LISTA 6
EQUILÍBRIO DE FORMAÇÃO DE COMPLEXOS E REDOX
EXERCÍCIOS DA LISTA 6 – Professora Anna
1) Uma solução contém AgNO3 0,10M e KCN 1,0M. Calcular a concentração de Ag+
no equilíbrio.
β3 = 2,4 x 1021
2) Uma solução contém 0,20 moles de Fe(NO3)3 e 2,0 moles de NaF em 1,0 litro.
Calcular as concentrações de todas as espécies no equilíbrio.
β3 = 8,5 x 1011
3) 0,10 moles de K3[Fe(CN)6] e 0,10 moles de KCN são dissolvidos em 200 mL de
solução. Calcular a [Fe3+] no equilíbrio.
β6 = 1,0 x 1042
4) Qual deveria ser a [NH3] inicial para reduzir a [Ag+] de uma solução de AgNO3
0,10M para 5,0 x 10-10M.
β2 = 1,088 x 107
5) Calcular a solubilidade do NiS numa solução que contém CN- 0,10M (no equilíbrio).
Compare com a solubilidade absoluta 0 e responda: o precipitado é solúvel neste
reagente complexante?
Kps = 4,0 x 10-20 β4 = 1,58 x 1030
6) Quantos gramas de NH3 deve-se adicionar a 1,00 L de solução contendo 0,940g de
AgBr a fim de dissolver o precipitado? Desprezar variações de volume.
Kps = 5,00 x 10-13 Kf1 = 1,60 x 103 Kf2 = 6,80 x 103
PM(AgBr) = 187,8 PM(NH3) = 17,0
7) Calcular o volume de solução de acetato de sódio 15,0M necessário para dissolver
0,10mol de PbI2 em suspensão em 1,0L de solução.
Kps = 7,1 x 10-9 β4 = 1,0 x 108
8) Calcular a concentração de NH3 necessária para evitar a precipitação de AgCl
quando 1,0mL de NaCl 0,10M é adicionado a 10,0mL de [Ag(NH3)2]+ 0,050M.
Kps = 1,8 x 10-10 Kf1 = 1,6 x 103 Kf2 = 6,8 x 103
9) O AgCl é solúvel em excesso de cloreto devido à formação do complexo [AgCl2]-.
Calcular a Keq para a reação de dissolução do AgCl.
Kps = 1,80 x 10-10 Kf = 1,10 x 105
10) Determine a solubilidade do AgCl numa solução que contém NaCl 0,50M. use os
dados do problema anterior e despreze o efeito do íon comum. Qual seria a
solubilidade se apenas o efeito do íon comum fosse considerado?
11) DADOS:
UO22+ (0,200M) + 4H+ (pH = 2,00) + 2e- ⇌ U4+ (0,200M) + 2H2O E0 = 0,334V
V3+ (0,100M) + e- ⇌ V2+ (0,100M) E0 = -0,255V
Obtenha a reação redox balanceada, calcule seu potencial padrão e o potencial para
as concentrações indicadas.
12) Calcule o valor do potencial para as reações redox abaixo:
a) 2Al(s) + 6H+ (6,0M) ⇌ 3H2 (0,10atm) + 2Al3+ (1,0M)
b) 3Ag(s) + 4HNO3 (3,0M) ⇌ 3AgNO3 (1,0M) + NO (0,10atm) + 2H2O
13) Qual é a [Cu2+] na célula Ni | Ni2+ (0,20M) ‖ Cu2+ ( M) | Cu se o potencial é 0,60V?
14) Uma solução de Hg2+ é tratada com excesso de Cu. Calcular Keq da reação.
15) Complete e equilibre as reações abaixo e determine Keq.
a) Cr2O72- + Fe2+ ⇌ Fe3+ + Cr3+ (meio ácido)
b) Mn2+ + MnO4- ⇌ MnO2 (meio ácido)
c) Cu2+ + I- ⇌ CuI + I3-
16) Calcular as concentrações de todas as espécies no equilíbrio quando:
a) 5,0mL de solução de Ce4+ 0,10M são adicionados a 5,0mL de solução de Fe2+
0,30M;
b) 10,0mL de solução de Fe2+ 0,20M são adicionados a 10,0mL de solução de Ce4+
0,20M;
17) Para a célula abaixo, calcule o valor do potencial da célula no início da reação e o
potencial de cada semi-célula no equilíbrio. Calcule Keq.
Zn(s) | Zn2+ (0,25M) ‖ Cd2+ (0,010M) | Cd(s)
18) Quais são as concentrações de Cu2+ e Zn2+ quando a célula abaixo não produz mais
corrente elétrica, ou seja, Ecel = 0V
Zn(s) | Zn2+ (0,10M) ‖ Cu2+ (2,0M) | Cu(s)
QUESTÃO 1
Nesse tipo de problema, o primeiro passo é fazer a reação de precipitação envolvida no
primeiro momento.
Ag+ + CN- ⇌ AgCN↓
Como KCN está em excesso, temos consumo total do Ag+:
Ag+ CN- AgCN↓
Inicial 0,1 1,0 0
Reação -0,1 -0,1 +0,1
Final 0 0,9 0,1
Em seguida, o excesso de CN- age sobre o precipitado fazendo sua complexação. O índice
3 de β3 indica a estequiometria.
AgCN↓ + 2CN- ⇌ [Ag(CN)3]2-
Para essa reação, Keq é alto e consideramos reação total. Logo, fazemos:
AgCN↓ CN- [Ag(CN)3]2-
Inicial 0,1 0,9 0
Reação -0,1 -0,2 +0,1
Final 0 0,7 0,1
Agora, já que sabemos que [Ag(CN)3]2- está em equilíbrio com seus componentes,
jogamos na fórmula de β3
Como β3 = 1,2 x 1021, então:
ATENÇÃO! Fizemos aqui a reação de precipitação no início do exercício para entender
melhor as etapas realmente envolvidas no processo. Note que, como o complexo está
sempre em equilíbrio com suas espécies componentes, em caso de excesso suficiente
de agente complexante, essa etapa pode ser pulada e o resultado será o mesmo. A
partir daqui, não envolveremos essa etapa na resolução dos exercícios.
QUESTÃO 2
Se a quantidade de móis vale pra 1,0 L, então temos as concentrações iniciais:
[Fe(NO3)3] = 0,20 mol.L-1 ⇒ [Fe3+] = 0,20 mol.L-1 e [NO3-] = 0,60 mol.L-1.
[NaF] = 2,0 mol.L-1 ⇒ [Na+] = [F-] = 2,0 mol.L-1.
Como se trata de um problema básico, não nos interessa saber reações envolvidas, mas
sim a relação de β com os componentes.
Fe3+ + 3F- ⇌ [FeF3]
Fe3+ F- [FeF3]
Inicial 0,2 2,0 0,00
Reação -0,2 -0,6 +0,2
Final 0 1,4 0,2
Jogamos as concentrações finais na expressão de β e teremos:
[Na+] = 2,0 mol.L-1; [NO3-] = 0,60 mol.L-1
[F-] = 1,4 mol.L-1; [FeF3] = 0,2 mol.L-1; [Fe3+] =8,6 x 10-14 mol.L-1
QUESTÃO 3
Começamos calculando as concentrações iniciais de [Fe(CN)6]3- e de CN-.
O equilíbrio é representado pela equação de dissociação do complexo, cuja constante é
Kd :
[Fe(CN)6]3- ⇌ Fe3+ + 6CN-
Sabemos que a constante de estabilidade β é o inverso de Kd.
Portanto,
Com isso, podemos montar a tabela de reação e equilíbrio.
[Fe(CN)6]3- Fe3+ CN-
Inicial 0,5 0 0,5
Reação - + +6
Final 0,5- 0,5+6
Então, jogando na expressão de Kd temos:
Se é Kd é alto, temos desprezível em relação a 0,5. Nesse caso, tomamos:
e
QUESTÃO 4
Vamos olhar primeiro para a reação relacionada e a tabela de ração/equilíbrio com os
dados que nos são disponíveis.
Ag+ + 2NH3 ⇌ [Ag(NH3)2]+
Ag+ NH3 [Ag(NH3)2]+
Inicial 0,1 0
Reação -0,1 -0,2 +0,1
Final 5x10-10 -0,2 0,1
Observe que, para uma concentração final de prata de 5x10-10 mol.L-1, temos
praticamente o consumo de toda prata (0,1 mol.L-1). Então completamos a tabela
respeitando a estequiometria.
Para encontrar jogamos as concentrações finais na expressão de β.
18,3823529
[NH3] = 4,5 mol.L-1
QUESTÃO 5
Questão envolvendo solubilidade de sal em presença de agente complexante tem um
jeito particular de se resolver. Veremos então como é possível pensar para solucionar
problemas desse tipo.
O primeiro passo é olhar as reações que nos interessam e suas respectivas constantes de
equilíbrio. Portanto, temos:
NiS↓ ⇌ Ni2+ + S2- Kps = 4 x 10-20
Ni2+ + 4 CN- ⇌ [Ni(CN)4]2- 4 = 1,58 x 1030
Observe que podemos somar as duas equações acima para obter uma terceira cuja
constante de equilíbrio é igual ao produto Kps x 4.
NiS↓ ⇌ Ni2+ + S2-
Ni2+ + 4 CN- ⇌ [Ni(CN)4]2-
NiS↓ + 4 CN- ⇌ [Ni(CN)4]2- + S2- = Kps x 4 = (4x10-20) x (1,58x1030) = 6,32x1010
Para essa reação, é válido:
Atentando à reação, constatamos que:
Se chamarmos de a quantidade de NiS solubilizada por litro de solução, teremos que
é a solubilidade molar do NiS. Da relação acima entre NiS, [Ni(CN)4]2- e S2-, fazemos:
⇒ ⇒
= 2513,96 mol.L-1
Então vemos que é bastante solúvel.
Vamos agora comparar com a solubilidade absoluta 0.
NiS↓ ⇌ Ni2+ + S2-
NiS↓ Ni2+ S2-
Inicial 0 0
Reação - 0 + 0 + 0
Final - 0 0 0
Sabemos que Kps [ Ni 2 ] [S 2 ]
Substituindo Kps 4 10 20 e [ Ni 2 ] [S 2 ] 0
Teremos:
4 10 20 ( 0)2 ⇒ 0= 4 10 20 2 10 10 mol.L1
Vamos comparar a solubilidade (na solução CN- 0,1 mol.L-1) e a solubilidade absoluta 0
tirando a razão entre eles.
Logo,
Veja que a solubilidade aumenta muito em relação à solubilidade absoluta.
O precipitado é, portanto, solúvel no excesso de reagente.
SOLUBILIDADE = 2,5 x 103mol.L-1
SIM, é solúvel.
QUESTÃO 6
Vamos começar calculando a concentração inicial de AgBr na solução fazendo:
massa 0,940 g
[ AgBr ] 1
5,005 10 3 mol.L1
volume massa molar 1,00 L 187,8 [Link]
Agora adicionaremos amônia ao sistema sem considerar adição de volume.
Temos, no problema, as constantes de formação F1 e F2 que correspondem às etapas de
complexação da prata pelo efeito da amônia.
Etapa1 : Ag+ + NH3 ⇌ [Ag(NH3)]+ F1 = 1,6 x 103
Etap2: [Ag(NH3)]+ + NH3 ⇌ [Ag(NH3)2]+ F2 = 6,8 x 103
Somamos as duas reações para encontrar a reação geral de complexação. Encontramos
2 fazendo o
Ag+ + NH3 ⇌ [Ag(NH3)]+
[Ag(NH3)]+ + NH3 ⇌ [Ag(NH3)2]+
Ag+ + 2NH3 ⇌ [Ag(NH3)2]+ 2 = F1 x F2 = (1,6 x 103) x (6,8 x 103) = 1,088 x 107
[{ Ag ( NH 3 ) 2 }]
2 =
[ Ag ][ NH 3 ]2
Agora que temos a reação geral de complexação e sua respectiva constante, vamos olhar
para a reação que envolve a dissociação do AgBr.
AgBr ⇌ Ag+ + Br- Kps = 5 x 10-13
Assim como na questão anterior, fazemos a reação de solubilização do precipitado
somando a reação geral de complexação que encontramos anteriormente e a reação de
dissociação do precipitado.
Ag+ + 2NH3 ⇌ [Ag(NH3)2]+
AgBr ⇌ Ag+ + Br-
AgBr + 2NH3 ⇌ [Ag(NH3)2]+ + Br-
Para essa reação, tomamos a constante de equilíbrio fazendo o produto das constantes
correspondentes a cada reação.
[{ Ag ( NH 3 ) 2 } ][ Br ]
= 2
Onde, = 2 x Kps = (5 x 10-13) x (1,088 x 107 ) = 5,44 x 10-6
[ NH 3 ]
Agora é fácil calcularmos a quantidade de amônia, montando a tabela de
reação/equilíbrio.
AgBr + 2NH3 ⇌ [Ag(NH3)2]+ + Br-
AgBr NH3 [Ag(NH3)2]+ Br-
-3
Inicial 5,005x10 0 0
Reação -5,005x10-3 -10,001x10-2 +5,005x10-3 5,005x10-3
Final 0 - 10,001x10-2 5,005x10-3 5,005x10-3
Atribuindo as concentrações de equilíbrio na expressão de , teremos:
[{ Ag ( NH 3 ) 2 } ][ Br ]
2
5,44 10 6
[ NH 3 ]
(5,005 10 3 )(5,005 10 3 ) (5,005 10 3 ) 2
5,44 10 6 ⇒ 5,44 10 6
( x 1,001 10 2 ) 2 ( x 1,001 10 2 ) 2
( x 1,001 10 2 ) 2 4,60478
1
x 4,60478 1,001 10 2 2,155886mol.L
Como estamos falando em 1L de solução, temos 2,135866 mol de amônia.
Para encontrar a massa, fazemos:
massa 2,155866mol 17,0 [Link] 1 36,6 g
Massa de NH3 = 36,6 g
QUESTÃO 7
O raciocínio é similar ao da questão anterior, mas nesse caso já temos a constante .
Vamos direto à reação de solubilização, somando a reação de dissociação do PbI 2 e a
reação de complexação do chumbo pelo acetato.
PbI2 ⇌ Pb2+ + 2I- Kps = 7,1 x 10-9
Pb2+ + 4H3CCOO - ⇌ [Pb(H3CCOO)4]2- 4 = 1 x 108
PbI2 + 4H3CCOO - ⇌ [Pb(H3CCOO)4]2- + 2I- = Kps x 4= 7,1 x 10-1
Agora que conhecemos a reação, montamos a tabela reação/equilíbrio consumindo o
PbI2 suspenso em solução.
Fazemos os cálculos sem levar em consideração a variação volumétrica associada. No
equilíbrio, ela é indiferente e aceitamos o erro associado.
PbI2 + 4H3CCOO - ⇌ [Pb(H3CCOO)4]2- + 2I-
PbI2 H3CCOO - [Pb(H3CCOO)4]2- I-
Inicial 0,1 0 0
Reação -0,1 -0,4 +0,1 +0,2
Final 0 – 0,4 0,1 10,2
Substituindo na expressão de equilíbrio ,
[{Pb ( H 3CCOO) 4 }2 ][ I ]2
= 4
e = 7,1 x 10-1
[ H 3CCOO ]
Então,
0,1 0,2 2 0,1 0,2 2
7,1 101 ( x 0,4) 4 1
0,273968 x 0,273968 0,4 0,6739mol.L1
( x 0,4) 4
7,1 10
Entenda que esse valor não representa a concentração inicial propriamente dita, mas sim
da quantidade de mol inicial por litro de solução.
Para encontrar o volume, usamos a equação da diluição:
C1 V1 C2 V2
Nessa questão só chegamos à resultado indicado na apostila desconsiderando a variação
de volume e fazemos então:
C1 V1 C2 V2
15mol.L1 V1 0,67mol.L1 1L V 0,044667 45mL
VOLUME DE NaAc = 45mL
ATENÇÃO!
NÃO ME RESPONSABILIZO PELO RESULTADO ACIMA.
Na apostila da Professora Anna, a resultado indicado é 45 mL e só chegamos a isso
desconsiderando a adição de volume no fim do problema.
Note que, se a concentração inicial C1 de acetato é 15 mol.L-1, e um volume V1 é
adicionado à 1L de solução até atingir concentração final 0,6739 mol.L -1, teremos o
volume final V2 = 15 + V1 e ficamos com: 15 V 0,67 (15 V )
Assim, teríamos:
15mol.L1 V1 0,67 (15 V )
De onde acharíamos V = 0,701L = 701 mL
Entretanto, vale o resultado da apostila v = 45 mL;
QUESTÃO 8
Vejamos primeiro a concentração das espécies imediatamente após a mistura.
+ 1 mL (NaCl 0,1 mol.L-1)
Volume =10 mL Volume = 11 mL
[{Ag(NH3)2+}] = 0,05 mol.L-1 1
0,05mol.L 10mL
[{Ag(NH3)2+}] = 0,0454545mol.L1
11mL
0,1mol.L1 1mL
[NaCl] = 0,0090909mol.L1
11mL
Sabemos que, para que não se forme precipitado, o produto iônico (PI) deve ser menor
que a constante do produto de solubilidade Kps.
AgCl↓ ⇌ Ag+ + Cl- Kps = 1,8 x 10-10
Queremos que: [Ag+] x [Cl-] = PI ≤ 1,8 x 10-10
O segredo aqui é variar a concentração de prata livre. Sabemos que o valor de Kps e a
concentração de Cl- são constantes. Então devemos encontrar a concentração de amônia
que complexe com a prata diminuindo sua concentração para satisfazer a condição
acima.
Então se podemos variar [Ag+], primeiro veremos [Ag+] máxima suportada antes da
precipitação. Fazemos:
Fixamos [Cl-] = [NaCl] = 0,0090909 mol.L-1 = 9,09 x 10-3 mol.L-1
[Ag+] x [Cl-] ≤ 1,8 x 10-10
[Ag+] x (9,09x10-3) ≤ 1,8 x 10-10
1,8 10 10
[Ag+] ⇒ [Ag+] 1,98 10 8
9,09 10 3
Logo, temos concentração de prata máxima, [Ag+]máx. = 1,98x10-8 mol.L-1.
Vamos, então, para a reação de complexação da prata. Como não nos interessa as etapas
de formação, tiramos a equação final e fazemos 2 = f1 x f2 para encontrar sua
constante. [Aplicamos esse mesmo procedimento anteriormente. Para entender melhor,
veja a resolução da questão 6].
Ag+ + 2NH3 ⇌ [Ag(NH3)2]+ 2 = 1,088x107
Substituindo, na expressão de 2, a concentração de [Ag(NH3)2]+ e a concentração limite
que encontramos para Ag+, temos:
[{ Ag ( NH 3 ) 2 } ] [{ Ag ( NH 3 ) 2 } ]
[ NH 3 ]
2
2 [ Ag ] Máx [ NH 3 ]2 [ Ag ] Máx 2
0,045454545mol.L1
[ NH 3 ]2 8
[ NH 3 ] 0,211000 0,459mol.L1
(1,98 10 ) (1,088 10 )
7
CONCENTRAÇÃO DE NH3 = 0,46 mol.L-1
QUESTÃO 9
Na reação que queremos avaliar, o excesso de Cl- age no precipitado, complexando a
prata.
AgCl↓ + Cl- ⇌ [AgCl2]- Eq =?
Dividimos as etapas, começando pela dissociação do precipitado AgCl.
Etapa 1 : AgCl↓ ⇌ Ag+ + Cl- Kps = 1,8x10-5
A etapa dissociação do precipitado é resultado da reação de formação do complexo.
Etapa 2: Ag+ + 2Cl- ⇌ [AgCl2]+ = 1,1x105
Somando etapas 1 e 2, temos:
AgCl↓ ⇌ Ag+ + Cl- Kps = 1,8x10-5
Ag+ + 2Cl- ⇌ [AgCl2]+ = 1,1x105
AgCl↓ + Cl- ⇌ [AgCl2]- K = Kps x
Acabamos de encontrar a reação que queríamos. Se essa equação tem sua constante de
equilíbrio Eq = K = Kps x , temos
κ eq kps β (1,8 10 10 ) (1,1 105 ) 1,98 10 5
Eq = 1,98 x 10-5
QUESTÃO 10
Já temos, da questão anterior, a reação e sua respectiva constante de equilíbrio Eq.
Vamos montar a tabela de reação/equilíbrio com o dado fornecidos pelo problema,
tomando [Cl-] = 0,50 mol.L-1.
AgCl↓ + Cl- ⇌ [AgCl2]-
AgCl↓ Cl- [AgCl2]-
Inicial 0,5 0
Reação - - +
Final – 0,5 –
Substituindo na expressão de Eq,
10 5
Com desprezível, aceitamos (0,5 – ) = 0,5 e temos:
= (1,98 x 10-5) x 0,5 =9,9 x 10-6 mol.L-1
Como é a concentração de AgCl no equilíbrio (quando PI = Kps), então é a solubilidade
de AgCl.
Até o momento, não levamos em consideração o efeito íon comum exercido sobre a
dissociação do AgCl. O cloreto proveniente do NaCl atua inibindo a dissociação do AgCl.
AgCl↓ ⇌ Ag+ + Cl-
NaCl↓ ⇌ Na+ + Cl-
Se levarmos em consideração apenas o efeito íon comum, a solubilidade é afetada
diretamente na expressão de kps:
AgCl↓ ⇌ Ag+ + Cl-
AgCl↓ Ag+ Cl-
Inicial 0 0,5
Reação - ’ + ’ + ’
Final – ’ ’ 0,5+ ’
Jogando na expressão do Kps:
Kps = [Ag+] x [Cl-] → 1,8 x 10-10 = ’ x (0,5 + ’) ’ = 3,6 x 10-10 mol.L-1.
(SEM E.I.C.)= 9,9x10-6 mol.L-1 ; (COM E.I.C.) = 3,6x10-10 mol.L-1
QUESTÃO 11
Para chegarmos à reação redox, primeiramente analisamos os respectivos potenciais
padrões. A semi-reação que tiver o maior potencial de redução, será mantida. A semi-
reação com menor potencial deve ser invertida, dessa maneira teremos uma semi-reação
de oxidação.
UO22+ + 4H+ + 2e- ⇌ U4+ + 2H2O E0 = 0,334 V
V3+ + e- ⇌ V2+ E0 = -0,255 V
Como 0,334 > -0,255, então a semi-reação de redução da célula é:
UO22+ + 4H+ + 2e- ⇌ U4+ + 2H2O
Logo, a semi-reação de oxidação será:
V2+ ⇌ V3+ + e-
A equação global é a soma das duas. Multiplicamos a equação da oxidação por 2 para
manter a eletroneutralidade.
V2+ ⇌ V3+ + e- (x2)
UO22+ + 4H+ + 2e- ⇌ U4+ + 2H2O
UO22+ + 4H+ + 2V2+ ⇌ U4+ + 2V3+ + 2H2O
A ddp padrão é
E0cel = E0catodo – E0anodo
E0cel = 0,334V – (–0,255V) = 0,589 V
Para encontrar o potencial real da célula, aplicamos a equação de Nernst:
0,0592 [U 4 ][V 3 ]2
EE 0
log 10
n [V 2 ]2 [ H ]4 [UO22 ]
0,0592 0,2 0,12
E 0,589V log 10
2 0,12 (10 2 ) 4 0,2
E 0,352V
E0 = 0,589V ; E = 352 V
QUESTÃO 12
Nesse exercício, encontraremos E0 usando os potenciais padrão das semi-reações na
tabela e jogamos as concentrações direto na equação de Nernst.
Observe que, em caso de gases, expressamos a concentração em termos de pressão
parcial.
A) E0cel = E0catodo – E0anodo
E0cel = 0,0V – (–1,660V) = 1,660V
0,0592 p 3 H 2 [ Al 3 ]2
E E0 log 10
n [ H ]6
0,0592 0,13 1,0 2
E 1,66V log10
6 6,0 6
E 1,7V
B) E0cel = E0catodo – E0anodo
E0cel = 0,96V – 0,80V = 0,16V
0,0592 pNO [ AgNO3 ]3
E E0 log 10
n [ HNO3 ]4
0,0592 0,1 1,0 3
E E0 log 10
3 3,0 4
E 0,22V
A) E = 1,7V B) E = 0,22V
QUESTÃO 13
O nosso primeiro passo é identificar catodo e anodo para calcular E0.
Cu2+/Cu E0 = 0,337V
Ni2+/Ni E0 = -0,246V
Como 0,337 > -0,246, então Cu2+/Cu é a reação catódica.
Montamos a equação somando as semi-reações de redução e oxidação envolvidas.
Cu2+ + 2e- ⇌ Cu0
Ni0 ⇌ Ni2+ + 2e-
Cu2+ + Ni0 ⇌ Cu0 + Ni2+
Calculamos E0 fazendo:
E0cel = E0catodo – E0anodo
E0cel = 0,337V – (– 0,246V) = 0,583V
Se o potencial da célula 0,600 V, o potencial padrão é 0,583 V e a concentração de níquel
é 0,2 mol.L-1, encontramos a concentração de cobre jogango na equação de Nernst.
0,0592 [ Ni 2 ]
E E0 log 10
n [Cu 2 ]
0,0592 0,2
0,600V 0,583V log10
2 x
0,0592 0,2 0,2 2 0,017
log10 0,017 log10 -0,5743
2 x x 0,0592
Pela propriedade logarítmica, sabemos que
0,2
log10 log10 (0,2) log10 ( x)
x
Logo,
log10 (0,2) log10 ( x) 0,5743 log10 ( x) 0,5743 log10 (0,2) log10 ( x) 0,5743 0,6990
Finalmente, = 10-0,1247 = 0,75041
= 0,75 mol.L-1
QUESTÃO 14
Vamos começar identificando a reação envolvida, identificando reação anódica e reação
catódica.
Hg2+ / Hg0 E0 = 0,854V
Cu2+ / Cu0 E0 = 0,337V
Observando que 0,854 > 0,337, então Hg2+ / Hg0 é reação catódica.
Somando as semi-reações de redução e oxidação envolvidas, montamos a equação geral
cuja constante de equilíbrio eq queremos determinar.
Hg2+ + 2e- ⇌ Hg0
Cu0 ⇌ Cu2+ + 2e-
Hg2+ + Cu0 ⇌ Hg0 + Cu2+
[Cu 2 ]
Note que eq =
[ Hg 2 ]
Calculamos E0 fazendo:
E0cel = E0catodo – E0anodo
E0cel = 0,854V – 0,337V = 0,517V
Antes de irmos à equação de Nernst, observe que no equilíbrio o potencial da célula é
[Cu 2 ]
0,0V e que podemos substituir por eq.
[ Hg 2 ]
0,0592 [Cu 2 ]
E E0 log10
n [ Hg 2 ]
No equilíbrio,
0,0592
0,0 0,517 log 10 ( eq )
2
0,517 2
log 10 ( eq ) 17,47
0,0592
( eq ) 1017, 47 2,95 1017
eq = 2,95 x 1017
QUESTÃO 15
A) Cr2O72- + Fe2+ ⇌ Fe3+ + Cr3+ (meio ácido)
Resolvemos o problema somando as semi-reações envolvidas (vide questões
anteriores).
Cr2O72- + 14H+ + 6e- ⇌ 2Cr3+ + 7H2O
Fe2+ ⇌ Fe3+ + e- (x6)
Cr2O72- + 6Fe2+ + 14H+ ⇌ 6Fe3+ + 2Cr3+ + 7H2O
Passo seguinte é encontrar E0, onde
E0cel = E0catodo – E0anodo
E0cel = 1,33V – 0,771V = 0,559V
Tomando Ecel = 0,0 no equilíbrio, temos:
0,0592
0,0 E 0 log 10 K eq1
n
0,0592 6 0,559
0,0 0,559 log 10 K eq1 log 10 K eq1 56,76
6 0,0592
K eq1 10 56,76 5,75 10 56
B) Mn2+ + MnO4- ⇌ MnO2 (meio ácido)
Novamente, começamos com a soma das semi-reações envolvidas.
MnO4- + 4H+ + 3e- ⇌ MnO2 + 2H2O (x2)
Mn2+ + 2H2O ⇌ MnO2 + 4H+ + 2e- (x3)
2MnO4- + 3Mn2+ + 2H2O ⇌ 5MnO2 + 4H+
Para calcular E0,
E0cel = E0catodo – E0anodo
E0cel = 1,65V – 1,23V = 0,46V
Tomando Ecel = 0,0 no equilíbrio, temos:
0,0592
0,0 E 0 log 10 K eq2
n
0,0592 6 0,46
0,0 0,46 log 10 K eq2 log 10 K eq2 46,62
6 0,0592
K eq2 10 46,62 4,2 10 46
Observe que aqui, o número de elétrons n envolvidos é 2 x 3 = 6, que são aqueles valores
que usamos para multiplicar as semi-reações.
C) Cu2+ + I- ⇌ CuI + I3-
Como nos dois primeiros itens, começamos pela soma das semi-reações.
Cu2+ + I- + e- ⇌ CuI (x2)
3I- ⇌ 5I3- + 2e-
2Cu2+ + 5I- ⇌ 2CuI + 5I3-
Agora fazemos
E0cel = E0catodo – E0anodo
E0cel = 0,86V – 0,54V = 0,32V
Com E = 0,
0,0592
0,0 E 0 log 10 K eq3
n
0,0592 2 0,32
0,0 0,32 log 10 K eq3 log 10 K eq3 10,81
2 0,0592
K eq3 1010,81 6,5 1010
A) Cr2O72- + 6Fe2+ + 14H+ ⇌ 6Fe3+ + 2Cr3+ + 7H2O Keq = 6,8 x 1056
B) 2MnO4- + 3Mn2+ + 2H2O ⇌ 5MnO2 + 4H+ Keq = 4,2 x 1046
C) 2Cu2+ + 5I- ⇌ 2CuI + 5I3- Keq = 6,5 x 1010
QUESTÃO 16
A)
Começamos calculando a concentração das espécies imediatamente após a mistura.
+
Volume = 5 mL Volume = 5 mL
Volume = 10 mL
[Ce4+] = 0,1 mol.L-1 [Fe2+] = 0,3 mol.L-1
0,1mol.L1 5mL
[Ce4+] = 0,05mol.L1
10mL
0,3mol.L1 5mL
[Fe2+] = 0,15mol.L1
10mL
Agora montamos a reação correspondente.
Fe2+ + Ce4+ ⇌ Fe3+ + Ce3+
Sabemos que as constantes de equilíbrio de reações redox são muito elevadas e,
portanto, consideramos reação total na qual o Fe2+ em excesso consome todo o Ce4+.
Logo, podemos montar a tabela reação/equilíbrio.
Fe2+ Ce4+ Fe3+ Ce3+
Inicial 0,15 0,05 0 0
Reação -0,05 -0,05 +0,05 +0,05
Final 0,10 0 0,05 0,05
Portanto, temos as concentrações finais:
[Fe2+] = 0,10 mol.L-1; [Fe3+] = 0,050 mol.L-1; [Ce3+] = 0,050 mol.L-1.
Devemos determinar a concentração de Ce4+ remanescente na solução. Para isso, a seguir
encontraremos a concertante de equilíbrio .
O potencial padrão E0 é:
E0cel = E0catodo – E0anodo
E0cel = 1,610V – 0,771V = 0,839V
Levamos esse resultado à equação de Nernst, fixamos a condição E cel = 0 (no equilíbrio) e
determinamos .
0,0592 0,0592
0,0 E 0 log10 0,0 0,839 log10
n 1
0,839
Log10 = 14,17 1014,17 1,49 1014
0,0592
Temos , [Fe2+], [Fe3+] e [Ce3+]. Para determinar [Ce4+], substituímos na expressão de .
[ Fe 3 ][Ce 3 ]
[ Fe 2 ][Ce 4 ]
0,05 0,05 4 0,05 2
1,49 1014 4
[Ce ] 1,68 10 16 mol.L1 1,7 10 16 mol.L1
0,1 [Ce ] 0,1 (1,49 10 )
14
Acabamos de encontrar a última concentração que faltava.
B)
Assim como no item A, o primeiro cálculo será das concentrações das espécies
imediatamente após a mistura.
+
Volume = 10 mL Volume = 10 mL Volume = 20 mL
[Ce4+] = 0,2 mol.L-1 [Fe2+] = 0,2 mol.L-1
0,2mol.L1 10mL
[Ce4+] = 0,1mol.L1
20mL
0,2mol.L1 10mL
[Fe2+] = 0,1mol.L1
20mL
A reação correspondente é igual à do item A. Montamos, então, a tabela
reação/equilíbrio com as concentrações que acabamos de calcular.
Como mencionado no item anterior, constantes de equilíbrio de reações redox são muito
elevadas e consideramos reação total das espécies. Nesse caso, Fe2+ e Ce4+ estão em
proporção estequiométrica e ambos são consumidos completamente.
Fe2+ + Ce4+ ⇌ Fe3+ + Ce3+
Fe2+ Ce4+ Fe3+ Ce3+
Inicial 0,1 0,1 0 0
Reação -0,1 -0,1 +0,1 +0,1
Final 0 0 0,1 0,1
Da tabela, temos [Fe3+] = 0,1 mol.L-1 e [Ce3+] = 0,1 mol.L-1.
Encontraremos as concentrações de Fe2+ e Ce4+ remanescente na solução através da
expressão da constante de equilíbrio , que já foi determinada no item A ( = 1,49 x 1014).
[ Fe 3 ][Ce 3 ]
1,49 1014
[ Fe 2 ][Ce 4 ]
Fazemos [ Fe 2 ] [Ce 4 ] x e temos:
(0,1) (0,1) 0,12 0,12
1,49 1014 2 x 8,19 10 9 mol.L1 8,2 10 9 mol.L1
( x) ( x) x 1,49 1014
Portanto, [Fe2+] = 8,2 x 10-9 mol.L-1 e [Ce4+] = 8,2 x 10-9 mol.L-1.
A) [Fe2+] = 0,10 mol.L-1; [Fe3+] = 0,050 mol.L-1; [Ce3+] = 0,050 mol.L-1; [Ce4+] =1,7 x 10-16mol.L-1
B) [Fe2+] = 8,2 x 10-9 mol.L-1; [Fe3+] = 0,10 mol.L-1; [Ce3+] = 0,10 mol.L-1; [Ce4+] =8,2 x 10-9 mol.L-1
QUESTÃO 17
Identificamos que Zn/Zn2+ é a semi-reação anódica e Cd2+/Cd é a semi-reação catódica.
Em seguida, calculamos E0:
E0cel = E0catodo – E0anodo
E0cel = (–0,403V) – (–0,763V) = 0,360V
Identificamos a reação global pela soma das semi-reações:
Zn ⇌ Zn2+ + 2e-
Cd2+ + 2e- ⇌ Cd
Zn + Cd2+ ⇌ Zn2+ + Cd
Pela equação de Nernst, é válido que no início da reação:
0,0592 [ Zn 2 ]inicial
E E0 log 10
n [Cd 2 ]inicial
0,0592 0,25
E 0,360 log10 0,318V 0,32V
2 0,010
Então, no início de reação se tem potencial E = 0,32 V.
Agora vamos para o cálculo do potencial de cada semi-célula no equilíbrio.
Zn + Cd2+ ⇌ Zn2+ + Cd
Zn Cd2+ Zn2+ Cd
Inicial -- 0,01 0,25 --
Reação -- -0,01 +0,1 --
Final -- 0 0,26 --
Já estipulamos anteriormente que, no equilíbrio, o potencial da célula é 0,00V. Daí,
tiramos que não há diferença de potencial entre catodo e anodo (ddp = 0). Portanto:
Ecatodo – Eanodo = 0 ⇒ Ecatodo = Eanodo
Basta encontrarmos o potencial de uma das semi-células e teremos o potencial da outra.
Escolheremos o zinco (anodo) e jogaremos na expressão de Nernst:
0,0592 1
E Anodo E Anodo
0
log10
n [ Zn 2 ]
Observe que [Zn2+] aparece no denominador da expressão porque estamos calculando
seu potencial de redução (Zn2+ + 2e- ⇌ Zn).
0,0592 1
E Anodo 0,763 log10 0,7803V 0,78V
2 0,26
No equilíbrio, Eanodo = Ecatodo = -0,78V.
Calcularemos eq fixando Ecel = 0,00 V e substituindo E0 = 0,360V na expressão de Nernst.
0,0592 0,0592
0,0 E 0 log 10 0,0 0,360 log 10
n 2
0,360 2
Log10 = 12,16216 1012,16216 1,45 1012 1,4 1012
0,0592
Einicial = 0,32V
Equilíbrio, Ecatodo = Eanodo = -0,78V
eq = 1,4 x 1012
QUESTÃO 18
Quando Ecel = 0, o sistema está em equilíbrio e, portanto, para determinar a concentração
das espécies determinaremos a constante de equilíbrio .
Antes disso, montamos a reação global e preenchemos a tabela reação/equilíbrio.
Zn ⇌ Zn2+ + 2e-
Cu2+ + 2e- ⇌ Cu
Zn + Cu2+ ⇌ Cu + Zn2+
Zn Cu2+ Zn2+ Cu
Inicial -- 2,0 0,10 --
Reação -- -2,0 +2,1 --
Final -- 0 2,1 --
Temos a concentração de zinco II e queremos determinar a concentração de cobre II
remanescente. Agora, de volta ao cálculo da para podermos determinar essa
concentração.
Potencial padrão da célula E0 = 0,337V – (–0,763V) = 1,10V
Fixando E = 0,0
0,0592 0,0592
0,0 E 0 log10 0,0 1,1 log10
n 2
1,1 2
Log10 = 37,16216 1037,16216 1,45 1037
0,0592
Temos e temos [Zn2+], queremos [Cu2+]. Então fazemos:
[ Zn 2 ]
=
[Cu 2 ]
2,1mol.L1 2,1
1,45 10 =
37
2
[Cu 2 ] mol.L1 1,5 10 37 mol.L1
[Cu ] 1,45 10 37
[Cu2+] = 1,5 x 10-37 mol.L-1
[Zn2+] = 2,1 mol.L-1