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Significado da Ceia Pascal

(1) A ceia pascal é uma refeição judaica que celebra a passagem dos hebreus da escravidão no Egito à liberdade. (2) Durante a ceia, pães sem fermento, vinho e ervas amargas simbolizam o sofrimento dos hebreus e sua libertação por Deus. (3) A ceia termina com cânticos e orações celebrando Jesus Cristo como o cordeiro pascal que liberta a humanidade do pecado.

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Significado da Ceia Pascal

(1) A ceia pascal é uma refeição judaica que celebra a passagem dos hebreus da escravidão no Egito à liberdade. (2) Durante a ceia, pães sem fermento, vinho e ervas amargas simbolizam o sofrimento dos hebreus e sua libertação por Deus. (3) A ceia termina com cânticos e orações celebrando Jesus Cristo como o cordeiro pascal que liberta a humanidade do pecado.

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Ceia Pascal

Todos: Jesus Cristo é a Luz Que domina as trevas!


ALELUIA, GLÓRIA AO SENHOR JESUS. (2)
Jesus Cristo é o sol Onde brilha a Justiça.

O presidente distribuiu por todos os participantes um pouco de


vinho.
Depois que todos participantes receberam o vinho, dizem:

Todos: Abençoado sejais, Senhor nosso Deus, Rei do Universo, que


criaste o fruto da videira.

Presidente enquanto lava as mãos: Abençoado sejais, Senhor, que


nos santificastes com os vossos mandamentos e nos ensinaste o ritual
de lavar as mãos.

Todos tiram um pouco de ervas amargas, deitam um pouco de água


salgada por encima. As ervas amargas e a água salgada simbolizam
as lágrimas e os sofrimentos do Povo durante o cativeiro do Egipto.

Todos: Abençoado sejais, Senhor, que criaste o fruto da terra.


Todos comem a erva amarga.

Trazem-se o cordeiro, os pães ázimos e as ervas amargas. Vai ser


explicado o significado de cada um destes alimentos. É o ponto mais
alto da ceia pascal.

Enquanto o presidente levanta o cordeiro assado, todos perguntam:


O que significa Pesasch?
O presidente mostra um pão ázimo. Todos perguntam: Qual é o
significado do Pão ázimo?
O presidente levanta as ervas amargas. Todos perguntam: Qual é o
significado de Moror?

VAMOS ACLAMAR O SENHOR, ENTRE CANTOS DE


ALEGRIA!
VAMOS ACLAMAR O SENHOR, CELEBRAR O NOSSO DEUS!

Cantai um cântico novo, cantai a Deus toda a terra, Porque Ele fez
maravilhas e deu-nos a salvação.

Fez aliança de amor em Jesus Cristo, seu Filho, O nossos Libertador,


a nossa luz e caminho.

Vamos à ceia de Cristo, vamos em festa de paz, Cantar a nossa


alegria de sermos povo de Deus.

Bênção solene dos alimentos Todos sentados. O presidente benze o


vinho, o pão ázimo e as ervas amargas, símbolos da escravidão e da
libertação dos hebreus por parte de Deus.

P.: Bendito sejais, Senhor nosso Deus, que nos redimiste, nos
concedeste viver esta noite para participar no pão ázimo e nas ervas
amargas. Possa assim o Senhor, nosso Deus e Deus dos nossos pais,
permitir-nos viver até outras datas festivas santificadas. Possa a vossa
vontade ser cumprida por Jacob, vosso servo escolhido, de modo que
o vosso nome seja santificado por todos na terra e todos os povos
sejam levados a louvar-vos numa só voz. E nós cantaremos os nossos
hinos de louvor pela nossa redenção, pela libertação das nossas
almas. Glorificado sejais, ò Senhor, que redimiste o Teu Povo.

Todos: Glorificado sejais, Senhor nosso Deus, Rei do Universo, que


criais o fruto da vinha.

P.: Glorificado sejais, Senhor nosso Deus, que da terra tirais o pão.

Todos: Glorificado sejais, Senhor nosso Deus, que com os vossos


mandamentos nos santificaste e nos ordenaste comer o pão ázimo.

Todos comem o pedaço de pão.


O presidente distribuiu pedaço de pão sem fermento por cada um dos
participantes. De um único pão partem-se muitos bocados para
simbolizar a nossa pertença a uma família e o nosso desejo de
partilhar com os outros aquilo que somos e o que temos: a nossa
vida.

Cada participante coloca um pouco de ervas amargas no seu prato.

Todos dizem: Glorificado sejais, Senhor nosso Deus, que por vossa
vontade nos santificaste e nos ordenaste comer ervas amargas.

7. Terceiro Cálice de Vinho Antes de terminar a Ceia, o


presidente distribui o terceiro pão sem fermento.

Todos seguram o pedaço de pão na mão, enquanto o presidente diz:


Glorifiquemos o Senhor!

Todos: Que o nome do Senhor seja glorificado para sempre!

P.: Glorificado seja o Senhor, nosso Deus, Rei do Universo, que


alimenta o mundo inteiro com bondade e graça, amor e misericórdia.
Ele dá pão a todos os homens do mundo, pois eterno é o seu amor e
santo é o seu Nome. Ele é aquele que tudo sustenta, que faz bem a
todos e dá alimento a todas as criaturas.
Todos: Glorificado sejais, ò Senhor, que alimentais as vossas
criaturas.
Todos comem o pedaço de pão. Em seguida é servido o terceiro
cálice de vinho.

P.: Que poderei retribuir ao Senhor por tudo aquilo que Ele me tem
dado?
Todos: Erguerei o cálice da salvação, invocando o nome do Senhor!

P.: Cumprirei os meus votos para que com o Senhor na presença de


todo o Povo.
Todos: Preciosa é, aos olhos do Senhor, a morte dos seus amigos.
P.: Sou, Senhor, vosso servo, filho da vossa serva.
Todos: Quebraste as minhas cadeias. Oferecer-Vos-ei um sacrifício
de louvor, invocando o nome de Deus.

P.: Cumprirei os meus votos para com o Senhor na presença de todo


o seu povo; nos átrios da casa do Senhor, no teu recinto, ó Jerusalém.
Todos: Bendito sejais, Senhor nosso Deus, Rei do Universo, que
criaste o fruto da vinha.

Todos bebem do cálice abençoado.

Bênção final Enchem-se de novo os cálices.


Todos: Bendito sejais, Senhor nosso Deus, que criaste o fruto da
vinha.

Todos bebem do cálice. O presidente termina com uma bênção muito


antiga.

P.: "O Senhor te abençoe e guarde!


O Senhor te mostre o seu rosto brilhante e tenha piedade de ti!
O Senhor te mostre o seu rosto e te conceda a paz!"
Todos: Assim seja, assim seja, assim seja.

P.: Irmãos e irmãs: Purificai-vos do velho fermento, para que sejais


uma nova massa, agora que já sois ázimos, pois Cristo, o nosso
Cordeiro Pascal, foi imolado.
Todos: Aleluia! Aleluia! Aleluia!
Leitor 1: Páscoa! Passagem! Ressurreição!
P.: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim, nunca mais terá forme e
o que crê em mim nunca mais terá sede.”
Leitor 2: “É este o meu mandamento: amai-vos uns aos outros como
eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida
pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando.”

P.: “Não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que o patrão faz;
chamo-vos amigos, porque vos comuniquei tudo o que ouvi a meu
Pai. Não fostes vós que Me escolhestes, mas fui Eu que vos escolhi.
Eu destinei-vos para irdes e dardes fruto e para que o vosso fruto
permaneça. O Pai dar-vos-á tudo o que Lhe pedirdes em meu nome.
O que vos mando é que vos ameis uns aos outros».

Todos: Aleluia! Aleluia! Aleluia!

Deus está aqui Tão certo como o ar que respiro


Tão certo como a manhã que se levanta
Tão certo como este canto que podes ouvir.

Tu o podes sentir movendo-se por entre os ramos. Tu o podes ouvir


cantando connosco aqui.
Tu o podes levar quando por essa porta saias. Tu o podes guardar
para sempre no teu coração.

Tu o podes notar a teu lado neste mesmo instante. Não sejas também
como aqueles que não querem ver.
Lhe podes contar esse problema que tens. Jesus está aqui, se queres
pode-Lo sentir.

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