Razão Social: R.R.
DOS SANTOS ASSESSORIA DE SEGURANÇA DO
TRABALHO TLDA
CNPJ: 55.244.641/0001-83
CNAE: 71.19-7-04 Grau de Risco: 1
Unidade: PRO SSMA CONSULTORIA LTDA
Endereço: RUA HERMINIO ANTONIO, 565, APT 33. JARDIM NEREIDE, LIMEIRA
CEP: 13.486-186
Cidade: São Paulo UF: SP
CNPJ: 28.557.028/0001-43
CNAE: 71.12-0 Grau de Risco: 1
Ramo de
Serviços de engenharia
atividade:
RESPONSÁVEL TÉCNICO
Nome: Mara Rubia Gomes da Silva
Especialidade: Engenheiro(a) de Segurança do Trabalho
Documento: CREA 0091464 / SP
APRESENTAÇÃO / PREVISÃO LEGAL
O Documento Base do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) se insere no contexto da
Política de Gestão desta empresa buscando a melhoria contínua do ambiente de trabalho e a
preservação da saúde dos seus colaboradores e contratados. Está estruturado conforme disposto
na NR-1, instituída pela Portaria 4.219 de 20 de dezembro de 2022.
OBJETIVO
O Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR – visa “estabelecer as disposições gerais, o
campo de aplicação, os termos e as definições comuns às Normas Regulamentadoras - NR
relativas à segurança e saúde no trabalho”. Este Documento Base tem o objetivo estabelecer as
“diretrizes para o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e as medidas de prevenção em
Segurança e Saúde no Trabalho – SST”.
RESPONSABILIDADES
Esta empresa, cumpridora de requisitos legais, vem através deste Documento Base, implantar o
seu PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos, conforme preconiza a Lei nº 6514 de 22 de
dezembro de 1977 e a Portaria n.º 6730 de 12 de Março de 2020 que traz a redação da Norma
Regulamentadora 01 – NR 01. A reavaliação deste PGR é de responsabilidade da Empresa, que
se compromete dar continuidade ao programa supracitado, implementando e assegurando o
cumprimento das medidas de controle que se fizerem necessárias, de acordo com o cronograma
de ações estabelecido, bem como seu monitoramento contínuo.
Esta empresa promoverá uma análise global deste PGR, a cada 2 ou 3 anos (ou sempre que
necessário), mesmo porque a NR-01 não cita a validade deste PGR, para reavaliação de seu
desenvolvimento e a realização dos ajustes, estabelecendo novas metas e prioridades.
Empregador
• Assumir responsabilidade no que se refere às medidas técnicas e operacionais, que
devem ser implantadas para atender as exigências registradas no presente documento
(PGR) constantes na NR-01;
• Esclarecer que os resultados obtidos no presente levantamento e as recomendações
citadas neste documento implicam parecer essencialmente técnicos e científicos das
condições de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho, constatados durante a
avaliação de cada cargo/local de trabalho na ocasião em que exerciam suas atividades
laborais.
Supervisores e Líderes
• Supervisionar os trabalhadores para assegurar que os procedimentos corretos de
trabalho estão sendo observados;
• Assegurar que os equipamentos e máquinas estão em perfeito estado de
funcionamento;
• Garantir a ordem e limpeza de seu setor/área de trabalho;
• Comunicar informações sobre os riscos ambientais e procedimentos de controle
adotados;
• Consultar os trabalhadores sobre questões de segurança e saúde e orientá-los quando
necessário;
• Manter a área de Segurança Industrial informada das questões de segurança e saúde
do seu setor/área;
• Colaborar com a CIPA na investigação de acidentes ou doenças e na adoção de
medidas preventivas.
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Área da Segurança do Trabalho
• Assessorar a empresa no desenvolvimento e implantação do PGR;
• Realizar anualmente junto com a administração da Empresa e a CIPA com seus
membros a reavaliação do PGR;
• Manter registros de toda documentação relativa ao programa;
• Assegurar que todos os trabalhadores recebam treinamento adequado para as funções
que desempenham ou venham a desempenhar relativos ao escopo do PGR presentes
no inventário de riscos;
• Manter a integridade dos equipamentos de Segurança e Higiene Ocupacional no que se
refere à manutenção, calibração e guarda;
• Prever e manter disponíveis os recursos financeiros para a execução das atividades
deste programa, seja por recursos próprios ou de terceiros;
• Divulgar os dados e resultados relativos ao programa.
Empregados
• Colaborar e participar na implantação do PGR, como agentes de melhoria, com
permanente vigilância as Condições de Segurança e Saúde nos Ambientes de Trabalho;
• Seguir as orientações recebidas nos treinamentos previstos no PGR;
• Cumprir as Normas de Segurança e Saúde Ocupacional, visando seu bem-estar físico e
mental;
• Comunicar o responsável imediato, todas as ocorrências de condições inseguras
encontradas, que possam implicar riscos à saúde;
• Cooperar com a CIPA na prevenção de acidentes;
• Utilizar obrigatoriamente o Equipamento de Proteção Individual - EPI, onde sinalizado e
quando julgar necessário;
• Estar ciente sobre a implementação do PGR e os resultados das avaliações;
• Participar do processo de identificação de situações de risco e proposição de medidas de
controle através do diálogo contínuo com seus Líderes, Área de Segurança/Higiene e
membros da CIPA;
• Participar da etapa de reconhecimento de riscos quanto a priorização de ações, através
do Mapa de Riscos, elaborado pela CIPA;
• Estar ciente dos riscos relacionados com suas atividades, através das integrações e
durante os treinamentos recebidos, bem como através de orientações de seus Líderes e
atualizações periódicas do PGR
CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio
• Acompanhar e avaliar o desempenho deste programa;
• Zelar pelo cumprimento das medidas preventivas e corretivas;
• Manter uma cópia atualizada do Relatório Anual de Atividades no livro Ata;
• Estar ciente das informações contidas no PGR para desenvolver o Mapa de Risco da
Empresa e demais atividades prevencionistas que a legislação (NR – 5) determina.
ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO
O presente programa foi elaborado com base na ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO e
AVALIAÇÃO dos RISCOS AMBIENTAIS existentes nas atividades dos empregados da Empresa,
levando em consideração os diversos locais de trabalho. Esses dados foram realizados por
profissionais do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho
– SESMT e inseridos no INVENTÁRIO DE RISCOS deste PGR.
O CONTROLE desses RISCOS AMBIENTAIS foi inserido para GERENCIAMENTO DOS
RISCOS OCUPACIONAIS na PLANILHA DE AÇÃO também conhecida como PLANILHA DE
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GERENCIAMENTO DE RISCOS.
Como suporte técnico para o reconhecimento dos riscos foram consideradas as constatações
provenientes do exercício dos trabalhos que estão sendo realizadas nas instalações / áreas /
setores desta empresa, informações prestadas pelos profissionais da empresa e representante
da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio – CIPA.
A estratégia tem como finalidade alcançar os seguintes objetivos:
• Reconhecimento dos Riscos Ambientais - referente ao processo de trabalho executado
e a condição de exposição dos funcionários;
• Avaliação quantitativa – Com base na NR-09.4.2, sempre que se constate a
possibilidade de o trabalhador estar submetido à exposição ao agente de risco, cujo
limite de tolerância possa estar superior ao previsto na legislação;
• Interpretação dos resultados - avaliação e julgamento profissional com proposição de
medidas de controle;
• A metodologia aplicada será a da legislação atualizada das Normas Regulamentadoras –
NR do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, Lei 6514 de 22 de dezembro de 1977,
onde se encontram estabelecidos os parâmetros mínimos e diretrizes gerais, as quais
foram aplicadas neste PGR.
• Com base na NR-[Link], na ausência de limites de tolerância previstos na NR-15 e
seus anexos ou quando necessário, serão utilizados “Critérios Técnicos“ adotados pela
American Conference of Governamental Hygienist (ACGIH) tomando como base os
limites de tolerância (TLV – TWA, TLV – STEL e TLV – C) adotados por essa Associação.
ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO AVALIAÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS
Antecipação
A antecipação visa identificar riscos potenciais. As informações que deverão ser consideradas
para a elaboração ou revisão do PGR são originadas de:
• Projetos de novas instalações: Projeto Conceitual, a Engenharia, com apoio das áreas de
Segurança do Trabalho, deverá avaliar, dentro das estratégias de segurança e de saúde,
quais os riscos ambientais que estão previstos no projeto, prevendo, se possível, medidas
de redução e controle já na fase do projeto, bem como os recursos necessários para
monitoramento das exposições. Estes riscos deverão ser incorporados na revisão do PGR
quando da conclusão do projeto.
• Modificações de projetos: A área de Segurança do Trabalho deve avaliar os novos riscos
ambientais se estão previstos, ou se ocorreram a eliminação dos mesmos. Estas
alterações deverão ser incorporadas na revisão do PGR quando da conclusão da
modificação.
• Manipulação de novos produtos químicos: Todo produto novo para ser armazenado
deverá ter como base as informações sobre a toxicologia e suas especificações de
segurança contidas na FISPQ do produto. Se após a análise crítica das áreas envolvidas
forem favoráveis para a manipulação e armazenamento do referido produto, deverá ser
feita avaliação ambiental.
Reconhecimento dos Riscos Ambientais
O reconhecimento dos riscos ambientais é realizado através de inspeções / auditorias nas
diversas áreas / locais da Empresa; ocasião em que são consolidadas as constatações técnicas,
levando em consideração as percepções que os trabalhadores têm do processo produtivo e
riscos ambientais; informações / registros realizados pela Comissão Interna de Prevenção de
Acidentes e de Assédio – CIPA, bem como tudo que venha a contribuir como
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suporte técnico para o enriquecimento do reconhecimento. O reconhecimento visa o registro /
avaliação das possíveis interferências na saúde / integridade física do trabalhador em razão da
relação entre exposição e riscos ambientais oriundos da área / setor como um todo, somado aos
riscos provenientes das atividades realizadas pelo trabalhador no seu posto/local de trabalho.
Avaliação dos Riscos Ambientais
A avaliação dos riscos ambientais é realizada após a Antecipação e Reconhecimento do agente,
da fonte geradora, do Grupo Homogêneo ou Similar de Exposição, da função e atividade desses,
das medidas de controle existentes e das medidas de controle propostas. Somente o resultado
das avaliações devem ser inseridos no Inventário de Riscos deste PGR conforme NR-09.4.3.
A antecipação, o reconhecimento e a avaliação dos Riscos Ambientais estão registrados
Inventário de Riscos presentes nesse PGR.
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DOS RISCOS AMBIENTAIS
Objetivos e Critérios
O objetivo das determinações quantitativas é o de dimensionar a exposição dos trabalhadores e
subsidiar o equacionamento das medidas de controle. Estas avaliações devem ser planejadas
conforme cronograma e critérios estabelecidos do PGR, segundo os critérios:
• Para a determinação das avaliações quantitativas das exposições dos GHEs, deverão ser
consideradas as atividades que apresentem Grau de Exposição ao risco Alto e Muito Alto.
A não existência destes graus implica na determinação de graus considerados
Moderados, Baixo e Muito Baixo, com o objetivo de obter dados estatísticos e subsidiar a
necessidade de avaliações futuras.
• Serão priorizadas as atividades onde existe contato direto com os agentes mais
agressivos, e que possuem Limite de Exposição Ocupacional para curta duração (STEL),
Valor Teto (VT) e dos agentes que estão presentes em altas concentrações sem que haja
controles eficazes de exposição.
A avaliação deverá considerar as seguintes atividades:
• Definir e planejar a estratégia de quantificação dos riscos, com base nos dados e
informações coletadas anteriormente relativas às atividades e frequências, se existirem.
• A quantificação da concentração ou intensidade deve ser feita com equipamentos e
instrumentos calibrados e compatíveis aos riscos identificados e utilizando técnicas e
metodologias validadas e reconhecidas.
Critérios para amostragem dos Agentes Químicos
Os métodos para coleta de amostras e determinação analítica dos agentes químicos, sempre que
possível, devem ser baseadas nas NHO’s da Fundacentro, NIOSH ou OSHA. O número de
amostragens deve ser representativo e que permita um tratamento estatístico dos valores.
Critérios para amostragem do Agente Físico (Ruído)
A dose e o nível de pressão sonora deverão ser obtidos através de utilização de dosímetro de ruído
e medidor de pressão sonora, adotando-se:
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• Os limites de tolerância definidos no Quadro Anexo I da NR-15 do MTE;
• As metodologias e os procedimentos definidos na NHO-01 da FUNDACENTRO
O colaborador portador do dosímetro de ruído deverá ser conscientizado quanto ao não desvio
de sua rotina de trabalho para que não haja alterações no resultado real da exposição. Os valores
encontrados deverão estar em conformidade com os limites de tolerância estabelecidos e o
tempo de exposição dos trabalhadores.
Critérios para amostragem do Agente Físico (Vibração)
Deverão ser obtidas informações técnicas e administrativas relacionadas aos veículos, às
máquinas e aos equipamentos, às operações e demais parâmetros (ambientais, de processos de
trabalho etc.) envolvidos nas condições de trabalho avaliadas. Tais informações serão coletadas
através de observações de campo, necessárias para a identificação dos grupos de exposição
similar e para a caracterização da exposição dos trabalhadores com base no critério utilizado.
Os sistemas de medição devem ser compostos basicamente de medidores integradores e de
transdutores (incluindo acelerômetros de assento) do tipo triaxial. Esses transdutores serão
posicionados nos pontos de medição.
Medidas de Controle
As Medidas de Controle devem ser adotadas para a eliminação, a minimização ou o controle dos
riscos ambientais sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações:
• Identificação, na fase de antecipação, de um risco potencial à saúde;
• Constatação, na fase de reconhecimento de risco evidente à saúde;
• Quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores
excederem os valores dos limites previstos na norma de referência;
• Quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo entre danos
observados na saúde e a situação de trabalho. Neste caso, as medidas de controle
devem ser discutidas pelas áreas de engenharia, segurança e serviço médico e
incorporadas ao Plano Anual de Atividades.
Quando os valores de exposição apresentar resultados acima dos Níveis de Ação, as medidas
de controle devem ser sistemáticas de forma a reduzir as exposições.
Níveis de Ação
• Agentes químicos: metade dos limites de exposição ocupacional (NR-15, ACGIH,
NIOSH, OSHA, ou acordos coletivos).
• Vibração: O nível de ação para a avaliação da exposição ocupacional diária à vibração
em mãos e braços corresponde a um valor de aceleração resultante de exposição
normalizada (aren) de 2,5 m/s². O limite de exposição ocupacional diária à vibração em
mãos e braços corresponde a um valor de aceleração resultante de exposição
normalizada (aren) de 5 m/s².
• Ruído: a dose de 0,5 (superior a 50%), conforme estabelecido na NR-15, Anexo 1, item
6.
As medidas de controle devem ser, sempre que possíveis, medidas de engenharia e não
depender de instrução, disciplina ou vontade do colaborador.
Priorização das Medidas de Controle
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Sempre que possível, as medidas de controle de caráter coletivo devem ser priorizadas
obedecendo a seguinte hierarquia:
• Medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à
saúde;
• Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de
trabalho;
• Medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de
trabalho.
Seguem exemplos de algumas medidas de controle:
• Substituição do agente agressivo;
• Mudança ou alteração do processo ou operação;
• Enclausuramento da fonte;
• Segregação do processo ou operação;
• Modificação de projetos;
• Limitação do tempo de exposição;
• Utilização de equipamento de proteção individual.
Caso medidas de controle coletivo não possam ser implementadas de imediato por motivos
técnicos ou financeiros, uma justificativa deve ser registrada no Plano Anual de Atividades e
medidas de contingenciamento devem ser estudadas. Neste caso o uso de Equipamento de
Proteção Individual pode ser adotado desde que a seleção do EPI seja tecnicamente adequada
ao risco a que o colaborador está exposta e a atividade exercida.
Treinamentos sobre as Medidas de Controle
Todos os colaboradores devem receber treinamentos sobre as Medidas de Controle adotadas e
ações preventivas quanto a riscos potenciais que possam ser evidenciados. Os treinamentos
devem ser devidamente registrados.
REGISTRO, MANUTENÇÃO e DIVULGAÇÃO DOS DADOS DE PGR
Revisões do desenvolvimento do PGR
O PGR deve ser alterado / revisado sempre que houver alguma alteração nas instalações da
Unidade ou dentro da periodicidade máxima de 2 (dois) anos, cabendo ao setor de Setor de
Segurança do Trabalho realizar inclusões / atualizações, se entender pertinente.
Registro
O histórico das atualizações do PGR deve ser mantido por um período mínimo de 20 (vinte) anos
ou pelo período estabelecido em normatização específica – NR-[Link].3.1.
O Documento Base deve ser apresentado à CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
e de Assédio durante uma de suas reuniões, devendo sua cópia ser anexada ao livro de atas
desta comissão.
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O registro de dados deve estar sempre disponível para os trabalhadores interessados ou seus
representantes e para as autoridades competentes.
Divulgação
Os dados registrados estarão disponíveis aos empregados e interessados através de
disponibilização de cópia, a qual deve ter uma folha para registro de conhecimento e ser
rubricada pelos empregados e interessados, que tomaram conhecimento.
A divulgação dos dados pode ser feita de diversas maneiras, entretanto, as mais comuns são:
• Treinamentos específicos;
• Reuniões setoriais;
• Reuniões de CIPA;
• Boletins e jornais internos;
• Programa de integração de novos empregados;
• Palestras avulsas.
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MATRIZ DE AVALIAÇÃO DE RISCO
É definido pela NR nº.1 que para cada risco deve ser indicado o nível de risco ocupacional,
determinado pela combinação da severidade das possíveis lesões ou agravos à saúde com a
probabilidade ou chance de sua ocorrência. Para este documento a matriz utilizada é a seguinte.
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INVENTÁRIO DE RISCOS E PLANO DE AÇÃO
Cargo/Função: TECNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO
Qtd. Funcionários: 1
Elabora e orienta atividades de segurança do trabalho e preservação física dos
Descrição da funcionários em empresas, construções e instalações industriais. Inspeciona
atividade: equipamentos e condições de trabalho, investiga e analisa causas de acidentes para
eliminar riscos. Desenvolve programas de treinamento e verifica o cumprimento das
normas e procedimentos de segurança na aplicação de
providências preventivas.
Especificação dos riscos e atividades da Função
Agente nocivo: Trabalho em postura inadequada
Tipo/Grupo: Ergonômico
Nível de Risco: Alto
Probabilidade: Permanente
Severidade: Moderado
Medição/Avaliação: Critério qualitativo
Data medição/aval. 08/08/2024
Fonte geradora: Ambiente de trabalho
Meio propagação: Contato direto
Plano(s) de ação
Referência: RISCO ERGONOMICO
Data de controle: 08/08/2024
Medidas existentes: N/A
As medidas existentes são suficientes para eliminar ou reduzir o risco? Não
Medidas propostas: Sempre que possível realizar pequenas pausas no desenvolvimento das atividades
para realizar alongamentos e ginástica laboral
Efeitos potenciais: Dores nas costas e problemas nas articulações
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Agente nocivo: Excesso de situações de estresse
Tipo/Grupo: Ergonômico
Nível de Risco: Alto
Probabilidade: Permanente
Severidade: Moderado
Medição/Avaliação: Critério qualitativo
Data medição/aval. 08/08/2024
Fonte geradora: Ambiente de trabalho
Meio propagação: Contato direto
Plano(s) de ação
Referência: RISCO ERGONOMICO
Data de controle: 08/08/2024
Medidas existentes: N/A
As medidas existentes são suficientes para eliminar ou reduzir o risco? Não
Medidas propostas: Sempre que possível realizar pequenas pausas no desenvolvimento das atividades
Efeitos potenciais: Dores de cabeça e estresse
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Agente nocivo: Frequente deslocamento a pé durante a jornada de trabalho
Tipo/Grupo: Ergonômico
Nível de Risco: Médio
Probabilidade: Habitual
Severidade: Moderado
Medição/Avaliação: Critério qualitativo
Data medição/aval. 08/08/2024
Fonte geradora: Ambiente de trabalho
Meio propagação: Contato direto
Plano(s) de ação
Referência: RISCO ERGONOMICO
Data de controle: 08/08/2024
Medidas existentes: N/A
As medidas existentes são suficientes para eliminar ou reduzir o risco? Não
Medidas propostas: Sempre que possível realizar pequenas pausas no desenvolvimento das atividades
para realizar
alongamentos, ginástica laboral
Efeitos potenciais: Dores nos membros inferiores, cansaço
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Agente nocivo: Trabalho em ambientes com risco de queda do mesmo nível
Tipo/Grupo: Acidente
Nível de Risco: Médio
Probabilidade: Habitual
Severidade: Moderado
Medição/Avaliação: Critério qualitativo
Data medição/aval. 08/08/2024
Fonte geradora: Piso irregular
Meio propagação: Contato direto
Plano(s) de ação
Referência: RISCO DE ACIDENTE
Data de controle: 08/08/2024
Medidas existentes: Sinalização de segurança, organização do ambiente de trabalho
As medidas existentes são suficientes para eliminar ou reduzir o risco? Sim
Medidas propostas: Manter as já existentes, prestar atenção ao se deslocar pela obra
Efeitos potenciais: Ferimento, contusão, fratura
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Agente nocivo: Trabalho em ambientes com risco de queda de níveis diferentes
Tipo/Grupo: Acidente
Nível de Risco: Médio
Probabilidade: Habitual
Severidade: Moderado
Medição/Avaliação: Critério qualitativo
Data medição/aval. 08/08/2024
Fonte geradora: Ambiente de trabalho
Meio propagação: Contato direto
Plano(s) de ação
Referência: RISCO DE ACIDENTE
Data de controle: 08/08/2024
Medidas existentes: Treinamento da NR 35 , uso do EPI
As medidas existentes são suficientes para eliminar ou reduzir o risco? Sim
Medidas propostas: Manter as já existentes
Efeitos potenciais: Ferimento, contusão, prensagem dos membros
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Recomendações
Os propósitos de uma avaliação de exposição a agentes de risco ambientais devem cumprir no
mínimo os seguintes objetivos:
Determinar os agentes de risco potenciais à saúde a que estão sujeitos os empregados,
avaliando e diferenciando entre exposições aceitáveis e inaceitáveis e implementando medidas
de controle quando exposições inaceitáveis são identificadas.
Estabelecer e documentar os níveis de exposição de todos os empregados, ficando assim
definido um ponto de partida que servirá como guia para cada nova avaliação de exposição,
permitindo verificar sua tendência ao longo do tempo. Estes registros são também de vital
importância para estudos futuros de epidemiologia.
Assegurar e demonstrar conformidade das exposições com padrões governamentais ou outros
mais restritivos. No sentido de alcançar estes objetivos, esta empresa deve prosseguir com seus
programas de controle das exposições, introduzindo melhorias através das seguintes diretrizes:
Procedimentos de Trabalho e Controles Administrativos
Estas recomendações referem-se ao controle de exposição baseado em ações específicas do
empregador e empregado, relativo à execução dos trabalhos, não incluindo o uso de Equipamentos
de Proteção Individual (EPI).
• Assegurar e incentivar os funcionários a adotarem as seguintes posturas de trabalho,
para reduzir as exposições:
• Reavaliar anualmente o PGR, conforme exigência legal prevista na NR-1.5, para
avaliação do seu desenvolvimento, ajustes necessários e estabelecimento de novas
metas e prioridades.
• Solicitar dos fornecedores as Fichas de Informação de Segurança das Matérias Primas
e outros produtos manipulados dentro das instalações caso houver, contendo a
composição, propriedades físico-químicas, efeitos à saúde, limites de tolerância,
primeiros socorros, etc. e divulgar estas informações aos empregados.
Treinamentos
• Prover treinamento sobre os seguintes aspectos:
• Saúde/Higiene Ocupacional: PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos; Resultados
das Avaliações Quantitativas de Exposição aos Agentes de Risco, aspectos toxicológicos
dos agentes, efeitos à saúde, primeiros socorros;
Monitoramento
Para uma efetiva demonstração e confirmação quanto aos Graus de Risco de Exposição dos
grupos de exposição similar aos agentes de risco, esta empresa deverá continuar com sua
estratégia de avaliação qualitativa para os agentes de risco priorizando o risco ergonomico.
Equipamentos de Proteção Individual
Onde os Procedimentos de Trabalho não forem suficientes para reduzir completamente a
exposição a níveis aceitáveis, esta empresa deve adotar como último recurso a utilização de
Equipamentos de Proteção Individual.
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
O principal objetivo deste trabalho foi fornecer dados sobre a exposição ocupacional a que estão
sujeitos os trabalhadores, servindo ainda como base para controle do GRO (Gerenciamento de
Risco Ocupacional)
As responsabilidades técnicas do presente documento, que foi elaborado pelo profissional abaixo
assinado restringem-se exclusivamente as avaliações e recomendações realizadas pelo mesmo,
ficando sob inteira responsabilidade da Empresa/Empregador a implantação deste Programa,
inspeções, monitoramento e atendimento as medidas de correção indicadas, inclusive o
cumprimento do subitem 1.5 da NR-1.
Responsável: Mara Rubia Gomes da Silva
Especialidade: Engenheiro(a) de Segurança do Trabalho
Documento: CREA 0091464 / SP
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