SE342
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Diretores TELECOMUNICAÇÕES
Hélio Fittipaldi INTERNET VIA CABO (CATV) 16
Thereza M. Ciampi Fittipaldi Ressaltamos o que é, e como funciona.
Confira!
Os artigos assinados são de exclusiva responsabilidade de seus autores. É vedada a reprodução total ou parcial dos textos
e ilustrações desta Revista, bem como a industrialização e/ou comercialização dos aparelhos ou idéias oriundas dos textos
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A série sobre DSPs que concluímos na edição passada, além de
se constituir em mais um marco da imprensa técnica brasileira (que
J rie que foi praticamente virtual (pois a parte prática era simulada em
software) necessitaria de um complemento que conduzisse o racio-
(J
r ....)
Assim, nesta edição, apresentamos o Processamento Digital de
Sinais com microcontroladores empregando o MSP430 da Texas.
O engenheiro Alexandre Capelli traz mais uma vez toda a sua
Hélio Fittipaldi
ELETRôniCA
TECNOLOGIA -INFORMÁTICA - AUTO MAÇÃO
REVISTA
Fórmulas para calcular osciladores;
Artigos práticos 8051 ;
Sensores industriais;
Evolução e tendência da IHM (Interface Homem Máquina);
Fibras ópticas;
entre outras.
AMPLIFICADORES
OPERACIONAIS
APLICADOS À
INDÚSTRIA
A necessidade da leitura de pequenos sinais analógicos (pro-
venientes de sensores e transdutores) é muito comum no meio
industrial. Temperatura, umidade e campos eletromagnéticos são
apenas alguns dos fatores que influenciam o funcio-
namento de uma máquina. Por outro lado, é incrí-
vel como, com apenas um pequeno amplificador
operacional podemos monitorar essas grandezas,
e gerar pequenos sinais de controle muito úteis
ao técnico (ou usuário).
Quando falo sobre esse assunto estou me referindo a relação
custo-benefício de um instrumento dedicado à análise de uma gran-
deza, e um pequeno circuito que pode ser tão eficiente quanto ele
(dependendo do caso).
Por exemplo: Qual é o instrumento clássico para medir-se EMI?
Resposta: O analisado r de espectro.
Segunda pergunta: Você precisa, efetivamente, medir a EMI, ou
apenas detectar se ela está ou não em um nível aceitável?
Bom, se o caso for "medir"a EMI, você precisa de um analisador
de espectro (que pode custar cerca de U$ 10.000,00), mas, se
você necessita apenas verificar se o nível de EMI é ou não
aceitável, um pequeno circuito de U$ 10,00 po-
derá resolver o caso.
O objetivo deste artigo é proporcionar ao
leitor algumas idéias práticas utilizando am-
plificadores operacionais, que podem resol-
ver vários problemas comuns na indústria
de forma simples e, principalmente, econô-
mica. Para que o leitor possa aproveitar
melhor essas idéias, vamos fazer antes
uma revisão objetiva sobre amplificadores
operacionais. Boa leitura!
Alexandre Capelli
SABER ELETRÔNICA Nº 342/JULHO/2001
DEFINiÇÃO DE AMPLIFICADOR
Vin
OPERACIONAL
2a
a
o amplificador operacional (que O •t
doravante será chamado"A O") foi ori- -a
ginalmente desenvolvido para execu- -2a
tar operações matemáticas, daí o seu Vout
nome "operacional". Com o surgimen- 2a
to da tecnologia digital, esse tipo de a
utilização deixou de ser interessante; •t
por outro lado, o AO tornou-se um dos -a
Fig. 2 - Saída
principais componentes para trata- -2a diferencial do A.O.
mento de sinais analógicos. -3a
A idéia do amplificador operacional
é antiga. Na época das válvulas, um ser visto na figura 1, onde também Aplicando a expressão Vo = A
amplificador operacional era cons- encontramos a descrição dos seus (V(+)-V(-)) teremos: Vo = 1 (O-a) = - a.
truído com 14 válvulas triodo. Com o pinos básicos. A saída para o ponto O, portanto, é
desenvolvimento dos semicondutores, Eletricamente, o AO comporta-se igual a-a.
alguns AOs eram circuitos formados como um amplificador diferencial, isto
por 20 transistores e algumas deze- é, sua saída é dada pela expressão: Ponto 1:
nas de outros componentes. As pes- Vo = A (V(+)-V(-)), onde: No ponto 1 temos V+ = a, e V- = a,
quisas para o desenvolvimento de um portanto: Vo = (a-a)
circuito integrado como amplificador Vo = tensão de saída Vo = O V.
operacional ganharam ênfase na cor- A = ganho
rida espacial. Em 1967, a Fairchild V+ = tensão da entrada não inversora Ponto 2:
construiu o primeiro A O como um CI: V- = tensão da entrada inversora. O ponto 2 apresenta V+ = 2 a, e V-
o IJA 702. Esse foi o primeiro A.O a ir = a, portanto: Vo = 1 (2 a-a)
para a Lua, em 1969. Nos próximos tópicos deste artigo Vo = a.
Pouco tempo depois, a National estudaremos as diversas formas de se
aperfeiçoou o projeto, e criou o IJA 709, calcular o ganho. Antes de abordá-Ios, Ponto 3:
mais versátil e robusto. Na época, esse entretanto, vamos analisar o compor- Novamente temos V+ = a, e V- =
CI era vendido por U$ 75, 00 cada! tamento dinâmico de um AO através -a, portanto: Vo = 1 (a-(-a))
Na verdade, várias empresas to- do exemplo da figura 2. Vo = 2 a.
maram parte no desenvolvimento do A entrada V+ (não inversora) tem
amplificador operacional. Dentre elas uma fonte de tensão senoidal, já a Ponto 4:
podemos citar: Zeltex; Burr-Brown; entrada V- (inversora) é alimentada O ponto 4 tem V+ = O, e V- = a,
Nexus; Philbrick; Fairchild; e National. com um sinal quadrado. portanto: Vo = 1 (O-a)
Atualmente podemos encontrar Suponha que o ganho para essa Vo = - a.
centenas de tipos de amplificadores configuração seja 1 (A = 1 -7 não
operacionais no mercado, e a maioria amplifica e nem atenua a tensão). Ponto 5:
deles custa menos de U$ 1,00. Como seria a forma-de-onda na saí- No ponto 5 temos uma situação
Uma das aplicações mais comuns da? invertida quanto a polaridade, isto é,
para o A. O é como conversor analó- Para responder essa questão va- V+ = - 2 a, e V- = a, portanto: Vo = 1
gico / digital, que é o "elo"entre os si- mos decompor em pontos as duas for- (-2 a-a)
nais analógicos externos (sensores) e mas-de-onda da entrada do A O, em Vo = - 3 a.
aCPU. função dos pontos de intersecção e
Fisicamente, o AO é um circuito máximos (ou mínimos). Para cada Ponto 6:
integrado utilizado como "amplificador" ponto vamos utilizar a expressão ten- Temos V+ = - a, e V- = - a, portan-
de tensões. O símbolo do AO pode são de saída do A O: to: Vo = 1 (- a-(- a))
Vo = O volts.
e1 ~ entrada não inversora Vo = A (V+ - V-).
e2 ~ entrada inversora A análise dos demais pontos será
Como o ganho (A) é unitário,então análoga.
teremos: Vo = V(+)-V(-). Cabe lembrar que a configuração
para ganho unitário não é a apresen-
Ponto o: tada na figura 3, conforme veremos
Iniciaremos nossa análise pela ori- mais adiante.
gem dos eixos coordenados. O ganho 1 foi atribuído apenas
Nesse ponto o valor da entrada para facilitar o entendimento do com-
não inversora é O V, e a entrada inver- portamento dinâmico de um A O, ten-
Fig. 1 - Símbolo do amplificador operacional. do em vista sua natureza diferencial.
sora é igual a "a"volts.
-
A = 00. ma de escrever a expressão da ten-
são de saída do A.O é
"Mas, para que devo saber as ca-
racterísticas de um A. O ideal se ele V(+) -V(-)=Vo
não existe?" A
Fig. 3 - A.O como amplificador inversor. Dependendo da aplicação, uma ou
outra característica do A.O real é mais Como A = 00, e qualquer número
A.O IDEAL E A.O REAL significativa. Vamos a um exemplo prá- dividido por infinito tende a zero, tere-
tico: mos:
Quando utilizamos AOs, sempre V(+)-V(-) = Vo :::=O.
os consideramos como componentes Características do A. O 741 :
ideais, isto é, sem perdas, limitações a) razão de rejeição de modo comum E, portanto: V+ = V-o
de freqüência ou ganho. Embora o = 90 d B
componente real possua limitações b) impedância de entrada (Z in):::=107Q "Mas, o que isso tem a ver com
físicas, elas não são significativas na c) impedância de saída (Z out) :::=75 Q terra ou curto-circuito virtua/?"
"Iógica"do projeto, mas sim, na esco- d) freqüência média de trabalho :::=100 Ora, pelos cálculos acima pode-
lha do melhor tipo de amplificador kHz mos notar que o potencial da entrada
operacional. Para melhor compreen- e) ganho = 200.000. não inversora (V +) é igual ao da in-
são desse conceito, vamos analisar as versora (V -).
características do A. O ideal. Notem que nenhum dos parâme- Eletricamente, quando um ponto
A) O AO ideal deve ser um com- tros apresenta o valor ideal, mas mes- do circuito tem o mesmo potencial de
ponente linear, isto é, não saturar. mo com as limitações de um AO real, outro ponto é porque eles estão liga-
Essa é a razão pela qual sua tensão podemos escolher o tipo mais indica- dos, ou seja, em curto-circuito.
de saída é expressa por: Vo = A (V( +)- do para nossa aplicação, tendo como Normalmente, quando colocamos
V(-)). Tal expressão não é válida nos referência os valores ideais. dois pontos de um circuito em "curto"
pontos de saturação. Para que o A O Ainda falando sobre exemplos prá- temos uma corrente circulando. Aliás,
seja puramente linear, ele deve am- ticos, imaginem um circuito que deva esse é o conceito de curto-circuito, isto
plificar apenas a diferença dos sinais operar em 1 GHz. Com certeza, o CI é, a presença de uma corrente elétri-
da entrada, e nunca o sinal comum às 741 não é o componente indicado ca no condutor na ausência de dife-
duas. para esse circuito, e nesse caso um rença de potencial (ddp = tensão = O).
Essa característica, que será es- AO para freqüências mais altas seria Porém, na prática, observamos que
tudada neste artigo, denomina-se necessário. Por outro lado, se estivés- não há corrente circulando entre as
CMRR (Common Mode Rejection semos monitorando um sensor Hall entradas do A O, e esse é justamen-
Ratio) ou razão de rejeição de modo em 10kHz, e que fornecesse 1 mV te o motivo pelo qual atribuiu-se o ter-
comum. de saída, para um circuito de leitura mo "curto-circuito virtual", pois embo-
operando com 10 V, o CI 741 serviria ra com as entradas em "curto", não há
B) A impedância de entrada de um para amplificar esse sinal em 10.000 corrente. Outro modo de analisar esse
AO ideal é infinita, isto é, Zi = 00. vezes para estabelecer um elo entre fenômeno pode ser visto através da
Isso significa que não há consu- essas etapas. figura 3.
mo de corrente pelas entradas do AO, Como veremos mais adiante, esse
fazendo com que esse componente circuito é um amplificador inversor,
não interfira nos sinais aplicados a ele. GANHO DO A. O E uma configuração muito utilizada nos
Apenas como exemplo prático, essa TERRA VIRTUAL circuitos eletrônicos em geral. Notem
é uma característica fundamental nos que a entrada não inversora (V +) está
circuitos utilizados na instrumentação Um dos conceitos "polêmicos"nos aterrada, portanto, V + = O. Mais uma
eletrônica. cursos de Eletrônica é o "terra virtu- vez aplicamos o termo"virtual", visto
al", também conhecido como "curto- que embora essa entrada tenha o
C) O A O ideal tem impedância de circuito virtual". Por experiência pró- mesmo potencial do terra (zero volt),
saída nula, ou seja Z out = O. Fisica- pria, sei que esse tópico costuma não temos corrente circulando por ela,
mente, isto quer dizer que, indepen- transformar parte da nota nas avalia- portanto é um"terra virtual".
dentemente da intensidade da corren- ções de eletrônica aplicada em uma
te elétrica drenada pela sua saída, não parcela também"virtua[".
haverá queda de tensão interna no Para uma melhor compreensão CONFIGURAÇÕES
A.O. desse assunto, vamos considerar o A BÁSICAS
O como sendo ideal, portanto, a ex-
D) A resposta em freqüência de um pressão: Vo = A (V(+) - V (-)) é válida, Os amplificadores operacionais
A O ideal deve ser ilimitada, isto é, o que significa que ele é um compo- podem operar em uma enorme varie-
--
"Como um A. O na configuração
de amplificador inversor comporta
Vout
- se dinamicamente?" Limite inferior
Observando a figura 5 podemos -15V i
11 = Viu - V(-) ver um exemplo prático onde o A. O,
RI
I alimentado com uma fonte simétrica
_ Viu
-Rj de ± 15 V, possui um sinal de entrada
alternado de 2 Vpp aplicado a sua
saída
12 = V(-) - Vout = -Vout entrada inversora. Notem que a forma-
R2 R2
de-onda da saída, amplificada em 10
.L
-
11 = 12 :. - Vout = Viu <=> Vout = _ R2 x, está defasada de 180º em relação
R2 RI Viu RI
a entrada. Essa é a principal caracte-
rística da entrada inversora.
RI
IIAV=_R21
V.
I
Fig. 4 - Ganhodo amplificadorinversor. Fig.6 . Pontode referênciado A.O.
+10V
Nessa configuração, seu ganho é A referência do A O deve ser cui-
dado por -R/R1, e o sinal negativo dadosamente analisada no desenvol-
significa que há uma inversão de fase vimento de circuitos, pois ela está
de 180º da saída em relação a entra- "intimamente"ligada ao limite da ten-
da. são de saída do amplificador opera-
Aplicando ainda o conceito de cur- cional. A figura 7 mostra como a for-
to-circuito ou terra virtual, fica fácil ma-de-onda de saída ficaria se o cir-
entender o porque do ganho (A) pode cuito da figura 6 tivesse uma referên-
ser expresso por-R/R1 cia de 6 Vcc (ao invés de 3 Vcc).
Entende-se por ganho de tensão 20Vpp
de um amplificador a razão entre a
tensão de saída e a tensão de entra-
1.
da, isto é,
A = Vout. 10kn
V in Av = - 1 kn =-10
Como a impedância de entrada do Vout = 1O(2Vpp - O) = 20Vpp(pico-a-pico)
A. O pode ser considerada infinita (na
Fig.5 - Comportamento
prática ela varia de 105 a 1012 Q), a dinâmicodo amplificadorinversor.
corrente da fonte de tensão V in pro-
Limite inferior
duz uma corrente (11) que é igual a I 2 Outro fator muito importante a ser -15V
Por sua vez a corrente 11, pode ser considerado quando desenvolvemos 10 kQ
expressa (lei de Ohm) por circuitos com amplificadores operacio-
11 = Vin-V (-) = Vin nais é o ponto de referência. O ponto
R1 R1 de referência de um A O depende do
potencial aplicado a sua entrada não
(V(-) = O). inversora. Aliás, alguns autores atribu-
em o nome dessa entrada como en-
-
Analogamente trada de referência.
I 2 = V (-)- V out = - V out A figura 6 ilustra o mesmo exem-
R2 R2 plo da figura 5, porém, operando com zener 6 V
uma nova referência de 3 V.
V(-) = O ("terra virtual"). Podemos notar que o ganho, de-
fasagem e forma-de-onda da saída Fig. 7 - Senóide"Ceifada".
tual", fica bem fácil determinarmos a ~~~ ~[=::::::::::= _.---- vidamente (ponto A), sua fase está
Vout = 2Vpp * 10 = 20Vpp invertida. Para voltar à mesma fase do
expressão do ganho.
Como I 1 = I 2 (impedância de en- sinal de entrada, basta invertê-Ia no-
Fig.9 ..Dinâmicado A.O nãoinversor.
trada do A O infinita), e I + = (pela ° vamente.
mesma razão), temos: do comportamento dinâmico dessa A segunda etapa do circuito faz
configuração. exatamente isso, pois trata-se de um
11 =O-V (-)
- V in amplificador inversor com ganho uni-
R1 R1 "Como posso atenuar um sinal tário. A tensão no ponto B está atenu-
sem inverter sua fase em relação a ada (1/3 da tensão de entrada), e com
entrada?" mesma fase.
- R2
B2 = V in-V out
R~
=
Vin
+ 1 - V out
\B
R ~ V in
~
V out = 1 + R2
Vin R-1 Tensão no ponto A
Tensão no ponto B
1 kQ
A= 1 +Rz VB = -1 kQ * (-9 Vpp) = 9Vpp
Rj Sem inversão de fase
um transistor no corte ou saturação. atingiria 5 Vcc. Na verdade, ela seria V out = - 1/RC Iv in dt + Vc (O).
Nesses pontos o A O deixa de ser um ligeiramente menor, pois, devido a
componente linear. impedância de saída, temos algumas
Ainda no exemplo da figura 11 perdas internas no AO . Na prática, esse circuito é muito
podemos notar que o fator determi- O "tamanho" dessa perda depen- utilizado nos acionamentos de moto-
nante para a saída estar em + Vcc ou de do tipo e do fabricante do compo- res elétricos, e faz parte das malhas
zero volt é o maior potencial aplicado nente. de controle PI (Proporcional e Inte-
gral) e PIO (Proporcional Integral e
Fig.11- Comparador
detensão. Diferencial), onde necessitamos que
a potência não seja entregue de ime-
diato ao motor, tanto na partida como
1V referência
na reversão do movimento. Com esse
,~~
O +t tipo de controle, podemos "atrasar"
"~ mmmm _ (
v(+) <v(-) (através de uma rampa) o ganho da
Av = 00 =00 malha de controle, fazendo com que
R1
o motor parta de modo suave, respei-
Vout = 00 (4Vpp)
~ênCia= 1 vi Vout máximo = 5 V tando as limitações elétricas da insta-
Vout mínimo = O V lação, e as mecânicas da inércia da
carga.
de oartida
CC. Notem que logo no início do pro-
cesso, ocorre uma oscilação sub-
Tempo
amortecida, até que o acionamento o
encontre seu ponto ideal de operação.
E) Circuito diferenciador ou
............
j "'p
realimentação
derivador: Fig.13..Malhadecontroledeumacionamento.
O circuito diferenciador, também
conhecido como derivador, tem uma Pela lei de Kirchhoff (conservação AMPLIFICADOR OPERACIONAL
característica muito interessante: o das correntes pelo "nó"), temos: NAINSTRUMENTAÇÃO
ganho depende da freqüência do si-
nal de entrada. O conceito de "instrumentação",
O ganho desse circuito é expres- quando analisado no meio industrial,
so por Av = coRC. Como U = R I (lei de Ohm), te- é bastante amplo. Quando nos referi-
Como o capacito r (figura 14) en- mos: mos a esse termo, não quer dizer que
contra-se logo na entrada do circuito, devamos ter um instrumento conven-
quanto maior a freqüência de entra- Vin 1-V(-) + Vin 2-V(-) + ... + Vin 11 - V (-) cional (multímetro, osciloscópio, etc.)
da, tanto maior será o ganho, visto que R1 R2 Rn realizando determinada medida. Um
a "impedância"do capacitor (que faz sensor termopar ligado a entrada
papel de R 1) diminui com o aumento analógica de um PLC (por exemplo),
da freqüência. = V H-V out. para a indústria, é uma técnica de
Rf "instrumentacão". Monitorar sinais de
R
pequena amplitude (faixa dos mV)
O curto-circuito virtual nos diz que exige certos cuidados, principalmen-
V (-) = V (+) = O,V (-) é um terra virtu- te se esses sinais estão em um ambi-
al. Através desse conceito, podemos ente industrial.
Vout reescrever a equação acima do se- Por melhor que seja a instalação
Rf
F) Circuito Somado r: Vin1
A figura 15 apresenta a penúltima
configuração a ser analisada por este Vin2
artigo, e trata-se do circuito somador.
Como sempre fazemos, para determi- Vin3 o )vout
nar sua tensão de saída, basta termos 13
i,
..J...
em mente três conceitos básicos:
Rn ;
-
10-"-,,
-10
~v
.
Amplificador de diferença
101~
tensão de saída. Notem que, para R4
! R3 igual a R2 ! R1 o CMRR tende a
infinito, sendo limitado apenas pelas
o
Vout
-10~
ft/
Sinal amplificado
características internas do próprio CI.
-
A.O inversor convencional 10V'Y' Vin 20
'\"\ (J ruído
..-60 Hz
-'-_.~
EMI
"Induz" ruído elétrico
Vout "~~
'~\
j
~i t
tI, ,
#
nas entradas do A.O.
- , -10 V l \ ..-
, ,~,L_,_
Vout = ~~ (Vin1 - Vin2)
-
----".;
pelo próprio operador.
+v~c '.
-VEE
1 volta
) to do circuito é bastante simples, vis- Para evitar novos "erros", fiz um
to que, ao subir a temperatura no NTC, circuito bem parecido com o primeiro,
- -
chaves, e ela acusava uma sobre-
temperatura de 85ºC. Quando verifi-
quei o filtro de ar da máquina, consta- +24 Vcc
tei que ele estava muito sujo, o que
causou a parada do ventilador. O ven-
! Ajuste da temperatura de "alarme" Fonte do PLC
CONCLUSÃO
- -
-.- +Vcc
o AlL<"'/\-1 +OA
,/ __ +V cc - 10kn ~ ~ O
C. -VW\ 3 4 O ~+ •• ~ BC548 f7~illVccI
Termopar -O B I 1 knD I ~ 78121~ Várias configurações envolvendo
- I·In~llJ--..l
47~ - L-._ I 2j11JB_ amplificadores operacionais não foram
vistas neste artigo, porém, o leitor
pode utilizá-Io como "ponto de parti-
da" para estudos mais profundos. As
análises matemáticas também foram
superficiais, visto que nossa intenção
é transmitir algumas experiências prá-
ticas do nosso pessoal de campo.
Lembrem-se que o bom técnico é
aquele que sabe utilizar a teoria como
"ferramenta"do seu trabalho prático.
Fig. 23 - Alarme de sobretemperatura (acima
Limitar-se a estudos puramente
de 80ºC) com sensor tipo termopar.
teóricos, ou apenas a técnicas práti-
cas pode ser um erro fatal.
coisa. Foi esse conceito que utilizei que temos mV na saída do diodo 1N Eu me lembro bem de uma expe-
para desenvolver um alarme de EMI. 60. Sintonizei o circuito para próximo riência acadêmica que tive na Univer-
Um cliente possuía em sua insta- de 1100 kHz (freqüência crítica de EMI sidade: a matéria de Eletromagne-
lação muitas máquinas de eletroero- para máquinas-ferramenta) e, toda vez tismo. Logo no início dessa disciplina,
são. Elas geravam tanta EMI, que um que a EMI chegava próxima ao limite no curso de Engenharia, fiquei muito
centro de usinagem equipado com admissível, o relé atuava um sonol entusiasmado, pois pensava que, fi-
CNC perdia a comunicação com o PC. alarme e uma lâmpada. nalmente, iria entender os princípios
Quando conto essa experiência elementares das telecomunicações.
Sugestão 1: para meus colegas, eles insistem em Qual não foi a minha surpresa em per-
Alternar a utilização das máquinas perguntar como achei o limite máxi- ceber que essa disciplina era, na es-
para que a média da EMI diminuísse. mo admissível de EMI. sência, uma "pós-graduação"em cál-
Sempre respondo que realizei um culo integral e diferencial.
Pergunta do cliente: estudo profundo com um analisador Bem, ao final da disciplina eu fi-
"Até quantas máquinas eu posso quei com meu conhecimento em cál-
ligar ao mesmo tempo?" culo sensivelmente aumentado, porém
Fig. 24 - Detectar de EMI. parato°ss
pon ainda sem saber como funcionava
Minha resposta: "A" a "8" uma antena de fato!
Não sei!!! Até hoje acredito que, primeira-
100 voltas '-.. mente, o assunto deve ser tratado fi-
Na verdade, a EMI não dependerá
apenas do número de máquinas liga-
das, mas sim, do trabalho que cada
uma estiver fazendo. Tentei explicar
que uma única máquina, dependen-
Bobina
em núcleo de
ar de 1-'2
cobre 0,3 mm2
de fio de
polegada "& UJ
~N60
".
.: 1-
do projeto 2
OB
+ A
sicamente (mostrar como ele realmen-
te funciona) e, somente então, partir
para a análise matemática.
Os amplificadores operacionais
não fogem a regra.
do da tarefa, poderia gerar EMI sufici-
ente para causar a falha. Por outro
lado, dez delas poderiam trabalhar REFERÊNCIAS
com outra peça, sem causar proble-
mas. São 2 sites bem interessantes para
informações sobre amplificadores
Sugestão 2: operacionais: [Link] I
Construir um alarme de EM!. go/edes/ltc1881 e [Link]/sc/
Para isso montei um pequeno "rá- ina321.
dio de galena"(figura 24) mas, ao in- Esses sites disponibilizam catálo-
vés de um fone-de-ouvido, liguei sua gos e "data-sheets" bastante úteis.
saída na entrada do projeto 2, visto Até a próxima! -
Curso de Eletrônica
Estudando Eletrônica você passa a conhecer melhor o mundo em que vivemos, onde
ela está presente em todos os setores. O progresso vertiginoso da Eletrônica está
sempre requerendo, cada vez em maior número, profissionais altamente qualificados
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,Aspectos Juridicos do Comércio Eletrônico , Como Integrar o Call'Center e o Web Site para Oferecer um Atendimento Dinámico aos , Democratização da Informação
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Dia O3ID8I2oo 1 Dia 03/0812001
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Dia 31/0712001 Dia 31/07/2001 , Sistemas de Gerenciamento CorporatlVo (Redes Distribuidas, SNMP)
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[Link] ,Interatividade
Dia 0310812001
e Integração do Telefone e da Web
a) Arquitetura
Uma das razões da gran-
de popularidade do MSP430
é a ortogonalidade de sua
arquitetura. Este termo, em
ciências da computação sig-
nifica que uma instrução de
operando único pode usar
qualquer modo endereçável
e que qualquer operando
duplo pode usar qualquer
combinação de modos de
endereçamento de fonte e
destino. Na figura 1 temos
uma representações gráfica
desta arquitetura.
O oposto da arquitetura
ortogonal é a não-ortogonal
mostrada na figura 2. Nela,
qualquer instrução pode usar
somente uma parte dos mo-
dos de endereçamento exis-
tentes.
A arquitetura do MSP430
inclui sete possibilidades de
endereçamento para seus 'UV-EPROM (E) versions avaliable for prototyping - PMS430E112, PMS430E315, PMS430E325A and PMS430E337A
operandos. Quatro delas são
implementadas na CPU, duas resul-
Address Modes Source
tam do uso do Contador de Programa
(PC) como registro e mais uma que
pode ser atribuída ao se indexar um
registro que sempre contenha zeros
(Status Register).
Na figura 3 temos uma represen-
tação da poderosa CPU de 16 bits do
MSP430 onde se destaca a arquitetu-
ra (Reduced
RISC /nstruction Set
Computer). Address
O conjunto de instruções do Modes Instructions
MSP430 possui apenas 27 instruções Destination
básicas no seu cerne e, para facilitar
uma programação mais intuitiva, mais
Figura 1
24 instruções emuladas de modo a
23
SABER ELETRÔNICA Nº 342/JULHO/2001
XIN XOUT Vcc Vss RST/NMI P1.0fTACLK P1.7fTA2
• I"'ACLK
•••••
"
JTAGI128/2568
8/0's
CClxA
t
interr.
TACLK
aliFlash with
'F':SRAM
RAM
••
ROM
•• 4KBMPT
On
Power- MAB,4 bit I
Reset SMCLK •••
Capability VO Port 1
Outx •••
MCB
Bus •••
t t t
TEST/
Vpp
Watchdog _
- Time,-A
.-
_
••
TACLK
conv
or _
.••••••
INCLK
CCI1 B _
Comparator
(11x1 only)
Input
MDB,4 bit
INCLK ••
VOPort2
81/0'5 ali
Multiplexer with
Tlmer 3CC Register ••• Outx RC filtered Q/P interr.
ACLK", 15/16 bit •• CCRO/1/2 ,-CClxA
Intenal Vref
OutO'"
Capability
SMCLK'" •• "CClxB
Analog switch CCIOB ••
P2.0/ACLK
P2.5/Rosc
P2.1/INCLK P2.4/CA1
Figura 4
P2.21CAOUT P2.3/CAO
com baixo custo. Esses dispositivos o cerne RISC pode operar em fre- vés do qual é possível perceber seus
consomem apenas 250 IJA no modo qüências de até 8 MHz, o que possi- recursos. O funcionamento completo
ativo, 0.8 IJA no modo standbye 0,1 bilita a execução da maior parte das do ADC pode ser encontrado no por-
IJAno modo oft(Retenção RAM). Com 27 instruções em ciclos de 125 ns. tal da Texas ou ainda na documenta-
memória flash/ROM de1 k a 4 k os pre- Dentre os dispositivos integrados ção disponível em artigo "Application
ços desses microcontroladores come- nos microcontroladores da família 11x Basics for the MSP430 14-Bit ADC"
çam em apenas 0,99 dólares (FOB e 11x1 temos o Timer_A de 16 bits onde se detalham todas as suas eta-
US) por unidade em quantidades OEM com três registradores de captura e pas com elementos que permitem o
(a Texas apregoa que esse dispositi- comparação, 14 I/O individuais para cálculo dos elementos externos como,
vo é o que tem a melhor relação cus- sinais, o sistema flexível de Clock, por exemplo, a fonte de corrente para
to/benefício do mercado). Comparador Analógico A (Analog os sensores, circuitos para sensores
Conforme mostra a seguinte tabe- Comparator_A) com referências (no de quatro fios, como expandir a fonte
la o MSP430 pode funcionar em cin- 11x1 somente). Watchdog/Timer e de alimentação, considerações sobre
co modos diferentes para economizar interface JTAG. zumbido e ruído em cabos de senso-
energia: O clock básico permite tempo de res longos e aterramento.
standby de até 128 segundos. Os ta-
Modo ativo I 400 IJA manhos da memória de dados e pro-
Modo de Baixa grama variam entre 1 e 4 k. FERRAMENTA DE
Potência (LPM 1) DESENVOLVIMENTO
(LPM2) e) ADC de 12+2 bits
Modo Standby (LPM3 Um dos pontos de destaque dos A ferramenta de desenvolvimento
Retenção RAM/Modo microcontroladores MSP430 e que MSP430 FET430X110 tem um custo
Oft (LPM4) I 0,1 IJA possibilita uma ampla gama de apli- de referência de US$ 49,00 FOB US,
cações no processamento digital de encontrada em diversos distribuidores,
Na figura 4 temos um diagrama de sinais é o seu conversor analógico-di- tais como a Avnet Brasil (5079-2150),
blocos para os microcontroladores da gital de 14 bits. Na figura 5 temos o Insight Brasil (5506-6501) e
família MSP430x11 (1). diagrama de blocos desse ADC atra- Panamericana Arrow (3613-9332).
24 SABER ELETRÔNICA Nº 342/JULHO/2001
MICROCONTROLADORES MSP430
httO://[Link]/docs/prod/folders/orinl/msp430f11 [Link]
SVee
Rex
SVee Switeh
0"-
~ACTL.12(Pd) ACTL.1 (Vref)
A Vee/2
Generator
Cane.
I D ~
Rext ~ Range 16C
MUX
-+
~O'75SV"
PD
c Resistor
-. 0""0 •••.
vHTTTTT Capacitor
Deeoder 0""0 •••. Array
e +-ACTL.6,7
.~.
•••• VL
AGND
1:4 b +- ACTL.8
(CSofl)
A
B
.~
I
~
I
t
Delay
(AVss)
~.
ACTL.9, 10(Range)~' L -h }2
ACTL.11 (Auto)-+ Sueeessive Approximation
AO
A1~' Register
ACTL.O(SOC) -+
A2 8:1
Inpu~--T.-~-'_I-Z-~-'-r.-
t -U-I ..... - - - - . EDC
A3~ 0""0
A4
AS Input 112
A6 MUX •• ACTL.2.4 (Ax) I ACTL 14
A7 11,/2 ••
•• ACTL.5 (None)
13,/4 ••
I ACTL 13
SAR.13 SAR.O MCLK
ACTL.14 ACTL.O
A7 - - -
b
AEN.0-7
É claro que o leitor habilidoso e que NT4.0. Entretanto, para aqueles que
possua recursos para isso poderá queiram conhecer melhor esta ferra-
montar essa ferramenta, cujo diagra- menta de desenvolvimento não é ne-
ma é ilustrado na figura 6. cessário adquirir o Kit de Emulação
O kit MSP FET430X110 é forma- ou mesmo esperar os próximos arti-
do por documentação básica, um CO- gos desta série, pois o software de de-
ROM com o software de emulação e senvolvimento e simulador pode ser
uma placa de emulação com um baixado do portal da Texas na Internet,
soquete ZIF para instalação de dispo- no endereço [Link]
sitivos MSP430F1121 com memória msp430reg.
Flash e um cabo para conexão ao PC. Com ele instalado no computador,
Os leitores interessados em mais in- você pode fazer algumas simulações
formações sobre esta ferramenta e os interessantes familiarizando-se com
próprios microcontroladores desta sé- o potencial dos microcontroladores da
rie, poderão obter vastíssima docu- família MSP430, e até mesmo desen-
mentação no endereço http:// volver um relógio em tempo real com
[Link]/sc/msp430 . a criação de um mostrador líquido "que
O software de desenvolvimento é funcional" e que ficará disponível na Componentes do kit básico.
compatível com o Windows 95, 98 e tela de seu computador para informar
Figura 6
C8
100 nF
*
ML10
II external supply voltage:
• not assembled remove R11 and add R10 (O ohm)
remove R8 and add R9 (O ohm)
INTERNET
apenas do domínio que cada leitor
CONHEÇA
tenha das linguagens de programa-
ção. Visite nosso site e veja o índice
do conteúdo da edição nQ1 e
MAIS PROJETOS
/ g~~~C.l:
__
~
U~RAOPC
.",
.A " ~
.. NDO
EM BANDA~:RC4lgÃSO
~
~
INTRODUÇÃO AO
TM
PARTE I
O QUE É O LabVIEW? sitivos de aquisição de dados. O para uma grande variedade de apli-
LabVIEW também dispõe da possibi- cações necessárias.
o LabVIEW é uma linguagem de lidade de conectar sua aplicação a
programação gráfica que utiliza ícones Internet, usando o servidor LabVIEW
ao invés de linhas de texto para criar e softwares padrão como TCP/IP POR QUE UTILIZAR O LabVIEW?
aplicações. networking e o Active-X.
Ao contrário de linguagens de pro- Utilizando o LabVIEW, você pode O LabVIEW possibilita a constru-
gramação baseadas em texto, nas criar aplicações compiladas de 32 bits, ção de sua própria solução para sis-
quais instruções determinam a execu- o que permite uma execução em alta temas de engenharia e científicos. O
ção do programa, o LabVIEW utiliza velocidade para aquisição de dados, LabVIEW é uma linguagem de progra-
programação por fluxo de dados, na testes, medições e soluções de con- mação poderosa que proporciona fle-
qual os dados determinam a execu- trole. Também é possível criar progra- xibilidade e representação sem dificul-
ção. mas executáveis e bibliotecas compar- dade e complexibilidade.
No LabVIEW, a interface do usuá- tilhadas como DLLs, porque o O LabVIEW permite que seus usu-
rio é construída através do uso de um LabVIEW é um verdadeiro compilador ários programem, de maneira mais
conjunto de ferramentas e objetos. A 32 bits. rápida, instrumentação, aquisição de
interface do usuário é conhecida como O LabVIEW contém uma bibliote- dados e
o painel frontal. Para controlar os ob- ca de referência compreensiva para
jetos do painel frontal basta adicionar coletar dados, análise, apresentação
códigos utilizando representações grá- e armazenagem. Ele também inclui
ficas de funções. O diagrama de blo- um programa tradicional de desenvol-
cos contém estes códigos. Se organi- vimento de ferramentas. É possível
zado corretamente, o diagrama de blo- regular breakpoínts, execução anima-
cos assemelha-se a um fluxograma. da e execução passo a passo atra-
Pode-se adquirir diversas ferra- vés do programa para excluir falhas
mentas adicionais de software, possi- (debug) e desenvolver programas ra-
bilitando o desenvolvimento de aplica- pidamente.
ções específicas. Todas as ferramen- O LabVIEW também proporciona
tas integram-se perfeitamente com o numerosos mecanismos para conexão
LabVIEW. Maiores informações sobre a códigos externos ou outros
essas ferramentas podem ser encon- softwares através de DLLs, biblio-
tradas no síte [Link]/labview. tecas compartilhadas,
O LabVIEW está totalmente inte- ActiveX, entre outros.
grado para estabelecer comunicação Além disso, diversas
com hardwares como o GPIB, VXI, ferramentas adicionais
PXI, RS-232, RS-485, além de dispo- podem ser utilizadas
controle de sistemas. Fazendo uso do ves push-buttons, dials e outros dis- ficar objetos do painel frontal e do
LabVIEW para prototipar, projetar, tes- positivos de entrada. Controles simu- diagrama de blocos.
tar e implementar sistemas de lam instrumentos de dispositivos de
instrumentação, é possível reduzir o entrada e fornecem informações para
tempo do desenvolvimento de siste- o diagrama de bloco do VI. Os indica-
mas e aumentar a produtividade de fa- dores são gráficos, LEDs e outros
tor 4 para 10. displays. Os controles simulam dis-
O LabVIEW também se beneficia positivos de saída e exibem informa-
através da ampla base de usuários e ções adquiridas ou generalizadas no
pela suas experiências retomadas ao diagrama de blocos.
longo de anos de aplicação e pelas
poderosas ferramentas adicionais dis-
poníveis. Finalmente, o suporte técni- Diagrama
co da National Instruments e a Zona de Blocos Selecione Window»Show Tools
de Desenvolvimento asseguram um Palette para exibir a palheta de Fer-
ótimo encaminhamento de suas solu- Depois de construir este painel ramentas. É possível mover a palheta
ções. Maiores informações podem ser frontal, adiciona-se os códigos utilizan- de Ferramentas para qualquer lugar
obtidas através dos sites [Link]/ do representações gráficas de funções na tela.
support ou ainda [Link]. para controlar os objetos do painel
frontal. O diagrama de blocos contém
o código de origem gráfica. Os obje- Controls Palettes
COMO FUNCIONA O LabVIEW? tos do painel frontal aparecem como (Palheta de Controles)
terminais no diagrama de blocos; não
Os programas do LabVIEW são é possível apagar um terminal de con- A palheta de Controles está dis-
chamados de instrumentos virtuais, ou trole a partir do diagrama de blocos. ponível somente no painel frontal. Ela
Vis, porque a aparência e funciona- O terminal desaparece somente de- contém controles e indicadores do
mento destes imitam instrumentos fí- pois de apagar o objeto corresponden- painel frontal utilizados na criação da
sicos, como osciloscópios e te ao mesmo no painel frontal. interface do usuário. Selecione
multímetros. Utilizam funções que Todo controle ou indicador no pai- Window »Show Control Palette ou
manipulam a entrada, desde a nel frontal tem um terminal correspon- clique com o botão direito na área de
interface de usuários ou outras fontes, dente no diagrama de blocos. Além trabalho do painel frontal para
e exibem tais informações ou as mo- disso, o diagrama de blocos contém visualizar a palheta de Controles.
vem para outros arquivos ou ainda funções e estruturas provenientes da
outros computadores. biblioteca de referência do VI
LabVIEW. Fios conectam cada um dos
Um VI contém os seguintes com- nós no diagrama de blocos, incluindo
ponentes: controles e terminais indicadores, fun-
Painel Frontal- Funciona como a ções e estruturas.
interface do usuário.
Digrama de Bloco - Contém o
código de origem gráfica do VI que Palhetas
define a funcionalidade deste.
Painel de Conexões - Identifica As palhetas do LabVIEW permitem
o VI fazendo possível o uso dele em a criação e edição do painel frontal e
outro VI. Um VI em outro VI é chama- do diagrama de blocos.
do de subVI. Um subVI corresponde
a uma subrotina de linguagem de pro-
gramação baseada em texto. Tool Palettes
(Palheta de Ferramentas)
II DBL II
II DBL II 1
II DBL II
rV
palheta muda para a subpalheta sele-
cionada. Também é possível clicar,
com o botão direito no ícone VI na
palheta e selecionar Open VI a partir II DBL II +_~_,
110.001 ~e? >11 DBL II 3
do menu de atalho para abrir a VI. Fluxo de Dados
Treinamento ao Cliente
A National Instruments proporcio-
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relacionados com o consumo de ener- site principal desta empresa fica em:
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<.'
,[Link]:ã_o •..
~do--'--dia •• 43 o Congresso Nacional de Hotéis Compare seu hotel com as
,Produtos e ,Se,.."iç, traça amplo perfil do setor médias do mercado e
DICAS DE ECONOMIA lançarn~nt:Ds, avalie a eficácia do seu
•• Profissionalismo, Asseio e Conservação: o gerenciamento e a sua
DE ENERGIA competitividade
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"Informação", esta página dá acesso Cadastre aqui o e-maU dos Um estudo sobre taxa de ocupação e
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estabelecimento para que do Brasil
te de fugas de correntes), uso de equi- eles recebam informações
mais infom-lações
pamentos, uso do chuveiro, freezer e específicas de suas áreas.
geladeira, além de outras. O endere-
Notícias do dia
ço é: Cotações::: Câmbio
dereço:
de diversos tipos, mantém uma pági- e explicações sobre a necessidade de
[Link] na na Internet em que apregoa a ne- se usar reatores de alto fator de po-
cessidade de empregar dimmers em tência nos tipos de lâmpadas circula-
sistemas de iluminação, inclusive para res de alto rendimento.
ECONOMIA DE ENERGIA PELA a economia do consumo de energia.
CEMIG A página em questão está em: [Link]
[Link]
A empresa responsável pela dis- [Link]
tribuição de energia elétrica em Minas whydim_port.html
Gerais através de sua área comercial INSTITUTO NACIONAL DE EFICI-
e de serviços, mantém na Internet Destacamos que esta empresa ÊNCIA ENERGÉTICA
uma página que fornece informações norte-americana mantém a página em
de um Manual do Consumidor com português. E que também possui O INEE é uma instituição não go-
dicas importantes sobre a economia dimmers para lâmpadas fluorescen- vernamental sem fins lucrativos, que
de energia. O endereço desta é: tes. reúne pessoas e instituições visando
fomentar a transformação e uso efici-
[Link] rpo rativol ente de todas as formas de energia.
[Link] DIGILECTRON O INEE atua como um fórum de co-
municação entre todos os que preten-
O manual, além de apresentar di- A Digilectron, que fabrica reatores dem otimizar o uso de energia. Na
cas sobre economia de energia, traz para lâmpada fluorescentes, mantém página abaixo temos informações so-
um curso para instaladores, trata do nesta página uma quantidade de in- bre este instituto e em "Sobre o INEE"
programa de economia de energia formações que alertam para o proble- pode-se acessar uma documentação
para áreas comerciais (com a metodo- ma do fator de potência no consumo completa a respeito da entidade fazen-
logia a ser adotada) e contém estu- de energia. É fornecida também uma do download do documento
dos de otimização energética setorial boa quantidade de informações sobre inee_por _zip.
como, por exemplo, em bancos. reatores para lâmpadas fluorescentes [Link]
DIMMER NA ECONOMIA DE
ENERGIA
. NAC/ON,AL
A Lutron, que fabrica dimmers para
controlar a intensidade luminosa de
lâmpadas em sistemas de iluminação
"'E' E
.... , .,'. ~"", ENfRGETJCA
DE EFIÇ/fNClA
iNSTITUTO
E~ ~tlEE'-----
ANEEL
mais extenso pode ser baixado neste
mesmo site. Bastará clicar no final do
trecho no trabalho "Economia".
Hyundai - [Link]
IRC Semiconductors
[Link]/
Matsushita - [Link]
Motorola
A Agência Nacional de Energia UTILIDADE PÚBLICA [Link] [Link]/boo ks/htm li
Elétrica tem seu portal em: msg_index.html
Um outro documento interessante National Semiconductor
[Link] sobre a necessidade de se economi- [Link]/
zar energia é mantido por Fernando Panasonic
Em especial neste site destaca-se Lanci da Silva com o título acima. Nele [Link]/P IC
o link para a página "direitos do con- o autor dá sua opinião sobre a neces- Philips Semiconductor
sumidor" onde se pode acessar dire- sidade de se economizar energia. O [Link]/
tamente a Ouvido ria para reclama- endereço é: Samsung Semiconductor
ções, e o link que leva à legislação [Link]
básica e à legislação completa com [Link] .br/utilidade- Sanyo Semiconductor
todos os dispositivos constitucionais, publica/[Link] [Link]/index_e.html
Leis, Decretos e Portarias que regem SGS Thomson - [Link]
este tipo de atividade. Siliconix - [Link]
Observação: Sun Microeletronics
[Link]/sparc
[Link] Toshiba - [Link]/taec/
Os endereços indicados nesta se-
ção foram acessados entre a segun- V3 Semiconductor
Este é um site que apresenta um da quinzena de maio e o começo de [Link]
Guia de Energia com informações junho. Como a Internet é dinâmica, Western Digital - [Link]
grátis sobre economia de energia poderão ocorrer alterações nos por- Vamaha - [Link]
como, por exemplo, a análise da con- tais em que eles estão ou até a sua Zetex - [Link]
1
<D
+ LÂMPADA
C>?
IN1C4
T RB3 4N25
CI4
Z
OSC1 <DU 16
RBO/ 11
R3
~ 16 ;/2 ~ NC 3 ~ 4
I "tuu v O R4
lC1
Circuito do DIMMER RS
220 kQ ENTRADA DA
1/2 W TENSÂO
ALTERNADA
ções como fonte de clock do timer O. po do timer o: Quando o microcon- na, o contexto do dispositivo é atuali-
Depois é selecionado o banco O de trolador PIC16F84 é interrompido por zado sobre a CPU e pode-se voltar
RAM, que é onde normalmente se tra- algum evento, o endereço onde se ao programa principal.
balha com dados. encontra o contador de programa é Quando uma interrupção externa
a registro marcado como "conta- armazenado na pilha e o contador de é solicitada pela detecção da passa-
dor" é inicializado com 3 e é usado programa é carregado com o valor gem por zero, o timer O é carregado
para armazenar o nível no qual é divi- 04H. Isso quer dizer que todas as ro- com o valor FEH e habilitado posterior-
dido cada semiciclo da corrente alter- tinas de serviço de interrupção devem mente para começar a contar.
nada. a bit "inte" colocado no Regis- ser encontradas a partir deste ende- a valor do registro "contador" é ar-
tro INTCaN permite habilitar ou reço. mazenado no registro etiquetado
desabilitar a interrupção externa e o Para saber qual fonte de interrup- como "tempor" para contar as interrup-
bit "gie" permite habilitar ou desabilitar ção chamou o controle do ções do timer O que são aceitas até
globalmente todas as fontes de inter- microcontrolador é necessário testar colocar em condução o TRIAC. Desta
rupção do PIC16F84. os bits de aviso de interrupção. De- forma podemos controlar o ângulo de
a programa entra em laço depois, pendendo do bit que está habilitado condução do TRIAC.
onde são testados permanentemente pode-se dar entrada à respectiva roti- A rotina de serviço de interrupção
os pulsadores INC e DEC para reali- na de interrupção. deve resetarseu bit de aviso cada vez
zar o controle sobre a intensidade de Na maioria dos programas, quan- que termina de atender uma interrup-
luz. Com estas teclas podemos con- do se atende uma interrupção é ne- ção. Note que, cada vez que o timer O
trolar 14 níveis sobre cada semiciclo cessário salvar o contexto do disposi- interromper, é necessário recarregá-
da tensão alternada de 60 Hz. A in- tivo. Para o PIC 16F84 os dois regis- 10 para que as temporizações tenham
tensidade de luz variará ao ser tros principais a salvar são o acumu- o mesmo intervalo de tempo. É impor-
incrementado ou decrementado o ân- lador (ou registro W) e o registro de tante considerar que o timer Otraba-
gulo de condução do TRIAC. estado. Note que a primeira coisa que lha em conjunto pré-escalar. Ao pro-
Uma parte muito importante no se faz neste programa ao atender uma gramar o microcontrolador, selecione
manuseio destes circuitos são as in- interrupção é salvar estes registros. o oscilador XT, reset ao ligar e
terrupções geradas pela base de tem- Quando a rotina de interrupção termi- desabilite o watchdog.
int_timerO
btfss INTCON,tOif ;Testa se é a
;interrupção do
; timer O.
goto sai_int tO
decfsz tempor,r ;Decrementa o
;registro "tempor".
goto recarga_tO
bcf PORTA,TRIAC ;Conecta o TRIAC.
bcf INTCON,tOie ;Para o timer O.
goto sai int tO ;Pula para sair da
;interrupção do
; timer O.
sl equ 3
s2 equ 4 recarga_tO
;========================RAM movlw OFEH ;Recarrega o timer O.
r13 equ 15h movwf TMRO
r14 equ 16h bsf INTCON,tOie ;Habilita a
contador que 17h ;contagem no
tempor equ 18h ; timer O.
W_TEMP equ 19h
STATUS_TEMP equ 1ah INTCON,tOif ;Limpa o aviso de
interrupções do
,0************ PROGRAMA ********* ; timer O.
._-------~------------~----------
,--------------------------------
._---~------------------------
,----------------------------- sai_interrup
org OOH POP
,-----------------------------
0 -----------------------
SWAPF STATUS_TEMP, W
goto inicio ;Pula para o início do ;Intercambia nibbles no registro
;programa principal. ;e coloca o resultado em W.
,-----------------------------
0 -----------------------
MOVWF STATUS Move W dentro do
org 04H registro STATUS.
"-----------------------------
,-----------------------------
SWAPF W_TEMP, F ;Intercambia nibbles em
interrup ;Endereço de interrupções gerais. ;W TEMP e deixa o
;resultado W_TEMP.
SWAPFW_TEMP, W ;Intercambia nibbles em
PUSH ;W TEMP e deixa o
MOVWF Copia W no ;resultado em W.
registro W_TEMP. retfie ;Retorno de interrupções.
SWAPF STATUS, W Intercambia os
;nibbles de STATUS .**************************************
;========================================================
R$ 9,~ãais
( mai.s despesas llostats)
movlw 3 ;Carrega o "contador" com o valor 3.
movwf contador
bsf INTCON,inte ;Habilita a
E VOCÊ APRENDE
;interrupção externa. NA MELHOR
bsf INTCON,gie ;Habilita o bit ESCOLA DE PROFISSÕES
;global de interrupções.
PELO EXCLUSIVO
. ---------------------------------------
,--------------------------------------- .. SR - SYSTEM ..
Test_sl ( SELF REALIZATlON )
btfsc PORTB,sl ;Testa o pulsador INC.
goto Test s2 PROJETOS DE
CIRCUITOS ELETR{)NICOS (4 pgtos.)
Re_ta 1
decfsz r13,r ;Retarda alguns FORNOS MICROONDAS ( 3 pgtos.)
;milissegundos para ANTENAS COMUNS
;evitar ruído nos E PARABÓLICAS ( 4 pgtos.)
;pulsadores.
decfsz r14,r ELETR{)NICA INDUSTRIAL ( 5 pgtos.)
goto Re ta 1
movlwllH TV EM CORES ( 7 pgtos.)
;Compara se o
;"contador" chegou MINICOMPUTADORES E
; a llH. MICROPROCESSADORES (7 pgtos.)
subwf contador,w ;Se o "contador"
;chegou a llH então ELETR{)N/CA DIGITAL ( 8 pgtos.)
btfss STATUS,z ;pule a instrução ELETRODOMÉSTICOS E
;seguinte. INSTALAÇ6ES ELÉTRICAS
incf contador, r ;Incrementa o
BÁSICAS ( 8 pgtos.)
;"contador" .
:::~~:~~:~=~
decf contador, r ;Decremente o
; "contador" .
Estável
8-28
I I
Optoelectronics
L
Estável
Estável
Estável
iPrevisão 6-18
Estável44-8
4-16
6
trimestral
4-5
Estável4-5
3 -6 $0.32
Previsão
Estável3-6
Entrega
Preço trimestral
$1.75
$0.50
$0.45
$0.18
$0.10
$0.07
$0.70
(semanas)
atual
LITERATURA TÉCNICA
MICROCONTROLADOR 8051 - DETALHADO DESBRAVANDO O PIC
Baseado no microcontrolador PIC16F84
Autor: Denys Emílio Campion Nicolosi - 256 págs.
Autor: David José de Souza - 199 págs.
o microcontrolador da família 8051 é o mais consumido e
aplicado no mundo. São mais de 300 milhões de peças vendi- Um livro dedicado às pessoas que desejam conhecer e pro-
das por ano! A proposta deste livro é ensinar sobre os microcon- gramar o PIC. Aborda desde os conceitos
troladores da família 8051, com extenso ma- teóricos do componente, passando pela
Mi«ocontrofador
terial didático teórico para o estudante me- ferramenta de trabalho (MPASM). Desta
,8051 lhorar sua competência até poder projetar
hardware e software com boa desenvoltura.
forma o MPLab é estudado, com um capí-
tulo dedicado à Simulação e Debugação.
!_Tn~~~r4!1Ele contém: revisão geral detalhada de lógi- Quanto ao PIC, todos os seus recursos são
ca e aritmética binária; circuitos lógicos e tratados, incluindo as interrupções, os
memórias; teoria específica e detalhada do timers , a EEPROM e o modo SLEEP. Ou-
microcontrolador; listas completas das ins- tro ponto forte da obra é a estruturação do
truções; exercícios propostos; diagramas de texto que foi elaborada para utilização em
programação; extensa bibliografia e índice treinamento ou por autodidatas, com exem-
remissivo. plos completos e projetos propostos.
Philco Fecha
Primeira Exportação
MÓDULOS HíBRIDOS
(Telecontroll i)
Utilidades: Preço:
controle remoto RR3 (2,5 mA) R$ 45,90 - 2 pçs
sistemas de segurança RR5LC (0,8 a 1,2 mA) R$ 55,80 - 2 pçs
alarme de veículos
etc.
CARACTERíSTICAS:
Obs: Maiores detalhes, leiam
* Frequência de 315, 418 ou 433,92 MHz
* Ajuste de frequência a LASER
artigo nas revistas Saber
Eletrônica nº 313 e 314
* Montagem em SMD
* Placa de cerâmica
A maioria dos sinais elétricos com dicação da posição do ponto em cada mento de uma circunferência é nume-
que trabalhamos possui uma forma de instante pode ser feita com o valor de ricamente igual a duas vezes o seu
onda senoidal, conforme mostra a fi- um ângulo, em graus. Mas, essa não raio multiplicado pelo fator PI (n), po-
gura 1. Esta forma indica o modo como é a única forma de indicar a posição demos medí-Ia em "radianos", ou seja,
uma tensão ou uma corrente varia com do ponto no movimento que ele reali- em frações ou múltiplos de seu pró-
o tempo. Esta figura é, portanto, traça- za. Levando em conta que o compri- prio raio.
da colocando-se em seqüência pon-
tos cujas posições no eixo vertical
dependem da intensidade do sinal
Vrms _
-----------t- Vp
valor RMS
num instante e que têm sua corres- valor de pico
pondência no eixo horizontal. _____ Í-.
Qual é a origem desta forma de
onda? O que realmente significa um
sinal ter uma forma de onda senoidal? T = período
I
Partindo do ponto O podemos me-
dir (ou indicar) a posição desse ponto x
por meio de um ângulo, que é forma-
do pela linha que o liga ao centro do
círculo (sua trajetória) e pelo eixo de
referência X, de acordo com a figura
3. Vemos então que a 1,4 de uma volta
completa corresponde um ângulo de u= ângulo
90° e que a uma volta inteira Fig. 2 - Movimento circular Fig. 3 - Indicando a posição do ponto por meio
uniforme (MeU) de um ponto P.
corresponde um ângulo de 360°. A in- de um ângulo oc.
x
x
I4 1 ciclo (1 volta)
Fig. 4 - O seno (sen) do ângulo oc to do ponto na circunferência sobre o ta ao trecho inicial. Temos então a
que indica a posição de P e P'. eixo vertical ou eixo Y. indução de uma tensão negativa que
Como a volta inteira corresponde Passemos agora a um mundo que atinge seu máximo em 4. A partir do
a 211: radianos, podemos facilmente mais nos interessa, que é o da Eletrô- ponto 4 a tensão negativa se reduzirá
estabelecer relações desta grandeza nica. até zero de modo a voltarmos à situa-
com outros ângulos, conforme se ob- Vamos imaginar uma espira que ção inicial como em 1.
serva na seguinte tabela: corte o campo magnético de um ímã Na volta completa da espira tere-
em forma de ferradura, tal como num mos então a indução de um ciclo de
90 graus == Tt/2 radianos gerador, o que é apresentado na figu- uma tensão alternada, cuja forma de
180 graus == 11: radianos ra 6. onda representada na mesma figura
270 graus == 3n:/2 radianos Partindo da posição 1, a espira se é senoidal.
360 graus == 2n: radianos move inicialmente no campo parale- É importante observar que a vari-
lamente às suas linhas de modo que, ação da tensão representada tem uma
nesse instante. a tensão gerada é nula. forma muito bem definida, que não
As duas unidades para a medida Uma fração de segundo depois, a deve ser confundida com duas "meias
de ângulos ou da posição de um pon- espira já começa a curvar sua trajetó- circunferências" conforme mostra a
to numa circunferência são usadas em ria de modo a cortar as linhas do cam- figura 7, e que nada tem a ver com a
Eletrônica e outras ciências como a po segundo ângulos que vão aumen- senóide.
Matemática e a Física. tando até que em 2 ela já o faz per- Muitos circuitos oscilantes como,
Para nós é importante seguir com pendicularmente, quando a indução é por exemplo, os de duplo T, LC e de
o nosso ponto em movimento e anali- máxima. deslocamento de fase podem gerar
sar o que ainda poderá ocorrer. A partir do ponto 2 a trajetória con- correntes que variam da mesma for-
Em cada instante do seu movimen- tinua se curvando, agora no sentido ma que a indicada, ou seja, geram si-
to podemos agora fazer uma projeção de que o ângulo entre seu movimento nais senoidais.
sobre o eixo Y (vertical) de modo a e as linhas de força vai diminuindo até
medir sua "altura" em relação ao eixo que em 3 ela volta a cortar as linhas
X. Essa distância, mostrada na figura paralelamente. Neste trecho (de 2 a
4, pode assumir valores positivos e 3) a tensão diminui.
negativos quando o ponto realiza uma Após o ponto 3, novamente o ân-
volta completa na circunferência. gulo segundo o qual a espira corta as
Se considerarmos o valor do raio linhas vai aumentando, mas agora no
da circunferência unitário (igual a 1), sentido contrário ao que ocorria ante-
essa distância (que depende do ân- riormente. A tensão induzida vai au- Fig. 7 - A representação da senóide por
semicírculo é errada.
gulo que determina a posição do pon- mentando, mas com polaridade opos-
to) variará de -1 a +1 e a ela pode-
mos associar uma grandeza denomi- Tensão 2
nada "seno" do ângulo, ou abreviada-
mente "sen".
Espira I Tempo
4
Se em toda a volta do ponto ano-
- \
3
tarmos os senos dos ângulos corres-
I
pondentes a um bom número de po-
sições e os colocarmos um ao lado
do outro, obteremos uma figura ondu-
lada, conforme ilustra a figura 5.
3~E-1
Esta figura é chamada de "senóide" Pólos do [mã
e nada mais é do que uma represen-
Fig. 6 - A forma de onda da corrente gerada por uma espira que gira.
tação gráfica da projeção do movimen-
AS FIGURAS
DE L1SSAJOUS
1 2
Podemos pensar na composição
Sinal
das formas de onda senoidais como
Sinal! observado
a sua mistura.
observado É como se tivessemos um mistu-
radar (mixei) capaz de juntar dois si-
nais de características diferentes, ob-
tendo-se um efeito final que é a sua
combinação.
Desse modo, visualizamos o que
Sinal de ocorre de uma forma muito simples,
sincronismo usando para isso um osciloscópio ima-
(dente de serra) ginário inicialmente.
Aplicamos um dos sinais na entra-
Fig. 9 - Combinando um sinal da vertical e o outro sinal na entrada
de sincronismo com o sinal a
ser visualizado.
horizontal, desligando o sincronismo
interno, conforme ilustra a figura 11.
Vamos partir inicialmente de dois
Os osciloscópios são instrumentos sinais de mesma freqüência e mes-
que permitem visualizar a forma de ma fase, como mostrado na figura 12,
onda de um sinal que seja aplicado em que analisaremos a formação da
na sua entrada vertical (figura 8). figura resultante, ponto a ponto.
Um sinal interno de sincronismo
Tomamos em cada instante o pon-
cuja forma de variação é denominada •C' to correspondente à intensidade de
"dente de serra" combina-se com o \ um sinal e também do outro, traçando
sinal que deve ser observado, e o re- linhas de projeção que se cruzarão
--y)f
sultado é visto na figura 9. determinando assim o local do espa-
Observe que o sinal "dente de ser- "--AI ço em que irá aparecer o ponto cor-
ra" quando combinado com qualquer respondente da imagem que será ge-
outro tipo de sinal, resulta numa ima- " _ Movimento rada. Numerando estes pontos pode-
gem que corresponde a este último combinado de C
mos tracar a imagem completa que,
tipo de sinal. Tal fato possibilita a ob- no CáS .I, é uma linha reta inclinada de
servação de sinais de quaisquer for- Fig. 10 - Combinação de dois MCUs.
45 graus.
mas de onda no osciloscópio, o que
torna este instrumento um dos mais
Figura de Lissajous
úteis de toda a eletrônica. Osciloscópio
Para nós é importante saber, en- Gerador de sinais
Oscilador
-8-'
tretanto, o que acontece se em lugar (freq. conhecida)
D
de combinarmos um sinal "dente de (freq. desconhecida)
USANDO AS FIGURAS
9 DE L1SSAJOUS PARA
MEDIDAS DE SINAIS
a) Sinal único
Com a ajuda de um gerador de si-
nais senoidais ligado a uma das en-
tradas, podemos descobrir as carac-
terísticas de qualquer sinal senoidal
que seja aplicado na outra entrada,
Fig. 12 - Sinais de mesma
Este fato torna as figuras de
frequência e fase combinados. Lissajous um importante recurso para
o diagnóstico de problemas em equi-
pamentos ou ainda para a medida de
oque aconteceria, entretanto, se observação de uma figura formada por freqüências, sem que para isso seja
os sinais de mesma freqüência esti- dois sinais, poderemos descobrir mui- necessário usar um freqüencímetro.
vessem defasados de 45 graus? to de um deles, se conhecermos o Para medir a freqüência de um si-
Dependendo da desfasagem, a fi- outro. nal empregando as figuras de
gura gerada mudaria de forma, adqui- Lissajous o que precisamos fazer ini-
rindo os formatos vistos na figura 13. Para Saber Mais cialmente é aplicar o sinal desconhe-
Mas os desenhos mais interessan- Os leitores que tiverem dificulda- cido numa das entradas do oscilos-
tes se obtêm quando as freqüências des em entender a "matemática" de cópio, por exemplo a vertical.
dos sinais são diferentes, embora
mantendo relações numéricas bem 3 3
determinadas.
~ 2
Se os sinais tiverem freqüências
que mantenham entre si relações de
números inteiros, como 2 para 1, 3
para 2, 5 para 4, etc, as figuras que
serão formadas adquirem aspectos
bastante interessantes.
Na figura 14 temos um exemplo de
figura formada quando os sinais pos-
suem uma relação de freqüência de 2
para 1, sendo que o sinal aplicado na
varredura horizontal é aquele que tem Fig. 14 - Combinando sinais
com relação de freqüências
a freqüência mais alta. O mais impor-
de 2 para 1.
/00
tante disso é que através da simples
1:1 00 ; 3600 1:1 300 ; 3300 1:1 600 ; 3000 1:1 900 ; 2700
Fig. 13 - Figuras para sinais de mesma freqüência mas com fases diferentes.
"I I
de freqüências mais comuns.
No caso específico dos sinais de
mesma freqüência quando obtemos
retas, elipses ou círculos nas figuras,
podemos medir também a defasagem
J2IObo' do sinal, o que é outro recurso impor-
tante deste tipo de análise.
f horizontal 3
f vertical 2 b) Dois sinais
Fig. 15 - Analisando uma Figura de Lissajous.
Neste caso, podemos usar as fi-
guras de Lissajous para medir a fase
Na horizontal, vamos ligar um ge- entre eles. Basta aplicar os sinais nas
rador de sinais senoidais e ajustá-Io entradas vertical e horizontal do osci-
até que tenhamos uma figura estável loscópio (que terá o sincronismo in-
em que possamos contar os lobos ou terno desligado) e analisar a figura for-
protuberâncias formadas. mada, que poderá ser qualquer uma
Vamos supor que, conforme mos- das que são mostradas na figura 13.
tra a figura 15, a figura formada tenha
3 lobos na parte horizontal e dois na
vertical. CONCLUSÃO
Sabemos que a relação de fre-
qüências para os sinais aplicados é Temos salientado em nossos arti-
de 3 para 2. Dessa forma, se a fre- gos a importância do osciloscópio
qüência do sinal aplicado na varredu- como instrumento de bancada, não só
ra horizontal que serve como referên- para visualizar as formas de onda e
cia for de 1500 Hz, por exemplo, a fre- medir amplitudes, bem como para
qüência do sinal desconhecido será outras utilidades como as que descre-
de 1000 Hz. vemos neste artigo.
Veja, então, que o maior cuidado O leitor que possui um osciloscó-
que o operador que está realizando pio deve familiarizar-se com as Figu-
as medidas deve ter, é ir ajustando ras de Lissajous e seu uso e, mais do
vagarosamente seu gerador de sinais que isso, deve praticar com seu uso.
para que possa encontrar uma posi- Na indústria, onde problemas de
ção em que a figura tenha poucos lo- defasagens de sinais da rede de ener-
bos tanto na horizontal como na verti- gia são importantes para se determi-
cal, e assim fique fácil contá-Ios. nar o fator de potência, por exemplo,
Uma relação de freqüências de o uso das Figuras de Lissajous se
235 para 234, por exemplo, não ape- mostra em especial de grande utilida-
nas tornaria praticamente impossível de, eliminando assim a necessidade
a contagem dos lobos mas também de outros equipamentos. _
4: 1
4:3
7:5
7:6
•
Teclado Unidade de Unidade de
disquete disco rigido
II~II llllllllllllj
.Controlador
Controlador Controlador Controlador
de disco
de vídeo de teclado dedisquete
.. rfgido
Barramento
mo entre dois acessos sucessivos à dedicada para operações de leitura e processadores, temos também vários
memória. escrita. Os dados armazenados (in- formatos de módulos de memória.
formações) são perdidos quando a O termo "aleatório" acima significa
Volatilidade: tem como base a energia é desligada. Isso ocorre da que o acesso é direto, ou seja, para
memória volátil e a memória não seguinte maneira: quando se liga o fazer a transferência do conteúdo do
volátil. Uma memória não volátil é sistema computacional a memória endereço de memória 1.234.567 por
aquela que retém as informações ar- RAM está "vazia", ou seja, o seu con- exemplo, não é necessário ler todas
mazenadas quando a energia elétri- teúdo é constituído por informações as posições (endereços) anteriores a
ca é desligada. Contrariamente, a sem sentido; no passo seguinte a esse: basta ler apenas a posição
memória volátil é aquela que perde memória é preenchida, agora de for- indicada como se fosse a primeira-
todas as informações armazenadas ma ordenada, com zeros (O) e uns (1) uma fita K7, por exemplo, pode ser
quando a energia elétrica desapare- lidos dos discos ou criados pela tare- considerada como um dispositivo de
ce. Um exemplo disso é que um siste- fa que está sendo realizada no com- armazenamento seqüencial, pois
ma computacional nada pode fazer putador. Quando o computador é des- para escutar a última faixa musical é
sem elementos que indiquem a próxi- ligado, tudo que estava na RAM é per- necessário passar pelas anteriores.
ma operação a ser realizada. dido, pois a maioria dessas pastilhas
Para isso todo o sistema de com- (chips) de memória só funcionam na Memória ORAM - RAM dinâmica:
putação deve possuir alguma quanti- presença de uma fonte de eletricida- a memória dinâmica de acesso alea-
dade de memória não volátil para que de para abastecer continuamente os tório é também um tipo de memória
algumas instruções possam ser exe- milhares, milhões, bilhões etc. de car- usada para guardar informações no
cutadas inicialmente sempre que se gas elétricas individuais que compõem sistema do computador onde o termo
ligar o computador. os programas e os dados armazena- dinâmica quer dizer que a ORAM pre-
dos na RAM. cisa de uma constante atualização ou
Tamanho da memória: é o indi- Atenção: todo o programa, para restauração (refresh) de seus dados,
cador da capacidade de armazena- ser executado, deve ser carregado pri- o que é conseguido proporcionando-
mento do dispositivo, quanto maior meiramente na memória RAM. Os lhe pulsos de tensão/corrente em suas
mais informações o dispositivo de dados, planilhas, bancos de dados ou células de memória a tempos regula-
armazenamento poderá guardar (ar- qualquer outro tipo de arquivo preci- res para, assim, manter a integridade
mazenar) ou, de forma extremamente sam ser armazenados na RAM, mes- da informação.
popular: quantos mais bytes3 a me- mo que temporariamente, antes que Ainda que relativamente lenta, a
mória tiver, mais caracteres poderá o programa possa utilizar o processa- grande vantagem deste tipo de me-
conter e, conseqüentemente, maior dor para manipulá-Ios - o micropro- mória é a simplicidade de sua consti-
será o número de informações que cessado r não pode executar progra- tuição, o que permite a sua imple-
guardará. As unidades de medida do mas e processar dados diretamente a mentação em diminutas áreas do chip,
tamanho da memória são o quilobyte partir do disco rígido (HO) ou de ocupando pouco espaço da pastilha.
(kB), o megabyte (MB) e o gigabyte disquetes. Para evitar que o chip da memória
(GB). Os chips de memória são frágeis tenha um elevado número de pinos
placas de silício que precisam ser (terminais), o barramento de endere-
encapsuladas em alguma estrutura ços é multiplexado, ou seja, as linhas
ALGUNS TIPOS mais resistente antes de serem trans- de endereço são divididas em dois
OE MEMÓRIA portados e encaixados na placa-mãe. grupos: endereço de linha (row
Assim como existem vários tipos de address) e endereço de coluna
Memória RAM (Random Access encapsulamento diferentes para (column address) de modo que ao in-
Memory): é a memória volátil
construída com semicondutores, 3 Agrupamento de oito bits (o correto é octetos em lugar de bytes).
paridade (entrada);
=> 08 --1 linha O da memória de
paridade (saída);
=> WE --1 sinal, ativo em baixo,
para indicar uma escrita na memória;
=> Vcc e GNO --1 alimentação
do pente.
57
0
'V
para as pessoas A
de menor poder aqui- O""c
8
sitivo. 0""0 51 52
Uma solução que propomos para 1 1N4004f7
I
Triac
'Vd2 TIC
110 2268
(220 V) C1
A 8 150 nF
(220 nF)
'ro
passa a atuar normalmente.
Na figura 5 temos o diagrama
completo deste circuito inteligente que
X1
poderá ajudar a economizar energia. 5a400W
A montagem do aparelho pode ser
feita numa pequena placa de circuito
impresso, conforme ilustra a figura 6. Av
O sensor é um LDR (Fotorresistor) 110
que deve ser montado num tubo opa- 220 V) TRIAC
co e apontado para uma direção em TIC226 B (110 V)
que possa receber apenas a ilumina- TIC226 D (220 V)
ção ambiente.
O trimpot faz o ajuste de sensibili-
Figura 5
dade de modo a se poder escolher o
S1
==-
:~.~ p,.
~ ..
COR@}:)
~
/
(f Jr~
- .. 01
}X1
TRIAC ~
~ [<L" ' -
D1
1N4004 (110 V) X1
40a100W
1N4007 (220 V)
5) LUZ DE EMERGÊNCIA (I)
Nosso primeiro circuito é bastante
R1
simples e ajuda a evitar o perigo de
100 haver um corte de luz à noite manten-
SCR
C1 do todos os locais de uma casa com-
TIC106 B (110V)
10 ~F TIC106 D (220 V)
pletamente às escuras. Ele faz uso de
A duas pilhas pequenas e uma lâmpa-
a
100 ~F
da de lanterna.
470 k.Q
Figura7 Mantido ligado na rede de energia,
ele simplesmente deixa a lâmpada
Material: "
D1.;- 1N4002.\- diodo de silício
R1 - 470 nx'1 W - resistor
C1 - 4701JF/25 V - capacito r
eletrolítico' .
K1 - Relé de12 V- 50 a 100 mA
de bobina .
B1 - Bateria de Nicad
F1 -:-Fusível de 500 mA
T1 '- Transformador Gomprimário
conforme a rede local e secundá-
rio de 12 V com 150 mA ou mais de
corrente
X1 - Lâmpadá de acordo com a.
bateria' .
Placa de circuito impresso, caixa'
para montagem, cabo de força, fios,
R1 solda, suporte de fusív~l,etc.
470Q(1 W)
website
ou através do
tel:
(11) n9-3191
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I
II
LDR
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Kits Didáticos
Figura 14 HIDRO EIEIRO para Eletrônica.
2001 .•
Obrigado Júlio,
Olá, .
Sou estudante de Engenharia Eletrônica. Preciso fa- Também achamos ótima a sua participação.
zer um trabalho relacionado a circuitosdigitàis e não Publicamos um Curso de Eletrônica Digital nas re-
"'--, consigo encontrar informações sobre Q seguinte tema: . vistas de número 297 a número 308 (12 lições), e
O quesãooscódigos: de Gray, de Johnson,de que contém grande parte dessas informações,
Hamming,' 2 entre 5, excesso 3 a"de set~ segmEmros? Quanto a literatura específica, o livro Eletrônica Digital
. Antecipadamente agradeço'à atenção, e aprov~ito Princípios e Aplicações (Volume 1 e 2) do Malvino,
para dizer que achei muito instrutivo oéÚtigo sobre Fon- com certeza, contém esses tópicos.
tes Chaveadas da revista SE, de maio. Outra alternativa é você procurar na WEB através
do site de busca "Copérnico". A possibilidade de en-
Júli.o Augusto das Neves contrar artigos inteiros sobre esses assuntos é enor-
me. Continue enviando suas dúvidas e sugestões.
Tony,
Olá amigos,
Um módulo de 800 W em 12Vcc, necessi-
Gostaria que me enviassem uIT).projeto qe uma taria de uma corrente aproximada de 67 A!
fonte 110/220 Vca p/ 12Vcc com Ç[Link]éragem sufi.- Você poderia utilizar qualquer projeto de
ciente'para alimentar um toca-CDe um módulo de fontes lineares, já publicado por nós, aumen-
800Wou superior(somautomotivo) .. tando a potência, mas verá que o preço dessa
Desde já agradeço ... fonte será muito alto, e ela muito grande e
pesada. Aconselhamos você a utilizar fontes
Abraços, chaveadas, ao invés das tradicionais lineares.
Tony Ronan O artigo passado "Fontes Chaveadas Indus-
triais" pode ser-lhe útil.
PRATICAS DE SERVICE
APARELHO/MODELO: MARCA: REPARAÇÃO n°
TV Modelo HPS 1465 CCE
C409 -
7,7 PFI PFI
C413 -
330 TA
J..:,7 C414
pF/180 V
147nF
SD-NO-1
ZDON
1 kn
47IJF
U 270 kn47 nF ,I.
Zener
J:,1IJF
C
,I.1 nF
Entrada
p/75 n
Trinta anos atrás, qualquer profis- tentes. O problema evidente é que os picos menores durante o período
sional capacitado do setor de Energia reservatórios esvaziam-se mais ra- crítico.
já relacionava o desenvolvimento do pidamente devido ao crescimento de Cabe também uma pergunta:
PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil demanda sem contrapartida de maior Por que sistemas que economizam
ao aumento da capacidade de gera- capacidade, gerada por novas usinas. energia, os solares, por exemplo, não
ção e distribuição de energia elétrica. A verdade é que ainda temos no são subsidiados? As PCHs (pequenas
Mesmo parecendo óbvio, uma diminui- Brasil um consumo de aproximada- usinas hidrelétricas) vêm sendo
ção contínua nos investimentos, ain- mente 2 mil kWh/habitante, inferior ao introduzidas lentamente.
da nos anos 80, causou não só a que- consumo na Europa (3 mil kWh/hab.) A tentativa do Governo, de tornar
da do PIB como também da taxa de e muito aquém do consumo nos Esta- obrigatória a diminuição em 20% do
crescimento elétrico, gerando o qua- dos Unidos e Canadá(10 mil kWhl consumo de energia, que não afeta to-
dro crítico em que o país se encontra hab.). das as camadas sociais e ainda dá
hoje no setor de Energia Elétrica. Nos- Nossa capacidade de geração de margem à especulação do MAE (Mer-
sos governantes foram sendo sucedi- energia elétrica, aliada ao transporte cado Atacadista de Energia), não irá
dos sem que nenhum deles tenha em- dessas fontes aos locais de consumo resolver o problema, apenas adiá-Io.
penhado esforços em direção à cons- (Linhas de Transmissão e Distribui- Os prestadores de serviços no se-
trução de usinas geradoras que fos- ção), com certeza, não acompanhou tor de energia elétrica também estão
sem suficientes para a demanda sem- o crescimento industrial e tampouco na expectativa de mu-
pre crescente. o aumento no consumo residen- danças. Se, por um
É importante lembrar que, depen- [Link] uma vez, a esfera política lado, o momento atu-
dendo do tipo e do tamanho, sejam gera sofrimento ao povo, que fica à al sugere uma queda
elas hidrelétricas, térmicas ou nucle- mercê de sobretaxas e do fantasma no faturamento das
ares, para sua construção e coloca- do apagão. Pior, essas quedas de empresas geradoras e
ção em funcionamento são necessá- energia, que vinham ocorrendo e que distribuidoras, devida à
rios de três e dez anos. As usinas nu- agora serão oficializadas, não resul- diminuição prevista no
cleares e, principalmente, as térmicas, tarão em benefícios. Muito menos são consumo de energia, por
são construídas mais rapidamente, a solução. Em nome do racionamen- outro lado poderá haver
mas têm um consumo operacional to, as tarifas recolhidas poderão ser o aumento de demanda
bem maior. Sem contar que as primei- úteis aos bolsos daqueles que não de mão de obra assim
ras produzem lixo atômico e as demais forem sobretaxados, mas isto não será que o governo federal se
poluem o ar com os gases queima- eficaz para os horários de pico de con- dispuser a construir no-
dos. E as hidrelétricas utilizam como sumo de energia elétrica. Os horários vas usinas e linhas de
combustível a água dos rios, exigindo de pico, esses sim, é que podem com- distribuição, com a ajuda
construções extremamente mais one- prometer todo o sistema. ou não de empresas pri-
rosas e demoradas, além de inunda- A diminuição do consumo de ener- vadas. O certo, por en-
rem vastas áreas verdes. gia deve ser apresentada à socieda- quanto, é que está todo
Em 1999, o Plano Decenal (2000- de mais como uma medida necessá- mundo aguardando
2009) da Eletrobrás apontava em di- ria para que ninguém chegue ao caos qual será o próximo
reção à crise instaurada no setor de total de falta de luz. movimento nesse
energia que vivemos hoje. Portanto, Outra possibilidade seria estabe- tabuleiro. E nesse
certas justificativas que ganharam cor- lecer diferenças de fuso horário em tabuleiro, as peças
po nas últimas semanas, culpando a grandes centros. Isso evitaria o consu- estão em xeque-
falta de chuvas, também são inconsis- mo elevado entre 17 h e 19 h, criando mate. -
Caso o resultado não seja de acordo com suas perspec- 3. Na configuração de base comum o sinal entra pela(o)
tivas, acreditamos que já temos uma solução pronta. Boa _________ e sai pela(o) _
sorte!
14) Quando o ganho de um amplificador operacional aumenta 24) O SCR é um controle de meia onda no sentido de que conduz
numa aplicação, a freqüência de corte: a corrente de que forma?
a)Diminui a) apenas num sentido b) nos dois semiciclos
b) Aumenta na mesma proporção c) com retardo de fase d) com a inversão de fase
c) Não se altera
d) Pode tanto aumentar como diminuir 25) O que é a corrente de manutenção ou "holding current" de
um SCR ou TRIAC?
15) O que ocorre com a impedância de entrada de um'amplifica- a) É a maior corrente que ele pode controlar.
dor operacional quando operamos com ganho menor? b) É a menor corrente em que ele pode manter em estado de condu-
a) Aumenta ção.
b) Não se altera c) É a corrente de disparo.
c) Diminui d) É a corrente de fuga quando o polarizamos no sentido inverso
d) Não há relação entre o ganho e a impedância
26) Para desligar um SCR que esteja alimentando uma carga de-
16) O que indica o CMRR de um amplificador operacional? vemos:
a) O seu ganho sem realimentação (open loop) a) Aplicar um pulso negativo à comporta.
b) A impedância de entrada b) Aplicar um pulso positivo à comporta.
c) A rejeição de ruído de fonte c) Inverter a carga.
d) A rejeição de sinais de mesma fase aplicados às entradas d) Interromper a corrente no circuito por um momento ou curto-circuitar
momentaneamente o anodo e o catodo.
17) Para que serve o Offset Null Adjust de um amplificador 27) O que é um circuito "snubber"?
operacional? a) É um circuito que acelera a comutação de um tiristor.
a) Para aumentar a impedância de entrada b) É um circuito que reduz a produção de EMI em circuitos com
b) Para reduzir a impedância de saída tiristores.
c) Para ajustar o zero de saída na ausência de sinal de entrada ou c) É um circuito que aumenta a sensibilidade ao disparo de um SCR.
quando tiverem a mesma intensidade e fase d) É um circuito que protege o SCR ou TRIAC contra picos de tensão.
d) Para compensar a distorção do sinal
28) Um Quadrac é um tiristor formado por:
a) Dois SCRs em oposição.
18) Aplicando-se um sinal de amplitude A na entrada inversora b) Dois TRIACs em paralelo.
de um amplificador operacionalligado como seguidor de tensão c) Um SCR e um TRIAC no mesmo invólucro.
teremos na saída que tipo de sinal? d) Um DIAC e um TRIAC no mesmo invólucro.
a) Um sinal de amplitude A e fase igual ao da entrada
b) Um sinal de amplitude 2 A e fase oposta ao da entrada 29) Em que quadrantes os TRIACs apresentam maior sensibilida-
c) Um sinal de amplitude A/2 e fase igual ao da entrada de ao disparo?
d) Um sinal de amplitude A e fase oposta ao da entrada a) I e IV b) 11 e 111 c) I e 111 d) I e IV
34) Qual é a arquitetura do microcontrolador PIC: 46) Qual o melhor instrumento para a análise no "domínio" da
a) HARVARD freqüência de um sinal?
b) HARVARD MODIFICADA a) Osciloscópio digital. b) Osciioscópio analógico.
c) VON-NEUMANN c) Analisador de espectro. d) Analisador iógico.
d) VON-NEUMANN MODIFICADA
47) Qual é o grande inconveniente na utilização de tiristores do
35) O que é um código mnemônico? tipo GTO e MCT?
a) É um conjunto de palavras a) Alta resistência em "ON". b) Baixa tensão reversa.
b) É um código de máquina c) Alta corrente de gate. d) Alta fuga em "OFF".
c) É um código concebido para abreviar palavras
d) É um conjunto de instruções 48) Seja o ângulo de disparo de um TRIAC (em uma rede senoidal)
igual a 302, então o seu ângulo de condução é:
36) Os anéis toroidais de ferrite podem ser considerados bons a) 3302 b) 240º c) 150º d) 60º
eliminadores de:
a) dv/dt b) EMI 49) Qual é o principal parâmetro de uma chave estática que deve-
c) di/dt d) Sobretensões. mos observar para a escolha do fusível de proteção?
a) Corrente nominal b) Corrente de pico
37) Normalmente, o sinal analógico (tensão de controle) de saída c) Ft d) Corrente média
dos PLC's e CNC's está na faixa de:
a) 5 V a 24 Vcc. 50) O circuito snubber, encontrado integrado na maioria das
b) 0,8 V a 3,3 Vcc. SSR's, está presente para evitar:
c)Oa10Vcc. a) Efeito di/dt b) Efeito dv/dt
d) 3 a 5 Vcc. c) Sag's d) ESD.
41) Uma medida direta de deslocamento linear pode ser feita atra-
vés: ou pela internet em:
a) Encoder relativo. b) Encoder absoluto.
c) Régua óptica. d) Sensor hall.
[Link]
M78
M81 -- COMO
AUDIO, FUNÇ;IONA
ACUSTICA AEMACRO
RF ELETRÔNICA ~,:~'b>
~
~~~q
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