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O documento aborda as propriedades e equações de cônicas, incluindo elipses, hipérboles e parábolas. Ele detalha a definição, elementos e relações fundamentais de cada uma, como focos, eixos e excentricidade. Além disso, apresenta casos específicos de equações reduzidas para elipses e hipérboles com eixos paralelos aos eixos coordenados.

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O documento aborda as propriedades e equações de cônicas, incluindo elipses, hipérboles e parábolas. Ele detalha a definição, elementos e relações fundamentais de cada uma, como focos, eixos e excentricidade. Além disso, apresenta casos específicos de equações reduzidas para elipses e hipérboles com eixos paralelos aos eixos coordenados.

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FRENTE MÓDULO

MATEMÁTICA B 19
Cônicas
ELIPSE Substituindo (II) em (I), temos:

A2F2 + A1F2 = 2a ⇒ A1A2 = 2a


Considerem-se, num plano α, dois pontos fixos e distintos
F1 e F2, e seja 2c a distância entre eles. Uma elipse E é o E

conjunto dos pontos de α, cuja soma das distâncias a F1 e F2


é uma constante 2a maior que 2c. A1 A2
F1 C F2

E P

2a

F1 F2
iii) Os segmentos B1F1 e B1F2 têm medida a. De fato:

B1F1 + B1F2 = 2a ⇒ B1F1 = B1F2 = a


2c
B1
E
F1 e F2: focos da elipse;
a a
F1F2 = 2c: distância focal;
F1 C F2
Em símbolos: P ∈ E ⇔ PF1 + PF2 = 2a

Elementos da elipse B2

i) A elipse possui dois eixos de simetria A1A2 e B1B2 iv) Relação fundamental:

perpendiculares em C, ponto médio de A1A2 e B1B2.


Sendo B1B2 = 2b, então B1C = b.

A1A2 é chamado eixo maior. B1


E
B1B2 é chamado eixo menor. a b

C é chamado centro da elipse. F1 c C

B1
E B2

A1 A2 Do triângulo CB1F1, temos:


C

a2 = b2 + c2
B2
v) Chamamos de excentricidade da elipse o número e,
tal que:
ii) O eixo maior A1A2 tem medida 2a. De fato:

A1 ∈ E ⇒ A1F1 + A1F2 = 2a (I)


e= c (0 < e < 1)
a
Como, A1F1 = A2F2 (simetria) (II)

Bernoulli Sistema de Ensino 41


Frente B Módulo 19 Cônicas

Equação reduzida da elipse 2º caso: O eixo maior é paralelo ao eixo y. Sendo 2a a medida do eixo maior, então 2a = PF1 + PF2, H
ou seja:
y B1
Serão estudadas as equações das elipses que têm eixos de
2 2
simetria paralelos aos eixos coordenados. Haverá dois casos: 2
 12   12 
F1 2a = (4 + 3) +  − 0  + (4 − 3)2 +  − 0 ⇒
 5   5 
1º caso: O eixo maior é paralelo ao eixo x. c F1 F2
P(x, y) 144 144 A1 C A2
37 13
2a = 49 + + 1+ ⇒ 2a = + ⇒
y P(x, y) y0 C 25 25 5 5

c 2a = 10 ⇒ a = 5 B2

C Sendo b a medida do semieixo menor, temos:


y0 F2
y
F1 c c F2
ii) O eixo real A1A2 tem medida 2a. De fato:

O x0 x b 5 A1 ∈ H ⇔ A1F2 – A1F1 = 2a (I)

MATEMÁTICA
Mas, A1F1 = A2F2 (simetria) (II)
O x0 x
Sendo C(x0, y0) o centro da elipse, temos: F1 C 3 F2 x Substituindo (II) em (I), temos:

F1(x0, y0 + c) e F2(x0, y0 – c) A1F2 – A2F2 = 2a ⇒ A1A2 = 2a


Sendo C(x0, y0) o centro da elipse, temos:
H
Se P(x, y) é um ponto genérico da elipse, podemos
F1(x0 – c, y0) e F2(x0 + c, y0)
escrever:
Se P(x, y) é um ponto genérico da elipse, podemos escrever: b2 + c2 = a2 ⇒ b2 + 32 = 52 ⇒ b = 4
PF1 + PF2 = 2a
PF1 + PF2 = 2a ⇒ E, com procedimento análogo ao anterior, chegamos a: x2 y2
Portanto, a equação da elipse é + = 1. F1 F2
25 16 A1 A2
¹(x – x0 + c)2 + (y – y0)2 + ¹(x – x0 – c)2 + (y – y0)2 = 2a (x − x0 )2 (y − y0 )2
+ =1
HIPÉRBOLE
2
b a2
Fazendo x – x0 = X e y – y0 = Y:

¹(X + c)2 + Y2 + ¹(X – c)2 + Y2 = 2a ⇒ x 2


y 2
Caso particular: C(0, 0) ⇒ + =1 Considerem-se, num plano α, dois pontos fixos e distintos 2a
b2 a2
¹(X + c)2 + Y2 = 2a – ¹(X – c)2 + Y2 F1 e F2, e seja 2c a distância entre eles. Uma hipérbole H é o
iii) O ponto B1 é tal que os segmentos B1A1 e B1A2
Elevando os dois membros ao quadrado: conjunto dos pontos de α cuja diferença, em valor absoluto,
têm medida c.
X2 + 2Xc + c2 + Y2 = 4a2 – 4a¹(X – c)2 + Y2 + X2 – 2Xc + c2 + Y2
EXERCÍCIO RESOLVIDO das distâncias a F1 e F2 é uma constante 2a menor que 2c.
iv) Relação fundamental:
H
Simplificando e isolando o radical: Sendo B1B2 = 2b, então B1C = b.
01. Na figura a seguir, o ponto P pertence à elipse de focos
P H
4a¹(X – c)2 + Y2 = 4a2 – 4Xc F1 e F2. Encontrar a equação reduzida da elipse. B1
y  12 
Dividindo a equação por 4 e elevando ao quadrado: P  4,  c
 5  F1 F2 b
a2X2 – 2Xa2c + a2c2 + a2Y2 = a4 – 2Xa2c + X2c2

Por agrupamento, encontramos: A1 C a A2


F1(–3, 0) O F2(3, 0) x
(a – c )X + a Y = a (a – c )
2 2 2 2 2 2 2 2

Como a2 – c2 = b2, a equação fica: 2c

b2X2 + a2Y2 = a2b2


Resolução: F1 e F2: focos da hipérbole. Do triângulo CB1A2, temos:
Dividindo ambos os membros por a2b2:
O centro C da elipse é o ponto médio de F1F2. F1F2 = 2c: distância focal. c2 = a2 + b2
X2 Y2 Em símbolos: P ∈ H ⇔ |PF1 – PF2| = 2a
+ =1 Logo, C(0, 0).
a2 b2 v) Chamamos excentricidade da hipérbole o número e,
y
Como X = x – x0 e Y = y – y0, temos: P
Elementos da hipérbole tal que:

i) A hipérbole possui dois eixos de simetria A1A2 e B1B2


e= c (e > 1)
(x − x0 )2 (y − y0 )2 perpendiculares em C, ponto médio de A1A2 e B1B2. a
+ =1
a2 b2 F1 C F2 x A1A2 é chamado eixo real (ou transverso).
OBSERVAÇÃO
B1B2 é chamado eixo imaginário.
x2 y2 Hipérbole equilátera é aquela em que a = b.
Caso particular: C(0, 0) ⇒ 2
+ =1
a b2 2a C é chamado centro da hipérbole. Sua excentricidade é ¹2.

42 Coleção 6V Bernoulli Sistema de Ensino 43


Frente B Módulo 19 Cônicas

Equação reduzida da hipérbole Como X = x – x0 e Y = y – y0, temos: Resolução:


Equação reduzida da parábola
O centro C da hipérbole é o ponto médio de F1F2.
Serão estudadas as equações das hipérboles cujos (x − x0 )2 (y − y0 )2 Serão estudadas as equações das parábolas cujos eixos
− =1 Logo, C(0, 0).
eixos de simetria são paralelos aos eixos coordenados. a 2
b2
Sendo 2a a medida do eixo real, temos 2a = |PF1 – PF2|, de simetria são paralelos a um dos eixos coordenados.
Haverá dois casos:
ou seja: Haverá dois casos:
x2 y2
1º caso: O eixo real é paralelo ao eixo x. Caso particular: C(0, 0) ⇒ − =1
( 5 + 5 ) + ( 4 − 0) − ( 5 − 5 ) + ( 4 − 0)
2 2 2 2
a b 2a =
2 2
⇒ 1º caso: O eixo de simetria é paralelo ao eixo x.
Sendo C(x0, y0) o centro da hipérbole, temos: 2º caso: O eixo real é paralelo ao eixo y.
(2 5 )
2
2a = + 42 − 02 + 42 ⇒ 2a = 36 – 16 ⇒ i) Concavidade para a direita:
F1(x0 – c, y0) e F2(x0 + c, y0) Sendo C(x0, y0) o centro da hipérbole, temos:

F1(x0, y0 + c) e F2(x0, y0 – c) 2a = |6 – 4| ⇒ 2a = 2 ⇒ a = 1 y d
y
H
Sendo b a medida do semieixo imaginário, temos: P' P(x, y)
y

MATEMÁTICA
F1 H
P(x, y)
V e
¹5 y0
P(x, y) F' 

 
 
F
C b p p
y0
F1
 
 F 2 2
c c 2
y0
C O x0 x
1
P

F2 Sendo V(x0, y0) o vértice da parábola e p o parâmetro,


O x0 x
temos:
O x0 x c2 = a2 + b2 ⇒ b2 = c2 – a2 ⇒
 p  p
Se P(x, y) é um ponto genérico da hipérbole, podemos F  x0 + , y0  e d: x = x0 –
b2 =(¹5) – 1 ⇒ b2 = 4 ⇒ b = 2  
2
2 2
escrever: Se P(x, y) é um ponto genérico da hipérbole, podemos
y2
escrever: Portanto, a equação da hipérbole é x2 − = 1. Se P(x, y) é um ponto genérico da parábola, podemos
|PF1 – PF2| = 2a ⇒ 4
escrever:
(x − x0 + c)2 + (y − y0 )2 − (x − x0 − c)2 + (y − y0 )2 = 2a |PF1 – PF2| = 2a

Fazendo x – x0 = X e y – y0 = Y: E, com procedimento análogo ao anterior, chegamos a:


PARÁBOLA  p 
PF = PP', em que P'  x0 − , y  , ou seja:
 
2
Considerem-se, num plano α, uma reta d e um ponto fixo F
(X + c)2 + Y2 − (X − c)2 + Y2 = 2a (y − y0 )2 (x − x0 )2
− =1 não pertencente a d. Uma parábola P é o conjunto dos  p
2
 p
2

( ) ( )
2 2
Eliminando o módulo: a2 b2  x − x0 −  + y − y0 =  x − x0 +  + y − y
pontos de α que equidistam de F e d.  2  2
(X + c)2 + Y2 = (X − c)2 + Y2 ± 2a P
y2 x2 P'
Caso particular: C(0, 0) ⇒ 2
− 2
=1 Fazendo x – x0 = X e y – y0 = Y, temos:
a b
Elevando os membros da equação ao quadrado:
2 2
X2 + 2Xc + c2 + Y2 = X2 – 2Xc + c2 + Y2 ± 4a (X − c)2 + Y2 + 4a2  p  p
EXERCÍCIO RESOLVIDO F' V F e 2
X −  + Y = X +  + 0
 2  2
2

Simplificando e isolando o radical:

±4a (X − c)2 + Y2 = 4a2 – 4Xc 02. Na figura a seguir, o ponto P pertence à hipérbole de focos d Elevando os membros da equação ao quadrado, temos:
p P
F1 e F2. Encontrar a equação reduzida da hipérbole.
Dividindo os membros da equação por 4 e elevando-os p p2 p p2
F: foco da parábola. X2 – 2. X + + Y2 = X2 + 2. X +
ao quadrado: y 2 4 2 4
H
d: diretriz da parábola.
a2X2 – 2Xa2c + a2c2 + a2Y2 = a4 – 2Xa2c + X2c2 P(¹5, 4) Em símbolos: P ∈ P ⇔ PF = PP' Simplificando, fica:

Por agrupamento, encontramos: Elementos da parábola Y2 = 2pX

(c2 – a2)X2 – a2Y2 = a2(c2 – a2) A parábola possui um eixo de simetria e, passando por F Como X = x – x0 e Y = y – y0, temos:
F1(–¹5, 0) C F2(¹5, 0) x e perpendicular à diretriz d.
Substituindo c – a = b , a equação fica:
2 2 2

V é chamado vértice da parábola.


b2X2 – a2Y2 = a2b2 (y – y0)2 = 2p(x – x0)
FF' = p é chamado parâmetro da parábola.
X2 Y2 p
Dividindo ambos os membros por a2b2: − =1 FV = VF' = (pois V equidista de F e d).
a2
b2 2 Caso particular: V(0, 0) ⇒ y2 = 2px

44 Coleção 6V Bernoulli Sistema de Ensino 45


Frente B Módulo 19 Cônicas

ii) Concavidade para a esquerda: Sendo V(x0, y0) o vértice da parábola e p o parâmetro,
EXERCÍCIOS DE 05. (FGV) Uma indústria química produz dois produtos
temos:
y d APRENDIZAGEM A e B em quantidades diárias x e y, respectivamente.

P(x, y) P'  p p As quantidades x e y, expressas em toneladas,


F  x0 , y0 +  e d: y = y0 –
 2 2 x2 y2
(x – 1)2 (y – 2)2 relacionam-se pela equação + = 1.
V e 01. (UFPI) Os focos da elipse + = 1 são: 400 100
y0 25 9
F
 


F' Se P(x, y) é um ponto genérico da parábola, podemos
p p A) (–3, 2) e (5, 2) A máxima quantidade do produto A que a empresa
2 2 escrever:
B) (–4, 2) e (6, 2) consegue produzir diariamente é:
 p 

O x0 x PF = PP', em que P'  x, y0 −  C) (–5, 2) e (7, 2)
P  2 A) 5 toneladas.
D) (–6, 2) e (8, 2) B) 10 toneladas.
Com procedimento análogo ao inicial, chegamos a:
Sendo V(x 0 , y 0 ) o vértice da parábola e p o E) (–7, 2) e (9, 2)
C) 15 toneladas.

MATEMÁTICA
parâmetro, temos: (x – x0)2 = 2p(y – y0)
D) 20 toneladas.
 p  p
02. (UFAM) As coordenadas dos focos da elipse de equação
F  x0 − , y0  e d: x = x0 + 4x2 + 3y2 = 36 são: E) 25 toneladas.
 2  2
Caso particular: V(0, 0) ⇒ x2 = 2py
A) (0, ¹3) e (0, –¹3)
Se P(x, y) é um ponto genérico da parábola, 06. (UFPI) O gráfico da equação x2 – y2 = 4 representa uma
podemos escrever: B) (0, ¹2) e (0, –2)
ii) Concavidade para baixo: hipérbole. Os focos dessa hipérbole são:
 p  C) (¹21, 0) e (–¹21, 0)
PF = PP', em que P'  x0 + , y  1  
 2  y e    1 
F' P' d D) (4, 0) e (–4, 0) A)  ,0 e  0, − 
 2   2


E, com procedimento análogo ao anterior, chegamos a: E) (5, 0) e (–5, 0)


p


2 V B) (2, 0) e (–2, 0)


y0
(y – y0)2 = –2p(x – x0) 03. (IFPE–2015) Uma pista de corridas da Fórmula Indy


p


P(x, y) C) (2¹2, 0) e (–2¹2, 0)
2 tem a forma de uma elipse. Nas posições de seus focos


F ficam duas torres, cada uma com um restaurante com
Caso particular: V(0, 0) ⇒ y2 = –2px P
vista panorâmica. Sabe-se que a maior distância entre D) (0, ¹2) e (0, –¹2)
O x0 x
dois pontos da pista (correspondente ao comprimento do
1   1 
EXERCÍCIO RESOLVIDO Sendo V(x0, y0) o vértice da parábola e p o parâmetro, eixo maior) é de 1 800 metros. O comprimento do eixo E)   
 ,0 e  0, − 
2   2 
temos: 2   
menor é do comprimento do eixo maior. Veja a figura.
 p  p 3
03. Encontrar a equação reduzida da parábola com vértice 
F  x0 , y0 –  e d: y = y0 +
 2 2 Com base nesses dados, a distância entre as torres é, em 07. (UFRN) O conjunto dos pontos P = (x, y), que estão a
(0, 0) e foco (1, 0).
metros, igual a:
uma mesma distância do ponto F = (0, 2) e do eixo Ox,
Se P(x, y) é um ponto genérico da parábola, podemos
Resolução: Observação: Use ¹5 = 2,24.
escrever: no plano cartesiano xy é a parábola de equação:

p  p Torre 1 Torre 2 x2
= d(F, V) = 1 ⇒ p = 2 PF = PP', em que P'  x, y0 +  A) y = +4 C) y = 4x2 + 1
2  2 2

Como a concavidade é para a direita, temos: E, com procedimento análogo ao anterior, chegamos a:
x2
B) y = +1 D) y = 2x2 + 1
y2 = 2 . 2x ⇒ y2 = 4x 4
(x – x0)2 = –2p(y – y0)
1 800 m 08. (UEL) Em uma praça, dispõe-se de uma região retangular de
Caso particular: V(0, 0) ⇒ x = –2py 2
A) 1 344. D) 1 075,2. 20 m de comprimento por 16 m de largura para construir
2º caso: O eixo de simetria é paralelo ao eixo y.
B) 1 254,4. E) 896. um jardim. A exemplo de outros canteiros, este deverá ter
i) Concavidade para cima: EXERCÍCIO RESOLVIDO C) 1 120. a forma elíptica e estar inscrito nessa região retangular.

y Para aguá-lo, serão colocados dois aspersores nos pontos


e
P 04. Encontrar a equação reduzida da parábola com vértice 04. (UERJ–2016) Observe a função f, definida por: que correspondem aos focos da elipse. Qual será a
F

(0, 0) e foco (0, –2). distância entre os aspersores?




p f(x) = x2 – 2kx + 29, para x ∈ 


P(x, y)
2 A) 4 m.

Se f(x) ≥ 4, para todo número real x, o valor mínimo da




y0 Resolução:
V


p função f é 4. B) 6 m.
p
2 d = d(F, V) = 2 ⇒ p = 4

Assim, o valor positivo do parâmetro k é: C) 8 m.


2
F' P'
Como a concavidade é para baixo, temos: A) 5. C) 10. D) 10 m.
O x0 x
x = –2 . 4y ⇒ x = –8y
2 2
B) 6. D) 15. E) 12 m.

46 Coleção 6V Bernoulli Sistema de Ensino 47


Frente B Módulo 19 Cônicas

EXERCÍCIOS 05. (Mackenzie-SP) Dadas as cônicas de equações 08. (Unifor-CE–2015) A figura a seguir mostra o vão da 11. (Unifor-CE–2016) A Empresa Ciclos produz dois tipos de
(I) x + y – 2x + 8y + 8 = 0 e
2 2 entrada de um armazém pelo qual passará um caminhão bicicletas: Veloz e Rapidez. As possíveis quantidades x
PROPOSTOS (II) 4x2 + y2 – 8x + 8y + 16 = 0,
com 4 metros de largura. Sabendo-se que o arco superior de bicicletas Veloz e y de bicicletas Rapidez produzidas
01. (Unifor-CE–2016) Joahanes Kepler (1571-1630) do vão é semielíptico, a altura máxima permitida do anualmente (em milhares) estão relacionadas pela
Assinale a alternativa incorreta.
determinou que as órbitas dos planetas do sistema solar caminhão é de: equação chamada de Curva de Transformação de
não são circunferências perfeitas, mas sim elípticas, tendo A) Os gráficos de (I) e (II) são, respectivamente, uma
Produtos:
o sol em um dos focos, exceto por pequenas perturbações circunferência e uma elipse.


100x2 + 9y2 – 1 200x – 216y + 3 996 = 0
devido às influências de outros planetas no sistema solar. B) As duas cônicas têm centro no mesmo ponto. 2m
Assim posto, suponha que a órbita elíptica de um planeta A soma da quantidade máxima (em milhares) de cada
C) As duas cônicas se inteceptam em dois pontos
tem o comprimento do eixo maior de 500 milhões de tipo de bicicleta que pode ser fabricada anualmente é de:
distintos.
quilômetros e a distância entre os focos de 400 milhões 4m
D) O gráfico da equação (I) é uma circunferência de A) 18.
de quilômetros.

MATEMÁTICA
raio 3. B) 23.
A equação da órbita desse planeta é (em milhões de
quilômetros): E) O gráfico da equação (II) é uma elipse com centro C) 27.
6m
C = (1, –4).
x 2
y 2
D) 31.
A) + =1
15 000 10 000 5
06. (Unifor-CE–2016) A galeria de sussurros é uma câmara A) 4 + E) 38.
2 2 3
B) x y na forma elipsoide (uma superfície de seções transversais
+ =1
25 000 20 000 elípticas) em que um sussurro emitido a partir de um 12. (FUVEST-SP) O lugar geométrico dos pontos equidistantes
2 5
dos focos pode ser claramente ouvido a uma distância B) 4 + da reta y = 0 e da circunferência x2 + (y – 2)2 = 1 é:
x2 y2 3
C) + =1 considerável, no outro foco, mesmo sendo inaudível em A) uma reta.
50 000 20 500
pontos intermediários. O domo da Catedral de Saint Paul, 3 5
C) 4 + B) uma semirreta.
D) x2 y2 em Londres, foi construído utilizando essa propriedade. 3
+ =1
62 500 22 500 C) uma circunferência.
Supondo que a equação de uma seção transversal da
x2 y2 Catedral seja dada pela equação: D) 4 + 4 5 D) uma elipse.
E) + =1 3
50 500 20 500 E) uma parábola.
4x2 + 25y2 – 16x + 200y + 316 = 0
5 5
onde x e y são medidos em metros, a distância focal, em E) 4+
02. ( U E S P I ) N o p l a n o c a r t e s i a n o x O y, a e q u a ç ã o 3 13. (EsPCEx-SP) Uma reta t passa pelo ponto A(–3, 0) e é
metros, deverá ser de aproximadamente:
x2 – 5xy + 6y2 = 0 representa:
tangente à parábola de equação x = 3y2 no ponto P.
A) 8. 09. (Unimontes-MG–2015) Considere a e b dois números
A) uma elipse. Assinale a alternativa que apresenta uma solução correta
reais positivos. Se os pontos (2, 0) e (1, 2) pertencem à
B) uma reta. B) 9.
x 2
y 2 de acordo com essas informações.
C) 10. elipse de equação + = 1, então essa elipse também
C) duas retas concorrentes. a2 b2 A) t: x – 10y + 3 = 0 e P(27, 3)
D) uma hipérbole. D) 11. pode ser representada pela equação:
B) t: 2x – 15y + 6 = 0 e P(12, 2)
E) uma parábola. E) 12. A) 4x2 + 3y2 = 16
C) t: 2x + 15y + 6 = 0 e P(12, –2)
B) 3x2 + 4y2 = 16
03. (UFAM–2015) Sejam V(4, 2) e F(4, –6), respectivamente, 07. (Unifor-CE–2016) O arco de uma pequena ponte tem a C) x2 + 3y2 = 16 D) t: y = 0 e P(0, 0)
o vértice e o foco de uma parábola. A equação da reta forma de uma semielipse com um vão horizontal de 8 m D) 4x + y = 16
2 2
E) t: x + 6y + 3 = 0 e P(3, –1)
diretriz e da parábola são, respectivamente, e com 3 m de altura no centro.
A) y = 10 e (x – 4)2 = –32(y – 2) A altura do arco (em metros) a 2 m à esquerda ou à 10. (Unesp) O conjunto de todos os pontos P(x, y) do plano, 14. (UFES–2016) Uma reta tangente a uma parábola é uma
B) y = 10 e (x – 4) = 32(y – 2) 2
direita do centro é de: com y ≠ 0, para os quais x e y satisfazem a equação: reta não paralela ao eixo da parábola que intercepta a
C) y = 8 e (y – 4)2 = –32(x – 2)  y  parábola em um único ponto. Dizemos que essa reta é
A) 3  
sen  2  =0
D) y = –8 e (y – 4) = 24(x – 2) 2
6  x + 1 tangente à parábola nesse ponto ou que ela tangencia
 
E) y = 8 e (x – 2) = –24(y – 4)
2 a parábola nesse ponto. Assim, considere a parábola
B) 3
3 é uma y = 1 + (x – 5)2.
04. (FGV) No plano cartesiano, há dois pontos R e S A) família de parábolas.
C) 3 Determine
pertencentes à parábola de equação y = x2 e que estão
2 B) família de circunferências centradas na origem.
alinhados com os pontos A(0, 3) e B(4, 0). A) as retas tangentes à parábola que passam pelo ponto

A soma das abscissas dos pontos R e S é: D) 3 C) família de retas. (0, 10);

A) –0,45. C) –0,65. E) –0,85. D) parábola passando pelo ponto Q(0, 1). B) os pontos onde essas retas tangenciam a parábola;
E) 3 3
B) –0,55. D) –0,75. 2 E) circunferência centrada na origem. C) as distâncias desses pontos ao foco da parábola.

48 Coleção 6V Bernoulli Sistema de Ensino 49


Frente B Módulo 19

15. (Unesp–2016) Em um plano cartesiano ortogonal são


GABARITO Meu aproveitamento
dadas uma reta d, de equação x = –3, e um ponto F, de
coordenadas (–1, 2). Nesse plano, o conjunto dos pontos
Aprendizagem Acertei ______ Errei ______
que estão à mesma distância do ponto F e da reta d forma
uma parábola. Na figura, estão nomeados dois pontos • 01. A
dessa parábola: o vértice V, de coordenadas (–2, 2),
e o ponto P, de coordenadas (0, yp).
• 02. A

y
• 03. A

d 5 • 04. A

4
P(0, yp)
• 05. D

• 06. C

3
• 07. B

V
F
2 • 08. E

1 Propostos Acertei ______ Errei ______

–3 –2 –1 O 1 x • 01. D

–1
• 02. C

• 03. A

Determine as coordenadas de dois pontos quaisquer


dessa parábola que sejam diferentes de V e de P.
• 04. D

Em seguida, calcule yp. • 05. C

• 06. B
16. (AFA-SP) Considere as curvas dadas pelas equações:

I. 16x2 + 4y2 + 128x – 24y + 228 = 0


• 07. E

II. y = 7 – |x|
• 08. B

III. y2 – 6y – x + 5 = 0
• 09. A

• 10. A
Analise cada afirmação a seguir, classificando-a em
verdadeira ou falsa. • 11. D

01. O gráfico de (I) é representado por uma elipse, • 12. E

de (II), por duas retas e de (III), por uma parábola.


• 13. E

02. O centro de (I) é um ponto de (II) e coincide com o


14.
vértice de (III).

04. A soma das coordenadas do foco de (III) é um número • A) y = –2x + 10 e y = –18x + 10

menor que –1. • B) (4, 2) e (–4, 82)


π
08. A excentricidade de (I) é igual a cos
6
.
• C)
5
4
e
325
4
A soma dos itens verdadeiros é um número do intervalo:

A) [8, 11]
• 15. Os pontos Q (–1, 0) e R (–1, 4) pertencem à parábola.

yP = 2 + 2¹2
B) [4, 7]

C) [12, 15]
• 16. A

D) [1, 3] Total dos meus acertos: _____ de _____ . ______ %

50 Coleção 6V

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