GUIA DE PROBLEMAS E SOLUES
Injeo
1. Canal de alimentao preso ao molde
Causas provveis
Possveis solues
Aumentar o tempo de resfriamento da pea
Refrigerao insuficiente
Diminuir a temperatura do molde
Diminuir a temperatura de massa
Certificar-se de que o raio do bico de injeo menor do que o raio da
bucha
Bico e canal deficientes
Aumentar o ngulo de sada do canal de injeo (conicidade entre 2 e 6)
Eliminar ranhuras e rebarbas dos canais de distribuio; polir o canal de
injeo no sentido do fluxo
Trabalhar com o bico recuando a cada injeo
Diminuir a presso de injeo
Compactao excessiva do
Diminuir o volume de injeo
canal
Diminuir a presso de recalque
2. Escorrimento pelo bico
Causas provveis
Possveis solues
Diminuir a temperatura do bico
Processamento incorreto
Diminuir a presso de injeo
Aumentar o curso de descompresso
Aumentar a presso de recalque
Diminuir o dimetro do orifcio do bico
Irregularidades no bico de
injeo
Utilizar bico valvulado (reteno)
Verificar o controle de temperatura no bico
Matria-prima
Verificar a ocorrncia de contaminantes no cilindro
3. Descolorao (degradao)
Causas provveis
Possveis solues
Diminuir a temperatura do cilindro e do bico
Processamento incorreto
Diminuir a presso de recalque
Diminuir a presso e o tempo de injeo
Diminuir a velocidade de injeo
Resina degradada
Purgar e/ou limpar o cilindro
Ar aprisionado no molde
Ver item 15
Molde deficiente
Aumentar as dimenses do ponto de injeo e/ou canais de alimentao
Janeiro/2005
Pg: 01 de 08
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4. Contrao muito alta
Causas provveis
Possveis solues
Diminuir a temperatura de massa
Processamento incorreto
Aumentar o tempo e/ou a presso de injeo
Aumentar o tempo e/ou a presso de recalque
Aumentar a velocidade de injeo
Utilizar resina com taxa de fluidez maior
Matria-prima
Utilizar resina de distribuio de massa molar estreita
Utilizar resina com densidade menor*
Diminuir a temperatura do molde; utilizar gua gelada se necessrio
Molde
Aumentar as dimenses do ponto de injeo e do canal de alimentao de
injeo
*Vlido para PEAD
5. Delaminao
Causas provveis
Material incompatvel
Possveis solues
Verificar se h umidade ou resduos de outros plsticos no cilindro ou no
funil; purgar o cilindro
Certificar-se de que os aditivos e pigmentos so compatveis com a resina
utilizada e com a temperatura de processo
Aumentar a temperatura de massa (cilindro e bico)
Aumentar a temperatura do molde
Processamento incorreto
Aumentar a presso de recalque
Aumentar a velocidade de injeo
Aumentar ou diminuir a rotao da rosca
Verificar descompresso excessiva, ar encapsulado e volteis
Aumentar as dimenses do ponto de injeo
Molde deficiente
Rever a localizao do ponto de injeo
Otimizar sada de ar do molde
*Vlido apenas para PEAD
Janeiro/2005
Pg: 02 de 08
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6. Baixa resistncia ao tensofissuramento* e fragilidade acentuada da pea
Causas provveis
Possveis solues
Diminuir a presso de injeo e/ou de recalque
Processamento incorreto
Aumentar a temperatura do resina e/ou do molde
Aumentar a velocidade de injeo
Certificar-se de que a temperatura do molde est uniforme
Compactao excessiva na Diminuir o tempo, a presso e o volume de injeo
pea
Diminuir a presso e o tempo de recalque
Aumentar a refrigerao do ponto de injeo
Aumentar as dimenses do ponto de injeo, canal de alimentao e
canais de distribuio de injeo
Molde deficiente
Evitar, se possvel, cantos vivos no molde
Aumentar a espessura das paredes da pea
Mover as linhas de solda para regio de menor solicitao
Utilizar resina com densidade menor*
Utilizar menor quantidade de material recuperado
Matria-prima
Certificar-se de que o recuperado compatvel com a resina utilizada
Utilizar resina com taxa de fluidez menor e/ou distribuio de massa molar
mais estreita
Verificar estabilidade UV, luz solar e radiao gama
Degradao
Ver item 3
*Vlido para PEAD
7. Linhas de solda deficiente
Causas provveis
Possveis solues
Aumentar a temperatura do cilindro, bico e molde
Aumentar a velocidade de injeo
Processamento incorreto
Aumentar a presso da injeo
Aumentar a presso e/ou tempo de recalque
Aumentar a dosagem
Ar aprisionado no molde
Ver item 13
Construir poo frio na linha de unio da resina
Aumentar as dimenses do ponto de injeo
Molde deficiente
Mudar a posio do ponto de injeo
Diminuir a distncia entre o ponto de injeo e a linha de solda
Retirar a linha de solda de solicitao
Verificar se no h resina degradada, contaminantes ou outro tipo de
resina no cilindro; promova sua limpeza
Matria-prima
Certificar-se de que os aditivos e pigmentos/mster so compatveis com a
resina utilizada e com a temperatura de processo
Utilizar pigmentos/mster de formato esfrico ou com menor granulometria
Janeiro/2005
Pg: 03 de 08
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8. Deformao (empenamento)
Causas provveis
Possveis solues
Diminuir a temperatura do molde; utilizar gua gelada se necessrio
Extrao da pea muito
quente
Aumentar o tempo de resfriamento
Diminuir a temperatura de massa
Construir gabarito para ps-resfriamento
Aumentar a temperatura de massa
Tenso residual na pea
Diminuir a presso de injeo
Diminuir a presso de recalque
Aumentar a velocidade de injeo
Certificar-se de que a temperatura do molde est balanceada, isto , a
temperatura deve estar uniforme
Evitar diferenas de espessura na pea; se for inevitvel, promova uma
transio suave
Adotar mais de uma entrada de resina, caso a pea seja muito grande ou
fina
Molde inadequado
Aumentar as dimenses do ponto de injeo
Construir reforos nas sees mais finas da pea
Evitar a extrao forada da pea
Projetar molde com a maior simetria possvel
Utilizar resina com taxa de fluidez maior e/ou distribuio de massa molar
estreita
Matria-prima
Utilizar resina com densidade maior*
Utilizar resina nucleada**
*Vlido para PEAD
**Vlido para PP
9. Marcas de fluxo
Causas provveis
Possveis solues
Aumentar progressivamente a velocidade; utilizar velocidade escalonada
Processamento incorreto
Aumentar a temperatura do cilindro, do bico e do molde
Aumentar a presso de injeo
Construir poo frio, a fim de impedir que a resina fria preencha a cavidade
Aumentar dimenses dos canais de alimentao e dos pontos de injeo
Molde deficiente
Deslocar o ponto de injeo, de maneira que a resina encontre alguma
obstruo
Polir o molde
Matria-prima
Janeiro/2005
Utilizar resina com taxa de fluidez maior
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10. Peas aderentes ao molde
Causas provveis
Possveis solues
Diminuir a temperatura do molde
Aumentar o tempo de resfriamento
Processamento inadequado
Diminuir a temperatura de massa
Reduzir a presso e o tempo de injeo
Reduzir a presso e o tempo de recalque
Diminuir a dosagem
Aumentar o ngulo de sada das peas
Limpar e polir o molde, principalmente no sentido da extrao
Utilizar extratores maiores e posicion-los corretamente
Molde deficiente
Utilizar desmoldante
Verificar a bucha; se necessrio, aumentar refrigerao, limpar e/ou tornar
seu dimetro maior que o do bico
Utilizar resina com densidade maior*
Matria-prima
*Vlido para PEAD
Utilizar resina nucleada**
**Vlido para PP
11. Rechupes
Causas provveis
Possveis solues
Diminuir a temperatura do molde
Aumentar o tempo de resfriamento
Processamento incorreto
Aumentar a presso e o tempo de injeo
Aumentar a presso e/ou tempo de recalque
Aumentar o volume de injeo
Diminuir a temperatura de massa
Aumentar as dimenses dos canais de alimentao, a fim de permitir boa
transferncia de presso
Molde deficiente
Evitar diferenas de espessura
Aumentar as dimenses do ponto de injeo e/ou mudar o ponto de
injeo para a regio de maior espessura de parede
Diminuir as dimenses dos reforos
Utilizar resina com densidade menor*
Matria-prima
Utilizar resina com taxa de fluidez maior
Utilizar algum tipo de carga ou agente de expanso
Utilizar resina nucleada**
*Vlido para PEAD
Janeiro/2005
**Vlido para PP
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12. Pontos claros na pea
Causas provveis
Possveis solues
Aumentar a temperatura de massa
Resina no plastificada
Aumentar a presso de recalque
Aumentar a rotao da rosca
Degradao
Ver item 3
Umidade de condensao
no molde
Aumentar a temperatura e/ou secar o molde
Matria-prima
Verificar contaminao na matria-prima
Purgar resina do cilindro
13. Pontos escuros na pea
Causas provveis
Possveis solues
Certificar-se de que no h resina degradada ou contaminada no cilindro
ou no bico; purgar o sistema se necessrio
Matria-prima
Verificar a existncia de impurezas nos pletes
Verificar quantidade e qualidade de reciclo
Verificar a compatibilidade do pigmento/mster utilizado
Diminuir a temperatura da resina
Certificar-se de que a rosca no est com desgaste excessivo
Processamento inadequado Diminuir a velocidade de injeo
Diminuir a presso de recalque
Diminuir a rotao da rosca
Molde
Verificar o controle de temperatura nos canais de alimentao
Verificar o desenho da rosca
Equipamento
Utilizar mquina com cilindro menor
Verificar a unidade de plastificao, o sistema de canais de injeo quanto
presena de impurezas, cantos vivos e desgaste
Ar aprisionado no molde
Ver item 15
14. No homogeneidade de cor
Causas provveis
Possveis solues
Aumentar a presso de recalque
Processamento incorreto
Diminuir a velocidade de injeo
Aumentar a rotao da rosca
Equipamento
Verificar defeitos na rosca e cilindro
Utilizar rosca com maior capacidade de mistura
Utilizar mster com taxa de fluidez maior
Matria-prima
Verificar o sistema de pr-mistura e porcentagem de mster usado
Verificar a compatibilidade do mster com a resina
Janeiro/2005
Pg: 06 de 08
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15. Ar aprisionado no molde
Causas provveis
Possveis solues
Diminuir a velocidade de injeo
Processamento incorreto
Utilizar velocidade escalonada
Diminuir a fora de fechamento at no gerar rebarbas
Promover sada de ar no molde
Molde deficiente
Mudar o ponto de injeo, a fim de deslocar a linha de solda para regies
que tenham sadas de ar
Utilizar metais porosos quando possvel
Polir o molde
Matria-prima
Ar preso
Volteis de degradao da
resina
Secar (a matria-prima)
Verificar contaminaes no funil por
Aumentar a presso de recalque
Diminuir a descompresso
Diminuir a temperatura do cilindro
**Vlido para PP
16. Rebarbas
Causas provveis
Possveis solues
Diminuir a temperatura de massa
Diminuir a presso de injeo
Diminuir a presso de recalque
Processamento incorreto
Aumentar a fora de fechamento
Diminuir a velocidade de injeo; utilizar velocidade escalonada
Diminuir a dosagem
Diminuir a temperatura do molde
Equipamento
Certificar-se de que a fora de fechamento da injetora suficiente
Certificar-se de que as partes planas do molde esto perfeitamente
adequadas, alinhadas e limpas
Eliminar a folga dos pinos-guia
Molde deficiente
Certificar-se de que no h resduos de resina entre as faces do molde ou
na bucha dos pinos-guia
Diminuir a degasagem do molde
Verificar a existncia de restries de fluxo em uma ou mais cavidades de
molde multicamadas
Matria-prima inadequada
Janeiro/2005
Utilizar resina com taxa de fluidez menor
Pg: 07 de 08
Ipiranga Petroqumica S.A.
17. Moldagens incompletas
Causas provveis
Possveis solues
Aumentar a temperatura do cilindro, do bico e/ou do molde
Aumentar a presso de recalque
Aumentar a rotao da rosca
Certificar-se de que as resistncias eltricas e os pirmetros esto
Processamento inadequado funcionando perfeitamente
Aumentar a dosagem
Aumentar a presso e o tempo de injeo
Aumentar a velocidade de injeo
Trabalhar com o bico recuado a cada injeo
Queda de presso durante
injeo
Aumentar o tempo e curso de comutao
Ar aprisionado no molde
Ver item 15
Instalar um anel contra fluxo na rosca ou certificar-se do perfeito
funcionamento do mesmo
Equipamento inadequado
Utilizar injetora com maior capacidade de injeo
Aumentar o dimetro do bico de injeo
Verificar simetria do molde
Aumentar as dimenses dos canais de alimentao e do ponto de injeo
Molde deficiente
Aumentar o nmero de entradas de injeo
Construir poo frio em local e tamanho adequado
Construir poo frio na extremidade do canal de distribuio
Matria-prima
Utilizar resina com taxa de fluidez maior
18. Pouco brilho
Causas provveis
Possveis solues
Promover melhor acabamento do molde
Molde deficiente
Melhorar o sistema de degasagem
Diminuir a quantidade de agente desmoldante
Aumentar a temperatura da resina e do molde
Processamento inadequado
Aumentar a velocidade de injeo
Aumentar a presso de injeo
Certificar-se de que no h umidade no molde
Utilizar resina com taxa de fluidez maior
Matria-prima
Utilizar resina sem contaminaes
Utilizar resina com densidade maior*
*Vlido para PEAD
Janeiro/2005
Pg: 08 de 08