Soluções: Textos Expressivos E Poéticos Poemas de Autores Portugueses
Soluções: Textos Expressivos E Poéticos Poemas de Autores Portugueses
TEXTOS EXPRESSIVOS
E POÉTICOS
POEMAS DE AUTORES
PORTUGUESES
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TEXTOS EXPRESSIVOS E POÉTICOS | Soluções
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2.1. Tomarei a minha decisão consoante o tempo. 1. O título do poema poderia ser “Escada”.
2.2. Todos chegaram a horas, excepto o Nuno.
2. As palavras parecem assumir a forma de uma escadaria
2.3. Perante tamanha injustiça, não consegui perma- que termina num patamar plano. Após o patamar, surge
necer calado. uma interrupção súbita, um abismo.
2.4. Tenho de tomar a medicação até ao fim, salvo 2.1. Esta distribuição pretende sugerir a ideia de uma
indicação contrária. escada.
2.5. A equipa jogou sob a orientação de outro trei- 3. O recurso expressivo utilizado é uma metáfora.
nador.
4. Após chegarmos ao patamar da escada, segundo o
3. sujeito poético, prosseguimos.
3.1. de forma a 4.1. A ideia de continuação é sugerida por uma quebra
3.2. apesar de abrupta na linha que simboliza o patamar e pela
3.3. Diante de forma da palavra “prosseguimos”, que se assemelha
3.4. devido a a um pássaro.
3.5. com excepção de
4.
Compreensão / Expressão Págs. 17-18
4.1. “Andar de” dá-nos o sentido de deslocação, utili-
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e “primeiro”. quadras.
2. 2. O esquema rimático é: abab.
2.1. As palavras do campo semântico de mar incluem: 3. Co’o/mun/do/pou/co/te_im/por/tas
gaivota, marinheiro, sete mares e andarilho. 3.1. Redondilha maior
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1. O Manuel fechou a janela. Ele fechou-a. 1. As estrofes são quadras, quintilhas e sextilhas.
Dei o dinheiro ao João. Dei-lho. 2. abcb/dedfe/ghgiji/mimgmi
Eu recebi a tua carta. Recebi-a. 2.1. Encontram-se rimas cruzadas e interpoladas.
Tratam as crianças com carinho. Tratam-nas com carinho.
A Ana ama o Paulo. Ela ama-o.
Exercícios Pág. 45
Nós agradecemos aos professores. Agradecemos-lhes.
Vi a Patrícia no autocarro. Vi-a. 1.
A médica atendeu o Jorge. Ela atendeu-o. a) complemento circunstancial de lugar onde
2. b) complemento directo
c) complemento circunstancial de lugar onde/
a) Entregaram ao Francisco a flauta. – Entregaram-lha.
complemento determinativo
b) Deram-te a notícia? – Deram-ta?
d) complemento circunstancial de lugar donde
c) Saberão as notas dos testes. – Sabê-las-ão.
2.
d) Não entregaram ao Francisco a flauta. – Não lha
a) Fomos ao cinema para assistir ao Senhor dos Anéis.
entregaram.
b) Preciso de saber se vens à minha festa ou não.
e) Se soubessem, cantariam a canção. – Se soubessem, c) Tive muita dificuldade em responder às questões do
cantá-la-iam. teste.
f) Estudaste os pronomes? – Estudaste-os? d) Seria mais fácil se ele se arrependesse do que fez.
g) Não estudei os pronomes. – Não os estudei. e) Obama apelou para a paz no Haiti.
h) Descobristes a verdade. – Descobriste-a. f) Foi acusado de roubar o dinheiro da caixa.
i) Escreveria a carta. – Escrevê-la-ia. 3.
j) Vai dizer o resultado. – Vai dizê-lo. a) complemento circunstancial de modo
b) complemento circunstancial de companhia
k) Marcou o golo de cabeça. – Marcou-o de cabeça.
c) complemento circunstancial de instrumento
l) Subíamos a montanha. – Subíamo-la.
d) complemento circunstancial de companhia
m) O lago tinha mosquitos. O lago tinha-os. e) complemento circunstancial de fim
f) complemento circunstancial de causa
eu imagino.”
1. O texto menciona o autor António Nobre.
3.
2. É-nos dito que, na Praia da Boa Nova, o autor “edificou
3.1. Para o sujeito poético, a beleza é uma ilusão que o um castelo”.
distrai, que faz com que não pense de um destino
3. Sim, a praia da Boa Nova, em Leça da Palmeira.
que tem como certo.
3.2. O destino referido pelo sujeito poético é a morte. 4. É mencionado o livro Só.
4. Sujeito omisso ou subentendido 5. O texto menciona que a poesia deste autor, particu-
larmente o livro Só, é a mais triste de Portugal.
“Tirei” – predicado
“da boca” – complemento circunstancial de lugar onde 6. Praia, guarda-sol, toalha, areia, mar, sol, onda, rochas,
“um pássaro a cantar” – complemento directo concha, nadar...
5.
5.1. Na primeira quadra, o próprio sujeito poético faz Compreensão / Expressão Pág. 49
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2. O castelo é “alto”, feito a partir de “lápis-lazúli e coral”. 1.2. As onomatopeias são repetidas ao longo do texto
Era um castelo imponente e sem igual, uma vez que para reforçar a ideia da abundância de dinheiro,
“não havia/Quem se gabasse dum domínio igual.” de movimentação de dinheiro.
3. A suposta edificação do castelo permitiu ao sujeito 2. “Ele”, “no”, “elas”, “lhe” e “lo”.
poético sonhar e sentir-se feliz. No entanto, tudo isto 3. São utilizadas estrofes de onze versos.
mudou, pois o castelo caiu por terra.
4. ababccdeefd/ghghiikllfj/mnmnoopqpfp/rsrsttbuufb
4.
4.1. São utilizadas rimas cruzadas, interpoladas e
4.1. A expressão “o que é a fantasia” é utilizada porque emparelhadas.
o castelo foi construído, não de lápis-lazúli e coral,
mas sim a partir da imaginação do sujeito poético.
5. Mais tarde, o castelo construído pelo sujeito poético Compreensão / Expressão Pág. 56
caiu por terra, ficou destruído, sendo um presságio de
1.
um destino menos bom – “um vento seco de mau
a) Verdadeiro
sestro e spleen”.
b) Verdadeiro
6. c) Falso
6.1. “Foi esse o grande mal”; “um vento seco de mau d) Falso
sestro e spleen”. e) Falso
f) Verdadeiro
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1. ferozes: bravos/mansos; arejados: ventilados/abafados; 1. feiticeira – terrível; bichos – amáveis; canção – harmo-
colossal: gigantesco/minúsculo; estrondosamente: niosa; estofo – magnífico; tecedeira – linda; porta –
ruidosamente/silenciosamente; bramir: gritar/sussurrar; resplandecente; assentos – cómodos; bebida – saborosa
imprudente: descuidado/cauteloso; espessa: grossa/ e traiçoeira; destino – miserando; moço – esbelto e
fina. forte; planta – humilde e modesta; pregos de prata –
2. O narrador deste episódio é Ulisses. luzentes; gládio – pontiagudo; palavras – afectuosas;
droga – peçonhenta; palácio – vasto
3. O narratário é o rei Alcino da Ilha de Córcira.
2. a) um dos grupos procurar alimento e o outro ficar a
4. A acção passa-se em Ciclópia.
guardar os seus bens.; b) ficou cativo por Circe que
5.
os transformou em porcos.; c) dando-lhe uma erva
5.1. Polifemo é um monstro gigante e feroz com um mágica que o tornaria imune aos feitiços de Circe.;
grande olho no meio da testa. É pastor de cabras e d) estava imune à sua droga.
tem com elas bastante cuidado. É assustador,
3. a) Circe ficou surpreendida e atónita ao ver que Ulisses
violento e devorador de pessoas.
não ficou enfeitiçado.; b) A feiticeira já tinha ouvido
5.2. A caverna está muito bem organizada e arrumada:
falar de Ulisses (como o homem das mil astúcias) e já
cestos com queijos, estábulos com cabritos e
lhe tinham predito que um dia lá passaria, num barco
cordeiros limpos e bem separados e vasilhas com
pintado de preto, de regresso a Tróia.; c) O herói
leite.
consentiu casar-se com Circe se ela jurar primeiro
6. que não maquina qualquer cilada contra ele.;
6.1. Ulisses encontrou um grande tronco de oliveira, d) Felizmente, Circe desencantou os companheiros de
aguçou-o na extremidade, endureceu a ponta no Ulisses e restituiu-os à sua condição de homens.
lume e escondeu-o. Quando o ciclope chegou à
caverna, Ulisses embriagou-o e quando o gigante
adormeceu, espetou-lhe o tronco no olho, Exercícios Págs. 88-89
cegando-o.
6.2. Como o ciclope estava cego, Ulisses e os seus 1. querer – presente do indicativo: quero, queres, quer,
companheiros agarraram-se aos bodes corpulentos, queremos, quereis, querem; pretérito perfeito do
esperaram pelo amanhecer e na hora em que indicativo: quis, quiseste, quis, quisemos, quisestes,
Polifemo os levou a pastar, todos saíram da caverna quiseram; presente do conjuntivo: queira, queiras,
sem o gigante se aperceber. queira, queiramos, queirais, queiram; pretérito imper-
7. Ulisses disse ao gigante que se chamava Ninguém feito do conjuntivo: quisesse, quisesses, quisesse,
para que não fosse acusado da sua agressão. quiséssemos, quisésseis, quisessem;
poder – presente do indicativo: posso, podes, pode,
podemos, podeis, podem; pretérito perfeito do
Exercícios Págs. 82-83 indicativo: pude, pudeste, pôde, pudemos, pudestes,
puderam; presente do conjuntivo: possa, possas, possa,
A. recolhido; seleccionado; empacotado; desentupido; possamos, possais, possam; pretérito imperfeito do
boicotado; alvejado; persuadido; humilhado; corres- conjuntivo: pudesse, pudesses, pudesse, pudéssemos,
pondido; seguido. pudésseis, pudessem;
B. ver – presente do indicativo: vejo, vês, vê, vemos,
1. tinham escapado; vedes, vêem; presente do conjuntivo: veja, vejas, veja,
vejamos, vejais, vejam;
2. tivesse bebido;
pôr – presente do indicativo: ponho, pões, põe, pomos,
3. tenha ficado;
pondes, põem; pretérito imperfeito do indicativo:
4. tenho sonhado;
punha, punhas, punha, púnhamos, púnheis, punham;
5. tenham fugido; pretérito mais-que-perfeito do indicativo: pusera,
6. tinha construído; puseras, pusera, puséramos, puséreis, puseram.
7. temos aprendido;
8. tenham sido
Desafio Pág. 90
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nos conduziu à longínqua e última fronteira do a) Ulisses matou todos os pretendentes com a ajuda
Oceano.; b) Tirésias cumpriu o fúnebre mandamento, do seu filho Telémaco e o seu amigo Eumeu.;
ouviu-me depois, e proferiu o seu oráculo.; c) Ulisses b) O herói utilizou como arma um arco e flecha.;
acabara de falar, e ainda, emudecido e encantado, o c) Do palácio, apenas escaparam com vida o poeta
auditório esperava que a sua narrativa continuasse. Fémio e o herói Medão.;
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d) Euricleia nunca duvidou da identidade do seu amo.; companheiros embarcam na ilha de Ciclópia, terra dos
e) No fim, Ulisses foi cercado pelos seus amigos, à ciclopes, onde são feitos prisioneiros de Polifemo, um dos
excepção do seu cão fiel, Argos. gigantes monstros, que devora alguns homens. Através
de dois inteligentes estratagemas de cegar o gigante e
2. Euricleia reconheceu Ulisses com facilidade porque
esconderem-se nos rebanhos de bodes, conseguem
tinha sido a sua ama e conhecia todos os traços da sua
escapar da ilha.; VII – Eolo e Circe: Ulisses e seus
fisionomia.
companheiros embarcam na ilha de Circe, a feiticeira, que
3. Penélope e Ulisses reencontraram-se junto da teia transforma alguns marinheiros em porcos, mas que
onde ela lhe dera a maior prova de fidelidade e paixão, Ulisses consegue salvar pois Mercúrio havia-lhe dado
tecendo e desfazendo o manto para enganar os uma erva que o tornara imune às bebidas enfeitiçantes de
pretendentes. Circe.; IX – As sereias. Sila e Caribdes: Ulisses e seus
4. O povo encontrava-se em discórdia, dividido em dois marinheiros navegam ao largo da Ilha das Sereias
grupos que se odiavam e hostilizavam. encantadoras, mas escapam ao seu canto enfeitiçante
5. Os deuses reservaram a Ulisses um futuro de glória e porque foram avisados por Circe. Ulisses foi amarrado ao
prosperidade, governando Ítaca durante muitos anos, mastro do navio para poder escutá-las sem fugir e os
sempre acompanhado da esposa Penélope e do seu ouvidos dos marinheiros foram tapados por pedaços de
filho Telémaco. cera.; XIII – Telémaco reconhece Ulisses – Telámaco
regressa a Ítaca, alertado por Minerva, para proteger a
pátria de seu pai. Ulisses, disfarçado de mendigo,
Compreensão / Expressão Págs. 106-107
conversava com Eumeu quando Telémaco chega e fica a
par das notícias de Ítaca. Minerva restitui a Ulisses o seu
1. Penélope era a esposa de Ulisses. porte e características pessoais e Telémaco reconhece-o,
abraçando o pai com grande emoção.; XV – Vitória de
2. É referida a história da prova de fidelidade de
Ulisses: Euricleia, ama e criada fiel de Ulisses, reconhece-
Penélope que tecia e desfazia o manto para dissuadir
o enquanto lhe lava os pés. Com o seu arco e flecha, o
os pretendentes: “nesse manto que desfias, / e que
nosso herói mata todos os pretendentes, reencontra a sua
depois voltas a pôr”.
esposa amada e governa Ítaca em paz por muitos anos.
3. Palavras do campo semântico de “roupa”: vestido;
Tempo: após a guerra de Tróia – dez anos de viagem de
recompões; veste; tecido; desfizeste; manto; desfias; pôr. regresso a Ítaca
4. A metáfora significa que ela está nua e o sujeito Espaço: Ítaca, ilha de Ogígia, ilha de Ciclópia, ilha de
poético toca-a e cobre-a com as suas mãos. Circe, ilha de Córcira, etc.
5. O sujeito poético ter-lhe-á pedido fidelidade. Narradores: narrador heterodiegético e omnisciente nos
6. O sujeito poético exprime sentimentos emotivos de capítulos I, II, III, IV, V, XI, XII, XIII, XIV, XV; narrador
comoção, tontura e enternecimento perante a amada. autodiegético e omnisciente – o próprio Ulisses – nos
capítulos VI, VII, VIII, IX, X.
7. O tema desta composição poética é o amor.
Personagens e sua descrição: Ulisses – rei de Ítaca,
guerreiro em Tróia, corajoso, habilidoso, fiel e honesto;
Telámaco – filho de Ulisses, jovem corajoso, lutador e
Revisão Págs. 110-111
amável; Penélope – esposa de Ulisses, fiel, apaixonada e
A. habilidosa; Eumeu – amigo fiel de Ulisses, honesto e
correcto; Euricleia – fiel ama e criada de Ulisses; Calipso –
Acção: I – Telémaco e os pretendentes – Depois de
ninfa/deusa imortal com corpo de mulher, bela,
combater na guerra de Tróia durante dez anos, Ulisses
encantadora e carinhosa; Polifemo – gigante ciclope,
inicia a viagem de regresso à sua Pátria, Ítaca, onde a
horrendo e devorador de homens; Circe – feiticeira
sua esposa, Penélope, era cobiçada por vários
encantadora e bela; Minerva – deusa protectora de
pretendentes e o seu filho, Telémaco, lutava para manter Ulisses, atenta e fiel; Neptuno – deus do mar, rancoroso e
o trono intocado.; II – Calipso – ao regressar de Tróia no destruidor; Mercúrio – deus mensageiro; companheiros
seu barco, Ulisses naufraga devido a uma tempestade e de Ulisses – corajosos, bravos e fiéis seguidores do rei;
vai parar à ilha de Ogígia, onde mora Calipso, uma ninfa. pretendentes – oportunistas e cobiçosos do trono.
Esta apaixona-se por Ulisses e mantém-no prisioneiro
durante sete anos. Vendo o rei de Ítaca em sofrimento B.
por sentir tantas saudades de sua pátria, Minerva, sua Querer – queira, queiras, queira, queiramos, queirais,
deusa protectora, envia o mensageiro Mercúrio dizer a queiram; Pôr – pusera, puseras, pusera, puséramos,
Calipso para o libertar. A ninfa obedece e ainda ajuda puséreis, puseram; Poder – pudesse, pudesses, pudesse,
Ulisses com todos os preparativos para a viagem.; III – A pudéssemos, pudésseis, pudessem; Limpar – tenho
Tempestade – Quando Neptuno viu Ulisses a navegar limpado, tens limpado, tem limpado, temos limpado,
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nos seus mares com condições favoráveis, provocou tendes limpado, têm limpado; Sonhar – tenho sonhado,
tamanha tempestade que fez o herói naufragar e lutar tens sonhado, tem sonhado, temos sonhado, tendes
arduamente pela vida. Conseguiu sobreviver e chegar a sonhado, têm sonhado; Partir – parte, parti; Correr –
Terra, onde encontrou abrigo e construiu um leito de correria, correrias, correria, correríamos, correríeis,
folhas.; VI – Polifemo e Ninguém – Ulisses e seus correriam