Comumente toda a chuva possui um certo nível de acidez, devido ao seu contato com os
gases contidos na atmosfera. No entanto, como chuva ácida, compreende-se o fenômeno
no qual a chuva possua um valor do seu PH (acidez ou basicidade) inferior à 4,5
unidades, o que ocasiona diversas consequências nos locais onde houver esse tipo de
precipitação.
O que é chuva ácida?
A acidez de um elemento é conhecida a partir do seu nível de PH (Potencial
Hidrogeniônico), sendo que quanto menor for este índice, mais ácido será um elemento,
e quanto mais alto, mais alcalino ele será.
Há um nível de acidez considerado normal na água da chuva, o qual fica em valores
médios de 5,6. Quando este número se torna mais baixo, chegando a uma medida
inferior aos 4,5 unidades, tem-se um fenômeno denominado de chuva ácida.
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A acidez normal que existe na água da chuva tem relação, principalmente, com o gás
dióxido de carbono (CO2), o qual é proveniente da própria respiração dos seres vivos,
bem como da queima de matéria orgânica. Porém o aumento de gases como óxidos de
enxofre (SOX) e óxidos de nitrogênio (NOX) contidos na atmosfera, devido a queima de
combustíveis minerais e da liberação de elementos tóxicos no ar, produzem maiores
níveis de acidez nas chuvas. No entanto, diversos outros componentes em estado
gasoso, e/ou partículas existentes na atmosfera que podem reagir com o hidrogênio
contido na molécula de água, formando ácidos, que contribuem para acidez da chuva.
O conceito de chuva ácida refere-se aos tipos de acidez presentes na atmosfera, os quais
podem ser úmidos ou secos. Quando ocorrem de forma úmida, eles precipitam em
forma de chuva, ou formam nevoeiros e neve. Quando ocorrem de forma seca, referem-
se à partículas sólidas ou mesmo gases.
Como ocorre a chuva ácida?
As chuvas ácidas podem ocorrer por causas naturais, como as emissões de gases a partir
de atividade vulcânica, bem como processos biológicos que ocorrem nos solos, oceanos
e nos pântanos, e que acabam produzindo e emitindo gases que interferem na acidez da
atmosfera. Geralmente estas chuvas formam-se em grandes altitudes, onde há um
contato e reação entre a água e os óxidos existentes na atmosfera, bem como o oxigênio
e outros elementos oxidantes. Esse contato forma uma solução de ácidos nítrico e
sulfúrico.
Apesar das atividades vulcânicas serem consideradas como as grandes responsáveis pela
emissão de gases que ocasionam as chuvas ácidas, o ser humano também tem potencial
para intensificar esse processo, a partir de suas atividades produtivas. Os elementos
humanos que mais produzem gases são as atividades industriais, bem como as
termoelétricas e os veículos de transporte, além da pecuária, os quais são destaque na
emissão de gases poluentes na atmosfera.
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A formação de chuvas ácidas não é um fenômeno que acontece instantaneamente, uma
vez que essas partículas e gases podem ficar por bastante tempo suspensas na atmosfera,
percorrendo quilômetros de extensão. Assim, a chuva ácida que ocorre em um
determinado local, pode ter sido ocasionada por atividades que estejam ocorrendo em
locais distantes. Portanto, a chuva ácida é considerada como problema internacional.
Há uma necessidade crescente de conscientização e de medidas em nível global, para
que os efeitos da emissão de gases poluentes sejam, ao menos, reduzidos, tendo-se em
vista os danos que ocasionam. O vento é o responsável por carregar os gases poluentes
por longas distâncias, cruzando, inclusive, as fronteiras internacionais socialmente
construídas, o que torna esse problema algo de interesse de diversas nações, as quais são
prejudicadas por atividades intensas nos setores produtivos de outros países, sofrendo
com as consequências da queima de combustíveis nestes.
Quais as consequências da chuva ácida?
As chuvas ácidas são fenômenos diretamente ligados à produção de gases poluentes de
origem orgânica ou pelas atividades humanas. Sendo assim, elas carregam elementos
químicos que prejudicam a saúde dos seres vivos, uma vez que contaminam não apenas
o ar, mas também a água e os solos. Para saúde humana, os efeitos da chuva ácida estão
relacionados aos problemas respiratórios, como o aumento de casos de asma e
bronquite.
Além disso, relacionam-se também com problemas oculares, como as conjuntivites,
justamente devido aos elementos químicos contidos na atmosfera. Os brônquios são
fragilizados por esse tipo de fenômeno, ocasionando problemas como
broncopneumonia, quando há uma inflamação aguda dos tecidos pulmonares. Além
disso, há um risco aumentado de enfisema pulmonar, quando os pulmões adoecem
gradativamente devido ao contato com agentes danosos à saúde.
Além destas causas mais diretas, a desestabilização dos ecossistemas, e os danos
causados ao meio ambiente também afetam os seres humanos indiretamente. As
florestas podem sofrer com os efeitos das chuvas ácidas, prejudicando o
desenvolvimento das plantas, mesmo em distâncias longas dos pontos de maior emissão
de gases. Não apenas o contato direto entre as folhas com a chuva ácida é prejudicial,
mas também a própria penetração nos solos, acaba afetando o desenvolvimento das
plantas, ocasionando, inclusive, a morte destas.
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A chuva ácida também destrói os patrimônios materiais construídos historicamente
pelas sociedades, corroendo monumentos e construções diversas. Veículos também são
danificados pela ocorrência de chuvas ácidas, as quais intensificam a ferrugem dos
automóveis, bem como afetam suas pinturas. Além disso, atividades como a agricultura
são amplamente afetadas, por conta dos danos causados nas plantas. No caso da
agricultura há um agravante, uma vez que geralmente as plantas são todas do mesmo
tamanho, sendo atingidas de forma homogênea, todas acabam sofrendo as
consequências das chuvas ácidas.
Os seres vivos possuem organismos adequados para suportar um certo nível de acidez,
sendo que quando este se torna mais baixo do que 5 unidades, já ocasionam problemas
em relação ao crescimento adequado das plantas e a germinação das sementes, fator este
que pode prejudicar a produção de alimentos nos locais afetados pelo fenômeno. Além
disso, os lagos e rios são intensamente afetados pelo fenômeno, pois suas águas ficam
mais ácidas, comprometendo a vida aquáticas nestes ambientes. Animais aquáticos não
conseguem sobreviver em seus habitats quando o PH da água se torna ácido, e acabam
morrendo.
Soluções para a chuva ácida
Boa parte do fenômeno está relacionado com a emissão vulcânica de materiais gasosos
poluentes na atmosfera. No entanto, o ser humano tem um papel relevante neste
contexto também e, a partir de práticas cotidianas pode reduzir a emissão de gases
poluentes na atmosfera. Algumas medidas eficazes envolvem a redução nos níveis de
consumo da população, o que incidiria numa redução industrial, e menor emissão de
gases. Ainda, o uso de transportes coletivos ou organização de transporte entre pessoas
que se deslocam para locais próximos, evitando o uso demasiado dos transportes
individuais, o que reduziria também a emissão de gases.
Além disso, torna-se relevante investimentos em fontes energéticas consideradas
limpas. Fontes energéticas como gás natural, energia elétrica de origem hidráulica,
energia solar e energia eólica, são medidas eficazes para reduzir o uso de termoelétricas,
por exemplo, as quais utilizam-se de queima de combustíveis sólidos, líquidos ou
gasosos para produção energética. A troca consciente das fontes energéticas, bem como
a perpetuação das discussões em nível internacional sobre os problemas ambientais, são
medidas que visam solucionar ou amenizar os problemas ocasionados pela massiva
emissão de gases poluentes, os quais estão diretamente ligados com o fenômeno das
chuvas ácidas.
Referências
» PORTUGAL. Ministério dos Negócios Estrangeiros. Camões Instituto da Cooperação
e da Língua Portugal. Chuva Ácida. Disponível em: < [Link]
[Link]/images/stories/tecnicas_comunicacao_em_portugues/Quimica/Quimica%20-
%20Chuva%[Link]>. Acesso em: 04 de maio de 2017.
» FERRÃO, M.; SILVA, M. Físico-Químicas. p.115 –121. Alfragide: Constância
Editora (adaptação). Disponível em: <
[Link]
as%20%C1cidas%[Link]>. Acesso em: 04 de maio de 2017.
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Sobre o autor
Prof. Luana Künast
Graduada em Geografia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste),
Especialista em Neuropedagogia pela Faculdade Alfa de Umuarama (FAU) e Mestre em
Geografia (Unioeste)
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Início
Chuvas ácidas
As suas causas e consequência
O que são as chuvas ácidas?
Fig. 1 - Os gases lançados na atmosfera são
os grandes responsáveis pelas chuvas ácidas
A denominação de chuva ácida é utilizada para qualquer chuva que possua um valor
de pH inferior a 4,5.
Esta acidez da chuva é causada pela solubilização de alguns gases presentes na
atmosfera terrestre cuja hidrólise seja ácida. Entre estes destacam-se os gases
contendo enxofre proveniente das impurezas da queima dos combustíveis fósseis.
Pode também dizer-se que as chuvas "normais" são ligeiramente ácidas, pois
apresentam um valor de pH próximo de 5,6. Essa acidez natural é causada pela
dissociação do dióxido de carbono em água, formando um ácido fraco, conhecido como
ácido carbónico, de acordo com a reação química que se apresenta abaixo:
CO2 (g) + H2O (l) ---› H2CO3 (aq)
O que provoca chuvas ácidas?
Embora existam processos naturais que contribuem para a acidificação da
precipitação, com destaque para os gases lançados na atmosfera pelos vulcões e os
gerados pelos processos biológicos que ocorrem nos solos, pântanos e oceanos,
as fontes antrópicas, isto é resultantes da ação humana, são claramente
dominantes.
A prova dessa predominância foi obtida pela determinação da diferença entre a acidez
da precipitação nas zonas industrializadas e em partes remotas do globo, pela
comparação da acidez atual com o registo deixado pela captura da precipitação no gelo
dos glaciares ao longo de milhões de anos e pelo registo deixado nos fundos de lagos e
oceanos pela deposição de restos orgânicos indiciadores das condições de acidez
prevalecentes.
A análise das camadas de gelo depositadas em glaciares e nas calotas polares
mostram uma rápida diminuição do pH da precipitação a partir do início da Revolução
Industrial, passando em média de 5,6 para 4,5 ou mesmo 4,0 nalgumas regiões,
mostrando um forte acidificação.
Igual conclusão é retirada da análise da prevalência de espécies de diatomáceas em
camadas de sedimento recolhidos do fundo de lagos, confirmando a correlação entre a
industrialização e a diminuição do pH da precipitação.
A ação humana no nosso planeta é assim a grande responsável por este fenómeno.
As principais fontes humanas desses gases são as indústrias, as centrais
termoelétricas e os veículos de transporte.
Estes gases podem ser transportados durante muito tempo, percorrendo milhares de
quilómetros na atmosfera antes de reagirem com partículas de água, originando ácidos
que mais tarde se precipitam.
A precipitação ácida ocorre quando a concentração de dióxido de enxofre (SO2) e
óxidos de azoto (NO, NO2, N2O5) é suficiente para reagir com as gotas de água
suspensas no ar (as núvens).
Tipicamente, a chuva ácida possui um pH à volta de 4,5, podendo transformar a
superfície do mármore em gesso.
A chuva ácida industrial é um problema substancial na China, na Europa Ocidental, na
Rússia e em áreas sob a influência de correntes de ar provenientes desses países. Os
poluentes resultam essencialmente da queima de carvão com enxofre na sua
composição, utilizado para gerar calor e eletricidade.
Mas nem sempre as áreas onde são libertados os poluentes, como as áreas
industriais, sofrem as consequências dessas chuvas, justamente porque a constante
movimentação das massas de ar transporta esses poluentes para zonas distantes.
Por esta razão, a chuva ácida é, também considerada uma forma de poluição
transfronteiriça, já que as regiões que não poluem podem ser severamente
prejudicadas pela sua precipitação.
Como se formam as chuvas ácidas?
Os dois principais compostos que estão na origem deste problema ambiental dão
origem a processos diferentes de formação de ácidos:
1- O Enxofre
O enxofre é uma impureza frequente nos combustíveis fósseis, principalmente no
carvão mineral e no petróleo, que ao serem queimados também promovem a
combustão desse composto, de acordo com as seguintes reações químicas:
S (s) + O2 (g) ---› SO2 (g)
2 SO2 (g) + O2 (g) ---› 2 SO3 (g)
O enxofre e os óxidos de enxofre podem também ser lançados na atmosfera pelos
vulcões.
Os óxidos ácidos formados reagem com a água para formar ácido sulfúrico (H2SO4),
de acordo com a equação:
SO3 (g) + H2O (l) ---› H2SO4 (aq)
Ou pode também ocorrer a reação seguinte, formando-se ácido sulfuroso (H2SO3):
SO2 (g) + H2O (l) ---› H2SO3 (aq)
2 - O Azoto
O azoto (N2) é um gás abundante na composição da atmosfera e muito pouco reativo.
Para reagir com o oxigénio do ar precisa de grande quantidade de energia, como a que
se liberta numa descarga elétrica ou no funcionamento de um motor de combustão.
Estes motores são actualmente os maiores responsáveis pela reação de oxidação do
azoto. Os óxidos, ao reagir com água, formam ácido nitroso (HNO2) e ácido nítrico
(HNO3), de acordo com as seguintes reacções químicas:
Na câmara de combustão dos motores, ocorre a seguinte reação química:
N2 (g) + O2 (g) ---› 2 NO (g)
O monóxido de azoto (NO) formado, na presença do oxigénio do ar, produz dióxido de
azoto:
2 NO (g) + O2 (g) ---› 2 NO2 (g)
Por sua vez, o dióxido de azoto formado, na presença da água (proveniente da
chuva), forma ácidos de acordo com a equação:
2 NO2 (g) + H2O (l) ---› HNO3 (aq) + HNO2 (aq)
As evidências de um crescente aumento nos níveis de chuva ácida vêm da análise das
camadas de gelo oriundas dos glaciares.
Verifica-se uma repentina diminuição do pH a partir da Revolução Industrial de 6 para
4,5 ou 4.
Desde a Revolução Industrial as emissões de óxidos de enxofre e azoto na atmosfera
aumentaram.
As Indústrias e as centrais termoelétricas que queimam combustíveis fósseis,
principalmente o carvão, são a principal fonte desses gases. Já chegaram a ser
registados valores de pH abaixo de 2,4 em algumas áreas industriais. O sector dos
transportes, movidos a combustíveis fósseis, juntam-se às duas fontes de poluição
mencionadas, sendo estes três considerados os grandes responsáveis pelo aumento dos
óxidos de azoto.
O problema das chuvas ácidas não apenas aumentou com o crescimento
populacional e industrial, mas também se espalhou.
Fig. 3 - As chuvas ácidas atacam
seriamente as florestas
A utilização de grandes chaminés, a fim de reduzir a poluição local contribuiu para a
disseminação da chuva ácida, libertando gases na atmosfera da região.
Há uma forte relação entre baixos níveis de pH e a perda de populações de peixes
em lagos. Com um pH abaixo de 4,5, praticamente nenhum peixe sobrevive, enquanto
níveis iguais ou superiores a 6 promovem populações saudáveis.
O baixo pH também faz circular metais pesados como o alumínio nos lagos. O
alumínio faz com que alguns peixes produzam muco em excesso, na zona das guelras,
prejudicando assim a sua respiração. O crescimento do fitoplâncton é inibido pelos
grandes níveis de acidez e os animais que se alimentam dele são dessa forma
prejudicados.
As árvores são prejudicadas pelas chuvas ácidas de vários modos. A superfície
cerosa das suas folhas é rompida e os nutrientes perdem-se, tornando as árvores mais
susceptíveis ao gelo, a fungos e a insectos. O crescimento das raízes torna-se mais
lento e, em consequência disso, menos nutrientes são transportados. Os iões tóxicos
acumulam-se no solo e os minerais valiosos para estas espécies são dispersados ou (no
caso dos fosfatos) tornam-se próximos à argila.
Os iões tóxicos libertados devido às chuvas ácidas constituem a maior ameaça aos
seres humanos. O cobre mobilizado foi implicado nas epidemias de diarreia em crianças
jovens e acredita-se que existem ligações entre o abastecimento de água contaminado
com alumínio e a ocorrência de casos da doença de Alzheimer.
Consequências das chuvas ácidas
Para a saúde
A chuva ácida liberta metais tóxicos que estavam no solo. Esses metais podem
contaminar os rios e serem inadvertidamente utilizados pelo homem causando sérios
problemas de saúde.
Nas Casas, Prédios e demais edifícios
A chuva ácida também ajuda a corroer alguns dos materiais utilizados nas
construções, danificando algumas estruturas, como as barragens, as turbinas de
geração de energia, etc.
Para o meio ambiente
Lagos - Os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito das chuvas ácidas,
pois podem ficar totalmente acidificados perdendo toda a sua vida.
Desflorestação - A chuva ácida provoca clareiras, matando algumas árvores de cada
vez. Podemos imaginar uma floresta, que vai sendo progressivamente dizimada,
podendo eventualmente ser até destruída.
Agricultura - A chuva ácida afeta as plantações quase da mesma forma que as
florestas, no entanto a destruição é mais rápida, uma vez que as plantas são todas do
mesmo tamanho e assim, igualmente atingidas pelas chuvas ácidas.
Que soluções para este problema?
De uma forma resumida, poderemos apontar algumas soluções que, a serem
adoptadas contribuirão decisivamente para a diminuição deste problema:
Incentivar a utilização dos transportes coletivos, como forma de diminuir o número
de veículos que circulam nas estradas.
Utilizar metros (subterrâneos ou de superfície) em substituição à frota de
autocarros a diesel, ou então promover a sua substituição por frotas não poluentes
(com recurso a motores elétricos, por exemplo).
Incentivar a descentralização industrial.
Dessulfurar os combustíveis com alto teor de enxofre antes da sua distribuição e
consumo.
Dessulfurar os gases de combustão nas indústrias antes do seu lançamento na
atmosfera.
Subsidiar a utilização de combustíveis limpos (gás natural, energia elétrica de
origem hidráulica, energia solar e energia eólica) em fontes de poluição tipicamente
urbanas como hospitais, lavandarias e restaurantes.
Utilizar combustíveis limpos em veículos, indústrias e caldeiras.