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A Rã e o Rato: Moral da Fábula

Nesta fábula, um rato ingênuo aceita o convite de uma rã para visitar sua lagoa. A rã amarra o rato a sua perna e o afoga, mas antes que ela possa se soltar, um falcão os captura a ambos, garantindo seu jantar. Isso ensina que a maldade pode se esconder por trás de belas palavras e que a injustiça não é permanente.

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Arleido Paz
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A Rã e o Rato: Moral da Fábula

Nesta fábula, um rato ingênuo aceita o convite de uma rã para visitar sua lagoa. A rã amarra o rato a sua perna e o afoga, mas antes que ela possa se soltar, um falcão os captura a ambos, garantindo seu jantar. Isso ensina que a maldade pode se esconder por trás de belas palavras e que a injustiça não é permanente.

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A Rã e o Rato

A falta de prudência ainda é o caminho mais curto para decadência...

Um jovem Rato em busca de aventuras corria despreocupado ao longo da margem de uma lagoa onde
vivia uma Rã.

Ao vê-lo, a Rã nadou até a margem e coachando lhe disse:

"Você não gostaria de me fazer uma visita? Prometo que, caso aceite meu convite, não se arrependerá..."

O Rato, de bom grado, ansioso que estava para explorar e conhecer o mundo e tudo que havia nele,
aceitou aquela generosa oferta na hora.

Entretanto, embora soubesse nadar um pouco, cauteloso e com um pouco de receio, já que ele não era
um animal da água, disse que não se arriscaria a entrar na lagoa sem alguma ajuda.

A Rã teve uma ideia. Assim, amarrou a perna do Rato à sua com uma robusta fibra de junco, e então, já
dentro da lagoa, pulou levando junto com ela seu infeliz e ingênuo companheiro.

O Rato logo se deu por satisfeito e queria voltar para terra firme. Mas a traiçoeira Rã tinha outros planos.
Desse modo, deu um puxão no Rato, que preso à sua perna nada podia fazer, e mergulhou nas águas
profundas e escuras afogando-o.

No entanto, antes que o malicioso anfíbio pudesse soltar-se da fibra que o prendia ao Rato, um Falcão
que sobrevoava a lagoa, ao ver seu corpo flutuando sobre a água, deu um vôo rasante, e com suas fortes
garras o segurou levando-o para longe. E com isso, inevitavelmente, trouxe também consigo a Rã que
ainda estava presa à perna do infeliz roedor.

Desse modo, com um só golpe, a Ave de rapina capturou a ambos. E naquele dia garantiu uma
generosa porção de carne variada, animal e peixe, para o seu jantar.

Moral da História 1:
Assim como não existe o mal que perdure, também não existe a injustiça permanente...

Moral da História 2:
Muitas vezes a maldade se veste de belas roupas e generosas palavras...

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