Problemas de Matemática Financeira
Problemas de Matemática Financeira
As reticncias (trs pontos) indicam que este conjunto no tem fim. N um conjunto com infinitos
nmeros.
Excluindo o zero do conjunto dos nmeros naturais, o conjunto ser representado por:
N* = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, ...}
Subconjuntos notveis em N:
1 Nmeros Naturais no nulos
N* ={1,2,3,4,...,n,...}; N* = N-{0}
4 - Nmeros primos
P={2,3,5,7,11,13...}
- Se um nmero natural sucessor de outro, ento os dois nmeros juntos so chamados nmeros
consecutivos.
Exemplos:
a) 1 e 2 so nmeros consecutivos.
b) 7 e 8 so nmeros consecutivos.
c) 50 e 51 so nmeros consecutivos.
- Vrios nmeros formam uma coleo de nmeros naturais consecutivos se o segundo sucessor
do primeiro, o terceiro sucessor do segundo, o quarto sucessor do terceiro e assim sucessivamente.
Exemplos:
a) 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7 so consecutivos.
b) 7, 8 e 9 so consecutivos.
c) 50, 51, 52 e 53 so consecutivos.
- Todo nmero natural dado N, exceto o zero, tem um antecessor (nmero que vem antes do nmero
dado).
Exemplos: Se m um nmero natural finito diferente de zero.
a) O antecessor do nmero m m-1.
b) O antecessor de 2 1.
c) O antecessor de 56 55.
d) O antecessor de 10 9.
O conjunto abaixo conhecido como o conjunto dos nmeros naturais pares. Embora uma sequncia
real seja outro objeto matemtico denominado funo, algumas vezes utilizaremos a denominao
sequncia dos nmeros naturais pares para representar o conjunto dos nmeros naturais pares: P = {0,
2, 4, 6, 8, 10, 12, ...}
O conjunto abaixo conhecido como o conjunto dos nmeros naturais mpares, s vezes tambm
chamados, a sequncia dos nmeros mpares. I = {1, 3, 5, 7, 9, 11, 13, ...}
Operaes com Nmeros Naturais
Na sequncia, estudaremos as duas principais operaes possveis no conjunto dos nmeros naturais.
Praticamente, toda a Matemtica construda a partir dessas duas operaes: adio e multiplicao.
- Adio de Nmeros Naturais
A primeira operao fundamental da Aritmtica tem por finalidade reunir em um s nmero, todas as
unidades de dois ou mais nmeros.
Exemplo:
5 + 4 = 9, onde 5 e 4 so as parcelas e 9 soma ou total
-Subtrao de Nmeros Naturais
usada quando precisamos tirar uma quantia de outra, a operao inversa da adio. A operao
de subtrao s vlida nos naturais quando subtramos o maior nmero do menor, ou seja quando a-b
tal que a.
Exemplo:
254 193 = 61, onde 254 o Minuendo, o 193 Subtraendo e 061 a diferena.
Obs.: o minuendo tambm conhecido como aditivo e o subtraendo como subtrativo.
- Multiplicao de Nmeros Naturais
a operao que tem por finalidade adicionar o primeiro nmero denominado multiplicando ou parcela,
tantas vezes quantas so as unidades do segundo nmero denominadas multiplicador.
Exemplo:
2 x 5 = 10, onde 2 e 5 so os fatores e o 10 produto.
- 2 vezes 5 somar o nmero 2 cinco vezes: 2 x 5 = 2 + 2 + 2 + 2 + 2 = 10. Podemos no lugar do x
(vezes) utilizar o ponto . , para indicar a multiplicao).
- Diviso de Nmeros Naturais
Dados dois nmeros naturais, s vezes necessitamos saber quantas vezes o segundo est contido
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no primeiro. O primeiro nmero que o maior denominado dividendo e o outro nmero que menor
o divisor. O resultado da diviso chamado quociente. Se multiplicarmos o divisor pelo quociente
obteremos o dividendo.
No conjunto dos nmeros naturais, a diviso no fechada, pois nem sempre possvel dividir um
nmero natural por outro nmero natural e na ocorrncia disto a diviso no exata.
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02. (PREF. IMARUI/SC AUXILIAR DE SERVIOS GERAIS - PREF. IMARUI/2014) Jos, funcionrio
pblico, recebe salrio bruto de R$ 2.000,00. Em sua folha de pagamento vem o desconto de R$ 200,00
de INSS e R$ 35,00 de sindicato. Qual o salrio lquido de Jos?
(A) R$ 1800,00
(B) R$ 1765,00
(C) R$ 1675,00
(D) R$ 1665,00
03. (Professor/[Link] Itabora) O quociente entre dois nmeros naturais 10. Multiplicando-se o
dividendo por cinco e reduzindo-se o divisor metade, o quociente da nova diviso ser:
(A) 2
(B) 5
(C) 25
(D) 50
(E) 100
04. (PREF. GUAS DE CHAPEC OPERADOR DE MQUINAS ALTERNATIVE CONCURSOS)
Em uma loja, as compras feitas a prazo podem ser pagas em at 12 vezes sem juros. Se Joo comprar
uma geladeira no valor de R$ 2.100,00 em 12 vezes, pagar uma prestao de:
(A) R$ 150,00.
(B) R$ 175,00.
(C) R$ 200,00.
(D) R$ 225,00.
05. PREF. JUNDIAI/SP AGENTE DE SERVIOS OPERACIONAIS MAKIYAMA/2013) Ontem,
eu tinha 345 bolinhas de gude em minha coleo. Porm, hoje, participei de um campeonato com meus
amigos e perdi 67 bolinhas, mas ganhei outras 90. Sendo assim, qual a quantidade de bolinhas que tenho
agora, depois de participar do campeonato?
(A) 368
(B) 270
(C) 365
(D) 290
(E) 376
06. (Pref. Niteri) Joo e Maria disputaram a prefeitura de uma determinada cidade que possui apenas
duas zonas eleitorais. Ao final da sua apurao o Tribunal Regional Eleitoral divulgou a seguinte tabela
com os resultados da eleio. A quantidade de eleitores desta cidade :
1 Zona Eleitoral
2 Zona Eleitoral
1750
850
150
18
183
2245
2320
217
25
175
Joo
Maria
Nulos
Brancos
Abstenes
(A) 3995
(B) 7165
(C) 7532
(D) 7575
(E) 7933
(C) 1500
(D) 3000
(E) 2000
08. EBSERH/HU-UFGD Tcnico em Informtica AOCP/2014) Joana pretende dividir um
determinado nmero de bombons entre seus 3 filhos. Sabendo que o nmero de bombons maior que
24 e menor que 29, e que fazendo a diviso cada um dos seus 3 filhos receber 9 bombons e sobrar 1
na caixa, quantos bombons ao todo Joana possui?
(A) 24.
(B) 25.
(C) 26.
(D) 27.
(E) 28
09. (CREFITO/SP ALMOXARIFE VUNESP/2012) O sucessor do dobro de determinado nmero
23. Esse mesmo determinado nmero somado a 1 e, depois, dobrado ser igual a
(A) 24.
(B) 22.
(C) 20.
(D) 18.
(E) 16.
10. (Prefeitura Municipal de Ribeiro Preto/SP Agente de Administrao VUNESP/2014) Em
uma grfica, a mquina utilizada para imprimir certo tipo de calendrio est com defeito, e, aps imprimir
5 calendrios perfeitos (P), o prximo sai com defeito (D), conforme mostra o esquema.
Considerando que, ao se imprimir um lote com 5 000 calendrios, os cinco primeiros saram perfeitos
e o sexto saiu com defeito e que essa mesma sequncia se manteve durante toda a impresso do lote,
correto dizer que o nmero de calendrios perfeitos desse lote foi
(A) 3 642.
(B) 3 828.
(C) 4 093.
(D) 4 167.
(E) 4 256.
Respostas
01. Resposta: B.
Crdito: 40 + 30 + 35 + 15 = 120
Dbito: 27 + 33 + 42 + 25 = 127
120 127 = - 7
Ele tem um dbito de R$ 7,00.
02. Resposta: B.
2000 200 = 1800 35 = 1765
O salrio lquido de Jos R$ 1.765,00.
03. Resposta: E.
D= dividendo
d= divisor
Q = quociente = 10
R= resto = 0 (diviso exata)
Equacionando:
D = d.Q + R
D = d.10 + 0 D = 10d
Pela nova diviso temos:
5
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, isolando Q temos:
04. Resposta: B.
10. Resposta: D.
Vamos dividir 5000 pela sequncia repetida (6):
5000 / 6 = 833 + resto 2.
Isto significa que saram 833. 5 = 4165 calendrios perfeitos, mais 2 calendrios perfeitos que restaram
na conta de diviso.
Assim, so 4167 calendrios perfeitos.
CONJUNTO DOS NMEROS INTEIROS Z
Definimos o conjunto dos nmeros inteiros como a reunio do conjunto dos nmeros naturais N = {0,
1, 2, 3, 4,..., n,...}, o conjunto dos opostos dos nmeros naturais e o zero. Este conjunto denotado pela
letra Z (Zahlen = nmero em alemo).
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Exemplos:
33 = (3) x (3) x (3) = 27
(-5)5 = (-5) x (-5) x (-5) x (-5) x (-5) = -3125
(-7) = (-7) x (-7) = 49
(+9) = (+9) x (+9) = 81
- Toda potncia de base positiva um nmero inteiro positivo.
Exemplo: (+3)2 = (+3) . (+3) = +9
- Toda potncia de base negativa e expoente par um nmero inteiro positivo.
Exemplo: ( 8)2 = (8) . (8) = +64
- Toda potncia de base negativa e expoente mpar um nmero inteiro negativo.
Exemplo: (5)3 = (5) . (5) . (5) = 125
- Propriedades da Potenciao:
1) Produtos de Potncias com bases iguais: Conserva-se a base e somam-se os expoentes. (7)3
. (7)6 = (7)3+6 = (7)9
2) Quocientes de Potncias com bases iguais: Conserva-se a base e subtraem-se os expoentes.
(-13)8 : (-13)6 = (-13)8 6 = (-13)2
3) Potncia de Potncia: Conserva-se a base e multiplicam-se os expoentes. [(-8)5]2 = (-8)5 . 2 = (-8)10
4) Potncia de expoente 1: sempre igual base. (-8)1 = -8 e (+70)1 = +70
5) Potncia de expoente zero e base diferente de zero: igual a 1.
Exemplo: (+3)0 = 1 e (53)0 = 1
Radiciao de Nmeros Inteiros
A raiz n-sima (de ordem n) de um nmero inteiro a a operao que resulta em outro nmero inteiro
no negativo b que elevado potncia n fornece o nmero a. O nmero n o ndice da raiz enquanto que
o nmero a o radicando (que fica sob o sinal do radical).
A raiz quadrada (de ordem 2) de um nmero inteiro a a operao que resulta em outro nmero inteiro
no negativo que elevado ao quadrado coincide com o nmero a.
Ateno: No existe a raiz quadrada de um nmero inteiro negativo no conjunto dos nmeros
inteiros.
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Erro comum: Frequentemente lemos em materiais didticos e at mesmo ocorre em algumas aulas
aparecimento de:
9 = 3, mas isto est errado. O certo : 9 = +3
Observamos que no existe um nmero inteiro no negativo que multiplicado por ele mesmo resulte
em um nmero negativo.
A raiz cbica (de ordem 3) de um nmero inteiro a a operao que resulta em outro nmero inteiro
que elevado ao cubo seja igual ao nmero a. Aqui no restringimos os nossos clculos somente aos
nmeros no negativos.
Exemplos:
(a) 3 8 = 2, pois 2 = 8.
(b)
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TV: R$ 562,00
DVD: R$ 399,00
Micro-ondas: R$ 429,00
Geladeira: R$ 1.213,00
Na aquisio dos produtos, conforme as condies mencionadas, e pagando a compra em dinheiro, o
troco recebido ser de:
(A) R$ 84,00
(B) R$ 74,00
(C) R$ 36,00
(D) R$ 26,00
(E) R$ 16,00
03. (BNDES TCNICO ADMINISTRATIVO CESGRANRIO/2013) Multiplicando-se o maior nmero
inteiro menor do que 8 pelo menor nmero inteiro maior do que - 8, o resultado encontrado ser
(A) - 72
(B) - 63
(C) - 56
(D) - 49
(E) 42
04. (SEPLAG - POLCIA MILITAR/MG - ASSISTENTE ADMINISTRATIVO - FCC/2012) Em um jogo
de tabuleiro, Carla e Mateus obtiveram os seguintes resultados:
+240
-194
+158
-108
+94
Braslia
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12
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03. Resposta: D.
Maior inteiro menor que 8 o 7
Menor inteiro maior que - 8 o - 7.
Portanto: 7(- 7) = - 49
04. Resposta: C.
Carla: 520 220 485 + 635 = 450 pontos
Mateus: - 280 + 675 + 295 115 = 575 pontos
Diferena: 575 450 = 125 pontos
05. Resposta: B.
Moto: 2 rodas
Carro: 4
12.2=24
124-24=100
100/4=25 carros
06. Resposta: D.
240 - 194 + 158 - 108 + 94 = 190
07. Resposta: E.
45 (- 10) = 55
08. Resposta: D.
420 : 35 = 12 meses
09. Resposta: D.
So 8 livros de 2 cm: 8.2 = 16 cm
Como eu tenho 52 cm ao todo e os demais livros tem 3 cm, temos:
52 - 16 = 36 cm de altura de livros de 3 cm
36 : 3 = 12 livros de 3 cm
O total de livros da pilha: 8 + 12 = 20 livros ao todo.
10. Resposta: E.
8 + 13 = 21
21 15 = 6
25 6 = 19
CONJUNTO DOS NMEROS RACIONAIS Q
Um nmero racional o que pode ser escrito na forma n , onde m e n so nmeros inteiros, sendo que
n deve ser diferente de zero. Frequentemente usamos m/n para significar a diviso de m por n.
Como podemos observar, nmeros racionais podem ser obtidos atravs da razo entre dois nmeros
inteiros, razo pela qual, o conjunto de todos os nmeros racionais denotado por Q. Assim, comum
encontrarmos na literatura a notao:
Q = { m : m e n em Z, n diferente de zero}
n
Tomemos um nmero racional q , tal que p no seja mltiplo de q. Para escrev-lo na forma decimal,
basta efetuar a diviso do numerador pelo denominador.
Nessa diviso podem ocorrer dois casos:
1) O numeral decimal obtido possui, aps a vrgula, um nmero finito de algarismos. Decimais Exatos:
2
5
= 0,4
1
4
= 0,25
35
4 =
8,75
153
=
50
3,06
2) O numeral decimal obtido possui, aps a vrgula, infinitos algarismos (nem todos nulos), repetindose periodicamente Decimais Peridicos ou Dzimas Peridicas:
1
3
= 0,333...
1
2
= 0,04545...
167
= 2,53030...
6
Existem fraes muito simples que so representadas por formas decimais infinitas, com uma
caracterstica especial: existe um perodo.
Aproveitando o exemplo acima temos 0,333... = 3. 1/101 + 3 . 1/102 + 3 . 1/103 + 3 . 1/104 ...
Representao Fracionria dos Nmeros Decimais
Trata-se do problema inverso: estando o nmero racional escrito na forma decimal, procuremos
escrev-lo na forma de frao. Temos dois casos:
1) Transformamos o nmero em uma frao cujo numerador o nmero decimal sem a vrgula e o
denominador composto pelo numeral 1, seguido de tantos zeros quantas forem as casas decimais do
nmero decimal dado:
0,9 = 9
10
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5,7 =
57
10
0,76 =
76
100
3,48 = 348
100
0,005 =
5
= 1
1000
200
2) Devemos achar a frao geratriz da dzima dada; para tanto, vamos apresentar o procedimento
atravs de alguns exemplos:
Exemplos:
1) Seja a dzima 0, 333....
Veja que o perodo que se repete apenas 1(formado pelo 3) ento vamos colocar um 9 no
denominador e repetir no numerador o perodo.
Neste caso para transformarmos uma dzima peridica simples em frao basta utilizarmos o dgito
9 no denominador para cada quantos dgitos tiver o perodo da dzima.
3) Seja a dzima 1, 23434...
O nmero 234 a juno do ante perodo com o perodo. Neste caso temos um dzima peridica
composta, pois existe uma parte que no se repete e outra que se repete. Neste caso temos um
ante perodo (2) e o perodo (34). Ao subtrairmos deste nmero o ante perodo(234-2), obtemos 232, o
numerador. O denominador formado por tantos dgitos 9 que correspondem ao perodo, neste caso
99(dois noves) e pelo dgito 0 que correspondem a tantos dgitos tiverem o ante perodo, neste caso
0(um zero).
611
, a frao geratriz da dzima 1, 23434...
495
Mdulo ou valor absoluto: a distncia do ponto que representa esse nmero ao ponto de abscissa
zero.
Simplificando por 2, obtemos x =
15
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Exemplos:
1) Mdulo de
2) Mdulo de +
3
2
3
2
. Indica-se
3
2
3
2
3
2
3
2
. Indica-se
3
2
3
2
Observa-se que entre dois inteiros consecutivos existem infinitos nmeros racionais.
Soma (Adio) de Nmeros Racionais
Como todo nmero racional uma frao ou pode ser escrito na forma de uma frao, definimos a
adio entre os nmeros racionais a e c , da mesma forma que a soma de fraes, atravs de:
b
a + c = ad + bc
bd
b
d
a
b
x c = ac
d
bd
O produto dos nmeros racionais a/b e c/d tambm pode ser indicado por a/b c/d, a/b.c/d . Para
realizar a multiplicao de nmeros racionais, devemos obedecer mesma regra de sinais que vale em
toda a Matemtica:
Podemos assim concluir que o produto de dois nmeros com o mesmo sinal positivo, mas o
produto de dois nmeros com sinais diferentes negativo.
16
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a
b
x b=1
a
a) 2 = 2 . 2 . 2 = 8
5 5 5 125
5
3
1
1
b) 1 = 1 . . = 1
8
2 2 2
2
- Propriedades da Potenciao:
1) Toda potncia com expoente 0 igual a 1.
0
2 = 1
+
5
9
9 =
4
4
17
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3) Toda potncia com expoente negativo de um nmero racional diferente de zero igual a outra
potncia que tem a base igual ao inverso da base anterior e o expoente igual ao oposto do expoente
anterior.
2
2
3 = 5 = 25
9
5
3
= 2 . 2 . 2 = 8
27
3 3 3
1 = 1 . 1 = 1
5 5 25
5
6) Produto de potncias de mesma base. Para reduzir um produto de potncias de mesma base a uma
s potncia, conservamos a base e somamos os expoentes.
2
5
3
. 2 = 2 . 2 . 2 . 2 . 2 = 2
5 55 5 5
2+3
2
=
5
7) Quociente de potncias de mesma base. Para reduzir um quociente de potncias de mesma base
a uma s potncia, conservamos a base e subtramos os expoentes.
3 3 3 3 3
5
2
5 2
3
. . . .
3
3
3 3
: = 2 2 2 2 2 = =
3 3
2
2
2 2
.
2 2
8) Potncia de Potncia. Para reduzir uma potncia de potncia a uma potncia de um s expoente,
conservamos a base e multiplicamos os expoentes.
3
2
2
2
2+ 2+ 2
3+ 2
6
1 2
1 ou
1
1
1 1 1
.
.
=
=
=
=
2
2
2
2 2 2
2
3 .2
6
1 2
1
1
= =
2
2
2
1
9
Representa o produto
Indica-se
1.1
3 3
1= 1
3
9
2) 0,216 Representa o produto 0,6 . 0,6 . 0,6 ou (0,6)3. Logo, 0,6 a raiz cbica de 0,216. Indica-se
0,216 = 0,6.
Um nmero racional, quando elevado ao quadrado, d o nmero zero ou um nmero racional positivo.
Logo, os nmeros racionais negativos no tm raiz quadrada em Q.
18
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O nmero
do 100 .
100
9
10 ,
3
Um nmero racional positivo s tem raiz quadrada no conjunto dos nmeros racionais se ele for um
quadrado perfeito.
O nmero
d 2 .
2
3
no tem raiz quadrada em Q, pois no existe nmero racional que elevado ao quadrado
Questes
01. (PREF. JUNDIAI/SP AGENTE DE SERVIOS OPERACIONAIS MAKIYAMA/2013) Na escola
onde estudo, dos alunos tem a lngua portuguesa como disciplina favorita, 9/20 tm a matemtica como
favorita e os demais tm cincias como favorita. Sendo assim, qual frao representa os alunos que tm
cincias como disciplina favorita?
(A) 1/4
(B) 3/10
(C) 2/9
(D) 4/5
(E) 3/2
02. (UEM/PR AUXILIAR OPERACIONAL UEM/2014) Dirce comprou 7 lapiseiras e pagou R$ 8,30,
em cada uma delas. Pagou com uma nota de 100 reais e obteve um desconto de 10 centavos. Quantos
reais ela recebeu de troco?
(A) R$ 40,00
(B) R$ 42,00
(C) R$ 44,00
(D) R$ 46,00
(E) R$ 48,00
03. (FUNDAO CASA AGENTE DE APOIO OPERACIONAL VUNESP/2013) De um total de 180
candidatos, 2/5 estudam ingls, 2/9 estudam francs, 1/3estuda espanhol e o restante estuda alemo. O
nmero de candidatos que estuda alemo :
(A) 6.
(B) 7.
(C) 8.
(D) 9.
(E) 10.
04. (FUNDAO CASA AGENTE DE APOIO OPERACIONAL VUNESP/2013) Em um estado
do Sudeste, um Agente de Apoio Operacional tem um salrio mensal de: salriobase R$ 617,16 e uma
gratificao de R$ 185,15. No ms passado, ele fez 8 horas extras a R$ 8,50 cada hora, mas precisou
faltar um dia e foi descontado em R$ 28,40. No ms passado, seu salrio totalizou
(A) R$ 810,81.
(B) R$ 821,31.
(C) R$ 838,51.
(D) R$ 841,91.
(E) R$ 870,31.
05. (Pref. Niteri) Simplificando a expresso abaixo
Obtm-se :
(A)
(B) 1
19
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(C) 3/2
(D) 2
(E) 3
06. (SABESP APRENDIZ FCC/2012) Em um jogo matemtico, cada jogador tem direito a 5 cartes
marcados com um nmero, sendo que todos os jogadores recebem os mesmos nmeros. Aps todos
os jogadores receberem seus cartes, aleatoriamente, realizam uma determinada tarefa que tambm
sorteada. Vence o jogo quem cumprir a tarefa corretamente. Em uma rodada em que a tarefa era colocar
os nmeros marcados nos cartes em ordem crescente, venceu o jogador que apresentou a sequncia
(C) 45 anos.
(D) 30 anos.
(E) 42 anos.
Respostas
01. Resposta: B.
Somando portugus e matemtica:
02. Resposta: B.
Como recebeu um desconto de 10 centavos, Dirce pagou 58 reais
Troco:100 58 = 42 reais
03. Resposta: C.
Mmc(3,5,9)=45
04. Resposta: D.
06. Resposta: D.
A ordem crescente :
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07. Resposta B.
08. Resposta: A.
reais que no so dzimas peridicas e dois nmeros irracionais muito importantes, so:
e = 2,718281828459045...,
Pi ( ) = 3,141592653589793238462643...
Que so utilizados nas mais diversas aplicaes prticas como: clculos de reas, volumes, centros
de gravidade, previso populacional, etc.
Classificao dos Nmeros Irracionais
Existem dois tipos de nmeros irracionais:
- Nmeros reais algbricos irracionais: so razes de polinmios com coeficientes inteiros. Todo
nmero real que pode ser representado atravs de uma quantidade finita de somas, subtraes,
multiplicaes, divises erazesde grau inteiro a partir dos nmeros inteiros um nmero algbrico, por
exemplo:
A recproca no verdadeira: existem nmeros algbricos que no podem ser expressos atravs de
radicais, conforme oteorema de Abel-Ruffini.
- Nmeros reais transcendentes: no so razes de polinmios com coeficientes inteiros. Vrias
constantes matemticas so transcendentes, comopi( ) e onmero de Euler( ). Pode-se dizer que
existemmaisnmeros transcendentes do que nmeros algbricos (a comparao entre conjuntos infinitos
pode ser feita nateoria dos conjuntos).
A definio mais genrica de nmeros algbricos e transcendentes feita usando-se nmeros
complexos.
= 2e 2 um nmero racional.
= 5 e 5 um nmero racional.
- A unio do conjunto dos nmeros irracionais com o conjunto dos nmeros racionais, resulta num
conjunto denominadoconjuntoRdos nmeros reais.
- A interseo do conjunto dos nmeros racionais com o conjunto dos nmeros irracionais, no possui
elementos comuns e, portanto, igual ao conjunto vazio ( ).
Simbolicamente, teremos:
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Q I=R
Q I =
Questes
01. (TRF 2 TCNICO JUDICIRIO FCC/2012) Considere as seguintes afirmaes:
I. Para todo nmero inteiro x, tem-se
II.
III. Efetuando-se
obtm-se um nmero maior que 5.
Relativamente a essas afirmaes, certo que
(A) I,II, e III so verdadeiras.
(B) Apenas I e II so verdadeiras.
(C) Apenas II e III so verdadeiras.
(D) Apenas uma verdadeira.
(E) I,II e III so falsas.
02. (DPE/RS ANALISTA ADMINISTRAO FCC/2013) A soma S dada por: Dessa forma, S
igual a
um nmero natural?
(A) yw xz.
(B) xw + yz.
(C) xy(w z).
(D) xz(y + w).
05. (DETRAN/RJ- Assistente Tcnico de identificao Civil - MAKIYAMA/2013) Assinale a seguir o
conjunto a que pertence o nmero 2:
(A) Nmeros inteiros.
(B) Nmeros racionais.
(C) Nmeros inteiros e naturais.
(D) Nmeros racionais e irracionais.
(E) Nmeros irracionais.
06. (UFES Tcnico em Contabilidade UFES/2015) Sejamxe ynmeros reais. CORRETO
afirmar:
(A) Se x e y so nmeros racionais e no inteiros, ento y. x um nmero racional e no inteiro.
(B) Se x um nmero irracional e y um nmero racional, ento y+ x um nmero irracional.
(C) Se x e y so nmeros racionais e no inteiros, ento y + x um nmero racional e no inteiro.
(D) Se x um nmero irracional e y um nmero racional, ento y. x um nmero irracional.
(E) Se x e y so nmeros irracionais, ento y. x um nmero irracional.
Respostas
01. Resposta: B.
I.
II
10x = 4,4444...
- x = 0,4444.....
9x = 4
x = 4/9
III
Portanto, apenas as afirmativas I e II so verdadeiras.
02. Resposta: D.
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03. Resposta: D.
04. Resposta: A.
Vamos testar as alternativas: A)
05. Resposta: E.
Como 2, no tem raiz exata, logo um nmero Irracional
06. Resposta: B.
Esta questo pede as propriedades dos nmeros irracionais:
-A soma de um nmero racional r com um nmero irracional i um nmero irracional r.
-O produto de um nmero racional r, no nulo, por um nmero irracional i um nmero irracional r.
-Vejam que a D s estaria correta se cita-se no nulo.
-Na letra E no aplicvel a propriedade do fechamento para os irracionais.
CONJUNTO DOS NMEROS REAIS - R
O conjunto dos nmeros reais R uma expanso do conjunto dos nmeros racionais que engloba
no s os inteiros e os fracionrios, positivos e negativos, mas tambm todos os nmeros irracionais.
Assim temos:
R = Q U I , sendo Q I = ( Se um nmero real racional, no irracional, e vice-versa).
Propriedades
vlido todas as propriedades anteriormente vistos nos outros conjuntos, assim como os conceitos de
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5 - ] -, a] = { x R| x a}
Exemplo: ] -, 3] = { x R| x 3}
6 - ] -, a[ = { x R| x < a}
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Exemplo: ] -, 3[ = { x R| x < 3}
7 - [a,+ [ = { x R| x a}
Exemplo: [3,+ [ = { x R| x 3}
8 - ]a,+ [ = { x R| x > a}
Exemplo: ]3,+ [ = { x R| x > 3}
Observaes
Podemos utilizar ( ) no lugar dos [ ] , para indicar as extremidades abertas dos intervalos.
[a,b[ = [a,b) ; ]a,b] = (a,b] ; e ]a,b[ = (a,b)
a) s vezes, aparecem situaes em que necessrio registrar numericamente variaes de valores
em sentidos opostos, ou seja, maiores ou acima de zero (positivos), como as medidas de temperatura ou
reais em dbito ou em haver etc... Esses nmeros, que se estendem indefinidamente, tanto para o lado
direito (positivos) como para o lado esquerdo (negativos), so chamadosnmeros relativos.
b) Valor absoluto de um nmero relativo o valor do nmero que faz parte de sua representao, sem
o sinal.
c) Valor simtrico de um nmero o mesmo numeral, diferindo apenas o sinal.
Operaes com Nmeros Relativos
1) Adio e Subtrao de nmeros relativos
a) Se os numerais possuem o mesmo sinal, basta adicionar os valores absolutos e conservar o sinal.
b) Se os numerais possuem sinais diferentes, subtrai-se o numeral de menor valor e d-se o sinal do
maior numeral.
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Exemplos:
3+5=8
4-8=-4
- 6 - 4 = - 10
-2+7=5
2) Multiplicao e Diviso de Nmeros Relativos
a) O produto e o quociente de dois nmeros relativos de mesmo sinal so sempre positivos.
b) O produto e o quociente de dois nmeros relativos de sinais diferentes so sempre negativos.
Exemplos:
- 3 x 8 = - 24
- 20 (-4) = + 5
- 6 x (-7) = + 42
28 2 = 14
Questes
01. (EBSERH/ HUPAA UFAL Analista Administrativo Administrao IDECAN/2014) Mrio
comeou a praticar um novo jogo que adquiriu para seu videogame. Considere que a cada partida ele
conseguiu melhorar sua pontuao, equivalendo sempre a 15 pontos a menos que o dobro marcado
na partida anterior. Se na quinta partida ele marcou 3.791 pontos, ento, a soma dos algarismos da
quantidade de pontos adquiridos na primeira partida foi igual a
(A) 4.
(B) 5.
(C) 7.
(D) 8.
(E) 10.
02. (Pref. Guaruj/SP SEDUC Professor de Matemtica CAIPIMES/2014) Considere m um
nmero real menor que 20 e avalie as afirmaes I, II e III:
I- (20 m) um nmero menor que 20.
II- (20 m) um nmero maior que 20.
III- (20 m) um nmero menor que 20.
correto afirmar que:
A) I, II e III so verdadeiras.
B) apenas I e II so verdadeiras.
C) I, II e III so falsas.
D) apenas II e III so falsas.
03. (Pref. Guaruj/SP SEDUC Professor de Matemtica CAIPIMES/2014) Na figura abaixo, o
ponto que melhor representa a diferena
na reta dos nmeros reais :
(A) P.
(B) Q.
(C) R.
(D) S.
04. (TJ/PR - Tcnico Judicirio TJ/PR/2014) Uma caixa contm certa quantidade de lmpadas. Ao
retir-las de 3 em 3 ou de 5 em 5, sobram 2 lmpadas na caixa.
Entretanto, se as lmpadas forem removidas de 7 em 7, sobrar uma nica lmpada. Assinale a
alternativa correspondente quantidade de lmpadas que h na caixa, sabendo que esta comporta um
mximo de 100 lmpadas.
(A) 36.
(B) 57.
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(C) 78.
(D) 92.
05. (MP/SP Auxiliar de Promotoria I Administrativo VUNESP/2014) Para ir de sua casa
escola, Zeca percorre uma distncia igual a
da distncia percorrida na volta, que feita por um trajeto
diferente. Se a distncia percorrida por Zeca para ir de sua casa escola e dela voltar igual a de
um quilmetro, ento a distncia percorrida por Zeca na ida de sua casa escola corresponde, de um
quilmetro, a
(A) R$ 74.000,00.
(B) R$ 93.000,00.
(C) R$ 98.000,00.
(D) R$ 102.000,00.
(E) R$ 106.000,00.
Respostas
01. Resposta: D.
Pontuao atual = 2 . partida anterior 15
* 4 partida: 3791 = 2.x 15
2.x = 3791 + 15
x = 3806 / 2
x = 1903
* 3 partida: 1903 = 2.x 15
2.x = 1903 + 15
x = 1918 / 2
x = 959
* 2 partida: 959 = 2.x 15
2.x = 959 + 15
x = 974 / 2
x = 487
* 1 partida: 487 = 2.x 15
2.x = 487 + 15
x = 502 / 2
x = 251
Portanto, a soma dos algarismos da 1 partida 2 + 5 + 1 = 8.
02. Resposta: C.
I. Falso, pois m Real e pode ser negativo.
II. Falso, pois m Real e pode ser negativo.
III. Falso, pois m Real e pode ser positivo.
03. Resposta: A.
04. Resposta: D.
Vamos chamar as retiradas de r, s e w: e de T o total de lmpadas.
Precisamos calcular os mltiplos de 3, 5 e de 7, separando um mltiplo menor do que 100 que sirva
nas trs equaes abaixo:
De 3 em 3: 3 . r + 2 = Total
De 5 em 5: 5 . s + 2 = Total
De 7 em 7: 7 . w + 1 = Total
Primeiramente, vamos calcular o valor de w, sem que o total ultrapasse 100:
7 . 14 + 1 = 99, mas 3 . r + 2 = 99 vai dar que r = 32,333... (no convm)
7 . 13 + 1 = 92, e 3 . r + 2 = 92 vai dar r = 30 e 5 . s + 2 = 92 vai dar s = 18.
05. Resposta: E.
Ida + volta = 7/5 . 1
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06. Resposta: C.
1 a 9 = 9 algarismos = 0,0019 = 0,009 ml
De 10 a 99, temos que saber quantos nmeros tem.
99 10 + 1 = 90.
OBS: soma 1, pois quanto subtramos exclui-se o primeiro nmero.
90 nmeros de 2 algarismos: 0,00290 = 0,18ml
De 100 a 999
999 100 + 1 = 900 nmeros
9000,003 = 2,7 ml
1000 = 0,004ml
Somando: 0,009 + 0,18 + 2,7 + 0,004 = 2,893
07. Resposta: B.
Tarefa: x
Primeira semana: 3/8x
2 semana:
1 e 2 semana:
Na 3 e 4 semana devem ser feito a outra metade.
3semana: 2y
4 semana: y
09. Resposta: B.
* nmero 40: par.
40 / 2 + 17 = 20 + 17 = 37
* nmero 35: mpar.
Seu maior divisor 7.
35 / 35 15 = 1 15 = 14
* nmero 66: par.
66 / 2 + 17 = 33 + 17 = 50
* nmero 27: mpar.
Seu maior divisor 27.
27 / 27 15 = 1 15 = 14
* Por fim, vamos somar os resultados:
37 14 + 50 14 = 87 28 = 59
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10. Resposta: B.
Vamos chamar o valor de cada cota de ( x ). Assim:
* Breno:
x = 62000 . 6
x = R$ 372000,00
* Carlos:
MDC
O mximo divisor comum(MDC) de dois ou mais nmeros o maior nmero que divisor comum de
todos os nmeros dados. Consideremos:
- o nmero 18 e os seus divisores naturais:
D+ (18) = {1, 2, 3, 6, 9, 18}.
- o nmero 24 e os seus divisores naturais:
D+ (24) = {1, 2, 3, 4, 6, 8, 12, 24}.
Podemos descrever, agora, os divisores comuns a 18 e 24:
D+ (18) D+ (24) = {1, 2, 3, 6}.
Observando os divisores comuns, podemos identificar o maior divisor comum dos nmeros 18 e 24,
ou seja: MDC (18, 24) = 6.
Outra tcnica para o clculo do MDC:
Decomposio em fatores primos
Para obtermos o MDC de dois ou mais nmeros por esse processo, procedemos da seguinte maneira:
- Decompomos cada nmero dado em fatores primos.
- O MDC o produto dos fatores comuns obtidos, cada um deles elevado ao seu menor expoente.
Exemplo:
MMC
O mnimo mltiplo comum(MMC) de dois ou mais nmeros o menor nmero positivo que mltiplo
comum de todos os nmeros dados. Consideremos:
- O nmero 6 e os seus mltiplos positivos:
M*+ (6) = {6, 12, 18, 24, 30, 36, 42, 48, 54, ...}
- O nmero 8 e os seus mltiplos positivos:
M*+ (8) = {8, 16, 24, 32, 40, 48, 56, 64, ...}
Podemos descrever, agora, os mltiplos positivos comuns:
M*+ (6) U M*+ (8) = {24, 48, 72, ...}
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Observando os mltiplos comuns, podemos identificar o mnimo mltiplo comum dos nmeros 6 e 8,
ou seja: MMC (6, 8) = 24
Outra tcnica para o clculo do MMC:
Decomposio isolada em fatores primos
Para obter o MMC de dois ou mais nmeros por esse processo, procedemos da seguinte maneira:
- Decompomos cada nmero dado em fatores primos.
- O MMC o produto dos fatores comuns e no-comuns, cada um deles elevado ao seu maior
expoente.
Exemplo:
Intervalo de passagem
40 em 40 minutos
60 em 60 minutos
80 em 80 minutos
Toda vez que o grupo completo se encontra, troca informaes sobre as ocorrncias. O tempo mnimo
em minutos, entre dois encontros desse grupo completo ser:
(A) 160
(B) 200
(C) 240
(D) 150
(E) 180
03. (METR/SP Usinador Ferramenteiro FCC/2014) Na linha 1 de um sistema de Metr, os trens
partem 2,4 em 2,4 minutos. Na linha 2 desse mesmo sistema, os trens partem de 1,8 em 1,8 minutos. Se
dois trens partem, simultaneamente das linhas 1 e 2 s 13 horas, o prximo horrio desse dia em que
partiro dois trens simultaneamente dessas duas linhas ser s 13 horas,
(A) 10 minutos e 48 segundos.
(B) 7 minutos e 12 segundos.
(C) 6 minutos e 30 segundos.
(D) 7 minutos e 20 segundos.
(E) 6 minutos e 48 segundos.
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03. Resposta: B
Como os trens passam de 2,4 e 1,8 minutos, vamos achar o mmc(18,24) e dividir por 10, assim
acharemos os minutos
Mmc(18,24)=72
Portanto, ser 7,2 minutos
1 minuto---60s
0,2--------x
x = 12 segundos
Portanto se encontraro depois de 7 minutos e 12 segundos
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04. Resposta: B.
Devemos fazer o m.m.c. (3, 2, 4) = 12 meses
Como ela pagou as trs contas juntas em MARO, aps 12 meses, pagar as trs contas juntas
novamente em MARO.
05. Resposta: D.
m.m.c. (4, 6, 8, 10, 12) = 120
06. Resposta: E.
m.m.c. (4, 5, 6) = 60 meses
60 meses / 12 = 5 anos
Portanto, 2010 + 5 = 2015
07. Resposta: C.
m.m.c. (3, 6, 8) = 24 meses
08. Resposta: C.
m.d.c. (18, 42) = 6
Assim:
* Produto A: 18 / 6 = 3 gales
* Produto B: 42 / 6 = 7 gales
Total = 3 + 7 = 10 gales
09. Resposta: A.
m.d.c. (140, 300) = 20 cm
* rea de cada leno: 20 . 20 = 400 cm
* rea Total: 300 . 140 = 42000 cm
42000 / 400 = 105 lenos
31,50 / 105 = R$ 0,30 (preo de 1 leno)
10. Resposta: B.
m.m.c. (15, 18) = 90 min = 1h30
Portanto, s 9h10, Daniel completou: 90 / 15 = 6 voltas.
Como 9h10 8h25 = 45 min, equivale metade do que Daniel percorreu, temos que:
6 / 2 = 3 voltas.
MLTIPLOS E DIVISORES
Sabemos que 30 : 6 = 5, porque 5 x 6 = 30.
Podemos dizer ento que:
30 divisvel por 6 porque existe um nmero natural (5) que multiplicado por 6 d como resultado 30.
Um nmero natural a divisvel por um nmero natural b, no-nulo, se existir um nmero natural c, tal
que c . b = a.
Ainda com relao ao exemplo 30 : 6 = 5, temos que:
30 mltiplo de 6, e 6 divisor de 30.
Conjunto dos mltiplos de um nmero natural: obtido multiplicando-se esse nmero pela
sucesso dos nmeros naturais: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6,...
Para acharmos o conjunto dos mltiplos de 7, por exemplo, multiplicamos por 7 cada um dos nmeros
da sucesso dos naturais:
7x0=0
7x1=7
7 x 2 = 14
7 x 3 = 21
7 x 4 = 28
7 x 5 = 35
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O conjunto formado pelos resultados encontrados forma o conjunto dos mltiplos de 7: M(7) = {0, 7,
14, 21, 28,...}.
Observaes:
-Todo nmero natural mltiplo de si mesmo.
-Todo nmero natural mltiplo de 1.
-Todo nmero natural, diferente de zero, tem infinitos mltiplos.
- O zero mltiplo de qualquer nmero natural.
- Os mltiplos do nmero 2 so chamados de nmeros pares, e a frmula geral desses nmeros 2k
(k N). Os demais so chamados de nmeros mpares, e a frmula geral desses nmeros 2k + 1 (k N).
O mesmo se aplica para os nmeros inteiros, tendo k Z.
Critrios de divisibilidade: So regras prticas que nos possibilitam dizer se um nmero ou no
divisvel por outro, sem efetuarmos a diviso.
Divisibilidade por 2: Um nmero divisvel por 2 quando termina em 0, 2, 4, 6 ou 8, ou seja, quando
ele par.
Exemplos:
a) 9656 divisvel por 2, pois termina em 6, e par.
b) 4321 no divisvel por 2, pois termina em 1, e no par.
Divisibilidade por 3: Um nmero divisvel por 3 quando a soma dos valores absolutos de seus
algarismos divisvel por 3.
Exemplos:
a) 65385 divisvel por 3, pois 6 + 5 + 3 + 8 + 5 = 27, e 27 divisvel por 3.
b) 15443 no divisvel por 3, pois 1+ 5 + 4 + 4 + 3 = 17, e 17 no divisvel por 3.
Divisibilidade por 4: Um nmero divisvel por 4 quando seus dois algarismos so 00 ou formam um
nmero divisvel por 4.
Exemplos:
a) 536400 divisvel por 4, pois termina em 00.
b) 653524 divisvel por 4, pois termina em 24, e 24 divisvel por 4.
c) 76315 no divisvel por 4, pois termina em 15, e 15 no divisvel por 4.
Divisibilidade por 5: Um nmero divisvel por 5 quando termina em 0 ou 5.
Exemplos:
a) 35040 divisvel por 5, pois termina em 0.
b) 7235 divisvel por 5, pois termina em 5.
c) 6324 no divisvel por 5, pois termina em 4.
Divisibilidade por 6: Um nmero divisvel por 6 quando divisvel por 2 e por 3 ao mesmo tempo.
Exemplos:
a) 430254 divisvel por 6, pois divisvel por 2 e por 3 (4 + 3 + 0 + 2 + 5 + 4 = 18).
b) 80530 no divisvel por 6, pois no divisvel por 3 (8 + 0 + 5 + 3 + 0 = 16).
c) 531561 no divisvel por 6, pois no divisvel por 2.
Divisibilidade por 7: Um nmero divisvel por 7 quando o ltimo algarismo do nmero, multiplicado
por 2, subtrado do nmero sem o algarismo, resulta em um nmero mltiplo de 7. Neste, o processo ser
repetido a fim de diminuir a quantidade de algarismos a serem analisados quanto divisibilidade por 7.
Exemplo: 41909 divisvel por 7 conforme podemos conferir: 9.2 = 18 ; 4190 18 = 4172 2.2 = 4 ;
417 4 = 413 3.2 = 6 ; 41 6 = 35 ; 35 multiplo de 7.
Divisibilidade por 8: Um nmero divisvel por 8 quando seus trs ltimos algarismos forem 000 ou
formarem um nmero divisvel por 8.
Exemplos:
a) 57000 divisvel por 8, pois seus trs ltimos algarismos so 000.
b) 67024 divisvel por 8, pois seus trs ltimos algarismos formam o nmero 24, que divisvel por 8.
c) 34125 no divisvel por 8, pois seus trs ltimos algarismos formam o nmero 125, que no
divisvel por 8.
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Divisibilidade por 9: Um nmero divisvel por 9 quando a soma dos valores absolutos de seus
algarismos formam um nmero divisvel por 9.
Exemplos:
a) 6253461 divisvel por 9, pois 6 + 2 + 5 + 3 + 4 + 6 + 1 = 27 divisvel por 9.
b) 325103 no divisvel por 9, pois 3 + 2 + 5 + 1 + 0 + 3 = 14 no divisvel por 9.
Divisibilidade por 10: Um nmero divisvel por 10 quando seu algarismo da unidade termina em
zero.
Exemplos:
a) 563040 divisvel por 10, pois termina em zero.
b) 246321 no divisvel por 10, pois no termina em zero.
Divisibilidade por 11: Um nmero divisvel por 11 quando a diferena entre a soma dos algarismos
de posio mpar e a soma dos algarismos de posio par resulta em um nmero divisvel por 11 ou
quando essas somas forem iguais.
Exemplos:
- 43813:
a) 1 3 5 Algarismos de posio mpar.
(Soma dos algarismos de posio impar: 4 + 8 + 3 = 15.)
4 3 8 1 3
2 4 Algarismos de posio par.
(Soma dos algarismos de posio par:3 + 1 = 4)
15 4 = 11 diferena divisvel por 11. Logo 43813 divisvel por 11.
-83415721:
b) 1 3
8 3 4 1 5 7 2 1
2 4 6 8 (Soma dos algarismos de posio par:3 + 1 + 7 + 1 = 12)
19 12 = 7 diferena que no divisvel por 11. Logo 83415721 no divisvel por 11.
Divisibilidade por 12: Um nmero divisvel por 12 quando divisvel por 3 e por 4 ao mesmo tempo.
Exemplos:
a) 78324 divisvel por 12, pois divisvel por 3 ( 7 + 8 + 3 + 2 + 4 = 24) e por 4 (termina em 24).
b) 652011 no divisvel por 12, pois no divisvel por 4 (termina em 11).
c) 863104 no divisvel por 12, pois no divisvel por 3
( 8 + 6 + 3 +1 + 0 + 4 = 22).
Divisibilidade por 15: Um nmero divisvel por 15 quando divisvel por 3 e por 5 ao mesmo tempo.
Exemplos:
a) 650430 divisvel por 15, pois divisvel por 3 ( 6 + 5 + 0 + 4 + 3 + 0 =18) e por 5 (termina em 0).
b) 723042 no divisvel por 15, pois no divisvel por 5 (termina em 2).
c) 673225 no divisvel por 15, pois no divisvel por 3
( 6 + 7 + 3 + 2 + 2 + 5 = 25).
Fatorao numrica
Essa fatorao se d atravs da decomposio em fatores primos. Para decompormos um nmero
natural em fatores primos, dividimos o mesmo pelo seu menor divisor primo, aps pegamos o quociente
e dividimos o pelo seu menor divisor, e assim sucessivamente at obtermos o quociente 1. O produto de
todos os fatores primos representa o nmero fatorado.
Exemplo:
39
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Para sabermos quais so esses 6 divisores basta pegarmos cada fator da decomposio e seu respectivo
expoente natural que varia de zero at o expoente com o qual o fator se apresenta na decomposio do
nmero natural.
Exemplo:
12 = 22 . 31 22 = 20, 21 e 22 ; 31 = 30 e 31, teremos:
20 . 30=1
20 . 31=3
21 . 30=2
21 . 31=2.3=6
22 . 31=4.3=12
22 . 30=4
O conjunto de divisores de 12 so: D(12)={1, 2, 3, 4, 6, 12}
A soma dos divisores dada por : 1 + 2 + 3 + 4 + 6 + 12 = 28
Obs.: para sabermos o conjunto dos divisores inteiros de 12, basta multiplicarmos o resultado por 2 (
dois divisores, um negativo e o outro positivo).
Assim teremos que D(12) = 6.2 = 12 divisores inteiros.
Questes
01. (Fuvest-SP) O nmero de divisores positivos do nmero 40 :
(A) 8
(B) 6
(C) 4
(D) 2
(E) 20
02. (Professor/[Link]) O mximo divisor comum entre dois nmeros naturais 4 e o produto
dos mesmos 96. O nmero de divisores positivos do mnimo mltiplo comum desses nmeros :
(A) 2
(B) 4
(C) 6
(D) 8
(E) 10
03. (Pedagogia/DEPEN) Considere um nmero divisvel por 6, composto por 3 algarismos distintos
e pertencentes ao conjunto A={3,4,5,6,7}.A quantidade de nmeros que podem ser formados sob tais
condies :
(A) 6
(B) 7
(C) 9
(D) 8
(E) 10
04. ([Link] Niteri) No nmero a=3x4, x representa um algarismo de a. Sabendo-se que a divisvel,
a soma dos valores possveis para o algarismo x vale:
(A) 2
(B) 5
(C) 8
40
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
(D) 12
(E) 15
05. (BANCO DO BRASIL/CESGRANRIO/2014) Em uma caixa h cartes. Em cada um dos cartes
est escrito um mltiplo de 4 compreendido entre 22 e 82. No h dois cartes com o mesmo nmero
escrito, e a quantidade de cartes a maior possvel. Se forem retirados dessa caixa todos os cartes nos
quais est escrito um mltiplo de 6 menor que 60, quantos cartes restaro na caixa?
(A)12
(B)11
(C)3
(D)5
(E) 10
06. (METR/SP 2012 - FCC - ASSISTENTE ADMINISTRATIVO JNIOR) Seja o nmerointeiro5X7Y,em
que X e Y representam os algarismos das centenas e das unidades respectivamente. O total de pares de
valores (X,Y),que tornam tal nmero divisvel por 18,
(A)8
(B)7
(C)6
(D)5
(E) 4
07. (BRDE-RS) Considere os nmeros abaixo, sendo n um nmero natural positivo.
I) 10n + 2
II) 2 . 10n + 1
III) 10n+3 10n
Quais so divisveis por 6?
(A) apenas II
(B) apenas III
(C) apenas I e III
(D) apenas II e III
(E) I, II e III
Respostas
01. Resposta: A.
Vamos decompor o nmero 40 em fatores primos.
40 = 23 . 51 ; pela regra temos que devemos adicionar 1 a cada expoente:
3 + 1 = 4 e 1 + 1 = 2 ; ento pegamos os resultados e multiplicamos 4.2 = 8, logo temos 8 divisores
de 40.
02. Resposta: D.
Sabemos que o produto de MDC pelo MMC :
MDC(A, B).MMC(A, B) = A.B, temos que MDC(A, B) = 4 e o produto entre eles 96, logo:
4 . MMC(A, B) = 96 MMC(A, B) = 96/4 MMC(A, B) = 24 , fatorando o nmero 24 temos:
24 = 23 .3 , para determinarmos o nmero de divisores, pela regra, somamos 1 a cada expoente e
multiplicamos o resultado:
(3 + 1).(1 + 1) = 4.2 = 8
03. Resposta: D.
Para ser divisvel por 6 precisa ser divisvel por 2 e 3 ao mesmo tempo, e por isso dever ser par
tambm, e a soma dos seus algarismos deve ser um mltiplo de 3.
Logo os finais devem ser 4 e 6:
354, 456, 534, 546, 564, 576, 654, 756, logo temos 8 nmeros.
04. Resposta: E.
Para ser divisvel por 6 precisa ser divisvel por 2 e 3 ao mesmo tempo. Um nmero divisvel por 3
quando a sua soma for mltiplo de 3.
3 + x + 4 = .... os valores possveis de x so 2, 5 e 8, logo 2 + 5 + 8 = 15
41
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05. Resposta: A.
Um nmero divisvel por 4 quando seus dois algarismos so 00 ou formam um nmero divisvel por 4.
Vamos enumerar todos os mltiplos de 4: 24, 28, 32, 36, 40, 44, 48, 52, 56, 60, 64, 68, 72, 76, 78.
Retirando os mltiplos de 6 menores que 60 temos: 24, 36 e 48 (3 ao todo)
Logo : 15 3 = 12
06. Resposta: C.
Temos que para 5X7Y ser divisvel por 18 ele tambm divisvel por 9
5 + x + 7 + y = 9k x = 9k (12 + y), onde k natural
Para ser divisvel por 18 o algarismo da unidade tem que ser divisvel por 2, logo precisa ser par. Temos
para y = 0, 2, 4, 6, 8
Fazendo cada caso temos:
y = 0; x = 9k (12 + 0) x = 9k 12 k = 2, por que um nmero que multiplicado por 9 (para ser
mltiplo) que seja prximo de 12 ; x = 9.2 12 x = 18 12 x = 6
y = 2 ; x = 9k (12 + 2) x = 9k 14, mantemos o raciocnio acima temos: k = 2; x = 18 14 x = 4
y = 4 ; x = 9k (12 + 4) x = 9k (16); k = 2 x = 18 16 x = 2
y = 6 ; x = 9k (12 + 6) x = 9k (18); k = 2 e o prximo mltiplo seria 27, ento k = 3 ;
x = 18 18 x = 0 e x = 27 18 x = 9
y = 8 ; x = 9k (12 + 8) k = 3; x = 27 20 x = 7
Montando os pares temos: (6, 0); (4, 2); (2, 4); (0, 6); (9, 6); (7, 8) ao todo 6 pares.
07. Resposta: C.
n N divisveis por 6:
I)
N
10n+2
1
10 + 2 = 12
2
100 + 2 = 102
3
1000 + 2 = 1002
4
10000 + 2 = 10002
II)
2 x 10n+1
20 + 1 = 21
200 + 1 = 201
2000 + 1 = 2001
20000 + 1 = 20001
III)
10n+3 10n
999 x 10 = 9990
999 x 100 = 99900
999 x 1000 = 999000
999 x 10000 = 999000
1. Igualdade
As sequncias so apresentadas com os seus termos entre parnteses colocados de forma ordenada.
Sucesses que apresentarem os mesmos termos em ordem diferente sero consideradas sucesses
diferentes.
Duas sequncias s podero ser consideradas iguais se, e somente se, apresentarem os mesmos
termos, na mesma ordem.
Exemplo
A sequncia (x, y, z, t) poder ser considerada igual sequncia (5, 8, 15, 17) se, e somente se, x = 5;
y = 8; z = 15; e t = 17.
Notemos que as sequncias (0, 1, 2, 3, 4, 5) e (5, 4, 3, 2, 1, 0) so diferentes, pois, embora apresentem
os mesmos elementos, eles esto em ordem diferente.
2. Formula Termo Geral
Podemos apresentar uma sequncia atravs de uma determina o valor de cada termo an em funo do
valor de n, ou seja, dependendo da posio do termo. Esta formula que determina o valor do termo an e
chamada formula do termo geral da sucesso.
Exemplos:
- Determinar os cincos primeiros termos da sequncia cujo termo geral e igual a:
an = n 2n,com n N*.
Teremos:
- se n = 1 a1 = 12 2 . 1 a1 = 1 2 = - 1
- se n = 1 a2 = 22 2 . 2 a2 = 4 4 = 0
- se n = 3 a3 = 32 2 . 3 a3 = 9 6 = 3
- se n = 4 a4 = 42 4 . 2 a4 =16 8 = 8
- se n = 5 a5 = 55 5 . 2 a5 = 25 10 = 15
- Determinar os cinco primeiros termos da sequncia cujo termo geral igual a:
an = 3n + 2, com n N*.
- se n = 1 a1 = 3.1 + 2 a1 = 3 + 2 = 5
- se n = 2 a2 = 3.2 + 2 a2 = 6 + 2 = 8
- se n = 3 a3 = 3.3 + 2 a3 = 9 + 2 = 11
- se n = 4 a4 = 3.4 + 2 a4 = 12 + 2 = 14
- se n = 5 a5 = 3.5 + 2 a5 = 15 + 2 = 17
- Determinar os termos a12 e a23 da sequncia cujo termo geral igual a:
an = 45 4n, com n N*.
Teremos:
- se n = 12 a12 = 45 4.12 a12 = 45 48 = - 3
- se n = 23 a23 = 45 4.23 a23 = 45 92 = - 47
3. Lei de Recorrncias
Uma sequncia pode ser definida quando oferecemos o valor do primeiro termo e um caminho (uma
frmula) que permite a determinao de cada termo conhecendo-se o seu antecedente. Essa forma de
apresentao de uma sucesso chamada lei de recorrncias.
Exemplos:
- Escrever os cinco primeiros termos de uma sequncia em que:
a1 = 3 e an+1 = 2an 4 , em que n N*.
Teremos: o primeiro termo j foi dado.
- a1 = 3
- se n = 1 a1+1 = 2.a1 4 a2 = 2.3 4 a2 = 6 4 = 2
- se n = 2 a2+1 = 2.a2 4 a3 = 2.2 4 a3 = 4 4 = 0
- se n = 3 a3+1 = 2.a3 4 a4 = 2.0 4 a4 = 0 4 = - 4
- se n = 4 a4+1 = 2.a4 4 a5 = 2.(-4) 4 a5 = - 8 4 = - 12
- Determinar o termo a5 de uma sequncia em que:
a1 = 12 e an+ 1 = an 2, em que n N*.
- a1 = 12
43
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- se n = 1 a1+1 = a1 2 a2 = 12 2 a2=10
- se n = 2 a2+1 = a2 2 a3 = 10 2 a3 = 8
- se n = 3 a3+1 = a3 2 a4 = 8 2 a4 = 6
- se n = 4 a4+1 = a4 2 a5 = 6 2 a5 = 4
Observao 1
Devemos observar que a apresentao de uma sequncia atravs do termo geral mais pratica, visto
que podemos determinar um termo no meio da sequncia sem a necessidade de determinarmos os
termos intermedirios, como ocorre na apresentao da sequncia atravs da lei de recorrncias.
Observao 2
Algumas sequncias no podem, pela sua forma desorganizada de se apresentarem, ser definidas
nem pela lei das recorrncias, nem pela formula do termo geral. Um exemplo de uma sequncia como
esta a sucesso de nmeros naturais primos que j destruiu todas as tentativas de se encontrar uma
formula geral para seus termos.
Observao 3
Em todo exerccio de sequncia em que n N*, o primeiro valor adotado n = 1. No entanto de no
enunciado estiver n > 3, temos que o primeiro valor adotado n = 4. Lembrando que n sempre um
nmero natural.
A Matemtica estuda dois tipos especiais de sequncias, uma delas a Progresso Aritmtica.
PROGRESSO ARITMTICA (P.A.)
Definio: uma sequncia numrica em que cada termo, a partir do segundo termo, igual ao termo
anterior somado com uma constante que chamada de razo (r).
Como em qualquer sequncia os termos so chamados de a1, a2, a3, a4,.......,an,....
Clculo da razo: a razo de uma P.A. dada pela diferena de um termo qualquer pelo termo
imediatamente anterior a ele.
r = a2 a1 = a3 a2 = a4 a3 = a5 a4 = .......... = an an 1
Exemplos:
- (5, 9, 13, 17, 21, 25,......) uma P.A. onde a1 = 5 e razo r = 4
- (2, 9, 16, 23, 30,.....) uma P.A. onde a1 = 2 e razo r = 7
- (23, 21, 19, 17, 15,....) uma P.A. onde a1 = 23 e razo r = - 2.
Classificao: uma P.A. classificada de acordo com a razo.
1- Se r > 0 a P.A. crescente.
2- Se r < 0 a P.A. decrescente.
3- Se r = 0 a P.A. constante.
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Propriedades:
1- Numa P.A. a soma dos termos equidistantes dos extremos igual soma dos extremos.
Exemplo 1: (1, 3, 5, 7, 9, 11,......)
- como podemos observar neste exemplo, temos um nmero mpar de termos. Neste caso sobrou um
termo no meio (20) que chamado de termo mdio e igual a metade da soma dos extremos. Porm,
s existe termos mdio se houver um nmero mpar de termos.
2- Numa P.A. se tivermos trs termos consecutivos, o termo mdio igual mdia aritmtica dos
anterior com o posterior. Ou seja, (a1, a2, a3,...) <==>
.
Exemplo:
Exemplos:
- (3, 6, 12, 24, 48,...) uma PG de primeiro termo a1 = 3 e razo q = 2
- (-36, -18, -9,-9/2, -9/4,...) uma PG de primeiro termo a1 = - 36 e razo q = 1/2
- (15, 5, 5/3, 5/9,...) uma PG de primeiro termo a1 = 15 e razo q = 1/3
- (- 2, - 6, -18, - 54, ...) uma PG de primeiro termo a1 = - 2 e razo q = 3
- (1, - 3, 9, - 27, 81, - 243, ...) uma PG de primeiro termo a1 = 1 e razo q = - 3
- (5, 5, 5, 5, 5, 5,...) uma PG de primeiro termo a1 = 5 e razo q = 1
- (7, 0, 0, 0, 0, 0,...) uma PG de primeiro termo a1 = 7 e razo q = 0
- (0, 0, 0, 0, 0, 0,...) uma PG de primeiro termo a1 = 0 e razo q indeterminada
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Propriedades
1- Numa P.G., com n termos, o produto de dois termos equidistantes dos extremos igual ao produto
destes extremos.
Exemplos 1: (3, 6, 12, 24, 48, 96, 192, 384,....)
- como podemos observar neste exemplo, temos um nmero mpar de termos. Neste caso sobrou um
termo no meio (8) que chamado de termo mdio e igual a raiz quadrada do produto dos extremos.
Porm, s existe termos mdio se houver um nmero mpar de termos.
2- Numa P.G. se tivermos trs termos consecutivos, o termo mdio igual mdia geomtrica do
termo anterior com o termo posterior. Ou seja, (a1, a2, a3,...) <==>
.
Exemplo:
Questes
01. (Pref. Amparo/SP Agente Escolar CONRIO/2014) Descubra o 99 termo da P.A. (45, 48, 51,...)
(A) 339
(B) 337
(C) 333
(D) 331
02. (Cmara de So Paulo/SP Tcnico Administrativo FCC/2014) Uma sequncia inicia-se com
o nmero 0,3. A partir do 2 termo, a regra de obteno dos novos termos o termo anterior menos 0,07.
Dessa maneira o nmero que corresponde soma do 4 e do 7 termos dessa sequncia
(A) 6,7.
(B) 0,23.
(C) 3,1.
(D) 0,03.
(E) 0,23.
03. Os termos da sequncia (10; 8; 11; 9; 12; 10; 13; ) obedecem a uma lei de formao. Se an, em
que n pertence a N*, o termo de ordem n dessa sequncia, ento a30 + a55 igual a:
(A) 58
(B) 59
(C) 60
(D) 61
(E) 62
04. A soma dos elementos da sequncia numrica infinita (3; 0,9; 0,09; 0,009; ) :
(A) 3,1
(B) 3,9
(C) 3,99
(D) 3, 999
(E) 4
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Sabe-se que as medidas dos raios r, r1 e r2 esto, nessa ordem, em progresso geomtrica. Se r + r1 +
r2 = 52 cm, e r . r2 = 144 cm, ento r + r2 igual, em centmetros, a
(A) 36.
(B) 38.
(C) 39.
(D) 40.
(E) 42.
09. (EBSERH/HU-UFGD Tcnico em Informtica AOCP/2014) Observe a sequncia numrica a
seguir:
11; 15; 19; 23;...
48
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E, portanto:
a30 + a55 = 22 + 37 = 59.
04. Resposta: E.
Sejam S as somas dos elementos da sequncia e S1 a soma da PG infinita (0,9; 0,09; 0,009;) de
razo q = 0,09/0,9 = 0,1. Assim:
S = 3 + S1
Como -1 < q < 1 podemos aplicar a frmula da soma de uma PG infinita para obter S1:
S1 = 0,9/(1 - 0,1) = 0,9/0,9 = 1 S = 3 + 1 = 4
05. Resposta: C.
Esta sequncia do tipo an= 2n-1.
Assim:
a6= 26-1= 25=32
a8= 28-1= 27=128
A soma fica: 32 + 128 = 160.
06. Resposta: E.
an=a1qn-1
a3=a1q2
100=4q2
q2=25
q=5
a2=a1q=45=20
a4=a3q=1005=500
a2+a4=20+500=520
07. Resposta: B.
Pelos valores apresentados, uma PG de razo 4
A64 = ?
a1 = 1
q=4
n = 64
an=a1qn-1
an=1463=(22)63=2126
08. Resposta: D.
Se esto em Progresso Geomtrica, ento:
Assim: r12=144
r1= 144=12 cm
Sabemos que r + r1 + r2 = 52. Assim:
r+12+ r2=52
r + r2=52-12
r + r2=40
, ou seja, r1 . r1 = r .r2.
09. Resposta: C.
Trata-se de uma Progresso Aritmtica, cuja frmula do termo geral
an=a1+(n-1).r
n=7; a1=11; r=15-11=4
Assim, a7=11+(7-1).4=11+6.4=11+24=35
10. Resposta: A.
99=9+(n-1)10
10n-10+9=99
n=10
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Onde:
Exemplos:
1 - Em um vestibular para o curso de marketing, participaram 3600 candidatos para 150 vagas. A razo
entre o nmero de vagas e o nmero de candidatos, nessa ordem, foi de
51
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Velocidade mdia a razo entre a distncia percorrida e o tempo total de [Link] unidades
utilizadas so km/h, m/s, entre outras.
Densidade a razo entre a massa de um corpo e o seu volume. As unidades utilizadas so g/cm,
kg/m, entre outras.
PROPORO
uma igualdade entre duas razes.
Dada as razes
Onde:
, setena de igualdade
chama-se proporo.
Exemplo:
1 - O passageiro ao lado do motorista observa o painel do veculo e vai anotando, minuto a minuto, a
distncia percorrida. Sua anotao pode ser visualizada na tabela a seguir:
Distncia percorrida (em km)
...
...
Nota-se que a razo entre a distncia percorrida e o tempo gasto para percorr-la sempre igual a 2:
Ento:
52
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- Propriedades da Proporo
1 - Propriedade Fundamental
O produto dos meios igual ao produto dos extremos, isto , a . d = b . c
Exemplo:
Na proporo
,(l-se: 45 esta para 30 , assim como 9 esta para 6.), aplicando a propriedade
fundamental , temos: 45.6 = 30.9 = 270
2 - A soma dos dois primeiros termos est para o primeiro (ou para o segundo termo), assim como a
soma dos dois ltimos est para o terceiro (ou para o quarto termo).
Exemplo:
3 - A diferena entre os dois primeiros termos est para o primeiro (ou para o segundo termo), assim
como a diferena entre os dois ltimos est para o terceiro (ou para o quarto termo).
Exemplo:
4 - A soma dos antecedentes est para a soma dos consequentes, assim como cada antecedente est
para o seu consequente.
Exemplo:
5 - A diferena dos antecedentes est para a diferena dos consequentes, assim como cada antecedente
est para o seu consequente.
Exemplo:
Resposta B
3 - Em um dia de muita chuva e trnsito catico, 2/5 dos alunos de certa escola chegaram atrasados,
sendo que 1/4 dos atrasados tiveram mais de 30 minutos de atraso. Sabendo que todos os demais alunos
chegaram no horrio, pode-se afirmar que nesse dia, nessa escola, a razo entre o nmero de alunos
que chegaram com mais de 30 minutos de atraso e nmero de alunos que chegaram no horrio, nessa
ordem, foi de:
A) 2:3
B) 1:3
C) 1:6
D) 3:4
E) 2:5
Resoluo:
Se 2/5 chegaram atrasados
Resposta C
Questes
daCannabis sativa; o restante era composto por vrias outras ervas. Nesse caso, correto afirmar que,
para fabricar todo o produto apreendido, o traficante usou
(A) 50 kg deCannabis sativae 100 kg de outras ervas.
(B) 55 kg deCannabis sativae 95 kg de outras ervas.
(C) 60 kg deCannabis sativae 90 kg de outras ervas.
(D) 65 kg deCannabis sativae 85 kg de outras ervas.
(E) 70 kg deCannabis sativae 80 kg de outras ervas.
02. (PREF. IMARU AGENTE EDUCADOR PREF. IMARU/2014) De cada dez alunos de uma sala
de aula, seis so do sexo feminino. Sabendo que nesta sala de aula h dezoito alunos do sexo feminino,
quantos so do sexo masculino?
(A) Doze alunos.
(B) Quatorze alunos.
(C) Dezesseis alunos.
(D) Vinte alunos.
03. (PC/SP OFICIAL ADMINISTRATIVO VUNESP/2014) Foram construdos dois reservatrios
de gua. A razo entre os volumes internos do primeiro e do segundo de 2 para 5, e a soma desses
volumes 14m. Assim, o valor absoluto da diferena entre as capacidades desses dois reservatrios,
em litros, igual a
(A) 8000.
(B) 6000.
(C) 4000.
(D) 6500.
(E) 9000.
04. (EBSERH/ HUPAA-UFAL - Tcnico em Informtica IDECAN/2014) Entre as denominadas
razes especiais encontram-se assuntos como densidade demogrfica, velocidade mdia, entre outros.
Supondo que a distncia entre Rio de Janeiro e So Paulo seja de 430 km e que um nibus, fretado para
uma excurso, tenha feito este percurso em 5 horas e 30 minutos. Qual foi a velocidade mdia do nibus
durante este trajeto, aproximadamente, em km/h?
(A) 71 km/h
(B) 76 km/h
(C) 78 km/h
(D) 81 km/h
(E) 86 km/h.
05. (PM/SP Oficial Administrativo VUNESP/2014) Um restaurante comprou pacotes de
guardanapos de papel, alguns na cor verde e outros na cor amarela, totalizando 144 pacotes. Sabendo
que a razo entre o nmero de pacotes de guardanapos na cor verde e o nmero 5/7 de pacotes de
guardanapos na cor amarela, nessa ordem, , ento, o nmero de pacotes de guardanapos na cor
amarela supera o nmero de pacotes de guardanapos na cor verde em
(A) 22.
(B) 24.
(C) 26.
(D) 28.
(E) 30.
06. (PM/SP Oficial Administrativo VUNESP/2014) Uma grfica produz blocos de papel em dois
tamanhos diferentes: mdios ou pequenos e, para transport-los utiliza caixas que comportam exatamente
80 blocos mdios. Sabendo que 2 blocos mdios ocupam exatamente o mesmo espao que 5 blocos
pequenos, ento, se em uma caixa dessas forem colocados 50 blocos mdios, o nmero de blocos
pequenos que podero ser colocados no espao disponvel na caixa ser:
(A) 60.
(B) 70.
(C) 75.
(D) 80.
(E) 85.
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56
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02. Resposta: A.
Como 6 so do sexo feminino, 4 so do sexo masculino (10-6 = 4) .Ento temos a seguinte razo: 6/4
6x = 72 x = 12
03. Resposta: B.
Primeiro:2k
Segundo:5k
2k + 5k = 14
7k = 14
k=2
Primeiro: 2.2 = 4
Segundo5.2=10
Diferena: 10 4 = 6 m
1m------1000L
6--------x
x = 6000 l
04. Resposta: C.
5h30 = 5,5h, transformando tudo em hora e suas fraes.
05. Resposta: B.
Vamos chamar a quantidade de pacotes verdes de (v) e, a de amarelos, de (a). Assim:
v + a = 144 , ou seja, v = 144 a ( I )
, ou seja, 7.v = 5.a
( II )
, ou seja , 2p = 5m
- 80 blocos mdios correspondem a:
2p = 5.80 p = 400 / 2 p = 200 blocos pequenos
- J h 50 blocos mdios: 80 50 = 30 blocos mdios (ainda cabem).
2p = 5.30 p = 150 / 2 p = 75 blocos pequenos
07. Resposta: D.
Jovens que fazem ou fizeram trabalho voluntrio: 1 / 4
Jovens que no fazem trabalho voluntrio: 3 / 4
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08. Resposta: A.
4L = 28 . 3 L = 84 / 4 L = 21 ladrilhos
Assim, o total de ladrilhos foi de 28 . 21 = 588
Observe que:
Se aumentarmos a Km aumentaremos tambm a quantidade de
litros gastos. Logo as grandezas
so diretamente proporcionais.
= 500 . 25
40
6
80
3
120
2
...
...
Se sua velocidade aumentar para 240 km/h, em quantas horas ele far o percurso?
Podemos pegar qualquer velocidade para acharmos o novo tempo:
40 km ------ 6 horas
240 km ----- x horas
Observe que:
Se aumentarmos a velocidade, diminumos
de forma proporcional ao tempo. Logo as
grandezas so inversamente proporcionais.
240x = 40 . 6 240x = 240 x = 1 Logo o trem far o percurso em 1 hora.
Observe que invertemos os valores de uma das duas propores (km ou tempo), neste exemplo
optamos por inverter a grandeza tempo.
- Grandezas diretamente proporcionais (GDP)
So aquelas em que, uma delas variando, a outra varia na mesma razo da outra. Isto , duas grandezas
so diretamente proporcionais quando, dobrando uma delas, a outra tambm dobra; triplicando uma
delas, a outra tambm triplica, divididas tera parte a outra tambm dividida tera parte... E assim
por diante.
Matematicamente podemos escrever da seguinte forma:
hexgonos em
A) 108.
B) 27.
C) 35.
D) 162.
E) 81.
tringulos: 3x
quadrado: 4x
hexgono: 6x
3x + 4x + 6x = 351
13x = 351
x = 27
3x + 4x = 3 . 27 + 4 . 27 = 81 + 108 = 189
6x = 6 . 27 = 162 189 - 162 = 27
Resposta B
*Se uma grandeza aumenta
e a outra tambm
, elas so diretamente proporcionais.
e a outra tambm
*Se uma grandeza diminui
elas tambm so diretamente proporcionais.
proporcionais as suas respectivas idades: 28, 32 e 36 anos. Nessas condies, correto afirmar que o
nmero de processos arquivados pelo mais velho foi:
A) 112
B) 126
C) 144
D) 152
E) 164
e a outra aumenta
*Se uma grandeza diminui
, elas tambm so inversamente proporcionais.
Centro
de
Estudos
Avanados
em
Almanaque abril 2010. So Paulo: Abril, ano 36 (adaptado)
Economia
Aplicada
(CEPEA).
Esse grfico foi usado em uma palestra na qual o orador ressaltou uma queda da participao do
agronegcio no PIB brasileiro e a posterior recuperao dessa participao, em termos percentuais.
Segundo o grfico, o perodo de queda ocorreu entre os anos de
61
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A) 1998 e 2001.
B) 2001 e 2003.
C) 2003 e 2006.
D) 2003 e 2007.
E) 2003 e 2008.
Resoluo:
Segundo o grfico apresentado na questo, o perodo de queda da participao do agronegcio no PIB
brasileiro se deu no perodo entre 2003 e 2006. Esta informao extrada atravs de leitura direta do
grfico: em 2003 a participao era de 28,28%, caiu para 27,79% em 2004, 25,83% em 2005, chegando
a 23,92% em 2006 depois deste perodo, a participao volta a aumentar.
Resposta: C
(Enem 2012) O grfico mostra a variao da extenso mdia de gelo martimo, em milhes de quilmetros
quadrados, comparando dados dos anos 1995, 1998, 2000, 2005 e 2007. Os dados correspondem aos
meses de junho a setembro. O rtico comea a recobrar o gelo quando termina o vero, em meados
de setembro. O gelo do mar atua como o sistema de resfriamento da Terra, refletindo quase toda a luz
solar de volta ao espao. guas de oceanos escuros, por sua vez, absorvem a luz solar e reforam o
aquecimento do rtico, ocasionando derretimento crescente do gelo.
Com base no grfico e nas informaes do texto, possvel inferir que houve maior aquecimento
global em
A)1995.
B)1998.
C) 2000.
D)2005.
E)2007.
Resoluo:
O enunciado nos traz uma informao bastante importante e interessante, sendo chave para a resoluo
da questo. Ele associa a camada de gelo martimo com a reflexo da luz solar e consequentemente ao
resfriamento da Terra. Logo, quanto menor for a extenso de gelo martimo, menor ser o resfriamento e
portanto maior ser o aquecimento global.
O ano que, segundo o grfico, apresenta a menor extenso de gelo martimo, 2007.
62
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Resposta: E
Mais alguns exemplos:
1) Todos os objetos esto cheios de gua.
B
60
x
120
240
Frota
Radares
Arrecadao
2004
5,8 milhes
260
328 milhes
2013
7,5 milhes
601
850 milhes
foram confeccionadas com 1,5 m de comprimento, ento a diferena, em centmetros, entre as medidas
da largura das bandeiras brasileira e alem, nessa ordem, igual a
(A) 9.
(B) 10.
(C) 12.
(D) 14.
(E) 15.
05. (PC/SP OFICIAL ADMINISTRATIVO VUNESP/2014) Foram construdos dois reservatrios
de gua. A razo entre os volumes internos do primeiro e do segundo de 2 para 5, e a soma desses
volumes 14m. Assim, o valor absoluto da diferena entre as capacidades desses dois reservatrios,
em litros, igual a
(A) 8000.
(B) 6000.
(C) 4000.
(D) 6500.
(E) 9000.
06. (Instituto de Pesquisas Tecnolgicas Secretria VUNESP/2014) Moradores de certo
municpio foram ouvidos sobre um projeto para implantar faixas exclusivas para nibus em uma avenida
de trfego intenso. A tabela, na qual alguns nmeros foram substitudos por letras, mostra os resultados
obtidos nesse levantamento.
Mulheres
Homens
Total
FAVORAVEIS
300
r
420
CONTRRIOS
p
600
s
TOTAL
q
720
T
65
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16 60 = 12 X
X = 80
02. Resposta: D.
Como a medida do lado dobrou (1,5 . 2 = 3), o tempo tambm vai dobrar (2 . 2 = 4), mas, como se trata
de rea, o valor vai dobrar de novo (2 . 4 = 8h).
03. Resposta: A.
Chamando os radares de 2013 de ( x ), temos que:
66
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10.p = 3 . 600
p = 1800 / 10
p = 180 mulheres
* Total de Mulheres: q = 300 + 180 = 480
* Total Geral: T = 480 + 720 = 1200 pessoas
07. Resposta: D.
Primeiramente, vamos calcular a razo entre mulheres e homens (observe que os dados do grfico se
mantm na mesma proporo, logo so diretamente proporcionais):
* Nmero total em 2014: (h = 110)
40.m = 60 . 110
m = 6600 / 40
m = 165 mulheres (em 2014)
67
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08. Resposta: B.
Sabendo que se mantm a proporo, temos grandezas diretamente proporcionais. Vamos utilizar a
Regra de Trs Simples Direta duas vezes:
* Aa e leite:
aa
leite
500 --------- 2000
25 ------------ x
500 . x = 25 . 2000
x=100 mL de leite
* Aa e banana:
aa
banana
500 --------- 10
25 ---------- y
500 . y = 25 . 10
09. Resposta: A.
Observe que as grandezas so inversamente proporcionais (pois quanto mais dentes, menos voltas
sero dadas). Vamos utilizar a Regra de Trs Simples para resoluo:
Dentes
Volta
20 ----------- 1 / 5
18 ----------- x
Invertendo uma das Grandezas, teremos:
18 . x = 1/5 . 20
x = 4 / 18 (: 2/2)
x=2/9
Ser no sentido horrio porque a outra engrenagem est no sentido anti-horrio.
10. Resposta: B.
Observa-se que se aumentarmos o nmero de gavetas iremos gastar mais sabo, logo as grandezas
so diretamente proporcionais.
Gavetas
Sabo(kg)
12
x
7
3,5
Logo, ser gasto 6kg de sabo para limpeza de 12 gavetas.
Logo
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Relao
N de funcionrio x servio
Direta
N de funcionrio x tempo
Inversa
N de funcionrio x eficincia
Inversa
N de funcionrio x grau
dificuldade
Direta
Servio x tempo
Direta
Servio x eficincia
Direta
Inversa
Tempo x eficincia
Inversa
Direta
Descrio
MAIS funcionrios contratados demanda MAIS
servio produzido
MAIS funcionrios contratados exigem MENOS
tempo de trabalho
MAIS eficincia (dos funcionrios) exige
MENOS funcionrios contratados
Quanto MAIOR o grau de dificuldade de
um servio, MAIS funcionrios devero ser
contratados
MAIS servio a ser produzido exige MAIS
tempo para realiza-lo
Quanto MAIOR for a eficincia dos
funcionrios, MAIS servio ser produzido
Quanto MAIOR for o grau de dificuldade de um
servio, MENOS servios sero produzidos
Quanto MAIOR for a eficincia dos
funcionrios, MENOS tempo ser necessrio
para realizar um determinado servio
Quanto MAIOR for o grau de dificuldade de
um servio, MAIS tempo ser necessrio para
realizar determinado servio
Exemplos:
1) Um carro faz 180 km com 15L de lcool. Quantos litros de lcool esse carro gastaria para percorrer
210 km?
O problema envolve duas grandezas: distncia e litros de lcool.
Indiquemos por x o nmero de litros de lcool a ser consumido.
Coloquemos as grandezas de mesma espcie em uma mesma coluna e as grandezas de espcies
diferentes que se correspondem em uma mesma linha:
Distncia (km)
180
210
Litros de lcool
15
x
Na coluna em que aparece a varivel x (litros de lcool), vamos colocar uma flecha:
Distncia (km)
Litros de lcool
180
15
x
210
Observe que, se duplicarmos a distncia, o consumo de lcool tambm duplica. Ento, as grandezas
distncia e litros de lcool so diretamente proporcionais. No esquema que estamos montando,
indicamos esse fato colocando uma flecha na coluna distncia no mesmo sentido da flecha da coluna
litros de lcool:
69
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Distncia (km)
Litros de lcool
180
15
x
210
Tempo (h)
7
x
Tempo (h)
50
7
x
80
Observe que, se duplicarmos a velocidade, o tempo fica reduzido metade. Isso significa que as
grandezas velocidade e tempo so inversamente proporcionais. No nosso esquema, esse fato
indicado colocando-se na coluna velocidade uma flecha em sentido contrrio ao da flecha da coluna
tempo:
Velocidade (km/h)
Tempo (h)
50
7
x
80
7.5=[Link]=
x = 4,375 horas
Como 0,375 corresponde 22 minutos (0,375 x 60 minutos), ento o percurso ser feito em 4 horas e
22 minutos aproximadamente.
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Tempo (s)
180
20
x
300
Se duplicarmos a velocidade inicial do carro, o tempo gasto para fazer o percurso cair para a metade;
logo, as grandezas so inversamente proporcionais. Assim, os nmeros 180 e 300 so inversamente
proporcionais aos nmeros 20 e x.
Da temos:
Conclui-se, ento, que se o competidor tivesse andando em 300 km/h, teria gasto 12 segundos para
realizar o percurso.
REGRA DE TRS COMPOSTA
O processo usado para resolver problemas que envolvem mais de duas grandezas, diretamente ou
inversamente proporcionais, chamado regra de trs composta.
Exemplos:
1) Em 4 dias 8 mquinas produziram 160 peas. Em quanto tempo 6 mquinas iguais s primeiras
produziriam 300 dessas peas?
Indiquemos o nmero de dias por x. Coloquemos as grandezas de mesma espcie em uma s coluna
e as grandezas de espcies diferentes que se correspondem em uma mesma linha. Na coluna em que
aparece a varivel x (dias), coloquemos uma flecha:
Mquinas
Peas
160
300
Dias
4
x
Peas
Dias
160
300
x
Mesmo sentido
71
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Mquinas
8
6
Peas
Dias
160
300
Sentido contrrios
4
Agora vamos montar a proporo, i+gualando a razo que contm o x, que x , com o produto das
outras razes, obtidas segundo a orientao das flechas 6 . 160 :
8 300
Resposta: Em 10 dias.
2) Uma empreiteira contratou 210 pessoas para pavimentar uma estrada de 300 km em 1 ano. Aps
4 meses de servio, apenas 75 km estavam pavimentados. Quantos empregados ainda devem ser
contratados para que a obra seja concluda no tempo previsto?
Em
de estrada.
Estrada
210
x
Tempo
75
225
4
8
Sentido contrrios
As grandezas pessoas e tempo so inversamente proporcionais (duplicando o nmero de
pessoas, o tempo fica reduzido metade). No nosso esquema isso ser indicado colocando-se na coluna
tempo uma flecha no sentido contrrio ao da flecha da coluna pessoas:
Pessoas
Estrada
210
x
Tempo
75
225
8
Mesmo sentido
Como j haviam 210 pessoas trabalhando, logo 315 210 = 105 pessoas.
Reposta: Devem ser contratados 105 pessoas.
72
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Questes
01. (PM/SP Oficial Administrativo VUNESP/2014) Em 3 de maio de 2014, o jornal Folha de S.
Paulo publicou a seguinte informao sobre o nmero de casos de dengue na cidade de Campinas.
(A) 40.
(B) 16.
(C) 80.
(D) 20.
(E) 32.
11. (PRODAM/AM Assistente FUNCAB/ 2014) Para digitalizar 1.000 fichas de cadastro, 16
assistentes trabalharam durante dez dias, seis horas por dia. Dez assistentes, para digitalizar 2.000 fichas
do mesmo modelo de cadastro, trabalhando oito horas por dia, executaro a tarefa em quantos dias?
(A) 14
(B) 16
(C) 18
(D) 20
(E) 24
12. (CEFET Auxiliar em Administrao CESGRANRIO/2014) No Brasil, uma famlia de 4 pessoas
produz, em mdia, 13 kg de lixo em 5 dias. Mantida a mesma proporo, em quantos dias uma famlia de
5 pessoas produzir 65 kg de lixo?
(A) 10
(B) 16
(C) 20
(D) 32
(E) 40
13. (UFPE - Assistente em Administrao COVEST/2014) Na safra passada, um fazendeiro usou
15 trabalhadores para cortar sua plantao de cana de 210 hectares. Trabalhando 7 horas por dia, os
trabalhadores concluram o trabalho em 6 dias exatos. Este ano, o fazendeiro plantou 480 hectares de
cana e dispe de 20 trabalhadores dispostos a trabalhar 6 horas por dia. Em quantos dias o trabalho ficar
concludo?
Obs.: Admita que todos os trabalhadores tenham a mesma capacidade de trabalho.
(A) 10 dias
(B) 11 dias
(C) 12 dias
(D) 13 dias
(E) 14 dias
14. (PC/SP Oficial Administrativo VUNESP/2014) Dez funcionrios de uma repartio trabalham
8 horas por dia, durante 27 dias, para atender certo nmero de pessoas.
Se um funcionrio doente foi afastado por tempo indeterminado e outro se aposentou, o total de dias
que os funcionrios restantes levaro para atender o mesmo nmero de pessoas, trabalhando uma hora
a mais por dia, no mesmo ritmo de trabalho, ser
(A) 29.
(B) 30.
(C) 33.
(D) 28.
(E) 31.
15. (BNB Analista Bancrio FGV/2014) Em uma agncia bancria, dois caixas atendem em
mdia seis clientes em 10 minutos. Considere que, nesta agncia, todos os caixas trabalham com a
mesma eficincia e que a mdia citada sempre mantida. Assim, o tempo mdio necessrio para que
cinco caixas atendam 45 clientes de:
(A) 45 minutos;
(B) 30 minutos;
(C) 20 minutos;
(D) 15 minutos;
(E) 10 minutos.
75
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Respostas
01. Resposta: E.
Utilizaremos uma regra de trs simples:
ano
%
11442 ------- 100
17136 ------- x
11442.x = 17136 . 100
x = 1713600 / 11442 = 149,8% (aproximado)
149,8% 100% = 49,8%
Aproximando o valor, teremos 50%
02. Resposta: C.
Se R$ 315,00 j est com o desconto de 10%, ento R$ 315,00 equivale a 90% (100% - 10%).
Utilizaremos uma regra de trs simples:
$
%
315 ------- 90
x ------- 100
90.x = 315 . 100
x = 31500 / 90 = R$ 350,00
03. Resposta: C.
Como ele teve um prejuzo de 10%, quer dizer 27000 90% do valor total.
Valor
%
27000 ------ 90
X ------- 100
=
9.x = 27000.10
9x = 270000 x = 30000.
04. Resposta: C.
equivale a 1:150000, ou seja, para cada 1 cm do mapa, teremos 150.000 cm no tamanho real. Assim,
faremos uma regra de trs simples:
mapa
real
1 --------- 150000
12 --------- x
1.x = 12 . 150000
x = 1.800.000 cm = 18 km
05. Resposta: A.
Faremos uma regra de trs simples:
cobre
%
280 --------- 100
80 ---------x
280.x = 80 . 100
x = 8000 / 280
x = 28,57%
06. Resposta: D.
Comparando- se cada grandeza com aquela onde esta o x.
M
varredores horas
6000--------------18-------------- 5
7500--------------15--------------- x
Quanto mais a rea, mais horas (diretamente proporcionais)
Quanto menos trabalhadores, mais horas (inversamente proporcionais)
6000 15 x = 5 7500 18
90000x = 675000
x = 7,5 horas
Como 0,5 h equivale a 30 minutos, logo o tempo ser de 7 horas e 30 minutos.
76
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
07. Resposta: D.
Operrios horas
dias
rea
20-----------------8-------------60-------4800
15----------------10------------80-------- x
Todas as grandezas so diretamente proporcionais, logo:
20 8 60 x = 4800 15 10 80
9600x = 57600000
x = 6000m
08. Resposta: B.
Temos 10 funcionrios inicialmente, com os afastamento esse nmero passou para 8. Se eles trabalham 8 horas por dia , passaro a trabalhar uma hora a mais perfazendo um total de 9 horas, nesta
condies temos:
Funcionrios
horas
dias
10---------------8--------------27
8----------------9-------------- x
Quanto menos funcionrios, mais dias devem ser trabalhados (inversamente proporcionais).
Quanto mais horas por dia, menos dias devem ser trabalhados (inversamente proporcionais).
Funcionrios
horas
dias
8---------------9-------------- 27
10----------------8----------------x
09. Resposta: C.
Transformando o tempo para segundos: 1 min e 15 segundos = 75 segundos
Quanto mais mquinas menor o tempo (flecha contrria) e quanto mais cpias, mais tempo (flecha
mesma posio)
Mquina cpias
tempo
1----------------80-----------75 segundos
7--------------3360-----------x
Devemos deixar as 3 grandezas da mesma forma, invertendo os valores de mquina.
Mquina cpias
tempo
7----------------80----------75 segundos
1--------------3360--------- x
x = 450 segundos
Transformando
1minuto-----60segundos
x-------------450
x = 7,5 minutos = 7 minutos e 30segundos.
10. Resposta: A.
Vamos utilizar a Regra de Trs Composta:
Operrios
horas
dias
128 ----------- 6 -------------- 42
x ------------- 8 -------------- 24
77
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
16x = 128 21
x = 8 21 = 168
168 128 = 40 funcionrios a mais devem ser contratados.
11. Resposta: E.
Fichas
Assistentes
dias
horas
1000 --------------- 16 -------------- 10 ------------ 6
2000 -------------- 10 -------------- x -------------- 8
Quanto mais fichas, mais dias devem ser trabalhados (diretamente proporcionais).
Quanto menos assistentes, mais dias devem ser trabalhados (inversamente proporcionais).
Quanto mais horas por dia, menos dias (inversamente proporcionais).
Fichas
Assistentes
dias
horas
1000 --------------- 10 -------------- 10 ------------ 8
2000 -------------- 16 -------------- x -------------- 6
80 . x = 192 . 10
x = 24 dias
12. Resposta: C.
Faremos uma regra de trs composta:
Pessoas
Kg
dias
4 ------------ 13 ------------ 5
5 ------------ 65 ------------ x
Mais pessoas iro levar menos dias para produzir a mesma quantidade de lixo (grandezas inversamente
proporcionais).
Mais quilos de lixo levam mais dias para serem produzidos (grandezas diretamente proporcionais).
65.x = 5 . 260
x = 1300 / 65
x = 20 dias
78
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13. Resposta: C.
Faremos uma regra de trs composta:
Trabalhadores
Hectares
h / dia
dias
15 ------------------ 210 ---------------- 7 ----------------- 6
20 ------------------ 480 ---------------- 6 ----------------- x
Mais trabalhadores iro levar menos dias para concluir o trabalho (grandezas inversamente
proporcionais).
Mais hectares levam mais dias para se concluir o trabalho (grandezas diretamente proporcionais).
Menos horas por dia de trabalho sero necessrios mais dias para concluir o trabalho (grandezas
inversamente proporcionais).
25200.x = 6 . 50400
x = 302400 / 25200
x = 12 dias
14. Resposta: B.
Funcionrios
horas
dias
10 ----------------- 8 ----------- 27
8 ------------------ 9 ----------- x
Quanto menos funcionrios, mais dias devem ser trabalhados (inversamente proporcionais).
Quanto mais horas por dia, menos dias (inversamente proporcionais).
Funcionrios
horas
dias
10 ----------------- 8 ----------- x
8 ------------------ 9 ----------- 27
72x = 2160
x = 30 dias
15. Resposta: B.
caixas
clientes minutos
2 ----------------- 6 ----------- 10
5 ----------------- 45 ----------- x
Quanto mais caixas, menos minutos levar para o atendimento (inversamente proporcionais).
Quanto mais clientes, mais minutos para o atendimento (diretamente proporcionais).
caixas
clientes minutos
5 ----------------- 6 ----------- 10
2 ----------------- 45 ----------- x
30 . x = 90 . 10
x = 30 minutos
PORCENTAGEM
Razes de denominador 100 que so chamadas de razes centesimais ou taxas percentuais ou
simplesmente de porcentagem. Servem para representar de uma maneiraprticao quanto de um todo
se est referenciando.
Costumam ser indicadas pelo numerador seguido do smbolo % (L-se: por cento).
79
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Saldo em
02/02/2014
Rendimento
Marta
Saldo em
02/02/2013
Oscar
Banco
Exemplos:
1) A tabela abaixo indica, em reais, os resultados das aplicaes financeiras de Oscar e Marta entre
02/02/2013 e 02/02/2014.
500
550
50
400
450
50
Com isso podemos concluir, Marta obteve uma rentabilidade maior que Oscar ao investir no Banco B.
2) Em uma classe com 30 alunos, 18 so rapazes e 12 so moas. Qual a taxa percentual de rapazes
na classe?
Resoluo:
A razo entre o nmero de rapazes e o total de alunos
. Devemos expressar essa razo na forma
centesimal, isto , precisamos encontrar x tal que:
E a taxa percentual de rapazes 60%. Poderamos ter divido 18 por 30, obtendo:
- Lucro e Prejuzo
a diferena entre o preo de venda e o preo de custo.
Caso a diferena seja positiva, temos o lucro(L), caso seja negativa, temos prejuzo(P).
Lucro (L) = Preo de Venda (V) Preo de Custo (C).
Podemos ainda escrever:
C + L = V ou L = V - C
P = C V ou V = C - P
A forma percentual :
80
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Exemplos:
1) Um objeto custa R$ 75,00 e vendido por R$ 100,00. Determinar:
a) a porcentagem de lucro em relao ao preo de custo;
b) a porcentagem de lucro em relao ao preo de venda.
Resoluo:
Preo de custo + lucro = preo de venda 75 + lucro =100 Lucro = R$ 25,00
a)
b)
2) O preo de venda de um bem de consumo R$ 100,00. O comerciante tem um ganho de 25% sobre
o preo de custo deste bem. O valor do preo de custo :
A) R$ 25,00
B) R$ 70,50
C) R$ 75,00
D) R$ 80,00
E) R$ 125,00
Resoluo:
).V .
Logo:
VA = (
).V
Exemplos:
1 - Aumentar um valor V de 20% , equivale a multiplic-lo por 1,20, pois:
(
A)35%
B)30%
C)3,5%
D)3,8%
E) 38%
Resoluo:
rea inicial: a.b
Com aumento: (a.1,15).(b.1,20) 1,38.a.b da rea inicial. Logo o aumento foi de 38%.
Resposta E
B) Diminuir um valor V em p%, equivale a multiplic-lo por
(
).V.
Logo:
VD= (
).V
Exemplos:
1) Diminuir um valor V de 20%, equivale a multiplic-lo por 0,80, pois:
(
). V = (1-0,20). V = 0, 80.V
). V = (1-0,40). V = 0, 60.V
3) O preo do produto de uma loja sofreu um desconto de 8% e ficou reduzido a R$ 115,00. Qual era
o seu valor antes do desconto?
Temos que V D = 115, p = 8% e V =? o valor que queremos achar.
VD=(
Utilizando VA = (
).V V. 1,1 , como so dois de 10% temos V. 1,1 . 1,1 V. 1,21 Analisando o
fator de multiplicao 1,21; conclumos que esses dois aumentos significam um nico aumento de 21%.
Observe que: esses dois aumentos de 10% equivalem a 21% e no a 20%.
2) Dois descontos sucessivos de 20% equivalem a um nico desconto de:
Utilizando VD = (
).V V. 0,8 . 0,8 V. 0,64 . . Analisando o fator de multiplicao 0,64, observamos
que esse percentual no representa o valor do desconto, mas sim o valor pago com o desconto. Para
sabermos o valor que representa o desconto s fazermos o seguinte clculo:
100% - 64% = 36%
Observe que: esses dois descontos de 20% equivalem a 36% e no a 40%.
3) Certo produto industrial que custava R$ 5.000,00 sofreu um acrscimo de 30% e, em seguida, um
desconto de 20%. Qual o preo desse produto aps esse acrscimo e desconto?
Utilizando VA = (
VD = (
).V, temos:
VA = 5000 .(1,3) = 6500 e VD = 6500 .(0,80) = 5200, podemos, para agilizar os clculos, juntar tudo
em uma nica equao:
5000 . 1,3 . 0,8 = 5200
Logo o preo do produto aps o acrscimo e desconto de R$ 5.200,00
Questes
01. (EBSERH/ HUSM-UFSM/RS - Tcnico em Informtica AOCP/2014) Uma loja de camisas
oferece um desconto de 15% no total da compra se o cliente levar duas camisas. Se o valor de cada
camisa de R$ 40,00, quanto gastar uma pessoa que aproveitou essa oferta?
(A) R$ 68,00.
(B) R$ 72,00.
(C) R$ 76,00.
(D) R$ 78,00.
(E) R$ 80,00.
02. (Cmara Municipal de So Jos dos Campos/SP Analista Tcnico Legislativo Designer
Grfico VUNESP/2014) O departamento de Contabilidade de uma empresa tem 20 funcionrios, sendo
que 15% deles so estagirios. O departamento de Recursos Humanos tem 10 funcionrios, sendo 20%
estagirios. Em relao ao total de funcionrios desses dois departamentos, a frao de estagirios
igual a
(A) 1/5.
(B) 1/6.
(C) 2/5.
(D) 2/9.
(E) 3/5.
03. (EBSERH/ HUSM UFSM/RS Analista Administrativo Administrao AOCP/2014) Quando
calculamos 32% de 650, obtemos como resultado
(A) 198.
(B) 208.
(C) 213.
(D) 243.
(E) 258.
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09. (PM/SE Soldado 3 Classe FUNCAB/2014) Numa liquidao de bebidas, um atacadista fez a
seguinte promoo:
Cerveja em lata: R$ 2,40 a unidade.
Na compra de duas embalagens com 12 unidades cada, ganhe 25% de desconto no valor da
segunda embalagem.
Alexandre comprou duas embalagens nessa promoo e revendeu cada unidade por R$3,50. O lucro
obtido por ele com a revenda das latas de cerveja das duas embalagens completas foi:
(A) R$ 33,60
(B) R$ 28,60
(C) R$ 26,40
(D) R$ 40,80
(E) R$ 43,20
10. (PM/SE Soldado 3 Classe FUNCAB/2014) Na queima de estoque de uma loja, uma famlia
comprou dois televisores, trs aparelhos de ar-condicionado, uma geladeira e uma mquina de lavar.
Produtos
Televisor
Ar condicionado
Geladeira
Mquina de lavar
Desconto
20%
10%
30%
40%
3 (estagirios)
2 (estagirios)
03. Resposta: B.
04. Resposta: C.
1,2% de 45,03 =
Como no ms anterior houve queda, vamos fazer uma subtrao.
45,03 0,54 = 44,49
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05. Resposta: B.
Carto de crdito: 10/100 . (750 + 380) = 1/10 . 1130 = 113
1130 113 = R$ 1017,00
Boleto: 8/100 . (750 + 380) = 8/100 . 1130 = 90,4
1130 90,4 = R$ 1039,60
06. Resposta: E.
5% de 10000 = 5 / 100 . 10000 = 500
6% de 10000 = 6 / 100 . 10000 = 600
7% de 16000 (= 36000 20000) = 7 / 100 . 16000 = 1120
Comisso = 500 + 600 + 1120 = R$ 2220,00
07. Resposta: E.
Preo de revenda: 1500 + 40 / 100 . 1500 = 1500 + 600 = 2100
Preo com desconto: 2100 35 / 100 . 2100 = 2100 735 = R$ 1365,00
08. Resposta: A.
Preo de venda: V
Preo de compra: C
V 0,16V = 1,4C
0,84V = 1,4C
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Portanto, temos:
J=C.i.t
1) O capital cresce linearmente com o tempo;
2) O capital cresce a uma progresso aritmtica de razo: J=C.i
3) A taxa i e o tempo t devem ser expressos na mesma unidade.
4) Nessa frmula, a taxa i deve ser expressa na forma decimal.
5) Chamamos de montante (M) ou FV (valor futuro) a soma do capital com os juros, ou seja:
Na frmula J= C . i . t, temos quatro variveis. Se trs delas forem valores conhecidos, podemos
calcular o 4 valor.
M = C + J -> M = C.(1+i.t)
Exemplos:
1) A que taxa esteve empregado o capital de R$ 25.000,00 para render, em 3 anos, R$ 45.000,00 de
juros? (Observao: Como o tempo est em anos devemos ter uma taxa anual.)
C = R$ 25.000,00
t = 3 anos
j = R$ 45.000,00
i = ? (ao ano)
j = C.i.t
100
45 000 =
25000.i.3
100
45 000 = 750 . i
i=
45.000
750
i = 60
Resposta: 60% ao ano.
2) Qual o valor dos juros correspondentes a um emprstimo de R$ 10.000,00, pelo prazo de 15 meses,
sabendo-se que a taxa cobrada de 3% a m.?
Dados:
Dados:
Soluo:
Soluo:
PV = 10.000,00
PV = 10.000,00
j = PV . i . n
j = PV . i . n
n = 15 meses
n = 15 meses
j = 10.000,00 x 0,03 x 15
j = 10.000,00 x 0,03 x 15
i = 3% a m.
i = 3% a m.
j= 4.500,00
j= 4.500,00
j =?
j =?
JUROS COMPOSTOS
O capital inicial (principal) pode crescer, como j sabemos, devido aos juros, segundo duas modalidades,
a saber:
88
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Juros simples (capitalizao simples) a taxa de juros incide sempre sobre o capital
inicial.
Juros compostos (capitalizao composta) a taxa de juros incide sobre o capital de
cada perodo. Tambm conhecido como juros sobre juros.
Na prtica, as empresas, rgos governamentais e investidores particulares costumam reinvestir as
quantias geradas pelas aplicaes financeiras, o que justifica o emprego mais comum de juros compostos
na Economia. Na verdade, o uso de juros simples no se justifica em estudos econmicos.
Exemplo:
Considere o capital inicial (C) $1500,00 aplicado a uma taxa mensal de juros compostos (i) de 10% (i
= 10% a.m.). Vamos calcular os montantes (capital + juros), ms a ms:
Aps o 1 ms, teremos: M1 = 1500 x 1,1 = 1650 = 1500(1 + 0,1)
Aps o 2 ms, teremos: M2 = 1650 x 1,1 = 1815 = 1500(1 + 0,1)2
Aps o 3 ms, teremos: M3 = 1815 x 1,1 = 1996,5 = 1500(1 + 0,1)3
.....................................................................................................
Aps o n (ensimo) ms, sendo M o montante, teremos evidentemente: M = 1500(1 + 0,1)t
De uma forma genrica, teremos para um capital C, aplicado a uma taxa de juros compostos (i) durante
o perodo (t):
M = C (1 + i)t
Onde:
M = montante,
C = capital,
i = taxa de juros e
t = nmero de perodos que o capital C (capital inicial) foi aplicado.
(1+i)t ou (1+i)n = fator de acumulao de capital
Na frmula acima, as unidades de tempo referentes taxa de juros (i) e do perodo (t), tem de ser
necessariamente iguais. Este um detalhe importantssimo, que no pode ser esquecido! Assim,
por exemplo, se a taxa for 2% ao ms e o perodo 3 anos, deveremos considerar 2% ao ms durante 3x12=36 meses.
Graficamente temos, que o crescimento do principal(capital) segundo juros simples LINEAR,
CONSTANTE enquanto que o crescimento segundo juros compostos EXPONENCIAL, GEOMTRICO
e, portanto tem um crescimento muito mais rpido.
- O montante aps 1 tempo igual tanto para o regime de juros simples como para juros
compostos;
- Antes do 1 tempo o montante seria maior no regime de juros simples;
- Depois do 1 tempo o montante seria maior no regime de juros compostos.
Juros Compostos e Logaritmos
Para resoluo de algumas questes que envolvam juros compostos, precisamos ter conhecimento
de conceitos de logaritmos, principalmente aquelas as quais precisamos achar o tempo/prazo. muito
comum ver em provas o valor dado do logaritmo para que possamos achar a resoluo da questo.
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Exemplos:
1) Expresse o nmero de perodos t de uma aplicao, em funo do montante M e da taxa de aplicao
i por perodo.
Soluo:
Temos M = C(1+i)t
Logo, M/C = (1+i)t
Pelo que j conhecemos de logaritmos, poderemos escrever:
t = log (1+ i ) (M/C) . Portanto, usando logaritmo decimal (base 10), vem:
Juros Simples
Juros Compostos
J= C.i.t
J= C.[(1+i)t -1]
M= C.(1+i.t)
M= C.(1+i)t
Questes
01. (PRODAM/AM Assistente FUNCAB/ 2014) Qual o capital que, investido no sistema de juros
simples e taxa mensal de 2,5 %, produzir um montante de R$ 3.900,00 em oito meses?
(A) R$ 1.650,00
(B) R$ 2.225,00
(C) R$ 3.250,00
(D) R$ 3.460,00
(E) R$ 3.500,00
90
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(A) R$63.600,00.
(B) R$63.672,48.
(C) R$63.854,58.
(D) R$62.425,00.
(E) R$62.400,00.
08. (PM/SP OFICIAL VUNESP/2013) Pretendendo aplicar em um fundo que rende juros compostos,
um investidor fez uma simulao. Na simulao feita, se ele aplicar hoje R$ 10.000,00 e R$ 20.000,00
daqui a um ano, e no fizer nenhuma retirada, o saldo daqui a dois anos ser de R$ 38.400,00. Desse
modo, correto afirmar que a taxa anual de juros considerada nessa simulao foi de
(A) 12%.
(B) 15%.
(C) 18%.
(D) 20%.
(E) 21%.
09. (CMARA DE CANITAR/SP RECEPCIONISTA INDEC/2013) Uma aplicao financeira rende
mensalmente 0,72%. Aps 3 meses, um capital investido de R$ 14.000,00 render: (Considere juros
compostos)
(A) R$ 267,92
(B) R$ 285,49
(C) R$ 300,45
(D) R$ 304,58
10. (BANCO DO BRASIL ESCRITURRIO CESGRANRIO/2012) Joo tomou um emprstimo de
R$900,00 a juros compostos de 10% ao ms. Dois meses depois, Joo pagou R$600,00 e, um ms aps
esse pagamento, liquidou o emprstimo.
O valor desse ltimo pagamento foi, em reais, aproximadamente,
(A) 240,00
(B) 330,00
(C) 429,00
(D) 489,00
(E) 538,00
11. (FGV-SP) Uma aplicao financeira rende juros de 10% ao ano, compostos anualmente. Utilizando
para clculos a aproximao de , pode-se estimar que uma aplicao de R$ 1.000,00 seria resgatada no
montante de R$ 1.000.000,00 aps:
(A) Mais de um sculo.
(B) 1 sculo
(C) 4/5 de sculo
(D) 2/3 de sculo
(E) de sculo
12. (COLGIO MILITAR DE BELO HORIZONTE/MG PROFESSOR DE MATEMTICA EXRCITO
BRASILEIRO/2013) Determine o tempo necessrio para que um capital aplicado a 20 % a. m. no regime
de juros compostos dobre de valor. Considerando que log 2 = 0,3 e log 1,2 = 0,08.
(A) 3,75 meses.
(B) 3,5 meses.
(C) 2,7 meses.
(D) 3 meses.
(E) 4 meses.
13. (Banco do Brasil Escriturrio FCC/2011) Saulo aplicou R$ 45 000,00 em um fundo de
investimento que rende 20% ao ano. Seu objetivo usar o montante dessa aplicao para comprar
uma casa que, na data da aplicao, custava R$ 135 000,00 e se valoriza taxa anual de 8%. Nessas
condies, a partir da data da aplicao, quantos anos sero decorridos at que Saulo consiga comprar
tal casa?
Dado: (Use a aproximao: log 3 = 0,48)
92
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
(A) 15
(B) 12
(C) 10
(D) 9
(E) 6
14. (CESGRANRIO) Um investimento de R$1.000,00 foi feito sob taxa de juros compostos de 3% ao
ms. Aps um perodo t, em meses, o montante foi de R$1.159,27. Qual o valor de t? (Dados: ln(1.000) =
6,91; ln(1.159,27) = 7,06 ; ln(1,03) = 0,03)
Respostas
01. Resposta: C.
Montante = Capital + juros, ou seja: j = M C , que fica: j = 3900 C ( I )
Agora, s substituir ( I ) na frmula do juros simples:
t = 12 / 9,6
t = 1,25 ano = 1 ano + 0,25 de ano
0,25 . 12 = 3 meses
Portanto, t = 1 ano e 3 meses
04. Resposta: C.
Para fazer os clculos, devemos trabalhar com meses. Assim:
14,4% a.a. / 12 = 1,2% a.m.
* Montante:
5300 = C + j , ou seja, j = 5300 C ( I )
93
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( II )
Vamos substituir a equao ( I ) na equao ( II ):
94
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09. Resposta: D.
M=C+J
J = 14304,58 - 14000 = 304,58
10. Resposta: E.
C = 900 ; i = 10% a.m=0,10 ; t = 2m ; pagou 2 meses depois R$ 600,00 e liquidou aps 1 ms
M=C(1+i)t
M=900(1+0,1)2M=1089,00
Depois de dois meses Joo pagou R$ 600,00.
1089-600=489
M=489(1+0,1)1=537,90
11. Resposta: E.
A frmula de juros compostos M = C(1 + i)t e do enunciado temos que M = 1.000.000, C = 1.000, i =
10% = 0,1:
1.000.000 = 1.000(1 + 0,1)t
(agora para calcular t temos que usar logaritmo no dois lados da equao para pode
utilizar a propriedade , o expoente m passa multiplicando)
t.
t.0,04 = 3
t=
t=
12. Resposta: A.
M=C(1+i)t
2C=C(1+0,2)t
2=1,2t
Log2=log1,2t
Log2=t.log1,2
0,3=0,08t
T=3,75 meses
13. Resposta: B.
M = C. (1 + i)t
C = 45.000
i = 0,02
-------------------C = 135.000
i= 0,08
45.000 (1+ i)t = 135.000 (1 + i)t
45.000 (1 + 0,2)t = 135.000 (1 + 0,08)t
45.000 (1,2)t = 135.000 (1,08)t
135.000/45.000 = (1,2/1,08)t
3 = (10/9)t
log3 = [Link] (10/9)
0,48 = (log10 - log9).t
95
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0,48 = (1 - 2log3).t
0,48 = (1 - 2.0,48).t
0,48 = (1 - 0,96).t
0,48 = 0,04.t
t = 0,48/0,04
t = 12
14. Resposta: 05.
M = C (1 + i) t
1159,27 = 1000 ( 1 + 0,03)t
1159,27 = 1000.1,03t
ln 1159,27 = ln (1000 . 1,03t)
7,06 = ln1000 + ln 1,03t
7,06 = 6,91 + t . ln 1,03
0,15 = t . 0,03
t=5
A figura acima mostra uma equao (uma igualdade), onde precisamos achar o valor da varivel x,
para manter a balana equilibrada. Equacionando temos:
x + x + 500 + 100 = x + 250 + 500 2x + 600 = x + 750.
Exemplos:
2x + 8 = 0
5x 4 = 6x + 8
3a b c = 0
- No so equaes:
4 + 8 = 7 + 5 (No uma sentena aberta)
x 5 < 3 (No igualdade)
5 7 (no sentena aberta, nem igualdade)
Termo Geral da equao do 1 grau
Onde a e b (a0) so nmeros conhecidos e a diferena de 0, se resolve de maneira simples: subtraindo
b dos dois lados obtemos:
ax +b b = 0 b ax = -b x = -b/a
96
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18
3
x=6
x=
2) Resoluo da equao: 1 3x + 2/5 = x + 1/2, efetuando a mesma operao nos dois lados da
igualdade(outro mtodo de resoluo).
Procedimento e justificativa: Multiplicamos os dois lados da equao pelo mmc (2;5) = 10. Dessa
forma, so eliminados os denominadores. Fazemos as simplificaes e os clculos necessrios e isolamos
x, sempre efetuando a mesma operao nos dois lados da igualdade. No registro, as operaes feitas nos
dois lados da igualdade so indicadas com as setas curvas verticais.
Registro:
1 3x + 2/5 = x + 1 /2
10 30x + 4 = 10 x + 5
-30x -10x = 5 10 4
-40x = -9 (-1)
40x = 9
x = 9/40
x = 0,225
H tambm um processo prtico, bastante usado, que se baseia nessas ideias e na percepo de um
padro visual.
- Se a + b = c, conclui-se que a = c b.
Na primeira igualdade, a parcela b aparece somando no lado esquerdo; na segunda, a parcela b
aparece subtraindo no lado direito da igualdade.
- Se a . b = c, conclui-se que a = c : b, desde que b 0.
Na primeira igualdade, o nmero b aparece multiplicando no lado esquerdo; na segunda, ele aparece
dividindo no lado direito da igualdade.
97
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Sabendo que esse time marcou, durante esse torneio, um total de 28 gols, ento, o nmero de jogos
em que foram marcados 2 gols :
(A) 3.
(B) 4.
(C) 5.
(D) 6.
(E) 7.
02. (PREF. IMARU AGENTE EDUCADOR PREF. IMARU/2014) Certa quantia em dinheiro foi
dividida igualmente entre trs pessoas, cada pessoa gastou a metade do dinheiro que ganhou e 1/3(um
tero) do restante de cada uma foi colocado em um recipiente totalizando R$900,00(novecentos reais),
qual foi a quantia dividida inicialmente?
(A) R$900,00
(B) R$1.800,00
(C) R$2.700,00
(D) R$5.400,00
03. (PRODAM/AM Auxiliar de Motorista FUNCAB/2014) Um grupo formado por 16 motoristas
organizou um churrasco para suas famlias. Na semana do evento, seis deles desistiram de participar.
Para manter o churrasco, cada um dos motoristas restantes pagou R$ 57,00 a mais.
O valor total pago por eles, pelo churrasco, foi:
(A) R$ 570,00
(B) R$ 980,50
(C) R$ 1.350,00
(D) R$ 1.480,00
(E) R$ 1.520,00
04. (METR Assistente Administrativo Jnior FCC/2014) Uma linha de Metr inicia-se na 1
estao e termina na 18 estao. Sabe-se que a distncia dentre duas estaes vizinhas sempre
a mesma, exceto da 1 para a 2, e da 17 para a 18, cuja distncia o dobro do padro das demais
estaes vizinhas. Se a distncia da 5 at a 12 estao de 8 km e 750 m, o comprimento total dessa
linha de Metr, da primeira ltima estao, de
(A) 23 km e 750 m.
(B) 21 km e 250 m.
98
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(C) 25 km.
(D) 22 km e 500 m.
(E) 26 km e 250 m.
05. (CMARA DE SO PAULO/SP TCNICO ADMINISTRATIVO FCC/2014) Um funcionrio de
uma empresa deve executar uma tarefa em 4 semanas. Esse funcionrio executou 3/8 da tarefa na 1a
semana. Na 2a semana, ele executou 1/3 do que havia executado na 1a semana. Na 3a e 4a semanas,
o funcionrio termina a execuo da tarefa e verifica que na 3a semana executou o dobro do que havia
executado na 4a semana. Sendo assim, a frao de toda a tarefa que esse funcionrio executou na 4
semana igual a
(A) 5/16.
(B) 1/6.
(C) 8/24.
(D)1/ 4.
(E) 2/5.
06. (CMARA DE SO PAULO/SP TCNICO ADMINISTRATIVO FCC/2014) Bia tem 10 anos a
mais que Luana, que tem 7 anos a menos que Felcia. Qual a diferena de idades entre Bia e Felcia?
(A) 3 anos.
(B) 7 anos.
(C) 5 anos.
(D) 10 anos.
(E) 17 anos.
07. (DAE AMERICANAS/SP ANALISTA ADMINSTRATIVO SHDIAS/2013) Em uma praa, Graziela
estava conversando com Rodrigo. Graziela perguntou a Rodrigo qual era sua idade, e ele respondeu da
seguinte forma:
- 2/5 de minha idade adicionados de 3 anos correspondem metade de minha idade.
Qual a idade de Rodrigo?
(A) Rodrigo tem 25 anos.
(B) Rodrigo tem 30 anos.
(C) Rodrigo tem 35 anos.
(D) Rodrigo tem 40 anos.
08. (METRO/SP - AGENTE DE SEGURANA METROVIRIA I - FCC/2013) Dois amigos foram a uma
pizzaria. O mais velho comeu 3/8 da pizza que compraram. Ainda da mesma pizza o mais novo comeu
7/5 da quantidade que seu amigo havia comido. Sendo assim, e sabendo que mais nada dessa pizza foi
comido, a frao da pizza que restou foi
(A)
(B)
(C)
(D)
(E)
09. (METRO/SP - AGENTE DE SEGURANA METROVIRIA I - FCC/2013) Glauco foi livraria e
comprou 3 exemplares do livro J. Comprou 4 exemplares do livro K, com preo unitrio de 15 reais a mais
que o preo unitrio do livro J. Comprou tambm um lbum de fotografias que custou a tera parte do
preo unitrio do livro K.
99
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Glauco pagou com duas cdulas de 100 reais e recebeu o troco de 3 reais. Glauco pagou pelo lbum
o valor, em reais, igual a
(A) 33.
(B) 132.
(C) 54.
(D) 44.
(E) 11.
10. AGENTE DE SEGURANA METROVIRIA I - FCC/2013) Hoje, a soma das idades de trs irmos
65 anos. Exatamente dez anos antes, a idade do mais velho era o dobro da idade do irmo do meio, que
por sua vez tinha o dobro da idade do irmo mais novo. Daqui a dez anos, a idade do irmo mais velho
ser, em anos, igual a
(A) 55.
(B) 25.
(C) 40.
(D) 50.
(E) 35.
Respostas
01. Resposta: E.
0.2 + 1.8 + 2.x + 3.2 = 28
0 + 8 + 2x + 6 = 28
2x = 28 14
x = 14 / 2
x=7
02. Resposta: D.
Quantidade a ser recebida por cada um: x
Se 1/3 de cada um foi colocado em um recipiente e deu R$900,00, quer dizer que cada uma colocou
R$300,00.
x = 1800
Recebida: 1800.3=5400
03. Resposta: E.
Vamos chamar de ( x ) o valor para cada motorista. Assim:
16 . x = Total
Total = 10 . (x + 57) (pois 6 desistiram)
Combinando as duas equaes, temos:
16.x = 10.x + 570
16.x 10.x = 570
6.x = 570
100
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x = 570 / 6
x = 95
O valor total : 16 . 95 = R$ 1520,00.
04. Resposta: A.
06. Resposta: A.
Luana: x
Bia: x + 10
Felcia: x + 7
Bia Felcia = x + 10 x 7 = 3 anos.
07. Resposta: B.
Idade de Rodrigo: x
Mmc(2,5)=10
101
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
4x 5x = 30
x = 30
08. Resposta: C.
pizza: x y: o que restou da pizza
Nesta frmula, o fato de x ser ou no nmero real vai depender do discriminante ; temos ento, trs
casos a estudar.
Duas razes reais distintas.
1 caso
x' =
>0
(Positivo)
x '' =
2 caso
=0
(Nulo)
3 caso
<0
(Negativo)
b
2.a
104
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
b+
2.a
A existncia ou no de razes reais e o fato de elas serem duas ou uma nica dependem, exclusivamente,
do discriminante = b2 4.a.c; da o nome que se d a essa expresso.
Exemplos:
1) Resolver a equao 3x2 + 7x + 9 = 0 no conjunto R.
Temos: a = 3, b = 7 e c = 9
S= {2/5, 2}
Relao entre os coeficientes e as razes
As equaes do 2 grau possuem duas relaes entre suas razes, so as chamadas relaes de
Girard, que so a Soma (S) e o Produto (P).
105
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Questes
01. (PREF. JUNDIAI/SP ELETRICISTA MAKIYAMA/2013) Para que a equao (3m-9)x-7x+6=0
seja uma equao de segundo grau, o valor de m dever, necessariamente, ser diferente de:
(A) 1.
(B) 2.
(C) 3.
(D) 0.
(E) 9.
02. (CMARA DE CANITAR/SP RECEPCIONISTA INDEC/2013) Qual a equao do 2 grau cujas
razes so 1 e 3/2?
(A) x-3x+4=0
(B) -3x-5x+1=0
(C) 3x+5x+2=0
(D) 2x-5x+3=0
03. (CMARA DE CANITAR/SP RECEPCIONISTA INDEC/2013) O dobro da menor raiz da
equao de 2 grau dada por x-6x=-8 :
(A) 2
(B) 4
(C) 8
(D) 12
04. (CGU ADMINISTRATIVA ESAF/2012) Um segmento de reta de tamanho unitrio dividido em
duas partes com comprimentos x e 1-x respectivamente.
Calcule o valor mais prximo de x de maneira que
x = (1-x) / x, usando 5=2,24.
(A) 0,62
(B) 0,38
(C) 1,62
(D) 0,5
(E) 1/
05. (PRODAM/AM Assistente FUNCAB/ 2014) Hoje Joo tem oito anos a mais que sua irm, e o
produto das suas idades 153. Daqui a dez anos, a soma da idade de ambos ser:
(A) 48 anos.
(B) 46 anos.
(C) 38 anos.
(D) 36 anos.
(E) 32 anos.
06. (PREF. PAULISTANA/PI PROFESSOR DE MATEMTICA IMA/2014) Temos que a raiz do
polinmio p(x) = x mx + 6 igual a 6. O valor de m :
(A) 15
(B) 7
(C) 10
(D) 8
(E) 5
07. (CBTU METROREC Analista de Gesto Advogado CONSULPLAN/2014) Considere a
seguinte equao do 2 grau: ax2 + bx + c = 0. Sabendo que as razes dessa equao so x = 6 e x =
10 e que a + b = 5, ento o discriminante dessa equao igual a
(A) 196.
(B) 225.
(C) 256.
(D) 289.
106
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08. (SAAE/SP - Fiscal Leiturista VUNESP/2014) O dono de uma papelaria comprou 98 cadernos
e ao formar pilhas, todas com o mesmo nmero de cadernos, notou que o nmero de cadernos de uma
pilha era igual ao dobro do nmero de pilhas. O nmero de cadernos de uma pilha era
(A) 12.
(B) 14.
(C) 16.
(D) 18.
(E) 20.
09. (Prefeitura de So Paulo - SP - Guarda Civil Metropolitano - MS CONCURSOS) Se x1 > x2 so
as razes da equao x2 - 27x + 182 = 0, ento o valor de - :
(A)
(B)
(C) 1.
(D)
(E)
.
.
10. (Pref. Mogeiro/PB - Professor Matemtica EXAMES) A soma das razes da equao (k - 2)
x - 3kx + 1 = 0, com k 2, igual ao produto dessas razes. Nessas condies. Temos:
(A) k = 1/2.
(B) k = 3/2.
(C) k = 1/3.
(D) k = 2/3.
(E) k = -2.
Respostas
01. Resposta: C.
Neste caso o valor de a
3m-90
3m9
m3
02. Resposta: D.
Como as razes foram dadas, para saber qual a equao:
x Sx +P=0, usando o mtodo da soma e produto; S= duas razes somadas resultam no valor numrico
de b; e P= duas razes multiplicadas resultam no valor de c.
2x2 5x + 3 = 0
107
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
03. Resposta: B.
x-6x+8=0
=(6)2 4.1.8 36 32 = 4
x = 1-x
x + x -1 =0
= (1)2 4.1. (1) = 1 + 4 = 5
05. Resposta: B.
Hoje:
J = IR + 8 ( I )
J . IR = 153 ( II )
Substituir ( I ) em ( II ):
(IR + 8). IR = 153
IR + [Link] 153 = 0 (Equao do 2 Grau)
= b24ac
= 824.1.(-153)
= 64 +612
= 676
108
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06. Resposta: B.
Lembrando que a frmula pode ser escrita como: x Sx + P, temos que P(produto) = 6 e se uma das
razes 6, a outra 1.
Ento a soma 6 + 1 = 7
S=m=7
07. Resposta: C.
O discriminante calculado por = b2 4ac
Antes, precisamos calcular a, b e c.
* Soma das razes = b / a
b / a = 6 + ( 10)
b / a = 4 . ( 1)
b=4.a
Como foi dado que a + b = 5, temos que: a + 4.a = 5. Assim:
5.a = 5 e a = 1
*b=4.1=4
Falta calcular o valor de c:
* Produto das razes = c / a
c / 1 = 6 . ( 10)
c = 60
Por fim, vamos calcular o discriminante:
= b2 - 4ac
= 42 - 4.1. (-60) = 16 + 240 = 256
08. Resposta: B.
Chamando de (c o nmero de cadernos em cada pilha, e de ( p ) o nmero de pilhas, temos:
c = 2.p (I)
p.c = 98 (II)
Substituindo a equao (I) na equao (II), temos:
p.2p = 98
2.p = 98
p = 98 / 2
p = 49
p = 7 pilhas
Assim, temos 2.7 = 14 cadernos por pilha.
09. Resposta: D.
Primeiro temos que resolver a equao:
a = 1, b = - 27 e c = 182
= b2 4.a.c
= (-27)2 4.1.182
= 729 728
=1
=
x1 = 14 ou x2 = 13
10. Resposta: C.
Vamos usar as frmulas da soma e do produto: S =
(k 2)x2 3kx + 1 = 0; a = k 2, b = - 3k e c = 1
S=P
109
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
eP= .
- b = c -(-3k) = 1 3k = 1 k = 1/3
INEQUAO DO 1 GRAU
Inequao toda sentena aberta expressa por uma desigualdade.
Uma inequao do 1 grau pode ser expressa por:
ax + b > 0 ; ax + b 0 ; ax + b < 0 ; ax + b 0 , onde a R* e b R.
A expresso esquerda do sinal de desigualdade chama-se primeiro membro da inequao. A
expresso direita do sinal de desigualdade chama-se segundo membro da inequao.
Propriedades
- Aditiva: Uma desigualdade no muda de sentido quando adicionamos ou subtramos um mesmo
nmero aos seus dois membros.
2) Uma desigualdade muda de sentido quando multiplicamos ou dividimos seus dois membros por um
mesmo nmero negativo.
Resoluo prtica de inequaes do 1 grau: resolver uma inequao determinar o seu conjunto
verdade a partir de um conjunto universo dado. A resoluo de inequaes do 1 grau feita procedendo
de maneira semelhante resoluo de equaes, ou seja, transformando cada inequao em outra
inequao equivalente mais simples, at se obter o conjunto verdade.
Exemplo:
Resolver a inequao 4(x 2) 2 (3x + 1) + 5, sendo U = Q.
1 passo: vamos aplicar a propriedade distributiva
4(x 2) 2 (3x + 1) + 5 4x 8 6x + 2 + 5
2 passo: agrupamos os termos semelhantes da desigualdade e reduzimos os mesmos.
4x 6x 2 + 5 + 8 -2x 15
3 passo: multiplicamos por -1, e invertemos o sentido da desigualdade.
-2x 15 -2x 15
4 passo: passamos o -2 para o outro lado da desigualdade dividindo
Logo:
U = {x Q | x -15/2}
110
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Como queremos os valores maiores e iguais, pegamos os valores onde no grfico temos o sinal de ( +
) , ou seja os valores que na reta so menores e iguais a 2; x 2.
Questes
01. (OBM) Quantos so os nmeros inteiros x que satisfazem inequao 3 < 3 < 7?
(A) 13;
(B) 26;
(C) 38;
(D) 39;
(E) 40.
02. (ASSISTENTE ADMINISTRATIVO) A pontuao numa prova de 25 questes a seguinte: + 4
por questo respondida corretamente e 1 por questo respondida de forma errada. Para que um aluno
receba nota correspondente a um nmero positivo, dever acertar no mnimo:
(A) 3 questes
(B) 4 questes
(C) 5 questes
(D) 6 questes
(E) 7 questes
03. ([Link]/PM) O menor nmero inteiro que satisfaz a inequao 4x + 2 (x-1) > x 12 :
(A) -2.
(B) -3.
(C) -1.
(D) 4.
(E) 5.
04. (AUX. TRT 6/FCC) Uma pessoa, brincando com uma calculadora, digitou o nmero 525. A seguir,
foi subtraindo 6, sucessivamente, s parando quando obteve um nmero negativo. Quantas vezes ela
apertou a tecla correspondente ao 6?
(A) 88.
(B) 87.
(C) 54.
(D) 53.
(E) 42.
05. (CFSD/PM/2012) Baseado na figura abaixo, o menor valor inteiro par que o nmero x pode assumir
para que o permetro dessa figura seja maior que 80 unidades de comprimento :
111
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
(A) 06.
(B) 08.
(C) 10.
(D) 12.
(E) 14.
06. (MACK) Em N, o produto das solues da inequao 2x 3 3 :
(A) maior que 8.
(B) 6.
(C) 2.
(D) 1.
(E) 0.
07. (SEE/AC Professor de Cincias da Natureza Matemtica e suas Tecnologias FUNCAB/2014) Determine os valores de que satisfazem a seguinte inequao:
(A) x > 2
(B) x - 5
(C) x > - 5
(D) x < 2
(E) x 2
08. (UEAP Tcnico em Planejamento, Oramento e Finanas Cincias Contbeis CS-UFG/2014) O dono de um restaurante dispe de, no mximo, R$ 100,00 para uma compra de batata
e feijo. Indicando por X e Y os valores gastos, respectivamente, na compra de batata e de feijo, a
inequao que representa esta situao :
(A) X + Y > 100
(B) X + Y 100
(C)
(D)
Respostas
01. Resposta: D.
Como s estamos trabalhando com valores positivos, podemos elevar ao quadrado todo mundo e ter
9 < x < 49, sendo ento que x ser 10, 11, 12, 13, 14, ..., 48.
Ou seja, poder ser 39 valores diferentes.
02. Resposta: D.
Se a cada x questes certas ele ganha 4x pontos ento quando erra (25 x) questes ele perde (25
x)(-1) pontos, a soma desses valores ser positiva quando:
4X + (25 -1 )(-1) > 0 4X 25 + x > 0 5x > 25 x > 5
O aluno dever acertar no mnimo 6 questes.
112
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03. Resposta: C.
4x + 2 2 > x -12
4x + 2x x > -12 +2
5x > -10
x > -2
Se enumerarmos nosso conjunto verdade teremos: V= {-1,0,1, 2,...}, logo nosso menor nmero inteiro
-1.
04. Resposta: A.
Vamos chamar de x o nmero de vezes que ele apertou a calculadora
525 6x < 0 (pois o resultado negativo)
-6x < -525. (-1) 6x > 525 x > 87,5; logo a resposta seria 88(maior do que 87,5).
05. Resposta: B.
Permetro soma de todos os lados de uma figura:
6x 8 + 2. (x+5) + 3x + 8 > 80
6x 8 + 2x + 10 + 3x + 8 > 80
11x + 10 > 80
11x > 80 -10
x > 70/11
x > 6,36
Como tem que ser o menor nmero inteiro e par, logo teremos 8.
06 . Resposta: E.
2x 3+3
2x 6
x3
Como ele pede o produto das solues, teremos: [Link],...= 0; pois todo nmero multiplicado por zero
ser ele mesmo.
07. Resposta: B.
08. Resposta: B.
Batata = X
Feijo = Y
O dono no pode gastar mais do que R$ 100,00(ele pode gastar todo o valor e menos do que o valor),
logo:
X + Y 100
INEQUAO DO 2 GRAU
Chamamos de inequao do 2 toda desigualdade pode ser representada da seguinte forma:
ax2 + bx + c > 0 , ax2 + bx + c < 0 , ax2 + bx + c 0 ou ax2 + bx + c 0
A sua resoluo depende do estudo do sinal da funo y = ax2 + bx + c , para que possamos determinar
os valores reais de x para que tenhamos, respectivamente:
y > 0 , y < 0 , y 0 ou y 0.
E para o estudo do sinal, temos os grficos abaixo:
113
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
a>0
a<0
Agora vamos montar graficamente o valor para que assim achemos os valores que satisfaam a
mesma.
114
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Como queremos valores menores que zero, vamos utilizar o intervalo onde os mesmos satisfaam a
inequao, logo a soluo para equao :
S = {x R | -7/3 < x < -1}
2) Determine a soluo da inequao x 4x 0.
Graficamente temos:
Observe que ao montarmos no grfico conseguimos visualizar o intervalo que corresponde a soluo
que procuramos. Logo:
S = {x R | x 0 ou x 4}
Questes
01. (VUNESP) O conjunto soluo da inequao 9x2 6x + 1 0, no universo do nmeros reais :
(A)
(B) R
(C)
(D)
(E)
02. (PUC-MG) O produto dos elementos do conjunto
(A) 60
(B) 90
(C) 120
(D) 180
(E) 360
03. Em R, o domnio mais amplo possvel da funo, dada por
(A) [0; 9]
(B) ]0; 3[
(C) ]- 3; 3[
(D) ]- 9; 9[
(E) ]- 9; 0[
115
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
, o intervalo:
Respostas
01. Resposta: C.
Resolvendo por Bhskara:
S=
02. Resposta: E.
(x 2).(7 x) > 0 (aplicando a distributiva)
7x x2 14 + 2x > 0
- x2 + 9x 14 > 0
ou
03. Resposta: C.
Para que exista a raiz quadrada da funo temos que ter 9 x2 0. Porm como o denominador da
frao tem que ser diferente de zero temos que 9 x2 > 0.
- x2 + 9 >0
As solues desta equao do 2 grau so 3 e 3.
Fazendo o grfico, a < 0, parbola voltada para baixo:
Par Ordenado
Quando representamos o conjunto (a, b) ou (b, a) estamos, na verdade, representando o mesmo
conjunto, sem nos preocuparmos com a ordem dos elementos. Porm, em alguns casos, conveniente
distinguir a ordem destes elementos.
Para isso, usamos a ideia de par ordenado que conjunto de formado por dois elementos, onde o
primeiro a ou x e o segundo b ou y.
117
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Propriedade
Dois pares ordenados (a, b) = (c, d) so iguais se e somente se, a = c e b = d
Ou
Dois pares ordenados (x, y) = (w, z) so iguais se e somente se, x = w e y = z
Exemplos:
1) (a,b) = (2,5) a = 2 e b = 5.
2) (a + 1,6) = (5,2b) a + 1 = 5 e 6 = 2b a = 5 -1 e b = 6/2 a = 4 e b = 3.
Grfico cartesiano do par ordenado
Todo par ordenado de nmeros reais pode ser representado por um ponto no plano cartesiano.
Temos que:
- P o ponto de coordenadas a e b;
- o nmero a chamado de abscissa de P;
- o nmero b chamado ordenada de P;
- a origem do sistema o ponto O (0,0).
Vejamos a representao dos pontos abaixo:
Produto Cartesiano
Dados dois conjuntos A e B, chamamos de produto cartesiano A x B ao conjunto de todos os possveis
pares ordenados, de tal maneira que o 1 elemento pertena ao 1 conjunto (A) e o 2 elemento pertena
ao 2 conjunto (B).
Quando o produto cartesiano for efetuado entre o conjunto A e o conjunto A, podemos representar A
x A = A2. Vejamos, por meio de o exemplo a seguir, as formas de apresentao do produto cartesiano.
Exemplo:
Sejam A = {2,3,4} e B = {3,5}. Podemos efetuar o produto cartesiano A x B, tambm chamado A
cartesiano B, e apresent-lo de vrias formas.
a) Listagem dos elementos
Apresentamos o produto cartesiano por meio da listagem, quando escrevemos todos os pares
ordenados que constituam o conjunto. Assim, no exemplo dado, teremos:
118
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A x B = {(2,3),(2,5),(3,3),(3,5),(4,3),(4,5)}
Vamos aproveitar os mesmo conjuntos A e B e efetuar o produto B e A (B cartesiano A):
B x A = {(3,2),(3,3),(3,4),(5,2),(5,3),(5,4)}.
Observando A x B e B x A, podemos notar que o produto cartesiano no tem o privilgio da propriedade
comutativa, ou seja, A x B diferente de B x A. S teremos a igualdade A x B = B x A quando A e B forem
conjuntos iguais.
Observao: Considerando que para cada elemento do conjunto A o nmero de pares ordenados
obtidos igual ao nmero de elementos do conjunto B, teremos: n (A x B) = n(A) x n(B).
No nosso exemplo temos: n (A x B) = n (A) x n (B) = 3 x 2 = 6
b) Diagrama de flechas
Apresentamos o produto cartesiano por meio do diagrama de flechas, quando representamos cada um
dos conjuntos no diagrama de Euler-Venn, e os pares ordenados por flechas que partem do 1 elemento
do par ordenado (no 1 conjunto) e chegam ao 2 elemento do par ordenado (no 2 conjunto).
Considerando os conjuntos A e B do nosso exemplo, o produto cartesiano A x B fica assim representado
no diagrama de flechas:
c) Plano cartesiano
Apresentamos o produto cartesiano, no plano cartesiano, quando representamos o 1 conjunto num
eixo horizontal, e o 2 conjunto num eixo vertical de mesma origem e, por meio de pontos, marcamos os
elementos desses conjuntos. Em cada um dos pontos que representam os elementos passamos retas
(horizontais ou verticais). Nos cruzamentos dessas retas, teremos pontos que estaro representando, no
plano cartesiano, cada um dos pares ordenados do conjunto A cartesiano B (B x A).
Noo de Relao
Dado os conjuntos A = {4,5,6} e B = {5,6,7,8}, temos:
A x B = {(4,5), (4,6), (4,7), (4,8), (5,5), (5,6), (5,7), (5,8), (6,5), (6,6), (6,7), (6,8)}
Destacando o conjunto A x B, por exemplo, o conjunto R formado pelos pares (x,y) que satisfaam a
seguinte lei de formao: x + y = 10, ou seja:
R = {(x,y) A x B| x + y = 10}
Vamos montar uma tabela para facilitar os clculos.
x
y
x+y
4
5
9
4
6
10
4
7
11
4
8
12
5
5
10
5
6
11
119
5
7
12
5
8
13
6
5
11
6
6
12
6
7
13
6
8
14
120
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Se observamos o
grfico, cada elemento de x, tem um nico
correspondente em y.
Logo funo.
121
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Representado no grfico:
Exemplo:
Dado A = {-2, -1, 0, 1, 2} vamos determinar o conjunto imagem da funo f:A R, definida por f(x) =
x+3.
Vamos pegar cada elemento do conjunto A, aplicarmos a lei de associao e acharmos a imagem
deste conjunto.
F(-2) = -2 + 3 = 1
F(-1) = -1 + 3 = 2
F(0) = 0 + 3 = 3
F(1) = 1 + 3 = 4
F(2) = 2 + 3 = 5
2)
Neste caso como o nosso denominador no pode ser igual a zero, temos que D(f) = R*
3)
Como sabemos que o denominador tem que ser diferente de zero, logo x 2 0 x 2.
D(f) = R {2} ou D(f) = {x R| x 2}
FUNO DO 1 GRAU OU FUNO AFIM OU POLINOMIAL DO 1 GRAU
Recebe ou conhecida por um desses nomes, sendo por definio: Toda funo f: R R, definida por:
Com a R* e b R.
O domnio e o contradomnio o conjunto dos nmeros reais (R) e o conjunto imagem coincide com o
contradomnio, Im = R.
Quando b = 0, chamamos de funo linear.
Grfico de uma funo do 1 grau
Dada a funo y = 2x + 3 (a = 2 > 0). Vamos montar o grfico dessa funo.
Para montarmos o grfico vamos atribuir valores a x para acharmos y.
x
0
-2
-1
y
y = 2 .0 + 3 = 3
y = 2 . (-2) + 3 = - 4 + 3 = -1
y = 2 .(-1) + 3 = -2 + 3 = 1
(x,y)
(0,3)
(-2,-1)
(-1,1)
123
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Tipos de Funo
Funo constante: toda funo definida f: R R, para cada elemento de x, temos a mesma
imagem, ou seja, o mesmo f(x) = y. Podemos dizer que y = f(x) = k.
Observe os grficos abaixo da funo constante
A representao grfica de uma funo do constante, uma reta paralela ao eixo das abscissas ou
sobre o eixo (igual ao eixo abscissas).
Funo Identidade
Se a = 1 e b = 0, ento y = x. Quando temos este caso chamamos a funo de identidade, notamos
que os valores de x e y so iguais, quando a reta corta os quadrantes mpares e y = - x, quando corta
os quadrantes pares.
A reta que representa a funo identidade denominada de bissetriz dos quadrantes mpares:
124
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Funo Injetora: Quando para n elementos distintos do domnio apresentam imagens tambm
distintas no contradomnio.
Reconhecemos, graficamente, uma funo injetora quando, uma reta horizontal, qualquer que seja
interceptar o grfico da funo, uma nica vez.
Se traarmos retas horizontais, paralelas ao eixo x, notaremos que o mesmo cortar a reta
formada pela funo em um nico ponto (o que representa uma imagem distinta), logo conclumos que se trata de uma funo injetora.
Funo Sobrejetora: Quando todos os elementos do contradomnio forem imagens de pelo menos
um elemento do domnio.
Reconhecemos, graficamente, uma funo sobrejetora quando, qualquer que seja a reta horizontal
que interceptar o eixo no contradomnio, interceptar, tambm, pelo menos uma vez o grfico da funo.
125
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Funo Bijetora: uma funo dita bijetora quando injetora e sobrejetora ao mesmo tempo.
Exemplo:
A funo f : [1; 3] [3; 5], definida por f(x) = x + 2, uma funo bijetora.
Dizemos que uma funo par quando para todo elemento x pertencente ao domnio temos Ou seja
os valores simtricos devem possuir a mesma imagem. Par melhor compreenso observe o diagrama
abaixo:
A funo dita mpar quando para todo elemento x pertencente ao domnio, temos f(-x) = -f(x) x
D(f). Ou seja os elementos simtricos do domnio tero imagens simtricas. Observe o diagrama abaixo:
126
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Para achar o zero da funo y = ax + b, basta igualarmos y ou f(x) a valor de zero, ento assim teremos
uma equao do 1 grau, ax + b = 0.
Exemplo:
Determinar o zero da funo:
f(x) = x + 3
Igualamos f(x) = 0 0 = x + 3 x = -3
Graficamente temos:
127
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No plano cartesiano, o zero da funo do 1 grau representado pela abscissa do ponto onde a reta
corta o eixo x.
Observe que a reta f(x) = x+3 intercepta o eixo x no ponto (-3,0), ou seja, no ponto de abscissa -3, que
o zero da funo. Observamos que como a > 0, temos que a funo crescente.
Partindo equao ax + b = 0 podemos tambm escrever de forma simplificada uma outra maneira de
acharmos a raiz da funo utilizando apenas os valores de a e b.
128
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Exemplo:
Estudar o sinal da funo y = 2x 4 (a = 2 > 0).
1) Qual o valor de x que anula a funo?
y=0
2x 4 = 0
2x = 4
x=4x=2
2
4
2
x>2
x>
x<2
A funo negativa para todo x real menor que 2.
Podemos tambm estudar o sinal da funo por meio de seu grfico:
- Para x = 2 temos y = 0;
- Para x > 2 temos y > 0;
- Para x < 2 temos y < 0.
Questes
01. (PM/SP CABO CETRO/2012) O grfico abaixo representa o salrio bruto (S) de um policial
militar em funo das horas (h) trabalhadas em certa cidade. Portanto, o valor que este policial receber
por 186 horas
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(A) R$ 3.487,50.
(B) R$ 3.506,25.
(C) R$ 3.534,00.
(D) R$ 3.553,00.
02. (PREF. JUNDIAI/SP ELETRICISTA MAKIYAMA/2013) Em determinado estacionamento
cobra-se R$ 3,00 por hora que o veculo permanece estacionado. Alm disso, uma taxa fixa de R$ 2,50
somada tarifa final. Seja t o nmero de horas que um veculo permanece estacionado e T a tarifa final,
assinale a seguir a equao que descreve, em reais, o valor de T:
(A) T = 3t
(B) T = 3t + 2,50
(C) T = 3t + 2.50t
(D) T = 3t + 7,50
(E) T = 7,50t + 3
03. (PM/SP SARGENTO CFS CETRO/2012) Dada a funo f(x) = 4x +15 , sabendo que f(x) =
35, ento
(A) x = 5.
(B) x = 6.
(C) x = -6.
(D) x = -5.
04. (BNDES TCNICO ADMINISTRATIVO CESGRANRIO/2013) O grfico abaixo apresenta o
consumo mdio de oxignio, em funo do tempo, de um atleta de 70 kg ao praticar natao.
Considere que o consumo mdio de oxignio seja diretamente proporcional massa do atleta.
Qual ser, em litros, o consumo mdio de oxignio de um atleta de 80 kg, durante 10 minutos de
prtica de natao?
130
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
(A) 50,0
(B) 52,5
(C) 55,0
(D) 57,5
(E) 60,0
05. (PETROBRAS TCNICO AMBIENTAL JNIOR CESGRANRIO/2012)
02. Resposta: B.
Equacionando as informaes temos: 3 deve ser multiplicado por t, pois depende da quantidade de
tempo, e acrescentado 2,50 fixo
T = 3t + 2,50
03. Resposta: D.
35 = - 4x + 15
- 4x = 20
x=-5
04. Resposta: E.
A proporo de oxignio/tempo:
4x = 210
x = 52,5 litros de oxignio em 10 minutos para uma pessoa de 70 kg
52,5litros----70kg
x-------------80kg
x = 60 litros
05. Resposta: C.
Aplicando segundo as condies mencionadas:
x=1
f(1) = 2.1 - p
f(1) = m - 1
x=6
f(6) = 6m - 1
; igualando as duas equaes:
23 = 6m - 1
m=4
Como queremos m p , temos:
2 - p = m - 1 ; igualando as duas novamente.
2p=4-1
p=-1
m p = 4 - (- 1) = 5
06. Resposta: D.
Primeiramente, vamos calcular os valores de a e b:
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+ 10000
F(x) =
f(x) > c(x)
+ 10000
Substituindo
Fm = 40000 20000
Fm = 20000
Portanto o resultado final de R$ 20.000,00.
08. Resposta: C.
Para pertencer a uma funo polinomial do 1 grau decrescente, o primeiro ponto deve estar em uma
posio mais alta do que o 2 ponto.
Vamos analisar as alternativas:
( A ) os pontos Q e R esto no 1 quadrante, mas Q est em uma posio mais baixa que o ponto R,
e, assim, a funo crescente.
( B ) o ponto N est no eixo y abaixo do zero, e o ponto P est no eixo x direita do zero, mas N est
em uma posio mais baixa que o ponto P, e, assim, a funo crescente.
( D ) o ponto L est no 3 quadrante e o ponto M est no 1 quadrante, e L est em uma posio mais
baixa do que o ponto M, sendo, assim, crescente.
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( C ) o ponto S est no 2 quadrante e o ponto T est no 4 quadrante, e S est em uma posio mais
alta do que o ponto T, sendo, assim, decrescente.
09. Resposta: A.
Primeiramente, vamos calcular os valores de a e b:
Sabendo que f(x) = y , temos que y = ax + b.
* a: basta substituir os pontos T (0, 4) e V (1, 3) na equao. Assim:
( T ) 4 = a.0 + b , ou seja, b = 4
( V ) 3 = a.( 1) + b
a=43=1
Portanto, a funo fica: y = x + 4
Por fim, a raiz calculada fazendo y = 0. Assim:
0 = x + 4 , ou seja, x = 4
10. Resposta: C.
Vamos utilizar a funo T(h) = 23 + 2.h, onde T a temperatura e h a profundidade. Assim:
A temperatura aumenta: 1200 / 80 = 15 partes
Assim: 15 . 2 = 30 C
Assim: 23 C + 30 C = 53 C
FUNO DO 2 GRAU
Chama-se funo do 2 grau, funo quadrtica, funo polinomial do 2 grau ou funo trinmio do 2
grau toda funo f de R em R definida por um polinmio do 2 grau da forma:
f(x) = ax2 + bx + c ou y = ax2 + bx + c
Com a, b e c reais e a 0.
Onde:
a o coeficiente de x2
b o coeficiente de x
c o termo independente
Exemplos:
y = x2 5x + 6, sendo a = 1, b = 5 e c = 6
y = x2 16, sendo a = 1, b = 0 e c = 16
f(x) = x2, sendo a = 1, b = 0 e c = 0
f(x) = 3x2 + 3x, sendo a = 3 , b = 3 e c = 0
Representao grfica da Funo do 2 grau
O grfico da funo do 2 grau constitudo de uma curva aberta chamada de parbola.
Vejamos a trajetria de um projtil lanado obliquamente em relao ao solo horizontal, ela uma
parbola cuja concavidade est voltada para baixo.
Exemplo:
Se a funo f de R em R definida pela equao y = x2 + x. Atribuindo varivel x qualquer valor real,
obteremos em correspondncia os valores de y, vamos construir o grfico da funo:
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x
-3
-2
-1
-1/2
0
1
2
y
6
2
0
-1/4
0
2
6
Vrtice da parbola
Toda parbola tem um ponto de ordenada mxima ou ponto de ordenada mnima, a esse ponto
denominamos vrtice. Dado por V (xv , yv).
- Eixo de simetria
aquele que dado o domnio a imagem a mesma. Isso faz com que possamos dizer que a parbola
simtrica a reta que passa por xv, paralela ao eixo y, na qual denominamos eixo de simetria. Vamos
entender melhor o conceito analisando o exemplo: y = x2 + 2x 3 (incio do assunto).
Atribumos valores a x, achamos valores para y. Temos que:
f (-3) = f (1) = 0
f (-2) = f (0) = -3
Conjunto Domnio e Imagem
Toda funo do 2 grau com Domnio nos Reais (R) que possui a > 0, sua concavidade est voltada
para cima, e o seu conjunto imagem dado por:
135
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ou
Logo se a < 0, a concavidade estar voltada para baixo, o seu conjunto imagem dado por:
ou
Onde:
x1 e x2 so as razes da funo.
136
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b
, onde, = b2 4.a.c
2.a
As razes (quando so reais), o vrtice e a interseco com o eixo y so fundamentais para traarmos
um esboo do grfico de uma funo do 2 grau.
Forma fatorada das razes: f (x) = a (x x1) (x x2).
Esta frmula muito til quando temos as razes e precisamos montar a sentena matemtica que
expresse a funo.
Estudo da variao do sinal da funo do 2 grau
Estudar o sinal de uma funo quadrtica determinar os valores reais de x que tornam a funo positiva,
negativa ou nula.
Abaixo podemos resumir todos os valores assumidos pela funo dado a e (delta).
Observe que:
Quando > 0, o grfico corta e tangencia o eixo x em dois pontos distintos, e temos duas razes
reais distintas.
Quando = 0, o grfico corta e tangencia o eixo dos x em um ponto e temos duas razes iguais.
Quando < 0, o grfico no corta e no tangencia o eixo dos x em nenhum ponto e no temos
razes reais.
Exemplos
1) Considere a funo quadrtica representada pelo grfico abaixo, vamos determinar a sentena
matemtica que a define.
137
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Resoluo:
Como conhecemos as razes x1 e x2 (x1= -4 e x2 = 0), podemos nos da forma fatorada temos:
f (x) = a.[ x (-4)].[x 0] ou f (x) = a(x + 4).x .
O vrtice da parbola (-2,4), temos:
4 = a.(-2 + 4).(-2) a = -1
Logo, f(x) = - 1.(x + 4).x (-x 4x).x -x2 4x
2) Vamos determinar o valor de k para que o grfico cartesiano de f(x) = -x2 + (k + 4). x 5 ,passe pelo
ponto (2;3).
Resoluo:
Como x = 2 e f(x) = y = 3, temos:
3 = -(2)2 + (k + 4).2 5 3 = -4 + 2k + 8 5 2k + 8 9 = 3 2 k 1 = 3 2k = 3 + 1 2k = 4
k = 2.
Questes
01. (CBM/MG Oficial Bombeiro Militar FUMARC/2014) Duas cidades A e B esto separadas por
uma distncia d. Considere um ciclista que parte da cidade A em direo cidade B. A distncia d, em
quilmetros, que o ciclista ainda precisa percorrer para chegar ao seu destino em funo do tempo t, em
horas, dada pela funo
.
Sendo assim, a velocidade mdia desenvolvida pelo ciclista em todo o percurso da cidade A at a
cidade B igual a
(A) 10 Km/h
(B) 20 Km/h
(C) 90 Km/h
(D) 100 Km/h
02. (ESPCEX CADETES DO EXRCITO EXRCITO BRASILEIRO/2013) Uma indstria produz
mensalmente x lotes de um produto. O valor mensal resultante da venda deste produto V(x)=3x-12x
e o custo mensal da produo dado por C(x)=5x-40x-40. Sabendo que o lucro obtido pela diferena
entre o valor resultante das vendas e o custo da produo, ento o nmero de lotes mensais que essa
indstria deve vender para obter lucro mximo igual a
(A) 4 lotes.
(B) 5 lotes.
(C) 6 lotes.
(D) 7 lotes.
(E) 8 lotes.
03. (IPEM TCNICO EM METROLOGIA E QUALIDADE VUNESP/2013) A figura ilustra um arco
decorativo de parbola AB sobre a porta da entrada de um salo:
138
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Considere um sistema de coordenadas cartesianas com centro em O, de modo que o eixo vertical (y)
passe pelo ponto mais alto do arco (V), e o horizontal (x) passe pelos dois pontos de apoio desse arco
sobre a porta (A e B).
Sabendo-se que a funo quadrtica que descreve esse arco f(x) = x+ c, e que V = (0; 0,81), podese afirmar que a distncia , em metros, igual a
(A) 2,1.
(B) 1,8.
(C) 1,6.
(D) 1,9.
(E) 1,4.
04. (POLICIA MILITAR/MG SOLDADO POLICA MILITAR/2013) A interseo entre os grficos das
funes y = - 2x + 3 e y = x + 5x 6 se localiza:
(A) no 1 e 2 quadrantes
(B) no 1 quadrante
(C) no 1 e 3 quadrantes
(D) no 2 e 4 quadrantes
05. (PARANAEDUCAO MOTORISTA UEL/COPS/2013) Considere o grfico da funo f a
seguir.
139
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Os vrtices do tringulo AVB esto sobre a parbola, sendo que os vrtices A e B esto sobre o eixo
das abscissas e o vrtice V o ponto mximo da parbola. A rea do tringulo AVB, cujas medidas dos
lados esto em centmetros, , em centmetros quadrados, igual a
(A) 8.
(B) 9.
(C) 12.
(D) 14.
(E) 16.
10. (CREA/PR AGENTE ADMINISTRATIVO FUNDATEC/2013) Supondo que o valor d (em milhares
de reais) gasto com cimento por uma prefeitura, de janeiro a dezembro de 2011, pode ser aproximado
pelo modelo d(t)= t2 + 12t + 13, 1 t 12, em que t representa o ms, com t=1 correspondendo a janeiro,
qual o ms em que a prefeitura teve o maior gasto com cimento?
(A) Janeiro.
(B) Maio.
(C) Junho.
(D) Setembro.
(E) Dezembro.
11. (BRB Escriturrio CESPEUnB/2011) Ao vender x milhares unidades de determinado produto,
a receita, em reais, obtida pela fbrica expressa pela funo f(x) = -10.000(x2 14x + 13). O custo
de produo desses x milhares de unidades, tambm em reais, estimado em g(x) = 20.000(x + 3,5).
140
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Considerando apenas a receita e o custo relativos a esse produto, julgue o prximo item. Com a venda de
qualquer quantia do produto, superior a 2.000 unidades, o lucro lquido da fbrica ser sempre positivo.
(certo) (errado)
12. (BRB Escriturrio CESPEUnB/2011) Ao vender x milhares unidades de determinado produto,
a receita, em reais, obtida pela fbrica expressa pela funo f(x) = -10.000(x2 14x + 13). O custo
de produo desses x milhares de unidades, tambm em reais, estimado em g(x) = 20.000(x + 3,5).
Considerando apenas a receita e o custo relativos a esse produto, julgue o prximo item. O lucro lquido
mximo da fbrica ser obtido quando forem vendidas 6.000 unidades do produto.
(certo) (errado)
Respostas
01. Resposta: A.
Vamos calcular a distncia total, fazendo t = 0:
100 t = 0
t = 100
t = 100
. ( 1)
t= 100=10km/h
02. Resposta: D.
L(x)=3x-12x-5x+40x+40
L(x)=-2x+28x+40
03. Resposta: B.
C=0,81, pois exatamente a distncia de V
F(x)=-x+0,81
0=-x+0,81
X=0,81
X=0,9
A distncia AB 0,9+0,9=1,8
04. Resposta: A.
-2x+3=x+5x-6
X+7x-9=0
=49+36=85
Para x=1,105
Y=-2.1,105+3=0,79
Para x=-8,105
141
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Y=19,21
Ento a interseo ocorre no 1 e no 2 quadrante.
05. Resposta: B.
f(-2)>0
f(0)=-3
F(1/2)<0
F(1)<0
F(2)=0
06. Resposta: A.
h(3)=-332+153=18
07. Resposta: B.
=16+128=144
x1=-2
x2=4
-b=8a
A soma das razes b/a
Se j sabemos que uma raiz 1:
1+xQ=8
xQ=7
08. Resposta: E.
2x-8=0
2x=8
X=4
x2=-2-4=-6
Lembrando que para encontrar a equao, temos:
(x - 4)(x + 6) = x + 6x - 4x - 24 = x + 2x - 24
a=1
b=2
c=-24
a + b + c = 1 + 2 24 = -21
09. Resposta: A.
As razes so -1 e 3
Sendo funo do 2 grau: -(x-Sx+P)=0(concavidade pra baixo a<0)
-x+Sx-P=0
S=-1+3=2
P=-13=-3
-x2+2x+3=0
=b2-4ac=4+12=16
142
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htringulo = 4
Base: -1at 0 e 0 at 3
Base: 1+3=4
10. Resposta: C.
Maior gasto corresponde ao maior valor de X.
6 corresponde ao ms de junho.
11. Resposta: ERRADO.
O lucro da fbrica obtido pela diferena entre receita e custo:
L(x) = R(x) C(x)
L(x) = f(x) g(x)
L(x) = - 10.000(x2 14x + 3) 20.000(x + 3,5)
L(x) = - 10.000x2 + 140.000x 130.000 20.000x 7.000x
L(x) = - 10.000x2 + 120.000x 200.000
Resolvendo a equao:
- 10.000x2 + 120.000x 200.000 = 0 (cortando 4 zeros)
- x2 + 12x 20 = 0 , a = -1, b = 12 e c = -20
= b2 4ac
= 122 4.(- 1).(- 20)
= 144 80
= 64
ou
Como, pelo enunciado, x est em milhares: x = 2.000 ou x= 10.000, temos que fazer o grfico da
funo. O a da funo negativo, a concavidade parbola voltada para baixo.
Como podemos ver pelo grfico com a venda de x milhares entre 2000 e 10000 o lucro ser positivo,
acima de 10000 o lucro ser negativo.
12. Resposta: CERTO.
Mesma equao do exerccio anterior, o lucro mximo ser alcanado quando forem vendidas xv
milhares de unidades.
143
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FUNO EXPONENCIAL
Uma funo uma maneira de associar a cada valor do argumento x um nico valor da funo f(x). Isto
pode ser feito especificando atravs de uma frmula um relacionamento grfico entre diagramas representando os dois conjuntos, e/ou uma regra de associao, mesmo uma tabela de correspondncia pode
ser construda; entre conjuntos numricos comum representarmos funes por seus grficos, cada par
de elementos relacionados pela funo determina um ponto nesta representao, a restrio de unicidade da imagem implica em um nico ponto da funo em cada linha de chamada do valor independente x.
Como um termo matemtico, funo foi introduzido por Leibniz em 1694, para descrever quantidades
relacionadas a uma curva; tais como a inclinao da curva ou um ponto especfico da dita curva. Funes
relacionadas curvas so atualmente chamadas funes diferenciveis e so ainda o tipo de funes
mais encontrado por no-matemticos. Para este tipo de funes, pode-se falar em limites e derivadas;
ambos sendo medida da mudana nos valores de sada associados variao dos valores de entrada,
formando a base do clculo infinitesimal.
A palavra funo foi posteriormente usada por Euler em meados do sculo XVIII para descrever uma
expresso envolvendo vrios argumentos; i.e:y = F(x). Ampliando a definio de funes, os matemticos
foram capazes de estudar estranhos objetos matemticos tais como funes que no so diferenciveis
em qualquer de seus pontos. Tais funes, inicialmente tidas como puramente imaginrias e chamadas
genericamente de monstros, foram j no final do sculo XX, identificadas como importantes para a construo de modelos fsicos de fenmenos tais como o movimento Browniano.
Durante o Sculo XIX, os matemticos comearam a formalizar todos os diferentes ramos da matemtica. Weierstrass defendia que se construisse o clculo infinitesimal sobre a Aritmtica ao invs de sobre
a Geometria, o que favorecia a definio de Euler em relao de Leibniz (veja aritmetizao da anlise).
Mais para o final do sculo, os matemticos comearam a tentar formalizar toda a Matemtica usando
Teoria dos conjuntos, e eles conseguiram obter definies de todos os objetos matemticos em termos do
conceito de conjunto. Foi Dirichlet quem criou a definio formal de funo moderna.
Funo Exponencial
Conta a lenda que um rei solicitou aos seus sditos que lhe inventassem um novo jogo, a fim de diminuir o seu tdio. O melhor jogo teria direito a realizar qualquer desejo. Um dos seus sditos inventou,
ento, o jogo de xadrez. O Rei ficou maravilhado com o jogo e viu-se obrigado a cumprir a sua promessa.
Chamou, ento, o inventor do jogo e disse que ele poderia pedir o que desejasse. O astuto inventor pediu
ento que as 64 casas do tabuleiro do jogo de xadrez fossem preenchidas com moedas de ouro, seguindo
a seguinte condio: na primeira casa seria colocada uma moeda e em cada casa seguinte seria colocado
o dobro de moedas que havia na casa anterior. O Rei considerou o pedido fcil de ser atendido e ordenou
que providenciassem o pagamento. Tal foi sua surpresa quando os tesoureiros do reino lhe apresentaram
a suposta conta, pois apenas na ltima casa o total de moedas era de 263, o que corresponde a aproximadamente 9 223 300 000 000 000 000 = 9,2233.1018. No se pode esquecer ainda que o valor entregue
ao inventor seria a soma de todas as moedas contidas em todas as casas. O rei estava falido!
A lenda nos apresenta uma aplicao de funes exponenciais, especialmente da funo y = 2x.
As funes exponenciais so aquelas que crescem ou decrescem muito rapidamente. Elas desempenham papis fundamentais na Matemtica e nas cincias envolvidas com ela, como: Fsica, Qumica,
Engenharia, Astronomia, Economia, Biologia, Psicologia e outras.
Definio
A funo exponencial a definida como sendo a inversa da funo logartmica natural, isto :
loga b = x ax = b
Podemos concluir, ento, que a funo exponencial definida por:
y = ax, com 1 a > 0
144
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Funo exponencial
a>1
- Domnio = lR
- Contradomnio = lR+
- f injetora
- f(x) > 0 , x lR
- f continua e diferencivel em lR
- A funo estritamente decrescente.
- limx - ax = +
- limx + ax = 0
- y = 0 assntota horizontal
- Domnio = lR
- Contradomnio = lR+
- f injetiva
- f(x) > 0 , x lR
- f continua e diferencivel em lR
- A funo estritamente crescente.
- limx + ax = +
- limx - ax = 0
- y = 0 assntota horizontal
Estas relaes tambm so vlidas para exponenciais de base e (e = nmero de Euller = 2,718...)
- y = ex se, e somente se, x = ln(y)
- ln(ex) =x
- ex+y= [Link]
- ex-y = ex/ey
- ex.k = (ex)k
A Constante de Euler
Existe uma importantssima constante matemtica definida por
e = exp(1)
O nmero e um nmero irracional e positivo e em funo da definio da funo exponencial, temos
que:
Ln(e) = 1
Este nmero denotado por e em homenagem ao matemtico suo Leonhard Euler (1707-1783), um
dos primeiros a estudar as propriedades desse nmero.
O valor deste nmero expresso com 40 dgitos decimais, :
e = 2,718281828459045235360287471352662497757
Se x um nmero real, a funo exponencial exp(.) pode ser escrita como a potncia de base e com
expoente x, isto :
ex = exp(x)
Construo do Grfico de uma Funo Exponencial
Exemplo:
Vamos construir o grfico da funo
Vamos atribuir valores a x, para que possamos traar os pontos no grfico.
145
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X
-3
-2
-1
0
1
2
3
Y
1/8
1/4
1/2
1
2
4
8
Questes
01. (Corpo de Bombeiros Militar/MT Oficial Bombeiro Militar COVEST UNEMAT/2014) As
funes exponenciais so muito usadas para modelar o crescimento ou o decaimento populacional de
uma determinada regio em um determinado perodo de tempo. A funo P(t)=234 .(1,023)t modela o
comportamento de uma determinada cidade quanto ao seu crescimento populacional em um determinado
perodo de tempo, em que P a populao em milhares de habitantes e t o nmero de anos desde 1980.
Qual a taxa mdia de crescimento populacional anual dessa cidade?
(A) 1,023%
(B) 1,23%
(C) 2,3%
(D) 0,023%
(E) 0,23%
02. (Polcia Civil/SP Desenhista Tcnico-Pericial VUNESP/2014) Uma populao P cresce em
funo do tempo t (em anos), segundo a sentena P=2000 .5(0,1 .t). Hoje, no instante t = 0, a populao
de 2 000 indivduos. A populao ser de 50 000 indivduos daqui a
(A) 20 anos.
(B) 25 anos.
(C) 50 anos.
(D) 15 anos.
(E) 10 anos.
Respostas
01. Resposta: C.
P(t)=234 .(1,023)t
Primeiramente, vamos calcular a populao inicial, fazendo t = 0:
P(0)=234 .(1,023)0=234 .1=234 mil
Agora, vamos calcular a populao aps 1 ano, fazendo t = 1:
P(1)=234 .(1,023)1=234 .1,023=239,382
Por fim, vamos utilizar a Regra de Trs Simples:
146
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Populao
%
234 --------------- 100
239,382 ------------ x
234.x = 239,382 . 100
x = 23938,2 / 234
x = 102,3%
102,3% = 100% (populao j existente) + 2,3% (crescimento)
02. Resposta: A.
50000=2000 .5(0,1 .t)
5(0,1 .t)= 52
Vamos simplificar as bases (5), sobrando somente os expoentes. Assim:
0,1 . t = 2
t = 2 / 0,1
t = 20 anos
FUNO MODULAR
Chama-se funo modular a funo f: R R, definida por: f(x) = |x|.
Por definio:
A funo modular definida por duas sentenas: f(x) = x, se x0 e f(x) = -x, se x<0.
Mdulo de um nmero
- O mdulo de um nmero real no negativo igual ao prprio nmero;
- O mdulo de um nmero real negativo igual ao oposto desse nmero;
- O mdulo de um nmero real qualquer sempre maior ou igual a zero: |x|0, para
todo x.
- Construo do Grfico da f(x) = |x|.
f (x) = x , se x 0
f (x) = - x , se x < 0
O grfico uma
O grfico uma
semirreta fechada
semirreta aberta com
com origem no
origem no ponto O
ponto O (0,0). Ela
(0,0). Ela bissetriz
bissetriz do 1
do 2 quadrante.
quadrante.
f (x) = |x|
(B)
148
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(C)
(D)
Respostas
01. Resposta: C.
O grfico simtrico o caracteriza a uma funo modular.
02. Resposta: B.
Temos ento que 5x-6 = x ou 5x-6 = -x. Assim, temos que resolver cada uma dessas equaes:
5x 6 = x
x - 5x + 6 = 0
S = -5 , P = 6
(x - 2)(x - 3) = 0
x = 2 ou x = 3
5x 6 = -x
x + 5x 6 = 0
S = 5, P = -6
(x + 6)(x - 1) = 0
x = -6 ou x = 1
Assim, teremos uma soluo negativa: -6.
03. Resposta: D.
Aqui, usamos um recurso muito comum na Matemtica, chame |x| de y. Ento a equao ficar y +
y 6 = 0. Resolvendo-a:
y + y 6 = 0
S = 1, P = -6
(y + 3)(y - 2) = 0
y = -3 ou y = 2
Assim, |x| = -3 ou |x| = 2. Como no existe mdulo negativo, |x| = 2. Ento, x = -2 ou x = 2. Portanto,
seu produto (2 multiplicado por -2) igual a 4.
04. Resposta: A.
Repare que a funo, sem o mdulo, do segundo grau. Portanto, as letras c e d no podem ser. A
diferena entre as alternativas a e b so as razes, com isso, basta calcularmos:
|x-2x| = 0
149
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x - 2x = 0
x (x-2) = 0
x = 0 ou x = 2
Vendo a tabela acima de solues das duas equaes, possvel checar que o par (4;2), isto , x = 4
e y = 2, a soluo para as duas equaes.
Assim, possvel dizer que as equaes
x+y=6
xy=7
Formam um sistema de equaes do 1 grau.
Exemplos de sistemas:
Observe este smbolo. A matemtica convencionou neste caso para indicar que duas ou mais
equaes formam um sistema.
150
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- Resoluo de sistemas
Resolver um sistema significa encontrar um par de valores das incgnitas x e y que faa verdadeira as
equaes que fazem parte do sistema.
Exemplos:
a) O par (4,3 ) pode ser a soluo do sistema
xy=2
x+y=6
Para saber se estes valores satisfazem ao sistema, basta substituir os valores em ambas as equaes:
x-y=2 ; x+y=6
43=1 ;4+3=7
1 2 (falso) 7 6 (falso)
A resposta ento falsa. O par (4,3) no a soluo do sistema de equaes acima.
b) O par (5,3 ) pode ser a soluo do sistema
xy=2
x+y=8
Para saber se estes valores satisfazem ao sistema, basta substituir os valores em ambas as equaes:
xy=2; x+y=8
53=2 ;5+3=8
2 = 2 (verdadeiro 8 = 8 (verdadeiro)
A resposta ento verdadeira. O par (5, 3) a soluo do sistema de equaes acima.
- Mtodos para soluo de sistemas do 1 grau.
Mtodo de substituio
Esse mtodo de resoluo de um sistema de 1 grau estabelece que extrair o valor de uma incgnita
substituir esse valor na outra equao.
Observe:
xy=2
x+y=4
Vamos escolher uma das equaes para extrair o valor de uma das incgnitas, ou seja, estabelecer
o valor de acordo com a outra incgnita, desta forma:
xy=2x=2+y
Agora iremos substituir o x encontrado acima, na x da segunda equao do sistema:
x+y=4
(2 + y ) + y = 4
2 + 2y = 4 2y = 4 2 2y = 2 y = 1
Temos que: x = 2 + y, ento
x=2+1
x=3
Assim, o par (3, 1) torna-se a soluo verdadeira do sistema.
Mtodo da adio
Este mtodo de resoluo de sistema do 1 grau consiste apenas em somas os termos das equaes
fornecidas.
Observe:
xy=-2
3x + y = 5
Neste caso de resoluo, somam-se as equaes dadas:
x y = -2
3x + y = 5 +
4x = 3
x = 3/4
Veja nos clculos que quando somamos as duas equaes o termo y se anula. Isto tem que ocorrer
para que possamos achar o valor de x.
Agora, e quando ocorrer de somarmos as equaes e os valores de x ou y no se anularem para
ficar somente uma incgnita?
Neste caso, possvel usar uma tcnica de clculo de multiplicao pelo valor excludente negativo.
151
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Ex.:
3x + 2y = 4
2x + 3y = 1
Ao somarmos os termos acima, temos:
5x + 5y = 5, ento para anularmos o x e encontramos o valor de y, fazemos o seguinte:
multiplica-se a 1 equao por +2
multiplica-se a 2 equao por 3
Vamos calcular ento:
3x + 2y = 4 ( x +2)
2x + 3y = 1 ( x -3)
6x +4y = 8
-6x - 9y = -3 +
-5y = 5
y = -1
Substituindo:
2x + 3y = 1
2x + 3.(-1) = 1
2x = 1 + 3
x=2
Verificando:
3x + 2y = 4 3.(2) + 2(-1) = 4 6 2 = 4
2x + 3y = 1 2.(2) + 3(-1) = 1 4 3 = 1
- Grfico de um sistema do 1 grau
Dispondo de dois pontos, podemos representa-los graficamente em um plano cartesiano. A figura
formada por esses pontos uma reta.
Exemplo:
Dado x + y = 4 , vamos traar o grfico desta equao. Vamos atribuir valores a x e a y para acharmos
os pontos no grfico.
x y
4 0
0 4
Unindo os pontos traamos a reta, que contm todos os pontos da equao. A essa reta damos o nome
de reta suporte.
152
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Questes
01. (SABESP APRENDIZ FCC/2012) Em uma gincana entre as trs equipes de uma escola
(amarela, vermelha e branca), foram arrecadados 1 040 quilogramas de alimentos. A equipe amarela
arrecadou 50 quilogramas a mais que a equipe vermelha e esta arrecadou 30 quilogramas a menos que a
equipe branca. A quantidade de alimentos arrecadada pela equipe vencedora foi, em quilogramas, igual a
(A) 310
(B) 320
(C) 330
(D) 350
(E) 370
02. (PM/SE SOLDADO 3CLASSE FUNCAB/2014) Os cidados que aderem voluntariamente
Campanha Nacional de Desarmamento recebem valores de indenizao entre R$150,00 e R$450,00 de
acordo com o tipo e calibre do armamento. Em uma determinada semana, a campanha arrecadou 30
armas e pagou indenizaes somente de R$150,00 e R$450,00, num total de R$7.500,00.
Determine o total de indenizaes pagas no valor de R$150,00.
(A) 20
(B) 25
(C) 22
(D) 24
(E) 18
03. (PREF. LAGOA DA CONFUSO/TO ORIENTADOR SOCIAL IDECAN/2013) A razo entre a
idade de Cludio e seu irmo Otvio 3, e a soma de suas idades 28. Ento, a idade de Marcos que
igual a diferena entre a idade de Cludio e a idade de Otvio
(A) 12.
(B) 13.
(C) 14.
(D) 15.
(E) 16.
04. (PREF. NEPOMUCENO/MG PORTEIRO CONSULPLAN/2013) Numa adega encontramse armazenadas garrafas de vinho seco e suave num total de 300 garrafas, sendo que o nmero de
garrafas de vinho seco excede em 3 unidades o dobro do nmero de garrafas de vinho suave. Assim, a
porcentagem de garrafas de vinho seco dessa adega igual a
(A) 60%.
(B) 63%.
(C) 65%.
(D) 67%.
(E) 70%.
05. (PETROBRAS - TCNICO DE ADMINISTRAO E CONTROLE JNIOR CESGRANRIO/2013)
Maria vende salgados e doces. Cada salgado custa R$2,00, e cada doce, R$1,50. Ontem ela faturou
R$95,00 vendendo doces e salgados, em um total de 55 unidades.
Quantos doces Maria vendeu?
(A) 20
(B) 25
(C) 30
(D) 35
(E) 40
06. (TRT 6 ANALISTA JUDICIRIO ADMINISTRATIVA FCC/2012) Para fazer um trabalho, um
professor vai dividir os seus 86 alunos em 15 grupos, alguns formados por cinco, outros formados por seis
alunos. Dessa forma, sendo C o nmero de grupos formados por cinco e S o nmero de grupos formados
por seis alunos, o produto CS ser igual a
(A) 56.
(B) 54.
153
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
(C) 50.
(D) 44.
(E) 36.
07. (BANCO DO BRASIL ESCRITURRIO FCC/2013) Dos 56 funcionrios de uma agncia
bancria, alguns decidiram contribuir com uma lista beneficente. Contriburam 2 a cada 3 mulheres, e 1 a
cada 4 homens, totalizando 24 pessoas.
A razo do nmero de funcionrias mulheres para o nmero de funcionrios homens dessa agncia
de
(A) 3 para 4.
(B) 2 para 3.
(C) 1 para 2.
(D) 3 para 2.
(E) 4 para 5.
08. (SABESP ANALISTA DE GESTO I -CONTABILIDADE FCC/2012) Em um campeonato de
futebol, as equipes recebem, em cada jogo, trs pontos por vitria, um ponto em caso de empate e
nenhum ponto se forem derrotadas. Aps disputar 30 partidas, uma das equipes desse campeonato havia
perdido apenas dois jogos e acumulado 58 pontos. O nmero de vitrias que essa equipe conquistou,
nessas 30 partidas, igual a
(A) 12
(B) 14
(C) 16
(D) 13
(E) 15
09. (TJ/SP ESCREVENTE TCNICO JUDICIRIO VUNESP/2013) Uma empresa comprou um
determinado nmero de folhas de papel sulfite, embaladas em pacotes de mesma quantidade para facilitar
a sua distribuio entre os diversos setores.
Todo o material dever ser entregue pelo fornecedor acondicionado em caixas, sem que haja sobras.
Se o fornecedor colocar 25 pacotes por caixa, usar 16 caixas a mais do que se colocar 30 pacotes por
caixa. O nmero total de pacotes comprados, nessa encomenda, foi
(A) 2200.
(B) 2000.
(C) 1800.
(D )2400.
(E) 2500.
10. SEAP AGENTE DE ESCOLTA E VIGILNCIA PENITENCIRIA VUNESP/2013)A razo entre
o nmero de litros de leo de milho e o nmero de litros de leo de soja vendidos por uma mercearia,
nessa ordem, foi de 5/7. Se o nmero total de litros de leo vendidos (soja + milho) foi 288, ento o
nmero de litros de leo de soja vendidos foi
(A) 170.
(B) 176.
(C) 174.
(D) 168.
(E) 172.
Respostas
01. Resposta: E.
Amarela: x
Vermelha: y
Branca: z
x = y + 50
y = z - 30
z = y + 30
154
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x + y = 28 3y + y = 28 4y = 28 y = 7 x = 21
Marcos: x y = 21 7 = 14
04. Resposta: D.
Vinho seco: x
Vinho suave: y
Substituindo II em I
2y + 3 + y = 300 3y = 297 y = 99 x = 201
300------100%
201-----x
x = 67%
05. Resposta: C.
Doces: x
Salgados: y
Resolvendo pelo mtodo da adio, vamos multiplicar todos os termos da 1 equao por -1,5:
Assim temos:
0,5y = 12,5
y = 25 x = 30
Ela vendeu 30 doces
155
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06. Resposta: D.
C = 15 S
Substituindo na primeira equao:
5(15 S) + 6S = 86
75 5S + 6S = 86
S = 11
C = 15 11 = 4 C.S = 4.11 = 44
07. Resposta: A.
Mulheres: x
Homens: y
mmc(3,4)=12
-8y + 3y = -448 + 288
-5y = - 160
y = 32
x = 24
razo de mulheres pra homens:
08. Resposta: E.
Vitrias: x
Empate: y
Derrotas: 2
Pelo mtodo da adio temos:
2x = 30
x = 15
09. Resposta: D.
Total de pacotes: x
Caixas: y
156
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Substituindo:
25y - 30y = -400 -5y = -400 y = 80 x = 30.80 = 2400
10. Resposta: D.
leo de milho: M
leo de soja: S
Temos:
Comprimento: x
Largura: y
Deduzimos acima que seu permetro 10 x + y + x + y = 10 ou 2x + 2y = 10 x + y = 5 (dividindo
todos os termos por 2).
E sua rea 4, como a rea do retngulo dada por largura x comprimento, temos:
x.y = 4
Montando o sistema temos:
Resolvendo:
5y y2 = 4 - y2 + 5y 4 = 0.(.-1) y2 5y + 4 =0 (Temos ento uma equao do 2 grau)
a = 1 ; b= -5 e c= 4
157
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Logo :
Se x = 1 y=5-1 y=4
Se x= 4 y = 5 -4 y = 1
Observando temos os valores 1 e 4 ,tanto para x como para y. Ento as medidas dos lados so 1 e 4
, podendo x ou y assumirem os mesmos.
Fazendo a conferncia temos:
x+y=5
x.y = 4
4+1=5
4.1 = 4
5=5
4=4
O par ordenado (1,4) ou (4,1) satisfaz o sistema de equaes.
Questes
01. (Prefeitura de So Paulo - SP - Guarda Civil Metropolitano - MS CONCURSOS) A soma entre
dois nmeros positivos 37. Se o produto entre eles 330, ento o valor da diferena entre o maior e o
menor nmero :
(A) 7.
(B) 23.
(C) 61.
(D) 17.
(E) 49.
02. (Cmara Municipal de Catas Altas/MG - Tcnico em Contabilidade FUMARC/2011) Marque,
dentre as alternativas abaixo, a que identifica os pontos comuns aos grficos de y = x2 + 2x e y = x + 2.
(A) (-2, 1) e (-1,3).
(B) (-2, 0) e (-1,3).
(C) (2,0) e (1,3).
(D) (-2,0) e (1,3).
03. (CPTM - Mdico do trabalho Makiyama/2011) Sabe-se que o produto da idade de Miguel pela
idade de Lucas 500. Miguel 5 anos mais velho que Lucas. Qual a soma das idades de Miguel e Lucas?
(A) 40.
(B) 55.
(C) 65.
(D) 50.
(E) 45.
04. O produto de dois nmeros inteiros e positivos 10. O maior igual ao dobro do menor mais 1.O
valor desse nmero :
(A) 3 e 5
(B) 5 e 2
(C) 8 e 2
(D) 2 e 3
(E) 1 e 5
05. (TJ- FAURGS/2012) Se a soma de dois nmeros igual a 10 e o seu produto igual a 20, a soma
de seus quadrados igual a:
(A) 30
(B) 40
(C) 50
(D) 60
(E) 80
158
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Respostas
01. Resposta: A.
Sendo x e y os dois nmeros procurados:
x + y = 37 (I)
x.y = 330 (II)
isolando y na equao (I) temos x + y = 37 y = 37 x, substituindo na equao (II):
x.(37 x) = 330
37x x2 = 330
x2 37x + 330 = 0 , a = 1; b = - 37 e c = 330
= b2 4.a.c
= (- 37)2 4.1.330
= 1369 1320
= 49
Se x = 22 y = 37 22 = 15 22 15 = 7
02. Resposta: D.
Do enunciado y = x2 + 2x e y = x + 2, ento:
x2 + 2x = x + 2
x2 + 2x x 2 = 0
x2 + x 2 = 0, a = 1, b = 1 e c = - 2
=1+8=9
ou
Se x = 1 y = 1 + 2 = 3
Se x = - 2 y = - 2 + 2 = 0
(1, 3)
(-2, 0)
03. Resposta: E.
Sendo Miguel M e Lucas L:
M.L = 500 (I)
M = L + 5 (II)
substituindo II em I, temos:
(L + 5).L = 500
L2 + 5L 500 = 0, a = 1, b = 5 e c = - 500
= b2 4ac
= 52 4.1.(- 500)
= 25 + 2000
= 2025
ou
esta no convm pois L (idade) tem que ser positivo.
Ento L = 20 M.20 = 500 m = 500 : 20 = 25
M + L = 25 + 20 = 45
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04. Resposta: B.
Pelo enunciado temos:
160
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2) Para ir da sua casa (cidade A) at a casa do seu de um amigo Pedro (que mora na cidade C) Joo
precisa pegar duas condues: A1 ou A2 ou A3 que saem da sua cidade at a B e B1 ou B2 ou A3 que o
leva at o destino final C. Vamos montar o diagrama da rvore para avaliarmos todas as possibilidades:
De forma resumida, e rpida podemos tambm montar atravs do princpio multiplicativo o nmero de
possibilidades:
3) De sua casa ao trabalho, Silvia pode ir a p, de nibus ou de metr. Do trabalho faculdade, ele
pode ir de nibus, metr, trem ou pegar uma carona com um colega.
De quantos modos distintos Silva pode, no mesmo dia, ir de casa ao trabalho e de l para a faculdade?
Vejamos, o trajeto a juno de duas etapas:
1) Casa Trabalho: ao qual temos 3 possibilidades
2) Trabalho Faculdade: 4 possibilidades.
Multiplicando todas as possibilidades (pelo PFC), teremos: 3 x 4 = 12.
No total Silvia tem 12 maneiras de fazer o trajeto casa trabalho faculdade.
Podemos dizer que, um evento B pode ser feito de n maneiras, ento, existem m n maneiras
de fazer e executar o evento B.
FATORIAL DE UM NMERO NATURAL
comum aparecerem produtos de fatores naturais sucessivos em problemas de anlise combinatria,
tais como: 3. 2 . 1 ou 5. 4 . 3 . 2 . 1, por isso surgiu a necessidade de simplificarmos este tipo de notao,
facilitando os clculos combinatrios. Assim, produtos em que os fatores chegam sucessivamente at a
unidade so chamados fatoriais.
161
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Matematicamente:
Dado um nmero natural n, sendo n N e n 2, temos:
n! = n. (n 1 ). (n 2). ... . 1
Onde:
n! o produto de todos os nmeros naturais de 1 at n (l-se: n fatorial)
Por conveno temos que:
0! = 1
1! = 1
Exemplos:
1) De quantas maneiras podemos organizar 8 alunos em uma fila.
Observe que vamos utilizar a mesma quantidade de alunos na fila nas mais variadas posies:
Observe que o denominador menor que o numerador, ento para que possamos resolver vamos
levar o numerador at o valor do denominador e simplificarmos:
TIPOS DE AGRUPAMENTO
Os agrupamentos que no possuem elementos repetidos, so chamamos de agrupamentos
simples. Dentre eles temos aqueles onde a ordem importante e os que a ordem no importante.
Vamos ver detalhadamente cada um deles.
- Arranjo simples: agrupamentos simples de n elementos distintos tomados(agrupados) p a p. Aqui a
ordem dos seus elementos o que diferencia.
Exemplos:
1) Dados o conjunto S formado pelos nmeros S= {1,2,3,4,5,6} quantos nmeros de 3 algarismos
podemos formar com este conjunto?
Utilizando a frmula:
Onde n = 6 e p = 3
162
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2) Uma escola possui 18 professores. Entre eles, sero escolhidos: um diretor, um vice-diretor e um
coordenador pedaggico. Quantas as possibilidades de escolha?
n = 18 (professores)
p = 3 (cargos de diretor, vice-diretor e coordenador pedaggico)
Observe que sendo 7 professores, se invertermos um deles de posio no alteramos o grupo formado,
os grupos formados so equivalentes. Para o exemplo acima temos ainda as seguintes possibilidades
163
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, =
,
!
, =
( )! !
!
Aqui dividimos novamente por p, para desconsiderar todas as sequncias repetidas (P1, P2, P3, P4 =
P4, P2, P1, P3= P3, P2, P4, P1=...).
Aplicando a frmula:
2) Considerando dez pontos sobre uma circunferncia, quantas cordas podem ser construdas com
extremidades em dois desses pontos?
Uma corda fica determinada quando escolhemos dois pontos entre os dez.
Escolher (A,D) o mesmo que escolher (D,A), ento sabemos que se trata de
uma combinao.
Aqui temos ento a combinao de 10 elementos tomados 2 a 2.
45 cordas
Exemplo:
Quantas chapas de automvel compostas de 2 letras nas duas primeiras posies, seguidas por 4
algarismos nas demais posies (sendo 26 letras do nosso alfabeto e sendo os algarismos do sistema
164
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Pois podemos repetir eles. Aplicando a frmula de Arranjo com repetio temos:
Para a quantidade de nmeros temos (0,1,2,3,4,5,6,7,8,9 10 algarismos):
Assim o nmero de chapas que podemos ter dado pela multiplicao dos valores achados:
676 . 10 000 = 6 760 000 possibilidades de placas.
Observao: Caso no pudesse ser utilizada a placa com a sequncia de zeros, ou seja, com 4 zeros
teramos:
Com + + + ... n
Exemplo:
Quantos so os anagramas da palavra ARARA?
n=5
= 3 (temos 3 vezes a letra A)
= 2 (temos 2 vezes a letra R)
Equacionando temos:
B.1) Permutao circular: a permutao circular com repetio pode ser generalizada atravs da
seguinte forma:
Vejamos o exemplo como chegar na frmula, para aplicao.
- De quantas maneiras 5 meninas que brincam de roda podem form-la?
165
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O total de posies 5! e cada 5 representa uma s permutao circular. Assim, o total de permutaes
circulares ser dado por:
C) Combinao com repetio: dado um conjunto com n elementos distintos, chama-se combinao
com repetio, classe p (ou combinao completa p a p) dos n elementos desse conjunto, a todo grupo
formado por p elementos, distintos ou no, em qualquer ordem.
Exemplo:
Em uma combinao com repetio classe 2 do conjunto {a, b, c}, quantas combinaes obtemos?
Ilustrando temos:
Utilizando a frmula da combinao com repetio, verificamos o mesmo resultado sem necessidade
de enumerar todas as possibilidades:
n=3ep=2
Questes
01. (Cmara de Chapec/SC Assistente de Legislao e Administrao OBJETIVA/2014)
Quantos so os gabaritos possveis para uma prova com 6 questes, sendo que cada questo possui 4
alternativas, e apenas uma delas a alternativa correta?
(A) 1.296
(B) 3.474
(C) 2.348
(D) 4.096
02. (Cmara de So Paulo/SP Tcnico Administrativo FCC/2014) So lanados dois dados e
multiplicados os nmeros de pontos obtidos em cada um deles. A quantidade de produtos distintos que
se pode obter nesse processo
(A) 36.
(B) 27.
(C) 30.
(D) 21.
(E) 18.
03. (PREF. NEPOMUCENO/MG PORTEIRO CONSULPLAN/2013) Uma dona de casa troca a
toalha de rosto do banheiro diariamente e s volta a repeti-la depois que j tiver utilizado todas as toalhas.
Sabe-se que a dona de casa dispe de 8 toalhas diferentes. De quantas maneiras ela pode ter utilizado
as toalhas nos primeiros 5 dias de um ms?
(A) 4650.
(B) 5180.
(C) 5460.
(D) 6720.
(E) 7260.
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(D) 106
(E) 107
15. (CODEMIG ANALISTA DE ADMINISTRAO GESTO DE CONCURSOS/2013) Oito amigos
encontraram-se em uma festa. Se cada um dos amigos trocar um aperto de mo com cada um dos outros,
quantos apertos de mo sero trocados?
(A) 22.
(B) 25.
(C) 27.
(D) 28.
Respostas
01. Resposta: D.
4 . 4 . 4 . 4 . 4 . 4 = 4096
02. Resposta: E.
__
6.6=36
Mas, como pode haver o mesmo produto por ser dois dados, 36/2=18
03. Resposta: D.
_____
[Link].4=6720
04. Resposta: C.
__
6.3=18
Tirando as possibilidades de papel e texto iguais:
P P e V V=2 possibilidades
18-2=16 possiblidades
05. Resposta: A.
Teremos 8 peas com nmeros iguais.
08. Resposta: B.
_____
22222=32 possibilidades se pudesse ser qualquer uma das cores
Mas, temos que tirar cdigo todo preto e todo branco.
32-2=30
09. Resposta: E.
Para Alberto:5 + 4 = 9
Para Bianca:4
Para Carolina: 12
___
9.4.12=432
10. Resposta: A.
1001.
C_9,4 = 9! / 5!4! = (98765!) / (5!24) = 126
11. Resposta: C.
Anagramas de RENATO
______
[Link].2.1=720
Anagramas de JORGE
_____
[Link].1=120
Razo dos anagramas:
Se Jorge tem 20 anos, Renato tem 20+6=26 anos
12. Resposta: C.
1 possibilidade:2 ventiladores e 3 lmpadas
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Somando as possibilidades: 12 + 3 + 4 + 1 = 20
13. Resposta: A.
Engenheiros
Tcnicos
3 . 84 = 252 maneiras
14. Resposta: D.
F _ _ _ _ P4 = 4!
I _ _ _ _ P4 = 4!
L _ _ _ _p4 = 4!
U_ _ _ _P4 = 4!
ZF_ _ _P3 = 3!
ZIF_ _P2 = 2!
ZILFU-1
ZILUF
4 . 4! + 3! + 2! + 1 = 105
Portanto, ZILUF est na 106 posio.
15. Resposta: D.
A primeira pessoa apertar a mo de 7
A Segunda, de 6, e assim por diante.
Portanto, haver: 7+6+5+4+3+2+1=28
A estatstica , hoje em dia, um instrumento til e, em alguns casos, indispensvel para tomadas de
deciso em diversos campos: cientfico, econmico, social, poltico
Todavia, antes de chegarmos parte de interpretao para tomadas de deciso, h que proceder
a um indispensvel trabalho de recolha e organizao de dados, sendo a recolha feita atravs de
recenseamentos (ou censos ou levantamentos estatsticos) ou sondagens.
Estatstica pode ser pensada como a cincia de aprendizagem a partir de dados. No nosso cotidiano,
precisamos tomar decises, muitas vezes decises rpidas.
Em linhas gerais a Estatstica fornece mtodos que auxiliam o processo de tomada de deciso atravs
da anlise dos dados que possumos.
Podemos ainda dizer que a Estatstica :
a cincia que se ocupa de coletar,
organizar, analisar e interpretar dados para
que se tomem decises.
Diviso da estatstica
- Estatstica Descritiva: coleta, organizao e descrio dos dados.
- Estatstica Indutiva ou Inferencial: anlise e a interpretao desses dados.
Mtodo Estatstico
Atualmente quase todo acrscimo de conhecimento resulta da observao e do estudo. A verdade
que desenvolvemos processos cientficos para seu estudo e para adquirirmos tais conhecimentos, ou
seja desenvolvemos maneiras ou mtodos para tais fins.
Mtodo um conjunto de meios dispostos
convenientemente para se chegar a um fim que se deseja.
- Mtodo experimental: consiste em manter constantes todas as causas (fatores), menos uma, e
variar esta causa de modo que o pesquisador possa descobrir seus efeitos, caso existam.
Muito utilizado no estudo da Fsica, da Qumica etc
- Mtodo estatstico: diante da impossibilidade de manter as causas constantes, admite todas essas
causas presentes variando-as, registrando essas variaes e procurando determinar, no resultado final,
que influncias cabem a cada uma delas.
Fases do mtodo estatstico
- Coleta de dados: aps cuidadoso planejamento e a devida determinao das caractersticas
mensurveis do fenmeno que se quer pesquisar, damos incio coleta de dados numricos necessrios
sua descrio.
172
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- Crtica dos dados: depois de obtidos os dados, os mesmos devem ser cuidadosamente criticados,
procura de possvel falhas e imperfeies, a fim de no incorrermos em erros grosseiros ou de certo vulto,
que possam influir sensivelmente nos resultados.
A crtica externa quando visa s causas dos erros por parte do informante, por distrao ou m
interpretao das perguntas que lhe foram feitas.
A crtica interna quando visa observar os elementos originais dos dados da coleta.
- Apurao dos dados: soma e processamento dos dados obtidos e a disposio mediante critrios
de classificao, que pode ser manual, eletromecnica ou eletrnica.
- Exposio ou apresentao de dados: os dados devem ser apresentados sob forma adequada
(tabelas ou grficos), tornando mais fcil o exame daquilo que est sendo objeto de tratamento estatstico.
- Anlise dos resultados: realizadas anteriores (Estatstica Descritiva), fazemos uma anlise dos
resultados obtidos, atravs dos mtodos da Estatstica Indutiva ou Inferencial, que tem por base a induo
ou inferncia, e tiramos desses resultados concluses e previses.
Mais alguns conceitos devem ser aprendidos para darmos continuidade ao nosso entendimento sobre
Estatstica.
- Variveis: conjunto de resultados possveis de um fenmeno.
As variveis podem ser:
1) Qualitativas quando seus valores so expressos por atributos: sexo (masculino ou feminino), cor
da pele, entre outros. Dizemos que estamos qualificando.
2) Quantitativas quando seus valores so expressos em nmeros (salrios dos operrios, idade
dos alunos, etc). Uma varivel quantitativa que pode assumir qualquer valor entre dois limites recebe o
nome de varivel contnua; e uma varivel que s pode assumir valores pertencentes a um conjunto
enumervel recebe o nome de varivel discreta.
- Populao estatstica ou universo estatstico: conjunto de entes portadores de, pelo menos, uma
caracterstica comum.
Exemplos: estudantes (os que estudam), concurseiros (os que prestam concursos), ...
Podemos ainda pesquisar uma ou mais caractersticas dos elementos de alguma populao, as quais
devem ser perfeitamente definidas. necessrio existir um critrio de constituio da populao, vlido
173
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A Estatstica Indutiva tem por objetivo tirar concluses sobre as populaes, com base em resultados
verificados em amostras retiradas dessa populao. preciso garantir que a amostra possua as mesmas
caractersticas da populao, no que diz respeito ao fenmeno que desejamos pesquisar.
Censo: uma avaliao direta de um parmetro, utilizando-se todos os componentes da populao.
Principais propriedades:
- Admite erros processual zero e tem 100% de confiabilidade;
- caro;
- lento;
- quase sempre desatualizado (visto que se realizam em perodos de anos 10 em 10 anos);
- Nem sempre vivel.
Dados brutos: quando observamos ou fazemos n perguntas as quais nos do n dados ou respostas,
obtemos uma sequncia de n valores numricos. A toda sequncia denominamos dados brutos.
Dados brutos uma sequncia de valores numricos no
organizados, obtidos diretamente da observao de um
fenmeno coletivo.
174
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Sries Estatsticas: toda tabela que apresenta a distribuio de um conjunto de dados estatsticos
em funo da poca, do local ou da espcie.
Observamos trs elementos:
- tempo;
- espao;
- espcie.
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- Sries conjugadas Tabela de dupla entrada: utilizamos quando temos a necessidade de apresentar,
em uma nica tabela, variaes de mais de uma varivel. Com isso conjugamos duas sries em uma
nica tabela, obtendo uma tabela de dupla entrada, na qual ficam criadas duas ordens de classificao:
uma horizontal e uma vertical.
Na tabela abaixo vamos a varivel regio e tempo.
176
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- Percentagens:
Considerando a srie:
MATRCULAS NAS ESCOLAS DA CIDADE A - 1995
CATEGORIAS
NMERO DE ALUNOS
1 grau
19.286
2 grau
1.681
3 grau
234
Total
21.201
Dados fictcios.
Calculando os percentagens dos alunos de cada grau:
177
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Econmicos:
Educacionais:
- Taxas: coeficientes multiplicados por um potncia de 10 (10,100, 1000, ...) para tornar o resultado
mais inteligvel.
Exemplos:
Taxa de mortalidade = coeficiente de mortalidade x 1000.
Taxa de natalidade = coeficiente de natalidade x 1000.
1) Em cada 200 celulares vendidos, 4 apresentam defeito.
Coeficiente de defeitos: 4/200 = 0,02
Taxa de defeitos = 2% (0,02 x 100)
Questo
01. O estado A apresentou 733.986 matriculas no 1 ano no incio de 2009 e 683.816 no final do ano.
O estado B apresentou, respectivamente, 436.127 e 412.457 matriculas. Qual estado apresentou maior
evaso escolar?
Resposta
01. Resposta: Evaso estado A: 6,8% e Evaso estado B: 5,5%.
DISTRIBUIES DE FREQUNCIA
Distribuio de Frequncia: Quando da anlise de dados, comum procurar conferir certa ordem
aos nmeros tornando-os visualmente mais amigveis. O procedimento mais comum o de diviso por
classes ou categorias, verificando-se o nmero de indivduos pertencentes a cada classe.
- Determina-se o menor e o maior valor para o conjunto.
- Definir o limite inferior da primeira classe (Li) que deve ser igual ou ligeiramente inferior ao menor
valor das observaes:
- Definir o limite superior da ltima classe (Ls) que deve ser igual ou ligeiramente superior ao maior
valor das observaes.
- Definir o nmero de classes (K), que ser calculado usando
. Obrigatoriamente deve estar
compreendido entre 5 a 20.
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Caso especial de uma distribuio simtrica: Quando dizemos que os dados obedecem a uma
distribuio normal, estamos tratando de dados que distribuem-se em forma de sino.
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Distribuies Assimtricas: A distribuio das frequncias apresenta valores menores num dos
lados:
Distribuies com caudas longas: Observamos que nas extremidades h uma grande
concentrao de dados em relao aos concentrados na regio central da distribuio.
0,500-0,1915 = 30,85%
(3)
Z1= (1,48-1,50)/0,30 =-0,4
0,500-0,1554 = 34,46%
Questes
01. (ESCOLA DE SARGENTO DAS ARMAS COMBATENTE/LOGSTICA TCNICA/AVIAO
EXRCITO BRASILEIRO/2013) Identifique a alternativa que apresenta a frequncia absoluta (fi) de um
elemento (xi) cuja frequncia relativa (fr) igual a 25 % e cujo total de elementos (N) da amostra igual
a 72.
(A) 18.
(B) 36.
(C) 9.
(D) 54.
(E) 45.
02. (BNDES TCNICO ADMINISTRATIVO CESGRANRIO/2013) Em uma faculdade, uma amostra
de 120 alunos foi coletada, tendo-se verificado a idade e o sexo desses alunos. Na amostra, apurou-se
que 45 esto na faixa de 16 a 20 anos, 60, na faixa de 21 a 25 anos, e 15 na faixa de 26 a 30 anos. Os
resultados obtidos encontram-se na Tabela abaixo.
Com base nas informaes contidas na tabela, correto afirmar que o nmero total de filhos dos
funcionrios dessa pequena empresa necessariamente
(A) menor que 41.
(B) igual a 41.
181
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Tabela de Frequncias: Como o nome indica, conter os valores da varivel e suas respectivas
contagens, as quais so denominadas frequncias absolutas ou simplesmente, frequncias. No caso
de variveis qualitativas ou quantitativas discretas, a tabela de freqncia consiste em listar os valores
possveis da varivel, numricos ou no, e fazer a contagem na tabela de dados brutos do nmero de
suas ocorrncias. A frequncia do valor i ser representada por ni, a frequncia total por n e a frequncia
relativa por fi = ni/n.
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Para variveis cujos valores possuem ordenao natural (qualitativas ordinais e quantitativas em
geral), faz sentido incluirmos tambm uma coluna contendo as frequncias acumuladas f ac, obtidas pela
soma das frequncias de todos os valores da varivel, menores ou iguais ao valor considerado.
No caso das variveis quantitativas contnuas, que podem assumir infinitos valores diferentes, invivel
construir a tabela de frequncia nos mesmos moldes do caso anterior, pois obteramos praticamente os
valores originais da tabela de dados brutos. Para resolver este problema, determinamos classes ou faixas
de valores e contamos o nmero de ocorrncias em cada faixa. Por ex., no caso da varivel peso de
adultos, poderamos adotar as seguintes faixas: 30 | 40 kg, 40 | 50 kg, 50 | 60, 60 | 70, e assim
por diante. Apesar de no adotarmos nenhuma regra formal para estabelecer as faixas, procuraremos
utilizar, em geral, de 5 a 8 faixas com mesma amplitude.
Eventualmente, faixas de tamanho desigual podem ser convenientes para representar valores nas
extremidades da tabela. Exemplo:
Diagrama Circular: Para construir um diagrama circular ou grfico de pizza, repartimos um disco
em setores circulares correspondentes s porcentagens de cada valor (calculadas multiplicando-se a
frequncia relativa por 100). Este tipo de grfico adapta-se muito bem para as variveis qualitativas
nominais. Exemplo:
Histograma: O histograma consiste em retngulos contguos com base nas faixas de valores da
varivel e com rea igual frequncia relativa da respectiva faixa. Desta forma, a altura de cada retngulo
denominada densidade de frequncia ou simplesmente densidade definida pelo quociente da rea
pela amplitude da faixa. Alguns autores utilizam a frequncia absoluta ou a porcentagem na construo
do histograma, o que pode ocasionar distores (e, consequentemente, ms interpretaes) quando
amplitudes diferentes so utilizadas nas faixas. Exemplo:
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Polgono de Frequncia:
Semelhante ao histograma, mas construdo a partir dos pontos mdios das classes. Exemplo:
Grfico de Ogiva:
Apresenta uma distribuio de frequncias acumuladas, utiliza uma poligonal ascendente utilizando os
pontos extremos.
184
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Questes
01. (DEPEN Agente Penitencirio Federal CESPE/2015)
185
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Funcionrios
10
8
5
4
2
1
fi
30-35
35-40
12
40-45
10
45-50
50-55
TOTAL
40
(A)
(B)
(C)
(D)
(E)
04. (SEJUS/ES Agente Penitencirio VUNESP/2013) Observe os grficos e analise as
afirmaes I, II e III.
186
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187
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( ) Certo
( ) Errado
Respostas
A mdia aritmtica 7.
2) Os gastos (em reais) de 15 turistas em Porto Seguro esto indicados a seguir:
65 80 45 40 65 80 85 90
75 75 70 75 75 90 65
Se somarmos todos os valores teremos:
Assim podemos concluir que o gasto mdio do grupo de turistas foi de R$ 71,70.
Mdia aritmtica ponderada
A mdia dos elementos do conjunto numrico A relativa adio e na qual cada elemento tem um
determinado peso chamada mdia aritmtica ponderada.
- Clculo da mdia aritmtica ponderada
Se x for a mdia aritmtica ponderada dos elementos do conjunto numrico A = {x1; x2; x3; ...; xn} com
pesos P1; P2; P3; ...; Pn, respectivamente, ento, por definio:
P1 . x + P2 . x + P3 . x + ... + Pn . x =
= P1 . x1 + P2 . x2 + P3 . x3 + ... + Pn . xn (P1 + P2 + P3 + ... + Pn) . x =
= P1 . x1 + P2 . x2 + P3 . x3 + ... + Pn . xn e, portanto,
189
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Exemplos:
1) Calcular a mdia aritmtica ponderada dos nmeros 35, 20 e 10 com pesos 2, 3, e 5, respectivamente.
Se x for a mdia aritmtica ponderada, ento:
x
Vamos determinar o preo mdio do quilograma do peixe vendido pelos pescadores ao supermercado.
Considerando que a varivel em estudo o preo do quilo do peixe e fazendo a leitura da tabela,
conclumos que foram pescados 18 kg de peixe ao valor unitrio de R$ 3,00, 10 kg de peixe ao valor
unitrio de R$ 5,00 e 6 kg de peixe ao valor de R$ 9,00.
Vamos chamar o preo mdio de p:
Neste caso o fator de ponderao foi a quantidade de peixes capturadas de cada espcie.
A palavra mdia, sem especificaes (aritmtica ou ponderada), deve ser entendida como
mdia aritmtica.
Questes
01. (Cmara Municipal de So Jos dos Campos/SP Analista Tcnico Legislativo Designer
Grfico VUNESP/2014) Na festa de seu aniversrio em 2014, todos os sete filhos de Joo estavam
presentes. A idade de Joo nessa ocasio representava 2 vezes a mdia aritmtica da idade de seus
filhos, e a razo entre a soma das idades deles e a idade de Joo valia
(A) 1,5.
(B) 2,0.
(C) 2,5.
(D) 3,0.
(E) 3,5.
02. (TJ/SC - Tcnico Judicirio - Auxiliar TJ-SC) Os censos populacionais produzem informaes que
permitem conhecer a distribuio territorial e as principais caractersticas das pessoas e dos domiclios,
acompanhar sua evoluo ao longo do tempo, e planejar adequadamente o uso sustentvel dos recursos,
sendo imprescindveis para a definio de polticas pblicas e a tomada de decises de investimento.
Constituem a nica fonte de referncia sobre a situao de vida da populao nos municpios e em seus
recortes internos distritos, bairros e localidades, rurais ou urbanos cujas realidades socioeconmicas
dependem dos resultados censitrios para serem conhecidas.
[Link]
(Acesso dia 29/08/2011)
Um dos resultados possveis de se conhecer, a distribuio entre homens e mulheres no territrio
brasileiro. A seguir parte da pirmide etria da populao brasileira disponibilizada pelo IBGE.
190
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
[Link]
(Acesso dia 29/08/2011)
O quadro abaixo, mostra a distribuio da quantidade de homens e mulheres, por faixa etria de uma
determinada cidade. (Dados aproximados)
Considerando somente a populao masculina dos 20 aos 44 anos e com base no quadro abaixo a
frequncia relativa, dos homens, da classe [30, 34] :
(A) 64%.
(B) 35%.
(C) 25%.
(D) 29%.
(E) 30%.
03. (EPCAR Cadete EPCAR) Um lquido L1 de densidade 800 g/l ser misturado a um lquido L2
de densidade 900 g/l Tal mistura ser homognea e ter a proporo de 3 partes de L1 para cada 5 partes
de L2 A densidade da mistura final, em g/l, ser
(A) 861,5.
(B) 862.
(C) 862,5.
(D) 863.
04. (EsSA - Sargento - Conhecimentos Gerais - Todas as reas EB) Em uma turma a mdia
aritmtica das notas 7,5. Sabe-se que a mdia aritmtica das notas das mulheres 8 e das notas dos
homens 6. Se o nmero de mulheres excede o de homens em 8, pode-se afirmar que o nmero total
de alunos da turma
(A) 4.
(B) 8.
(C) 12.
(D) 16.
(E) 20.
05. (SAP/SP - Oficial Administrativo VUNESP) A altura mdia, em metros, dos cinco ocupantes de
um carro era y. Quando dois deles, cujas alturas somavam 3,45 m, saram do carro, a altura mdia dos
que permaneceram passou a ser 1,8 m que, em relao mdia original y,
(A) 3 cm maior.
(B) 2 cm maior.
(C) igual.
(D) 2 cm menor.
(E) 3 cm menor.
191
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06. (PC/SP Oficial Administrativo VUNESP/2014) Em uma empresa com 5 funcionrios, a soma
dos dois menores salrios R$ 4.000,00, e a soma dos trs maiores salrios R$ 12.000,00. Excluindose o menor e o maior desses cinco salrios, a mdia dos 3 restantes R$ 3.000,00, podendo-se concluir
que a mdia aritmtica entre o menor e o maior desses salrios igual a
(A) R$ 3.500,00.
(B) R$ 3.400,00.
(C) R$ 3.050,00.
(D) R$ 2.800,00.
(E) R$ 2.500,00.
07. (TJM-SP Oficial de Justia VUNESP) Ao encerrar o movimento dirio, um atacadista, que
vende vista e a prazo, montou uma tabela relacionando a porcentagem do seu faturamento no dia com
o respectivo prazo, em dias, para que o pagamento seja efetuado.
PORCENTUAL DO FATURAMENTO
15%
20%
35%
20%
10%
O prazo mdio, em dias, para pagamento das vendas efetuadas nesse dia, igual a
(A) 75.
(B) 67.
(C) 60.
(D) 57.
(E) 55.
08. (SEDUC/RJ - Professor Matemtica CEPERJ) Uma loja de roupas de malha vende camisetas
com malha de trs qualidades. Cada camiseta de malha comum custa R$15,00, de malha superior custa
R$24,00 e de malha especial custa R$30,00. Certo ms, a loja vendeu 180 camisetas de malha comum,
150 de malha superior e 70 de malha especial. O preo mdio, em reais, da venda de uma camiseta foi
de:
(A) 20.
(B) 20,5.
(C) 21.
(D) 21,5.
(E) 11.
09. (CMARA MUNICIPAL DE SO JOS DO RIO PRETO/SP Programador de Computador
FIP) A mdia semestral de um curso dada pela mdia ponderada de trs provas com peso igual a 1 na
primeira prova, peso 2 na segunda prova e peso 3 na terceira. Qual a mdia de um aluno que tirou 8,0 na
primeira, 6,5 na segunda e 9,0 na terceira?
(A) 7,0
(B) 8,0
(C) 7,8
(D) 8,4
(E) 7,2
10. (SESP/MT Perito Oficial Criminal - Engenharia Civil/Engenharia Eltrica/Fsica/Matemtica
FUNCAB/2014) A tabela abaixo mostra os valores mensais do Imposto Predial e Territorial Urbano
(IPTU) pagos pelos apartamentos de um condomnio. Determine a mdia aritmtica desses valores.
192
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Nmero de Apartamentos
5
5
10
10
4
6
(A) R$ 248,50
(B) R$ 252,50
(C) R$ 255,50
(D) R$ 205,50
(E) R$ 202,50
11. (SAP/SP - AGENTE DE SEGURANA PENITENCIRIA DE CLASSE I VUNESP/2013) Em uma
seo de uma empresa com 20 funcionrios, a distribuio dos salrios mensais, segundo os cargos que
ocupam, a seguinte:
Sabendo-se que o salrio mdio desses funcionrios de R$ 1.490,00, pode-se concluir que o salrio
de cada um dos dois gerentes de
(A) R$ 2.900,00.
(B) R$ 4.200,00.
(C) R$ 2.100,00.
(D) R$ 1.900,00.
(E) R$ 3.400,00.
12. (UFPE - Assistente em Administrao COVEST/2014) Em um concurso existem provas de
Portugus, Matemtica, Informtica e Conhecimentos Especficos, com pesos respectivos 2, 3, 1 e 4. Um
candidato obteve as seguintes notas nas provas de Portugus, Matemtica e Informtica:
Disciplina
Portugus
Matemtica
Informtica
Nota
77
62
72
Se a nota do candidato no concurso foi 80, qual foi a sua nota na prova de Conhecimentos Especficos?
(A) 95
(B) 96
(C) 97
(D) 98
(E) 99
13. (VUNESP 2014 FUNDUNESP Assistente Administrativo) Um concurso teve duas fases, e,
em cada uma delas, os candidatos foram avaliados com notas que variaram de zero a dez. Para efeito
de classificao, foram consideradas as mdias ponderadas de cada candidato, uma vez que os pesos
da 1. e da 2. fases foram 2 e 3, respectivamente. Se um candidato tirou 8 na 1. fase e 5 na 2., ento
verdade que sua mdia ponderada foi
193
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
(A) 6,2.
(B) 6,5.
(C) 6,8.
(D) 7,1.
(E) 7,4.
14. (SAAE/SP - Fiscal Leiturista VUNESP/2014) A tabela mostra os valores de algumas latinhas de
bebidas vendidas em um clube e a quantidade consumida por uma famlia, em certo dia.
Bebidas (latinha)
Refrigerante
Suco
Cerveja
Valor unitrio
R$ 4,00
R$ 5,00
X
Quantidade Consumida
8
6
4
Considerando-se o nmero total de latinhas consumidas por essa famlia nesse dia, na mdia, o preo
de uma latinha saiu por R$ 5,00. Ento, o preo de uma latinha de cerveja era
(A) R$ 5,00.
(B) R$ 5,50.
(C) R$ 6,00.
(D) R$ 6,50.
(E) R$ 7,00.
15. (Instituto de Pesquisas Tecnolgicas Secretria VUNESP/2014) Em um edifcio residencial,
14 unidades pagam uma taxa mensal de condomnio no valor de 930 reais. Para as 28 unidades restantes,
que so menores, a taxa mensal de condomnio tambm menor. Sabendo-se que o valor mdio da taxa
mensal de condomnio, nesse edifcio, de 750 reais, correto afirmar que o valor em reais que cada
unidade menor paga mensalmente de condomnio igual a
(A) 600.
(B) 620.
(C) 660.
(D) 700.
(E) 710.
Respostas
01. Resposta: E.
Foi dado que: J = 2.M
(I)
Foi pedido:
Na equao ( I ), temos que:
02. Resposta: E.
[30, 34] = 600, somatria de todos os homens : 300+400+600+500+200= 2000
194
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
03. Resposta: C.
04. Resposta: D.
Do enunciado temos m = h + 8 (sendo m = mulheres e h = homens).
A mdia da turma 7,5, sendo S a soma das notas:
S 3,45 = 5,4
S = 5,4 + 3,45
S = 8,85, ento:
5y = 8,85
y = 8,85 : 5 = 1,77
1,80 1,77 = 0,03 m = 3 cm a mais.
06. Resposta: A.
x1 + x2 + x3 + x4 + x5
x1 + x2 = 4000
x3 + x4 + x5 = 12000
x2 + x3 + x4 = 9000
195
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
07. Resposta: D.
Mdia aritmtica ponderada: multiplicamos o porcentual pelo prazo e dividimos pela soma dos
porcentuais.
=
=
08. Resposta: C.
Tambm mdia aritmtica ponderada.
09. Resposta: B.
Na mdia ponderada multiplicamos o peso da prova pela sua nota e dividimos pela soma de todos os
pesos, assim temos:
10. Resposta: B.
11. Resposta: C.
196
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12. Resposta: C.
4x + 412 = 80 . 10
4x = 800 412
x = 388 / 4
x = 97
13. Resposta: A.
14. Resposta: E.
4.x = 90 62
x = 28 / 4
x = R$ 7,00
15. Resposta: C.
Como medida de localizao, a mediana mais robusta do que a mdia, pois no to sensvel aos
dados. Consideremos o seguinte exemplo: um aluno do 10 ano obteve as seguintes notas: 10, 10, 10,
11, 11, 11, 11, 12. A mdia e a mediana da amostra anterior so respectivamente.
Admitamos que uma das notas de 10 foi substituda por uma de 18. Neste caso a mediana continuaria
a ser igual a 11, enquanto que a mdia subiria para 11.75.
Dado um histograma fcil obter a posio da mediana, pois esta est na posio em que passando
uma linha vertical por esse ponto o histograma fica dividido em duas partes com reas iguais.
198
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Como medida de localizao, a mediana mais resistente do que a mdia, pois no to sensvel aos
dados.
- Quando a distribuio simtrica, a mdia e a mediana coincidem.
- A mediana no to sensvel, como a mdia, s observaes que so muito maiores ou muito
menores do que as restantes (outliers). Por outro lado a mdia reflete o valor de todas as observaes.
Assim, no se pode dizer em termos absolutos qual destas medidas de localizao prefervel,
dependendo do contexto em que esto a ser utilizadas.
Exemplo: Os salrios dos 160 empregados de uma determinada empresa, distribuem-se de acordo
com a seguinte tabela de frequncias:
Moda: o valor que ocorre mais vezes numa distribuio, ou seja, o de maior efetivo e, portanto,
de maior frequncia. Define-se moda como sendo:o valor que surge com mais frequncia se os dados
so discretos, ou, o intervalo de classe com maior frequncia se os dados so contnuos. Assim, da
representao grfica dos dados, obtm-se imediatamente o valor que representa a moda ou a classe
modal. Esta medida especialmente til para reduzir a informao de um conjunto de dados qualitativos,
apresentados sob a forma de nomes ou categorias, para os quais no se pode calcular a mdia e por
vezes a mediana.
Para um conjunto de dados, define-se moda como sendo: o valor que surge com mais frequncia se
os dados so discretos, ou, o intervalo de classe com maior frequncia se os dados so contnuos. Assim,
da representao grfica dos dados, obtm-se imediatamente o valor que representa a moda ou a classe
modal.
199
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Esta medida especialmente til para reduzir a informao de um conjunto de dados qualitativos,
apresentados sob a forma de nomes ou categorias, para os quais no se pode calcular a mdia e por
vezes a mediana (se no forem susceptveis de ordenao).
49
61
67
57
54
56
55
56
61
60
51
52
54
62
56
52
67
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56
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54
54
52
52
51
49
200
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Questes
01. (SESP/MT Perito Oficial Criminal - Engenharia Civil/Engenharia Eltrica/Fsica/Matemtica
FUNCAB/2014) Determine a mediana do conjunto de valores (10, 11, 12, 11, 9, 8, 10, 11, 10, 12).
(A) 8,5
(B) 9
(C) 10,5
(D) 11,5
(E) 10
02. (Pref. Guaruj/SP SEDUC Professor de Matemtica CAIPIMES/2014) As massas de 5
amigos so 63,5; 70,3; 82,2; 59 e 71,5 quilogramas. A mdia e a mediana das massas so, respectivamente:
(A) 69,3 e 70,3 quilogramas.
(B) 172,25 e 82,2 quilogramas.
(C) 69,3 e 82,2 quilogramas.
(D) 172, 70,3 quilogramas.
03. (FUNDUNESP Auxiliar Administrativo VUNESP/2014) O grfico apresenta informaes sobre
o nmero mdio de anos de estudo da populao brasileira, com base na Pesquisa Nacional por Amostra
de Domiclios de 2011, publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE).
201
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
05. (IF/GO Assistente de Alunos UFG/2014) A tabela a seguir apresenta o ndice de desenvolvimento
humano (IDH) de alguns pases da Amrica Latina referente ao ano 2012.
Pases
Argentina
Bolvia
Brasil
Chile
Colmbia
Cuba
Mxico
Uruguai
Venezuela
IDH
0,811
0,645
0,730
0,819
0,719
0,780
0,775
0,792
0,758
0 |------- 5
5 |------ 10
10 |------ 15
15 |------ 20
20 |------ 25
25 |------ 30
1
7
15
9
3
2
202
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
O valor da Mediana :
(A) 1240
(B) 1500
(C) 1360
(D) 1600
(E) 1420
08. (Polcia Militar/SP Aluno Oficial VUNESP/2014) Na tabela, as letras q, p e m substituem as
alturas, relacionadas em ordem crescente, de seis alunos do Curso de Formao de Oficiais da Polcia
Militar avaliados em um exame biomtrico, sendo que, nessa tabela, letras iguais correspondem a alturas
iguais.
Nome
Gonalves
Camargo
Pacheco
Mendes
Santos
Ferreira
Sabendo-se que a moda, a mediana e a mdia aritmtica das alturas desses alunos so, respectivamente,
173 cm, 174,5 cm e 175,5 cm, pode-se concluir que a altura do aluno Ferreira igual, em centmetros, a
(A) 177.
(B) 178.
(C) 179.
(D) 180.
(E) 182.
09. (BNDES TCNICO ADMINISTRATIVO CESGRANRIO/2013) Considere o seguinte conjunto:
{15; 17; 21; 25; 25; 29; 33; 35}
A mdia, a mediana e a moda desse conjunto de dados so, respectivamente,
(A) 1, 2 e 3
(B) 5, 7 e 9
(C) 7, 9 e 5
(D) 25, 25 e 25
(E) 25, 27 e 29
(SEFAZ/RJ ANALISTA DE CONTROLE INTERNO CEPERJ/2013) Observe os nmeros
relacionados a seguir, e responda s questes de nmeros 10 e 11.
203
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Respostas
01. Resposta: C.
Coloquemos os valores em ordem crescente:
8, 9, 10, 10, 10, 11, 11, 11, 12, 12
Como a Mediana o elemento que se encontra no meio dos valores colocados em ordem crescente,
temos que:
02. Resposta: A.
A mdia :
Para verificar a mediana, basta colocar os valores em ordem crescente e verificar o elemento que se
encontra no meio deles:
59 63,5 70,3 71,5 82,2
03. Resposta: E.
Mdia das mulheres:
Mdia dos homens:
Assim, 88,8 84,6 = 4,2 meses
04. Resposta: C.
Pesos 1, 2 e 3, respectivamente. Pedro ficou sabendo que na 1. fase desse concurso sua nota foi 7,0
e que na 2. fase sua nota foi 4,0.
Sabendo-se que para ser aprovado a mdia aritmtica ponderada final tem que ser, no mnimo, 5
05. Resposta: C.
Vamos colocar os nmeros em ordem crescente:
0,645 0,719 0,730 0,758 0,775 0,780 0,792
O nmero que se encontra no meio 0,775 (Mxico).
06. Resposta: C.
Vamos calcular a mdia de cada classe:
* Classe 1: (0 + 5) / 2 = 5 / 2 = 2,5
2,5 . 1 = 2,5
* Classe 2: (5 + 10) / 2 = 15 / 2 = 7,5
7,5 . 7 = 52,5
* Classe 3: (10 + 15) / 2 = 25 / 2 = 12,5
12,5 . 15 = 187,5
* Classe 4: (15 + 20) / 2 = 35 / 2 = 17,5
17,5 . 9 = 157,5
* Classe 5: (20 + 25) / 2 = 45 / 2 = 22,5
204
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0,811
0,819
22,5 . 3 = 67,5
* Classe 6: (25 + 30) / 2 = 55 / 2 = 27,5
27,5 . 2 = 55
* Soma das mdias = 522,5
* Total de horas = 37h
Por final: 522,5 / 37 = 14,12
07. Resposta: C.
Colocando na ordem crescente:
1100;1200;1210;1250;1300;1420;1450;1500;1600;1980
A mediana o nmero que se encontra no meio. Nesse caso que tem 10 nmeros(par) a mdia do
5 e 6 nmeros:
08. Resposta: C.
* Se a moda 173 cm, ento q = 173 cm (Gonalves, Camargo e Pacheco).
* Se a mediana 174,5 cm, ento (q + p) / 2 = 174,5.
q + p = 174,5 . 2
q + p = 349 cm
* Se a mdia aritmtica 175,5 cm, ento:
205
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Definies:
A teoria da probabilidade o ramo da Matemtica que cria e desenvolve modelos matemticos
para estudar os experimentos aleatrios. Alguns elementos so necessrios para efetuarmos os clculos
probabilsticos.
- Experimentos aleatrios: fenmenos que apresentam resultados imprevisveis quando repetidos,
mesmo que as condies sejam semelhantes.
Exemplos:
a) lanamento de 3 moedas e a observao das suas faces voltadas para cima
b) jogar 2 dados e observar o nmero das suas faces
c) abrir 1 livro ao acaso e observar o nmero da suas faces.
- Espao amostral: conjunto de todos os resultados possveis de ocorrer em um determinado
experimento aleatrio. Indicamos esse conjunto por uma letra maiscula: U, S , A, ... variando de
acordo com a bibliografia estudada.
Exemplo:
a) quando lanamos 3 moedas e observamos suas faces voltadas para cima, sendo as faces da
moeda cara (c) e coroa (k), o espao amostral deste experimento :
S = {(c,c,c); (c,c,k); (c,k,k); (c,k,c); (k,k,k,); (k,c,k); (k,c,c); (k,k,c)}, onde o nmero de elementos do
espao amostral n(A) = 8
- Evento: qualquer subconjunto de um espao amostral (S); muitas vezes um evento pode ser
caracterizado por um fato. Indicamos pela letra E.
Exemplo:
a) no lanamento de 3 moedas:
E1 aparecer faces iguais
E1 = {(c,c,c);(k,k,k)}
O nmero de elementos deste evento E1 n(E1) = 2
E2 aparecer coroa em pelo menos 1 face
E2 = {(c,c,k); (c,k,k); (c,k,c); (k,k,k,); (k,c,k); (k,c,c); (k,k,c)}
Logo n(E2) = 7
Veremos agora alguns eventos particulares:
- Evento certo: que possui os mesmos elementos do espao amostral (todo conjunto subconjunto
de si mesmo); E = S.
E: a soma dos resultados nos 2 dados ser menor ou igual a 12.
- Evento impossvel: evento igual ao conjunto vazio.
E: o nmero de uma das faces de um dado ser 7.
E:
- Evento simples: evento que possui um nico elemento.
E: a soma do resultado de dois dados ser igual a 12.
E: {(6,6)}
- Evento complementar: se E um evento do espao amostral S, o evento complementar de E
indicado por C tal que C = S E. Ou seja, o evento complementar quando E no ocorre.
E1: o primeiro nmero, no lanamento de 2 dados, ser menor ou igual a 2.
E2: o primeiro nmero, no lanamento de 2 dados, ser maior que 2.
S: espao amostral dado na tabela abaixo:
206
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E: {(1,1), (1,2), (1,3), (1,4), (1,5), (1,6), (2,1), (2,2), (2,3) (2,4), (2,5), (2,6)}
Como, C = S E
C = {(3,1), (3,2), (3,3), (3,4), (3,5), (3,6), (4,1), (4,2), (4,3), (4,4), (4,5), (4,6), (5,1), (5,2), (5,3), (5,4),
(5,5), (5,6), (6,1), (6,2), (6,3), (6,4), (6,5), (6,6)}
- Eventos mutuamente exclusivos: dois ou mais eventos so mutuamente exclusivos quando a
ocorrncia de um deles implica a no ocorrncia do outro. Se A e B so eventos mutuamente exclusivos,
ento: A B = .
Sejam os eventos:
A: quando lanamos um dado, o nmero na face voltada para cima par.
A = {2,4,6}
B: quando lanamos um dado, o nmero da face voltada para cima divisvel por 5.
B = {5}
Os eventos A e B so mutuamente exclusivos, pois A B = .
Probabilidade em espaos equiprovveis
Considerando um espao amostral S, no vazio, e um evento E, sendo E S, a probabilidade de
ocorrer o evento E o nmero real P (E), tal que:
207
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Sendo n(S) o nmero de elementos do espao amostral, vamos dividir os dois membros da equao
por n(S) a fim de obter a probabilidade P (A U B).
P (A U B) = P(A) + P(B) P (A
B)
Exemplo:
A probabilidade de que a populao atual de um pas seja de 110 milhes ou mais de 95%. A
probabilidade de ser 110 milhes ou menos de 8%. Calcule a probabilidade de ser 110 milhes.
Sendo P(A) a probabilidade de ser 110 milhes ou mais: P(A) = 95% = 0,95
Sendo P(B) a probabilidade de ser 110 milhes ou menos: P(B) = 8% = 0,08
P (A B) = a probabilidade de ser 110 milhes: P (A B) = ?
P (A U B) = 100% = 1
Utilizando a regra da unio de dois eventos, temos:
P (A U B) = P(A) + P(B) P (A B)
1 = 0,95 + 0,08 - P (A B)
P (A B) = 0,95 + 0,08 + 1
P (A B) = 0,03 = 3%
Probabilidade condicional
Vamos considerar os eventos A e B de um espao amostral S, definimos como probabilidade condicional
do evento A, tendo ocorrido o evento B e indicado por P(A | B) ou
, a razo:
No entanto nem sempre chegar ao n(A B) nem sempre fcil dependendo do nosso espao amostral.
Lei Binomial de probabilidade
Vamos considerar um experimento que se repete n nmero de vezes. Em cada um deles temos:
P(E) = p , que chamamos de probabilidade de ocorrer o evento E com sucesso.
P( ) = 1 p , probabilidade de ocorrer o evento E com insucesso (fracasso).
A probabilidade do evento E ocorrer k vezes, das n que o experimento se repete dado por uma lei
binomial.
209
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Temos que:
n=4
k=3
210
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Questes
01. (ENEM - CESGRANRIO/2015) Em uma escola, a probabilidade de um aluno compreender e falar
ingls de 30%. Trs alunos dessa escola, que esto em fase final de seleo de intercmbio, aguardam,
em uma sala, serem chamados para uma entrevista. Mas, ao invs de cham-los um a um, o entrevistador
entra na sala e faz, oralmente, uma pergunta em ingls que pode ser respondida por qualquer um dos
alunos.
A probabilidade de o entrevistador ser entendido e ter sua pergunta oralmente respondida em ingls
(A) 23,7%
(B) 30,0%
(C) 44,1%
(D) 65,7%
(E) 90,0%
02. (ENEM - CESGRANRIO/2015) Uma competio esportiva envolveu 20 equipes com 10 atletas
cada. Uma denncia organizao dizia que um dos atletas havia utilizado substncia proibida.
Os organizadores, ento, decidiram fazer um exame antidoping. Foram propostos trs modos diferentes
para escolher os atletas que iro realiz-lo:
Modo I: sortear trs atletas dentre todos os participantes;
Modo II: sortear primeiro uma das equipes e, desta, sortear trs atletas;
Modo III: sortear primeiro trs equipes e, ento, sortear um atleta de cada uma dessas trs equipes.
Considere que todos os atletas tm igual probabilidade de serem sorteados e que P(I), P(II) e P(III)
sejam as probabilidades de o atleta que utilizou a substncia proibida seja um dos escolhidos para o
exame no caso do sorteio ser feito pelo modo I, II ou III. Comparando-se essas probabilidades, obtm-se
(A) P(I) < P(III) < P(II)
(B) P(II) < P(I) < P(III)
(C) P(I) < P(II) = P(III)
(D) P(I) = P(II) < P(III)
(E) P(I) = P(II) = P(III)
03. (ENEM - CESGRANRIO/2015) Em uma central de atendimento, cem pessoas receberam senhas
numeradas de 1 at 100. Uma das senhas sorteada ao acaso.
Qual a probabilidade de a senha sorteada ser um nmero de 1 a 20?
(A) 1/100
(B) 19/100
(C) 20/100
(D) 21/100
(E) 80/100
04. (Pref. Niteri Agente Fazendrio FGV/2015) O quadro a seguir mostra a distribuio das
idades dos funcionrios de certa repartio pblica:
Faixa de idades (anos)
20 ou menos
De 21 a 30
De 31 a 40
De 41 a 50
Mais de 50
Nmero de funcionrios
2
8
12
14
4
Escolhendo ao acaso um desses funcionrios, a probabilidade de que ele tenha mais de 40 anos :
(A) 30%;
(B) 35%;
(C) 40%;
(D) 45%;
(E) 55%.
05. (Pref. Niteri Fiscal de Posturas FGV/2015) Uma urna contm apenas bolas brancas e bolas
pretas. So vinte bolas ao todo e a probabilidade de uma bola retirada aleatoriamente da urna ser branca
211
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1/5.
Duas bolas so retiradas da urna sucessivamente e sem reposio.
A probabilidade de as duas bolas retiradas serem pretas :
(A) 16/25;
(B) 16/19;
(C) 12/19;
(D) 4/5;
(E) 3/5.
06. (TJ/RO Tcnico Judicirio FGV/2015) Um tabuleiro de damas tem 32 quadradinhos pretos e
32 quadradinhos brancos.
Modo II
Modo III
A equipe dele pode ser a primeira, a segunda ou a terceira a ser sorteada e a probabilidade dele ser o
sorteado na equipe 1/10
P(I)=P(II)=P(III)
03. Resposta: C.
A probabilidade de a senha sorteada ser um nmero de 1 a 20 20/100, pois so 20 nmeros entre
100.
213
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04. Resposta: D.
O espao amostral a soma de todos os funcionrio:
2 + 8 + 12 + 14 + 4 = 40
O nmero de funcionrio que tem mais de 40 anos : 14 + 4 = 18
Logo a probabilidade :
05. Resposta: C.
B = bolas brancas
T = bolas pretas
Total 20 bolas = S (espao amostral)
P(B) = 1/5
06. Resposta: E.
Como so 14 quadrinhos pretos na borda e 32 quadradinhos pertos, logo a probabilidade ser de:
07. Resposta: C.
A probabilidade calculada por
Assim,
08. Resposta: B.
6 / 60 = 0,1 = 10% de ter problema
Assim, se 10% tem problemas, ento 90% no apresentam problemas.
09. Resposta: C.
10. Resposta: A.
Como a primeira carta pode ser qualquer uma, as chances so certas ( 1 ). Aps, a segunda carta
precisa ser igual primeira, e s h 1 igual. Assim:
214
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ngulo Central:
- Da circunferncia: o ngulo cujo vrtice o centro da circunferncia;
- Do polgono: o ngulo, cujo vrtice o centro do polgono regular e cujos lados passam por
vrtices consecutivos do polgono.
ngulo Circunscrito: o ngulo, cujo vrtice no pertence circunferncia e os lados so tangentes a ela.
215
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ngulo Raso:
- o ngulo cuja medida 180;
- aquele, cujos lados so semirretas opostas.
ngulo Reto:
- o ngulo cuja medida 90;
- aquele cujos lados se apoiam em retas perpendiculares.
216
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ngulos Replementares: Dois ngulos so ditos replementares se a soma das suas medidas 360 .
ngulos Suplementares: Dois ngulos so ditos suplementares se a soma das suas medidas de dois
ngulos 180.
ngulos Opostos pelo Vrtice: Dois ngulos so opostos pelo vrtice se os lados de um so as respectivas semirretas opostas aos lados do outro.
217
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b)
c)
218
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b)
c)
d)
219
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08. Na figura, o ngulo x mede a sexta parte do ngulo y, mais a metade do ngulo z. Calcule y.
Respostas
01. Resposta
a) 55
b) 74
c) 33
02. Resposta: 130.
Imagine uma linha cortando o ngulo, formando uma linha paralela s retasaeb.
Fica ento decomposto nos ngulose.
Sendo assim, = 80e = 50, pois o ngulo igual ao complemento de 130 na reta b.
Logo, = 80 + 50 =130.
03.
a) 160 - 3x = x + 100
160 - 100 = x + 3x
60 = 4x
x = 60/4
x = 15
Ento 15+100 =115e 160-3*15 =115
b) 6x + 15 + 2x+ 5 = 180
6x + 2x = 180 -15 - 5
8x = 160
220
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x = 160/8
x = 20
Ento, 6*20+15 = 135e 2*20+5 =45
c) Sabemos que a figura tem 90.
Ento x + (x + 10) + (x + 20) + (x + 20) = 90
4x + 50 = 90
4x = 40
x = 40/4
x = 10
d) Sabemos que os ngulos laranja + verde formam 180, pois so exatamente a metade de um crculo.
Ento, 138 + x = 180
x = 180 - 138
x = 42
Logo, o ngulo x mede 42.
04. Resposta 22.500
Sabemos que 1 = 60 e 1 = 60, temos:
6.60 = 360 (multiplicamos os graus por 60 para converter em minutos).
360 + 15 = 375 (somamos os minutos)
375.60 = 22.500 (multiplicamos os minutos por 60 para converter em segundos).
Portanto 6 15 equivale a 22.500.
05. Resposta: 60.
- sendo x o ngulo, o seu suplemento 180 - x, ento pelo enunciado temos a seguinte equao:
(multiplicando em cruz)
2x = 180 - x
2x + x = 180
3x = 180
x = 180 : 3 = 60
06. Resposta:30.
- sendo x o ngulo, o seu complemento ser 90 x e o seu suplemento 180 x. Ento, temos:
90 - x =
(o 4 passa multiplicando o primeiro membro da equao)
4.(90 - x) = 180 - x (aplicando a distributiva)
360 - 4x = 180 - x
360 - 180 = - x + 4x
180 = 3x
x = 180 : 3 = 60
- o ngulo x mede 60, o seu complemento 90 - 60 = 30
07 Resposta: 35 e 55.
- do enunciado temos a seguintes figura:
221
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Ento:
x + x + 20 = 90
2x = 90 - 20
2x = 70
x = 70 : 2 = 35
- os ngulos so: 35 e 35 + 20 = 55
08 Resposta:135.
Na figura,o ngulo x mede a sexta parte do ngulo y,mais a metade do ngulo z. Calcule y.
Ento vale lembrar que:
x + y = 180entoy = 180 x.
E tambm como x e z so opostos pelo vrtice,x = z
E de acordo com a figura:o ngulo x mede a sexta parte do ngulo y,mais a metade do ngulo z.
Calcule y.
x = y/6 + z/2
Agora vamos substituir lembrando quey = 180 - xex = z
Ento:
x = 180 - x/6 + x/2 agora resolvendo fatorao:
6x = 180- x + 3x | 6x = 180 + 2x
6x 2x = 180
4x = 180
x=180/4
x=45
Agora achar y, sabendo que y = 180 - x
y=180 - 45
y=135.
09. Resposta:11; 159.
3m - 12 e m + 10, songulos opostos pelo vrticelogo so iguais.
3m - 12 = m + 10
3m - m = 10 + 12
2m = 22
m = 22/2
m = 11
m + 10 e n so ngulos suplementares logo a soma entre eles igual a 180.
(m + 10) + n = 180
(11 + 10) + n = 180
21 + n = 180
n = 180 - 21
n = 159
10. Resposta:45.
um ngulo oposto pelo vrtice, logo, so ngulos iguais.
POSIO RELATIVA ENTRE RETAS
- Retas concorrentes: duas retas so concorrentes quando se interceptam em um ponto. Observe
que a figura abaixo as retas c e d se interceptam no ponto B.
- Retas paralelas: so retas que por mais que se prolonguem nunca se encontram, mantm a mesma
222
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distncia e nunca se cruzam. O ngulo de inclinao de duas ou mais retas paralelas em relao a outra
sempre igual. Indicamos retas paralelas a e b por a // b.
- Retas coincidentes: duas retas so coincidentes se pertencem ao mesmo plano e possuem todos
os pontos em comum.
- Retas perpendiculares: so retas concorrentes que se cruzam num ponto formando entre si ngulos
de 90 ou seja ngulos retos.
TEOREMA DE TALES
- Feixe de paralelas: todo conjunto de trs ou mais retas e paralelas entre si.
- Transversal: qualquer reta que intercepta todas as retas de um feixe de paralelas.
- Teorema de Tales: Se duas retas so transversais de um feixe de retas paralelas ento a razo entre
as medidas de dois segmentos quaisquer de uma delas igual razo entre as medidas dos segmentos
correspondentes da outra.
r//s//t//u (// smbolo de paralelas); a e b so retas transversais. Ento, temos que os segmentos
correspondentes so proporcionais.
223
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Questes
01. Na figura abaixo, o valor de x :
(A) 1,2
(B) 1,4
(C) 1,6
(D) 1,8
(E) 2,0
02. Na figura abaixo, qual o valor de x?
(A) 3
(B) 4
(C) 5
(D) 6
(E) 7
224
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(A) 30 e 8
(B) 8 e 30
(C) 20 e 10
(D) 10 e 20
(E) 5 e 25
05. Na figura abaixo, qual o valor de x?
(A) 3
(B) 4
(C) 5
(D) 6
(E) 7
06. (PUC-RJ) Considere um tringulo ABC retngulo em A, onde
do ngulo A C. Quanto mede
?
(A) 42/5
(B) 21/10
(C) 20/21
(D) 9
(E) 8
225
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= 21 e
= 20.
a bissetriz
Respostas
01. Resposta: C.
5x = 2.4
5x = 8
x = 8 : 5 = 1,6
02. Resposta: B.
6.(2x 3) = 5(x + 2)
12x 18 = 5x + 10
12x 5x = 10 + 18
7x = 28
x = 28 : 7 = 4
03. Resposta: 06.
30x = 10.18
30x = 180
x = 180 : 30 = 6
04. Resposta: A.
3x = 45.2
3x = 90
x = 90 : 3 = 30
45y = 12.30
45y = 360
y = 360 : 45 = 8
05. Resposta: D.
(x 3). (x + 2) = x.(x 2)
x2 + 2x 3x 6 = x2 2x
-x 6 = - 2x
-x + 2x = 6 x = 6
06. Resposta: A.
Do enunciado temos um tringulo retngulo em A, o vrtice A do ngulo reto. B e C pode ser em
qualquer posio. E primeiro temos que determinar a hipotenusa.
Teorema de Pitgoras:
y2 = 212 + 202
226
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y2 = 441 + 400
y2 = 841
y = 841
y = 29
Pelo teorema da bissetriz interna:
H, de fato, unidades quase sem uso prtico, mas elas tm uma funo. Servem para que o sistema
tenha um padro: cada unidade vale sempre 10 vezes a unidade menor seguinte.
Por isso, o sistema chamado decimal.
E h mais um detalhe: embora o decmetro no seja til na prtica, o decmetro cbico muito usado
com o nome popular de litro.
As unidades de rea do sistema mtrico correspondem s unidades de comprimento da tabela anterior.
So elas: quilmetro quadrado (km2), hectmetro quadrado (hm2), etc. As mais usadas, na prtica, so
o quilmetro quadrado, o metro quadrado e o hectmetro quadrado, este muito importante nas atividades
rurais com o nome de hectare (h): 1 hm2 = 1 h.
No caso das unidades de rea, o padro muda: uma unidade 100 vezes a menor seguinte e no 10
vezes, como nos comprimentos. Entretanto, consideramos que o sistema continua decimal, porque 100
= 102.
Existem outras unidades de medida mas que no pertencem ao sistema mtrico decimal. Vejamos as
relaes entre algumas essas unidades e as do sistema mtrico decimal (valores aproximados):
1 polegada = 25 milmetros
1 milha = 1 609 metros
1 lgua = 5 555 metros
1 p = 30 centmetros
227
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A noo de capacidade relaciona-se com a de volume. Se o volume da gua que enche um tanque de
7.000 litros, dizemos que essa a capacidade do tanque. A unidade fundamental para medir capacidade
o litro (l); 1l equivale a 1 dm3.
Cada unidade vale 10 vezes a unidade menor seguinte.
O sistema mtrico decimal inclui ainda unidades de medidas de massa. A unidade fundamental o
grama(g).
Unidades de Massa e suas Transformaes
Nomenclatura:
Kg Quilograma
hg hectograma
dag decagrama
g grama
dg decigrama
cg centigrama
mg miligrama
Dessas unidades, s tm uso prtico o quilograma, o grama e o miligrama. No dia-a-dia, usa-se ainda
a tonelada (t).
Medidas Especiais:
1 Tonelada(t) = 1000 Kg
1 Arroba = 15 Kg
1 Quilate = 0,2 g
228
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Temos que:
1 kg = 1l = 1 dm3
1 hm2 = 1 ha = 10.000m2
1 m3 = 1000 l
Questes
01. (MP/SP Auxiliar de Promotoria I Administrativo VUNESP/2014) O suco existente em uma
jarra preenchia da sua capacidade total. Aps o consumo de 495 mL, a quantidade de suco restante na
jarra passou a preencher da sua capacidade total. Em seguida, foi adicionada certa quantidade de suco
na jarra, que ficou completamente cheia. Nessas condies, correto afirmar que a quantidade de suco
adicionada foi igual, em mililitros, a
(A) 580.
(B) 720.
(C) 900.
(D) 660.
(E) 840.
02. (PM/SP Oficial Administrativo VUNESP/2014) Em uma casa h um filtro de barro que contm,
no incio da manh, 4 litros de gua. Desse filtro foram retirados 800 mL para o preparo da comida e meio
litro para consumo prprio. No incio da tarde, foram colocados 700 mL de gua dentro desse filtro e, at
o final do dia, mais 1,2 litros foram utilizados para consumo prprio. Em relao quantidade de gua
que havia no filtro no incio da manh, pode-se concluir que a gua que restou dentro dele, no final do dia,
corresponde a uma porcentagem de
(A) 60%.
(B) 55%.
(C) 50%.
(D) 45%.
(E) 40%.
03. (UFPE Assistente em Administrao COVEST/2014) Admita que cada pessoa use,
semanalmente, 4 bolsas plsticas para embrulhar suas compras, e que cada bolsa composta de 3 g de
plstico. Em um pas com 200 milhes de pessoas, quanto plstico ser utilizado pela populao em um
ano, para embrulhar suas compras? Dado: admita que o ano formado por 52 semanas. Indique o valor
mais prximo do obtido.
(A) 108 toneladas
(B) 107 toneladas
(C) 106 toneladas
(D) 105 toneladas
(E) 104 toneladas
04. (PM/SP Oficial Administrativo VUNESP/2014) Uma chapa de alumnio com 1,3 m2 de rea
ser totalmente recortada em pedaos, cada um deles com 25 cm2 de rea. Supondo que no ocorra
nenhuma perda durante os cortes, o nmero de pedaos obtidos com 25 cm2 de rea cada um, ser:
(A) 52000.
(B) 5200.
229
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
(C) 520.
(D) 52.
(E) 5,2.
05. (CLIN/RJ - Gari e Operador de Roadeira - COSEAC/2015) Uma pea de um determinado tecido
tem 30 metros, e para se confeccionar uma camisa desse tecido so necessrios 15 decmetros. Com
duas peas desse tecido possvel serem confeccionadas:
(A) 10 camisas
(B) 20 camisas
(C) 40 camisas
(D) 80 camisas
06. (CLIN/RJ - Gari e Operador de Roadeira - COSEAC/2015) Um veculo tem capacidade para
transportar duas toneladas de carga. Se a carga a ser transportada de caixas que pesam 4 quilogramas
cada uma, o veculo tem capacidade de transportar no mximo:
(A) 50 caixas
(B) 100 caixas
(C) 500 caixas
(D) 1000 caixas
07. (PM/SP Oficial Administrativo VUNESP/2014) Um trecho de uma estrada com 5,6 km de
comprimento est sendo reparado. A empresa A, responsvel pelo servio, j concluiu do total a ser
reparado e, por motivos tcnicos, do trecho que ainda faltam reparar sero feitos por uma empresa B.
O nmero total de metros que a empresa A ainda ter que reparar
(A) 1920.
(B) 1980.
(C) 2070.
(D) 2150.
(E) 2230.
Respostas
01. Resposta: B.
Vamos chamar de x a capacidade total da jarra. Assim:
15x 4x = 9900
11x = 9900
x = 9900 / 11
x = 900 mL (capacidade total)
Como havia 1/5 do total (1/5 . 900 = 180 mL), a quantidade adicionada foi de 900 180 = 720 mL
02. Resposta: B.
4 litros = 4000 ml; 1,2 litros = 1200 ml; meio litro = 500 ml
4000 800 500 + 700 1200 = 2200 ml (final do dia)
Utilizaremos uma regra de trs simples:
ml
%
4000 ------- 100
2200 ------- x
4000.x = 2200 . 100
x = 220000 / 4000 = 55%
230
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03. Resposta: D.
4 . 3 . 200000000 . 52 = 1,248 .
g = 1,248 .
04. Resposta: C.
1,3 m2 = 13000 cm2 (.1000)
13000 / 25 = 520 pedaos
05. Resposta: C.
Como eu quero 2 peas desse tecido e 1 pea possui 30 metros logo:
30 . 2 = 60 m. Temos que trabalhar com todas na mesma unidade: 1 m 10dm assim temos 60m . 10
= 600 dm, como cada camisa gasta um total de 15 dm, temos ento:
600/15 = 40 camisas.
06. Resposta: C.
Uma tonelada(ton) 1000 kg, logo 2 ton. 1000kg= 2000 kg
Cada caixa pesa 4kg 2000 kg/ 4kg = 500 caixas.
07. Resposta: A.
Primeiramente, vamos transformar Km em metros: 5,6 Km = 5600 m (.1000)
Faltam
do total, ou seja,
Decimais
Desse grupo, o sistema hora minuto segundo, que mede intervalos de tempo, o mais conhecido.
A unidade utilizada como padro no Sistema Internacional (SI) o segundo.
1h 60 minutos 3 600 segundos
Para passar de uma unidade para a menor seguinte, multiplica-se por 60.
Exemplo:
0,3h no indica 30 minutos nem 3 minutos, quantos minutos indica 0,3 horas?
1 hora
0,3
60 minutos
x
231
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A) 1 h 50 min + 30 min
Hora
Minutos
50
30
80
Observe que ao somar 50 + 30, obtemos 80 minutos, como sabemos que 1 hora tem 60 minutos,
temos, ento acrescentamos a hora +1, e subtramos 80 60 = 20 minutos, o que resta nos minutos:
Hora
1
+
1
+1
Minutos
50
30
80
-60
20
Minutos
20
30
Observe que no podemos subtrair 20 min de 30 min, ento devemos passar uma hora (+1) dos 2 para
a coluna minutos.
Hora
-1
2
Minutos
+60
20
-1
30
Minutos
80
30
50
232
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02. (SAAE/SP Auxiliar de Manuteno Geral VUNESP/2014) A tabela a seguir mostra o tempo,
aproximado, que um professor leva para elaborar cada questo de matemtica.
Questo (dificuldade)
Fcil
Mdia
Difcil
Muito difcil
Tempo (minutos)
8
10
15
20
233
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03. Resposta: B.
15 h 40 2 h 15 50 min = 12 h 35min
Medidas de ngulos e suas Transformaes
Para medir ngulos, tambm temos um sistema no decimal. Nesse caso, a unidade bsica o grau.
Na astronomia, na cartografia e na navegao so necessrias medidas inferiores a 1. Temos, ento:
1 grau equivale a 60 minutos (1 = 60)
1 minuto equivale a 60 segundos (1 = 60)
Os minutos e os segundos dos ngulos no so, claro, os mesmos do sistema de tempo hora,
minuto e segundo. H uma coincidncia de nomes, mas at os smbolos que os indicam so diferentes:
1h 32min 24s um intervalo de tempo ou um instante do dia.
1 32 24 a medida de um ngulo.
Por motivos bvios, clculos no sistema hora minuto segundo so similares a clculos no sistema
grau minuto segundo, embora esses sistemas correspondam a grandezas distintas.
UNIDADES DE MEDIDA VELOCIDADE
A velocidade de um corpo dada pela relao entre o deslocamento de um corpo em determinado
tempo. Pode ser considerada a grandeza que mede o quo rpido um corpo se desloca.
Segundo o S.I (Sistema Internacional de medidas) as unidades mais utilizadas para se medir a
velocidade Km/h (Quilmetro por hora) e o m/s (metro por segundo).
Quando ouvimos que carro se desloca a uma velocidade de 20 km/h, isto significa que ele percorre 20
km em 1 hora.
Muitas questes pedem para que passemos de km/h para m/s, para efetuarmos essa transformao,
basta utilizarmos o que segue na figura abaixo:
Exemplo:
Um carro mantm uma velocidade constante de 72 km/h. Em uma hora e dez minutos ele percorre,
em quilmetros, a distncia de:
(A) 79,2
(B) 80
(C) 82,4
(D) 84
(E) 90
Sabemos que o carro percorre 72 km em 1 hora, o enunciado nos pede que calculemos a distncia
percorrida em 1 hora e 10 min. Como temos hora e minutos, vamos transformar tudo em minutos:
1 hora = 60 minutos
234
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Tempo (min)
72
60
70
72 . 70 = 60 . x x = 5040 / 60 x = 84 km.
Resposta C.
PERMETRO E REA DAS FIGURAS PLANAS
Permetro: a soma de todos os lados de uma figura plana.
Exemplo:
Permetro = 10 + 10 + 9 + 9 = 38 cm
Permetros de algumas das figuras planas:
235
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2. Paralelogramo
- sendo b a base e h a altura:
3. Trapzio
- sendo B a base maior, b a base menor e h a altura:
4. Losango
- sendo D a diagonal maior e d a diagonal menor:
5. Quadrado
- sendo l o lado:
236
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6. Tringulo: essa figura tem 6 frmulas de rea, dependendo dos dados do problema a ser resolvido.
I) sendo dados a base b e a altura h:
III) sendo dados as medidas de dois lados e o ngulo formado entre eles:
V) circunferncia inscrita:
Questes
01. A rea de um quadrado cuja diagonal mede
(A) 12
(B) 13
(C) 14
cm , em cm2, igual a:
237
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(D) 15
(E) 16
02. (BDMG - Analista de Desenvolvimento FUMARC/2011) Corta-se um arame de 30 metros em
duas partes. Com cada uma das partes constri-se um quadrado. Se S a soma das reas dos dois
quadrados, assim construdos, ento o menor valor possvel para S obtido quando:
(A) o arame cortado em duas partes iguais.
(B) uma parte o dobro da outra.
(C) uma parte o triplo da outra.
(D) uma parte mede 16 metros de comprimento.
03. (TJM-SP - Oficial de Justia VUNESP/2011) Um grande terreno foi dividido em 6 lotes
retangulares congruentes, conforme mostra a figura, cujas dimenses indicadas esto em metros.
Sabendo-se que o permetro do terreno original, delineado em negrito na figura, mede x + 285, concluise que a rea total desse terreno , em m2, igual a:
(A) 2 400.
(B) 2 600.
(C) 2 800.
(D) 3000.
(E) 3 200.
04. (TRT/4 REGIO - Analista Judicirio - rea Judiciria FCC/2011) Ultimamente tem havido
muito interesse no aproveitamento da energia solar para suprir outras fontes de energia. Isso fez com
que, aps uma reforma, parte do teto de um salo de uma empresa fosse substituda por uma superfcie
retangular totalmente revestida por clulas solares, todas feitas de um mesmo material. Considere que:
- clulas solares podem converter a energia solar em energia eltrica e que para cada centmetro
quadrado de clula solar que recebe diretamente a luz do sol gerada 0,01 watt de potncia eltrica;
- a superfcie revestida pelas clulas solares tem 3,5m de largura por 8,4m de comprimento.
Assim sendo, se a luz do sol incidir diretamente sobre tais clulas, a potncia eltrica que elas sero
capazes de gerar em conjunto, em watts, :
(A) 294000.
(B) 38200.
(C) 29400.
(D) 3820.
(E) 2940.
05. (CPTM - Mdico do trabalho MAKIYAMA/2011) Um terreno retangular de permetro 200m est
venda em uma imobiliria. Sabe-se que sua largura tem 28m a menos que o seu comprimento. Se o
metro quadrado cobrado nesta regio de R$ 50,00, qual ser o valor pago por este terreno?
(A) R$ 10.000,00.
(B) R$ 100.000,00.
(C) R$ 125.000,00.
(D) R$ 115.200,00.
(E) R$ 100.500,00.
06. Uma pessoa comprou 30 m2 de piso para colocar em uma sala retangular de 4 m de largura, porm,
ao medir novamente a sala, percebeu que havia comprado 3,6 m2 de piso a mais do que o necessrio. O
permetro dessa sala, em metros, de:
(A) 21,2.
(B) 22,1.
238
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(C) 23,4.
(D) 24,3.
(E) 25,6
07. (Pref. Mogeiro/PB - Professor Matemtica EXAMES/2011) A pipa, tambm conhecida como
papagaio ou quadrado, foi introduzida no Brasil pelos colonizadores portugueses no sculo XVI. Para
montar a pipa, representada na figura, foram utilizados uma vareta de 40 cm de comprimento, duas
varetas de 32 cm de comprimento, tesoura, papel de seda, cola e linha.
As varetas so fixadas conforme a figura, formando a estrutura da pipa. A linha passada em todas
as pontas da estrutura, e o papel colado de modo que a extremidade menor da estrutura da pipa fique
de fora.
Na figura, a superfcie sombreada corresponde ao papel de seda que forma o corpo da pipa. A rea
dessa superfcie sombreada, em centmetros quadrados, :
(A) 576.
(B) 704.
(C) 832.
(D) 1 150.
(E) 1 472.
08. (TJ/SP Escrevente Tcnico Judicirio VUNESP/2014) Para efeito decorativo, um arquiteto
dividiu o piso de rascunho um salo quadrado em 8 regies com o formato de trapzios retngulos
congruentes (T), e 4 regies quadradas congruentes (Q), conforme mostra a figura:
Se a rea de cada regio com a forma de trapzio retngulo igual a 24 m, ento a rea total
desse piso , em m, igual a
(A) 324
(B) 400
(C) 225
(D) 256
(E) 196
Respostas
[Link]: C.
Sendo l o lado do quadrado e d a diagonal:
239
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02. Resposta: A.
- um quadrado ter permetro x
o lado ser
e o outro quadrado ter permetro 30 x
o lado ser
S = S1 + S2
S=l+l1
sendo uma equao do 2 grau onde a = 2/16; b = -60/16 e c = 900/16 e o valor de x ser o x do vrtice
que e dado pela frmula:
, ento:
logo
l = 15 e l1 = 30 15 = 15.
03. Resposta: D.
Observando a figura temos que cada retngulo tem lados medindo x e 0,8x:
Permetro = x + 285
8.0,8x + 6x = x + 285
6,4x + 6x x = 285
11,4x = 285
240
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x = 285:11,4
x = 25
Sendo S a rea do retngulo:
S= b.h
S= 0,8x.x
S = 0,8x2
Sendo St a rea total da figura:
St = 6.0,8x2
St = 4,8.252
St = 4,8.625
St = 3000
04. Resposta: E.
Retngulo com as seguintes dimenses:
Largura: 3,5 m = 350 cm
Comprimento: 8,4 m = 840 cm
A = 840.350
A = 294.000 cm2
Potncia = 294.000.0,01 = 2940
05. Resposta: D.
Comprimento: x
Largura: x 28
Permetro = 200
x + x + x 28 + x 28 = 200
4x 56 = 200
4x = 200 + 56
x = 256 : 4
x = 64
Comprimento: 64
Largura: 64 28 = 36
rea: A = 64.36 = 2304 m2
Preo = 2304.50,00 = 115.200,00
06. Resposta: A.
Do enunciado temos que foram comprados 30 m2 de piso e que a sala tem 4 m de largura. Para saber
o permetro temos que calcular o comprimento desta sala.
- houve uma sobra de 3,6 m2, ento a rea da sala :
A = 30 3,6
A = 26,4 m2
- sendo x o comprimento:
x.4 = 26,4
x = 26,4 : 4
x = 6,6 m (este o comprimento da sala)
- o permetro (representado por 2p na geometria) a soma dos 4 lados da sala:
2p = 4 + 4 + 6,6 + 6,6 = 21,2 m
07. Resposta: C.
A rea procurada igual a rea de um tringulo mais a rea de um retngulo.
A = AT + AR
A=
A = 320 + 512 = 832
241
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08. Resposta: D.
O destaque da figura corresponde a base maior do nosso trapzio, e podemos perceber que equivale
a 2x e a base menor x, portanto:
X=16
Substituindo: Atotal =4x 4x=16x=1616=256 m
I- Crculo:
Quem primeiro descreveu a rea de um crculo foi o matemtico grego Arquimedes (287/212 a.C.), de
Siracusa, mais ou menos por volta do sculo II antes de Cristo. Ele concluiu que quanto mais lados tem
um polgono regular mais ele se aproxima de uma circunferncia e o aptema (a) deste polgono tende ao
raio r. Assim, como a frmula da rea de um polgono regular dada por A = p.a (onde p semipermetro
e a o aptema), temos para a rea do crculo
, ento temos:
242
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Questes
01. (SEDUC/RJ Professor Matemtica CEPERJ/2011) A figura abaixo mostra trs crculos,
cada um com 10 cm de raio, tangentes entre si.
Considerando
(A) 320.
(B) 330.
(C) 340.
(D) 350.
(E) 360.
243
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244
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Respostas
01. Resposta: B.
Unindo os centros das trs circunferncias temos um tringulo equiltero de lado 2r ou seja l = 2.10 =
20 cm. Ento a rea a ser calculada ser:
02. Resposta: A.
A frmula do comprimento de uma circunferncia C = 2.r, Ento:
C = 20
2.r = 20
245
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r = 10 cm
A = .r2
A = .102
A = 100 cm2
03. Resposta: D.
Primeiro calculamos a rea do retngulo (A = b.h)
Aret = 24,8.20
Aret = 496 m2
[Link] = .Aret
4.r2 = .496
4.3,1.r2 =
12,4.r2 = 198,4
r2 = 198,4 : 12, 4
r2 = 16
r=4
d = 2r =2.4 = 8
04. Resposta: E.
OA = 10 cm (R = raio da circunferncia maior), OB = 8 cm (r = raio da circunferncia menor). A rea
hachurada parte de uma coroa circular que dada pela frmula Acoroa = (R2 r2).
Acoroa = 3,14.(102 82)
Acoroa = 3,14.(100 64)
Acoroa = 3,14.36 = 113,04 cm2
- como o ngulo dado 30
360 : 30 = 12 partes iguais.
Ahachurada = 113,04 : 12 = 9,42 cm2
05. Resposta: D.
A rea de papelo no aproveitado igual a rea do quadrado menos a rea de 9 crculos. Sendo que
a rea do quadrado A = L2 e a rea do crculo A = .r2. O lado L do quadrado, pela figura dada, igual
a 6 raios do crculo. Ento:
06. Resposta: C.
A rea da regio sombreada igual a rea do quadrado menos da rea do crculo (setor com ngulo
de 90).
246
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) cm2.
TRINGULOS
Tringulo um polgono de trs lados. o polgono que possui o menor nmero de lados. o nico
polgono que no tem diagonais. Todo tringulo possui alguns elementos e os principais so: vrtices,
lados, ngulos, alturas, medianas e bissetrizes.
1. Vrtices: A, B e C.
2. Lados:
,
e
.
3. ngulos internos: a, b e c.
Altura: um segmento de reta traada a partir de um vrtice de forma a encontrar o lado oposto ao
vrtice formando um ngulo reto.
uma altura do tringulo.
247
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uma mediana.
Bissetriz: a semi-reta que divide um ngulo em duas partes iguais. O ngulo est dividido ao meio
e neste caso = .
ngulo Externo: formado por um dos lados do tringulo e pelo prolongamento do lado adjacente a
este lado, na figura so , e (na cor em destaque).
Classificao
O tringulo pode ser classificado de duas maneiras:
1- Quanto aos lados:
Tringulo Equiltero: Os trs lados tm medidas iguais, m(
iguais.
) = m(
) = m(
) = m(
) m(
) e os trs ngulos
) m(
) e os trs
Tringulo Obtusngulo: Um ngulo interno obtuso, isto , possui um ngulo com medida maior do
que 90.
a + b + c = 180
2- ngulos Externos: Consideremos o tringulo ABC onde as letras minsculas representam os
ngulos internos e as respectivas letras maisculas os ngulos externos. Temos que em todo tringulo
cada ngulo externo igual soma de dois ngulos internos apostos.
Semelhana de tringulos
Dois tringulos so semelhantes se tiverem, entre si, os lados correspondentes proporcionais e os
ngulos congruentes (iguais).
e=
249
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Critrios de semelhana
1- Dois ngulos congruentes: Se dois tringulos tem, entre si, dois ngulos correspondentes
congruentes iguais, ento os tringulos so semelhantes.
2- Dois lados congruentes: Se dois tringulos tem dois lados correspondentes proporcionais e os
ngulos formados por esses lados tambm so congruentes, ento os tringulos so semelhantes.
250
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(A) 30
(B) 40
(C) 50
(D) 60
(E) 70
02. Na figura abaixo
, a medida do ngulo D B :
(A) 34
(B) 72
(C) 36
(D) 45
(E) 30
03. Na figura seguinte, o ngulo A C reto. O valor em graus do ngulo C D igual a:
(A) 120
(B) 110
(C) 105
(D) 100
(E) 95
251
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(A) 0,70
(B) 0,75
(C) 0,80
(D) 0,85
(E) 0,90
05. Em uma cidade do interior, noite, surgiu um objeto voador no identificado, em forma de disco,
que estacionou a aproximadamente 50 m do solo. Um helicptero do Exrcito, situado a aproximadamente
30 m acima do objeto iluminou-o com um holofote, conforme mostra a figura seguinte. A sombra projetada
pelo disco no solo tinha em torno de 16 m de dimetro.
Sendo assim, pode-se concluir que a medida, em metros, do raio desse disco-voador aproximadamente:
(A) 3
(B) 4
(C) 5
(D) 6
(E) 7
Respostas
01. Resposta: B.
Da figura temos que 3x um ngulo externo do tringulo e, portanto, igual soma dos dois internos
opostos, ento:
3x = x + 80
3x x = 80
2x = 80
x = 80 : 2
x = 40
02. Resposta: C.
Na figura dada, temos trs tringulos: ABC, ACD e BCD. Do enunciado AB = AC, o tringulo ABC tem
dois lados iguais, ento ele issceles e tem dois ngulos iguais:
A B = A C = x. A soma dos trs ngulos igual a 180.
36 + x + x = 180
252
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2x = 180 - 36
2x = 144
x = 144 : 2
x = 72
Logo: A B = A C = 72
Tambm temos que CB = CD, o tringulo BCD issceles:
C D = C B = 72, sendo y o ngulo D B, a soma igual a 180.
72 + 72 + y = 180
144 + y = 180
y = 180 - 144
y = 36
03. Resposta: D.
Na figura temos trs tringulos. Do enunciado o ngulo A C = 90 (reto).
O ngulo B C = 30 A B = 60.
(multiplicando em cruz)
3x = 1.(3 x)
3x = 3 x
3x + x = 3
4x = 3
x=
x = 0,75
05. Resposta: A.
Da figura dada, podemos observar os seguintes tringulos:
253
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Os tringulos ABC e ADE so issceles. A altura divide as bases em duas partes iguais. E esses dois
tringulos so semelhantes, pois os dois ngulos das bases de cada um so congruentes. Ento:
8r = 8.3
r=3m
FIGURAS SIMTRICAS
Observando as figuras abaixo, se a dobrarmos ao longo do segmento e, as duas partes obtidas vo
se sobrepor. Toda vez que isso acontece dizemos que a figura simtrica e o segmento e que a divide
o eixo de simetria
-Tipos de Simetria
H vrios tipos de simetria, umas das que mais vemos no nosso dia-a-dia so a:
254
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1) Axial;
2) Reflexo;
3) Rotao;
4) Translao;
5) Reflexes com deslizamento.
Vejamos cada um deles
1) Axial: aquela que possui eixos simtricos. Como tratamos acima.
Exemplos:
3) Rotao: a transformao pela qual a imagem de uma figura obtida ao rotacion-la em, torno
de um ponto O imaginrio. O ngulo de rotao pode ser no sentido horrio ou anti-horrio. Quando o
giro em uma simetria de rotao for de 180, no sentido horrio ou anti-horrio, dizemos que esse um
caso de simetria central.
Exemplos:
Rotao de uma seta AB em torno do centro O, com um ngulo de giro
4) Translao: a transformao de uma figura que sofre um deslocamento de acordo com a distncia,
direo e sentido, sem alterar seu tamanho, forma ou proporo.
Exemplos:
255
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
Cada eixo de simetria divide o tringulo equiltero em duas partes idnticas que se sobrepem
256
1195599 E-book gerado especialmente para ACAIO FRANCISCO VALENTE
A linha de dobra um dos eixos de simetria do tringulo. Observe que os ngulos e se sobrepem
perfeitamente.
Da, b = c.
Os ngulos e se sobrepem perfeitamente, ou seja, a = c.
Se b = c e a = c, temos que a = b = c.
Com isso conclumos que os trs ngulos internos de um tringulo so congruentes.
Questes
01. (Fesp-RJ) Se a soma dos lados de um tringulo equiltero menor do que 17 cm e maior do que
13 cm e a medida de seus lados um nmero inteiro, o lado desse tringulo mede:
(A) 3 cm
(B) 4 cm
(C) 5 cm
(D) 6 cm
02. Quantos eixos de simetria tem a figura?
257
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03. Resposta: C
RELAES MTRICAS NO TRINGULO RETNGULO
Na figura abaixo temos um tringulo retngulo cuja hipotenusa a base e h a altura relativa a essa
hipotenusa:
Sendo:
A= hipotenusa
b e c = catetos
h= altura
m e n = projees do catetos
Por semelhana de tringulos temos quatro relaes mtricas vlidas somente para tringulos
retngulos que so:
I) Teorema de Pitgoras: O quadrado da hipotenusa igual soma dos quadrados dos catetos.
HIP2 = CAT2 + CAT2
II) O quadrado de um cateto igual ao produto da hipotenusa pela projeo do cateto.
CAT2 = [Link]
III) O quadrado da altura igual ao produto das projees dos catetos.
ALT2 = [Link]
IV) O produto da hipotenusa pela altura igual ao produto dos catetos.
[Link] = [Link]
Questes
01. A rea de um tringulo retngulo 12 dm2. Se um dos catetos 2/3 do outro, calcule a medida da
hipotenusa desse tringulo.
02. (UEL) Pedrinho no sabia nadar e queria descobrir a medida da parte mais extensa (AC) da Lagoa
Funda. Depois de muito pensar, colocou 3 estacas nas margens da lagoa, esticou cordas de A at B e
de B at C, conforme figura abaixo. Medindo essas cordas, obteve: AB = 24 m e BC = 18 m. Usando seus
conhecimentos matemticos, Pedrinho concluiu que a parte mais extensa da lagoa mede:
258
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(A) 30
(B) 28
(C) 26
(D) 35
(E) 42
03. Em um tringulo retngulo a hipotenusa mede 10 cm e um dos catetos mede 6 cm, pede-se
determinar as medidas do outro cateto, a altura e as projees dos catetos.
04. Em um tringulo ABC, figura a seguir, as medianas que partem de A e de B so perpendiculares.
Se BC = 8 e AC = 6, o valor de AB :
(A)
(B)
(C)
(D)
(E)
3 6
4 3
12 7
2 5
4 2
02. Resposta: A.
Pelo teorema de Pitgoras:
259
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[Link] 8 cm
Do enunciado um cateto mede 6 cm e a hipotenusa 10 cm, pelo teorema de Pitgoras:
102 = x2 + 62
100 = x2 + 36
100 36 = x2
x2 = 64
x = 64
x = 8 cm
04. Resposta: D.
Mediana divide o lado oposto em duas partes iguais.
Teorema de Pitgoras:
a2 = 82 + 62
a2 = 64 + 36
a2 = 100
260
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a = 100
a = 10 cm
[Link] = [Link]
10.h = 8.6
10h = 48
h = 48 : 10 = 4,8 cm
CAT2 = [Link]
62 = 10.n
36 = 10 n
n = 36 : 10 = 3,6 cm
82 = 10.m
64 = 10m
m = 64 : 10 = 6,4 cm
RELAES MTRICAS EM UM TRINGULO QUALQUER
1- Lado oposto a um ngulo agudo do Triangulo.
Temos a seguinte relao: Num tringulo qualquer, o quadrado da medida do lado a um ngulo agudo
igual soma dos quadrados das medidas dos outros dois lados menos duas vezes o produto de um
desses lados pela medida da projeo do outro lado sobre ele.
261
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h = m . n
b = m . a
c = a . n
b.c=a.h
Natureza dos Tringulos
Quantos aos ngulos, um tringulo pode ser classificado em Acutngulo (tem os trs ngulos agudos),
Obtusngulo (tem um ngulo obtuso) e Retngulo (tem um ngulo reto).
Sendo a, b e c os trs lados de um tringulo e, a o maior lado, temos:
I) a2 = b2 + c2 o tringulo retngulo (Teorema de Pitgoras).
II) a2 < b2 + c2 o tringulo acutngulo.
III) a2 > b2 + c2 o tringulo obtusngulo.
Questes
01. Na figura abaixo, o valor de x :
(A)10
(B)11
(C)12
(D)13
(E)14
02. O valor de x na figura seguinte :
(A)10,775
(B)10
(C)11,775
(D)11
(E)12
03. O valor de x na figura abaixo :
(A)142
(B)152
(C)162
(D)172
(E)182
262
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(A) 1
(B) 2
(C) 3
(D) 4
(E) 5
05. Um tringulo tem lados medindo 10 cm, 4 cm e 9 cm. Esse tringulo :
(A) Issceles
(B) Equiltero
(C) Acutngulo
(D) Retngulo
(E) Obtusngulo
06. Os lados de um tringulo so iguais a 13, 5 e 12. Esse tringulo :
(A) Issceles
(B) Acutngulo
(C) Equiltero
(D) Retngulo
(E) Obtusngulo
Respostas
01. Resposta: C.
x2 = 82 + 102 2.8.1,25
x2 = 64 + 100 20
x2 = 144
x =144
x = 12
02. Resposta: A.
152 = 202 + 162 2.20.x
115 = 400 + 256 40x
40x = 656 225
40x = 431
x = 431 : 40
x = 10,775
03. Resposta: B.
x2 = 122 + 92 + 2.12.9,375
x2 = 144 + 81 + 225
x2 = 450
x =450 (dividindo 450 por 2 obtemos 225 que tem raiz exata e 15)
x = 225.2
x = 152
04. Resposta: A.
72 = 42 + 52 + 2.4.x
49 = 16 + 25 + 8x
49 16 25 = 8x
8x = 8
263
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x=8:8
x=1
05. Resposta: E.
O maior lado do tringulo 10 cm, ento:
102 = 100
42 + 92 = 16 + 81 = 97
100 > 97 tringulo obtusngulo.
06. Resposta: D.
O maior lado do tringulo 13, ento:
132 = 169
52 + 122 = 25 + 144 = 169
169 = 169 tringulo retngulo (Teorema de Pitgoras)
CIRCUNFERNCIA E CRCULO
Circunferncia: A circunferncia o lugar geomtrico de todos os pontos de um plano que esto
localizados a uma mesma distncia r de um ponto fixo denominado o centro da circunferncia. Esta talvez
seja a curva mais importante no contexto das aplicaes.
Crculo: (ou disco) o conjunto de todos os pontos de um plano cuja distncia a um ponto fixo O
menor ou igual que uma distncia r dada. Quando a distncia nula, o crculo se reduz a um ponto. O
crculo a reunio da circunferncia com o conjunto de pontos localizados dentro da mesma. No grfico
acima, a circunferncia a linha de cor verde escuro que envolve a regio verde claro, enquanto o crculo
toda a regio pintada de verde reunida com a circunferncia.
Pontos interiores de um crculo e exteriores a um crculo
Pontos interiores: Os pontos interiores de um crculo so os pontos do crculo que no esto na
circunferncia.
segmentos de reta
so cordas.
Dimetro: Dimetro de uma circunferncia (ou de um crculo) uma corda que passa pelo centro
da circunferncia. Observamos que o dimetro a maior corda da circunferncia. Na figura abaixo, o
segmento de reta
um dimetro.
Reta externa (ou exterior): uma reta que no tem ponto em comum com a circunferncia. Na figura
abaixo a reta t externa.
Se uma reta s, secante a uma circunferncia de centro O, intercepta a circunferncia em dois pontos
distintos A e B, a perpendicular s retas que passam pelo centro O da circunferncia, passa tambm pelo
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Seja OP um raio de uma circunferncia, onde O o centro e P um ponto da circunferncia. Toda reta
perpendicular ao raio OP tangente circunferncia no ponto de tangncia P.
Ao traar uma reta ligando os centros de duas circunferncias no plano, esta reta separa o plano em
dois semi-planos. Se os pontos de tangncia, um em cada circunferncia, esto no mesmo semi-plano,
temos uma reta tangente comum externa. Se os pontos de tangncia, um em cada circunferncia, esto
em semi-planos diferentes, temos uma reta tangente comum interna.
Circunferncias internas: Uma circunferncia C1 interna a uma circunferncia C2, se todos os
pontos do crculo C1 esto contidos no crculo C2. Uma circunferncia externa outra se todos os seus
pontos so pontos externos outra.
Circunferncias concntricas: Duas ou mais circunferncias com o mesmo centro, mas com raios
diferentes so circunferncias concntricas.
Circunferncias tangentes: Duas circunferncias que esto no mesmo plano, so tangentes uma
outra, se elas so tangentes mesma reta no mesmo ponto de tangncia.
266
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As circunferncias so tangentes externas uma outra se os seus centros esto em lados opostos da
reta tangente comum e elas so tangentes internas uma outra se os seus centros esto do mesmo lado
da reta tangente comum.
Circunferncias secantes: so aquelas que possuem somente dois pontos distintos em comum.
267
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O ngulo excntrico interno determina na circunferncia dois arcos AB e CD e sua medida igual
metade da soma dos dois arcos.
ngulo Excntrico Externo: formado por duas retas secantes circunferncia.
Questes
01. O valor de x na figura abaixo :
(A) 90
(B) 92
(C) 96
(D) 98
(E) 100
268
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(A) 30
(B) 45
(C) 60
(D) 35
(E) 25
03. Na figura seguinte, a medida do ngulo x, em graus, :
(A) 80
(B) 82
(C) 84
(D) 86
(E) 90
04. A medida do arco x na figura abaixo :
(A) 15
(B) 20
(C) 25
(D) 30
(E) 45
05. Uma reta tangente a uma circunferncia quando:
(A) tem dois pontos em comum.
(B) tem trs pontos em comum.
(C) no tem ponto em comum.
(D) tem um nico ponto em comum.
(E) nda
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Respostas
01. Resposta: B.
O ngulo dado na figura (46) um ngulo inscrito, portanto igual metade do arco x:
x = 46.2
x = 92
02. Resposta: D.
O ngulo da figura um ngulo excntrico externo, portanto igual metade da diferena dos dois
arcos dados.
03. Resposta: C.
O ngulo x um ngulo excntrico interno, portanto igual metade da soma dos dois arcos.
04. Resposta: A.
O ngulo de 55 um ngulo excntrico interno, portanto igual metade da soma dos dois arcos.
05. Resposta: D.
Questo terica
CICLO TRIGONOMTRICO
Dada uma circunferncia trigonomtrica contendo o ponto A=(1,0) e um nmero real x, existe sempre
um arco orientado AM sobre esta circunferncia, cuja medida algbrica corresponde a x radianos.
Seno: No plano cartesiano, consideremos uma circunferncia trigonomtrica, de centro em (0,0) e
raio unitrio. Seja M=(x,y) um ponto desta circunferncia, localizado no primeiro quadrante, este ponto
determina um arco AM que corresponde ao ngulo central a. A projeo ortogonal do ponto M sobre o
eixo OX determina um ponto C=(x,0) e a projeo ortogonal do ponto M sobre o eixo OY determina outro
ponto B=(0,y).
A medida do segmento OB coincide com a ordenada y do ponto M e definida como o seno do arco
AM que corresponde ao ngulo a, denotado por sen(AM) ou sen(a).
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Como antes, existem vrias determinaes para este ngulo, razo pela qual, escrevemos cos(AM) =
cos(a) = cos(a+2k) = x
Tangente: Seja a reta t tangente circunferncia trigonomtrica no ponto A=(1,0). Tal reta perpendicular
ao eixo OX. A reta que passa pelo ponto M e pelo centro da circunferncia intersecta a reta tangente t
no ponto T=(1,t). A ordenada deste ponto T, definida como a tangente do arco AM correspondente ao
ngulo a.
Assim a tangente do ngulo a dada pelas suas vrias determinaes: tan(AM) = tan(a) = tan(a+k)
= (AT) = t
Podemos escrever M=(cos(a),sen(a)) e T=(1,tan(a)), para cada ngulo a do primeiro quadrante. O
seno, o cosseno e a tangente de ngulos do primeiro quadrante so todos positivos.
Um caso particular importante quando o ponto M est sobre o eixo horizontal OX. Neste caso:
cos(0)=1, sen(0)=0 e tan(0)=0
Ampliaremos estas noes para ngulos nos outros quadrantes
ngulos no segundo quadrante
Se na circunferncia trigonomtrica, tomamos o ponto M no segundo quadrante, ento o ngulo a
entre o eixo OX e o segmento OM pertence ao intervalo /2 < a < . Do mesmo modo que no primeiro
quadrante, o cosseno est relacionado com a abscissa do ponto M e o seno com a ordenada deste ponto.
Como o ponto M=(x,y) possui abscissa negativa e ordenada positiva, o sinal do seno do ngulo a no
segundo quadrante positivo, o cosseno do ngulo a negativo e a tangente do ngulo a negativa.
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Outro caso particular importante quando o ponto M est sobre o eixo vertical OY e neste caso:
cos(/2)=0 e sen(/2)=1
A tangente no est definida, pois a reta OM no intercepta a reta t, pois elas so paralelas.
ngulos no terceiro quadrante
O ponto M=(x,y) est localizado no terceiro quadrante, o que significa que o ngulo pertence ao
intervalo: < a <3/2. Este ponto M=(x,y) simtrico ao ponto M=(-x,-y) do primeiro quadrante, em
relao origem do sistema, indicando que tanto a sua abscissa como a sua ordenada so negativos. O
seno e o cosseno de um ngulo no terceiro quadrante so negativos e a tangente positiva.
Quando o ngulo mede 3/2, a tangente no est definida pois a reta OP no intercepta a reta t, estas
so paralelas. Quando a=3/2, temos: cos(3/2)=0, sen(3/2)=-1
Simetria em relao ao eixo OX
Em uma circunferncia trigonomtrica, se M um ponto no primeiro quadrante e M o simtrico de M
em relao ao eixo OX, estes pontos M e M possuem a mesma abscissa e as ordenadas possuem sinais
opostos.
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tg(a) =
Deve ficar claro, que este quociente somente far sentido quando o denominador no se anular.
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Se a=0, a= ou a=2, temos que sen(a)=0, implicando que tg(a)=0, mas se a=/2 ou a=3/2, segue
que cos(a)=0 e a diviso acima no tem sentido, assim a relao tg(a)=sen(a)/cos(a) no verdadeira
para estes ltimos valores de a.
Para a 0, a , a 2 , a /2 e a 3 /2, considere novamente a circunferncia trigonomtrica
na figura seguinte.
OA
---ON
Como AT=|tg(a)|, MN=|sen(a)|, AO = 1 e ON = |cos(a)|, para todo ngulo a, 0 < a < 2 com a /2
e a 3/2 temos
sen(a)
--------cos(a)
tg(a) =
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Multiplicando A e B, obtemos
AB = cos(a+b) + i sen(a+b)
Existe uma importantssima relao matemtica, atribuda a Euler (l-se iler), garantindo que para
todo nmero complexo z e tambm para todo nmero real z:
eiz = cos(z) + i sen(z)
Tal relao, normalmente demonstrada em um curso de Clculo Diferencial, e, ela permite uma outra
forma para representar nmeros complexos unitrios A e B, como:
A = eia = cos(a) + i sen(a)
B = eib = cos(b) + i sen(b)
onde a o argumento de A e b o argumento de B. Assim, ei(a+b) = cos(a+b)+isen(a+b)
Por outro lado ei(a+b) = eia . eib = [cos(a)+isen(a)] [cos(b)+isen(b)]
e desse modo ei(a+b) = cos(a)cos(b) - sen(a)sen(b) + i [cos(a)sen(b) + cos(b)sen(a)]
Para que dois nmeros complexos sejam iguais, suas partes reais e imaginrias devem ser iguais, logo
cos(a+b) = cos(a)cos(b) - sen(a)sen(b)
sen(a+b) = cos(a)sen(b) + cos(b)sen(a)
Para a diferena de arcos, substitumos b por -b nas frmulas da soma
cos(a+(-b)) = cos(a)cos(-b) - sen(a)sen(-b)
sen(a+(-b)) = cos(a)sen(-b) + cos(-b)sen(a)
para obter
cos(a-b) = cos(a)cos(b) + sen(a)sen(b)
sen(a-b) = cos(b)sen(a) - cos(a)sen(b)
Seno, cosseno e tangente da soma e da diferena
Na circunferncia trigonomtrica, sejam os ngulos a e b com 0<a<2 e 0<b<2 , a>b, ento;
sen(a+b) = sen(a)cos(b) + cos(a)sen(b)
cos(a+b) = cos(a)cos(b) - sen(a)sen(b)
Dividindo a expresso de cima pela de baixo, obtemos:
tg(a+b)=
sen(a)cos(b)+cos(a)sen(b)
---------------------------------cos(a)cos(b)-sen(a)sen(b)
tg(a+b)=
tg(a) + tg(b)
---------------1 - tg(a)tg(b)
Como
sen(a-b) = sen(a)cos(b) - cos(a)sen(b)
cos(a-b) = cos(a)cos(b) + sen(a)sen(b)
podemos dividir a expresso de cima pela de baixo, para obter:
tg(a-b)=
tg(a) - tg(b)
--------------1 + tg(a)tg(b)
Referncias
IEZZI, Gelson Matemtica Volume nico
IEZZI, Gelson Fundamentos da Matemtica Vol. 11 Financeira e Estatstica Descritiva
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MARIANO, Fabrcio Matemtica Financeira para Concursos 3 Edio Rio de Janeiro: Elsevier,2013.
BIANCHINI, Edwaldo; PACCOLA, Herval Matemtica Volume 1 Editora Moderna
FACCHINI, Walter Matemtica Volume nico 1 Edio - Editora Saraiva:1996
FILHO, Begnino Barreto; SILVA,Claudio Xavier da Matemtica Volume nico - FTD
BOSQUILHA, Alessandra - Minimanual compacto de matemtica: teoria e prtica: ensino mdio /
Alessandra Bosquilha, Marlene Lima Pires Corra, Tnia Cristina Neto G. Viveiro. -- 2. ed. rev. -- So
Paulo: Rideel, 2003.
CRESPO, Antnio Arnot Estatstica fcil 18 edio So Paulo - Editora Saraiva: 2002
SILVA, Ermes Medeiros, Elio Medeiros...- Estatstica para os cursos de: Economia, Administrao,
Cincias Contbeis - 3 edio So Paulo Editora Atlas S. A: 1999
LOPES, Antnio (Bigode) - Matemtica 8 ano Projeto Velear Editora Scipione
ANDRINI, lvaro; VASCONCELLOS, Maria Jos. Praticando Matemtica 7 - 3. ed. renovada. So
Paulo: Editora do Brasil, 2012. (Coleo praticando matemtica)
SOUZA, Joamir Roberto; PATARO, Patricia Moreno Vontade de Saber Matemtica 6 Ano FTD 2
edio So Paulo: 2012
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