.
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Índice
1. DADOS DE OBRA .........................................................................................................................3
1.1. Normas consideradas ..............................................................................................................3
1.2. Estados limites ..........................................................................................................................3
1.2.1. Situações de projeto .............................................................................................................3
2. ESTRUTURA ..................................................................................................................................4
2.1. Geometria ....................................................................................................................................4
2.1.1. Nós.............................................................................................................................................4
2.1.2. Barras........................................................................................................................................4
[Link]. Materiais utilizados ............................................................................................................4
[Link]. Descrição ..............................................................................................................................4
[Link]. Características mecânicas ...............................................................................................5
[Link]. Tabela de ferro ....................................................................................................................5
[Link]. Tabela resumo.....................................................................................................................6
[Link]. Quantitativos de superfícies ...........................................................................................6
2.2. Cargas ..........................................................................................................................................6
2.2.1. Nós.............................................................................................................................................6
2.2.2. Barras........................................................................................................................................6
2.3. Resultados ..................................................................................................................................7
2.3.1. Nós.............................................................................................................................................7
[Link]. Deslocamentos ...................................................................................................................7
[Link].1. Hipótese.............................................................................................................................7
[Link].2. Combinações ...................................................................................................................7
[Link].3. Envoltórias ........................................................................................................................8
[Link]. Reações ................................................................................................................................8
[Link].1. Hipótese.............................................................................................................................8
[Link].3. Envoltórias ........................................................................................................................9
2.3.2. Barras........................................................................................................................................9
[Link]. Esforços ................................................................................................................................9
[Link].1. Hipótese.............................................................................................................................9
[Link].2. Combinações .................................................................................................................11
[Link].3. Envoltórias ......................................................................................................................14
[Link]. Resistência.........................................................................................................................16
[Link]. Flechas ................................................................................................................................16
[Link]. Verificações E.L.U. (Completo) .....................................................................................17
[Link]. Verificações E.L.U. (Resumido) ....................................................................................32
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1. DADOS DE OBRA
1.1. Normas consideradas
Aço dobrado: ABNT NBR 14762: 2010
Categoria de uso: INDUSTRIAL (DISPOSITIVO DE CARGA)
j 1
Gj Gkj PPk Q1 p1Qk1 Qi aiQki
i >1
j 1
Gj Gkj PPk QiQki
i1
- Onde:
Gk Ação permanente
Pk Ação de pré-tensão
Qk Ação variável
gG Coeficiente parcial de segurança das ações permanentes
gP Coeficiente parcial de segurança da ação de pré-tensão
gQ,1 Coeficiente parcial de segurança da ação variável principal
gQ,i Coeficiente parcial de segurança das ações variáveis de acompanhamento
yp,1 Coeficiente de combinação da ação variável principal
ya,i Coeficiente de combinação das ações variáveis de acompanhamento
Normal
Coeficientes parciais de segurança (g) Coeficientes de combinação (y)
Favorável Desfavorável Principal (yp) Acompanhamento (ya)
Permanente (G) 1.000 1.250 - -
Sobrecarga (Q) 0.000 1.500 1.000 0.800
Deslocamentos
Ações variáveis sem sismo
Coeficientes parciais de segurança (g)
Favorável Desfavorável
Permanente (G) 1.000 1.000
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2. ESTRUTURA
2.1. Geometria
2.1.1. Nós
Referências:
Dx, Dy, Dz: Deslocamentos prescritos em eixos globais.
qx, qy, qz: Rotações prescritas em eixos globais.
Ux, Uy, Uz: Vetor diretor da reta ou vetor normal ao plano de dependência
Cada grau de liberdade marca-se com 'X' se estiver restringido e, caso contrário, com '-'.
Nós
Coordenadas Vínculo c/ exterior
Referência X Y Z Vinculação interna
Dx Dy Dz qx qy qz Dependências Ux Uy Uz
(m) (m) (m)
N1 0.000 0.000 0.000 X X X X X X - - - - Engastado
N2 0.000 0.000 1.200 - - - - - - - - - - Engastado
N3 1.120 0.000 1.200 - - - - - - - - - - Engastado
N4 1.750 0.000 1.200 - - - - - - - - - - Engastado
N5 0.000 0.000 0.530 - - X - - - Desenho 0.000 0.000 1.000 Engastado
N6 0.300 0.000 1.200 - - - - - - - - - - Engastado
2.1.2. Barras
[Link]. Descrição
Descrição
Comprimento
Material
Barra Peça (m) LbSup. LbInf.
Perfil(Série) bxy bxz
(Ni/Nf) (Ni/Nf) Indeformável Indeformável (m) (m)
Tipo Designação Deformável
origem extremo
Aço 2xTubo 250x160x10([])
A-36 N1/N5 N1/N2 - 0.075 0.455 1.00 1.00 - -
dobrado (Perfil US)
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Descrição
Comprimento
Material
Barra Peça (m) LbSup. LbInf.
Perfil(Série) bxy bxz
(Ni/Nf) (Ni/Nf) Indeformável Indeformável (m) (m)
Tipo Designação Deformável
origem extremo
2xTubo 250x160x10([])
N5/N2 N1/N2 - 0.420 0.250 1.00 1.00 - -
(Perfil US)
2xTubo 250x160x10([])
N2/N6 N2/N3 0.250 0.050 - 1.00 1.00 - -
(Perfil US)
2xTubo 250x160x10([])
N6/N3 N2/N3 0.273 0.547 - 1.00 1.00 - -
(Perfil US)
2xTubo 230x130x10([])
N3/N4 N3/N4 - 0.630 - 1.00 1.00 - -
(Perfil US)
N5/N6 N5/N6 2xMF([]) (Perfil US) - 0.734 - 1.00 1.00 - -
Notação:
Ni: Nó inicial
Nf: Nó final
bxy: Coeficiente de flambagem no plano 'XY'
bxz: Coeficiente de flambagem no plano 'XZ'
LbSup.: Espaçamento entre travamentos do banzo superior
LbInf.: Espaçamento entre travamentos do banzo inferior
Características mecânicas
Material A Avy Avz Iyy Izz It
Ref. Descrição
Tipo Designação (cm²) (cm²) (cm²) (cm4) (cm4) (cm4)
1 Tubo 250x160x10, Caixa dupla soldada, (Perfil US)
Aço dobrado A-36 76.07 25.00 40.00 6336.53 3148.12 25.36
Cordão descontínuo
2 Tubo 230x130x10, Caixa dupla soldada, (Perfil US)
66.07 20.00 36.67 4436.42 1797.92 22.02
Cordão descontínuo
3 MF, Caixa dupla soldada, (Perfil US)
140.87 98.33 20.67 4774.74 54107.31 15186.46
Cordão contínuo
Notação:
Ref.: Referência
A: Área da seção transversal
Avy: Área de esforço cortante da seção segundo o eixo local 'Y'
Avz: Área de esforço cortante da seção segundo o eixo local 'Z'
Iyy: Inércia da seção em torno do eixo local 'Y'
Izz: Inércia da seção em torno do eixo local 'Z'
It: Inércia à torção
As características mecânicas das peças correspondem à seção no ponto médio das mesmas.
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2.2. Cargas
2.2.1. Nós
Cargas em nós
Cargas concentradas Direção
Referência Hipótese
(t) X Y Z
N4 SCU 1 5.000 0.000 0.000 -1.000
2.2.2. Barras
Referências:
'P1', 'P2':
Cargas pontuais, uniformes, em faixa e momentos pontuais: 'P1' é o valor da carga. 'P2' não se utiliza.
Cargas trapezoidais: 'P1' é o valor da carga no ponto onde começa (L1) e 'P2' é o valor da carga no ponto onde
termina (L2).
Cargas triangulares: 'P1' é o valor máximo da carga. 'P2' não se utiliza.
Incrementos de temperatura: 'P1' e 'P2' são os valores da temperatura nas faces exteriores ou paramentos da peça.
A orientação da variação do incremento de temperatura sobre a seção transversal dependerá da direção
selecionada.
'L1', 'L2':
Cargas e momentos pontuais: 'L1' é a distância entre o nó inicial da barra e a posição onde se aplica a carga. 'L2'
não se utiliza.
Cargas trapezoidais, em faixa, e triangulares: 'L1' é a distância entre o nó inicial da barra e a posição onde começa
a carga, 'L2' é a distância entre o nó inicial da barra e a posição onde termina a carga.
Unidades:
Cargas concentradas: t
Momentos pontuais: t·m.
Cargas uniformes, em faixa, triangulares e trapezoidais: t/m.
Incrementos de temperatura: °C.
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Cargas em barras
Valores Posição Direção
Barra Hipótese Tipo L1 L2
P1 P2 Eixos X Y Z
(m) (m)
N1/N5 Peso próprio Uniforme 0.060 - - - Globais 0.000 0.000 -1.000
N5/N2 Peso próprio Uniforme 0.060 - - - Globais 0.000 0.000 -1.000
N2/N6 Peso próprio Uniforme 0.060 - - - Globais 0.000 0.000 -1.000
N6/N3 Peso próprio Uniforme 0.060 - - - Globais 0.000 0.000 -1.000
N3/N4 Peso próprio Uniforme 0.052 - - - Globais 0.000 0.000 -1.000
N5/N6 Peso próprio Uniforme 0.111 - - - Globais 0.000 0.000 -1.000
2.3. Resultados
2.3.1. Nós
[Link]. Deslocamentos
Referências:
Dx, Dy, Dz: Deslocamentos dos nós em eixos globais.
Gx, Gy, Gz: Rotações dos nós em eixos globais.
[Link].1. Hipótese
Deslocamentos dos nós, por hipóteses/ações
Deslocamentos em eixos globais
Referência Descrição Dx Dy Dz Gx Gy Gz
(mm) (mm) (mm) (mRad) (mRad) (mRad)
N1 Peso próprio 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
SCU 1 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
N2 Peso próprio 0.002 0.000 0.000 0.000 0.002 0.000
SCU 1 0.205 0.000 0.000 0.000 0.177 0.000
N3 Peso próprio 0.004 0.000 -0.006 0.000 0.012 0.000
SCU 1 0.444 0.000 -0.861 0.000 2.089 0.000
N4 Peso próprio 0.004 0.000 -0.015 0.000 0.014 0.000
SCU 1 0.571 0.000 -2.748 0.000 3.187 0.000
N5 Peso próprio 0.001 0.000 0.000 0.000 0.002 0.000
SCU 1 0.087 0.000 0.000 0.000 0.177 0.000
N6 Peso próprio 0.002 0.000 -0.001 0.000 0.002 0.000
SCU 1 0.205 0.000 -0.053 0.000 0.177 0.000
[Link].2. Combinações
Deslocamentos dos nós, por combinação
Combinação Deslocamentos em eixos globais
Referência Dx Dy Dz Gx Gy Gz
Tipo Descrição
(mm) (mm) (mm) (mRad) (mRad) (mRad)
N1 Deslocamentos PP 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
PP+SCU1 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
N2 Deslocamentos PP 0.002 0.000 0.000 0.000 0.002 0.000
PP+SCU1 0.208 0.000 0.000 0.000 0.179 0.000
N3 Deslocamentos PP 0.004 0.000 -0.006 0.000 0.012 0.000
PP+SCU1 0.448 0.000 -0.867 0.000 2.101 0.000
N4 Deslocamentos PP 0.004 0.000 -0.015 0.000 0.014 0.000
PP+SCU1 0.575 0.000 -2.763 0.000 3.200 0.000
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[Link].3. Envoltórias
Envoltória dos deslocamentos em nós
Combinação Deslocamentos em eixos globais
Referência Dx Dy Dz Gx Gy Gz
Tipo Descrição
(mm) (mm) (mm) (mRad) (mRad) (mRad)
N1 Deslocamentos Valor mínimo da envoltória 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
Valor máximo da envoltória 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000 0.000
N2 Deslocamentos Valor mínimo da envoltória 0.002 0.000 0.000 0.000 0.002 0.000
Valor máximo da envoltória 0.208 0.000 0.000 0.000 0.179 0.000
N3 Deslocamentos Valor mínimo da envoltória 0.004 0.000 -0.867 0.000 0.012 0.000
Valor máximo da envoltória 0.448 0.000 -0.006 0.000 2.101 0.000
N4 Deslocamentos Valor mínimo da envoltória 0.004 0.000 -2.763 0.000 0.014 0.000
Valor máximo da envoltória 0.575 0.000 -0.015 0.000 3.200 0.000
N5 Deslocamentos Valor mínimo da envoltória 0.001 0.000 0.000 0.000 0.002 0.000
Valor máximo da envoltória 0.088 0.000 0.000 0.000 0.179 0.000
N6 Deslocamentos Valor mínimo da envoltória 0.002 0.000 -0.054 0.000 0.002 0.000
Valor máximo da envoltória 0.208 0.000 -0.001 0.000 0.179 0.000
[Link]. Reações
Referências:
Rx, Ry, Rz: Reações em nós com deslocamentos restringidos (forças).
Mx, My, Mz: Reações em nós com rotações restringidas (momentos).
[Link].1. Hipótese
Reações nos nós, por hipóteses/ações
Reações em eixos globais
Referência Descrição Rx Ry Rz Mx My Mz
(t) (t) (t) (t·m) (t·m) (t·m)
N1 Peso próprio 0.000 0.000 0.551 0.000 -0.105 0.000
SCU 1 0.000 0.000 45.658 0.000 -8.750 0.000
N5 Peso próprio 0.000 0.000 -0.299 0.000 0.000 0.000
SCU 1 0.000 0.000 -40.658 0.000 0.000 0.000
[Link].2. Combinações
Reações nos nós, por combinação
Combinação Reações em eixos globais
Referência Rx Ry Rz Mx My Mz
Tipo Descrição
(t) (t) (t) (t·m) (t·m) (t·m)
N1 Concreto em fundações PP 0.000 0.000 0.551 0.000 -0.105 0.000
1.4·PP 0.000 0.000 0.772 0.000 -0.148 0.000
PP+1.4·SCU1 0.000 0.000 64.473 0.000 -12.355 0.000
1.4·PP+1.4·SCU1 0.000 0.000 64.693 0.000 -12.398 0.000
Tensões sobre o terreno PP 0.000 0.000 0.551 0.000 -0.105 0.000
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[Link].3. Envoltórias
Envoltórias das reações em nós
Combinação Reações em eixos globais
Referência Rx Ry Rz Mx My Mz
Tipo Descrição
(t) (t) (t) (t·m) (t·m) (t·m)
N1 Concreto em fundações Valor mínimo da envoltória 0.000 0.000 0.551 0.000 -12.398 0.000
Valor máximo da envoltória 0.000 0.000 64.693 0.000 -0.105 0.000
Tensões sobre o terreno Valor mínimo da envoltória 0.000 0.000 0.551 0.000 -8.855 0.000
Valor máximo da envoltória 0.000 0.000 46.209 0.000 -0.105 0.000
N5 Concreto em fundações Valor mínimo da envoltória 0.000 0.000 -57.340 0.000 0.000 0.000
Valor máximo da envoltória 0.000 0.000 -0.299 0.000 0.000 0.000
Tensões sobre o terreno Valor mínimo da envoltória 0.000 0.000 -40.957 0.000 0.000 0.000
Valor máximo da envoltória 0.000 0.000 -0.299 0.000 0.000 0.000
Nota: As combinações de concreto indicadas são as mesmas utilizadas para verificar o estado limite de equilíbrio na fundação.
2.3.2. Barras
[Link]. Esforços
Referências:
N: Esforço axial (t)
Vy: Esforço cortante segundo o eixo local Y da barra. (t)
Vz: Esforço cortante segundo o eixo local Z da barra. (t)
Mt: Momento torsor (t·m)
My: Momento fletor no plano 'XZ' (rotação da seção em relação ao eixo local 'Y' da barra). (t·m)
Mz: Momento fletor no plano 'XY' (rotação da seção em relação ao eixo local 'Z' da barra). (t·m)
[Link].1. Hipótese
Esforços em barras, por hipóteses/ações
Posições na barra
Barra Hipótese Esforço
0.000 m 0.038 m 0.074 m 0.075 m
N1/N5 Peso próprio N -0.551 -0.549 -0.547 -0.547
Vy 0.000 0.000 0.000 0.000
Vz 0.000 0.000 0.000 0.000
Mt 0.000 0.000 0.000 0.000
My -0.037 -0.037 -0.037 -0.037
Mz 0.000 0.000 0.000 0.000
SCU 1 N -45.658 -45.658 -45.658 -45.658
Vy 0.000 0.000 0.000 0.000
Vz 0.000 0.000 0.000 0.000
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[Link].2. Combinações
Esforços em barras, por combinação
Combinação Posições na barra
Barra Esforço
Tipo Descrição 0.000 m 0.038 m 0.074 m 0.075 m
N1/N5 Aço dobrado PP N -0.551 -0.549 -0.547 -0.547
Vy 0.000 0.000 0.000 0.000
Vz 0.000 0.000 0.000 0.000
Mt 0.000 0.000 0.000 0.000
My -0.037 -0.037 -0.037 -0.037
Mz 0.000 0.000 0.000 0.000
1.25·PP N -0.689 -0.686 -0.683 -0.683
Vy 0.000 0.000 0.000 0.000
Vz 0.000 0.000 0.000 0.000
Mt 0.000 0.000 0.000 0.000
My -0.046 -0.046 -0.046 -0.046
Mz 0.000 0.000 0.000 0.000
PP+1.5·SCU1 N -69.038 -69.036 -69.034 -69.034
Vy 0.000 0.000 0.000 0.000
Vz 0.000 0.000 0.000 0.000
Mt 0.000 0.000 0.000 0.000
My -4.601 -4.601 -4.601 -4.601
Mz 0.000 0.000 0.000 0.000
1.25·PP+1.5·SCU1 N -69.176 -69.173 -69.171 -69.171
Vy 0.000 0.000 0.000 0.000
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[Link].3. Envoltórias
Envoltórias dos esforços em barras
Posições na barra
Barra Tipo de combinação Esforço
0.000 m 0.038 m 0.074 m 0.075 m
N1/N5 Aço dobrado Nmín -69.176 -69.173 -69.171 -69.171
Nmáx -0.551 -0.549 -0.547 -0.547
Vymín 0.000 0.000 0.000 0.000
Vymáx 0.000 0.000 0.000 0.000
Vzmín 0.000 0.000 0.000 0.000
Vzmáx 0.000 0.000 0.000 0.000
Mtmín 0.000 0.000 0.000 0.000
Mtmáx 0.000 0.000 0.000 0.000
Mymín -4.610 -4.610 -4.610 -4.610
Mymáx -0.037 -0.037 -0.037 -0.037
Mzmín 0.000 0.000 0.000 0.000
Mzmáx 0.000 0.000 0.000 0.000
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[Link]. Resistência
Referências:
N: Esforço axial (t)
Vy: Esforço cortante segundo o eixo local Y da barra. (t)
Vz: Esforço cortante segundo o eixo local Z da barra. (t)
Mt: Momento torsor (t·m)
My: Momento fletor no plano 'XZ' (rotação da seção em relação ao eixo local 'Y' da barra). (t·m)
Mz: Momento fletor no plano 'XY' (rotação da seção em relação ao eixo local 'Z' da barra). (t·m)
Os esforços indicados são os correspondentes à combinação desfavorável, ou seja, aquela que solicita a máxima resistência
da seção.
h: Aproveitamento da resistência. A barra cumpre as condições de resistência da Norma se cumprir que h £ 100%.
Verificação de resistência
Esforços desfavoráveis
h Posição
Barra N Vy Vz Mt My Mz Origem Estado
(%) (m)
(t) (t) (t) (t·m) (t·m) (t·m)
N1/N5 82.23 0.000 -69.176 0.000 0.000 0.000 -4.610 0.000 G Passa
N5/N2 0.03 0.000 -0.040 0.000 -0.002 0.000 0.000 0.000 G Passa
N2/N6 0.05 0.300 0.002 0.000 0.032 0.000 -0.004 0.000 G Passa
N6/N3 75.56 0.273 0.000 0.000 -7.582 0.000 -8.874 0.000 G Passa
N3/N4 53.01 0.000 0.000 0.000 -7.541 0.000 -4.738 0.000 G Passa
[Link]. Flechas
Referências:
Pos.: Valor da coordenada sobre o eixo 'X' local do grupo de flecha no ponto onde se produz o valor péssimo da flecha.
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L.: Distância entre dois pontos de corte consecutivos da deformada com a reta que une os nós extremos do grupo de
flecha.
Flechas
Flecha máxima absoluta xy Flecha máxima absoluta xz Flecha ativa absoluta xy Flecha ativa absoluta xz
Flecha máxima relativa xy Flecha máxima relativa xz Flecha ativa relativa xy Flecha ativa relativa xz
Grupo
Pos. Flecha Pos. Flecha Pos. Flecha Pos. Flecha
(m) (mm) (m) (mm) (m) (mm) (m) (mm)
0.000 0.00 0.074 0.01 0.000 0.00 0.074 0.01
N1/N2
- L/(>1000) 0.074 L/(>1000) - L/(>1000) 0.074 L/(>1000)
0.000 0.00 0.323 0.26 0.000 0.00 0.323 0.25
N2/N3
- L/(>1000) 0.323 L/(>1000) - L/(>1000) 0.323 L/(>1000)
0.000 0.00 0.315 0.09 0.000 0.00 0.315 0.09
N3/N4
- L/(>1000) 0.315 L/(>1000) - L/(>1000) 0.315 L/(>1000)
0.000 0.00 0.000 0.00 0.000 0.00 0.000 0.00
N5/N6
- L/(>1000) - L/(>1000) - L/(>1000) - L/(>1000)
Barra N1/N5
Perfil: Tubo 250x160x10, Caixa dupla soldada (Cordão descontínuo)
Material: Aço (A-36)
Nós Características mecânicas
Comprimento
(m) Área Ix(1) Iy(1) It(2)
Inicial Final
(cm²) (cm4) (cm4) (cm4)
N1 N5 0.530 76.07 6336.53 3148.12 25.36
Notas:
(1)
Inércia em relação ao eixo indicado
(2)
Momento de inércia à torção uniforme
Nota: A análise de peças compostas é realizada através da verificação de cada um dos perfis simples que as constituem. As
verificações destes perfis são realizadas para os esforços calculados a partir daqueles que atuam sobre a peça composta,
segundo as suas características mecânicas. Para as verificações de estabilidade, utiliza-se a esbeltez mecânica ideal, obtida em
função da esbeltez da peça e uma esbeltez complementar que considera a distância das ligações entre os perfis simples.
Valores máximos da relação comprimento-espessura (ABNT NBR 14762:2010 Artigo 9.1.2 Tabela 4)
Elemento: Alma
Em almas de vigas sem enrijecedores transversais, a relação largura-espessura não deve ultrapassar o
valor 200.
(b / t) 200 (b/t) : 22
Sendo:
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Nc,Sd
= 1 h: 0.430
Nc,Rd
A força normal de compressão resistente de cálculo Nc,Rd deve ser tomada como:
Onde:
Aef: Área efetiva da seção transversal da barra. Aef : 38.03 cm²
2
c: Fator de redução associado à flambagem, 0 1,5 0.658 0 c: 1.00
Sendo:
l0: Índice de esbeltez reduzido para barras comprimidas. l0, ft : 0.09
0.5
Af
0 y
Ne
Sendo:
Ne: Esforço axial crítico elástico de flambagem mínimo. Ne : 11275.341 t
A: Área bruta da seção transversal da barra. A : 38.03 cm²
fy: Tensão de escoamento. fy : 2548.42 kgf/cm²
g: Coeficiente de ponderação das resistências. g : 1.2
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A tensão crítica elástica de flambagem scr é o valor da menor das raízes da seguinte equação cúbica:
i20 cr cr,x cr cr,y cr cr,T 2cr cr cr,y x20 2cr cr cr,x y20 0 scr : 296457.46 kgf/cm²
Onde:
scr,x: Tensão crítica elástica de flambagem por flexão da seção composta, em torno do eixo X. scr,x : 596709.69 kgf/cm²
scr,y: Tensão crítica elástica de flambagem por flexão da seção composta, em torno do eixo Y. scr,y : 296457.46 kgf/cm²
scr,T: Tensão crítica elástica de flambagem por torção da seção composta. scr,T : ¥
Ix: Momento de inércia da seção composta, em relação ao eixo X. Ix : 6336.53 cm4
Iy: Momento de inércia da seção composta, em relação ao eixo Y. Iy : 3148.12 cm4
It: Módulo de torção uniforme da seção composta. It : 25.36 cm4
Cw: Constante de empenamento da seção composta. Cw : 0.00 cm6
E: Módulo de elasticidade. E : 2038736 kgf/cm²
G: Módulo de elasticidade transversal. G : 784129 kgf/cm²
lx: Esbeltez mecânica da seção composta, em relação ao eixo X, calculada levando em conta
o tipo de ligações e o espaçamento. lx : 5.81
ly: Esbeltez mecânica da seção composta, em relação ao eixo Y, calculada levando em conta
o tipo de ligações e o espaçamento. ly : 8.24
KzLz: Comprimento efetivo de flambagem por torção da seção composta. KzLz : 0.000 m
r0: Raio de giração polar da seção composta, em relação ao centro de torção.
Sendo:
rx, ry: Raios de giração da seção composta, em relação aos eixos principais de rx : 9.13 cm
inércia X e Y. ry : 6.43 cm
x0, y0: Coordenadas do centro de torção na direção dos eixos principais X e Y, x0 : 0.00 cm
respectivamente, relativas ao centro de gravidade da seção composta. y0 : 0.00 cm
MSd
= 1 h: 0.393
MRd
O momento fletor desfavorável de cálculo MSd é obtido para a combinação de hipóteses MSd : 2.305 t·m
1.25·PP+1.5·SCU1.
O momento fletor resistente de cálculo MRd deve ser tomado como o menor valor calculado em a) y b): MRd : 5.872 t·m
Onde:
Wef: Módulo de resistência elástico da seção efetiva calculado com base nas larguras
efetivas dos elementos, conforme 9.2, com s calculada para o estado limite último de
escoamento da seção. Wef : 253.46 cm³
fy: Tensão de escoamento. fy : 2548.42 kgf/cm²
g: Coeficiente de ponderação das resistências. g: 1.1
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Onde:
Nc,Sd: Força normal de compressão solicitante de cálculo. Nc,Sd : 34.588 t
Mx,Sd, My,Sd: Momentos fletores solicitantes de cálculo em relação aos eixos X e Y, Mx,Sd : 2.305 t·m
respectivamente. My,Sd : 0.000 t·m
Nc,Rd: Força normal de compressão resistente de cálculo, conforme 9.7. Nc,Rd : 80.481 t
Mx,Rd, My,Rd: Momentos fletores resistentes de cálculo em relação aos eixos X e Y, Mx,Rd : 5.872 t·m
respectivamente, calculados conforme 9.8.2. My,Rd : 0.761 t·m
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Nota: A análise de peças compostas é realizada através da verificação de cada um dos perfis simples que as constituem. As
verificações destes perfis são realizadas para os esforços calculados a partir daqueles que atuam sobre a peça composta,
segundo as suas características mecânicas. Para as verificações de estabilidade, utiliza-se a esbeltez mecânica ideal, obtida em
função da esbeltez da peça e uma esbeltez complementar que considera a distância das ligações entre os perfis simples.
Valores máximos da relação comprimento-espessura (ABNT NBR 14762:2010 Artigo 9.1.2 Tabela 4)
Elemento: Alma
Em almas de perfis U não enrijezidos sujeitas à compressão uniforme, a relação largura-espessura não
deve ultrapassar o valor 90.
(b / t) 90 (b/t) : 22
Sendo:
b: Comprimento do elemento. b : 218.00 mm
t: A espessura. t : 10.00 mm
Nc,Sd
= 1 h< 0.001
Nc,Rd
O esforço solicitante de cálculo desfavorável produz-se no nó N5, para a combinação de ações 1.25·PP.
A força normal de compressão resistente de cálculo Nc,Rd deve ser tomada como:
Onde:
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2
c: Fator de redução associado à flambagem, 0 1,5 0.6580 c: 0.99
Sendo:
l0: Índice de esbeltez reduzido para barras comprimidas. l0, ft : 0.12
0.5
Afy
0
Ne
Sendo:
Ne: Esforço axial crítico elástico de flambagem mínimo. Ne : 7055.566 t
A: Área bruta da seção transversal da barra. A : 38.03 cm²
fy: Tensão de escoamento. fy : 2548.42 kgf/cm²
g: Coeficiente de ponderação das resistências. g : 1.2
A tensão crítica elástica de flambagem scr é o valor da menor das raízes da seguinte equação cúbica:
i20 cr cr,x cr cr,y cr cr,T 2cr cr cr,y x20 2cr cr cr,x y20 0 scr : 185508.80 kgf/cm²
Onde:
scr,x: Tensão crítica elástica de flambagem por flexão da seção composta, em torno do eixo X. scr,x : 373392.19 kgf/cm²
scr,y: Tensão crítica elástica de flambagem por flexão da seção composta, em torno do eixo Y. scr,y : 185508.80 kgf/cm²
scr,T: Tensão crítica elástica de flambagem por torção da seção composta. scr,T : ¥
Ix: Momento de inércia da seção composta, em relação ao eixo X. Ix : 6336.53 cm4
Iy: Momento de inércia da seção composta, em relação ao eixo Y. Iy : 3148.12 cm4
It: Módulo de torção uniforme da seção composta. It : 25.36 cm4
Cw: Constante de empenamento da seção composta. Cw : 0.00 cm6
E: Módulo de elasticidade. E : 2038736 kgf/cm²
G: Módulo de elasticidade transversal. G : 784129 kgf/cm²
lx: Esbeltez mecânica da seção composta, em relação ao eixo X, calculada levando em conta
o tipo de ligações e o espaçamento. lx : 7.34
ly: Esbeltez mecânica da seção composta, em relação ao eixo Y, calculada levando em conta
o tipo de ligações e o espaçamento. ly : 10.41
KzLz: Comprimento efetivo de flambagem por torção da seção composta. KzLz : 0.000 m
r0: Raio de giração polar da seção composta, em relação ao centro de torção.
Sendo:
rx, ry: Raios de giração da seção composta, em relação aos eixos principais de rx : 9.13 cm
inércia X e Y. ry : 6.43 cm
x0, y0: Coordenadas do centro de torção na direção dos eixos principais X e Y, x0 : 0.00 cm
respectivamente, relativas ao centro de gravidade da seção composta. y0 : 0.00 cm
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O esforço cortante solicitante de cálculo desfavorável VSd produz-se para a combinação de VSd : 0.001 t
hipóteses 1.25·PP.
A força cortante resistente de cálculo da alma VRd deve ser calculada por: (1)V
Rd : 30.303 t
h t 1.08 Ek v fy
0.5
para (1)
VRd 0.6fyht 1.08(EKV/fy)0.5 : 68.31
h t 1.4 Ek v fy
0.5
para (3)
VRd 0.905Ek v t 3 h 1.4(EKV/fy)0.5 : 88.54
Onde:
t: Espessura da alma. t : 10.00 mm
h: Largura da alma. h : 218.00 mm
fy: Tensão de escoamento. fy : 2548.42 kgf/cm²
E: Módulo de elasticidade. E : 2038736 kgf/cm²
g: Coeficiente de ponderação das resistências. g : 1.1
KV: Coeficiente de flambagem local por cisalhamento, que para a alma sem
enrijecedores transversais é dado por: KV : 5.00
k v 5.00
Resistência ao momento fletor X e esforço cortante Y combinados (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.8.4)
Não há interação entre o momento fletor e o esforço cortante para nenhuma combinação. Assim a verificação não será
executada.
Resistência ao momento fletor Y e esforço cortante X combinados (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.8.4)
Não há interação entre o momento fletor e o esforço cortante para nenhuma combinação. Assim a verificação não será
executada.
Resistência à flexo-compressão (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.9)
Não há interação entre o esforço axial de compressão e o momento fletor para nenhuma combinação. Assim a verificação não
será executada.
Resistência à flexo-tração (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.9)
Não há interação entre o esforço axial de tração e o momento fletor para nenhuma combinação. Assim a verificação não será
executada.
Resistência à torção (Critério da CYPE Ingenieros)
A verificação não é necessária, já que não existe momento torsor.
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Barra N2/N6
Perfil: Tubo 250x160x10, Caixa dupla soldada (Cordão descontínuo)
Material: Aço (A-36)
Nós Características mecânicas
Comprimento
(m) Área Ix(1) Iy(1) It(2)
Inicial Final
(cm²) (cm4) (cm4) (cm4)
N2 N6 0.300 76.07 6336.53 3148.12 25.36
Notas:
(1)
Inércia em relação ao eixo indicado
(2)
Momento de inércia à torção uniforme
Nota: A análise de peças compostas é realizada através da verificação de cada um dos perfis simples que as constituem. As
verificações destes perfis são realizadas para os esforços calculados a partir daqueles que atuam sobre a peça composta,
segundo as suas características mecânicas. Para as verificações de estabilidade, utiliza-se a esbeltez mecânica ideal, obtida em
função da esbeltez da peça e uma esbeltez complementar que considera a distância das ligações entre os perfis simples.
Valores máximos da relação comprimento-espessura (ABNT NBR 14762:2010 Artigo 9.1.2 Tabela 4)
Elemento: Alma
Em almas de perfis U não enrijezidos sujeitas à compressão uniforme, a relação largura-espessura não
deve ultrapassar o valor 90.
(b / t) 90 (b/t) : 22
Sendo:
b: Comprimento do elemento. b : 218.00 mm
t: A espessura. t : 10.00 mm
Limitação de esbeltez (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.7.4)
O índice de esbeltez KL/r das barras comprimidas não deve exceder 200.
Para barras compostas comprimidas, isto é, aquelas constituídas por um ou mais perfis associados, além
de atender ao disposto em 9.7.4, o índice de esbeltez de cada perfil componente da barra deve ser
inferior:
a) à metade do índice de esbeltez máximo do conjunto, para o caso de presilhas (chapas
separadoras);
lxx,c : 3.3
c = KLc /rc 300
lyy,c < 0.1
Onde:
KxLx,c: Comprimento efetivo de flambagem por flexão da seção composta, em relação ao eixo X. KxLx,c : 0.300 m
KyLy,c: Comprimento efetivo de flambagem por flexão da seção composta, em relação ao eixo Y. KyLy,c : 0.000 m
rx,c: Raio de giração da seção composta, em relação ao eixo principal X. rx,c : 9.13 cm
ry,c: Raio de giração da seção composta, em relação ao eixo principal Y. ry,c : 6.43 cm
KxLx,s: Comprimento efetivo de flambagem por flexão da seção simples, em relação ao eixo X. KxLx,s : 0.300 m
KyLy,s: Comprimento efetivo de flambagem por flexão da seção simples, em relação ao eixo Y. KyLy,s : 0.000 m
rx,s: Raio de giração da seção simples, em relação ao eixo principal X. rx,s : 9.13 cm
ry,s: Raio de giração da seção simples, em relação ao eixo principal Y. ry,s : 2.28 cm
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Nt,Sd
= 1 h< 0.001
Nt,Rd
A força normal de tração resistente de cálculo Nt,Rd deve ser tomada como:
Onde:
A: Área bruta da seção transversal da barra. A : 38.03 cm²
fy: Tensão de escoamento. fy : 2548.42 kgf/cm²
g: Coeficiente de ponderação das resistências. g: 1.1
VSd
= 1 h: 0.001
VRd
O esforço cortante solicitante de cálculo desfavorável VSd produz-se no nó N6, para a VSd : 0.016 t
combinação de hipóteses 1.25·PP.
A força cortante resistente de cálculo da alma VRd deve ser calculada por: (1)V
Rd : 30.303 t
h t 1.08 Ek v fy
0.5
para (1)
VRd 0.6fyht 1.08(EKV/fy)0.5 : 68.31
h t 1.4 Ek v fy
0.5
para (3)
VRd 0.905Ek v t 3 h 1.4(EKV/fy)0.5 : 88.54
Onde:
t: Espessura da alma. t : 10.00 mm
h: Largura da alma. h : 218.00 mm
fy: Tensão de escoamento. fy : 2548.42 kgf/cm²
E: Módulo de elasticidade. E : 2038736 kgf/cm²
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Resistência ao momento fletor X e esforço cortante Y combinados (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.8.4)
Não há interação entre o momento fletor e o esforço cortante para nenhuma combinação. Assim a verificação não será
executada.
Resistência ao momento fletor Y e esforço cortante X combinados (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.8.4)
Não há interação entre o momento fletor e o esforço cortante para nenhuma combinação. Assim a verificação não será
executada.
Resistência à flexo-compressão (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.9)
Não há interação entre o esforço axial de compressão e o momento fletor para nenhuma combinação. Assim a verificação não
será executada.
Resistência à flexo-tração (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.9)
Não há interação entre o esforço axial de tração e o momento fletor para nenhuma combinação. Assim a verificação não será
executada.
Resistência à torção (Critério da CYPE Ingenieros)
A verificação não é necessária, já que não existe momento torsor.
Barra N6/N3
Perfil: Tubo 250x160x10, Caixa dupla soldada (Cordão descontínuo)
Material: Aço (A-36)
Nós Características mecânicas
Comprimento
(m) Área Ix(1) Iy(1) It(2)
Inicial Final
(cm²) (cm4) (cm4) (cm4)
N6 N3 0.820 76.07 6336.53 3148.12 25.36
Notas:
(1)
Inércia em relação ao eixo indicado
(2)
Momento de inércia à torção uniforme
Nota: A análise de peças compostas é realizada através da verificação de cada um dos perfis simples que as constituem. As
verificações destes perfis são realizadas para os esforços calculados a partir daqueles que atuam sobre a peça composta,
segundo as suas características mecânicas. Para as verificações de estabilidade, utiliza-se a esbeltez mecânica ideal, obtida em
função da esbeltez da peça e uma esbeltez complementar que considera a distância das ligações entre os perfis simples.
Valores máximos da relação comprimento-espessura (ABNT NBR 14762:2010 Artigo 9.1.2 Tabela 4)
Elemento: Alma
Em almas de vigas sem enrijecedores transversais, a relação largura-espessura não deve ultrapassar o
valor 200.
(b / t) 200 (b/t) : 22
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IOCHPE MAXION S A LIMEIRA Data: 25/03/26
Sendo:
b: Comprimento do elemento. b : 218.00 mm
t: A espessura. t : 10.00 mm
MSd
= 1 h: 0.756
MRd
O momento fletor solicitante de cálculo desfavorável MSd produz-se num ponto situado a uma distância MSd : 4.437 t·m
de 0.273 m do nó N6, para a combinação de hipóteses 1.25·PP+1.5·SCU1.
O momento fletor resistente de cálculo MRd deve ser tomado como o menor valor calculado em a) y b): MRd : 5.872 t·m
Onde:
Wef: Módulo de resistência elástico da seção efetiva calculado com base nas larguras
efetivas dos elementos, conforme 9.2, com s calculada para o estado limite último de
escoamento da seção. Wef : 253.46 cm³
fy: Tensão de escoamento. fy : 2548.42 kgf/cm²
g: Coeficiente de ponderação das resistências. g: 1.1
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IOCHPE MAXION S A LIMEIRA Data: 25/03/26
VSd
= 1 h: 0.125
VRd
O esforço cortante solicitante de cálculo desfavorável VSd produz-se num ponto situado a VSd : 3.791 t
uma distância de 0.273 m do nó N6, para a combinação de hipóteses 1.25·PP+1.5·SCU1.
A força cortante resistente de cálculo da alma VRd deve ser calculada por: (1)V
Rd : 30.303 t
h t 1.08 Ek v fy
0.5
para (1)
VRd 0.6fyht 1.08(EKV/fy)0.5 : 68.31
h t 1.4 Ek v fy
0.5
para (3)
VRd 0.905Ek v t 3 h 1.4(EKV/fy)0.5 : 88.54
Onde:
t: Espessura da alma. t : 10.00 mm
h: Largura da alma. h : 218.00 mm
fy: Tensão de escoamento. fy : 2548.42 kgf/cm²
E: Módulo de elasticidade. E : 2038736 kgf/cm²
g: Coeficiente de ponderação das resistências. g : 1.1
KV: Coeficiente de flambagem local por cisalhamento, que para a alma sem
enrijecedores transversais é dado por: KV : 5.00
k v 5.00
Resistência ao momento fletor X e esforço cortante Y combinados (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.8.4)
Os esforços solicitantes de cálculo desfavoráveis MSd e VSd produzem-se num ponto situado a uma
distância 0.273 m do nó N6, para a combinação de hipóteses 1.25·PP+1.5·SCU1.
Para barras sem enrijecedores transversais de alma, o momento fletor solicitante de cálculo e a força
cortante solicitante de cálculo devem satisfazer à seguinte expressão de interação:
2 2
M V
= Sd Sd h : 0.587
M0,Rd V0,Rd
Onde:
MSd: Momento fletor solicitante de cálculo. MSd : 4.437 t·m
M0,Rd: Momento fletor resistente de cálculo conforme [Link]. M0,Rd : 5.872 t·m
VSd: Força cortante solicitante de cálculo. VSd : 3.791 t
VRd: Força cortante resistente de cálculo conforme 9.8.3. VRd : 30.303 t
Resistência ao momento fletor Y e esforço cortante X combinados (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.8.4)
Não há interação entre o momento fletor e o esforço cortante para nenhuma combinação. Assim a verificação não será
executada.
Página 28
Relatórios
IOCHPE MAXION S A LIMEIRA Data: 25/03/26
Nota: A análise de peças compostas é realizada através da verificação de cada um dos perfis simples que as constituem. As
verificações destes perfis são realizadas para os esforços calculados a partir daqueles que atuam sobre a peça composta,
segundo as suas características mecânicas. Para as verificações de estabilidade, utiliza-se a esbeltez mecânica ideal, obtida em
função da esbeltez da peça e uma esbeltez complementar que considera a distância das ligações entre os perfis simples.
Valores máximos da relação comprimento-espessura (ABNT NBR 14762:2010 Artigo 9.1.2 Tabela 4)
Elemento: Alma
Em almas de vigas sem enrijecedores transversais, a relação largura-espessura não deve ultrapassar o
valor 200.
(b / t) 200 (b/t) : 20
Sendo:
b: Comprimento do elemento. b : 198.00 mm
t: A espessura. t : 10.00 mm
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MSd
= 1 h: 0.530
MRd
O momento fletor desfavorável de cálculo MSd é obtido para o nó N3, para a combinação de hipóteses MSd : 2.369 t·m
1.25·PP+1.5·SCU1.
O momento fletor resistente de cálculo MRd deve ser tomado como o menor valor calculado em a) y b): MRd : 4.469 t·m
Onde:
Wef: Módulo de resistência elástico da seção efetiva calculado com base nas larguras
efetivas dos elementos, conforme 9.2, com s calculada para o estado limite último de
escoamento da seção. Wef : 192.89 cm³
fy: Tensão de escoamento. fy : 2548.42 kgf/cm²
g: Coeficiente de ponderação das resistências. g: 1.1
VSd
= 1 h: 0.137
VRd
O esforço cortante solicitante de cálculo desfavorável VSd produz-se no nó N3, para a VSd : 3.770 t
combinação de hipóteses 1.25·PP+1.5·SCU1.
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A força cortante resistente de cálculo da alma VRd deve ser calculada por: (1)V
Rd : 27.523 t
h t 1.08 Ek v fy
0.5
para (1)
VRd 0.6fyht 1.08(EKV/fy)0.5 : 68.31
h t 1.4 Ek v fy
0.5
para (3)
VRd 0.905Ek v t 3 h
1.4(EKV/fy)0.5 : 88.54
Onde:
t: Espessura da alma. t : 10.00 mm
h: Largura da alma. h : 198.00 mm
fy: Tensão de escoamento. fy : 2548.42 kgf/cm²
E: Módulo de elasticidade. E : 2038736 kgf/cm²
g: Coeficiente de ponderação das resistências. g : 1.1
KV: Coeficiente de flambagem local por cisalhamento, que para a alma sem
enrijecedores transversais é dado por: KV : 5.00
k v 5.00
Resistência ao momento fletor X e esforço cortante Y combinados (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.8.4)
Os esforços de cálculo desfavoráveis MSd e VSd são obtidos no nó N3, para a combinação de hipóteses
1.25·PP+1.5·SCU1.
Para barras sem enrijecedores transversais de alma, o momento fletor solicitante de cálculo e a força
cortante solicitante de cálculo devem satisfazer à seguinte expressão de interação:
2 2
M V
= Sd Sd h : 0.300
M0,Rd V0,Rd
Onde:
MSd: Momento fletor solicitante de cálculo. MSd : 2.369 t·m
M0,Rd: Momento fletor resistente de cálculo conforme [Link]. M0,Rd : 4.469 t·m
VSd: Força cortante solicitante de cálculo. VSd : 3.770 t
VRd: Força cortante resistente de cálculo conforme 9.8.3. VRd : 27.523 t
Resistência ao momento fletor Y e esforço cortante X combinados (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.8.4)
Não há interação entre o momento fletor e o esforço cortante para nenhuma combinação. Assim a verificação não será
executada.
Resistência à flexo-compressão (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.9)
Não há interação entre o esforço axial de compressão e o momento fletor para nenhuma combinação. Assim a verificação não
será executada.
Resistência à flexo-tração (ABNT NBR 14762:2010, Artigo 9.9)
Não há interação entre o esforço axial de tração e o momento fletor para nenhuma combinação. Assim a verificação não será
executada.
Resistência à torção (Critério da CYPE Ingenieros)
A verificação não é necessária, já que não existe momento torsor.
Barra N5/N6
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Esta barra é indeformável em todo seu comprimento razão pela que não é necessária a verificação.
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Barras Estado
N5/N6 Esta barra é indeformável em todo seu comprimento razão pela que não é necessária a verificação.
Notação:
b/t: Valores máximos da relação comprimento-espessura
l: Limitação de esbeltez
Nt: Resistência à tração
Nc: Resistência à compressão
Mx: Resistência à flexão eixo X
My: Resistência à flexão eixo Y
Vx: Resistência ao esforço cortante X
Vy: Resistência ao esforço cortante Y
MxVy: Resistência ao momento fletor X e esforço cortante Y combinados
MyVx: Resistência ao momento fletor Y e esforço cortante X combinados
NcMxMy: Resistência à flexo-compressão
NtMxMy: Resistência à flexo-tração
Mt: Resistência à torção
x: Distância à origem da barra
h: Coeficiente de aproveitamento (%)
N.A.: Não aplicável
Verificações desnecessárias para o tipo de perfil (N.A.):
(1)
A verificação não será executada, já que não existe esforço axial de tração.
(2)
A verificação não será executada, já que não existe momento fletor.
(3)
A verificação não será executada, já que não existe esforço cortante.
(4)
Não há interação entre o momento fletor e o esforço cortante para nenhuma combinação. Assim a verificação não será executada.
(5)
Não há interação entre o esforço axial de tração e o momento fletor para nenhuma combinação. Assim a verificação não será executada.
(6)
A verificação não é necessária, já que não existe momento torsor.
(7)
Não há interação entre o esforço axial de compressão e o momento fletor para nenhuma combinação. Assim a verificação não será executada.
(8)
A verificação não será executada, já que não existe esforço axial de compressão.
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Engº ALEXSANDRO GARCIA
CREA n° 5062086038
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