Grandezas e Cálculos
Luminotécnicos
Eng. Nelson Alexandre Ruscher, [Link].
Formado pela UnB – Eng. Elétrica – 1998
Mestrado Eficiência Energética – UnB – 2001
Fundador e Vice-presidente da ABIL – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ILUMINAÇÃO
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Preparação para a aula:
Sábado período da tarde:
Calculadora Científica
02 cópias do arquivo tabela de projeto 1 [Link]
Domingo período da manhã:
Calculadora Científica
01 cópia do arquivo tabela de projeto 1 [Link]
Cópia ou disponível em arquivo eletrônico do pr0053-146-lums_projeto_final.zip
que contém 5 arquivos em PDF.
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EMENTA
• Fundamentos e conceitos da iluminação artificial
• A luz
• O olho humano
• Grandezas luminotécnicas
• Medição da luz
• Cálculos de iluminação, método dos lumens e
método ponto a ponto
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OBJETIVOS
• Facilitar condições de nivelamento dos alunos quanto aos
fundamentos e conceitos da iluminação artificial.
• Conhecer o instrumento básico para a iluminação: a própria luz.
• Conhecer a fisiologia e o comportamento do detector humano da luz:
o próprio olho.
• Uniformizar o vocabulário e os conceitos das grandezas
luminotécnicas, segundo o Sistema Internacional (SI).
• Permitir ao aluno familiarizar-se com um luxímetro, seu uso e
cuidados.
• Desenvolver e aplicar os conceitos básicos e modelos para os
cálculos luminotécnicos.
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Luz e Cores
LUZ - radiação eletromagnética
capaz de produzir uma sensação
visual e biológica.
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
• A luz é composta por três cores
primárias: vermelha, verde e azul
(RGB)
• Soma RGB = branco
• A combinação de duas cores
primárias produz as cores
secundárias: magenta, amarelo e
cyan.
• As três cores primárias dosadas
em diferentes quantidades
permitem obtermos outras cores
de luz.
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Reflexão
Ondas incidem sobre uma superfície plana então novas ondas se
movem afastando-se da superfície -> reflexão.
Parte da luz se perde devido ao fenômeno da absorção. Superfícies não
negras refletem luz.
Luz refletida / luz incidente = refletância da superfície.
A luz refletida é determinada por propriedades de reflexão da superfície.
Tipos: reflexão especular, reflexão composta, reflexão difusa e
reflexão mista. Fundamentais para os sistemas refletores utilizados em
luminárias.
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Reflexão Especular
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Reflexão Composta
Ocorre em superfície irregular ou rugosa.
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Reflexão Difusa
Superfícies com o papel branco fosco, paredes e tetos de gesso, na
neve
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Reflexão Mista
É uma reflexão intermediária entre a especular e a difusa, em que
parte do raio incidente é refletida e parte se difunde. (metais não
polidos, papel brilhante e superfícies envernizadas).
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Exemplos Reflexão
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Transmissão
Passagem de radiação através de um meio sem mudança na freqüência
das radiações monocromáticas que a compõem (vidro, cristais,
plásticos, água, outros líquidos e do ar).
Parte da luz se perde devido a reflexão na superfície do meio seguinte e
parte é absorvida.
Relação entre a luz transmitida e a incidente se denomina
transmitância
A transmissão pode ser de três tipos: regular, difusa e mista.
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Transmissão Regular
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Transmissão Difusa
Meios translúcidos, (cristais satinados e os vidros opalizados).
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Transmissão Mista
Meio termo entre a transmissão regular e a difusa (vidros
opalizados e cristais de superfície canelada). A difusão dos raios
de luz não é completa.
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Exemplos transmissão
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Absorção
Energia radiante em outra forma de energia, geralmente calor.
Este fenômeno dar-se-á em superfícies não completamente refletoras, e
materiais não totalmente transparentes.
Luz absorvida/luz incidente = absortância
A absorção de certos comprimentos de onda = absorção seletiva (objetos
de cor devem a sua cor a este fenômeno) .
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
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Exemplos absorção
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Refração
Refração entre dois meios e Lei de Snell.
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Temperatura
de cor
6500 K 80 - 100
CLARA (fria)
< 80
5000 K
NEUTRA
4000 K 80 - 100
< 80
2700 K SUAVE (quente)
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Temperatura de cor
• Branco • Branco • Branco
quente Neutro Frio
• 2800 K • 4000 K • 6500 K
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
Índice de reprodução
de cor (IRC)
80 - 100
< 80
80 - 100
< 80
< 80
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
FLUXO LUMINOSO
Fluxo luminoso (φ) quantidade de luz
emitida por uma fonte - Lúmens (lm)
A medida do fluxo luminoso se realiza
em laboratório geralmente através da
esfera de Ulbricht.
esfera de Ulbricht
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Fundamentos e Conceitos
de Iluminação
INTENSIDADE LUMINOSA
Intensidade Luminosa de uma fonte de
luz = fluxo emitido em uma direção por
unidade de ângulo sólido na mesma
direção.
Símbolo: I, unidade: candela (cd).
I= dφ/dω (cd)
Candela é a intensidade luminosa de uma fonte puntiforme numa certa
direção, na qual um ângulo sólido de 1 esterradiano emite 1 lúmen.
Obs.: (esterradiano = Ângulo sólido que, tendo vértice no centro de uma esfera, subtende na superfície
da mesma uma área igual ao quadrado do raio da esfera)
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O olho humano
Construção do olho humano
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Descoberta recente:
Fotoreceptor biológico
2002 detecção do
3o. fotoreceptor
Fonte: Berson
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Descoberta recente:
Fotoreceptor biológico
Fonte: Berson
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Bastonetes
Retina
Cones A retina
Células
Gânglionares
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Ritmo do corpo: 2x24h
Cortisol
Melatonina
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Ex. Iluminação trabalho : ritmo humano
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owner, Date(in numbers), ISO No 37
O olho humano
Formação da imagem
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O olho humano
A curva de sensibilidade do olho
humano demonstra que radiações de
menor comprimento de onda (violeta e
azul) geram maior intensidade de
sensação luminosa quando há pouca
luz (ex. crepúsculo, noite, etc.).
Enquanto as radiações de maior
comprimento de onda (laranja e
vermelho) se comportam ao contrário
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Sensibilidade ocular
1.0
0.5
400 450 500 550 600 650 700
Fonte: CIE
Aspecto Biológico Aspecto Visual Brainard
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Fotópico Grandezas e Cálculos Luminotécnicos
40
O olho humano
Superfícies de reflexão de luz
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Grandezas Luminotécnicas
ILUMINÂNCIA (NÍVEL DE ILUMINAMENTO)
Iluminância (E) expressa em Lux (lx), indica o fluxo luminoso de
uma fonte de luz que incide sobre uma superfície situada à uma
certa distância desta fonte.
Ou seja, é o fluxo luminoso incidente numa superfície por unidade
de área:
E=φ/A (lx=lm/m2)
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owner, Date(in numbers), ISO No 42
Grandezas Luminotécnicas
É a relação entre a intensidade luminosa e o
quadrado da distância (I/d2).
Iluminância = densidade de luz necessária para
uma determinada tarefa visual.
Prática, é a quantidade de luz dentro de um
ambiente (luxímetro).
O fluxo luminoso não é uniforme, a iluminância
não será a mesma nos pontos da área em
questão.
luxímetro
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owner, Date(in numbers), ISO No 43
Grandezas Luminotécnicas
LUMINÂNCIA
Através da luminância que o homem enxerga. É o efeito de
luminosidade, que produz uma superfície, na retina do olho.
A percepção da luz é a percepção de diferenças de luminâncias.
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owner, Date(in numbers), ISO No 44
Grandezas Luminotécnicas
Luminância (L) = ao quociente entre a intensidade luminosa de uma
fonte de luz, em uma direção e a superfície da fonte projetada segundo
esta direção. Sua unidade é candela por metro quadrado (cd/m2)
onde
L = Luminância, em cd/m²
I = Intensidade Luminosa,em cd
A = área projetada, em m²
a = ângulo considerado, em graus
onde
r = Refletância ou Coeficiente de Reflexão
E = Iluminância sobre essa superfície
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owner, Date(in numbers), ISO No 45
Grandezas Luminotécnicas
Luminância de uma superfície
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owner, Date(in numbers), ISO No 46
Grandezas Luminotécnicas
A medida da luminância é
efetuada por meio de um
aparelho chamado
luminancímetro, baseado em
dois sistemas ópticos, um de
direção e outro de medição.
luminancímetro
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Grandezas Luminotécnicas
Luminância x Iluminância
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Grandezas Luminotécnicas
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owner, Date(in numbers), ISO No 49
Grandezas Luminotécnicas
Outras grandezas luminotécnicas de interesse
Coeficiente de Utilização
É a relação entre o fluxo luminoso recebido por um corpo e o fluxo
emitido por uma fonte luminosa.
Unidade: %
Símbolo: η
Relação: η=φ/ φe
Reflectância
É a relação entre o fluxo refletido por um corpo ( com ou sem
difusão) e o fluxo recebido.
Unidade: %
Símbolo: ρ
Relação: ρ=φr/ φ
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Grandezas Luminotécnicas
Absortância
É a relação entre o fluxo luminoso
absorvido e o fluxo recebido.
Unidade: %
Símbolo: ρ
Relação: ρ=φa/ φ
Transmitância
É a relação entre o fluxo luminoso
transmitido e o fluxo recebido.
Unidade: %
Símbolo: τ
Relação: τ =φt/ φ
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owner, Date(in numbers), ISO No 51
Grandezas Luminotécnicas
Fator de Uniformidade Média
É a relação entre a iluminação mínima e a média
de uma instalação de iluminação.
Unidade: %
Símbolo: Um
Relação: Um=Emin/Emed > 0,5
Fator de Uniformidade Máxima
É a relação entre a iluminação mínima e a
máxima de uma instalação de iluminação.
Unidade: %
Símbolo: Ue
Relação: Ue=Emin/Emax > 0,4
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owner, Date(in numbers), ISO No 52
Grandezas Luminotécnicas
Fator de Manutenção ou
Depreciação
É o fator que indica o grau de
conservação de uma instalação. É o
produto de todos os fatores que
depreciam a qualidade da iluminação,
como depreciação da lâmpada,
temperatura, reator, limpeza e outros.
Unidade: %
Símbolo: Fm ou d
Relação: Fm ou d =[Link]
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owner, Date(in numbers), ISO No 53
Grandezas Luminotécnicas
Lâmpadas
Extra Luz do Dia Super 80 TL5 (Super 80)
T10 (33,5mm) T8 (26mm) T5 (16mm)
40 W 32 W 28 W
2600 Lm 2700 Lm 2900 Lm
65 lm / W 84 lm / W 103 lm / W
Eficiência luminosa: lúmens / Watt
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owner, Date(in numbers), ISO No 54
Grandezas Luminotécnicas
SÓDIO 120 a 150
MASTERCOLOUR CDM 94
METÁLICA COMPACTA 86
METÁLICA HPI 75
MERCÚRIO 50
FLUOR. Série 80 80
FLUOR. COMPACTA 65
MISTA 27
HALÓGENA 24
INCANDESCENTE 17
0 20 40 60 80 100 120 lm/W
Eficiência Luminosa = Lúmens/Watts
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owner, Date(in numbers), ISO No 55
Grandezas Luminotécnicas
POTENCIA W X TEMPO h
Conta de Luz = W X h X R$ / Wh
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owner, Date(in numbers), ISO No 56
Grandezas Luminotécnicas
Luminárias
Sistema SEM Refletor Sistema COM Refletor
A Luz
A luz é emitida em todas as direções O uso de um sistema óptico
permite um melhor aproveitamento
da luz produzida pela lâmpada
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owner, Date(in numbers), ISO No 57
Grandezas Luminotécnicas
38mm 33,5mm 26mm 16mm
T12 T10 T8 T5
Lâmpadas de nova geração permitem
um maior rendimento da luminária
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owner, Date(in numbers), ISO No 58
Luminária Comercial
Corpo
Refletores
Aletas
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owner, Date(in numbers), ISO No 59
Grandezas Luminotécnicas
• Ofuscamento Direto
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owner, Date(in numbers), ISO No 60
Grandezas Luminotécnicas
• Ofuscamento Refletido
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owner, Date(in numbers), ISO No 61
Funcionalidade das Aletas
Aleta Plana –
C1
Aleta Parabólica
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– C5
Grandezas e Cálculos Luminotécnicos
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owner, Date(in numbers), ISO No 62
Refletores
• Responsável pelo direcionamento da luz e rendimento da Luminária.
Rendimento da Luminária (%)
• É a % de luz que a luminária joga para o ambiente, em relação ao total de luz
emitida pela lâmpada (s).
• O rendimento é afetado por:
» material dos refletores;
» número de aletas;
» curvatura dos refletores;
» difusores;
» tipo da lâmpada.
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Funcionalidade das Aletas
Conforto Visual
Número de aletas Ofuscamento Conforto Rendimento
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owner, Date(in numbers), ISO No 64
Grandezas Luminotécnicas
GRAU DE PROTEÇÃO IP
• É um índice que indica qual nível de proteção um
equipamento tem quanto a penetração de água e poeira;
• O nível de proteção é indicado através dos algarismos
seqüentes à sigla;
• IPXY
X – indica o nível de proteção contra poeira;
Y – indica o nível de proteção contra água.
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owner, Date(in numbers), ISO No 65
Grandezas Luminotécnicas
Grau de Proteção IPXY
1º Algarismo (X) Descrição 2º Algarismo (Y) Descrição
Sem proteção. Sem proteção.
0 0
Proteção contra objetos Proteção contra gotas de água.
1 1
sólidos maiores que 50 mm.
Proteção contra objetos Proteção contra gotas de água,
2 2
sólidos maiores que 12 mm. inclinação 15°.
Proteção contra objetos Proteção contra água pulverizada
3 3
sólidos maiores que 2.5 mm. até 60°.
Proteção contra objetos Proteção contra água pulverizada
4 4
maiores que 1.0 mm. em qualquer direção.
Proteção contra poeira. Proteção contra jatos de água
5 5
(Bico: 6,3 mm/Pressão: 30 Kpa) .
Hermética contra poeira. Proteção contra jatos de água
6 6
(Bico: 12,5 mm/Pressão: 100 Kpa).
Exemplo: Proteção contra imersão.
7
IP65 – Indica que a luminária é8 hermética
Proteção contra submersão.
contra
poeira (6) e resistente a jatos de água (5) .
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owner, Date(in numbers), ISO No 66
Grandezas Luminotécnicas
Equipamentos auxiliares Reatores/TRAFOS
Eletromagnético Partida Convencional com Starter
Fluorescente Partida Rápida
Eletrônico Alto Fator de Potência c/ Filtro
Fluorescente Baixo Fator de Potência s/ Filtro
Dimerizáveis
Eletromagnético Lâmpada de Descarga
HID
Eletrônico Lâmpada de Descarga
HID
Transformadores Lâmpadas Halógenas
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owner, Date(in numbers), ISO No 67
Grandezas Luminotécnicas
Funcionamento - Convencional
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owner, Date(in numbers), ISO No 68
Grandezas Luminotécnicas
Funcionamento – Partida Rápida
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owner, Date(in numbers), ISO No 69
Grandezas Luminotécnicas
Princípio de Funcionamento
REATOR ELETRÔNICO = CONVERSOR DE FREQUÊNCIA
60 Hz (20 - 50) kHz
LÂMPADA
REDE REATOR
ELETRÔNICO
LÂMPADA
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Grandezas Luminotécnicas
F.P. - Fator de Potência
É a relação entre a potência consumida sobre a potência fornecida pela
concessionária. Quanto menor o fator de potência, maior é a corrente
no circuito, acarretando custos mais elevados de instalação e maiores
perdas nos condutores.
F.P. = Pot. Consumida / Pot. Fornecida
Ex:
1) F.P = 0,50 - arc = 60º
2) F.P = 0,92 - arc = 23º
3) F.P = 0,98 - arc = 11º
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Grandezas Luminotécnicas
Visão da Concessionária
Ex.: para produzir 100 kW de “potência real” é necessário:
Fator de Potência kVA necessário
0.50 200 kVA
0.90 111 kVA
0.99 101 kVA
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Grandezas Luminotécnicas
Visão do Consumidor
Ex.: Instalação de 6 luminárias com lâmpadas de 400W (vapor Metálica) em
um circuito elétrico utilizando um disjuntor de 15 A e cabo de 1,5mm2.
Reator Baixo F.P. 0,55 ( VMTI400B26IG ) :
3,4A 3,4A 3,4A 3,4A 3,4A 3,4A = 20,4A
Reator Alto F.P. 0,92 ( VMTI400A26IG) :
2A 2A 2A 2A 2A 2A = 12A
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owner, Date(in numbers), ISO No 74
Grandezas Luminotécnicas
THD - Distorção Harmônica
Poluição ou interferência gerada na rede pelos harmônicos de alta
freqüência de qualquer equipamento, principalmente os eletrônicos. A
norma IEC determina que um reator é considerado seguro com
distorção harmônica menor ou igual a 32%.
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Quem Causa ?
Grandezas Luminotécnicas
DISTORÇÃO HARMÔNICA
Total Harmonic Distortion - THD
- Inversores de freqüência;
- Variadores de velocidade
- Acionamentos tiristorizados;
- Acionamentos em DC ou AC;
- Retificadores;
- Conversores eletrônicos de potência;
- Fornos de indução e a arco;
- Máquinas de solda a arco.
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Conseqüências
Grandezas Luminotécnicas
DISTORÇÃO HARMÔNICA
Total Harmonic Distortion - THD
Capacitores: redução da vida útil;
Motores: redução da vida útil e potência;
Fusíveis/Disjuntores: operação falsa (“repicar”) e componentes danificados;
Transformadores: aumento das perdas, redução da capacidade;
Cabos: sobreaquecimento do neutro em sistema trifásicos
Medidores: erros de leitura;
Telefones: interferência
Equipamentos de computação: perda de dados e danos em componentes
eletrônicos
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Grandezas Luminotécnicas
BF - Fator de Fluxo Luminoso
É a relação entre o fluxo obtido na lâmpada com um reator medido
(desejado), e o fluxo com um reator de referência (eletromagnético).
Ou seja, quanto maior o fluxo luminoso, melhor o rendimento do
sistema. Neste caso, é possível diminuir o número de pontos de
iluminação em um ambiente.
X BF 1,00 =
X BF 1,10 =
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owner, Date(in numbers), ISO No 78
Grandezas Luminotécnicas
F.E. - Fator de Eficácia
É a relação entre o fluxo obtido na lâmpada com o consumo total. É
uma forma de se limitar a Potência com o Fluxo, ou seja, o fator que
aponta o reator mais eficiente.
Ex. Reator 2x32W:
Reator Pot. 65W FFL 1,00 Reator Pot. 74W FFL 1,10
F.E. = 100 / 65 = 1,54 F.E = 110 / 74 = 1,49
Portanto o primeiro reator é mais eficiente que o segundo.
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owner, Date(in numbers), ISO No 79
Grandezas Luminotécnicas
Reatores HID
-Compatibilidade
(Marca-mod./Tensão/Potência)
-Local da instalação
(Uso interno / Externo)
-fator de potência - F.P.
(Alto Fator / Baixo Fator)
- Ignitor e capacitor Integrado
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Instalações Elétricas
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owner, Date(in numbers), ISO No 81
Instalações Elétricas
Lei de OHM é uma fórmula matemática que
estabelece a relação entre as três grandezas
fundamentais da eletricidade: a corrente, a
resistência e a tensão.
Símbol
Grandeza o Unidade
tensão U ou V Volt (V)
corrente I Ampère (A)
resistência R Ohm (Ω)
potência P Watts (W)
P=V.I
V=R.I
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Medição da Luz
REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DA DISTRIBUIÇÃO LUMINOSA
O conjunto da intensidade luminosa
de uma fonte de luz em todas as
direções constitui o que se conhece
por distribuição luminosa.
Representado por meio de vetores a
intensidade luminosa de uma fonte
de luz em infinitas direções do
espaço, obteremos um volume
chamado sólido fotométrico, como
representado na figura a seguir.
sólido fotométrico
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owner, Date(in numbers), ISO No 83
Medição da Luz
Passando um plano pelo eixo de simetria transversal à fonte
luminosa, e ligando todos os vetores que dela se originam, obteremos
uma curva conhecida como curva de distribuição luminosa (CDL),
curva fotométrica ou curva polar, como vemos nos catálogos de
luminárias.
curva fotométrica
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Medição da Luz
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Medição da Luz
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owner, Date(in numbers), ISO No 86
Medição da Luz
Vimos uma série de conceitos fotométricos fundamentais,
ligados diretamente à fonte de luz e ao fluxo luminoso. A
curva polar como dado fundamental a ser apresentado como
característica de uma luminária.
Porém, outros dados também devem ser fornecidos. Dados
estes que dizem respeito à construção da luminária e da
forma como deverá ser utilizada. Os mais importantes, além
da CDL, são o rendimento da luminária, o fator de
utilização e a classe de ofuscamento.
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Medição da Luz
RENDIMENTO DA LUMINÁRIA
O rendimento da luminária (Símbolo:ηL, Unidade: % ), é a razão do
Fluxo Luminoso emitido por uma luminária medido sob condições
práticas especificadas, para a soma dos fluxos individuais das
lâmpadas funcionando fora da luminária em condições específicas.
Esse valor é normalmente, indicado pelos fabricantes de luminárias,
após medições e testes de laboratório.
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Medição da Luz
O lighting designer pode estimar o
rendimento de uma luminária, analisando:
• Qual o percentual do fluxo é emitido diretamente para o recinto?
• Qual o percentual do fluxo é perdido na sombra das próprias
lâmpadas?
• Qual o percentual do fluxo é perdido por reflexão no corpo da
luminária sem transferência para o recinto?
• Qual o percentual do fluxo é perdido por absorção nas superfícies
da luminária (devido à cor e aos materiais empregados)?
• Qual o percentual do fluxo é perdido nas aletas, pela reflexão e
absorção nos materiais, e nos difusores, pelo índice de
transmitância dos materiais (vidro fosco, jateado, acrílico, tecido,
etc.)?
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owner, Date(in numbers), ISO No 89
Medição da Luz
O rendimento será o produto dos índices de perdas de cada um
destes fatores e outros que o projetista considerar. Neste aspecto o
conhecimento das características dos materiais empregados, bem
como das propriedades ópticas dos mesmos é fundamental para se
estimar o rendimento da luminária.
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Medição da Luz
Certos catálogos fornecem a Curva de Distribuição Luminosa junto à
Curva Zonal de uma luminária. A Curva Zonal nos indica o valor da
Eficiência da Luminária em porcentagem.
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Medição da Luz
Eficiência do recinto
A Eficiência do Recinto (Símbolo:ηR, Unidade: % ), normalmente é
dado por tabelas contidas no catálogo do fabricante onde
relacionam-se os valores de coeficiente de reflexão do teto, paredes
e piso, com a Curva de Distribuição Luminosa da luminária utilizada
e o Índice do Recinto.
Este dado é um dado intermediário de projeto e nem sempre é
fornecido pelos fabricantes, não sendo utilizado nos cálculos
luminotécnicos modernos.
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Medição da Luz
Índice do Recinto ou Fator do Local
O Índice do Recinto ou fator do local (Símbolo:K), é uma relação
clássica entre as dimensões do local e é dada por:
K = (a.b)/(h.(a+b)) para iluminação direta;
K = 3.(a.b)/(2.h’.(a+b)) para iluminação indireta;
Sendo:
a = comprimento do recinto
b = largura do recinto
h = pé direito útil (distância real entre a luminária e o plano de
trabalho)
h’= distância do teto ao plano de trabalho
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Medição da Luz
Fator de Utilização
O Fator de Utilização (Símbolo:Fu), avalia o Fluxo Luminoso final que
incidirá sobre o plano de trabalho (eficiência luminosa do conjunto
lâmpada, luminária e recinto).
O Fator de Utilização é dado pelo produto da Eficiência do Recinto (ηR)
pela Eficiência da luminária (ηL) sendo representado pela seguinte
equação:
Fu = ηL . ηR
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Medição da Luz
Uma vez que se calculou o Índice do Recinto (K), procura-se
identificar os valores da refletância de piso, parede e teto.
Na interseção da coluna de refletâncias e da linha de Índice do
Recinto, encontra-se o valor do fator de utilização.
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Medição da Luz
Tabela de Fator de Utilização
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Medição da Luz
Fatores de Reflexão
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
O que é necessário fazer antes de iniciar um projeto de iluminação?
• Colaboração dos responsáveis pela obra
• Desenhos do ambiente (detalhes de teto, parede e ar condicionado)
• Tensão da rede
• Refletâncias das superfícies (paredes, teto e piso)
• Decoração interna e mobiliário
• Nível de Iluminação necessário (NBR 5413)
• Limitação do ofuscamento
• Escolha do sistema de iluminação
• Uniformidade
• Reprodução de cores
• Economia de Energia
• Estética
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
Projeto de uma área interna (método dos lúmens):
1 – Escolha do nível de iluminação médio (Em) – NBR 5413
2 – Fator do Local ou Indice do Recinto (K)
K = (a.b)/(h.(a+b)) para iluminação direta;
K = 3.(a.b)/(2.h’.(a+b)) para iluminação indireta;
Sendo:
a = comprimento do recinto
b = largura do recinto
h = pé direito útil (distância real entre a luminária e o plano de trabalho)
h’= distância do teto ao plano de trabalho
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
3 – Fator de Utilização (Fu): Utilizar a tabela do fabricante cruzando o
fator do Local (K) com os índices de refletância
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
4 – Fator de Depreciação (Fd)
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
5 - Ofuscamento
• Ofuscamento direto, através de luz
direcionada diretamente ao campo
visual.
• Ofuscamento reflexivo, através da
reflexão da luz no plano de trabalho,
direcionando-a para o campo visual.
Considerando que a Luminância da
própria luminária é incômoda a partir O posicionamento e a Curva de
de 200 cd/m², valores acima deste Distribuição Luminosa devem ser
não devem ultrapassar o ângulo tais que evitem prejudicar as
indicado na figura. atividades do usuário da iluminação.
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
6 - Proporção Harmoniosa entre Luminâncias
Acentuadas diferenças entre as
Luminâncias de diferentes planos
causam fadiga visual, devido ao
excessivo trabalho de acomodação da
vista, ao passar por variações bruscas
de sensação de claridade.
Então, recomenda-se que as
Luminâncias de piso, parede e teto se
harmonizem numa proporção de 1:2:3,e
que, no caso de uma mesa de trabalho,
a Luminância desta não seja inferior a
1/3 da do objeto observado.
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
7 - Efeitos Luz e Sombra
Deve-se tomar cuidado no direcionamento do foco de
uma luminária, para se evitar que essa crie sombras
perturbadoras, lembrando, porém, que a total ausência
de sombras leva à perda da identificação da textura e
do formato dos objetos. Uma boa iluminação não
significa luz distribuída por igual.
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
8 - Reprodução de Cores
A cor de um objeto é determinada pela reflexão de parte do espectro de luz
que incide sobre ele. Isso significa que uma boa Reprodução de Cores
está diretamente ligada à qualidade da luz incidente, ou seja, à equilibrada
distribuição das ondas constituintes do seu espectro.
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
9 - Tonalidade de Cor da Luz ou Temperatura de Cor
Sensações de aconchego ou
estímulo podem ser provocadas
quando se combinam a correta
Tonalidade de Cor da fonte de luz
ao nível de Iluminância pretendido,
conforme figura.
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
10 - Escolha do equipamento de Iluminação
Escolha da lâmpada adequada
Escolha do equipamento auxiliar adequado
Escolha da luminária adequada
Cálculo da quantidade de luminárias
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
11- Definindo o número de Luminárias
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
O número “n” de lâmpadas precisa
ainda levar em consideração o fator de
depreciação Fd, para compensar
o desgaste e o tipo de manutenção
dos equipamentos ao longo do tempo.
No caso da utilização de lâmpadas de
descarga, deve-se levar em conta
ainda o fator de fluxo luminoso do
reator (BF).
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Cálculos de Iluminação
Método das Eficiências (Britânico)
12- Definição dos Pontos de Iluminação
Deve ser considerada a altura da luminária até o plano de trabalho
(altura útil = hu)
a = 1,5 x hu
b = 1 x hu
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Cálculos de Iluminação
Método Ponto a Ponto
Cálculo de Iluminação Dirigida
Se a distância “d” entre a fonte de luz e o objeto a ser iluminado for
no mínimo 5 vezes maior do que as
dimensões físicas da fonte de luz, pode-se calcular a Iluminância
pelo Método de Iluminância Pontual,
aplicando-se a fórmula:
onde:
I = Intensidade Luminosa (cd) lançada verticalmente sobre o ponto considerado.
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Cálculos de Iluminação
Método Ponto a Ponto
Esse método demonstra que a Iluminância (E) é inversamente
proporcional ao quadrado da distância.
Se a incidência da luz não for perpendicular ao plano do objeto,
a fórmula passa a ser:
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Cálculos de Iluminação
Método Ponto a Ponto
Assim a Iluminância (E) em um ponto é o somatório de todas as
Iluminâncias incidentes sobre esse ponto oriundas de diferentes
pontos de luz, ou seja:
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Cálculos de Iluminação
Método Ponto a Ponto
Dimensionamento do Grau de Abertura do Facho Luminoso
O grau de abertura do facho luminoso é função do
ângulo beta dado por:
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Cálculos de Iluminação
Grau de Abertura de Facho
O ângulo de radiação é o
ângulo definido pelo limite de
50% da Intensidade Luminosa
máxima. (convenção de
alguns fabricantes)
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Cálculos de Iluminação
Consumo de Energia
Avaliação do Consumo Energético
É imprescindível a determinação da potência da instalação, para
se avaliar os custos com energia e assim desenvolver-se um
estudo de rentabilidade.
Calcula-se inicialmente a potência total instalada.
Potência Total Instalada
Símbolo: Pt
Unidade: kW
Trata-se aqui da potência da lâmpada, multiplicada pela
quantidade utilizadas, somado à potência consumida de todos os
reatores e transformadores (w*).
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Iluminação Industrial :
Definindo a Lâmpada
V. Metálico / ZDK473
SDW 503
V. Sódio 400W + MDK500
12 metros
V. Mercúrio / V. Metálico
TCW016/ 006
250 / 400W ZDK 472
+
V. Sódio 250W SDW 502
ZDK500
Fluor. 80W (T5)
6 metros
TMS 600
Fluorescente TPS 020
110W/58W/54W(T5) + TCW 016/ 006
TCK 431/ 439 / TBS 200
4 metros
Fluorescente TMS 200/ 400/ 600/ 930
+ TCW 016/ 006
32W/28W(T5) TCK 400
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Projetos Luminotécnicos
Considerações
Comparativo entre sistemas a vapor mercúrio 400W e
sistemas a vapor de sódio 250W
MERCÚRIO 400W SÓDIO 250W
Pontos de Luz 1.000 1.000
Potência Instalada 427.000 W 280.000 W
Fluxo Luminoso por Ponto 22.000 lm 28.000 lm
Custo KWh = R$ 0,35 Uso 10h/dia – 22 dias/mês
Custo Instalação R$ 22.400,00 R$ 63.100,00
Custo Energia R$ 32.879,00 R$ 21.560,00
Economia em Energia R$ 11.319,00
Retorno Investimento 6 meses
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Projetos Luminotécnicos
Considerações
SÓDIO Plus Pia
SÓDIO
MASTERCOLOUR CDM
METÁLICA COMPACTA
METÁLICA HPI
MERCÚRIO
FLUOR. Série 80
FLUOR. COMPACTA
MISTA
HALÓGENA
INCANDESCENTE
0
10000
12000
22000
24000
26000
28000
14000
16000
18000
20000
30000
32000
2000
4000
6000
8000
Expectativa de Vida - horas
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owner, Date(in numbers), ISO No 120
Projetos Luminotécnicos
Considerações
Por que lâmpadas metálicas da mesma potência utilizam
reatores diferentes?
Não existe norma unificada para a fabricação dessas lâmpadas.
Logo para produzir essas lâmpadas alguns fabricantes utilizaram
reatores da linha Mercúrio (+ ignitor) e outros utilizaram reatores da
linha Sódio.
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owner, Date(in numbers), ISO No 121
Projetos Luminotécnicos
Considerações
COMPATIBILIDADES
ATÉ 150W MAIOR 250W
METÁLICO SÓDIO METÁLICO SÓDIO
PHILIPS (CDM) PHILIPS PHILIPS (Plus) PHILIPS (Plus)
OSRAM (MHN/W) SYLVANIA OSRAM
SYLVANIA FLC 250W SYLVANIA
VENTURE
GE 400W GE
LIGHTING
BLU BLU
VENTURE
LIGHTING
EMPALUX PHILIPS OSRAM
1000W
SYLVANIA GE
PHILIPS OSRAM
2000W
SYLVANIA GE
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owner, Date(in numbers), ISO No 122
Projetos Luminotécnicos
Considerações
4 metros
Fluorescentes
40 metros
Vapor Mercúrio
6 metros
Vapor Metálico/Sódio
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owner, Date(in numbers), ISO No 123
Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Ex. 1: Iluminação da sala de um escritório
Dados Básicos Pré-Cálculo:
Local: Escritório de contabilidade
Atividades
• Administrativas (leitura, datilografia, etc.)
• Operação de microcomputadores.
Objetivos da iluminação
• Proporcionar boas condições de trabalho.
• Evitar reflexos no vídeo do terminal/conforto visual.
• Evitar alto consumo de energia.
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Dimensões físicas do recinto
• Comprimento: 10,00 m
• Largura: 7,50 m
• Pé-direito: 3,00 m
• Altura do plano de trabalho: 0,80 m
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Materiais de construção/equipamentos
• Teto: Forro de gesso pintado/cor branco.
• Paredes: pintadas/cor verde claro; duas paredes com
persiana/cor verde claro.
• Piso: carpete/cor verde escuro.
• Mobiliário: mesas e armários de fórmica/cor bege palha;
cadeiras forradas/cor caramelo.
• Ar-condicionado central com acionamento individualizado.
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Características do fornecimento de energia elétrica
• Tensão estável na rede (220V)
• Custo de kWh: US$ 0,15
• Acendimento individualizado
(interruptor na entrada da sala)
• Pontos de energia próximo às mesas.
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Nível de Iluminância Adequado
Consultando-se a norma NBR-5413 - Iluminância Média de
escritórios em Em = 500 lx.
Fator de Depreciação (Fd): ambiente salubre, com
boa manutenção (em caso de queima, troca imediata;
limpeza das luminárias a cada 6 meses). Fd = 1,25
(corresponde a uma margem de depreciação de 25%
da Iluminância Média necessária).
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Limitação de Ofuscamento
Ofuscamento não deverá ocorrer, uma vez que superfícies dos
móveis e objetos não são lisas ou espelhadas.
O Ofuscamento Direto será evitado se forem empregadas luminárias,
cujo ângulo de abertura de facho acima de 45º não apresentar
Luminância acima de 200 cd/m².
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Efeitos Luz e Sombra
As luminárias deverão ser colocadas lateralmente às mesas de trabalho,
para se evitar que haja reflexo ou sombra que prejudique as atividades.
Tonalidade de Cor da Luz
Para o ambiente de um escritório,e Iluminância de 500 lx, recomenda-
se que a Tonalidade de Cor da luz seja Branca Neutra
(aproximadamente 4000K).
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Reprodução de Cores
Aconselha-se que o Índice de Reprodução de Cores para este tipo de
trabalho seja acima de 80. As lâmpadas fluorescentes de pó trifósforo
preenchem este requisito.
Ar-condicionado e Acústica
O ruído que fosse originado pelo funcionamento das luminárias, caso
sejam elas equipadas com lâmpadas fluorescentes e reatores, seria
facilmente absorvido pelo forro de gesso onde elas estariam
embutidas, não prejudicando o trabalho no local.
O ar-condicionado será cerca de 25% menos carregado se a
instalação for feita com lâmpadas fluorescentes,e não
incandescentes, já que as primeiras irradiam muito menos calor.
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Escolha das Lâmpadas
Os dados anteriores nos levam a concluir que o tipo de lâmpadas
indicado para este projeto é a fluorescente tubular. Ela existe nas
versões de 18, 36 e 58W. Optaremos pela versão TLD36W/840,
porque o salão é amplo, não há limitação física de comprimento da
lâmpada, e sua aquisição é mais compensadora.
Os dados da lâmpada são obtidos nos catálogos
• TLD36W/840
• Fluxo luminoso: 3350 lm
• Temperatura de cor: 4000K Branca Neutra
• Índice de reprodução de cor: 85
• Eficiência: 93 lm/W
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Escolha da Luminária
A luminária poderá ser de embutir, de alta eficiência e aletas
metálicas duplas parabólicas que impeçam o ofuscamento. Os
modelos mais modernos possuem refletores parabólicos que limitam
a angulação do facho luminoso, tornando-se adequados para o seu
emprego em salas de computadores.
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Modelo de referência: TBS912/232/236C5-00 - embutir, corpo em chapa
de aço SAE 1010/20, espessura 0,6mm, fosfatizada por processo de imersão
e acabamento com pintura eletrostática em tinta epoxi na cor branco brilhante.
C5 - Refletor parabólico em alumínio contínuo brilhante (não facetado) e aletas
parabólicas brilhantes. Rendimento mínimo 62%.
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Cálculo da Quantidade de Luminárias
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Exemplo 1
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Exemplo 1
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Neste exemplo, sugere-se a disposição
destas em três linhas contínuas
lateralmente às mesas de trabalho,
evitando o ofuscamento sobre a tela de
computador. Para tanto, a quantidade
de luminárias (N = 13) deverá ser
elevada para N = 15, para que possa
ser subdividida por três.
A dimensão de 10,00m comporta a linha contínua formada por 5
luminárias, cada uma de aproximadamente 1,20m, não havendo perigo
de não adaptação ao projeto.
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 1
Avaliação do Consumo Energético
Os itens 27, 28 e 29 da planilha podem ser calculados
da seguinte maneira:
Pt = 30 * 37,5 / 1000 = 1,125 kW
D=1,125 * 1000 / 75 = 15W/m2
Dr= 15*100 / 579 = 2,59W/m2 p/ 100 Lux
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Exemplo 1
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Exemplo 1
Resultado:
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 2
Cálculo de Iluminância (Método Ponto a Ponto):
Exemplo orientativo para leitura das curvas
de distribuição luminosa (CDL), cálculo da
intensidade luminosa nos diferentes pontos
e a respectiva iluminância.
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 2
Problema: Consultando-se a
luminária, cuja CDL está
representada anteriormente
supondo-se que esta luminária
esteja equipada com 2 lâmpadas
Fluorescentes trifósforo 36W
qual será a Iluminância incidida
num ponto a 30º de inclinação
do eixo longitudinal da luminária,
que se encontra a uma altura de
2,00 m do plano do ponto?
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Exemplo 2
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Projetos Luminotécnicos
Exemplo 3
Cálculo de Iluminação Dirigida (Fonte de Luz com Refletor)
Problema: Qual será a
distância (d’) de uma
luminária equipada com
Lâmpada dicróica 50W/12V
alfa = 10°, cujo facho de luz
incide em uma superfície de
0,44m de diâmetro?
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Exemplo 3
Solução:
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Exemplo 3
Qual será também a Iluminância no ponto central da
incidência do facho de luz?
E = 2000 Lux
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Exemplo 4
Cálculo de Iluminação Dirigida
(Abertura do Facho de Luz
Fonte de Luz com Refletor):
Problema: Qual será o ângulo de
facho de luz de uma lâmpada ALR
111, para que se consiga iluminar
uma área de 0,70 m de diâmetro,a
4,00 m de distância?
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Exemplo 4
Solução:
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CALCULUX
Será fornecido um CD para os alunos onde estaremos disponibilizando
o software de cálculo luminotécnico da Philips o Calculux ®.
O software possui três modalidades: Indoor, Area e Road, para o objetivo
Deste módulo, somente utilizaremos o Indoor (área internas).
Para instalação do software, basta ir na pasta Indoor e executar o arquivo
[Link], siga todos os passos e ao concluir a instalação o arquivo
PHILLUM (com as curvas das luminárias PHILIPS) também parte do
CD deverá ser copiado (arrastado) para a pasta
c:/ Arquivos de Programas/Calculux/PHILLUM
Atualização de curvas no site: [Link]
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Trabalho Final
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Referências Bibliográficas
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MOREIRA, Vinícius de Araujo. Iluminação e Fotometria – Teoria e Aplicação. Ed. Edgard Blucher Ltda.
COSTA, Gilberto Correa da. Iluminação Econômica – cálculo e avaliação. EDIPUCRS
MASSON, F. Desvignes. Rayonnements Optiques – radiométrie et photométrie.
Manual de Iluminação Philips - Philips Lighting Division
Manual de Iluminação OSRAM
Guia de Iluminação Philips- 2005
Philips Lighting Manual , 15o. Ed. Eindhoven: Ed. Philips, 1993
JUNIOR, E. G. Luminotécnica 2º ed. São Paulo: Ed. Érica, 1996.95 p. ISBN 85-7194-297-8.
MASCARÓ, L., MASCARÓ, J. L. Uso racional de energia elétrica em edificações. Associação Brasileira da
Indústria de Iluminação ( ABILUX ), São Paulo, 44p. 1992.
MOREIRA, V A. Iluminação e Fotometria - Teoria e Aplicação São Paulo: Ed. Edgard Blucher Ltda,
1976.195 p.
MOREIRA, V A. Iluminação Elétrica. 1º ed. São Paulo: Ed. Edgard Blucher Ltda, 1999. 189 P. ISBN 85-212-
0175-3.
MOREIRA, Vinícius de Araújo. - Iluminação & fotometria Teoria e Aplicação 2ºed. SP - Ed. Blucher, 1982.
NISKIER, J; MACINTYRE, A. J. Instalações Elétricas. 4º ed. Rio de Janeiro:. Ed. Livros Técnicos e
Cientificos, 2000. 550 p. ISBN 85-216-1250-8.
SOUZA, J.R.A. Instalações Elétricas de Baixa Tensão. São Paulo: [Link] Editora Ltda, 2002. 292p.
WATKINS, A. J. Cálculo de Instalações Elétricas 2º ed. São Paulo: Ed. Edgard Blucher Ltda, 1986. 127.p.
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Obrigado!!!
Boa Tarde!!!
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