Buzz
Buzz
BUZZ
Registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária - MAPA sob nº 07306
COMPOSIÇÃO:
(RS) –1-p-chlorophenyl-4,4-dimethyl-3-(1H-1,2,4,-triazol-1-ylmethyl)pentan-3-ol
(TEBUCONAZOL) ............................................................................................................................. 200 g/L (20,0 % m/v)
Outros ingredientes:........................................................................................................................... 770 g/L (77,0 % m/v)
GRUPO G1 FUNGICIDA
FORMULADORES/MANIPULADORES:
ATUL LIMITED
Atul 396 020, Gujarat - Índia
SCHIRM GmbH
Geschwister-Scholl-Strasse 127, D – 39218, Schönebeck/Elbe, Saxónia-Anhalt – Alemanha
NORTOX S.A.
Rodovia BR 369, km 197, Distrito de Aricanduva, CEP 86700-970 – Arapongas/PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Registro no Estado nº 000466 – ADAPAR/PR
NORTOX S.A.
Rodovia BR 163, km 116, Parque Industrial Vetorasso, CEP 78740-275 – Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60 - Registro no Estado nº 183/06 – INDEA/MT
SML LIMITED
1904, A18/18, G.I.D.C., Panoli Dist. Gujarat Bharuch - Índia;
SML LIMITED
1905/1928/29/30, G.I.D.C. Panoli Dist. Gujarat Bharuch - Índia
SML LIMITED
Plot nº 230/231/232, G.I.D.C. Panoli Dist. Gujarat Bharuch – Índia
IMPORTADORES:
No do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4° do
Decreto N° 7.212, de 15 de junho de 2010)
BUZZ é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis com ação preventiva e curativa.
DOENÇAS DOSE
DOSE
CULTURAS g de ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Nome comum Nome científico L de p.c./ha
i.a./ha
Aplicar logo no início dos primeiros
Mancha-de- Ascochyta
sintomas da doença nas folhas e
Ascochyta coffeae
repetir após 60 dias.
Realizar a primeira aplicação
preventivamente em
Cercospora dezembro/janeiro e reaplicar em
Cercosporiose
coffeicola março, conciliando o tratamento de
forma integrada com o controle da
Ferrugem
Aplicar após o aparecimento dos
primeiros sintomas da doença na
planta ou quando observar que
infecção atingiu cerca de 5% da
Hemileia planta. Reaplicar com intervalo de
Ferrugem
vastatrix 30 dias, caso volte a atingir o nível
de controle e/ou as condições
climáticas estiverem favoráveis (alta
1,0 200 umidade e temperaturas entre 20 e
25ºC)
[Link] preventivamente, com a 1º
aplicação logo após a florada (flor
Café
murcha) e a 2ª após 30 dias, e caso
necessário, conforme permanência
das condições favoráveis,
(temperaturas amenas e alta
umidade), realizar a 3ª aplicação
Mancha-de- Phoma também com intervalo de 30 dias.
Phoma costaricensis 2. Aplicar quando for observado
sintomas da doença atacando os
ponteiros no final do período das
chuvas (abril/maio). Neste segundo
caso, realizar no máximo 2 (duas)
aplicações com intervalo de 30 dias,
respeitando o período de carência
para a colheita de 30 dias.
Caso as doenças ocorram em épocas diferentes, recomenda-se não exceder o máximo de 3
aplicações do mesmo produto ou similar durante todo o ciclo da cultura de café, evitando-se o
aparecimento de resistência das doenças aos produtos.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2
Intervalo de aplicação: 30
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 250 a 500 L/ha
Phaeoisariopsis 200 A partir do começo do florescimento,
Mancha-angular 1,0
griseola no início da infecção. Realizar no
máximo 2 aplicações com intervalo
Uromyces 150 a
Ferrugem 0,75 a 1,0 de 15 dias.
appendiculatus 200
Caso as doenças ocorram em épocas diferentes, recomenda-se não exceder o máximo de 2
Feijão aplicações do mesmo produto ou similar durante todo o ciclo da cultura de feijão, evitando-se o
aparecimento de resistência das doenças aos produtos.
Nº máximo de aplicações por ciclo da cultura: 2
Intervalo de aplicação: 15
Volume de calda:
- Aplicação terrestre: 200 a 300 L/ha
- Aplicação aérea: 20 a 40 L calda/ha
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MODO DE APLICAÇÃO:
BUZZ deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa
cobertura. Recomenda-se o uso de equipamentos que proporcionem uma contínua agitação da calda, sejam
equipamentos terrestres como pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados com barra, ou através de
aeronaves (dependendo da cultura).
EQUIPAMENTOS:
Aplicação terrestre:
Café
Utilizar um volume de calda entre 250 a 500 litros por ha conforme estágio de desenvolvimento da planta e espaçamento
utilizado, de forma a promover uma boa cobertura, evitando-se o ponto de escorrimento. A aplicação é feita via
pulverização sobre a parte aérea das plantas, através de atomizadores costais ou tratorizados.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15
km/hora. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
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Aplicação aérea:
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Dias
Café 30
Feijão 14
Soja 30
Trigo 35
LIMITAÇÕES DE USO:
A aplicação de BUZZ antes da florada do feijão deve ser evitada pelo produtor, porque o produto pode inibir o
desenvolvimento da cultura. O produto não causa fitotoxicidade às culturas desde que sejam seguidas as
recomendações de uso constantes da bula. Devem ser observados os intervalos de segurança e de reentrada na
cultura após a aplicação.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o
aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de
eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas
recomendações:
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• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G1 para o controle do mesmo alvo, sempre que
possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação
de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre
orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser
consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: [Link]), Comitê de Ação à
Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: [Link]), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
[Link]).
GRUPO G1 FUNGICIDA
O produto fungicida BUZZ é composto por Tebuconazole, que apresenta mecanismo de ação C14-desmetilase na
biossíntese de esterol (erg11/cyp51), pertencente ao Grupo G1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê
de Ação à Resistência de Fungicidas).
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora de
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação
de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure
rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de
crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,
avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza,
conservação e descarte do EPI danificado.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a
última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance
das crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com
mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe,
óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida.
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pelo
manuseio/preparação da calda, em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de
segurança.
“Nocivo se ingerido”
“Pode ser nocivo em contato com a pele”
“Pode ser nocivo se inalado”
ATENÇÃO
“Provoca irritação à pele”
“Provoca reações alérgicas na pele”
“Provoca irritação ocular grave”
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo,
bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: ATENÇÃO O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO OCULAR GRAVE. Em caso de contato, lave com muita água
corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato,
deve-se retirá-la.
Pele: ATENÇÃO O PRODUTO PROVOCA IRRITAÇÃO À PELE. PODE PROVOCAR REAÇÕES ALÉRGICAS NA
PELE. Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.) contaminados e
lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação, usando luvas e avental impermeável, por exemplo.
metabólitos hidroxi, carboxi, triol e cetoacético, assim como conjugados triazólicos. Estes
metabólitos são então conjugados a sulfatos e glicuronidatos. O perfil metabólico é alterado
em altas doses, quando observa-se uma maior tendência à formação de álcoois em
comparação com metabólitos contendo grupamentos carboxila. Estudos em ratos revelaram
que o metabolismo é diferenciado em machos e fêmeas. Em fêmeas resulta
preferencialmente em produtos de oxidação simples (metabólitos hidroxi e carboxi), que
sofrem conjugação a sulfatos e glicuronidato, com clivagens a compostos triazólicos
menores. Em machos, os produtos de oxidação primária são novamente oxidados a
derivados trióis e cetoácidos; adicionalmente ocorre a clivagem dos triazólicos, em
compostos ditos triazólicos. Os triazóis livres contabilizam cerca de 5% na urina de machos
e 1,5% das fêmeas. O composto original é encontrado em quantidades menores. Em ratos,
o tebuconazol foi rapidamente eliminado do organismo, após três dias a eliminação é quase
completa (99%). A excreção desta substância ocorreu principalmente através das fezes (65–
70% da dose), pela via biliar, enquanto que aproximadamente 16–35% foi eliminada através
da urina. Fêmeas demonstraram uma maior eliminação renal do que machos; em
consequência, machos exibem maior excreção biliar e fecal. Quanto à excreção biliar
verificou-se que 90% do tebuconazol radiomarcado foi recuperado na bile após única
passagem através do fígado, não havendo evidências de recirculação hepática. Somente
0,03% de produto radiomarcado foi recuperado no ar expirado. O tebuconazol não
apresentou potencial de bioacumulação.
Não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade desta substância em
Toxicodinâmica humanos. Estudos conduzidos in vitro e in vivo indicam que o tebuconazol pode causar
alteração do funcionamento das principais enzimas envolvidas na biossíntese de hormônios
esteroidais.
Não são conhecidos sintomas específicos do tebuconazol em humanos. Sintomas gerais de
intoxicação podem ocorrer.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com vômito,
náuseas, dor abdominal e diarreia. Em ratos, a exposição oral aguda a altas doses de
tebuconazol causou sinais clínicos como sedação, dificuldade de locomoção, dificuldade
respiratória e falta de coordenação motora.
Sintomas e Sinais Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Clínicos
Exposição dérmica: em contato com a pele, pode causar irritação com ardência e
vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato respiratório, com
tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Efeitos crônicos: a exposição repetida ao tebuconazol causou efeitos tóxicos no fígado
(indução de enzimas hepáticas) e nas glândulas adrenais (retardo no crescimento e
alterações histopatológicas) de animais de experimentação (ratos e cães).
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro
Diagnóstico clínico compatível.
Realizar o monitoramento clínico e laboratorial das funções hepática e renal.
Tratamento geral: As medidas gerais devem estar orientadas à estabilização do paciente
com avaliação de sinais vitais.
Estabilização do paciente: Proceder a estabilização do paciente com a manutenção das
funções vitais (frequência cardíaca e respiratória, além de pressão arterial e temperatura
corporal). Estabelecer via endovenosa. Avaliar estado de consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções orais se
necessário. Administrar oxigênio e intubar se necessário. Atenção especial para parada
Tratamento respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Uso de ventilação assistida se requerido.
Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), eletrólitos, ECG, etc. Manter internação por
no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Medidas de descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
Exposição Oral: em caso de ingestão de grandes quantidades do produto:
Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora).
Proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo
ou por intubação endotraqueal.
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EFEITOS AGUDOS
DL50 oral em ratos = 2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos > 6,36 mg/L.
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- Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto é irritante para pele. Todos os animais tratados 3/3
apresentaram edema bem definido e eritema leve dentre as leituras de 1; 24; 48 e 72 horas. Todas as reações
dérmicas foram completamente revertidas até o 14 dia.
- Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto é irritante para os olhos. A substância teste aplicada no olho
dos coelhos produziu vermelhidão, quemose e opacidade de córnea em 3/3 animais testados. Todos os sinais
de irritação regrediram dentro de 21 dias.
- Sensibilização cutânea em cobaias: o produto é sensibilizante. Todos os animais tratados 20/20
apresentaram reações na pele na leitura do dia 1.
- Sensibilização respiratória: Não foram conduzidos estudos de sensibilização respiratória em animais de
experimentação
- Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em bactérias
(teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Na exposição crônica em ratos e camundongos, o órgão-alvo foi o fígado. Em cães provocou alterações
hematológicas e opacidades corneais e lenticulares. Não foi genotóxico nem mutagênico. Entretanto, foi
observado incremento na incidência de tumores benignos e malignos hepáticos (camundongos). Estudos in
vitro e in vivo indicaram efeitos de desregulação endócrina nas glândulas adrenais (ratos, cães). Tebuconazol
provocou toxicidade reprodutiva (redução na espermatogênese em camundongos) e sobre o
desenvolvimento (a doses tóxicas maternas) tais como: alterações ósseas e faciais nos fetos e diminuição de
peso neonatal (ratos), abortos pós-implantação e malformações fetais como peromelia (coelhos); fenda
palatina e costelas supernumerárias (camundongos).
SINTOMAS DE ALARME:
Não específicos.
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Este produto é:
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
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TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e
pessoas