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Argumento Desígnio

O documento discute o argumento do desígnio, que defende que a complexidade de objetos naturais como o olho indica que foram concebidos por Deus, de forma semelhante a como um relógio indica um relojoeiro.
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Argumento Desígnio

O documento discute o argumento do desígnio, que defende que a complexidade de objetos naturais como o olho indica que foram concebidos por Deus, de forma semelhante a como um relógio indica um relojoeiro.
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Argumento do desígnio

Os defensores do argumento do desígnio (…) defendem que a complexidade e a eficiência de objetos


naturais como o olho são indícios de que tiveram de ser concebidos por Deus. De que outra forma teriam
chegado a ser como são? Tal como, ao observar um relógio, podemos ver que foi concebido por um
relojoeiro, também ao observar o olho, argumentam eles, podemos ver que foi concebido por uma espécie
de Relojoeiro Divino. É como se Deus tivesse deixado uma marca em todos os objetos que fez. (…)
Aqueles que aceitam o argumento do desígnio afirmam que, para onde quer que olhemos, sobretudo
tratando-se da natureza – quer olhemos para árvores, falésias, animais, estrelas, quer seja para o que for
–, encontramos cada vez mais indícios que confirmam a existência de Deus. Porque estas coisas são
concebidas de formas muito mais engenhosas do que um relógio, o Relojoeiro Divino deve,
concomitantemente, ter sido mais inteligente que o relojoeiro humano.
N. Warburton, Elementos Básicos de Filosofia, Gradiva, 1998, p. 33.

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