Plano Estratégico SADC 2015-2020
Plano Estratégico SADC 2015-2020
COMUNIDADE DE DESENVOLVIMENTO DA
ÁFRICA AUSTRAL
PROJECTO DE
Secretariado da SADC
Abril de 2015
RISDP Revisto Quarta Versão
Índice
Prefácio………………………………………………………………………………………………………………………………….. … 4
Agradecimentos……………………………………………………………………………………………………………………… 5
Acrónimos …………………………………………………………………………………………………………………………………. 6
Sumário Executivo……………………………………………………………………………………………………………………….. 7
2
RISDP Revisto Quarta Versão
3
RISDP Revisto Quarta Versão
Prefácio
A ser inserido
4
RISDP Revisto Quarta Versão
Agradecimentos
A ser inserido …
5
RISDP Revisto Quarta Versão
Acrónimos
A ser inserido…
6
RISDP Revisto Quarta Versão
Sumário Executivo
1. Antecedentes
Desde a sua aprovação em 2003, o RISDP tem orientado a SADC e os respectivos parceiros na
planificação da implementação da agenda de cooperação e integração. Foram efectuadas duas
avaliações do RISDP em 2011 e 2012/13. Com base nas respectivas constatações e nas
recomendações do Conselho em 2013, foi produzido um RISDP Revisto para o período remanescente
do Plano.
O RISDP Revisto oferece um quadro orientador para a última fase do RISDP, isto é, 2015-2020. O
âmbito e a finalidade do RISDP permanecem inalteráveis em relação aos do documento original,
com excepção que a ênfase foi colocada no realinhamento das prioridades existentes com a
afectação dos recursos, em termos da sua importância relativa e maior impacto na integração
regional. Define os resultados específicos e os prazos nas várias áreas de cooperação e integração a
fim de facilitar a monitorização e avaliação. A finalidade do RISDP Revisto é aprofundar a integração
regional na SADC e oferecer aos Estados Membros da SADC um programa consistente e abrangente
de políticas económicas e sociais a médio prazo. Providencia também ao Secretariado e a outras
instituições da SADC um cenário claro das políticas e prioridades da SADC aprovadas no âmbito
social económico.
3. Metodologia
O RISDP Revisto foi produzido por um Grupo de Trabalho que integrou o Secretariado da SADC,
todos os Estados Membros e outros intervenientes relevantes. Em preparação para este exercício, o
Grupo de Trabalho examinou as recomendações da Avaliação Documental do Plano Estratégico
Indicativo de Desenvolvimento Regional e o Relatório de Síntese da Revisão Intercalar a médio-prazo
do Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional para 2005-2012. Outros instrumentos
relevantes regionais, continentais e mundiais foram também consultados para que se tomem em
conta parâmetros relevantes, a fim de se definirem novas prioridades e os resultados
correspondentes que contribuiriam para a integração regional no período remanescente do RISDP.
7
RISDP Revisto Quarta Versão
financeira mundial em 2009. Isto foi devido grandemente à sólida base macroeconómica
estabelecida através da gestão macroeconómica sólida pelos Estados Membros nos anos que
precederam a crise. Contudo, um passo crescente da implementação de reformas é necessário para
melhorar o clima de negócios e o ambiente de competitividade da Região. Apesar de alguns
melhoramentos constatados nos indicadores de desenvolvimento social e humano, verificam-se
desafios constantes, em particular, a baixa participação no ensino secundário e terciário, a elevada
prevalência de doenças transmissíveis e dos elevados níveis de desemprego. Estes desafios podiam
dificultar a concretização das metas de ODM na Região em 2015 nas áreas de educação, saúde e
emprego. Uma análise dos Pontos Fortes, Pontos Fracos, Oportunidades e Ameaças da SADC é
também efectuada depois de se examinar o contexto da integração continental e as perspectivas da
transformação acelerada de África em conformidade com a Agenda 2063 da União Africana bem
como a proposta para uma Visão da SADC de 2050.
Uma ideia geral da implementação do RISDP no período de 2005-2012/13 para todas as áreas de
intervenção, especialmente as realizações alcançadas e os desafios encontrados, revela que a
implementação do RISDP tem progredido bem, apesar dos muitos desafios enfrentados, e que a
função da SADC como facilitadora de desenvolvimento na Região tem tido resultados positivos a
muitos níveis e numa larga gama de áreas relacionadas com a cooperação e a integração regionais.
Além de providenciar orientação para a formulação de prioridades revistas para 2015-2020, esta
visão geral concluiu que um estudo específico teria de ser efectuado para confirmar o nível de
impacto, e os benefícios acumulados, como resultado das intervenções com base no RISDP.
As inter-relações entre as quatro Prioridades são ilustradas através de uma cadeia de resultados,
reflectindo as relações causais entre os insumos, as actividades, os resultados, os resultados
tangíveis e o impacto. No Capítulo 4 os resultados específicos seleccionados e os respectivos prazos
são apresentados e mais desenvolvidos num quadro de resultados no Anexo 2. As áreas de
intervenção prioritárias, as suas metas, as áreas de foco e as estratégias são resumidas brevemente
nos parágrafos seguintes. A meta geral das áreas de intervenção permanecem mais ou menos as
mesmas como descrito no RISDP original. As alterações pertinentes aplicam-se às suas áreas de
intervenção e estratégias principais.
A meta geral de Redução da Pobreza, como uma questão transversal primária, é contribuir para o
objectivo supremo da erradicação da pobreza. Espera-se que as áreas de intervenção para a redução
da pobreza, tais como, a análise das tendências do desenvolvimento e o seu impacto na pobreza e as
8
RISDP Revisto Quarta Versão
estratégias, tais como, a harmonização dos indicadores da pobreza serão também incluídas em
todas as áreas de intervenção prioritárias.
Relativamente à área de intervenção de combate ao VIH e SIDA, a meta geral continua a ser
diminuir o número de indivíduos infectados com VIH e SIDA e de famílias afectadas pela epidemia na
região da SADC, de modo a que VIH e SIDA deixe de ser uma ameaça à saúde pública e ao
desenvolvimento socioeconómico dos Estados Membros. As áreas de intervenção, de acordo com a
Declaração de Maseru sobre VIH e SIDA, são: a prevenção da infecção por VIH, o tratamento das
infecções por VIH, a inclusão da problemática de VIH, o financiamento sustentável no combate à
epidemia e a monitorização e avaliação. Umas das principais estratégias é o reforço de capacidades
para a programação, planificação e gestão efectiva das respostas integradas ao VIH e SIDA.
A área de intervenção de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) tem como meta a criação de um
ambiente conducente a utilizar a CTI como uma ferramenta para superar os desafios
socioeconómicos no rumo para o desenvolvimento sustentável na Região. As áreas de intervenção
incluem a promoção de investimento através de Parcerias Público-Privadas (PPP) em Infra-estruturas
de CTI e de Investigação e Desenvolvimento, e a promoção da Mulher e participação da Juventude
em ciência, engenharia e tecnologia e o desenvolvimento e reforço das capacidades de CTI regionais.
As estratégias para a concretização destas e de outras áreas de intervenção são o estabelecimento
de programas colaborativos regionais de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (R&DI) nas áreas
prioritárias, e o estabelecimento e reforço de centros de excelência regionais e de redes nas áreas
prioritárias de CTI.
O RISDP Revisto considera o como um meio de garantir o uso equitativo e sustentável do ambiente e
dos recursos naturais para o benefício das gerações presentes e futuras. Como uma área de
intervenção transversal, o Meio-Ambiente e o Desenvolvimento Sustentável também apoiarão as
estratégias globais sobre a Economia Verde e Azul.
Relativamente à área de intervenção que trata do Sector Privado, o objectivo geral é melhorar o
ambiente de “fazer negócios” na Região e garantir os mecanismos políticos e institucionais efectivos
para o Diálogo Público-Privado. O foco será nos quadros de orientação política e institucional para o
9
RISDP Revisto Quarta Versão
O futuro acordo prevê que o RISDP e o SIPO culminarão numa única estratégia que providenciará
uma abordagem holística para questões de desenvolvimento económico sustentável e paz e
segurança na região da SADC. Em vista disto, os objectivos específicos, bem como os resultados
específicos para a Cooperação nas áreas de Paz e Segurança não estão incluídos no presente
documento visto que já apareceram no SIPO Revisto (2010).
10
RISDP Revisto Quarta Versão
pesca, actividades florestais e fauna bravia) numa base sustentável, a segurança alimentar e
nutricional, a gestão sustentável de recursos naturais, e a conservação e utilização dos recursos
fitogenéticos e genéticos animais. As estratégias principais incluem o desenvolvimento e a
implementação do Investimento na RAP, a transposição para o direito nacional dos Protocolos sobre
Actividades Florestais, Pesca e Fauna Bravia e Aplicação da Lei, e o reforço das capacidades regionais
e nacionais em conservação e utilização dos recursos fitogenéticos.
O quadro institucional que foi estabelecido para a implementação efectiva do RISDP é confirmado.
Ao nível político, o Conselho de Ministros, através do agora defunto Comité Integrado de Ministros
(substituído pelos Comités Ministeriais Sectoriais e de Clusters) devia providenciar a orientação
política e a supervisão da implementação. Ao nível operacional, a gestão e coordenação do RISDP
devia ficar sob a responsabilidade do Secretariado. A implementação de programas relevantes devia
envolver algumas das estruturas seguintes: os Estados Membros participantes, as Comissões
Nacionais da SADC, o Secretariado, os Comités Técnicos e os Subcomités e Comités Directivos de
Programas. Os desafios mais importantes que foram encontrados na implementação do RISDP com
base nos acordos iniciais estão postos em destaque. São também propostas as estratégias para o
melhoramento da implementação do IRSDP Revisto, segundo as quais o fulcro será o reforço
institucional através da coordenação, da clarificação de funções, capacitação e gestão melhorada de
recursos.
São apresentadas as fontes estratégicas de financiamento que foram criadas para a implementação
do RISDP, nomeadamente as contribuições estatutárias dos Estados Membros, a Ajuda Oficial ao
Desenvolvimento (ODA), a atracção de mais investimento directo, local e estrangeiro, e as Parcerias
Público-Privadas (PPP). A fim de se fazer uso das iniciativas existentes e de se estabelecerem
abordagens inovadoras para a mobilização de recursos, são propostas várias estratégias. Estas são;
operacionalização de Mecanismos Combinados, institucionalização de mecanismos de
autofinanciamento, promoção de Parceiros de Desenvolvimento não-tradicionais, tais como BRICS
no contexto da Cooperação Sul-Sul, promoção do uso de PPP no desenvolvimento e financiamento
de infraestruturas, e as políticas e os instrumentos de institucionalização e operacionalização que
minimizam o problema de alto nível de fugas de capital, incluindo fluxos financeiros ilícitos para fora
da Região.
9. Monitorização e Avaliação
O Sistema de monitorização e avaliação do RISDP Revisto foi desenhado de acordo com a Política da
SADC sobre o Desenvolvimento, Planificação, Monitorização e Avaliação que foi aprovada pelo
Conselho em Março de 2012. Aos níveis político e de orientação política, a Cimeira, o Conselho de
Ministros e os Ministros Sectoriais de Clusters exercerão a supervisão continua usando relatórios dos
progressos alcançados do Secretariado. Ao nível técnico, o Secretariado coordenará e monitorizará a
11
RISDP Revisto Quarta Versão
12
RISDP Revisto Quarta Versão
1.1 Introdução
O RISDP foi desenvolvido e aprovado pela Cimeira da SADC em Arusha, República Unida da Tanzânia,
em 2003, como o modelo principal para a implementação do Programa de Acção da SADC após a
revisão das actividades e das instituições da SADC que teve lugar em 2001. Com base nas prioridades
estratégicas da SADC e da sua Agenda Comum, o RISDP alinha os objectivos e as prioridades
estratégicos com as políticas e as estratégias a serem implementadas para a concretização desses
objectivos num período de quinze anos. É desenhado para providenciar a orientação estratégica
relativa (à implementação dos) aos programas, projectos e actividades da SADC.1
O RISDP é indicativo e oferece um esboço das condições necessárias que têm de ser implantadas
para a concretização dos objectivos gerais de integração e desenvolvimento regionais da SADC.
Estabelece as metas, estratégias e um sistema de monitorização do progresso e das realizações
alcançados.
Desde a sua aprovação em 2003, o RISDP tem orientado os Estados Membros, o Secretariado, os
principais intervenientes regionais e os parceiros internacionais de cooperação no desenvolvimento
na planificação da implementação da agenda de cooperação e integração.
A Revisão Intercalar do RISDP constatou que embora algumas metas importantes tenham sido
concretizadas com sucesso nos primeiros 10 anos da implementação do RISDP, noutras áreas
encontraram-se desafios e dificuldades e, como resultado, algumas das metas originais não foram
concretizadas dentro dos prazos acordados.
O RISDP Revisto-2015-2020 tem como finalidade providenciar novas metas e prazos e, sempre que
necessário, introduzir novas estratégias em vista dos novos desenvolvimentos na Região, e nas
esferas continental e mundial.
O RISDP Revisto para 2015-2020 tem como base a orientação estratégica consagrada no RISDP que
sublinha a necessidade de aprofundamento da integração regional através da prossecução e
concretização das principais metas, incluindo a Zona de Comércio Livre, a União Aduaneira, o
Mercado Comum, a União Monetária, Moeda Única e União Económica. A concretização destas
metas permanece relevante para a agenda de integração económica da SADC a longo prazo e pode
exigir a redefinição de prazos. Os prazos serão informados por trabalho adicional e a revisão do
progresso alcançado na consolidação da ZCL da SADC.
1
SADC, 2003, Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional, p.6.
13
RISDP Revisto Quarta Versão
O RISDP tem como pressuposto a concretização da visão da SADC “de um futuro comum, um futuro
numa comunidade regional que garantirá o bem-estar económico, o melhoramento do nível de vida
e da qualidade de vida, a liberdade e a justiça social e a paz e a segurança dos povos da África
Austral. Esta visão compartilhada está ancorada nos valores e princípios comuns e nas afinidades
históricas e culturais que existem entre os povos da África Austral”.2
O RISDP é também apoiado pela missão da SADC que é “Promover o crescimento económico
sustentável e equitativo e o desenvolvimento socioeconómico através de sistemas produtivos
eficientes, da cooperação e integração mais profundas, da boa governação e da paz e segurança
duradouras, de modo a que a Região surja como um actor competitivo e efectivo nas relações
internacionais e na economia mundial ".3
Na concretização desta missão, o RISDP continua a ser orientado pelos princípios seguintes que são
preconizados no Artigo 4º do Tratado da SADC:
O RISDP oferece um esboço das estratégias da SADC derivadas do Tratado. Estas estratégias são:
2
SADC, 2003, Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional
3
SADC, 2003, Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional, RISDP
14
RISDP Revisto Quarta Versão
iii) Criar instituições e mecanismos apropriados para a mobilização dos recursos necessários à
implementação de programas e operações da SADC e das suas instituições.
iv) Desenvolver políticas que visem a eliminação progressiva de obstáculos à livre circulação de
capital e mão-de-obra, bens e serviços, dos cidadãos da Região, em geral, entre os Estados
Membros;
v) Promover o desenvolvimento de recursos humanos;
vi) Promover o desenvolvimento, a transferência e as competências em tecnologia;
vii) Melhorar a gestão e o desempenho económicos através da cooperação regional
viii) Promover a coordenação e a harmonização das relações internacionais dos Estados
Membros
ix) Garantir a compreensão, cooperação e apoio internacionais e mobilizar o influxo de recursos
públicos e privados para a Região
x) Desenvolver quaisquer outras actividades que possam ser decididas pelos Estados
Membros.4
4
SADC, 2003, Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional
5
SADC, 2007. Acta da Reunião do Conselho de Ministros da SADC realizada em Lusaka, Zâmbia, 14-15 de Agosto de 2007.
Ponto 7.3.6 .
6
O RISDP foi aprovado em 2003 por um período de 15 anos, mas foi implementado efectivamente a partir de 2005,
resultando assim num prazo de implementação de 2005-2020.
15
RISDP Revisto Quarta Versão
O Capítulo 1 apresenta o enquadramento da SADC para a integração, incluindo a sua visão e missão.
Indica as mudanças mais relevantes que ocorreram desde a adopção do RISDP. O contexto histórico
da sua formação e evolução ao longo do tempo podem ser encontrados no RISDP original.
O Capítulo 2 oferece um esboço da situação política, dos desenvolvimentos socioeconómicos mais
importantes na SADC desde 2003 e da integração e as perspectivas continentais para a
transformação acelerada de África. O capítulo conclui apresentando uma análise dos Pontos Fortes,
Pontos Fracos, Oportunidades e Ameaças da SADC.
O Capítulo 4 descreve as prioridades alargadas para 2015-2020 com base nos pilares de integração e
a abordagem para a concretização de resultados específicos de acordo com estas prioridades. A
modalidade para operacionalizar a iniciativa para a Visão da SADC para 2050 está também esboçada.
O Capítulo 6 põe em destaque as estratégias para o financiamento sustentável do RISDP Revisto com
base nas lições retiradas dos mecanismos que foram estabelecidos para a implementação do RISDP.
16
RISDP Revisto Quarta Versão
A situação política regional, como descrita no Plano Estratégico Indicativo Revisto do Órgão de
Cooperação nas Áreas de Política, Defesa e Segurança (SIPO 2010), é caracterizada pela aceitação do
pluralismo político. Os Estados Membros da SADC realizam eleições democráticas regulares e
efectuam consultas com o objectivo de reforçarem e aprofundarem a cultura democrática. A boa
cooperação política tem dado lugar à paz e criado um ambiente conducente ao desenvolvimento
socioeconómico.
Como resultado, a paz prevalecente e o aprofundamento das práticas democráticas têm contribuído
para o aparecimento e crescimento de organizações da sociedade civil (CSO). Várias CSO estão
envolvidas em diferentes iniciativas de desenvolvimento que têm um impacto directo na vida das
populações.
Como reconhecido no SIPO original (2003), este é um instrumento que permite a implementação da
agenda de desenvolvimento da SADC consagrada no Plano Estratégico Indicativo de
Desenvolvimento Regional. O objectivo central do SIPO é criar um ambiente político e de segurança
pacífico e estável através do qual a região se esforçará por concretizar os seus objectivos
socioeconómicos. O SIPO e o RISDP são distintos, contudo complementares. Assim, é imperativo que
no processo de implementação se preste atenção especial à optimização das suas sinergias e à
racionalização das questões transversais.
Desde a aprovação do RISDP em 2003 até à data, a SADC tem continuado a ser instrumental na
materialização da consolidação dos valores e das instituições democráticos, da paz e segurança na
Região. A comunidade tem também beneficiado da ausência relativa de grandes conflitos entre os
estados. Por outras palavras, a situação política e de segurança no seio região tem sido, em geral,
favorável ao processo de cooperação e integração regionais na região da SADC.
Contudo, apesar dos desenvolvimentos positivos acima, a Região ainda tem pela frente vários
desafios de natureza política, que incluem:
O início de 2008 constituiu um período difícil para as economias da SADC visto que o impacto da
crise económica mundial, com a queda dos volumes do comércio internacional, levou à redução dos
17
RISDP Revisto Quarta Versão
Contudo, a Região enfrentou a crise financeira mundial em 2009 devido, grandemente, à base
macroeconómica sólida estabelecida através de uma gestão macroeconómica e disciplina fiscal
sólidas pelos Estados Membros nos anos precedentes à crise. O desempenho de todos os Estados
Membros (com excepção do Malawi, Zimbabwe e RDC) foi boa, em relação às metas do saldo
orçamental e da dívida pública de 3 e 60% do PIB, respectivamente. Contudo, o PIB real para a
Região abrandou (Figura 1), mas permaneceu positivo, com uma média de 2.5% em 2009. A inflação
também continuou a ser um problema devido à pressão crescente dos aumentos dos preços dos
produtos alimentares e do petróleo. Só cinco Estados Membros alcançaram uma inflação de dígito
único enquanto a média da inflação para a Região foi de 12,4% em 2009.
14.0
12.0
10.0
8.0
6.0
4.0
2.0
0.0
2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014
GDP Inflation
Fontes: Bancos Centrais da SADC; Subcomité Macroeconómico da SADC; e Previsão da Economia Mundial do
FMI, Abril de 2014
O crescimento do PIB real para a Região foi bastante limitado, abrandando de uma média de 5%
entre 2010 e 2012 para 4,8% em 2013, devido em grande parte à lenta recuperação da economia
mundial. Contudo, as taxas de crescimento do PIB real da RDC (8,5%), Moçambique (7,1%) e
Tanzânia (7,0%) em 2013 foram superiores à meta regional da SADC em 2013. Isto foi atribuído em
grande ao melhoramento da produção nos sectores das indústrias extractivas, agrícola, transportes
e comunicações.
A maioria dos Estados Membros da SADC (com excepção de Moçambique, Namíbia, Seychelles,
África do Sul, Zâmbia e Zimbabwe) também reduziu os défices orçamentais e a dívida pública para
níveis sustentáveis e atingiu a meta regional da SADC de 3% do PIB. A média do défice orçamental
foi de 1% do PIB em 2013 em comparação com 0,7% em 2012. O nível global da dívida pública para a
Região como um rácio do PIB foi de 41,9% em 2013, em comparação com 40,8% em 2012 e esteve
aquém da meta de 60% em todos os Estados Membros com excepção das Seychelles e do
18
RISDP Revisto Quarta Versão
Com base nas Previsões e Projecções disponíveis (Subcomité Macroeconómico da SADC e Previsão
Económica do FMI, Abril de 2014) o crescimento económico na Região está projectado para
aumentar em média 5.2% em 2014 e em média de 5% entre 2015 e 2018. Prevê-se que todos os
Estados Membros registem um crescimento económico positivo com a RDC e Moçambique a
registarem as taxas de crescimento mais elevadas impulsionadas pelo aumento da produção nos
sectores das minas e do gás devido a novas descobertas de minérios e petróleo. A inflação deve
posicionar-se em média em 5,6 % em 2014 e abrandar ainda mais para 4,8% em 2018 visto que a
inflação ao nível mundial está projectada em permanecer estável a 3,8% em 2014 em resultado dos
preços de produtos primários estáveis e de crescimento mundial moderado.
A aceleração do passo da implementação das reformas é ainda necessária para melhorar o clima de
negócios e o ambiente de competitividade da Região. A manutenção de políticas macroeconómicas
sólidas constitui uma importante pré-condição para o crescimento e desenvolvimento inclusivos
sustentados, para a criação de emprego e para o alívio da pobreza. O RISDP Revisto reitera a
necessidade da SADC assumir de novo o compromisso para com a convergência macroeconómica
direcionada ao crescimento e desenvolvimento inclusivos, conjuntamente com um foco sustentado
em:
19
RISDP Revisto Quarta Versão
No sector de infraestruturas, uma infraestrutura bem desenhada e bem regulada e de acesso aberto,
seja de transporte, energia ou ITC apoiaria o crescimento e o desenvolvimento inclusivos. A
população pobre tiraria os maiores benefícios do acesso a Infra-estruturas públicas na forma de
transportes, água potável, saneamento, abastecimento de electricidade, educação e cuidados de
saúde. De modo idêntico o acesso a comunicações móveis e a internet de banda larga também se
tornou fundamental como um meio para a população em desvantagem ficar mais integrada na
sociedade e na economia.
Os estudos realizados sobre o desenvolvimento social e humano na SADC confirmam que a situação
de pobreza na Região não melhorou na última década (Instituto de Análise e Investigação Política da
Zâmbia - Zâmbia Institute for Policy Analysis and Research, 2012; e Chipika e Malaba, 2013). A
previsão demográfica reflecte um crescimento demográfico constante com uma população de 212
milhões de habitantes em 2001 tendo aumentado para 284 milhões em 2012. Cerca de três quartos
da população são crianças e jovens com idades inferiores a 35 anos. A esperança de vida à nascença
tem melhorado, com a maioria dos cidadãos a terem uma expectativa de vida de 50 anos e superior
em comparação com 2003 quando metade dos cidadãos dos Estados Membros tinha uma esperança
de vida inferior a 50 anos.
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que inclui a esperança de vida à nascença, combinada
com as taxas brutas de matrículas em todos os níveis do ensino, alfabetização de adultos, e
rendimentos reais per capita, continua a variar e flutuar entre os Estados Membros, como reflectido
na Figura 2 ilustrando o IDH na SADC em 2002 e 2012. Apesar de alguns melhoramentos registados,
muitos dos Estados Membros estão na categoria de ‘Baixo Desenvolvimento Humano’ (0,304 –
0,534).
Os índices de alfabetização adulta variam grandemente, indo de 56,1%, o mais baixo, a 92%,o mais
elevado. A alfabetização entre a juventude na faixa etária entre 15 e 24 anos é elevada
posicionando-se em 92%. Os ingressos no ensino primário e a paridade de género têm melhorado.
Contudo, a progressão através dos graus do ensino primário e a conclusão do ensino primário ainda
são problemáticas. As taxas líquidas de matrículas no ensino secundário são inferiores (com a
maioria dos Estados Membros a oferecerem lugares em números inferiores a 50%) às do ensino
primário, o que tem como resultado elevados números de jovens sem qualificações nem acesso
escolar. Em comparação com a média global de 27%, a percentagem bruta de matrículas no ensino
terciários é muito baixa, sendo somente de 6%.
Os indicadores de mortalidade entre 2000 e 2012 reflectem um declínio geral nos índices de
mortalidade neonatal, na mortalidade infantil de crianças com menos de cinco anos e na
mortalidade materna. Embora geralmente em declínio, o índice de mortalidade materna é ainda
20
RISDP Revisto Quarta Versão
muito elevado em relação aos critérios internacionais; e esta situação ainda é reforçada pelos
elevados níveis de casamentos infantis e casos de gravidez na adolescência.
Seychelles 0.806
0.853
Mauritius 0.737
0.781
Botswana 0.634
0.589
South Africa 0.629
0.666
Namibia 0.608
0.607
Swaziland 0.536
0.519
Angola 0.508
0.381
Madagascar 0.483
0.469
0.476 2012
Tanzania 0.407
Lesotho 0.461 2002
0.493
Zambia 0.448
0.389
Malawi 0.418
0.388
Zimbabwe 0.397
0.491
Mozambique 0.327
0.354
DR Congo 0.304
0.365
A região permanece o epicentro da epidemia de VIH e SIDA, sendo uma região com 39% da
população global infectada com VIH. O número de novas infecções tem diminuído, devido à
implementação sustentada de intervenções de prevenção de infecções por VIH e às resultantes
mudanças comportamentais positivas. Contudo, o número total de órfãos com um ou ambos os pais
falecidos devido a causas associadas a VIH e SIDA aumentou de 204.000 em 1990 para, de acordo
com a UNICEF, 19,4 milhões em 2012. Isto representa um fardo enorme para os orçamentos
nacionais.
A mão-de-obra da SADC tem aumentado de forma constante desde 1990, mas a taxa de crescimento
tem diminuído, especialmente depois de 2009, e isto é devido, possivelmente, às crises financeiras e
económicas mundiais. A taxa de desemprego mais elevada em 2011 foi de 51% e a mais baixa foi de
1,7%.
21
RISDP Revisto Quarta Versão
Em 2013, a União Africana (UA) celebrou o 50º aniversário da sua fundação, primeiro como a
Organização da Unidade Africana (OUA) e depois transformada na UA através do Acto Constitutivo
da UA. Neste contexto, os Chefes de Estado e Governo da UA adoptaram uma Declaração Solene
que rededicou os Estados Membros ao desenvolvimento do continente. Os dirigentes Africanos
assumiram compromissos para com o progresso, concentrando-se em oito áreas de intervenção.7
Os líderes comprometeram-se a integrar estes ideais e metas na Agenda Continental de 2063, e nos
planos de desenvolvimento regionais e nacionais. A integração continental terá como base as
Comunidades Económicas Regionais (CER) que actuarão como elementos fundamentais. Assim, a
ZCL Tripartida COMESA-EAC-SADC e outros agrupamentos equivalentes nas regiões da África
Ocidental, Central e do Norte de África são passos para se alcançar esta meta. Estas CER adoptaram
iniciativas regionais para aprofundar e alargar os seus mercados regionais, para superarem os
desafios encontrados no desenvolvimento industrial e de infraestruturas.
Especificamente, em relação a um desafio imediato para a SADC, o processo da ZCL Tripartida foi
lançado em 2011 dando prioridade às negociações sobre o pilar da integração do mercado que
deviam terminar até 2014. Isto estaria de acordo com os planos acordados para as negociações
7
CUA, 2013. Agenda da União Africana para 2013: O futuro que queremos para África. Documento do Plano Revisto.
22
RISDP Revisto Quarta Versão
relativas à ZCL Continental (ZCLC) que se basearia nos progressos alcançados no agrupamento
Tripartido.
A Comissão da União Africana está a trabalhar de perto com a Agência de Coordenação da NEPAD
(NPCA), apoiada pelo Banco Africano para o Desenvolvimento (BAD) e a Comissão Económica das
Nações Unidas para África (UNECA) para desenvolver a agenda de integração continental.
A Visão da SADC de 2050 preconizada tem como objectivo definir a intenção estratégica a longo
prazo da organização, realinhar as prioridades de cooperação e integração regionais e estabelecer
metas indicativas a longo prazo, tomando em conta a dinâmica existente e emergente nas esferas
regional, continental e global.
Portanto, por implicação, a Visão de 2050 da SADC informará o sucessor do actual RISDP e do SIPO.
As modalidades para desenvolver a Visão proposta, que tomará em conta a análise na secção 2.6
abaixo, estão detalhadas no Capítulo 4 do presente documento.
A revisão do RISDP efectuou uma análise de Pontos Fortes, Pontos Fracos, Oportunidades e Riscos
(SWOT) da Região (Figura 3).
A SADC precisa de aproveitar o ímpeto e transformar os pontos fracos e os Riscos em pontos fortes e
oportunidades, entre outras possibilidades, através do seguinte:
23
RISDP Revisto Quarta Versão
Oportunidades Ameaças
24
RISDP Revisto Quarta Versão
O RISDP identifica oito (8) questões transversais em apoio à integração regional que devem ser
tomadas em conta em todas as principais áreas de intervenção. Estas questões transversais são:
Erradicação da Pobreza; o Combate à Pandemia de VIH e SIDA; Igualdade de Género e
Desenvolvimento; Ciência e Tecnologia; Tecnologias de Informação e Comunicação; Ambiente e
Desenvolvimento Sustentável; Sector Privado e Estatística. Os progressos alcançados na
implementação das principais metas destas questões são descritos abaixo ou como pontos
independentes ou como parte das áreas principais de intervenção do RISDP.
[Link] Generalidades
A redução da pobreza, com o seu objectivo final de erradicação, é o objectivo geral da agenda de
integração regional da SADC pois continua a ser um desafio de envergadura que a Região enfrenta
estimando-se que cerca de 40 por cento da população da SADC viva em pobreza extrema. A
manifestação da pobreza faz-se através de baixos indicadores sociais, incluindo a baixa
produtividade da mão-de-obra e da terra, a subnutrição, o analfabetismo, o desemprego, o
subemprego e o declínio da esperança de vida.
As metas do RISDP estabelecidas para a erradicação da pobreza, que estão ligadas às metas das
Nações Unidades para o Objectivo de Desenvolvimento do Milénio 1 “Erradicar a Pobreza Extrema e
a Fome” foram:
Embora o PIB da SADC tenha estado a crescer lentamente durante o período entre 2000 e 2011 e
permaneça abaixo de 7% por ano, o progresso tem sido constante como reflectido na Figura 4,
apesar de uma queda em 2009.
25
RISDP Revisto Quarta Versão
8
7
6
PIB Medio (%)
5
4
3
2
1
0
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011
Ano
[Link] Desafios
[Link] Generalidades
A SADC reconhece a igualdade de género como um direito humano fundamental e uma parte
integrante da integração regional, do crescimento económico e do desenvolvimento social, e,
portanto, compromete-se a facilitar a remoção de todas as formas de desigualdade de género aos
níveis regional e nacional. Apesar dos esforços envidados pelos Estados Membros da SADC para
capacitarem as mulheres e alcançarem a igualdade de género de acordo com os compromissos
assumidos, as desigualdades de género ainda persistem. As mulheres e raparigas ainda enfrentam
desafios em acederem aos direitos jurídicos, educação e saúde e recursos económicos, entre outros.
i. Desenvolvimento e reforço das políticas e dos quadros institucionais de género nacionais até
ao fim de 2003;
ii. Desenvolvimento de uma política regional de género e a sua harmonização com as políticas
nacionais de género até aos meados de 2004;
26
RISDP Revisto Quarta Versão
iii. Repelidas as disposições discriminatórias com base em género nas Constituições, Legislações,
políticas e quaisquer outras fontes até meados de 2005, e adopção das disposições que
garantam a igualdade substantiva de género até ao fim de 2005;
iv. Pelo menos 30% de mulheres em cargos decisórios nos governos locais, parlamentos,
governo e em cargos superiores no sector público até 2005, 40% até 2010 e 50% até 2015;
v. Pelo menos 20% das mulheres nos cargos de decisão em grandes empresas do sector privado
como definido pelos Estados Membros até 2005, 30% até 2010 e 40% até 2015.
vi. Redução de todos os actos de violência e abuso contra mulheres e crianças em pelo menos
50% até 2007;
vii. Erradicação de todas as formas de violência contra mulheres e crianças até 2015.
Instituições responsáveis pela aplicação do conceito de género e pela prestação de serviços para a
igualdade de género
(i) Estabelecimento de Ministérios responsáveis por Género/Promoção da Mulher que
garantem o cumprimento dos compromissos relativos ao empoderamento da Mulher e à
igualdade de Género em doze (12) dos 15 Estados Membro
27
RISDP Revisto Quarta Versão
(i) Todos os Estados Membros possuem legislação ou instrumentos conexos para prevenir a
Violência com base em género, enquanto nove (9) Estados Membros da SADC têm legislação
específica relativa a delitos sexuais.
(ii) O Plano Estratégico da SADC para 10 anos relativo ao combate ao tráfico de Pessoas foi
adoptado pelo Conselho de Ministros da SADC em 2009. Dez (10) Estados Membros da SADC
desenvolveram legislação específica no combate ao tráfico de pessoas, enquanto os
restantes estão a desenvolver as respectivas legislações.
45
40
35
30
1997
25
% 2000
20
2006
15 2009
10 2014
5
28
RISDP Revisto Quarta Versão
[Link] Desafios
[Link] Generalidades
29
RISDP Revisto Quarta Versão
Os principais desafios encontrados no âmbito desta área estão reflectidos na secção 3.5.3.
[Link] Generalidades
Os Estados Membros reconhecem que “o sector privado é um meio estratégico através do qual a
região da SADC concretizará os seus objectivos incluindo uma integração mais profunda e o alívio da
pobreza”. O objectivo geral desta intervenção é a criação de um ambiente e um enquadramento
para a integração do sector privado na formulação de políticas e estratégias regionais para a
concretização das metas de integração regional, do alívio da pobreza e do desenvolvimento.
(i) Uma política da SADC sobre parcerias do Sector Público-Privado desenvolvida até Junho
de 2004
(ii) Os MdE da SADC relativos ao Sector Privado revistos, reforçados e melhorados
explicitamente permitindo o envolvimento do sector privado através das estruturas da
SADC até Junho de 2004;
(iii) Adopção pela Cimeira de um Plano de Acção do Sector público-privado com base no
Livro Branco da ASCI a ser implementado durante o período do RSIDP;
(iv) Inquérito sobre a Competitividade e o Clima de Negócios lançado em Setembro de 2003
e finalizado e o relatório final circulado em Junho de 2004 para facilitar o diálogo do
sector público-privado numa base contínua.
(v) Institucionalizar uma Unidade do Sector Privado para realizar uma função de apoio tanto
para o Secretariado como para as Instituições do Sector Privado com parte do
Secretariado da SADC reestruturado até Janeiro de 2004.
(vi) Facilitar a avaliação das capacidades e o reforço das capacidades no âmbito das
Associações das Câmaras de Comércio e de Indústria de Negócios da SADC a ser
realizada em 2003 e, depois disso, de dois em dois anos.
(vii) Facilitar a criação das associações empresariais quando estas trazem mais-valias para o
diálogo do sector público-privado.
ii) Foi operacionalizada uma Secção de Sector Privado da SADC no Secretariado entre Maio de
2002 e Abril de 2005 para providenciar um mecanismo institucional de coordenação da
30
RISDP Revisto Quarta Versão
iii) Em 2012, foi estabelecida uma Parceria Público-Privada no seio do DFRC. A Unidade
concentra-se no desenvolvimento de acordos das PPP na área de Infra-estruturas apoiando
os Estados Membros e facilitando o reforço de capacidades para a implementação dos
projectos de PPP.
iv) Foi encomendado um Estudo do Banco Mundial de Avaliação das Condições Económicas na
região da SADC em 2010 com referência especial aos doze pilares de competitividade,
incluindo infraestruturas, ambiente macroeconómico, educação e formação, eficiência do
mercado de bens, eficiência do mercado de trabalho, desenvolvimento do mercado
financeiro, prontidão tecnológica e IDE e tamanho do mercado. Só quatro Estados Membros
da SADC foram classificados nos primeiros 76 dos 139 países inquiridos. No Relatório de
“Facilidade de Fazer negócio” do Banco Mundial, que contém um relatório especial sobre a
SADC, dos 183 países avaliados, só cinco Estados Membros da SADC ficaram classificados
entre os primeiros 90 países. Esta situação tem de melhorar para que as actividades
empresariais se desenvolvam e o para que o sector privado desempenhe um papel activo
nas actividades económicas da Região.
[Link] Desafios
Entre os muitos desafios que têm dificultado os objectivos e as metas do RISDP relativamente à
participação activa do sector privado estão:
3.1.5 Estatística
[Link] Generalidades
31
RISDP Revisto Quarta Versão
i) Quatrocentos (400) participantes dos Estados Membros treinados na gestão dos seus
respectivos Sistemas Nacionais de Estatística.
[Link] Desafios
Os principais desafios relacionados com o desenvolvimento de estatísticas regionais incluem mas
não são limitados ao seguinte:
3.2.1 Generalidades
O objetivo geral do sector de Comércio, Indústria, Finanças e Investimento, que também integra as
actividades mineiras, é facilitar a liberalização e integração do comércio e financeira; alcançar a
estabilidade e a convergência macroeconómicas, o desenvolvimento industrial competitivo e
diversificado, e o aumento do investimento na região da SADC. A liberalização e a integração
efectivas do comércio e dos mercados financeiros são essenciais para o crescimento económico e a
redução da pobreza. A evidência sugere que os países que se encontram bem integrados na
economia mundial através do comércio e do investimento têm usufruído de taxas de crescimento
económico mais elevadas e melhoramentos em muitos dos principais indicadores sociais e no nível
de vida dos seus cidadãos.
O RISDP tinha previsto que a integração económica da SADC teria lugar por fases, com uma Zona de
Comércio Livre (ZCL) até 2008; uma União Aduaneira até 2010; um Mercado Comum até 2015; uma
União Monetária até 2016 e uma União Económica com uma moeda única até 2018. Embora o
32
RISDP Revisto Quarta Versão
avanço da agenda de integração não tenha progredido para além da ZCL, várias realizações foram
registadas como um ímpeto para as fases adicionais da integração.
Abaixo é dado um resumo das metas principais e das principais realizações alcançadas nas diferentes
áreas de intervenção:
O objectivo desta Área Chave de Intervenção é concretizar a Zona de Comércio Livre na SADC e uma
União Aduaneira como o passo seguinte. Seguem-se as principais metas nesta área:
i) Foram alcançadas as condições mínimas para uma ZCL em 2008 com quase todos os países
participantes na ZCL a alcançarem 85% das tarifas mercadorias reduzidas para zero. A
liberalização tarifária máxima foi alcançada em 2012 quando as tarifas sobre produtos
sensíveis foram eliminadas. A Auditoria de 2012 confirmou que o comércio no seio da SADC
aumentou substancialmente após a implementação do Protocolo da SADC sobre Trocas
Comerciais, mais que duplicou em termos absolutos entre o ano de 2000 e de 2009. O foco
actual é a consolidação da ZCL, que deve estabelecer o cenário para níveis mais elevados de
integração. O comércio total intra-SADC de 2005-2012 está reflectido na Figura 6a.
33
RISDP Revisto Quarta Versão
Anos
50.00
45.00
Angola
40.00
Botswana
DR Congo
35.00
Lesotho
Madagascar
30.00
Malawi
25.00 Mauritius
%
Mozambique
20.00 Namibia
Seychelles
15.00 South Africa
Swaziland
10.00
UR Tanzania
Zambia
5.00
Zimbabwe
0.00
2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
Year
Fonte:
34
RISDP Revisto Quarta Versão
20.00
18.00
Angola
16.00
Botswana
DR Congo
14.00
Lesotho
Madagascar
12.00
Malawi
10.00 Mauritius
%
Mozambique
8.00 Namibia
Seychelles
Swaziland
4.00
UR Tanzania
Zambia
2.00
Zimbabwe
0.00
2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
Year
Fonte :
iii) O Protocolo de Comércio de Serviços foi assinado pela Cimeira em 2012. O objectivo do
Protocolo é liberalizar progressivamente o comércio em serviços intrarregional a fim de se
criar um mercado único para serviços. Para além do desenvolvimento do Protocolo, as Linhas
Orientadoras e o Roteiro para a primeira ronda de negociações foram aprovados; e as
negociações contínuas em seis sectores prioritários, nomeadamente, transportes, finanças,
construção, comunicações, energia e turismo e devem ficar finalizadas em 2015.
35
RISDP Revisto Quarta Versão
250
221
200
No. of NTBs
150 137
95
100
50
28 31 3538 30
23
0
0
2009 2010 2011 2012 2013
Year
36
RISDP Revisto Quarta Versão
v) A meta para a finalização das negociações sobre a União Aduaneira até 2010 não foi
concretizada. Contudo, foi realizado muito do trabalho preparatório, incluindo a encomenda
de estudos para análise dos vários aspectos da União Aduaneira, tais como, Opções para uma
Tarifa Externa Comum; Quadro de Cobrança e Distribuição de Receitas Fiscais Aduaneiras;
Quadro/Instrumento Jurídico e Institucional; e questões de Harmonização de Políticas. Este
trabalho levou ao desenvolvimento do Relatório sobre o Enquadramento para a União
Aduaneira da SADC que foi adoptado pelo Grupo de Trabalho Ministerial sobre a Integração
Económica Regional em Novembro de 2011 e endossado pela Cimeira em Agosto de 2012.
Entre outros pontos, a Cimeira endossou a seguinte sequência de eventos direccionados à
União Aduaneira:
Consolidação da ZCL em termos da matriz do plano de acção de 15 pontos com o
foco prioritário na revisão das regras de origem; finalização da eliminação
tarifária; eliminação de NTB; e desenvolvimento de um mecanismo de apoio aos
Estados Membros que não estejam integrados na ZCL para participarem nela;
Abordagem à questão de sobreposição de afiliações; e
Avaliação dos progressos alcançados para a concretização da União Aduaneira.
37
RISDP Revisto Quarta Versão
38
RISDP Revisto Quarta Versão
O objectivo da presente área de intervenção é reforçar a cooperação monetária, que leve à reforma
do Sistema bancário da SADC e à harmonização dos quadros regulamentares da banca. As principais
metas no âmbito da área são:
ii) Foi adoptada em 2009 uma Lei Modelo da SADC para os Bancos Centrais para definir
normas e princípios que visam facilitar: i) a criação de uma situação coerente e
convergente nos enquadramentos jurídicos e operacionais dos Bancos Centrais da
SADC; ii) a adopção de princípios que facilitem a independência operacional dos Bancos
Centrais da SADC; e iii) a criação de normas bem definidas para a prestação de contas e
transparência nos quadros jurídicos e operacionais dos Bancos Centrais da SADC com o
objectivo final da concretização de uma legislação harmonizada para os Bancos
Centrais.
39
RISDP Revisto Quarta Versão
i) Desenvolvido em 2010 um Acordo Modelo para Evitar a Tributação Dupla para assistir os
Estados Membros nas negociações de DTAA entre si. Até à data foram celebrados 52
DTAA entre os Estados Membros da SADC.
ii) O Acordo sobre Matéria conexa a Tributação foi assinado em 2012 por onze (11) Estados
Membros e ainda não está ratificado. A finalidade é facilitar o intercâmbio sobre
informações fiscais entre os Estados Membros.
O objectivo desta área de intervenção é facilitar a convergência nas políticas económicas orientadas
para a estabilidade, implementadas através de uma estrutura e um enquadramento institucional
sólido. As metas principais para esta área são as seguintes:
i) Alcançar uma taxa de inflação de dígito único até 2008 e uma taxa de inflação de 5% até
2012;
ii) Manter um rácio de défice orçamental/PIB que não exceda 5% até 2008 e de 3% até
2012;
iii) Alcançar um rácio de dívida pública/PIB inferior a 60% até 2008 e 2012;
iv) Operacionalizar um mecanismo de monitorização e vigilância até 2006.
40
RISDP Revisto Quarta Versão
41
RISDP Revisto Quarta Versão
ii) Foi estabelecida uma Unidade de PPP no seio do DFRC em Abril de 2012 e,
subsequentemente, foi estabelecida uma rede de PPP. Em Maio de 2013, foi adoptado
um documento de estratégia regional para Parcerias Público-Privadas, esboçando os
princípios com base nos quais os Estados Membros deviam desenvolver as políticas os
enquadramentos institucionais e jurídicos para as PPP. Será desenvolvido mais tarde um
enquadramento regional para coordenação e cooperação das PPP na Região.
3.2.3 Desafios
3.3.1 Generalidades
42
RISDP Revisto Quarta Versão
Os destaques das principais realizações avaliadas face às metas originais do RISDP são:
O RIDMP será implementado em três fases – o Plano de Acção a Curto Prazo (STAP) de 2013-2017, o
Plano de Acção a Médio Prazo (MTAP) de 2017-2022 e o Plano de Acção a Longo Prazo de 2022-
2027. O STAP e o MTAP sobrepõem-se com a última fase do RISDP revisto.
43
RISDP Revisto Quarta Versão
iniciativas têm como base a necessidade de uma visão comum para o desenvolvimento e para o
papel vital que as Infra-estruturas desempenham na concretização dos objetivos de
desenvolvimento e no cumprimento da integração regional.
Energia
A intervenção mais importante para energia no RISDP é: “Energia para apoiar o desenvolvimento
económico, o comércio e o investimento regionais”, e isto orientou a selecção das componentes de
intervenção que estão a ser avaliadas.
i) Todos os Estados Membros com excepção de três estão ligados à rede SAPP, sendo Angola,
o Malawi e a Tanzânia as excepções. Foi alcançado progresso em relação à meta de 100% de
conectividade à rede regional por todos os Estados Membros; estão em preparação várias
linhas de interligação, incluindo as linhas Malawi-Moçambique, Zâmbia-Tanzânia-Quénia,
Malawi-Tanzânia, Namíbia-Angola, melhoramento na linha Kafue Livingstone, Zimbabwe-
Zâmbia-Botswana-Namíbia, RDC-Zâmbia, Corredor Central de Transmissão, Segunda
Interligação RAS-Zimbabwe e a Segunda Interligação Moçambique-Zimbabwe.
44
RISDP Revisto Quarta Versão
iv) A sub-região deu início ao desenvolvimento de uma Estratégia e Plano de Acção de Energia
Renovável da SADC.
v) Acesso melhorado aos serviços energéticos: Dez dos Estados Membros, nomeadamente,
Botswana, Lesoto, Malawi, Moçambique, Namíbia, África do Sul, Suazilândia, Tanzânia,
Zâmbia e Zimbabwe realizaram uma análise de lacunas da energia sustentável no âmbito do
enquadramento da Iniciativa SE4ALL (Energia Sustentável para Todos) das Nações Unidas. A
Figura 9 ilustra o progresso alcançado para se cumprir a meta do acesso a energia eléctrica.
99
100 90
80 80
75
electricidade
80 62
69 70 70
64
57
60 47
40 40
40 27
34 Urban
24 23 25 24
17 19 18 18
20 11 11.1 Rural
5 4 3 4 5
0 Total
Malawi
SADC
Seychelles
Swaziland
Lesotho
South Africa
Zimbabwe
Botswana
Mauritius
Namibia
Angola
Congo DR
Mozambique
Zambia
Transportes
45
RISDP Revisto Quarta Versão
46
RISDP Revisto Quarta Versão
Nota ao Mapa: O presente mapa representa das Redes Rodoviárias Norte-Sul de Ajuda ao Comércio que inclui
o Corredor Norte-Sul da SADC e o Corredor de Dar-es-Salam e partes dos Corredores Trans-Kalahari e Nacala
Fonte: Relatório Trimestral do Corredor Norte-Sul – Outubro de 2013 TradeMark África Austral
Água
47
RISDP Revisto Quarta Versão
i) A política e a estratégia regional da água a longo prazo desenvolvidas e aprovadas até Março
de 2004
ii) Sensibilização aumentada, participação alargada e inserção do conceito de género no
desenvolvimento e gestão dos recursos hídricos até 2005;
iii) Identificados e reforçados os centros de excelência para investigação na área dos recursos
hídricos e de desenvolvimento de tecnologias até 2005;
iv) Políticas e legislação do sector da água harmonizadas até 2006;
v) Estabelecidas e reforçadas pelo menos oito Organizações de Bacias Hidrográficas até 2006;
vi) Base de dados de recursos hídricos e redes de planificação estabelecidas e completamente
operacionais até 2007;
vii) Programas de formação e de reforço da capacidade institucional desenvolvidos e
implementados até 2008;
viii) Reduzida para metade, até 2015, a percentagem de pessoas sem acesso a água potável e a
serviços de saneamento; e
ix) Desenvolvidas até 2015 as Infra-estruturas de recursos hídricos necessárias para duplicar a
superfície sob irrigação.
Turismo
A intervenção do Sector de Turismo tem por finalidade desenvolver, promover e apresentar a Região
como um destino de turismo único mas multifacetado, e melhorar a qualidade, a competitividade e
as normas de serviços da indústria de turismo na região da SADC.
48
RISDP Revisto Quarta Versão
Meteorologia
A SADC reconhece a importância das TIC como vectores chave transversais para superar os desafios
apresentados pela globalização, facilitando a agenda de integração regional e promovendo as
perspectivas de desenvolvimento socioeconómico e político da Região. Neste contexto os Estados
Membros acordaram sobre a necessidade de desenvolverem uma sociedade toda inclusiva,
equilibrada e socialmente equitativa com base na informação e em conhecimentos que tenha como
49
RISDP Revisto Quarta Versão
fundamento as estratégias nacionais coordenadas para a integração efectiva de TIC nas políticas,
programas e estratégias de desenvolvimento regionais. Portanto a SADC continuou a implementar
as aplicações de TIC a fim de apoiar os sectores seguintes: educação, saúde, turismo, agricultura,
finanças, indústria, comércio e governo.
50
RISDP Revisto Quarta Versão
3.3.3 Desafios
i. Lenta transposição dos protocolos, anexos e acordos regionais para as políticas, legislação,
regulamentos e normas nacionais.
iii. Fraca capacidade administrativa e técnica dos Estados Membros para implementarem as
reformas.
3.4.1 Generalidades
51
RISDP Revisto Quarta Versão
As principais metas e realizações do RISDP para o período em revisão são descritas abaixo.
Disponibilidade de Alimentos
ii) Uma avaliação das fábricas existentes de produção de adubos químicos foi feita em
Angola, Malawi, Maurícias, Moçambique, Tanzânia, África do Sul, Zâmbia e
Zimbabwe com o objectivo de obter o parecer técnico sobre como aumentar a
capacidade de produção destas fábricas. O estudo teve também objectivo avaliar
como é que a Região pode utilizar os seus recursos abundantes no fabrico de adubos
químicos. Alguns países reabilitaram já as suas fábricas e aumentaram a produção
de adubos químicos/fertilizantes.
52
RISDP Revisto Quarta Versão
Projecto de Combate à Febre Aftosa da SADC (FMD da SADC) que presta apoio
para melhorar a eficácia da vacina contra a Febre Aftosa através do Instituto
de Vacinas do Botswana (Botswana Vaccine Institute - BVI).
Reforço de Instituições para a Gestão de Risco das Doenças Animais
Transfronteiriças (TAD) que estabeleceu as redes para o controlo de TAD
fazendo assim com que o gado seja um produto mais comerciável.
A implementação dos projectos de pecuária resultou num aumento anual de 4,2% na produção
pecuária na Região.
iv) Foi desenvolvida e aprovada uma estratégia regional de combate a pragas das
culturas aplicável à gestão de pragas e doenças migratórias com o objectivo de
aumentar a capacidade dos Estados Membros para gerirem as pragas e doenças de
um modo concertado, incluindo a vigilância. Foi publicado um Manual sobre “Pragas
de importância Fitossanitária e Económica na Região da SADC” para assistir os
Estados Membros na sua identificação e controlo de pragas de plantas;
viii) Os Protocolos sobre Pescas, Actividades Florestais e Fauna Bravia e Aplicação da Lei
foram ratificados. As estratégias de implementação dos Protocolos foram
desenvolvidas, aprovadas e implementadas durante o período em revisão;
53
RISDP Revisto Quarta Versão
As intervenções acima contribuíram para uma taxa anual de crescimento agrícola estimada em 2.6%
durante o período em revisão. A produção regional de cereais aumentou em 46% (2003 – 2012)
devido, principalmente, ao acréscimo na produção de milho em 40% enquanto a produção de arroz,
trigo, mapira e painço/milho-miúdo permaneceu relativamente constante. A produção de mandioca
mais que duplicou nos últimos 10 anos (Figura 12). De modo semelhante, a produção de aquacultura
durante o referido período aumentou como reflectido na Figura 13.
35000
Producao ('000 Tonnes)
30000
25000
20000
15000
10000
5000
Fonte: Unidades Nacionais de Aviso Prévio dos Estados Membros para a Segurança Alimentar (excluindo a RDC,
Madagáscar e as Seychelles).
54
RISDP Revisto Quarta Versão
Produção de Aquacultura
16000
14000
12000
10000 2005
8000 2006
2007
6000
2008
4000
2009
2000 2010
0
As realizações foram:
ii) Foi finalizado em 2011 um estudo para promover o comércio intrarregional e inter-
regional e para melhorar o acesso ao Mercado de produtos de origem animal. O
estudo levou à adopção pela OIE do conceito de comércio de produtos de base (CBT)
55
RISDP Revisto Quarta Versão
iii) A capacidade dos Estados Membros para desenvolverem as Políticas de SPS foi
reforçada através do aprovisionamento de equipamento de laboratório para os
ensaios de produtos alimentícios no âmbito do Projecto de Segurança de Alimentos
(2008-12). Dez (10) laboratórios foram reforçados em 8 Estados Membros (Angola,
Namíbia, Malawi, Tanzânia, República Democrática do Congo, Seychelles, Zâmbia e
Zimbabwe) e foi efectuada a formação relevante de formadores.
56
RISDP Revisto Quarta Versão
Este ponto diz respeito ao estabelecimento dos quadros jurídicos relevantes, à promoção de redes
efectivas e ao reforço de capacidades das instituições de intervenientes aos níveis regional e
nacional. As principais metas foram:
As realizações foram:
i) Em Junho de 2013 foi desenvolvida e aprovada uma Política Agrícola Regional (RAP) e
espera-se que providencie um quadro para a harmonização das políticas agrícolas da
SADC. Coloca todas as políticas, objectivos e investimentos agrícolas sob um mesmo
enquadramento para uma melhor coordenação, um aumento na eficiência e na
aplicação;
3.4.3 Desafios
57
RISDP Revisto Quarta Versão
Florestais, Pescas e Conservação da Fauna Bravia e Aplicação da Lei, o Anexo sobre SPS do
Protocolo sobre Trocas Comerciais; e as directrizes relativas à segurança de alimentos e
ambiente;
ii) Falta de cumprimento pelos Estados Membros dos quadros jurídicos e falta do mecanismo
jurídico para implementar as posições acordadas tais como as relativas a IUU e CITES e a
caça furtiva ao rinoceronte;
iii) Fraca monitorização da implementação dos protocolos, programas e projectos regionais
devido, principalmente, à capacidade limitada para se recolher atempadamente os dados
fiáveis; e
iv) Falta de recursos para a sustentabilidade a longo prazo de programas regionais.
3.5.1 Generalidades
As metas gerais para o desenvolvimento humano e social que foram alinhadas às dos Objectivos de
Desenvolvimento do Milénio (ODM) foram:
i) Todos os Estados Membros devem alcançar a meta de ensino primário universal e garantir
que todas as crianças completem o ensino primário, até 2015. Além disso, as lacunas de
ingressos entre os rapazes e as raparigas no ensino primário e secundário devem ser
eliminadas, preferivelmente até 2005 e, em todos os níveis de ensino, até 2015, o mais
tardar. Para apoiar a concretização da meta geral do ODM referido acima, foram
estabelecidas metas regionais específicas. Estas incluíram:
o Melhoramento do acesso, qualidade, eficiência e relevância de educação e formação
a todos os níveis, particularmente do ensino secundário, educação e formação
técnicas e vocacional (TVET), educação de professores e ensino superior; e
o Facilitação da implementação das disposições do Protocolo sobre Educação e
Formação, incluindo o desenvolvimento do Quadro Regional de Qualificações (RQF);
estabelecimento e reforço de Centros de Especialização e Excelência na Região.
ii) Todos os Estados Membros devem parar e começar a reverter a incidência de doenças
transmissíveis (VIH e SIDA, Tuberculose e malária) e de outras doenças de importância até
2015. A fim de apoiar a concretização da meta geral do ODM referida acima ODM, entre
outras estiveram as metas regionais específicas foram:
58
RISDP Revisto Quarta Versão
Educação e Formação
i) A adopção de nove (9) anos de ensino básico pelos Estados Membros da SADC como parte
da implementação das disposições do Protocolo de Educação e Formação tem contribuído
para o melhoramento do acesso ao ensino primário, como reflectido na Figura 14. Além
disso, a maioria dos Estados Membros alcançou ou está prestes a alcançar a paridade de
género com o Índice de paridade de Género de 1 tanto no ensino primário como secundário.
59
RISDP Revisto Quarta Versão
Figura 14: Rácio Bruto de Ingressos e Índice de Paridade de Género no Ensino Primário, 2011
60
RISDP Revisto Quarta Versão
120
100
80
60 Female
40
20 Male
0
DRC
Madagascar
Malawi
Lesotho
Seychelles
Swaziland
Mauritius
South Africa
Zimbabwe
Angola
Botswana
Tanzania
Namibia
Mozambique
Zambia
Parity Index
1.2
1
0.8
Index
0.6
0.4
0.2
0
DRC
Malawi
Seychelles
South Africa
Swaziland
Lesotho
Mauritius
Tanzania
Madagascar
Zimbabwe
Angola
Botswana
Namibia
Zambia
Mozambique
Saúde e Fármacos
No âmbito do Plano de Implementação do Protocolo sobre Saúde da SADC foi alcançado o seguinte:
ii) Foi desenvolvido um Quadro Regional sobre Fármacos e está a ser implementado
cobrindo as áreas seguintes:
61
RISDP Revisto Quarta Versão
iii) Estão a ser implementados dois Planos Regionais de combate à Malária e Eliminação da
Malária. Como resultado, o fardo da malária foi reduzido com sete (7) Estados Membros
a alcançarem a meta de redução de morbilidade em 50% até 2010;
v) Estão estabelecidas várias Directrizes que abordam a Saúde Pública, a saúde sexual e
reprodutiva para transposição para o direito nacional. As directrizes para a
documentação das melhores práticas em VIH e SIDA pediátrico, tuberculose e malária
foram operacionalizadas; e
vi) Foi desenvolvido o Plano Estratégico para a Medicina Tradicional Africanos foi também
desenvolvido. O Plano aborda os ensaios. Utilização, regulação/legislação aplicáveis aos
produtos e práticas.
Emprego e Trabalho
iii) O projecto de Protocolo relativo ao Emprego e Trabalho foi produzido em 2012 e foi
apresentado para aprovação pelo Conselho de Ministros;
iv) Está estabelecido um Fórum Regional Tripartido para facilitar a formulação, implementação
e monitorização de políticas e a consolidação da harmonia industrial;
62
RISDP Revisto Quarta Versão
vi) Foi formulado e está a ser implementado o Programa de Trabalho Decente da SADC para
orientar os Estados Membros na promoção da criação de emprego, normas laborais, diálogo
social e protecção social na Região.
i) As novas infecções de VIH na população adulta diminuíram em 32% entre 2001 e 2011 e o
declínio correspondente nas infecções em crianças com menos de 15 anos foi de 48%. A
tendência em novas infecções de VIH está reflectida na Figura 15.
1200
1000
(000)
800
600
400
200
0
1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010
Years
iii) Sessenta e três por cento (63%) da população adulta elegível para tratamento estava a ser
tratada no fim de 2011. Esta percentagem é calculada com base no limite de CD4 de 350.
Até ao fim de 2011, 6 Estados Membros tinham alcançado as metas universais de acesso
universal ao tratamento para 2015. Cerca de 20% das crianças com menos de 15 anos
elegíveis ao tratamento estavam a ser tratadas até ao fim de 2011.
iv) Foi criado e está operacional um Fundo da SADC de Combate ao VIH e SIDA. O Fundo
financiou a implementação de intervenções inovadoras no âmbito da Agenda regional de
Investigação.
63
RISDP Revisto Quarta Versão
ii) Em 2009 foi lançada uma Semana de Ciências, Engenharia e Tecnologia da SADC (SET) e os
Estados Membros realizam Semanas de SET anualmente. Os Estados Membros têm
mecanismos bilaterais e oferecem apoio mútuo, especialmente através da participação nos
eventos da Semana SET.
iii) Foram estabelecidas várias parcerias estratégicas com os principais Parceiros de Cooperação
Internacionais, tais como, Finlândia e a Comissão da União Europeia sobre o Programa de
Apoio à Inovação na África Austral e CCAST-NET, respectivamente.
3.5.3 Desafios
Para além da falta geral tanto de recursos financeiros como humanos, os desafios principais que
foram enfrentados foram:
64
RISDP Revisto Quarta Versão
3.6 Conclusão
É evidente que a implementação do RISDP tem progredido bem apesar os desafios enfrentados e
que o papel da SADC como facilitadora do desenvolvimento na Região tem tido sucesso em muitos
níveis e numa gama de áreas. É também certo que a com base no que foi lançado e melhorando o
desempenho na implementação do RISDP dentro dos prazos estabelecidos, exigirá um aumento nos
esforços, a reorganização de algumas prioridades, mas mais importante ainda, uma racionalização
dos recursos disponíveis.
65
RISDP Revisto Quarta Versão
A nova definição de prioridades do RISDP, aprovada pelo Conselho de Ministros da SADC, na sua
reunião realizada em Agosto de 2007, tinha como objectivo o realinhamento das prioridades
existentes com a afectação de recursos em termos da sua importância relativa e maior impacto na
integração regional. O fundamento lógico do exercício foi definir melhor o foco da implementação
do RISDP e estabelecer um enquadramento de modo a atribuir os recursos para um maior impacto.
As prioridades para 2007 foram identificadas como sendo as seguintes:
O RISDP Revisto toma em conta as experiências e as lições retiradas assim como os novos
desenvolvimentos que ocorreram desde 2007, e a análise SWOT apresentada no Capítulo 2. Assim,
para o período de 2015-2020 as prioridades acima, que são os principais pilares da cooperação e
integração regionais permanecem relevantes e foram reorganizadas do modo seguinte:
8
SADC, 2007, Acta da reunião do Conselho de Ministros realizada em Lusaka, Zâmbia, 14-15 de Agosto de 2007. Ponto
7.3.6
66
RISDP Revisto Quarta Versão
Recursos Hídricos
c) Prioridade C - Cooperação nas áreas de paz e segurança (como pré-requisito para a
concretização da Agenda de Integração Regional).
d) Prioridade D - Programas Especiais de dimensão regional no âmbito de:
Educação e Desenvolvimento de Recursos Humanos;
Saúde, VIH e SIDA e outras Doenças de importância na saúde pública;
Emprego e Trabalho
Segurança Alimentar e Nutricional;
Recursos Naturais Transfronteiriços;
Meio-ambiente;
Estatística;
Sector Privado;
Igualdade de Género; e
Ciências, Tecnologia e Inovação e Investigação e Desenvolvimento
A–
B
C
B- C-
67
RISDP Revisto Quarta Versão
A hierarquia das metas e dos objectivos que orientarão as acções da SADC nos próximos anos está
reflectida na Figura 17. Esta reflecte as relações causais entre os insumos, as actividades, os
resultados, resultados tangíveis e o impacto. Os objectivos estratégicos e específicos para as
Prioridades, definidos na cadeia de resultados são as seguintes:
Objectivos específicos:
Aumentadas as cadeias de valor regionais e a agregação de valor para os produtos agrícolas
e não agrícolas
Consolidada a ZCL da SADC
Melhorado o ambiente macroeconómico
Melhorados os sistemas do mercado financeiro e a cooperação monetária
Aumentado o investimento intrarregional e o investimento directo estrangeiro
(…..)
Incrementado o Comércio Intra-África
Aumentado o envolvimento do sector privado na integração regional
Incrementado o progresso no aprofundamento da integração regional.
Objectivos Específicos:
Estratégias, políticas e quadros regulamentares harmonizados para o desenvolvimento e as
operações de Infra-estruturas e serviços transfronteiriços
Melhoradas as Infra-estruturas e redes integradas
Incrementada a capacidade para construção, manutenção e operação das Infra-estruturas e
serviços regionais
Aumentado o acesso e a acessibilidade a Infra-estruturas e serviços
Aumentada a competitividade e a liberalização dos mercados regionais para energia, TIC,
transportes e turismo
Objectivos específicos:
Reforçada a edificação da paz regional
Reforçada a prevenção, resolução e gestão de conflitos
Reforçada a gestão de risco de calamidades
Reforçada a defesa regional colectiva
Reforçado o sistema regional de aviso prévio
Reforçada a segurança transfronteiriça
Reforçadas as Operações de Apoio à Paz
Reforçada a gestão na área da migração e refugiados
68
RISDP Revisto Quarta Versão
Objectivos específicos:
Melhorada a monitorização e análise das tendências da pobreza na Região
Aumentado o acesso a educação e competências de qualidade para o desenvolvimento
industrial e outras áreas para a integração e desenvolvimento social e económico
Aumentada a disponibilidade e o acesso a serviços e produtos de qualidade na área da
saúde, VIH e SIDA
Reforçada a criação de emprego, as relações laborais, as informações sobre o mercado de
trabalho e a produtividade laboral para o desenvolvimento industrial
Aumentada a produção, produtividade e competitividade de culturas, pecuária, actividades
florestais, pescas e fauna bravia em apoio ao comércio, indústria e segurança alimentar na
Região.
Incrementado o acesso ao Mercado de produtos agrícolas (culturas, pecuária e recursos
naturais)
Reduzida a vulnerabilidade social e económica no contexto de segurança alimentar e
nutricional
Reforçadas a gestão e conservação sustentáveis dos recursos naturais, do meio-ambiente e
dos recursos fitogenéticos e genéticos animais.
Reforçada a igualdade e equidade de género
Melhorada a qualidade das estatísticas regionais
Reforçada a aplicação da ciência, tecnologia e inovação em apoio às prioridades da
integração regional
Reforçado o desenvolvimento, a capacitação e a participação da juventude em todos os
aspectos de desenvolvimento social e económico e da integração regional.
As áreas de intervenção, a par das Prioridades definidas, assim como das questões transversais,
estão definidas na secção 4.3.
É importante reconhecer que o maior valor das acções projectadas em cada uma destas áreas,
mesmo produzindo resultados importantes como actividades independentes, reside no facto que
reforçam e contribuem significativamente para acções noutras áreas e para a concretização de
metas mais elevadas. Os seus efeitos são sinergéticos, interligados, complementares e cumulativos.
69
RISDP Revisto Quarta Versão
Bem-estar económico, melhoramento dos padrões de vida e da qualidade de vida, liberdade e justiça social e paz e
Visão
segurança para a população da Africa Austral
Desenvolvimento Melhoradas as
Industrial Sustentável, a Infraestruturas Melhorada a capacidades humanas
Objectivos integração do comércio e regionais melhoradas cooperação nas áreas para o
Estratégicos a cooperação financeira e integradas de paz e segurança desenvolvimento
socioeconómico
- Reforçado o -Reforçada a
desenvolvimento construção da paz -Melhorada a monitorização e
-Politica e quadro regional
industrial regulamentar análise de tendências da
- Aumentadas as cadeias harmonizados para o pobreza na Região.
-Reforçadas a
de valor e a agregação de desenvolvimento de prevenção, resolução
valor para produtos infra-estruturas e -Aumentado o acesso a
e gestão de conflitos educação e competências de
agrícolas e não-agrícolas serviços
transfronteiriços qualidade e relevantes
-Reforçada a gestão - Aumentado o acesso à
- ZCL da SADC consolidada do risco de
- Melhorado o portfolio disponibilidade de serviços e
calamidades produtos de saúde e tratamento
-Melhorado o ambiente de projectos bancáveis
de VIH e SIDA
macroeconómico -Reforçada a defesa
Objectivos - Infraestruturas e redes regional colectiva
integradas melhoradas - Reforçada a criação de
específicos -Reforçados os sistemas emprego, relações laborais,
de mercado financeiro e a -Reforçado o aviso informação do mercado e
-Capacidade prévio regional
cooperação monetária aumentada para a produtividade
construção, - Reduzida a vulnerabilidade
-Melhorado o -Reforçada a social no contexto de segurança
manutenção e segurança
investimento intra- operação de alimentar e nutricional
transfronteiriça -Reforçada a gestão e
regional e o investimento infraestruturas e
directo estrangeiro serviços regionais conservação sustentáveis dos
-Reforçada a formação recursos naturais, do meio
*……+ em Operações de
-Aumentado -Aumentado o acesso e ambiente e dos recursos
Apoio à Paz fitogenéticos e recursos
o comércio acessibilidade a infra-
intra-África estruturas e serviços genéticos animai
-Reforçada a gestão -Reforçada a igualdade e
-Melhorado o da migração e de
-Aumentada a equidade de género
envolvimento do sector refugiados
competitividade e a - Melhorada a qualidade de
privado na integração
liberalização de estatísticas regionais
regional -Reforçada a aplicação de
mercados regionais
- Incrementado o ciências, tecnologia e inovação
para energia, TIC e
progresso no
transporte.
aprofundamento da -Reforçado o desenvolvimento
integração regional e a capacitação da juventude.
Ac t iv id ad es
Contribuições
70
28 de Abril de 2014/12:30
O objectivo geral das áreas de intervenção permanece mais ou menos o mesmo que foi descrito no
RISDP original. As mudanças pertinentes aplicam-se às principais áreas de intervenção e onde as
mudanças tiveram lugar as estratégias correspondentes foram também modificadas. Estas estão
descritas nas secções que se seguem, e os resultados específicos estão descritos com mais detalhe no
Anexo 2.
Objectivo Geral
O objectivo geral da área de intervenção relativa à pobreza garantir o objectivo último da erradicação da
pobreza.
Áreas de intervenção
Estratégias
1. Plataforma para partilha das melhores práticas sobre parcerias de negócios estabelecida e
operacional até 2017
2. Estratégias de redução de pobreza desenvolvidas e adoptadas até 2019
3.
4. Indicadores da SADC para o rastreio da pobreza e das condições de vida adoptados até 2015
5. Base de dados harmonizada de perfis e mapas da pobreza para os Estados Membros criada
até 2016
Objectivo Geral
O objectivo geral desta área de intervenção é diminuir o número de indivíduos e famílias infectados e
afectados por VIH e SIDA na região da SADC de modo a que o VIH e SIDA já não seja um risco para a
saúde pública e para o desenvolvimento socioeconómico.
Áreas de intervenção
De acordo com a Declaração de Maseru sobre VIH e SIDA o foco será o seguinte:
iii) Financiamento sustentável: Facilitação da mobilização efectiva de recursos aos níveis nacional e
regional para se suster e alargar os ganhos na prevenção, tratamento, cuidados e mitigação do
impacto;
72
SADC RISDP Revisto T Versão
Objectivo Geral
Áreas de Intervenção
ii) Inclusão do Conceito de Género em todas as estruturas e instituições da SADC e ao nível dos
Estados Membros;
73
SADC RISDP Revisto T Versão
Estratégias
74
SADC RISDP Revisto T Versão
O objectivo geral é criar um ambiente conducente para a utilização da ciência, tecnologia e inovação
(CTI) como uma ferramenta para superar os desafios socioeconómicos tendo em vista o
desenvolvimento socioeconómico na Região.
Áreas de Intervenção
Estratégias
75
SADC RISDP Revisto T Versão
Objectivo Geral
O objectivo geral desta área de intervenção é garantir o uso equitativo e sustentável do ambiente para
benefício das gerações presentes e futuras. A gestão sustentável do ambiente também apoiará a
Estratégia Mundial da Economia Verde Azul.
Áreas de Intervenção
Estratégias
76
SADC RISDP Revisto T Versão
Os detalhes dos resultados específicos estão indicados no Anexo 2 sob o ponto Agricultura, Segurança
Alimentar e Recursos Naturais.
Objectivo Geral
O objectivo é melhorar o ambiente de fazer negócios (Doing Business) na Região bem como garantir os
mecanismos políticos e institucionais efectivos para o Diálogo Público-Privado.
Áreas de Intervenção
O foco será:
Estratégias
Desenvolver e estabelecer um mecanismo institucional para envolvimento do sector privado;
Desenvolver uma parceria e estratégia de colaboração com o sector privado; e
Implementar os inquéritos do ambiente de negócio regional.
[Link] Estatística
Objectivo Geral
Áreas de Intervenção
77
SADC RISDP Revisto T Versão
Estratégias
Objectivo Geral
78
SADC RISDP Revisto T Versão
Regras de Origem;
Implementação das listas de Redução tarifária;
Adesão pelos Estados não-Partes ao Protocolo sobre Trocas Comerciais da SADC
BNT;
Facilitação do Comércio;
Comércio de Serviços.
Convergência macroeconómica;
Políticas harmonizadas do mercado financeiro;
Reforçada a cooperação monetária; e
Programa de Acção Regional sobre o Investimento
Áreas de Intervenção
Estratégias
Desenvolver e implementar as estratégias regionais relativas a cadeias de valor e agregação de
valor em sectores prioritários selecionados, concentrando-se em operações de mão-de-obra
intensiva;
Implementar o Programa de Melhoramento e Modernização Industrial (IUMP)
79
SADC RISDP Revisto T Versão
80
SADC RISDP Revisto T Versão
Objectivo Geral
Áreas de Intervenção
Estratégias
Implementar o Plano de Acção a Curto Prazo do RIDMP (STAP) para 2012-2017 e o Plano de
Acção a Médio Prazo (MTAP) para 2018-2023
Promover e reforçar as Parcerias Público-Privadas para o desenvolvimento, financiamento e
operacionalização de infraestruturas;
Coordenar a preparação de projectos para garantir a disponibilidade de projectos bancáveis;
Liberalizar e integrar os mercados regionais para serviços de infraestruturas;
Harmonizar a Estratégias, Políticas, Regulamentos, Sistemas e Normas;
Estabelecer e reforçar as instituições regionais para coordenação de Infra-estruturas e serviços
81
SADC RISDP Revisto T Versão
Em vista do acima, as principais metas/actividades específicas para esta área de intervenção não estão
incluídas neste documento visto já aparecerem no SIPO Revisto (2010).
Objectivo Geral
Áreas de Intervenção
82
SADC RISDP Revisto T Versão
ii) Segurança alimentar e nutricional e a mudança dos ambientes económico e climático através
de:
iv) Conservação e utilização dos recursos fitogenéticos e genéticos animais através de:
Estratégias
83
SADC RISDP Revisto T Versão
Objectivo Geral
O objectivo geral da presente área de intervenção *…+ é reforçar as capacidades e a utilização humanas
e reduzir a vulnerabilidade, erradicar a pobreza humana e alcançar o bem-estar dos cidadãos da SADC.
Áreas de Intervenção
iii) Saúde e Fármacos: Prevenção e controlo de doenças de importância na saúde pública; aquisição
a granel e colectiva e produção regional de medicamentos essenciais e de produtos da área da
saúde; e
Estratégias
84
SADC RISDP Revisto T Versão
1. Quadro Regional de Qualificações (RQF em TVET e Saúde) aprovado e implementado até 2017
2. Centros de Especialização e Centros de Excelência em sectores prioritários para o
desenvolvimento industrial e infraestrutural assim como outros sectores de cooperação e
integração regionais estabelecidos, reforçados e operacionais até 2020
3. Protocolo da SADC relativo a Emprego e Trabalho transposto para o direito nacional e
implementado até 2020;
4. Portabilidade transfronteiriça dos instrumentos de protecção social desenvolvida e
operacionalizada até 2018
5. Quadro de Política de Promoção de Emprego Jovem e Plano Estratégico aprovados,
implementados e monitorizados até 2019
6. Estratégias, Directrizes e Normas para a prevenção e combate a doenças de preocupação em
saúde pública desenvolvidas, actualizadas, aprovadas e implementadas até 2020
7. Enquadramento da Medicina Tradicional Africana adoptado e implementado até 2020
8. Programas Preferenciais para o empoderamento de jovens não ingressados no sistema escolar
estabelecido e implementado até 2018
9. Normas de protecção social para crianças e jovens vulneráveis implementadas até 2020.
Com o termo do SIPO e do RISDP à vista, em Agosto de 2015 e em finais de 2020 respectivamente, serão
realizadas actividades iniciais como parte da implementação do RISDP Revisto para definir a Visão da
SADC 2050, em conformidade com a decisão da Cimeira da SADC de 2012, referida na Secção 2.5. No
âmbito do SIPO, será desenvolvido o Plano a Médio Prazo do Órgão para o período de 2015-2020, com o
objectivo de assegurar uma harmonização total do RISDP e do SIPO, tal como descrito na Cadeia de
Resultados do RISDP Revisto. Isto culminará com a Visão da SADC 2050, que constitui uma estratégia a
longo prazo para a agenda de cooperação e integração regional da SADC.
Resultado Específico
85
SADC RISDP Revisto T Versão
O Tratado da SADC preconiza os quadros jurídicos, políticos e institucionais que orientam e apoiam a
Região para a concretização das suas metas e objectivos de cooperação e integração regionais. Os
quadros jurídicos e institucionais oferecem a base para as tomadas de decisão e acções e definem o
ambiente operacional do RISDP.
A reunião do Conselho de Ministros da SADC realizada em Lusaka, Zâmbia, em Agosto de 2007 que
definiu as prioridades dos programas da SADC de cooperação e integração regionais também definiu
claramente os princípios aplicáveis à implementação do RISDP. São os seguintes:
(i) Adicionalidade: São prioritários os programas que ofereçam agregação de valor à integração
regional ou que reforçam as capacidades para se concretizarem os objectivos da SADC. Isto
significa que a essência do RISDP é que deve contribuir com benefícios ou gerar soluções para
problemas comuns que os Estados Membros enfrentam.
(iii) Geometria variável: A implementação do RISDP permite que se tenha em consideração especial
que alguns Estados Membros podem avançar mais rapidamente em certas actividades,
providenciando assim a oportunidade para os Estados Membros replicarem a experiência de
outros.
(iv) Orientação para o Desenvolvimento: A base na definição das prioridades dos programas é a sua
contribuição potencial para a erradicação da pobreza.
Estes princípios de implementação são necessários para que a implementação do RISDP seja efectiva,
pois são a base para o estabelecimento da aceitação, confiança e empenhamento dos Estados Membros
e para uma compreensão comum das interacções, funções e papel das várias estruturas da SADC. Os
princípios estão incorporados na Política da SADC para o Desenvolvimento, Planificação, Monitorização
e Avaliação de Estratégias. São ainda relevantes e válidos para o período remanescente da
implementação do RISDP.
86
SADC RISDP Revisto T Versão
CIMEIRA DE CHEFES
DE ESTADO E
GOVERNO
TRIBUNAL
COMITÉ DE MINISTROS
SECTORIAIS
COMITÉ PERMANENTE DE
ALTOS FUNCIONÁRIOS
SECRETARIADO
a) Nível de política
87
SADC RISDP Revisto T Versão
Ao nível político a Cimeira da SADC é o órgão com poderes supremos na elaboração de políticas e é
responsável pela orientação política geral e o controlo das funções da SADC. Também adopta os
instrumentos jurídicos para a implementação das disposições do Tratado.
b) Nível operacional
O Comité Permanente de Altos Funcionários, apoiado pelos relevantes comités técnicos nas respectivas
áreas de tutela, serve de comité consultivo junto do Conselho. Processa a documentação dos Comités
Ministeriais Sectoriais e de Clusters para o Conselho.
88
SADC RISDP Revisto T Versão
Os Estados Membros da SADC que participam nos Programas da SADC têm a responsabilidade e garantir
o sucesso dos programas e a sustentabilidade pós-Programas. Os Pontos Nacionais de Contacto nos
Estados Membros da SADC providenciam um ponto de entrada e o elo de ligação entre o Secretariado
da SADC e os Estados Membros. As Comissões Nacionais da SADC (SNCs) são fulcrais na implementação
do RISDP, com as seguintes responsabilidades:
iii. O Secretariado
89
SADC RISDP Revisto T Versão
i. O Tribunal da SADC
Para além dos governos dos Estados Membros, o Tratado da SADC indica os principais intervenientes,
tais como o sector privado, sociedade civil, organizações não-governamentais e organizações de
trabalhadores e de empregadores. Os Intervenientes da SADC oferecem as contribuições e apoiam a
implementação na respectiva área de competências. De acordo com o Tratado, as SNC deviam integrar
todos os intervenientes principais, reflectindo as áreas núcleo da integração e cooperação da SADC.
A implementação com sucesso do RISDP depende da execução efectiva das funções e responsabilidades
das diversas estruturas. As intervenções a curto prazo visam melhorar a focalização da implementação
no fortalecimento da capacidade institucional, na melhoria da prestação de contas e no reforço da
fiscalização jurídica da cooperação e integração regionais. As estratégias a serem aplicadas no período
remanescente de implementação (2015-2020) são:
b) Melhoria do envolvimento da SADC com os intervenientes principais. Este objectivo pode ser
alcançado mediante a introdução de um mecanismo estruturado de envolvimento dos actores
estatais e não estatais, bem como as agências das Nações Unidas. Neste processo, o princípio de
subsidiariedade constituirá o veículo principal de envolvimento e serão desenvolvidos os
respectivos planos de implementação.
90
SADC RISDP Revisto T Versão
91
SADC RISDP Revisto T Versão
6.1 Generalidades
O RISDP reconhece que são necessários compromissos importantes em termos de recursos financeiros e
humanos para financiar as necessidades chave de desenvolvimento na região nas áreas prioritárias
indicadas, nomeadamente, o Desenvolvimento Industrial e a Integração de Mercado e Infra-estruturas
em apoio da integração regional assim como outros programas que tenham dimensão regional nos
sectores sociais, de segurança alimentar, clima e gestão de recursos naturais. Em conformidade com o
referido acima, o RISDP identifica e define como prioritárias as seguintes fontes estratégicas de
financiamento:
É neste contexto que o RISDP Revisto é direccionado à promoção de mecanismos de financiamento tais
como:
a. Parcerias Público-Privadas (PPP)
b. Mercados internos financeiros e de capital
c. Participações privadas
d. O Fundo Regional de Desenvolvimento da SADC
e. Capital de risco
Para que os mecanismos de financiamento referidos acima funcionem, é necessário que haja um
ambiente favorável para a geração de receitas nacionais, poupanças e investimento. Neste contexto, o
RISDP já articula a seguinte orientação estratégica para a mobilização de recursos sustentáveis para a
sua implementação, tais como a necessidade de se manterem políticas económicas sólidas, boa
governação económica e mobilização interna de financiamento público.
Os Estados Membros continuaram a apoiar os programas da SADC com recursos para as funções de
coordenação administrada pelo Secretariado. O nível de financiamento para o período de 2013/2014 foi
de USD 35,3 milhões e espera-se que aumente para USD 36 milhões no período de 2014/2015.
Enquanto o nível de financiamento permaneceu consistente durante anos, a participação dos recursos
dos Estados Membros em relação ao envelope total tem permanecido mais baixo do que a dos ICP. Até
ao presente, não existe um enquadramento para medir a parcela das contribuições dos Estados
Membros e do sector privado no financiamento de programas de dimensão regional e implementados
ao nível nacional. Para além das contribuições estatutárias, os Estados Membros também financiam
projectos de desenvolvimento importantes para a implementação da agenda de cooperação e
integração regionais, tais como Infra-estruturas físicas.
92
SADC RISDP Revisto T Versão
Desde 2003 foram estabelecidos vários Fundos de Financiamento Regionais para facilitar a
implementação de programas da SADC definidos no RISDP. Tais Fundos incluem:
(i) O Fundo da SADC para o Desenvolvimento de Infra-estruturas Resistentes ao Clima (CRIDF) foi
estabelecido para apoiar o desenvolvimento, apresentação de projectos, a implementação de
projectos assim como a mobilização de investimento em Infra-estruturas hídricas resistentes ao
clima.
(ii) O Fundo da SADC de Combate ao VIH e SIDA foi estabelecido para apoiar a luta contra o VIH e
SIDA nos Estados Membros da SADC e é parte da Declaração de Maseru sobre VIH e SIDA. O seu
objectivo é financiar pequenos projectos e actividades direccionadas ao reforço de capacidades,
resultados ou do impacto dos programas de combate ao VIH e SIDA já existentes nos Estados
Membros.
Espera-se que os fundos existentes sejam de origem interna para garantirem a sustentabilidade em
termos de recursos para a implementação dos programas prioritários do RISDP e que tais fundos
possam, eventualmente, incorporados nas rubricas aprovadas do Fundo de Desenvolvimento da SADC.
93
SADC RISDP Revisto T Versão
foi implementada na sua totalidade devido a várias razões, incluindo os desafios em termos de
capacidades. A fim de abordar as questões de fuga de capitais da Região, ter-se-á de acordar sobre
instrumentos apropriados ao nível regional para implementação ao nível nacional de modo a reduzir as
incidências tais como a avaliação incorrecta das transacções comerciais, evasão fiscal, isenções ad hoc
de direitos e circulação de um modo ilícito os recursos públicos para mãos privadas.
Também será necessário um enquadramento para calcular o montante de recursos necessários para os
vários projectos prioritários da SADC e um mecanismo para avaliar o nível da contribuição de cada
Estado Membro para a transposição para o nível nacional e para a implementação dos quadros de
mobilização dos recursos acordados.
94
SADC RISDP Revisto T Versão
Desequilíbrio entre o financiamento dos Estados Membros e o financiamento dos ICP: A Avaliação
Intercalar do RISDP constatou que em várias áreas os fundos doados pelos ICP constituem uma parcela
substancial do financiamento em comparação com os recursos dos Estados Membros e esta tendência
compromete a apropriação e a sustentabilidade da implementação. Contudo, para além das
contribuições estatutárias, os Estados Membros contribuem para a Agenda de Integração da SADC de
modos diferentes, incluindo o desenvolvimento de infraestruturas.
Disparidade entre as prioridades da SADC e as áreas financiadas pelos ICP: Embora a SADC tenha
acordado com os ICP em trabalhar no contexto da Declaração de Windhoek e da Estratégia de
Mobilização de Recursos da SADC, alguns ICP, de acordo com a revisão intercalar, indicaram que eles
eram guiados pelas suas políticas nacionais em termos daquilo que vão financiar. É essencial que a SADC
adopte uma nova abordagem no envolvimento dos Parceiros de Desenvolvimento de modo a garantir a
eficácia de desenvolvimento e afastar-se do apoio de projectos para apoio de programas. O apoio a
projectos resulta muitas vezes em consequências não previstas, tais como, o não-alinhamento com as
prioridades, estruturas/unidades múltiplas de gestão de projectos e a insustentabilidade de acções de
projectos para além do fim do projecto.
Volume de ajuda reduzido após a crise financeira mundial: A crise financeira e a recessão mundial têm
tido um impacto negativo no financiamento pelos doadores visto que a maioria dos ICP estão a diminuir
o seu apoio. Isto significa que existe a necessidade de mobilização dos recursos internos da SADC para
financiar o RISDP. Assim, é importante que os Estados Membros da SADC tenham as suas reservas
próprias de que poderão depender para mitigar e fazer frente aos choques financeiros externos
negativos imprevisíveis. Isto significará trabalhar em várias estratégias, tais como:
95
SADC RISDP Revisto T Versão
96
SADC RISDP Revisto T Versão
7.1 Generalidades
O RISDP MEM tem como base as Matrizes do RISDP e o Plano de Implementação do RISDP (2005-2020).
O sistema concentra-se na monitorização a três níveis: a) político e de orientação política; b) operacional
e técnico; e c) intervenientes.
O Secretariado da SADC e as Comissões Nacionais da SADC devem ser responsáveis por monitorizar o
progresso, com as últimas a monitorizarem a implementação ao nível nacional e a apresentarem
relatórios ao Secretariado numa base contínua. O Secretariado deve também desenvolver um sistema
de monitorização integrado para monitorizar a implementação de Protocolos, MOU e instrumentos
chave da integração regional. Deve também actuar como um facilitador e assessor garantindo a
implementação adequada dos programas.
97
SADC RISDP Revisto T Versão
Os intervenientes devem ser envolvidos nas revisões anuais dos relatórios produzidos pelo Secretariado
através de um workshop anual de intervenientes do RISDP. Este processo deve permitir a finalização dos
relatórios do balanço das actividades a ser apresentado ao Conselho.
7.2.4 Avaliação
98
SADC RISDP Revisto T Versão
A fim de superar os desafios acima, em Março de 2012, o Conselho de Ministros da SADC aprovou a
Política da SADC relativa ao Desenvolvimento, Planificação, Monitorização e Avaliação da Estratégia
(SPME) cuja finalidade é “reforçar o processo de tomada de decisão da SADC relativamente à definição
de prioridades, atribuição de recursos e gestão de programas para melhorar o desempenho na
concretização dos objectivos da SADC”. Os objectivos específicos da Política de SPME são:
A SPME adere aos princípios de Gestão com base em Resultados que se concentram no seguinte:
Simultaneamente com a Política relativa a SPME, e para além dos objectivos do RISDP MEM original, os
objectivos do RISDP MEM para o período de 2015-2020 são:
99
SADC RISDP Revisto T Versão
7.5.1 Monitorização
A monitorização do RISDP será feita a dois níveis (Níveis Político e de Orientação Política, e Operacional
e Técnico) numa base contínua para que seja dado feedback sobre a consistência ou discrepâncias entre
o desempenho projectado e o desempenho real ou sobre o cumprimento dos compromissos. Portanto,
a monitorização providenciará o aviso prévio na possibilidade de concretização dos resultados
projectados.
Ao abrigo do Tratado, a Cimeira será responsável pela aprovação e revisão das estratégias e
protocolos da SADC a longo prazo e podem instruir para que se mude o foco;
O Conselho será responsável pela aprovação de relatórios semestrais e anuais sobre a
implementação das intervenções do RISDP Revisto; e
Os Comités Ministeriais Sectoriais e de Clusters monitorizarão e controlarão a implementação
do RISDP Revisto e dos Protocolos respectivos.
A monitorização estará associada aos planos seguintes que apoiam a implementação do RISDP Revisto:
Estratégia a Médio Prazo (MTS) que oferece um cenário claro das realizações possíveis dentro
de 5 anos com base na evidência disponível, nos pressupostos aceitáveis e na avaliação dos
factores de risco;
O Plano Operacional Quinquenal Consolidado derivado do RISDP Revisto que dá os detalhes dos
resultados, marcos de monitorização e indicadores específicos para cinco (5) anos; e
Planos Operacionais Sectoriais Anuais que estabelecem metas trimestrais de desempenho em
termos de resultados, actividades e quadros responsáveis.
(i) Relatórios trimestrais de desempenho sobre a execução dos Planos Operacionais Anuais do
Sector para revisão ao nível adequado da gestão do Secretariado;
(ii) Relatórios semestrais de desempenho sobre a execução do Plano Operacional Anual
Consolidado para revisão pelo Conselho e pelos organismos técnicos relevantes; e
(iii) Relatório Anual do Desempenho sobre a execução do Plano Operacional Anual Consolidado
para revisão pelo Conselho e organismos consultivos relevantes.
100
SADC RISDP Revisto T Versão
(i) Os relatórios sobre a execução dos planos operacionais ofereçam uma avaliação fiável dos
progressos alcançados na implementação tendo em conta os custos, resultados, qualidade e
oportunidade da prestação de serviços e dos métodos de implementação usados;
(ii) Os relatórios sobre a execução do Plano Operacional Anual Consolidado apoiem
adequadamente as decisões na área de políticas e de atribuição de recursos;
(iii) A informação relacionada com os custos e os resultados seja recolhida, documentada e
armazenada electronicamente e acedida numa base sistemática para facilitar a
monitorização continua em oposição à recolha ocasional de informações;
(iv) Os indicadores relevantes, as linhas de referência e os indicadores para a medição dos
progressos na implementação das várias intervenções da SADC são definidos no lançamento
e contidos nos planos de operações para apoiar a monitorização com base na evidência;
(v) As tarefas de monitorização tornam-se uma parte integrante de todas as funções de gestão
do Secretariado; e
(vi) Os Estados Membros desenvolvem os planos de implementação dos protocolos que os
apoiam no processo de transposição para o direito nacional e de implementação.
Ao nível dos Estados Membros, as Comissões Nacionais da SADC (SNC), sob a liderança dos Pontos de
Contacto Nacionais (NCPs) providenciarão a função de coordenação na monitorização das intervenções
do RISDP Revisto, incluindo a implementação dos Protocolos. Os NCP envolverão os intervenientes
nacionais, em particular, o sector privado e a sociedade civil tendo em vista a obtenção o envolvimento
e a participação plenos nos planos, implementação e monitorização da integração e cooperação
regionais. Através dos NCP, as SNC submeterão os relatórios ao Secretariado da SADC numa base
regular.
O Secretariado produzirá relatórios anuais sobre os progressos alcançados, por sector, a serem
partilhados com os intervenientes e os parceiros de implementação, de modo a promover a
transparência e a prestação de contas.
7.5.2 Avaliação
A Política relativa a SPME prevê que as avaliações devem oferecer uma base clara e concisa para as
tomadas de decisão sobre as prioridades de implementação. Indica que as avaliações devem apoiar a
atribuição dos recursos e promover a implementação normalizada da estratégia garantindo a prestação
de contas e aprendizagem, ao mesmo tempo que facilita a conformidade da SADC com as melhores
práticas internacionais e as normas de qualidade.
As avaliações do RISDP Revisto serão informadas por critérios integrados que se concentrarão na
avaliação do grau em que os resultados identificados foram avaliados (com estipulado na cadeia de
resultados e no quadro de resultados); determinarão a eficiência de insumos vis-à-vis os resultados,
definirão a eficácia face ao grau em que são concretizados os resultados tangíveis desejados, como
ilustrado na Figura 19.
101
SADC RISDP Revisto T Versão
Necessidades
Desafios
Impactos
Resultados
Efeitos
Objectivos
Insumos Resultados
Efeitos
projectados
Eficiência
Os critérios para a avaliação do RISDP Revisto serão: relevância, eficiência, eficácia, impacto, equidade,
sustentabilidade e utilidade externa. Será efectuada uma Avaliação Documental em 2019 para avaliar
até que ponto foram concretizados os resultados projectados e isto informará os termos de referência
para a Avaliação Final Independente do RISDP que ocorrerá em 2020.
102
RISDP REVISTO Quarta Versão
Erradicação da Pobreza Realizar um crescimento do PIB de pelo menos 7% por ano Não foi realizado. O crescimento do PIB da SADC continua inferior a 7% por ano.
Reduzir a metade a proporção da população que sobrevive Não foi realizado embora tenha sido desenvolvido em 2010 um Quadro Regional
com menos de US$1 por dia entre 1990 e 2015 para Redução da Pobreza e tenha sido estabelecido um Observatório Regional da
SADC para a Pobreza (e esteja em curso o trabalho para a sua
operacionalização) para contribuir para este objectivo dos ODM
Combate à Epidemia do VIH e SIDA Prevalência do VIH entre mulheres grávidas com idades entre O indicador “Prevalência do VIH entre mulheres grávidas com idades
15 e 24 anos de idade reduzida em 25% até 2009 compreendidas entre 15 e 24 anos” não é monitorizado ao nível regional. Por isso,
Redução da incidência do VIH entre os avanços rumo ao alcance desta meta não podem ser aferidos. Os dados
grupos vulneráveis na SADC disponíveis relacionam-se com a prevalência do VIH entre pessoas com idades
entre 15 e 24 anos. Até 2012, a variação da prevalência do VIH entre este grupo
etário era estimada entre 2,8% e 14,4%.
Todos os Estados Membros deviam conter e começas a Foi realizado bom progresso. Contudo, a maior parte dos Estados Membros não
inverter o alastramento do VIH até 2015 conseguiu ainda conter e inverter o alastramento do VIH. Foram elaboradas uma
Estratégia de Prevenção do VIH, as Directivas sobre PTV (PMTCT), as Directivas
sobre o teste do VIH e a Gestão Harmonizada do VIH, para acelerar a redução do
VIH e SIDA. Contudo, ainda é necessário que as directivas e os quadros sejam
enquadrados no ordenamento jurídico interno dos EM.
Integração do VIH e SIDA nos programas e actividades de O VIH e SIDA foram integrados em políticas e programas do SHD&SP o que não
todas Direcções até 2006. foi ainda efectuado noutras Direcções.
As Direcções da SADC e os EM foram capacitados no que respeita à integração
do VIH em uma perspectiva de género e Direitos Humanos. Foram desenvolvidas
directivas para integração do VIH, género, saúde e outras questões sociais na
avaliação do impacto ambiental. Estas directivas aguardam aprovação e
adaptação a nível interno dos EM.
Mitigação do impacto socioeconómico Não foi definida no RISDP qualquer meta específica para esta Embora não tenham sido definidas metas específicas foram atingidos os
do VIH e SIDA área focal seguintes marcos:
Rever, desenvolver e harmonizar Estabelecimento de abordagens regionais acordadas para a Algumas normas mínimas em política regional e programas harmonizados foram
políticas, estratégias e legislação prevenção, cuidados, apoio e tratamento do VIH até 2005 desenvolvidos entre 2005 e 2012 a fim de facilitar a harmonização.
relativa à prevenção, cuidados e apoio
e tratamento do VIH no seio da região Desenvolvimento e harmonização de programas regionais para
da SADC prevenção, tratamento e cuidados para o VIH e SIDA até 2005
Pelo menos 9% das pessoas infectadas com o VIH Realizado, de acordo com a informação disponível.
(seropositivas) e necessitam de tratamento e cuidados devem
recebê-los até 2005.
Mobilização e coordenação de Os Estados Membros da SADC devem disponibilizar 15% dos Não foi concretizado embora seja necessário o empenho no financiamento interno
recursos para uma resposta seus orçamentos nacionais para o sector da Saúde sustentável no que respeita à saúde e VIH.
multissectorial ao VIH e SIDA na (Declaração de Abuja, 2001)
região da SADC
Fortalecimento da capacidade Inclusão de metas regionais e internacionais nos Planos dos Os Estados Membros apresentam anualmente relatórios de progresso com base
institucional para Monitorização e Estados Membros até 2006 em indicadores regionais acordados.
Avaliação (M&E)
Estabelecimento de uma Base de Dados sobre a prevalência Foi criada em 2006 uma Base de Dados e Portal de Informação Regionais para o
regional do VIH e SIDA até 2005 VIH e SIDA
Igualdade do Género e Desenvolvimento e fortalecimento de políticas nacionais e A Política Regional para o Género foi adoptada pelo Conselho de Ministros em
Desenvolvimento quadros institucionais para o género até 2003 2007.
Harmonização de políticas nacionais pelo Secretariado e Os Estados Membros estão a alinhar as suas Políticas Nacionais para o Género à
desenvolvimento de uma Política Regional para o Género até Política para o Género e ao Protocolo sobre Género e Desenvolvimento da SADC.
meados de 2004
O Protocolo sobre Género e Desenvolvimento foi assinado por treze Estados
membros em 2008.
Estabelecimento de mecanismos de aplicação e de instituições Doze (12) dos 15 EM possuem Ministérios para os Assuntos do Género / da
104
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Adopção de processos de planeamento, orçamento e Foi desenvolvido um Toolkit para Integração do Género e as Direcções sectoriais
implementação dedicados ao género, programas regulares da SADC e unidades independentes foram treinados para uso do Toolkit na
para desenvolvimento de capacidade e formação; e integração do género.
mecanismos para recolha de dados desagregados relativos ao
género até ao fim de 2006 Os EM da SADC foram treinados quanto ao uso do Toolkit da SADC para
Integração do Género, incluindo altos funcionários dos Ministérios das Finanças e
Planeamento Económico em todos os Estados Membros da SADC.
Foi desenvolvida e aplicada a Política da SADC para o Género no Local de
Trabalho.
Revogação de disposições discriminatórias quanto ao género Direitos Constitucionais: Todos os EM da SADC dispõem de disposições
nas constituições, leis, políticas e quaisquer outros documentos constitucionais para assegurar a igualdade entre géneros; foram produzidas
em vigor nos Estados Membros da SADC até meados de 2005 reformas constitucionais nos EM.
e promulgação de disposições que garantam equidade
substantiva quanto ao género até ao fim de 2005 Revisões constitucionais em alguns EM deram origem à inclusão de algumas
cláusulas sensíveis ao género.
105
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Desenvolvimento, fortalecimento e implementação de Em Novembro de 2011 foi desenvolvida uma Estratégia Regional para Habilitação
programas específicos para a habilitação económica das Económica das Mulheres.
mulheres até ao fim de 2007
Tem-se verificado um aumento do número de mulheres em posições de tomada
de decisões económicas mas, em termos gerais, as mulheres na África Austral
representam 23% de todos os decisores em assuntos económicos nos governos.
Foi feita uma análise das políticas económicas e comerciais dos EM da SADC e
as recomendações dela resultantes serão utilizadas para pressionar no sentido da
integração da igualdade entre géneros.
Feiras Comerciais e Fóruns para Investimento Anuais para Mulheres nos Estados
Membros da SADC.
Foram desenvolvidas em 2013 Directivas da SADC relativas a Orçamentos para o
Género.
A maior parte dos Estados Membros está envolvida em iniciativas para inclusão
efectiva do género em orçamentos.
A concretização por todos os Estados Membros de: Os EM deram alguns passos e realizaram progresso quanto à participação e
• Pelo menos 30% de mulheres em posições de tomada de representação de mulheres em política e posições de tomada de decisão,
decisões a nível do governo autárquico, parlamento, conselho sobretudo em Conselhos de Ministros, Parlamentos, Governos Centrais e
de ministros e posições seniores no sector público até 2005, ou Autárquicos e no sector público.
medidas de acção afirmativa estabelecidas para acelerar a
consecução desta meta; O Malawi é o primeiro Estado Membro na Região a ter como Presidente uma
mulher que desempenha igualmente papéis de liderança em várias questões
fundamentais a nível regional, continental e global.
106
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Pelo menos 50% de mulheres em posições de tomada de A proporção de mulheres em parlamentos aumentou para uma média de 25,7%
decisões a nível do governo autárquico, parlamento, conselho valor que é superior à média global de 18,5% e à média da África Subsariana de
de ministros e posições seniores no sector público até 2015, ou 18,6%.
medidas de acção afirmativa estabelecidas para acelerar a
consecução desta meta;
A nível de parlamentos tem-se verificado uma tendência constante e crescente em
um número significativo de Estados Membros.
Erradicação e redução de todas as formas de violência contra Todos os Estados Membros da SADC são parte à Convenção das Nações Unidas
mulheres e crianças para Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra Mulheres (CEDAW).
107
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
da SADC em 2009.
Ciência, Tecnologia e Inovação Criação de uma Unidade de Ciência e Tecnologia (C&T) no Unidade/gabinete foi parcialmente operacionalizado. Um Gabinete para CTI foi
Secretariado estabelecido com um funcionário destacado pela África do Sul.
Fortalecimento da cooperação regional
em C&T na SADC
Estabelecimento de comités de representantes dos Estados Realizado parcialmente. Existem grupos de trabalho/comités ad hoc para
Membros mudança climática, Mulheres em Ciências, Engenharia e Tecnologia
Produção de políticas para C&T Realizado parcialmente. Foi desenvolvido um projecto de Estratégia para
operacionalização do Protocolo o qual aguarda a sua finalização e aprovação.
Produção de políticas para C&T O Protocolo sobre CTI foi adoptado em Agosto de 2008 mas ainda não entrou em
vigor.
Assegurar a protecção de direitos de propriedade intelectual Registado algum progresso a nível regional. Foi iniciado um programa para IPR
(IPR) em 2009 e facilitada a troca de informação.
Obter apoio e cooperação Negociar a obtenção de apoio destinado a C&T através de Não foi realizado progresso a nível regional. Contudo, os Estados Membros
internacional em iniciativas de R&D instrumentos como o Programa Regional Indicativo da UE conseguiram obter apoio dos ICP por si próprios.
Iniciar discussões com outras entidades regionais para UA/NEPAD dispõe de redes regionais como SANBio, Water Sciences, que estão
cooperação em C&T activas na SADC. CAAST-Net tem projectos em sete EM.
Promover a compreensão do público Apoiar a apreciação e compreensão por parte do público sobre Progresso limitado. Os EM dispõem de arranjos bilaterais e oferecem-se apoio
quanto a Ciência e Tecnologia programas para Ciências, Engenharia e Tecnologia (PUSET) moral uns aos outros, em especial através da presença em eventos de uma
semana sobre Ciência, Engenharia e Tecnologia (CET).
Realização anual de uma semana dedicada a CET na SADC SADC CET Regional foi lançada nas Maurícias em 2009.
Desenvolvimento, transferência e Criação de incentivos e identificação de áreas prioritárias para Não se registou nenhum progresso
difusão de tecnologia. investimento em Pesquisa e Desenvolvimento (R&D)
Adaptação da melhor política e prática na SADC e fora da Não se registou nenhum progresso
SADC
Sector Privado Desenvolvimento de uma política da SADC sobre parcerias As metas do RISDP para a criação de espaço, condições e quadros para o
entre o sector público e o privado até Junho de 2004. envolvimento do sector privado na integração regional não foram atingidas em
grande parte. Adicionalmente, várias metas planeadas do RISDP podem requerer
Revisão, melhoramento e assinatura de MOU com o Sector clarificação ou redefinição adicional no contexto de um ambiente em mudança
Privado da SADC, permitindo explicitamente o envolvimento do para o diálogo e parceiras entre o sector público e o privado.
sector privado através das estruturas da SADC até Junho de
2004.
Adopção pela Cimeira de um Plano de Acção para o sector
público e privado com base no Livro Branco do ASCCI a ser
implementado durante o período do RISDP.
Estatística Desenvolvimento de um quadro jurídico entre 2004 e 2006 Foi elaborada uma nota conceptual sobre o quadro jurídico.
Harmonização de estatísticas da SADC até 2015 Realizações notáveis na harmonização de estatísticas, nomeadamente em três
áreas:
Melhoramento da capacidade estatística na SADC até 2015 Realizações importantes registadas no melhoramento da capacidade estatística
através da implementação do Projecto da SADC para Formação em Estatísticas
financiado pela União Europeia entre 2001 e 2007.
110
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Estabelecimento de um Fórum multissectorial de utilizadores e Foi conseguido um progresso limitado. Prevê-se a criação de comités utilizador-
produtores de estatísticas até 2004 produtor durante o quadro de implementação da Estratégia Regional para o
Desenvolvimento de Estatísticas para 2013-2018.
Melhoramento da utilização de TIC económicas para partilha Foi conseguido progresso limitado. Em 2009, com o apoio das Nações Unidas, foi
de informação nas áreas prioritárias até 2015 desenvolvido um portal para intercâmbio de informação e dados o qual não pode
ser mantido.
Comércio, Liberalização Económica e - Estabelecimento de uma ZCL (FTA) para Produtos até - A ZCL (FTA) foi conseguida em 2008 com 85% das tarifas em zero para os
Desenvolvimento 2008 através da implementação efectiva do Protocolo da países participantes na ZCL (FTA).
SADC sobre Comércio
Melhoramento/Promoção da - Máxima redução tarifária foi alcançada com a maioria dos Estados Membros a
Integração do Mercado de Bens e implementarem a liberalização tarifária em 2012
Serviços
- Entre 2005 e 2012 foram realizadas auditorias anuais à implementação do
Protocolo sobre Comércio para avaliação do progresso quanto à consecução
dos objectivos do Protocolo.
111
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
- Concretização da ZCL da SADC para Serviços até 2010 - Protocolo da SADC sobre Serviços assinado em 2012. Até à data, somente
dois Estados Membros ratificaram o Protocolo.
- Desenvolvimento até 2006 e implementação até 2010 dos - Anexos sobre SPS e TBT adoptados pelo CMC (CMT) em 2008 e
Anexos relativos a medidas Sanitárias e Fitossanitárias e estabelecidas as necessárias estruturas institucionais, ou seja, o Comité de
Barreiras Técnicas ao Comércio SPS/TBT Ligação da SADC para Regulamentos Técnicos (SADCTRLC) e o Comité da
SADC para Coordenação de SPS.
Desenvolvimento de um Quadro Regional de Política de - Em 2009, a Cimeira assinou uma Declaração sobre Cooperação Regional
Concorrência em 2006 e respectiva lei em 2010 em Concorrência e Leis e Políticas relativas ao Consumidor.
- Participação efectiva e cumprimento no que respeita a - Em 2008, a OMC foi notificada quanto à ZCL da SADC, no âmbito do Artigo
acordos/arranjos internacionais 24 do GATT 1994.
Desenvolvimento e Fortalecimento dos - Desenvolvimento do Protocolo sobre Finanças e - O PFI foi assinado em 2006 e entrou em vigor em 2010.
Mercados Financeiros e de Capitais Investimento (PFI) (FIP) até 2005 para se ratificado até
2007.
- Liberalização da conta corrente até 2006 e da conta de - A maior parte dos Estados Membros já procedeu à liberalização das suas
capital até 2010 contas correntes com excepção de alguns controlos administrativos.
- Desenvolvimento até 2010 do Quadro Regulatório - Não foi concretizado.
Financeiro e de Capital
- Estabelecimento até 2006 de um Fundo Regional de - Está sendo operacionalizada a primeira janela do fundo, nomeadamente o
Desenvolvimento Mecanismo para Preparação e Desenvolvimento de Projectos.
113
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
- Apoio aos DFI da SADC através de DFRC funcional até - O Centro de Recursos para Financiamento do Desenvolvimento
2005 (Development Finance Resource Centre) (DFRC) encontra-se totalmente
funcional e está a apoiar os DFI no Desenvolvimento de Capacidade.
Consecução de Cooperação Monetária - Conseguir a Convertibilidade Monetária até 2008 - Não foi concretizado
Mais Profunda - Interconexão de sistemas de pagamento e compensação
até 2008 - O Sistema Integrado da SADC para Pagamento Electrónico (SIRESS) foi
desenvolvido e inaugurado em 2013.
- Desenvolvimento da harmonização de quadros de
supervisão bancária, incluindo melhores práticas, até 2008 - Todos os EM adoptaram provisoriamente os Princípios de Basileia (Basel
Principles) para supervisão bancária.
- Estabelecimento de uma Associação Regional de - Não foi concretizado. Este é um organismo regulatório e de supervisão no
Autoridades Financeiras para supervisão bancária até que respeita a operações bancárias.
2010
- Lei Modelo para Bancos Centrais foi desenvolvida em 2009 como documento
- Autonomia dos Bancos Centrais até 2010 de referência para boas práticas bancárias de bancos centrais, incorporando
a autonomia de bancos centrais como um dos princípios de melhores
práticas.
Cooperação em Tributação e Matérias - Desenvolvimento de um Tratado Modelo para Tributação - A SADC desenvolveu em 2010 um acordo modelo para Evitar a Dupla
Conexas na SADC até 2006 Tributação.
- Cooperação em informação sobre impostos e - Foi assinado em 2012 um Acordo sobre Assistência relativa a Assuntos
coordenação de regimes de tributação até 2008 Fiscais.
- Desenvolvimento de um regime comum de tributação - Não foi concretizado. Esta meta provou ser difícil de concretizar.
indirecta até 2010
Concretização da Convergência - Conseguir uma inflação de 5% até 2012. - Em 2008 e 2012 foram efectuadas avaliações abrangentes quanto ao
Macroeconómica desempenho dos Estados Membros em relação aos indicadores definidos.
- Manter um rácio défice orçamental/PIB de 3% até 2012.
- Apenas quatro EM atingiram a meta de inflação até 2012.
- Conseguir um rácio dívida pública/PIB inferior a 60% até - Metade dos Estados Membros atingiu a meta de défice fiscal até 2012
2008.
- 12 EM atingiram a meta.
- Operacionalizar um mecanismo de monitoria e vigilância até
2005. - Em 2013 foi realizado um estudo para reexaminar os Critérios de
Convergência Macroeconómica da SADC.
114
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Aumento dos Níveis de Investimento - Adopção de Directivas e Quadro Fiscal para Incentivos - Não foi concretizado. Estão sendo desenvolvidas directivas.
Intra-SADC e do Investimento Directo Fiscais até 2006.
Estrangeiro (IDE)
- Desenvolvimento, harmonização e implementação de - Encontra-se parcialmente desenvolvido um Programa Regional de Acção
instrumentos para promoção de investimento até 2008. sobre Investimento (RAPI), incluindo a base de dados sobre regimes de
investimento, a aprendizagem entre pares e o tratado modelo para
- Desenvolvimento de uma política da SADC para parcerias investimento bilateral.
entre o sector público e o privado até 2005
- Em 2013, foi estabelecida a Rede PPP e desenvolvido um Quadro para PPP
os quais foram adoptados pelo Comité de Ministros das Finanças.
Aumento da Competitividade Produtiva - Desenvolvimento e integração até 2008 de uma Estratégia - O Programa da SADC para Melhoramento e Modernização Industrial (IUMP)
e Industrial para PME quanto a adição de valor em sectores foi desenvolvido e adoptado pelo CMT em Junho de 2008, com o objective
seleccionados. de melhorar a competitividade da capacidade industrial existente e promover
o desenvolvimento de cadeias regionais de valor em oito sectores prioritários.
- Desenvolvimento e implantação até 2010 de estratégias
regionais para cadeias de valor em oito subsectores - Foi desenvolvido e adoptado pelo CMT, em Novembro de 2012, o Quadro de
Política da SADC para Desenvolvimento Industrial, priorizando a promoção
de cadeias de valor e redes de produção em toda a região, tendo como
principais prioridades o processamento agro-alimentar, a beneficiação de
minérios e produtos farmacêuticos.
115
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Infra-estruturas em Apoio à Integração Harmonização de leis, política, regulamentos e estratégias para A maior parte dos países dispõe de políticas novas ou actualizadas alinhadas às
Regional promoção da integração de redes e serviços de TIC leis, políticas e regulamentos modelo da SADC.
Comunicações e TIC
Quadros de Política e Regulatórios
para TIC
Infra-estrutura de TIC Integrada e Interligação de 80% da rede regional, pelo menos 10% de Todos os países interligados em mais e 80% através da Infra-estrutura Regional
Acesso a Redes teledensidade. de Informação da SADC (SRII).
Desenvolvimento de Recursos Desenvolvidos planos de formação; Foram criados centros de excelência regionais através da Associação para
Humanos, Desenvolvimento de Especialização adequada em política, regulamentação e Telecomunicações da África Austral (SATA).
Capacidade Institucional e Pesquisa e prestação de serviços. Foram realizados vários seminários de sensibilização.
Desenvolvimento Criação de pelo menos 4 centros de excelência regionais para
TIC na região da SADC
Aplicações Sectoriais de TIC A adopção varia Segundo os rendimentos nacionais dos países.
Transformação de Serviços Postais Política e quadro jurídico modelo foram desenvolvidos, Foi estabelecido o organismo regulatório regional. (Associação de Reguladores de
Comunicações da África Austral - CRASA)
116
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Energia Encontra-se operacional o regulador regional para a Onze (11) Estados Membros estabeleceram reguladores para electricidade.
electricidade. A Associação Regional de Reguladores de Electricidade - RERA foi
Estabelecimento de um mercado estabelecida e encontra-se operacional.
regional de energia integrado, Foi estabelecida a Associação Regional para Petróleo e Gás
competitivo e eficiente (REPGA). Foi aprovada a formação da REPGA mas a instituição não foi ainda constituída e,
por isso, não se encontra em funcionamento.
O Plano para Expansão da Produção de Electricidade (Plano Foi estabelecido o Plano Conjunto SAPP.
Conjunto) foi aprovado e está sendo implementado.
O mercado diário (Day Ahead) foi estabelecido em 2009 e substituiu o STEM. O
Mercado de Energia a Curto Prazo (STEM) alargado para Post DAM Market (PDAM) foi desenvolvido em 2013 para aumentar o volume
abranger 80% dos Estados Membros conectados de comércio. O comércio competitivo continua ainda baixo, em 1% de toda a
electricidade comercializada, a maior parte do comércio tem ainda lugar através
de contratos bilaterais.
Uso acrescido/eficiente de fontes de Encontram-se estabelecidos programas e estratégias nacionais Os EM dispõem das suas próprias estratégias e programas para fontes novas e
energia renováveis e outras fontes de para gestão de energia de biomassa renovável. renováveis de energia (NRSE).
energia de baixo custo (biomassa,
solar, eólica, etc.) 10% das comunidades rurais têm acesso a NRES Excluindo grandes centrais de energia hidroeléctrica e de biomassa tradicionais,
o objectivo de se atingir 10% de parcela de NRSE como Principal Fonte de
Energia em muitos EM não foi ainda conseguido.
Maior acesso a electricidade de baixo 30% de acesso a electricidade em zonas rurais (100% até A maior parte dos EM deram início a programas de electrificação rural, usando
custo em áreas rurais. 2012) a rede de distribuição e fora da rede de distribuição, mas metade dos EM
apresentam um acesso inferior a 30% em zonas rurais. Exceptuando os
Estados Insulares, nenhum dos restantes EM conseguiu 100% de acesso até
2012.
Meteorologia Política e quadro jurídico modelo encontram-se em elaboração O princípio de recuperação de custos foi adoptado por todos os EM e a
implementação encontra-se em níveis diferentes e segundo modelos diferentes.
Transformação de Serviços Algumas Instituições de Meteorologia continuam sendo propriedade do governo
Meteorológicos enquanto outras estão a tornar-se autónomas.
Realização parcial em alguns EM Alguns EM não dispõem de estações meteorológicas adequadas, actualizadas e
bem calibradas, para além da falta de pessoal qualificado, sistemas de
telecomunicações e instalações para processamento de dados e disseminação de
informação. As instituições para desenvolvimento de capacidade, Centro Regional
para Formação Meteorológica (RMTC) em Angola e a Calibração Regional de
Instrumentos no Botswana têm necessidade de ser revitalizados com urgência
117
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Contribuição para a prontidão em caso Foi estabelecido o Centro para Serviços Climáticos da SADC O SCSC está equipado para fornecer o serviço a que se destina mas encontra-se
de calamidades (SCSC). limitado por falta de recursos humanos e financeiros. Com a iminência da
mudança climática, esta intervenção será mais importante e devia receber
atenção ao mais alto nível nos Estados Membros. Alguns EM já começaram a dar
a necessária atenção ao mais alto nível dos seus governos.
Turismo A Organização Regional para o Turismo da África Austral A restruturação da RETOSA foi concluída em 2007.
Efectuar o Marketing da região como (RETOSA) foi fortalecida. A estratégia para a Taça do Mundo foi desenvolvida e implementada.
destino turístico único mas O UNIVSA foi desenvolvido.
multifacetado A estratégia para promoção da Taça do Mundo de 2010 na
região foi desenvolvida até 2005.
Melhorar as Normas quanto a serviço Plano para Educação e Formação foi desenvolvido até 2006. O plano para educação e formação não foi ainda desenvolvido.
e infra-estruturas na Indústria do
Turismo A infra-estrutura, serviços e normas para o Turismo foram Foram elaboradas as normas para infra-estrutura.
harmonizados até 2008.
Rede para pesquisa, estatísticas e troca de informações sobre Estatísticas encontram-se disponíveis no portal electrónico da RETOSA.
turismo foi estabelecida até 2007.
Assegurar equidade, equilíbrio e Políticas, estratégias e legislação foram harmonizadas até A harmonização de políticas e estratégias está em curso.
complementaridade na indústria do 2009.
Turismo na SADC
Promover uma maior participação de Facilitação de um ambiente propício para fluxos de Ainda não foi concretizado.
Pequenas e Médias Empresas (PME) investimento para áreas marginalizadas.
e grupos em desvantagem Integração do género em todas as iniciativas de turismo até
2008.
Transportes Estabelecimento de sistemas de pagamento pelo usuário Ainda não foi concretizado.
Manutenção e modernização da infra- Abordagem harmonizada quanto ao excesso de carga em Normas e regulamentos para Controlo do Excesso de Carga de Veículos,
estrutura de transportes veículos. incluindo os limites de carga por eixo, foram acordados e aprovados. A
implementação coordenada, incluindo a adaptação a nível interno, está
presentemente em curso.
Reabilitação da infra-estrutura para Foram identificadas as necessidades de reabilitação em Angola As necessidades foram identificadas através de estudos de viabilidade e de
118
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Construção das ligações em falta nos Foram identificadas ligações em falta para transportes As ligações em falta foram identificadas anteriormente e no presente, como parte
transportes regionais regionais e foram realizados estudos detalhados. do RIDMP e encontram-se em diferentes estágios de desenvolvimento
Acessibilidade para comunidades Desenvolvimento de directivas regionais para estradas de Foram elaboradas directivas e alguns EM dispõem de projectos, ou seja, o
rurais ligação. Malawi, Suazilândia e Moçambique, que estão a bordar esta questão e a
beneficiar PME/comunidades.
Infra-estrutura e serviços de Desenvolvimento de um modelo para transportes integrados e Até ao presente não foi desenvolvido qualquer modelo integrado para política de
transportes integrados respectivo quadro jurídico. transportes na SADC e os transportes integrados (ligação estradas, vias férreas,
portos interiores, via aérea) não se encontram bem desenvolvidos em políticas de
transportes na maior parte dos EM.
Liberalização dos mercados de Implementação de planos desenvolvidos para cada um Foi concluído um estudo sobre a liberalização do mercado de transportes
transportes consoante o modo. rodoviários o qual está a aguardar validação antes de ser implementado.
Regulamentação de serviços de Regras de concorrência entre modos e fornecedores de Regras de concorrência foram adoptadas para o Transporte Aéreo a nível do
transportes serviços. Tripartido.
Directivas sobre a protecção e segurança. Ainda não foram desenvolvidas para outros modos.
119
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Facilitação de movimento Processos e documentação de trânsito harmonizados. Requisitos transfronteiras existentes são baseados em acordos bilaterais entre
transfronteiriço EM.
Desenvolvimento de Corredores de Estudos de viabilidade sobre corredores prioritários. Foram realizados estudos sobre a maior parte dos corredores, incluindo o NSC, o
Transportes de Nacala, Lobito e Dar-es-Salam.
Desenvolvimento de Capacidade Desenvolvimento de Planos de Formação. Algumas acções de formação realizadas nos EM mas não são adequadas para
Especialização adequada em política, regulamentação e suprir as necessidades.
prestação de serviços.
Água Estabelecimento de oito instituições para cursos de água As instituições definidas foram criadas.
partilhados até 2006.
Estabelecimento/fortalecimento de Foram concluídos os Planos de IWRMD/ Estratégias em 6 bacias hidrográficas e
Instituições de Gestão dos Cursos de Cinco instituições para cursos de água partilhados com Planos estão sendo produzidos planos em três Comissões de Bacias Hidrográficas a fim
Água Compartilhados Integrados para a Gestão e Desenvolvimento de Recursos de orientar a implementação de projectos.
Hídricos (IWRMD).
Melhorar o quadro jurídico e Política/estratégia regional para a água até 2005. A política e estratégia regionais encontram-se estabelecidas e foram definidas no
regulatório para gestão e prazo estabelecido.
desenvolvimento de recursos hídricos. Directivas para harmonização de legislação, política e
estratégia nacionais para a água até 2005. Foram desenvolvidas directivas.
Pelo menos cinco países com legislação harmonizada para a Legislação harmonizada para a água em Lesoto, Zâmbia, Zimbabwe, Suazilândia,
água até 2009. Moçambique e Botswana
Melhorar a base de conhecimentos e SADC HYCOS Phase II operacional até 2009. Meta atingida – operacional a nível dos EM e a nível regional.
120
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Desenvolver infra-estrutura estratégica Implementação de programas para Abastecimento de Água e Realizado mas não teve início a tempo. Projectos presentemente em curso em
regional para água Saneamento (WS&S) a terem início até 2006. Cunene-Angola/Namíbia e Lomahasha/Namaacha Suazilândia/Moçambique.
Infra-estrutura estratégica regional para água desenvolvida até Programa elaborado e aprovado pelos Ministros.
2006.
Realizado para LHWP Fase 2-Lesoto-África do Sul.
Estudos para implementação realizados em dois sistemas de Estudos realizados para barragens de Batoka (Zâmbia/Zimbabwe) e Mpanda
transferência entre bacias hidrográficas e três barragens Nkuwa – Moçambique.
importantes até 2006.
Fortalecer a capacidade em IWRMD 100 profissionais treinados em IWRM até 2008. Conseguidos 500 graduados com Mestrado para além de cursos de
na região desenvolvimento profissional de curta duração.
Pelo menos dez centros de excelência para IWRM identificados
e melhorados até 2009. Foi estabelecido na Universidade do Free State o Instituto para Gestão de
Aquíferos. Waternet foi melhorado.
Centro de Excelência melhorado e oferecendo formação em
IWRM. Realizado, Waternet está a oferecer formação em IWRM.
Estratégia para Waternet implementada até 2006. Waternet tem tido êxito até à data no impulsionamento do desenvolvimento de
Waternet a funcionar como instituição autofinanciada e capacidade em IWRMD.
autónoma segundo o princípio de subsidiariedade até 2005. Estatuto de subsidiário conseguido em 2012.
Assegurar a participação e Estratégia de comunicação sobre IWRM até 2006. Estratégia de Comunicação Desenvolvida e Aprovada pelo Conselho em 2008 –
sensibilização no que respeita a Realizado.
IWRMD Directivas sobre participação de intervenientes em projectos
para água até 2006.
121
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Agricultura e Segurança Estabelecimento de serviços técnicos para apoio a programas - Os Serviços de Apoio à Reforma Agrária da SADC (SLRSF) foram
Alimentar/Segurança Alimentar de reforma agrária até 2005/6 desenvolvidos e aprovados pelos Estados Membros
Sustentável
Foram mobilizados recursos para o Programa Regional para Irrigação e Gestão
Assegurar a disponibilidade de de Água.
alimentos
Aumento do consumo de fertilizantes, de 44,6 quilogramas por - Foi desenvolvido o Sistema Regulatório Harmonizado da SADC para Sementes,
hectare de terra arável para 65 quilogramas por hectare de o qual foi aprovado e o Memorando de Entendimento assinado e ratificado em
terra arável até 2015 (a média global é de 98,8 Kg/ha) 2013.
- Foi estabelecido em Lusaca, Zâmbia, o Centro para Sementes da SADC.
- Foi melhorado o acesso a insumos agrícolas chave na região da SADC.
- Foi desenvolvido o Quadro para o Mercado Comum de Insumos Agrícolas
(sementes e fertilizantes)
Aumento do rendimento da produção de cereais, em - A produção de cereais é ainda muito inferior a 1,5 t/ha na maior parte dos
quilogramas por hectare, de uma média de 1.392 para 2.000 países.
(média global) até 2015 - Foram facilitados programas de pesquisa através de 14 subvenções para apoio
a desenvolvimento tecnológico em vários aspectos.
Redução da incidência de doenças animais Transfronteiriças - Está sendo facilitada a vigilância, controlo e erradicação de doenças animais
(TAD) em particular a Febre Aftosa, em 50% até 2015, sendo a transfronteiras.
erradicação o objectivo final. - Foi proporcionado o treino necessário para vigilância e controlo de TAD.
- Foi fornecido equipamento apropriado para facilitação do teste a TAD.
- Instituições veterinárias em cinco EM foram equipadas para melhor gerirem o
risco que doenças animais transfronteiras (TAD) representam através de
formação, fornecimento de equipamento de laboratório e reabilitação de infra-
estrutura.
- Foi melhorada a capacidade dos EM para efeitos de controlo e gestão do
alastramento da Febre Aftosa na região.
Aumento da produção de gado em pelo menos 4% por ano; A produção regional de produtos de pecuária aumentou em 3-9% com base em
uma média de cinco anos (2007-2011) comparada com o valor de base referente
a 2007.
Duplicação das terras cultivadas sob irrigação, de 3,5% para Protocolo Revisto sobre Cursos de Água Compartilhados
7% como percentagem do total até 2015. Plano de Acção Estratégico para Gestão Integrada de Recursos Hídricos
Facilitado o desenvolvimento do programa regional para gestão de recursos
hídricos.
Duplicar a taxa de adopção de tecnologias comprovadas como - A capacidade regional para pesquisa agrícola foi melhorada através do apoio
variedades melhoradas de sementes, gestão de água e de à formação de cientistas regionais.
terras, até 2015. - Instituições terciárias para formação em agronomia foram habilitadas para
satisfazer as necessidades de capacidade exigidas pela procura em um
mercado em mudança.
- Foram implementados vários projectos para fortalecimento de instituições
regionais de pesquisa incluindo os seguintes: (i) Fortalecimento da
Capacidade para Pesquisa Agrícola e Desenvolvimento em África, (SCARDA)
(ii) Programa da SADC para Vários Países para Produtividade Agrícola
(SADC MAPP) (iii) Fundo para Projectos Colaborativos Inovadores para Apoio
ao Desenvolvimento de Pequenos Agricultores (FIRCOP) (iv) Programa
ICART.
- Foi estabelecido o Centro para Coordenação de Pesquisa Agrícola na África
Oriental e Austral (CCARDESA) para liderar a pesquisa na região.
- Foi facilitado o intercâmbio de informação e melhores práticas quanto a
produção, tecnologias e questões de terras e segurança e valor nutritivo.
Assegurar o acesso a alimentos Adesão a normas e Medidas SPS de acordo com os Acordos - Participação no desenvolvimento catalisado de Normas Sanitárias e
da OMC. Fitossanitárias (SPS);
- Participação em negociações para facilitação do comércio de produtos de
pecuária com o mercado internacional.
- Foi feita a implementação de um Projecto de Segurança Alimentar destinado
a promover o comércio de produtos agrícolas através do fortalecimento das
capacidades dos EM para cumprirem as normas SPS, para efeitos de entrada
na UE e em outros mercados mundiais.
- Em colaboração com o TIFI foi facilitada a eliminação de Barreiras ao
Comércio Agrícola na Região da SADC; e
- Foi facilitado o desenvolvimento de políticas e programas para promoção da
Adição de Valor a Produtos Agrícolas.
123
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Facilitação de políticas e programas para promoção da adição Através do projecto ICART foram encomendados dois projectos para tratar de
de valor em produtos agrícolas. questões de marketing. Os dois projectos identificaram os estrangulamentos em
marketing e fizeram a sua abordagem em uma análise de cadeia de valor.
Assegurar a segurança alimentar e o Aumentar o valor energético e proteico da alimentação diária - Isto não foi facilitado a nível regional.
valor nutritivo dos alimentos per capita, de 2.160 kcal para 2.700 kcal e de 49g para 68g - A Estratégia Alimentar e Nutricional encontra-se subdesenvolvida.
respectivamente, até 2015.
Reduzir a metade a proporção de crianças com menos de - Foram realizadas actividades relacionadas com o desenvolvimento de
cinco anos que apresentam peso deficiente entre 1990 e 2015. capacidade em normas para processos (Boa Prática Agrícola (GAP), Boa
Prática de Higiene (GHP), Boa Prática de Manufactura (GMP) e Análise de
Perigo e Ponto de Controlo Crítico (HACCP).
- Foi adquirido de distribuído aos EM equipamento de laboratório. Foi realizada
formação quanto ao uso do equipamento.
- Foram facilitadas várias actividades por parte da SQAM (Normas, Qualidade,
Acreditação e Metrologia da SADC) para coordenar eficientemente a gestão
de assuntos de SPS.
- Foram elaboradas Directivas Regionais para a Regulação de Segurança de
alimentos, Produtos para protecção de Culturas, Medicamentos Veterinários,
e Directivas Regionais para Gestão de Assuntos Relativos a SPS.
- Foram elaboradas directivas para segurança de alimentos.
- Foi facilitada a Harmonização de Normas Regionais para a Segurança de
Alimentos e Registo de químicos agrícolas e veterinários.
Assegurar a prontidão para enfrentar Não foram definidas metas específicas para esta - Em 2007 foi desenvolvido um quadro para o estabelecimento e gestão de
calamidades no que respeita a estratégia/medida no RISDP, embora na narrativa das áreas de instalações para reserva de alimentos.
segurança alimentar intervenção, o RISDP se refira ao seguinte: - Doze EM dispõem de Unidades Nacionais para Alerta Prévio (NEWU) e estão
em curso processos para o desenvolvimento de NEWU nos restantes EM.
1. Estabelecimento de Instalações para Reserva de - Foram facilitadas discussões com PCI sobre auxílio alimentar entre os EM.
Alimentos; Foi acordado na generalidade que o auxílio alimentar devia ser obtido na
2. Desenvolvimento de um Sistema Regional Integrado para região.
Informação sobre Agricultura; e - Foi facilitada a monitorização, avaliação e disseminação sobre a Oferta e
3. Fortalecimento de Sistemas de Alerta Prévio redução da Procura de Alimentos Regionais; e
vulnerabilidade. - Foram operacionalizados Planos para Gestão de Calamidades.
Fortalecimento do quadro institucional Desenvolvimento de instrumentos jurídicos relevantes sobre - A Política Regional da SADC para a Agricultura (RAP) foi desenvolvida e
124
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
e de capacidade para implementação Segurança Alimentar e Agricultura, até 2006/2007 aprovada em princípio em Junho de 2013.
da segurança alimentar. - Em 2013 foi iniciado um projecto para controlo da Mosca Asiática da Fruta,
uma praga grave para culturas hortícolas nos EM da SADC.
- A Análise e Avaliação Regional da Vulnerabilidade (RVAA) estabeleceu
centros de excelência na África do Sul, Malawi e Zimbabwe para apoiar a
formação dos EM quanto a questões relativas a segurança alimentar e
avaliação de vulnerabilidade.
- Foi estabelecido o Centro para Carraças e Doenças Causadas por Carraças
no Malawi e um centro de excelência para a produção de vacinas contra a
Febre da Costa Oriental.
- Foram estabelecidas Redes Eficazes e foi estabelecido o Diálogo na região.
Desenvolvimento de um Plano de Acção a Médio Prazo relativo - Nada foi realizado quanto a esta meta.
ao programa para segurança alimentar até 2004.
Conclusão do Anexo ao Protocolo sobre Comércio até 2005. - Nada foi realizado quanto a esta meta.
Implementação dos protocolos existentes sobre Pescas, - Ver comentários relativos à área de intervenção para o Ambiente e Recursos
Silvicultura e Fauna Bravia a ter continuação até 2015. Naturais.
Gestão do Ambiente e Recursos Finalização de um instrumento jurídico para cooperação - Protocolo sobre o Meio Ambiente desenvolvido e aprovado pelos Ministros
Naturais regional quanto ao ambiente e recursos naturais até 2006. Responsáveis pelo Ambiente e Recursos Naturais.
- O Protocolo sobre Silvicultura foi ratificado por 10 EM da SADC em Maio de
2009.
- O Protocolo sobre Pescas foi ratificado por 11 EM, em Agosto de 2008.
- O Protocolo sobre Fauna Bravia e Aplicação da Lei foi ratificado em
Novembro de 2003 e a Estratégia de Implementação foi aprovada em 2007.
- Os EM estão a utilizar os 3 Protocolos em níveis diferentes.
Normas e directivas ambientais desenvolvidas e em - O Plano de Acção Ambiental Sub-regional da SADC foi desenvolvido e
implementação até 2008. finalizado.
- A Estratégia da SADC para a Biodiversidade e directivas regionais para
gestão de espécies estrangeiras invasoras foram aprovadas em 2007.
- Está em curso o desenvolvimento de um programa regional para Gestão de
Desperdícios e para Mudança Climática.
- O Plano Regional de Acção para a Biodiversidade está sendo finalizado.
- Foi realizada a formação de negociadores da SADC em preparação para a
17ª Conferência das Partes à UNFCCC.
- Está sendo implementado o programa do Tripartido para Mudança Climática
envolvendo a SADC, COMESA e EAC.
125
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Relatórios sobre a Situação do Ambiente para a África Austral - A primeira série dos Relatórios sobre a Situação do Ambiente na África
produzidos com regularidade de cinco em cinco anos. Austral (SAEO) foi publicada em 2008 e lançada em Novembro de 2009.
Finalização da Estratégia e Programa para Gestão da O manual para integração do ambiente foi iniciado no início de 2010 e está em
Degradação do Ambiente na África Austral. vias de ser finalizado.
Adopção de planeamento responsivo ao ambiente e processos
de implementação, desenvolvimento de capacidade com
regularidade para o ambiente e desenvolvimento sustentável e
programas de formação até 2007.
Implementação de pelo menos 50% dos programas e projectos - O quadro da SADC para Áreas de Conservação Transfronteiras (ACTF) foi
para gestão de recursos naturais transfronteiras, de acordo aprovado em 2007.
com a NEPAD iniciada até 2008. - Foram implementados os Programas Regionais da SADC para ACTF e
Gestão de Rinocerontes.
- Programas sobre Gestão de Incêndios Transfronteiras foram aprovados em
2010.
- Redução de Emissões em resultado de Desflorestação e Degradação de
Florestas (REDD+) foi aprovado em 2011 e a implementação teve início em
2012.
- Aplicação, Governação e Comércio no âmbito da Lei da Floresta (FLEGT); e
Gestão e Conservação Sustentável Floresta foram também aprovados.
Facilitação Programas para desenvolvimento de capacidade - O Secretariado facilitou o desenvolvimento de capacidade em Financiamento
até 2010 Inovador para Biodiversidade e o Programa Regional para Educação
Ambiental (SADC REEP) com base em KwaZulu Natal, África do Sul. As
redes do programa junto dos EM da SADC e outras iniciativas regionais para
educação ambiental (EE) como a Associação da África Austral para
Educação Ambiental (EEASA) e organizações internacionais como a UNEP,
UNESCO, Universidade das Nações Unidas, IUCN, UNDP e DANIDA. A
Universidade de Rhodes desempenhou um papel importante nas áreas de
formação e pesquisa.
- Foi estabelecida na região uma forte comunidade de prática de EE/ESD
(Edução para o Desenvolvimento Sustentável). Em 2007, o SADC REEP
recebeu o Prémio do Presidente da EEASA pelas suas realizações
extraordinárias e, em 2009, foi seleccionado pela UNESCO como modelo
internacional de melhores práticas em EE e ESD.
126
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Desenvolvimento de capacidade institucional a nível regional Foi conseguido um progresso considerável tendo sido estabelecido o Centro de
para desenvolvimento, planeamento e gestão de políticas de Especialização que se encontra funcional.
educação
Desenvolvimento do Quadro Regional para Avaliação de O projecto do RQF foi elaborado e aguarda a sua finalização (contém descritores
Qualificações (RQF) para 10 níveis, o Portal para Qualificações e directivas para garantia de
qualidade).
Desenvolvimento e implementação de um Sistema comum As normas e padrões para o Sistema de Informação para Gestão da Educação
para recolha e comunicação de informação pelos EM quanto à (EMIS) foram desenvolvidos e implementados. Contudo, não existe uma Base de
situação actual e à futura procura e oferta. Dados Regional consolidada quanto à oferta e procura.
Estabelecimento e fortalecimento de Centros de Especialização Foram estabelecidos Centros de Especialização (CoS) para Planeamento e
e Excelência na Região. Gestão de Políticas Educacionais; Administração e Gestão Públicas; e Educação
Aberta e à Distância (ODL) para o ensino secundário e formação de professores,
para além de outros sectores como Saúde, Agricultura e Água. Todavia, a
sustentabilidade constitui um desafio.
Melhoramento do acesso, qualidade, eficiência e relevância da Foi conseguido um progresso notável no que respeita ao melhoramento do
educação e formação a todos os níveis, em particular no acesso e à paridade entre géneros no ensino primário. Portanto, as metas 1 e 2
ensino secundário, ensino e formação técnica vocacional, dos ODM devem ser concretizadas até 2015. Contudo, a qualidade do ensino
formação de professores e ensino terciário. primário, o acesso ao ensino secundário, TVET e ensino terciário continua a
127
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Sistemas e Serviços de Saúde Desenvolvimento de um Plano de Acção para implementação O Plano de Implementação da SADC para o Protocolo sobre Saúde foi já
racionalizados e melhorados na do Protocolo sobre Saúde. desenvolvido e abrange quatro áreas amplas: Controlo de doenças, Saúde
Região da SADC Reprodutiva e Infantil, Educação e Promoção da Saúde e fortalecimento dos
Sistemas de Saúde. Este Plano encontra-se em fase de implementação.
Desenvolvimento de um quadro regional para avaliação do Encontra-se estabelecido um quadro para monitorização do progresso em
desempenho na implementação de compromissos doenças transmissíveis (VIH e SIDA, TB, Malária). Este quadro faz também o
internacionais (como os ODM, Abuja), Declarações e rastreio do progresso anual no que respeita a compromissos continentais e
Convenções. globais (p. ex., Abuja, UNGASS, ODM, Declaração de Maseru, WHA). Relatórios
recentes revelam progresso na redução da morbidade e mortalidade associadas
ao VIH e SIDA, TB e Malária. Contudo é improvável que a região venha a atingir
as metas definidas.
Desenvolvimento de um quadro e mecanismo para Foi desenvolvido um Quadro Regional para Produtos Farmacêuticos o qual está
melhoramento da disponibilidade e do acesso sustentáveis a sendo presentemente implementado. Abrange as áreas de i) uso racional de
medicamentos e suplementos nutritivos essenciais para o medicamentos essenciais; ii) pesquisa, desenvolvimento e produção regional,
combate às principais doenças transmissíveis como o VIH e regulamentos sobre medicamentos, aquisições agrupadas, Medicamentos
SIDA, TB, Malária e doenças que estão a reaparecer como a Tradicionais Africanos, Direitos de Propriedade Intelectual Relativos o Comércio
Poliomielite e Ébola. (TRIPs) e patentes, recursos humanos para produtos farmacêuticos,
necessidades urgentes de produtos farmacêuticos. O desenvolvimento de uma
estratégia sobre nutrição está ainda em curso. Directivas para suplementos
nutritivos não foram ainda desenvolvidas.
Desenvolvimento de um quadro regulatório harmonizado para a O Quadro Estratégico para Medicina Tradicional Africana foi já desenvolvido. O
saúde e capacidade institucional para teste e utilização de quadro aborda o teste e utilização de medicamentos tradicionais, regulação e
128
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Desenvolvimento de um quadro e mecanismo para a troca de O Quadro já se encontra estabelecido. A sua operacionalização foi iniciada com a
experiências e melhores práticas para a abordagem de documentação de melhores práticas em VIH e SIDA, TB e Malária pediátricos.
desafios importantes para a saúde pública, em especial o Contudo, a adaptação a nível interno nos Estados Membros não foi ainda
combate a doenças importantes como o VIH e SIDA, TB, efectuada.
Malária e doenças em reaparecimento e outras
Desenvolvimento de um quadro para encaminhamento de O Quadro Estratégico para encaminhamento de pacientes para cuidados
pacientes para cuidados terciários terciários ainda não foi desenvolvido.
Desenvolvimento de políticas e estratégias para a retenção de A Estratégia da SADC para Recursos Humanos na Saúde (2007-2019) foi
funcionários da saúde na região. desenvolvida e está sendo implementada. Uma avaliação do Registo,
Recrutamento e Emprego de Profissionais de Saúde na Região da SADC está
aguardando finalização.
Desenvolvimento de sistemas de informação e vigilância sobre Foi desenvolvido um Sistema de Vigilância Regional Harmonizado para doenças
saúde para doenças transmissíveis importantes e doenças em transmissíveis e uma base para relatórios anuais sobre a situação quanto ao VIH
reaparecimento. e SIDA, TB e Malária. Foram também estabelecidos Laboratórios de Referência
Supranacionais e Centros de Excelência em Garantia de Qualidade e
Desenvolvimento de Recursos Humanos em Laboratórios. Nenhuma destas
políticas se encontra ainda operacionalizada.
Consecução de um ambiente regional Desenvolvimento de um mecanismo para coordenação e Encontra-se estabelecido e em implementação um Código sobre Segurança
propício para o desenvolvimento social monitorização do estabelecimento e implementação de Social que define directivas quanto à provisão de assistência social e subsídios
sistemas de segurança social nos Estados Membros. sociais e um instrumento de monitoria e avaliação para o Código.
Desenvolvimento de um quadro e directivas para monitorização Códigos de conduta para orientação dos EM quanto à abordagem de desafios
e implementação de convenções internacionais e normas relativos a trabalho infantil, uso de químicos com segurança, VIH e SIDA no
129
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Implementação do Protocolo sobre o Combate a Drogas Ilícitos Esta área foi considerada não prioritária pela SADC em 2007.
Desenvolvida uma cultura dinâmica e Desenvolvimento de directivas e código de conduta para Isto foi delegado para efeitos de implementação no âmbito do princípio de
orientada para o desenvolvimento na assistir os Estados Membros na abordagem a problemas subsidiariedade da SADC. Este assunto está sendo implementado por
região relativos ao uso de narcóticos durante eventos organizações subsidiárias da Zona VI.
culturais/desportivos.
Desenvolvimento de directivas para implementação da Isto foi delegado para efeitos de implementação no âmbito do princípio de
promoção e monitorização de políticas de recreio desportivo subsidiariedade da SADC. Contudo, o progresso tem sido lento devido a desafios
relativos à finalização de arranjos junto das organizações subsidiárias.
Desenvolvimento de um quadro para integração de elementos Esta actividade foi delegada para implementação no âmbito do princípio
relevantes da cultura regional nos desportos subsidiariedade da SADC. Contudo, os avanços alcançados foram lentos devido a
desafios relativos aos arranjos de finalização com as organizações subsidiárias.
Melhoria de estilos de vida saudáveis Identificação de valores, atitudes e práticas culturais positivas A comemoração de estilos de vida saudáveis da SADC foi lançada em 2008 e
está sendo celebrada nos Estados Membros da SADC como parte da
disseminação de informação e promoção de atitudes e comportamentos positivos
para uma boa saúde.
Desenvolvimento de directivas para valorização de estilos de Isto enquadra-se na área da Cultura que foi considerada não prioritária pela SADC
vida saudáveis em 2007.
Implementação de mecanismos para prevenção, reabilitação e Esta área foi considerada não prioritária pela SADC em 2007.
tratamento do abuso de substâncias
Desenvolvimento de uma Cultura Desenvolvimento de directivas para identificação de uma Isto foi delegado para efeitos de implementação no âmbito do princípio de
Regional Rica, Diversa e Competitiva cultura regional rica, diversa e competitiva subsidiariedade da SADC. Contudo, o progresso tem sido lento devido a desafios
relativos à finalização de arranjos junto das organizações subsidiárias.
Facilitação da Integração Cultural e Identificação de elementos comuns para integração cultural e Isto foi delegado para efeitos de implementação no âmbito do princípio de
Identidade Regional identidade na região subsidiariedade da SADC.
Desenvolvimento de directivas para identificação de elementos Isto foi delegado para efeitos de implementação no âmbito do princípio de
comuns para integração e identidade cultural na região subsidiariedade da SADC. Contudo, o progresso tem sido lento devido a desafios
relativos à finalização de arranjos junto das organizações subsidiárias.
Criação de Oportunidades Iguais e de Integração do Género nos Programas do Directorado Bom progresso. A integração foi efectuada em quadro de política regional no
130
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Estabelecimento de uma base de dados e sistema de Bom progresso em todos os principais componentes de SHD&SP.
informação desagregados no que respeita a componentes
importantes de Desenvolvimento Social e Humano.
Desenvolvimento de directivas para monitorizar a Bom progresso. Envidados esforços especiais para integração do género em
implementação de políticas de género nos principais todos os programas de desenvolvimento Social e Humano.
componentes de Desenvolvimento Social e Humano
Desenvolvimento de Directivas sobre Políticas para Eliminação Foi iniciado o desenvolvimento de directivas para criação de currículos. Contudo
de Lacunas entre Rapazes e Raparigas a todos os níveis de tem ainda que ser realizado mais trabalho quanto à sua adaptação a nível dos
Ensino e Formação. Estados Membros.
Desenvolvimento de um Mercado de Estabelecimento de um Sistema e Estrutura Regionais a nível Foi estabelecido um Fórum Regional do Tripartido a nível técnico e Ministerial
Trabalho Regional e Competitivo do Tripartido. para facilitar a formulação, implementação e consolidação de políticas industriais
Integrado regionais harmonizadas.
Desenvolvimento de um quadro e directivas para o livre Foi desenvolvido e aguarda aprovação pelo Conselho o Protocolo da SADC para
movimento de mão-de-obra na região. o Emprego e Trabalho contendo disposições sobre a mobilidade da mão-de-obra.
Desenvolvimento de um Quadro Regional de Avaliação da Encontram-se desenvolvidos os instrumentos para M&E da SADC para a política
monitoria do desempenho na implementação de programas de regional sobre trabalho infantil, segurança social, VIH e SIDA, Segurança
produtividade, políticas de trabalho e emprego bem como das Ocupacional e Saúde.
principais convenções, códigos e declarações.
Embora 100% dos EM da SADC tenham ratificado as Convenções sobre Trabalho
e Emprego da OIT, a monitorização da sua implementação a nível interno
continua sendo um desafio para a maior parte dos Estados Membros.
Desenvolvimento de um Quadro e Política Regionais para Não se registou nenhum progresso. Isto é devido sobretudo à finalização e
Retenção e Atracção de mão-de-obra qualificada no seio da aprovação pendentes do Protocolo sobre o Emprego e Mão-de-obra.
região.
Desenvolvimento do Protocolo da SADC sobre Emprego e O projecto do Protocolo da SADC sobre Emprego e Mão-de-obra foi elaborado em
Mão-de-obra 2012.
O progresso tem sido lento; o projecto do Protocolo tem ainda que ser aprovado
pelo Conselho de Ministros.
131
SADC RISDP Revisto T Versão
Área de Intervenção Metas do RISDP para 2005-2010 Realizações
Facilitação do Livre Fluxo e Troca de Desenvolvimento de um mecanismo para coordenação e Foi elaborado um projecto de Política Regional de Informação
Informação no contexto da Região da monitorização da implementação de políticas de informação e
SADC. políticas para os órgãos de comunicação social
Ratificação do Protocolo sobre Cultura, Informação e Desporto Realizado. O Protocolo sobre Cultura, Informação e Desporto foi já ratificado.
Desenvolvimento de um Quadro para facilitação da Esta área foi considerada não prioritária pela SADC em 2007.
implementação de Convenções Internacionais e Regionais,
Instrumentos, Declarações sobre questões de
Informação/Meios de Comunicação Social
Disponibilidade de informação Desenvolvimento de um Mecanismo para recolha, troca e Não se registou nenhum progresso.
apropriada e relevante na região da disseminação de informação regional
SADC
132
SADC RISDP Revisto T Versão
Redução da Pobreza
Resultados Indicadores-chave de Realizações Visadas Prazo Responsável Principais
Imediatos Desempenho Pressupostos
O objectivo específico no domínio da Redução da Pobreza contribui sobretudo para a materialização do objectivo estratégico de „Aumentar a capacidade humana para o
desenvolvimento socioeconómico‟ bem como de outros objectivos estratégicos referidos em seguida, juntamente com os correspondentes indicadores-chave de desempenho.
133
SADC RISDP Revisto T Versão
134
SADC RISDP Revisto T Versão
O objectivo específico no domínio do VIH e SIDA contribui sobretudo para a materialização do objectivo estratégico de „Aumentar a capacidade humana para o desenvolvimento
socioeconómico‟ bem como de outros objectivos estratégicos referidos em seguida, juntamente com os correspondentes indicadores-chave de desempenho.
Maior Percentagem de jovens Participação e
disponibilidade e infectados com o VIH entre envolvimento totais de
acesso a serviços e os 15 e os 24 anos de idade todos os EM
produtos de saúde Percentagem de populações
vulneráveis e marginalizadas
de qualidade e
infectadas com o VIH
serviços para o VIH
Percentagem de pessoas em
e SIDA estado avançado de infecção
com o VIH a receber terapia
anti-retroviral
Número de EM a
implementarem mecanismos
de financiamento inovadores
Revista e implementada a estratégia Até 2017 Secretariado, Estados
regional para a prevenção do VIH e SIDA Membros
135
SADC RISDP Revisto T Versão
VIH e SIDA/TB integrados a nível do
Secretariado da SADC e de sectores chave
Até 2018 Secretariado, Estados
Todos os EM estabeleceram maior Membros
capacidade e sistemas harmonizados para
restaurar o rastreio e gestão de recursos
Até 2018 Secretariado, Estados
Implementados os compromissos e Membros
instrumentos Regionais, Continentais e
Mundiais sobre VIH e Sida
136
SADC RISDP Revisto T Versão
O objectivo específico no domínio do Género e Desenvolvimento contribui sobretudo para a materialização do objectivo estratégico de „Aumentar a capacidade humana para o
desenvolvimento socioeconómico‟ bem como de outros objectivos estratégicos referidos em seguida, juntamente com os correspondentes indicadores-chave de desempenho.
Melhor igualdade e Número de Estados Membros Vontade política e
equidade do género com políticas nacionais para o empenho em
a todos os níveis da género harmonizadas e Planos implementar medidas de
sociedade na região de Acção Nacionais de Género política como quotas e
com custos acção afirmativa pelos
Nível de sensibilização sobre EM
género das instituições,
políticas e programas da Reconhecimento da
SADC importância da integração
% de participação e do género e
representação de mulheres em compromissos para
estruturas chave de política e integração do género em
tomada de decisões a todos os todas as políticas
níveis sectoriais
Nível de conhecimentos,
comunicação e processos
judiciais sobre VBG, incluindo
sobre Tráfico de Pessoas.
Nível de comércio e programas
Compromisso quanto a
empresariais dirigidos a
implementar
mulheres no sector formal e no
efectivamente legislação
informal
sobre VCG
Número de projectos
específicos para mulheres
para acesso a crédito,
financiamento e capital
Índice sobre a Desigualdade
de Género
137
SADC RISDP Revisto T Versão
Resultados Indicadores-chave de Realizações Visadas Prazo Responsável Principais
Imediatos Desempenho Pressupostos
Monitorizada a implementação do
Programa de Combate à Violência Baseada
no Género e do Plano de Acção Estratégico Até 2020 Secretariado, Estados
da SADC de 10 Anos para o Combate ao Membros
Tráfico de Seres Humanos, Particularmente
de Mulheres e Crianças (2009-2019)
138
SADC RISDP Revisto T Versão
O objectivo específico no domínio da Ciência, Tecnologia e Inovação contribui sobretudo para o objectivo estratégico de „Aumentar a capacidade humana para o desenvolvimento
socioeconómico‟ bem como de outros objectivos estratégicos referidos em seguida, juntamente com os correspondentes indicadores-chave de desempenho.
141
SADC RISDP Revisto T Versão
Sector Privado
Resultados Indicadores-chave de Realizações Visadas Prazo Responsável Principais
Imediatos Desempenho Pressupostos
O objectivo específico no domínio do Sector Privado contribui sobretudo para a materialização do objectivo estratégico de „Aumentar a competitividade produtiva, a integração do
comércio e a cooperação financeira”, bem como de outros objectivos estratégicos referidos em seguida, juntamente com os correspondentes indicadores-chave de desempenho.
142
SADC RISDP Revisto T Versão
Estatística
Resultados Imediatos Indicadores-chave de Realizações Visadas Prazo Responsável Principais Pressupostos
Desempenho
O objectivo específico no domínio da Estatística contribui sobretudo para a materialização do objectivo estratégico de „Aumentar a capacidade humana para o desenvolvimento
socioeconómico‟ bem como de outros objectivos estratégicos referidos em seguida, juntamente com os correspondentes indicadores-chave de desempenho.
143
SADC RISDP Revisto T Versão
144
SADC RISDP Revisto T Versão
Indicadores-chave de Desempenho:
146
SADC RISDP Revisto T Versão
Resultados Imediatos Indicadores-chave de Realizações Visadas Prazo Responsável Principais Pressupostos
Desempenho
147
SADC RISDP Revisto T Versão
Resultados Imediatos Indicadores-chave de Realizações Visadas Prazo Responsável Principais Pressupostos
Desempenho
Até 2020
Desenvolvido e implementado o regime de
comércio Transfronteiriço simplificado
Até 2018
148
SADC RISDP Revisto T Versão
Resultados Imediatos Indicadores-chave de Realizações Visadas Prazo Responsável Principais Pressupostos
Desempenho
Até 2020
150
SADC RISDP Revisto T Versão
Indicadores-chave de Desempenho:
Custo de Transporte
Número de habitantes com acesso a água potável
Número de subscrições por 10 habitantes (teledensidade)
Capacidade de novos abastecimentos para satisfazerem a procura regional de electricidade
Parcela da SADC quanto ao mercado global de turismo (%)
Maior eficiência na previsão do tempo
Número de eventos climáticos adversos previstos de forma precisa e atempada
152
SADC RISDP Revisto T Versão
reguladores de redes de infraestruturas de
transportes regionais Secretariado e Estados
Até 2020 Membros
Desenvolvidas e implementadas as
Estratégias do Corredores Marítimos para
os Estados Membros Oceânicos
Secretariado e Estados
Estratégia regional de adaptação às Até 2020 Membros
alterações climáticas integrada no quadro
intersectorial da SADC e implementadas as
componentes de apoio à Redução de Risco
de Calamidades (DRR) e Sistemas de
Aviso Prévio das Inundações
implementadas.
Secretariado e Estados
Adoptadas Estratégias/Planos de Gestão Até 2020 Membros
de Bacias Hidrográficas Compartilhadas
em pelo menos 3 RBO até 2020.
Coordenada a sensibilização e
comunicação sobre o Desenvolvimento e Até 2020 Secretariado e Estados
Gestão Integrados dos Recursos Hídricos Membros
(IWRMD) e a sua contribuição para o
desenvolvimento regional
153
SADC RISDP Revisto T Versão
155
SADC RISDP Revisto T Versão
Mecanismos institucionais inter-países para Até 2020 Secretariado, Estados
a coordenação e implementação do STAP e Membros e instituições
do MTAP do RIDMP operacionalizados subsidiárias e outros
parceiros
Estabelecida e operacionalizada a
Organização da SADC para Segurança na
Aviação (SASO)
Até 2016
Fortalecida a capacidade institucional das
organizações de 5 bacias hidrográficas
da SADC
Até 2020
156
SADC RISDP Revisto T Versão
Desenvolvida e implementada a Política- Até 2020 Secretariado, Estados
Quadro de Banda Larga da SADC em pelo Membros e instituições
menos 12 Estados Membros subsidiárias e outros
parceiros
Conceito de correio electrónico
(automatização de sistemas postais, acesso Até 2020
a internet pública, transferências
electrónicas de fundos e serviços de
governação electrónica) implementado para
liberalizar e modernizar os serviços postais
em pelo menos 12 Estados Membros.
Até 2020
Maior Número de Estados Membros Os Estados Membros
competitividade e com plataformas de Comércio adaptam internamente os
liberalização de electrónico (e-commerce) acordos regionais
mercados regionais
para energia, TIC, Número de chegadas turistas
transportes e aos países piloto na
turismo aplicação do UNIVISA
157
SADC RISDP Revisto T Versão
para Gestão de Transporte
Rodoviário no Corredor
Norte-Sul
158
SADC RISDP Revisto T Versão
Indicadores-chave de Desempenho:
160
SADC RISDP Revisto T Versão
desenvolvido.
162
SADC RISDP Revisto T Versão
Realizado o estudo de viabilidade sobre o Até 2017 Secretariado e
estabelecimento de um Fundo Regional de Estados Membros
Reserva Financeira Alimentar
163
SADC RISDP Revisto T Versão
Indicadores-chave de Desempenho:
Esperança de vida à nascença
Padrão Decente de Vida (Rendimento Nacional Bruto per Capita)
Taxa de Emprego/Desemprego entre jovens e mulheres
Níveis de literacia entre jovens e adultos
Nível de participação da juventude no desenvolvimento
Desenvolvidos os Planos de
Desenvolvimento de Competências de
165
SADC RISDP Revisto T Versão
Resultados Imediatos Indicadores-chave de Desempenho Realizações Visadas Prazo Responsável Principais
Pressupostos
Recursos Humanos Regionais para os
sectores chave nas prioridades A, B E C e
outras áreas para a integração social e Até 2020
económica.
Reforçada a criação de Nº de Estados Membros a adoptar o Participação plena Participação total dos
emprego, as relações diálogo para a harmonia industrial tripartida social em parceiros sociais
laborais, a informação todos os Estados tripartidos e de outros
do mercado de trabalho Número de trabalhadores e Membros e outros intervenientes chave
e a produtividade da empregadores em sectores chave intervenientes chave em todos os Estados
mão-de-obra para o de industrialização sensibilizados Membros
desenvolvimento sobre os princípios de Produtividade
industrial
Número de Estados Membros com
sistemas de informação do mercado
de trabalho funcionais para apoiar a
industrialização e a integração
regional
Número de Estados Membros a
implementarem a política-quadro de
migração de mão-de-obra da SADC
para facilitar a circulação da mão-
de-obra de apoio ao
desenvolvimento industrial em toda
a Região.
Percentagem da população em
emprego decente na Região
Percentagem de jovens
empregados desagregados por
sexo
Percentagem de mulheres
empregadas
Portabilidade transfronteiriça de Até 2018 Secretariado,
166
SADC RISDP Revisto T Versão
Resultados Imediatos Indicadores-chave de Desempenho Realizações Visadas Prazo Responsável Principais
Pressupostos
instrumentos de protecção social Estados Membros,
desenvolvida e operacionalizada Parceiros Sociais
167
SADC RISDP Revisto T Versão
Resultados Imediatos Indicadores-chave de Desempenho Realizações Visadas Prazo Responsável Principais
Pressupostos
produtos para o VIH e doenças importantes para a saúde
SIDA pública na região
Percentagem de crianças com
menos de cinco anos sofrendo de
desnutrição
Percentagem do orçamento
nacional anual dedicado ao sector
da saúde.
Nº de Estados Membros que usam
o mecanismo de aquisição grossista
para medicamentos e outros
produtos essenciais
Estratégias, directivas e normas para a Até 2020 Secretariado,
prevenção e controlo de doenças relativas à Estados Membros
saúde pública desenvolvidas, actualizadas,
aprovadas e implementadas
168
SADC RISDP Revisto T Versão
Resultados Imediatos Indicadores-chave de Desempenho Realizações Visadas Prazo Responsável Principais
Pressupostos
Estados Membros
169
SADC RISDP Revisto T Versão
Resultados Imediatos Indicadores-chave de Desempenho Realizações Visadas Prazo Responsável Principais
Pressupostos
Estratégia de TVET da SADC revista Secretariado,
relativamente ao desenvolvimento e Até 2020 Estados Membros
capacitação da juventude Organizações de
Juventude
Normas mínimas de protecção social de
jovens implementadas Até 2020 Secretariado, Estados
Membros
Organizações de
Juventude
Programas preferenciais para habilitar os
jovens não integrados no sistema escolar Até 2018 Secretariado, Estados
estabelecidos e implementados Membros
Organizações de
Juventude
Reforçada a capacidade dos Estados
Membros (sector da Juventude) em Normas Até 2020 Secretariado, Estados
Mínimas para a Integração de VIH/SRH Membros
Organizações de
Programas, normas e directivas para Juventude
desenvolvimento da liderança e
participação da juventude estabelecidos e Até 2020 Secretariado, Estados
implementados Membros
Organizações de
Estruturas e sistemas para coordenação da Juventude
participação da juventude estabelecidos e
implementados Até 2016 Secretariado, Estados
Membros
Estabelecidos Centros de Especialização Organizações de
para o desenvolvimento e capacitação da Juventude
liderança da juventude em aspectos chave
do desenvolvimento industrial Até 2019 Secretariado, Estados
Membros,
Agenda de pesquisa, monitorização, Organizações da
avaliação e prestação de relatórios sobre os Juventude
compromissos globais, continentais e
regionais sobre a juventude desenvolvida e
implementada Secretariado, Estados
Até 2016 Membros,
Organizações da
Juventude
170
SADC RISDP Revisto T Versão
Resultados Imediatos Indicadores-chave de Desempenho Realizações Visadas Prazo Responsável Principais
Pressupostos
171
Anexo 3: Proposta de roteiro para o desenvolvimento da Visão 2050 da SADC
1. Projecto de Nota Conceptual/Termos de Referência para, entre outros aspectos, determinar Agosto de 2015
as implicações orçamentais, elaborado e submetido ao Conselho
2. Painel de Personalidades Eminentes oriundas da Região para orientar o desenvolvimento Março de 2016
da visão de longo prazo criado e em funcionamento
3. Estabelecido e operacional o Grupo de Trabalho composto por especialistas seniores Agosto de 2016
oriundos da Região e do Secretariado da SADC para coordenar os aspectos organizativos,
logísticos e técnicos para o desenvolvimento da Visão da a longo prazo.
5. Realizadas as consultas e validação do primeiro projecto da Visão da SADC aos níveis Agosto de 2018
nacional e regional
6. Projecto de Visão 2050 da SADC submetido ao Conselho para aprovação Julho de 2019
172
RISDP REVISTO Quarta Versão
Glossário
(A inserir posteriormente)