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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO
MARANHÃO
CAMPUS COELHO NETO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL
PRÓ-REITORA DE ENSINO
Prof. Dr. Maron Stanley Silva Oliveira Gomes
ELABORADORES
Prof. Dr. Bruno Vicente Alves de Lima
Prof. Me. Francisco Alan de Oliveira Santos
Prof. Me. Joao Paulo Marques
Prof. Esp. Jose Jeovane Reges Cordeiro
Prof. Esp. Robert Silva Lima
COLABORADORES
Prof. Me. Aécio da Silva Martins
Prof. Me. Daniel Barroso de Carvalho Ribeiro
Prof. Esp. Gerardo Soares da Silva Junior
Prof. Me. Gielson Vitor Oliveira Veras
Prof. Me. Pablo Silva Império
Prof. Ma. Rivania da Silva Lira
Prof. Esp. Susana Kelly Gomes Oliveira
Prof. Ma. Thalita Vitoria Castelo Branco Nunes Silva
Prof. Me. Willames da Silva Lima
Antonio Franco Lopes de Almeida (TAE)
Antonia Goncalves dos Santos (Pedagoga)
2
IDENTIFICAÇÃO DO CAMPUS
CNPJ 10.735.145/0020-57
SITE [Link]
E-MAIL [Link]@[Link]
DADOS DO CURSO
2040 horas/relógio
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
2720 horas/aula
3
Sumário
APRESENTAÇÃO ....................................................................................................... 7
JUSTIFICATIVA .......................................................................................................... 8
OBJETIVOS .............................................................................................................. 13
4
Banca Examinadora, Defesa e Aprovação do TCC ........................................... 38
COORDENAÇÃO DO CURSO.................................................................................. 78
INFRAESTRUTURA .................................................................................................. 81
Sala da Coordenação......................................................................................... 82
Biblioteca............................................................................................................ 83
Auditórios ........................................................................................................... 85
ACERVO ................................................................................................................... 86
ANEXO I – Fotos dos Laboratórios de Informática do Campus Coelho Neto ......... 104
5
ANEXO II – Fotos da Fábrica de Inovação ............................................................. 106
6
APRESENTAÇÃO
HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO
7
industrial, respectivamente, a partir das resoluções 086 e 087/2012, seguidas pelo
curso técnico em Administração como primeiras turmas ingressantes no novo campus
em Coelho Neto. Apesar de estar inserida na exuberante região do Leste Maranhense,
a cidade possui um alto déficit de indicadores humanos e econômicos.
Ao fazer frente a essa realidade credita-se à educação, através de cursos
com forte inserção de mercado, a mudança desejada pela população. Essa proposta
de formação superior apresenta o Análise e Desenvolvimento de Sistemas não só
como uma alternativa de verticalização da oferta do ensino médio, autorizado pela
Resolução 057/2015. Um curso na área tecnológica estimulará a transformação ao se
alinhar à estratégia do Plano de Desenvolvimento Estratégico (2018-2023) e ao
entregar um nível elevado de ensino na modalidade presencial com professores
especialistas, mestres e doutores através de uma grade curricular instigante aos
novos alunos.
Assim, refletiu-se uma proposta de curso arrojado e com adequação tanto
para o mundo do trabalho como ao contexto social do território. O IFMA em Coelho
Neto com essas ações anseia expandir melhorias educacionais desde o nível básico
(médio) ao superior, na instrução sobre o alicerce das ciências e encorpadas pelas
formações técnicas com forte conexão regional e ultrapassando barreiras territoriais
ao promover a integração total da infraestrutura, quadros de pessoal e recursos que
estimulam o ensino, extensão e pesquisa (Decreto 9.235 de 15 de dezembro de 2017,
§2, art. 40).
Portanto, a excelência dos serviços através das metodologias inovadoras
de capacitação de habilidades e competências realçam o intuito institucional de
compreender a realidade e incentivar às potencialidades sociais, econômicas,
ambientais e culturais da região de atuação do IFMA (Lei 11.892/08).
JUSTIFICATIVA
9
O período mais quente do ano vai de setembro a outubro e o mais frio, de
maio a junho. O relevo do município é plano e suavemente ondulado, com elevado
grau de homogeneidade, dominado por chapadas baixas com altitudes inferiores a
300 metros. A planície aluvionar caracteriza-se por apresentar uma superfície
extremamente horizontalizada, onde os sedimentos inconsolidados (areias, argilas e
cascalhos) encontram-se depositados nas margens e nos leitos dos principais cursos
d’água da região. A vegetação predominante é do tipo cerrado constituída por árvores
e arbustos com altura variando de três a oito metros, estruturada em dois estratos: um
arbóreo/arbustivo com árvores esparsas e retorcidas e outro herbáceo/gramíneo
(RELATÓRIO DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE COELHO NETO, 2011).
10
Figura 2 – Escolaridade da população de 25 anos ou mais
11
de 2011 a 2016, houve ainda o recente anúncio de quase 400 demissões de
trabalhadores nesse segmento (MTE/RAIS, 2018; G1, 2018).
12
considerariam aceitar propostas de emprego caso o modelo de trabalho seja
presencial, e 79,1% deles considerariam trocar de emprego caso a empresa em que
trabalham atualmente exigisse a volta ao presencial (RELEVO, 2020).
OBJETIVOS
Objetivo Geral
Formar tecnólogos em Análise e Desenvolvimento de Sistemas com
competência técnico-científica, consciência ética e ampla visão de mundo, para
interferência em áreas específicas da realidade social e atuação no mercado, seja ele
local, regional, nacional ou global, de forma presencial ou home office, promovendo
educação comprometida com a formação cidadã para o desenvolvimento sustentável.
Objetivos Específicos
I Formar profissionais capazes de aplicar técnicas computacionais em
problemas reais, atendendo demandas do mercado e da sociedade;
II Preparar profissionais capazes de analisar, projetar, desenvolver, testar,
implantar e manter sistemas computacionais de informação;
III Capacitar profissionais que possam avaliar, selecionar, especificar e utilizar
metodologias, tecnologias e ferramentas da Engenharia de Software,
linguagens de programação e bancos de dados para modelar soluções que
ajudem a sociedade geral e local;
IV Capacitar cidadãos com uma formação humana e ética, desta forma
permitindo estes coordenar equipes de produção de softwares.
V Formar profissionais capazes de inovar, planejar e gerenciar a infraestrutura
de tecnologia da informação em organizações, bem como desenvolver e
evoluir sistemas de informação para uso em processos organizacionais,
departamentais e/ou individuais;
13
VI Prover a formação de profissionais que possam escolher e configurar
equipamentos, sistemas e programas para a solução de problemas que
envolvam a coleta, processamento e disseminação de informações;
VII Oferecer profissionais que entendam o contexto, envolvendo as implicações
organizacionais e sociais, no qual as soluções de sistemas de informação são
desenvolvidas e implantadas;
VIII Preparar profissionais que compreendam os modelos e as áreas de negócios,
atuando como agentes de mudança no contexto organizacional;
IX Preparar profissionais para desenvolverem pensamento sistêmico que permita
analisar e entender os problemas organizacionais, geral e local.
X Formar profissionais capazes de verticalizar os conhecimentos e sua
formação, aprimorando-se com a realização de pesquisa e inovação, através
de programas de pós-graduação (mestrado e doutorado), ou em empresas
privadas;
XI Formar profissionais com formação de qualidade capazes de aplicar seus
conhecimentos e ajudar a sociedade, sempre zelando por princípios éticos;
XII Potencializar o perfil de um profissional adaptável e capaz de transferir
conhecimentos da vida e de experiências cotidianas para diferentes ambientes
de trabalho e do seu campo de atuação profissional;
XIII Aprimorar o sentido ético do graduando, com ênfase no reconhecimento da
responsabilidade social como condição para o bom desempenho profissional.
FORMAS DE INGRESSO
16
acordo com normas estabelecidas em edital próprio, sendo válido para o período letivo
a que se destina.
O número de vagas para o curso e a periodicidade da oferta será definida
no Plano de Desenvolvimento Institucional. O quantitativo das vagas estará sujeito às
políticas de reserva de vagas e ações afirmativas.
Em observância à normativa vigente do IFMA que trata das normas da
graduação, o reingresso, entendido como o retorno formal ao curso, de estudantes
que estejam com status de “desligado” do Curso, será regulado por edital próprio, só
sendo permitido uma única vez
Políticas de Ensino
A Política de Ensino apresentada no Plano de Desenvolvimento
Institucional (20192023) do IFMA, está inserida no contexto social, político, econômico
e cultural da sociedade brasileira, especialmente maranhense, de modo dinâmico e
em sintonia com as demandas sociais e do mundo do trabalho, em consonância com
a perspectiva da sustentabilidade.
Diante disso, o IFMA se propõe a formar pessoas capazes de analisar e
transformar criticamente a realidade. Esse processo é viabilizado por ações e atitudes
17
construídas de forma coletiva baseado em um sólido aporte teórico metodológico que
considera as múltiplas determinações da realizada, para formação humanística,
transitando da esfera dos saberes e técnicas para as ciências, tecnologias e culturas,
fomentadas, também, pelas ações de internacionalização.
As ações materializam-se por meio de mecanismos de acompanhamento
dos alunos e dos fatores influenciadores da retenção e evasão; fortalecimento do
Colegiado e do Núcleo Docente Estruturante do Curso como mecanismos de contínuo
acompanhamento e avaliação do Projeto Pedagógico do Curso; atualização do
Projeto Pedagógico do Curso; incentivo à participação de alunos em eventos
científicos e profissionais da área por meio da inclusão de Atividades Complementares
como parte integrante do currículo obrigatório para a integralização do curso; oferta
de editais de monitoria com seleção interna, visando auxiliar o desenvolvimento do
curso e/ou disciplinas ofertadas, no aspecto teórico-prático, para a melhoria do
processo ensino – aprendizagem dos educandos, dentre outros.
18
APOIO AO DISCENTE
⮚ Auxílio Transporte;
⮚ Auxílio Moradia;
⮚ Auxílio Alimentação;
⮚ Bolsas de Estudos;
⮚ Auxílio Sociopedagógico;
⮚ Apoio à Participação Estudantil em Eventos;
⮚ Apoio à Participação Estudantil em Mobilidade Internacional;
⮚ Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE.
19
discussões sobre a temática da inclusão social de negros, negras e indígenas neste
país que ainda exige da parte dessas populações um constante estado de vigilância
e de estratégias coletivas de resistências, no combate ao racismo e às desigualdades
sociais.
A resolução CONSUP nº 124/2018 trata sobre as competências e, nesse
contexto, foi institucionalizado, pela Resolução CONSUP nº 008/2010, de 20 de
janeiro de 2010, o NEABI (Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indiodescendentes)
do Instituto Federal do Maranhão – IFMA, tendo como objetivo geral do núcleo a
execução de práticas pedagógicas no desenvolvimento de pesquisa, ensino e
extensão voltadas para o estudo da diversidade, contemplando as duas leis
inicialmente referidas. E como objetivos específicos deste núcleo são elencados,
conforme a Resolução citada, os seguintes: a) identificar a necessidade de formação
continuada dos profissionais da educação sobre as questões étnico-culturais; b)
levantar dados de pesquisa para publicação em periódicos, como meio de divulgação
de resultados de estudos e pesquisas desenvolvidas pelo núcleo; c) promover
atividades de extensão sobre as questões étnico-culturais; d) intercambiar os
resultados de pesquisas e publicações com as comunidades dos campi e
comunidades externas ao Instituto; e) constituir um acervo bibliográfico das produções
e estudos dos participantes do NEABI/IFMA; f) divulgar os trabalhos científicos do/s
grupo/s de estudo em eventos científicos (locais, nacionais e internacionais) através
de produção, artigos, revistas e outros.
Com o intuito de efetivar esses objetivos, o NEABI do Campus Coelho Neto
atua junto à comunidade interna e externa do referido campus desde 2014, em que
desenvolve diversas práticas, como constante formação de seus membros, por meio
de reuniões de estudos, incentivo à participação em cursos e eventos sobre a
temática, iniciativa de realização de eventos temáticos próprios no âmbito da
extensão, dentre os quais a Semana dos Povos indígenas e a Semana da Consciência
Negra, projetos de pesquisas, palestras, parcerias com instituições e grupos afins da
comunidade de Coelho Neto e de outras cidades. Também recentemente o núcleo
tem tido participação efetiva na Comissão de heteroidentificação do Seletivo de
acesso ao IFMA local.
A comissão do NEABI do Campus Coelho Neto, normalmente é composta
por servidores(as) de múltiplas áreas de atuação e formação, o que tem favorecido
20
um trabalho pautado em visões diversa, resultando em significativas atividades que,
finalmente, contribuem para minimizar os impactos negativos de se viver numa
sociedade historicamente regida por um pensamento racista, com políticas e práticas
institucionais que desfavorecem a luta por melhoria de vida das populações negras e
indígenas.
Competências:
21
VII. elaborar, em conjunto com as coordenações de curso, programas de atendimento
aos discentes com necessidades específicas do Campus, bem como auxiliar os
docentes a adequarem suas aulas conforme programa definido;
IX. propor e colaborar com ações inclusivas de acordo com as demandas identificadas
pelo Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas
(Napne);
XIV. exercer outras atividades na sua área de competência, que, por sua natureza,
tenham lhe sido atribuídas pelo Diretor-Geral do Campus.
Acompanhamento do Egresso
O espaço de atuação do Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas é abrangente, podendo atuar de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos
Superiores de Tecnologia: Empresas de planejamento, desenvolvimento de projetos,
assistência técnica e consultoria. Empresas de tecnologia Empresas em geral
23
(indústria, comércio e serviços). Organizações não-governamentais. Órgãos públicos.
Institutos e Centros de Pesquisa. Instituições de Ensino, mediante formação requerida
pela legislação vigente.
Assim como trata a resolução nº 42, de 26 de abril de 2016 que aprova a
política de estágio e egressos, o acompanhamento do egresso é uma ferramenta
importante que possui vários objetivos dentre eles verificar a empregabilidade,
investigar a atuação dos estudantes recém-formados no mundo do trabalho, se estão
exercendo atividades na sua área de graduação, levantar dados em relação à
formação continuada, obter informações sobre a opinião dos egressos acerca da
qualidade do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas,
possibilitar o conhecimento das dificuldades do egresso para a integração no mercado
trabalho bem como manter a comunicação entre os ex-alunos e a Instituição.
Para esse acompanhamento será verificado os dados dos alunos, tais
como nome, endereço, telefone e e-mail disponíveis no Sistema Unificado de
Administração Pública (SUAP) para a aplicação de questionários aos ex-alunos,
buscando avaliar a sua trajetória profissional, mantendo a comunicação aberta entre
a Instituição e a sociedade, mantendo-o informado das diversas atividades que os
mesmos poderão participar. Outras ações referentes ao acompanhamento dos
egressos incluem: manter os dados cadastrais dos egressos atualizados, promover
encontros, cursos de extensão, atualização e palestras que atendam as necessidades
desses alunos frente às contínuas inovações do conhecimento da área, a fim de
atualizar e/ou complementar os saberes adquiridos ao longo do curso finalizado,
contribuindo para a inserção no mundo do trabalho e, em consequência, obter
sucesso profissional e pessoal, incentivar e apoiar o reencontro dos alunos egressos,
mantendo-se o vínculo que possibilitará o apoio ao desenvolvimento de sua vida
profissional.
Organização Curricular
O Curso Análise e Desenvolvimento de Sistemas possui carga horária de
2040 (duas mil quatrocentos e setenta e cinco) horas/relógio, distribuídas em 03 (três)
anos, devendo ser integralizada no prazo mínimo de 06 (seis) semestres e o prazo
máximo de 10 (dez) semestres As disciplinas dispostas na matriz curricular estão
24
organizadas conforme nível crescente de complexidade e de conteúdos pertinentes
às competências e habilidades necessárias às áreas funcionais e curriculares
dispostas no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia; Diretrizes
Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica; Diretrizes
do Exame Nacional de Desempenhos dos Estudantes (ENADE), e necessidades loco-
regionais do mundo do trabalho na área de Tecnologia da Informação; nos princípios
pedagógicos e institucionais definidos no IFMA no seu Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI) e no seu Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
Os componentes curriculares colaboram com a construção de
competências juntamente com outra(s) unidade(s) curricular (es) e, portanto, poderão
propiciar o desenvolvimento de avaliações interdisciplinares e/ou projetos transversais
em componentes correlatos. Os componentes curriculares irão considerar a
acessibilidade metodológica para atender discentes com necessidades específicas,
tais como a disponibilização de materiais em braile ou em fonte aumentada, de
instrumentos pedagógicos adaptados e/ou alternativas de acordo com as demandas
de cada sujeito.
A articulação entre a teoria e prática será abordada em cada componente
curricular por meio da aplicação dos conhecimentos teóricos aprendidos em sala de
aula em aulas práticas desenvolvidas em laboratórios, em estruturas físicas da fábrica
de inovação, visitas técnicas em empresas privadas de tecnologias, centros de
pesquisas, Universidades, entre outros.
Os componentes curriculares foram organizados na matriz curricular com o
objetivo de promover uma instrução inovadora para o discente, possibilitando que ele
tenha uma formação baseada na solução de problemas que serão propostos em
componentes específicos, aproximando o ambiente acadêmico para propor medidas
e soluções inovadoras para as demandas e problemas dos Arranjos Produtivos
Locais.
Em uma perspectiva de inclusão social de setores que exigem por direito
respeito às suas demandas e, tendo em vista, que a educação é um dos mais
importantes espaços para garantir essa inclusão, serão abordados de forma
transversal, contínua e permanente os conteúdos pertinentes às políticas de educação
Ambiental (Decreto 4.281, 25/06/2002), de Educação dos Direitos Humanos
(Resolução CNE/CP nº 01 de 30/05/12) e de Educação das Relações Étnicos Raciais
25
e o ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena (Resolução CNE/CP Nº
01/2004).
O curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Campus Coelho
Neto terá suas disciplinas trabalhadas no turno noturno. As disciplinas do curso de
Análise e Desenvolvimento de Sistemas do IFMA Campus Coelho Neto estão
distribuídas em seis semestres, conforme a Tabela 5. Cada disciplina terá hora-aula
de 45 minutos.
Para os conteúdos referentes à educação ambiental, foi criada uma
disciplina no 5º Semestre chamada Educação Ambiental e Sustentabilidade. Para
direitos humanos e história da cultura afro-brasileira e dos povos indígenas, foi criada
a disciplina Direitos Humanos, Diversidade e Inclusão no 6º período. Além disso, tais
conteúdos poderão ser trabalhados em eventuais atividades de extensão, em
disciplinas previstas no curso do 2º ao 5º período (Atividade de Extensão I, II, III e IV).
A distribuição das disciplinas no curso permite ao aluno concluir o curso em
tempo mínimo de 3 (três) anos e máximo de 5 (cinco) anos. Cada semestre, será
executado em um total de 100 dias letivos, de acordo com a LDB, totalizando 200 dias
letivos anuais.
26
Matriz Curricular
1º PERÍODO
Carga
CO Carga Horária PRÉ-REQUISITOS
DISCIPLINAS Créditos Horária Extensão
D (horas/relógio) (COD)
(horas/aula)
01 Programação I 4 60 80 0% -
02 Cálculo Diferencial e Integral 4 60 80 0% -
03 Arquitetura de Computadores 4 60 80 0% -
04 Inglês Instrumental 2 30 40 0% -
05 Direito Digital 2 30 40 0% -
06 Metodologia Científica 2 30 40 0% -
07 Português Instrumental 2 30 40 0% -
Subtotal 20 300 400 - -
2º PERÍODO
Carga
CO C.H. Semestral PRÉ-REQUISITOS
DISCIPLINAS Créditos Horária Extensão
D (horas/aula) (COD)
(horas/aula)
08 Programação II 4 60 80 0% 01
09 Álgebra Linear 4 60 80 0% 02
10 Programação Web I 4 60 80 0% -
11 Contabilidade Aplicada à Informática 2 30 40 0% -
12 Sistemas Operacionais 4 60 80 0% -
13 Interação Humano-Computador 2 30 40 0% -
14 Atividade Curricular de Extensão I 4 60 80 100% -
Subtotal 24 360 480
3º PERÍODO
Carga
CO C.H. Semestral PRÉ-REQUISITOS
DISCIPLINAS Créditos Horária Extensão
D (horas/aula) (COD)
(horas/aula)
15 Estrutura de Dados 4 60 80 0% 08
16 Probabilidade e Estatística 4 60 80 0% 02
27
17 Programação Web II 4 60 80 0% 10
18 Banco de Dados 4 60 80 0% -
19 Redes de Computadores 4 60 80 0% -
20 Atividade Curricular de Extensão II 4 60 80 100% 14
Subtotal 24 360 480 -
4º PERÍODO
Carga
CO C.H. Semestral PRÉ-REQUISITOS
DISCIPLINAS Créditos Horária Extensão
D (horas/aula) (COD)
(horas/aula)
21 Aprendizado de Máquina 4 60 80 0% -
22 Programação Orientada à Objetos 4 60 80 0% 08
23 Microcontroladores 4 60 80 0% -
24 Engenharia de Software I 4 60 80 0% -
25 Sistemas de Informação 2 30 40 0% -
26 Inovação, Emp. e Negócios Digitais 2 30 40 0% -
27 Atividade Curricular de Extensão III 4 60 80 100% 20
Subtotal 24 360 480 - -
5º PERÍODO
Carga
CO C.H. Semestral PRÉ-REQUISITOS
DISCIPLINAS Créditos Horária Extensão
D (horas/aula) (COD)
(horas/aula)
28 Programação para Dispositivos Móveis 4 60 80 0% 15
29 Projeto e Desenvolvimento de Sistemas 4 60 80 0% 15
30 Gerência de Projetos de Software 4 60 80 0% 24
31 Engenharia de Software II 2 30 40 0% 24
32 Trabalho de Conclusão de Curso I 4 60 80 0% -
33 Educação Ambiental e Sustentabilidade 2 30 40 0% -
34 Atividade Curricular de Extensão IV 4 60 80 100% 27
Subtotal 24 360 480 - -
6º PERÍODO
28
Carga
CO Carga Horária PRÉ-REQUISITOS
DISCIPLINAS Créditos Horária Extensão
D (horas/relógio) (COD)
(horas/aula)
35 Direitos Humanos, Diversidade e Inclusão 2 30 40 0% -
Administração Financeira e Análise de 4 60 80 0% -
36
Investimento
37 Padrões de Projetos e Testes de Software 4 60 80 0% 30, 31
38 Governança de Tecnologia da Informação 2 30 40 0% -
39 Trabalho de Conclusão de Curso II 4 60 80 0% 32
40 Auditoria e Segurança da Informação 4 60 80 0% -
Subtotal 20 360 400 - -
TOTAL 112 2040 2720 - -
29
Tabela 3 – Carga Horária Total
30
Fluxograma Curricular
Figura 3 – Fluxograma curricular do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas
31
METODOLOGIA DE ENSINO
32
⮚ ministrar aulas interativas, por meio do desenvolvimento de projetos,
seminários, debates, atividades individuais e outras atividades em grupo.
34
Desenvolvimento de Sistemas, ou áreas afins, em qualquer campus do IFMA, e
defendê-lo perante uma banca formada por três professores, incluindo o orientador.
1. Solicitação de orientação;
2. Elaboração do Projeto;
3. Desenvolvimento do Projeto e Escrita do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC);
4. Banca Examinadora, Defesa e Aprovação do TCC;
5. Ajustes, trâmites finais e entrega de da versão final para Instituição (Coordenação
de Curso e Biblioteca).
Solicitação de Orientação
Após está matriculado regularmente na Disciplina de Trabalho de
Conclusão de Curso I, o aluno deverá convidar um docente para orientá-lo e formalizar
a orientação. A iniciativa do convite para orientação da pesquisa científica do TCC é
estritamente do estudante, com outras palavras, cabe ao estudante a incumbência de
convidar um docente para orientá-lo em sua pesquisa de TCC, levando em
consideração a área de atuação do docente, não sendo obrigatória a aceitação por
parte do docente convidado.
O estudante deve formalizar o convite de orientação via e-mail institucional
do docente convidado, com cópia para o e-mail da coordenação do curso. O docente
convidado deverá informar sua decisão ao estudante com cópia para a coordenação
do curso no prazo máximo de 03 (três dias) a contar da data de envio do e-mail do
estudante.
Após o aceite do professor orientador, o estudante deverá no prazo limite
de 07 (sete) dias preencher seus dados no formulário de solicitação de orientação
para pesquisa e elaboração de TCC (emitido pela coordenação do curso) e enviar ao
iminente orientador para que o mesmo preencha seus dados no formulário e devolva
ao estudante no prazo limite de 03 (três) dias, a contar da data de envio pelo
estudante. O formulário deve estar devidamente preenchido, devidamente datado e
35
assinado por orientador, oferecendo aceite à orientação e, pelo estudante, sendo esse
documento a ser entregue em formato digital assinado eletronicamente.
Cabe à coordenação do curso aprovar as orientações e, em casos de
estudantes que perderem o prazo limite da solicitação de orientação para pesquisa e
elaboração de TCC (Trinta dias do início do período em que o discente for matriculado
regularmente na disciplina de TCC I), ou por omissão do estudante ou negativa do
orientador, deverá ser convocado o colegiado do curso para que assim em assembleia
seja discutido e deliberado os orientadores aos discentes, ficando a critério dos
docentes indicados dentro de suas condições e linhas de estudo aceitar ou não,
entretanto, com justificativa plausível sob o entendimento do colegiado. Após a
reunião do colegiado, os discentes devem preencher os documentos e oficializar a
orientação junto à coordenação do curso.
No prazo limite de 60 (sessenta) dias do início do período letivo em que o
discente efetuou a matrícula no TCC I, os estudantes que não possuírem orientação
formalizada, ou por omissão do estudante ou por reprovação nas unidades pré-
requisitos da disciplina TCC I, deverão obrigatoriamente informar a coordenação do
curso sua situação por e-mail oficial.
Para os casos de omissão do estudante ou outros casos omissos a este
PPP a coordenação do curso convocará o colegiado para, em sessão extraordinária,
analisar e deliberar a possibilidade de orientação e defesa ainda dentro do período
regular, caso contrário o estudante será considerado reprovado no componente
curricular TCC I. Caso algum estudante não cumpra os procedimentos supra
elencados e os prazos estabelecidos, será considerado reprovado no componente
curricular TCC. As datas, os prazos e todos os demais casos omissos ou de maior
complexidade deverão ser dirimidos e deliberados pelo colegiado do curso.
Elaboração do Projeto
Após a aprovação, da orientação, estudante e orientador podem iniciar o
desenvolvimento do projeto. O projeto deve conter no mínimo: Tema, Título,
Problema, Justificativa, Objetivos (geral e específicos), Revisão da Literatura,
Metodologia, Cronograma de Execução e Referências. Esta etapa ocorre dentro da
disciplina e período TCC I. A redação do texto não deve ser formal, nem coloquial,
36
mas técnica científica e deve estar normalizada de acordo com a norma vigente da
ABNT.
Após a elaboração do texto final do projeto de pesquisa e da apreciação e
autorização obrigatória do orientador, o estudante deverá enviar formalmente uma
cópia da versão final, via e-mail, em arquivos formato Portable Document Format
(PDF) para a coordenação do curso, com cópia para o orientador, para registro.
Será atribuição do professor responsável pela disciplina de Trabalho de
Conclusão de Curso I, avaliar o andamento e desenvolvimento do projeto, realizando
correções e sugestões. Ao final do semestre o professor da disciplina de TCC I
avaliará o projeto e atribuirá uma nota de 0 (zero) à 7,0 (sete) que será a nota de TCC
I do discente.
O orientador deve juntamente ao professor da disciplina de TCC I definir a
data de revisão e entrega do projeto, desde que esses prazos não ultrapassem a data
de final de período letivo. Os projetos não finalizados dentro do período da disciplina
TCC I, o estudante será considerado reprovado, salvo casos previamente agendados
apresentação em concordância entre coordenação, orientador e professor de TCC I.
Os casos omissos serão deliberados pelo colegiado do curso.
37
I. Elementos pré-textuais: capa, folha de rosto, folha de aprovação, ficha
catalográfica, resumo em língua vernácula e língua estrangeira (inglês) e
sumário;
Observação: Os elementos pré-textuais, errata, dedicatória, agradecimentos,
epígrafe, listas de(ilustrações, tabelas, abreviaturas ou siglas) são itens não
obrigatórios, entretanto, em caso de utilização de alguns destes elementos no
trabalho, os mesmos devem ser organizados corretamente de acordo com o
formato padrão fornecido pela instituição/coordenação.
No caso em que o aluno optar por um artigo científico, este deve ser escrito
com no mínimo 10 páginas contanto com as referências e deve obedecer ao formato
padrão fornecido pela instituição/coordenação, ou em formato exigido por evento
científico ou revista ao qual o artigo foi enviado.
38
do curso deverá designar nova data para a defesa e proceder com os demais trâmites
assentados §4º do art.17 da resolução n.88 de 2017.
Após composição definitiva da banca examinadora pelo orientador caberá
à coordenação do curso homologar a banca examinadora e solicitar à direção geral
do campus emissão de portaria. Os casos omissos serão deliberados pelo colegiado
do curso.
Quanto ao encaminhamento da monografia, o orientando sob supervisão
do orientador deverá encaminhar 3 (três) vias da monografia ou artigo científico em
formato digital à Coordenação do Curso no prazo de no mínimo 20 (trinta) dias de
antecedência da data da defesa. A Coordenação do Curso encaminhará aos membros
da Banca Examinadora, no prazo de 20 (vinte) dias de antecedência da data da
defesa, as respectivas monografias oficializando a data, o horário e o local da defesa.
O cronograma de defesas, com as datas, locais e horários, deverão ser
divulgados com mínimo de 10 (dez) dias de antecedência das defesas pela
coordenação do curso.
A defesa do TCC será realizada pelo orientando perante a banca
examinadora constituída em sessão pública. E consiste em uma exposição oral do
conteúdo pelo orientando no tempo máximo de 30 (trinta) minutos, se necessário
acrescidos de mais 10 (dez), e cada componente da Banca terá o tempo máximo de
30 minutos para arguição e contribuições. Os presentes não podem se manifestar,
somente a banca examinadora e após, as arguições, o presidente solicitará ausência
de todos os presentes.
Da defesa resultará uma nota numérica calculada pela média aritmética das
notas das categorias: trabalho escrito, conhecimento técnico-científico e apresentação
oral, atribuída por cada membro da Banca, ocorrendo a aprovação quando a média
for igual ou superior a 7,0 (sete), ou reprovação da monografia, em caso de nota
inferior a 7,0 (sete), registra em Ata a ser arquivada na Coordenação do Curso. A ficha
de avaliação utilizada deverá levar em consideração os critérios estabelecidos na
Resolução n º88, de 24/04/2017.
O estudante que não apresentar o TCC no prazo determinado será
considerado reprovado no componente curricular TCC II. Os casos omissos serão
dirimidos pelo colegiado do curso.
39
Ajustes, trâmites finais e entrega de da versão final para Instituição
(Coordenação de Curso e Biblioteca).
Após a defesa, caberá ao discente realizar as correções necessárias
sugeridas pela banca (caso haja) e reapresentar o trabalho com as modificações aos
membros da banca via e-mail para conhecimento dos mesmos sob a tutoria do
orientador que dará a palavra final sobre as correções. Após finalizado o estudante
enviará cópias finais do trabalho e demais materiais e trâmites para à coordenação do
curso.
É incumbência da coordenação do curso receber a versão final da
monografia ou artigo científico, providenciar encaminhamento à biblioteca às cópias
do TCC aprovado, além de outras observações que possam vir a serem pertinentes
relativas ao art. 18 da resolução n.88 de 2017.
Os casos omissos serão balizados em atendimento às diretrizes da
resolução n.88 de 2017. Persistindo o(s) caso(s) omisso(s) deverão ser discutidas e
deliberadas segundo orientação do colegiado do curso.
CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO
1. PROJETOS
Os projetos possuem forma de elaboração de propostas de cursos
educativos, de natureza cultural, artística, científica e tecnológica. Projetos
de pesquisa científica com apresentação de resultados em eventos de
natureza de extensão.
2. CURSOS
Os cursos deverão ser realizados em eventos científicos de extensão, na
forma que as propostas sejam elaboradas e cadastradas na forma dos
projetos como sobreposto no Item 1 (Projetos). Podendo ser: Cursos,
Minicursos/Workshops e Oficinas.
3. EVENTOS
Os eventos poderão ser na forma de Simpósios, Conferências, Seminários,
Semanas Científicas, Congressos, Oficinas, dentre outros de natureza,
Local/Regional/Nacional/Internacional a ser realizado para divulgação das
produções à comunidade externa principalmente de Coelho Neto, e demais
circunvizinhanças, ainda intercampi, interinstitucionais, dentre outras.
41
participação em atividades de extensão do IFMA e em parcerias conforme descrito
na resolução vigente.
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIAS
DISCIPLINA: Programação I
PERÍODO: 1º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Compreender os conceitos de algoritmos utilizando uma linguagem de programação, tais como variáveis,
tipos de dados, operadores e expressões. Conhecer e trabalhar com estruturas de decisão e repetição.
Aprender os conceitos de dados homogêneos e heterogêneos. Conhecer os conceitos e aplicação de
funções.
Ementa:
Introdução a algoritmos. Tipos de representações de algoritmos. Variáveis, identificadores, palavra-
reservada, constantes, tipos de dados, declaração de variáveis, operadores aritméticos, lógicos, relacionais
e de atribuição. Expressões aritméticas e lógicas. Estruturas de decisão. Estruturas de repetição. Estruturas
de dados homogêneas e heterogêneas. Modularização: funções, escopo de variáveis, passagem de
parâmetros por valor.
Bibliografia Básica:
BENEDUZZI, H. M.; METZ, J. A. Lógica e linguagem de programação. Curitiba, PR:
Editora do Livro Técnico, 2010. 144 p.
MANZANO, J. A. N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de
computadores / 28. ed., 2016.
MORAIS, I. S. et al. Algoritmo e Programação. 1. ed. [s.l.]: grupo A, 2018.
Bibliografia Complementar:
DASGUPTA, S.; PAPADMITRIOU, C.; VAZIRANI, U. Algoritmos. 1. ed. [s.I]: AMGH,
2009.336 p.
SANTOS, M. G. Algoritmos e Programação. 1 ed. [S.I]: Bookman, 2018. 89 p.
SANT'ANNA, S. R.; COSTA, W. T. Lógica de programação e automação. Curitiba, PR:
Livro Técnico, 2012. 144 p.
42
Bibliografia Básica:
SILVA, C.; FERRAZ, M. S. A. Cálculo.[S.I.]: Sagah, 2019.
MUNIZ, N.; CAMINHA, A. Fundamentos de Cálculo. Rio de Janeiro: SBM, 2015.
STEWART, J. Cálculo. Vol 1. 5 ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.
Bibliografia Complementar:
ROGAWSKI, J; ADAMS, C. Cálculo – Volume 1. [S.I]: Bookman, 2018.
ANTON, H; BIVENS, I; DAVIS, S. Cálculo: Volume 1. [S.I.]: Bookman, 2014.
SAFIER, F. PRÉ-CÁLCULO. 2 ed. [S.I.]: Bookman, 2011.
43
Ementa:
Desenvolvimento do controle de formas e estruturas da Língua Inglesa como meio de comunicação escrita.
Desenvolvimento em uma abordagem com base em uso efetivo de técnicas, estratégias de leituras e
interpretação de textos específicos. Uso de dicionários assim como outros materiais disponíveis e estratégias
facilitadoras que auxiliam o processo de compreensão e uso da Língua Inglesa.
Bibliografia Básica:
DREY, R. F.; SELISTRE, I. C. T.; AIUB, T. Inglês: Práticas de leitura e escrita. Penso,
2015.
VIDAL, A. G.; ABRANTES, E. L.; BONAMIN, M. C. Oficina de Textos em Inglês
Avançado. Sagah, 2018.
ABRANTES, E. L. et al. Oficina de Tradução, Versão e Interpretação em Inglês. Sagah,
2018.
Bibliografia Complementar:
SCHMITZ, L. H. et al. Semântica do Inglês. Sagah, 2018.
SILVA, D. C. F.; DAIJO, J; PARAGUASSU, L. Fundamentos de Inglês. Sagah, 2018.
FREEWAY v. 3: obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Richmond
Educação; Editora Veronica Teodorov. Co-autor Verônica Teodorov. São Paulo, SP:
Richmond Educação, 2010. 192 p.
44
DISCIPLINA: Metodologia Científica
PERÍODO: 1º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Compreender os fundamentos epistemológicos da Ciência; Apresentar as bases da construção da
investigação e do conhecimento científico; compreender as abordagens metodológicas correlacionadas à
área de desenvolvimento de sistemas.
Ementa:
Leitura. Redação científica. Os tipos de conhecimento. Formação do conhecimento científico. Características
e critérios de cientificidade. O método científico. Normas da ABNT. Os trabalhos acadêmicos e científicos:
Projeto, resumo, artigo científico, relatórios.
Bibliografia Básica:
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo:
Cortez, 2007.
FLICK, U. Introdução à metodologia científica: um guia para iniciantes. 1 ed. [S.I]:
Penso, 2012.
LOZADA, G.; NUNES, K. S. Metodologia científica. [S.I.]: Sagah, 2019.
Bibliografia Complementar:
SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, M. P. B. Metodologia de Pesquisa. 5 ed.
[S.I.]: Penso, 2013.
Creswell, John W.; Creswell, J. David. Projeto de Pesquisa: Métodos Qualitativo,
Quantitativo e Misto. 5 ed. Penso, 2021.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: Escolhendo entre
cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: Penso, 2014.
45
MEDEIROS, J. B. Correspondência : técnicas de comunicação criativa. 20 ed. São
Paulo, SP : Atlas, 2010.
SOLÉ, I. Estratégias de Leitura. 6 ed. Penso, 1998.
DISCIPLINA: Programação II
PERÍODO: 2º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Criar soluções de problemas utilizando conceitos de algoritmos com uma linguagem de programação; aplicar
os conceitos de registros; trabalhar com alocação dinâmica por meio do conceito de ponteiros; gerenciar a
passagem de dados por parâmetros e referências em uma função de dados; manipular Strings; entender e
aplicar o conceito de recursividade; armazenar dados de forma persistente em arquivos.
Ementa:
Introdução à programação estruturada. Tipos de dados e modificadores. Operadores de atribuição,
aritméticos, unários, relacionais e lógicos. Variáveis locais, globais e constantes. Estruturas condicionais.
Estruturas de repetição. Vetores e matrizes. Registros. Funções. Ponteiros. Passagem de parâmetro por
referência. Manipulação de Strings. Recursividade. Manipulação de arquivos.
Bibliografia Básica:
MANZANO, J. A. N. G. Linguagem C: acompanhada de uma xícara de café. São Paulo:
Érica/Saraiva, 2015.
EDELWEISS, N. Algoritmos e programação com exemplos em Pascal e C, 2014.
PINHEIRO, F. A. C. Elementos de Programação em C. [S.I.]: Bookman, 2012.
Bibliografia Complementar:
SANTOS, M. G. Algoritmos e Programação. 1 ed. [S.I]: Bookman, 2018. 89 p.
BENEDUZZI, H. M.; METZ, J. A. Lógica e linguagem de programação. Curitiba, PR:
Editora do Livro Técnico, 2010. 144 p.
MORAIS, I. S. et al. Algoritmo e Programação. 1. ed. [s.l.]: grupo A, 2018.
Bibliografia Básica:
NICHOLSON, W. K. Álgebra Linear. 2 ed. [S.I]: Bookman, 2006.
DANESI, M. M.; SILVA, A. R. R.; PEREIRA Jr., S. A. A. Álgebra Linear. [S.I.]: Sagah,
2019.
ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. 10 ed. [S.I.]: Bookman, 2012.
46
Bibliografia Complementar:
ANTON, H.; BUSBY, R. C. Álgebra Linear com Aplicações. 1 ed. [S.I.]: Bookman, 2006.
SANTOS, F. J.; FERREIRA, S. F. Geometria Analítica. [S.I.]: Bookman, 2009.
HEFEZ, A. Introdução à Álgebra Linear. Rio de Janeiro, RJ: SBM, 2022.292 p.
47
Conceitos básicos de contabilidade sob um enfoque sistêmico. Procedimentos contábeis básicos. Estrutura
e análise dos relatórios contábeis. Temas ‘custos’ sob a ótica empresarial. Esquema básico da Contabilidade
de Custos. Sistemas de custeio. Custeio para fins gerenciais.
Bibliografia Básica:
GRECO, A. L.; AREND, L. R. Contabilidade: Teoria e Práticas Básicas. São Paulo:
Saraiva, 2016.
RIBEIRO, O. M. Contabilidade de custos. 10. ed. São Paulo, SP: Saraiva, 2018. 260 p.
BONHO, F. T.; SILVA, F. M.; ALVES, A. Contabilidade Básica. [S.I.]: Sagah, 2019.
Bibliografia Complementar:
MARTINS, E. Contabilidade de custos: livro de exercícios. São Paulo, SP: Atlas,
2021.165 p.
CREPALDI, S. A. Curso básico de contabilidade de custos. 5ed. São Paulo, SP: Atlas,
2010.
GOLDSTEIN, L. J. et al. Matemática Aplicada: Economia, Administração e Contabilidade.
12 ed. Bookman, 2012.
48
PERÍODO: 2º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Adquirir uma base sólida de conceitos fundamentais sobre os quais está apoiada em projeto de interfaces;
utilizar meios para projetar interfaces adequadas ao contexto e às necessidades dos usuários.
Ementa:
Princípios, Paradigmas e Conceitos da Interação Humano-Computador; Usabilidade de sistemas
computacionais; fatores humanos de Interação Humano-Computador; Concepção de Sistemas de
Gerenciamento de IHC na Web; Avaliação de Interfaces Humano-Computador; os princípios de Ben
Shneiderman e as heurísticas de Jacob Nielsen.
Bibliografia Básica:
Rogers, Y.; Sharp, H.; Preece, J. Design de Interação: Além da Interação Humano-
Computador. [S.I.]: Bookman, 2013.
TIM, B. Design thinking [texto] : uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias. Alta
Books. Rio de Janeiro, 2017.
MACHADO, L.; BEZZERA, W. R. Interfaces Sensíveis ao Toque: Ergonomia, Usabilidade e
Desenvolvimento. 1 ed. Pacto Editorial, 2016.
Bibliografia Complementar:
KALBACH, J. Design de Navegação Web: Otimizando a Experiência do Usuário. [S.I].
Bookman, 2009.
BARRETO, J. S. et al. Interface Humano-Computador. [S.I.]: Sagah, 2018.
AMBROSE, G.; HARRIS, P. Design Thinking. [S.I.]: Bookman, 2011.
49
DISCIPLINA: Estruturas de Dados
PERÍODO: 4º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Compreender a importância, necessidade e aplicabilidade das principais estruturas de dados no
desenvolvimento de sistemas; realizar a implementação e uso das principais estruturas de dados.
Ementa:
Tipos abstratos de dados. Alocação dinâmica. Estrutura de dados unidimensionais e multidimensionais.
Pesquisa e ordenação. Estruturas de Dados Lineares: Listas, Pilhas e Filas. Estruturas de Dados não
Lineares: Árvores e Grafos. Aplicações de estruturas de dados.
Bibliografia Básica:
VETORAZZO, A. S. Estrutura de Dados. [S.I.]: Sagah, 2018.
Pinto, Rafael A. et al. Estrutura de Dados. [S.I.]: Sagah, 2019.
CURY, T. E. et al. Estrutura de Dados. [S.I.]: Sagah, 2018.
Bibliografia Complementar:
RODRIGUES, T. N. et al. Estrutura de Dados em Java. [S.I.]: Sagah, 2021.
AGUILAR, L. J. Fundamentos de programação: algoritmos, estruturas de dados e
objetos. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2008.
SZWARCFITER, J. L.; MARKENSON, L. Estruturas de dados e seus algoritmos. 3.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
Bibliografia Básica:
BECKER, J. L. Estatística Básica: Transformando Dados em Informação.
[S.I.]:Bookman, 2015.
SILVA, J. S. F.; GRAMS, A L. B.; SILVEIRA, J. F. Estatística. [S.I.]: Sagah, 2018.
SPIEGEL, M. R.; SCHILLER, J. J.; SRINIVASAN, R. A. Probabilidade e Estatística. 3 ed.
[S.I.]: Bookman, 2012.
Bibliografia Complementar:
VIGILLITO, S. B. Estatística Aplicada. Saraiva. São Paulo, 2017. 664 p.
MORETTIM, P. A. Estatística Básica. 9 ed. Saraiva. São Paulo, 2017. 554 p.
NAVIDI, W. Probabilidade e Estatística para Ciências Exatas. McGraw-Hill, 2012.
50
DISCIPLINA: Programação Web II
PERÍODO: 3º PRÉ-REQUISITO: Programação Web I
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Compreender os conceitos fundamentais e o estado da arte no desenvolvimento Web Back-end; desenvolver
projetos de aplicações em um framework Back-end; Acessar e realizar operações (CRUD) em bases de
dados
Ementa:
Ambiente Cliente-Servidor. Modelos em camadas para a estruturação de sistemas com tecnologias web.
Linguagens de script procedurais e orientadas a objetos. Acesso a bancos de dados. Frameworks para
desenvolvimento de páginas web dinâmicas.
Bibliografia Básica:
SOARES, W. PHP 5: conceitos, programação e integração com bancos de dados. 7ª edição. São Paulo:
Érica/Saraiva, 2013.
SARAIVA, M. O.; BARRETO, J. S. Desenvolvimento Web com PHP. [S.I.]: Sagah, 2018.
RODRIGUES, A. Desenvolvimento para Internet. Curitiba, PR: Livro Técnico, 2010. 120 p.
Bibliografia Complementar:
DEITEL, P.; DEITEL, H.; Listfield, T. R.; Nieto, C.; Yaeger, C ;Zlatkina, M. C#: como
programar. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson, 2017. 1216 p.
MILETTO, E. M.; BERTAGNOLLI, S. C. Desenvolvimento de Software II: Introdução ao
Desenvolvimento Web com HTML, CSS, Javascript e PHP. [S.I]: Bookman, 2014.
LEDUR, C. L. Desenvolvimento de Sistemas com C#. [S.I.]: Sagah, 2018.
51
RAMAKRISHNAN, R.; GEHRKE, J. Sistemas de gerenciamento de banco de dados.
Porto Alegre: AMGH, 2008.
HEUSER, C. A. Projeto de Banco de Dados. 6 ed. [S.I.]: Bookman, 2009. v.4
52
As atividades extensionistas, são as intervenções que envolvam diretamente as comunidades externas, tais
como, programas, cursos, oficinas, eventos e prestação de serviços.
Bibliografia Básica:
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas. 4. ed. Bookman, 2020.
BITENCOURT, C. Gestão Contemporânea de Pessoas. 2 ed. Bookman, 2010.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria, técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo,
SP: Érica, 2010.
Bibliografia Complementar:
NEWSTROM, J. W. Comportamento Organizacional: O Comportamento Humano no
Trabalho. 12 ed. McGraw-Hill, 2008.
BALTZAN, P. Tecnologia Orientada para Gestão. 6 ed. Bookman, 2016.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: Escolhendo entre
cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: Penso, 2014.
53
Compreender e aplicar técnicas de pré-processamento de dados. Aprender à identificar problemas de
aprendizado de máquina e aprender e definir a melhor técnica a ser usada. Compreender os conceitos
básicos de Deep Learning e aplicar em problemas reais.
Ementa:
Técnicas de pré-processamento de dados. Conceitos de aprendizado de máquina: aprendizado
supervisionado, não-supervisionado e por reforço; Técnicas de classificação. Técnicas de regressão.
Técnicas de agrupamento. Técnicas de redução de dimensionalidade. Introdução à Deep Learning.
Bibliografia Básica:
LENZ, M. L. et al. Fundamentos de Aprendizagem de Máquina. [S.I.]: Sagah, 2020.
SILVA, F. M. et al. Inteligência Artificial. [S.I.]: Sagah, 2019.
HAYKIN, Simon. Redes Neurais: Princípios e Prática. 2 ed. [S.I]: Bookman, 2001.
Bibliografia Complementar:
SANTOS, R. R. et al. Fundamentos de Big Data. [S.I.]: Sagah, 2021.
PADILHA, J. et al. Analytics para Big Data. [S.I]: Sagah, 2022.
FERREIRA, R. G. C. et al. Preparação e Análise Exploratória de Dados. [S.I.]: Sagah,
2021.
54
PERÍODO: 4º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Conceituar Sistema de Informação em termos de seus objetivos e componentes; classificar Sistemas de
Informação; formar base teórica de conhecimento para o encadeamento lógico com a disciplinas Sistemas
de Informações Gerenciais; compreender os conceitos básicos de organização empresarial e de sistemas
de informação e inter relacioná-los de modo a identificar a importância da informação para a tomada de
decisões.
Ementa:
Teoria Geral de Sistemas, Fundamentos de Sistemas de Informação. O conceito de sistema. Componentes
genéricos de um sistema. As relações entre sistema e ambiente. Hierarquia de sistemas. Classificações dos
sistemas. Introdução aos Sistemas de Informação: Informação, Sistema de Informação (SI) e papel
estratégico de um SI. Desenvolvimento de SI: pressuposto do modelo, diagnóstico, formação, planejamento
da organização, planejamento de um SI. Tipos de SI. Impactos organizacionais. Tecnologias de Informação
para construção de SIs.
Bibliografia Básica:
GORDON, S. R.; GORDON, J. R. Sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 3. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
AUDY, J. L. N.; ANDRADE, G. K.; CIDRAL, A. Fundamentos de sistemas de informação. Porto Alegre:
Bookman, 2011.
AUDY, J. L. N.; BRODBECK, Â. F. Sistemas de Informação: Planejamento e Alinhamento
Estratégico nas Organizações. [S.I.]: Bookman, 2003.
Bibliografia Complementar:
SORDI, J. O. Administração de sistema de informação. Nova edição. São Paulo: SaraivaUni, 2018.
MAÑAS, A. V. Administração de sistemas de informação: como otimizar a empresa por meio dos
sistemas de informação. São Paulo: Érica, 2010.
GONÇALVES, G. R. B. Sistemas de Informação. Sagah, 2017.
55
Bibliografia Complementar:
HOLANDA, S. R. M. Empreendedorismo: fundamentos e técnicas para criatividade. Rio de Janeiro:
LTC, 2014.
GALLI, A. V.; GIACOMELLI, G. Empreendedorismo. 3 ed. [S.I.]: Sagah, 2017.
BESSANT, J.; TIDD, J. Inovação e Empreendedorismo. 3 ed. [S.I.]: Bookman, 2019.
DISCIPLINA: Microcontroladores
PERÍODO: 4º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Analisar, sintetizar e desenvolver sistemas microcontrolados. Desenvolver e implementar soluções para
problemas de controle e automação utilizando microcontroladores.
Ementa:
Arquitetura de microcontroladores. Funcionamento de periféricos- Timers,
conversores AD, comunicação serial. Conjuntos de instruções. Ferramentas de desenvolvimento.
Programação em linguagem Assembler e C.
Bibliografia Básica:
MONK, S. Programação com Arduíno: começando com Sketches. 2. ed. Bookman,
2017.
MONK, S. Programação com Arduíno II: Passos avançados com Sketches. Bookman,
2015.
MEYERS, S. C++ Eficaz: 55 Maneiras de Aprimorar Seus Programas e Projetos. 3. ed.
Bookman, 2011.
Bibliografia Complementar:
MONK, S. 30 Projetos com Arduíno. 2 ed. Bookman, 2014.
PINHEIRO, F. A. C. Elementos de Programação em C. Bookman, 2012.
LENZ, M. L.; MORAES, M. L. Eletrônica Digital. Sagah, 2019.
Bibliografia Básica:
LEDUR, C. L. Análise e Projeto de Sistemas. Sagah, 2018.
MASCHIETTO, L. G. et al. Processos de Desenvolvimento de Software. Sagah, 2020.
ALVES, W. P. Análise e projetos de sistemas: estudo prático. São Paulo:
Érica/Saraiva, 2017.
57
Bibliografia Complementar:
LARMAN, C. Utilizando UML e Padrões: Uma Introdução à Análise e ao Projeto
Orientados a Objetos e ao Desenvolvimento Iterativo. 3. ed. Bookman, 2007.
BARBOZA, F. F. M.; FREITAS, P. H. C. Modelagem e Desenvolvimento de Banco de
Dados. Sagah, 2018.
CARDOSO, G. C.; CARDOSO, V. M. Sistemas de banco de dados: uma abordagem
introdutória e aplicada. São Paulo: Saraiva, 2013.
58
Modelagem e orientação a objetos. Modelo conceitual da UML. Elementos estruturais da UML. Elementos
comportamentais da UML. Relacionamentos na UML. Diagramas UML. Regras e mecanismos da UML.
Evolução da prática de desenvolvimento de software. Qualidade de artefatos de software. Modularidade e
reusabilidade. Diferentes visões de um sistema. Metodologias de análise e projeto orientadas a objetos. teste
de software. Desenvolvimento dirigido a testes, manutenção de software. Engenharia reversa. Abordagens
voltadas ao reuso de software. Gerenciamento e técnicas de apoio ao processo de produção de software.
Apoio automatizado ao desenvolvimento de software.
Bibliografia Básica:
PRESSMAN, Roger; MAXIM, Bruce. Engenharia de software. 8 ed. Porto Alegre: AMGH, 2016.
ALVES, William Pereira. Análise e projetos de sistemas: estudo prático. São Paulo: Érica/Saraiva, 2017.
REINEHR, S. Engenharia de Requisitos. Sagah, 2020.
Bibliografia Complementar:
LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos
e ao desenvolvimento iterativo. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 695p.
PADUA FILHO, Wilson de Paula. Engenharia de software. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
GONÇALVEZ, P. F. et al. Testes de Softwares e Gerência de Configuração. Sagah,
2019.
PERÍODO: 5º PRÉ-REQUISITO:
59
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Compreender os conceitos de meio ambiente, sustentabilidade e desenvolvimento sustentável; compreender
a relação entre o homem, à vida em sociedade e o meio ambiente; compreender a evolução dos problemas
ambientais globais; conhecer os principais problemas ambientais locais e globais; Práticas interdisciplinares,
metodologias e as vertentes da Educação Ambiental.
Ementa:
A construção do conhecimento em Educação Ambiental. Princípios da Educação Ambiental. A Política
Nacional de Educação Ambiental. As questões ambientais e as conferências mundiais sobre meio ambiente.
Relações sociedade-natureza. Ética e meio ambiente. Relação Educação Ambiental e Qualidade de vida.
Ameaças a biodiversidade. Educação Ambiental e Diversidade cultural. Consumo consciente. Tecnologias
sustentáveis. A revolução verde e genética. O Agroecologia. Produção eco sustentável.
Bibliografia Básica:
Sato, M.; Carvalho, I. Educação Ambiental: Pesquisa e Desafios. [S.I.]: Artmed, 2005.
PIMENTA, H. C. D.. Gestão ambiental. Curitiba, PR: Livro Técnico, 2012.
PINHEIRO, A. C. F. B; PINHEIRO; CRIVELATO, M.; PINHEIRO, A. L. F.B. Tecnologias sustentáveis.
Editora Erica, 2014.
Bibliografia Complementar:
JUNIOR, Arlindo Philippi; PELICIONI, Maria Cecilia Focesi (Ed.). Educação Ambiental e sustentabilidade.
USP, 2005.
LEONARD, A.; CONRAD, A. VIANNA, A. P. B.. A história das coisas: da natureza ao lixo, o que acontece
com tudo que consumimos. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.
VECCHIA, R.. O meio ambiente e as energias renováveis: instrumentos de liderança visionária para a
sociedade sustentável. Barueri, SP: Manole, 2010.
60
DISCIPLINA: Direitos Humanos, Diversidade e Inclusão
PERÍODO: 6º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Conhecer a correta análise e identificação do fenômeno dos direitos humanos e dos direitos fundamentais,
de modo crítico, mediante exposição dos acontecimentos históricos, políticos e sociais que ensejaram à sua
conquista e positivação; conhecer e analisar à questão da diversidade, mediante discussão proposta acerca
dos movimentos sociais da atualidade brasileira e a consequente conquista e efetivação de novos direitos,
em especial àqueles conferidos aos grupos historicamente marginalizados e excluídos da sociedade
brasileira e mundial
Ementa:
Direitos humanos: conceitos, princípios, teorias, estrutura e sociedade inclusiva. Respeito dos Direitos
Humanos pelas empresas e reconhecimento: (i) da eficácia horizontal e (ii) da dimensão objetiva dos direitos
humanos. Legislações de Direitos Humanos para proteção de grupos vulneráveis (mulheres, pessoas com
deficiência, idosos, índios, negros, LGBTTI, refugiados).
Bibliografia Básica:
COMPARATO, Fábio Konder. A afirmação histórica dos direitos humanos. São Paulo: Saraiva, 2019.
DORETO, D. T. et al. Questão Social, Direitos Humanos e Diversidade. Sagah, 2018.
SCARANO, R. C. V. et al. Direitos Humanos e Diversidade. Sagah, 2018.
Bibliografia Complementar:
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Campus, 2020.
ARAKAKI, F. F. S.; MELLO, G. V. Direitos Humanos. Sagah, 2018.
RAMOS, A. C. Curso de Direitos Humanos. 8 ed. São Paulo, SP : Saraiva Educação,
2021.
Bibliografia Básica:
LEMOS, F. Análise Técnica dos Mercados Financeiros: um guia completo dos métodos de negociação
de ativos. 2 ed. São Paulo, SP: Saraiva Educação, 2018.
ASSAF NETO, A. Mercado Financeiro. 14 ed. São Paulo, SP: Atlas, 2021.
OPPENHEIMER, P. C. Lucrando com Ações a longo prazo: Como ganhar com os Ciclos
do Mercado Financeiro. Bookman, 2021.
Bibliografia Complementar:
NASCIMENTO, L. B. G. et al. Criptomoedas e Blockchain. Sagah, 2021.
VIEIRA, F. M. et al. Mercado de Renda Fixa e Derivativos. Sagah, 2022.
PEREIRA Jr., S. A. A. et al. Fundamentos de Finanças. Sagah, 2020.
61
DISCIPLINA: Padrões de Projetos e Teste de Software
PRÉ-REQUISITO: Gerencia Projetos de Software; Engenharia de
PERÍODO: 6º
Software II
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Aplicar os principais conceitos e métodos de controle de qualidade de software, tornando-o: verificável,
validado e aceito; desenvolver as técnicas de inspeção, teste convencional, teste automatizado e técnicas
formais leves.
Ementa:
Expansão dos conceitos essenciais de orientação a objetos. Caracterização dos padrões de projeto. Padrões
e reusabilidade. Tipos de padrões de projeto. Padrões de projetos: criacional, estrutural e comportamental.
Implementação de padrões funcionais. Aplicação de padrões de projeto no desenvolvimento de software
orientado a objetos. Revisões de software. Princípios, estratégias e fases de testes de software. Processo
de teste de software. Técnicas de teste de software (Critérios funcionais, estruturais e baseados em defeitos).
Automação dos testes.
Bibliografia Básica:
PEZZÈ, M.; YOUNG, M. Teste e Análise de Software: Processos, Princípios e Técnicas.
Bookman, 2008.
GAMMA, E; HELM, R.; JOHNSON, R.; VLISSIDES, J. Padrões de Projetos: Soluções
Reutilizáveis de Software Orientados a Objetos. Bookman, 2020.
HORSTMANN, C. Padrões e Projetos Orientados a Objetos. 2 ed. Bookman, 2007.
Bibliografia Complementar:
GONÇALVEZ, P. F. et al. Testes de Softwares e Gerência de Configuração. Sagah,
2019.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria, técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo, SP: Érica, 2010.
LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos
e ao desenvolvimento iterativo. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 695p.
62
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, A.; ROSSETTI, J. P. Governança corporativa: fundamentos,
desenvolvimento e tendências. [Link]. São Paulo: Atlas, 2009.
SOMASUNDARAM, G.; SHRIVASTAVA, A.; EMC Education Services. Armazenamento
e Gerenciamento de Informações: Como armazenar, Gerenciar e Proteger Informações
Digitais. Bookman, 2001.
BURGELMAN, R. A.; CHRISTENSEN, C. M.; WHEELWRIGTH, S. C. Gestão Estratégica
da Tecnologia e da Inovação: Conceitos e Soluções. 5 ed. McGraw-Hill, 2013.
Bibliografia Complementar:
FILHO, J. E. M. Análise de Tráfego em Redes TCP/IP [texto] : Utilize tcpdump na análise de tráfegos
em qualquer sistema operacional. Novatec Editora. São Paulo, 2013. 416 p.
MCCLURE, S.; SCAMBRAY, J.; KURTZ, G. Hackers Expostos: Segredos e Soluções
para a Segurança de Redes. 7 ed. Bookman, 2014.
SOUSA, L. B. Redes de computadores: guia total. 2ª edição. São Paulo: Érica, 2014.
63
Desenvolvimento da análise e interpretação dos dados. Consolidação da teoria do objeto de estudo.
Finalização da estruturação do trabalho de conclusão do curso. Elaboração e defesa do TCC.
Bibliografia Básica:
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.
FLICK, U. Introdução à metodologia científica: um guia para iniciantes. 1 ed. [S.I]:
Penso, 2012.
LOZADA, G.; NUNES, K. S. Metodologia científica. [S.I.]: Sagah, 2019.
Bibliografia Complementar:
SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, M. P. B. Metodologia de Pesquisa. 5 ed.
[S.I.]: Penso, 2013.
Creswell, John W.; Creswell, J. David. Projeto de Pesquisa: Métodos Qualitativo,
Quantitativo e Misto. 5 ed. Penso, 2021.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: Escolhendo entre
cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: Penso, 2014.
[...]
64
Outra exigência para o aproveitamento é que, o pedido de Aproveitamento
de Estudos deverá ser formalizado via protocolo, seccionado pelas especificidades
das respectivas disciplinas, constando no máximo 04 (quatro) disciplinas por
processo, e encaminhado ao Departamento Acadêmico da referida disciplina ou
Coordenador de Curso, obedecendo aos prazos determinados no Calendário
Acadêmico, acompanhado da seguinte documentação:
a) Histórico escolar atualizado, contendo carga horária, número de créditos
das disciplinas cursadas com aprovação, descrição dos símbolos dos conceitos
obtidos com os valores correspondentes e períodos em que foram cumpridas as
disciplinas, devidamente carimbado e assinado, pela IES de origem;
b) Programas das disciplinas carimbados e assinados e pela instituição de
Ensino em que foram cursadas;
c) Prova de autorização ou reconhecimento do curso.
66
Pela forma como o currículo se organiza o aluno do curso de Análise e
Desenvolvimento de Sistemas é um dos sujeitos do processo de ensinar e aprender.
Neste processo de construção de conhecimento ele deve assumir uma postura de
curiosidade epistemológica, marcada pelo interessar-se por novas aprendizagens e
desenvolver a capacidade de trabalhar em grupo, atitudes de ética e de humanização,
responsabilidade e espírito crítico-reflexivo.
A natureza epistemológica do papel do professor está condicionada a uma
inteligibilidade ou a um saber-fazer (por isso também é intelectual) que fomenta
saberes que vão além de saberes éticos, morais e técnico-científicos. Requer saberes
interpessoais, pessoais e comunicacionais, para que a relação estabelecida entre
alunos e professores possa favorecer o processo de ensino e de aprendizagem. No
curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas estes saberes assumem
importância uma vez que os professores, agindo como mediadores do conhecimento,
podem desempenhar papéis de orientadores.
67
As avaliações de rendimento serão compostas por 03 (três) notas na escala
de zero (0) a dez (10) computadas até a segunda casa decimal, a serem lançadas no
Diário de Classe, após cada terço da carga horária das disciplinas.
Assim, o aproveitamento é avaliado durante todo o período letivo sendo, no
final de cada semestre, expresso em notas. Essa verificação será realizada por
semestre letivo, em cada unidade curricular, com 3 (três) instrumentos escolares de
verificação e, quando necessário, uma avaliação suplementar (individual, escrita ou
prática) em substituição ou reposição a uma das notas destes 3 instrumentos
escolares de verificação, desde que inferior a sete (7,0).
É considerado aprovado por média, em cada disciplina, o aluno que tiver
frequência de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das atividades didáticas
realizadas (aulas e provas) no período letivo, e que obtiver média aritmética igual ou
superior a 7 (sete) nos exercícios escolares.
O aluno que obtiver média aritmética do aproveitamento igual ou superior
a 5 (cinco) e inferior a 7,0 (sete) nos exercícios escolares e que tenha comparecido,
no mínimo, a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas/aula, poderá submeter-
se ao exame final. O aluno que obtiver média aritmética igual ou superior a 6 (seis),
resultante da média dos exercícios escolares e da nota do exame final é considerado
aprovado.
AVALIAÇÃO DO CURSO
68
subsídio para as devidas correções. Tais resultados também serão apresentados nos
eventos internos e externos promovidos pelo Curso e nas reuniões com os discentes.
As estratégias adotadas no curso para relacionar para favorecer à
aprendizagem são pautadas pelas avaliações da Comissão Própria de Avaliação
(CPA) que tratam, a partir das informações sobre o perfil do aluno, suas necessidades
e perspectivas.
A autoavaliação Institucional é obrigatória e compõe o Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído pela Lei nº 10.861, de 14 de
abril de 2004. No IFMA, a referida avaliação abrange cinco eixos temáticos:
Planejamento e Avaliação Institucional; Desenvolvimento Institucional; Políticas
Acadêmicas; Políticas de Gestão; e Infraestrutura Física.
Tais avaliações constituem instrumentos fundamentais para identificar os
pontos fortes e as fragilidades, tornando esse processo contínuo de
autoconhecimento institucional, funcionando como balizador de ações,
reestruturações, discussões e reflexões sobre todas as ações administrativas e
acadêmicas praticadas. O IFMA adota uma Política de Melhoria da programa de
melhoria da Qualidade dos Cursos de Graduação por meio da qual são considerados
os indicadores obtidos nos três últimos anos que integraram o Plano de Ação Trienal
do Curso de Graduação (PATCG), propondo estratégias para enfrentamento das
fragilidades e encaminhamentos de melhorias dos indicadores. A cada três (3) anos
os cursos do IFMA deverão passar por um processo de Avaliação Interna de Curso
(AIC) para identificar a necessidade de ajustes ou alterações, atendendo à legislação
vigente, à demanda dos docentes e estudantes e ao mundo do trabalho. A política
prevê ainda, a constituição do Banco de Avaliadores Interno de Curso, composto por
docentes da educação superior capacitados pelo IFMA para realizar as avaliações
dos cursos de graduação
De forma associada, será feito um amplo trabalho de conscientização sobre
a importância do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) para a
qualidade do ensino em todo o País.
Especificamente com relação às ações decorrentes do ENADE, o Curso de
Análise e Desenvolvimento de Sistemas adotará algumas ações visando o
planejamento do curso como o Desenvolvimento de Projetos de Ensino, Pesquisa e
69
Extensão; Implementação de Metodologias Ativas no Processo de Aprendizagem,
entre outros.
Corpo docente
O corpo docente que compõe o quadro de trabalho do Instituto Federal do
Maranhão – Campus Coelho Neto é formado por profissionais com formação
qualificada para construir as referências de formação dos profissionais Analistas de
Sistemas. Na Quadro 1 estão listados todos os docentes que, direta ou indiretamente,
estarão envolvidos na formação humana e profissional dos acadêmicos.
70
Programação I; Arquitetura de Computadores;
Programação II; Programação Web I;
Sistemas de Informação; Interação Humano-
Computador; Atividade de Extensão I;
Programação Orientada à Objetos;
Banco de Dados; Redes de
Computadores; Programação Web II;
Atividade de
Extensão II; Estrutura de Dados; Auditoria de
Tecnologia em
Francisco Alan Mestre em Engenharia Sistemas e Segurança da Informação;
Análise e
de Oliveira da Computação e T-40 DE Engenharia de Software I; Aprendizado de
Desenvolvimento
Santos Sistemas Máquina; Atividade de Extensão III;
de Sistemas Programação para Dispositivos Móveis;
Projeto de Desenvolvimento de Sistemas;
Gerência de Projeto de Software;
Engenharia de Software II;
Trabalho de Conclusão de Curso I; Atividade de
Extensão IV; Padrões de Projetos e Testes de
Softwares; Governança da Tecnologia da
Informação; Aprendizado de Máquina;
Trabalho de Conclusão de Curso II
Programação I; Arquitetura de Computadores;
Programação II; Programação Web I;
Sistemas de Informação; Interação
Humano Computador; Atividade de
Extensão I; Programação Orientada à
Objetos; Banco de Dados; Redes de
Computadores; Programação Web II;
Atividade de
Extensão II; Estrutura de Dados; Auditoria de
Bacharelado em Sistemas e Segurança da Informação;
Joao Paulo Mestre em Engenharia
Ciência da T-40 DE Engenharia de Software I; Aprendizado de
Marques de Software Máquina; Atividade de Extensão III;
Computação
Programação para Dispositivos Móveis;
Projeto de Desenvolvimento de Sistemas;
Gerência de Projeto de Software;
Engenharia de Software II; Trabalho de
Conclusão de Curso I; Atividade de
Extensão IV; Padrões de Projetos e Testes de
Softwares; Governança da Tecnologia da
Informação; Aprendizado de Máquina;
Trabalho de Conclusão de Curso II
Programação I; Arquitetura de Computadores;
Programação II; Programação Web I;
Sistemas de Informação; Interação Humano-
Computador; Atividade de Extensão I;
Programação Orientada à Objetos;
Banco de Dados; Redes de
Computadores; Programação Web II;
Atividade de
Extensão II; Estrutura de Dados; Auditoria de
Bacharelado em Sistemas e Segurança da Informação;
Jose Jeovane Especialista em
Sistemas de T-40 DE Engenharia de Software I; Aprendizado de
Reges Cordeiro Educação
Informação Máquina; Atividade de Extensão III;
Programação para Dispositivos Móveis;
Projeto de Desenvolvimento de Sistemas;
Gerência de Projeto de Software;
Engenharia de Software II; Trabalho de
Conclusão de Curso I; Atividade de
Extensão IV; Padrões de Projetos e Testes de
Softwares; Governança da Tecnologia da
Informação; Aprendizado de Máquina;
Trabalho de Conclusão de Curso II
71
Programação I; Arquitetura de Computadores;
Programação II; Programação Web I;
Sistemas de Informação; Interação Humano-
Computador; Atividade de Extensão I;
Programação Orientada à Objetos;
Banco de Dados; Redes de
Computadores; Programação Web II;
Atividade de
Extensão II; Estrutura de Dados; Auditoria de
Especialista em Redes
Licenciatura Sistemas e Segurança da Informação;
Robert Silva de computadores e
Plena em T-40 DE Engenharia de Software I; Aprendizado de
Lima Engenharia de Máquina; Atividade de Extensão III;
Computação
Sistemas Programação para Dispositivos Móveis;
Projeto de Desenvolvimento de Sistemas;
Gerência de Projeto de Software;
Engenharia de Software II;
Trabalho de Conclusão de Curso I; Atividade de
Extensão IV; Padrões de Projetos e Testes de
Softwares; Governança da Tecnologia da
Informação; Aprendizado de Máquina;
Trabalho de Conclusão de Curso II
Inovação, Empreendedorismo e Negócios
Aecio da Silva Bacharelado em Mestre em
T-40 DE Digitais; Administração Financeira e Análise de
Martins Administração Administração
Investimento
Daniel Barroso Inovação, Empreendedorismo e Negócios
Bacharelado em Mestre em
de Carvalho T-40 DE Digitais; Administração Financeira e Análise de
Administração Administração
Ribeiro Investimento
Corpo administrativo
Quadro 2 – Lista dos técnicos administrativos e pedagógicos do IFMA - Campus Coelho Neto
REGIME DE
NOME DO SERVIDOR CARGO/FUNÇÃO
TRABALHO
Regime Jurídico
Ananda Veloso Amorim Oliveira Técnico Em Assuntos Educacionais
Único
Regime Jurídico
Ana Patricia De Andrade Ferreira Assistente De Aluno
Único
72
Regime Jurídico
Antonia Goncalves Dos Santos Pedagoga
Único
Regime Jurídico
Antonio Franco Lopes De Almeida Técnico Em Assuntos Educacionais
Único
Regime Jurídico
Bruno Nogueira Barbosa Medeiros Médico
Único
Regime Jurídico
Danilo Botelho Costa Assistente Em Administração
Único
Fernanda Mendes de Andrade Regime Jurídico
Administradora
Ramos Único
Regime Jurídico
Francisca Michelle Duarte da Silva Psicóloga
Único
Regime Jurídico
Francisco Alves Da Silva Auxiliar Em Administração
Único
Regime Jurídico
Francisco Marcio Silva Sousa Contador
Único
Regime Jurídico
Gabriela Oliveira Parentes Da Costa Técnico Em Enfermagem
Único
Gasparry Franciolle Silva do Regime Jurídico
Assistente em Administração
Nascimento Único
Regime Jurídico Técnico De Laboratório Área
Harlan Porto Santana
Único Informática
Ivalda Vasconcelos De Moraes Regime Jurídico
Bibliotecário-Documentalista
Negrinho Único
Regime Jurídico
Joana Celia Ferreira Moura Enfermeiro
Único
Regime Jurídico
Joniere Do Nascimento Castro Técnico Em Contabilidade
Único
Regime Jurídico
Jose Francisco Silva De Sousa Aux. Em Administração
Único
Regime Jurídico
Luan Vieira Machado Assistente De Aluno
Único
Regime Jurídico
Marivaldo da Silva Mendes Auxiliar de Biblioteca
Único
Regime Jurídico
Micilane Nascimento Dos Santo Auxiliar De Biblioteca
Único
Regime Jurídico
Natanael Da Silva Santos Auxiliar De Biblioteca
Único
Regime Jurídico Técnico De Laboratório Área
Priscila Brandao De Sousa
Único Química
Regime Jurídico
Raimundo Wellington Santos Técnico De Laboratório Área Física
Único
Regime Jurídico
Samuel Silva Dos Santos Técnico De Laboratório Área
Único
Regime Jurídico
Sergio Macedo Guimarães Assistente em Administração
Único
Regime Jurídico Técnico em Tecnologia da
Vagner da Silva Araújo
Único Informação
Regime Jurídico Tradutor Intérprete De Linguagem
Washington Dos Santos Costa
Único Sinais
Regime Jurídico Técnico De Laboratório Área
Wescley Mesquita Costa
Único Eletrotécnica
73
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
74
trabalho, alinhadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do
curso;
IX. zelar pelo pleno cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais no âmbito do
curso;
X. referendar e assinar relatórios de adequação das bibliografias já existentes na
biblioteca que façam referência a bibliografia básica e complementar de cada
curso e de acordo com as suas especificidades, de modo que o acervo seja
compatível com os componentes curriculares e atenda às vagas autorizadas;
XI. sugerir ações que contribuam para a melhoria dos índices de desempenho do
curso apontadas no relatório de reconhecimento e renovação de reconhecimento
do Curso.
75
COLEGIADO DO CURSO
1) Segmento Docente
NOME SIAPE FUNÇÃO
Bruno Vicente Alves de Lima 1226388 Presidente
Francisco Alan de Oliveira Santos 2331838 Membro
Joao Paulo Marques Silva 2282550 Membro
Pablo Silva Imperio 1699038 Membro
Clarissa Maria Brito Lima 2339684 Membro
José Jeovane Reges Cordeiro 2331959 Membro
2) Segmento Pedagógico
NOME SIAPE FUNÇÃO
Antonio Franco Lopes de Almeida 2329582 Membro
COORDENAÇÃO DO CURSO
79
XVIII. acompanhar e encaminhar os trâmites administrativos instruídos nas
resoluções regulamentadoras vigentes do IFMA quanto ao estágio
supervisionado e trabalhos de conclusão de curso.
XIX. encaminhar aos docentes, para análise, os processos de aproveitamento de
componente curricular;
XX. encaminhar e acompanhar os processos de aplicação de exercícios
domiciliares e comunicar decisão aos docentes responsáveis pelo componente
curricular;
XXI. fornecer aos setores responsáveis informações necessárias para subsidiar o
processo de aquisição de material permanente e de consumo dos laboratórios
específicos do curso, bem como, do acervo bibliográfico;
XXII. submeter à análise do Colegiado de Curso as propostas de alteração do Projeto
Pedagógico do Curso, elaboradas no âmbito da Comissão de Criação, de
Reformulação, de desativação temporária, Reabertura ou de Extinção de
Curso.
XXIII. coordenar o processo permanente de melhoria do Curso de acordo com os
critérios de qualidade do ensino superior avaliados pelo Sistema Nacional de
Avaliação do Ensino Superior (SINAES);
XXIV. zelar pelo cumprimento do Calendário Acadêmico;
XXV. fornecer as informações necessárias à elaboração do Catálogo do Curso e
demais ações de divulgação dos programas e atividades de Graduação do
Campus inerentes ao Curso;
XXVI. organizar e manter em ordem o arquivo de documentos do curso (esse arquivo
servirá como base para reconhecimento ou renovação de reconhecimento do
curso);
XXVII. acompanhar e encaminhar os trâmites administrativos e ações decorrentes do
Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE);
XXVIII. ser responsável, em conjunto com o setor de pesquisa institucional, pelas
informações do curso a serem cadastradas no sistema E-Mec para fins de
cadastro de autorização do funcionamento, reconhecimento e renovação de
reconhecimento do curso, observadas as orientações da PróReitoria de Ensino;
XXIX. desempenhar outras atribuições inerentes ao cargo, não especificadas por esta
Resolução, quando orientadas pela Pró-Reitoria de Ensino.
80
A Coordenação do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas será
exercida por um professor graduado em área da Tecnologia da Informação (TI), com
titulação compatível com o cargo eleito a cada 2 (dois) anos pelo Colegiado do próprio
curso, podendo o mesmo ser reconduzido ao cargo por decisão deste mesmo
conselho.
A Coordenação do Curso será ocupada pelo Professor Bruno Vicente Alves
de Lima (40h – DE), Doutor em Engenharia Elétrica e de Computação pela
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Mestre e Bacharel em Ciência
da Computação pela Universidade Federal do Piauí (UFPI).
INFRAESTRUTURA
81
As aulas teóricas do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas
ocorrerão nas salas de aula para aulas teóricas. O Campus conta uma Fábrica de
Inovação, como pode ser visto no Anexo III, utilizada pelos acadêmicos e docentes do
curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas em suas práticas e aprendizados
durante as atividades de ensino, pesquisa e extensão. As atividades práticas do curso
ocorrem nos laboratórios de informática. As instalações destes locais serão descritas
mais adiante.
Salas de Aula
O campus IFMA - Coelho Neto possui no total 8 salas de aula amplas e
acessíveis, com ambientes climatizados e bem iluminados, planejadas com conforto
e segurança com mobília adequada, possuindo aparelho de projeção, lousa digital, e
quadro branco, atendendo a todas as condições de salubridade.
Possuem manutenção periódica preventiva e corretiva, e as disposições
das carteiras permitem diferentes configurações espaciais que se adequam às
diferentes situações de aprendizagem. Todas as salas de aulas e laboratórios são
acessíveis, tendo rampas de acesso e corrimão para as salas que são no segundo
andar do prédio.
Sala de Professores
O Campus dispõe de 01 sala de professores ampla, arejada, bem iluminada
e climatizada, permitindo atendimento ao educando (coletivo e individual) e que o
professor tenha espaço adequado para desenvolver seu trabalho fora de sala de aula
e também possa ter momentos de relaxamento e lazer. A mesma está estruturada
com 01 geladeira, 01 impressora multifuncional, 09 computadores de uso geral, 01
gelágua, 01 TV 50”, 01 mesa de 04 lugares, 01 mesa de 08 lugares, 21 cadeiras, 01
sofá de 02 lugares, 01 sofá de 03 lugares, 45 armários individuais e 04 armários de
uso geral.
Sala da Coordenação
O Campus dispõe de 01 sala de Coordenação arejada, bem iluminada e climatizada,
permitindo atendimento ao educando (coletivo e individual) e que o coordenador tenha
espaço adequado para desenvolver seu trabalho. A mesma está estruturada com 01
82
computador, 01 impressora, 01 gelágua, 01 TV 42”, 01 mesa de trabalho e 01 porta
arquivos.
Fábrica de Inovação
A Fábrica de Inovação é um elemento do projeto estratégico educacional
estabelecido pelo IFMA. O Campus Coelho Neto possui uma sala que é a Fábrica de
Inovação, onde é estimulado o desenvolvimento da pesquisa e da inovação,
solucionando demandas locais. A Fábrica é coordenada pelo Prof. Me. André Wallas
da Silva Sousa. O espaço contém um total de 05 computadores, mesas de estudos,
quadro branco, bancadas e kits de robóticas (kit lego e arduíno). As fotos da Fábrica
de Inovação do Campus Coelho Neto podem ser vistas no Anexo II.
Biblioteca
A Biblioteca do Instituto Federal do Maranhão - Campus Coelho Neto, visa
contribuir para o desenvolvimento do conhecimento técnico, científico e cultural da
83
comunidade escolar do IFMA. Atualmente, o Campus Coelho Neto conta com 04
profissionais em sua biblioteca, sendo 01 Bibliotecário-Documentalista e 03 Auxiliares
de Biblioteca.
Quanto à sua infraestrutura, a Biblioteca possui uma área total de (95m2),
o ambiente é bem arejado, climatizado e iluminado, adequado para o estudo e
pesquisa e para a conservação de materiais de informação, e possui o software
SophiA Biblioteca para a classificação e catalogação do acervo e pode ser acessado
pelo link: [Link]
Dispõe de 19 assentos de grupo, 6 assentos individuais, 4 computadores
com acesso à internet livre aos discentes e 2 computadores para uso administrativo,
como pode-se visualizar no Anexo IV. A Biblioteca do Instituto Federal do Maranhão -
Campus Coelho Neto funciona nos turnos matutino, vespertino e noturno, conforme a
seguir:
84
A Biblioteca dispõe de diversos títulos e exemplares, dentre os materiais
disponibilizados aos usuários estão:
⮚ Títulos de livros
⮚ Exemplares de livros;
⮚ Exemplares de livros tombados;
⮚ Título de obras de referências;
⮚ Títulos de multimídia (DVD’s e CD’s);
⮚ Título de periódicos acadêmicos e científicos;
⮚ Títulos de Monografias, Teses e Dissertações;
⮚ Exemplares de periódicos acadêmicos e científicos.
O acervo da biblioteca do Campus Coelho Neto conta com livros das áreas
básicas, complementares da área de computação do eixo de formação profissional de
Análise e Desenvolvimento de Sistemas (Anexo 1). O empréstimo de material
bibliográfico só será efetuado ao corpo discente, aos docentes com cadastros
atualizado no SUAP Edu; e aos técnicos administrativos com cadastro ativos no
quadro de pessoal do Campus Coelho Neto. A qualquer pessoa será permitida a
pesquisa e empréstimo interno para consulta do acervo, respeitando os horários de
funcionamento e as regras da biblioteca.
Em relação ao acervo virtual atualmente o Campus de Coelho Neto adquiriu
o acesso suficiente para a demanda do curso no catálogo digital da Biblioteca a+, com
eBooks renomados no mercado e com integração aos principais sistemas nacionais.
A Biblioteca A inclui obras dos selos editoriais do Grupo A (Artmed, Artes médicas,
Bookman, Penso e SAGAH). As fotos da biblioteca do Campus Coelho Neto podem
ser visualizadas no Anexo III.
Auditórios
O Auditório é o local dedicado às atividades que exijam a presença de
grande quantidade de público; lugar dedicado à realização de seminários, congressos,
palestras, cursos de extensão etc., aberto ao público interno e externo, possuindo
sistema de som e imagem adequados para o seu objetivo.
O auditório do Campus Coelho Neto possui um total de 160 assentos com
um palco e acesso de cadeirantes, como pode ser visto nas fotos do Anexo IV. O mini-
85
auditório é utilizado para reuniões e atividades relacionadas ao curso(minicursos,
oficinas, workshops, etc), possui 28 assentos.
ACERVO
86
MONTEIRO, M. A. Introdução à organização de
5 Não
computadores. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
DELGADO, J.; RIBEIRO, C. Arquitetura de
5 Não
computadores. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
CÓRDOVA Jr., R. S.; SANTOS, S. C. B.; Kislansky, Pedro.
0 Sim
Fundamentos Computacionais. 1 ed. [S.I]: Sagah, 2018.
WEBER, R. F. Fundamentos de arquitetura de
3 Não
computadores. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
PAIXÃO, R. R. Arquitetura de computadores: PCs. São
5 Não
Paulo: Érica, 2014.
BROOKSHEAR, J. G. Ciência da Computação: Uma
0 Sim
Visão Abrangente. 11 ed. [S.I.]: Bookman, 2013.
Inglês Instrumental
DREY, R. F.; SELISTRE, I. C. T.; AIUB, T. Inglês: Práticas
0 Sim
de leitura e escrita. Penso, 2015.
VIDAL, A. G.; ABRANTES, E. L.; BONAMIN, M. C. Oficina
0 Sim
de Textos em Inglês Avançado. Sagah, 2018.
ABRANTES, E. L. et al. Oficina de Tradução, Versão e
0 Sim
Interpretação em Inglês. Sagah, 2018.
SCHMITZ, L. H. et al. Semântica do Inglês. Sagah, 2018. 0 Sim
SILVA, D. C. F.; DAIJO, J; PARAGUASSU, L.
0 Sim
Fundamentos de Inglês. Sagah, 2018.
FREEWAY v. 3: obra coletiva concebida, desenvolvida e
produzida pela Richmond Educação; Editora Veronica
5 Não
Teodorov. Co-autor Verônica Teodorov. São Paulo, SP:
Richmond Educação, 2010. 192 p.
Direito Digital
SILVA, L. S. H. T. et al. Direito Digital. Sagah, 2021. 0 Sim
PROTEÇÃO de dados. Co-autor Américo Ribeiro Magro,
Tarcísio Teixeira. Salvador: Editora JusPodivm, 2021. 272 5 Não
p. ISBN 9786556805146.
SOUSA, C. V. S. et al. Direito Administrativo. Sagah,
0 Sim
2019.
SANTANNA, G. Direito do Consumidor. Sagah, 2018. 0 Sim
FILHO, S. C. Programa de direito do consumidor. 5. ed.
5 Não
São Paulo, SP : Atlas, 2019
HENRIQUE GANDELMAN. De Gutemberg à internet:
direitos autorais na era digital. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: 3 Não
Record, 2007. 295 p.
Metodologia Científica
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23.
6 Não
ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.
FLICK, U. Introdução à metodologia científica: um guia
0 Sim
para iniciantes. 1 ed. [S.I]: Penso, 2012.
LOZADA, G.; NUNES, K. S. Metodologia científica. [S.I.]:
0 Sim
Sagah, 2019.
SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, M. P. B.
0 Sim
Metodologia de Pesquisa. 5 ed. [S.I.]: Penso, 2013.
87
Creswell, John W.; Creswell, J. David. Projeto de
Pesquisa: Métodos Qualitativo, Quantitativo e Misto. 5 ed. 0 Sim
Penso, 2021.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de
Pesquisa: Escolhendo entre cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: 0 Sim
Penso, 2014.
Português Instrumental
MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros
5 Não
e compressão. 3. ed. São Paulo: Parábola, 2008.
AZEVEDO, R. A. Português Básico. Penso, 2015. 0 Sim
BRASILEIRO, A. M. M. UniA: Leitura e Produção Textual.
0 Sim
Penso, 2015.
BAZERMAN, C. Gêneros textuais, tipificação e
3 Não
interação. 4 ed. Cortez. São Paulo, 2011. 165 p.
MEDEIROS, J. B. Correspondência : técnicas de
3 Não
comunicação criativa. 20 ed. São Paulo, SP : Atlas, 2010.
SOLÉ, I. Estratégias de Leitura. 6 ed. Penso, 1998. 0 Sim
Programação II
MANZANO, J. A. N. G. Linguagem C: acompanhada de
10 Não
uma xícara de café. São Paulo: Érica/Saraiva, 2015.
EDELWEISS, N. Algoritmos e programação com
5 Não
exemplos em Pascal e C, 2014.
PINHEIRO, F. A. C. Elementos de Programação em C.
0 Sim
[S.I.]: Bookman, 2012.
SANTOS, M. G. Algoritmos e Programação. 1 ed. [S.I]:
0 Sim
Bookman, 2018. 89 p.
BENEDUZZI, H. M.; METZ, J. A. Lógica e linguagem de
programação. Curitiba, PR: Editora do Livro Técnico, 2010. 39 Não
144 p.
MORAIS, I. S. et al. Algoritmo e Programação. 1. ed. [s.l.]:
0 Sim
grupo A, 2018.
Álgebra Linear
NICHOLSON, W. K. Álgebra Linear. 2 ed. [S.I]: Bookman,
0 Sim
2006.
DANESI, M. M.; SILVA, A. R. R.; PEREIRA Jr., S. A. A.
0 Sim
Álgebra Linear. [S.I.]: Sagah, 2019.
ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com
0 Sim
Aplicações. 10 ed. [S.I.]: Bookman, 2012.
ANTON, H.; BUSBY, R. C. Álgebra Linear com
0 Sim
Aplicações. 1 ed. [S.I.]: Bookman, 2006.
SANTOS, F. J.; FERREIRA, S. F. Geometria Analítica.
0 Sim
[S.I.]: Bookman, 2009.
HEFEZ, A. Introdução à Álgebra Linear. Rio de Janeiro,
3 Não
RJ: SBM, 2022.292 p.
Programação Web I
MANZANO, J. A. N. G.; TOLEDO, S. A. Guia de orientação
e desenvolvimento de sites HTML, XHTML, CSS e 10 Não
JavaScript/JScript. 1 ed. Érica. São Paulo, 2010. 382p.
88
FLANAGAN, D. JavaScript: O Guia Definitivo. 6 ed. [S.I.]:
0 Sim
Bookman, 2012.
MILETTO, E. M.; BERTAGNOLLI, S. C. Desenvolvimento
de Software II: Introdução ao Desenvolvimento Web com 0 Sim
HTML, CSS, Javascript e PHP. [S.I]: Bookman, 2014.
RODRIGUES, A. Desenvolvimento para Internet.
33 Sim
Curitiba, PR: Livro Técnico, 2010. 120 p.
CROWDER, D. A.; PAPPI, J. L. M. Construindo Web Sites
Para Leigos- Tradução da 4ª Edição. 4. ed. Rio de
6 Não
Janeiro, RJ: Alta Books Editora, 2012. 428 p. ISBN
9788576086000.
KALBACH, J. Design de Navegação Web: Otimizando a
0 Sim
Experiência do Usuário. [S.I]. Bookman, 2009.
Educação Ambiental e Sustentabilidade
Sato, M.; Carvalho, I. Educação Ambiental: Pesquisa e
0 Sim
Desafios. [S.I.]: Artmed, 2005.
PIMENTA, H. C. D.. Gestão ambiental. Curitiba, PR: Livro
32 Não
Técnico, 2012.
PINHEIRO, A. C. F. B; PINHEIRO; CRIVELATO, M.;
PINHEIRO, A. L. F.B. Tecnologias sustentáveis. Editora 6 Não
Erica, 2014.
JUNIOR, Arlindo Philippi; PELICIONI, Maria Cecilia Focesi
(Ed.). Educação Ambiental e sustentabilidade. USP, 3 Não
2005.
LEONARD, A.; CONRAD, A. VIANNA, A. P. B.. A história
das coisas: da natureza ao lixo, o que acontece com 4 Não
tudo que consumimos. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.
VECCHIA, R.. O meio ambiente e as energias
renováveis: instrumentos de liderança visionária para a 3 Não
sociedade sustentável. Barueri, SP: Manole, 2010.
Sistemas Operacionais
TANENBAUM, A. S.; WOODHULL, A. S. Sistemas
Operacionais: Projeto e Implementação. [S.I.]: Bookman, 0 Sim
2008.
OLSEN, D. R.; PCHEK, Marcos Aurelio. Sistemas
operacionais. Curitiba, PR: Editora do Livro Técnico, 2010. 34 Não
160 p.
ALVES, W. P. Sistemas operacionais. São Paulo: Érica,
6 Não
2014.
CÓRDOVA Jr., R. S.; LEDUR, C. L.; MORAIS, I. S.
0 Sim
Sistemas Operacionais. [S.I.]: Sagah, 2019.
SILBERSCHATZ, A.; GALVIN, P. B.; GAGNE, G.
Fundamentos de sistemas operacionais. 9. ed. Rio de 5 Não
Janeiro: LTC, 2015.
MARTINS, J. S. et al. Sistemas Operacionais de Redes
0 Sim
Abertas. [S.I.]: Sagah, 2021.
Interação Humano-Computador
89
Rogers, Y.; Sharp, H.; Preece, J. Design de Interação:
Além da Interação Humano-Computador. [S.I.]: Bookman, 0 Sim
2013.
TIM, B. Design thinking: uma metodologia poderosa
para decretar o fim das velhas ideias. Alta Books. Rio de 10 Não
Janeiro, 2017.
MACHADO, L.; BEZZERA, W. R. Interfaces Sensíveis ao
Toque: Ergonomia, Usabilidade e Desenvolvimento. 1 5 Não
ed. Pacto Editorial, 2016.
KALBACH, J. Design de Navegação Web: Otimizando a
0 Sim
Experiência do Usuário. [S.I]. Bookman, 2009.
BARRETO, J. S. et al. Interface Humano-Computador.
0 Sim
[S.I.]: Sagah, 2018.
AMBROSE, G.; HARRIS, P. Design Thinking. [S.I.]:
0 Sim
Bookman, 2011.
Atividade Curricular de Extensão I
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas.
0 Sim
4. ed. Bookman, 2020.
BITENCOURT, C. Gestão Contemporânea de Pessoas. 2
0 Sim
ed. Bookman, 2010.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria,
3 Não
técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo, SP: Érica, 2010.
NEWSTROM, J. W. Comportamento Organizacional: O
Comportamento Humano no Trabalho. 12 ed. McGraw-Hill, 0 Sim
2008.
BALTZAN, P. Tecnologia Orientada para Gestão. 6 ed.
0 Sim
Bookman, 2016.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de
Pesquisa: Escolhendo entre cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: 0 Sim
Penso, 2014.
Programação Orientada à Objetos
MANZANO, J. A. N. G. Programação de computadores
8 Não
com Java. São Paulo: Érica, 2014.
MACHADO, R. P.; FRANCO, M. I.; BERTAGNOLLI, S. C.
Desenvolvimento Web III: Programação de Sistemas Web 0 Sim
Orientado à Objetos em Java. [S.I.]: Bookman, 2016.
SCHILDT, H. Java para Iniciantes: crie, Compile, Execute
0 Sim
Programas Java Rapidamente. [S.I.]: Bookman, 2015.
SANTOS, M. G. Algoritmos e Programação. [S.I]: Sagah,
0 Sim
2018.
HORSTMANN, C. Conceitos de Computação em Java:
0 Sim
Compatível com Java 5 & 6. 5 ed. [S.I.]: Bookman, 2009.
GOODRICH, M. T.; TAMASSIA, R. Estruturas de Dados e
0 Sim
Algoritmos em Java. 5 ed. [S.I.]: Bookman, 2013.
Probabilidade e Estatística
BECKER, J. L. Estatística Básica: Transformando Dados
0 Sim
em Informação. [S.I.]:Bookman, 2015.
SILVA, J. S. F.; GRAMS, A L. B.; SILVEIRA, J. F.
0 Sim
Estatística. [S.I.]: Sagah, 2018.
90
SPIEGEL, M. R.; SCHILLER, J. J.; SRINIVASAN, R. A.
0 Sim
Probabilidade e Estatística. 3 ed. [S.I.]: Bookman, 2012.
VIGILLITO, S. B. Estatística Aplicada. Saraiva. São Paulo,
8 Não
2017. 664 p.
MORETTIM, P. A. Estatística Básica. 9 ed. Saraiva. São
6 Não
Paulo, 2017. 554 p.
NAVIDI, W. Probabilidade e Estatística para Ciências
0 Sim
Exatas. McGraw-Hill, 2012.
Programação Web II
SOARES, W. PHP 5: conceitos, programação e
integração com bancos de dados. 7ª edição. São Paulo: 10 Não
Érica/Saraiva, 2013.
SARAIVA, M. O.; BARRETO, J. S. Desenvolvimento Web
0 Sim
com PHP. [S.I.]: Sagah, 2018.
RODRIGUES, A. Desenvolvimento para Internet.
33 Não
Curitiba, PR: Livro Técnico, 2010. 120 p.
DEITEL, P.; DEITEL, H.; Listfield, T. R.; Nieto, C.; Yaeger,
C ;Zlatkina, M. C#: como programar. 5. ed. São Paulo, SP: 0 Sim
Pearson, 2017. 1216 p.
MILETTO, E. M.; BERTAGNOLLI, S. C. Desenvolvimento
de Software II: Introdução ao Desenvolvimento Web com 0 Sim
HTML, CSS, Javascript e PHP. [S.I]: Bookman, 2014.
LEDUR, C. L. Desenvolvimento de Sistemas com C#.
0 Sim
[S.I.]: Sagah, 2018.
Banco de Dados
PICHETTI, R. F.; VIDA, E. S.; CORTES, V S. M. P. Banco
0 Sim
de Dados. [S.I.]: Sagah, 2020.
CARDOSO, G. C.; CARDOSO, V. M. Sistemas de banco
de dados: uma abordagem introdutória e aplicada. São 8 Não
Paulo: Saraiva, 2013.
ANGELOTTI, E. S. Banco de dados. Curitiba, PR: Editora
42 Não
do Livro Técnico, 2010. 120 p.
BARBOZA, F. F. M.; FREITAS, P. H. C. Modelagem e
Desenvolvimento de Banco de Dados. [S.I.]: Sagah, 0 Sim
2018.
RAMAKRISHNAN, R.; GEHRKE, J. Sistemas de
gerenciamento de banco de dados. Porto Alegre: AMGH, 5 Não
2008.
HEUSER, C. A. Projeto de Banco de Dados. 6 ed. [S.I.]:
0 Sim
Bookman, 2009. v.4
Redes de Computadores
OLSEN, D. R.; LAUREANO, M. A. P. Redes de
computadores. Curitiba, PR: Editora do Livro Técnico, 46 Não
2010. 120 p.
BARRETO, J. S.; ZANIN, A.; SARAIVA, M. O.
Fundamentos de Redes de Computadores. [S.I.]: Sagah, 0 Sim
2018.
SOUSA, L. B. Redes de computadores: guia total. 2ª
10 Não
edição. São Paulo: Érica, 2014.
91
LACERDA, P. S. P. et al. Projeto de Redes de
0 Sim
Computadores. [S.I.]: Sagah, 2021.
FOROUZAN, B. A.; MOSHARRAF, F. Redes de
Computadores: Uma Abordagem Top-Down. [S.I.]: 0 Sim
McGraw-Hill, 2013.
Comer, D. E. Redes de Computadores e Internet. 6 ed.
0 Sim
[S.I.]: Bookman, 2016.
Atividade Curricular de Extensão II
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas.
0 Sim
4. ed. Bookman, 2020.
BITENCOURT, C. Gestão Contemporânea de Pessoas. 2
0 Sim
ed. Bookman, 2010.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria,
3 Não
técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo, SP: Érica, 2010.
NEWSTROM, J. W. Comportamento Organizacional: O
Comportamento Humano no Trabalho. 12 ed. McGraw-Hill, 0 Sim
2008.
BALTZAN, P. Tecnologia Orientada para Gestão. 6 ed.
0 Sim
Bookman, 2016.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de
Pesquisa: Escolhendo entre cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: 0 Sim
Penso, 2014.
Estrutura de Dados
VETORAZZO, A. S. Estrutura de Dados. [S.I.]: Sagah,
0 Sim
2018.
Pinto, Rafael A. et al. Estrutura de Dados. [S.I.]: Sagah,
0 Sim
2019.
CURY, T. E. et al. Estrutura de Dados. [S.I.]: Sagah, 2018. 0 Sim
RODRIGUES, T. N. et al. Estrutura de Dados em Java.
0 Sim
[S.I.]: Sagah, 2021.
AGUILAR, L. J. Fundamentos de programação:
algoritmos, estruturas de dados e objetos. 3. ed. Porto 5 Não
Alegre: AMGH, 2008.
SZWARCFITER, J. L.; MARKENSON, L. Estruturas de
dados e seus algoritmos. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 5 Não
2010.
Aprendizado de Máquina
LENZ, M. L. et al. Fundamentos de Aprendizagem de
0 Sim
Máquina. [S.I.]: Sagah, 2020.
SILVA, F. M. et al. Inteligência Artificial. [S.I.]: Sagah,
0 Sim
2019.
HAYKIN, Simon. Redes Neurais: Princípios e Prática. 2 ed.
0 Sim
[S.I]: Bookman, 2001.
SANTOS, R. R. et al. Fundamentos de Big Data. [S.I.]: 0 Sim
Sagah, 2021.
PADILHA, J. et al. Analytics para Big Data. [S.I]: Sagah, 0 Sim
2022.
FERREIRA, R. G. C. et al. Preparação e Análise
0 Sim
Exploratória de Dados. [S.I.]: Sagah, 2021.
92
Engenharia de Software I
PAULA Filho, W. P. Engenharia de Software: projetos e
6 Não
processos. 4. ed. Rio de Janeiro, RJ : LTC Ed., 2019. 2.v.
PRESSMAN, R. S.; MAXIN, B. R. Engenharia de software:
uma abordagem profissional. 9. ed. Porto Alegre, RS: 10 Não
AMGH, 2021. 672p.
SCHACH, S. R. Engenharia de Software: Os Paradigmas
0 Sim
Clássico & Orientado a Objetos. 7. ed. McGraw-Hill, 2009.
VETORAZZO, A. S. Engenharia de Software. Sagah,
0 Sim
2018.
MORAIS, I. S.; ZANIN, A. Engenharia de Software. Sagah,
0 Sim
2017.
REINEHR, S. Engenharia de Requisitos. Sagah, 2020. 0 Sim
Sistemas de Informação
GORDON, S. R.; GORDON, J. R. Sistemas de
informação: uma abordagem gerencial. 3. ed. Rio de 5 Não
Janeiro: LTC, 2006.
AUDY, J. L. N.; ANDRADE, G. K.; CIDRAL, A.
Fundamentos de sistemas de informação. Porto Alegre: 5 Não
Bookman, 2011.
AUDY, J. L. N.; BRODBECK, Â. F. Sistemas de
Informação: Planejamento e Alinhamento Estratégico nas 0 Sim
Organizações. [S.I.]: Bookman, 2003.
SORDI, J. O. Administração de sistema de informação.
15 Não
Nova edição. São Paulo: SaraivaUni, 2018.
MAÑAS, A. V. Administração de sistemas de
informação: como otimizar a empresa por meio dos 3 Não
sistemas de informação. São Paulo: Érica, 2010.
GONÇALVES, G. R. B. Sistemas de Informação. Sagah,
0 Sim
2017.
Inovação, Empreendedorismo e Negócios Digitais
HISRICH, R. D.; PETERS, M. P.; SHEPHERD, D A.
0 Sim
Empreendedorismo. 9. ed. [S.I.]: Bookman, 2014.
AFFONSO, L. M. F.; RUWER, L. M. E.; GIACOMELLI, G.
0 Sim
Empreendedorismo. [S.I.]: Sagah, 2018.
GAUTHIER, F. A. O. Empreendedorismo. Curitiba, PR:
116 Não
Livro Técnico, 2010.
HOLANDA, Sandra Regina Mariano. Empreendedorismo:
fundamentos e técnicas para criatividade. Rio de 3 Não
Janeiro: LTC, 2014.
GALLI, A. V.; GIACOMELLI, G. Empreendedorismo. 3 ed.
0 Sim
[S.I.]: Sagah, 2017.
BESSANT, J.; TIDD, J. Inovação e Empreendedorismo. 3
0 Sim
ed. [S.I.]: Bookman, 2019.
Contabilidade de Custos
GRECO, A. L.; AREND, L. R. Contabilidade: Teoria e
5 Não
Práticas Básicas. São Paulo: Saraiva, 2016.
RIBEIRO, O. M. Contabilidade de custos. 10. ed. São 5 Não
Paulo, SP: Saraiva, 2018. 260 p.
93
BONHO, F. T.; SILVA, F. M.; ALVES, A. Contabilidade 0 Sim
Básica. [S.I.]: Sagah, 2019.
MARTINS, E. Contabilidade de custos: livro de
3 Não
exercícios. São Paulo, SP: Atlas, 2021.165 p.
CREPALDI, S. A. Curso básico de contabilidade de
3 Não
custos. 5ed. São Paulo, SP: Atlas, 2010.
GOLDSTEIN, L. J. et al. Matemática Aplicada: Economia, 0 Sim
Administração e Contabilidade. 12 ed. Bookman, 2012.
Atividade Curricular de Extensão III
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas.
0 Sim
4. ed. Bookman, 2020.
BITENCOURT, C. Gestão Contemporânea de Pessoas. 2
0 Sim
ed. Bookman, 2010..
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria,
3 Não
técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo, SP: Érica, 2010.
NEWSTROM, J. W. Comportamento Organizacional: O
Comportamento Humano no Trabalho. 12 ed. McGraw-Hill, 0 Sim
2008.
Baltzan, P. Tecnologia Orientada para Gestão. 6 ed.
0 Sim
Bookman, 2016.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de
Pesquisa: Escolhendo entre cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: 0 Sim
Penso, 2014.
Programação para Dispositivos Móveis
DEITEL, P.; DEITEL, H.; DEITEL, A. Android: como
0 Sim
Programar. 2 ed. Bookman, 2015.
DEITEL, P.; DEITEL, H.; WALD, A. Android 6 para
Programadores: Uma Abordagem Baseada em 0 Sim
Aplicativos. 3 ed. Bookman, 2016.
Morais, M. S. F. et al. Fundamentos de Desenvolvimento
0 Sim
Mobile. Sagah, 2022.
SIMAS, V. L. et al. Desenvolvimento para Dispositivos
0 Sim
Móveis. Sagah, 2019. v. 2.
KOCHAN, S. G. Programação com Objective-C. 5 ed.
0 Sim
Bookman, 2014.
OLIVEIRA, D. B. et al. Desenvolvimento para
0 Sim
Dispositivos Móveis. Sagah, 2019. v. 1.
Projeto e Desenvolvimento de Sistemas
LEDUR, C. L. Análise e Projeto de Sistemas. Sagah,
0 Sim
2018.
MASCHIETTO, L. G. et al. Processos de
0 Sim
Desenvolvimento de Software. Sagah, 2020.
ALVES, W. P. Análise e projetos de sistemas: estudo
10 Não
prático. São Paulo: Érica/Saraiva, 2017.
LARMAN, C. Utilizando UML e Padrões: Uma Introdução
à Análise e ao Projeto Orientados a Objetos e ao 0 Sim
Desenvolvimento Iterativo. 3. ed. Bookman, 2007.
BARBOZA, F. F. M.; FREITAS, P. H. C. Modelagem e
0 Sim
Desenvolvimento de Banco de Dados. Sagah, 2018.
94
CARDOSO, G. C.; CARDOSO, V. M. Sistemas de banco
de dados: uma abordagem introdutória e aplicada. São 8 Não
Paulo: Saraiva, 2013.
Gerência de Projetos de Software
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas.
0 Sim
4. ed. Bookman, 2020.
PRIKLADNICKI, R.; WILL, R.; MILANI, F. Métodos Ágeis
0 Sim
para Desenvolvimento de Software. Bookman, 2014.
COHN, M. Desenvolvimento de Software com Scrum:
0 Sim
Aplicando Métodos Ágeis com Sucesso. Bookman, 2011.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria,
3 Não
técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo, SP : Érica, 2010.
ALVES, William Pereira. Análise e projetos de sistemas:
10 Não
estudo prático. São Paulo: Érica/Saraiva, 2017.
MASCHIETTO, L. G. et al. Desenvolvimento de Software
0 Sim
com Metodologias Ágeis. Sagah, 2021.
Engenharia de Software II
PRESSMAN, Roger; MAXIM, Bruce. Engenharia de
6 Não
software. 8 ed. Porto Alegre: AMGH, 2016.
ALVES, William Pereira. Análise e projetos de sistemas:
10 Não
estudo prático. São Paulo: Érica/Saraiva, 2017.
REINEHR, S. Engenharia de Requisitos. Sagah, 2020. 0 Sim
LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: uma
introdução à análise e ao projeto orientados a objetos e
3 Não
ao desenvolvimento iterativo. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2007. 695p.
PADUA FILHO, Wilson de Paula. Engenharia de software.
4 Não
3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
GONÇALVEZ, P. F. et al. Testes de Softwares e Gerência
0 Sim
de Configuração. Sagah, 2019.
Trabalho de Conclusão de Curso I
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23.
6 Não
ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.
FLICK, U. Introdução à metodologia científica: um guia
0 Sim
para iniciantes. 1 ed. [S.I]: Penso, 2012.
LOZADA, G.; NUNES, K. S. Metodologia científica. [S.I.]:
0 Sim
Sagah, 2019.
SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, M. P. B.
0 Sim
Metodologia de Pesquisa. 5 ed. [S.I.]: Penso, 2013.
Creswell, John W.; Creswell, J. David. Projeto de
Pesquisa: Métodos Qualitativo, Quantitativo e Misto. 5 ed. 0 Sim
Penso, 2021.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de
Pesquisa: Escolhendo entre cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: 0 Sim
Penso, 2014.
Microcontroladores
MONK, S. Programação com Arduíno: começando com
0 Sim
Sketches. 2. ed. Bookman, 2017.
95
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CERTIFICAÇÃO E DIPLOMA
98
As normas para expedição de Diplomas, Certificados e Históricos
Escolares finais estão normatizadas através de regulamento próprio: a Resolução nº
013/2019 - que dispõe a Expedição e o Registro de Diplomas de Cursos Superiores
de Graduação no âmbito do IFMA e para diplomas obtidos no exterior poderão ser
reavaliados pela Resolução nº 061/2016 - que dispõe sobre as normas para
revalidação de diplomas de Cursos Técnicos e de Graduação expedidos por
estabelecimentos estrangeiros de ensino no IFMA.
99
REFERÊNCIAS
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103
ANEXO I – Fotos dos Laboratórios de Informática do Campus Coelho Neto
(A)
(B)
104
Figura 5 – Laboratório de Informática II
(A)
(B)
105
ANEXO II – Fotos da Fábrica de Inovação
106
Figura 8 – Espaço com Mesas na Fábrica de Inovação
107
ANEXO III – Fotos da Biblioteca do Campus Coelho Neto
108
Figura 12 – Computadores Disponíveis para Pesquisas na Biblioteca
109
ANEXO IV – Fotos do Auditório do Campus Coelho Neto
110