PPRA
Programa de
Prevenção de
Riscos
Ambientais
Com base na Portaria nº 3.214/78,
NR-09, Ministério do Trabalho.
Validade:
De Março/16 à Fevereiro/17,
podendo sofrer alterações de
acordo com a necessidade da
empresa.
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ÍNDICE
1. INTRODUÇÃO...................................................................................................... 3
2. DADOS DA EMPRESA.........................................................................................3
3. ESTRUTURA DO PPRA.......................................................................................4
4. DESENVOLVIMENTO DO PPRA.........................................................................6
5. MEDIDAS DE CONTROLE/PREVENTIVAS.......................................................11
6. ORIENTAÇÕES E RECOMENDAÇÕES.............................................................13
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS................................................................................14
8. ANEXOS..............................................................................................................16
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1. INTRODUÇÃO
O presente trabalho foi feito com base na NR-09 da Portaria MTE nº. 3.214/78
de 08/06/78, alterada pela Portaria SSST Nº. 25 de 29/12/94 (Lei nº 6.514 de 22 de
dezembro de 1994), que estabelece a obrigatoriedade de elaboração e
implementação do PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, visando à
prevenção da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação,
reconhecimento, avaliação e consequentemente o controle da ocorrência de riscos
ambientais de trabalho, existentes na empresa, que podem ser identificados e
mensurados, definindo ações para atenuá-los, extingui-los ou mantê-los sob
controle.
2. DADOS DA EMPRESA
Razão Social Brasal Administração e Participações Ltda.
Endereço Sia Sul, Quadra 01, Lote 630, Guará, Brasília/DF.
CNPJ 36.756.997/0001-51
Grau de Risco /
CNAE 70.20-4-00 1 / C-29
Grupo
Atividade Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto
Econômica consultoria técnica específica.
Quantidade de
No momento da visita técnica, 102 (cento e dois) empregados.
Empregados
Jornada de 8h diárias, 44h semanais;
Trabalho
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2ª a 6ª feira das 08 às 12:00h e das 14:00h às 18:00h;
Sábado das 08:00h às 12:00h.
3. ESTRUTURA DO PPRA
O PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais visa à preservação
da Saúde e da Integridade dos Trabalhadores, através da antecipação,
reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos
ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em
consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.
O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa
no campo da prevenção da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar
articulado com o disposto nas demais NR, em especial com o Programa de Controle
Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) previsto na NR-07.
3.1. Planejamento Anual
O planejamento deverá ser feito anualmente ou, quando ocorrerem alterações
significativas no processo, como a inclusão ou retirada de máquina ruidosa do
ambiente de trabalho, a mudança na atividade principal da empresa, a utilização de
produto químico agressivo não considerado no momento da elaboração do
documento.
3.2. Metas a serem atingidas
Serão definidas metas a serem atingidas ao longo do ano, estabelecidas de
acordo com a prioridade de cada uma, sempre considerando a hierarquia de ações
sugeridas pela legislação, que consiste na eliminação do risco primeiro pela
instalação de Equipamentos de Proteção Coletiva – EPC´s, seguida da adoção de
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medidas de caráter Administrativo/Organizacional e, somente por último, pelo
fornecimento de Equipamentos de Proteção Individuais – EPI´s.
3.3. Cronograma de Execução das Ações
A execução das ações previstas deverá ser feita pela empresa, respeitando os
prazos determinados no cronograma, que foi elaborado com base na sequência de
ações citadas no item anterior.
O monitoramento deverá ser realizado através de inspeções nos ambientes de
trabalho, para observar as condições de exposição aos riscos e dar ciência para os
responsáveis e trabalhadores sobre os riscos encontrados e os cuidados que
deverão ser tomados, para evitar acidentes e doenças no trabalho.
3.4. Estratégia e Metodologia de Ações
A estratégia e metodologia de ação visam garantir a adoção de medidas de
controle nos ambientes de trabalho, para a efetiva proteção dos trabalhadores,
obedecendo hierarquicamente o seguinte:
Eliminar ou reduzir a utilização ou formação de agentes prejudiciais à
saúde ou à integridade física dos trabalhadores;
Prevenir o aparecimento, a liberação ou disseminação de agentes
prejudiciais à saúde no ambiente de trabalho;
Reduzir os níveis ou a concentração de agentes nocivos prejudiciais à
saúde no ambiente de trabalho;
Treinar os trabalhadores, informando-os sobre a agressividade dos
riscos identificados (físicos, químicos e biológicos), e seus possíveis efeitos sobre o
organismo.
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3.5. Registro, Manutenção e Divulgação de Dados
Deverá ser mantido pela empresa um registro de dados, estruturado de forma
a constituir um histórico técnico e administrativo do desenvolvimento do PPRA.
O registro de dados deverá estar sempre disponível aos trabalhadores
interessados ou seus representantes e para as autoridades competentes.
Os dados deverão ser mantidos por um período mínimo de 20 (vinte) anos.
A divulgação dos dados poderá ser feita de diversas maneiras, dependendo
do porte do estabelecimento. As formas mais comuns são: Treinamentos
específicos; Reuniões setoriais; Reuniões da CIPA – Comissão Interna de
Prevenção de Acidentes (quando houver); Programa de integração; Palestras
avulsas.
3.6. Periodicidade e Forma de Avaliação
A avaliação do Programa deverá ser feita sempre que necessária e, pelo
menos uma vez ao ano, deverá ser realizada uma Análise Global do PPRA para
avaliação de seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e
estabelecimento de novas metas e prioridades.
4. DESENVOLVIMENTO DO PPRA
O desenvolvimento do PPRA inclui a antecipação e reconhecimento dos
riscos, estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle, avaliação
dos riscos e da exposição dos trabalhadores, implantação de medidas de controle e
avaliação de sua eficácia, monitoramento da exposição aos riscos e registro e
divulgação dos dados.
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As ações do PPRA foram desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento
da empresa, com a participação dos trabalhadores, sendo sua abrangência e
profundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de
controle.
4.1 RISCOS AMBIENTAIS:
Através de visita técnica foram levantadas as informações:
4.1.1 Reconhecimento dos riscos ambientais nos locais de trabalho;
4.1.2 Avaliação dos riscos relacionando os cargos/função a eles expostos;
4.1.3 Metodologia das Avaliações;
4.1.4 Medidas Preventivas para monitoramento dos riscos ambientais –
Cronograma de Ações.
4.1.1 Reconhecimento dos Riscos Ambientais nos locais de trabalho:
Com base na descrição dos cargos contida no PCMSO da empresa (Fevereiro de
2016 a Fevereiro de 2017), foram reconhecidos os riscos ambientais e as
seguintes informações:
Identificação e Localização das fontes geradoras;
Trajetórias e meios de propagação dos agentes no ambiente de trabalho;
Tipo de exposição.
Classificação dos Riscos Ambientais:
A NR-9 (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), Norma
Regulamentadora do Ministério do Trabalho, Portaria nº 3.214/78 e alterações,
considera riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes
nos ambientes de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou
intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do
trabalhador.
São eles:
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Agentes Físicos – diversas formas de energia a que possam estar expostos os
trabalhadores, tais como: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas
extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infrassom
e o ultrassom.
Agentes Químicos – substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar
no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas,
neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição,
possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por
ingestão.
Agentes Biológicos – bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus,
entre outros.
Além dos riscos ambientais, foram classificados os riscos de acidente e
ergonômico. Sendo:
Risco de Acidente – fatores que colocam em perigo o trabalhador ou afetam
sua integridade física ou moral. São considerados como riscos geradores de
acidentes: arranjo físico deficiente; máquinas e equipamentos sem proteção;
ferramentas inadequadas; ou defeituosas; eletricidade; incêndio ou explosão;
animais peçonhentos; armazenamento inadequado.
Risco Ergonômico – fatores que podem afetar a integridade física ou mental do
trabalhador, proporcionando-lhe desconforto ou doença.
4.1.2 Avaliação dos riscos relacionando os cargos/função a eles
expostos:
Com base na descrição dos cargos, foi elaborada a planilha em anexo: Cargo X
Atividade X Risco X EPI (Equipamento de Proteção Individual) – anexo I.
4.1.3 Metodologia das Avaliações:
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As avaliações ambientais para verificar o nível de pressão sonora, a umidade
e a luminosidade em determinados ambientes foram realizadas de forma
quantitativa.
O relatório das medições com as informações da metodologia aplicada,
aparelho utilizado na medição com teste de calibração e resultados encontrados
para os riscos ocupacionais encontra-se no anexo II.
Com base nas avaliações, foi elaborada a planilha
“Antecipação/Reconhecimento dos Riscos Ambientais” para cada cargo – anexo
III.
4.1.4 Medidas Preventivas para monitoramento dos riscos ambientais –
Cronograma de Ações:
Reconhecidos os riscos que envolvem cada cargo/função, foi realizado o
monitoramento ambiental dos agentes através das avaliações
quantitativas/qualitativas para implantar as medidas preventivas.
Cronograma de Ações do PPRA – anexo IV.
Para tal, verificamos se os valores coletados excederam os limites de
tolerância previstos na NR-15 (Atividades e Operações Insalubres) e seus anexos
para que as medidas preventivas sejam implantadas.
Tipo de Legislação
Agente Intensidade do Risco
Risco Vigente
Físico Não há ruído contínuo intenso Anexo nº 1
Ruído Contínuo
nos ambientes de trabalho. da NR-15.
Apresentado no relatório de
Anexo nº 2
Ruído de Impacto medições quantitativas anexo a
da NR-15.
este programa.
Calor Temperatura ambiente Anexo nº 3
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satisfatória com ventilação natural
em todos os ambientes de da NR-15.
trabalho.
Anexo nº 4 (Ergonomia) da NR-15.
Revogado pela Portaria nº 3.751/90
Nenhum agente presente no Anexo nº 5
Radiação Ionizante
ambiente de trabalho. da NR-15.
Condições Não há execução de atividades Anexo nº 6
Hiperbáricas sob condição hiperbárica. da NR-15.
Radiação Não- Nenhum agente presente no Anexo nº 7
Ionizante ambiente de trabalho. da NR-15.
Não há fontes produtoras de Anexo nº 8
Vibrações
vibrações. da NR-15.
Não há execução de atividades
Anexo nº 9
Frio em temperatura inferior a
da NR-15.
temperatura do ambiente.
Não há locais encharcados,
permanentemente molhados ou Anexo nº 10
Umidade
líquidos em condições da NR-15.
continuadas de aspersão.
Químico No exercício das atividades, os
trabalhadores não estão expostos
às fibras de asbesto respiráveis
Anexo nº 12
Poeiras Minerais ou poeira de asbesto em
da NR-15.
suspensão no ar originada pelo
asbesto ou por minerais,
materiais ou produtos.
Não há exposição permanente a
Anexos nº 11
produtos químicos que
Produtos Químicos e 13 da NR-
comprometa a saúde dos
15.
trabalhadores.
Benzeno Os trabalhadores não manipulam Anexo nº 13A
benzeno em suas atividades da NR-15.
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laborais.
Não há execução de serviços em
Biológic área com presença de agentes Anexo nº 14
Fungos, Bactérias
o biológicos que ponham em risco da NR-15.
a saúde dos trabalhadores.
5. MEDIDAS DE CONTROLE/PREVENTIVAS
Uso de EPIs e EPCs especificados em Ordem de Serviço, conforme item 1.7 da
NR-01, do Ministério do Trabalho;
Realizar palestra de Conscientização quanto à Saúde e à Segurança no Trabalho;
Realizar treinamentos de uso, conservação e limpeza do EPI, conforme NR-06
Seguir as orientações da NR-17 – Orientações quanto à Posturas Adequadas,
principalmente em atividades com microcomputadores;
Realizar treinamento para trabalho em altura conforme NR-35, quando
necessário;
Realizar exames médicos ocupacionais, conforme solicitação do PCMSO;
Realizar treinamento de NR10, quando necessário;
Realizar treinamento conforme NR-20, quando a atividade a ser desenvolvida
ficar em locais que sejam contemplados por esta NR (Segurança e Saúde no
Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis).
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5.1. RISCOS IDENTIFICADOS CONFORME NR-09 (PPRA)
Subitem 9.1.5 da NR-09: “Para efeito desta NR
consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e
biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em
função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo
de exposição, são capazes de causar danos à saúde do
trabalhador”.
Não foram identificados riscos ambientais que comprometessem a saúde
e a integridade física dos empregados lotados nos setores da empresa.
ERGONÔMICOS: Orientamos que seja realizado laudo ergonômico, com
base na NR-17.
5.2. EPC (EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA)
O Equipamento de Proteção Coletiva – EPC trata-se de todo dispositivo ou
sistema de âmbito coletivo, destinado à preservação da integridade física e da saúde
dos trabalhadores, assim como a de terceiros e tem como objetivo proporcionar a
preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, em geral.
Por exemplo: Extintores de incêndio, sinalização de segurança, proteção de
partes móveis de máquinas e equipamentos, capelas químicas, etc.
De acordo, ao subitem [Link] da NR- 09 (Programa de Prevenção de Riscos
Ambientais), quando comprovado pelo empregador ou instituição a
inviabilidade técnica da adoção de medidas de proteção
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coletiva ou quando estas não forem suficientes ou
encontrarem-se em fase de estudo, planejamento ou
implantação, ou ainda em caráter complementar ou
emergencial, deverão ser adotadas outras medidas,
obedecendo se à seguinte hierarquia:
a) medidas de caráter administrativo ou de organização do
trabalho;
b) utilização de equipamento de proteção individual – EPI.
MEDIDAS DE CARÁTER ADMINISTRATIVO OU DE ORGANIZAÇÃO
DO TRABALHO:
MEDIDAS SUGERIDAS A SEREM ADOTADAS
Adequação do ritmo de trabalho;
Ordem e limpeza;
Organização dos postos de trabalho;
Adequação de layout;
Iluminação apropriada para os postos de trabalho.
6. ORIENTAÇÕES E RECOMENDAÇÕES
6.1 CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes)
Caso não atenda ao que determina a NR-05, em seu Quadro nº 1
(Dimensionamento de CIPA), a empresa deverá designar um empregado para
cumprir os objetivos da NR-5 no local de trabalho.
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A empresa, através de designado, deverá desenvolver mecanismos e ações
de prevenção de acidentes e doenças decorrentes do ambiente de trabalho. Uma de
suas atribuições é tornar compatível, permanentemente, o trabalho com a promoção
da saúde do trabalhador. Inclui a verificação nos ambientes de trabalho, das
condições em que o trabalhador executa suas atividades e dos riscos a que está
exposto.
Uma das atribuições do designado da CIPA é colaborar no desenvolvimento e
implantação do PCMSO e PPRA e de outros Programas relacionados à segurança e
saúde no trabalho.
Caso seja instalada CIPA, os membros titulares e suplentes, tanto indicados
quanto eleitos, deverão se reunir mensalmente com o objetivo de prevenir acidentes
e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente
o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
6.2 IMPORTÂNCIA DA ELABORAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO PCMSO
(PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL).
Conforme NR-07, “o PCMSO é parte integrante do conjunto
mais amplo de iniciativas da empresa no campo de saúde dos
trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas
demais NR”.
O PCMSO deverá considerar as questões incidentes sobre o indivíduo e a
coletividade de trabalhadores, privilegiando o instrumento clínico-epidemiológico na
abordagem da relação entre sua saúde e o trabalho.
O PCMSO deverá ter caráter de prevenção, rastreamento e diagnóstico
precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, inclusive de natureza
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subclínica, além das constatações da existência de casos de doenças profissionais
ou danos irreversíveis à saúde dos trabalhadores.
O PCMSO deve incluir, entre outros, a realização obrigatória dos exames
médicos: admissional; periódico; de retorno ao trabalho; de mudança de função;
demissional”.
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA – visa a
preservação da saúde e a integridade física dos trabalhadores, que se preocupa em
orientar, conscientizar a empresa e seus empregados dos seus deveres de conviver
em um ambiente digno, seguro e saudável.
Portanto, de posse das avaliações dos riscos e das ações para controle, cabe
ao empregador juntamente com os trabalhadores, cumprirem o cronograma de
ações para conformidade.
O PPRA estará sendo coordenado por membro indicado pela Empresa, que a
critério do empregador, seja capaz de desenvolver e alcançar o sucesso do
Programa, podendo ser uma pessoa ou grupo de pessoas ou pelo SESMT (Serviço
Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho).
Através do coordenador designado, o empregador, deverá assegurar a
implantação e execução deste programa.
Cabe mencionar que a Empresa encontra-se comprometida com o
melhoramento do ambiente de trabalho, objetivando alcançar sucesso do Programa
implantado.
Brasília / DF, março de 2016.
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ELABORAÇÃO
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COORDENADOR DESTE PROGRAMA
Michel Costa Gomes
Técnico em Segurança do Trabalho
8. ANEXOS
8.1 ANEXO I: Cargo X Atividade X Risco X EPI;
8.2 ANEXO II: Relatório das Medições Ambientais - Luminosidade;
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8.3 ANEXO III: Antecipação/Reconhecimento dos Riscos Ambientais;
8.4 ANEXO IV: Cronograma de Ações do PPRA.
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