Redes Multimídia
QoS
Rafael Barão
• Mini – CV
– Perito Criminal Federal do Departamento de
Polícia Federal - MJ
– Ex-Administrador de Redes do Poder Legislativo
da cidade de Guarulhos-SP
– Graduado em Ciência da Computação pela
UNISO em 2010
– Principais Aprovações:
• PF 2013 – Perito Criminal Federal
• SERPRO 2013 – Analista de Suporte
• ANP 2012 – Analista Administrativo
• CNJ 2012 – Analista Judiciário
• CMG 2012 – Administrador de Redes
• DATAPREV 2008 – Analista de TI (Banco de Dados)
Rafael Barão
• Contatos:
[Link]
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rafbarao@[Link]
Escopo
•Abordar os assuntos mais recorrentes e
com fortes tendências para concursos
atuais
• Familiarizar o concursando com os tipos
de questões mais frequentes.
•Abordar as metodologias de resolução
de questões das principais bancas
Bibliografia
QoS – Carga Horária
• 09 vídeo aulas (03h41m57s / 00h24m39s)
– Embasamento Teórico sobre QoS
• Classes de Serviços (CoS) / Requisitos de QoS
• QoS nas camadas de rede
– Técnicas para empregar a QoS
• Reserva de Recursos / Controle de Admissão
• Programação de Pacotes / Buffers
• Balde Furado / Balde de Fichas
– Primeira bateria de questões de aprendizagem
– Serviços Integrados – IntServ
• FlowSpec / Tipos de serviços
• RSVP
• COPS
– Serviços Diferenciados – DiffServ
• Per Hop Behavior – PHB
• DSCP
• Expedited Forwarding – EF PHB / Assured Forwarding – AF PHB
– Segunda bateria de questões de aprendizagem
– Qos na camada de enlace
• IEEE 802.1p (CoS)
• Subnet Bandwidth Manager (SBM)
• QoS no ATM
– Terceira bateria de questões de aprendizagem
Redes Multimídia
QoS
Quality of Service - QoS
• Objetivo
– Melhorar os serviços prestados sobre tecnologias de
comunicação por fluxo de dados
• Fluxo de dados
– Uma sequência de pacotes que transitam desde uma
origem até um destino
– QoS busca atender as necessidades específicas de
cada fluxo
• Tipos de fluxos distintos
• Nível de desempenho satisfatório para o
funcionamento das aplicações
Quality of Service - QoS
• Desafios
– Nem todo tráfego deve ser tratado igualmente
• Coexistência de tráfego distinto
– Clientes podem pagar mais por um serviço melhor
• Velocidades variantes
– Core da internet é baseado no melhor esforço
• Muitos roteadores não foram fabricados
para prover QoS
Quality of Service - QoS
• QoS não faz
– Não divide o link em links lógicos menores
• Compartilha os recursos de forma proporcional às
necessidades
– Não evita que pacotes sejam eliminados
• Auxilia na redução de perdas
– Não resolve link saturado
• Diminui os picos de tráfego
• Usa a banda de forma eficaz
Quality of Service - QoS
• QoS atua de forma profilática
– Reduzindo o congestionamento
– Melhorando o desempenho
– Protegendo aplicações sensíveis
• Baseado nas Classes de Serviços - CoS
– Agrupamento de tipos similares de tráfego
– Cada classe possui um nível de prioridade
– Classificação baseada nos requisitos de QoS
• Confiabilidade
• Largura de banda
• Atraso
• Variação do atraso
Requisitos/Componentes da QoS
• Confiabilidade (Perda de pacotes)
– Integridade dos dados
– Recursos
• Cálculo de verificação
• Retransmissão
• Controle de congestionamento
• Largura de banda (Vazão ou Througput)
– Velocidade de transmissão
– Recursos
• Aprimoramento tecnológico
• Distribuição eficiente
Requisitos/Componentes da QoS
• Atraso (Latência, Retardo ou Delay)
– Fim-a-fim
• Transmissão
• Filas
• Processamento
– Recursos
• Atraso na reprodução
• Uso de Buffers
• Variação do atraso (Flutuação ou Jitter )
– Atraso variável entre pacotes pertencentes a um mesmo
fluxo
– Recursos
• Número de sequência
• Marca de tempo
Classificação das Aplicações
• Elásticas
– Aplicações clássicas da internet
• Correio Eletrônico
• Transferência de arquivos
• Navegação Web
• Login Remoto
– Alta confiabilidade
• Não aceita perdas
– Admite-se atrasos e jitter
– Informações codificadas como dados
– Transmissão assíncrona
Classificação das Aplicações
• Não Eslásticas/Inelástica
– Aplicações que surgiram com o aprimoramento das
tecnologias de rede
• Áudio por demanda
• Vídeo por demanda
• Telefonia
• Videoconferência
– Alta sensibilidade à flutuação
– Baixa confiabilidade
• Aceita perdas
– Informações codificadas como stream
– Transmissão síncrona
Aplicações X Requisitos de QoS
Camadas - QoS
• Camada 1
– Circuitos separados
– Recursos redundantes
– Novas tecnologias
• Camada 2
– ATM - Asynchronous Transfer Mode
• CBR - Constant Bit Rate
• VBR - Variable Bit Rate
• ABR - Available Bit Rate
• UBR - Unspecified Bit Rate
– 802.1p (CoS)
• Tag no quadro ethernet
• QoS na camada MAC
Camadas - QoS
• Camada 2.5
– MPLS - Multi Protocol Label Switching
• Adiciona um rótulo
– Classe do tráfego
– Prioridade
• Camada 3
– IntServ
• RSVP - Resource reSerVation Protocol
– DiffServ
• DSCP - Differentiated Services Code Point
Técnicas para melhorar a QoS
• Métodos utilizados para melhorar a QoS em
algum ponto da rede
• Nenhuma técnica isoladamente proporciona
QoS total
• Soluções práticas combinam várias dessas
técnicas
Técnicas para melhorar a QoS
• Melhor esforço (Best Effort)
– Não é uma técnica de QoS
– Serviço padrão oferecido pelas redes IP
– Roteador faz o melhor possível
– Não há garantia de entrega
– Mesmo tratamento para os pacotes
– Não atende aos requisitos de QoS da maioria das
aplicações
Técnicas para melhorar a QoS
• Superdimensionamento
– Alta capacidade
• Roteadores
• Buffers
• Largura de banda
– Pacotes transmitidos sem problemas
– Ex. Sistema Telefônico
• Capacidade maior que a demanda
– Custo elevado
Técnicas para melhorar a QoS
• Reserva de Recursos
– Configurada previamente
– Similar a um circuito virtual
• Pacotes pertencentes a um fluxo seguem a mesma rota
– Recursos
• Largura de Banda
• Espaço em Buffer
• Ciclos de CPU
Técnicas para melhorar a QoS
• Controle de Admissão
– Mecanismo utilizado por roteadores para aceitar ou
rejeitar um fluxo
– Especificação do fluxo
• Parâmetros predefinidos e necessários para transmissão do
fluxo
– Verifica os recursos disponíveis e compromissos
assumidos anteriormente
• Roteamento Proporcional
– Dividir partes do fluxo entre vários
caminhos distintos
– Ex. ECMP do OSPF
Técnicas para melhorar a QoS
• Programação de pacotes
– Formação de Filas FIFO (First In First Out) / FCFS (First
Come First Served)
• Buffer antes do processamento
• Se a entrada for maior que a saída, descarta-se pacotes
– Formação de Filas por Prioridade / Enfileiramento
Prioritário
• Pacotes possuem níveis de prioridade
– Cada nível possui uma fila
– Fluxos de mesma prioridade aplica-se a política FIFO
• Só processa a fila de menor prioridade se a de maior
prioridade estiver esgotada
– Pode causar inanição
• Fornece melhor QoS que a FIFO
Técnicas para melhorar a QoS
• Programação de pacotes
– Formação de Filas Ponderadas / Enfileiramento
Justo Ponderado
• WFQ (Weighted Fair Queueing)
• Pacotes possuem classificações distintas (Pesos)
– Cada classificação possui uma fila
• Realiza varredura cíclica
• Suporta pacotes de tamanhos
variáveis
• Não há inanição
Técnicas para melhorar a QoS
• Armazenamento em buffers
– Controle no lado receptor
– Não afeta a confiabilidade nem a largura de banda
– Aumenta o retardo inicial
– Suaviza a flutuação
– Muito usado no áudio/vídeo por demanda
– Tamanho do buffer está associado ao tempo de
retardo desejado
Técnicas para melhorar a QoS
• Moldagem de Tráfego
– Controle realizado no remetente
• Transmissão de pacotes irregular
– Regula a quantidade e a velocidade do tráfego
• Taxa média de transmissão na origem
– Reduz o congestionamento
– Evita a perda de pacotes
– Contrato entre usuário e concessionária
• Acordo de nível de serviço (SLA)
• Policiamento de Tráfego
Técnicas para melhorar a QoS
• Moldagem de Tráfego
– Algoritmo do Balde Furado (Leaky Bucket)
• Padrão de saída rígido
– Velocidade de entrada pode variar, mas a saída será constante
• Transforma um fluxo de pacotes irregular em um fluxo
regular
– Suaviza rajadas
– Reduz o congestionamento
– Realiza o controle de fluxo
Técnicas para melhorar a QoS
• Moldagem de Tráfego
– Algoritmo do Balde Furado (Leaky Bucket)
• Implementado por uma fila finita
– Interface de rede
– Sistema Operacional
• Descarta pacotes quando enche
• Não considera a ociosidade
– Pode fazer com que o balde transborde
Técnicas para melhorar a QoS
• Moldagem de Tráfego
– Algoritmo do Balde de Símbolos/Fichas (Token
Bucket)
Técnicas para melhorar a QoS
• Moldagem de Tráfego
– Algoritmo do Balde de Símbolos/Fichas (Token Bucket)
• O balde retém tokens a cada intervalo determinado
• O host só transmite se houver tokens no balde
– Cada token permite o envio de x bytes
– A cada x bytes enviados, o host deve destruir um token
• Permite rajadas controladas
– O tamanho máximo da rajada é determinado pela
quantidade de tokens que o balde pode armazenar
Técnicas para melhorar a QoS
• Moldagem de Tráfego
– Token Bucket + Leaky Bucket
• O leaky bucket é colocado depois do
token bucket
• Evita o problema da ociosidade e
mantém o fluxo constante
• A vazão do leaky bucket deve ser maior
do que os pacotes transmitidos após o
descarte de tokens
• O tamanho do leaky bucket deve ser
maior do que a rajada máxima do token
bucket
Questões de Aprendizagem
Conceitos e técnicas de QoS
TRT 9º – FCC 2013 – Analista Judiciário – Tecnologia da Informação
1) Normalmente a Internet trabalha com a filosofia do melhor esforço: cada
usuário compartilha largura de banda com outros e, portanto, a transmissão
de seus dados concorre com as transmissões dos demais usuários. Os dados
empacotados são encaminhados da melhor forma possível, conforme as rotas
e banda disponíveis. Quando há congestionamento, os pacotes são
descartados sem distinção. Não há garantia de que o serviço será realizado
com sucesso. Entretanto, aplicações como voz sobre IP e videoconferência
necessitam de tais garantias. A tecnologia utilizada para oferecer maior
garantia e segurança para aplicações deste tipo, atribuindo prioridade para a
entrega de pacotes é conhecida como
A. DNS.
B. Bandwidth.
C. VPN.
D. QoS.
E. Denial of Service.
Petrobrás – CESGRANRIO 2012 – Engenheiro de Telecomunicações Júnior
2) Em uma rede orientada a conexões, os pacotes que pertencem a um fluxo
seguem a mesma rota, enquanto que, em uma rede não orientada a
conexões, esses pacotes podem seguir rotas diferentes. As necessidades de
cada fluxo são definidas por quatro parâmetros que determinam a qualidade
de serviço (QoS).
Esses parâmetros são, respectivamente,
A. largura de sinal, atenuação, sincronismo e perda
B. tipo de sinal, atraso, sincronismo e perda
C. largura de sinal, atenuação, flutuação e distância
D. tipo de sinal, atenuação, sincronismo e distância
E. largura de banda, atraso, flutuação e perda
TRT 17ª – CESPE 2013 – Analista Judiciário – Tecnologia da Informação (adaptada)
Com base em QoS (Quality of Service), julgue o item que se segue.
3) Quando se utiliza QoS para o tráfego de aplicações, é possível limitar a
velocidade do tráfego de dados na rede, o que permite que determinadas
aplicações tenham prioridade e maior velocidade quando seus dados
passarem pela rede. Esse tipo de controle é suportado pelos algoritmos leaky
bucket e token bucket.
TRT 24ª – FCC 2011 – Analista Judiciário – Tecnologia da Informação
4) Na QoS, é um parâmetro importante ( SLA ) para as aplicações executadas
em rede cuja operação adequada depende, de alguma forma, da garantia de
que os pacotes de informação devem ser processados em períodos de tempo
bem definidos (trata da variação no tempo e na sequência de entrega das
informações), como é o caso de VoIP. Trata-se de
A. latência.
B. vazão.
C. disponibilidade.
D. jitter.
E. router.
ANAC – CESPE 2012 – Analista Administrativo – Área 5 (adaptada)
Acerca de QoS (quality of service ), julgue o item a seguir.
5) Uma interface de rede que utilize o algoritmo leaky bucket e que tenha
grande quantidade de dados para ser transmitida mantém constante a
quantidade de transmissão, modelando o tráfego.
TJ/SE – FCC 2009 – Analista Judiciário – Análise de Sistemas
6) É a capacidade dos dispositivos de dar prioridades diferentes a tipos
diferentes de mensagens, de forma que algumas, como dados telefônicos de
voz, sejam transmitidas mais rapidamente que outras, como e-mails, por
exemplo. Trata-se de
A. DNS.
B. DoS.
C. VPN.
D. QoS.
E. VoIP.
TRT 14ª – FCC 2011 – Analista Judiciário – Tecnologia da Informação
7) Considere:
I. Domínio.
II. Confiabilidade.
III. Retardo.
IV. Multiplexação.
V. Flutuação.
VI. Largura de Banda.
Dos parâmetros apresentados, definem a QoS SOMENTE o que consta em
A. I, II e IV.
B. II, III e IV.
C. III, IV e V.
D. II, III, V e VI.
E. I, II, III, V e VI.
ANTT – CESPE 2013 – Analista Administrativo – Tecnologia da Informação - Infra
Julgue os próximos itens, acerca de QoS (quality of service).
8) Leaky bucket é um mecanismo para regulação capaz de definir a taxa
média de utilização da rede, podendo limitar a taxa de pacotes trafegados por
segundo.
9) Enfileiramento prioritário é um mecanismo de escalonamento que trata os
pacotes que chegaram ao enlace primeiro e os prioriza na fila de saída.
CGU – ESAF 2012 – Analista de Finanças e Controle – Tecnologia da Informação - Infra
10) São requisitos de Qualidade de Serviço (QoS - Quality of Service ):
A. Capacidade, Jitter, Sincronização, Banda estável.
B. Confiabilidade, Retardo, Flutuação no Jitter, Largura de Banda.
C. Capacidade do enlace, Jitter, Sincronização, Banda variável.
D. Confiabilidade, Retardo, Flutuação do tempo de transmissão, Largura de
Banda.
E. Capacidade, Retardo, Flutuação no Jitter, Banda estável.
TJ/SE – CESPE 2014 – Analista Judiciário - Redes
As redes IP atuais podem utilizar mecanismos de classificação de pacotes em função
dos tipos de serviços que são transportados. Considerando os critérios que devem ser
observados no uso de qualidade de serviço em redes, julgue os itens seguintes.
11) No controle de admissão, o principal objetivo é evitar que o buffer atinja seu limite
calculado, excluindo, assim, a possibilidade de retransmissão dos pacotes quando o
TCP estiver sendo usado.
12) O algoritmo leaky bucket deve ser usado sempre que for necessária uma taxa
constante na saída controlada, independentemente da taxa de chegada dos pacotes
na entrada.
Gabarito
1. D
2. E
3. C
4. D
5. C
6. D
7. D
8. C
9. E
10. D
11. E
12. C
Redes Multimídia
Modelos para implementação
de QoS na Internet
Serviços Integrados - IntServ
• Proposta da IETF
• Implementa reserva de recursos em redes IP
• Baseado em fluxo
– Fluxos individuais
– Primeiro reserva recursos e depois estabelece a
sessão
– Necessidade de sinalização
• Protocolo RSVP
Serviços Integrados - IntServ
• Transmissão em multicast
– Atua também em unicast
– Possibilita que vários transmissores enviem dados
para vários grupos de receptores
• Otimiza o uso da largura de banda
• Elimina o congestionamento
• Reserva prévia de recursos
– Overhead de tráfego
– Toda a rede deverá implementar o RSVP
– Roteadores mantêm informações sobre o
estado
Serviços Integrados - IntServ
• Controle de admissão
– Roteador admite ou nega a solicitação de reserva
– Todos roteadores de um caminho precisam
concordar em reservar recursos
– Controle de políticas
• Especificação de fluxo - FlowSpec
– Resource Spec – Rspec
• Recursos que a aplicação deseja reservar
– Traffic Spec – Tspec
• Características de tráfego do fluxo
Serviços Integrados - IntServ
• Classes de Serviços (CoS)
– Serviços Garantidos/Assegurados
• Tráfego em tempo real
• Garante que os pacotes chegarão em certo tempo
• Garante que não haverá descartes
• Serviços Quantitativos
– Serviços Controlados
• Aplicações que podem aceitar atrasos
• Sensibilidade a rede congestionada e
descarte pacotes
• Serviços Qualitativos
Serviços Integrados - IntServ
• Problemas
– Escalabilidade
• Roteadores armazenam informações de cada fluxo
• Viável em uma rede pequena
• Redes grandes como a Internet, torna-se impraticável
– Limitação de Tipos de Serviços
• Apenas duas classes de serviços
• Aplicações multimídia necessitam de uma
maior quantidade de níveis de prioridade
Resource reSerVation Protocol - RSVP
• Protocolo de Sinalização
– Opera antes do envio dos dados
– Não transporta dados
• Implementa a reserva de recursos
• Não é um protocolo de roteamento
– Similar a um protocolo de controle
• Sinalização projetada para multicast
• Reserva recurso para todos os
tipos de tráfego
Resource reSerVation Protocol - RSVP
• Reserva baseada no Receptor
– Receptor inicia a reserva de recursos
• A transmissão do fluxo é simplex
– Fluxo unidirecional
• Estado Soft
– Informações de reserva de um fluxo precisam ser
periodicamente atualizadas
– Tempo padrão é de 30s
Resource reSerVation Protocol - RSVP
• Principais mensagens
– PATH
• Path Establishment
• Usada pelo emissor para anunciar e especificar as características de
seus fluxos
• Informações
– Rotas para se alcançar o emissor
– Dados que serão transmitidos
– RESV
• Reservation Request
• Usada pelos receptores para alertar a rede sobre seu interesse em
um fluxo
• Contém o FlowSpec
– ResvConf
• Reservation Confirmation
– ResvErr
• Reservation error
Resource reSerVation Protocol - RSVP
• Funcionamento
Commom Open Police Service - COPS
• Responsável pelo controle de políticas
• Propaga as políticas de QoS entre roteadores de
um mesmo domínio
• Utiliza TCP como protocolo da camada de
transporte
• Personagens
– PDP - Policy Decision Point
• Servidor que define as políticas
– PEP - Policy Enforcement Point
• Entidade que aplica as políticas
• Contacta o PDP para avaliar a requisição
Serviços Diferenciados - DiffServ
• Proposta da IETF
• Baseado em classes
– Aplicações com os mesmos requisitos de QoS
– Agregação de fluxos
• Fluxo X Classe
– Ex. Telefonia
• Fluxo
– Cada chamada obtém seus próprios recursos e garantias
• Classe
– Todas as chamadas possuem recursos exclusivos para a classe “telefonia”
– Nenhuma chamada recebe recursos privados
• Abordagem mais simples
– Não exige configuração antecipada
– Não há reserva de recursos individual
– Não realiza negociação fim a fim
Serviços Diferenciados - DiffServ
• Facilidade de implantação
– Não necessita de protocolo para sinalização
– Utiliza o campo DS para distinção da prioridade
• Melhor Escalabilidade
– Roteadores não armazenam informações de estado
– Armazenam apenas informações sobre como tratar cada
classe distinta
• Per Hop Behavior – PHB
– Comportamento por salto
– Não há reserva fim a fim
– Cada nó toma decisões de tratamento
com base no campo DS
Serviços Diferenciados - DiffServ
• Domínio DS
– Conjunto de roteadores
– Pertence a uma entidade administrativa
– Possui um conjunto coerente de políticas DS
Serviços Diferenciados - DiffServ
• Domínio DS
– Os serviços fornecidos são definidos em um SLA
• Especifica o serviço de encaminhamento que o cliente deverá receber
para diversas classes de pacotes
– Clientes
• Usuário
• Domínio DS
– Responsabilidades do provedor
• Configurar as políticas de encaminhamento apropriadas em cada
roteador
• Medir continuamente o desempenho oferecido a cada classe
• Realizar o policiamento de tráfego
Serviços Diferenciados - DiffServ
• Arquitetura DS
– Função de borda
• Classificação de pacotes e condicionamento do tráfego
• Contabilização de pagamento e imposição de acordos
• Realizado por um host ou pelo primeiro roteador
• Maior complexidade
– Função central
• Envia os pacotes empregando a QoS
definida no campo DS
• Aplica o PHB
Serviços Diferenciados - DiffServ
• Arquitetura DS
– Função de borda
• Classificador
– Classifica os pacotes com base nos endereços, nas portas, no tipo de tráfego
• Medidor
– Mede o tráfego submetido para verificar a conformidade com um perfil
• Marcador
– Preenchimento do campo DS
• Modelador/Regulador
– Shaper
» Molda o tráfego
– Dropper
» Descarta pacotes
Serviços Diferenciados - DiffServ
• Arquitetura DS
– Função central
• Fase Per-Hop Behavor
– Influencia a maneira pela qual os buffers e a largura de banda
de um roteador são compartilhados entre as classes de
tráfego concorrentes
» Enfileiramento
» Descarte
– O DiffServ não determina como deve
ser feito o gerenciamento dos recursos
dos roteadores
» Apenas define classes
Serviços Diferenciados - DiffServ
• Campo DS
– Redefine o layout de campos do datagrama IP
• ToS do IPv4
• Traffic Class do IPv6
– Subcampos
• DSCP (Differentiated Services Code Point)
– Ponto de código de diffserv
– 6 bits
– Define o PHB
• CU (Currently Unused)
– 2 bits
– Usado para codificações futuras
Serviços Diferenciados - DiffServ
• Tipos de PHB
– Expedited Forwarding – EF PHB
• Prioridade mais alta
• Dois canais lógicos em uma linha física
– VIP
– Comum
• Mesmo em caso de sobrecarga do roteador por outras
classes, deve haver recursos suficientes para EF
• Aplicação de limites nos recursos
– Baixa perda
– Baixa latência
– Largura de banda garantida
• Indicado para VoIP, videoconferência, VPNs
Serviços Diferenciados - DiffServ
• Tipos de PHB
– Assured Forwarding – AF PHB
– Fornece um serviço melhor que o melhor esforço
• Sem garantias rígidas de QoS
– Define 4 classes de prioridade
• Cada classe possui seus próprios recursos
• Descarte preferencial
– 3 probabilidades de descarte de pacotes
» Alto
» Médio
» Baixo
• Indicado para aplicações Cliente e Servidor
Serviços Diferenciados - DiffServ
• Tipos de PHB
– Default Forwarding – DF PHB
• Tráfego sem QoS
• Melhor esforço
• O campo DSCP é preenchido com zeros
• Mantém a compatibilidade com roteadores que não
implementam DiffServ
IntServ X DiffServ
Questões de Aprendizagem
IntServ e DiffServ
DPF – CESPE 2013 – Perito Criminal Federal – Área 3 (adaptada)
Julgue o item que se segue, referente a técnicas de comunicação, topologias,
arquiteturas e protocolos relacionados às redes de computadores.
1) Com relação à qualidade de serviço (QoS) na camada de rede IP, os serviços
diferenciados (DiffServ) são embasados no conceito de classes de serviços. Os
serviços integrados (IntServ), por sua vez, utilizam uma abordagem de
parametrização na qual é necessária a reserva prévia de recursos nos
roteadores com o uso do protocolo de sinalização RSVP (Resource
Reservation Protocol).
MPE/SE – FCC 2013 – Analista do Ministério Público
2) A Internet Engineering Task Force - IETF possui dois grupos de trabalho que
objetivam estender a arquitetura atual da Internet para prover diferentes
níveis de qualidade de serviço para usuários. Um desses grupos propõe um
modelo de qualidade de serviço, que tem o propósito de garantir níveis de
qualidade de serviço fim a fim, através de recursos reservados e
estabelecimento de chamada. Ele utiliza-se do protocolo Resource
Reservation Protocol - RSVP para sinalizar as necessidades de QoS para cada
dispositivo ao longo da rede, permitindo que vários transmissores enviem os
dados para vários grupos de receptores, eliminando o congestionamento da
rede. Esse modelo é conhecido como
A. DiffServ.
B. IntServ.
C. SOA.
D. RINA.
E. OverQoS.
TRT 24ª – FCC 2011 – Analista Judiciário – Tecnologia da Informação
3) As aplicações solicitam sua necessidade de QoS à rede por meio do
protocolo de sinalização
A. SNMP.
B. RSVP.
C. DHCP.
D. HDLC.
E. POP3.
Banco da Amazônia – CESPE 2010 – TI – Suporte Técnico
No que concerne a definições e características relacionadas a QoS, julgue os itens
subsequentes.
4) A estrutura IntSerV desenvolvida pela IETF busca fornecer garantias de QoS às
aplicações na Internet. Essa estrutura é composta de duas características básicas:
reserva de recursos e estabelecimento de sessão. O estabelecimento de sessão entre a
origem e o destino está condicionada à reserva prévia, em cada roteador no trajeto,
dos recursos de QoS necessários à comunicação.
5) O RSVP (resource reservation protocol) é um protocolo de roteamento que permite
que seja feita a reserva de recursos de QoS e determina em quais enlaces essa reserva
deve ser feita.
6) As técnicas utilizadas para prover QoS incluem a do balde furado (leaky bucket) e a
do balde de fichas ( token bucket ). A primeira permite um tráfego em rajadas a uma
velocidade máxima regular, enquanto a segunda ajusta o tráfego em rajadas para uma
velocidade fixa.
MCT/FINEP – CESPE 2009 – Informação e Informática – Suporte Técnico
7) No TCP/IP, o campo TOS ( type of service ) equivale ao
A. TCP.
B. MPLS.
C. DSCP.
D. checksum.
E. autosum.
INMETRO – CESPE 2009 – Analista Executivo em Metrologia e Qualidade – Redes (adaptada)
Até recentemente, os administradores de redes de comunicação
preocupavam-se apenas com o tráfego de dados, e questões como qualidade
de serviço e variação de atraso ainda não eram tão críticas. Com a
convergência de dados e mídia ( voz e vídeo ), o cenário mudou bastante e
essas questões tornaram-se de suma importância. No que se refere a esse
assunto, e à convergência de serviços, de protocolos e de aplicações, julgue o
item subsequente.
8) No differentiated services ( DiffServ ), um pacote contendo apenas zeros no
campo differentiated services code point (DSCP) significa que o mesmo
receberá um serviço de melhor esforço ( best effort ).
MPE/SE – FCC 2009 – Analista do Ministério Público – Análise de Sistemas
9) Na pilha de protocolos estabelecida para QoS, comunica-se com o UDP e é
utilizado na reserva de recursos. Possibilita que diversos transmissores
enviem dados para vários grupos de receptores, otimiza o uso da largura de
banda e elimina o congestionamento. Essas são algumas das características
do protocolo
A. RTSP.
B. PPP.
C. RTCP.
D. RSVP.
E. SMNP.
MEC – CESPE 2011 – Atividade Técnica de Complexidade Gerencial – Gerente de Telecom
Em engenharia de tráfego, é comum a otimização da transmissão por meio de técnicas
que envolvam qualidade de serviço - quality of service (QoS) -, utilizando-se, para isso,
diversos protocolos e tecnologias. A esse respeito, julgue os itens.
10) Com o protocolo RSVP (resource reservation protocol) a aplicação não é capaz de
notificar antecipadamente de que recurso da rede ela necessitará. Apenas roteadores
intermediários fazem essa notificação.
11) O DiffServ, modelo de serviços diferenciados, implementa QoS com base na
definição de tipos de serviços.
12) O modelo de serviços diferenciados é caracterizado pela reserva de recursos.
MEC – CESPE 2011 – Atividade Técnica de Complexidade Gerencial – Gerente de Telecom
Em engenharia de tráfego, é comum a otimização da transmissão por meio de técnicas
que envolvam qualidade de serviço - quality of service (QoS) -, utilizando-se, para isso,
diversos protocolos e tecnologias. A esse respeito, julgue os itens.
13) Em uma rede com RSVP (resource reservation protocol), os receptores escolhem o
nível de recursos a serem reservados e, de maneira geral, a rede responde
explicitamente se admite ou rejeita as requisições de reserva de recurso.
14) Em redes com arquitetura de serviços integrados, existe, entre domínios
adjacentes, um acordo - o SLA (service level agreement) - que estabelece os serviços
que serão disponibilizados entre esses mesmos domínios.
SERPRO – CESPE 2013 – Redes
Com relação a requisitos de aplicações, protocolos e modelos de QoS adotados na
Internet, julgue os itens subsecutivos.
15) O modelo de serviços integrados (intserv) foi introduzido pelo IETF como
alternativa ao modelo baseado em serviços diferenciados (diffserv), considerado
pouco escalável.
16) O modelo de serviços diferenciados considera funções centrais (relativas à
classificação de pacotes e ao condicionamento de tráfego) e uma função de borda
(relativa ao envio de pacotes). Com relação às funções centrais, os pacotes são
marcados, por exemplo, no primeiro roteador de borda habilitado a diffserv, com base
na classe de tráfego à qual pertencem.
Gabarito
1. C
2. B
3. B
4. C
5. E
6. E
7. C
8. C
9. D
10. E
11. C
12. E
13. C
14. E
15. E
16. E
Redes Multimídia
QoS na camada de enlace
IEEE 802.1p (CoS)
• IEEE 802
– Institute of Electrical and Electronics Engineers
– Comitê de Padronização de Redes Locais e
Metropolitanas
– Subdividido em vários subcomitês
• 802.3 – Ethernet
• 802.1 – Interface entre as camadas superiores
• 802.15 – WPAN
• 802.11 – Wi-Fi
IEEE 802.1p (CoS)
• Emprega QoS na camada MAC
• Objetivo
– Realizar encaminhamento expresso
• Complementa um mecanismo de QoS mais complexo
– Uso isolado é inadequado
• Necessidades
– Os elementos de rede precisam de mecanismos de
controle de QoS
– Implementação de filas separadas
• Usado principalmente nas bridges
– Maior gargalo
IEEE 802.1p (CoS)
• Não é um padrão definido
– Faz parte do 802.1Q
• VLANs
• Priorização de quadros
– Utiliza o campo de priorização existente
• Q-tag (802.1Q)
IEEE 802.1p (CoS)
• Q-tag (802.1Q)
– Tag Protocol Identifier (TPID)
• Valor fixo 0x8100 (2 bytes)
• Anuncia que os próximos 2 bytes contêm informações de VLAN e
Prioridade
– Tag Control Information (TCI)
• Priority Code Point (PCP)
– 3 bits
– 8 classes de tráfego
» CS0 a CS7
• Canonical Format Indicator (CFI)
– 1 bit
– Encapsulamento Token Ring
• VLAN Identifier (VID)
– 12 bits
– Identifica a qual VLAN o quadro pertence
IEEE 802.1p (CoS)
• QoS nas redes Ethernet
– Inserção da Q-tag
– O quadro Ethernet não pode exceder 1518 bytes
– 802.3ac
• Estende o tamanho máximo do quadro para 1522 bytes
• Adição da Q-tag entre o campo End. Origem e
EtherType/Tamanho
• Inserção e remoção da Q-tag via hardware
– Camadas superiores desconhecem a Q-tag
Subnet Bandwidth Manager (SBM)
• RFC 2814
• IntServ é uma solução da camada de rede
– Não se aplica a camada de enlace
• Reserva de recursos em LAN
– Redes baseadas no IEEE 802
– Camada 2
• Baseado no RSVP
– Método de sinalização
– Controle de admissão
– Gerenciamento de largura de banda
• Não define controle de tráfego para a camada de
enlace
QoS no ATM
• CBR (Constant Bit Rate)
– Maior prioridade
– Conexões que necessitam de banda fixa
• Requisitos de tempo bastante apertados
– Simula uma largura de banda uniforme e um
retardo uniforme
– Alto custo
– Ex. Videoconferência, Telefonia
– Classe A
QoS no ATM
• VBR (Variable Bit Rate)
– Tráfego em rajadas que necessitam de garantia de banda
• Taxa de bits pode variar
– Requisitos de tempo apenas apertados
– RT-VBR (Real Time Variable Bit Rate)
• Necessidade de tempo real
• Taxa de bits pode variar
• Ex. Videoconferência compactada
• Classe B
– NRT-VBR (Non-Real Time Variable Bit Rate)
• Entrega pontual é importante
• Certo retardo é aceitável
• Ex. Áudio/Vídeo sob demanda
• Classe C
QoS no ATM
• ABR (Available Bit Rate)
– Melhor esforço
– Tráfego prescinde da garantia de banda
– Taxa de bits varia de acordo com a disponibilidade
– Possui controle de fluxo
• Ajusta dinamicamente a largura de banda disponível
– Classe D
• UBR (Unspecified Bit Rate)
– Melhor esforço
– Aplicações muito tolerantes a retardo e perda de células
– Não possui controle de fluxo
– Classe D
Questões de Aprendizagem
QoS
SERPRO – CESPE 2008 – Técnico – Qualificação Operação de Redes
A respeito de qualidade de serviço (QoS), Diffserv, Filas, DSCP e CoS, julgue os itens a
seguir.
1) O protocolo IP possui um campo denominado ToS ( type of service ) que possibilita
a escolha de alguns serviços como minimizar custos, maximizar vazão, entre outros,
formando o início de uma qualidade de serviço para certos tipos de dados. O DiffServ
faz uso do campo ToS do cabeçalho do IPv4, ou campo DS usado na nomenclatura
DiffServ.
2) O grupo DiffServ do IETF (Internet Engineering Task Force) definiu duas classes para
dar suporte aos diversos modelos de aplicativos na Internet: EF (expedited
forwarding) e AF ( assured forwarding ). A forma de encaminhamento dos pacotes no
modelo EF ou AF é conhecida como PHB ( per hop behavior ). Quatro classes de
serviço predominam no modelo EF.
Correios – CESPE 2011 – Analista de Correios – Engenharia de Rdes de Comunicação
Julgue os itens seguintes, referentes a qualidade de serviços em redes IP.
3) Na diferenciação de serviços, durante a fase de PHB (per-hop behavior) são
realizados os mecanismos de enfileiramento e descarte de pacotes, os quais ocorrem
sempre a cada salto (hop) na rede.
4) FIFO (first in first out) é um dos mecanismos de enfileiramento que podem ser
usados para melhorar o desempenho de ambientes com qualidade de serviço.
5) Se, na análise de uma sequência de comunicação, uma mensagem path for
detectada, será correto inferir que o ambiente funciona com a arquitetura INTServ
(serviços integrados) e que a mensagem poderá ser a resposta a um comando Resv de
solicitação de reversa.
MPE/RR – CESPE 2008 – Analista de Redes (adaptada)
Com relação a qualidade de serviço, aplicações de voz e imagem sobre redes, julgue
os itens seguintes.
6) O termo multimídia, que, tradicionalmente, se refere ao uso de vários tipos de
mídia, também se refere às aplicações que precisam de processamento em tempo
real, tais como VoIP, streaming de áudio, streaming de vídeo e WWW.
7) Para a implementação de qualidade de serviço, podem-se utilizar técnicas tais como
IntServ e Diffserv. No caso do IntServ, os pacotes na rede são marcados no campo DS
de 6 bits do seu cabeçalho com valores específicos que identificam como será o
encaminhamento do pacote na rede.
ANA – ESAF 2009 – Analista Administrativo – Administração de Redes e Segurança
8) Analise as seguintes afirmações sobre o protocolo de reserva de recursos
(RSVP):
I. Oferece apenas dois tipos de serviços: carga controlada e serviço garantido.
II. O serviço de carga controlada requer largura de banda específica.
III. O serviço garantido requer o estabelecimento de um atraso máximo.
Assinale a opção correta.
A. Apenas as afirmações I e II são verdadeiras.
B. Apenas as afirmações I e III são verdadeiras.
C. Apenas as afirmações II e III são verdadeiras.
D. As afirmações I, II e III são verdadeiras.
E. Nenhuma das afirmações é verdadeira.
INMETRO – CESPE 2010 – Pesquisador – Ciência da Computação (adaptada)
Em relação aos conceitos de Qualidade de Serviço (QoS) em redes de computadores,
julgue os itens.
9) Programação, formatação de tráfego, reserva de recursos e controle de admissão
são técnicas para melhorar a QoS .
10) Balde furado e balde de fichas são técnicas de controle de admissão.
11) Serviços integrados é um modelo de QoS baseado em fluxo, desenvolvido para o
protocolo TCP.
12) O RSVP é um protocolo de sinalização que ajuda o IP a criar um fluxo e fazer
formatação de tráfego.
MP/MA – FCC 2013 – Analista Ministerial – Redes e Infraestrutura
13) O cabeçalho 802.1p inclui um campo para priorização, que permite que
pacotes sejam agrupados em várias classes. Este campo é formado por
A. 3 bits.
B. 256 bits.
C. 8 bits.
D. 16 bits.
E. 5 bits.
TCE/AP – FCC 2012 – Analista de Controle Externo – Tecnologia da Informação
14) Considere as seguintes características:
I. Taxa de transferência variável.
II. Destinada a tráfego que não pode ter qualquer tipo de atraso.
III. Um dos SLAs é a taxa de transferência de rajada.
Dentre as classes de QoS oferecidas pelas redes ATM, as características
apresentadas pertencem à classe
A. A.
B. B.
C. C.
D. D.
E. E.
Gabarito
1. C
2. E
3. C
4. C
5. E
6. E
7. E
8. B
9. C
10. E
11. E
12. E
13. A
14. B
Redes Multimídia
Resumo geral do módulo
QoS
Resumex
• Classes de Serviços - CoS
– Agrupamento de tipos similares de tráfego
– Cada classe possui um nível de prioridade
• Requisitos de QoS
– Confiabilidade (Perda de pacotes)
• Integridade dos dados
– Largura de banda (Vazão ou Througput)
• Velocidade de transmissão
– Atraso (Latência, Retardo ou Delay)
• Soma de todos os atrasos no caminho
– Variação do atraso (Flutuação ou Jitter )
• Atraso variável entre pacotes
Resumex
• Classificação das Aplicações
– Elásticas
• Aplicações clássicas da internet
• Alta confiabilidade
• Admite-se atrasos e jitter
– Não Eslásticas/Inelástica
• Aplicações multimídia
• Alta sensibilidade à flutuação
• Baixa confiabilidade
Resumex
• Melhor esforço (Best Effort)
– Serviço padrão oferecido pelas redes IP
– Não há garantia de entrega
– Tratamento igualitário
– Não atende aos requisitos de QoS
• Técnicas para QoS
– Reserva de Recursos
• Similar a um circuito virtual
• Recursos
– Largura de Banda
– Espaço em Buffer
– Ciclos de CPU
Resumex
• Técnicas para QoS
– Controle de Admissão
• Verifica os recursos disponíveis e compromissos assumidos
anteriormente
• Roteador aceita ou rejeita a reserva de um fluxo
– Programação de pacotes
• Formação de Filas FIFO (First In First Out)
• Formação de Filas por Prioridade / Enfileiramento Prioritário
– Pacotes possuem níveis de prioridade
– Só processa a fila de menor prioridade se a de maior prioridade estiver
esgotada
• Formação de Filas Ponderadas / Enfileiramento Justo Ponderado /
WFQ (Weighted Fair Queueing)
– Pacotes possuem classificações distintas (Pesos)
– Realiza varredura cíclica
Resumex
• Técnicas para QoS
– Moldagem de Tráfego
• Algoritmo do Balde Furado (Leaky Bucket)
– Padrão de saída rígido
– Não considera a ociosidade
– Descarta pacotes quando enche
• Algoritmo do Balde de Símbolos/Fichas (Token Bucket)
– O balde retém tokens a cada intervalo determinado
– O host só transmite se houver tokens no balde
– Permite rajadas controladas
» Evita desperdício de recursos por conta da ociosidade
Resumex
• Serviços Integrados – IntServ
– Reserva de Recursos
– Baseado em fluxos (individuais)
– Suporte a multicast
– Reserva prévia de recursos
– Controle de admissão
• Especificação de fluxo - FlowSpec
– Rspec
– Tspec
Resumex
• Serviços Integrados – IntServ
– Classes de Serviço
• Serviços Garantidos/Assegurados
– Tráfego em tempo real
– Quantitativo
• Serviços Controlados
– Aplicações que podem aceitar atrasos
» São sensíveis a rede congestionada
– Qualitativos
– Problemas
• Escalabilidade
– Necessidade de armazenamento dos estados
• Poucas classes de serviços
Resumex
• Serviços Integrados – IntServ
– RSVP
• Protocolo de Sinalização
– Reserva previamente os recursos
– Não transporta os dados
• Reserva é feita pela Receptor
• Fluxo é simplex
• Estado Soft
– Refresh da reserva periodicamente
• Mensagens
– PATH
» Emissor anuncia o fluxo
– RESV
» Receptor deseja receber o fluxo e inicia a reserva
Resumex
• Serviços Diferenciados – DiffServ
– Baseado em classes
– Abordagem mais simples
– Melhor escalabilidade
– Per Hop Behavior – PHB
• Cada nó toma decisões de tratamento
com base no campo DS
– Domínio DS
• Conjunto de roteadores que possuem as mesmas
políticas DS
Resumex
• Serviços Diferenciados – DiffServ
– Arquitetura DS
• Função de borda
– Classificação de pacotes e condicionamento do tráfego
– Maior complexidade
• Função central
– Aplica o PHB
– Campo DS
• Utiliza os campos já existentes no IPv4 e IPv6
• DSCP (Differentiated Services Code Point)
– Define o PHB
Resumex
• Serviços Diferenciados – DiffServ
– Expedited Forwarding – EF PHB
• Prioridade mais alta
• Define garantias rígidas de QoS
– Assured Forwarding – AF PHB
• Serviço melhor que o best effort
• Possui 4 classes de prioridade
– 3 probabilidades de descarte
– Default Forwarding – DF PHB
• Não há tratamento de QoS
• Melhor esforço
• O campo DSCP é preenchido com zeros
Resumex
• IntServ X DiffServ
Resumex
• IEEE 802.1p (CoS)
– Emprega QoS na camada MAC
– Utiliza o campo PCP da Q-tag (802.1Q)
• 3 bits (8 classes)
• Subnet Bandwidth Manager (SBM)
– Emprego do RSVP nas LANs 802
• QoS no ATM
– CBR (Constant Bit Rate)
– VBR (Variable Bit Rate)
• RT-VBR - Real Time
• NRT-VBR - Non-Real
– ABR (Available Bit Rate)
– UBR (Unspecified Bit Rate)