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Tipos e Estruturas de Frases

1. O documento discute as diferenças entre frase, oração e período. Uma frase pode ser formada por uma ou mais palavras e não necessita de verbo, enquanto uma oração requer um verbo. Um período é composto por uma ou mais orações.

Enviado por

Sandra Fagundes
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Tipos e Estruturas de Frases

1. O documento discute as diferenças entre frase, oração e período. Uma frase pode ser formada por uma ou mais palavras e não necessita de verbo, enquanto uma oração requer um verbo. Um período é composto por uma ou mais orações.

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I.

FRASE, ORAO e PERODO


1) FRASE todo enunciado de sentido completo, podendo ser formada por uma s palavra ou por vrias, podendo ter verbos ou no. A frase exprime, atravs da fala ou da escrita. (2) Frase todo enunciado suficiente por si mesmo para estabelecer comunicao. Expressa juzo, indica ao, estado ou fenmeno, transmite um apelo, ordem ou exterioriza emoes. Normalmente, a frase composta por dois termos o sujeito e o predicado, mas no obrigatoriamente, pois, em Portugus h oraes ou frases sem sujeito. Exemplo: H muito tempo que no chove. Na frase facultativo o uso do verbo. Exemplos: Ateno! Que frio! A China passa por dificuldades.

Observao: A frase no vem necessariamente acompanhada por um sujeito, verbo ou predicado. Por exemplo: Cuidado! uma frase, pois transmite uma ideia a ideia de ter cuidado ou ficar atento, mas no h verbo, sujeito ou predicado.

TIPOS/CLASSIFICAO DE FRASES Quanto aos tipos de frases, alm da classificao em verbais e nominais, feita a partir de seus elementos constituintes, elas podem ser classificadas a partir de seu sentido global: Frases interrogativas: o emissor da mensagem formula uma pergunta. Exemplo: Que queres fazer? Frases imperativas: o emissor da mensagem d uma ordem ou faz um pedido. Exemplos: D-me uma mozinha! - Faa-o sair! Frases exclamativas: o emissor exterioriza um estado afetivo. Exemplo: Que dia difcil! Frases declarativas: o emissor constata um fato. Exemplo: Ele j chegou. Frases optativas: quando traduz um desejo. Exemplo: Deus lhe pague! ou Macacos me mordam!.

ESTRUTURA DA FRASE Quanto estrutura da frase, as frases que possuem verbo so estruturadas por dois elementos essenciais: sujeito e predicado. SUJEITO O sujeito o termo da frase que concorda com o verbo em nmero e pessoa. o "ser de quem se declara algo", "o tema do que se vai comunicar". PREDICADO

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O predicado a parte da frase que contm "a informao nova para o ouvinte". Ele se refere ao tema, constituindo a declarao do que se atribui ao sujeito. Quando o ncleo da declarao est no verbo, temos o predicado verbal. Mas, se o ncleo estiver num nome, teremos um predicado nominal. CONSTRUO DA FRASE De acordo com a construo, as frases classificam-se em: a) Frase Nominal: a frase construda sem verbos. Exemplos: Fogo! Cuidado! Belo servio o seu! Trabalho digno desse feirante.

b) Frase Verbal: a frase construda com verbo. Exemplos: O sol ilumina a cidade e aquece os dias. Os casais saram para jantar. A bola rolou escada abaixo. OBSERVAO: Para que haja orao, no h necessidade de o enunciado ter sentido completo, basta que existam os elementos estruturais indispensveis sua formao.

2) ORAO o enunciado com sentido que se estrutura com base em um verbo. J a orao todo conjunto lingustico que se estrutura em torno de um verbo, apresentando, sujeito e predicado. O que caracteriza a orao o verbo, no importando que a orao tenha sentido ou no sem ele. (2) todo e qualquer enunciado que contm verbo ou expresso verbal. Na orao preciso usar verbo ou locuo verbal. Exemplos: A fbrica, hoje, produziu bem. Homens e mulheres so iguais perante a lei.

3) PERODO a orao composta por um ou mais verbos.

CLASSIFICAO DO PERODO O perodo classifica-se em: Simples: tem apenas uma orao. Exemplo: As senhoras como se chamam? (Machado de Assis) Joo ofereceu um livro a Joana. Pgina 2

Composto: tem duas ou mais oraes. Exemplo: Um deles perguntou-lhes familiarmente se iam consultar a adivinha. (Machado de Assis) O povo anseia que haja uma eleio justa, pois a ltima obviamente no o foi.

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PERODO SIMPLES
A frase apresenta, basicamente, dois elementos: sujeito e predicado (termos essenciais). Podem ocorrer ainda termos integrantes: complementos verbais (objeto direto e objeto indireto), complemento nominal e agente da passiva. E ainda os acessrios: adjuntos (adnominal e adverbial) e aposto. O vocativo termo independente. Os predicativos (do sujeito e do objeto) no so enquadrados pela NGB em nenhum dos casos citados.

TERMOS ESSENCIAIS DA ORAO


Os termos essenciais da orao so o sujeito e o predicado. Sujeito e Predicado
Sujeito: termo do qual se declara algo. Predicado: tudo o que se declara do sujeito. Exemplo: O pacto social visava conteno da inflao. (sujeito) (predicado)

1. Sujeito
Do ponto de vista formal (sinttico), sujeito o termo da orao que est em relao de concordncia com o verbo. Do ponto de vista semntico, o ser ou aquilo a que se atribui a ideia contida no predicado. (2) o ser de quem se diz alguma coisa, e com quem o verbo concorda. Tem por ncleo um substantivo ou o equivalente a um substantivo (palavra substantivada), um pronome ou numeral: Exemplos: O casaro todo dormia. (substantivo) O cantar sempre traz alegria. (cantar foi substantivado pelo artigo) Seis deles andavam devagar. (numeral) Observao: A determinao do sujeito est condicionada existncia de um verbo na estrutura da frase. Se uma frase no possui um verbo, ela tambm no possui um sujeito, nem um predicado, nem nada. H um artifcio muito simples e prtico para determinarmos o sujeito: perguntar antes do verbo [o qu?] (para coisas) ou [quem?] (para pessoas). Aconselho fazer a pergunta [o qu?] mesmo que o sujeito seja pessoa, porque antes de encontrarmos o sujeito no sabemos se pessoa ou coisa: Exemplo: As aulas comearam. (o que comearam?) => As aulas (sujeito) Observao 2: Normalmente o sujeito est no incio da orao, mas pode tambm estar no meio e no fim: Exemplo: As provas constam nos autos. Nos autos, constam as provas.
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1.1. Ncleo
O ncleo a palavra que possui maior significao em um termo. Normalmente, o ncleo do sujeito equivale a um nome ou pronome.

1.2. Classificao do Sujeito


A NGB (Nomenclatura Gramatical Brasileira) reconhece apenas trs tipos de sujeito: simples, composto e indeterminado. Reconhece tambm a existncia de oraes sem sujeito. Existem quatro tipos de sujeitos: simples, composto, indeterminado e oculto*. 1.2.1. Simples: um nico ncleo. (2) Quando composto por um ncleo apenas. (3) O sujeito ser simples e determinado quando apresenta um s ncleo que ser sempre um substantivo, pronome ou numeral. O sujeito simples ser simples determinado se no estiver expresso na frase. Jamais estar oculto ou elptico. Quando construmos: Fomos roubados, o sujeito no est explcito, mas a desinncia verbal de 1 pessoa do plural permite-nos determinar que o sujeito [ns]: (ns) Fomos roubados. / (eu) Exemplos: O presidente sonha com a reeleio. A rvore caiu no telhado. (O ncleo rvore). As estrelas brilham no firmamento. (o que brilha no firmamento?) Os jogadores manifestaram sua insatisfao. (quem manifestou?) Os nossos guarda-chuvas foram roubados. (o que foram roubados?) No primeiro exemplo, o sujeito as estrelas, mas apenas [estrela = ncleo] se relaciona diretamente com o verbo [estrelas brilham]. O artigo [as] relaciona-se com estrelas, portanto, um acessrio do sujeito. Considera-se tambm simples o sujeito constitudo de substantivos sinnimos, que coordenados deixam o verbo no singular: Fonologia, fonmica ou fonemtica estuda os sons na sua funcionalidade. (Celso Luft, Moderna Gramtica Brasileira, 2002, p.46.)

1.2.2. Composto: dois ou mais ncleos. (2) Quando composto por dois ou mais ncleos.
Exemplos: Esto coligados o PT e o PDT.

A rvore e o poste caram no telhado. (Os ncleos so as palavras rvore e poste). Pedro e Paulo viajaram. (quem viajou?) Eu e ela seremos felizes para sempre. (quem ser feliz...?) Vozes, risos e palmas vieram l de baixo. (o que vieram...?)
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1.2.3. Oculto, implcito, desinencial ou elptico na desinncia verbal ou no contexto. (2) o sujeito que no aparece na orao, mas pode ser facilmente identificado pelas desinncias do verbo. Exemplos: (ns) Participamos das discusses acaloradamente. Oscar candidato a senador; poder ter muitos votos. (O sujeito da segunda orao o mesmo da primeira: Oscar) Samos ontem noite. (Quem saiu? Ns - sujeito desinencial ns)

1.2.4. Indeterminado: quando no se quer ou no se pode explicitar. (2) Quando no se pode determinar o sujeito de uma orao, por desconhec-lo ou por no querer revel-lo. (3) Quando no pudermos determin-lo ou especific-lo, ou seja, sua identidade desconhecida. Para indeterminar o sujeito a lngua vale-se de um destes dois expedientes Empregar o verbo na 3 pessoa do plural: Exemplos: Disseram maravilhas sobre seu desempenho. Assaltaram o bando da esquina. Roubaram meu lpis. (quem roubou o lpis?) Falam de novas demisses. (quem fala de...?) Mas Ateno: quando o sujeito um pronome indefinido por exemplo, algum no indeterminado. Sujeito indeterminado nunca apresenta pronome indefinido na orao. Sujeito representado por esse pronome ser sempre simples: Algum viu o livro? Ningum viu o livro. Us-lo na 3 pessoa do singular acompanhado da partcula [se]. Exemplos: Trabalha-se demais no mundo inteiro. Assistiu-se ao assalto passivamente. Precisa-se de datilgrafos (quem precisa?). Ouviu-se gritar por socorro (quem gritou?). Necessita-se de auxlio (quem necessita?). Exceo: se o verbo for transitivo direto. Na dvida consulte: Concordncias de Verbos + Se. Quando apresentar o verbo no Infinitivo Impessoal: Exemplo: triste assistir a estas cenas.

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1.2.5. Inexistente (orao sem sujeito): ocorre com verbos impessoais. (2) Quando traz um verbo impessoal (sem sujeito). No cofunda sujeito indeterminado com orao sem sujeito. Naquela h um sujeito (agente humano) que, por no querer ou no poder, no se declara. Nesta no existe sujeito. So verbos impessoais. Fenmenos da natureza: Os que denotam fenmenos da natureza: choveu, trovejou, nevou, anoiteceu etc.: Exemplo: Ventou demais durante a noite. Choveu e ventou muito ontem. Anoitecia. Mas Ateno: Se os verbos que denotam fenmenos da natureza forem empregados em sentido figurado, ter, normalmente, o sujeito: Exemplos: Choveram ptalas de rosas => o que choveu? Ptalas de rosas. Choveram tomates no pssimo ator.

Os verbos ser, estar ou fazer que denotem fenmenos meteorolgicos: Exemplos: Era manh. / Ser muito cedo? / Como est o calor?

Estar e fazer, indicando tempo ou clima: Exemplos: Estava frio. Faz muitos meses...

Com o verbo ser nas indicaes de horas e datas e tempo em geral. Ser indicando datas, horas ou distncias: Exemplos: meio-dia e meia. Hoje so cinco de maio. Daqui at o centro so oito quilmetros. Seriam quatro horas da tarde? Era noite fechada.

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Os verbos: haver (= existir), fazer (= tempo decorrido): Haver significando existir, ocorrer, acontecer ou indicando tempo decorrido: Exemplos: Haver eleies para presidente, senador e deputados. H dias que no chove. Havia quatro alunos presentes. Faz dez anos que cheguei. Observao: O sujeito e o predicado aparecem na maior parte dos enunciados lingusticos, e so, por isso, chamados termos essenciais. Contudo, podem ocorrer enunciados sem sujeito. Quando isso ocorre temos uma orao sem sujeito. Pode-se tambm dizer sujeito inexistente. Qual a finalidade das oraes sem sujeito? Servem para indicar fatos que acontecem independentemente de nossa ao ou desejo.

2. Predicado
O predicado, por sua vez, o termo da orao que se refere ao sujeito. (2) Predicado: tudo o que se declara do sujeito. (3) o termo da orao que expressa algo sobre o sujeito. Em termos prticos, aquilo que se diz do sujeito, quando este existe. Ora, se o predicado expressa algo sobre o sujeito, podemos dizer que: "tudo o que no for sujeito ser predicado". Podem ser de trs tipos: predicado verbal, predicado nominal e predicado verbo-nominal. Exemplo: Minha irm perdeu a carteira. Sujeito predicado

Observao: Identificando o Sujeito: Quem perdeu a carteira? Minha irm. Portanto: perdeu a carteira o predicado. Lembre-se: tudo o que no for sujeito ser predicado. Uma orao pode no ter o sujeito, mas sempre ter predicado. Porque se no houver o verbo, no haver o sujeito, nem complementos, nem nada.

2.1. Ncleo
O ncleo do predicado sempre o verbo.

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2.2. Classificao do Predicado 2.2.1. Predicado verbal


A ao o fator principal da orao. Nesse caso, o ncleo do predicado sempre o verbo. Forma simplificada: a ao do sujeito. (2) O predicado verbal contitui-se de um verbo ou locuo verbal que expressa a ideia de ao. Este verbo pode ser transitivo ou intransitivo. O ncleo do predicado verbal o verbo (que chamado de significativo), pois traz em si a ideia de ao. (3) O ncleo um verbo significativo, isto , um verbo que indica uma "ao praticada pelo sujeito": Exemplo: Aquele menino brincava com uma pipa. Sujeito = aquele menino Ncleo do Sujeito = menino Predicado = brincava com uma pipa Tipo de predicado = verbal Ncleo do predicado verbal = brincava

Exemplos:

O professor j corrigiu as provas. O Brasil foi descoberto por Cabral. O viajante caminhava pela estrada. A rvore pertence ao mundo da natureza. Marcos corre todo dia. A moa / [ensinava] a meia dzia de garotos. O Aluno / [questionou] o professor

Os verbos significativos ensinar e questionar esto indicando a ao praticada pelo sujeito moa e aluno. Lembre-se: o predicado verbal tem sempre como ncleo um verbo de ao.

2.2.2. Predicado Nominal


formado por um verbo de ligao e um predicativo do sujeito. O predicado nominal nos informa algo a respeito do sujeito. Indica um estado ou uma qualidade do sujeito. O ncleo do predicado nominal o predicativo do sujeito. (2) O ncleo o nome (substantivo, adjetivo, pronome). O verbo, neste caso, apenas liga o sujeito palavra que o qualifica, ou seja, no expressa ao. Estes verbos recebem o nome de verbos de ligao:
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Exemplo:

A prova era difcil. Sujeito = a prova Ncleo de sujeito = prova Predicado = era difcil Tipo de Predicado = nominal (verbo de ligao+predicativo do sujeito) Verbo de ligao = era predicativo do sujeito = difcil Ncleo do predicado nominal = difcil.

Exemplos:

A criana ficou ferida. Aquela mulher parece uma criana. Minha namorada / est atrasada. Ns / ficamos alegres. A novela continua enfadonha.

No predicado nominal, o verbo no tem tanta importncia que podemos retir-lo, sem haver perda significativa do entendimento: A novela enfadonha / Ns alegres / Minha namorada atrasada. So verbos de ligao: Ser, Estar, Continuar, Parecer, Permanecer, Ficar, Tornarse, etc.

2.2.3. Predicado verbo-nominal


formado por um verbo significativo (ao) mais o predicativo do sujeito. O predicado verbo-nominal nos d duas informaes: ao e estado. O ncleo do predicado verbo nominal o verbo e o predicativo (nome). (2) Apresenta dois ncleos: um formado por um verbo que expressa ao (significativo) e outro, por um ou mais nomes que indicam uma qualidade ou estado do sujeito ou do objeto. uma construo sinttica que funde duas oraes: Observao: como aqui o verbo de ao, logo o predicado verbo nominal no possui verbo de ligao. Exemplo: A criana brincava distrada. Sujeito = a criana Ncleo do sujeito = criana
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Predicado = brincava distrada. Tipo de predicado = verbo-nominal (ao+estado) Ncleo do predicado = brincava/distrada

Exemplos:

A chuva caa fina. O dentista voltou srio. Elas agora viajaro (ao) sozinhas (estado). Ou seja: Elas agora viajaro. (predicado verbal) / Elas esto sozinhas. (predicado nominal) A velha voltou (ao) para casa (OI) tranquila (estado). Ou seja: A velha voltou para casa. (predicado verbal) / A velha estava tranquila.

TERMOS INTEGRANTES DA ORAO 1. Conceito


(1) So termos que servem para complementar o sentido de certos verbos ou nomes, pois seu significado s se completa com a presena de tais termos. (2) So termos que servem para complementar o sentido de certos verbos ou nomes, pois seu significado s se completa com a presena de tais termos. (3) Os complementos verbais completam o sentido dos verbos transitivos. Estes complementos podem ligar-se ao verbo atravs de uma preposio ou sem o auxlio dela. Quando h necessidade de preposio, o complemento verbal chamado de objeto indireto; quando ela no necessria, o complemento verbal chamado de objeto direto. Alguns verbos podem aceitar ao mesmo tempo um objeto direto e outro indireto. Em alguns casos, por questes de estilo, adiciona-se uma preposio ao objeto direto. Neste caso o objeto direto dito preposicionado.

2. Classificao
Os termos integrantes da orao so: complemento verbal, complemento nominal e agente da passiva.

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2.1. Complemento Verbal


So complementos verbais: objeto direto e objeto indireto. 2.1.1. Objeto Direto o termo da orao que completa o sentido de um verbo transitivo direto. (2) Termo no regido por preposio. Completa o sentido do verbo transitivo direto. (3) Objeto direto o termo da orao que completa o sentido de um verbo transitivo direto. O objeto direto ligase ao verbo sem o auxlio de uma preposio. Indica o paciente, o alvo ou o elemento sobre o qual recai a ao. Exemplos: Comprei um carro. Ela limpou o quarto e a sala. Eles esperavam o nibus. VTD OD

Ela vendia doces. VTD OD

Um mtodo bem prtico para determinar o objeto direto perguntar QUEM? ou O QU? Depois do verbo. Exemplo: Ela vendia O QU? Doces (obj. dir.) Identificamos o Objeto direto, quando perguntamos ao verbo: "o qu" A resposta ser o 'Objeto Direto'. [Link]. Objeto Direto Preposicionado H casos, no entanto, que um verbo transitivo direto aparece seguido de preposio, que, por sua vez, precede o objeto direto. Nesses casos temos o chamado objeto direto preposicionado. (2) Mesmo no sendo regido de preposio, h casos em que o objeto direto necessita de uma preposio: Exemplo: Vs tomais do vinho. (Esta construo se faz da contrao de termos como: Vs tomais "parte" do vinho) a) Quando formado por pronomes oblquos tnicos: Exemplo: Assim, prejudicas a ti. obj. dir. prep. b) Quando formado por substantivos prprios ou referente a pessoas: Exemplo: Amai a Deus sobre todas as coisas.
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obj. dir. prep. c) Quando formado por pronomes demonstrativos, indefinidos e de tratamento: Exemplo: A foto sensibilizou a todos. obj. dir. prep. d) Quando formado pelo pronome relativo QUEM. Exemplo: Queremos conhecer o professor a quem admiras tanto. obj. dir. prep. e) Quando o objeto direto a palavra ambos: Exemplo: A chuva molhou a ambos. obj. [Link]. f) Para evitar a ambigidade: Exemplo: Convenceu ao pai o filho mais velho . obj. [Link]. g) Quando se quer indicar idia de parte, poro: Exemplo: Beberemos deste vinho. obj. dir. prep. O objeto direto obrigatoriamente preposicionado quando expresso: por pronome pessoal oblquo tnico; pelo pronome relativo "quem", de antecedente claro; por pronome tono e substantivo coordenados.

[Link].

Objeto Direto Pleonstico Quando se quer dar nfase a idia o objeto direto aparece repetido na orao. Exemplo: Este livro, eu o comprei ontem. Obj. dir. [Link]. pleon.

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2.1.2. Objeto Indireto o termo da orao que completa o sentido de um verbo transitivo indireto com auxlio da preposio. (2) O objeto indireto o termo da orao que completa um verbo transitivo indireto, sendo obrigatoriamente precedido de preposio. (3) Completa o sentido do verbo transitivo indireto e regido por preposio. Exemplos: Gostei do filme. Concordo com voc. Aline gosta de frutas. Obj. ind. No confio em polticos. Obj. ind. Para reconhecer o objeto indireto, basta perguntar QUEM ou QUE depois do verbo + preposio. Exemplos: Aline gosta de frutas. Aline gosta de qu?. De frutas Identificamos o Objeto indireto, quando perguntamos ao verbo: quaisquer perguntas sem ser o qu. A resposta ser o Objeto indireto.

[Link].

Objeto Indireto Reflexivo O objeto indireto reflexivo o objeto indireto que indica a reflexo da ao do sujeito. Exemplos: O dono da casa deu-se o prazer de uma torta. Andr obedece aos pais. (Andr obedece a quem? Resposta: aos pais, Objeto Indireto.) Breno obedeceu a seu av. (Breno obedeceu a quem? Resposta: a seu av, Objeto Indireto.) Toby, o cachorro, obedeceu a Alice. (O cachorro obedeceu a quem? Resposta: a Alice, Objeto Indireto.)

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[Link].

Objeto Indireto Pleonstico quando o objeto indireto aparece duplamente na orao para se dar nfase a ideia. Exemplo: A mim ensinaram-me muito bem. Obj. ind. Obj. ind. Pleon

OBSERVAES: Objetos Constitudos por pronome oblquo. Lembrando: Pronomes oblquos: funcionam como complementos dos verbos. So eles: Me, mim, comigo; Te, ti, contigo; O, a, lhe, se, si, consigo; Nos, conosco; Vos, convosco; Os, as, lhes, se, si, consigo. Os pronomes oblquos o, a, os, as, lo, la, los, las, no, na, nos, nas funcionam como objeto direto. Exemplos: O pai deixou-as em casa. Chamaram-na para a reunio. Irei v-los mais tarde. Os pronomes oblquos lhe, lhes funcionam como objeto indireto. Exemplo: Ns lhe oferecemos um presente.

Os demais pronomes podem funcionar como objeto direto ou indireto, para analisarmos corretamente basta verificar se eles completam um verbo transitivo direto ou um verbo transitivo indireto.

2.2. Complemento Nominal


Completa o sentido de um nome (substantivo, adjetivo ou advrbio) sempre com o auxlio da preposio. (2) o termo que completa o sentido de substantivos, adjetivos e advrbios, ligandose a esses nomes por meio de preposio. (3) Complemento nominal, em anlise sinttica, um termo integrante, referente a substantivo, adjetivo e advrbio, que completa o sentido de um nome. Complemento nominal a parte paciente, podendo ser representada. Exemplos: A confiana na justia. O amor ao prximo. A lembrana do passado. Tenho a certeza de sua culpa. Compl. Nominal.
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A rvore est cheia de frutos. Compl. Nominal Ns chegamos perto dos gorilas. Compl. Nominal Para determinar o complemento nominal basta seguir o seguinte esquema: Nome + preposio + QUEM ou QUE? Exemplo: Ele perito em computao. Complemento nominal "Joo ficou disposio A pergunta inevitvel : de que? ou de quem? A resposta (da empresa, da Justia, da famlia, da escola, etc.) um complemento nominal, porque completa o sentido de um nome ( disposio). Outros exemplos: "Faz tempo que no tenho notcia de Joaquim" "Sou favorvel sua promoo". "Tenho esperana de que seus planos deem certo". Os termos assinalados completam o sentido de nomes (notcia - substantivo - e favorvel - adjetivo). O complemento nominal pode ser at uma orao, classificada como "subordinada substantiva completiva nominal", que completa o sentido de um substantivo, adjetivo ou advrbio da orao subordinante: "Tenho esperana de que ele venha". A orao subordinada completa o sentido do substantivo esperana. Repare que esse tipo de orao sempre introduzido por uma preposio, clara ou subentendida (no exemplo, a preposio "de"). Como o prprio nome j diz, o complemento nominal completa o sentido da frase. Exemplo: "Est difcil o pagamento das dvidas" das dvidas completa o sentido da frase. E tambm, para finalizar, devemos saber que o termo preposicionado para ser complemento nominal ter que estar ligado a um substantivo abstrato que seja o receptor, o alvo da ao. No exemplo dado acima "pagamento" um substantivo abstrato, pois precisa de algo para existir, e "das dvidas" o complemento nominal, pois "as dvidas" o agente receptor/alvo da ao, "as dvidas" est sendo o ALVO do pagamento. O complemento nominal pode ser substantivo, adjetivo, advrbio ou expresso ou orao.

DIFERENA ENTRE COMPLEMENTO NOMINAL E OBJETO INDIRETO Enquanto o complemento nominal completa o sentido dos nomes substantivo, adjetivo e advrbio o objeto indireto completa o sentido de um verbo transitivo indireto. Exemplos: Lembrei-me de minha terra natal. Objeto indireto
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Ela manteve seu gosto pelo luxo. CN

2.3. Agente da Passiva


Numa orao com verbo na voz passiva, quem pratica a ao o agente da passiva. (2) Ocorre em oraes cujo verbo se apresenta na voz passiva a fim de indicar o elemento que executa a ao verbal. (3) Agente da passiva quem pratica a ao verbal quando o verbo est na voz passiva analtica ou verbal; introduzido pelas preposies por (e suas contraes) ou, mais raramente, de. (4) O agente da passiva o complemento que, quando a orao est na voz passiva, designa o ser que pratica a ao sofrida pelo sujeito. Designa o ser que "age" = "agente". Esse complemento sempre introduzido por uma preposio, a preposio "por" (na maior parte das vezes) ou a preposio "de" (raramente). Quando a estas preposies se segue um artigo ou um determinante, pode ser necessria a aglutinao: pelo (por + o), pela (por + a), pelos (por + os), pelas (por + as), do, da, dos, das, dum, duma, duns, dumas, deste, desta, destes, destas. Exemplos: A grama foi cortada pelo jardineiro. O Brasil foi descoberto por Cabral. As terras foram invadidas pelos sem-terra. Agente da passiva A cidade estava cercada de belezas naturais. Agente da passiva A grama foi aparada pelo jardineiro. Obs.: O agente da passiva corresponde ao sujeito da voz ativa. Meu pai trouxe um dicionrio. Sujeito: meu pai. Um dicionrio foi trazido por meu pai. Agente da passiva: por meu pai. Este livro foi comprado por mim. Por causa da sua inteligncia, o Abel admirado pelos colegas. O almoo de domingo ser feito pelo pai. Isto ignorado de todos. Para se compreender bem a funo deste "agente", deste elemento que s aparece na voz passiva ( um agente da passiva), apresento-lhe algumas frases na voz ativa e respectiva passagem para a voz passiva.
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Voz ativa e voz passiva so duas formas diferentes de exprimir a mesma realidade. a) A Mariana estuda a lio. = A lio estudada pela Mariana. b) Ambos comeram febras com batatas fritas. = Febras com batatas fritas foram comidas por ambos. c) O Paulo e o Alfredo compraram os livros. = Os livros foram comprados pelo Paulo e pelo Alfredo. d) Todos escutavam o professor. = O professor era escutado por todos. e) A alegria invadiu o campo de futebol. = O campo de futebol foi invadido pela alegria. Se reparar, o sujeito da voz ativa, que aquele que pratica a ao, na voz passiva passa a agente da passiva: A Mariana > pela Mariana; ambos > por ambos; O Paulo e o Alfredo > pelo Paulo e pelo Alfredo; todos > por todos; a alegria > pela alegria. Se consultar uma gramtica, na parte respeitante aos elementos da orao ou proposio, poder obter uma informao mais pormenorizada e documentar-se com outros exemplos. Observao: O agente da passiva, o objeto indireto e o complemento nominal so regidos por preposio, muitas vezes h dvidas na diferenciao dos trs. Quando isso acontecer, basta observar o sujeito da orao. Para ser agente da passiva o sujeito precisa ser paciente. Exemplo: A jangada havia sido levada pelas tsunamis. Agente da passiva Sentia-se livre de qualquer responsabilidade. Complemento nominal Vamos precisar de sua compreenso. Objeto indireto

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1.1. Predicao verbal


[Link] transitivo direto: exige objeto direto. Exemplo: O escritor contemporneo escreveu vrias obras importantes.

[Link] transitivo indireto: exige objeto indireto. Exemplo: O banqueiro no necessitava de dinheiro.

[Link] transitivo direto e indireto: exige objeto direto e objeto indireto. Exemplo: O empresrio enviou a planilha de custos ao Ministrio.

[Link] intransitivo: no exige complemento (objeto). Exemplo: Os trabalhadores retornaram s fbricas.

[Link] de ligao: liga o sujeito a uma caracterstica (adjetivo ou expresso substituvel por adjetivo) chamada de predicativo do sujeito. Exemplos: O dia est chuvoso. O co parece com fome. (= faminto)

1.2. Complementos verbais 1.2.1. Objeto direto (sem preposio obrigatria)


Exemplo: Escreveram vrias obras importantes.

1.2.2. Objeto indireto (com preposio obrigatria)


Exemplo: Necessitavam de muito dinheiro.

1.3. Predicativos 1.3.1. Do sujeito: caracteriza o sujeito.


Exemplo: Suas palavras foram sinceras. PS

1.3.2. Do objeto: caracteriza o objeto.


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Exemplo: Considero suas palavras sinceras. PO

1.4. Adjunto adnominal


Termo determinante de um ncleo nominal (substantivo). representado por artigos, adjetivos, locues adjetivas, numerais adjetivos e pronomes adjetivos. Exemplo: Os meus primeiros bons amigos de infncia visitaram minha casa de campo.

1.5. Complementos nominal


Termo preposicionado que completa o sentido de um nome transitivo.

1.5.1. Substantivo
Exemplo: O pas tinha dependncia de emprstimos externos. SUBST. CN

1.5.2. Adjetivo
Exemplo: O pas continua dependente de emprstimos externos. ADJ. CN

1.5.3. Advrbio
Exemplo: Independentemente de nossa vontade, haver problemas econmicos. ADV. Observao: O complemento nominal tambm pode ser representado por um pronome oblquo tono. Era-me difcil manter a posio conquistada. (= difcil para mim) CN

Bibliografia: [Link]

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TIPOS DE PREDICADO
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Caderno de Exerccios Identifique e Classifique o Predicado: 01. Jos chegou cansado. 02. O espetculo foi emocionante. 03. Chove bastante na minha regio. 04. O professor j corrigiu as provas. 05. Prenderam o ladro. 06. Monica muito simptica. 07. Vive-se bem no campo. 08. Perdi minha caneta. 09. Voc acha minha caneta feia? 10. Os excursionistas chegaram cansados. 11. Bateram porta. 12. Estava irritado com as brincadeiras. 13. Compareceram todos atrasados reunio. 14. Come-se com fartura em sua casa. 15. Foi muito difcil a ltima questo. 16. Cresceram bastante aquelas rvores. 17. O nibus saiu atrasado. 18. Anoiteceu. 19. Chegaram os filhos da vizinha. 20. Cr-se em Deus. 21. Todos ficaram quietos. 22. Magda abriu o pacote, surpresa. 23. O filme imprprio a menores de 18 anos. 24. A taxa de mortalidade infantil est elevada. 25. A chuva caia fina.

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26. Choveu garrafa vazia l de cima. 27. Trovejou muito. 28. Ele criou um bom enredo para a histria. 29. Jovens optam por uma vida mais saudvel. 30. O eclipse total do sol comea s oito horas. 31. O co uivava triste ao luar. 32. Nesse instante um forte trovo abalou os ares. 33. A Histria a mestra da vida. 34. A despedida deixava a me aflita. 35. Jorge aceitou o trato. 36. Belssimo realmente o seu apartamento. 37. As doenas e as guerras ceifam milhares de vida. 38. O menino abriu a porta ansioso. 39. Raros so os verdadeiros lderes. 40. Marta entrou sria. 41. Os alunos saram da aula alegres. 42. Choviam flores do helicptero. 43. noite, eu e Rodrigo iremos ao cinema. 44. Ele trovejava improprios sobre a turba. 45. Quebraram a lanterna do meu carro. 46. Subitamente, pararam todos. 47. Estavam com fome. 48. Aproximou-se ento uma menina. 49. Soou na escurido uma pancada seca. 50. A criana entrou no quarto feliz. Gabarito dos Exerccios 01. Jos / chegou (ao) cansado (estado). (verbo-nominal) 02. O espetculo / foi emocionante. (nominal) 03. Chove (ao) bastante na minha regio. (verbal) 04. O professor j corrigiu as provas. (verbal) 05. Prenderam (ao) o ladro. (verbal) 06. Monica / muito simptica. (qualidade = nominal) 07. Vive-se (ao) bem no campo. (verbal) 08. (Eu) / Perdi (ao) minha caneta. (verbal) 09. Voc acha minha caneta feia? (verbo-nominal) 10. Os excursionistas / chegaram cansados. (verbo-nominal) 11. Bateram (ao) porta. (verbal) 12. (Ele) / Estava irritado (estado) com as brincadeiras. (nominal) 13. (Todos) / Compareceram atrasados reunio. (verbo-nominal)

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14. Come-se com fartura em sua casa. (verbal) 15. Foi muito difcil (estado=nominal) / a ltima questo (sujeito). 16. Cresceram (verbal) bastante / aquelas rvores (sujeito). 17. O nibus / saiu (ao) atrasado (estado). (verbo-nominal) 18. Anoiteceu. (verbal) 19. Chegaram (verbal) / os filhos da vizinha (sujeito). 20. Cr-se em Deus. (verbal) 21. Todos / ficaram quietos. (nominal) 22. Magda abriu o pacote, surpresa. (verbo-nominal) 23. O filme / imprprio a menores de 18 anos. (nominal) 24. A taxa de mortalidade infantil / est elevada (nominal). 25. A chuva caia fina. (verbo-nominal) 26. [Garrafa vazia] / Choveu l de cima. (verbal) 27. Trovejou muito. (verbal) 28. Ele / criou um bom enredo para a histria. (verbal) 29. Jovens / optam por uma vida mais saudvel. (verbal) 30. O eclipse total do sol / comea s oito horas. (verbal) 31. O co / uivava (ao) triste (estado) ao luar. (verbo-nominal) 32. Nesse instante, um forte trovo / abalou os ares. (verbal) 33. A Histria / a mestra da vida. (nominal) 34. A despedida deixava a me aflita. (verbo-nominal) 35. Jorge / aceitou o trato (verbal). 36. Belssimo realmente (nominal) /o seu apartamento (sujeito). 37. As doenas e as guerras / ceifam milhares de vidas. (verbal) 38. O menino / abriu (ao) a porta ansioso (estado). (verbo-nominal) 39. Raros so (nominal) / os verdadeiros lderes (sujeito). 40. Marta / entrou (ao) sria (estado). (verbo-nominal) 41. Os alunos saram da aula alegres. (verbo-nominal) 42. Choviam (verbal) [flores (sujeito) ] do helicptero. 43. noite, eu e Rodrigo / iremos ao cinema. (verbal) 44. Ele / trovejava improprios sobre a turba. (verbal) 45. Quebraram a lanterna do meu carro. (verbal) 46. Subitamente, pararam (verbal) / todos (sujeito). 47. (Eles) / Estavam com fome. (nominal) 48. Aproximou-se (verbal) ento / uma menina (sujeito). 49. Soou (verbal) na escurido / uma pancada (sujeito) seca. 50. A criana entrou no quarto feliz.

TIPOS DE SUJEITO: EXERCCIOS


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Em caso de dvida consulte: Tipos De Sujeito. Identifique e Classifique o Sujeito: 01. Haver reunio todos os sbados. 02. Alm do frio ventava demais. 03. So Paulo est ensolarado. 04. Febre alta e dor de cabea so sintomas da dengue. 05. Prenderam o ladro. 06. Faz muito calor em minha cidade. 07. Vive-se bem no campo. 08. Perdi minha caneta. 09. No habitada a Lua. 10. De vez em quando Teresinha vira ona. 11. Bateram porta. 12. A temperatura aumentou na regio sul. 13. O lbum e as figurinhas esto aqui. 14. Come-se com fartura em sua casa. 15. As chuvas transformaram o deserto. 16. Eram doze horas. 17. Existiro seres vivos em outros mundos? 18. Anoiteceu. 19. Chegaram os filhos da vizinha. 20. Cr-se em Deus. 21. Todos ficaram quietos. 22. Apareceu um mgico por l. 23. Da cartola do mgico saem pombos e vrios objetos. 24. Um dia lhe telefonarei. 25. No encontraram o corpo do rapaz afogado. 26. Choveu garrafa vazia l de cima. 27. Trovejou muito. 28. Meu chefe trovejou de raiva. 29. O velho dono do bar resolveu tomar uma atitude. 30. Caram ao cho uma rvore e um poste. 31. Saiu o nibus para o Rio. 32. Nomearam meu primo diretor do clube. 33. Esto em vigor, as novas tarifas telefnicas. 34. Comea a ventar. 35. Aqui quando chove no se sai de casa. 36. Faz duas semanas que cheguei. 37. Havia muitos anos que no vinha ao Rio. 38. Hoje so vinte de maro. 39 Aps as enxurradas ficam cheias as sarjetas. 40. Aconteceram fatos importantes na reunio. 41. Ele trovejava improprios sobre a turba. 42. Choviam flores do helicptero.

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43. noite, eu e Rodrigo iremos ao cinema. 44. Vamos! 45. Esta comida no serve para consumo. 46. Subitamente, pararam todos. 47. Estavam com fome. 48. Aproximou-se ento uma menina. 49. Soou na escurido uma pancada seca. 50. Choveu fininho ontem noite. 51. Na dvida, velhos e moos calaram-se. 52. Um vento triste assobia l fora. 53. Isto no nada. 54. Ningum o viu sair. 55. O Viver perigoso. 56. Quebraram a lanterna do meu carro. 57. Havia pessoas descontentes na assembleia. 58. Assistiu-se a uma cena desagradvel. 59. Era noite fechada. 60. Escureceu cedo hoje.

TIPOS DE SUJEITO: GABARITO


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Nota: O verbo entre colchetes [*] representa a indeterminao do sujeito, pois est na 3 pessoa do plural ou est acompanhado da partcula [se]. OSS = Orao sem Suj. / SC = S. Composto / SS = S. Simples / SSD = determinado / SI = S. Indeterminado. 01. Haver (V. imp.) reunio todos os sbados. (oss) 02. Alm do frio ventava (F. da nat.) demais. (oss) 03. So Paulo (quem?) > est ensolarado (ss) 04. Febre alta e dor de cabea (o qu) > so sintomas da dengue. (sc) 05. [Prenderam (quem?)] o ladro. (si) 06. Faz (V. Imp.) muito calor em minha cidade. (oss) 07. [Vive-se] bem no campo. (si) 08. (Eu) Perdi (quem?) minha caneta. (SSD) 09. No habitada (quem?) a Lua. (ss) 10. De vez em quando Teresinha (quem?) vira ona. (ss)

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11. [Bateram (quem?)] porta. (SI) 12. A temperatura aumentou (o qu?) na regio sul. (ss) 13. O lbum e as figurinhas esto aqui. (sc) 14. [Come-se] com fartura em sua casa. (si) 15. As chuvas transformaram (quem?) o deserto. (ss) 16. Eram (V. Imp.) doze horas. (oss) 17. Existiro (quem?) seres vivos em outros mundos? (ss) 18. Anoiteceu (F. da Nat.). (oss) 19. Chegaram (quem?) os filhos da vizinha. (ss) 20. [Cr-se] em Deus. (si) 21. Todos ficaram quietos (quem?). (ss) 22. Apareceu (quem?) um mgico por l. (ss) 23. Da cartola do mgico saem (o qu?) pombos e vrios objetos. (sc) 24. Um dia (eu) lhe telefonarei. (ssd) 25. No [encontraram] o corpo do rapaz afogado. (si) 26. Choveu (o qu?) garrafa vazia l de cima. (ss) 27. Trovejou (F. da Nat.) muito. (oss) 28. Meu chefe trovejou (quem?) de raiva. (ss) 29. O velho dono do bar resolveu (quem?) tomar uma atitude. (ss) 30. Caram (o qu?) ao cho uma rvore e um poste. (sc) 31. Saiu (o qu?) o nibus para o Rio. (ss) 32. [Nomearam] meu primo diretor do clube. (si) 33. Esto (o qu?) em vigor, as novas tarifas telefnicas. (ss) 34. Comea a ventar (F. da Nat.). (oss) 35. Aqui quando chove (F. da Nat.) no se sai de casa. (oss) 36. Faz (V. Imp.) duas semanas que cheguei. (oss) 37. Havia (V. Imp.) muitos anos que no vinha ao Rio. (oss) 38. Hoje so (V. Imp.) vinte de maro. (oss) 39 Aps as enxurradas ficam cheias (o qu?) as sarjetas. (ss) 40. Aconteceram (o qu?) fatos importantes na reunio. (ss) 41. Ele trovejava (quem?) improprios sobre a turba. (ss) 42. Choviam (o qu?) flores do helicptero. (ss) 43. noite, eu e Rodrigo iremos ao cinema. (sc) 44. Vamos! (oss) 45. Esta comida no serve (o qu?) para consumo. (ss) 46. Subitamente, (quem?) pararam todos. (ss) 47. (eles) Estavam com fome. (SSD) 48. Aproximou-se (quem?) ento uma menina. 49. Soou (o qu?) na escurido uma pancada seca. (ss) 50. Choveu (Fen. Nat.) fininho ontem noite. (oss) 51. Na dvida, velhos e moos (quem?) calaram-se. (sc) 52. Um vento triste assobia l fora. (ss) 53. Isto (o qu?) > no nada. (ss) 54. Ningum (quem?) > o viu sair. (ss) 55. O Viver (o qu?) > perigoso. (ss) ( o viver = substantivado)

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56. [Quebraram (quem?)] a lanterna do meu carro. (si) 57. Havia (V. Imp.) pessoas descontentes na assembleia. (oss) 58. [Assistiu-se (quem?)] a uma cena desagradvel. (si) 59. Era (V. Imp.) noite fechada. (oss) 60. Escureceu (Fen. Nat.) cedo hoje. (oss)

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