Especificação de Chaves Seccionadoras
Especificação de Chaves Seccionadoras
NTC-41 Reviso 2
NDICE SEO 1. 2. 3. 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 4. 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 4.6 4.7 4.8 4.9 4.10 4.11 4.12 4.13 4.14 4.15 4.16 4.17 4.18 4.19 4.20 5. 5.1 5.2 5.3 5.4 5.5 5.6 ANEXO A TABELA 1 TABELA 2 TABELA 3 TABELA 4 ANEXO B DESENHO 1 DESENHO 2 DESENHO 3 TTULO OBJETIVO NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES CONDIES GERAIS Condies do Local de Instalao Termos Tcnicos Intercambiabilidade Caractersticas dos Circuitos Auxiliares Extenso do Fornecimento Garantia Documentos Tcnicos para Aprovao REQUISITOS ESPECFICOS Tipo Base Mecanismo Componentes Condutores de Corrente Contatos Principais Conexes Flexveis Mancais e Engrenagens Materiais Isoladores Terminais de Alta Tenso Tenses Auxiliares Fiao Mecanismo de Operao das Lminas Principais Lminas de Terra Corrente de Magnetizao Blindagem Conectores de Linha e Aterramento Placas de Identificao Proteo Contra Corroso Ferramentas e Chaves Especiais INSPEO E ENSAIOS Generalidades Ensaios de Recebimento Ensaios de Tipo Relatrios dos Ensaios Aceitao e Rejeio Relatrios Certificados dos Ensaios TABELAS CARACTERSTICAS ELTRICAS CONTATOS AUXILIARES PARA A LMINA PRINCIPAL CONTATOS AUXILIARES PARA A LMINA DE ATERRAMENTO PLANO DE AMOSTRAGEM PARA OS ENSAIOS DE RECEBIMENTO DESENHOS LOCAO DAS CHAVES SECCIONADORAS DE 230 kV SOBRE A ESTRUTURA SUPORTE PARA MONTAGEM HORIZONTAL LOCAO DAS CHAVES SECCIONADORAS DE 138 kV SOBRE A ESTRUTURA SUPORTE PARA MONTAGEM HORIZONTAL LOCAO DAS CHAVES SECCIONADORAS DE 69 kV SOBRE A ESTRUTURA SUPORTE PARA MONTAGEM HORIZONTAL PGINA 1 2 4 4 4 4 4 4 5 5 8 8 8 8 8 8 9 9 9 9 10 10 10 10 12 13 13 13 13 15 15 16 16 17 18 18 19 19 20 20 21 21 21 22 22 23 24
TTULO LOCAO DAS CHAVES SECCIONADORAS DE 34.5 kV SOBRE A ESTRUTURA SUPORTE PARA MONTAGEM VERTICAL LOCAO DAS CHAVES SECCIONADORAS DE 34.5 kV SOBRE A ESTRUTURA SUPORTE PARA MONTAGEM HORIZONTAL LOCAO DAS CHAVES SECCIONADORAS DE 13,8 kV SOBRE A ESTRUTURA SUPORTE PARA MONTAGEM VERTICAL LOCAO DAS CHAVES SECCIONADORAS DE 34,5 kV SOBRE A ESTRUTURA SUPORTE PARA MONTAGEM VERTICAL LOCAO DAS CHAVES SECCIONADORAS DE 13,8 kV SOBRE A ESTRUTURA SUPORTE PARA MONTAGEM HORIZONTAL LOCAO DAS CHAVES SECCIONADORAS DE 13,8 kV SOBRE A ESTRUTURA SUPORTE PARA MONTAGEM HORIZONTAL INVERTIDA LOCAO DAS CHAVES SECCIONADORAS DE 13,8 kV SOBRE A ESTRUTURA SUPORTE PARA MONTAGEM VERTICAL INTERTRAVADA LOCAO DAS CHAVES SECCIONADORAS DE 34,5 kV SOBRE A ESTRUTURA SUPORTE PARA MONTAGEM VERTICAL INTERTRAVADA LOCAO DAS CHAVES SECCIONADORAS DE 34,5 kV SOBRE A ESTRUTURA SUPORTE PARA MONTAGEM HORIZONTAL INVERTIDA ISOLADORES DE PEDESTAL PARA 138 kV ISOLADORES DE PEDESTAL PARA 230 kV ISOLADORES DE PEDESTAL PARA 69 kV ISOLADORES DE PEDESTAL PARA 34,5 kV ISOLADORES DE PEDESTAL PARA 13,8 kV ISOLADORES MULTICORPO PARA COLUNAS DE 69 kV a 230 kV CHAVE SECCIONADORA 138 kV ABERTURA VERTICAL MONTADA SOBRE UM SUPORTE HORIZONTAL CHAVE SECCIONADORA 230 kV DE ABERTURA VERTICAL MONTADA EM UMA ESTRUTURA SUPORTE DE MONTAGEM HORIZONTAL BASE PARA CHAVE SECCIONADORA DE 13,8 kV E 34,5 kV DIMENSES E AMPACIDADE DA SUPERFCIE DE TRANSFERNCIA DOS TERMINAIS CHAVES SECCIONADORAS DE 138 E 230 kV COMANDO MOTORIZADO "CATEGORIA B" DIAGRAMA ESQUEMTICO PLACA DE IDENTIFICAO PARA SECCIONADORES E MECANISMO DE OPERAO PLACA DE IDENTIFICAO DE CADASTRO DE EQUIPAMENTO QUADRO DE DADOS TCNICOS E CARACTERSTICAS GARANTIDAS INFORMAES TCNICAS REQUERIDAS COM A PROPOSTA PEAS SOBRESSALENTES ESPECIFICADAS PEAS SOBRESSALENTES RECOMENDADAS FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS ESPECIAIS PARA INSTALAO E MANUTENO CERTIFICADOS DE ENSAIOS DE TIPO REQUERIDOS COM A PROPOSTA COTAO DE ENSAIOS DE TIPO
PGINA 25 26 27 28 29 30
DESENHO 10
31
DESENHO 11
32
DESENHO 12 DESENHO 13 DESENHO 14 DESENHO 15 DESENHO 16 DESENHO 17 DESENHO 18 DESENHO 19 DESENHO 20 DESENHO 21 DESENHO 22 DESENHO 23 DESENHO 24 DESENHO 25 ANEXO C ANEXO D ANEXO E ANEXO F ANEXO G ANEXO H ANEXO I
33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 50 52 53 54 55 56
1.
OBJETIVO A presente norma tcnica tem por objetivo definir as principais caractersticas eltricas e mecnicas, bem como os demais requisitos bsicos para o fornecimento de chaves seccionadoras e equipamentos associados, para as seguintes tenses mximas de operao do sistema: 15, 36,2, 72,5, 145 e 245 kV, a serem instaladas em subestaes da CELG D.
2.
NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES NBR 5032 NBR 5307 NBR 5426 NBR 5459 NBR 5460 NBR 5464 NBR 6323 NBR 6366 NBR 6882 NBR 6936 NBR 6939 NBR 7398 NBR 7400 NBR 7571 NBR 7875 NBR 7876 Isoladores para linhas areas com tenses acima de 1 000 V Isoladores de porcelana ou vidro para sistemas de corrente alternada. Corpos cermicos de grandes dimenses destinados a instalaes eltricas. Planos de amostragem e procedimentos na inspeo por atributos Procedimentos. Eletrotcnica e eletrnica - Manobras, proteo e regulagem de circuitos - Terminologia. Eletrotcnica e eletrnica - Sistemas eltricos de potncia Terminologia. Eletrotcnica e eletrnica - Interferncias eletromagnticas Terminologia. Galvanizao de produtos de ao ou ferro fundido - Especificao. Ligas de cobre - Anlise qumica - Mtodo de ensaio. Isolador suporte pedestal de porcelana - Unidades e colunas Padronizao de dimenses e caractersticas. Tcnicas de ensaios eltricos de alta tenso - Procedimento. Coordenao de isolamento Procedimento. Produto de ao ou ferro fundido revestido de zinco por imerso a quente - Verificao da aderncia do revestimento. Produto de ao ou ferro fundido - Revestimento de zinco por imerso a quente - Verificao da uniformidade do revestimento. Seccionadores - Caractersticas tcnicas e dimensionais Padronizao. Instrumento de medio de radiointerferncia na faixa de 0,15 a 30 MHz (Padro CISPR ) - Padronizao. Linhas e equipamentos de alta tenso - Medio de radiointerferncia na faixa de 0,15 a 30 MHz - Mtodo de ensaio.
NBR IEC 60694 Especificaes comuns para normas de equipamentos de manobra de alta tenso e mecanismos de comando. NBR IEC 62271- Equipamentos de alta-tenso - Parte 102: Seccionadores e chaves 102 de aterramento. NBR ISO 261 ANSI C37.34 ANSI C63.2 Rosca mtrica ISO de uso geral - Plano geral. Standard Test Code for High-Voltage Air Switches. American National Standard for Electromagnetic Noise and Field Strength Instrumentation, 10 kHz to 40 GHz - Specifications. Standard Test Method for Weight [Mass] of Coating on Iron and Steel Articles with Zinc or Zinc-Alloy Coatings. Standard Specification for Zinc Coating (Hot-Dip) on Iron and Steel Hardware. Standard Practice for Locating the Thinnest Spot in a Zinc (Galvanized) Coating on Iron or Steel Articles. Standard Practice for Testing Chromate Coatings on Zinc and Cadmium Surfaces. Specification for Electrodeposited Coatings of Tin.
2
ASTM A90 ASTM A153 ASTM A239 ASTM B201 ASTM B545
Standard Practice for Qualitative Adhesion Testing of Metallic Coatings. Standard Specification for Electrodeposited Coatings of Zinc on Iron and Steel. Standard Practice for Measuring Coating Thickness by MagneticField or Eddy-Current (Electromagnetic) Examination Methods Standard Test Methods for Chemical Analysis of Copper Alloys.
IEC 60050-441 International Electrotechnical Vocabulary. Switchgear, controlgear and fuses. IEC 60060-1 High-voltage test techniques. Part 1: General definitions and test requirements. IEC 60060-2 High-voltage test techniques - Part 2: Measuring systems. IEC 60137 Insulated bushings for alternating voltage above 1000 V. IEC 60265-1 High-voltage switches - Part 1: Switches for rated voltages above 1 kV and less than 52 kV. IEC 60265-2 High-voltage switches - Part 2: High-voltage switches for rated voltages of 52 kV and above. ISO 2768-1 General tolerances - part 1: Tolerances for linear and angular dimensions without individual tolerances indication. ISO 3231 Paints and varnishes - Determination of resistance to humid atmospheres containing sulfur dioxide. Notas: 1) Propostas para equipamentos projetados e/ou fabricados com normas diferentes daquelas listadas sero aceitas, desde que assegurem uma qualidade igual ou melhor do que a das normas mencionadas. Neste caso, o proponente dever citar em sua proposta as normas aplicadas, e submeter CELG D cpias das normas alternativas propostas, indicando claramente os pontos onde estas desviam das normas ABNT correspondentes. 2) No caso de divergncias entre quaisquer normas, as da ABNT prevalecero. 3) Todas as normas referidas neste captulo devem estar disposio do inspetor da CELG D no local de inspeo. 4) O fabricante deve fornecer todos os materiais requeridos, a menos que esteja especificado de outra maneira. Todos os materiais que no so especificamente mencionados nesta norma, mas que so usuais ou necessrios para a operao eficiente do equipamento, considerar-se-o como aqui includos e devem ser fornecidos pelo fabricante sem nus adicional. 5) Dever ser usado o Sistema Internacional de Unidades (sistema mtrico) para todo o fornecimento.
3. 3.1
CONDIES GERAIS Condies do Local de Instalao: O equipamento ser instalado em regio com as seguintes condies ambientais: - altitude limitada a 1000 m; - temperatura: mxima do ar ambiente 40C e mdia, em um perodo de 24 horas: 30C; - temperatura mnima do ar ambiente: 0C; - presso mxima do vento: 700 Pa (70 daN/m2); - umidade relativa do ar: at 100%; - exposio direta a chuva e poeira; - nvel de radiao solar: 1,1 kW/m2, com alta incidncia de raios ultravioleta.
3.2
Termos Tcnicos Os termos tcnicos usados nesta norma esto de acordo com a NBR 5458.
3.3
Intercambiabilidade Em um fornecimento, equipamentos do mesmo tipo e tenso nominal devem ser intercambiveis, tanto fsica como eletricamente. Peas e dispositivos com funes similares devem ter projeto e construo idnticos.
3.4
Caractersticas dos Servios Auxiliares Estaro disponveis, no local de instalao, fontes para alimentao dos servios auxiliares, nas seguintes tenses: a) 125 V (+ 10%, -20 %) corrente contnua, para comando, controle e superviso; b) 220 V ( 10%) 60 Hz, monofsico, para iluminao, aquecimento e tomadas das caixas de comando e controle.
3.5
3.5.1
Itens Obrigatrios: a) equipamento completo com todos os componentes e acessrios necessrios sua perfeita instalao e operao; b) ensaios de rotina e recebimento; c) embalagem para transporte; d) ferramentas e/ou dispositivos especiais para instalao, ensaios e manuteno, a serem recomendados pelo fornecedor; e) ensaios de tipo e/ou especiais, devendo ser cotados os custos unitrios dos mesmos.
3.5.2
Itens Opcionais Os itens abaixo relacionados devem ser cotados pelo fornecedor, quando da
apresentao da proposta e, a critrio da CELG D, podero ou no ser adquiridos: a) peas sobressalentes; b) superviso de montagem. 3.6 Garantia O perodo de garantia dos equipamentos, obedecido ainda o disposto no CFM, ser de dezoito meses a partir da data de entrada em operao ou vinte e quatro, a partir da entrega, prevalecendo o prazo referente ao que ocorrer primeiro, contra qualquer defeito de fabricao, material e acondicionamento. Caso os equipamentos apresentem qualquer tipo de defeito ou deixem de atender aos requisitos exigidos pelas normas da CELG D, um novo perodo de garantia de doze meses de operao satisfatria, a partir da soluo do defeito, deve entrar em vigor para o lote em questo. Dentro do referido perodo as despesas com mo-de-obra decorrentes da retirada e instalao de equipamentos comprovadamente com defeito de fabricao, bem como o transporte destes entre o almoxarifado da concessionria e o fornecedor, incidiro sobre o ltimo. O perodo de garantia dever ser prorrogado por doze meses em quaisquer das seguintes hipteses: - em caso de defeito em equipamento e/ou componente que comprometa o funcionamento de outras partes ou do conjunto; sendo a prorrogao vlida para todo o equipamento, a partir da nova data de entrada em operao; - se o defeito for restrito a algum componente ou acessrio o(s) qual(is) no comprometam substancialmente o funcionamento das outras partes ou do conjunto, dever ser estendido somente o perodo de garantia da(s) pea(s) afetada(s), a partir da soluo do problema, prosseguindo normalmente a garantia para o restante do equipamento. 3.7 Documentos Tcnicos para Aprovao O fabricante dever apresentar, para aprovao, os documentos tcnicos relacionados a seguir, atendendo aos requisitos especificados na [Link], relativamente a prazos e demais condies de apresentao de documentos. 3.7.1 Cronograma O cronograma de entrega de documentos tcnicos para aprovao dever ser completo, contendo indicao do nmero de referncia do fabricante, ttulo completo e data de envio prevista. 3.7.2 Desenho Dimensional O desenho dimensional dever conter: a) tipo e cdigo do fabricante; b) arranjo geral em trs vistas, com a identificao e localizao de todos os acessrios; c) legenda dos componentes; d) desenhos de todos os dispositivos e componentes, tais como:
NTC-41 / DT-SETOR DE NORMATIZAO TCNICA 5
- alavancas e mecanismos de operao manual; - conjunto de contatos principais; - mecanismos de travamento, mecnicos e eltricos; - caixa de contatos auxiliares, etc; e) massa do equipamento (por plo e total); f) coluna de isoladores e suas caractersticas; g) furao da base de fixao. 3.7.3 Desenhos Relativos s Cabines de Comando e Controle a) Desenho dimensional contendo o tipo, cdigo do fabricante, massa, vista com localizao de componentes internos, terminal de aterramento e furao para tubulao de entrada. b) Diagramas funcionais e de tabulao de contatos. c) Esquemas topogrficos e de interligao. d) Catlogo de componentes, mesmo sendo estes fornecidos por terceiros. e) Furao para fixao. 3.7.4 Desenhos das Placas a) b) c) d) 3.7.5 De identificao para o equipamento principal. De identificao de cadastro de equipamento. Do mecanismo de operao. Do plo.
Desenho do Terminal O desenho do terminal de alta tenso dever conter: a) material de fabricao; b) dimenses; c) esforos longitudinais e transversais.
3.7.6
Documentos Complementares Esquema de tratamento e pintura das superfcies metlicas. Plano de inspeo e testes. Cronograma de fabricao. Lista de equipamentos que iro requerer armazenagem especial, o tipo de armazenagem requerida e a rea para estocagem. e) Certificados dos ensaios de tipo pertinentes ao equipamento e aos componentes. a) b) c) d)
3.7.7
Desenho da Embalagem O desenho de embalagem para transporte dever conter: a) b) c) d) e) f) dimenses; massa; dispositivo de iamento; tipo de madeira e tratamento utilizado; localizao do centro de gravidade; detalhes de fixao dos componentes dentro da embalagem.
6
3.7.8
Manual O manual de instrues de montagem, operao e manuteno, dever ser constitudo dos seguintes captulos: I - Dados e caractersticas do equipamento; II - Descrio funcional; III - Instrues para recebimento, manuseio e armazenagem; IV - Instrues para instalao e ajustes; V - Instrues para operao e manuteno; VI - Lista completa de todos os componentes, ferramentas especiais e peas de reposio; VII - Desenhos e documentos de fabricao certificados; VIII - Relatrio dos ensaios de fabricao; IX - Catlogos de todos os componentes utilizados na chave; X - Certificados de ensaios de tipo e de rotina. Notas: l) 2) A relao de documentos tcnicos para aprovao apresentada dever ser atendida para cada tipo de chave seccionadora e de aterramento. O Captulo V do manual de instrues - Instrues para Operao e Manuteno, dever ser detalhado, em linguagem auto explicativa e ilustrado, apresentar desenhos dos subconjuntos mecnicos, por funo, indicando folgas admissveis e procedimentos para os ajustes, inclusive em casos de substituio de componentes. No sero aceitos manuais apenas descritivos com indicaes vagas para os procedimentos supra mencionados. Todas as instrues, desenhos, legendas, manuais tcnicos, relatrios de ensaios, etc, bem como a placa de identificao, devem ser escritos em portugus. Aps o atendimento de todos os comentrios decorrentes da anlise de toda a documentao, o manual dever ser montado com capa dura plastificada e divisria com orelhas. O manual completo, incluindo relatrios finais de recebimento em fbrica, aprovado, em cinco vias, incluindo os Captulos I a X, deve ser entregue at trinta dias aps a realizao do ltimo ensaio de recebimento. Alm disso, o manual deve ser enviado em mdia de extenso "pdf" e todos os desenhos em formato "dwg" (Autocad). Devem ser enviados tambm todos os desenhos em papel polister. O manual completo e desenhos devem tambm ser enviados em trs cpias em CD-ROM.
3)
4)
5)
6)
4. 4.1
REQUISITOS ESPECFICOS Tipo As chaves seccionadoras devero ser apropriadas para instalao externa, operao simultnea nas trs fases e montadas sobre estruturas de apoio, de ao ou concreto. Estas devero ser adaptadas para instalao em ptio de manobras, montagem horizontal ou vertical, conforme o requerido. As chaves seccionadoras classes de tenso 72,5, 145 e 245 kV devero ser do tipo dupla abertura lateral, sendo que para as tenses 145 e 245 kV o fechamento dever ser em dois estgios, da seguinte maneira: fechamento e a seguir giro de 25 a 30, para travamento dos contatos.
4.2
Base As seccionadoras classes de tenso 15 e 36,2 kV devero ter suas bases de acordo com os Desenhos 4 a 12 e 21. As demais devero seguir a orientao dos Desenhos 1, 2, 3, 19 e 20, com respeito localizao sobre a estrutura suporte.
4.3
Mecanismo O mecanismo dever ser projetado para manter-se alinhado quando sujeito a torques e tenses desenvolvidas sob as condies de operao. Todos os mancais devero ser blindados e do tipo auto-lubrificante. O mecanismo de operao dever proporcionar um movimento suave e simultneo das lminas, por todo o ciclo de operao. Dever ser previsto um ajuste individual do mecanismo de operao de cada plo para compensar possveis desalinhamentos das bases, hastes e alavancas de operao. As hastes de transmisso do mecanismo de operao devero ser tubos de ao sem costura, galvanizados a quente, com bitola mnima 1 1/2". Emendas nos tubos s sero permitidas quando o comprimento for superior a trs metros, e devero ser feitas com luvas e pinos de trava aparafusados. Especial ateno deve ser considerada no sentido de impedir a penetrao de umidade nos rolamentos dos mancais.
4.4
Componentes Condutores de Corrente Todos os componentes condutores de corrente devero ser projetados para preencher os requisitos especificados na Tabela 1 com relao corrente nominal, corrente de curto circuito e esforos mecnicos. As chaves de aterramento devero ser capazes de suportar, tenso nominal, qualquer valor de corrente at o valor de crista da corrente suportvel nominal de curta durao.
4.5
Contatos Principais Os contatos principais devero ser de alta presso, auto-ajustveis e auto-limpantes, projetados de forma que a ao de limpeza no cause riscos prejudiciais ou abraso
das superfcies de contato e, que a presso de contato permanea inalterada com as variaes normais de alinhamento e ajuste. Os contatos da chave devero dissipar o calor gerado sem fundir e, manter o contato eltrico quando sujeitos s respectivas correntes de curto-circuito especificadas na Tabela 1. As superfcies dos contatos principais devero ser prateadas, com espessura mnima da camada de 8 m. Todas as chaves seccionadoras classes de tenso 72,5, 145 e 245 kV, devero ser confeccionadas com contatos de arco (chifres) adequados para a proteo dos contatos principais contra a deteriorao causada pelas operaes de abertura/fechamento. Os limites de elevao de temperatura admissveis devero estar de acordo com a NBR IEC 62271-102. 4.6 Conexes Flexveis Molas, pinos e mancais no devem conduzir corrente, e devero ser conectados por cordoalhas de cobre extra-flexveis ou por contatos auxiliares de alta presso. Projetos nos quais contatos de alta presso so integralmente incorporados na montagem dos mancais estaro sujeitos aprovao da CELG D. Se esse tipo de contato for empregado, devero ser fornecidos meios para manter, automaticamente, a presso de contato adequada. 4.7 Mancais e Engrenagens Mancais para isoladores rotativos devero ser adequadamente protegidos do tempo para prevenir entrada de umidade e conseqente corroso. As engrenagens devero ser fechadas em invlucros estanques projetados de forma a conservar uma adequada lubrificao. Partes que requeiram lubrificao peridica por meio de graxa devero ser fornecidas com engraxadeiras. 4.8 Materiais Todas as partes de ao devero ser galvanizadas por imerso a quente, de acordo com a NBR 6323. Parafusos com dimetro at 12 mm podem, alternativamente, ser submetidos a galvanizao por eletrodeposio, seguida de passivao com bicromato com uma espessura mnima de camada de 30 m. 4.9 Isoladores Os isoladores devem ser de vidro temperado ou porcelana. Para as chaves seccionadoras com isoladores de porcelana, estes devero ser na cor marrom, superfcies externas vitrificadas, em conformidade com o disposto na NBR 5032. As colunas isolantes sero constitudas por isoladores do tipo multicorpo, ou de isoladores superpostos, devendo a montagem, neste ltimo caso, ser efetuada sem calos entre isoladores, e com os ltimos perfeitamente alinhados. Os isoladores devero estar de acordo com os requisitos dos seguintes desenhos:
NTC-41 / DT-SETOR DE NORMATIZAO TCNICA 9
Desenho Desenho 13 Desenho 14 Desenho 15 Desenho 16 Desenho 17 Desenho 18 4.10 Terminais de Alta Tenso
Os terminais de alta tenso devero seguir o disposto no Desenho 22, adequados para receber conectores em liga de cobre, conforme item 4.17. 4.11 Tenses Auxiliares De controle: 125 Vcc, + 10%, - 20%. Do circuito de aquecimento: 220 Vca, 10%. Do motor: 125 Vcc, + 10%, - 20%. 4.12 Fiao Os cabos podero ser isolados em PVC, XLPE ou EPR, classe de isolamento mnima 750 V, do tipo no propagante de chama. 4.13 4.13.1 Mecanismo de Operao das Lminas Principais Geral O mecanismo de operao poder ser manual e/ou motorizado, de acordo com o solicitado no CFM. As chaves seccionadoras devero ser equipadas com dispositivo mecnico, visvel do solo, que indique as posies "ABERTA" e "FECHADA" das lminas. Esse dispositivo dever ser fornecido para a lmina principal e de aterramento e nele devero ser claramente indicadas as referidas posies. Os esforos de toro impostos sobre qualquer coluna de isoladores durante a operao no devem exceder aos limites de segurana da coluna. Os proponentes devero fornecer todos os dados tcnicos, incluindo descrio, desenhos da disposio dos componentes, com dimenses e diagramas esquemticos do dispositivo de operao oferecido. 4.13.2 Mecanismo de Operao Manual Dever ser prevista a possibilidade de futura motorizao para os mecanismos de operao manual. A alavanca de operao manual do mecanismo no dever requerer uma fora superior a 220 N, aplicada na sua extremidade, para a operao efetiva da chave, sob condies normais de operao.
NTC-41 / DT-SETOR DE NORMATIZAO TCNICA 10
Os dispositivos de operao devero ser projetados de forma tal que possam ser desconectados, a qualquer momento, do eixo ou haste de operao, para testes. Devero ser previstos meios para travar os mecanismos de operao manual em ambas as posies, aberta e fechada. 4.13.3 Mecanismo de Operao Motorizado O mecanismo de operao motorizado dever ser instalado em uma cabine prova de intempries, de fcil acesso para manuteno. O fundo da cabine dever ter placa removvel com duas aberturas de 38 mm para entrada de eletrodutos de ao, vedadas por tampes plsticos rosqueados. A cabine do mecanismo de operao motorizado dever ser de construo robusta, em chapa de ao galvanizada a quente, ao inox ou alumnio, capaz de apresentar slido apoio haste e engrenagens do referido mecanismo, ser dotada de conector de aterramento para cabo de cobre seo 70 mm2, orelhas de fixao, porta com junta de vedao e dispositivo para cadeado. As cabines devem ser prova de intempries, com projeto e tamanho adequado proteo dos equipamentos nelas montados, mesmo com as portas abertas e em condies adversas de tempo, grau de proteo mnimo IP54. Aberturas para ventilao, quando houver, devero ser cuidadosamente protegidas contra a entrada de chuva e possuir uma tela fina contra penetrao de insetos, roedores e outros. Para prevenir condensao de umidade na caixa, as mesmas devem ser providas de resistores de aquecimento adequados, tenso de operao 220 V, com termostato (0 a 60oC), interruptor, tomada e circuito de alarme para indicao remota de queima da resistncia. Devem ser equipadas ainda com circuito de iluminao, em 220 V, lmpada base E-27, comandado por interruptor acionado pela porta da cabine. Deve ser fornecida ainda tomada com tampa prova de tempo, no fundo do painel, para alimentao dos resistores de aquecimento durante o perodo de armazenamento. Cada mecanismo do motor dever ter uma alavanca para operao manual. Esta alavanca dever ter rotao livre na posio "motor". Na posio "manual" o motor dever estar eltrica e mecanicamente desconectado. O mecanismo dever ser montado fora da estrutura suporte, com a alavanca posicionada 1000 mm acima do piso. O mecanismo de operao motorizado, aplicvel para chaves seccionadoras com classes de tenso 145 e 245 kV, ter seus esquemas eltricos conforme Desenho 23, ou seja, definido como Categoria B da NBR 7571, utilizando-se dois circuitos de alimentao independentes, sendo um para comando e outro para o motor, ambos alimentados em 125 Vcc (+ 10%, - 20%). O rel de mnima tenso (RMT) dever ser do tipo ajuste fixo e previsto para atuar dentro das seguintes faixas:
11
MOTOR DE TENSO NOMINAL 125 Vcc Tenso de desarme do rel < 100 Vcc Tenso de rearme do rel 100 a 112 Vcc Tenso rearme/desarme a menor possvel Todos os circuitos que requeiram conexes a cabos devero ser ligados aos blocos terminais, na caixa do mecanismo. Os terminais devero ser individuais e do tipo moldados unitariamente, encaixados em trilhos e fornecidos completos, com cobertura e presilhas. Os terminais devero ser prprios para fios com sees 2,5 a 6 mm2. No devero ser instalados em um nico terminal mais de dois fios. Cada terminal dever ser identificado com um nico cdigo de trs smbolos alfanumricos, os quais devero tambm ser usados nos fios correspondentes. Devero ser fornecidos adicionalmente, como sobressalentes, 20% da quantidade de cada tipo de terminal utilizado. As identificaes devero ser gravadas ou marcadas com tinta, de forma legvel e indelvel e, estar de acordo com as identificaes dos fios mostradas nos diagramas esquemticos e diagramas de conexes aprovados pela CELG D. Independentemente das chaves auxiliares normalmente utilizadas para controle, sinalizao e intertravamento do motor, cada lmina principal e de aterramento dever ser fornecida com um nmero mnimo de contatos, conforme Tabelas 2 e 3. Os contatos auxiliares devero ser em liga de cobre cobertos com prata ou cdmio, corrente contnua nominal: 20 A; corrente de interrupo nominal: 2 A em 125 Vcc. Os contatos devero ser preferivelmente do tipo intercambivel, adequados para a operao "a" ou "b". 4.14 Lminas de Terra As lminas de terra devero ser fornecidas sobre os terminais. O mecanismo principal e das lminas de aterramento devero ser mecanicamente intertravados, com a finalidade de prevenir a operao das lminas principais quando as de terra estiverem fechadas, e a operao das lminas de terra quando as principais estiverem fechadas. As lminas de terra devero ser consideradas como partes condutoras de corrente, portanto, sujeitas aos requisitos de curto circuito especificados na Tabela 1, e ter as mesmas caractersticas nominais da chave seccionadora da qual faz parte. As lminas de aterramento e a base da chave devero ser conectadas por intermdio de cordoalha de cobre flexvel. Somente ser permitido acionamento manual do mecanismo das chaves de aterramento.
NTC-41 / DT-SETOR DE NORMATIZAO TCNICA 12
4.15
Corrente de Magnetizao As chaves seccionadoras devero ser capazes de interromper uma corrente de magnetizao de at 2,5 A.
4.16
Blindagem As chaves seccionadoras classes 72,5 kV e acima devero ser adequadamente blindadas para limitar a tenso de radiointerferncia a 1000 V, medidos conforme estabelecido na NBR IEC 60694, para uma tenso 10% acima da tenso fase-terra nominal, referidos a 300 , com os conectores de linha instalados. Para ensaios de uma nica fase, uma blindagem vertical dever ser posicionada a uma distncia igual metade do afastamento das fases ao eixo do plo central da chave seccionadora, de modo a simular os efeitos das trs fases na blindagem da referida chave. A blindagem dever ser efetivada com a chave seccionadora nas posies "FECHADA" e "ABERTA".
4.17
Conectores de Linha e Aterramento Os conectores de linha devero estar de acordo com a respectiva norma da ABNT, sendo seis terminais de presso, liga de cobre estanhado, chapa-cabo, reto, 90, parafusos de ao galvanizado a fogo, para terminais padro NEMA, constantes do Desenho 22. Para tenses at 138 kV devem permitir a ligao de cabos de alumnio CAA, sees entre 4/0 AWG e 500 MCM, inclusive, e acima disso devero ser do tipo anti-corona, para cabos 500 at 1033,5 MCM. Tambm devero possuir dois conectores para aterramento, por base, adequados para cabo de cobre nu 70 mm2.
4.18
Placas de Identificao As chaves seccionadoras devem ser fornecidas com placa de identificao (com os dados nominais reais do equipamento), placa do diagrama funcional de comando, outra de identificao do mecanismo de operao, acrescida de uma de identificao de cadastro do equipamento. Devem ser confeccionadas em ao inoxidvel ou alumnio anodizado, dizeres em portugus e gravao em baixo relevo. As informaes nelas contidas esto especificadas nos itens a seguir.
4.18.1
Placa de Identificao da Chave Seccionadora a) nome e/ou marca comercial do fabricante; b) local de fabricao; c) a palavra "Seccionador"; d) nmero de srie; e) data de fabricao (ms e ano); f) tipo ou modelo do fabricante; g) norma aplicvel; h) tenso nominal (Ur); i) freqncia nominal (f); j) tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico (Up);
13
k) tenso suportvel nominal freqncia industrial (Uf); l) capacidade de interrupo de corrente de magnetizao; m) corrente nominal (Ir); n) corrente suportvel nominal de curta durao (Ik); o) durao nominal do curto (tk); p) valor de crista nominal da corrente suportvel (Id); q) tenso nominal de alimentao dos circuitos auxiliares (Ua); r) carga mecnica esttica nos terminais (F); s) classe de durabilidade mecnica dos seccionadores (Mr); t) classe de durabilidade eltrica de chaves de aterramento (Er); u) massa do plo (M-plo); v) massa total (M-Total); x) nmero do manual de instrues; y) nmero do CFM; z) espao em branco com dimenses 14 mm x 70 mm. A placa de identificao dever ser colocada em cada um dos plos, e tambm junto placa de identificao do mecanismo de operao. A placa do esquema funcional dever ser colocada na parte interna da porta da cabine. 4.18.2 Placa de Identificao do Mecanismo de Operao a) nome e/ou marca comercial do fabricante; b) local de fabricao; c) a expresso "Mecanismo de Operao"; d) nmero de srie; e) data de fabricao (ms/ano); f) tipo ou modelo do fabricante; g) tenso de comando e sua faixa de tolerncia (Uc); h) corrente nominal do circuito de comando (Ic); i) tenso de alimentao e sua faixa de tolerncia (Ua); j) relao entre corrente nominal e corrente de partida do motor (In/Ip); k) tenso de alimentao de aquecimento e sua faixa de tolerncia (Ua); l) potncia nominal do aquecimento (Pa); m) tempo de fechamento/abertura (t); n) massa (M); o) nmero do manual de instrues; p) nmero do CFM; q) espao em branco de 14 mm x 70 mm. 4.18.3 Placa de Identificao de Cadastro de Equipamento a) O fabricante ser responsvel pela confeco e fixao da placa de identificao de cadastro, conforme Desenho 25. b) O desenho da placa dever ser apresentado para aprovao, juntamente com os demais desenhos do equipamento. c) Por ocasio da aprovao dos desenhos ser fornecido ao fabricante o nmero do cadastro CELG D, o qual dever constar na placa de identificao de cadastro do equipamento. d) O fabricante dever enviar documento CELG D confirmando e associando o nmero de srie de fabricao ao de cadastro do equipamento.
NTC-41 / DT-SETOR DE NORMATIZAO TCNICA 14
e) Devero ser fixadas da seguinte forma: uma na cabine de comando, prximo placa de identificao principal da chave, na mesma lateral e outra em um dos plos. f) Dever estar fixada ao equipamento quando este for apresentado para realizao dos ensaios de recebimento em fbrica. 4.19 Proteo contra Corroso Todas as estruturas externas de ao, flanges, cabines, parafusos, porcas e outras partes confeccionadas em ao devero ser galvanizadas pelo processo de imerso a quente, conforme NBR 6323. 4.20 Ferramentas e Chaves Especiais O fabricante dever fornecer todas as ferramentas e dispositivos especiais de manuseio exigidos para a montagem e desmontagem do equipamento. Uma lista completa das chaves e ferramentas especiais a serem fornecidas dever ser anexada proposta.
15
5. 5.1
INSPEO E ENSAIOS Generalidades a) As chaves seccionadoras devero ser submetidas a inspeo e ensaios na fbrica, na presena de inspetores credenciados pela CELG D, devendo proporcionar ao inspetor todos os meios que permitam verificar se o material est sendo fornecido de acordo com a presente norma. b) A CELG D reserva-se ao direito de inspecionar e testar as chaves seccionadoras e o material utilizado durante o perodo de sua fabricao, antes do embarque ou a qualquer tempo em que julgar necessrio. O fabricante dever proporcionar livre acesso do inspetor aos laboratrios e s instalaes onde o equipamento em questo estiver sendo fabricado, fornecendo-lhe as informaes desejadas e realizando os ensaios necessrios. O inspetor poder exigir certificados de procedncias de matrias primas e componentes, alm de fichas e relatrios internos de controle. c) Antes de serem fornecidas as chaves seccionadoras, um prottipo deve ser aprovado, atravs da realizao dos ensaios de tipo previstos no item 5.3. d) Os ensaios para aprovao do prottipo podem ser dispensados parcial ou totalmente, a critrio da CELG D, se j existir um prottipo idntico aprovado. Se os ensaios de tipo forem dispensados, o fabricante deve submeter um relatrio completo dos ensaios indicados no item 5.3, com todas as informaes necessrias, tais como mtodos, instrumentos e constantes usadas. A eventual dispensa destes ensaios pela CELG D somente ter validade por escrito. e) O fabricante deve dispor de pessoal e de aparelhagens prprias ou contratadas, necessrios execuo dos ensaios (em caso de contratao deve haver aprovao prvia por parte da CELG D). f) O fabricante deve assegurar ao inspetor da CELG D o direito de familiarizar-se, em detalhes, com as instalaes e os equipamentos a serem utilizados, estudar todas as instrues e desenhos, verificar calibraes, presenciar ensaios, conferir resultados e, em caso de dvida, efetuar novas inspees e exigir a repetio de qualquer ensaio. g) Todos os instrumentos e aparelhos de medio, mquinas de ensaios, etc, devem ter certificado de aferio emitido por instituies acreditadas pelo INMETRO, vlidos por um perodo mximo de um ano. Por ocasio da inspeo, devem estar ainda dentro deste perodo, podendo acarretar desqualificao do laboratrio o no cumprimento dessa exigncia. h) A aceitao do lote e/ou a dispensa de execuo de qualquer ensaio: - no exime o fabricante da responsabilidade de fornecer o equipamento de acordo com os requisitos desta norma; - no invalida qualquer reclamao posterior da CELG D a respeito da qualidade do material e/ou da fabricao. Em tais casos, mesmo aps haver sado da fbrica, a chaves pode ser inspecionadas e submetidas a ensaios, com prvia notificao ao fabricante e,
16
eventualmente, em sua presena. Em caso de qualquer discrepncia em relao s exigncias desta norma, elas podem ser rejeitadas e sua reposio ser por conta do fabricante. i) Aps a inspeo das chaves seccionadoras, o fabricante dever encaminhar CELG D, por lote ensaiado, um relatrio completo dos ensaios efetuados, em uma via, devidamente assinada por ele e pelo inspetor credenciado pela concessionria. Este relatrio dever conter todas as informaes necessrias para o seu completo entendimento, tais como: mtodos, instrumentos, constantes e valores utilizados nos testes e os resultados obtidos. j) Todas as unidades de produto rejeitadas pertencentes a um lote aceito devem ser substitudas por unidades novas e perfeitas, por conta do fabricante, sem nus para a CELG D. k) Nenhuma modificao na chave seccionadora deve ser feita "a posteriori" pelo fabricante sem a aprovao da CELG D. No caso de alguma alterao, o fabricante deve realizar todos os ensaios de tipo, na presena do inspetor da concessionria, sem qualquer custo adicional. l) A CELG D poder, a seu critrio, em qualquer ocasio, solicitar a execuo dos ensaios de tipo para verificar se as chaves seccionadoras esto mantendo as caractersticas de projeto preestabelecidas por ocasio da aprovao dos prottipos. m) Para efeito de inspeo, todos os ensaios devero ser feitos na presena do inspetor credenciado pela CELG D. n) O custo dos ensaios deve ser por conta do fabricante. o) A CELG D reserva-se ao direito de exigir a repetio de ensaios em lotes j aprovados. Nesse caso as despesas sero de responsabilidade da CELG D, se as unidades ensaiadas forem aprovadas na segunda inspeo, caso contrrio, correro por conta do fabricante. p) Os custos da visita do inspetor da CELG D (locomoo, hospedagem, alimentao, homem-hora e administrativos) correro por conta do fabricante nos seguintes casos: - se na data indicada na solicitao da inspeo o material no estiver pronto; - se o laboratrio de ensaio no atender s exigncias de 5.1.e at 5.1.g; - se o material fornecido necessitar de acompanhamento de fabricao ou inspeo final em subfornecedor, contratado pelo fornecedor, em localidade diferente da sua sede; - se o material necessitar de reinspeo por motivo de recusa. 5.2 Ensaios de Recebimento Devero ser feitos ensaios nos componentes, acessrios e demais materiais empregados na fabricao das chaves, durante todo o processo, de forma a verificar a qualidade da mo-de-obra e de todos os componentes.
NTC-41 / DT-SETOR DE NORMATIZAO TCNICA 17
Antes da realizao dos ensaios de recebimento, o inspetor dever fazer uma inspeo geral para assegurar que as chaves possuam todos os acessrios requeridos e, tambm para conferir dimenses, acabamento, identificao, caractersticas dos componentes e operao do mecanismo. Os seguintes ensaios de recebimento devero ser executados, em conformidade com os requisitos estabelecidos na NBR IEC 60694: a) verificao visual; b) verificao dimensional; c) funcional da fiao auxiliar e de controle; d) tenso suportvel nominal freqncia industrial, no circuito principal; e) tenso suportvel nominal freqncia industrial nos circuitos auxiliares e de controle; f) medio da resistncia hmica do circuito principal; g) operao. 5.3 Ensaios de Tipo Os ensaios de tipo devero ser realizados em uma chave seccionadora de cada modelo a ser fornecido, de acordo com o CFM ou em prottipo ou devero ser apresentados juntamente com a proposta relatrios de ensaios de tipo que comprovem que os mesmos foram realizados previamente em chaves idnticas, dentro dos ltimos dez anos. Os ensaios de tipo devero comprovar que as chaves a serem fornecidas preencham todos os requisitos constantes desta norma. Os ensaios de tipo so os relacionados a seguir e devero ser executados de acordo com a norma NBR IEC 60694, exceto quando for mencionado de outra forma, prevalecendo sempre os termos desta norma: a) tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico; b) radiointerferncia; c) elevao de temperatura; d) corrente suportvel de curta durao e valor de crista da corrente suportvel; e) resistncia mecnica. 5.4 Relatrios dos Ensaios Nos relatrios de ensaios devem constar todas as indicaes necessrias sua perfeita compreenso e interpretao, alm dos requisitos mnimos abaixo: a) b) c) d) e) f) g) h) i) nome e/ou marca comercial do fabricante; nmero do CFM; tipo e/ou nmero de catlogo; ms e ano de fabricao; tenso e corrente nominais; tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico; descrio sucinta dos ensaios; indicao de normas tcnicas, instrumentos e circuitos; memrias de clculo, com resultados e eventuais observaes;
18
j) condies ambientes do local dos ensaios; k) tamanho do lote, nmero e identificao das unidades amostradas e ensaiadas; l) datas de incio e trmino dos ensaios; m) nome do laboratrio onde os ensaios foram executados; n) nomes legveis e assinatura do inspetor da CELG e do responsvel pelos ensaios. As chaves somente sero liberadas pelo inspetor aps entrega de trs vias dos relatrios de ensaios. 5.5 Aceitao e Rejeio Para os ensaios de recebimento os critrios de aceitao e rejeio esto definidos na Tabela 4. Para os ensaios de tipo, se uma unidade falhar em qualquer um deles, todo o lote ser rejeitado. 5.6 Relatrios Certificados dos Ensaios Aps a concluso dos ensaios devero ser fornecidas cpias dos relatrios certificados dos ensaios de tipo e de recebimento, atendendo aos requisitos especificados na [Link], relativamente a prazos e demais condies de apresentao de documentos.
19
kVef
38 45
70 80
140 160
230 265
395 460
kVcr
Corrente nominal
curta kA
8 12,5 25 kVef V -
5 6
Tenso suportvel nominal freqncia industrial, nos circuitos auxiliares Mxima tenso de radiointerferncia a 110% da tenso fase-terra, referida a 300
1000
1000
Notas: 1) Os tempos de aplicao das tenses freqncia industrial so: - seco: 1 minuto; - sob chuva: 10 segundos. 2) O valor de crista deve corresponder a 2,6 vezes o da corrente suportvel nominal de curta durao.
20
TABELA 2 CONTATOS AUXILIARES PARA A LMINA PRINCIPAL CLASSE DE TENSO (kV) 15 a 72,5 145 a 245 TIPO DO MECANISMO Manual Motor TABELA 3 CONTATOS AUXILIARES PARA A LMINA DE ATERRAMENTO CLASSE DE TENSO (kV) 145 a 245 TIPO DO MECANISMO Manual TABELA 4 PLANO DE AMOSTRAGEM PARA OS ENSAIOS DE RECEBIMENTO NMERO DE CONTATOS NA/a NF/b 2 2 NMERO DE CONTATOS NA/a NF/b 0 0 6 6
TAMANHO DA AMOSTRA 3 5 8 13 20 32 50 80
Notas: 1) Ac: nmero de chaves defeituosas que ainda permite a aceitao do lote. Re: nmero de chaves defeituosas que implica na rejeio do lote. 2) Se a amostra requerida for igual ou superior ao nmero de unidades de produto constituinte do lote, efetuar inspeo em 100%.
21
ANEXO C QUADRO DE DADOS TCNICOS E CARACTERSTICAS GARANTIDAS Nome do fabricante__________________________________________________ N da licitao______________________________________________________ N da proposta______________________________________________________ ITEM DESCRIO CARACTERSTICAS UNIDADES kV Hz A kA kA
1 Tipo da chave seccionadora 2 Tenso nominal 3 Freqncia nominal 4 Correntes 4.1 - nominal 4.2 - suportvel nominal de curta durao,1 s, valor eficaz 4.3 - suportvel nominal, valor de crista 5 Tenso suportvel nominal freqncia industrial: 5.1 a seco: 5.1.1 - para a terra e entre plos 5.1.2 - entre contatos abertos 5.2 sob chuva: 5.2.1 - para a terra e entre plos 5.2.2 - entre contatos abertos 6 Tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico: 6.1 - para a terra e entre plos 6.2 - entre contatos abertos 7 Tenso de radiointerferncia 8 Mxima interrupo de corrente de magnetizao 9 Mxima interrupo de corrente de carga 10 Resistncia eltrica do circuito principal 11 Tempos de fechamento: 11.1 do inicio do movimento da lmina at o toque dos contatos das: 11.1.1 - lminas principais 11.1.2 - lminas de terra 11.2 do toque dos contatos at o fim da operao motorizada das: 11.2.1 - lminas principais 11.2.2 - lminas de terra 12 Tempos de abertura: 12.1 da energizao do motor at a separao dos contatos das: 12.1.1 - lminas principais 12.1.2 - lminas de terra 12.2 da separao dos contatos at o fim do movimento das: 12.2.1 - lminas principais 12.2.2 - lminas de terra
kV kV kV kV kV kV V A A
s s s s
s s s s
47
ITEM 13 13.1 13.2 14 15 15.1 15.2 16 17 18 18.1 18.2 19 19.1 19.2 20 20.1 20.2 21 22 23 23.1 23.2 24 24.1 24.2 25 25.1 25.2 25.3 25.3.1 25.3.2 25.4 25.4.1 25.4.2 25.4.3 25.4.4 25.5 26 26.1 26.2 26.3
DESCRIO Diferena mxima entre os instantes de toque dos contatos em cada fase durante o fechamento das: - lminas principais - lminas de terra Tenso mnima do incio do efeito corona para qualquer posio final da seccionadora e lmina de terra Mxima elevao de temperatura das partes condutoras de corrente para corrente nominal: - nos contatos principais - nos terminais Temperatura ambiente de referncia Reao da fundao durante a operao Tipo de isolador - isolador suporte - isolador rotativo Nmero de elementos por coluna - isolador suporte - isolador rotativo Momentos: - no terminal da chave - na articulao da chave Mnimo torque de toro das chaves seccionadoras rotativas Nmero de dedos de contatos do sistema de contato principal Material da superfcie de contato: - contato principal - contato da lmina de terra Presso total do contato: - sistema de contato principal, presso mnima - sistema de contato da lmina de terra Dispositivos de operao Tipo de dispositivo de operao Tenso de controle Tolerncia permissvel da tenso de controle: - para mais - para menos Chave auxiliar: - corrente contnua nominal - corrente de interrupo para 250 Vcc - nmero de contatos normalmente abertos - nmero de contatos normalmente fechados Torque operacional mximo a ser transmitido pela chave seccionadora rotativa Motor acionador Tenso nominal Tenso mnima de servio Tenso mxima de servio
CARACTERSTICAS UNIDADES
s s kV
C C C daN
N/m2 N/m2
Vca/Vcc % % A A
N.m Vca/Vcc V V
48
ITEM 27 27.1 27.1 28 28.1 28.2 28.3 29 30 30.1 30.2 30.3 31 31.1 31.1.1 31.1.2 31.2 31.2.1 31.2.2 31.3 32 33 34 35 35.1 35.2
DESCRIO Correntes do motor: - na partida - em regime Potncias: do dispositivo de intertravamento eltrico das resistncias de aquecimento da bobina de disparo Distncia de escoamento, por coluna de isoladores Distncia mnima de isolamento: entre plos para terra entre contatos abertos Cargas mecnicas nominais nos terminais longitudinal - Fa1 - Fa2 transversal - Fb1 - Fb2 fora vertical (Fca) Corrente suportvel nominal de estabelecimento em curtocircuito (chave de aterramento) Classe de durabilidade eltrica da chave de aterramento (Er) Classe de durabilidade mecnica (Mr) Massas - de cada plo - total da chave
CARACTERSTICAS UNIDADES A A VA VA W m m m m
kg kg
Notas: 1) O fabricante deve fornecer em sua proposta todas as informaes requeridas no Quadro de Dados Tcnicos e Caractersticas Garantidas. 2) Se o fabricante submeter propostas alternativas, cada uma delas deve ser submetida com o Quadro de Dados Tcnicos e Caractersticas Garantidas, especfico, claramente preenchido, sendo que cada quadro deve ser devidamente marcado para indicar a qual proposta pertence. 3) Erro no preenchimento do quadro de caractersticas poder ser motivo para desclassificao. 4) Todas as informaes requeridas no Quadro de Dados Tcnicos e Caractersticas Garantidas devem ser compatveis com as informaes descritas em outras partes da proposta de fornecimento. Em caso de dvidas, as informaes prestadas no referido quadro prevalecero sobre as descritas em outras partes da proposta. 5) O fabricante deve garantir que a performance e as caractersticas dos equipamentos a serem fornecidos estaro em conformidade com as informaes aqui apresentadas.
49
ANEXO D INFORMAES TCNICAS REQUERIDAS COM A PROPOSTA CHAVES SECCIONADORAS _______ kV Nome do fabricante__________________________________________________ N da licitao______________________________________________________ N da proposta______________________________________________________
ITEM 1 2 3 4 5 6 7
INFORMAES REQUERIDAS Desenho dimensional. Desenhos, fotografias e normas detalhadas, descrevendo as caractersticas eltricas e mecnicas de todos os equipamentos propostos. Descrio, fabricante, nmero do catlogo, dimenses e dados eltricos dos componentes e isoladores. Descrio do mecanismo de operao mostrando passo a passo como os movimentos da lmina so efetuados. Descrio do mecanismo das laminas de terra mostrando o intertravamento com as lminas principais da chave. Declarao a respeito da capacidade da chave seccionadora para interromper corrente de magnetizao de transformador. Lista de referncia com quantidade e nomes dos clientes para os quais foram fornecidos tipos idnticos de chaves
50
NOTAS RELATIVAS AOS ANEXOS: E, F e G E PEAS SOBRESSALENTES ESPECIFICADAS F PEAS SOBRESSALENTES RECOMENDADAS G FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS ESPECIAIS PARA INSTALAO E MANUTENO O fabricante deve fornecer em sua proposta todas as informaes requeridas nos quadros relativos aos anexos acima citados. A relao das peas sobressalentes, Anexos E e F, deve incluir uma relao de peas recomendadas pelo fabricante para operao do equipamento por cinco anos. A relao deve incluir, no mnimo, as peas indicadas no Anexo E, sendo que, quando o item for relacionado como "conjunto", o fornecedor deve discriminar, parte, cada pea componente do mesmo. A relao deve ser completada com os itens e quantidades recomendadas no Anexo F. A CELG D reserva-se ao direito de selecionar entre as peas sobressalentes recomendadas, aquelas que sero adquiridas. Devem ser fornecidos pelo fabricante, sem nus para a CELG D, todos os equipamentos e ferramentas especiais, de montagem e manuteno, que sejam considerados necessrios a uma adequada montagem, desmontagem, ajuste e calibrao de qualquer parte do equipamento. Por equipamentos e ferramentas especiais, ficam definidas aquelas partes especialmente projetadas e fabricadas para uso, de alguma forma, para um equipamento ou cliente particular, devendo o fabricante listar as mesmas, se houver, no Anexo G.
51
ANEXO E PEAS SOBRESSALENTES ESPECIFICADAS CHAVE SECCIONADORA Nome do fabricante__________________________________________________ N da licitao______________________________________________________ N da proposta______________________________________________________
ITEM 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
DESCRIO
UNID. QUANT.
PREO (R$)
Conjunto monofsico de isoladores suporte. Cj 01 Conjunto monofsico de isoladores de rotao. Cj 01 Conjunto trifsico de contatos principais (conjunto Cj 01 monofsico quando aplicvel) Conjunto trifsico de contatos de aterramento (conjunto Cj 01 monofsico quando aplicvel) Dispositivo completo de operao. Cj 01 Conjunto trifsico de peas desgastveis do dispositivo de Cj 01 interrupo de correntes de magnetizao. Contatos, molas, bobinas e outros elementos de controle Cj 01 utilizados. Conjunto completo de terminais e conectores. Cj 01 Chave fim-de-curso do motor. Cj 01 Motor de carregamento da mola. Um 01 Chaves auxiliares de cada tipo utilizado. Cj 01 Pequenos equipamentos sujeitos a desgaste tais como: resistores, fusveis, aquecedores, lmpadas, rolamentos, Cj 01 etc. PREO TOTAL R$
52
ANEXO F PEAS SOBRESSALENTES RECOMENDADAS CHAVE SECCIONADORA Nome do fabricante__________________________________________________ N da licitao______________________________________________________ N da proposta______________________________________________________ Tipo e/ou modelo____________________________________________________ ITEM DESCRIO UNID. QUANT.
53
ANEXO G FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS ESPECIAIS PARA INSTALAO E MANUTENO CHAVE SECCIONADORA Nome do fabricante__________________________________________________ N da licitao______________________________________________________ N da proposta______________________________________________________ Tipo e/ou modelo____________________________________________________ ITEM DESCRIO UNID. QUANT.
54
ANEXO H
CERTIFICADOS DE ENSAIOS DE TIPO REQUERIDOS COM A PROPOSTA CHAVE SECCIONADORA Nome do fabricante__________________________________________________ N da licitao______________________________________________________ N da proposta______________________________________________________ Tipo e/ou modelo____________________________________________________ ITEM 1 1.1 1.2 1.3 1.4 2 3 4 5 DESCRIO Ensaios dieltricos: - tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico. - tenso suportvel nominal freqncia industrial, a seco. - tenso suportvel nominal freqncia industrial, sob chuva. - tenso suportvel nominal freqncia industrial, nos circuitos auxiliares. Radiointerferncia. Elevao de temperatura. Corrente suportvel de curta durao e valor de crista da corrente suportvel Operao e resistncia mecnica Notas: 1) Devero ser enviados juntamente com a proposta todos os certificados dos ensaios de tipo anteriormente relacionados, desde que realizados em equipamentos idnticos, dentro dos ltimos dez anos. Caso tais ensaios no sejam apresentados devero ser realizados em um dos equipamentos, de cada tipo a ser fornecido, de acordo com o contrato ou em prottipos, sem nus para a CELG D. 2) Os ensaios de tipo devero atestar que os equipamentos preenchem todos os requisitos constantes das normas pertinentes. Entretanto reserva-se a CELG D o direito de rejeitar esses certificados, parcial ou totalmente, se os mesmos no estiverem conforme prescrito nas referidas normas, ou no corresponderem aos equipamentos especificados. CERTIFICADO
55
ANEXO I COTAO DE ENSAIOS DE TIPO Tipo da chave______________________________________________________ Nome do fabricante__________________________________________________ N da licitao______________________________________________________ N da proposta______________________________________________________
ITEM 1 2 3 4 5
ENSAIO Tenso suportvel nominal de impulso atmosfrico Corrente suportvel de curta durao e valor de crista da corrente suportvel Elevao de temperatura Radiointerferncia Operao e resistncia mecnica
PREO
56
ALTERAES NA NTC-41
Item 1 2 3 4 5
Data Reviso Alterao Ago/08 2 Reviso das normas ABNT aplicveis Ago/08 2 Condies do local de instalao Ago/08 2 Garantia Ago/08 2 Placa de identificao de cadastro de equipamento Ago/08 2 Tabela 1 - Caractersticas eltricas
57