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Arquitetura Românica em Portugal

1) O documento discute a arquitetura cristã pré-românica em Portugal entre os séculos V e X, incluindo as influências visigótica e bizantina. 2) Apresenta as características gerais da arquitetura pré-românica, como a ênfase na simetria e ordens clássicas, embora com limitações técnicas e culturais. 3) Discutem-se os principais tipos de edifícios como basílicas e características das cidades do período.
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Arquitetura Românica em Portugal

1) O documento discute a arquitetura cristã pré-românica em Portugal entre os séculos V e X, incluindo as influências visigótica e bizantina. 2) Apresenta as características gerais da arquitetura pré-românica, como a ênfase na simetria e ordens clássicas, embora com limitações técnicas e culturais. 3) Discutem-se os principais tipos de edifícios como basílicas e características das cidades do período.
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Sobreposições

Cristianismo e a arquitetura
Origem - basilica/martinium, batisterium

2 aula 19/02/2019

O Pré Românico em Portugal / Sec. V a X


Fase I - Visigodos, Suevos (Vascos, Bizantinos) - Sec. V a VIII
 reconversão católica
Fase II - Reinos Cristãos (Asturiano, Galiza, Leão, Castla, Navarra) + árabes +
carolingio
 Formação de diferença católicos <> ortodoxo

Características Gerais (mentalidade - arquitetura)

Querer ser romanos


 Simetria axial
 Percurso
 Espaço complexo - conjugação hierárquica Ecletismo
 A parede , abóbada, o arco
 As ordens clássicas, as colunas (jónico, dórico, corintio)
 A placagem, o mosaico, o fresco

Basilica em cruz latina (roma)


Basilica em cruz grega (bizantina)

Não conseguir ser romanos


 Incapacidade cultural (geometria, ordens)
 Incapacidade técnica (engenharia, infraestruturas) Idiocincrasia
 Incapacidade logistica (fundos, indústria de construção)

Não ser romanos


 Hierarquia tribal (separação espacial)
 Misticismo (penumbra, “altar escondido”, iconostase)
 Estetica germanica (cores berrantes, padrões, animais, mitologia)
Inovação
 Insegurança (refugio, exterior rude <> interior mágico)

Cidade

Reaproveitamento (cidades menores, edificios)


Pontos de refugio (castelos, villae, mosteiros) + habitação solta

Romanico XI a XIII
A “invenção” da Europa

[associação em rede de estados subordinados à igreja Católica]


 “Ensaio” - retoma monástica (cluny)
 Núcleo - Reforma Gregoriana (centralização, hierarquia, independência,
regulamentação, cultura)
 Consequência - Feudalismo (ordem, segurança, sujeição à igreja)
 O sistema agrícola próspero - canalização de força para expansão (cruzadas)

Portugal

 Produto duma “manobra de secretaria” feudal/Gregoriana


 Fruto da cruzada - expande-se com ela + ordens militares
 Clero Gregoriano + rede reposta de bispados
(autonomia, administração, “benção divina”)

Território

 Rede de estradas (de contacto institucional, de peregrinação, de cruzada)


 “Nós” - pontos de abrigo-visibilidade (cidades -bispo, castelos-senhor feudal,
mosteiros-ordem religiosa)
 Paisagem cristianizada

Os nós tem uma matriz comum - o quincôncio (recinto mais elemento emergente)

Vales dos rios e escolas de arquitetura - geram áreas de partilha de artistas


Estradas (caminho de Santiago)
Obras irradiadoras

Tuy - Vale do Minho


Braga - Vale do Ave
Rates - Cávado
Porto - Douro
Paço de Sousa - Tâmega
Coimbra/Santa Cruz
Lisboa

Edificio

 Simbologia (cidade de Deus, Corpo de Cristo, Biblia)


 Força (características militares) + qualidade (boa construção) + refinamento
(geometria)
 Maravilha (decoração - escultura, mosaico, pintura, vitral, tapeçaria, imaginária-
imagens)

Modelo Tipo
 Catedral
Modelo reduzido
 Mosteiro Beneditino
Exceções/variações
Santa Cruz de Coimbra
Templários

Mosteiros Cistercienses
O Primeiro Gótico Português 1220 - 1340

Gótico - Circunstancias

Evolução

 Agricultura e colonização territorial (arroteias, secagem de pantanos);


 Excedentes agricolas, aumento populacional, feiras;
 Reaparecimento de uma economia;

Revolução
 Cidades novas, cidades maiores; “bastides”
 Sistema monetário, comercial e financeiro - Burguesia;
 Novas opções de vida - mobilidade social;
 Associativismo - autogestão municipal, guildas e confraria (proteção social);
 Universidades;

Reação
 Ordens mendicantes - Marketing novo (serviço, educação)
 São Francisco e São Domingos são os primeiros a formar uma ordem religiosa
que se esvazia e riquezas e trabalha ao nível do povo.

Espiritualidade
 Lógica, esquema;
 Filosofia da luz, ver melhor, mais claramente;

Simbologia
 Abertura, por falta de necessidade de proteção, já oferecida pelos muros das
cidades;

Gótico - Arquitetura

Estrutura esquemáica (construtivo); (Ogiva, aboboda de arcos cruzados, arco botante)


Abertura e dissolução da parede;
Luz, aumento, uniformização, tratamento;
Transparencia espacial;

À medida que se conquistam terras, fundam-se novas cidades;


A construção naval aumenta assim como as rotas comerciais;
Primeira universidades em Lisboa, transferida para Coimbra;
As catedrais já estavam feitas, não existem góticas a não ser a de Évora,

Ordem de cister, ordens militares, ordens militantes, são agentes de construção não
luxuosa;
O mosteiro de alcobaça é dos maiores da europa e é Gótico;
A tendência é uma arquitetura austera;

Cister (Alcobaça)
Sé de coimbra que era românica constrói um claustro gótico.
Sé de Lisboa e Porto

Em portugal o Gótico é austero.


Passa a ser uma moda.

A cidade gótica tem um modelo diferente do românico.

É uma cidade maior, a organização é mais trabalhada, complexa. A catedral continua


no centro, mas aparecem praças de mercado e em algumas cidades câmaras
municipais.
Estas cidades tem zonamentos.
Aparece a rua “direita”, a rua principal.
Aparecimento dos rossios, arrabaldes, conventos (pobres, feiras)

TESTE
Antecedente do romanico, romanico e gotico

07/03/2019

O Gótico Batalhino - 1385-1490

Gótico inicial é austero, como gosto, moda, não tem a ver com a pobreza ou falta de
meios.
Poder real a demarcar-se do dominio feudal
Guerra de castela e portugal é eco destes problemas
Burgueses / aristocratas
Franceses / ingleses

D. João Mestre de Aviz é filho Bastardo

Convento de Santa Maria da Vitória (mosteiro da batalha) Grande / Actualizada


Dominicano / Mendicante
Cidade nova

A maior obra de Portugal, a mais moderna.


Vai ser uma escola de pedreiros, carpinteiros, vidraceiros, etc.
Organização das obras nacionais.

Obra onde se vão ver as modas.

Gótico Pleno
Afonso Domingues (1388/1402) - Mosteiro de Alcobaça
Tem o defeito de ter o Claustro a Norte

Santa Cruz + Alcobaça + Mendicante


Mestre Heghet e Martim - 1402 - 1438)

Gótigo Flamejante
Decoração floral, vegetativa.

Fernão de Évora - 1448 - 1477)

Gótico Depurado
Mais geometrico, mais liso, minimalismo romantico
Manuelino / Gótico final na idade moderna (1490-1525)

Forma final do gotico, nem é novidade nem é uma cópia


A decoração do estilo manuelino escolhe coisas que tem a ver com o celebrar os
descobrimentos, mas sem peixes, nem velas, astrolábios etc.

O motivo desta alteração de estilo austero para o manuelino/gótico elaborado, são os


descobrimentos.

munifutentia

Ideia que ele deve prover com a sua generosidade


Arquitetura de fantasia e de generosidade

Arquitetura de que é um grande rei e justo, ostentatoria e propagandista

Decoração populista e sedutora, porque qualquer pessoa consegue interpretar a


decoração

9-03-2019

Renascimento (1525-1550)
Estado forte, comércio e crítica, são as bases do renascimento em Portugal.
O renascimento é alquimia e mistério.
Um edifício deve ser uma máquina funcional.

Com as cruzadas, acumlaram-se muitas fontes cientificas, à custa dos livros em


bibliotecas em zonas agora conquistadas.
O direito, matemática, medicina, filosofia etc.
Cada vez mais pessoas criticam a igreja acusando-a de mau ensino, adulteração das
escrituras, e crítica por desejo de liberdade do clero.

A ideia (platão) é de que um edifício deve ter uma planta/regras matemáticas por daí
advirem poderes mágicos, um edifício deve ser harmonioso, prover boa disposição.

Humanismo - o homem é o centro da questão, é o mais importante.

Muitos dos filósofos acreditam que as ideias da igreja são uma deturpação.

A origem é a Itália, onde apesar de estar o papa, ser um local onde os filósofos e
mecenas se concentram.

O renascimento chega muito tarde a Portugal.


Em portugal, antes dos edifícios renascentistas, apareceram jóias, pinturas, objetos,
etc.

O renascimento chega tarde ao resto da europa, muitas das vezes misturado com o
tardo-gótico.

As pessoas libertaram-se da igreja mas passaram a ser controladas pelos reis.


O renascimento fala de

Mudou a semantica
Racionalidade, optimismo, serenidade;

A morfologia
Palavras (colunas, ordens clássicas, sólidos geométricos simples);

Sintaxe
Regras de combinação (associar os solidos por regras, racionalidade);

Grafia
Representação do final da obra (plantas, cortes, alçados e perspectivas);

Autor
O arquiteto é o construtor principal, erudito chefe e artista;

Não há cidades renascentistas mas edifícios renascentistas;

D João III quer centralizar o poder, reformando uma série de ordens religiosas

Muda a universidade de Lisboa para Coimbra


Altera a gestão de capitanias autonomas;
Domina a igreja

O mais conhecido artista renascentista foi D Miguel da Silva.


Era português e em roma foi ganhando poder e adeptos ao ponto de o papa o querer
nomear cardeal.
O cortesão é o manual de como deve ser um homem renascentista é dedicado a D
Miguel da Silva.

Ao voltar para portugal como bispo de Viseu traz consigo um arquiteto Francesco de
Cremona.

Em Viseu faz uma capela renascentista;


Na foz do Porto faz 3 edifícios em cúpula, farol, igreja no forte da foz;
D Diogo Sousa
D Fernando de Meneses
O mosteiro de santa cruz de coimbra patrocina começos de arquitetura.

André pilarte
Pergunta para o segundo ponto de situação

Quais as semelhanças/elementos comuns entre o palácio do Freixo e a casa de


Ramalde

Maneirismo

Circunstancia

Contrareforma
Insegurança Pessimismo
Crise economica

Arquitetura Chã
(revivalismo, militarismo, nacionalismo, maciço)

Maneirismo contido
(erudito, reguado, sobrio, escala)

Maneirismo exuberante
(rebuscada, surrealista, detalhe)

Tardo Joanino
Sebastio
(contrareforma, insegurança, crise economica)

Filipino (flamenguismos)
(contrareforma, imperio, prosperidade)
(elementos diamantados, arredondados, pinaculos esbeltos com esferas no topo,
pergaminhos)

Carla grijo
Imagem de humildade
Imagem de classicismo
Imagem de luxo

So tem um claustro mas tem muitas dependências à volta com variadas funções

O mosteiro é pequeno mas cheio de áreas secundárias.


O modelo é simples,m mas pode ser ampliado.

Barroco Cortesão Português (1682-1706-1750)


Barroco - controle+persuasão

 Regra + jogo
 - geometria + distorção
 - tradição + inovação
O barroco traz curvas e decoração. Contraste. Uso da luz.

Barroco romano, da igreja catolica. Mais sedutor, sensual, curvilineo.


Barroco Francês, do rei de frança. Mais racional, contido, controlado e imponente.

Barroco - D. Pedro II / João Antunes

Barroco do Norte - Rococo?

Barroco do Norte esforça-se para não ser românico


Tentar não fazer barroco Italiano
Nasoni fazia barroco do sul de Italia
Barroco português com influências do barroco alemão
Os reis usavam o barroco para se biblicalizarem
Os papas do barroco fazem campanha para se superiorizarem aos reis

Rococó é outra coisa, não é barroco

Talha
Azulejo
Espelho e cristal

Porto / Nasoni
Braga / André Soares

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