FORMULÁRIO
Condução Transiente
• Número de Biot
(Comprimento Característico)
h Coeficiente Convectivo
k Condutividade Térmica
Comprimento Característico (𝑳𝒄 )
Parede
𝐿𝑐 = 𝐿 (Atenção: ‘’L’’ é o valor da metade do comprimento total da
parede)
Cilindro
𝒓𝒆𝒙𝒕𝒆𝒓𝒏𝒐
𝐿𝒄 =
𝟐
Esfera
𝒓𝒆𝒙𝒕𝒆𝒓𝒏𝒐
𝐿𝒄 =
𝟑
Teste do Número de Biot
1° Passo
Realizar cálculo do número de Biot com Lc dado acima.
Se 𝐵𝑖 ≤ 0,1 utilizar valor encontrado pro resto da questão.
Caso 𝐵𝑖 > 0,1 recalcular seu valor utilizando o 𝐿′𝑐 descrito no passo 2.
2° Passo
Recalcular número de Biot utilizando as seguintes igualdades para 𝐿′𝑐
Parede
𝐿′𝑐 = 𝐿 (Se mantém o mesmo valor do anterior)
ℎ𝐿
𝐵𝑖𝑐𝑜𝑟𝑟𝑖𝑔𝑖𝑑𝑜 = 𝐵𝑖 =
𝑘
Cilindro
𝐿′𝑐 = 𝑟𝑒𝑥𝑡𝑒𝑟𝑛𝑜
ℎ𝑟𝑒𝑥𝑡𝑒𝑟𝑛𝑜
𝐵𝑖𝑐𝑜𝑟𝑟𝑖𝑔𝑖𝑑𝑜 = 2 × 𝐵𝑖 =
𝑘
Esfera
𝐿′𝑐 = 𝑟𝑒𝑥𝑡𝑒𝑟𝑛𝑜
ℎ𝑟𝑒𝑥𝑡𝑒𝑟𝑛𝑜
𝐵𝑖𝑐𝑜𝑟𝑟𝑖𝑔𝑖𝑑𝑜 = 3 × 𝐵𝑖 =
𝑘
Se Bi ≤ 0,1 (Solução Exata)
Quando a resistência à condução no interior do sólido for pequena
em comparação à resistência de transferência de calor por
convecção entre o sólido e a sua vizinhança, pode-se usar o
Método da Capacitância Global ou Análise de Sistemas
Concentrados.
• Método da Capacitância Global: A essência do método é a
hipótese de que a temperatura do sólido é uniforme no
espaço, isto é, no seu interior, em qualquer instante de
tempo durante o processo transiente.
Ex. de Bi < 0,1 Ex. de Bi > 0,1
− 𝐸̇𝑠𝑎𝑖 = 𝐸̇𝑎𝑐𝑢𝑚𝑢𝑙𝑎𝑑𝑎
Separando variáveis e integrando de 0 a t ; 𝑇(0) = 𝑇𝑖 a T(t) obtém-se:
, tempo necessário para alcançar T(t)
Ou
, onde
``b`` pode ser interpretado como uma constante de tempo
térmica , onde Rté resistência à
transferência de calor por convecção e Ct é a capacitância
térmica global do sólido. Esse comportamento é análogo ao
decaimento da voltagem que ocorre quando um capacitor é
descarregado através de um resistor em um circuito elétrico
RC, ou:
𝛼𝑡
, onde 𝜏𝑡 = 𝐹𝑜 = é o Número de Fourier
𝐿2𝑐
Difusividade Térmica
Atenção: Caso Bi > 0,1 utilizar 𝐿′𝑐 para o cálculo do número de
Fourier.
Quantidade Total de Calor:
= 𝑚𝑐𝑝[𝑇(𝑡) − 𝑇∞] = 𝜌𝑉𝑐𝑝(𝑇𝑖 − 𝑇∞)(1 − 𝑒−𝑏𝑡) [kJ]
Se Bi > 0,1 (Soluções aproximadas)
Condução Transiente Unidimensional em Paredes
Planas, Cilindros Longos e Esferas
Simbologia Çengel
Eq. Diferencial:
Condições de contorno:
Condição Inicial: 𝑇(𝑥, 0) = 𝑇𝑖
A partir das condições de contorno e através de processos de
integração numérica obtém-se:
Parede Plana:
Centro da parede plana(x=0) :
𝑄0 = 𝜌𝑐𝑝 𝑉(𝑇𝑖 − 𝑇∞ )
𝑄 𝑠𝑒𝑛𝜆1 2
=1+ 𝐴1 𝑒 (−𝜆1 𝜏)
𝑄0 𝜆1
Cilindro:
Centro do cilindro:
2
𝑄 2A1 𝑒 −𝜆1 𝜏
=1+ 𝐽1 (𝜂)
𝑄𝑜 𝜆1
𝜆 𝑟
𝑇(𝑟,𝑡)− 𝑇∞ 𝑠𝑒𝑛( 𝑟1 )
−𝜆21 𝜏 𝑜
Esfera: = 𝐴1 × 𝑒 × 𝜆1 𝑟 , 𝜏 > 0,2
𝑇𝑖 −𝑇∞
𝑟𝑜
𝒓𝒐
Centro da esfera:
2
𝑄 3 𝐴1 𝑒 −𝜆1 𝜏
=1+ [ 𝑠𝑒𝑛(𝜆1 ) − 𝜆1 cos(𝜆1 )]
𝑄𝑂 𝜆31
𝜆1 𝑒 𝐴1 Constantes que dependem apenas do número de Biot.
Seus valores se encontram na Tabela 4-2
𝐽0 𝑒 𝐽1 Constantes de Bessel, onde 𝜂 = 𝜆1𝑟⁄𝑟𝑜
Seus valores se encontram na Tabela 4-3
• OBS: 𝐵𝑖 = 𝜆𝑛𝑡𝑎𝑛𝜆𝑛 tem infinitas soluções e é chamada de
equação característica e suas raízes são chamadas de
autovalores.
• Simbologia Incropera
; ;
; para todos os casos abaixo 𝑭𝒐> 0,2, ou
seja, está condição deve ser satisfeita para a utilização das
formulas abaixo.
• Atenção: 𝜻𝟏 possui os mesmos valores de 𝝀𝟏 na Tabela 4-2 e 𝑪𝟏
possui os mesmos valores de 𝑨𝟏 na mesma tabela. Já 𝒐 𝒆 𝑱𝟏
possuem os mesmos valores da Tabela 4-3
Parede Plana:
𝜁𝑛 Autovalores
𝐶𝑛 Constante
Em
Cilindro Infinito: 𝜃∗ = 𝐶1𝑒(−𝜁12𝐹𝑜)𝐽𝑜(𝜁1𝑟∗)
Em
Esfera:
Em 𝒓∗ = 𝟎: 𝜃0∗ = 𝐶1𝑒(−𝜁12𝐹𝑜)
Condução Sólidos Semi-infinitos
Sólido semi-infinito tem por definição uma face plana e se estende
ao infinito em todas as direções.
Variável de Similaridade
𝑒𝑟𝑓𝑐(𝜂) é a função erro encontrada na Tabela 4-4
• Caso 1: 𝑻𝒔 = 𝒄𝒐𝒏𝒔𝒕𝒂𝒏𝒕𝒆, Temperatura Superficial especificada
• Caso 2: 𝒒̇ 𝒔 = 𝒄𝒐𝒏𝒔𝒕𝒂𝒏𝒕𝒆, Fluxo de calor especificado
• Caso 3: Convecção na superfície 𝒒̇ 𝒔(𝒕) = 𝒉[𝑻∞ − 𝑻(𝟎, 𝒕)]
• Caso 4: Pulso de Energia na superfície constante
𝒆𝒔 = 𝒄𝒐𝒏𝒔𝒕𝒂𝒏𝒕𝒆
[ J / m²]
Tabela 4-4