Curso de Peritos Averiguadores em acidentes de trabalho
Dotar os formandos de conhecimentos tcnicos e gerais acerca
da importncia da avaliao de riscos laborais e do seu papel na
preveno que o habilitaro a desenvolver as suas diligncias a efectuar, no mbito de uma investigao de um sinistro de
acidente de trabalho.
Reconhecer a importncia da formao e informao dada aos
trabalhadores.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
I. Identificar situaes de perigo, riscos profissionais e danos provocados pelo
trabalho; II. Conhecer medidas e/ou disposio que possam evitar ou diminuir os riscos
profissionais;
III. Avaliar os riscos profissionais e o seu papel na investigao de um sinistro de acidente de trabalho
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Ao corretiva - Ao para eliminar a causa de uma noconformidade detetada ou outra situao indesejvel (para
evitar a ocorrncia). [ISO 9000:2005].
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Ao preventiva - ao para eliminar a causa de uma
potencial no conformidade ou de outra potencial situao indesejvel (para prevenir ocorrncias). [ISO 9000:2005].
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Analise de Riscos estudo detalhado de um objeto
(organizao,
rea,
sistema,
processo,
atividade,
interveno) com a finalidade de identificar perigos e avaliar os riscos associados
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Conformidade quando o objeto produto da ao do
Homem e as suas caratersticas so especificadas de acordo com as necessidades e interesses (estado normal de acordo
com o padro definido)
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Dano alterao indesejvel do estado do objeto que
resulta da ao de um agente qualquer. Os danos podem ser pessoais, patrimoniais e ambientais,
(Cardella, Benedito, 1999).
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Dano para a sade condio fsica ou metal identificvel e adversa e resultante de/ou consequncia
da realizao do trabalho e/ou situao relacionada com o trabalho (OHSAS 18001:2007).
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Incidente - ocorrncia que sem ter resultado em danos sade ou integridade fsica das pessoas tinha
potencial para causar tais agravos.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
No conformidade no satisfao de um requesito
[ISO 9000:2005], qualquer desvio do desejado (padro definido previamente), (Cardella, Benedito, 1999).
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Local de trabalho - Toda a rea fsica onde os trabalhadores
devam permanecer ou tenham de ir por razes de trabalho efetuado sobre o controlo de um empregador
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Perigo - fonte ou situao com potencial para provocar
dano, em termos de leses ou ferimentos para o corpo
humano ou de danos para a sade, par ao patrimnio, para o ambiente do local de trabalho, ou uma combinaes
destes (NP4410: 2004).
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Quase- acidente acidente em que no ocorram quaisquer
danos para a sade, ferimentos, danos materiais, ou
qualquer outra perda (NP4410: 2004).
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Risco a possibilidade, elevada ou reduzida, de algum
sofrer danos provocados pelo perigo (OSHA Europa).
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Enquadramento legal
Decreto - Lei 99/2003 de 27 de agosto Aprova o cdigo do trabalho.
Decreto Lei n. 128/93 de 22 de abril Estabelece as exigncias
tcnicas essenciais de segurana a observar pelos EPI com vista a preservar a sade e a segurana dos seus utilizadores
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Enquadramento legal
Decreto Lei n. 143/99 de 30 de abril - visa regulamentar a
referida lei, em matria de reparao aos trabalhadores e seus familiares dos danos emergentes de acidentes de trabalho, sendo objeto de regulamentao autnoma os preceitos relativos a doenas profissionais, trabalhadores independentes,
servios de segurana, higiene e sade no trabalho, garantia e
atualizao de penses e reabilitao. 18
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Enquadramento legal
Decreto Lei n. 348/93 de 1 de outubro; Portaria 988/93 de 6 de
outubro -Prescries Mnimas de Segurana e de Sade dos trabalhadores na utilizao de Equipamentos de Proteo
Individual.
Decreto Lei n. 362/93 de 15 de outubro estabelece as regras
relativas informao estatstica sobre acidentes de trabalho e doenas profissionais. 19
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Enquadramento legal
Decreto Lei n.102/ 2009 de 10 de setembro - Regime Jurdico da promoo e preveno da segurana e sade no trabalho.
Decreto-Lei n. 82/99 de 16 de maro, regula as prescries
mnimas de segurana e sade dos trabalhadores na utilizao de equipamentos de trabalho, transpondo para a ordem jurdica interna a Diretiva n. 89/655/CEE, do Conselho, de 30 de novembro, alterada pela Diretiva n. 95/63/CE, do Conselho, de 5
de dezembro.
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
Enquadramento legal
Lei n. 07/2009 de 12 de fevereiro, Aprova o Cdigo do Trabalho Lei n. 100/97 de 13 de setembro - Aprova o novo regime jurdico dos acidentes de trabalho e das doenas profissionais.
Lei n. 113/99 de 3 de agosto Desenvolve e concretiza o regime
geral das contraordenaes correspondentes violao da legislao especifica de Segurana, Higiene e Sade no trabalho em certos setores de atividades ou a determinados riscos profissionais. 21
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Enquadramento legal
Lei n. 23/2012 de 25 de junho; Procede terceira alterao ao Cdigo do Trabalho, aprovado pela Lei n. 7/2009, de 12 de fevereiro.
Lei n. 98/ 2009 de 04 de setembro Regime da reparao de
acidentes de trabalho e de doenas profissionais. NP n. 4410/2004 , sistemas da segurana e sade do trabalho. Portaria n. 137/94 de 8 de maro Modelo de participao dos acidentes de trabalho. 22
Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um processo dirigido a estimar a magnitude dos riscos
que no puderam ser evitados, atravs do qual obtemos a informao necessria para tomar a deciso
apropriada sobre a necessidade de adotar medidas preventivas e sobre o tipo de medidas que devem
adotar-se.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Processo de avaliar o risco para a sade e segurana
dos
trabalhadores
no
trabalho
decorrente
das
circunstncias em que o perigo ocorre no local de trabalho.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Este processo deve ser dinmico e cobrir o conjunto das
actividades da empresa, envolver todos os sectores e todos os domnios da actividade produtiva e
acompanhar os seus momentos determinantes
* Guia de Avaliao de Riscos no local de trabalho, Comisso Europeia, 1996
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
Lei-quadro dos servios de SHST, define como avaliao de riscos
um processo dirigido a estimar a magnitude dos riscos que no puderam ser evitados, atravs do qual obtemos a informao necessria para tomar a deciso apropriada sobre a necessidade de adotar medidas preventivas e sobre o tipo de medidas que
devem adotar-se.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Por outro lado, e de acordo com as Directrizes para avaliao
de riscos no posto de trabalho, elaborado pela Comisso Europeia, define avaliao de riscos como o processo de
avaliao de risco que implica para a sade e segurana dos
trabalhadores a possibilidade de que se verifique um determinado
perigo no local de trabalho. As avaliaes de risco permitem que
os empregadores tomem medidas necessrias para proteger a segurana e a sade dos seus colaboradores 28
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Estas medidas incluem:
A preveno dos riscos profissionais; A prestao de informao e formao aos trabalhadores;
A adequao da organizao e implementao das medidas
necessrias.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um processo geral de avaliao do risco sintetiza-se em trs fases, anlise, avaliao e controlo de riscos. Estas fases so compostas pelas seguintes etapas:
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Analise do risco
Identificao e conhecimento dos postos de trabalho e das pessoas que ocupam.
Uma possvel forma de classificar as atividades de trabalho a
seguinte: reas externas nas instalaes da empresa;
Etapas no processo de produo de um servio;
Trabalhos planificadores e de manuteno;
Tarefas definidas.
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
Analise do risco
Identificao dos perigos Existe uma fonte de dano? Quem ou que pode ser danificado?
Como pode ocorrer o dano?
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
ER = F x C
A probabilidade de um dano , apresenta trs nveis:
Probabilidade alta: o dano ocorrera sempre ou quase sempre.
Probabilidade media : o dano ocorrera em algumas ocasies.
Probabilidade baixa: o dano ocorrera raras vezes.
Para determinar a severidade do dano, deve considerar-se:
Partes do corpo que se vero afetadas pelo dano.
Natureza do dano ( ligeiro, mdio e extremamente danoso).
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
PROBABILIDADE
Frequncia e durao da exposio das pessoas ao perigo;
Probabilidade de ocorrncia de um fenmeno perigoso;
Possibilidade tcnica e humana para evitar ou limitar o dano
(por exemplo: reduo de velocidade, equipamento de
paragem de emergncia, dispositivo de validao,
sensibilizao para o risco).
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
GRAVIDADE
Nmero de pessoas expostas;
Gravidade das leses: ligeiros (geralmente reversveis, graves (geralmente irreversveis, fatais). Nvel de Risco (NR): Resultado do produto entre Probabilidade e Gravidade, ou seja, a significncia do risco resultante, da combinao da probabilidade
de ocorrncia de um dano e a consequncia esperada em caso de 36 materializao do risco
Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Consequncias
Probabilidade Baixa
Ligeiramente danoso Risco trivial Danoso
Extremamente danoso Risco moderado
Risco tolervel
Media
Alta
Risco tolervel
Risco moderado
Risco moderado
Risco importante
Risco importante
Risco intolervel
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Trivial
Tolervel
Moderado
Importante
Intolervel
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Trivial
Tolervel
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Moderado
Importante
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
VALORAO DO RISCO Valorar o risco um processo que compara os riscos estimados
(quantitativa e qualitativamente) com indicadores de referncia
contemplados, nomeadamente em: Legislao;
Normalizao;
Cdigos de boas prticas;
Estatsticas de acidentes de trabalho e doenas profissionais.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Os procedimentos de avaliao podem classificar-se em
funo dos fatores:
Grau de dificuldade
Tipo de risco
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Grau de dificuldade
Consideram-se os riscos quantitativos e qualitativos que, pela
sua complexidade tornam difcil a sua identificao
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Tipo de risco
Este tipo de avaliao comprende os seguintes procedimentos, a
avaliao de risco segundo a diretriz bsica; imposta pela legislao especifica; para os quais no existe uma legislao
especifica, mas existem normas internacionais, europeias,
nacionais ou guias de organismos oficiais de reconhecimento
prestigio
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
Qual o tipo de metodologias que posso utilizar
O desenvolvimento dos mtodos de anlise acompanhou a
complexidade das situaes de trabalho.
1 - Observaes, controlo e verificao das condies de trabalho
2 - Estudos de postos de trabalho, anlises de sistemas homemmquina 3 - Mtodos de anlise global
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
Mtodos qualitativos
Mtodos quantitativos Mtodos pr-activos
Mtodos reactivos
Indutivos Dedutivos
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Mtodos Qualitativos
APR Anlise preliminar de RiscosWhat if? O que aconteceriase? Hazop FMEA
Carta de Riscos
Observao de Actividades
Anlise de Tarefas
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
Anlise Preliminar de Risco (APR)
Trata-se de uma tcnica de anlise prvia de riscos. Anlise Preliminar de Risco uma viso do
trabalho
ser
executado,
que
permite
identificao dos riscos envolvidos em cada passo da tarefa, e ainda propicia condio para evita-los
ou conviver com eles em segurana.
Eng Vera Vieira
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Anlise Preliminar de Risco (APR)
Por se tratar de uma tcnica aplicvel todas as
atividades, a tcnica de Anlise Preliminar de Risco o
fato de promover e estimular o trabalho em equipe e a responsabilidade solidria.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Check list
O objetivo criar o hbito de verificar os itens de segurana antes
de iniciar as atividades, auxiliando na preveno dos acidentes e no
planejamento das tarefas, enfocando os aspectos de segurana.
Ser preenchido de acordo com as regras de Segurana do Trabalho. A Equipe somente iniciar a atividade, aps realizar a
identificao de todos os riscos, medidas de controle e aps
concluir o respectivo planejamento da atividade.
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Controle do Risco, Risco ainda presente.
Eliminao/controle do risco,Risco isolado
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Mtodos Quantitativos
Mtodos estatsticos
rvores lgicas de
acontecimentos rvores de Causas
rvores de Falhas
Matriz de riscos
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
RVORE DE CAUSAS
Ferramenta de trabalho apropriada para a investigao de
acidentes
Tcnica dedutiva; usa um percurso ascendente ou inverso do acidente para as causas; estabelece a correlao de factos e disfunes que originaram um evento de topo o acidente e que contriburam para a sua consequncia; um mtodo de
diagnstico que busca identificar o estado do sistema atravs
do conhecimento do sintoma 58
Eng Vera Vieira 19-12-2012
RVORE DE CAUSAS
Elaborao do diagrama sinptico dos factores de acidente para evidenciar a relao lgica, e no a relao causa-efeito entre os factos que contriburam para a produo do acidente.
O seu processo de construo parte do evento de topo-o acidente- e representa os factores de acidente de cima para
baixo ou da direita para esquerda
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Leso grave do motorista Camio choca contra o muro Traves no respondem eficazmente
Declive acentuado
Outro itinerrio Itinerrio habitual Impraticvel
Traves em mau estado
Falta de reviso Camio de subs Camio habitual avariado
Sobrecarga do camio
Reduzir o n. de viagens
Mau tempo
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
Mtodo de anlise de postos
As observaes directas direccionam-se para o comportamento
das pessoas, enquanto que as inspeces de segurana se direccionam s condies fsicas do trabalho Observaes directas ou observaes planeadas, pressupem
uma sequncia articulada de actividades de planificao.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Mtodo de anlise de postos Preparao-periodicidade, tarefas a observar (novos
trabalhadores, menor e melhor desempenho, propenso
para o risco, portadores de deficincia
Realizao-deteco de prticas de risco, necessidades de
formao e treino, adequao de procedimentos
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Mtodos Pr-ativos
Carta de Riscos
Observao de Actividades
Mtodos Reativos
Anlises estatsticas de AT
Matriz frequncia-gravidade
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
uma representao grfica de um conjunto de fatores presentes
nos locais de trabalho.
PARA QUE SERVE?
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Serve para a conscientizao e informao dos trabalhadores atravs
da fcil visualizao dos riscos existentes na empresa.
Reunir as informaes necessrias para estabelecer o diagnstico da situao de segurana e sade no trabalho na empresa.
Possibilitar, durante a sua elaborao, a troca e divulgao de
informaes entre os trabalhadores, bem como estimular sua
participao nas atividades de preveno.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Conhecer o processo de trabalho no local analisado: os
trabalhadores: nmero, sexo, idade, treinamentos profissionais e de segurana e sade, jornada; os instrumentos e materiais de
trabalho; as atividades exercidas; o ambiente.
Identificar os riscos existentes no local analisado, conforme a
classificao especfica dos riscos ambientais. 69
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Identificar as medidas preventivas existentes e sua eficcia. Medidas de proteo coletiva; medidas de organizao do trabalho; medidas de proteo individual; medidas de higiene
conforto:
banheiro,
lavatrios,
vestirios,
armrios,
bebedouro, refeitrio, rea de lazer. Identificar os indicadores de sade, queixas mais frequentes e comuns entre os trabalhadores expostos aos mesmos riscos, acidentes de trabalho ocorridos, doenas profissionais
diagnosticadas, causas mais frequentes de ausncia ao trabalho. 70
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Conhecer os levantamentos ambientais j realizados no local. Elaborar o Mapa de Riscos, sobre o layout da empresa, indicando atravs de
crculos:
O grupo a que pertence o risco, de acordo com a cor padronizada. O nmero de trabalhadores expostos ao risco, o qual deve ser anotado dentro
do crculo.
A especificao do agente (por exemplo: qumico - slica, hexano, cido clordrico; ou ergonmico-repetitividade, ritmo excessivo) que deve ser anotada
tambm dentro do crculo.
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
A intensidade do risco, de acordo com a percepo dos trabalhadores, que deve ser representada por tamanhos proporcionalmente diferentes de crculos. Quando em um mesmo local houver incidncia de mais de um risco de igual gravidade, utiliza-se o mesmo crculo, dividindo-o em partes, pintando-as com a cor correspondente ao risco. Aps discutido e aprovado pela CIPA, o Mapa de Riscos, completo ou setorial, dever ser afixado em cada local analisado, de forma claramente visvel e de fcil acesso para os trabalhadores.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Conhecer as tarefas do posto de trabalho
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Analise dos risco
Analise pr-ativa
Analise ativa
Analise das condies de trabalho
Analise clinica do acidente
Analise epidemiolgica
Carateristicas da recolha de dados: Trabalhador material Tarefa Ambiente Riscos potenciais, dano e probabilidade
Eng Vera Vieira
Recolha de fato Definio da dinamica do acidente Arvore de causas
Estudos estatisticos Analise de dados
77 77
19-12-2012
Avaliao do risco: abordagem global
ORGANIZAO Gesto, financiamento, organizao do trabalho, poltica e servios de preveno, coordenao de intervenes externas, efectivos de pessoal, durao do trabalho, comunicao, relaes sociais
TCNICA Materiais, tecnologia, fluxo matrias primas/produto, instalaes e locais, ambiente...
ACTIVIDADE DE TRABALHO
PESSOAS Qualificaes, estatuto scio-laboral, competncias, aptido mdica, formao, informao e treino, culturas de pertena.
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
ACIDENTE DE TRABALHO
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Desde os primrdios que o Homem procura satisfazer as suas
necessidades. Segundo Maslow as pessoas so motivadas a alcanar
ou a manter certas necessidades bsicas relacionadas com o bem
estar fsico e intelectual. Maslow agrupou-as em 5 nveis em forma de pirmide.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
A Pirmide de MASLOW
AUTO-REALIZAO
ESTIMA
NECESSIDADES SECUNDRIAS
SOCIAIS
SEGURANA
NECESSIDADES PRIMRIAS
FISIOLGICAS
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ACIDENTE DE TRABALHO
Se
procurarmos
num
dicionrio
poderemos
encontrar
Acontecimento imprevisto , casual , que resulta em ferimento ,
dano , estrago , prejuzo , avaria , runa , etc ..
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
ACIDENTE DE TRABALHO
Constituem a tipologia especifica aguda do trabalho.
Neste trabalho.
ponto
diferenciam-se
das
doenas
profissionais, que so patologia especfica cronica do
83
Eng Vera Vieira 19-12-2012
ACIDENTE DE TRABALHO
Os acidentes, em geral, so o resultado de uma
combinao de fatores, entre os quais se destacam as
falhas humanas e falhas materiais. Vale a pena
lembrar que os acidentes no escolhem hora nem lugar.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
ACIDENTE DE TRABALHO
Do ponto de vista da segurana, o acidente de trabalho define-se como qualquer incidente com potencialidade lesiva sobre as pessoas que ocorra no decurso de um trabalho.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
ACIDENTE DE TRABALHO
Sob o ponto de vista mdico, o acidente de trabalho
uma patologia traumtica sinrgica aguda, provocada
geralmente por fatores mecnicos ambientais. Medicamente, considera-se acidente de trabalho
quando
trabalhador
sofre
uma
leso
como
consequncia das atividades que realiza.
86
Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
O QUE SE ENTENDE POR TEMPO DE TRABALHO PARA EFEITOS DE DEFINIO DE ACIDENTE DE TRABALHO?
(art.8., nmero 2 da Lei 98/ 2009)
Por tempo de trabalho considera-se no s o perodo normal de trabalho, mas igualmente o tempo despendido antes e depois desse perodo em atos de preparao e trmino do trabalho, relacionados com a execuo do trabalho propriamente dita, bem como as pausas normais no trabalho e as interrupes forosas que aconteam no desenvolvimento da atividade laboral.
Eng Vera Vieira
88
19-12-2012
ACIDENTE DE TRABALHO
Lei n. 100/97, de 13 de setembro
Aquele que se verifique no local e no tempo de trabalho e produza directa ou indirectamente leso corporal, perturbao funcional ou doena de que resulte a reduo na capacidade de
trabalho ou de ganho ou a morte.
Eng Vera Vieira
89
19-12-2012
ACIDENTE DE TRABALHO
PODEMOS DIZER QUE CONSTITUEM ACIDENTES DE
TRABALHO AQUELES QUE SE VERIFIQUEM:
A) No local e tempo de trabalho;
B) No trajecto de ida e regresso para o local de trabalho nos termos regulamentados;
90
Eng Vera Vieira 19-12-2012
ACIDENTE DE TRABALHO
C) Na execuo de servios espontaneamente prestados e que possa resultar proveito econmico para a entidade empregadora;
D) No local de trabalho, quando em frequncia de curso de
formao profissional ou, fora do local de trabalho, quando haja
autorizao expressa pela entidade empregadora;
91
Eng Vera Vieira 19-12-2012
ACIDENTE DE TRABALHO
E) Em actividade de procura de emprego durante o crdito de
horas para tal concedido por lei aos trabalhadores com processo
de cessao de contrato de trabalho em curso
F) Fora do local ou do tempo de trabalho, quando verificado na execuo de servios determinados pela entidade empregadora.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
ALM DESTES REQUISITOS A LEGISLAO CONSIDERA OUTRAS SITUAES PARA EFEITOS DE DEFINIO DE ACIDENTE DE TRABALHO?
(art.9. da Lei 98/ 2009)
Tendo em considerao a grande multiplicidade de
momentos e fases que envolvem o ato de trabalhar, a
legislao considera equiparadas a acidente de trabalho, para efeitos de reparao, as seguintes situaes: 93
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O acidente ocorrido no trajeto (chamado acidente in itinere) de ida de casa para o local de trabalho e de regresso do local de trabalho a casa; O acidente ocorrido na execuo de servios espontaneamente prestados e de que possa resultar proveito econmico para o empregador; O acidente ocorrido no local de trabalho e fora deste, quando no
exerccio do direito de reunio ou de atividade de representante
dos trabalhadores, nos termos previstos no Cdigo do Trabalho; 94
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O acidente ocorrido no local de trabalho, quando em frequncia de curso de formao profissional ou, fora do local de trabalho, quando exista autorizao
expressa do empregador para tal frequncia;
Acidente ocorrido no local o/a de pagamento da a retribuio, enquanto trabalhador/a
permanecer para tal efeito;
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
O acidente ocorrido no local onde o/ trabalhador/a deve receber qualquer forma de assistncia ou tratamento em virtude de anterior acidente e enquanto a permanecer para esse efeito; O acidente ocorrido em atividade de procura de emprego durante
o crdito de horas para tal concedido por lei aos/s
trabalhadores/as com processo de cessao do contrato de trabalho em curso; O acidente ocorrido fora do local e tempo de trabalho na execuo de qualquer servio determinado ou consentido pelo
empregador.
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
Acidentes sem perdas
a no existncia de perda de
material, nem de nenhum tipo de leso corporal
Acidentes s com danos
Produzem apenas danos materiais.
So chamados acidentes brancos. 97
Eng Vera Vieira
19-12-2012
Acidentes s com leses
Provocam perdas pessoais.
Acidentes com danos e leses
Produzem simultaneamente
perdas materiais e pessoais
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Incapacidade temporria absoluta ou parcial - a situao em que se encontra o trabalhador que, como consequncia do acidente laboral, precisa de assistncia sanitria e se encontra temporariamente impedido de trabalhar, e /ou que a vitima,
esteja incapacitada pelo menos um dia de completo de trabalho.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Incapacidade permanente absoluta ou parcial a situao em que o trabalhador esta impedido de trabalhar para todo e qualquer
trabalho. Acidentes de que resulte, para a vtima, com carter
permanente, deficincia fsica ou mental ou diminuio da
capacidade de trabalho.
Morte obviamente , o resultado mais grave do acidente; se a
morte no for simultnea a este ter nele a sua origem.
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
O ACIDENTE DE TRABALHO
NO ACONTECE POR ACASO!
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Causas dos acidentes
Podem considerar-se como causas de um acidente de trabalho as
diferentes circunstncias humanas e materiais que aparecem nas
diferentes fases do mesmo.
Assim, como todo o ambiente e organizao do local de trabalho interfere na causalidade dos acidentes de trabalho.
102
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Estas circunstncias normalmente no produzem incmodos prvios, pelo que na maioria das vezes, s reparam nelas
quando se produz um acidente.
No esquecendo os aspetos fisiolgicos e psquicos dos
trabalhadores.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
1. EQUIPAMENTO TNICO
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
2. CONDIES DE TRABALHO
105
Eng Vera Vieira 19-12-2012
3. TRABALHADOR (experincia, grau de instruo, idade, etc.)
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Fator humano
Considera-se fator humano as situaes que as pessoas realizam e que podem estar na origem do acidente.
So intrnsecas ao prprio trabalhador e justificam, em parte, a
razo pela qual o fator humano uma das causas mais elevadas. Tambm se podem considerar prticas ou atos inseguros
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Falta de conhecimento ou habilidade no processo de trabalho a realizar
Esta causa costuma-se dar com certa frequncia, uma vez que as organizaes, geralmente por falta de tempo, no instruem suficientemente os trabalhadores sobre as condies do posto de trabalho, ou porque o trabalhador eventualmente esta a substituir outro por motivo de baixa por doena ou ausncia temporria no posto.
aconselhvel que, periodicamente, as organizaes organizem cursos de formao para os seus empregados porque, alm de potenciar a aprendizagem do trabalhador, conseguem-se eliminar muitos vcios adquiridos com o tempo nos seus postos de trabalho.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Atitude despreocupada no trabalho
Evitar incmodos outro fator que acontece, sobretudo, com
pessoas, que atuam, com excesso de confiana, pela sua experincia ou capacidade na tarefa ou no trabalho a realizar
Ambiente hostil
O ambiente de hostilidade, por diferentes razes, pode dar lugar a
que as pessoas atuem com pouca serenidade e controlo sobre o seu
trabalho, podendo ocasionar acidentes. 109
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Trabalho apressado
um fator que costuma ser, com certa frequncia, motivo de
acidente. Tende-se a reduzir os passos de um processo e, desta forma, simplificar o nmero de operaes e reduzir os tempos.
Utilizao de ferramentas inadequadas
uma causa que ocorre habitualmente, uma vez que se realizam
trabalhos com ferramenta inapropriada.
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
Trabalhar em autorizao
Nenhuma mquina, ferramenta ou qualquer elemento de trabalho
deve estar ao alcance de pessoas alheias ao posto de trabalho.
Deve colocar-se sinalizao informativa indicando a proibio a pessoas alheias a essa zona e as mquinas tem de dispor de
elementos de segurana (interruptores com chaves especiais de
abertura de quadros, etc.) que evitem a qualquer pessoa fazer uso
delas.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Trabalhar a velocidades perigosas
Os trabalhos que tm estas caratersticas esto vocacionados a
produzir frequentemente acidentes por esta causa.
Trabalhar sem segurana
Existem ainda empregadores que por desconhecimento por
despreocupao, no facilitam os seus trabalhadores os meios de
proteo e segurana necessrios para o trabalho encomendado.
Por outro lado, existem trabalhadores que por desconhecimento ou por comodidade, no os utilizam.
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
Trabalhar com mquinas perigosas ou defeituosas
Todos os aparelhos e equipamentos perigosos algo que esta a
tentar evitar na atualidade, optando por sistemas alternativos que
evitem o risco das pessoas. Todos os aparelhos e equipamentos que se utilizarem no desenrolar de um trabalho devero estar em
perfeitas condies de utilizao. Quando o trabalhador detectar
no seu equipamento algum defeito, dever dar conhecimento aos
seus superiores para que esse equipamento seja substitudo de
imediato e procederem sua reparao. 113
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Brincar e trabalhar sem ateno
Esta causa importante, pois no depende de nenhum aspeto tcnico, mas uma questo de comportamento que, por outro lado,
deixa em certas ocasies indefeso o prprio operrio que o produz.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Fator tcnico
As causas de tipo tcnico correspondem ao conjunto de
circunstncias materiais que podem estar na origem de um acidente. Tambm recebem a denominao de condies inseguras, sendo estas, como as que fazem parte de um objeto que esteve diretamente ligado ao acidente e que poderia ter sido protegido ou evitado.
115
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Consideramos este tipo de causas as seguintes:
Processo de trabalho, ferramenta e maquinaria inadequada O procedimento implantado na produo no contempla todas as operaes que na realidade se produzem. Por isso, esse
procedimento deve ser atualizado, uma vez que fica desfasado
ao introduzir novidades tanto materiais como em mquinas ou
ferramentas
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Conceo e manuteno inadequada
Ao no proceder manuteno adequada, as mquinas e
ferramentas vo-se deteriorando, e os elementos de segurana e
proteo desaparecem
Maquinaria, ferramenta e equipamentos obsoletos
Desgaste provocado pela utilizao normal. Devemos saber que a
vida das mquinas no eterna e, portanto aconselhvel a sua
substituio passados uns anos. 117
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Uso incorreto de mquinas, ferramentas, equipamento
A utilizao incorreta de qualquer mquina ou ferramenta
uma causa que provoca acidentes. Elas esto concebidas para realizar trabalhos especficos, e se se utilizarem para outras
funes possvel que se transformem num potencial perigo
para o trabalhador que opera com ela.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Fator ambiental e organizacional
Entende-se como ambiente de trabalho um todo que rodeia o trabalhador e no qual se integram, tambm, as caratersticas do
prprio trabalhador. Fatores que influenciam o ambiente de
trabalho podem ser, fatores humanos, fsicos, qumicos e
biolgicos e ainda as condies de trabalho.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Os fatores humanos, tem se em conta, as caratersticas individuais dos
trabalhadores, as relaes com os colegas de trabalho, com chefes, entre
outros.
Os fatores qumicos, biolgicos (vrus, fungos e bactrias) e fsicos, tem em
conta, o local onde esto a trabalhar, a temperatura humidade, fumos e
vapores, ruido.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Ambiente
Arranjo fisico
Iluminao deficiente Espaos confinados
No sinalizado Propcio a incendios e exploses
Ocorrncia de raios
Armazenamento inadequado
Insolao
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Ordem e arrumao
Dois dos factores mais relevantes para um local de trabalho seguro.
A segurana varia na razo inversa da sujidade e desarrumao. Ainda hoje existem 3 regras muito importantes:
1. Limpeza 2. Limpeza 3. Limpeza
Eng Vera Vieira
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19-12-2012
Ordem e arrumao
Um stio est em ordem quando no existem coisas desnecessrias e quando o necessrio est no seu stio.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Aspetos a considerar
Deve-se evitar:
reas atravancadas e mal arranjadas.
Pilhas de materiais sujos e perigosos.
Peas em excesso, obsoletas ou fora de utilizao. 124
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Aspetos a considerar
Passagens bloqueadas Material amontoado nos cantos, em caixas e contentores cheios.
Deixar ferramentas e equipamentos nos locais de trabalho. Materiais repletos de ferrugem e sujidade. 125
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Aspetos a considerar
Desperdcios, sucata e materiais em excesso que congestionam
as reas de trabalho.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Atuaes fundamentais
Delimitar as zonas de armazenagem e de circulao. Dar instrues para nunca circular fora das zonas sinalizadas.
No permitir (nem momentaneamente) a colocao de materiais
nas vias de circulao.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Atuaes fundamentais
Eliminar o desnecessrio e classificar aquilo que til. Cada ferramenta deve possuir um local apropriado de arrumao e de fcil acesso.
O espao de trabalho deve manter-se limpo, ordenado e livre de
obstculos.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Atuaes fundamentais
Periodicamente deve-se disponibilizar tempo manuteno, ordem e limpeza de cada posto de trabalho e respectivos
equipamentos.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Vantagens da arrumao e limpeza
Alm de proporcionar melhores condies de segurana,
Eliminam ferimentos e causas provveis de incndios Melhor aproveitamento do espao
Evitam desperdcio de energia
Boa aparncia do local de trabalho
Encorajam melhores hbitos de trabalho 130
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Caracterizao dos Acidentes
Forma do acidente
Queda de pessoas
Queda de objetos
Marcha sobre, choque contra ou pancada por objetos
Entaladela num objeto ou entre objetos
Esforos excessivos ou movimentos em falso
Exposio a/ou contacto com temperaturas extremas
Exposio a/ou contacto com corrente eltrica
Exposio a/ou contacto com substncias nocivas ou radiaes
No classificadas por falta de dados
Eng Vera Vieira
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Agente material Mquinas
Meios
de
transporte
de
manuteno
(aparelhos
elevatrios, meios de transporte por carris, meios de transporte rolantes,...) Outros materiais (recipientes ou tubagens sobre presso, fornos, fornalhas, ferramentas, escadas, andaimes,...)
Explosivos, poeiras, gases, radiaes,...
Ambiente de trabalho Agentes no classificados por falta de dados suficientes
Eng Vera Vieira
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Natureza da leso
Fraturas Luxaes
Entorses e distenses
Traumatismos internos (craniano, faciais, torcicos,...) Amputaes e enucleaes Contuses e esmagamentos
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Queimaduras
Intoxicaes ou envenenamentos agudos
Asfixia Eletrocusso Traumatismos superficiais Efeitos nocivos das radiaes Leses mltiplas de naturezas diferentes Efeito das intempries e outros fatores externos Outras leses mal definidas
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Riscos
De origem eltrica;
De queda;
Transporte e com equipamentos; Ataques de insetos;
Riscos Ocupacionais;
Riscos Ergonmicos; Ataque de animais peonhentos/domsticos. 137
Eng Vera Vieira 19-12-2012
RISCOS FSICOS
So aqueles gerados por mquinas e condies fsicas caractersticas do local de trabalho, que podem causar danos
sade do trabalhador
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Rudos
Cansao, irritao, dores de cabea, diminuio da audio, aumento da presso arterial, problemas do aparelho digestivo, taquicardia e perigo de enfarto. Cansao, irritao, dores dos membros, dores na coluna, doena do movimento, artrite, problemas digestivos, leses sseas, leses dos tecidos moles, leses circulatrias, etc. Taquicardia, aumento da pulsao, cansao, irritao, choques trmicos, fadiga trmica, perturbaes das funes digestivas, hipertenso. Alteraes celulares, cncer, fadiga, problemas visuais, acidentes de trabalho. Queimaduras, leses nos olhos, na pele e nos outros rgos. Doenas do aparelho respiratrio, quedas, doenas de pele, doenas circulatrias Fenmenos vasculares perifricos, doenas do aparelho respiratrio, queimaduras pelo frio.
Vibraes
Calor
Radiaes ionizantes Radiaes no ionizantes Humidade Frio Presses anormais Vera Vieira Eng
Hiperbarismos Intoxicao por gases Hipobarismo Mal das montanhas 19-12-2012
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Riscos de origem eltrica
Choque eltrico;
Campo eltrico;
Campo eletromagntico.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Riscos de queda
As quedas, conseqncia de choques eltricos, de utilizao
inadequada de equipamentos de elevao (escadas, cestas,
plataformas), falta ou uso inadequado de EPI, falta de treinamento
dos trabalhadores, falta de delimitao e de sinalizao do canteiro do servio e ataque de insetos.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Riscos no transporte e com equipamentos
Veculos a caminho dos locais de trabalho em campo, o
deslocamento dirio dos trabalhadores at os efetivos pontos de
prestao de servios.
Esses deslocamentos expem os trabalhadores aos riscos caractersticos das vias de transporte. 142
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Riscos de ataques de insetos, Animais
peonhentos/domsticos
Na execuo de servios em torres, postes, subestaes, usinas,
leitura de medidores, servios de poda de rvores e outros pode
ocorrer ataques de insetos, tais como abelhas e formigas.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
RISCOS BIOLGICOS So aqueles causados por microorganismos como bactrias, fungos, vrus e outros. So capazes de desencadear doenas devido contaminao e pela prpria natureza do trabalho.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Vrus, bactrias e protozorios
Doenas infecto-contagiosas. Ex.: hepatite, clera, amebase, AIDS, ttano, etc.
Fungos e bacilos
Parasitas
Infeces variadas externas (na pele, ex.: dermatites) e internas (ex.: doenas pulmonares) Infeces cutneas ou sistmicas podendo causar contgio
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
RISCOS QUMICOS So aqueles representados pelas substncias qumicas que se encontram nas formas lquida, slida e gasosa, e quando
absorvidos pelo organismo, podem produzir reaes txicas e
danos sade.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Poeiras minerais Ex.: slica, asbesto, carvo, minerais
Silicose (quartzo), asbestose (amianto) e pneumoconiose dos minerais do carvo
Poeiras vegetais Bissinose (algodo), bagaose (cana-de-acar), etc. Ex.: algodo, bagao de cana deacar Poeiras alcalinas Doena pulmonar obstrutiva crnica e enfisema pulmonar.
Poeiras incmodas
Podem interagir com outros agentes nocivos no ambiente de trabalho potencializando sua nocividade Doena pulmonar obstrutiva crnica, febre de fumos metlicos e intoxicao especfica de acordo com o meta
Fumos metlicos
147
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Nvoas, gases e vapores (substncias compostas ou produtos qumicos em geral
Irritantes: irritao das vias areas superiores Ex.: cido clordrico, cido sulfrico, amnia, cloro etc. Asfixiantes: dores de cabea, nuseas, sonolncia, convulses, coma, morte etc. Ex.:hidrognio, nitrognio, metano, acetileno, dixido e monxido de carbono etc. Anestsicas: a maioria dos solventes orgnicos tendo ao depressiva sobre o sistema nervoso, podendo causar danosos diversos rgos e ao sistema formador do sangue. Ex.: butano, propano, benzeno, aldedos, cetonas, tolueno, xileno, lcoois etc.
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Eng Vera Vieira
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Riscos ocupacionais
Consideram-se riscos ocupacionais, os agentes existentes nos ambientes de trabalho, capazes de causar danos sade do empregado.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Riscos ergonmicos
Biomecnicos: posturas inadequadas de trabalho, levando a
intensas solicitaes musculares, levantamento e transporte de
carga, etc.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Riscos ergonmicos
Psicossociais: elevada exigncia cognitiva necessria ao exerccio
das atividades. Ambientais: risco ambiental compreende os fsicos, qumicos e
biolgicos; esta terminologia fica inadequada, deve-se separar os
riscos provenientes de causas naturais (raios, chuva, terremotos,
ciclones, ventanias, inundaes, etc.).
151
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Organizacionais: presso psicolgica para atendimento a emergncias ou a
situaes com perodos de tempo rigidamente estabelecidos, presses da
populao com falta do fornecimento de energia eltrica.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Esforo fsico Levantamento e transporte manual de pesos Exigncias de posturas
Cansao, dores musculares, fraquezas, hipertenso arterial, diabetes, lcera, doenas nervosas, acidentes e problemas da coluna vertebral.
Ritmos excessivos Trabalho de turno e noturno Monotonia e repetitividade Jornada prolongada Controle rgido da produtividade Outras situaes (conflitos, ansiedade, responsabilidade)
Cansao, dores musculares, fraquezas, alteraes do sono, da libido e da vida social, com reflexos na sade e no comportamento, hipertenso arterial, taquicardia, cardiopatia, asma, doenas nervosas, doenas do aparelho digestivo (gastrite, lcera, etc.), tenso, ansiedade, medo e comportamentos estereotipados
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RISCOS MECNICOS OU DE ACIDENTES Os riscos mecnicos ou de acidentes ocorrem em funo das condies fsicas (do ambiente fsico de trabalho) e tecnolgicas imprprias, capazes de colocar em perigo a integridade fsica do trabalhador.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Arranjo fsico inadequado Mquinas sem proteo. Iluminao deficiente Ligaes eltricas deficientes Armazenamento inadequado.
Acidentes e desgaste fsico excessivo. Acidentes graves. Fadiga, problemas visuais e acidentes de trabalho. Curto-circuito, choques eltricos, incndios, queimaduras, acidentes fatais Acidentes por estocagem de materiais sem observao das normas de segurana.
Ferramentas defeituosas.
Equipamento de proteo individual inadequado
Acidentes, principalmente com repercusso nos membros superiores.
Acidentes e doenas profissionais.
Possibilidade de incndio ou exploso.
Outras situaes de risco que podem contribuir para a ocorrncia de acidentes.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Consequncias Dos Acidentes De Trabalho
Acidentado
Sofrimento fsico e moral. Diminuio do seu potencial de trabalho.
Famlia
Colegas
Mau estar.
Sofrimento moral.
Inquietao.
Pnico.
Plano Humano 157
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Consequncias Dos Acidentes De Trabalho
Acidentado
Famlia
Colegas Perda de tempo. Perda de prmio Excesso de trabalho. Formao do substituto.
Perda de salrio. Baixa do seu potencial profissional.
Dificuldades econmicas.
Plano Material 158
Eng Vera Vieira 19-12-2012
A Lei n 102/2009, de 10 de Setembro considera de risco elevado as seguintes actividades: Consideram-se de risco elevado:
Trabalhos em obras de construo, escavao, movimentao de
terras, tneis, com riscos de quedas de altura ou de soterramento, demolies e interveno em ferrovias e rodovias sem interrupo de trfego; Actividades de indstrias extractivas;
Eng Vera Vieira
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Trabalho hiperbrico;
Actividades que envolvam a utilizao ou armazenagem de
quantidades significativas de produtos qumicos perigosos susceptveis de provocar acidentes graves; Fabrico, transporte e utilizao de explosivos e pirotecnia;
Actividades de indstria siderrgica e construo naval;
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Actividades que envolvam contacto com correntes elctricas de mdia
e alta tenso;
Produo e transporte de gases comprimidos, liquefeitos ou dissolvidos, ou a utilizao significativa dos mesmos;
Actividades que impliquem a exposio a radiaes ionizantes;
Actividades que impliquem a exposio a agentes cancergenos,
mutagnicos ou txicos para a reproduo;
Actividades que impliquem a exposio a agentes biolgicos do grupo 3 ou 4;
Trabalhos que envolvam risco de silicose
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Espaos confinados
Abertos na parte superior mas com uma profundidade que
dificulta a sua ventilao natural. Incluem-se neste tipo:
Fossos de lubrificao de veculos,
Poos, Depsitos abertos;
Cubas.
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Fechados e apenas com uma pequena abertura de entrada e sada: Incluem-se neste tipo:
Reactores;
Tneis para manuteno e galerias tcnicas; Cisternas de transporte; Fornos, silos, etc.
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RISCOS ESPECFICOS DOS ESPAOS CONFINADOS a) Asfixia O ar contm 21% de oxignio. Se este se reduz, produzem-se sintomas de asfixia que se vo agravando conforme diminua essa
percentagem.
b) Incndio e exploso Num espao confinado existe risco de incndio e exploso por ser
muito fcil a criao de uma atmosfera inflamvel.
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Esta deve-se a muitas causas, ligadas evaporao de dissolventes de pintura, gs de iluminao e lquidos inflamveis diversos. c) Intoxicao O risco de intoxicao ocorre porque nestes espaos podem existir
concentraes de substncias txicas acima dos limites de
exposio permitidos, coexistindo em muitos casos com atmosferas corrosivas e irritantes. 166
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TRABALHOS EM
ALTURA E EM ESPAO CONFINADO
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So aqueles derivados das deficientes condies do espao como
lugar de trabalho, destacando-se:
Risco mecnicos, devido a equipamentos que podem entrar
em funcionamento inadvertidamente, bem como choque e
golpes por elementos salientes ou devido s dimenses reduzidas do espao;
Riscos de electrocusso por contacto com partes metlicas que
acidentalmente podem estar em tenso
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Quedas quer a diferentes nveis quer ao mesmo nvel; Queda de objectos no interior dos espaos;
Posturas desadequadas; Temperaturas elevadas ou muito baixas;
Rudo e vibraes devidos ao equipamento utilizado (martelos pneumticos, etc.); Iluminao deficiente. 169
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ATENO AS PRXIMAS IMAGENS PODERO FERIR A SENSIBILIDADE DE ALGUMAS PESSOAS.
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SERRA CIRCULAR
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SERRA CIRCULAR
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SERRA CIRCULAR
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SERRA CIRCULAR
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EXPLOSIVOS
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EXPLOSIVOS
228 Heridas con prdida de sustancia en miembro Eng Vera Vieira 19-12-2012 inferior izquierdo por artefacto pirotcnico
QUEIMADURA PRODUTOS QUMICOS
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QUEIMADURA PRODUTOS QUMICOS
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QUEIMADURA PRODUTOS QUMICOS
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ELECTROCUSSO
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ELECTROCUSSO
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QUEDA EM ALTURA
234
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QUEDA DE MATERIAIS
Herida inciso-contusa en pen de albailera sin casco protector.
Falleci a consecuencia de una fractura craneal.
Eng Vera Vieira
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QUEDA DE MATERIAIS
Eng Vera Vieira
236 Herida infectada. Gangrena. 6 horas de evolucin.
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QUEIMADURA ELECTRICIDADE
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QUEIMADURA ELECTRICIDADE
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QUEIMADURA ELECTRICIDADE
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QUEIMADURA ELECTRICIDADE
240
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ELECTROCUSSO
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ELECTROCUSSO
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Smbolos que devem estar presentes nos produtos qumicos
297
Eng Vera Vieira 19-12-2012
OXIDANTE
LQUIDO INFLAMVEL
LQUIDO INFLAMVEL
NO ENQUADRADO NA PORTARIA 291 DE 31 DE MAIO DE 1988 DO MINISTRIO DOS TRANSPORTES
PERIGOSO QUANDO MOLHADO
TXICO
COMBUSTO ESPONTNEA
CORROSIVO
SLIDO INFLAMVEL
SUBSTNCIAS PERIGOSAS DIVERSAS
SLIDO INFLAMVEL
NOCIVO
VAZAMENTO
310
Eng Vera Vieira 19-12-2012
311
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
324
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Estatsticas da Sinistralidade
Os indicadores de segurana devem preencher os seguintes
requisitos. Exprimir exatamente o que se quer medir.
Ser objetivos.
Ser compreensveis para quem os manuseia.
Ser quantificveis
Ser consistentes ao longo do tempo. 325
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Ser simples de obter.
Ser suficientes em nmero. Ser representativos da atividade da empresa.
326
Eng Vera Vieira 19-12-2012
ndice de Frequncia
N de acidentes de trabalho x 1 000 000 Frmula de IF = ______________________________________ N total de horas / Homem trabalhadas
ndice de Gravidade
N de dias perdidos x 1000 Frmula de IG = ______________________________________ N total de horas / Homem trabalhadas
327
Eng Vera Vieira 19-12-2012
ndice de Incidncia
N de acidentes de trabalho x 1000 Frmula de II = ______________________________________ N mdio de trabalhadores
328
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Na posse destes dados, e para que se possa investigar a ocorrncia de um
acidente, ainda necessrio recolher ainda informaes relativas a:
Dados pessoais da vtima
Funo desempenhada
Antiguidade na empresa
Tempo decorrido desde o incio do trabalho
Dia da semana em que se deu o acidente
Hora do dia
Entre outros aspetos
329
Eng Vera Vieira 19-12-2012
330
Eng Vera Vieira 19-12-2012
PORTUGAL ESPANHA FRANA REINO UNIDO SUCIA ALEMANHA UNIO EUROPEIA ESTADOS UNIDOS JAPO BRASIL
1999
IGT / INE
331
19-12-2012
Eng Vera Vieira
ACIDENTES DE TRABALHO MORTAIS
180 160 140 120 100 80 60 40 20 0 88 1990 155 145 144 118 112 142 164 156 152 132 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000
SECTOR DA CONSTRUO E OBRAS PBLICAS
Eng Vera Vieira
332
19-12-2012
ACIDENTES DE TRABALHO MORTAIS
DISTRIBUIO SEGUNDO AS CAUSAS
Causas desconhecidas (3%) Outras Causas (5%)
Electrocusso (10%)
Quedas de nvel (1%)
Quedas em altura (39%)
Soterramento (11%) Eng Vera Vieira
333
Esmagamento (22%) 19-12-2012
OCORRNCIA DOS ACIDENTES POR PROFISSES
334
Eng Vera Vieira 19-12-2012
INCIDNCIA DOS ACIDENTES ANTIGUIDADE NA EMPRESA
Antiguidade na empresa
At 6 meses De 6 a 12 meses De 13 a 36 meses De 37 a 60 meses De 61 a 120 meses Mais de 120 meses Desconhecido Total
SEGUNDO
IGT - 1998 %
51 % 6% 12 % 2% 12 % 9% 8% 100 %
335
19-12-2012
Eng Vera Vieira
INCIDNCIA DOS ACIDENTES EM TRABALHADORES COM ANTIGUIDADE AT 6 MESES
IGT - 1998
ANTIGUIDADE
1 dia De 2 a 30 dias
%
14 % 40 %
Mais de 30 dias
Total
46 %
100 %
336
Eng Vera Vieira 19-12-2012
OS DIAS MAIS NEGROS DA SEMANA
IGT - 2000
Acidentes de Trabalho Mortais Dia 2 Feira 3 Feira 4 Feira 5 Feira N Acidentes 77 13 55 58 % 26,80% 4,50% 19,20% 20,20%
6 Feira
Sbado Domingo
43
36 5
15,00%
12,50% 1,30%
337
Eng Vera Vieira 19-12-2012
AS PIORES HORAS DO DIA
Acidentes de Trabalho Mortais - (2000)
(0-4h) Hora do Dia (4-8h) (8-12h) (12-16) (16-20h) (20-24h) 0 50 100 150
N Acidentes Mortais
O perodo das 12h s 16h o pior em termos de sinistralidade. PORQUE SER?
Eng Vera Vieira
338
19-12-2012
ACIDENTES DE TRABALHO MORTAIS (2000) (%)
C. CIVIL TRANSPORTES SERV. PRESTADOS AGRICULTURA IND. CERMICA IND. ALIMENTAR OUTRAS 0 10 20 30 40 50
339
Eng Vera Vieira 19-12-2012
340
Eng Vera Vieira 19-12-2012
341
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Numa distribuio por sexo , observa-se que 78,7% dos trabalhadores acidentados eram homens e 21,2% mulheres.
Total Homens 180 107 Mulheres 48 540
Total At 24 anos
25 a 34 anos 35 a 44 anos
228 884 31 204
62 398 61 721 45 369 19 332 2 725 6 135
24 836
49 394 48 124 35 442 15 321 2 227 4 763
6 368
13 004 13 597
45 a 54 anos
55 a 64 anos
9 927 4 011 498 1 135
65 e mais anos
Desconhecido
Eng Vera Vieira
342
19-12-2012
As tabelas e grficos seguintes traduzem os resultados dos inquritos, realizados por inspectores da Inspeco-geral do
Trabalho, a todos os acidentes mortais de que se teve
conhecimento at 30 de Novembro de 2007.
343
Eng Vera Vieira 19-12-2012
344
Eng Vera Vieira 19-12-2012
345
Eng Vera Vieira 19-12-2012
346
Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
348
Eng Vera Vieira 19-12-2012
349
Eng Vera Vieira 19-12-2012
No sector agrcola trabalha-se todos os dias, sendo a 2 - feira em que se regista maior nmero de acidentes. O dia de trabalho estacionrio, mas muito amplo, mas entre as 8 e as 12 horas registam -se cerca de 50% dos acidentes. Os homens registam 80% dos acidentes totais. As quedas ao mesmo nvel, cortes por ferramentas, quedas a nvel diferente e quedas de objectos, representam 50% dos acidentes de trabalho. As extremidades superiores e inferiores do corpo so partes das quais atingindo 50% do total dos acidentes.
350
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Caracterizao do acidente mais frequente (GEP: 2008)
23, 4% em micro empresas ou com trabalhadores independentes
Sector predominante: Indstria transformadora (31, 7%)
sinistrados do sexo masculino
nacionalidade portuguesa (94,8%)
30% dos acidentes originados por perda total ou parcial de controlo de uma
mquina, meio de transporte, ferramenta, objecto ou animal
Parte do corpo mais atingida: extremidades superiores
70, 9% dos acidentes no mortais originaram ausncias ao trabalho
351
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O acidente de trabalho mais frequente no ano de 2009 28,1 % dos acidentes ocorreram
Entidade
empregadora ou entidade
com trabalhadores de pequenas
empresas (10 a 49 pessoas).
A indstria transformadora a
equiparada
atividade econmica com mais
acidentes (26,9 %)
352
Eng Vera Vieira 19-12-2012
74,7 % dos acidentes ocorreram com sinistrados homens. Cerca de metade dos acidentes ocorreu com trabalhadores entre os 25 e os 44 anos (54,4 %). A subgrupo de profissionais 'operadores, artfices e
Sinistrado
trabalhadores similares das indstrias extrativas e da construo civil' sofreu 18,1 % do total de acidentes. A situao na profisso de 88,6 % dos sinistrados era trabalhador por conta de outrem. 95,2 % dos sinistrados tinha nacionalidade
Portuguesa.
353
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Localizao
temporal
O perodo horrio em que ocorreu mais acidentes foi o das 10 horas (10:00 s 10:59) (13,7 %). 9,6 % dos acidentes registaram-se no ms de Julho.
354
Eng Vera Vieira 19-12-2012
39,7 % dos acidentes ocorreram em zona industrial. Em cerca de metade dos acidentes o sinistrado
Causas e
trabalhava com ferramentas de mo (27,0 %) ou exercia transporte manual (25,1 %). Em 28,7 % dos acidentes o que correu mal foi o movimento do corpo sujeito a constrangimento fsico. Por sua vez, o contacto que provocou mais leses foi o constrangimento fsico do corpo (28,9 %).
circunstncias
355
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Os acidentes originaram, para mais de
metade dos sinistrados, feridas e leses
superficiais (58,0 %). As extremidades foram as partes do corpo Consequncias
mais atingidas: 38,2 % de extremidades
superiores e 25,2 % de extremidades
inferiores.
74,0 % dos acidentes no mortais
originaram 1 ou mais dias de ausncia ao
trabalho
Eng Vera Vieira
356
19-12-2012
CUSTOS DIRETOS
Salrios pagos;
Assistncia mdica;
Medicamentos;
Indemnizaes; Aumento do prmio de seguro.
Dias de trabalho perdidos;
357
Eng Vera Vieira 19-12-2012
CUSTOS DIRETOS
Despesas com assistncia mdica e medicamentosa;
Indemnizaes por salrios perdidos; Penses por invalidez ou morte;
Despesas com deslocaes;
Custos de reabilitao;
Aumento do prmio do seguro;
Prestao de primeiros socorros 358
Eng Vera Vieira 19-12-2012
CUSTOS INDIRETOS: CUSTOS INDIRECTOS
Tempo perdido para socorrer o acidentado, investigar as causas do acidente, tratar dos aspectos legais, retomar o ritmo normal de trabalho e reparar equipamentos avariados;
Baixa de produtividade;
Perdas de produtos; Reintegrao do acidentado;
Prejuzo para a imagem da empresa;
CUSTOS INDIRETOS:
Custos de reparao de equipamentos e outros bens;
Formao de um substituto para o acidentado;
Mau clima social;
No cumprimento de prazos
360
Eng Vera Vieira 19-12-2012
CUSTOS DIRETOS VERSUS CUSTOS
INDIRETOS
Os custos directos so mais evidentes e esto geralmente
segurados;
Os custos indirectos passam geralmente despercebidos,
sobretudo aos empregadores.
No entanto os custos indirectos so entre 3 a 5 vezes superiores
aos custos directos. 361
Eng Vera Vieira 19-12-2012
CUSTOS DIRETOS VERSUS CUSTOS
INDIRETOS
Por isso, os acidentes so um factor de grande prejuzo para as
empresas, para alm de serem indicadores de uma m gesto de recursos e de perturbaes importantes no processo de produo.
362
Eng Vera Vieira 19-12-2012
EXEMPLO
O Antnio, trabalhador temporrio, foi enviado para proceder montagem de mveis de escritrio, num edifcio recm-concludo.
O responsvel da obra, Joo e o responsvel da montagem, Bernardo, aguardam-no. s 11 horas, quando esto a proceder descarga do camio que veio entregar os mveis, um destes escorrega das mos de Bernardo, bate no ombro de Antnio e cai no cho.
Resultado:
Um ombro lesionado e um armrio parcialmente danificado. 3 dias de incapacidade temporria
Eng Vera Vieira
363
19-12-2012
Custos Directos:
Despesas hospitalares;
CONSEQUNCIAS DO ACIDENTE
3 dias de indemnizao ao trabalhador sinistrado;
Custos Indirectos:
5 horas de trabalho perdidas pelo trabalhador sinistrado;
Bernardo interrompeu o trabalho para prestar assistncia (15 min.);
Joo conduz o sinistrado ao hospital (15min. / 3 km.);
Joo passa pela seguradora para tratar da tramitao do acidente / 5 km.);
(45 min.
Joo volta ao hospital para entregar a documentao e indagar acerca do estado de sade de Antnio. Tem de aguardar porque est no RX. (50 min. / 5 km.); De regresso obra, Joo deixa Antnio em casa (20 min. / 4 km.);
Eng Vera Vieira
364
19-12-2012
Joo contacta o escritrio solicitando as peas para reparar o armrio (10 min. TLM.) ; A necessidade de cumprir prazos obriga contratao de um substituto, junto da empresa de trabalho temporrio. Para ganhar tempo, o responsvel da obra assegura o transporte deste (1 hora / 16 km.);
Um furgo vem entregar as peas solicitadas (1 hora / 30 km.) ;
Substituio das partes deterioradas do armrio (1 hora 30 min.) ;
Os atrasos impedem a finalizao do trabalho no prazo previsto, obrigando a equipa a voltar no dia seguinte (3 horas x 3 trabalhadores);
Participao formal do acidente (20 min.); Celebrao de novo contrato (10 min.) ;
Realizao de inqurito ao acidente, elaborao de ficha e outras formalidades (1 hora);
365
Eng Vera Vieira
19-12-2012
CONCLUSO
CUSTOS TOTAIS - CT CUSTOS DIRECTOS - CD CUSTOS INDIRECTOS - CI (CT = CD + CI) CI >> CD
366
Eng Vera Vieira 19-12-2012
367
Eng Vera Vieira 19-12-2012
b) Custos suportados pela empresa e relao entre custos directos e indirectos Custos indirectos: Suportados pela empresa: Horas perdidas: Acidentado: 3 horas, Colegas: 3 x 2 = 6 horas Custo hora acidentado: 44.72 / 8 = 5,59
Custo hora colegas: 14 x 900 / 12 / 30 / 8 = 4,38
Custos com pessoal: 6 x 4,38 + 3 x 5,59 = 43,05 Perdas em material danificado: 780 Perdas em equipamento: 870 Perda de produo: 750
Total: 870 + 780 + 43.05 + 750 = 2.443,05
Eng Vera Vieira
368
19-12-2012
Custos directos: Suportados pela seguradora:
Indemnizaes: 1.502,60
Cuidados mdicos: 1.350,0
Total: 1.520,60 + 1.350,00 = 2.870,60
Custos Totais: 2.870,60 + 2.443.05 = 5.313,65 Custos indirectos / Custos totais x 100 = 46%
369
Eng Vera Vieira 19-12-2012
RESOLUO
IF = 28 = (n / 12 x 3,5 x 106) x 106 n = 1176 (acidentes com baixa) II = (1176 / 3000) x 103 = 392 acidentes com baixa / 100 trabalhadores
IG = (n dias teis perdidos / n horas-homem trabalhadas) x 103
N dias teis perdidos ?
IPP 8% 0,08 x 7500 = 600 dias teis perdidos
IPP 10% 0,1 x 7500 = 750 dias teis perdidos Total de dias teis perdidos = 600+750+150+120+240+300=2160 IG=(2160 / 12 x 3,5 x 106 ) x 10 trabalhadas.
3
= 0,0051 dias teis perdidos / 1000 horas-homem
IAG = (IG / IF) x 103 = (0,051 / 28) x 103 = 1,84 dias teis perdidos / acidente
Eng Vera Vieira
370
19-12-2012
A indstria de torrefao de caf BOM GOSTO tem unidades fabris espalhadas por todo o
territrio nacional. Como parte do programa corporativo de segurana, ser realizado um
concurso interno na empresa para premiar a fbrica com os melhores resultados de
segurana nos ltimos doze meses (Taxa de Freqncia mais baixa).
Com base nos dados abaixo, indique qual a fbrica receber a premiao da matriz da empresa
FBRICA Rio de Janeiro Goinia HHT 1.020.000 530.000 ACIDENTES COM AFASTAMENTO 5 3 ACIDENTES SEM AFASTAMENTO 8 2
Pirabicaba
Campina Grande
317.000
225.000
1
4
4
5
371
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Atuao Culposa do Empregador
Artigo 18, Lei n 98/2009 de 4 de setembro
Quando o acidente tiver sido provocado pelo empregador,
seu representante ou entidade por aquele contratada e por empresa utilizadora de mo-de-obra, ou resultar de falta de
observao, por aqueles, das regras sobre segurana e sade no
trabalho, a responsabilidade individual ou solidria pela
indemnizao abrange a totalidade dos prejuzos, patrimoniais
e no patrimoniais, sofridos pelo trabalhador e seus familiares, nos termos gerais.
Eng Vera Vieira
372
19-12-2012
OMISSO DAS NORMAS DE SEGURANA E HIGIENE
Se o acidente se deveu a atuao culposa do empregador, por
omisso ou incumprimento das normas de higiene e segurana no trabalho, o sinistrado tem direito no s aos cuidados de sade necessrios como tambm compensao da totalidade dos prejuzo
373
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Responsabilidade do trabalhador
Cumprir as normas de Segurana, Higiene e Sade no local de
trabalho, bem como zelar pelo seu cumprimento por parte de
outros trabalhadores ou terceiros.
Informar-se sobre os riscos existentes no seu local de trabalho: equipamentos, produtos, matrias-primas, modos operatrios,
etc.
Comunicar imediatamente ao superior hierrquico qualquer
anomalia ou avaria verificada.
Seguir as indicaes da sinalizao de segurana.
Eng Vera Vieira
374
19-12-2012
Responsabilidade do trabalhador
Utilizar corretamente as mquinas, equipamentos e ferramentas, segundo os fins para que foram concebidos.
Usar corretamente os EPIs distribudos, mantendo-os em bom
estado de limpeza e conservao.
Cuidar da limpeza e arrumao do seu local de trabalho
No tomar a liberdade de retirar qualquer dispositivo de proteo
das mquinas ou equipamentos de trabalho, sem autorizao do
chefe direto
Eng Vera Vieira
375
19-12-2012
Responsabilidade do trabalhador
No colocar em funcionamento qualquer mquina em fase de manuteno, exceto quando houver autorizao para tal. Evitar comer e beber no local de trabalho. No usar anis, pulseiras onde haja mquinas rotativas.
Manter condies de higiene pessoal.
Cuidar de qualquer ferimento, por mais pequeno que seja. Efetuar as anlises e exames mdicos que lhe forem
recomendados. Cooperar com o empregador para a melhoria do sistema de376 SHS
Eng Vera Vieira 19-12-2012
377
Eng Vera Vieira 19-12-2012
378
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Conceito legal (n. 2 do art. 6. da Lei
n. 100/97 e nos 2, 3 e 4 do art. 6. do
Decreto-Lei n. 143/99, de 30 de abril).
Certos acidentes ocorridos fora do local ou tempo de trabalho e na ida para o local de trabalho ou no regresso deste. 379
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Conceito legal (n. 2 do art. 6. da Lei
n. 100/97 e nos 2, 3 e 4 do art. 6. do
Decreto-Lei n. 143/99, de 30 de abril).
No local e no tempo de trabalho, satisfeitos os (outros)
requisitos previstos no n. 1 do artigo 6. 380
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Conceito legal (n. 2 do art. 6. da Lei
n. 100/97 e nos 2, 3 e 4 do art. 6. do
Decreto-Lei n. 143/99, de 30 de abril).
No trajeto de ida e de regresso para e do local de trabalho, nos
termos em que vier a ser definido em regulamentao posterior; 381
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Conceito legal (n. 2 do art. 6. da Lei
n. 100/97 e nos 2, 3 e 4 do art. 6. do
Decreto-Lei n. 143/99, de 30 de abril).
Na execuo de servios espontaneamente prestados e de que possa resultar proveito econmico para a entidade empregadora; no local de trabalho, quando no exerccio do direito de reunio ou de atividade de representante dos trabalhadores, nos termos da lei;
382
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Conceito legal (n. 2 do art. 6. da Lei
n. 100/97 e nos 2, 3 e 4 do art. 6. do
Decreto-Lei n. 143/99, de 30 de abril).
No local de trabalho, quando em frequncia de curso de formao profissional ou, fora do local de trabalho,
quando
exista
autorizao
expressa
da
entidade
383
19-12-2012
empregadora para tal frequncia;
Eng Vera Vieira
Conceito legal (n. 2 do art. 6. da Lei
n. 100/97 e nos 2, 3 e 4 do art. 6. do
Decreto-Lei n. 143/99, de 30 de abril).
Em atividade de procura de emprego durante o crdito
de horas para tal concedido por lei aos trabalhadores com processo de cessao de contrato de trabalho em
curso;
Eng Vera Vieira
384
19-12-2012
Conceito legal (n. 2 do art. 6. da Lei
n. 100/97 e nos 2, 3 e 4 do art. 6. do
Decreto-Lei n. 143/99, de 30 de abril).
Fora do local ou tempo de trabalho, quando verificado
na execuo de servios determinados pela entidade
empregadora ou por esta consentidos 385
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Descaracterizao do Acidente de Trabalho (Artigo 7. da Lei n.
100/97 e artigo 8. do Decreto-Lei n. 143/99)
a)
O que for dolosamente provocado pelo sinistrado ou
provier de um seu ato ou omisso, que importe violao, sem
causa justificativa, das condies de segurana estabelecidas pela entidade empregadora ou previstas na Lei; 386
Eng Vera Vieira 19-12-2012
387
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Decreto-Lei n. 50/2005 de 25 de Fevereiro
Disposies gerais Artigo 1. mbito 1 - O presente diploma transpe para a ordem jurdica interna a Directiva n.89/655/CEE, do Conselho, de 30 de Novembro, alterada pela Directiva n.95/63/CE, do Conselho, de 5 de Dezembro, e pela Directiva n. 2001/45/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 27 de Junho, relativa s prescries mnimas de segurana e de sade para a utilizao pelos trabalhadores de equipamentos de trabalho.
388
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Artigo 2. Definies Para efeitos do presente diploma, entende-se por: a) Equipamento de trabalho qualquer mquina, aparelho, ferramenta ou instalao utilizado no trabalho; b) Utilizao de um equipamento de trabalho qualquer actividade em que o trabalhador contacte com um equipamento de trabalho, nomeadamente a colocao em servio ou fora dele, o uso, o transporte, a reparao, a transformao, a manuteno e a conservao, incluindo a limpeza;
389
Eng Vera Vieira 19-12-2012
c) Zona perigosa qualquer zona dentro ou em torno de um equipamento de
trabalho onde a presena de um trabalhador exposto o submeta a riscos para
a sua segurana ou sade;
d) Trabalhador exposto qualquer trabalhador que se encontre, totalmente ou em parte, numa zona perigosa; e) Operador qualquer trabalhador incumbido da utilizao de um equipamento de trabalho;
390
Eng Vera Vieira 19-12-2012
f) Pessoa competente a pessoa que tenha ou, no caso de ser pessoa
colectiva, para a qual trabalhe pessoa com conhecimentos tericos e prticos
e experincia no tipo de equipamento a verificar, adequados deteco de
defeitos ou deficincias e avaliao da sua importncia em relao segurana na utilizao do referido equipamento;
g) Verificao o exame detalhado feito por pessoa competente destinado a
obter uma concluso fivel no que respeita segurana de um equipamento
de trabalho;
h) Reconverso de andaime a operao da qual resulte modificao
substantiva da estrutura prevista na concepo inicial do andaime.
391
Eng Vera Vieira 19-12-2012
2 - O presente diploma aplicvel em todos os ramos de actividade dos sectores privado, cooperativo e social, administrao pblica central, regional e local, institutos pblicos e demais pessoas colectivas de direito pblico, bem como a trabalhadores por conta prpria. 3 - Exceptuam-se do nmero anterior as actividades da Administrao Pblica cujo exerccio seja condicionado por critrios de segurana ou emergncia, nomeadamente das Foras Armadas ou da polcia, bem como a actividades especficas dos servios de proteco civil, sem prejuzo da adopo de medidas que visem garantir a segurana e a sade dos respectivos trabalhadores.
392
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Artigo 3.
Obrigaes gerais do empregador
Para assegurar a segurana e a sade dos trabalhadores na utilizao de
equipamentos de trabalho, o empregador deve:
a) Assegurar que os equipamentos de trabalho so adequados ou
convenientemente adaptados ao trabalho a efectuar e garantem a segurana e
a sade dos trabalhadores durante a sua utilizao;
b) Atender, na escolha dos equipamentos de trabalho, s condies e
caractersticas especficas do trabalho, aos riscos existentes para a segurana
e a sade dos trabalhadores, bem como aos novos riscos resultantes da sua
utilizao;
393
Eng Vera Vieira 19-12-2012
c) Tomar em considerao os postos de trabalho e a posio dos trabalhadores durante a utilizao dos equipamentos de trabalho, bem como os princpios ergonmicos; d) Quando os procedimentos previstos nas alneas anteriores no permitam assegurar eficazmente a segurana ou a sade dos trabalhadores na utilizao dos equipamentos de trabalho, tomar as medidas adequadas para minimizar os riscos existentes; e) Assegurar a manuteno adequada dos equipamentos de trabalho durante o seu perodo de utilizao, de modo que os mesmos respeitem os requisitos mnimos de segurana constantes dos artigos 10. a 29. e no provoquem riscos para a segurana ou a sade dos trabalhadores.
394
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Artigo 4. Requisitos mnimos de segurana e regras de utilizao dos equipamentos de trabalho 1 - Os equipamentos de trabalho devem satisfazer os requisitos mnimos de
segurana previstos nos artigos 10. a 29.
2 - Os equipamentos de trabalho colocados pela primeira vez disposio dos
trabalhadores na empresa ou estabelecimento devem satisfazer os requisitos
de segurana e sade previstos em legislao especfica sobre concepo, fabrico e comercializao dos mesmos. 3 - Os trabalhadores devem utilizar os equipamentos de trabalho em conformidade com o disposto nos artigos 30. a 42.
395
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Artigo 5.
Equipamentos de trabalho com riscos especficos
Sempre que a utilizao de um equipamento de trabalho possa apresentar
risco especfico para a segurana ou a sade dos trabalhadores, o
empregador deve tomar as medidas necessrias para que a sua utilizao
seja reservada a operador especificamente habilitado para o efeito,
considerando a correspondente actividade.
396
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Artigo 6.
Verificao dos equipamentos de trabalho
1 - Se a segurana dos equipamentos de trabalho depender das condies da
sua instalao, o empregador deve proceder sua verificao aps a
instalao ou montagem num novo local, antes do incio ou do recomeo do
seu funcionamento. 2 - O empregador deve proceder a verificaes peridicas e, se necessrio, a
ensaios peridicos dos equipamentos de trabalho sujeitos a influncias que
possam provocar deterioraes susceptveis de causar riscos.
397
Eng Vera Vieira 19-12-2012
3 - O empregador deve proceder a verificaes extraordinrias dos
equipamentos de trabalho quando ocorram acontecimentos excepcionais,
nomeadamente transformaes, acidentes, fenmenos naturais ou perodos
prolongados de no utilizao, que possam ter consequncias gravosas para
a sua segurana.
4 - As verificaes e ensaios dos equipamentos de trabalho previstos nos
nmeros anteriores devem ser efectuados por pessoa competente, a fim de
garantir a correcta instalao e o bom estado de funcionamento dos mesmos.
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Artigo 7. Resultado da verificao
1 - O resultado das verificaes e ensaios previstos no artigo anterior deve
constar de relatrio contendo informaes sobre: a) Identificao do equipamento de trabalho e do operador;
b) Tipo de verificao ou ensaio, local e data da sua realizao;
c) Prazo estipulado para reparar as deficincias detectadas, se necessrio; d) Identificao da pessoa competente que realizou a verificao ou o ensaio.
399
Eng Vera Vieira 19-12-2012
2 - O empregador deve conservar os relatrios da ltima verificao e de
outras verificaes ou ensaios efectuados nos dois anos anteriores e coloc-los disposio das autoridades competentes.
3 - O equipamento de trabalho que seja utilizado fora da empresa ou
estabelecimento deve ser acompanhado de cpia do relatrio da ltima verificao ou ensaio.
400
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Artigo 8.
Informao dos trabalhadores
1 - O empregador deve prestar aos trabalhadores e seus representantes para
a segurana, higiene e sade no trabalho a informao adequada sobre os
equipamentos de trabalho utilizados.
2 - A informao deve ser facilmente compreensvel, escrita, se necessrio, e
conter, pelo menos, indicaes sobre:
a) Condies de utilizao dos equipamentos;
b) Situaes anormais previsveis;
c) Concluses a retirar da experincia eventualmente adquirida com a
utilizao dos equipamentos;
401
Eng Vera Vieira 19-12-2012
d) Riscos para os trabalhadores decorrentes de equipamentos de trabalho
existentes no ambiente de trabalho ou de alteraes dos mesmos que possam
afectar os trabalhadores, ainda que no os utilizem directamente
Artigo 9.
Consulta dos trabalhadores
O empregador deve consultar por escrito, previamente e em tempo til, os
representantes dos trabalhadores ou, na sua falta, os trabalhadores sobre a
aplicao do presente diploma pelo menos duas vezes por ano.
402
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Os acidentes ocorridos na prestao de servios eventuais ou
ocasionais, de curta durao, salvo se forem prestados em
atividades que tenham por objeto explorao lucrativa; Os acidentes ocorridos na execuo de trabalhos de curta
durao, se a entidade a quem for prestado o servio
trabalhar habitualmente s, ou com membros da sua famlia, e chamar para a auxiliar, acidentalmente, um ou mais 403
19-12-2012
trabalhadores
Eng Vera Vieira
A reparao do acidente de trabalho
O Acidente de Trabalho como facto resultante de acto doloroso ou negligente d genericamente lugar reparao dos danos, sempre e quando for caracterizado como tal. Neste sentido, o direito reparao pode ser feito em: Prestao em espcie prestao de natureza mdica, medicamentos, hospitais, etc. Prestao em dinheiro indemnizaes por incapacidade absoluta ou parcial, etc.
404
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O direito reparao compreende:
Prestao em espcie: de natureza mdica, cirrgica,
farmacutica e hospitalar e outras acessrias ou complementares. Prestao em dinheiro: em capital para acidentes ITA Indeminizao por ITA ou ITP Ao sinistrado:
Indeminizao por IPA ou IP
Em capital ou em penses 405
Eng Vera Vieira
19-12-2012
Artigo 25
1. As prestaes em espcie previstas no artigo 8 destinam-se ao restabelecimento do estado de sade e da capacidade de trabalho ou de ganho do beneficirio e sua recuperao para a vida activa e so asseguradas, fundamentalmente, atravs de reembolsos das respectivas despesas, nos termos dos nmeros seguintes. 2. Os reembolsos das despesas com cuidados de sade destinam-se a
compensar, na totalidade, os gastos efectuados pelo beneficirio com assistncia medica, cirrgica, de enfermagem, medicamentos e farmacutica, decorrentes de doena profissional.
Eng Vera Vieira
406
19-12-2012
O direito reparao compreende:
Despesas de funeral Penses
Aos familiares:
407
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Participao do Acidente de Trabalho (Modalidades)
Participao, por parte da entidade empregadora com a
responsabilidade transferida, respetiva entidade seguradora
(nos termos estabelecidos na aplice, a partir do conhecimento do acidente por parte do segurado);
Participao, por parte do sinistrado ou familiares beneficirios
legais de penses, entidade empregadora ou pessoa que a represente na direo do trabalho;
Eng Vera Vieira
408
19-12-2012
Participao do Acidente de Trabalho (Modalidades)
Participao, por parte da entidade empregadora, respetiva
instituio de previdncia; Participao ao tribunal competente; Participao Autoridade das Condies de Trabalho;
409
Eng Vera Vieira 19-12-2012
QUAL O VALOR DA PENSO POR INCAPACIDADE PERMANENTE PARA O TRABALHO?
(art. 48. da Lei 98/2009)
POR INCAPACIDADE PERMANENTE ABSOLUTA PARA
TODO E QUALQUER TRABALHO O/A trabalhador/a
sinistrado/a tem direito a uma penso anual e vitalcia igual a 80 %
da retribuio, acrescida de 10 % desta por cada pessoa a cargo, at ao limite da retribuio;
410
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Quadro-resumo
IPA Incapacidade Permanente Absoluta
- Penso anual vitalcea 80% do salrio (pode chegar aos 100%
porque aumenta 10% por cada dependente no entanto, no pode exceder os
100%).
- Subsdio de elevada incapacidade 12 salrios minimos nacionais;
- Outro subsdio 12 salrios minimos nacionais (obras, cadeira de
rodas, etc.);
- Auxilio permanente 14 salrios minimos nacionais.
411
Eng Vera Vieira 19-12-2012
QUAL O VALOR DA PENSO POR INCAPACIDADE PERMANENTE PARA O TRABALHO?
POR INCAPACIDADE PERMANENTE ABSOLUTA PARA O
TRABALHO HABITUAL O/A trabalhador/a sinistrado/a tem
direito a uma penso anual e vitalcia compreendida entre 50 % e
70 % da retribuio, conforme a maior ou menor capacidade funcional residual para o exerccio de outra profisso compatvel
412
Eng Vera Vieira 19-12-2012
QUAL O VALOR DA PENSO POR INCAPACIDADE PERMANENTE PARA O TRABALHO? POR INCAPACIDADE PERMANENTE PARCIAL O/A trabalhador/a sinistrado/a tem direito a uma penso anual e vitalcia correspondente a 70 % da
reduo sofrida na capacidade geral de ganho ou capital de remio
da penso nos termos previstos no artigo 75.;
413
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Quadro -resumo
414
Eng Vera Vieira 19-12-2012
ITA Incapacidade Temporria Absoluta
Indemnizao 70% incapacidade
ITP Incapacidade Temporria Parcial Indemnizao 50% incapacidade IPP Incapacidade Permanente Parcial 70% incapacidade
IPATH Incapacidade Permanente Absoluta para o Trabalho Habitual 50 a 70% incapacidade
415
Eng Vera Vieira 19-12-2012
QUEM CONSIDERADO PESSOA A CARGO DO/A
SINISTRADO/A PARA EFEITOS DO ACRSCIMO DA
PENSO POR INCAPACIDADE PERMANENTE ABSOLUTA
PARA TODO E QUALQUER TRABALHO?
(art. 49. da Lei 98/2009)
Em caso incapacidade permanente absoluta para todo e qualquer trabalho, o/a trabalhador/a sinistrado/a tem direito a uma penso
anual vitalcia igual a 80 % da retribuio, acrescida de 10 % por cada
pessoa a cargo. 416
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Para este efeito a legislao considera como pessoa a cargo do/a
sinistrado/a os seguintes beneficirios: a) Pessoa que viva com o/a trabalhador/a sinistrado/a e que receba
rendimentos mensais inferiores ao valor da penso social;
b) Cnjuge ou pessoa que viva com o/a trabalhador/a sinistrado/a em unio de facto e que receba rendimentos mensais inferiores ao
valor da penso social;
417
Eng Vera Vieira 19-12-2012
c) Descendente/ filho menor com idade inferior a 18 anos ou com
idade entre os 18 anos e os 25 anos que se encontre a estudar ou,
ainda, os filhos portadores de doena crnica ou deficincia que
afete a sua capacidade de trabalho, sendo que neste caso no h
limite de idade; d) Ascendente/ progenitores com rendimentos individuais de valor
mensal inferior ao valor da penso social ou que conjuntamente
com os do seu conjugue ou de pessoa que com ele viva em unio de facto no exceda o dobro deste valor. 418
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Quadro-resumo MORTE
Vivo(a) 30% do salrio at idade da reforma; 40% aps a idade
da reforma.
Filhos 20% do salrio (cada um) no entanto, este valor no pode ultrapassar os 50%.
419
Eng Vera Vieira 19-12-2012
EM CASO DE OCORRNCIA DE ACIDENTE DE TRABALHO QUAL A 1 ACO A SER TOMADA?
(art. 26. da Lei 98/2009)
Na ocorrncia de um acidente de trabalho, necessariamente, que devem ser tomadas todas as medidas de prestao dos primeiros socorros ao trabalhador/a, mesmo que o acidente tenha ocorrido
nos moldes, mencionados anteriormente, que no conferem o
direito reparao.
420
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Como deve proceder a empresa empregadora?
A empresa contratante tem o dever de fazer uma comunicao
informando sobre o acidente de trabalho no mesmo dia ou at o
primeiro dia til aps o acontecimento, independentemente se o
trabalhador foi ou no afastado da atividade. Em caso de morte, essa comunicao deve ser imediata. O no cumprimento dessas
determinaes pode levar punio da empresa mediante o
pagamento de multa. 421
Eng Vera Vieira 19-12-2012
EM CASO DE OCORRNCIA DE ACIDENTE DE TRABALHO QUAL A 1 ACO A SER TOMADA? Assim, o empregador deve, pois, assegurar os imediatos e
indispensveis socorros mdicos e farmacuticos, bem como o
transporte do trabalhador/a sinistrado/a para o local onde possa ser clinicamente socorrido.
422
Eng Vera Vieira 19-12-2012
PARA EFEITOS DO ACIDENTE EM TRAJETO SER
CONSIDERADO ACIDENTE DE TRABALHO, QUAIS SO
OS REQUISITOS QUE TM QUE SER OBSERVADOS?
(art.9., nmero 2 da Lei 98/ 2009)
O acidente em trajeto para ser considerado como acidente de trabalho, deve reunir dois requisitos fundamentais: Ocorrer no percurso normalmente utilizado pelo/a trabalhador/a
entre a sua casa e o seu local de trabalho;
Ocorrer durante o perodo de tempo habitualmente gasto pelo/a trabalhador/a em tal deslocao.
Eng Vera Vieira
423
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QUEM SO OS BENEFICIRIOS DA REPARAO DE ACIDENTES DE TRABALHO?
(art. 2. e 3. da Lei n. 98/2009)
Em caso de acidente de trabalho, tm direito reparao de danos
o/a trabalhador/a sinistrado/a e, em caso de acidente mortal, os seus
familiares e beneficirios legais.
424
Eng Vera Vieira 19-12-2012
De acordo com a legislao assiste o direito reparao os/as trabalhadores/as por contra de outrem de qualquer atividade profissional, independentemente de ser explorada com fins
lucrativos ou no.
425
Eng Vera Vieira 19-12-2012
No caso dos/as trabalhadores/as por conta de outrem, o direito
reparao abrange:
Os/as trabalhadores/as vinculados/as por contrato de trabalho ou equiparado;
Os praticantes, aprendizes, estagirios e demais situaes de
formao profissional;
Os/as trabalhadores/as que se presumem na dependncia
econmica da pessoa qual prestam servios.
426
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Agresses ao trabalhados tambm so acidente de trabalho?
Sim. Agresses, sabotagens ou atos de terrorismo praticados por
terceiros ou por colegas, no horrio e local de trabalho, tambm so
considerados acidentes de trabalho.
427
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Quem verifica a sade do trabalhador acidentado?
Para ser considerado acidente de trabalho, um perito estabelece
uma relao entre o acidente e a leso provocada. O mdico
perito decidir se o indivduo pode voltar ao exerccio de sua
funo ou se necessita de afastamento permanente ou temporrio do emprego.
428
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RESPONSABILIDADES ?
MINISTRIO DO EQUIPAMENTO SOCIAL
Gabinete do Secretrio de Estado das Obras Pblicas
INQURITO AO ACIDENTE DE
12 de Dezembro de 2001
CINCO MORTOS DEVIDO QUEDA DE UM VIADUTO
444
Eng Vera Vieira 19-12-2012
A tragdia, que provocou a morte de 5 trabalhadores, ter
resultado fundamentalmente de falhas do projecto da estrutura
do cimbre e de deficincias quer do material empregue na
estrutura, quer na respectiva montagem.
O acidente ter sido essencialmente resultante da instabilizao de colunas das torres do cimbre, em consequncia da sua elevada esbelteza (decorrente de uma altura de cerca de 30 metros), da inexistncia de um contraventamento eficaz das
colunas centrais das torres.
445
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O empreiteiro no comunicou concessionria dona da obra a
contratao
de
dois
subempreiteiros
responsveis
pelo
fornecimento do material e pela montagem da estrutura do
cimbre. Estes subempreiteiros no possuem o necessrio
Certificado de Classificao de Empreiteiro de Obras Pblicas, situao que a concessionria dona da obra, atravs da sua
fiscalizao, no poderia ignorar.
446
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O relatrio revela ainda que o projecto do cimbre foi apresentado ao dono da obra que o submeteu empresa
projectista do viaduto. Esta, por seu turno, no detectou
qualquer deficincia. Tais condutas, nos termos do parecer que
acompanha o relatrio, sero eventualmente enquadrveis no
conceito de negligncia.
447
Eng Vera Vieira 19-12-2012
A ocorrncia do acidente poder assim estar associada a eventuais condutas negligentes, totalmente inaceitveis numa actividade de risco para a vida humana como a da construo de infra-estruturas rodovirias
Por tais razes determinou a remessa do inqurito
Procuradoria-geral da Repblica, para apuramento de eventual
responsabilidade criminal pelas mortes causadas pelo acidente,
bem como da responsabilidade civil conexa com a responsabilidade criminal a que, na circunstncia, possa haver 448
19-12-2012
lugar.
Eng Vera Vieira
Por outro lado, determinou o envio dos autos ao Instituto dos
Mercados de Obras Pblicas e Particulares e do Imobilirio
(IMOPPI), para configurao legal das responsabilidades do dono da obra, do empreiteiro, dos subempreiteiros e do projectista. Finalmente, ordenou a remessa dos autos Inspeco-geral do
Trabalho e ao Instituto das Estradas de Portugal, no caso deste
instituto rodovirio para desencadeamento de uma aco de avaliao das condies de fiscalizao dos empreendimentos a cargo da concessionria dona da obra (Brisa SA 449
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Referindo-se
aos
requisitos
de
segurana
exigidos
aos
empreiteiros, a nota refere estarem previstas as sanes de suspenso e cancelamento de actividade, pelo que a IGT
participar este acidente e remeter o respectivo inqurito ao
Instituto de Mercados de Obras Pblicas e Particulares e do Imobilirio
450
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Relativamente ao dono-de-obra (Brisa), a nota da IGT salienta que a inexistncia de coordenao de segurana traduz uma prtica
muito grave que implica que um dos maiores donos-de-obra
assuma, no plano de gesto, o incumprimento da legislao europeia e nacional.
451
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Auto-estrada do Sul (A2) 62 QUILMETROS FATDICOS 16 Janeiro de 2001
452
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Auto-estrada do Sul (A2) 62 QUILMETROS FATDICOS
Jovem portugus de 25 anos caiu de uma altura de 26 metros durante a construo de uma ponte sobre o rio Sado, no concelho
de Ferreira do Alentejo.
A Inspeco Geral do Trabalho (IGT) concluiu que o acidente
aconteceu por ausncia condies de segurana.
453
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Entretanto na A 15
19 Janeiro de 2001
454
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Base de apoio cedeu devido chuva
A acumulao de guas das chuvas no terreno ter originado a queda do
viaduto da Ribeira da Fanadia, Caldas da Rainha. A Proteco Civil s confirma a existncia de trs mortos, embora outras fontes revelem
quatro bitos.
De acordo com as concluses do relatrio o acidente foi provocado pela deslocao dos solos e um erro de clculo do cimbre. 455
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O documento refere tambm a insuficincia de fiscalizao em
termos da dimenso da empresa e sublinha a falta de aprovao
por parte da concessionria do projecto do cimbre.
456
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Entretanto na A 15
24 Maio de 2001
457
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um trabalhador da Metalogalva - empresa que fornece estruturas
metlicas s auto-estradas - morreu, esta tarde, durante o descarregamento de uma carga de grades de proteco, nas obras da A15. O trabalhador que se encontrava em cima do viaduto foi projectado de uma altura de 25 metros devido ao rebentamento de uma das cintas que envolvia a estrutura metlica que ia ser descarregada. 458
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Entretanto na A 15
30 Julho de 2001
459
Eng Vera Vieira 19-12-2012
No mesmo dia (segunda-feira), foram registados dois bitos de trabalhadores das obras da A15. Um operrio de 35 anos, de Marco de Canavezes, morreu segunda-feira, atropelado por um cilindro, no viaduto de Alcobertas, nas obras da auto-estrada A15, entre as Caldas e Santarm.
Uma queda de 12 metros do viaduto de Fanadia provocou esta tarde a morte de um outro trabalhador. 460
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Auto-estrada do Sul (A2)
62 QUILMETROS FATDICOS 11 de Setembro de 2001
461
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um operrio portugus morreu esmagado por um cilindro quando procedia ao espalhamento e compactao de terras no viaduto do Barranco da Vinha.
Falhas de segurana e falta de formao especfica dos trabalhadores que operavam as mquinas estiveram na
origem do acidente, disse a IGT.
462
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Auto-estrada do Sul (A2)
62 QUILMETROS FATDICOS Outubro de 2001
463
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um romeno de 24 anos morreu esmagado por elementos metlicos que estavam a ser transportados por uma grua.
A no adopo das adequadas medidas de preveno, foi a
causa apontada pela IGT.
464
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Auto-estrada do Sul (A2)
62 QUILMETROS FATDICOS
12 de Dezembro de 2001
465
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Este foi o ms mais dramtico da construo da A2. Trs brasileiros e dois guineenses perderam a vida ao serem arrastados pela queda do viaduto do Barranco do Sambro (Gomes Aires).
O inqurito da IGT concluiu que a falta de coordenao de segurana, deficincias no projecto da estrutura do cimbre e deficincia do material empregue na estrutura e respectiva montagem foram as causas directas do acidente.
O Ministrio Pblico ainda est a apurar as responsabilidades criminais. 466
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Auto-estrada do Sul (A2)
62 QUILMETROS FATDICOS 14 de Dezembro de 2001
467
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Apenas 48 horas depois de outros cinco trabalhadores terem morrido num acidente nas mesmas obras, mais um operrio faleceu hoje na construo da auto-estrada A-2.
Um ucraniano de 41 anos morreu esmagado dentro de uma
betoneira, tendo a inspeco concludo que alm do comportamento de risco do trabalhador houve falta de
controlo directo e presencial das operaes por parte da
cadeia hierrquica. 468
Eng Vera Vieira 19-12-2012
469
Eng Vera Vieira 19-12-2012
CARROS DE AVANO
470
Eng Vera Vieira 19-12-2012
CIMBRE AO SOLO
471
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Auto-estrada do Sul (A2) 62 QUILMETROS FATDICOS
Fevereiro de 2002
472
Eng Vera Vieira 19-12-2012
No estaleiro do n de acesso Portela de Messines, um homem de 59 anos esmagado por uma motoniveladora. No foi tido em conta pela entidade empregadora nem pelo consrcio empreiteiro o princpio de preveno bsico relativo organizao do trabalho, concluiu o relatrio da IGT.
473
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Auto-estrada do Sul (A2)
62 QUILMETROS FATDICOS
13 de Abril de 2002
474
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Auto-estrada do Sul (A2)
62 QUILMETROS FATDICOS 13 de Abril de 2002
Um motorista de 40 anos caiu e foi atingido por ferros quando ajudava a descarregar um camio.
O motorista teve morte imediata.
475
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Auto-estrada do Sul (A2)
62 QUILMETROS FATDICOS
24 de Julho de 2002
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Auto-estrada do Sul (A2) 62 QUILMETROS FATDICOS 24 de Julho de 2002
A pouco mais de 24 horas da inaugurao da Auto Estrada do Sul (A2), o luto voltou a ensombrar uma obra que, no seu troo
final, entre Castro Verde e a Via do Infante, j fez 14 mortes.
477
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Auto-estrada do Sul (A2) 62 QUILMETROS FATDICOS
Acidente no viaduto do Cerro da Barreira
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
DECLARAES DO MINISTRO VALENTE DE OLIVEIRA
O trabalho de remoo da viga que caiu foi feito hoje , mas poderia ter
ocorrido s daqui a dois meses, significando isto que o acidente no teve
rigorosamente nada a ver com um possvel aceleramento das obras, com
vista inaugurao, marcada para amanh da Auto Estrada.
24 de Julho de 2002
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Dirio Regional de Viseu
17 de Junho de 2003
OPERRIO MORRE EM TRABALHOS DE DEMOLIO
482
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um homem de 24 anos morreu ontem vtima de um acidente de trabalho em
Vila Nova de Paiva. Tudo aconteceu quando o jovem e os seus colegas estavam a
demolir uma casa.
O comandante dos Bombeiros Voluntrios locais, Csar Fonseca, adiantou ao
nosso Jornal que a vtima e alguns colegas de trabalho estavam a proceder demolio de uma casa, mais concretamente de parte de uma placa de cimento que acabou por cair em cima do jovem. O Dirio Regional de Viseu apurou ainda que a mesma empresa j tinha
efectuado vrias obras na regio e que nunca tinha acontecido nada
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
Jornal de Notcias
05 de Julho de 2003
TRS OPERRIOS FERIDOS EM QUEDA DE
TELHADO
484
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Trs trabalhadores ficaram ontem feridos com alguma gravidade
quando reparavam um telhado e este cedeu, provocando a sua
queda de uma altura de cinco a seis metros.
Apesar de ainda no estarem apuradas as causas do acidente,
tudo indica que a cobertura, no ter suportado o peso dos trs trabalhadores, que acabaram por cair no interior do armazm
num local onde no se encontravam viaturas estacionadas.
485
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Jornal de Notcias
24 de Julho de 2003
OPERRIO MORRE EM ACIDENTE COM GRUA
486
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um operrio de construo civil morreu ontem, ao princpio
da tarde, numa obra na Urbanizao da Encosta do Sol, em
Gualtar.
A pesada estrutura em ferro ficou desequilibrada, por ter
rebentado o cabo do contrapeso, e caiu de uma altura de trs metros. Jos Mendona, que estava mesmo debaixo, foi
colhido sem qualquer hiptese de fuga.
487
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O trabalhador, de 41 anos, casado, de Ferreiros, que deixa
rfo um beb de um ano, tinha acabado de recolher um
balde de cimento, que a grua descera momentos antes do acidente. Quando se preparava para colocar o gancho noutro
balde, o brao da grua precipitou-se sobre ele.
O nome de Jos Mendona Duarte junta-se, assim, aos de outras vtimas mortais que se tm registado em obras de
construo civil, no distrito de Braga, nos ltimos meses 488
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O Primeiro de Janeiro
24 de Julho de 2003
OPERRIO INTERNADO COM QUEIMADURAS
489
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um trabalhador da construo civil foi ontem internado em
estado muito grave, aps ter cortado acidentalmente um cabo
elctrico numa obra no Largo Vtor Damsio, em Lisboa.
Fonte hospitalar disse que o operrio, de cerca de 40 anos, tinha um prognstico "muito reservado", visto que apresentava
queimaduras de terceiro grau em 90 por cento do corpo.
490
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Jornal de Notcias
21 de Agosto de 2003
MORTOS NO FUNDO DO POO
491
Eng Vera Vieira 19-12-2012
ASFIXIA Dois cunhados no tero resistido possvel
acumulao de gases quando instalavam uma escada num poo em Vouzela;
Um bombeiro tentou resgat-los sem mscara de proteco e
tambm faleceu.
492
Eng Vera Vieira 19-12-2012
As vtimas no morreram por afogamento. Estamos espera do
resultado da autpsia, mas tudo leva a crer que tero sucumbido
inalao de gases e falta de oxignio afirmou o coordenador
distrital do Servio Nacional de Bombeiros.
Uma tese que a mesma fonte justifica com o facto de toda a zona ser de origem vulcnica, rodeada de antigas minas de extraco
de volfrmio e de exploraes avcolas
493
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Jornal de Notcias
24 de Agosto de 2003
MORTO A LIMPAR POO
494
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um morto e dois feridos graves, o balano de um acidente ocorrido ontem, no concelho de Penafiel, na sequncia da limpeza de um poo.
Recorde-se que, na passada tera-feira, trs homens morreram dentro de um poo em Vouzela. As razes tero sido as mesmas: Libertao de gases ou falta de oxignio.
495
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O acidente ter ocorrido quando um operrio se encontrava a limpar um poo, com cerca de seis metros de profundidade, e perdeu os sentidos.
Na tentativa de salvarem o sinistrado, ficaram gravemente feridos dois colegas de profisso.
496
Eng Vera Vieira 19-12-2012
497
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Acidente de trabalho
Ele h obras do diabo. Imagine-se um trabalhador da
construo civil que, por via de um miservel barril de tijolos, parte as duas pernas, fractura trs vrtebras, estraalha os
tornozelos, rasga as mos e ainda tem tempo para arranjar um traumatismo craniano. 498
Eng Vera Vieira 19-12-2012
E isto tudo devido a uma viagem alucinante que o leva rapidamente do cho ao sexto andar agarrado a uma corda, e
a uma ainda mais vertiginosa descida do sexto andar at ao
cho.
499
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O homem est agora em litgio com a companhia de seguros
porque esta se recusa a pagar-lhe a indemnizao, alegando que o acidente no se ter dado no local de trabalho; o trabalhador por
seu lado, justifica-se, explicando tim-tim-por-tim-tim o seu trgico acidente na Participao de sinistro entregue ao Tribunal.
500
Eng Vera Vieira 19-12-2012
E as coisas esto assim. A companhia de seguros diz no se
tratar de um acidente de trabalho mas de um acidente com uma daquelas motorizadas de estranho nome, duvidosa potncia e nenhuma segurana, cabendo agora ao Tribunal apurar da verdade e fazer valer a sua autoridade.
501
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Histria incrvel:
A cena passa-se ali para os lados do Porto e o local em causa um prdio em construo. Feriado municipal, obra vazia, era preciso
acelerar a construo da estrutura do telhado. Um assentador de tijolos, diligente o tal autor desta histria incrvel resolve lanar
mos obra. Sozinho. A coisa corre de feio e, em menos de meio dia, despacha o servio. 502
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Ter calculado mal o nmero de tijolos necessrios construo
e, depois da estrutura montada, sobram-lhe 250 quilos de tijolos.
A coisa passa-se no sexto andar e era preciso fazer descer as sobras. Num dos lados do prdio, estava montada uma roldana. Nem de propsito.
503
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O empenhado trabalhador, esperto q.b., pe os tijolos dentro de um barril, ata-lhe a corda da roldana e a vai ele escada abaixo, disposto a fazer descer o pesadssimo
barril.
504
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Ps bem apoiados no cho, pernas meio flectidas, corda bem agarrada s duas mos, qual atirador numa carreira de tiro a 100
metros e a vai ele que nem um tiro, prdio acima, agarrado corda.
505
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Talvez porque a lei da gravidade ainda est em vigor, os 250 quilos
de tijolos (naturalmente mais pesados que os quase 80 do homem)
vm por a abaixo em vertiginosa cavalgada.
A pelo terceiro andar, encontram-se os protagonistas deste caso (homem e barril), com prejuzo naturalmente para o trabalhador
506
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O embate, violento causa-lhe fractura de crnio e parte-lhe uma clavcula. Mas a teimosia do homem tal que nem assim larga a
corda, o que o leva calcula-se que a berrar de dor at ao sexto andar.
507
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um barril imparvel Era a mesmo, no sexto, que a roldana engenho
estranhssimo que junta a maravilhosa inveno da roda descoberta da desmultiplicao da fora (quem sabe se o
sistema de vasos comunicantes tambm poder querer participar neste intrincado caso) espera pelo ditoso trabalhador. 508
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Ainda agarrado corda, entala as mos na roldana, com os
consequentes danos fsicos da decorrentes. Entretanto, porque o barril j havia chegado ao cho espalhando os 250 quilos de tijolos e iniciara rapidamente a subida, o homem
vem deslizando por a abaixo, sempre agarrado corda.
509
Eng Vera Vieira 19-12-2012
E o barril l estava, implacvel, no terceiro andar. Mais leve agora, apenas lhe provoca laceraes nas pernas, nas partes inferiores, e fractura de dois tornozelos. E quem sabe se pelo embate a meio do
percurso ou pela cama formada pelos tijolos, a queda no cho
somente lhe causa a fractura de trs vrtebras.
510
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Com o barril l em cima, contorcendo-se com dores, o homem larga finalmente a corda. Suspenso no sexto andar, bem atado
corda, o barril dispara ento por a abaixo at cair em cima do trabalhador, partindo-lhe as duas pernas.
511
Eng Vera Vieira 19-12-2012
A inslita descrio do sinistro, inscrita na Participao de
sinistro entregue no Tribunal, omitindo as formalidades
processuais, acaba aqui. Como saiu dali para o hospital coisa que no revela, mas desconfia-se que no ter sido pelo seu p.
512
Eng Vera Vieira 19-12-2012
513
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Joo, ao sair do trabalho, de volta para casa, resolveu passar no supermercado para comprar um refrigerante que estava em oferta. Na sada do supermercado foi atropelado por um carro.
Consideras o que aconteceu com o Joo um caso de acidente de trajecto, que pode ser equiparado a um acidente do trabalho? Justifica a tua resposta. 514
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Teresa era secretria de uma empresa. Certo dia, sentiu-se mal e foi
encaminhada ao hospital. O mdico solicitou alguns exames e os resultados
indicaram que Teresa havia contrado hepatite. O mdico concluiu que o contgio se deu pelo uso do sanitrio da empresa (j havia registo de dois casos
anteriores). Teresa foi afastada do trabalho por um perodo de 2 meses.
O que ocorreu com a Teresa foi um acidente de trabalho?
515
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Maria trabalhava numa oficina de costura, como cortadora de
moldes. Certo dia, muito preocupada com os problemas domsticos, distraiu-se e fez um corte profundo no dedo com a tesoura. Depois de medicada na enfermaria da empresa, Maria foi mandada para casa com um atestado mdico dispensando-a do trabalho naquele
dia.
516
Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
A recolha de informao sobre os sinistros poder ser efetuada
internamente pelas organizaes. As informaes recolhidas antes dos sinistros, podem ser: as inspees de segurana,
a anlise de trabalho e
anlise moral de trabalho.
.
537
Eng Vera Vieira 19-12-2012
As recolhidas aps o sinistro, podem ser :
notificao e registo do sinistro; investigao do sinistro
anlise estatstica
538
Eng Vera Vieira 19-12-2012
A anlise estatistica dos acidentes de trabalho permite uma
avaliao de riscos, de forma reativa mas com uma vantagem de maior objetividade.
O empregador tem obrigao de ter um sistema duplo
documental relativamente aos danos derivados do acidente de trabalho
539
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Organizao
Minimizao dos acidentes Nmeros de situaes identicas Nmero de acidentes/por ano Tipologia de acidentes
Trabalhador
Gravidade dos acidentes 540
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Marcao de peritagem
Acompanhamento de todo o processo
Negociao Proposio ao segurado de medidas para evitar a
ocorrncia futura de sinistros similares
Elaborao de estatsticas peridicas. 541
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O empregador tem por obrigao segundo, o Art. 111, n 1 da Lei 102/2009 de 10 de setembro deve comunicar Autoridade para as condies do Trabalho no prazo mximo de 24 horas os acidentes mortais ou que evidenciem uma
situao particularmente grave.
542
Eng Vera Vieira 19-12-2012
543
Eng Vera Vieira 19-12-2012
obrigatrio por lei;
Minimizar fraudes
Minimizar acidentes de trabalho Verificar erros humanos e tnicos
.
544
Eng Vera Vieira 19-12-2012
As vantagens da investigao de um acidente de trabalho e das
doenas profissionais, uma obrigatoriedade ( art. 18 e 98 da
Lei n.102/2009), dispor de uma lista anual e relatrios dos DPs e ATs mortais e com baixa superior a 3 dias, reconhecer os problemas reais da organizao e direcionar a aes preventivas. 545
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Os modelos biomecnicos podem ser usados para a
determinao das leses decorrentes de quedas e outros
acidentes de trabalho. Simulando computacionalmente o
cenrio descrito pela vtima.
546
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Que podem interferir na averiguao dos acidentes de
trabalho.
No designar pessoas competentes para efetuar a avaliao de riscos; No ter em considerao equipamentos que so raramente
utilizados;
Eng Vera Vieira
547
19-12-2012
No disponibilizar a informao, a formao, os recursos, o
tempo e o apoio necessrios aos assessores contratados pela
organizao;
No garantir uma coordenao adequada entre assessores de
diferentes empresas que desenvolvem a sua atividade no
mesmo local de trabalho;
548
Eng Vera Vieira 19-12-2012
No consultar os registos de acidentes e doenas; No ter em conta algumas das consequncias dos riscos, por exemplo, os efeitos a longo prazo dos riscos; No ter em conta a possvel presena de trabalhadores de outras organizaes ou de outras pessoas no local de trabalho (subempreiteiros, visitantes, etc.);
549
Eng Vera Vieira 19-12-2012
No reconhecer um perigo significativo, considerando-o pouco
relevante; Criar um sentimento de falsa segurana, detetar um risco no
equivale a elimin-lo do local de trabalho ou a control-lo; No promover a participao de uma equipa na AR e no
incluir os trabalhadores que conhecem na prtica 550
19-12-2012
processo/atividade a avaliar;
Eng Vera Vieira
No ter em conta as tarefas secundrias executadas no local de
trabalho, tais como as tarefas de manuteno ou de limpeza; No assegurar a coordenao entre trabalhadores da organizao e subempreiteiros, No ter em considerao grupos de pessoas que podem correr
riscos acrescidos, por exemplo, mulheres grvidas, jovens
trabalhadores, trabalhadores com deficincia, etc; 551
Eng Vera Vieira 19-12-2012
No ter em considerao equipamentos que so raramente
utilizados;
No consultar os registos de acidentes e doenas; No ter em conta algumas das consequncias dos riscos, por exemplo, os efeitos a longo prazo dos riscos;
552
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Criar um sentimento de falsa segurana, detetar um risco no equivale a elimin-lo do local de trabalho ou a control-lo; No priorizar os riscos, tendo em conta a avaliao;
necessrio estabelecer prioridades para o trabalho de preveno
ou de proteo contra os riscos; No ter em conta os princpios gerais de preveno:
553
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Avaliar se possvel prevenir ou eliminar o risco e, se tal no for o caso, avaliar de que forma possvel reduzir ou controlar o risco, adotando medidas como: combater o risco na origem,
substituir o que perigoso pelo que isento de perigo ou menos
perigoso; Transferir o risco, ou seja, controlar um risco criando outros
riscos diferentes;
554
Eng Vera Vieira 19-12-2012
No consultar os trabalhadores e no promover a sua participao nas decises ou nas medidas preventivas;
No definir prioridades para a aplicao de medidas preventivas;
No elaborar um plano de ao que especifique, entre outras coisas: As medidas a aplicar Quem faz o qu e quando Quando deve a aplicao estar concluda.
Eng Vera Vieira
555
19-12-2012
No vigiar devidamente a aplicao das medidas; No consultar os trabalhadores e no promover a sua participao; No estabelecer as disposies a tomar para rever e corrigir a
AR;
No assegurar que as medidas de preveno e de proteo tenham em conta os resultados da AR. No controlar as medidas tomadas, para assegurar que a AR mantenha a sua eficcia; 556
Eng Vera Vieira 19-12-2012
No informar os trabalhadores e/ou os seus representantes sobre
os resultados da AR e as medidas introduzidas; Considerar a AR como uma obrigao pontual e no a rever
regularmente, para assegurar que se mantenha atualizada;
No documentar a AR;
557
Eng Vera Vieira 19-12-2012
No incluir no registo uma breve descrio dos perigos e riscos, das pessoas em risco, das medidas preventivas adotadas, informaes sobre a introduo das medidas, etc.;
No utilizar documentao para informar os interessados
(trabalhadores, chefias) ou para controlar a aplicao das medidas de preveno e proteo. 558
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Determinao das causas: As causas principais, que intervm como fatores de um
produto, de forma que, iliminando uma delas se evite o
acidente;
As causas secundrias, as cuja incidncia tal que a sua
eliminao individual no garanta que no se torne a repetir.
559
Eng Vera Vieira 19-12-2012
ETAPA I Coleta de dados
A coleta de dados deve propiciar que sejam evidenciados os
fatores que contriburam para o desencadeamento do evento.
Devem ser registrados todos os dados disponveis, incluindo opinies, observaes, medies, fotografias,
check
lists,
permisses de trabalho, detalhes sobre as condies ambientais
no momento do evento, dentre outros julgados relevantes. 560
Eng Vera Vieira 19-12-2012
ETAPA I Coleta de dados
Esses dados podem ser inicialmente registrados em forma de
rascunho ou relatrio provisrio, com um relatrio formal a ser redigido posteriormente
As anotaes devem ser guardadas ao menos at que a
investigao esteja concluda. O tempo e os esforos despendidos na coleta de dados deve ser
proporcional ao nvel de anlise.
561
Eng Vera Vieira 19-12-2012
RECOMENDA-SE:
Preservar o local e, sempre que necessrio, paralisar o trabalho, proibindo o acesso de pessoas no autorizadas at que a equipe de anlise chegue cena do evento;
No remover ou instalar materiais, equipamentos ou protees aps o evento adverso - simulaes ou fraudes podem levar a
anlises falsas e repetio do acidente; Iniciar a anlise no prprio local;
Eng Vera Vieira
562
19-12-2012
RECOMENDA-SE:
Comear a coleta de dados o mais breve possvel - a memria das pessoas entrevistadas possibilitar relatos mais precisos;
Esclarecer s pessoas os objetivos e etapas da anlise, explicitando a
importncia da colaborao daqueles que tenham informaes relacionadas ao evento; Elaborar esquemas, fotografar e filmar, registrando aspectos que podem ser relevantes na compreenso de como o evento
ocorreu
Eng Vera Vieira
563
19-12-2012
RECOMENDA-SE:
Descrever instalaes, localizao de mquinas e equipamentos,
condies de iluminao, nvel de rudo, etc Se o acidente envolver mquinas ou equipamentos. anotar tipo,
modelo, protees, forma de acionamento, de alimentao, registro das manutenes, etc.; Descrever as tarefas e as atividades relacionadas ao evento
adverso;
Eng Vera Vieira
564
19-12-2012
Identificar, em relao s condies de trabalho habituais sem a ocorrncia de acidente, o que alterou ou variou, verificando as
razes das origens dessas mudanas (analisar o trabalho real);
Se pertinente, descrever atividades prximas ou relacionadas
frequentemente acidentes envolvem atividades em interao. No elaborar concluses durante a coleta de dados, evitando
emitir juzos e realizar interpretaes precoces que possam configurar preconceitos prejudiciais anlise; 565
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Se necessrio, formular hipteses explicativas e buscar evidncias
capazes de confirm-las ou de afast-las;
Evitar advertir ou punir as pessoas em decorrncia de fatos, relacionados ou no ao acidente, que vierem tona durante anlise; Consultar documentos como atas de CIPA, registros de
manuteno, registros de acidentes pregressos, informaes da rea
mdica, dentre outros;
Analisar jornada, descanso, ritmo e carga de trabalho em perodo
considerado adequado para analisar o impacto da fadiga no evento 566
Eng Vera Vieira 19-12-2012
567
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Entrevistas
A coleta de dados demanda a realizao de entrevistas com vrios
interlocutores, de diversos nveis hierrquicos. Deve-se conversar com todos que possam contribuir para o esclarecimento do evento, especialmente com aqueles que viram o que ocorreu ou que possuam informaes sobre as condies que
levaram ao evento.
568
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Entrevistar:
o acidentado, quando possvel;
colegas de trabalho e outras testemunhas;
chefias; indivduos do pblico, quando for o caso;
trabalhadores que tenham sofrido acidentes semelhantes, etc.
569
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Outras recomendaes:
Em casos de acidentes envolvendo mais de uma empresa, entrevistar pessoas de todas elas; Durante as entrevistas solicitar que as pessoas descrevam com
palavras prprias o que aconteceu por ocasio do evento; Adverso e como o trabalho era desenvolvido habitualmente;
Fazer perguntas que possibilitem respostas amplas; 570
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Perguntar com perguntas e no com respostas, evitando
Outras recomendaes:
interromper o entrevistado antes de sua concluso sobre o relato;
Deixar que o entrevistado conte toda a sua verso sobre os fatos e, caso seja necessrio , verificar pontos especficos ao final de sua
fala; Lembrar-se de que trabalhadores experientes podem ser lacnicos
em suas respostas porque consideram a atividade muito simples; caso isso ocorra, solicitar a informao de como um novato faria o trabalho;
Eng Vera Vieira
571
19-12-2012
Outras recomendaes:
Solicitar informaes sobre atrasos na produo, dificuldades de operao, falta de material ou equipamento, etc.. Deixar claro que no h interesse em punies e cumprir sua palavra;
Durante as entrevistas, diante de expresses como foi um
descuido, acho que no prestei muita ateno, utilizadas
inclusive pelas vtimas de acidentes, imprescindvel indagar
como foi o tal descuido, a falta de ateno at compreender o sentido da expresso.
Eng Vera Vieira
572
19-12-2012
fundamental que se examinem as origens desses descuidos.
Normalmente decorrem de constrangimentos tais como:
presso de tempo para execuo de tarefas; intercorrncias no processo de produo ou de trabalho;
urgncias de vrias naturezas e origens;
atividades executadas ao final de turnos;
jornadas de trabalho prolongadas por horas-extras;
situaes de fadiga do trabalhador
573
Eng Vera Vieira 19-12-2012
execuo de tarefas secundrias ou no cotidianas, como por
exemplo as de manuteno; alteraes no processo de produo ou de trabalho;
alteraes em equipes/turnos/chefias.
574
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Na coleta de dados deve-se buscar responder s seguintes perguntas:
a)
QUANDO E ONDE O EVENTO ADVERSO ACONTECEU? Ser preciso na indicao dos tempos e do local. Fotografe sempre que possvel. b) QUEM SOFREU DANOS OU ESTAVA ENVOLVIDO COM O
EVENTO?
Identificar da melhor maneira possvel todos os envolvidos. 575
Eng Vera Vieira 19-12-2012
c) O QUE ACONTECEU? Descobrir o que aconteceu pode envolver certo trabalho investigativo. importante ser preciso e estabelecer os fatos da melhor
maneira possvel. d) COMO O EVENTO ADVERSO ACONTECEU?
Descrever o conjunto de fatos que precedeu o evento e tambm o
que ocorreu imediatamente depois.
576
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Etapa II - Integrao de dados
Realizar uma informao global com os dados obtidos e comprovar a sua fiabilidade em relao ao contexto geral, seguindo o seguinte modelo, concretizar as formas possveis do
desenrolar
do
acidente,
analis-las
independentemente,
comparar dados, separar e anotar informao discordante.
577
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Etapa III - Determinao de causas
Consiste na anlise dos fatos e deduo das causas que o provocaram, sendo muito objetivos, dever ter se em conta que, as
causas tem de ter agentes, fatos ou circunstncias do sucedido,
nunca podendo ser uma suposio, e s se podem aceitar as
causas que foram demonstradas.
578
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Etapa IV -Seleo de causas
Consiste em escolher as causas principais de entre as deduzidas,
ou seja, as que eliminadas tornariam impossvel a ocorrncia do acidente e separa-las das secundrias que tenham podido
intervir pela sua relao com o acidente.
579
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Etapa V -Ordenao de resultados
Tem como objetivo concretizar as causas, ordenando-as
segundo os critrios de atuao.
580
Eng Vera Vieira 19-12-2012
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Eng Vera Vieira 19-12-2012
AVERIGUAO DE SINISTROS
Quais os procedimentos de uma averiguao?
582
Eng Vera Vieira 19-12-2012
AVERIGUAO DE SINISTROS
1. Determinar a sequncia dos eventos que levaram ocorrncia do acidente. 2. Verificar se as mquinas estavam em segurana, pedido as fichas
de verificao, as fichas de inspeo das prprias.
583
Eng Vera Vieira 19-12-2012
3. Verificar os dados do trabalhador acidentado
sexo experincia fichas de aptido
tempo na organizao
hora e local do acidente
relao com as chefias e colegas
584
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Ter em ateno o nmero de horas de formao e tipo de
formao;
Verificar se foi informado as situaes de risco implicitas ao
posto de trabalho
Verificar se as condies de segurana necessrias execuo da tarefa estavam a ser cumpridas tanto pelo trabalhador
como pelo empregador.
585
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Quais os sinistros que se deve investigar
586
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Deveram ser averiguados todos acidentes que sejam reportados as entidades devidas. Os sinistros mortais, os que evidenciem uma situao particularmente grave. Tambm,
todos aqueles em que a entidade empregadora ser a maior e
nica beneficiaria, ter em ateno o tipo de seguro que cada organizao efetuou para os casos de sinistralidade.
587
Eng Vera Vieira 19-12-2012
588
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Perito Averiguador
Confivel Inteligente Capacidade de julgar Especialista
Quem
Com aptido
Autoridade
589
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Perito Averiguador
PRINCIPAIS TAREFAS
Reunir informaes teis Analisar os fatos Escrever o relatrio
590
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Perito Averiguador
Perfil
Boa F - com adequado sentido de cooperao, nomeadamente,
aquando do contacto com entidades relevantes para a instruo do
processo de sinistro, mediante a apresentao da sua identificao,
Discrio - devendo agir de forma a no fomentar a hostilidade e a
desconfiana dos interlocutores e a consequente dificuldade de obteno de provas;
.
591
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Perito Averiguador
Perfil
Integridade - agindo, em todas as circunstncias, com retido e
honestidade, abstendo-se de aceitar de terceiros qualquer
compensao, favor ou vantagem por ato praticado Eficincia - cumpre as misses e executa as funes ou tarefas que
lhes caibam, com rigor e qualidade, Verdade e Transparncia - estabelecendo relaes na base
destes valores e assegurando
Eng Vera Vieira
592
19-12-2012
Perito Averiguador
Perfil
Imparcialidade e Igualdade - acompanhando, numa postura de equidistncia, os assuntos e matrias que possam envolver interesses no convergentes entre os diversos interlocutores,
Legalidade - agindo sempre em conformidade com a lei e os
regulamentos emanados das autoridades competentes. 593
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Sinais e indicadores de suspeita de infrao/fraude
Os fatos relacionados com a subscrio de
seguros so:
Contratos recentes;
Situao financeira difcil do segurado, particular ou organizao.
Dissimulao ou tentativa de antecentes ou situaes agravantes; Falsas declaraes ou contradies
Nenhuma profisso ou profisso mal definida
Eng Vera Vieira
594
19-12-2012
Sinais e indicadores de suspeita de infrao/fraude
Fatos relacionados com o sinistro podem ser:
Dificuldades ou contradies na hora da percia; Atrasos na denuncia (deve ser participado no prazo mximo de 24 horas);
Sinistro acontecido em ambiente familiar ou amigos;
Sinistrado que melhora situao dificil; 595
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Sinais e indicadores de suspeita de infrao/fraude
Comportamento equvoco do segurado ou benificirio; Dificuldades e demora em fornecer os documentos pedidos; Documentos suspeitos fornecidos pelo segurado;
Excesso de sinistros ou sinistros no compatveis no perodo
(sade).
Ausncia de testemunhas
596
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Sinais e indicadores de suspeita de infrao/fraude
Um funcionrio que , obviamente, descontente, talvez de
incorrer em sanes disciplinares ou a sensao de que ele ou
ela foi negligenciado por uma promoo ou aumento, por
exemplo, dar ao trabalhador um motivo para fabricar uma
reivindicao; Rumores de que se espalhou para a gesto de outros
empregados que suspeitam de jogo sujo por um funcionrio que
reivindica uma leso ocorreu;
Eng Vera Vieira
597
19-12-2012
Sinais e indicadores de suspeita de infrao/fraude
Nmero excessivo de testemunhas; Um funcionrio ferido difcil entrar em contato com a casa,
indicando o empregado pode trabalhar num outro trabalho, enquanto forma fraudulenta recolhe benefcios; Um acidente relatado acontecendo antes de uma greve, demisso, resciso, ou perto do fim do emprego sazonal.
598
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Sinais e indicadores de suspeita de infrao/fraude
Sem testemunhas de uma leso ocorrendo, principalmente se
funes normais do empregado so realizados na presena de
outras pessoas; Um tempo anormalmente longo passa diante de um pedido
relatado, especialmente se for considerado uma leso grave;
Inconsistncias na conta do funcionrio das circunstncias de
um acidente, sobretudo se testemunhos diferem do empregado;
599
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Sinais e indicadores de suspeita de infrao/fraude
Um funcionrio recm-contratado (as estatsticas mostram que uma
nova reivindicao do empregado mais provvel de ser
fraudulenta, especialmente se acompanhado por outros
indicadores de fraude);
Uma reivindicao com mais de trs meses ou que ocorreu em numa tarde de sexta-feira ou segunda-feira ou depois do
empregado fazer as horas normais de trabalho;
600
Eng Vera Vieira 19-12-2012
601
Eng Vera Vieira 19-12-2012
De acordo com o Cdigo de tica do Mercado de Seguros,
Previdncia Complementar e Capitalizao (artigo 21, Captulo VII), fraude em seguros : Qualquer ato intencional destinado ao recebimento de indemnizao ou benefcio a que de outro modo no se teria direito, praticado na contratao ou no curso
do evento previsto no contrato, e mesmo aps sua ocorrncia.
602
Eng Vera Vieira 19-12-2012
As fraudes mais comuns so as seguintes:
Favorecer ou facilitar de alguma forma o acontecimento de um sinistro para receber a indeminizao ou qualquer outro benefcio indevido; Fazer acordos com operadores/fornecedores para que sejam
cobrados procedimentos ou servios no realizados/prestados ou
indevidos; 603
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Denunciar sinistros no acontecidos para favorecer a compensao prpria ou de terceiros; Declarar modalidades de acontecimento de um sinistro
diferentes das reais ou ocultar/omitir informaes vitais para a
correta definio de um sinistro; Falsificar documentos ou provas para conseguir uma
compensao indevida ou para favorecer a compensao de terceiros.
Eng Vera Vieira
604
19-12-2012
Um funcionrio que tem uma reivindicao de ferimento recolhe
benefcios, enquanto continua a trabalhar secretamente ou
conscientemente participa de atividades que de outra forma no
seria possvel com base na extenso do dano relatado e limitaes mdicas.
Um empregado sofre um pequeno acidente e exagera a extenso
da leso resultante. 605
Eng Vera Vieira 19-12-2012
A reclamante com uma leso legtima ou doena, que capaz de obra de transio ou servio diferente, ludibria e no faz
nenhum esforo para retornar a qualquer atividade de trabalho,
ao mesmo tempo os benefcios dos trabalhadores que recebem
de compensao.
606
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Os fatos relacionados com a subscrio de seguros so:
Contratos recentes;
Nenhuma profisso ou profisso mal definida; Dissimulao ou tentativa de antecentes ou situaes agravantes;
Falsas declaraes ou contradies;
Situao financeira difcil do segurado, particular ou organizao. 607
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O que fraude de Acidentes de Trabalho Requerente fraude o tipo de fraude mais falado. tambm o tipo que os empregadores esto em melhor posio para ajudar a descobrir. Requerente fraude acontece quando os funcionrios conscientemente mentir para receber os benefcios. Eles podem alegar uma leso era relacionada ao trabalho quando no era, exagerar uma leso, ou secretamente continuar trabalhando durante a coleta de benefcios.
608
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Legislao especfica (EUA, UE).
Elaborao de leis especficas tratando da questo das fraudes em
seguros e prevendo penas, modalidades e regras que cobam estas prtica Unidades investigativas especficas (Pblicas / privadas) e internas. Podem ser tanto unidades especializadas de polcia (como frequentemente acontece nos EUA) quanto entidades privada ou mistas. Empresas terceirizadas de fiscalizao ou investigao ou
unidades internas de auditoria dos sinistros.
609
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Cadastro central de sinistros, fraudes e fraudadores (Pblico / Privado). Permite controles cruzados em vrios tipos de sinistros (por exemplo coliso com RC nos seguros auto) e sinaliza casos de recidivas,
frequncias suspeitas junto a segurados ou provedores etc...
610
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Sistemas automatizados internos de filtragem dos sinistros baseados em "Red Flags".
Baseados em sistemas de "red flags" ou indicadores, estes sistemas filtram automaticamente todas as denncias de sinistros
confrontando vrias sries de dados e detalhes com modelos prconfigurados que permitem identificar possveis padres de fraudes e desencadear aes de fiscalizao ou investigao mais profundas.
611
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Substituio do bem sinistrado e prazos para apresentao de
recibos dos consertos (pena a restituio das indemnizaes).
Prever a substituio do bem sinistrado por outro equivalente ou determinar prazos para apresentao de recibos comprovando o gasto do valor recebido como indemnizao, tem vrias vantagens.
Primeiro inibe a super-avaliao de danos pois o prestador de obra
dever depois declarar tais valores. Segundo inibe evaso fiscal e enriquecimento ilcito. Terceiro inibe fraudes que tem como
finalidade simplesmente embolsar o dinheiro sem realizar
consertos ou recomprar o bem.
Eng Vera Vieira
612
19-12-2012
Formao e propaganda dos danos causados a todos pelas fraudes. Atravs de aes, iniciativas e anncios visando divulgar e mostrar o quanto estas prticas so prejudiciais a sociedade e aos segurados como um todo (com aumento de tarifas, por exemplo), alm de
serem ilegais e arriscadas
613
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Perseguio sistemtica dos fraudadores e propaganda das punies e riscos. Promoo tanto por parte das seguradoras, entidades do setor e
autoridades de iniciativas voltas a incentivar a busca e perseguio
de fraudadores de seguros (tanto individuais quanto organizados). Isso com o intuito de eliminar a sensao de "impunidade" e criar uma conscincia do fato que fraudar seguros um crime inaceitvel como qualquer outro.
614
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Percia e investigao
Na luta para combater o conto do vigrio, as companhias contam
com os servios de profissionais especializados no assunto. o caso das empresas que atuam com percia de sinistros duvidosos. Seu
objetivo levantar elementos com que a seguradora possa se defender,
na esfera judicial, comprovando que est sendo vtima de uma ao
fraudadora.
.
615
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Essas empresas trabalham para minimizar o risco de uma inverso de responsabilidade pelo acidente em decorrncia de acusaes infundadas. A empresa de percia envia ao local do sinistro um
especialista para analisar todos os elementos que indiquem a
verdadeira causa do sinistro, documentando suas descobertas com relatrios, fotografias e tambm coletando informaes de testemunhas
616
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Tcnicas de investigao de sinistros de acidentes de
trabalho no s ajudam na preveno dos mesmos, como
tambm na ocorrncia ou tentativa de fraude.
Para que se elimine as fraudes ou pelo menos se diminua a
sua ocorrncia, deveria haver por parte de todas as
seguradoras uma ajuda na formao e em meios de
segurana, nas empresas que tenham um contrato com elas.
Eng Vera Vieira
617
19-12-2012
Reunir informaes sobre as organizaes antes de fazerem
os seguros. Que todos os gestores de sinistros das seguradoras, tivessem
em contato sempre que existam este tipo de situaes para
que as organizaes tenham cuidado ao fazerem novos
seguros.
618
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Verificarem no ato de cada contrato o historial de cada
organizao e reunirem-se com os responsveis dos servios de
higiene e segurana das mesmas, para melhor conhecerem a
forma de elaborar das organizaes e saberem quais os meios de segurana das mesmas.
619
Eng Vera Vieira 19-12-2012
620
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Promover um ambiente de trabalho livre de fraude
Falar com seus funcionrios sobre a compensao dos trabalhadores.
Eliminar equvocos, explicando o que , como funciona e sua postura de
tolerncia zero em matria de fraude. Usar cartazes e boletins de
funcionrios para destacar fraude trabalhadores amostra como um crime
grave. Alm disso, permitir que os funcionrios sabem que podem denunciar
fraudes anonimamente.
621
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Use som prticas de contratao
Executar verificaes completas do fundo de candidatos a empregados antes da
contratao.
Pode se surpreender ao encontrar reivindicaes ltimos trabalhadores falsos 'comp
ou outros tipos de convices anti-fraude. Se tiver dvidas sobre qualquer coisa que
voc encontrar, pedir-lhes
para explicar
622
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Instalao de equipamentos de vdeo
Monitoramento um spoiler comprovado de fraude e crimes de
trabalho de outros
623
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Considere exames toxicolgicos
Usurios de drogas no fazem os melhores funcionrios.
Eles so trabalhadores inseguros e so mais propensos a apresentar alegaes
falsas. Detectar fraudes potenciais e manter a segurana uma prioridade por
meio de testes de uso de lcool e drogas.
624
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Tenha um plano se algum est ferido
designar algum para estar no comando quando uma leso acontece Prontamente recomendar o seu provedor predeterminado mdica Obtenha uma descrio do acidente e ferimentos Relatrio da leso de imediato para o administrador preservar as provas no local de trabalho Obter nomes de testemunhas
625
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Iniciar um programa de segurana
Fazer segurana do trabalho uma prioridade. Realizar reunies de
segurana regulares. Use cartazes, folhetos e boletins informativos para
enfatizar os procedimentos de segurana. Recompensar trabalhadores
para marcos de segurana da reunio. Um ambiente de trabalho seguro
torna ferimentos falsos difcil legitimar.
626
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Conhea as bandeiras vermelhas de fraude
histria de trabalho esboado ou "jumper trabalho"
lien Criana apoio extensa ficha criminosa detalhes exagerados sobre incidente ou sintomas ceticismo colega de trabalho
627
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Preste ateno fofoca trabalhador
Depois de uma leso no local de trabalho, e durante todo o processo de reivindicaes, os rumores de jogo sujo pode filtrar atravs do local de trabalho. Manter uma orelha para a videira pode ajudar na pesagem validade de uma reclamao.
628
Eng Vera Vieira 19-12-2012
629
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Acidente ou fraude?
Em muitos acidentes da vida real, o corpo humano afectado, por exemplo, por remoo dos membros individuais. Aqui no muitas
vezes a questo de saber se foi um acidente ou auto-mutilao, em
detrimento da seguradora.
Com base em procedimentos experimentais reais em colaborao
interdisciplinar com profissionais da justia, uma anlise da razoabilidade realizada. Alm disso, considere se a histria
transportada tecnicamente rastrevel.
630
Eng Vera Vieira 19-12-2012
631
Eng Vera Vieira 19-12-2012
632
Eng Vera Vieira 19-12-2012
633
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Fraude de Acidentes de Trabalho!!!!
Os trs principais tipos de fraude trabalhadores amostra so a
fraude requerente, fraude provedor e fraude premium..
Fraude Requerente
Fraude requerente - quando um funcionrio deliberadamente
falsifica fatos sobre uma doena ou leso de recolher benefcios -
a forma mais comumente discutidas de fraude trabalhadores.
634
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um funcionrio fica ferido ou doente e afirma que ele foi
causado por circunstncias relacionadas ao trabalho, quando, na realidade, no era.
Um empregado sofre um pequeno acidente e exagera a extenso
da leso resultante.
635
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um funcionrio que tem uma reivindicao de ferimento recolhe benefcios, enquanto continua a trabalhar secretamente ou conscientemente participa de atividades que de outra forma no
seria possvel com base na extenso do dano relatado e limitaes
mdicas.
636
Eng Vera Vieira 19-12-2012
A reclamante com uma leso legtima ou doena, que capaz de obra de transio ou servio diferente, ludibria e no faz nenhum esforo para retornar a qualquer atividade de
trabalho, ao mesmo tempo os benefcios dos trabalhadores
que recebem de compensao.
637
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Sade Fraude Provedor
Outro tipo de fraude trabalhadores amostra ocorre quando um prestador de cuidados de sade participa de prticas antiticas ou
fraudulentas ao tratar um empregado ferido.
A seguir esto algumas maneiras de reconhecer fraude provedor:
638
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um provedor pode falsificar a natureza ou extenso de uma
leso ou doena ou conscientemente fazer um diagnstico
equivocado Um provedor prolonga desnecessariamente tratamento do requerente ou perodo de incapacidade. Um provedor intencionalmente elabora faturas dos servios que no foram prestados.
639
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um provedor prescreve ou se refere a um requerente de
tratamento que no est relacionada com a leso do empregado ou
doena.
640
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Fraude premium
A terceira - e mais caro - tipo de fraude trabalhadores amostra fraude premium. punvel sob as leis do Estado de Louisiana, que
prevem uma multa de at US $ 10.000 ou pena de priso at 10
anos. A seguir esto alguns exemplos de fraude prmio:
641
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Um
empregador
intencionalmente
subnotificao
do
nmero
de
funcionrios ou o tamanho de sua folha de pagamento, a fim de pagar prmios mais baixos.
Um empregador falsamente relata que seus funcionrios trabalham em
situaes mais seguros do que realmente fazem. Um empregador deturpa suas operaes de negcios, colocando-o em uma
classificao que tem menor risco global, assim comandando prmio inferior.
Um empregador esconde perdas de acidentes no local de trabalho para diminuir ltimos da poltica "e mod" (modificador de experincia).
642
Eng Vera Vieira 19-12-2012
crime ?
643
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Motivao do fraudador
Uma reflexo sobre as razes que levam fraude. Essa a proposta da advogada Anglica Carlini, especializada no mercado de seguros. Para ela, alm do trabalho de preveno, indispensvel que o
mercado trabalhe para identificar as motivaes que levam um
cidado que trabalha e geralmente cumpre com suas obrigaes a cometer uma fraude
644
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Alm do dinheiro, h outra motivao que leve fraude? De forma geral, o fraudador nem acha que est cometendo um crime, porque no percebe que a fraude tenha vtimas. A sensao dessa pessoa de que as seguradoras so muito
ricas e que subtraem o dinheiro do segurado. A prpria
relao tumultuada entre seguradoras e segurados contribui para essa impresso. 645
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Falta informao, ento? Sim, o problema que o segurado conhece pouco o seguro e o entende como um mal necessrio. Ele no quer contratar, acha que forado a isso e que as seguradoras se aproveitam das circunstncias de
risco para constrang-lo a pagar.
646
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Como resolver isso?
H meios de esclarecer a populao sobre a finalidade do seguro, e mais: que possvel transformar consumidores comuns em
apaixonados pelo seguro.
Hoje, o contrato de seguro fala segurs, de modo que o
consumidor precisa comprar algo que ele no entende.
Um exemplo: o que ele paga chamado de prmio. Para mim,
prmio uma coisa que a gente ganha, no algo pelo qual a gente
precise pagar.
Eng Vera Vieira
647
19-12-2012
648
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Morte inslita.
O senhor Jos , ao final do seu dia de trabalho e sem razo aparente sofreu um grave acidente. Ao avisarem a famlia apenas informaram que este tinha sofrido um acidente mas que estava tudo tratado. Ao chegarem ao local j estavam as autoridades perto da cena do acidente, ni entanto no deixaram logo os familiares se aproximarem, esta s o fez quando as autoridades os foram buscar para identificarem o corpo.
649
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O que e viram foi: O corpo estava deitado no cho, Parte do rosto estava deformada; Ainda que estava com a roupa lavada e casaco posto
E que o corpo no apresentava vestgios de sangue A esposa afirma que este tinha dois tipos de vesturio o de
trabalho e outro que ele levava para o trajecto.
650
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Relato da empresa:
O trabalhador teria ido almoar fora e por tal teria mudado de
roupa, este vinha alcoolizado e no teria visto a ponta de ferro onde embateu.
Os colegas no fizeram qualquer comentrio acerca do acidente
nem sequer se dirigiram aos familiares.
651
Eng Vera Vieira 19-12-2012
A famlia colocou a empresa em tribunal, o que
levou a uma investigao. Dessa investigao resultou as seguintes concluses:
O Trabalhador no teria ingerido nenhum tipo de bebidas
alcolicas;
Nem teria sado para almoar fora;
Ele teria cado de um andaime ; Como os ferimentos demonstravam o tipo de queda, deram
banho ao corpo e vestiram lhe outra roupa.
652
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Trs operrios caram em tubulao no sbado, 4 de setembro. Bombeiros foram chamados
para fazer o resgate dos homens.
653
Eng Vera Vieira 19-12-2012
A empresa possua um manual de boas prticas, que entregue sempre que ingressa um trabalhador. Esse manual tambm entregue a visitantes. Sempre que existe uma inspeo o responsvel de segurana
mostra todos os registos dos procedimentos efectuados. Nesse manual existe um capitulo sobre o uso de adornos assim
como uso de equipamentos portteis como, (telemveis, MP3, MP4, entre outros). Em que existe a indicao os locais onde
so extremamente proibidos.
654
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Para alm desse capitulo existia sinalizao de proibio para os mesmos efeitos, assim como os trabalhadores, tinham formao
e para efetuar os trabalhos necessitam de autorizao. Tambm foi comunicado que se os trabalhadores no cumprissem
as regras impostas teriam que pagar uma coima prpria empresa. Na hora do acidente um dos trabalhadores que estava perto da
tubulao, no se apercebeu da aproximao de outro com os equipamentos de trabalho para efetuar as tarefas que lhe estavam
atribudas.
Eng Vera Vieira
655
19-12-2012
Tinha um objecto nas mos que deixou cair dentro da tubulo. O trabalhador que deixo cair o tal equipamento entrou dentro
da tubulo, sentiu-se mal. E dois outros tiveram que o ir ajudar.
Dois dos trabalhadores foram retirados da tubulao de concreto ainda conscientes. O terceiro operrio saiu
desacordado e foi levado pelo helicptero, para o Hospital.
O canteiro de obras onde os operrios trabalhavam faz parte de
um viaduto. Aps o acidente, a rea teve de ser isolada.
656
Eng Vera Vieira 19-12-2012
A empresa iniciou logo um inqurito, por ser um procedimento
obrigatrio, mas tambm devido a algumas declaraes dos
trabalhadores.
As declaraes no batem todas certas. Pois o primeiro trabalhador diz que o que tinha da mo era o dosmetro. Os
outros dizem que no
Uns dizem que o aparelho era um telemvel e ele estava a trocar mensagens e no se apercebeu da aproximao dos colegas. 657
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Os responsveis de segurana no perceberam porque razo
os trabalhadores no relataram todos os mesmos fatos do acidente. Pois o causador do acidente era um trabalhador
muito empenhado e tinha uma boa relao com os colegas at
mesmo com o seu superior.
Quando se iniciaram as investigaes do acidente, verificou-se
que o trabalhador ainda no tinha assinado o contrato de trabalho, 658
Eng Vera Vieira 19-12-2012
659
Eng Vera Vieira 19-12-2012
660
Eng Vera Vieira 19-12-2012
661
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Aps vrios testes, pois o material que usam reagia com a
presena das radiaes transmitas por este tipo de equipamento (telemvel). E ao entrar com todos os meios de segurana encontram o dito telemvel.
O trabalhador teve de pagar uma coima e tambm toda as
despesas hospitalares.
662
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Cleaner limpa.
Um limpador de Massachusetts tentou limpar a companhia de seguros para acidentes. John White, afirmou que a sua leso teria sido provocado enquanto trabalhava para os avanados servios de zeladoria. Esse fato teria acontecido devido a queda de dentro do camio enquanto estava a retirar os mveis. O seguro pagou US $ 2000. White afirmou ao medico que desde a leso nunca mais trabalhou e que no recebia desde essa altura qualquer tipo de rendimento, e que sempre tentava trabalhar a dor era insuportvel. Na data dos fatos o trabalhador deveria de estar de folga.
663
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O tempo de este de baixa foi mais de 2 meses. Mas uns dos seus colegas ao contou ao chefe que ele estava de folga e estava a trabalhar para outra empresa. Como a empresa no tinha sistema de picagem de dedos, era
impossvel de confirmar a sua entrada e sada da empresa e como o
servio que fazia era fora das instalaes.
664
Eng Vera Vieira 19-12-2012
665
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Com a ajuda do mdico da seguradora, foram comprovar
os danos atravs de exames mdicos ;
Foram tambm ao local onde deveria ter deixado os mveis, para a confirmao da sua presena; Com os dados recolhidos o tribunal acusou o trabalhador
de fraude.
666
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Funcionrio da noite insegura.
667
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Foi a fama, que terminou com David Dotson, o ex-polcia de Nova
Orleans. O veterano com de 18 anos de antiguidade. Ganhou uma
condenao contra ele por cobrar dinheiro por acidente de
trabalho, enquanto trabalhava como gerente de segurana da noite
num mercado. Dotson disse ter magoado o o ombro durante uma patrulha que o
impedia de trabalhar, mas ganhou $ 11,252, trabalhando noutra
empresa. 668
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O enredo de decepo comeou a se desfazer quando ele deu uma entrevista emocional numa estao de televiso local aps os ataques ao World Trade Center, onde se ofereceu para ajudar na limpeza.
Como poderia trabalhar na limpeza brigada de ter uma leso grave no ombro, perguntou os seus supervisores? 669
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Mdicos e as fraudes
670
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Fraude a Go Go.
Uma mdica do servio de urgncia roubou dinheiro por acidente. J
trabalhava l quatro anos, sem qualquer tipo de incidentes. Disse
que tinha se magoado nas costas enquanto levantava um paciente para
o avaliar. Nesse mesmo dia queixou-se e mandaram-na para casa. Onde ficou por algum tempo e recebeu do seguro por esses dias. Mas
no dia seguinte um paciente viu-a passear sem qualquer tipo de
limitao. E no dia que foi a consulta foi lhe informado que a dita
mdica estava de baixo por ser magoado, ao receber tal informao o
mesmo paciente descreveu o que tinha visto.
Eng Vera Vieira
671
19-12-2012
Como era o servio de urgncia s o hospital tinha camaras de filmar que estavam perto onde a mdica estaria a trabalhar nesse dia. Nas imagens recolhidas mostra a mdica sem sinais de
dor nem limitaes fsicas aps ter levantado o paciente.
Neste caso destaca-se a frustrao sentida por muitas autoridades em que a fraude continua a ser uma das principais para os custos de aumento desenfreado de seguro para acidentes. 672
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Dor?
673
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Ombro? Hurt?
Thomas O'Laughlin ,magou o ombro enquanto trabalhava e teve
que deixar o emprego para ser tratado. No entanto, continuou a
queixar-se da dor e ficou conhecido por colecionar acidentes. At
que a companhia ficou desconfiada e foi ao centro de reabilitao onde o filmou a movimentar 500 kg .
Em tribunal dois mdicos afirmaram que ele era perfeitamente
saudvel. 674
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Dois em Um
675
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Assustar no berrio.
Anne Brown, conseguiu recolher uma indeminizao a uma seguradora e a um proprietrio de um imvel. A leso foi efetuada enquanto ela trabalhava como auxiliar de enfermagem. Em que magoou o pescoo numa queda no gelo enquanto fazia um domicilio.
Na seguradora, disse que a leso tenha ocorrido na creche onde trabalhava.
Foi pedir ao proprietrio do imvel onde teria ido fazer o domicilio.
676
Eng Vera Vieira 19-12-2012
677
Eng Vera Vieira 19-12-2012
No seu trabalho normal estava registada com o seu nome de casada;
No seu part time, estava com os eu nome de solteira.
678
Eng Vera Vieira 19-12-2012
TST assegura indemnizao a trabalhador acidentado
A conduta da empresa que deixa de comunicar Previdncia Social
a ocorrncia de acidente de trabalho no pode impedir a percepo
do auxlio-doena acidentrio pelo trabalhador e a consequente
estabilidade provisria no emprego. Sob essa tese, a Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho, com base no voto do juiz
convocado Altino Pedrozo dos Santos (relator), rejeitou (no
conheceu) recurso de revista interposto por uma mineradora contra deciso anterior do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais 679 (TRT-MG), favorvel a um eletricista de Nova Lima
Eng Vera Vieira 19-12-2012
"O afastamento do servio por perodo superior a 15 dias e a consequente percepo do auxlio-doena acidentrio constituem
pressupostos para a aquisio do direito estabilidade provisria
prevista no artigo 118 da Lei n. 8.213/1991", observou Altino
Pedrozo. "No entanto, se tais exigncias no foram atendidas pelo
trabalhador por culpa exclusiva do empregador, que deixa de cumprir a obrigao de comunicar o acidente de trabalho Previdncia
Social, lcito consider-las implementadas, luz da regra contida
no artigo 129 do novo Cdigo Civil", acrescentou o relator. 680
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Aps dez anos de contrato com a Mineraes Brasileiras Reunidas
S/A, onde realizava, entre outros, servios de montagem, reviso e
manuteno de equipamentos eltricos e mquinas, o profissional foi demitido sem justa causa. O rompimento do contrato de
trabalho ocorreu em novembro de 1995, quando o eletricista j
apresentava os sintomas de perda auditiva induzida por rudo -
doena ocupacional decorrente da exposio a rudos excessivos e
que reduziu 30% de sua capacidade para a funo desempenhada na empresa 681
Eng Vera Vieira 19-12-2012
"A estabilidade provisria vai at 11 de novembro de 1996, por isso
que, desde a data da sentena, j se antecipava que a reintegrao
determinada converter-se-ia em indemnizao, em face da
impossibilidade temporal de ser mantida a reintegrao", explicou o
acrdo regional, onde tambm foi registrada a recusa da empresa em emitir a Comunicao de Acidente de Trabalho (CAT) ao
INSS e a existncia, nos autos, de laudo pericial confirmando a
doena contrada pelo eletricista. 682
Eng Vera Vieira 19-12-2012
No TST, a empresa - especializada na minerao de ferro sustentou a impossibilidade da condenao diante do no cumprimento dos requisitos da Lei n 8.213/91 (que trata do tema).
Sustentou que o trabalhador no ficou afastado do servio por
tempo superior a 15 dias nem teria recebido o auxlio-doena.
No procede a alegao de que no foram atendidas as exigncias
do artigo 118 da Lei n. 8.213/1991", observou Altino Pedrozo.
683
Eng Vera Vieira 19-12-2012
"Se o reclamante no ficou afastado por mais de 15 dias do servio
nem percebeu o benefcio do auxlio-doena acidentrio, condies
imprescindveis para aquisio da estabilidade provisria no
emprego, foi por culpa exclusiva da empresa, que descumpriu a
obrigao de comunicar o acidente de trabalho Previdncia Social", completou.
684
Eng Vera Vieira 19-12-2012
"Tem-se, assim, que a empresa, ao deixar de cumprir a obrigao legal de emitir a CAT respectiva, obstou maliciosamente o implemento das referidas condies, pelo que, lcito concluir que foram efetivamente implementadas", concluiu o relator ao rejeitar o
recurso da mineradora, o que resultou na manuteno da deciso
regional e do direito do trabalhador indemnizao.
685
Eng Vera Vieira 19-12-2012
RELATO DE ACIDENTE DE TRABALHO
So Paulo: Donos de construtora adulteram local de morte de servente, tentam subornar policiais e so presos
Os
engenheiros
proprietrios
da
Honduras
Engenharia
Construes Roberto Bussab, 63, e Takao Kageyama, 65, foram presos em flagrante aps serem surpreendidos pela Polcia Militar no
momento em que adulteravam o local onde um servente de pedreiro
de 18 anos morreu na tarde desta quarta-feira, na Mooca, zona leste
de So Paulo.
686
Eng Vera Vieira 19-12-2012
De acordo com a polcia, Jos Aparecido Ferreira da Silva
trabalhava na construo de um prdio residencial, que estava sob
responsabilidade do engenheiro da construtora, quando caiu do 10 andar. Aps o acidente, na rua Padre Raposo, trabalhadores
ligaram para o Samu (Servio de Atendimento Mvel de
Urgncia), que constatou a morte do servente e acionou a PM, por
volta das 15h.
687
Eng Vera Vieira 19-12-2012
De acordo com o boletim de ocorrncia, ao chegar no prdio os policiais viram Kageyama colocando uma proteo chamada
guarda-corpo no local de onde o servente caiu. A PM, ento, questionou o empresrio sobre o motivo dele mexer
no lugar da queda. Em seguida, Kageyama e Bussab ofereceram R$ 10 mil para que os policiais "no vissem que ele estava modificando o
local".
688
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Os policiais marcaram a entrega do dinheiro em frente 3
Delegacia sobre Infraes do Meio Ambiente e Relaes do
Trabalho, no Bom Retiro. No momento da entrega, os dois engenheiros foram presos. At as 21h45, a ocorrncia ainda estava
em andamento na delegacia. Kageyama e Bussab sero indiciados
por corrupo passiva, fraude processual e homicdio culposo
(sem inteno de matar).
689
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Belo Horizonte, MG: Operrio morre ao ser atingido por uma pea de 500kg
Manoel Rodrigues de Almeida, 51.
Ele estava em uma obra na rua Pernambuco, bairro Funcionrios, na regio CentroSul da capital, quando foi atingido por uma pea de aproximadamente 500kg, que
despencou de uma torre usada para fazer a sustentao de terrenos. De acordo com testemunhas, o trabalhador estava com a cabea dentro da
torre quando foi atingido.
Ele usava capacete, mas a pancada foi to forte que o equipamento no suportou o
impacto.
690
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Negligncia em Itaituba
Sete mortos, mais de 20 feridos e quatro internados em estado de coma. Esse
o resultado do grave acidente que ocorreu na tarde da ltima segunda-feira, no
interior da empresa Itaituba Indstria de Cimento do Par S/A (Itacimpasa),
localizada s margens da rodovia Transamaznica, a 34 quilmetros da cidade
de Itaituba, oeste do Par.
De acordo com o Corpo de Bombeiros daquele municpio, era por volta de
14h30 quando parte de uma construo onde trabalhavam cerca de 30 operrios
desabou de uma altura de 30 metros, matando seis pessoas instantaneamente.
691
Eng Vera Vieira 19-12-2012
A empresa Itacimpasa (antiga Caima), que atua na fabricao de cimento, estava
sendo ampliada, o que justifica a obra
No momento do acidente, segundo relato do operrio Salomo da Cruz
Borges, uma das vtimas, parte da obra caiu sobre outros trabalhadores que
estavam em baixo, esmagando-os. Homens do Corpo de Bombeiros que
atuaram no resgate das vtimas contam que uma estrutura de aproximadamente
seis toneladas desabou sobre os operrios. Por telefone, o sargento Wilson
Silva, do Corpo de Bombeiros, informou que o trabalho de resgate contou com
o apoio decisivo da Polcia Militar e do Exrcito, bem como de bombeiros que
estavam de folga.
692
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Segundo o senhor Joo Borges, pai do operrio Salomo Cruz Borges, a
estrutura que desabou comeou a ceder ainda pela manh e alguns trabalhadores
chegaram a comunicar o fato ao responsvel pela obra, mas nenhuma
providncia foi tomada para evitar o acidente.
693
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Trabalhador morre em acidente na General Motors enquanto realizava hora
extra
Um trabalhador da General Motors, em So Jos dos Campos,
morreu neste sbado, dia 24, vtima de um acidente ocorrido
dentro da fbrica. Ele foi prensado ao ser atingido por uma
ferramenta de 24 toneladas. Este o segundo acidente fatal ocorrido na fbrica em apenas trs anos.
694
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Antonio Teodoro Pereira Filho, 60 anos, trabalhava h 32 anos na
montadora e morava em Jacare. No momento do acidente, ele estava
realizando horas extras no setor Prensa linha A.
O trabalhador foi encontrado, desmaido, por volta das 9h, por companheiros de linha e levado ao Pronto Socorro da Vila Industrial.
Ele morreu aps sofrer trs paradas cardaca.
695
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Apesar da gravidade do acidente, a GM no acionou a percia tcnica
nem a CIPA (Comisso Interna de Preveno de Acidentes),
contrariando as normas de segurana do trabalho. De acordo com relato de trabalhadores que encontraram Antnio
Teodoro, ele estaria operando uma ponte mvel, por meio de
controle remoto. Uma ferramenta de 24,1 toneladas balanou,
atingiu Antnio e o lanou contra uma mesa de ferramentas. Com
isso, ele teve o corpo esmagado
696
Eng Vera Vieira 19-12-2012
A operao que estava sendo executada por Antonio deveria, na verdade, ser realizada por duas pessoas. Mas os primeiros relatos de trabalhadores da rea apontam para o fato de que ele estaria operando sozinho o equipamento no momento do acidente. Desde o ano passado, a GM vem adotando uma poltica de reduo
de mo de obra na linha de produo, obrigando os trabalhadores a
realizarem tarefas em duplicidade. Esta estratgia j vinha sendo
denunciada pelo Sindicato dos Metalrgicos de So Jos dos Campos
e por cipeiros da fbrica.
Eng Vera Vieira
697
19-12-2012
A GM vem adotando um sistema regular de hora extra para
compensar as demisses ocorridas nos ltimos meses. Com esta
prtica, a montadora reduz os custos com a mo de obra e aumenta a produtividade.
Este o segundo acidente fatal ocorrido na fbrica, nesse mesmo
setor, em apenas trs anos. No dia 6 de maio de 2009, o
trabalhador Aparecido Constantino tambm morreu enquanto
realizava hora extra no setor de Estamparia. At hoje o inqurito criminal no foi concludo. 698
Eng Vera Vieira 19-12-2012
699
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Transportes
Contratar seguro para a carga, no informando o valor real das mercadorias a serem transportadas. Contratar o seguro, aps a ocorrncia de um acidente, furto ou roubo. Omitir ou falsificar boletim de ocorrncia, percia, exame mdico decorrente do atendimento a vitima. Desvio da carga com conhecimento do responsvel, ou somente com o envolvimento de terceiros contratados para o transporte. Simular roubo onde a carga foi comercializada antes ou aps o embarque, com receptadores que atuam no mercado paralelo ou informal.
700
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Simular roubo da carga, com a finalidade de receber por danos preexistentes ou ocasionados em decorrncia de acidente com o
veculo transportador, ou na operao de armazenamento e
transporte.
Simular roubo da carga, para desfazer-se de produtos fabricados
fora da especificao.
701
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Reclamar prejuzos indevidos de cargas que no estavam sendo
transportadas
por
veculos
transportadores
furtados
ou
roubados, ou que tenham se envolvido em acidentes. Localizar a carga e no comunicar a seguradora, reavendo a
carga e recebendo indevidamente a indemnizao.
Agravar os danos, ou proporcionar o desaparecimento de cargas
em bom estado que tenham sido localizadas aps o furto ou
roubo, ou que no tenham sofrido danos em decorrncia ao acidente. 702
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Troca de motorista por no ser habilitado. Troca de motorista por no ser habilitado para a categoria do veculo transportador. Troca do motorista que no momento da ocorrncia, no estava
em condies hbeis, proibidas para a conduo de veculos.
703
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Simular roubo da carga em transito, tendo o evento ocorrido
anteriormente, no interior de depsitos.
Simular o tombamento da carga ou do veculo transportador, com a finalidade de receber por danos preexistentes ou
ocasionados na operao de armazenamento e transporte.
Simular o tombamento da carga ou do veculo transportador,
com a finalidade de desfazer-se de produtos fabricados fora da
especificao do comprador
704
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Sindicato apura acidente de trabalho fatal em Guaruj, SP Homem foi prensado em pilastra na quarta-feira (11). Grupo de trabalhadores realizou protesto no sbado (14).
O acidente envolvendo um ensacador em um terminal de contineres, em Guaruj, no litoral de So Paulo, ser apurado pelo sindicato da categoria. O rgo vai conversar com representantes da empresa sobre as causas do acidente. Na quarta-feira (11) um homem de 49 anos foi prensado em uma pilastra. Ele foi encaminhado para a unidade de terapia intensiva de um hospital da cidade, onde ficou internado por dois dias, e faleceu na sexta-feira (13).
705
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Segurana de mquinas e
equipamentos de trabalho novos e usados
706
Eng Vera Vieira 19-12-2012
A legislao europeia estabelece requisitos de segurana que as mquinas devem cumprir para poderem ser comercializadas e
colocadas em servio na Unio Europeia, responsabilizando os
fabricantes pela concepo e fabrico de mquinas seguras. Por sua vez, os empregadores tm a responsabilidade de
colocar disposio dos seus trabalhadores mquinas e
equipamentos de trabalho em boas condies de funcionamento e segurana. 707
Eng Vera Vieira 19-12-2012
O Decreto-Lei n. 50/2005 de 25 de Fevereiro, relativo s prescries mnimas de segurana e de sade para a utilizao de equipamentos de trabalho, estabelece nos artigos 6. e 7. (Verificao dos equipamentos de trabalho e Resultado das
verificaes) que: Se a segurana dos equipamentos de trabalho depender das
condies da sua instalao, a entidade patronal deve proceder
sua verificao aps a instalao ou montagem num novo local,
antes do incio ou do recomeo do seu funcionamento. 708
Eng Vera Vieira 19-12-2012
. As verificaes e ensaios devem ser efectuados por pessoa
competente, a fim de garantir a correcta instalao e o bom
estado de funcionamento dos mesmos. - O resultado das verificaes deve constar de relatrios...
Aquele diploma estabelece ainda os requisitos mnimos de
segurana dos equipamentos de trabalho, artigos 10 a 29, e as regras de utilizao dos equipamentos de trabalho, artigos 30 a 42. 709
Eng Vera Vieira 19-12-2012
De acordo com o artigo 4. alnea 2, Os equipamentos de trabalho colocados pela primeira vez disposio dos trabalhadores na empresa ou estabelecimento devem satisfazer
os requisitos de segurana e sade previstos em legislao
especfica sobre concepo, fabrico e comercializao dos mesmos
710
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Decreto-Lei n. 320/2001 de 12 de Dezembro, que estabelece as regras relativas colocao no mercado e entrada em servio das mquinas e
dos componentes de segurana, e que refere:
No n1 do artigo 3. (Colocao no mercado e em servio):
As mquinas e os componentes de segurana a que se aplica o presente diploma s podem ser colocados no mercado e em servio se, quando utilizados para os fins a que se destinam e convenientemente instalados e mantidos, no comprometerem a segurana e a sade das pessoas e, se for caso disso, dos animais domsticos e dos bens, devendo satisfazer as exigncias essenciais de segurana e sade que lhes so aplicveis, constantes do anexo I, verificadas de acordo com os correspondentes procedimentos de avaliao da conformidade previstos no artigo 5..
Eng Vera Vieira
711
19-12-2012
No n1 do artigo 4. (Presuno da conformidade): Presumem-se conformes com o conjunto das disposies do presente diploma, incluindo com os processos de avaliao de
conformidade previstos no artigo 5.: a) As mquinas munidas da marcao CE e acompanhadas da
declarao CE de conformidade prevista no ponto A) do anexo II; b) Os componentes de segurana acompanhados da declarao CE de
conformidade prevista no ponto C) do anexo II.
712
Eng Vera Vieira 19-12-2012
No n1 do artigo 5. (Avaliao da conformidade): A conformidade das mquinas com as disposies do n. 1 do artigo 3. atestada pelo fabricante ou pelo seu mandatrio,
mediante emisso da declarao CE de conformidade prevista no
ponto A) do anexo II para cada mquina e aposio na mesma da marcao CE referida no artigo 7..
713
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Se as mquinas forem em segunda mo e/ou anteriores a 5
Novembro de 1993 (Decreto-Lei n. 378/93), deve-se atender
ao Decreto-Lei n. 214/95 de 18 de Agosto, que estabelece as
condies de utilizao e comercializao de mquinas usadas
714
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Atendendo ao disposto no n 2 do artigo 1., a utilizao das mquinas usadas fica sujeita s prescries mnimas de segurana e de sade constantes do Decreto-Lei n. 331/93 de 25 de Setembro (alterado pelo Decreto-Lei n. 82/99 de 16
de Maro, revogado pelo Decreto-Lei n. 50/2005 de 25 de
Fevereiro) . O ltimo diploma estabelece no artigo 3, alnea a) que o empregador deve assegurar que os equipamentos de trabalho sejam adequados ou convenientemente adaptados ao trabalho a efectuar e garantam a segurana e a sade dos
trabalhadores durante a sua utilizao.
Eng Vera Vieira
715
19-12-2012
Deve tambm ter em conta o artigo 6 - Verificao dos equipamentos de
trabalho, e artigo 7 -Resultado da verificao.
Atendendo ao disposto no n1 do artigo 3. (Condies de comercializao), a utilizao de mquinas usadas que pela sua complexidade e caractersticas revistam especial perigosidade, devem estas ser acompanhadas, quando colocadas no mercado dos seguintes documentos, redigidos em lngua portuguesa:
716
Eng Vera Vieira 19-12-2012
a) Manual de instrues
b) Certificado, emitido por um organismo competente notificado comprovando que a mquina usada no apresenta qualquer risco para a segurana e sade do utilizador c) Declarao do cedente contendo o seu nome, endereo e
identificao profissional e o nome e endereo do organismo
certificado.
717
Eng Vera Vieira 19-12-2012
So consideradas mquinas de especial perigosidade, para este
efeito, aquelas que esto includas na lista constante da Portaria n.
172/2000 de 23 de Maro, destacando-se: Mquinas para a indstria metalomecnica:
guilhotinas (), serras circulares (), esmeriladores,
quinadeiras, rectificadoras, prensas (). Mquinas para a indstria alimentar: amassadeiras,
batedeiras, laminadoras, corte, picadoras.
718
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Mquinas para trabalhar madeira:
serras circulares (), mquinas de serrar (), desbastadoras (),
aplainadoras (), serras de fita (), mquinas combinadas (),
mquinas de fazer espigas (), tupias de eixo vertical (),
guilhotinas (), fresadoras (), Mquinas para a indstria do papel e artes grficas: guilhotina (), tesouras circulares (),
719
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Mquinas para trabalhar pedra: serras circulares (),
Equipamentos de elevao e ou de movimentao:
gruas (fixas e mveis), prticos e pontes rolantes, empilhadores, multicarregadoras telescpicas, plataformas elevatrias, bulldozers, centrais de asfalto, dumpers articulados, escavadoras, retroescavadoras, ps carregadoras, motoniveladoras, pontes
elevatrias para veculos, aparelhos para elevao de pessoas
com risco de queda vertical superior a 3 m. 720
Eng Vera Vieira 19-12-2012
OBRIGAES DO CONSTRUTOR
Colocar em cada um dos equipamentos uma chapa, cinaltica, com as
seguintes indicaes: Modelo, Nmero de srie, Capacidades,
Tipo de Combustvel,
Potncia, e outras indicaes CE (se aplicveis).
Eng Vera Vieira
721
19-12-2012
OBRIGAES DO CONSTRUTOR
722
Eng Vera Vieira 19-12-2012
OBRIGAES DO CONSTRUTOR
Fabricar o equipamento de acordo com as as Normas
Internacionais em vigor e na Comunidade Europeia.
Fazer acompanhar cada equipamento novo:
- Uma declarao de conformidade CE do fabricante. Documento obrigatrio para todos os equipamentos entrados ou
fabricados no espao CE depois de 1995 ( Dec. Lei n 320 de
2001, de 12 de Dezembro 723
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Os Equipamentos de elevao e Mov. de terras devem ter:
Certificao de Segurana emitida por um organismo notificado no espao CE ISQ, SGS, BVQI, ou outro, atestando que o equipamento est em condies de utilizao com riscos mnimos
de Segurana e Sade, para ser comercializado como Equipamento
Usado. Dec. Lei 378/93 e Portaria 172/2000, de 23 de Maro 724
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Os Equipamentos de elevao e Mov. de terras devem ter:
Certificado de Verificao de Segurana Inspeco de segurana peridica obrigatria em toda a rea CE, par todo o equipamento
de trabalho, efectuada por pessoa individual ou colectiva com
experincia e conhecimentos tericos e prticos no equipamento a
verificar.
Dec. Lei n 50/2005, de 25 de Fevereiro 725
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Os Equipamentos de elevao e Mov. de terras devem ter:
Livro de Instrues de Operao ( em Portugus )
Chapa ou gravao e ficha de identificao do Equipamento ( Fabricante, marca, modelo, n de srie, ano de fabrico )
Certificado de garantia ( se fr o caso )
Livro de registo de manuteno ( inspeces, revises, reparaes)
726
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Os Equipamentos de elevao e Mov. de terras devem ter:
Certificado de Formao do Operador
Mapa de Lubrificantes
[Link] n 50/2005, de 25 de Fevereiro, regula as prescries mnimas de segurana e sade dos trabalhadores na utilizao de
equipamentos de trabalho, transpondo para a ordem jurdica
interna a Directiva n89/655/CE, alterada pela Directiva n 95/63/CE do Conselho, de 5 de Dezembro 727
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Os Equipamentos de elevao e Mov. de terras devem ter:
A legislao em vigor obriga a que quem
Opera/Utiliza ou quem efectua a Manuteno deve
receber Formao adequada em especial sobre os
riscos que podem decorrer dessa utilizao e sobre os riscos especficos para a
sua segurana ou sade.
[Link] n 50/2005
Lista de Verificao
Avaliao de riscos da mquina
728
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Actividades do Operador
Preparar o trabalho a realizar de acordo com as instrues recebidas: Verificar o estado geral do equipamento e seus acessrios e
preparar as condies de funcionamento do mesmo efectuando,
a manuteno, lubrificao e testagem, bem como a verificao das condies de segurana do equipamento.
729
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Actividades do Operador
Regular o equipamento em funo da natureza do trabalho a
efectuar e montar os acessrios adequados.
Analisar as condies de segurana e de operacionalidade do local
de trabalho e dos materiais que sero objecto de manipulao. Participar, quando necessrio no transporte do equipamento a
manobrar e coloc-lo na posio conveniente para a execuo dos
trabalhos. 730
Eng Vera Vieira 19-12-2012
Actividades do Operador
Conduzir e manobrar equipamentos de elevao, transporte e empilhamento, especficos do sector onde o profissional se enquadra, tendo em conta o quadro de riscos, nomeadamente, instabilidade do equipamento, queda de
materiais transportados, colises ou choques contra pees, obstculos,
estruturas e veculos.
731
Eng Vera Vieira 19-12-2012