não
(Em caso afirmativo, definir momentos intercalares de avaliação da sua eficácia.)
[Link] específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão a mobilizar (Art.º 11.º)
7.1 Recursos humanos
Recursos humanos a mobilizar:
a) Os docentes de educação especial;
b) Os técnicos especializados;
c) Os assistentes operacionais, preferencialmente com formação especializada.
7.2 Recursos organizacionais
Recursos organizacionais a mobilizar:
a) A equipa multidisciplinar de apoio à educação inclusiva (EMAEI);
b) O centro de apoio à aprendizagem;
c) As escolas de referência no domínio da visão;
d) As escolas de referência para a educação bilingue;
e) As escolas de referência para a intervenção precoce na infância;
f) Os centros de recursos de tecnologias de informação e comunicação para educação
especial.
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7.3 Recursos da comunidade
Recursos da comunidade a mobilizar:
a) A equipa local de intervenção precoce;
b) A equipa de saúde escolar dos ACES/ULS;
c) A comissão de proteção de crianças e jovens;
d) O centro de recurso para a inclusão;
e) As instituições da comunidade, nomeadamente os serviços de atendimento e
acompanhamento social do sistema de solidariedade e segurança social, os serviços do
emprego e formação profissional e os serviços da administração local;
f) Os estabelecimentos de educação especial com acordo de cooperação com o
Ministério da Educação.
8. Adaptações ao processo de avaliação (Art.º 28.º)
Sim Não
(Em caso afirmativo explicitar, de forma clara, quais as adaptações ao processo de avaliação a aplicar, em que
contextos, por quem, quando e de que modo.)
Adaptações ao processo de avaliação a aplicar:
a) A diversificação dos instrumentos de recolha de informação, tais como, inquéritos,
entrevistas, registos vídeo ou áudio;
b) Os enunciados em formatos acessíveis, nomeadamente braille, tabelas e mapas em
relevo, daisy, digital;
c) A interpretação em LGP;
d)A utilização de produtos de apoio;
e)O tempo suplementar para realização da prova;
f)A transcrição das respostas;
g) A leitura de enunciados;
h) A utilização de sala separada;
i) As pausas vigiadas;
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j) O código de identificação de cores nos enunciados.
No ensino básico, as adaptações ao processo de avaliação externa são da competência
da escola, devendo ser fundamentadas, constar do processo do aluno e ser comunicadas
ao Júri Nacional de Exames.
9. Procedimentos de avaliação
9.1. Eficácia das medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão
(Indicar de que forma vai a equipa multidisciplinar proceder à monitorização da implementação dessas medidas: instrumentos
a utilizar para medir essa eficácia, intervenientes no processo e momentos de avaliação.)
9.2. Se aplicável, definir os termos de monitorização e avaliação do Programa Educativo
Individual
10. Procedimentos e estratégias adotadas para o envolvimento, participação e
acompanhamento dos pais/encarregado de educação e do aluno na tomada de decisão e na
implementação das medidas
Procedimentos e estratégias a adotadas para o envolvimento, participação e
acompanhamentos dos pais/encarregado de educação e do aluno na tomada de decisão e
implementação das medidas:
(Selecionar o(s) tópico(s) importantes.)
O acesso a registos periódicos de avaliação contínua/formativa;
A oportunidade de conhecer a equipa pedagógica ou outros profissionais de referência
para o aluno;
A oportunidade de conhecer os espaços e ambientes de aprendizagem e, quando
aplicável, a entidade de acolhimento nos períodos de formação em contexto de trabalho,
entre outros;
A manutenção da informação sobre as políticas e práticas da escola;
O esclarecimento sobre as prioridades do projeto educativo da escola;
O acesso à participação nas decisões tomadas sobre a escola;
O incentivo a um contacto regular com a escola e reuniões com professores;
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O acesso a oportunidades diversificadas para que possam discutir os progressos e as
preocupações a respeito dos seus filhos;
A valorização das diferentes contribuições oferecidas à escola;
A valorização do conhecimento sobre os seus filhos;
O encorajamento no seu envolvimento na aprendizagem dos seus filhos;
Outros. Quais?______________________________________________________
Observações
O Encarregado de Educação ii
Nome:
Data: Assinatur
a:
O aluno
Nome:
Data: Assinatur
a:
O Coordenador da Equipa Multidisciplinar de apoio à Educação Inclusiva (Art.º 12.º)
Nome:
Data: Assinatur
a:
O Coordenador da implementação das medidas propostas (n.º10 do Art.º 21.º)
Nome:
Data: Assinatur
a:
Responsáveis pela implementação das medidas
Nome Função Assinatura
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O Presidente do Conselho Pedagógico (n.º4 do Art.º 22.º)
Nome:
Data: Assinatur
a:
Homologação pelo Diretor (n.º4 do Art.º 22.º)
Nome:
Data: Assinatur
a:
NOTAS:
. O Relatório Técnico-Pedagógico (RTP) define as medidas seletivas e/ou adicionais.
. O RTP deve ficar concluído no prazo máximo de 30 dias úteis após a identificação da necessidade de medidas de suporte à
aprendizagem e à inclusão.
. O RTP é submetido à aprovação dos pais ou encarregado de educação do aluno no prazo de 5 dias úteis após a sua conclusão.
. Após concordância dos pais ou encarregado de educação, o RTP é submetido a apreciação do Conselho Pedagógico.
. Depois de ouvido o Conselho Pedagógico, o RTP é homologado pelo Diretor no prazo de 10 dias úteis.
. O RTP deve ser revisto atempadamente de modo a garantir que no início de cada ano letivo as medidas são imediatamente
mobilizadas.
. No caso de o RTP não merecer a concordância dos pais ou encarregado de educação, devem estes fazer constar, em anexo, os
fundamentos da sua discordância.
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