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Manual do Piloto - Helicóptero R22

Este manual fornece instruções para pilotos de helicóptero Robinson R22. Ele contém informações sobre limitações, procedimentos de emergência, procedimentos normais, performance, peso e balanceamento, sistemas, manutenção e dicas de segurança. O manual destaca que as traduções podem diferir do manual original em inglês e que este não substitui treinamento de voo.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Manual do Piloto - Helicóptero R22

Este manual fornece instruções para pilotos de helicóptero Robinson R22. Ele contém informações sobre limitações, procedimentos de emergência, procedimentos normais, performance, peso e balanceamento, sistemas, manutenção e dicas de segurança. O manual destaca que as traduções podem diferir do manual original em inglês e que este não substitui treinamento de voo.
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MANUAL DE INSTRUO

PARA PILOTOS
HELICPTERO
ROBINSON R22
Este manual utilizado somente para fins de
instruo. O mesmo no poder ser usado em voo e
tampouco como documento oficial da aeronave.
Contm tradues literais e caso haja qualquer
divergncia nessa traduo, prevalecer o que est
escrito no manual POH (Pilots Operating Handbook )
da Robinson Helicopter Company.
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
FOLHA DE ATUALIZAO

MODIFICAO DATA FEITO POR


Criao Jan/2013 Aredes
Reviso RHC Fev-13 Set/2013 Aredes/Palhares
Reviso RCH Fev-14 Out/2014 Aredes/Mariene
Reviso RCH Mar-15 Nov/2015 Aredes/G. Jussani
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
NDICE GERAL

1. Disposies Gerais

2. Limitaes

3. Procedimentos de Emergncia

4. Procedimentos Normais

5. Performance

6. Peso e Balanceamento

7. Descrio dos Sistemas

8. Manuseio e Manuteno

9. Suplementos

10. Dicas e Notas de Segurana


INTENCIONALMENTE EM BRANCO
SEO 1
Disposies Gerais
Introduo ............................................................................................ 1-1
Cuidados e Notas ................................................................................ 1-2
Trs Vises do Helicptero ................................................................. 1-3
Dados Descritivos ................................................................................ 1-4
Definies de Performance ................................................................. 1-6
Definies de Peso e Balanceamento ................................................. 1-9
Tabelas de Converso ...................................................................... 1-10

1-i
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
ROBINSON SEO 1
MODELO R22 DISPOSIES GERAIS

SEO 1
DISPOSIES GERAIS
INTRODUO

O Manual de Operao do Piloto designado para ser um guia de


operao para piloto. Ele inclui o material necessrio a ser fornecido para
o piloto pelo 14 CFR partes 21 e 27. Ele tambm contm dados
suplementares fornecidos pelo fabricante do helicptero.

Este manual no designado para ser um substituto para uma adequada


e completa instruo de voo ou para conhecimento das diretrizes de aero
navegabilidade em vigor, regulamentos do ar e circulares de aviso
aplicveis. Nem pretendido que ele seja um guia para instrues
bsicas de voo ou um manual de treinamento. Ele no deve ser usado
para propsitos operacionais a menos que mantido em um estado
atualizado.

Certificar-se de que o helicptero est em condies de aero


navegabilidade responsabilidade do proprietrio. O piloto em comando
responsvel em determinar se o helicptero est seguro para voar. O
piloto tambm responsvel em manter os limites de operao com
referncia s marcaes de instrumentos, avisos (placares no
helicptero) e este manual.

Como muito difcil consultar o manual durante o voo, o piloto deve


estudar todo o manual e ficar familiarizado com os limitaes,
performance, procedimentos e caractersticas operacionais de
manobrabilidade do helicptero antes do voo.

Este manual foi dividido em dez sees numeradas. As limitaes e


procedimentos de emergncia foram colocados frente dos
procedimentos normais, performance e outras sees para fornecer um
acesso mais fcil a essas informaes.

1-1
ROBINSON SEO 1
MODELO R22 DISPOSIES GERAIS

CUIDADOS E NOTAS
Avisos de CUIDADOe NOTAenfatizam informaes importantes e
so usados da seguinte forma:
CUIDADO Podem ser causados danos ao equipamento,
ferimentos ou morte caso o procedimento ou instruo
no seja seguido.
NOTA D nfase a um assunto ou fornece informao
suplementar.

1-2
ROBINSON SEO 1
MODELO R22 DISPOSIES GERAIS

1,93m

1,11m

RAIO DO ROTOR
3,83 m
1,06 m

1,75 m

6,57 m

8,76 m TOTAL

2,71 m

DIMENSES
EXTERNAS

TRS VISES DO HELICPTERO R22

1-3
ROBINSON SEO 1
MODELO R22 DISPOSIES GERAIS

DADOS DESCRITIVOS
ROTOR PRINCIPAL
Articulao Semirrgido, livre para batimento
e coneamento
Nmero de Ps 2 (duas)
Dimetro 25.2 ps (7.68m)
Corda da P 7.2 pol (18.2 cm) constante.
Toro da P - 8 graus
Velocidade da P a 100% RPM 672 FPS (ps/segundo) aprox.
737 km/h

ROTOR DE CAUDA
Articulao Semirrgido, livre para batimento
Nmero de Ps 2 (duas)
Dimetro 3.6 ps (1.1m)
Corda da P 4 pol (10.1cm) constante
Toro da P 0 grau
ngulo Pr-cone 1 grau 11 minutos
Velocidade da P a 100% RPM 599 FPS (ps/segundo) aprox.
657 km/h

SISTEMA DE TRANSMISSO
Do Motor para a Polia Superior: Duas correias em V com razo
de 0.8536:1de reduo de
velocidade

Da Polia Superior para Sistema de engrazamento do


aLinha deTransmisso: tipo embreagem de roda livre

Da Linha de Transmisso Engrenagens helicoidais


para o Rotor Principal: comrazo de11:47 de
reduo de velocidade

Da Linha de Transmisso Engrenagens helicoidais com


para o Rotor de Cauda: razo de3:2 de aumento de
velocidade

1-4
ROBINSON SEO 1
MODELO R22 DISPOSIES GERAIS

DADOS DESCRITIVOS (cont.)


GRUPO MOTO-PROPULSOR (POWERPLANT)
MODELO: Lycoming 0-320 ou O-360
TIPO: 4cilindros, opostos horizontalmente, eixo direto, refrigeradoa ar,
aspirado normalmente, equipado com carburador.

VOLUME: 319.8 pol. cub.(O-320) ou 361.0 [Link].(O-360)

POTNCIA NORMAL:
O-320-A2B 150 BHP @ 2700 RPM (standard R22)
O-320-B2C 160 BHP @ 2700 RPM (Alfa e Beta)
O-360-J2A 145 BHP (limitado) @ 2700 RPM
(R22 Beta II)

Operao Contnua: 124 BHP a 2652 RPM (104% no


tacmetro)

Razo de decolagem de 5 min: 131 BHP a 2652 RPM(Beta e Beta II)

Sistema de Refrigerao: Linha direta com ventoinha

COMBUSTVEL
Octanagem do combustvel aprovado e capacidade: 100/130 (azul) /
116.1L (Princ. + Aux.)

LEO
Tipo de leo aprovado e capacidade ver seo 8-7

1-5
ROBINSON SEO 1
MODELO R22 DISPOSIES GERAIS

DEFINIES DE PERFORMANCE

KIAS Velocidade indicada em Knots,


KnotsIndicatedAirspeed mostrada no indicador de velocidade.

KCAS Velocidade calibrada em Knots,


KnotsCalibratedAirspeed mostrada no indicador de velocidade
corrigida para erros de instrumento e
posio.

.
KTAS Velocidade verdadeira em Knots,
KnotsTrueAirspped avelocidade relativa aoar calmo. a
KCAS corrigida para altitude de
presso e de temperatura.

Vne Velocidade nunca a ser excedida.


Never-ExceedAirspeed

Vy Velocidade para melhor razo de


subida.

Altitude MSL a altura em ps acimado nvel do mar


MediumSeaLevel Altitude mostrada peloaltmetro (corrigida para
erro de posio e instrumento) quando
a presso baromtrica ajustada quela
existente no nvel do mar.

Altitude de Presso altitude em ps, indicada pelo


altmetro (corrigida paraerro de posio
e instrumento)quando a presso
baromtrica ajustada em 29.92
polegadas de mercrio (1013.2mb).

Altitude Densidade a altitude, em ps, tendo amesma


densidadedo ar quela existente em um
dia ISA. ( a altitude presso
corrigidapara OAT).

1-6
ROBINSON SEO 1
MODELO R22 DISPOSIES GERAIS

DEFINIES DE PERFORMANCE (cont.)

ISA Existe quando a presso no nvel do


International Standard mar 29.92 polegadas de mercrio, a
Atmosphere temperatura de 15 C e diminui
1.98C por 1.000 ps de altitude.

BHP a potncia efetiva do motor.


BrakeHorse Power

MAP Presso de admisso a presso


Manifold Pressure absoluta em polegadas de mercrio no
fluxo de admisso do motor.

RPM Revolues por minuto ou velocidade


do motor ou rotor principal. (Mostrado
no Tacmetro do R22 como uma
porcentagem de 2550 RPM do motor
ou 510 RPM do rotor principal).

MCP Potncia Mxima Contnua.


Maximum Continuous Power

TOP Potncia de Decolagem (Potncia


Take Off Power mxima por 5 minutos).

Altitude Crtica Altitude na qual, com a manete toda


aberta, o motor produz potncia
mxima disponvel (MCP ou TOP).

TOGW Peso Bruto de Decolagem.


Take Off Gross Weight

OAT Temperatura do ar externo.


Out Side Air Temperature.

CAT Temperatura do Ar do Carburador.


Carburetor Air Temperature

CHT Temperatura da Cabea do Cilindro.


Cylinder Head Temperature

1-7
ROBINSON SEO 1
MODELO R22 DISPOSIES GERAIS

DEFINIES DE PERFORMANCE (cont.)

GPH Gales Por Hora


Gallons Per Hour

AGL Acima do Nvel do Solo.


Above Ground Level

IGE No Efeito Solo.


In Ground Effect

OGE Fora do Efeito Solo.


Out of Ground Effect

ALT Alternador.
DEFINIES DE PESO E BALANCEAMENTO
Referncia Datum Um plano vertical imaginrio do qual so
medidas todas as distncias horizontais
para o propsito de balanceamento.

Estao Uma localizao dianteira e traseira ao


longo da fuselagem do helicptero dada
em termos de distncia em polegadas
da referncia datum.

Brao A distncia horizontal da referncia


datum ao centro de gravidade (CG) de
um item.

Momento O produto do peso de um item


multiplicado pelo seu brao. (Momento
dividido por uma constante usado para
simplificar clculos de balano pois isso
reduz o nmero de dgitos).

Centro de Gravidade (CG) O ponto no qual um helicptero iria se


equilibrar se fosse suspendido. Essa
distncia da referncia datum
calculada atravs da diviso do
momento total
pelo peso total do helicptero
1-8
ROBINSON SEO 1
MODELO R22 DISPOSIES GERAIS

DEFINIES DE PESO E BALANCEAMENTO (cont.)

Brao do CG O brao da referncia datum obtido pela


adio dos momentos individuais do
helicptero e dividindo a soma pelo peso
total.

Limites do CG As localizaes extremas do centro de


gravidade dentro das quais o helicptero
tem que ser operado em um dado peso.

Combustvel Usvel Combustvel disponvel para


planejamento de vo.

Combustvel No Usvel Combustvel restante depois que um


teste de Run out(usar at o fim) tenha
sido completado de acordo com a
regulamentao.

Peso Vazio Standard Peso do helicptero standard incluindo


combustvel no usvel, fluidos de
operao completos e leo completo.

Peso Bsico Vazio Peso vazio standard mais peso de


equipamento opcional instalado.

Carga Paga (Payload)


Peso dos ocupantes,
carregamento e bagagem.

Carga til Diferena entre peso mximo de


(Useful Load) decolagem e peso bsico vazio
.

1-9
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

TABELA DE CONVERSO

MTRICO PARA O INGLS


Multiplique Por Para Obter

centmetros (cm) 0.3937 polegadas (in)


quilogramas (kg) 2.2046 libras (lb)
quilmetros (km) 0.5400 milhas nuticas (nm)
quilmetros (km) 0.6214 milhas terrestres (mi)
litros (l) 0.2642 gales, U.S. (gal)
litros (l) 1.0567 quartos (qt)
metros (m) 3.2808 ps (ft)
mililibras(mb) 0.0295 polegadas de mercurio. (in. Hg)

INGLS PARA O MTRICO

Multiplique Por Para Obter

ps (ft) 0.3048 metros (m)


gales, U.S. (gal) 3.785 litros (l)
polegadas (in) 2.540 centmetros (cm)
polegadas (in) 25.40 milmetros (mm)
poleg. de mercurio. (in. Hg) 33.8638 mililibras (mb)
milhas nuticas (nm) 1.8520 quilmetros (km)
libras (lb) 0.4536 kilogramas (kg)
quartos (qt) 0.9464 litros (l)
milhas terrestres (mi) 1.6093 quilmetros (km)

1 milha nutica = 1.1508 milhas terrestres


1 milha terestre = 0.8690 milha nautica

TEMPERATURA

F = 9/5 (C) + 32

C = 5/9 (F 32)

Reviso 5 Mar 2015 1-10


ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

SEO 2
Limitaes
Geral .................................................................................................... 2-1
Cdigo de Cores para as Marcaes dos Instrumentos ..................... 2-1
Limitaes de Velocidade .................................................................... 2-1
Limitaes de Rotao do Rotor ......................................................... 2-2
Limitaes do Grupo Moto-Propulsor .................................................. 2-2
Limites de Peso ................................................................................... 2-3
Limites de Centro de Gravidade .......................................................... 2-3
Limitaes de Voo e Manobras ........................................................... 2-6
Tipos de Limitaes de Operao ....................................................... 2-7
Limitaes de Combustvel ................................................................. 2-7
Marcaes de Instrumentos ................................................................ 2-8
Placares ............................................................................................. 2-10

2-i
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

SEO2

LIMITAES
GERAL
Essa seo inclui limites de operao, marcaes dos instrumentos e
avisos bsicos necessrios para a operao segura do helicptero,
seu motor e outros sistemas padres.

Este helicptero est aprovado sob Certificado Tipo FAA N HWE


como Modelo R22.

CDIGO DE CORES PARA MARCAES DOS INSTRUMENTOS

VERMELHO- Indica limites de operao. O ponteiro no deve entrar no


vermelho durante operao normal.

AMARELO-rea de procedimento de operao com precauo ou


especial.

VERDE-rea de operao normal.

LIMITAES DE VELOCIDADE

VELOCIDADENUNCAA SER EXCEDIDA (Vne)

At 3.000 ps de altitude densidade: 102 KIAS


Acima de 3.000 ps de altitude densidade: Cheque grfico de altitude,
presso x temperatura.

MARCAES DO INDICADOR DE VELOCIDADE

Arco Verde 50-102 KIAS


Linha vermelha 102 KIAS

2-1
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

LIMITAES DE ROTAO DO ROTOR

Leitura No RPM
Tacmetro Real
Com Potncia
Mxima 104% 530
Mnima (Beta II) 101% 515
Mnima (Beta) 97%* 495

Sem Potncia
Mxima 110% 561
Mnima 90% 459

*Tacmetros com o arco verde de 97% a 104% de RPM foram


originalmente instalados nos R22 com motores O-320. Tacmetros que
mostram o arco verde de 101% a 104% de RPM so autorizados como
substitutos. A regulamentao exige que os limites indicados pelo
tacmetro instalado no sejam excedidos.

LIMITAES DO GRUPO MOTO-PROPULSOR (POWERPLANT)

MOTOR
Lycoming Modelo O-320 (B) ou O-360 (BII)

LIMITES DE OPERAO
Rotao mxima do motor 104% (2652 RPM)
Temperatura mxima da Cabea do Cilindro 500 F (260 C)
Temperatura mxima do leo 245 F (118 C)

Presso do leo**
Mnima durante marcha lenta 25 psi
Mnima durante voo 55 psi
Mxima durante vo 95 psi
Mxima durante partida e aquecimento 115 psi

Quantidade de leo mnimo para decolagem 4qt

**Essas limitaes se aplicam para todos os motores. Os indicadores


antigos de presso de leo, mostram o arco verde de 60 a 90 psi e a
linha vermelha a 100 psi. As regulamentaes exigem que os limites
indicados nos mostradores instalados no sejam excedidos.

2-2
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

LIMITES DE PESO
Peso Mximo de Decolagem
Standard e HP 1300 lb (590 kg)
Alpha, Beta e Beta II 1370 lb (622 kg)
Peso Mnimo de Decolagem 920 lb (417 kg)
Peso Mximo por Assento incluindo
bagageiro 240 lb (109 kg)
Peso Mximo em cada bagageiro 50 lb (23 kg)

LIMITES DO CENTRO DE GRAVIDADE (CG)

Consulte as figuras a seguir. A linha datum est 100 pol. frente da


linha central do eixo do mastro do rotor principal.

NOTA

Peso mnimo do piloto mais bagagem para vo solo com as


portas instaladas 135 lbs(61 kg), Para um peso menor os
clculos de peso e balanceamento devem mostrar que o CG
est dentro dos limites. Um lastro pode ser necessrio. (Veja
instrues para carga na sesso 6.)

Reviso 5 Mar 2015 2-3


ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

R22 STANDART E HP
LIMITES DO CENTRO DE GRAVIDADE
PESO BRUTO - KG
PESO BRUTO - LB

2-4
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

PESO BRUTO - LB

PESO BRUTO - KG
CG LATERAL - CM
CG LATERAL - POL

POSIO DA FUSELAGEM (CM DA DATUM)

R22 ALPHA, BETA E BETA II


LIMITES DO CENTRO DE GRAVIDADE

2-5
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

LIMITES DE VO E MANOBRAS
Voo acrobtico proibido.

CUIDADO
Controles muito bruscos podem causar alta fadiga por stress
e ainda causar uma catastrfica falha em um componente
crtico.
Movimento brusco do cclico para frente, (pushover) provocando uma
condio de baixo G proibido.

CUIDADO
Efetuar um "pushover" (movimento brusco do cclico para
frente), a partir de um vo nivelado, ou se na sequncia do
mesmo se seguir um "pull-up" (colocar bruscamente o cclico
para trs), causa uma condio de baixo -G, perto do "sem
peso" (peso zero), o que pode resultar em uma catastrfica
perda de controle lateral. Para eliminar essa condio de
baixo-G, imediatamente aplique o cclico para trs,
lentamente. Se uma rolagem para a direita se iniciar durante
uma condio de baixo-G, aplique o cclico para trs
lentamente para retomar a inrcia do rotor antes de aplicar
cclico lateral para parar a rolagem.
Voo com governador desligado proibido, a menos que uma pane nos
sistemas de voo acontea ou em treinamento de procedimentos de
emergncia.
Voar em condies de gelo conhecida proibido.
Teto mximo operacional de 14.000 ps de altitude densidade.
Alternador, sistema de aviso de baixa RPM do rotor e indicador de
temperatura externa (OAT) tem que estar funcionando para se voar.
Voo solo s no assento direito.
Cinto de segurana esquerdo tem que estar afivelado.
Mnima tripulao um piloto.
Operao sem portas aprovada, com uma ou ambas as portas
removidas. Itens soltos devem estar devidamente seguros durando vo
sem portas.

Reviso 5 Mar 2015 2-6


ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

TIPOS DE LIMITAES DE OPERAO


Vo IFR proibido.
Vo VFR diurno aprovado.
Vo VFR noturno permitido somente quando os faris de pouso,
luzes de navegao, instrumentos e anti-coliso estiverem instaladas
e funcionando. Orientao durante vo noturno tem que ser mantida
por referncias visuais de objetos no solo iluminados somente por
luzes no solo ou adequada iluminao celestial.

LIMITAES DE COMBUSTVEL

Octanagem dos combustveis aprovados:

AVGAS 80 / 87
somente para motores O-320-A2B ou A2C (R22 Standard).
AVGAS 100LL
para todos os motores.
AVGAS 91/96
para todos os motores.
AVGAS 100 / 130
motor O-320-B2C (HP, Alpha e Beta) motor O-360-J2A (Beta II)

Capacidade de combustvel

Capacidade Total Capacidade Utilizvel


Gales (Litros) Gales (Litros)
Tanques com membranas:

Tanque Principal 18,3 (69) 16,9 (64)


Tanque Auxiliar 9,7 (37) 9,4 (36)
Capacidade Total 28,0 (106) 26,3 (100)

Tanques sem membranas:

Tanque Principal 19,8 (75) 19,2 (73)


Tanque Auxiliar 10,9 (41) 10,5 (40)
Capacidade Total 30,7 (116) 29,7 (112)

2-7
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

MARCAO DOS INSTRUMENTOS

INDICADOR DE VELOCIDADE

Arco verde 50 a 102 KIAS


Linha vermelha 102 kias

TACMETRO DO ROTOR
Linha vermelha Superior 110%
Arco amarelo Superior 104% a 110%
Arco Verde motor O 360 101% a 104%
Arco Verde motor O 320 97% a 104%
Arco Amarelo motor O 360 90% a 101%
Arco Amarelo motor O 320 90% a 97%
Linha Vermelha Inferior 90%
Arco Amarelo Inferior 60% a 70%

TACMETRO DO MOTOR

Arco Vermelho Superior 104% a 110%


Arco Verde motor O 360 101% a 104%
Arco Verde motor O 320 97% a 104%
Arco Vermelho Inferior motor O 360 90% a 101%
Arco Vermelho Inferior motor O 320 90% a 97%
Arco Amarelo 60% a 70%

*Tacmetros que mostram o arco verde de 101% a 104% de RPM


podem estar instalados

2-7
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

MARCAO DOS INSTRUMENTOS (cont.)


PRESSO DO LEO*
Linha Vermelha inferior 25 psi
Arco Amarelo Inferior 25 a 55 psi
Arco Verde 55 a 95 psi
Arco Amarelo Superior 95 a 115 psi
Linha Vermelha Superior 115 psi
*Indicadores antigos mostram o arco verde de 60 a 90 psi, e a linha
vermelha superior a 100 psi
TEMPERATURA DO LEO
Arco Verde 75 a 245 F (24 a 118 C)
Linha Vermelha 245 F (118 C)
TEMPERATURA DA CABEA DO CILINDRO
Arco Verde 200 a 500 F (93 A 260 C)
Linha Vermelha 500 F (260 C)
PRESSO DE ADMISSO (Manifold Pressure)
Os arcos amarelos indicam limites de PA variveis.
Veja os placares na pgina 2-11.
R22 Standard (Motor O-320- A2B ou A2C)
Arco Amarelo 23.2 a 25.9 in. Hg
Linha Vermelha 25.9 in. Hg
HP e Alpha (Motor O-320-B2C)
Arco amarelo 21.0 a 24.1 in. Hg
Linha vermelha 24.1 in. Hg
Beta (Motor O-320-B2C)
Arco Amarelo 21.0 a 25.2 in. Hg
Linha Vermelha 25.2 in. Hg
Beta II (Motor O-360-J2A)
Arco Amarelo 19.6 a 24.1 in. Hg
Linha Vermelha 24.1 in. Hg
INDICADOR DA TEMPERATURA DO AR DO CARBURADOR

Arco Amarelo -15 a 5 C

2-9
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

PLACARES

Em local visvel e legvel pelo piloto em voo:


LIMITE DE PRESSO DE ADMISSO

R22 Standart
Motor O-320
A2B ou A2C

ALTITUDE PRESSO 1000 ps

LIMITE DE PRESSO DE ADMISSO

R22 HP e Alpha
Motor O-320-B2C

ALTITUDE PRESSO 1000 ps

LIMITE DE PRESSO DE ADMISSO


RAZO DE DECOLAGEM DE POR 5 MIN

R22 Beta II
Motor O-320-B2C

ALTITUDE PRESSO 1000 ps

2-10
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

PLACARES (cont.)
LIMITE DE PRESSO DE ADMISSO POL HG
R22 Beta II POTNCIA MXIMA CONTNUA
Motor O-360 J2A

PARA POTNCIA MX. DE DEC. (5MIN) ADICIONE 0,9 POL HG

VELOCIDADE NUNCA A SER


EXCEDIDA
Todos R22
Exceto Beta II

ALTITUDE PRESSO 1000 ps

VELOCIDADE NUNCA A SER


EXCEDIDA - KIAS

R22 Beta II

2-11
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

PLACARES (cont.)
Localizado prximo a tampa do tanque de combustvel principal:
R22 Standard (motor 0-320-A2B ou A2C)

COMBUSTVEL
GASOLINA DE AVIAO MIN 80/70 OCT

Todos os outros modelos com motor 0-320-B2C

COMBUSTVEL
GASOLINA DE AVIAO MIN 100 OCT

ou

COMBUSTVEL
GASOLINA DE AVIAO MIN 91/96 OCT

Localizado prximo a tampa de abastecimento do tanque auxiliar:

COMBUSTVEL
GASOLINA DE AVIAO MIN 100 OCT

ou

COMBUSTVEL
GASOLINA DE AVIAO MIN 91/96 OCT

2-12
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

PLACARES (cont.)
Localizado perto da vlvula de corte de combustvel (Shut-off):

FUEL
ON OFF

Localizado perto do indicador de combustvel do tanque principal:


Para tanques com membranas :
16,9 US GAL(64 L)

Para tanques de alumnio (sem membranas):


19,2 US GAL(73 L)

Localizado perto do indicador de combustvel do tanque auxiliar:


Para tanques com membranas :
AUX 9,4 US GAL (36 L)

Para tanques de alumnio (sem membranas):


AUX 10.5 US GAL (40 L)

Localizado em local visvel para ambos ocupantes:


NO FUME

Localizado em local visvel pelo piloto (Alpha, Beta e Beta II, com a
bateria instalada na parte traseira):

MINIMUM SOLO PILOT WEIGHT 130 LB


(135 LB WITH FULL AUX FUEL)
(Peso mnimo para vo solo 130 lb / 59 kg
(135 lb / 61kg com tanque auxiliar cheio))

Localizado em local visvel pelo piloto:

THIS ROTORCRAFT APPROVED FOR


DAY AND NIGHT VFR OPERATIONS
Este helicptero aprovado para
operaes visuais diurnas e noturnas

2-13
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

PLACARES (cont.)
Localizado no lado esquerdo do cclico:
SOLO FROM RIGHT SEAT ONLY
(Voo solo somente do lado direito)

Em local visvel pelo piloto:


LOW-G PUSHOVERS PROHIBITED
(Manobras que provoquem
G negativo so proibidas)

Localizado dentro de cada bagageiro:

CAUTION
DO NOT EXCEED ANY OF FOLLOWING:
COMPARTMENT CAPACITY: 50 LB MAX
COMBINED SEAT PLUS COMPARTMENT: 240 LB MAX
ROTORCRAFT GROSS WEIGHT LIMIT
SEE ROTORCRAFT FLIGHT FOR ADDITIONAL INSTRUCTIONS

CUIDADO
No exceda os seguintes limites:
Carga no bagageiro: 23kg (50 lb)
Carga combinada assento e bagageiro: 109 kg (240 lb)
Peso max. do helicptero
Para instrues adicionais de carregamento consulte o manual de vo

Localizado no indicador de temperatura do ar do carburador:

CAUTION
BELOW 18 IN. MP, IGNORE GAGE& APPLY FULL CARB HEAT
CUIDADO
(Abaixo de 18 in MP ignore a temperatura e aplique todo o
aquecimento do carburador)

Localizado perto do controle do aquecimento de cabine, quando instalado:


IN CASE OF ENGINE FIRE
PUSH HEATER CONTROL TO OFF
(Em caso de fogo no motor empurre o
controle de aquecimento para desligado)
2-14
ROBINSON SEO 2
MODELO R22 LIMITAES

PLACARES (cont.)
Localizado no transponder quando o altitude encoder (modo C ) est
instalado:

ALTITUDE ENCODER INSTALLED


(Codificador de altitude instalado)

SEO DE LIMITAES DO R22


As limitaes que se seguem (1 a 3) devero ser observadas, a menos
que o piloto em comando tenha 200 horas de vo ou mais em
helicpteros, e pelo menos 50 horas no modelo R22.

1. Voar quando os ventos de superfcie sejam superiores a 25 knots,


incluindo rajadas, proibido.

2. Voar quando as rajadas dos ventos de superfcie forem superiores


a 15 knots, proibido.

3. Continuar o vo com turbulncia moderada, severa ou extrema,


proibido.

Ajuste a velocidade frente entre 60 knots de velocidade indicada (KIAS)


e 0,7 da Vne, mas no abaixo de 57 KIAS, uma vez que voc encontre
inadvertidamente turbulncias moderada, severa ou extrema.

Nota: Turbulncia moderada a turbulncia que causa:


1. Mudanas em altitudes ou atitudes;
2. Variaes na velocidade indicada;
3. Os ocupantes da aeronave sentem uma fora contra os cintos de
segurana.

2-15
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
SEO 3
PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA
Definies ............................................................................................ 3-1
Falha de Potncia - Geral.................................................................... 3-1
Falha de Potncia Acima de 500 ft AGL ............................................. 3-2
Falha de Potncia entre 8 e 500 ft AGL .............................................. 3-2
Falha de Potncia Abaixo de 8 ft AGL ................................................ 3-3
Configurao de Mxima Distncia de Planeio ................................... 3-3
Procedimento de Reacionamento em Voo .......................................... 3-3
Pouso de Emergncia na gua Sem Potncia ................................ 3-4
Pouso de Emergncia na gua Com Potncia ................................ 3-4
Perda de Trao do Rotor de Cauda Durante Voo Reto e Nivelado... 3-5
Perda de Trao do Rotor de Cauda Durante Voo Pairado ................ 3-5
Fogo no Motor Durante Acionamento no Solo .................................... 3-6
Fogo em Voo ....................................................................................... 3-6
Fogo na Parte Eltrica em Voo ........................................................... 3-6
Falha do Tacmetro ............................................................................ 3-7
Falha do Governador........................................................................... 3-7
Luzes de Aviso/Precauo .................................................................. 3-8
Buzina de Baixa RPM e Luz de Precauo ....................................... 3-10

Reviso 21 Fev 2014 3-i


INTENCIONALMENTE EM BRANCO
ROBINSON SEO 3
MODELO R22 PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA

1- SEO3
PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA
GERAL

As informaes contidas na Seo 3, Procedimentos de Emergncia, so


aprovadas pela Federal Aviation Administration (FAA).

DEFINIES

Pouse imediatamente - Pouse na rea mais prxima onde uma


aproximao normal e segura possa ser feita. Esteja preparado para
entrar em Autorrotao durante a aproximao, caso necessrio.
Pouse assim que praticvel - Local de pouso a critrio do piloto com
base na natureza do problema e reas de pouso disponveis. Voo para
alm do aeroporto mais prximo no recomendado.

FALHA DE POTNCIA - GERAL

Uma falha de potncia pode ser causada tanto por uma falha no motor
quanto por uma falha no sistema de transmisso e ser normalmente,
indicada pela buzina de baixa [Link] falha no motor pode ser
indicada por uma mudana no nvel de rudo, uma guinada
esquerda, luz da presso de leo ou queda da RPM do [Link]
falha no sistema de transmisso pode ser indicada por um rudo ou
vibrao fora do normal, guinada esquerda ou direita, queda da RPM
do rotor enquanto a RPM do motor est subindo.
Em caso de falha de potencia, imediatamente abaixe o coletivo e entre
em autorrotao.

CUIDADO
Cclico para trs necessrio quando o coletivo for
abaixado em alta velocidade.
CUIDADO
No aplique cclico para trs durante o toque ou durante
o deslizar no solo, para evitar uma possvel batida da p
no cone de cauda.

Reviso 21 Fev 2014 3-1


ROBINSON SEO 3
MODELO R22 PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA

FALHA DE POTNCIA ACIMA DE 500 PS AGL

1. Imediatamente abaixe o coletivo para manter a RPM do rotor.


2. Estabelea um planeio constante a aproximadamente 65 KIAS.
(Consulte a pgina 3-3,Configurao de Mxima Distncia de
Planeio).
3. Ajuste o coletivo para manter a RPM do rotor entre 97 e 110%, ou todo
para baixo se o leve peso impedir de atingir 97%. (Ex. Quando voando
solo).
4. Selecione um lugar para pouso e se altitude permitir, manobre de
maneira a pousar contra o vento.
5. Um reacionamento pode ser tentado a critrio do piloto se houver
tempo suficiente disponvel. (Consulte a pgina 3-3, "Procedimento
para Reacionamento em Voo).
6. Se no for possvel reacionar, desligue os switches no necessrios e
feche a vlvula de corte de combustvel.
7. A aproximadamente 40 ps AGL, comece o flare com cclico para
reduzir a velocidade frente.
8. A aproximadamente 8 ps AGL, coloque o cclico para frente para
nivelar o helicptero e levante o coletivo pouco antes do toque para
amortecer o pouso. Toque o solo em atitude nivelada com o nariz para
frente.

FALHA DE POTNCIA ENTRE 8 E 500 PS AGL

1. Imediatamente abaixe o coletivo para manter a RPM do rotor.


2. Ajuste o coletivo para manter a RPM do rotor entre 97 e 110%, ou todo
para baixo se o leve peso impedir de atingir 97%.
3. Mantenha velocidade at que o solo esteja prximo, e a comece um
flare com cclico para reduzir a razo de descida e a velocidade
frente.
4. A aproximadamente 8 ps AGL, coloque o cclico frente para nivelar
o helicptero e levante o coletivo pouco antes do toque, para
amortecer o pouso. Toque o solo com atitude nivelada e nariz frente.

Reviso 21 Fev 2014 3-2


ROBINSON SEO 3
MODELO R22 PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA

FALHA DE POTNCIA ABAIXO DE 8 PS AGL


1. Use suficiente pedal direito para impedir a guinada.
2. Permita que o helicptero desa.
3. Levante o coletivo pouco antes do toque no solo para amortecer o
pouso.

CONFIGURAO DE MXIMA DISTNCIA DE PLANEIO


1. Velocidade aproximadamente de 75 KIAS.
2. RPM do rotor aproximadamente 90%.
3. Melhor razo de planeio aproximadamente 4:1 ou 1 NM por 1.500
ps AGL.
CUIDADO
Aumente a RPM do rotor para, no mnimo 97%, quando
efetuando autorrotao abaixo de 500 ps AGL.

PROCEDIMENTOS DE REACIONAMENTO EM VO

1. Mistura - toda rica.


2. Primer (se instalado) - para baixo e travado.
3. Manete - fechada, da aberta levemente.
4. Acione o starter com a mo esquerda.

CUIDADO
No tente reacionar se houver suspeita de mau
funcionamento do motor ou at que uma autorrotao
segura seja estabelecida.

3-3
ROBINSON SEO 3
MODELO R22 PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA

POUSO DE EMERGNCIA NA GUA - SEM POTNCIA

1. Siga o mesmo procedimento para falha de potncia no motor sobre a


terra at tocar a [Link] o tempo permitir, destrave as portas antes de
contato com a gua.

2. Coloque o cclico para o lado quando o helicptero tocar na gua para


parar os rotores.

3. Solte o cinto de segurana e saia do helicptero rapidamente quando


os rotores pararem de girar.

POUSO DE EMERGNCIA NA GUA - COM POTNCIA

1. Desa para um pairado sobre a gua.

2. Destrave as portas.

3. Passageiro sai do helicptero.

4. Voe a uma distncia segura do passageiro para impedir possveis


ferimentos pelos rotores.

5. Desligue o switch master da bateria e do alternador.

6. Gire a manete at a posio "alm do batente" (overtravel spring).

7. Mantenha o helicptero nivelado e levante todo o coletivo ao tocar na


gua.

8. Coloque o cclico para o lado para parar os rotores.

9. Solte o cinto de segurana e saia do helicptero rapidamente quando


os rotores pararem de girar.

Reviso 21 Fev 2014 1-10


ROBINSON SEO 3
MODELO R22 PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA

PERDA DE TRAO DO ROTOR DE CAUDA DURANTE VO RETO


E NIVELADO

1. A falha normalmente indicada por uma guinada direita a qual no


pode ser corrigida usando pedal esquerdo.

2. Imediatamente entre em autorrotao.

3. Mantenha no mnimo 70 KIAS de velocidade se praticvel.

4. Um pouco de coletivo e potncia podem ser adicionados para


prolongar o planeio se a glissada no for excessiva e o helicptero no
tender a entrar em espiral.

5. Coloque o cclico a esquerda e ajuste o coletivo para limitar o ngulo


de glissada.

6. Selecione um local para pouso, gire a manete para a posio "alm do


batente" (overtravel spring) e faa um pouso em autorrotao.

NOTA
Quando um local para pouso adequado no for
disponvel, o estabilizador vertical pode permitir um
controle limitado de voo, em ajustes de potncia muito
baixos e acima de 70 KIAS; entretanto, antes de reduzir
a velocidade, entre novamente em uma autorrotao
completa.

PERDA DE TRAO DO ROTOR DE CAUDA DURANTE VO


PAIRADO

1. A falha normalmente indicada por uma guinada direita a qual no


pode ser corrigida usando pedal esquerdo.

2. Imediatamente feche a manete alm do batente e faa um pouso sem


potncia do pairado.

3. Mantenha o helicptero nivelado e levante o coletivo pouco antes de


tocar no solo para amortecer o pouso.

3-5
ROBINSON SEO 3
MODELO R22 PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA

FOGO NO MOTOR DURANTE ACIONAMENTO NO SOLO

1. Acionando Mantenha a chave na posio starter e tente acionar o


motor, o que sugaria as chamas e o combustvel em excesso atravs
do carburador para dentro do motor.
2. Se o motor ligar, acelere entre 50% e 60% de RPM por um curto
perodo de tempo, desligue e inspecione os danos.
3. Se o motor no ligar, feche a vlvula de corte de combustvel e o
switch master da bateria.
4. Apague o fogo com um extintor de incndio, cobertor de l ou areia.
5. Inspecione os danos.

FOGO EM VO

1. Entre em autorrotao.
2. Desligue o switch master da bateria (se houver tempo suficiente).
3. Desligue o aquecimento da cabine (se instalado e houver tempo
suficiente).
4. Abra a ventilao da cabine (se houver tempo suficiente)
5. Se o motor estiver funcionado, faa um pouso normal e imediatamente
feche a vlvula de corte de combustvel.
6. Se o motor parar de funcionar feche a vlvula de corte e faa um
pouso em autorrotao.

FOGO NA PARTE ELTRICA EM VOO


1. Desligue o switch master da bateria.
2. Desligue o switch do alternador.
3. Pouse imediatamente.
4. Apague o fogo e inspecione os danos.

CUIDADO
Sistema de aviso de baixa RPM e governador ficam
inoperantes com a Master Battery e switch do alternador
desligados simultaneamente.

3-6
ROBINSON SEO 3
MODELO R22 PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA

FALHA DO TACMETRO
1. Se o Tacmetro R (Rotor) ou E (Motor) for a zero em voo, use o
tacmetro remanescente para fazer pouso normal.

2. Se o tacmetro R (Rotor) e E (Motor) estiverem marcando uma leitura


diferente durante voo com potncia, permita o governador controlar a
RPM e faa um pouso assim que praticvel.

NOTA

Cada tacmetro e a buzina de aviso de baixa RPM esto todos em


circuitos separados. Uma combinao especial no circuito permite
que tanto a bateria quanto o alternador forneam A potencia
independente para os tacmetros. Mesmo com o switch master da
bateria desligado, a bateria vai continuar fornecendo corrente para
os tacmetros.

FALHA DO GOVERNADOR

Se o governador de RPM do motor apresentar mal funcionamento,


segure a manete firmemente para se sobrepor ao governador, ento
desligue o governador. Complete o voo usando manualmente a manete

3-7
ROBINSON SEO 3
MODELO R22 PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA

LUZES DE AVISO / PRECAUO

ATENAO

Se uma luz causar brilho excessivo noite, a lmpada poder ser


desrosqueada ou o disjuntor puxado para eliminar reflexos durante
o pouso

OIL Indica possvel perda de presso do leo do motor, cheque


o tacmetro do motor para confirmar perda de potncia.
Cheque a presso do leo no instrumento correspondente,
se for confirmada perda de presso, pouse imediatamente.
Continuar a operao, sem presso de leo, ir causar
srios danos ao motor e possvel travamento do mesmo.

MR TEMP Indica possvel mau funcionamento ou deteriorao na


caixa de transmisso do rotor principal, em funo do
aumento da temperatura do componente.

MR CHIP Indica a presena de partculas metlicas na caixa de


transmisso do rotor principal.

TR CHIP Indica a presena de partculas metlicas na caixa de


transmisso do rotor de cauda.

NOTA

Se a luz de aviso vermelha for acompanhada por alguma outra indicao


de problema, como: Vibrao, barulho ou aumento de temperatura,
POUSE IMEDIATAMENTE.
Se no houver outra indicao de problema, pouse assim que praticvel.
Quando as caixas de transmisso so novas, limalhas podero
ocasionalmente ativar a luz do chip. Se a luz se acender e nenhuma
partcula ou lasca de metal for encontrada no plug detector, drene e
complete novamente a caixa com novo leo. Mantenha um voo pairado
prximo do solo por pelo menos 30 minutos. Se a luz do chip se acender
novamente, troque a caixa de transmisso do helicptero.

3-8
ROBINSON SEO 3
MODELO R22 PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA

LUZES DE AVISO / PRECAUO


LOW FUEL Indica que resta aproximadamente um galo (3,78)de
combustvel utilizvel, para os tanques todo em alumnio
ou 1,5 gales para os tanques com membranas. O motor
ir parar por falta de combustvel aps aproximadamente
cinco minutos em regime de cruzeiro para aeronaves com
tanques todo em alumnio ou dez minutos em tanques com
membranas.
CUIDADO
No use a luz de aviso de LOW FUEL como
uma indicao de quantidade de combustvel.

CLUTCH A luz indica que o circuito do clutch est ligado, tanto


engrazando quanto desengrazando o clutch. Quando o
switch est na posio ENGAGE, a luz fica acesa at que
as correias estejam propriamente tensionadas. Nunca
decole at que a luz se apague.
NOTA
A luz do clutch pode acender momentaneamente durante o
aquecimento ou durante o voo para retensionar as correias,
quando elas se aquecem e se esticam ligeiramente. Isso
normal. Se, no entanto, a luz piscar ou se acender em vo
e NO SE APAGAR DENTRO DE 10 SEGUNDOS, PUXE
O DISJUNTOR DO CLUTCH, E POUSE ASSIM QUE
[Link] A POTNCIA E POUSE
IMEDIATAMENTE SE HOUVER OUTRAS INDICAES
DE FALHA NO SISTEMA DE TRANSMISSO (ESTEJA
PREPARADO PARA ENTRAR EM AUTORROTAO).
Inspecione o sistema de transmisso para um possvel mau
funcionamento.
ALT A luz indica baixa voltagem e possvel falha no alternador.
Desligue os equipamentos eltricos no necessrios,
desligue o switch ALT e religue-o aps um segundo para
resetar o rel de alta voltagem. Se a luz continuar acesa,
termine o voo assim que praticvel. Continuar o voo sem
que o alternador esteja funcionando, pode resultar na
perda do tacmetro eletrnico, o que levar a uma
condio de voo perigoso.

3-9
ROBINSON SEO 3
MODELO R22 PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA

LUZES DE AVISO / PRECAUO


BRAKE A luz indica que o freio do rotor est engrazado.
Solte-o imediatamente, em voo, ou antes de acionar
o motor.

STARTER-ON A luz indica que o motor de arranque est engrazado.


Se a luz no se apagar quando a chave de ignio for
solta, a partir da posio start, imediatamente puxe
a mistura para desligar o motor, e desligue o switch
da bateria. Faa com que o motor de arranque seja
consertado.

GOV OFF A luz indica que o governador da RPM do motor est


desligado

CARBON Indica nveis elevados de monxido de carbono


MONOXIDE (CO) na cabine. Desligue o aquecedor e abra a
(se instalado) ventilao da cabine e das portas. Se estiver no
pairado, pouse ou inicie um voo a frente. Se os
sintomas de envenenamento por CO (dor de
cabea, sonolncia, tontura) acompanhar luz,
pouse imediatamente.

FULL Indica que o motor est perto da acelerao


THROTTLE mxima. O governador ser ineficaz, pois no
(se instalado) poder aumentar a acelerao para manter a
RPM. Baixe o coletivo como necessrio para
apagar a luz.

BUZINA DE BAIXA RPM DO ROTOR E LUZ DE PRECAUO

Imediatamente abaixe o coletivo. O som alto de uma buzina e uma luz


de aviso de cor mbar indicam que a RPM do rotor est abaixo dos
limites de segurana. A buzina para de tocar e a luz se apaga quando a
RPM aumentada para um limite seguro ou quando o coletivo est todo
para baixo.

Reviso 21 Fev 2014 3-10


ROBINSON SEO 3
MODELO R22 PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA

SEO DOS PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA DO R-22

1. ROLAGEM PARA A DIREITA EM UMA CONDIO DE BAIXO G.

Coloque gradualmente o cclico para trs para reaver as foras G


positivas e manter a trao do rotor principal. No aplique cclico lateral at
que as foras G positivas tenham sido estabelecidas.

2. ARFAGEM, ROLAGEM OU GUINADA NO COMANDADA,


RESULTANTE DE UM VOO EM TURBULNCIA.

Aplique gradualmente os controles para manter a RPM do rotor, as foras


G positivas e para eliminar uma glissada lateral. Minimize os movimentos
do cclico em turbulncia, no exagere nesses movimentos.

3. ENCONTRO INADVERTIDO COM TURBULNCIA MODERADA,


SEVERA OU EXTREMA.

Se a rea de turbulncia for isolada, saia dessa rea; caso contrrio,


pouse o helicptero assim que praticvel.

3-11
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
ROBINSON SEO 4
MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

SEO 4
PROCEDIMENTOS NORMAIS
Velocidades Para Operao Segura ................................................... 4-1
Cheques Dirios ou Pr-voo ............................................................... 4-1
Antes de Acionar o Motor .................................................................... 4-6
Acionamento do Motor ........................................................................ 4-7
Procedimento de Decolagem .............................................................. 4-8
Cruzeiro ............................................................................................... 4-8
Operao sem Portas .......................................................................... 4-9
Prtica de Autorrotao Com Recuperao de Potncia .................. 4-10
Prtica de Autorrotao Com Contato com Solo ............................... 4-10
Uso do Aquecimento do Carburador ................................................. 4-11
Uso do Auxlio do Aquecimento do Carburador ................................ 4-11
Aproximao e Pouso ....................................................................... 4-12
Procedimento de Corte ...................................................................... 4-13
Reduo de Rudo ............................................................................. 4-14
Informaes da FAA ...... ....................................................................4-15

Reviso 21 Fev 2014 4-i


INTENCIONALMENTE EM BRANCO
ROBINSON SEO 4
MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

SEO 4
PROCEDIMENTOS NORMAIS

VELOCIDADES PARA OPERAO SEGURA

Decolagem e Subida 60 KIAS


Mxima Razo de Subida (Vy) 53 KIAS
Mximo Alcance 83 KIAS
Aproximao para pouso e decolagem 60 KIAS
Autorrotao 65 KIAS

*Certas condies podem requerer velocidades menores. Verifique


tabelas na pgina 2-11

CHEQUES DIRIOS OU PR-VOO

Remova todas as tampas e fixaes. Remover mesmo pequenas


acumulaes de geada, gelo ou neve, especialmente nas ps do
rotor. Cheque as fichas de manuteno para se certificar que o
helicptero est aeronavegvel.
Cheque o estado geral da aeronave e verifique se no existe nenhum
dano visvel, vazamento de fluido, ou desgaste anormal. Cheque se
no h desgaste nas juntas onde os tubos so soldados. O atrito
entre peas de alumnio produz um p fino e preto, enquanto o atrito
entre peas de ao produz um resduo marrom-avermelhado ou preto.
Verifique se as Telatemps mostram algum aumento de temperatura
que no pode ser atribudo a uma alterao das condies de
funcionamento (mecnicos podem traar uma linha de referncia
direita do quadrado de temperatura mais alta que escureceu em
funcionamento). Verifique se as listras de torque em fixadores crticos
no esto quebradas ou faltando.

Reviso 21 Fev 2014 4-1


ROBINSON SEO 4
MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

CHEQUES DIRIOS OU PR-VOO (cont.)


1 - Janela de Inspeo
Switch da bateria....................................................................Ligar
Luz de leo e alternador.....................................................Acesas
Switch das luzes de aviso....................................................Testar
Quantidade de combustvel..............................................Verificar
Switch da bateria..............................................................Desligar
Quantidade de combustvel no tanque auxiliar.................Verificar
Tampa do tanque de combustvel....................................Apertada
Tanque auxiliar...................................................Sem vazamentos
Dreno(s) de tanque auxiliar..................................Coletar amostra
Linhas de combustvel.......................................Sem vazamentos
leo da caixa de transmisso...............Cheio e sem vazamentos
Freio do rotor........................................................Atuao normal
Placa flexvel..........................Sem rachaduras, porcas apertadas
Yoke flanges........................................................Sem rachaduras
Telatemp da caixa de transmisso.....................................Normal
Roda livre...........................................................Sem vazamentos
Tomada esttica....................................................Sem obstruo
Terminais esfricos..........................................Livres e sem folga
Junes dos tubos de ao..................................Sem rachaduras
Todas as abraadeiras..................................................Apertadas
Controle do rotor de cauda...............................Sem interferncia
Janela de inspeo...........................................................Travada

2 Lado direito do motor


Traquias de entrada de ar....................................................Fixas
Concha do aquecimento do carburador...................................Fixa
Defletora do motor...............................................Sem rachaduras
Terminais eltricos.........................................................Apertados
Linha de combustvel.........................................Sem vazamentos
Janela do radiador de leo................................................Cheque
Linhas de leo...................................Sem vazamentos ou frico
Sistema de escapamento....................................Sem rachaduras
Condio geral do motor...................................................Cheque
Condio das correias em V..............................................Cheque
F olga das correias em V....................................................Cheque
Roda Livre.......................................................... Sem vazamentos
Rolamento Superior...........................................Sem vazamentos
Telatemp- rolamento superior.............................................Normal
Desgaste do entalhe da polia inferior....................Liso e uniforme

Reviso 21 Fev 2014 4-2


ROBINSON SEO 4
MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

CHEQUES DIRIOS OU PR-VOO (cont.)


2 Lado direito do motor(cont.)
Acoplamento flexvel..................Sem rachaduras, porcas apertadas
Yoke flanges............................................................Sem rachaduras
Trelia......................................................................Sem rachaduras
Controle do rotor de cauda................................... Sem interferncia
3 Parte traseira do motor
Contra-porca do fan............................Pino alinhado com as marcas
Fan..........................................................................Sem rachaduras
Coletor de ar do fan................................................Sem rachaduras
Telatemp- rolamento inferior..................................................Normal
Rolamento Inferior.................................................Sem vazamentos
4 - Empenagem
Estabilizador horizontal e vertical...........................Sem rachaduras
Abraadeiras.....................................................................Apertadas
Luz de navegao.................................................................Cheque
Quilha da cauda....................................................................Cheque
5 - Rotor de Cauda
Telatemp da caixa de transmisso.........................................Normal
Caixa de transmisso......................leo visvel e sem vazamentos
Ps................................................Limpas e sem danos/rachaduras
Links de mudana de passo...........................................Sem folgas
Rolamentos de batimento...................................Verificar condies
Parafuso do rolamento de batimento............................Sem rotao
Bellcranck.................................................................Livre sem folga
6 - Cone de Cauda
Rebites...........................................................................Apertados
Revestimento..................................Sem rachaduras ou entalhes
Condio da luz anti-coliso.............................................Cheque
Antena...............................................................................Cheque
Parafusos de fixao ............................................Apertados
7 Lado Esquerdo do Motor
leo do motor.....................................................................4-6 qts
Filtro de leo (se instalado)....................Preso e sem vazamentos
Linha de combustvel..........................................Sem vazamentos
Dreno do gascolator.............................................Coletar amostra
Sistema articulado da manete...................................Funcionando
Bateria e rel..........................................................................Fixos

4-3
ROBINSON SEO 4
MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

CHEQUES DIRIOS OU PR-VOO (cont.)


7 Lado Esquerdo do Motor(cont.)
Tenso da correia do alternador...........................................Cheque
Trelia.....................................................................Sem rachaduras
Defletora do motor..................................................Sem rachaduras
Sistema de exausto..............................................Sem rachaduras
Condio geral do motor.......................................................Cheque

8 - Tanque de Combustvel (Principal)


Quantidade............................................................................Cheque
Tampa..................................................................................Apertada
Vazamento...........................................................................Nenhum
Dreno (tanque sem membrana)................................Coletar amostra

9 - Rotor Principal

CUIDADO
No puxe as ps do rotor para baixo, pois
isto pode causar algum dano. Para abaixar
uma p, levante a oposta.

Ps...........................................Limpas e sem danos ou rachaduras

CUIDADO
Verifique se a eroso no intradorso das ps, no exps a
linha de juno do revestimento da p, com a longarina do
bordo de ataque. Verificar Descrio dos Sistemas do Rotor
na Seo 7.
Guarda p da mudana de passo...........................Sem vazamento
Parafusos da dobradia principal..................contrapinos instalados
Todos os terminais esfricos..................................Livres sem folga
Porcas do link de mudana de passo................................Apertadas
Freno do link de mudana de passo...........................................Fixo
Todas as abraadeiras......................................................Apertadas
Tesoura do swash plate.....................................Sem folga excessiva
10 - Fuselagem Lado Esquerdo
Bagageiro..............................................................................Cheque
Comandos removveis.........................................Fixos, se instalado
Coletivo.......................................................................................Livre
Cintos de Segurana .................................................Afivelado
Porta.....................................................................................Fechada

4-4
ROBINSON SEO 4
MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

CHEQUES DIRIOS OU PR-VOO (cont.)


10 - Fuselagem Lado Esquerdo(cont.)
Contrapino da porta........... .................................................Instalado
Trem de pouso......................................................................Cheque
Roda de manobra no solo..................................................Removida
Luz de navegao.................................................................Cheque

11 - Seo do Nariz
Tubo de pitot..............................................................................Livre
Condio e limpeza do pra-brisa.........................................Cheque
Entrada de ar..............................................................................Livre
Faris de pouso.....................................................................Cheque

12 - Fuselagem Lado Direito


Trem de pouso......................................................................Cheque
Roda de Manobra no solo..................................................Removida
Luz de navegao.................................................................Cheque
Contrapino da porta ..................................................Instalado
Bagageiro..............................................................................Cheque

13 - Interior da Cabine
Artigos soltos............................................Removidos ou guardados
Cintos de segurana.............................................Verificar condio
Instrumentos, interruptores e controles................Verificar condio
Relgio..........................................................................Funcionando

CUIDADO
Para helicpteros com controles removveis, remova os
controles do lado esquerdo caso a pessoa neste assento no
seja um piloto de helicptero habilitado.

CUIDADO
Verifique se as ps do rotor esto niveladas para evitar uma
possvel batida da p no cone de cauda.

4-5
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MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

CHEQUES DIRIOS OU PR-VOO (cont.)

CUIDADO
Quando voando solo, carregue primeiro o bagageiro
esquerdo antes de usar o compartimento direito. Evite
colocar objetos de compartimento que possam machucar os
ocupantes, caso o assento afunde durante um voo placado.

CUIDADO
Pilotos baixos podem precisar de uma almofada para obter
controle total de todos os comandos. Cheque se o curso do
cclico para trs no est sendo restringido.

ANTES DE ACIONAR O MOTOR


Cintos de segurana..........................................................Afivelados
Vlvula de corte de combustvel ........................................Aberta
Frico do cclico e coletivo.......................................................Solta
Cclico, coletivo, pedais e manete....................Movimento total livre
Coletivo............................................Todo para baixo - frico presa
Cclico...............................................................Neutro, frico presa
Pedais....................................................................................Neutros
Freio do Rotor............................................................................Solto
Disjuntores......................................................................Para dentro
Aquecimento do carburador..................................................Baixado
Mistura................................................................................Toda rica
Guarda da mistura*..............................................................Instalada
Primer (se instalado).............................................Baixado e travado
Farol de Pouso...................................................................Desligado
Avionics switch (se instalado).............................................Desligado
Clutch...........................................................................Desengrazado
Altmetro..................................................................................Ajustar
Switch do governador..............................................................Ligado

*A guarda da mistura no usada em aeronaves com tipo de controle


de mistura vernier no console.

Reviso 21 Fev 2014 4-6


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MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

ACIONAMENTO DO MOTOR
Girar a manete para injetar combustvel............Quando necessrio
Manete................................................................................Fechada
Switch da bateria e do estrobo...............................................Ligados
rea..........................................................................................Livre
Chave da ignio...............................................Start, depois ambos
Luz do starter.......................................................................Apagada
Ajuste da RPM do motor..................................................50% a 60%
Switch do clutch.................................................................Engrazado
Ps girando....................................................Menos de 5 segundos
Switch do alternador.................................................................Ligado
Presso do leo em 30 segundos...........................................25 psi
Avinicos/headsets..............................................Ligados/colocados
Espere a luz do clutch apagar.......................Disjuntores para dentro
RPM para aquecimento......................................................70 a 75%
Instrumentos do motor..............................................................Verde
Queda do magneto a 75%....................Mximo 7% em 2 segundos
Aquecimento do carburador.....................................CAT subir/descer,
ajustar como requerido
Cheque da roda livre............................... ..Separao dos ponteiros
Portas...............................................................Fechadas e travadas
Grfico Limit MAP...................................................................Checar
Frico do cclico/coletivo.........................................................Soltas
Governador ligado,acelerar manete.....................RPM (102 - 104%)
Luzes de Aviso........................................................Todas apagadas
Levante o coletivo levemente, reduza RPM........Buzina e luz a 97%

CUIDADO
Evite operao contnua com rotao do rotor de 60 a
70%, para minimizar ressonncia do rotor de cauda.
CUIDADO
Em superfcies escorregadias esteja preparado para
evitar uma guinada a direita quando o governador
aumentar a RPM.

Reviso 21 Fev 2014 4-7


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MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

ACIONAMENTO DO MOTOR (cont.)

NOTA
Durante o acionamento e corte, o piloto deve descobrir o
ouvido direito, abrir a porta direita e procurar ouvir qualquer
barulho estranho de rolamento. Rolamentos com problemas
iro produzir um rudo bem antes de se quebrarem.

PROCEDIMENTOS DE DECOLAGEM
1. Ajuste a RPM no meio do arco verde. Lentamente levante o
coletivo, usando a manete para manter a RPM no meio do arco verde.
(Perto do nvel do mar, a correlao da manete ir compensar as
mudanas de coletivo quando a Presso de Admisso estiver em torno
de 19 pol. Hg. Em elevaes mais altas ser necessrio adicionar a
manete com coletivo). Se o helicptero for equipado com governador
e o mesmo estiver ligado, estes ajustes sero feitos automaticamente.

2. Abaixe o nariz e acelere para a velocidade de subida seguindo o


grfico de altura X velocidade (Curva do Homem Morto). Mantenha
rotao do rotor no topo do arco verde durante decolagem e subida.

CRUZEIRO
1. Ajuste a RPM na metade superior do arco verde (102% a 104%).
(Se o helicptero for equipado com governador e o mesmo estiver
ligado, estes ajustes sero feitos automaticamente).
[Link] a Presso de Admisso com o coletivo para a potncia
desejada. Use a frico do coletivo desejada.
3. Puxe o RT TRIM knob.
CUIDADO
Tenha muito cuidado para nunca puxar inadvertidamente o
controle da mistura, pois isso ir causar uma parada do
motor.
CUIDADO
No recomendado o empobrecimento da mistura em voo,
Isso pode resultar na parada do motor, pois no h
propulsor para manter o motor funcionando se ocorrer um
empobrecimento exagerado.

4-8
ROBINSON SEO 4
MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

OPERAO SEM PORTAS


Evite remover a porta esquerda para proteger o rotor de cauda de
objetos soltos. Caso ela seja removida, alerte o passageiro para
guardar objetos soltos e manter cabea e braos dentro da cabine
evitando fluxo de ar em alta velocidade.

PRTICA DE AUTORROTAO COM RECUPERAO DE


POTNCIA

(Abaixo de 4.000 ps)

1. Ajuste o carb heat se necessrio (veja pgina 4-11.)


2. Abaixe o coletivo at o fim e ajuste a manete conforme necessrio
para que haja uma pequena separao dos ponteiros dos
tacmetros.
3. Ajuste o coletivo para manter a RPM do rotor no arco verde e
ajuste a manete para manter uma pequena separao dos
ponteiro.
4. Mantenha a velocidade entre 60 - 70 KIAS.
5. A aproximadamente 40 ps AGL, comece um flare com cclico
para reduzir a razo de descida e velocidade frente.
6. A aproximadamente 8 ps AGL, coloque o cclico para frente para
nivelar o helicptero e levante o coletivo para controlar a descida.
Adicione a manete o suficiente para manter a RPM no arco verde.

CUIDADO
Para evitar uma parada inadvertida do motor, no feche
repentinamente a manete simulando uma uma falha de potncia.
Sempre gire a manete suavemente para visualizar uma pequena
separao dos ponteirsos.

NOTA
O governador fica inativo abaixo de 80% de RPM,
independentemente da posio do switch.

NOTA
Simulao de falha de motor requer se abaixe o coletivo
rapidamente para evitar uma perigosa queda de RPM do rotor.
Um catastrfico estol de rotor poder ocorrer sempre que a RPM
do rotor ficar abaixo de 80% mais 1% a cada 1000ft de altitude
.

Reviso 5 Mar 2015 4-9


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MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

PRTICA DE AUTORROTAO COM RECUPERAO DE


POTNCIA(cont.)
(Acima de 4.000 ps)
O mesmo procedimento que para baixo de 4.000 ps, exceto que a
manete deve ser reduzida levemente antes de abaixar o coletivo e
aumentada levemente quando o coletivo for levantado.

PRTICA DE AUTORROTAO - COM CONTATO NO SOLO


Se a prtica de autorrotao com contato no solo for necessria para
propsito de demonstrao, ela deve ser feita da mesma maneira que a
autorrotao com recuperao de potncia, exceto por:
1. Antes do flare com o cclico, gire a manete para a posio
overtravel spring e segure-a nesta posio at que a autorrotao
esteja completa. (Isso evita a correlao da manete com o coletivo
impedindo o aumento de RPM com a subida do coletivo.)
2. Sempre toque no solo com os esquis nivelados e nariz frente.
CUIDADO
O R22 tem um sistema de inrcia baixo e suave. A maioria
da energia que usada para se completar uma autorrotao
bem sucedida est armazenada no momentum dianteiro do
helicptero e no no rotor. Desta maneira, necessrio que o
flare com cclico seja feito na hora certa e que a RPM do rotor
seja mantida no arco verde at pouco antes do contato com o
solo.
NOTA
A prtica de autorrotao com contato com o solo provoca um
rpido desgaste das sapatas do esqui. Inspecione-as
periodicamente e troque quando atingirem 1.5mm(0.06 in) de
espessura.

4-10
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MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

USO DO AQUECIMENTO DO CARBURADOR (CARB HEAT)


Quando condies que possam levar a formao de gelo no carburador
forem conhecidas ou suspeitas como OAT entre -4C e 30C e a
diferena entre a OAT e o ponto de orvalho for menor que 15C. Estando
em condies suspeitas para formao de gelo, use o aquecimento do
carburador como se segue:
1. Durante a partida: Aplique (se filtrado) todo aquecimento do
carburador durante o aquecimento do motor para
preaquecer o sistema de induo.
2. Durante a decolagem, subida e cruzeiro:Use o aquecimento
do carburador como necessrio para manter a indicao do
instrumento CAT fora do arco amarelo.
3. Durante a descida e autorrotao: Quando a indicao MAP
estiver abaixo de 18 pol. de PA, aplique todo aquecimento
do carburador ignorando a marcao do instrumento CAT. O
instrumento de indicao do carburador pode no dar
indicaes corretas quando em condies abaixo de 18 pol.
de PA.
CUIDADO
O piloto pode no perceber a formao de gelo no
carburador, pois o governador ir automaticamente
aumentar a manete e manter a presso de admisso e
RPM constantes. Portanto, o piloto deve aplicar o
aquecimento do carburador sempre que condies de
formao de gelo forem suspeitas.

USO DO AUXLIO DO AQUECIMENTO DO CARBURADOR


Um dispositivo de auxilio do aquecimento do carburador instalado nos R22
com motores O-360. Esse auxlio correlaciona a aplicao do aquecimento do
carburador com as mudanas de coletivo, na finalidade de reduzir as cargas de
trabalho do piloto. De forma mecnica, ao abaixar o coletivo se adiciona
aquecimento e ao levantar o coletivo, se diminui o aquecimento. Os
movimentos de coletivo so transmitidos atravs de uma embreagem de
frico, o que permite que o piloto se sobreponha ao sistema, aumentando ou
diminuindo o aquecimento conforme necessrio.
Existe uma trava no controle do puxador do CARB HEAT para que ele se
mantenha desligado. Esse controle deve ficar destravado e somente deve ficar
travado quando, obviamente NO houver condies para formao de gelo no
carburador. Se houver a possibilidade de formao de gelo no carburador,
aplique o aquecimento conforme requerido. Monitore a marcao do
instrumento CAT e ajuste como necessrio para subir, pairar ou qualquer
mudana de potncia.

4-11
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MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

APROXIMAO E POUSO

1. Faa a aproximao final contra o vento na mais baixa razo de


descida praticvel com uma velocidade inicial de 60 Knots. Ajuste
o carb heat conforme necessrio.

2. Reduza velocidade e altitude vagarosamente at o pairado.


(Certifique-se que a razo de descida menor que 300 FPM antes
que a velocidade seja reduzida abaixo de 30 KIAS).

3. Do pairado, abaixe o coletivo gradualmente at o contato com o


solo.

4. Depois do contato inicial com o solo, abaixe o coletivo para a


posio todo para baixo.

CUIDADO
Quando pousar em um terreno inclinado, retorne o cclico
para posio neutra, antes de reduzir totalmente a RPM do
rotor.
CUIDADO
Nunca abandone os controles do helicptero enquanto o
motor estiver em funcionamento.
CUIDADO
Se o motor estiver em funcionamento, segure a manete
fechada na sada ou entrada do passageiro no assento
esquerdo caso o coletivo esquerdo esteja instalado.

Reviso 5 Mar 2015 4-12


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MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

PROCEDIMENTO DE CORTE

Coletivo para baixo, RPM 70-75%..............................Frico presa


Cclico e pedais em neutro..........................................Frico presa
Queda da CHT (75% RPM).....................................Manete fechada
Switch do clutch............................................................Desengrazar
Espere 30 segundos..................................................Puxe a mistura
Guarda da mistura.............................Reinstale a guarda da mistura
Espere 30 segundos...........................................Use o freio do rotor
Luz do clutcht......................................................................Apagada
Switch do avionics, alternador, bateria e ignio..............Desligadas

CUIDADO
No diminua a rotao do rotor levantando o coletivo
durante o corte. As ps podem flapear e se chocarem
com o cone de cauda.

NOTA
Durante a marcha lenta e corte, o piloto deve descobrir
um ouvido e procurar ouvir qualquer barulho estranho
que pode indicar uma iminente falha de rolamento ou
outro componente.

Reviso 21 Fev 2014 4-13


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MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

REDUO DE RUDO
Para melhorar a qualidade de nosso meio ambiente e dissuadir o pblico a
no fazer restries ao uso de helicpteros, imperativo que todo piloto se
conscientize da necessidade de produzir o menor nvel de rudo possvel
durante o voo. A seguir esto algumas tcnicas de reduo de rudo, as
quais devero ser empregadas sempre que possvel.

1. Evite voar sobre concertos ao ar livre, partidas de futebol ou outras


aglomeraes de pessoas. Quando isso no puder ser evitado,
voe to alto quanto praticvel, de preferncia acima de 2.000 ps
AGL.

2. Evite o bladeslap. Normalmente ele ocorre durante uma descida


rasa feita em alta velocidade, especialmente durante curvas. Isso
pode ser evitado se fazendo descidas mais ngremes e com
velocidades mais lentas. Com a porta direita removida, o piloto
pode facilmente determinar as condies de voo que produzem
bladeslap e desenvolver tcnicas de pilotagem que iro eliminar
ou reduzir estes irritantes meios de barulho.

3. Quando decolando de ou aproximando para um local de pouso,


evite voos prolongados baixas altitudes quando perto de reas
residenciais, escolas, hospitais e outras reas.

4. Barulho repetitivo muito mais irritante do que uma simples


ocorrncia. Se voc tiver que voar acima da mesma rea mais de
uma vez, varie sua rota de maneira que no sobrevoe os mesmos
prdios todas s vezes.

NOTA

Os procedimentos recomendados acima no se aplicam


onde eles possam conflitar com instrues do ATC ou
quando no julgamento do piloto eles possam resultar em
uma rota de voo inseguro.

4-14
ROBINSON SEO 4
MODELO R22 PROCEDIMENTOS NORMAIS

INFORMAES DA FAA AD 95-26-04


NOTA
At que a FAA complete sua pesquisa sobre as condies e caractersticas
dos helicpteros que levam a acidentes por contato das ps do rotor principal
com a fuselagem, e que sejam efetuadas mudanas corretivas do tipo de
projeto e sejam identificadas as limitaes de operao, pilotos do modelo
R22 devem urgentemente tornar-se familiarizados com as informaes que
se seguem e cumprirem os procedimentos recomendados:
ESTOL DO ROTOR PRINCIPAL: Muitos fatores podem contribuir para o estol
do rotor principal e os pilotos devem estar familiarizados com eles. Qualquer
condio de voo que crie um excessivo ngulo de ataque nas ps do rotor
principal pode produzir estol. Baixa RPM do rotor principal, manobras
agressivas, grande ngulo de coletivo (muitas vezes o resultado de altas
altitudes densidade, grande ngulo de incidncia das ps [excedendo a
potncia disponvel] durante a subida ou alta velocidade frente) e resposta
lenta ao aviso sonoro e luz de baixa RPM do rotor principal, podem resultar
em um estol do rotor principal. O efeito destas condies pode ser ampliado
em turbulncia. O estol de rotor principal pode ultimamente resultar no
contato entre o rotor principal e a fuselagem. Informaes adicionais sobre
estol de rotor so fornecidas nas notas de segurana da Robinson Helicopter
Company Nmeros:SN-10, SN-15, SN-20, SN-24,SN27 e SN-29.
BATIDA DE MASTRO (Mast Bumping):Batida de mastro pode ocorrer no
sistema de rotor do tipo gangorra, quando um excessivo batimento do rotor
principal for um resultado de um baixo G (fator de carga abaixo de 1.0) ou
em um movimento abrupto de controle. Uma condio de voo de baixo G
pode ser resultado de um abrupto movimento para trs e para frente do
cclico, em voo reto e nivelado. Alta velocidade frente, turbulncia e
glissada excessiva podem acentuar os efeitos adversos destes movimentos
de controle. O batimento excessivo resulta em um choque dos componentes
da cabea do rotor com o mastro do rotor principal, e uma subseqente
separao entre o sistema do rotor principal e o resto do helicptero.
Para evitar essas condies, os pilotos devem urgentemente seguir estas
recomendaes:
1. Manter a velocidade de cruzeiro entre 60 KIAS e menos que 0.9 da
Vne, mas no abaixo de 57 KIAS.
2. Use a RPM mxima para voo com potncia, durante todo o tempo do
voo com potncia.
3. Evite glissadas durante o voo. Mantenha um voo coordenado durante
todo o tempo.
4. Evite movimentos amplos e rpidos do cclico para frente, em voo reto
e nivelado, e movimentos abruptos de controle em turbulncia.

4-15
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
SEO 5
PERFORMANCE
Geral .................................................................................................... 5-1
Temperatura Operacional Demonstrada ............................................. 5-1
Curva de Calibrao de Velocidade .................................................... 5-2
Carta de Altitude Densidade ................................................................ 5-3
Teto do Pairado no Efeito Solo x Peso Bruto
R22 Standard ................................................................................. 5-4
R22 Hp, Alpha e Beta ..................................................................... 5-5
R22 Beta II ..................................................................................... 5-6
Teto do Pairado Fora do Efeito Solo x Peso Bruto
R22 Standard ................................................................................. 5-7
R22 Hp e Alpha .............................................................................. 5-8
R22 Beta II ..................................................................................... 5-9
Grfico de Altura x Velocidade (Curva do Homem Morto) ................ 5-10

5-i
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
ROBINSON SEO 5
MODELO R22 PERFORMANCE

SEO 5

PERFORMANCE
GERAL
O helicptero tem demonstrado ser controlvel no pairado em ventos de 17
kt de qualquer direo at 9.800 ps de altitude densidade. Consulte o
grfico de IGE Hover Performance Data (Pairado no Efeito Solo) para o
peso mximo permitido.

Use mxima potncia RPM (104%) durante decolagem e durante voo


nivelado abaixo de 500 ps AGL ou acima de 5.000 ps de altitude
densidade.
Velocidades indicadas (KIAS) mostradas nos grficos assumem zero erro
de instrumento.

CUIDADO
Os dados de performance apresentados nesta sesso
foram obtidos sob condies ideais. A performance sob
outras condies pode ser substancialmente menor.

CUIDADO
A performance no pairado foi obtida com aquecimento do
carburador DESLIGADO. O aquecimento do carburador todo
ligado reduz os tetos de pairado em at 2.000 ps

TEMPERATURA DE OPERAO DEMONSTRADA

Refrigerao satisfatria do motor foi demonstrada em uma temperatura


externa do ar de 38 C (100F) ao nvel do mar ou 23 C (41 F) acima da
standard ISA na altitude.

5-1
ROBINSON SEO 5
MODELO R22 PERFORMANCE

5-2
ROBINSON SEO 5
MODELO R22 PERFORMANCE

5-3
ROBINSON SEO 5
MODELO R22 PERFORMANCE

5-4
ROBINSON SEO 5
MODELO R22 PERFORMANCE

5-5
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MODELO R22 PERFORMANCE

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MODELO R22 PERFORMANCE

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MODELO R22 PERFORMANCE

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MODELO R22 PERFORMANCE

5-9
ROBINSON SEO 5
MODELO R22 PERFORMANCE

5-10
SEO 6
PESO E BALANCEAMENTO
Geral .................................................................................................... 6-1
Registro de Peso e Balanceamento .................................................... 6-2
Instrues para Carregamento ............................................................ 6-4

Reviso 21 Fev 2014 6-i


INTENCIONALMENTE EM BRANCO
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MODELO R22 PESO E BALANCEAMENTO

SEO 6
PESO E BALANCEAMENTO
GERAL
O helicptero s pode ser voado dentro dos limites de peso e
balanceamento especificados na Seo 2. Carregamentos fora destes
limites podem resultar em uma amplitude insuficiente de comando para
controlar seguramente o helicptero.
O centro de gravidade pode ser ajustado atravs da adio de lastro
removvel (qualquer objeto com peso apropriado) no compartimento de
bagagem sob o assento. Recalcule o peso e balanceamento aps a
adio de lastro, e verifique se o lastro est dentro do limite de peso do
compartimento de bagagem especificado na Seo 2.
O peso e balanceamento do helicptero carregado pode ser
determinado pelo mtodo descrito como INSTRUES DE
CARREGAMENTO.
De acordo com os procedimentos da FAA, os detalhamento dos dados
de peso e balanceamento desta seo no esto sujeitos aprovao
da FAA. As instrues de carregamento desta seo, no entanto, foram
aprovados pela FAA e satisfaz todos os requisitos de instrues sobre o
carregamento da aeronave de asas rotativas dentro de limites
aprovados de peso e centro de gravidade e na manuteno da carga
dentro dos limites.

CUIDADO
Queima de combustvel faz com que o CG se mova para
frente durante o voo. Sempre determine um carregamento
seguro com o tanque de combustvel vazio bem como com o
combustvel para decolagem. A quantidade de carga pode
ser limitada pelo CG a frente quando o combustvel
queimado.

Reviso 21 Fev 2014 6-1


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MODELO R22 PESO E BALANCEAMENTO

REGISTRO DE PESO E BALANCEAMENTO


Uma lista de equipamentos contendo a configurao do helicptero, peso
vazio e centro de gravidade, fornecida para cada aeronave. Esses
dados se aplicam ao helicptero da forma com que ele sai da fbrica.
Qualquer modificao na configurao do mesmo deve ser documentada
usando-se o formulrio na pg 6-2.

O formulrio a seguir deve ser usado para manter um registro contnuo


do peso e balanceamento de seu helicptero. Cada vez que um
equipamento seja removido ou instalado, uma entrada deve ser feita e
um novo CG vazio determinado. O peso e balanceamento original de
fbrica e uma lista de equipamentos fornecida com cada helicptero
em um formulrio que est inserido no final desta seo. Este peso e
balanceamento proporciona a primeira entrada no Formulrio de Peso e
Balanceamento.

NOTA
Clculos de CG com o tanque de combustvel cheio e um piloto de 61 kg
(59 kg sem tanque auxiliar), devem estar dentro dos [Link]
modificaes, pode ser necessrio um lastro de nariz fixo. Consulte o
Manual de Manuteno R22.

Reviso 21 Fev 2014 6-2


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MODELO R22 PESO E BALANCEAMENTO

Reviso 21 Fev 2014 6-3


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MODELO R22 PESO E BALANCEAMENTO

POSIO DO CG LATERAL
Normalmente no necessrio determinar a posio do CG lateral, pois
a maioria dos equipamentos opcionais est localizada perto da linha
central do helicptero. Entretanto, se ocorrer alguma instalao ou
carregamento diferente que possa afetar o CG lateral, sua posio deve
ser checada no envelope do CG. A posio do CG lateral pode ser
calculada pela multiplicao dos pesos de todos os itens, no simtricos
sobre a linha central, vezes seus braos da linha central. Considerando
todos os itens da direita como positivos e os da esquerda como
negativos, some os momentos e divida o total pelo peso do helicptero
carregado. Isso lhe dar a posio lateral que junto com a posio do
CG atrs do datum, pode ser comparado com o CG permitido no
envelope.
As localizaes de CG que se seguem sevem como exemplo para
determinar a posio do CG do helicptero.
CG CG Lateral,
Item Longitudinal, pol (+lado
pol. direito)
Piloto e bagagem sob o assento
78,0 + 10,7
dir.
Passageiro sob o assento esq. 78,0 -9,3
Tanque principal 108,6 -11,0
Tanque auxiliar (opcional) 103,8 +11,2

6-4
ROBINSON SEO 6
MODELO R22 PESO E BALANCEAMENTO

INSTRUES PARA CARREGAMENTO


O EXEMPLO a seguir demonstra como determinar o peso do helicptero
carregado e o seu centro de gravidade (CG) longitudinal. Esses ento devem
ser comparados com o grfico de limite de CG da pgina seguinte, para se
determinar um carregamento seguro. O CG, tanto com combustvel para
decolagem, quanto para pouso devem estar dentro dos limites.
Obs.: O valores em negrito so fornecidos na prpria ficha de peso e
balanceamento.

Matrcula: PP-ABC Brao Momento Brao Momento


long. Long. Lateral Lateral

Peso Vazio (*) 395 103,6 40922 -0,1 -39,5



Piloto 80 78,0 6240 10,7 856
Bagagem
10 78,0 780 10,7 107
do Piloto

Passageiro 80 78,0 6240 -9,3 -744
Bagagem
10 78,0 780 -9,3 -93
do Passageiro
Peso total
575 95,6 54962 6,6 86,5
(sem combustvel)
Tanque
52,56 108,6 5708 -11,0 -578,16
Principal (**)
Tanque
28,8 103,8 2989,4 11,2 322,56
Auxiliar. (**)
Peso total
656,4 97,0 63659 -3,9 -169,1
de decolagem


Peso Vazio (*)
Comb. Usvel US Gal. Litros lbs
395 kg - 870.85

Principal 19,2 73
Peso mx
de dec.
Auxiliar 10.5 40 622 kg - 1370 lbs


(*) - Inclui leo completo e combustvel no utilizvel.(**) - 6
lbs por galo (US Gal.)/ 0.72 Kg por litro

6-5
ROBINSON SEO 6
MODELO R22 PESO E BALANCEAMENTO

LIMITES DO CENTRO DE GRAVIDADE

6-6
ROBINSON SEO 6
MODELO R22 PESO E BALANCEAMENTO

6-7
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
SEO 7
DESCRIO DOS SISTEMAS
Geral .................................................................................................... 7-1
Sistemas do Rotor ............................................................................... 7-2
Sistema de Transmisso ..................................................................... 7-2
Grupo Moto-Propulsor ......................................................................... 7-3
Comandos de Voo ............................................................................... 7-4
Comandos de Voo Removveis (Duplo Comando) .............................. 7-5
Governador de RPM ............................................................................ 7-6
Controle de Trim e Frico .................................................................. 7-7
Controles do Motor .............................................................................. 7-8
Atuador do Clutch ................................................................................ 7-9
Sistema de Combustvel .................................................................... 7-10
Sistema Eltrico ................................................................................. 7-11
Sistema de Iluminao ...................................................................... 7-17
Painel de Instrumentos ...................................................................... 7-17
Sistema de udio .............................................................................. 7-21
Avinicos Opcionais .......................................................................... 7-21
Sistema de Pitot-Esttico .................................................................. 7-22
Tacmetros Duplos ........................................................................... 7-22
Luzes de Aviso e Advertncia ........................................................... 7-23
Aquecimento e Ventilao da Cabine ............................................... 7-24
Assentos, Cintos e Bagageiros ......................................................... 7-25
Trem de Pouso .................................................................................. 7-25
Freio do Rotor .................................................................................... 7-26
Sistema de Primer do Motor (Opcional) ............................................ 7-26
Detector de Monxido de Carbono .................................................... 7-27
Transmissor de Localizao de Emergncia ELT (Opcional) ........ 7-28
Acessrios opcionais ........................................................................ 7-29

Reviso 5 Mar 2015 7-i


INTENCIONALMENTE EM BRANCO
ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SEO 7
DESCRIES DOS SISTEMAS
GERAL
O R22 um helicptero de dois lugares, um rotor principal, monomotor,
construdo primariamente de metal e equipado com trem de pouso tipo
esqui.
A estrutura primria da fuselagem de tubos de ao soldados e chapas
de alumnio rebitado. O cone de cauda uma estrutura monocoque, na
qual o revestimento de alumnio suporta a carga primria. Fibra de vidro
e termoplstico so usados na estrutura secundria da cabine, sistema
de refrigerao do motor e vrios outros dutos e carenagens. As portas
da cabine tambm so construdas de fibra de vidro e termoplstico.
Uma janela de inspeo do lado direito d acesso a caixa de transmisso
principal e ao sistema de transmisso. Acesso adicional aos controles e
outros componentes para manuteno obtido por painis removveis e
carenagens.
Paredes de fogo de ao inoxidvel esto localizadas frente e acima do
compartimento do motor.
Ambas as portas so removveis. V na sesso 8 em procedimentos de
instalao e remoo

Reviso 5 Mar 2015 7-1


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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SISTEMAS DO ROTOR
O rotor principal tem duas ps feitas de metal, conectadas ao cubo por
dobradias de coneamento individuais. O cubo montado no mastro
com uma dobradia gangorra. As dobradias de coneamento e a
gangorra usam rolamentos autolubrificantes. Os batentes de limitao
para as ps do rotor principal (droopstops) so desenhados para produzir
uma restrio que limita a dobradia gangorra, impedindo um batimento
excessivo do rotor durante o corte ou acionamento. Os rolamentos de
mudana de passo para cada p esto embutidos num alojamento
interno no punho da p. O alojamento completado com leo e
hermeticamente selado com um guarda-p de elastmero. Cada p tem
um bordo de ataque feito de uma grossa longarina de ao inoxidvel, que
resistente corroso e eroso. Esses revestimentos so unidos a
longarina, aproximadamente a uma polegada do bordo de ataque. As
ps devem ser repintadas caso o desgaste da pintura exponha a linha de
juno da longarina com o revestimento da p. A juno pode ser
danificada caso a linha de juno seja exposta.
LONGARINA

COLMIA

LINHA DE JUNO DO REVESTIMENTO COM A LONGARINA

CONSTRUO DA P DO ROTOR PRINCIPAL

O rotor de cauda tem duas ps de metal e um cubo de batimento com


ngulo de cone fixo. Os rolamentos de mudana de passo tm
revestimento auto lubrificante. Os rolamentos da dobradia gangorra so
de elastmeros ou possuem um revestimento auto lubrificante. As ps do
rotor de cauda so construdas com um revestimento de alumnio e o
encaixe do punho de alumnio [Link] o acabamento de pintura
vai reduzir a corroso e eroso.

7-2
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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SISTEMA DE TRANSMISSO
Uma polia para correias em V parafusada diretamente no eixo de sada
do motor. As correias em V transmitem potncia para a polia superior
que tem uma embreagem do tipo roda livre dentro do seu cubo. O eixo
interno da embreagem transmite potncia frente para o rotor principal e
para trs para o rotor de cauda. Placas flexveis esto localizadas na
entrada da caixa de transmisso principal e em cada extremidade ao
longo do eixo do rotor de cauda.
A caixa de transmisso principal contm um estgio simples de
engrenagem helicoidal que lubrificada por salpico. Um duto de
refrigerao abaixo da caixa conectado ao topo do coletor de ar do
motor. A caixa de transmisso principal fixada na clula com quatro
bases de borracha.
O longo eixo do rotor de cauda no tem rolamentos de apoio, mas tem
um rolamento localizado na parte dianteira mdia do eixo com sistema
de amortecedor com pr-carga. A caixa de transmisso de cauda
tambm tem engrenagem helicoidal lubrificada por salpico. Os eixos de
entrada e sada da caixa de cauda so ambos feitos de ao inoxidvel
para impedir a corroso.

GRUPO MOTO- PROPULSOR


Um motor Lycoming com quatro cilindros, opostos horizontalmente,
vlvula na cabea, refrigerado a ar, carburado e com sistema de
lubrificao com crter mido, d potncia ao helicptero. O motor
equipado com um motor de arranque, alternador, ignio blindada, dois
magnetos, escapamento, radiador de leo e filtro de ar. Consulte Sees
1 e 2, para especificaes e limitaes do grupo moto-propulsor.
Uma ventoinha (FAN) para refrigerao com linha direta, colocado no
eixo de sada do motor fornece refrigerao para os cilindros e radiador
de leo atravs de uma defletora de fibra de vidro e alumnio.
O ar induzido entra atravs de uma abertura do lado direito da fuselagem
e passa por um duto flexvel para a caixa de ar do carburador. Uma
concha para captar ar quente leva o ar aquecido para a caixa de ar. Uma
vlvula corredia controlada pelo piloto permite a entrada tanto de ar frio,
quanto de ar aquecido para dentro da caixa, atravs de um filtro de ar at
o carburador.
O piloto deve consultar e seguir os procedimentos recomendados no
Manual do Operador do motor Lycoming para obter a mxima vida e
eficincia do motor.

Reviso 21 Fev 2014 7-3


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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

COMANDOS DE VOO
Os comandos duplos so equipamentos standard e todos os comandos
primrios so atuados atravs de tubos puxa-empurra e bellcranks
(alavancas em cotovelo). Os rolamentos usados no sistema de comando
so do tipo esferas seladas que no necessitam de lubrificao ou com
revestimento autolubrificante.
A operao dos controles de voo convencional. O centro do cclico
montado com punhos a direita e a esquerda de um tubo transversal que
gira fixado em um pivot central do cclico. Em aeronaves mais novas, o
ngulo do punho do piloto pode ser ajustada, por um mecnico, para a
frente em relao ao tubo transversal afim de alcanar uma posio mais
confortvel da mo. Essa posio mais avanada, fornece a pilotos
maiores mais folga no cclico para trs. Os pilotos devem sempre
verificar a capacidade de aplicar o movimento total livre antes do voo.
A operao do coletivo tambm convencional.A acelerao do motor
est correlacionada a ao do coletivo atravs de uma ligao mecnica
(haste na manete). Quando o coletivo levantado, a borboleta aberta e
o motor acelera, quando ele baixado, a borboleta fechada e o motor
desacelera.A haste da manete tambm incorpora um controle de
acelerao do punho do que est descrito na seo Controles do
Motor.

CUIDADO
Acima de 4.000 ps, a correlao da manete e
coletivo menos efetiva. Portanto, variaes de
potncia devem ser feitas devagar e suavemente.
CUIDADO
Em ajustes de alta potncia acima de 4.000 ps, a
manete est frequentemente toda aberta e a RPM
deve ser controlada pelo coletivo.

Reviso 21 Fev 2014 7-4


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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

COMANDOS DE VOO REMOVVEIS


Comandos de voo removveis so oferecidos como um opcional no R22.
Esses comandos podem ser removidos e reinstalados pelo pessoal de
manuteno qualificado ou piloto seguindo as seguintes instrues:

1. Para remover o punho do cclico, remova o pino de segurana


apertando o boto e puxando-o, da puxe o punho de comando
esquerdo para fora enquanto segura a barra [Link] reinstalar,
faa o procedimento reverso.

NOTA
Aeronaves mais novas tem uma ala serrilhada prxima ao pino
de segurana que pode ser apertada com a mo para eliminar a
folga. A ala deve ser solta (gire no sentido anti-horrio e
observando) para remover o pino.

CUIDADO
Depois de remover o punho do cclico, coloque a tampa plstica
de proteo na extremidade do tubo para evitar possveis
ferimentos para o passageiro do assento esquerdo.

2. Para remover o coletivo, empurre o guarda-p para trs para que


possa ser possvel a retirada do pino de segurana e puxe o coletivo
para fora. Para reinstalar, certifique-se de que as placas esto viradas
para cima, da faa o procedimento reverso.

CUIDADO
Quando o coletivo estiver instalado, assegure-se de que ambas
as travas ou pinos estejam completamente travados nos furos
laterais do comando.

3. Para remover os pedais do rotor de cauda, pressione os pinos


enquanto gira o pedal no sentido anti-horrio, da puxe-o para cima.
Use o procedimento inverso para instalar os pedais.

Reviso 21 Fev 2014 7-5


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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

GOVERNADOR DE RPM
O governador sente as mudanas de RPM do motor, e aplica uma fora
corretiva na manete atravs de uma embreagem de frico que pode ser
facilmente sobreposta pelo piloto. O governador s efetivo acima de
80% de RPM do motor e pode ser ligado e desligado pelo piloto, atravs
de um interruptor na extremidade do coletivo do assento direito.

O governador desenvolvido para ajudar a controlar a RPM em


condies normais. Ele pode no evitar uma condio de excesso ou
falta de RPM gerada por manobras de voo agressivas.

CUIDADO
Quando se opera em altas altitudes densidade, a resposta do
governador pode ser muito lenta para impedir um excesso de
rotao durante rajadas, movimentos do cclico para trs ou
quando se abaixar o coletivo.

7-6
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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

CONTROLE DE TRIM E FRICO


Molas de balanceamento (trim) so incorporadas aos controles do cclico
e ao coletivo. As molas superiores do coletivo equilibram as foras do
rotor permitindo que o piloto remova a sua mo esquerda do coletivo
durante a maioria dos regimes de voo. O cclico longitudinal tem uma
mola fixa que anula a maioria das foras longitudinais do cclico durante
o voo de cruzeiro.

O cclico lateral equipado com uma mola tipo liga-desliga para cancelar
as foras para a esquerda as quais ocorrem durante regime de alta
velocidade (teoria da dissimetria de sustentao). O dispositivo
acionado por um comando puxa-empurra localizado logo frente do
cclico. Para N/S 550 e subsequentes, o ajuste fino do compensador
controlado pelo comando localizado no lado esquerdo do console.

CUIDADO
Se o controle da mistura for puxado inadvertidamente em
voo, isto ir resultar em uma parada do motor. Para evitar
que se puxe o controle errado, sempre o alcance o trim pelo
lado esquerdo da barra central do cclico.

Os controles do cclico e coletivo so equipados com dispositivos de


frico ajustveis. Uma alavanca articulada est localizada perto da
extremidade traseira do coletivo do piloto. Ela acionada para trs para
aumentar a frico e para frente para diminu-la.

O comando de frico do cclico est localizado esquerda da barra


central. Girando o comando no sentido horrio aplica-se tanto a frico
lateral quanto a frico longitudinal do cclico. A frico do cclico
normalmente aplicada somente no solo.

Os pedais acionam controles de puxa-empurra conectados diretamente a


mudana de passo do rotor de cauda e no incorporam nenhum
dispositivo de trim ou frico.

CUIDADO
Os controles de frico tm que ser usados com cuidado se
aplicados durante o voo para se evitar inadvertido
travamento dos comandos.

Reviso 21 Fev 2014 7-7


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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

CONTROLES DO MOTOR
Um controle de manete do tipo giratrio est localizado em cada coletivo.
Eles so interconectados e acionam uma vlvula tipo borboleta no
carburador atravs de uma articulao mecnica. A acelerao do motor
tambm est correlacionada com a atuao do coletivo atravs de um
articulao mecnica. Quando o coletivo levantado, o acelerador se
abre e quando ele baixado, o acelerador se fecha.
O sistema eletrnico do governador do motor faz pequenos ajustes na
acelerao girando a manete para manter a RPM dentro dos limites. A
atuao manual da manete normalmente no necessria, exceto
durante o acionamento, corte, prtica de autorrotao e emergncias.

Um batente de mola (overtravel spring) localizada na articulao do


acelerador (manete) permite ao piloto fechar o acelerador alm da
marcha lenta antes do contato com o solo em uma autorrotao com
motor. Isso evita a correlao da manete de aumentar a RPM do motor
quando o coletivo for levantado durante o toque.
Um ajuste correto da articulao do acelerador pode ser verificado
durante o pr voo girando a manete para a posio alm do batente e
segurando contra a atuao da mola. A haste da manete deve somente
se mover ligeiramente quando o coletivo for levantado para a posio
todo para cima.
Outros controles do motor incluem um controle da mistura localizado
frente e a direita da barra central do cclico e um controle de
aquecimento do carburador localizado a direita e atrs do cclico. R22
com motores O-360 so equipados com um assistente de aquecimento
do carburador que descrito na seo 4.
CUIDADO
Empobrecer a mistura em voo no recomendado. Se a
mistura for empobrecida no solo em altas altitudes, certifique-
se de que ela foi empurrada de volta antes de iniciar a
descida para altitudes mais baixas. Caso o contrrio, o motor
pode se apagar.

NOTA
Em algumas aeronaves, o controle da mistura est localizado
no console central. A guarda da mistura no usada com
este controle de mistura.

Reviso 21 Fev 2014 7-8


ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SISTEMA DE ACIONAMENTO DO CLUTCH


Aps a partida do motor, ele acoplado ao sistema de transmisso do
rotor pelo levantamento da polia superior e tensionando as correias em
V. Um acionador eltrico localizado entre as duas polias, ele levanta a
polia superior quando o piloto liga o switch da clutch na posio engage
no console. Um dispositivo no acionador sente a carga comprimida
(tenso da correia) e o desliga quando as correias em V esto
tensionadas na medida preestabelecida. A luz de aviso da clutch se
acende quando o acionador est operando, tanto engrazando,
desengrazando ou retensionando as correias. A luz no se apaga at
que as correias estejam tensionadas ou completamente desengrazadas.
Um fusvel localizado prximo ou no painel de teste das luzes de aviso
evita que a sobrecarga no motor do atuados desconecte o disjuntor
apagando a luz de aviso prematuramente.

CUIDADO
Nunca decole enquanto a luz de aviso da clutch estiver
acesa.

7-9
ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SISTEMA DE COMBUSTVEL
O sistema de combustvel pela fora da gravidade (sem bombas de
combustvel) e inclui um tanque principal de combustvel, um tanque auxiliar
opcional, uma vlvula de controle de corte de combustvel na cabine atrs do
assento esquerdo e um filtro de combustvel (Gascolator). Os tanques de
combustvel das aeronaves mais modernas tem membranas flexveis em
caixas alumnio enquanto aeronaves mais antigas utilizavam tanques feitos
apenas em alumnio. O respiro de ar do tanque est localizado dentro da
carenagem do mastro acima do tanque de combustvel.
Drenos com vlvula tipo pisto esto localizados no filtro alm de um em
cada tanque. O dreno do filtro localizado no prprio filtro na parte inferior
esquerda da parede de fogo. As vlvulas de dreno do tanque auxiliar e do
tanque principal (tipo membrana) esto localizadas dentro da janela de
inspeo abaixo do tanque auxiliar. Tubos plsticos conectados s vlvulas
de dreno permitem que o combustvel seja drenado para fora. Amostras de
combustvel so retiradas empurrando-se a (s) vlvula (s). Para os tanques
principais todo em alumnio, o dreno localizado do lado esquerdo da
fuselagem, e aberto quando se empurra o tubo de plstico. Amostras de
combustvel devem ser drenadas dos trs drenos antes do primeiro voo do
dia e depois do reabastecimento para verificar se no h contaminao e
tambm o grau correto.
Os medidores de combustvel so operados eletricamente por medidores do
tipo flutuador. Quando o medidor indicar E, significa que os tanques esto
vazios, exceto pela pequena quantidade de combustvel no utilizvel. A luz
de ateno de baixo combustvel acionada por um circuito eltrico
separado localizado no fundo do tanque principal.
O tanque auxiliar interconectado com o tanque principal e est localizado
um pouco acima, assim quando este estiver vazio ainda ter combustvel no
tanque principal. Uma vlvula de corte de combustvel controla o fluxo de
ambos os tanques para o motor.

7-10
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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SISTEMA ELTRICO
O sistema eltrico de 14 volts e corrente contnua inclui, por padro, um
alternador e uma bateria de chumbo-cido. A bateria pode estar
localizada tanto no compartimento do lado esquerdo do motor, como
abaixo no painel de instrumentos.
O painel de disjuntores est localizado na elevao logo frente do
assento esquerdo. Os disjuntores so marcados para indicar suas
funes e amperagens, e so do tipo que se empurra para se rearmar.
O switch da bateria controla o rel da bateria que desconecta a bateria
do sistema eltrico. Um fio protegido por um fusvel perto da bateria
ignora o rel da bateria para permitir que ambos os tacmetros e o
relgio continuem a receber energia da bateria mesmo com o switch na
posio off (sistema by-pass).

O rel de excesso de voltagem protege o equipamento eletrnico de uma


momentnea condio de excesso de voltagem ou uma falha do
regulador. Se o ampermetro indicar uma descarga durante voo normal,
desligue todos os equipamentos eltricos no necessrios, desligue o
switch ALT e religue-o aps um segundo para rearmar o rel de excesso
de voltagem. Se a luz ALT permanecer acesa ou o ampermetro ainda
indicar uma descarga, pouse assim que praticvel.
CUIDADO
Continuar o voo com o alternador em mau funcionamento
pode resultar na falta de energia para os tacmetros
eletrnicos, produzindo uma condio perigosa de voo.

NOTA
Exceto em procedimentos de emergncia, no opere o
alternador com o switch da bateria em off. A bateria ajuda a
proteger o sistema eltrico de picos de voltagem.

Aeronaves mais novas possuem um avionics switch mster que controla


a energia para barramento dos avinicos. Ele permite que todos os
avinicos sejam ligados e desligados por um nico switch.

Reviso 21 Fev 2014 7-11


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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SISTEMA ELTRICO (cont.)

MAGNETOS

SISTEMA ELTRICO
R22 STANDARD & HP

Reviso 21 Fev 2014 7-12


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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SISTEMA ELTRICO (cont.)

SISTEMA ELTRICO
APHA, BETA & BETA II ANTERIOR

Reviso 21 Fev 2014 7-13


ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SISTEMA ELTRICO (cont.)

SISTEMA ELTRICO
BETA II RECENTE

Reviso 21 Fev 2014 7-14


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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SISTEMA ELTRICO (cont.)

INDICADOR DA TEMPERATURA DO LEO


ATUADORDA TENSO DA CORREIA INDICADOR DA PRESSO DO LEO
REL DO MOTOR DE ARRANQUE INDICADORES DE QUANTIDADE DE
COMBUSTVEL
INDICADOR DA TEMP. DO AR EXTERNO
INDICADOR DA TEMP. DO AR DO
CARBURADOR
CONTROLE DO ALTERNADOR LUZ DE MAPA
LUZ DA TEMP. DA CAIXA DE TRANSMISSO
DO ROTOR PRINCIPAL
INDICADOR DA TEMP. DA CABEA DO
LUZ E BUZINA DE BAIXA RPM CILINDRO**
BLOQUEADOR DO MOTOR DE LUZ DE BAIXO COMBUSTVEL
ARRANQUE (AERONAVES RECENTES) LUZES DE LIMALHA DA CX. DE
TRANSMISSO
LUZ DE BAIXA PRESSO DE LEO
LUZ DE BAIXA VOLTAGEM
GOVERNADOR LUZ DE MONXIDO DE CARBONO

TACMETRO DO ROTOR
DISPONVEL PARA
EQUIPAMENTO OPCIONAL

TACMETRO DO MOTOR

FARIS DE POUSO
DISPONVEL PARA
EQUIPAMENTO OPCIONAL
LUZES DE POSIO E
INSTRUMENTOS

LUZES ANTICOLISO

AQUECIMENTO (OPCIONAL)

COMUNICAES OU
NAV/COM

**FICA NO DISJUNTOR GAGESNAS


AERONAVES ANTERIORES AO S/N 656

PAINEL DE DISJUNTORES TRADICIONAL (AERONAVES


ANTERIORES)
(A exata configurao pode variar de acordo com os equipamentos opcionais e a
data de produo do helicptero)

7-15
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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SISTEMA ELTRICO (cont.)

PAINEL DE DISJUNTORES TRADICIONAL (AERONAVES


RECENTES)

Reviso 21 Fev 2014 7-16


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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SISTEMA DE ILUMINAO
Uma luz vermelha anticoliso est instalada no cone de cauda e
controlada pelo strobe [Link] luzes de posio esto instaladas em
cada lado da cabine e na cauda. Luzes internas (aeronaves recentes) ou
uma luz no topo dos visores( aeronaves anteriores) iluminam os
instrumentos. A iluminao dos instrumentos ligada quando se liga as
luzes de navegao atravs da nav lights swicht e pode ser esmaecido
pelo boto que fica acima da nav lights [Link] luz de mapa, no teto,
est montada em um suporte giratrio e controlado por um boto
adjacente. A luz de mapa pode ser usada como iluminao de
emergncia no caso de falha das luzes do painel.

Dois faris de pouso esto instalados no nariz em ngulos verticais


diferentes para aumentar a rea iluminada. O landing light switch
controla ambos os faris e est localizado na barra central do cclico.

NOTA
O farol de pouso funciona somente quando o CLUTCH
SWICHT estiver na posio engrazado.

PAINEL DE INSTRUMENTOS
Os instrumentos de voo standard incluem um indicador de velocidade,
tacmetros duplos do motor e rotor, altmetro, indicador de presso de
admisso e bssola magntica. O grupo de instrumentos do motor inclui
um ampermetro, presso do leo, temperatura do leo, temperatura da
cabea do cilindro e quantidade de combustvel do tanque principal e
auxiliar (se instalado). Tambm esto inclusos:um relgio, indicador de
temperatura do carburador e um indicador digital da temperatura do ar
externo. Um hormetro acionado pela presso do leo do motor est
localizado frente do assento do piloto.
Visualizaes de painis de instrumentos normais esto nas prximas
pginas. Os pilotos devem se familiarizar com o layout do painel e cada
equipamento instalado para cada especfica aeronave que ele voa.

Reviso 21 Fev 2014 7-17


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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

1. INDICADOR DE VELOCIDADE VERTICAL 20. TEMP. AR CARB. OU RELGIO


2. INSTRUMENTO OPCIONAL 21. INSTRUMENTOS DO MOTOR
3. INDICADOR DE VELOCIDADE 22. DIMMER DAS LUZES DO PAINEL
4. TACMETRO DO ROTOR E MOTOR 23. LUZ FREIO ROTOR
5. ALTMETRO 24. SWITCH LUZES DE NAVEGAO
6. INSTRUMENTO OPCIONAL 25. SWITCH LUZ ESTROBO
7. PRESSO DE ADMISSO 26. SWITCH ATUADOR DO CLUTCH
8. LUZ DO ATUADOR DA CLUTCH 27. SWITCH ALTERNADOR
9. LUZ M.R. TEMP 28. SWITCH MASTER BATTERY
10. LUZ M.R. CHIP 29. SWITCH DA IGNIO
11. LUZ MONXIDO DE CARBONO 30. INTERCOM
12. LUZ STARTER ON 31. TEMP. DO AR EXTERNO
13. LUZ T.R. CHIP 32. AR DA CABINE
14. LUZ LOW FUEL 33. FRICO DO CCLICO
15. LUZ LOW RPM 34. TRIM DO CCLICO
16. LUZ BAIXA VOLT. DO ALTERNADOR 35. CONTROLE DA MISTURA
17. LUZ OIL PRESSURE 36. INTER. ELT (OPCIONAL)
18. LUZ GOVERNADOR DESLIGADO 37. AQUECIMENTO DO
19. [Link] CARB. OU RELGIO CARBURADOR

PAINEL DE INSTRUMENTOS TRADICIONAL


(AERONAVES ANTERIORES)
(A exata configurao pode variar com equipamentos opcionais e a
data de fabricao do helicptero.)

7-18
ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

1. TACMETRO DO ROTOR E MOTOR 22. LUZ DE PRESSO DO LEO


2. INDICADOR DE VELOCIDADE 23. LUZ DO FREIO ROTOR
3. HORIZONTE ARTIFICIAL 24. TEMP. AR CARBURADOR
4. ALTMETRO 25. RELGIO
5. PRESSO DE ADMISSO 26. INSTRUMENTOS DO MOTOR
6. COORDENADOR DE CURVA 27. DIMMER DAS LUZES DO PAINEL
7. HSI 28. SWITCH LUZES DE NAVEGAO
8. INDICADOR DE VELOCIDADE VERTICAL 29. SWITCH LUZ ESTROBO
9. INSTRUMENTO OPCIONAL 30. SWITCH ATUADOR DO CLUTCH
10. INSTRUMENTO OPCIONAL 31. SWITCH ALTERNADOR
11. LUZ M.R. TEMP 32. SWITCH MASTER BATTERY
12. LUZES MARKERBEACON 33. SWITCH DA IGNIO
13. LUZ T.R. CHIP 34. INTERCOM
14. LUZ M.R CHIP 35. TEMPERATURA DO AR EXTERNO
15. LUZ STARTER-ON 36. AR DA CABINE
16. LUZ LOW RPM 37. FRICO DO CCLICO
17. LUZ LOWFUEL 38. TRIM DO CCLICO
18. MONXIDO DE CARBONO 39. CONTROLE DA MISTURA
19. LUZ DO ATUADOR DA CLUTCH 40. SWITCH ELT (OPCIONAL)
20. LUZ GOVERNADOR DESLIGADO 41. CONTROLE HSI SLAVE
21. LUZ BAIXA VOLT. DO ALTERNADOR 42. AQUECIMENTO DO CARBURADOR

PAINEL DE INSTRUMENTOS OPCIONAL


(AERONAVES RECENTES)
(A exata configurao pode variar com equipamentos opcionais e a data de
fabricao do helicptero) 7-19
ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

PAINEL DE INSTRUMENTOS TRADICIONAL


(AERONAVES RECENTES)
(A exata configurao pode variar com equipamentos opcionais e a data
de fabricao do helicptero)

7-20
ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SISTEMA DE UDIO
Um sistema de intercomunicao acionados pela voz instalado de
srie, ele controlado por um pequeno painel acima da coluna de
avinicos. O boto ICS VOLUME controla o volume de
intercomunicao, porm no afeta o volume do rdio. O boto VOX
SQUELCH usado para regular a intensidade da voz necessria para
ativar a intercomunicao. Quando o boto virado totalmente no
sentido anti-horrio para a posio LIVE, a intercomunicao est
constantemente aberta. Quando o boto est virado totalmente no
sentido horrio, se faz necessrio apertar um dos botes para ativar a
intercomunicao. Sistemas mais recentes incluem uma entrada para
para msica no painel de circuit brakers. Essa entrada fica muda quando
a intercomunicao est ativa, transmitindo ou durante a recepo de
sinais. Entradas de fones de ouvido (Headsets) esto localizadas no teto
perto de cada [Link] sistemas posteriores tambm podem ser
equipados com um interruptor do tipo gatilho para
intercomunicao/transmisso nos punhos dos cclicos. O primeiro
degrau do gatilho ativa a intercomunicao e o segundo [Link]
boto adicional de intercomunicao acionado pelo p est localizado na
parte frontal esquerda do assoalho.
Os primeiros R22 so equipados com um sistema de intercomunicao
que operam tanto no modo aperte-para-falar (push-to-talk- PTT) quanto
no modo hot mic. Um interruptor localizado no lado esquerdo da base da
haste do cclico usado para se mudar os modos. No modo PTT, o
intercomunicador ativado usando-se os botes INTCM, localizados nos
punhos dos cclicos.. O piloto e co-piloto podem transmitir apertando os
botes XMIT localizados nos punhos dos cclicos.
Painis de controle de udio de diversos fabricantes so oferecidos
como opo no lugar do sistema de intercomunicao padro. Pilotos
devem consultar o manual de instrues do fabricante, caso um desses
painis estejam instalados.

AVINICOS OPCIONAL
Uma ampla gama de avinicos opcionais esto disponveis para o
R22. No prtico para fornecer uma descrio do todos os
equipamentos neste manual. Todas as aeronaves so entregues com
manuais de operao dos fabricantes para cada pea de equipamento
instalado. Os pilotos so indicados para o manuais dos fabricantes para
instrues detalhadas. Uma boa prtica didtica se familiarizar com
equipamento instalado antes de operar uma aeronave.

Reviso 21 Fev 2014 7-21


ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

SISTEMA PITOT-ESTTICO
O sistema pitot-esttico fornece presso de ar para operar o indicador de
velocidade e altmetro. O tubo de pitot est localizado na parte dianteira
da carenagem do mastro acima da cabine. A tomada esttica est
localizada dentro do compartimento de transmisso prximo a dobradia
da janela.
gua pode ser drenada das linhas pitot-esttico removendo-se o plug-
dreno de plstico que alcanado atravs do painel de inspeo
removvel dentro da cabine. Drenar estas linhas s deve ser necessrio
se o sistema de velocidade ou altmetro parecerem estar errados.

A abertura de ambos, pitot e tomada esttica, devem ser inspecionadas


frequentemente para evitar obstrues.

TACMETROS DUPLOS
Um tacmetro eletrnico duplo de motor e rotor equipamento padro. O
sensor para o tacmetro do motor provm do platinado do magneto. O
sensor para o tacmetro do rotor um dispositivo eletrnico que sente a
passagem de dois ims presos a placa flexvel da caixa de transmisso
principal. Os sinais desse sensor so condicionados a circuitos de
estado slido dentro do tacmetro. Cada tacmetro tem um disjuntor
separado que completamente independente do outro. Eles podem
receber potncia tanto do alternador quanto da bateria mesmo se os
switches MASTER BATTERY e ALT estiverem desligados. S se o
switch CLUTCH tambm for colocado na posio desengrazado a
potncia do tacmetro vai ser interrompida, desta forma, o CLUTCH
NUNCA deve ser desligado em voo.

7-22
ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

LUZES DE AVISO E ADVERTNCIA


As luzes de aviso e advertncia no painel de instrumentos incluem
clutch, superaquecimento da caixa de transmisso principal, luz do
detector de limalha da caixa de transmisso principal e de cauda, starter
on (aeronaves recentes), baixo combustvel, baixa RPM, alternador,
baixa presso de leo, freio do rotor, monxido de carbono ( aeronaves
com aquecimento instalado) e full throtle (aeronaves recentes).A luz e a
buzina de aviso de baixa RPM indicam RPM em 97% ou abaixo. As luzes
de aviso de presso de leo e baixo combustvel so acionadas por
sensores em cada sistema e so independentes dos indicadores. A luz
de aviso ALT (alternador) avisa sobre possvel falha do alternador. A luz
de governador off indica que o switch do governador est desligado.
Os detectores de limalha da caixa de transmisso principal e de cauda
so dispositivos imantados localizados nos plugs do dreno de cada caixa
de transmisso. Quando as partculas metlicas so atradas pelos ims
elas fecham um circuito eltrico acendendo a luz de aviso. Partculas de
metal podem ser causadas por um defeito no rolamento ou engrenagem,
deste modo dando ao piloto aviso de iminncia falha na caixa de
transmisso. A luz de aviso de superaquecimento da caixa de
transmisso principal acionada por um switch de temperatura
localizado na caixa perto do rolamento de pinho.
A luz de aviso de monxido de carbono, se instalada, ativada por um
sensor acima da sada de aquecimento de ar do piloto, e indica nveis
elevados de monxido de carbono.
A luz plena acelerao ativado por um interruptor na manete e indica
que o motor est perto da acelerao total (full throtle).

Reviso 21 Fev 2014 7-23


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MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

AQUECIMENTO DA CABINE E VENTILAO


Entradas de ar so localizadas em cada porta e no nariz do helicptero,
As entradas de ar das portas so abertas e fechadas usando o pivot
central do sistema articulado do brao duplo. Empurrando o pivot ir
selar e travar a entrada de ar na posio fechada. Para mxima
ventilao, abra as entradas de ar o mximo possvel durante o voo
pairado, mas somente 2.5 cm ou menos durante o cruzeiro. Em alguns
modelos, uma apara serve para manter as entradas parcialmente
abertas.
A entrada de ar do nariz aberta puxando-se o comando VENT na face
do console. O ar que entra pelo nariz pode ser usado para desembaar
o para-brisa em voo frente.
Um aquecimento da cabine disponvel como opcional. Ele consiste de
uma ventoinha eltrica que fica no lado esquerdo do compartimento do
motor, um coletor de ar acima do escapamento, uma vlvula de controle
na parede de fogo dentro do compartimento de bagagem do piloto, uma
grade de sada de ar frente do assento do piloto e dutos de
interconexo entre os componentes. O switch de liga-desliga do
ventilador e o controle puxa-empurra do aquecimento esto localizados
na salincia logo frente do assento do piloto. O switch liga a ventoinha
e o controle de aquecimento aciona a vlvula que direciona o
aquecimento tanto para dentro da cabine quanto para fora atravs de
uma descarga que sai pela parte inferior externa da cabine.
NOTA:
Para aumentar a vida do escapamento, remova o
aquecimento no comeo da primavera e reinstale-o no final
do outono.
CUIDADO
Quando no estiver em uso ou em caso de fogo no motor, o
controle de aquecimento deve estar na posio de fechado
para vedar a rea da cabine do compartimento do motor.

7-24
ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

ASSENTOS, CINTOS E BAGAGEIRO


Um espao para bagagem localizado embaixo de cada assento. O
assento se dobra para frente para dar acesso ao bagageiro. Cada
assento equipado com um cinto de segurana combinado e uma tira
no ombro com carretel de inrcia. Deslize a fivela do cinto at que ele
possa ficar confortavelmente afivelado, da puxe para cima a tira do
ombro para tirar o excesso de folga no cinto de segurana. O carretel
de inrcia normalmente travado se houver um movimento repentino
como iria ocorrer em um acidente.
Os assentos no so ajustveis e cada helicptero equipado com
um encosto extra que pode ser colocado atrs das costas do piloto
para posicion-lo para frente. Isto permite que a maioria dos pilotos
baixos possa alcanar os pedais, o cclico na posio mais para frente
e os vrios comandos e switches no centro do console.

TREM DE POUSO
O trem de pouso usado do tipo esqui que se cede e absorve um pouso
forado. A maioria dos pousos bruscos absorvido pelo trem de pouso
elasticamente. Entretanto, em um pouso extremamente brusco, a
estrutura ir dobrar para cima e para fora, pois o centro do crosstube
absorve o impacto. Uma envergadura muito leve do crosstube
aceitvel. Entretanto, se houver uma envergadura severa o bastante que
permita que o protetor da cauda fique a uma distncia de 86 cm do solo
quando o helicptero estiver pousado em um piso nivelado, o crosstube
deve ser trocado.
Sapatas de ao endurecido so localizadas em trs pontos diferentes em
cada esqui. Essas sapatas devem ser inspecionadas frequentemente,
principalmente, se forem feitas autorrotaes com contato no solo.
Sempre que a espessura da sapata for inferior a 0.15 cm, a sapata deve
ser trocada.

Reviso 21 Fev 2014 7-25


ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

FREIO DO ROTOR
Quando instalado, o freio do rotor montado na extremidade traseira da
caixa de transmisso principal e acionado por um cabo conectado a uma
ala localizada acima e atrs do ombro esquerdo do piloto. Para parar o
rotor, siga o seguinte procedimento:
1. Depois de puxar a mistura, espere pelo menos 30 segundos.
2. Puxe a ala do freio para frente e para baixo, usando fora
moderada (4,5 kg 10 lbs).
3. Depois que o rotor parar, solte a ala, ou se desejar us-lo como
freio de estacionamento, enganche algum elo da corrente dentro
da abertura do suporte.
O freio deve ser solto antes de acionar o motor. Quando o freio est
acionado, um sensor desconecta o motor de arranque impedindo que o
motor seja acionado.
CUIDADO
Usar o freio do rotor sem aguardar pelo menos 30 segundos
da parada do motor ou usar uma fora que pare o rotor em
menos de 20 segundos, pode danificar permanentemente as
sapatas de freio.

SISTEMA DE PRIMER DO MOTOR (OPCIONAL)


Quando instalado, a bomba do primer est localizada em frente ao
assento direito perto do hormetro. O primer usado para melhorar a
partida do motor no frio. O primer dado como se segue:
1. Destrave a bomba girando a ala no sentido horrio at que o pino
destrave e a ala salte para cima.
[Link] a ala como necessrio (normalmente duas ou trs vezes).
3. Trave a ala depois de dar o primer, alinhando o pino da trava e a
ranhura, empurre a ala para baixo e gire-a aproximadamente 180.

7-26
ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

DETECTOR DE MONXIDO DE CARBONO


O detector de monxido de carbono (CO), se instalado, indica elevados
nveis de CO na cabine. CO um gs txico e inodoro presente nos
gases de escapamento do motor e que causa dores de cabea,
sonolncia e possvel falta de conscincia. O nvel de CO pode se tornar
elevado devido a um vazamento no escapamento ou uma possvel
recirculao dos gases do escapamento durante o voo pairado
prolongado.
O sistema de deteco de CO consiste em um sensor localizado acima
da sada de ar quente do piloto e uma luz de aviso. O cheque do sistema
(a luz pisca duas vezes) feito toda vez que se aciona o interruptor
MASTER BATT. Um mau funcionamento do sensor indicado por
piscadas de luz a cada quatro segundos.
Se a luz de aviso se acender, abra a ventilao do nariz e das portas, e
feche o aquecimento conforme necessrio para ventilar a cabine. Se
estiver no pairado, pouse ou inicie voo frente. Se sintomas de
intoxicao por CO (dor de cabea, sonolncia, tontura) acompanhados
da luz de aviso, pouse imediatamente. Inspecione o sistema de
escapamento antes do prximo voo.
Muitos produtos qumicos podem danificar o sensor de CO. Evite o uso
de solventes, detergentes ou aerosol prximo do sensor. Tampe as
aberturas no topo e embaixo do compartimento do sensor quando for
limpar o interior da cabine.

7-27
ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

TRANSMISSOR DE LOCALIZAO DE EMERGNCIA (ELT)


A instalao do transmissor de localizao de emergncia (ELT) consiste
em um transmissor com um compartimento interno de bateria, uma
antena externa, e um interruptor/indicador de acionamento distncia. O
transmissor montado na estrutura de ao tubular superior e acessvel
atravs da janela de inspeo traseira. O interruptor/indicador de
acionamento distncia est localizado no lado esquerdo da haste do
cclico.

O ELT acionado ligando-se o interruptor no prprio transmissor e pelo


interruptor de acionamento distncia. O interruptor do transmissor deve
ser colocado na posio AUTO durante a instalao e deve sempre
permanecer nesta posio para voo. O interruptor/indicador de
acionamento a distncia dotado de trs posies com uma luz de
indicao interna. Esse interruptor deve estar tambm na posio AUTO
(meio) para se voar. Com os dois interruptores na posio AUTO, o ELT
ir transmitir nas frequncias internacionais de emergncia 121.5 e 243.0
MHz, quando sujeitado a um alto fator de carga G. Quando a unidade
est transmitindo, o indicador luminoso vermelho no interruptor remoto
ir se acender.

Mover o interruptor para a posio ON ativar o transmissor para teste


ou situaes de emergncia. Use a posio ON se um pouso em
emergncia for iminente e se o tempo permitir.

Se o ELT for acionado inadvertidamente use a posio RESET no


interruptor para parar a transmisso e rearmar a unidade. A luz vermelha
se apaga quando a unidade for rearmada.

NOTA
Aeronaves mais antigas podem ter a instalao ELT sem o
interruptor de acionamento a distncia.

Para instrues mais detalhadas sobre o funcionamento do ELT,


manuteno e testes necessrios, pesquise no manual de instrues do
fabricante fornecido com a unidade.

7-28
ROBINSON SEO 7
MODELO R22 DESCRIO DOS SISTEMAS

TRANSMISSOR DE LOCALIZAO
Preparao para montagem itens pequenos e portteis so uma opo.
Essas preparaes uso barras de suporte localizados frente do
assento do piloto, do co-piloto, ou ambos. As barras esto equipados
com um ou mais conjuntos de presilhas que so compatveis com uma
variedade de suportes dos acessrios disponveis comercialmente. H
um limite de peso total 10 lb (4,5kg) para itens ligados a cada barra.
Tomadas de energia tipo USB e acendedor de cigarros so instalados
perto da extremidade interna das barras de suporte. As tomadas de
energia so protegidos pelo disjuntor Aux Power and in-line fusveis e
so sinalizados com tenso / classificaes atuais. Grampo de fio e um
bolso para garantir o excesso de fio tambm so fornecidos.
Os suportes dos acessrios so destinados a fornecer um meio seguro
de montagem de pequenos itens, tais como dispositivos eletrnicos
portteis. A barra de suporte, braadeira de montagem e tomadas de
energia so aprovados como parte do projeto do tipo de aeronave, mas
quaisquer itens em anexo so da responsabilidade do piloto em
comando, sob as regras de funcionamento adequadas. Certifique-se de
que quaisquer itens anexados so seguros e no interferem nos
controles de vo ou campo primrio de viso. Passe todos os fios
atravs dos grampos ou fixe-os na barra com abraadeiras ou fita.

Reviso 5 Mar 2015 7-29


INTENCIONALMENTE EM BRANCO
SEO 8
MANUSEIO E MANUTENO
Geral .................................................................................................... 8-1
Documentos Exigidos .......................................................................... 8-1
Inspees Exigidas .............................................................................. 8-2
Manuteno Preventiva Feita pelo Piloto ............................................ 8-3
Alteraes na Aeronave ...................................................................... 8-4
Manuseio no Solo ................................................................................ 8-5
Estacionamento ................................................................................... 8-6
Portas de Cabine .................................................................................8-6
leo do Motor ...................................................................................... 8-7
leo da Caixa de Transmisso do Rotor de Cauda ............................ 8-8
Combustvel ......................................................................................... 8-8
Bateria ................................................................................................. 8-9
Limpeza do Helicptero ..................................................................... 8-10

Reviso 5 Mar 2015 8-i


INTENCIONALMENTE EM BRANCO
ROBINSON SEO 8
MODELO R22 MANUSEIO E MANUTENO

SEO 8
MANUSEIO E MANUTENO
GERAL
Esta seo resume os procedimentos necessrios para manejo, conserto
e manuteno do R22. Todo proprietrio deve manter contato com seu
revendedor Robinson para obter as ltimas informaes disponveis que
dizem respeito ao R22. O proprietrio deve tambm ser registrado na
fbrica para que ele receba os boletins de servio, mudanas no seu
manual e outras informaes teis.
A Federal Aviation Regulations (FAR) responsabiliza o proprietrio e
operador pela manuteno do helicptero. O proprietrio tem que se
certificar que todas as manutenes foram feitas por um mecnico
qualificado e de acordo com todos os requerimentos de
aeronavegabilidade estabelecidos..
Todas as exigncias de limites, procedimentos, prticas seguras, limites
de tempo, conserto e manuteno contidas neste manual so
consideradas mandatrias.
Revendedores autorizados Robinson tero as modificaes
recomendadas, procedimentos de conserto e operao publicados tanto
pelo FAA quanto pela Robinson Helicopter Company. Essas informaes
vo ser teis na obteno da mxima utilidade e segurana do R22.

DOCUMENTOS EXIGIDOS
Por parte da aeronave, devem-se ter os seguintes documentos, a
bordo, durante o voo:
FIAM Ficha de inspeo anual de manuteno.
CA Certificado de Aeronavegabilidade.
CM Certificado de Matricula
FISTEL Ficha de comprovao de pagamento da Licena de
Estao
Licena de Estao Documento comprovando que aquela
aeronave possui autorizao pela ANATEL a ter uma estao
mvel (rdio)
NSMA 3.13 Protocolos de Investigao de Ocorrncias
Aeronuticas da Aviao Civil Conduzidas pelo Estado Brasileiro

8-1
ROBINSON SEO 8
MODELO R22 MANUSEIO E MANUTENO

DOCUMENTOS EXIGIDOS (cont.)


Manual de voo Devendo ser sempre o original, vem
acompanhado da aeronave e deve ser sempre atualizado
Check List Procedimento completo descrevendo do acionamento
ao corte da aeronave (Deve sempre ser seguido a risca pelo
Piloto)
Seguro RETA Seguro obrigatrio a toda aeronave voando em
territrio nacional e com matrcula Brasileira.
Ficha de Pesagem Relatrio de peso e balanceamento.

Por Parte dos tripulantes (Instrutores e Alunos):


CHT Certificado de Habilitao Tcnica para aquela aeronave
(somente nos casos de PPH, PCH, INVH, PLAH)
CMA Certificado Mdico Aeronutico (Obrigatrio a todos que se
destinem ao vo ou a instruo)
Documento de Identidade e Extrato da tela do CMA Nos casos
de Pilotos Alunos que no possuem ainda um CHT
INSPEES EXIGIDAS
A Federal Aviation Regulations exige que toda aeronave civil seja submetida
a uma inspeo completa (anual) a cada doze meses. Essa inspeo anual
tem que ser assinada por um mecnico autorizado ou um representante.
Essa inspeo necessria quer seja o helicptero usado comercialmente
ou s para lazer.
Em adio a inspeo anual, o Manual de Manuteno do R22 exige uma
inspeo completa depois de 100 horas de operao.O projeto do R22 inclui
muitos aspectos nicos. Mesmo com a ajuda do manual de manuteno, um
mecnico de Clula e Motor no qualificado para fazer as inspees no
R22 sem um treinamento adicional.
Portanto, essas inspees devem somente ser feitas por pessoal qualificado
que tenha um curso de manuteno aprovado na fbrica.
A Federal Aviation Administration (FAA) ocasionalmente publica Diretrizes de
Aeronavegabilidade (ADs) que se aplicam a especficos grupos de
aeronaves.
Essas diretrizes so mudanas mandatrias ou inspees que tem que ser
cumpridas dentro do tempo limite especificado.
Quando uma AD publicada, ela mandada para o ltimo proprietrio
registrado da aeronave afetada e aos assinantes do servio.
O proprietrio deve periodicamente checar com seu revendedor Robinson
para se certificar de que a ltima AD publicada foi cumprida.

8-2
ROBINSON SEO 8
MODELO R22 MANUSEIO E MANUTENO

MANUTENO PREVENTIVA PELO PILOTO


A parte 43 da Federal Aviation Regulations (FAR) permite que pilotos
certificados, que possuam ou operem uma aeronave, de obter um
manual de manuteno para a aeronave e que faam certas
manutenes limitadas. Essas manutenes so definidas na
regulamentao acima, e, como elas se aplicam ao R22, geralmente
incluem o seguinte:
1. Substituir frenos ou contrapinos defeituosos.
2. Substituir lmpadas, refletores e lentes das luzes de navegao e
faris de pouso.
3. Substituir, limpar ou ajustar velas.
4. Substituir o filtro de ar do motor.
5. Limpar ou polir o exterior da aeronave.
6. Substituir as sapatas do trem de pouso.
7. Revisar ou substituir a bateria.
8. Trocar o leo e filtro de leo do motor.
9. Inspecionar os detectores de limalha e adicionar leo caixa de
transmisso principal do rotor de cauda
10. Remover o substituir qualquer janela ou painel de inspeo.
11. Remover ou substituir filtro de gasolina.

Embora os servios acima sejam permitidos por lei, eles devem somente
ser feitos pelo piloto quando ele for consciente que qualificado para
completar com segurana o servio necessrio. Qualquer servio feito
pelo piloto tem que ser feito de acordo com o manual de manuteno do
helicptero.
Depois de completar o servio, o piloto tem que relatar os seguintes itens
no dirio de bordo apropriado:
1. Data do servio feito e descrio do servio.
2. Total de horas da aeronave
3. Nmero do certificado do piloto.
4. Assinatura do piloto.

8-3
ROBINSON SEO 8
MODELO R22 MANUSEIO E MANUTENO

ALTERAES NA AERONAVE
O tamanho pequeno, compacto e muitos aspectos nicos do projeto do
R22 fazem com que qualquer modificao na aeronave no seja
aconselhvel. As caractersticas dinmicas e suscetibilidade de fadiga do
rotor do helicptero, transmisso e sistemas de controle fazem com que
qualquer modificao desses sistemas seja extremamente perigosa.

Tambm perigosa a instalao de qualquer equipamento eletrnico ou


avinico no aprovado e no fornecidos pela fbrica. O tamanho compacto
do console e dos tneis contendo todos os comandos e fios fazem com que
a instalao de fios adicionais possam interferir no livre movimento dos
controles. E mais importante, os tacmetros eletrnicos usados no R22 so
afetados por outros dispositivos eltricos. A confiabilidade e preciso
destes tacmetros so para uma operao segura do helicptero e a
instalao de um dispositivo eltrico, no testado e aprovado pela fbrica,
pode facilmente resultar em uma condio muito perigosa.

Por causa desse perigo potencial, a Robinson Helicopter Company no


aprova qualquer modificao ou alterao no R22 diferentes daquelas
que so fornecidas pela fbrica e instaladas pelo pessoal treinado na
mesma.

8-4
ROBINSON SEO 8
MODELO R22 MANUSEIO E MANUTENO

MANUSEIO NO SOLO
Para nivelar, iar, guinchar ou rebocar o helicptero, veja a sesso
apropriada do manual de manuteno.

O helicptero normalmente manobrado no solo usando-se as rodas de


manuseio. A presso recomendada dos pneus de 60psi (4 bar). As
rodas devem ser removidas antes do vo.

Instalao das rodas:


1. Segure a haste e roda com o eixo ressaltado na sua posio mais
baixa.
2. Encaixe o eixo dentro do suporte montado no esqui. Certifique-se
que o eixo est todo para dentro.
3. Puxe a haste acima do centro para levantar o helicptero e trave a
roda na posio.
4. Se o helicptero no estiver apoiado completamente nos esquis, o
eixo pode no ir todo para dentro. Neste caso, puxe a estrutura
traseira para abrir o trem de pouso o suficiente para que possa ser
possvel a instalao das rodas.

CUIDADO
Quando colocando e retirando as rodas de manuseio no solo,
a haste tem a tendncia de se soltar rapidamente.

Movendo o helicptero com as rodas de manuseio no solo:


Mova o helicptero segurando na caixa de transmisso do rotor de cauda
e atrs da seo do cone de cauda.
Se a ajuda adicional for necessria para mover o helicptero, uma
pessoa pode empurrar em um dos tubos verticais da estrutura de ao
localizada atrs do motor ou nariz.

CUIDADO
No mova o helicptero segurando pelo estabilizador vertical,
estabilizador horizontal, rotor de cauda ou controles do rotor
de cauda.

Reviso 5 Mar 2015 8-5


ROBINSON SEO 8
MODELO R22 MANUSEIO E MANUTENO

ESTACIONAMENTO E AMARRA
1. Coloque o cclico na posio neutra e aplique toda frico.
2. Coloque o coletivo todo para baixo e aplique toda frico.
3. Alinhe as ps do rotor aproximadamente para frente e para trs.
Aplique freio rotor. Use amarras nas ps em condies de vento.
CUIDADO
Se estiver usando amarras nas ps, nunca tencione demais
as amarras ( 5lb a tenso mxima). Nunca puxe as ps
para baixo. Para baixar uma p, levante a p oposta.
4. Em condies de tempestade o helicptero deve ser hangarado ou
retirado para uma rea segura.

5. Se o helicptero estiver hangarado, feche a vlvula de combustvel.

PORTAS DE CABINE

Ambas as portas pode ser removidas e instaladas por pessoas da


manuteno ou pelos pilotos. Para remover a porta, remova o contra
pino, depois abra a porta e a levante para que ela saia. Para instalar a
porta faa o processo de maneira inversa. Ajuste no peso e
balanceamento necessrio quando as portas so removidas ou
instaladas.

Reviso 5 Mar 2015 8-6


ROBINSON SEO 8
MODELO R22 MANUSEIO E MANUTENO

LEO DO MOTOR
A quantidade mxima de leo recomendada seis quartos e o mnimo
para decolagem quatro quartos, como indicado na vareta de leo. O
leo deve ser trocado depois de 25 horas e a cada50 horas
subsequentes. Trocar o leo ao menos a cada seis meses se o
helicptero tiver voando menos de 50 horas.

Tipo de leo aprovado durante o amaciamento:


Durante as primeiras 25 horas e na primeira troca de leo: leo mineral
Mil-L-6082. Continue a usar at que o consumo de leo esteja
estabilizado ou at que um total de 50 horas tenha sido acumulado.

Tipo de leo aprovado depois do amaciamento:

Tem que ser usado Mil22851 depois de 50 horas ou depois que o


consumo esteja estabilizado.

Capacidade do reservatrio de leo:

6 U.S. Quartos (5.7 litros)

VEJA O MANUAL DO OPERADOR AVCO LYCOMING O-320/ O-360


PARA MAIORES INFORMAES ADICIONAIS

8-7
ROBINSON SEO 8
MODELO R22 MANUSEIO E MANUTENO

LEO DA CAIXA DE TRANSMISSO DO ROTOR DE CAUDA


Se uma janela do nvel de leo no se completar com leo quando a cauda
do helicptero puxada toda para baixo, tem que se adicionar leo.
Para adicionar leo, complete os seguintes passos:
1. Corte o freno e remova o respiro localizado no topo da caixa de
transmisso.
2. Use apenas leo obtido na Robinson e identificado com part number
A257-2
3. Complete bem lentamente at que o leo seja visvel na janela. NO
coloque muito leo. (Normalmente necessria menos de uma colher
de ch).
4. Reinstale o respiro. Certifique-se de que a vedao est no lugar. O
torque usado de 100pol por lb.
5. Frene como antes. Certifique-se que o freno est aplicando tenso na
direo em que se aperta o respiro.

COMBUSTVEL
Uma pequena quantidade deve ser drenada do gascolator usando o
dreno rpido, e do tanque usando tubo estendido do dreno, antes do
primeiro voo de cada dia. O combustvel drenado deve ser checado
quanto a presena de contaminao de gua ou impurezas e cor
aprovada. Se for suspeita a contaminao do combustvel, remova e
drene o depsito do gascolator. Abra o dreno do lado esquerdo do
tanque de combustvel e esguiche o tanque com combustvel limpo.

8-8
ROBINSON SEO 8
MODELO R22 MANUSEIO E MANUTENO

MANUTENO DA BATERIA
Para acesso a bateria de 12 volts, remova os dois parafusos (um em
cada lado do console) e levante o painel de instrumento para cima e para
trs. Isso ir expor a caixa de bateria localizada no nariz do helicptero.
Cheque a bateria para prprio nvel de fluido, mas NO complete acima
das placas. Complete somente com gua, no cido. R22 mais recentes
tem a bateria no lado esquerdo do compartimento do motor.
CUIDADO
Baterias exalam um gs que inflamvel e explosivo.
Mantenha chamas ou fascas eltricas longe da bateria. No
fume perto da bateria. Baterias tambm contm cido que
pode causar ferimentos nas pessoas principalmente nos
olhos. Proteja seus olhos, face e outras reas expostas
quando trabalhando perto de uma bateria.

JUMPER PARA O ACIONAMENTO DO MOTOR


NO deve ser feita uma ligao em paralelo (chupeta) em uma bateria
morta (sem corrente). Uma bateria descarregada NO
AERONAVEGAVEL porque ela no ter a capacidade necessria de
reserva para operar o sistema eltrico caso o sistema geral falhe em voo.
Tambm, a carga rpida do alternador ir danificar a bateria e resultar
em uma falha prematura da bateria.
No entanto, se em uma emergncia tiver que ser feita uma ligao em
paralelo usando um cabo automotivo, conecte o terminal positivo da
bateria do carro ao rel do motor de arranque do helicptero (o rel est
localizado na parte inferior direita do compartimento do motor e o
terminal o que est conectado a bateria do helicptero). Usando outro
cabo, conecte o terminal negativo da bateria auxiliar ao motor do
helicptero ou a algum terra. Ligue o motor do carro e permita que ele
funcione em uma marcha lenta rpida. Espere alguns minutos e ento d
a partida no motor do helicptero. Desconecte os cabos na ordem
reversa que eles foram conectados.

8-9
ROBINSON SEO 8
MODELO R22 MANUSEIO E MANUTENO

LIMPEZA DO HELICPTERO

LIMPEZA DAS SUPERFCIES EXTERIORES


O helicptero deve ser lavado com um sabo suave e gua. Abrasivos
fortes, sabo ou detergente alcalino poderia fazer riscos nas superfcies
pintadas ou plsticas ou poderia causar corroso nos metais. Cubra as
reas onde as solues de limpeza possam causar danos. Use os
seguintes procedimentos:

1. Esguiche a sujeira solta com gua.


2. Aplique a soluo de limpeza com um pano macio, uma esponja ou
uma escova com cerdas macias.
3. Para remover leo ou graxa difceis de serem removidos, use um pano
umedecido em nafta.
4. Enxgue completamente todas as superfcies.
5. Qualquer cera automotiva pode ser usada para preservar as
superfcies pintadas. Panos de limpeza macios ou uma flanela podem
ser usados para evitar arranhes quando limpando ou polindo.

CUIDADO
Nunca use jato de gua de alta presso para limpar o
helicptero. Nunca sopre ar comprimido nos furos de dreno
das ps do rotor principal e de cauda.

LIMPEZA DO PARA-BRISA E JANELAS


1. Remova sujeira, barro e quaisquer outras partculas soltas das
superfcies exteriores com gua limpa.
2. Lave com sabo suave e gua morna ou com limpador de plstico.
Use um pano macio ou esponja em um movimento reto para frente e
para trs. No esfregue severamente.
3. Remova leo e graxa com um pano umedecido em querosene.

CUIDADO
No use gasolina, lcool, benzina, carbono tetraclorido,
thinner, acetona ou pulverizadores para limpeza das janelas.

8-10
ROBINSON SEO 5
MODELO R22 PERFORMANCE

LIMPEZA DO HELICPTERO (cont.)


LIMPEZA DO PARA-BRISA E JANELAS (cont.)
4. Depois de limpar as superfcies de plstico, aplique uma fina camada
de cera polidora. Esfregue suavemente com um pano macio. No faa
movimentos circulares.
5. Riscos podem ser removidos aplicando-se polidor de joias e em
seguida polindo a superfcie manualmente com cera normal para
plsticos . Faa movimento e forma de oito para polir.

LIMPEZA DA TAPEARIA E ASSENTOS


1. Aspire e escove, da limpe com um pano mido. Seque imediatamente.
2. Tapearia manchada pode ser limpa com um bom limpador de
tapearia adequado para o material. Cuidadosamente siga as
instrues do fabricante. Evite molhar ou esfregar severamente.
3. Couro deve ser limpo com sabo suave ou sabo em pedra moderado
e gua.

CUIDADO
Limpadores solventes necessitam de ventilao adequada.

LIMPEZA DOS CARPETES


Para limpar carpetes, primeiro remova a sujeira solta com uma
vassourinha ou aspirador de p. Para lugares sujos e manchados use
um limpador lquido no inflamvel.

8-11
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
SEO 9
Suplementos
GERAL
Essa seo contm informao na forma de suplementos, que so
necessrias para uma operao segura e eficiente do helicptero, quando
um ou mais dos sistemas ou equipamentos opcionais disponveis estiverem
instalados.
A informao contida nos suplementos aplica-se somente quando os
equipamentos em questo estiverem instalados.

CONTEDO
R22 Verso Police .............................................................................. 9-2
R22 Mariner / Mariner II ...................................................................... 9-6

Suplementos de nmeros 1,2,5,6,7 e 8 so obsoletos

9-i
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
ROBINSON SEO 9
MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

APROVADO PELA FAA


MANUAL DE OPERAO PARA PILOTO DO R22
SUPLEMENTO 3
PARA
ROBINSON MODELO R22

Esse suplemento deve estar junto ao Manual de Operao da Robinson


para pilotos do R22 aprovado pelo FAA, quando o helicptero for
modificado com os equipamentos opcionais de verso Police
As informaes contidas neste suplemento substituem o manual bsico
somente naquelas reas listadas neste suplemento. Para informaes a
respeito de limitaes, procedimentos e performance no contidas neste
suplemento, consulte o Manual Bsico de Operao para Pilotos do R22.

9-1
ROBINSON SEO 9
MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

INTENCIONALMENTE EM BRANCO
ROBINSON SEO 9
MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 9
R22
VERSO POLICE

INTRODUO
Este suplemento contm as alteraes e os dados adicionais a aplicveis
quando o helicptero R22 estiver equipado com os opcionais da verso
police.

SEO 2: LIMITAES
A operao VFR noturna permitida quando os faris de pouso ou as
luzes de busca estiverem funcionando. A iluminao do painel e
anticoliso devem estar instaladas e funcionando.

SEO 3: PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA


Sem alteraes.

SEO 4: PROCEDIMENTOS NORMAIS


Adicionar ao cheque de pr-vo.
Adicionar ao numero 10, lado esquerdo da fuselagem .
Alto- falante PA ......................... Fixo
Farol de Busca .......................... Fixo

SEO 5: PERFORMANCE
Sem alteraes.

SEO 6: PESO E BALANCEAMENTO


Sem alteraes.
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MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 7: DESCRIO DOS SISTEMAS


Os seguintes equipamentos opcionais podem estar instalados:
Fuselagem
Portas da cabine com janelas tipo bolha, para melhorar a visibilidade
para baixo e para trs, substituem as portas standard.
Sistema Eltrico
Um alternador de 14 volts e 70 amp. substitui a unidade standard de 60
amp.
Instalao do Farol de Busca
A instalao do farol de busca consiste em duas lmpadas presas por
uma haste que se estende pelo lado esquerdo do nariz e assoalho,
abaixo da parte frontal da cabine. O farol de busca controlado por meio
de uma manopla e interruptor(es) instalados na haste, permitindo a sua
operao pelo passageiro ou piloto. A energia para o farol de busca
fornecida atravs de seu prprio disjuntor de 20 amperes rel de alta
voltagem. O farol de busca somente funcionar quando o farol de pouso
estiver desligado. Um controle de frico est localizado na haste logo
acima do assoalho.
Duas opes de instalao esto disponveis: uma fabricada pela Collins
Dynamics e outra pela Peak Beam Systems. A unidade da Collins
Dynamics utiliza lmpadas incandescentes de Halognio
Quartz,controladas por um nico interruptor do tipo liga-desliga na
manopla. A unidade Peak Beam Systems utiliza lmpadas de Xenon em
forma de arco, controladas por quatro interruptores na manopla. Esses
interruptores controlam os comandos para ligar e desligar, modo estrobo
(flashes rpidos) e a difuso do feixe de luz de 1 a 40. (1 sendo um
pequeno alvo at 40 sendo uma rea maior).

CUIDADO

Preste ateno para evitar interferncia com cclico quando


operar o farol de busca, com o duplo comando instalado.

9-3
ROBINSON SEO 9
MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 7: DESCRIO DOS SISTEMAS(cont.)


Sistema de PA Public Address ( som endereado ao pblico )
Um alto- falante Whelen de 100 watts e uma sirene esto localizados na
parte de trs da estrutura do trem de pouso esquerdo. O painel de
controle do sistema de PA est localizado no painel de instrumentos.
Isso possibilita ao piloto ou observador selecionar a opo PA, rdio,
yelp ou sirene para
transmitir atravs do alto-falante do PA .

Interruptor do Transmissor do Radio Remoto


Um interruptor do transmissor do rdio remoto porttil conectado no
receptor frente do assento esquerdo. Esse interruptor permite ao
ocupante do assento esquerdo transmitir quando o cclico esquerdo
estiver removido.

Painel dos Disjuntores


O painel dos disjuntores mostrado na figura 1.

9-4
ROBINSON SEO 9
MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 8: MANUSEIO E MANUTENO


Instalao do farol de busca
Para remover o farol de busca do helicptero, use o seguinte
procedimento:

1. Afrouxe, mas no remova dois parafusos de de polegada da


braadeira na parte de baixo da haste.
2. Remova o pino de engate que conecta, atravs do centro da
haste, aparte inferior do tubo aos braos entre as lmpadas.
3. Desconecte os fios das lmpadas dos conectores nos
compartimentos das lmpadas.
4. Puxe o anel do pino carregado com mola, localizado na haste da
braadeira, e deslize a braadeira com as lmpadas fora da
haste.
5. Remova quatro parafusos que seguram a borda da haste ao
assoalho da cabine. Puxe a haste poucas polegadas para cima e
desconecte os fios no conector da haste. Antes de solt-la, o
retentor em volta do conector deve ser movido para longe dos
ganchos de reteno. Puxe a haste para cima e para fora do
assoalho da cabine.
6. Cubra o conector em baixo do assoalho com fita adesiva e instale
a chapa de cobertura de metal, fornecida sobre o buraco no
assoalho da cabine.

Para a instalao, use o procedimento contrrio, exceto por:

1. Tenha certeza de posicionar o retorno do conector de fio da haste


em baixo dos ganchos de reteno.
2. As letras FWD na borda da haste devem estar posicionadas
para frente.
3. Tenha certeza de que o pino carregado com mola na haste da
braadeira encaixa no seu lugar e aperte os parafusos de de
polegada com 90 pol. lbs ( inclui porca auto-frenante ).

9-5
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MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

Aprovado pelo FAA


Manual de operao para piloto do R22
Suplemento 4
R22 Mariner / MarinerII
Esse suplemento deve estar junto ao Manual de Operao da Robinson
para Pilotos do R22 aprovado pelo FAA, quando o helicptero estiver
configurado nas verses Mariner ou Mariner II.
As informaes contidas neste suplemento substituem o manual bsico
somente naquelas reas listadas neste suplemento. Para informaes a
respeito de limitaes, procedimentos e performance no contidas neste
suplemento, consulte o Manual Bsico de Operao para Pilotos do R22.

9-6
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MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 1: GERAL

INTRODUO
Este suplemento contm as alteraes e os dados adicionais aplicveis
para os helicpteros R22 Mariner e Mariner II. R22 Mariner / Mariner II,
so equipados com flutuadores e trem de pouso Standard, proteo
adicional contra corroso e ngulo de incidncia do estabilizador
horizontal modificado. Exceto conforme descrito neste suplemento, as
informaes do manual bsico de operao pertinentes ao R22 Beta, so
aplicveis ao R22 Mariner e as informaes pertinentes ao Beta II, so
aplicveis ao Mariner II.

O trem de pouso com flutuador consiste em flutuadores inflveis presos


aos tubos do esqui e extenses De esqui para suportar a poro traseira
dos tubos do flutuador. Quando o trem de pouso com flutuador for
instalado, um estabilizador adicional instalado abaixo da parte inferior
do estabilizador vertical para uma melhor controlabilidade. Mudanas de
configurao entre trens de pouso com flutuador e standard so
permitidas.

SEO 2: LIMITAES

LIMITAES DE VELOCIDADE
VELOCIDADE NUNCA EXCEDER (Vne) COM FLUTUADORES

Com potncia: 95kias at 3.000 ps de altitude densidade


Sem potncia: 80kias at 7.500 ps de altitude densidade
Acima dessas altitudes densidades, verificar tabela na pag. 9-4.4

LIMITES DO CENTRO DE GRAVIDADE (CG)


Ver figura na pg. 9-4.3. A linha datum est 100 polegadas a frente da
linha central do eixo do rotor principal.

TIPOS DE LIMITAES DE OPERAO


Somente vo VFR diurno aprovado quando os flutuadores
estiverem instalados.

9-7
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MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 2: LIMITAES (cont.)

COM FLUTUADORES ________________


SEM FLUTUADORES __ __ __ __ __ __ __

9-8
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MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 2: LIMITAES (cont.)

PLACARES

9-9
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MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 2: LIMITAES (cont.)

LIMITES DE PRESSO DO FLUTUADOR


Presso mnima do flutuador: 2psig ( indicador de psi )

Presso mxima do flutuador: 6psig


O grfico a seguir, mostra a presso mnima do flutuador requerida para
uma diminuio em altitude ou temperatura. Um aumento em ambos,
altitude ou temperatura, pode ser ignorado j que a vlvula de alivio de
presso est limitada a presso de 6psig.

Exemplo de clculo: Altitude


Presso Temp.

Condies no destino: 1000 ps 15C


Condies iniciais: 5500 ps 5C
Subtraia para obter a alterao _________ ______
Esperada em altitude e temp: -4500 ps +10C
Usando o grfico, localize a linha -4500 ps, leia at a linha +10C,ento
desa para a presso inicial mnima requerida para
flutuador,aproximadamente 3,7 psi.

9-10
ROBINSON SEO 9
MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 3: PROCEDIMENTOS DE EMERGNCIA

GERAL
Sem os flutuadores, aplicam-se os procedimentos de emergncia
contidos no manual bsico. Os procedimentos a seguir, so aplicveis
quando os flutuadores estiverem instalados.

FALHA DE POTNCIA ACIMA DE 500 PS AGL


Autorrotao para terra: Igual ao R22 sem flutuador
Autorrotao para gua: Passos 1-7 iguais aos R22 sem flutuador.
8. A aproximadamente 8 ps AGL, aplique cclico a frente para
nivelar o helicptero e levante o coletivo um pouco antes do toque
para amortecer o pouso. Pouse com uma pequena atitude de
nariz alto alinhado com o deslocamento.
9. Mantenha o cclico parado na posio do toque e mantenha o
coletivo para cima at que o deslocamento frente cesse.
Veja a nota de ateno abaixo.

FALHA DE POTNCIA ENTRE 8 E 500 PS AGL


Autorrotao para terra: Igual ao R22 sem flutuador.
Autorrotao para gua: Passos 1-4 iguais aos R22 sem flutuador.

5. A aproximadamente 8 ps AGL, aplique cclico a frente para


nivelar o helicptero e levante o coletivo um pouco antes do toque
para amortecer o pouso. Pouse com uma pequena atitude de
nariz alinhado com deslocamento.
6. Mantenha o cclico parado na posio do toque e mantenha o
coletivo para cima at que o deslocamento frente cesse.

CUIDADO
Abaixar o coletivo ou aplicar cclico para frente enquanto o
helicptero avana sobre gua, pode fazer com que os
flutuadores submirjam e o helicptero pilone.

Amerissagem
No aplicvel quando os flutuadores estiverem instalados.

9-11
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MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 4: PROCEDIMENTOS NORMAIS

CHEQUES DIRIOS OU PRE-VO


14. Flutuadores Inflveis
Presso do Flutuador ............................Checar ( ver Seo 2 )
Condio do Flutuador...........................Checar

CUIDADO
Helicpteros equipados com flutuadores inflados possuem
caractersticas adversas de [Link] para a direita
ou esquerda, o helicptero tem uma tendncia de rolar para
a direo oposta. Para evitar esse tipo de efeito, mantenha o
helicptero alinhado sem nenhum deslocamento lateral e
tenha extremo cuidado quando praticar falhas de potncia
simulada.

OPERAO NA GUA
A velocidade mxima recomendada para o txi na gua de5knots.
Alguma aplicao de coletivo necessria.

CUIDADO
Se acionar ou parar o rotor na gua, certifique-sede que a
rea esta livre, pois o helicptero poder girar uma volta
completa, enquanto a RPM do rotor de cauda estiver baixa.

CUIDADO
Para evitar o contato com os limitadores de batimento do
rotor, no aplique todo o comando cclico durante o txi
sobre a gua.

NOTA
Operao na gua foi demonstrada com segurana em
ondas de at 30 cm (de encontro crista)

9-12
ROBINSON SEO 9
MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 4: PROCEDIMENTOS NORMAIS (cont.)

PRTICA DE AUTORROTAO COM CONTATO COM O SOLO


Igual ao R22 sem flutuadores, com a diferena de que a parte traseira
dos flutuadores pode raspar no cho durante o toque. Uma fita protetora
deve ser aplicada na parte de baixo dos flutuadores e inspecionada para
se verificar desgaste aps pousos em autorrotao.

PRTICA DE AUTORROTAO COM CONTATO COM A GUA


Igual prtica de autorrotao com contato com solo de acordo com o
manual bsico de operaes, com a diferena de que o toque deve ser
feito com o nariz da aeronave ligeiramente para cima e alinhado com o
deslocamento. Mantenha o cclico parado na posio do toque e
mantenha o coletivo para cima at que o deslocamento frente cesse.

CUIDADO
Abaixar o coletivo ou aplicar cclico para frente enquanto o
helicptero avana sobre gua, pode fazer com que os
flutuadores submirjam e o helicptero pilone.

SEO 5: PERFORMANCE

PERFORMANCE NO PAIRADO
Os grficos de performance no pairado para o R22 Mariner no efeito solo
(IGE) e fora do efeito solo (OGE), esto nas Pginas 9-4.9 e 9-4.10.
A performance no pairado do R22 Mariner II equivalente ao R22 BetaII

9-13
ROBINSON SEO 9
MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

NO EFEITO SOLO A 2 PS DE ALTURA A PARTIR DO ESQUI


MANETE PLENA E 104% DE RPM
PESO BRUTO - KG

DIA PADRO
ALTITUDE PRESSO Hp X 1000FT

PESO
MXIMO
BRUTO

ALTITUDE DENSIDADE
12.600 ps

PESO BRUTO LB
R22 MARINER
Motores O-320-B2C
TETO DO PAIRADO NO EFEITO SOLO X PESO BRUTO

9-14
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MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

PESO BRUTO LB
R22 MARINER
Motores O-320-B2C
Razo de decolagem de 5 min.
TETO DO PAIRADO FORA DO EFEITO SOLO X PESO BRUTO

9-15
ROBINSON SEO 9
MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 6: PESO E BALANCEAMENTO


CUIDADO
Quando mudar da configurao equipado com flutuadores
para a verso sem flutuadores ou vice-versa, o peso e
balanceamento para o helicptero devem ser refeito e a RPM
de autorrotao reajustada de acordo com o manual de
manuteno do R22.

FICHA DE PESO E BALANCEAMENTO


O peso bsico vazio e o CG nas configuraes com e sem flutuadores
esto includos nos dados de peso e balanceamento que acompanham
aeronave. Alteraes devem ser anotadas na pagina 6-4 do manual
bsico de operaes.

INSTRUES DE CARREGAMENTO
Determine os pesos e os momentos do helicptero carregado pela pg.
6-6. Esses valores devem estar dentro do envelope de peso e momento
mostrado abaixo.

9-16
ROBINSON SEO 9
MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 7: DESCRIO DOS SISTEMAS


Sem alteraes

SEO 8 : MANUSEIO, REPARO E MANUTENO

MANUSEIO NO SOLO
Quando os flutuadores estiverem instalados, rodas especiais para
manuseio no solo sero necessrias. Para a instalao e remoo
das rodas, veja o manual de manuteno do R22.

FLUTUADORES
Para manter uma longa vida til do flutuador:

1. No infle os flutuadores a uma presso maior do que a requerida


na seo de Limitaes.
2. No infle os flutuadores arbitrariamente at que a vlvula de alvio
de presso se abra.
3. Reduza a presso dos flutuadores caso o aquecimento do sol
cause um aumento excessivo de presso.
4. No deixe que os flutuadores permaneam desinflados por um
longo perodo de tempo, mantenha sempre alguma presso para
manter o formato quando noestiver em uso.

CUIDADO

Quando inflar as cmaras individualmente (sem o uso de um


manmetro), aumente a presso em cada cmara em
incrementosde 0.5 psi.

9-17
ROBINSON SEO 9
MODELO R22 SUPLEMEMENTOS

SEO 10: DICAS DE SEGURANA


As caractersticas de voo e as propriedades de manobrabilidade de um
helicptero com flutuadores inflados so mais crticas do que aeronaves
com trem de pouso convencional. Por exemplo, helicpteros com os
flutuadores instalados possuem caractersticas adversas de rolagem.
Glissando para a direita ou esquerda, o helicptero tem uma tendncia
de rolar na direo oposta e para fora da curva. Isso pode ser
extremamente perigoso se um aluno ou instrutor falhar em aplicar o
pedal correto ou aplic-lo de forma errada durante uma falha de potncia
simulada. Tambm, a sustentao aerodinmica produzida pelos
flutuadores torna os controles de RPM e atitude longitudinal mais difceis
durante a entrada de uma autorrotao. Helicpteros com flutuadores
instalados so mais sensveis a rajadas e tambm mais difceis de voar
em turbulncia.
Por essas razes, fortemente recomendado que os flutuadores sejam
removidos e o trem de pouso standart seja instalado quando o
helicptero for usado primariamente para instruo de voo. Quando os
flutuadores estiverem instalados, os pilotos devem manter o helicptero
alinhado sem nenhum deslocamento lateral e ter extremo cuidado
quando praticar falhas de potncia simulada.

9-18
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
SEO 10
DICAS E NOTAS DE SEGURANA
Geral .................................................................................................. 10-1
Dicas de Segurana .......................................................................... 10-1
Notas de Segurana .......................................................................... 10-4

10-i
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
ROBINSON SEO 10
MODELO R22 DICAS E NOTAS DE SEGURANA

SEO 10
DICAS DE SEGURANA
GERAL
Essa seo fornece sugestes variadas para ajudar o piloto a operar o
helicptero com mais segurana.

INFORMAES DE SEGURANA
1. Sempre mantenha seu helicptero em um hangar seco quando no
estiver sendo usado. Isso ir ajudar a prevenir contra a corroso
dos componentes crticos e ir tambm preservar a aparncia do
helicptero.
2. Nunca intencionalmente opere o helicptero at que a luz de baixo
combustvel se acenda.
3. Nunca deixe o helicptero desprotegido onde curiosos possam
inadvertidamente danificar partes crticas, como as ps do rotor de
cauda.
4. Ligue a luz estrobo anti-coliso antes de engrazar o sistema de
transmisso e deixe-a ligada at que os rotores parem de girar. A luz
estrobo anti-coliso est localizada perto do rotor de cauda e fornece
um aviso para o pessoal de solo. aconselhvel deix-la ligada em
voo, particularmente onde tenha um trfego intenso. O R22 pequeno
e pode ser difcil de ser visto por outras aeronaves.
5. Nunca carregue carga externa nem prenda nada na parte de fora do
[Link]-se tambm de que no tenha nada solto na
cabine, particularmente quando voando com uma ou ambas as portas
removidas. Mesmo um pequeno objeto ou pedao de pano ou papel
pode danificar o rotor de cauda se ele soltar em voo.
6. Evite comandos bruscos ou manobras aceleradas, particularmente em
altas velocidades. Isso produz cargas de alta fadiga nos componentes
dinmicos e poderia causar uma prematura e catastrfica falha em um
componente crtico.
7. Uma mudana no som ou vibrao no helicptero pode indicar uma
falha iminente de um componente crtico. Faa um pouso seguro e
inspecione completamente a aeronave antes de continuar o voo. Uma
boa prtica seria pairar o helicptero perto do solo por um prolongado
perodo e reinspecionar antes de continuar o voo.

10-1
ROBINSON SEO 10
MODELO R22 DICAS E NOTAS DE SEGURANA

INFORMAES DE SEGURANA (cont.)


8. Certifique-se de que o pessoal de solo ou espectadores no
caminhem na direo do rotor de cauda. As ps principais tambm
podem ser perigosas, particularmente em um terreno inclinado onde a
pessoa que se encontra por perto pode estar na parte mais alta que o
helicptero.
9. Nunca permita que a RPM do rotor fique perigosamente baixa. A
maioria dos pousos bruscos vo ser suportveis uma vez que o rotor
continue girando e o mesmo no seja permitido a estolar.
10. Nunca faa decolagens ou pousos com vento de cauda,
especialmente em altas altitudes. A resultante perda de dissimetria de
sustentao pode causar uma queda da aeronave em obstculos no
solo.
11. Uma descida vertical ou aproximao de grande ngulo com vento de
cauda pode resultar em estol de turbilhonamento. Isso acontece
quando o rotor est afundado no seu prprio fluxo de vento e adicional
potncia no ir parar a descida. Se isso acontecer abaixe o coletivo
e abaixe o nariz para aumentar a velocidade. Isso pode ser muito
perigoso perto do solo pois a recuperao resulta em uma substancial
perda de altitude.
12. O helicptero estvel no seu trem de pouso uma vez que o contato
com o solo seja feito verticalmente ou com o helicptero se movendo
para frente. Se o contato com o solo for feito com helicptero se
movendo para trs, pode ocorrer dano na cauda e possivelmente uma
capotagem. Pilotos com pouco tempo de vo e alunos devem praticar
pousos e pairado com a aeronave se deslocando lentamente para
frente.
13. Quando operando em altitudes mais altas (acima de 3.000 ou 4.000 ft)
adicional manete tem que ser usada para manter potncia total e
RPM. A correlao manete/coletivo no efetiva sob essas condies
e extremo cuidado tem que ser tomado para fechar a manete quando
o coletivo for abaixado para impedir um excesso de rotao.
14. No use o passo do coletivo para diminuir a rotao do rotor durante o
corte. O passo do coletivo produz sustentao nas ps as quais
podem desengrazar a frico da dobradia gangorra e permitir que as
ps batam no cone de cauda. Tambm, no diminua ou pare os
rotores segurando no rotor de cauda. Parar ou girar o rotor de cauda
com a mo pode danificar a transmisso do rotor de [Link]
pouse em grama Os Boletins de Segurana contidos neste manual
incluem o de nmero 01 at o de nmero 33 que vo de janeiro de
1981 at Maro de 1998
10-2
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MODELO R22 DICAS E NOTAS DE SEGURANA

INFORMAES DE SEGURANA (cont.)


15. Nunca pouse em grama seca alta. O escapamento baixo e, muito
quente, pode ocorrer uma ignio.
16. Sempre verifique uma rea quanto a fios ou outros obstculos, antes
de praticar autorrotao.

10-3
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
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MODELO R22 DICAS E NOTAS DE SEGURANA

NOTAS DE SEGURANA (Safety Notice)


As notas de segurana a seguir foram publicadas pela Robinson Helicopter
Company, devido a vrios acidentes e incidentes. Estudar os erros cometidos por
outros pilotos ajudar voc a no cometer os mesmos erros.
NOTAS DE TTULO
SEGURANA
SN-1 Atuao Inadvertida do Controle da Mistura
SN-9 Muitos Acidentes Envolvem Capotagem Dinmica
SN-10 Acidente Fatais Causados por Estol de Baixa RPM do Rotor
SN-11 Condies de Baixo G Extremamente Perigoso
SN-13 No Prenda Nada nos Esquis
SN-15 Esgotamento de Combustvel Pode Ser Fatal
SN-16 Linhas de Alta Tenso So Mortais
SN-17 Nunca Saia do Helicptero com Motor Funcionando
Segure os Controles Quando Embarcar Passageiros
Nunca Pouse em Grama Alta e Seca
SN-18 Perda de Visibilidade Pode Ser Fatal
Excesso de autoconfiana predomina em acidentes
SN-19 Voar Baixo Sobre a gua Perigoso
SN-20 Esteja Atento a Voos de Demonstrao e de Instruo Inicial
SN-22 Sempre Reduza a Razo de Descida Antes de Reduzir velocidade
SN-23 Caminhar na Direo do Rotor de Cauda Pode Ser Fatal
SN-24 Estol de Baixa RPM do Rotor Pode Ser Fatal
SN-25 Gelo no Carburador
SN-26 Voo Noturno Aliado a Mau Tempo Pode Ser Fatal
SN-27 Fechar a Manete de Surpresa Pode Ser Fatal
SN-28 Fique Atento a Falha de Rolamento
Luz de Aviso do Clutch
SN-29 Pilotos de Avio So um Alto Risco Voando Helicpteros
SN-30 Objetos Soltos Podem Ser Fatais
SN-31 Governador Pode Mascarar Formao de Gelo no Carburador
SN-32 Ventos Fortes ou Turbulncia
SN-33 Folga nas Correias de Transmisso
SN-34 Voo de Fotografia Alto Risco
SN-35 Voar Prximo a Torres de Transmisso
SN-36 Disparos de RPM Durante a Decolagem
SN-37 Exceder as Limitaes Estabelecidas Pode Ser Fatal
SN-38 A Prtica de Autorrotao Causa Muitos Acidentes na Instruo
SN-39 Vibrao Anormal Pode Indicar Rachadura do Rotor Principal
SN-40 Incndios Aps Acidentes
SN-41 Distraes do Piloto
SN-42 Guinada Inesperada
SN-43 Tenha cuidado extra em vos ps manuteno

Reviso 5 Mar 2015 10-4


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NOTA DE SEGURANA SN-1

Editado: Jan 81 Rev.: Fev 89; Jun 94


ATUAO INADVERTIDA DO CONTROLE DA MISTURA EM VO
Casos foram reportados onde um aluno, ou um piloto no familiarizado
com o R22, inadvertidamente puxaram o controle da mistura em vez de
puxar o trim lateral ou o aquecimento do carburador, resultando em uma
rpida e completa parada do motor. Os puxadores so feitos de maneira
a serem diferentes e o controle da mistura tem um boto de trava que
tem de ser apertado antes de se cortar a mistura. Estas diferenas (cor e
formato) devem ser exaustivamente faladas nos briefings para novos
pilotos. Tambm deve ser frisada a tcnica de sempre alcanar o
controle do trim lateral pelo lado esquerdo da barra do cclico. Isso ir
diminuir as chances de se puxar o controle da mistura por engano.
Tambm use a guarda de plstico que colocada no controle da mistura
antes de acionar o motor e no remov-la at o fim do vo quando a
mesma deve ser mantida na mistura aps o corte.

Se o controle da mistura for puxado inadvertidamente em voo, abaixe o


coletivo, enriquea novamente a mistura (controle para baixo) e reacione
o motor usando a mo esquerda. NOdesengraze o clutch.
.....................................................................................................................
Notas de segurana SN-2 at SN-8 foram substitudas ou canceladas
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MODELO R22 DICAS E NOTAS DE SEGURANA

NOTA DE SEGURANA SN-9

Editado: Jul 82 Rev.: Jun 94


MUITOS ACIDENTES DO R22 ENVOLVEM CAPOTAGEM DINMICA
Uma capotagem dinmica pode acontecer quando o trem de pouso toca
em um objeto fixo, fazendo com que a aeronave gire no objeto ao invs
do seu prprio centro de gravidade. O objeto fixo pode ser qualquer
obstculo ou superfcie que impea que o esqui se mova lateralmente.
Uma vez, iniciada, a capotagem dinmica no pode ser parada apenas
se aplicando o cclico na direo oposta. Por exemplo: suponha que o
esqui direito toque um objeto e comece a capotar para a direita. Mesmo
com todo o cclico aplicado para esquerda, o vetor da trao do rotor
principal ir ainda passar para a esquerda do piv e produzir um
momento de capotagem para a direita ao invs da esquerda. O vetor da
trao e o seu momento iro seguir a aeronave enquanto ela continua a
capotar para a direita. Aplicar rapidamente todo o coletivo para baixo a
maneira mais efetiva de se parar a capotagem a dinmica.
1) Sempre, na prtica de pane de baixa, coloque o helicptero
aproado com o vento e nunca com vento de rajada ou acima de 10
Knots.
2) Nunca paire perto de cercas, sprinklers, arbustos, luzes da pista ou
outros obstculos onde o esqui possa enroscar.
3) Sempre use a tcnica de duas etapas para tirar o helicptero do
solo. Levante o coletivo o suficiente para a aeronave fica leve nos
esquis e sinta o equilbrio, ento, lentamente leve o helicptero para
o pairado.
4) Nunca toque no solo com qualquer deslocamento lateral ou para
[Link] toque no solo verticalmente ou com um lento
deslocamento para frente.
5) No pratique manobras de pairado perto do solo. Mantenha os
esquis a pelo menos a 5 ps acima do solo quando praticando voo
lateral ou para trs.
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MODELO R22 DICAS E NOTAS DE SEGURANA

NOTA DE SEGURANA SN-10

Editado: Out 82 Rev.: Jun 94


ACIDENTES FATAIS CAUSADOS ESTOL DE BAIXA RPM DO ROTOR
A causa primria de acidentes fatais em helicpteros leves, incluindo o
R22, a falha em manter a RPM do rotor e velocidade. Para evitar isso,
o piloto (incluindo alunos e instrutores) tem que ter seus reflexos
condicionados de maneira a instantaneamente adicionar manete e
abaixar o coletivo para manter RPM em qualquer emergncia.
O R22 e o R44 tm demonstrado excelente capacidade de pouso seguro
em emergncia uma vez que o piloto voe o helicptero durante o planeio
a caminho do solo e faa um flare no ponto ideal para reduzir a
velocidade e a razo de descida. Mesmo quando descendo em um
terreno ruim, rvores, fios ou gua ele tem que se forar em abaixar o
coletivo para manter RPM e velocidade at um pouco antes do impacto.
O helicptero ir provavelmente capotar e ficar severamente danificado,
mas os ocupantes tm uma excelente chance de sarem caminhando
sem maiores ferimentos.
Quando o piloto falha em adicionar manete e abaixar o coletivo, a RPM
do rotor cai rapidamente e o rotor estola. Se o piloto alm de falhar em
abaixar o coletivo ainda o levanta para tentar parar a descida, a RPM do
rotor cair ainda mais provocando o estol e fazendo com a aeronave
desa ainda mais rpido. Quando as ps estolam, as ps iro tanto
inclinar para trs e cortar o cone de cauda quanto simplesmente parar de
voar, permitindo que o helicptero desa a uma extrema razo de
descida. Em qualquer um dos casos, a queda pode ser fatal.
Baixa RPM do rotor pode ser causada por uma pana seca, operao em
altas altitudes densidade, uso inadvertido do controle da mistura,
coordenao pobre, etc. No importa a causa, o piloto tem que primeiro
acelerar e abaixar o coletivo para manter RPM antes de investigar o
problema. Isso tem que ser um reflexo condicionado. A qualquer
momento que o piloto sentir, ouvir ou ver qualquer coisa fora do normal,
sua primeira reao tem que ser abaixar o coletivo e checar sua RPM.
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NOTA DE SEGURANA SN-11

Editado: Out 82 Rev.: Nov 00


CONDIO DE BAIXO G EXTREMAMENTE PERIGOSO
Um acidente fatal foi causado por um aluno que colocou o helicptero em
uma condio de voo de baixo G (falta de peso). Enquanto ele tentava
manobrar o helicptero com movimentos totais do cclico durante a
condio de baixo G, o rotor entrou em batimento, excedendo os limites,
causando um extremo mast bumping(batida de mastro) e uma fratura
no eixo do rotor principal.
Em vo reto nivelado, quando um movimento do cclico para trs
seguido de um movimento do cclico para frente,uma condio de baixo
G ir [Link] o helicptero comear a girar durante esta condio,
suavemente aplique cclico para trs para reduzir a sensao de falta de
peso antes de colocar o cclico lateralmente para parar o giro.
Para o controle do cclico, helicpteros leves dependem primariamente
da inclinao do vetor de trao do rotor principal para produzir controle
do helicptero sobre o centro de gravidade (CG), de maneira que o
helicptero ir cabrar, picar ou girar na direo desejada. Em voo reto e
nivelado, quando o movimento do cclico para trs seguido por um
movimento do cclico para frente, o ngulo de ataque e a trao do rotor
so reduzidos, causando uma condio de voo de baixo G. Durante a
condio de baixo G, cclico lateral tem pouco efeito porque a trao do
rotor foi reduzida. Tambm, no existe nenhum componente de trao no
rotor principal para a esquerda para conter a trao para a direita do
rotor de cauda, e desde que o rotor de cauda esteja acima do CG, a
trao do rotor de cauda ir fazer com que o helicptero gire
rapidamente para a direita. Se o piloto tentar parar o giro para a direita
aplicando todo o cclico para a esquerda antes de reganhar a trao do
rotor principal, o rotor pode exceder o seu limite de batimento e causar
uma falha estrutural no eixo do rotor.
A melhor maneira de evitar mast bumping evitar movimentos abruptos
do cclico para trs ou para frente durante voo reto e nivelado. Sempre
faa movimentos suaves no cclico e se voc tiver a sensao de falta
de peso durante uma manobra, suavemente coloque o cclico para trs
para reganhar a trao do rotor principal antes que o cclico lateral seja
aplicado.
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Nota de Segurana SN-12 foi substituda pela SN-24
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NOTA DE SEGURANA SN-13

Editado: Jan 83 Rev.: Jun 94


NO PRENDA NADA NOS ESQUIS
As estruturas dos cotovelos do trem de pouso tm quebrado em vrios
helicpteros quando o piloto tenta carregar uma carga externa presa nos
esquis. O trem de pouso do R22 foi desenhado para suportar cargas
para cima. Consequentemente, ele tem muito pouca resistncia para
suportar cargas na direo oposta ou para baixo. No tente carregar
nenhuma carga externa ou objetos presos no trem de pouso.
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Nota de Segurana SN-14 foi substituda pela SN-17, SN 27 e SN-28
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NOTA DE SEGURANA SN-15

Editado: Jan 83 Rev.: Jun 94


PANE SECA PODE SER FATAL
Pilotos ainda subestimam a seriedade de uma pane seca. Ficar sem
combustvel inadvertidamente exatamente o mesmo que uma repentina
pane total de motor ou sistema de transmisso. Quando isso acontece, o
piloto tem que imediatamente entrar em autorrotao completa e se
preparar para um pouso forado. Consulte a Seo 3 do Manual de
Operao do Piloto. Se o piloto no entrar em autorrotao
imediatamente, a RPM ir cair, o rotor ir estolar e o resultado pode ser
fatal. Numerosos acidentes srios ou fatais ocorreram como resultado de
pane seca em helicpteros, incluindo vrios R22.
Para se certificar de que isso no acontea com voc, observe os
seguintes cuidados:
1) Nunca confie somente no liquidmetro ou luz de aviso de baixo
combustvel. Estes dispositivos eletro-mecnicos so de confiana
questionvel em avies e helicpteros. Sempre tenha a leitura do
hormetro cada vez que o tanque for reabastecido.
2) Durante o seu pr-vo:
a) Cheque o nvel de combustvel do tanque visualmente.
b) Certifique-se que a tampa do tanque est apertada.
c) Drene uma quantidade pequena de combustvel do tanque e
gascolator para verificar a presena de gua ou outra
contaminao.
3) Antes de decolar:
a) Certifique que a vlvula de corte de combustvel est aberta.
b) Certifique-se que a guarda est colocada no controle da mistura
c) Planeje sua prxima parada para reabastecimento de maneira
que voc ainda tenha pelo menos 20 minutos de voo
remanescente.
4) Em voo:
a) Continuamente cheque ambos, hormetro e liquidmetro. Se
qualquer um indicar baixo combustvel, POUSE.
b) Sempre pouse para reabastecer antes que o liquidmetro
indique menos de 1/ 4.
c) NUNCA permita que a quantidade de combustvel fique to
baixa em voo, a ponto de se acender a luz de baixo
combustvel.
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NOTA DE SEGURANA SN-16

Editado: Abr 84 Rev.: Jun 94


REDES ELTRICAS SO MORTAIS
Coliso com fios, cabos e outros objetos de longe a causa n1 de
acidentes fatais em helicpteros. Ns temos que constantemente estar
alertas para esse perigo real.
Preste ateno nas torres, voc no ir ver os fios em tempo.
Voe sobre as torres, a altura dos fios difcil de julgar.
Fique atento aos fios menores normalmente invisveis os quais
esto logo acima dos fios mais largos e mais visveis.
Constantemente verifique o terreno mais alto de ambos os lados
de sua proa para se certificar da presena de torres.
Sempre mantenha ao menos 500 ps AGL, exceto para pouso e
decolagem. Voar sempre acima de 500 ps AGL pode virtualmente
eliminar a primeira causa de acidentes fatais.
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NOTA DE SEGURANA SN-17

Editado: Nov 84 Rev.: Fev 89, Jun 94


NUNCA SAIA DO HELICPTERO COM O MOTOR FUNCIONANDO
Vrios acidentes ocorreram quando pilotos deixaram momentaneamente
seus helicpteros abandonados com o motor funcionando e o rotor
girando. O coletivo pode subir aumentando ambos, pitch e manete,
permitindo que o helicptero decole ou fique fora de controle. Isso
especialmente perigoso quando o coletivo do assento esquerdo
removido e seu peso no contribui para segurar o outro coletivo para
baixo.
SEGURE FIRMEMENTE OS CONTROLES QUANDO EMBARCANDO
PASSAGEIROS
Tambm importante segurar firmemente ambos, cclico e manete
enquanto embarcando ou desembarcando passageiros em caso deles
inadvertidamente baterem no cclico ou deslizarem sobre a manete
fazendo com que ela se abra completamente.
GRAMA
Nunca pouse em grama seca e alta. O canto de escapamento do motor
muito quente e pode rapidamente causar um fogo na grama alta ou
mato. Um R22 foi completamente destrudo pelo fogo depois de um
pouso normal em um local onde o capim estava alto.
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NOTA DE SEGURANA SN-18

Editado: Jan 85 Rev.: Fev 89, Jun 94


PERDA DE VISIBILIDADE PODE SER FATAL
Voar um helicptero com visibilidade obscura devido a neblina, neve, teto
baixo ou mesmo em uma noite escura, pode ser fatal. Helicpteros tm
menos estabilidade e razes mais rpidas de rolagem e arfagem (pitch)
do que avies. Perda de referncias visuais pelo piloto, mesmo por um
curto momento, pode resultar em desorientao, movimentos de
controles errados e uma queda incontrolvel. Esse tipo de situao
ocorre quando um piloto tenta voar atravs de uma rea parcialmente
obscura descobre muito tarde que esta perdendo visibilidade, tenta uma
curva para recuperar contato visual, mas incapaz de completar a curva
sem referncias visuais e perde o controle do helicptero.
Voc tem que ter aes corretivas antes que a visibilidade seja perdida!
Lembre-se, ao contrrio do avio, a capacidade nica do helicptero
permite que voc pouse e use um transporte alternativo durante mal
tempo, desde que voc tenha o bom julgamento e a determinao
necessria para decidir quando isso preciso ser feito.

ALTO CONFIANA AINDA PREDOMINA EM ACIDENTES NO R22


Uma peculiaridade achada nos pilotos que tm srios acidentes no R22
a alto confiana. Pilotos de avio com muita experincia em transio
para helicpteros e proprietrios privados so particularmente
suscetveis. Pilotos de avio sentem confiana e relaxam no ar, mas
ainda no desenvolveram o senso de controle, coordenao e
sensibilidade que se exige para um helicptero. Proprietrios privados
so seus prprios chefes e podem voar sem disciplina, regras previstas
ou voos de cheque peridicos e a crtica de um piloto. Um proprietrio
privado tem que ter auto disciplina, que algumas vezes esquecida.
Quando voando apropriada e conservadoramente, helicpteros so
potencialmente as aeronaves mais seguras j fabricadas. Mas
helicpteros so tambm provavelmente os que menos perdoam erros.
Eles devem ser sempre voados defensivamente. O piloto deve deixar
uma margem de segurana sempre maior do que aquela que ele achar
ser necessria, s por via das dvidas.
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NOTA DE SEGURANA SN-19

Editado: Jul 85 Rev.: Jun 94


VOAR BAIXO SOBRE A GUA MUITO PERIGOSO
Muitos acidentes no R22 ocorreram enquanto o helicptero estava
manobrando a baixa altura sobre a gua, um sobre um lago e depois
sobre o oceano. Muitos pilotos no percebem a perda de noo de
profundidade quando voando sobre a gua. Isso particularmente
perigoso sobre a gua calma e transparente, mas mesmo em guas
agitadas o piloto pode perder completamente o julgamento de sua altura
em relao a gua.

MANTENHA 500 FT AGL SEMPRE QUE POSSVEL E EVITE


MANOBRAS SOBRE A GUA ABAIXO DE 200 FT AGL.
.........................................................................................................................
NOTA DE SEGURANA SN-20

Editado: Set 85 Rev.: Jun 94


ESTEJA ATENTO A VOS DE DEMONSTRAO E DE INSTRUO
INICIAL
Uma reviso em todos os acidentes no R22 indica um nmero
desproporcional de acidentes fatais e no fatais que ocorreram durante voos
de demonstrao ou de instruo inicial. Os acidentes ocorreram por que
uma pessoa que no era piloto estava manipulando os comandos sem ter
sido apropriadamente preparada ou doutrinada.
Se um aluno comear a perder controle do helicptero, um instrutor de voo
experiente pode facilmente recuperar o controle desde que o aluno no faa
nenhum movimento muito amplo ou brusco. Se, entretanto, o aluno ficar
momentaneamente confuso e fizer um movimento repentino dos comandos
na direo errada, mesmo o mais experiente instrutor pode no ser capaz de
recuperar o helicptero. Instrutores so normalmente preparados para
dominar a situao onde o aluno perde o controle e no faz nada. Mas eles
so raramente preparados para o aluno que perde o controle e faz a coisa
errada.
Antes de deixar algum tocar nos comandos do helicptero, ele tem que ser
completamente doutrinado ressaltando-se a extrema sensibilidade dos
controles. Eles tem que ser rigorosamente instrudos a nunca fazer
movimentos amplos ou rpidos com os controles . E, o piloto em comando
tem que estar preparado para instantaneamente recuperar os controles caso
o aluno comece a fazer um movimento errado.
.....................................................................................................................
Nota de Segurana SN-21 foi cancelada.
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NOTA DE SEGURANA SN-22

Editado: Jul 86 Rev.: Jun 94


SEMPRE REDUZA A RAZO DE DESCIDA ANTES DE REDUZIR A
VELOCIDADE
Muitos acidentes no R22 foram causados por pilotos que reduziram a
velocidade para perto de zero durante uma aproximao antes de reduzir
a razo de descida. Quando o piloto ento levanta o coletivo e inicia o
flare para parar sua razo de descida, efetua o flare dentro do seu
prprio dowm wash (fluxo de ar induzido para baixo pelo rotor
principal),aumenta enormemente a necessidade de potncia e amplitude
do coletivo. O helicptero comea a entrar no estado de anel de vrtice
(afundamento com potncia) e frequentemente acontece um pouso
emplacado seguido de uma capotagem. Isso pode acontecer durante
uma aproximao de grande ngulo tanto com ou sem potncia.
Isso pode ser evitado se o piloto sempre reduzir sua razo de descida
antes de reduzir a velocidade. Uma boa regra a se seguir nunca
permitir que a velocidade fique abaixo de 30 Knots at que a razo de
descida seja menor que 300 ps por minuto.
.........................................................................................................................
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NOTA DE SEGURANA SN-23

Editado: Jul 86 Rev.: Jun 94


CAMINHAR NA DIREO DO ROTOR DE CAUDA PODE SER FATAL
Passageiros no pilotos foram mortos quando inadvertidamente
caminhavam na direo do rotor de cauda chocando-se contra o mesmo
enquanto ainda estava em movimento. Toda precauo possvel tem que
ser tomada pelo piloto para impedir acidentes trgicos desse tipo. As
seguintes regras devem ser observadas:
1) Nunca permita que ningum se aproxime do helicptero a no ser
que esteja sendo escoltado ou tenha tido as devidas instrues. Se
necessrio, corte o motor e pare o rotor antes de embarcar os
passageiros.
2) Sempre mantenha a luz estrobo ligada enquanto os rotores
estiverem girando.
3) Instrua os passageiros a estabelecer e manter contato visual com
o piloto quando se aproximarem do helicptero. (Isso ir for-los a
se aproximar somente pelo nariz ou pela lateral do helicptero,
nunca pela cauda.)
4) Instrua os passageiros a desembarcar do helicptero em completa
viso do piloto e caminhar somente em volta do nariz ou pela
lateral do helicptero, nunca pela cauda.
5) Tenha especial cuidado quando pousando fora de aeroportos, pois
crianas ou adultos podem se aproximar do helicptero pela
cauda.
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NOTA DE SEGURANA SN-24

Editado: Jul 86 Rev.: Jun 94


ESTOL EM BAIXA RPM DO ROTOR PODE SER FATAL
Estol de rotor devido baixa RPM ainda causa na maioria dos
acidentes de helicpteros, ambos, fatal e no fatal. Frequentemente no
compreendido, estol de rotor no para ser confundido com estol da
ponta da p que ocorre somente em altas velocidades quando o estol
acontece sobre uma pequena poro da ponta da p que est recuando.
Estol da ponta da p causa vibrao e problemas de controle, mas o
rotor ainda capaz de produzir suficiente sustentao para suportar o
peso do helicptero Estol da ponta da p no tem sido um problema no
R22.
Estol de rotor, em contra partida, pode ocorrer em qualquer velocidade e
quando isso acontece, o rotor para de produzir a sustentao necessria
para suportar o peso do helicptero e a aeronave literalmente cai do cu.
Felizmente, estol de rotor acontece normalmente perto do solo durante a
decolagem ou pouso e o helicptero s cai quatro ou cinco ps. O
helicptero se quebra, mas os ocupantes sobrevivem. Entretanto, estol
de rotor tambm pode e ocorre em altas altitudes e quando isso
acontece em alturas acima de 40 ou 50 ps pode ser fatal.
Estol de rotor muito similar ao estol de uma asa de avio a baixa
velocidade. Quando a velocidade do avio vai ficando cada vez menor, o
ngulo de nariz alto ou ngulo de ataque da asa tem que ser cada vez
mais alto para que a asa produza sustentao necessria para suportar
o peso do avio. Em um ngulo crtico, (em torno de 15 graus) o ar
passando sobre a asa ir se separar e estolar causando uma repentina
perda de sustentao e um grande aumento de arrasto. O piloto
recupera adicionando potncia e mergulhando o avio para recuperar a
velocidade perdida.

NO ESTOLADO ESTOLADO

Asa ou p do rotor no estolado ou estolado


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NOTA DE SEGURANA SN-24 (cont.)


O mesmo acontece durante o estol de rotor com o helicptero, exceto que
ele ocorre devido a baixa RPM do rotor ao invs de baixa velocidade.
Quando a RPM do rotor se torna cada vez mais baixa, o ngulo de ataque
das ps do rotor tem que ser cada vez maior para gerar a sustentao
necessria para suportar o peso do helicptero. Mesmo se o coletivo no for
levantado pelo piloto para produzir o ngulo da p maior, o helicptero ir
comear a descer at o movimento para cima do ar atravs do rotor produzir
o aumento necessrio no ngulo de ataque da p. De novo em um ngulo
crtico, como na asa do avio, o aeroflio da p ir estolar resultando em
uma repentina perda de sustentao e um grande freio de rotor causando
uma queda ainda maior na RPM do rotor, aumentando ainda mais a estol de
rotor. Quando o helicptero comea a cair, o ar que vem de baixo para cima
continua a aumentar o ngulo de ataque nas vagarosas ps rotativas
fazendo com que a recuperao seja virtualmente impossvel mesmo com o
coletivo todo para baixo.
O rotor no estola simetricamente porque qualquer velocidade para frente do
helicptero ir produzir um maior fluxo de ar na p que avana do que na
que recua. Isto faz com que a p que recua estole primeiro provocando um
mergulho quando ela vai para trs enquanto a que avana ainda est
subindo quando vai para frente. A resultante da baixa p indo para trs e da
alta p indo para frente e se transforma em uma rpida inclinao para trs
do disco do rotor algumas vezes chamado de rotor blow-back. Tambm,
quando o helicptero comea a cair, o fluxo de ar de baixo para cima sob as
superfcies da cauda tende a colocar a aeronave a uma altitude de nariz para
baixo. Estes dois efeitos, combinados com o cclico para trs colocado pelo
piloto para impedir que o nariz desa, ir frequentemente fazer com que as
ps do rotor se inclinem para trs (blow-back) de tal maneira que elas cortem
o cone de cauda,enquanto o helicptero estolado cai. Devido a magnitude
das foras envolvidas e a flexibilidade das ps do rotor, o limitador do
batimento das ps no ir impedir que o cone de cauda seja cortado. O
resultado da perda do cone de cauda terico, pois a aeronave e seus
ocupantes j estaro condenados pelo rotor estolado antes que a perda do
rotor de cauda acontea.
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NOTA DE SEGURANA SN-25

Editado: Dez 86 Rev.: Jul-12


GELO NO CARBURADOR
Acidentes foram evitados e tem sido atribudo parada do motor a formao
de gelo no carburador. Quando usado corretamente, o sistema de
aquecimento do carburador do R22 e R44 impede a formao de gelo no
carburador.
Quedas de presso e evaporao do combustvel dentro do carburador
causam significante congelamento. Portanto, gelo no carburador pode ocorrer
a temperatura do ar acima de 30C (86F). Mesmo com o ar geralmente seco,
condies locais prximas a umidade podem conduzir a formao de gelo no
carburador. Quando estiver em dvida das condies que contribuem para o
gelo no carburador aplique o aquecimento do carburador conforme
necessrio.
Para o R22 e R44, o aquecimento do carburador pode ser necessrio durante
a decolagem. Diferentemente dos avies que decolam com o acelerador a
pleno, helicpteros usam apenas a potncia requerida para decolar, tornando-
os vulnerveis a formao de gelo no carburador. Tambm use todo o
aquecimento do carburador durante o aquecimento do motor para pr-
aquecer o sistema de induo.
Nas aeronaves equipadas com o sistema de aquecimento assistido, o boto
de controle deve ser desacoplado ao menos que as condies no
contribuam para formao de gelo no carburador.
O aquecimento do carburador reduz a sada de potncia do motor para uma
determinada presso de admisso. requerido aproximadamente 1.5 in. Hg
MAP a mais para gerar potncia mxima contnua (MCP) ou potncia para
decolagem (TOP) com o aquecimento do carburador todo aplicado. A
potncia adicional MAP com o aquecimento do carburador no causa um
estresse maior do motor e do helicptero porque os limites de potncia esto
sendo observados. Apesar da limitao, o motor ir produzir a potncia para
decolagem em baixas altitudes mesmo com o aquecimento do carburador
todo aplicado. Entretanto, evite usar mais aquecimento do que necessrio em
altas altitudes, o motor pode atingir manete plena a menos que MCP e TOP
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NOTA DE SEGURANA SN-26

Editado: Jan 87 Rev.: Jun 94


VOO NOTURNO ALIADO A MAL TEMPO PODE SER FATAL
Muitos acidentes fatais ocorreram de noite com R22s quando os pilotos
estavam voando de noite em ms condies meteorolgicas. A porcentagem
de acidentes fatais durante voos noturnos muitas vezes maior do que em
voos diurnos.
Quando est escuro, o piloto no consegue ver a base das nuvens nem
chuvisco ou nevoeiro. Mesmo quando ele v, ele no capaz de julgar a
altitude porque no existe horizonte para referncia. Ele no percebe que
est l at que ele tenha realmente voado para dentro da nuvem ou nevoeiro
e repentinamente perde suas referncias visuais externas e sua habilidade
em controlar a altitude do helicptero. Sendo os helicpteros aeronaves no
estveis e tendo razes muito altas de rolagem, o helicptero ir
rapidamente ficar fora de controle resultando em um impacto de alta
velocidade o qual ser fatal.
Certifique-se de que voc NUNCA voe de noite a menos que voc tenha
tempo limpo com teto ilimitado ou bem alto e vrias luzes no solo para
referncia.
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NOTA DE SEGURANA SN-27

Editado: Dez 87 Rev.: Jun 94


FECHAR A MANETE DE SURPRESA PODE SER FATAL
Uma avaliao de novos instrutores de vo que atendam ao SafetyCourse na
RHC revelou que muitos no sabem como simular para o aluno uma pane de
potncia segura. Eles podem ter aprendido como responder a uma manete
fechada, mas eles no aprenderam como preparar o aluno para uma pane
de potncia simulada ou como controlar uma situao onde a reao do
aluno inesperada. O aluno pode congelar nos controles, apertar o pedal
errado, levantar o coletivo em vez de abaix-lo ou simplesmente no fazer
nada. O instrutor tem que estar preparado para controlar qualquer reao
inesperada do aluno.
Antes de dar ao aluno uma pane de potncia simulada, cuidadosamente
prepare-o e certifique-se que vocs j voaram juntos o suficiente para
estabelecer o entendimento e comunicao fundamental entre instrutor e
aluno. Passe o exerccio juntos vrias vezes at que a reao do aluno seja
correta e previsvel. Nunca surpreenda o aluno. Diga que voc vai dar a ele
uma pane de potncia simulada alguns minutos antes de voc fechar a
manete, diga claramente pane de potncia. A P.A. deve estar abaixo de 21
pol e a manete fechada lentamente, nunca de uma vez. Siga-o em todos os
controles e aperte os msculos da sua perna direita para se prevenir caso
ele aperte o pedal errado se ficar confuso. Tambm assuma que voc ter
de completar a entrada da autorrotao por voc mesmo. Nunca espere para
ver o que o aluno faz. Planeje-se para iniciar a recuperao dentro de um
segundo, independente da reao do aluno.
J houve casos em que o motor foi desligado durante uma pane de motor
simulada. Por precauo, sempre efetue uma pane de motor simulada,
dentro de uma distncia de planeio para uma rea aberta e lisa, onde voc
esteja certo de que possa completar uma autorrotao com contato com o
solo com segurana, caso isso se torne necessrio. Tambm, nunca pratique
pane de potncia simulada at que o motor esteja completamente aquecido.
Espere at que voc tenha voado pelo menos entre 15 e 20 minutos.
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NOTA DE SEGURANA SN-28

Editado: Jul 88 Rev.: Jun 94


FIQUE ATENTO A FALHA DE ROLAMENTO IMINENTE
A primeira indicao de uma falha nas esferas dos rolamentos
normalmente um aumento perceptvel de rudo. O rudo ir quase sempre
comear vrias horas antes do rolamento se quebrar e bem antes de haver
qualquer aumento de temperatura do rolamento.
Detectando rudo no rolamento: - Para detectar uma possvel falha no
rolamento do sistema de transmisso, o piloto deve abrir sua porta direita,
descobrir sua orelha esquerda e escutar o som do sistema de transmisso
durante o acionamento e corte. Depois que o piloto se tornar familiarizado
com o som normal do sistema de transmisso, ele deve ser capaz de
detectar o rudo feito por um rolamento em pane. O rolamento em pane ir
produzir um som ganido, surdo e prolongado ou barulho sirene. Uma vez
tendo ouvido o rudo fora do normal, o piloto tem que imediatamente deixar o
helicptero indisponvel e ter os rolamentos inspecionados completamente
por um mecnico qualificado. A falha de um rolamento em voo poderia
resultar em um srio acidente.
No confie em Telatemps. - Um rolamento em pane no ir se esquentar o
suficiente para escurecer os Telatemps at que ele realmente comece a se
desintegrar e tenha o atrito de ao com ao. Isso deve ocorrer somente
segundos antes de uma falha completa.
LUZ DE AVISO DO CLUTCH
normal que a luz do clutch ocasionalmente se acenda durante o vo por
um curto perodo de tempo (esse perodo varia de helicptero para
helicptero, mas normalmente no mais que 3 ou 4 segundos) para
retensionar as correias em V quando elas se aquecem e se folgam
ligeiramente. Entretanto, se a luz do clutch piscar ou permanecer acesa por
um tempo maior que o normal, isso pode indicar um problema na correia ou
rolamento do sistema de transmisso. Se isso acontecer, imediatamente
puxe o disjuntor do CLUTCH. Selecione um ponto de pouso seguro e faa
um pouso normal com potncia. Esteja preparado para entrar em
autorrotao caso acontea uma falha no sistema de transmisso.
Depois de pousar, faa o corte do motor normal. Cheque as correias em V e
certifique-se que elas esto em suas ranhuras e que no estejam quebradas
ou deterioradas. Cheque o retentor dos rolamentos superior e inferior para
verificar danos nos lacres. Cheque os indicadores [Link] houver danos
nos lacres, temperatura acima do normal ou diferena entre Telatemps dos
rolamentos de 20 F ou mais, faa com que o helicptero seja inspecionado
por um mecnico antes de voos futuros.
Se nenhum problema for achado, reacione o helicptero usando o
procedimento normal. Observe a luz do clutch e se o funcionamento se
mostrar normal, continue o voo.
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NOTA DE SEGURANA SN-29

Editado: Mar 93 Rev.: Jun 94


PILOTOS DE AVIO SO UMA ALTO RISCO VOANDO HELICPTEROS
J houve vrios acidentes fatais envolvendo experientes pilotos, com muitas
horas em avio, mas com uma experincia limitada em helicpteros.
As reaes inerentes de um piloto de avio experiente podem ser mortais quando
se voa um helicptero. O piloto de avio pode voar bem um helicptero durante
manobras normais, sob condies normais, quando se tem tempo para pensar
sobre a resposta de controle apropriada. Mas quando se exige uma reao rpida
sob circunstncias inesperadas, ele pode reagir como se estivesse em uma avio
e cometer m erro fatal. Sob tais condies, suas mos e ps movem-se
puramente por instinto. Sem pensamentos conscientes. Essas reaes podem
estar baseadas na sua grande experincia, por exemplo, nas reaes
desenvolvidas quando se voa avio.
Por exemplo, em um avio, sua reao ao sinal de aviso de estol seria
imediatamente empurrar o manche para frente e adicionar potncia. Em um
helicptero, colocar o cclico para a frente quando o piloto ouve o aviso de baixa
RPM, faz com que ela caia ainda mais podendo resultar em um estol de rotor,
especialmente se ele tambm adicionar potncia (coletivo para cima). Em
menos de um segundo, o piloto pode estolar o rotor, fazendo com que o
helicptero caia.
Outro exemplo a reao necessria para fazer a aeronave descer. Se o piloto
de helicptero tiver que descer repentinamente para desviar de um pssaro ou
outra aeronave, ele repentinamente abaixa o coletivo com um movimento muito
pequeno do cclico. Na mesma situao, o piloto de avio empurraria o manche
para frente para mergulhar. Um rpido movimento do cclico para frente nessa
situao resulta em uma condio de baixo G, o que pode causar uma batida de
mastro, resultando em uma separao do mastro do rotor principal e a aeronave,
ou uma p se chocando contra a fuselagem. Uma situao similar existe quando
se termina uma subida depois de uma puxada no cclico para trs. O piloto de
avio faz isso colocando o manche para frente. O piloto de helicptero tem que
usar o coletivo ou uma aplicao gradual e suave do cclico para frente.
Para se manter vivo em um helicptero, o piloto de avio experiente, tem que
dedicar um tempo considervel e esforo para desenvolver reaes seguras em
helicpteros As reaes aprendidas no helicptero tm que ser mais fortes e se
sobrepor s reaes aprendidas no avio, pois tudo acontece mais rpido no
helicptero. O piloto no tem tempo para pensar que ele fez o movimento errado,
pensar sobre isso e corrigir o erro. muito tarde; o rotor j estolou ou a p j se
chocou com a fuselagem e no existem mais chances para recuperao. Para
desenvolver reaes seguras no helicptero, o piloto de avio tem que praticar
cada procedimento vrias vezes com um instrutor competente, at que suas
mos e ps faam sempre o movimento certo, sem a necessidade de um
pensamento consciente. E ACIMA DE TUDO, ELE NO PODE JAMAIS
EMPURRAR O CCLICO REPINTINAMENTE PARA FRENTE.
Consulte tambm as Notas de Segurana SN-11 e SN-24
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MODELO R22 DICAS E NOTAS DE SEGURANA

NOTA DE SEGURANA SN-30

Editado: Jun 94

OBJETOS SOLTOS PODEM SER FATAIS


Um acidente fatal recente ocorreu quando o piloto deixou que sua prancheta
sasse pela porta esquerda e se chocasse com o rotor de cauda. Qualquer
objeto solto que se choque com o rotor de cauda, pode causar um dano em
usa p. Perda ou dano na p do rotor de cauda podem fazer com que ela
perca seu balanceamento gerando uma forte vibrao, que pode causar uma
separao de todos os componentes da cauda inclusive a caixa de
transmisso, do resto do cone de cauda, resultando em um acidente
catastrfico. Acidentes com os R22s tm sido causados por: tampas de
tanque de combustvel, pranchetas, pssaros e outros objetos que se
chocam no rotor de cauda. Antes de cada voo faa o que segue:
1) D uma volta completa na aeronave checando as tampas dos tanques,
rotor de cauda e por qualquer coisa que possa prender o esqui, como
linhas estticas conectadas ao mesmo.
2) Guarda ou prenda todos os objetos soltos na cabine.
3) Feche firmemente todas as portas.
4) E nunca voe com a porta esquerda removida, (remova somente a porta
direita para ventilao).

NOTA DE SEGURANA SN-31

Editado: Dez-96

GOVERNADOR PODE MASCARAR FORMAO DE GELO NO


CARBURADOR
Com o governador da manete ligado, o gelo no carburador no se tornar
aparente pela perda de RPM ou presso de admisso. O governador ir,
automaticamente, ajustar a manete para manter uma RPM constante e
tambm uma presso de admisso constante. Quando em dvida, aplique o
aquecimento do carburador como necessrio para manter a CAT fora do
arco amarelo durante o pairado, subida ou cruzeiro. Aplique todo o
aquecimento do carburador quando a presso de admisso estiver abaixo de
18 polegadas.
Lembre-se tambm que se o assistente do aquecimento do carburador
estiver sendo usado, ele ir reduzir a temperatura do carburador quando o
helicptero decolar para um pairado, ento um ajuste no controle do
aquecimento pode ser necessrio.
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NOTA DE SEGURANA SN-32

Editado: Mar 98

VENTOS FORTES OU TURBULNCIA


Voar com ventos fortes ou turbulncia deve ser evitado, mas se uma
condio inesperada de turbulncia for encontrada, os seguintes
procedimentos so recomendados:
1) Reduza a velocidade entre 60 e 70 knots
2) Aperte o cinto de segurana e apoie firmemente o antebrao direito
na perna direita, para prevenir movimentos de controle no
intencionais.
3) No controle alm do necessrio. Evite movimentos de controle
amplos abruptos. Permita que a aeronave oscile com a turbulncia,
e ento recupere o voo nivelado aplicando movimentos de controle
suaves e gentis.
4) Mantenha o governador na posio ligado e no persiga a RPM
ou a velocidade. Variaes momentneas de RPM ou velocidade
so previstas.
5) Evite voar a sotavento de morros, serras ou prdios altos onde a
turbulncia tende a ser mais severa.
6) Nunca voe em condies de ventos fortes, dentro de vales
profundos e estreitos, ou onde voc no possa ver o final.
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NOTA DE SEGURANA SN-33


Editado: Mar 98 Rev: Jul 2013

FOLGA NAS CORREIAS DE TRANSMISSO


As correias de transmisso do R22 e R44 devem ter o tensionamento
apropriado para o acionamento. Correias muito folgadas podem saltar
dos seus respectivos sulcos de roldana durante o acionamento e
durante o engrazamento da clutch.
1) Durante o pr voo, com a clutch desengrazada, pressione as
correias com os dedos acima da engrenagem do ventilador, FAN.
Verifique se as correias deflete aproximadamente 4 cm. Se as
correias estiverem significativamente mais folgadas que 4 cm
necessrio o ajuste do atuador antes do prximo acionamento.
2) Depois de acionado, engraze a clutch e verifique se as ps
comeam a girar em at 5 segundos. Se as ps no iniciarem a
girar dentro de cinco segundos, desligue o motor e ajuste o atuador
antes do prximo voo.

Correias em V novas nos helicpteros R22 ou R44 podem fazer com


que o rotor gire durante a partida do motor. Isso coloca uma carga
desnecessria no motor de arranque e pode gerar uma fadiga devido a
uma excessiva fora de toro no sistema de transmisso. Os
procedimento a seguir so recomendados:
1) Durante o corte, no desengraze o clutch
2) Aps desligar o interruptor master, coloque o interruptor do clutch
na posio DESENGRAZAR.... Se o interruptor da clutch for
deixado na posio de engrazamento, a bateria continuar
fornecendo energia aos tacmetros, o que descarregar a bateria.
3) Antes do prximo voo, espere que o clutch desengraze antes de
acionar o motor.
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NOTA DE SEGURANA SN-34

Editado: Mar 99 Rev: Apr 2009

VOOS DE FOTOGRAFIA ALTO RISCO


Existe uma falsa impresso de que voos de fotografia podem ser feitos
com segurana por pilotos com pouca experincia. No verdade.
Muitos acidentes fatais acontecem durante voos de fotografia, e um
grande nmero deles envolvendo helicpteros R22.
Frequentemente, para agradar o fotgrafo, um piloto inexperiente
diminuir a velocidade do helicptero para menos de 30 KIAS e tentar
posicion-lo para conseguir o melhor ngulo da foto. Enquanto manobra,
o piloto pode se descuidar da velocidade e das condies do vento. O
helicptero pode rapidamente perder a sustentao de deslocamento e
comear a descer. Um piloto inexperiente pode puxar o coletivo para
conter a descida. Isso pode fazer com que a RPM caia, reduzindo a
potncia disponvel e aumentando ainda mais a razo de descida e a
queda da RPM. Abrir a manete aumentar o torque do rotor, mas no a
potncia disponvel devido baixa RPM. Sendo a trao do rotor de
cauda proporcional ao quadrado da RPM, se ela cair abaixo de 80%,
aproximadamente metade da trao do rotor de cauda ser perdida e o
helicptero ir guinar a direita. Repentinamente, o decrscimo de PM
tambm faz com que o rotor estole e o helicptero caia rapidamente
enquanto continua a girar. O resultado do impacto geralmente fatal.
Voos de fotografia devem ser conduzidos apenas por pilotos experientes
e bem treinados e que:
1) Tenham pelo menos 500 horas como piloto em comando de
helicptero e mais de 100 horas no equipamento voado.
2) Tenham tido bastante treinamento nas tcnicas de recuperao de
baixa RPM e de anel de vrtice.
3) Estejam dispostos a dizer no ao fotgrafo e somente voarem a
aeronave em velocidades, altitudes e ngulos de vento que forem
seguros e que permitam uma boa trajetria de escape.
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NOTA DE SEGURANA SN-35

Editado: Abr 99

VOAR PRXIMO A TORRES DE TRANSMISSO


Mal funcionamento do sistema eltrico tem ocorrido em aeronaves,
incluindo helicpteros R22 e R44, quando em voo prximo a torres de
transmisso de alta intensidade. Enquanto a localidade e a altura das
antenas de transmisso esto plotadas nas cartas aeronuticas, a
potncia do transmissor no est.
As primeiras indicaes de um campo de rdio de alta potncia incluem
uma forte interferncia no sistema de intercomunicao e nos receptores
de rdio da aeronave. O aumento da intensidade do capo pode causar
um acendimento aleatrio das luzes de aviso, e um mal funcionamento
do governador e dos tacmetros. Se o piloto tiver tirado a mo do
coletivo para ajustar o rdio devido interferncia, o inicio da atuao
irregular do governador pode no ser percebida. Sob essas condies, o
governador pode girar a manete para a marcha lenta ou abri-la
rapidamente ocasionando um disparo de RPM do motor e do rotor.
As precaues a seguir devem ser tomadas a fim de se reduzir o risco
gerado por transmissores de rdio de alta potncia.

1) No voe prximo a torres de transmisso.


2) No se distraia tentando ajustar o rdio ou o intercompara reduzir
a interferncia. Mantenha uma mo no coletivo e manete, e esteja
preparado para desligar o governador e assumir a manete
manualmente.
3) Embora um dano permanente seja improvvel, verifique todo o
sistema eltrico aps ter voado atravs de um campo de rdio de
alta potncia.
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NOTA DE SEGURANA SN-36

Editado: Nov 00

DISPAROS DE RPM DURANTE A DECOLAGEM


Helicpteros tm sido severamente danificados por disparos de RPM
durante a decolagem. Os disparos causaram uma vibrao no eixo do
rotor de cauda, o que levou uma imediata quebra do eixo e do cone de
cauda. Na faixa de operao normal de RPM, a vibrao do eixo do rotor
de cauda controlada por um rolamento de apoio. Entretanto, o
rolamento no eficaz acima de 120% de RPM.
A correlao mecnica pode ser causar um disparo de RPM durante a
decolagem caso a RPM seja aumentada e ajustada para as condies
normais de voo e o coletivo seja levantado antes de se ligar o
governador. Disparos de RPM tambm podem ocorrem caso a manete
seja segurada com fora durante a decolagem, sobrepondo o
governador. Pilotos inexperientes, que esto mais sujeitos a ficarem
nervosos ou distrados, so mais suscetveis a esse tipo de disparo de
RPM.
Para evitar disparos de RPM durante a decolagem:

1) Sempre se certifique que o governador est ligado antes de


aumentar a RPM para acima de 80%.
2) Verifique se o governador estabiliza a RPM prximo ao topo do
arco verde.
3) Mantenha uma empunhadura relaxada na manete permitindo que
o governador controle a RPM.
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NOTA DE SEGURANA SN-37

Editado: Dez 01

EXCEDER AS LIMITAES PR-ESTABELECIDAS PODE SER FATAL


Muitos pilotos no entendem o que a fadiga de metal. Toda vez que um
componente de metal sofre uma carga de esforo acima do seu limite de
fadiga, danos no visveis ocorrem dentro do metal. No existe um
mtodo de inspeo que possa detectar esse dano invisvel. A primeira
indicao ser uma pequena fissura microscpica dentro do metal,
geralmente no identificvel a olho nu. A fissura aumentar cada vez que
o esforo crtico for repetido, at que a pea se quebre inesperadamente.
O crescimento da rachadura ocorrer rapidamente nas peas do sistema
de transmisso devido s cargas de toro de alta frequncia. Ela
tambm ocorrer rapidamente nos componentes do sistema do rotor
devido alta fora centrfuga nas ps e na cabea. Ciclos de danos por
fadiga ocorrem a cada revoluo de um eixo sobrecarregado ou p do
rotor.
Se o piloto exceder os limites de potncia ou de velocidade em algumas
ocasies sem que ocorra um dano algum dano, ele pode ser induzido a
acreditar que seja seguro operar nessas altas cargas. No verdade. A
cada segundo que as limitaes so excedidas, mais ciclos de esforos
ocorrem e dano adicional por fadiga pode se acumular dentro do metal.
Eventualmente, uma fissura por fadiga surgir e crescer at que uma
repentina falha ocorra. Se o piloto tiver sorte, a pea ter alcanado sua
vida til aprovada e ter sido substituda antes que a falha acontea.
Caso contrrio, provvel que um acidente srio ou fatal acontea.

CUIDADO

1) Sempre opere a aeronave bem abaixo de sua Vne (Velocidade


nunca a ser excedida) aprovada, especialmente em condies de
ventos turbulentos.
2) No opere o motor acima dos limites estabelecidos no grfico de
presso de admisso (P.A.).
3) No carregue a aeronave acima do seu limite de peso mximo
permitido.
4) As condies de maiores danos ocorrem quando se est
manobrando ou voando com uma combinao de alta velocidade e
alto regime de potncia.
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NOTA DE SEGURANA SN-38

Editado: Jul2003 Rev: Out 2004

A PRTICA DE AOTORROTAO CAUSA MUITOS ACIDENTES NA


INSTRUO
Todos os anos muitos helicpteros so destrudos simulando uma pane
de motor que raramente ocorre.
Durante a prtica da autorrotao, muitos acidentes ocorrem quando o
helicptero desce abaixo de 100 ps AGL sem que todas as condies
pr-estabelecidas tenham sido atingidas. Assim que a aeronave atinge
os 100 ps AGL, faa uma recuperao imediata de potncia, a menos
que todas as seguintes condies tenham sido atingidas:
1) RPM do rotor no meio do arco verde.
2) Velocidade estabilizada entre 60 e 70 Kias.
3) Uma razo de descida normal, geralmente inferior a 1500 ps/min.
4) Curvas (se foi feita alguma) desfeitas.

Instrutores podem achar til cantar para o aluno RPM, velocidade, razo
de descida antes de passar dos 100 ps. Em altitudes densidade acima
de 4000 ps, aumente a altitude de deciso para 200 ps AGL ou mais.
Uma grande porcentagem de acidentes na instruo, ocorrem depois de
muitas autorrotaes em sequncia. Para manter a concentrao do
instrutor e minimizar a fadiga do aluno, limite a prtica para no mais que
3 ou 4 autorrotaes em sequncia.
J houve casos em que o motor apagou durante a prtica de
autorrotao. Para evitar uma inadvertida parada do motor, no reduza a
manete para marcha lenta. Reduza a manete suavemente para uma
pequena separao visvel das agulhas, ento segure firmemente a
manete para se sobrepor ao governador. Recupere a potncia
imediatamente se o motor ficar spero ou a RPM de motor continuar a
cair.
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NOTA DE SEGURANA SN-39

Editado: Jul 2003

VIBRAO ANORMAL PODE INDICAR RACHADURA NA P DO


ROTOR PRINCIPAL
Uma catastrfica quebra da p por fadiga pode ser evitada se os pilotos
e mecnicos estiverem alerta s indicaes iniciais de uma rachadura
por fadiga. Embora uma rachadura possa existir na estrutura interna da
p e no ser visvel, um aumento significativo de vibrao no rotor
acontecer antes de uma falha definitiva. Se o rotor estiver sem vibrao
logo aps ter sido balanceado, e ento, dentro de alguns voos ele perder
o balanceamento, o mesmo deve ser considerado suspeito. Examine
cuidadosamente o sistema do rotor com um mecnico qualificado antes
do prximo voo.
Se uma vibrao do rotor principal aumentar rapidamente ou se tornar
severa durante o voo, faa imediatamente um pouso seguro. No tente
continuar o voo para um local conveniente.
.........................................................................................................................

NOTA DE SEGURANA SN-40

Editado: Jul 2006

INCNDIOS APS ACIDENTES


J houve inmeros casos onde os ocupantes de helicpteros ou avies
leves sobreviveram a uma queda, mas foram severamente queimados
pelo fogo que se seguiu aps o acidente. Para reduzir o risco de
ferimentos causados por um incndio aps um acidente, altamente
recomendado o uso por todos os ocupantes, o uso de macaco
antichamas de Nomex, luvas e balaclava ou capacete.
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NOTA DE SEGURANA SN-41

Editado: May 2013

DISTRAES DO PILOTO
Distraes do piloto na cabine tem causado a perda de controle do
helicptero. Ler cartas, programar avinicos, ou atender a
passageiros so algumas das distraes comuns. Durante o voo
importante manter os olhos atentos ao ambiente externo e minimizar
distraes para evitar acidentes. Qualquer programao de avinicos
que demore mais do que poucos segundos, deve ser feita ainda no
solo.
No pairado, mantenha ambas as mos nos controles. Se for
necessrio o ajuste do rdio ou outra tarefa, primeiro pouse e reduza
o passo do coletivo. Em voo a frente quando lidar com outras
distraes, reduza a potncia, desacelere, e frequentemente olhe
para fora para verificar o voo reto e nivelado.
Ocasionalmente pilotos deixam de travar a porta antes de decolar.
Nunca tente travar a porta durante o pairado ou em voo. mais
seguro pousar antes de fechar a porta
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NOTA DE SEGURANA SN-42

Editado: May 2013

GUINADA INESPERADA
A falha de um piloto ao aplicar o pedal adequado em resposta a
rajadas, ventos fortes durante o pairado ou em voo com baixa
velocidade pode resultar em uma guinada inesperada. Alguns pilotos
erroneamente atribuem esta guinada a perda de eficincia do rotor de
cauda (LTE Loss of Tail Rotor Effectiveness),supondo que o rotor de
cauda tenha parado ou no tenha suprido a potncia suficiente . Os
rotores de cauda dos helicpteros Robinson so projetados para
serem mais eficientes que muitos outros helicpteros, o que torna
improvvel que essa perda de eficincia acontea.
Para evitar guinadas inesperada, os pilotos devem estar atentos as
condies (por exemplo vento cruzado de esquerda) que possam
necessitar de rpido ou amplo comando de pedal. Praticar giros de
pedal ,lentamente, no pairado estabilizado, ajuda a manter a
proficincia em controlar guinadas. O treinamento no pairado com
instrutor qualificado em condies de vento varivel tambm ajuda.
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NOTA DE SEGURANA SN-43


Editado: Jan 2015

TENHA CUIDADO EXTRA NOS VOOS PS-MANUTENO


Um nmero de acidentes fatais tem ocorrido em vos que so feitos logo
aps a manuteno. Em alguns casos, so causados por remontagem
incorreta ou incompleta, o erro pode ser detectado por uma inspeo de
pr-voo mais cuidadosa.
Mesmo o melhor dos mecnicos pode vir a se distrair e cometer o erro.
Os pilotos devem conduzir um minucioso pr-voo de inspeo logo aps
que a manuteno tenha sido realizada. Se possvel, fale com o tcnico
que fez o trabalho de manuteno, para saber o que exatamente ele fez,
e tenha uma ateno especial nessa rea. Os profissionais da
manuteno iro gostar do comprometimento do piloto com a segurana
e gratos pelo cheque adicional do trabalho deles.
Quaisquer reparos feitos nos sistemas de controle devem ter ateno
especial, pois o efeito normalmente catastrfico quando os controles de
vo se desconectam. Durante o trabalho de balanceamento, sempre olhe
a cabea do rotor para ter uma inspeo mais prxima dos pitch link e
dos prendedores do tubo de controle aps cada ajuste. Nunca pule ou
acelere os passos do pr-voo.
INTENCIONALMENTE EM BRANCO

Common questions

Com tecnologia de IA

Sob condição de baixo G, a tração do rotor reduz significativamente, enfraquecendo o controle cíclico lateral. O rotor de cauda, acima do CG, causa giro rápido à direita, e aplicar cíclico para a esquerda em tentativas de interrompê-lo pode exceder o batimento do rotor, levando à falha estrutural. Movimentos suaves no cíclico são cruciais para reganhar tração e evitar "mast bumping" .

O peso máximo de decolagem para o R22 Standard, HP, Alpha, Beta, e Beta II é entre 1300 lb (590 kg) a 1370 lb (622 kg). Peso mínimo de decolagem é 920 lb (417 kg). O peso máximo por assento incluindo bagageiro é 240 lb (109 kg), e para cada bagageiro, 50 lb (23 kg). Essas limitações requerem atenção no planejamento de carga útil e balanceamento para garantir operação segura .

Em caso de falha no alternador, o relé de excesso de voltagem protege o equipamento. Se o amperímetro indicar descarga, o piloto deve desligar equipamentos elétricos desnecessários e religar o switch ALT após um segundo. Se a luz ALT permanecer acesa, um pouso deve ser feito assim que possível, pois continuar o voo pode levar à falta de energia para tacômetros eletrônicos, criando uma situação perigosa .

O R22 possui luzes de aviso e advertência que incluem indicadores de clutch, pressão de óleo, baixo combustível, RPM e falhas no alternador. Essas luzes são acionadas por sensores, alertando o piloto de condições anormais. O conhecimento deste sistema permite ação corretiva rápida, essencial em prevenir incidentes decorrentes de falhas de sistema .

Os flutuadores infláveis conferem características adversas de rolagem ao helicóptero. Ao taxi na água, deve-se manter o alinhamento sem deslocamento lateral e ter cuidado ao praticar falhas de potência simulada. A máxima velocidade recomendada para táxi na água é de 5 nós. Se o rotor for parado na água, a área deve estar livre de obstáculos para prevenir que o helicóptero gire com a baixa RPM do rotor de cauda .

A velocidade nunca a ser excedida (Vne) para o Robinson R22 é de 102 KIAS até 3.000 pés de altitude de densidade. Acima de 3.000 pés, deve-se consultar o gráfico de altitude, pressão x temperatura. As marcações no indicador de velocidade mostram um arco verde de 50-102 KIAS e uma linha vermelha em 102 KIAS para sinalizar essas limitações .

O sistema de iluminação do R22 inclui luzes de posição, luz anticolisão, faróis de pouso, e uma luz de mapa, todas controladas por switches específicos. Estas luzes melhoram a visibilidade externa e interna, permitindo uma navegação segura. A luz de mapa pode servir como iluminação de emergência, reforçando a segurança em caso de falha elétrica .

Para evitar uma capotagem dinâmica, é crucial evitar toques com o solo com deslocamento lateral ou para trás, sempre tocando verticalmente ou com movimento para frente controlado. A capotagem dinâmica ocorre quando o trem de pouso fica preso, girando a aeronave sobre um ponto fixo. A aplicação rápida do coletivo para baixo é essencial para parar a capotagem, pois o cíclico não pode contra-atacar o movimento se já iniciado .

O estol de baixa RPM do rotor pode levar a acidentes fatais devido à perda de sustentação e controle. Pilotos devem condicionar reflexos para rapidamente adicionar a manete e abaixar o coletivo para manter a RPM. O controle do helicóptero durante uma emergência demonstrou ser eficaz para um pouso seguro. Manter a RPM adequada é crucial em qualquer situação de emergência .

Na autorrotação com contato com a água, deve-se tocar com o nariz ligeiramente para cima, alinhado com o deslocamento. O cíclico deve permanecer na posição de toque e o coletivo deve ser mantido até que o deslocamento cesse. Abaixar o coletivo ou aplicar cíclico para frente em movimento pode submergir os flutuadores, fazendo o helicóptero pilonear, devendo-se evitar tais ações .

MANUAL DE INSTRUÇÃO 
PARA PILOTOS  
HELICÓPTERO 
ROBINSON R22 
Este manual é utilizado somente para fins de 
instrução. O
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
FOLHA DE ATUALIZAÇÃO 
MODIFICAÇÃO 
DATA 
FEITO POR 
Criação 
Jan/2013 
Aredes 
Revisão RHC Fev-13 
Set/2013  
Arede
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
ÍNDICE GERAL 
 
 
 
1. 
Disposições Gerais 
 
2. 
Limitações 
 
3. 
Procedimentos de Emergência 
 
4. 
Procedimentos Norm
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
1-i 
SEÇÃO 1 
Disposições Gerais 
Introdução ..............................................................................
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTENCIONALMENTE EM BRANCO
1-1 
ROBINSON 
MODELO R22 
SEÇÃO 1 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
SEÇÃO 1 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
INTRODUÇÃO 
 
O Manual de Operação do
1-2 
ROBINSON 
MODELO R22 
SEÇÃO 1 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
CUIDADOS E NOTAS 
Avisos de CUIDADOe NOTAenfatizam informações impo

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