Ordem dos Advogados de Moçambique
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Ordem dos Advogados de Moçambique
(OAM)
Emblema.
Lema "Por uma Ordem dinâmica,
inclusiva e descentralizada."
Tipo Entidade de classe
Fundação 14 de
setembro de 1994(24 anos)
Sede Maputo, Moçambique
Línguas oficiais Português
Presidente Flávio Prazeres Lopes Menete
(bastonário)
Sítio oficial [Link]
A Ordem dos Advogados de Moçambique é uma pessoa jurídica de natureza colectiva
de direito público representativa dos licenciados em direito que, em conformidade com os
preceitos do seu estatuto e demais disposições legais aplicáveis, exercem a advocacia.É
independente dos órgãos do Estado, regendo-se por regras próprias e goza de autonomia
administrativa, financeira e patrimonial.[1]
Faz parte da União dos Advogados de Língua Portuguesa.[2]
Índice
1História
2Atribuições legais
3Lista de presidentes
4Ver também
5Referências
História[editar | editar código-fonte]
A instituição foi criada no dia 14 de setembro de 1994 pela Lei n.º 7/94 que, também,
aprovou o Estatuto da Ordem e os serviços primeiros ficaram a cargo de uma Comissão
Instaladora, que foi criada em 1995 por um ato administrativo baixado pelo Ministro da
Justiça.[3]
Atribuições legais[editar | editar código-fonte]
Por força da Lei n.º 7/94 o artigo quarto do Estatuto da Ordem dos Advogados de
Moçambique elenca as atribuições da instituição:[4]
Defender o Estado de direito, os direitos, liberdades e garantias individuais e colaborar
na boa administração da justiça;
Contribuir para o desenvolvimento da cultura jurídica e aperfeiçoamento do direito,
devendo pronunciar-se sobre os projectos de diplomas legislativos que interessam ao
exercício da advocacia;
Participar no estudo e divulgação das leis e promover o respeito pela legalidade;
Zelar pela função social, dignidade e prestigio da profissão de advogado e promover o
respeito pelos respectivos princípios deontológicos;
Defender os interesses, direitos, prerrogativas e imunidade dos seus membros;
Atribuir o titulo profissional de advogado e de advogado estagiário e regulamentar o
exercício da respectiva profissão;
Exercer jurisdição disciplinar exclusiva sobre os membros;
Promover o estreitamento de relações com organismos congéneres estrangeiros;
Emitir, obrigatoriamente, parecer sobre propostas legislativas inerentes ao exercício da
advocacia. A emissão do parecer não condiciona a iniciativa dos órgãos competentes
nem obriga ao órgão que o recebe;
Exercer as demais funções que resultam das disposições deste estatuto e de outros
preceitos legais.
Lista de presidentes[editar | editar código-fonte]
Carlos Alberto Cauio (1994-2008)
Gilberto Caldeira Correia (2008-2013)
Tomás Luís Timbane (2013-2016)
Flávio Prazeres Lopes Menete (2016 - no cargo)[5]