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O documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Instituto Federal do Maranhão, Campus Coelho Neto, com o objetivo de atender às demandas do mercado de trabalho e promover a educação profissional de qualidade. O curso, que terá início em 2023, oferece 40 vagas e visa formar profissionais capacitados para atuar na área de tecnologia da informação. O projeto inclui uma grade curricular atualizada e dinâmica, além de políticas de inclusão e apoio ao discente.

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SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO
MARANHÃO
CAMPUS COELHO NETO
DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO EM GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIA EM


ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

COELHO NETO (MA), 2022


1
REITOR
Prof. Dr. Carlos Cesar Teixeira Ferreira

PRÓ-REITORA DE ENSINO
Prof. Dr. Maron Stanley Silva Oliveira Gomes

DIRETOR-GERAL DO CAMPUS DE COELHO NETO


Prof. Anderson Oliveira da Silva

DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DO CAMPUS DE


COELHO NETO
Prof. Me. Aécio da Silva Martins

DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DO CAMPUS DE COELHO NETO


Joniere do Nascimento Castro

ELABORADORES
Prof. Dr. Bruno Vicente Alves de Lima
Prof. Me. Francisco Alan de Oliveira Santos
Prof. Me. Joao Paulo Marques
Prof. Esp. Jose Jeovane Reges Cordeiro
Prof. Esp. Robert Silva Lima

COLABORADORES
Prof. Me. Aécio da Silva Martins
Prof. Me. Daniel Barroso de Carvalho Ribeiro
Prof. Esp. Gerardo Soares da Silva Junior
Prof. Me. Gielson Vitor Oliveira Veras
Prof. Me. Pablo Silva Império
Prof. Ma. Rivania da Silva Lira
Prof. Esp. Susana Kelly Gomes Oliveira
Prof. Ma. Thalita Vitoria Castelo Branco Nunes Silva
Prof. Me. Willames da Silva Lima
Antonio Franco Lopes de Almeida (TAE)
Antonia Goncalves dos Santos (Pedagoga)

2
IDENTIFICAÇÃO DO CAMPUS

Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do


NOME DA INSTITUIÇÃO
Maranhão

MA-034, Av. Antônio Guimarães, S/Nº, Bairro Olho


ENDEREÇO
D’aguinha

TELEFONE (98) 98437-6551 / (86) 99934-0076

CNPJ 10.735.145/0020-57

SITE [Link]

E-MAIL [Link]@[Link]

AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO Portaria Nº - 330, de 23 de abril de 2013

DADOS DO CURSO

NOME DO CURSO Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

GRAU DO CURSO Tecnólogo

TÍTULO CONFERIDO Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

NÚMERO DE VAGAS 40 vagas por ano

MA-034, Av. Antônio Guimarães, S/Nº, Bairro Olho


ENDEREÇO DE FUNCIONAMENTO
D’aguinha, Coelho Neto – MA

TURNO DE FUNCIONAMENTO Noite

MODALIDADE DE OFERTA Presencial

REGIME DE MATRÍCULA Semestral

2040 horas/relógio
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
2720 horas/aula

PERÍODO DE INTEGRALIZAÇÃO Ideal: 3 anos - Máxima: 5 Anos

EIXO TECNOLÓGICO Informação e Comunicação

TIPO DE PPC Criação

HORA AULA 45 minutos

3
Sumário
APRESENTAÇÃO ....................................................................................................... 7

HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO ................................................................................... 7

JUSTIFICATIVA .......................................................................................................... 8

OBJETIVOS .............................................................................................................. 13

Objetivo Geral .................................................................................................... 13

Objetivos Específicos ......................................................................................... 13

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ................................................................. 14

FORMAS DE INGRESSO ......................................................................................... 16

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ......................................... 17

Políticas de Ensino ............................................................................................. 17

Políticas de Pesquisa e Inovação ...................................................................... 18

APOIO AO DISCENTE .............................................................................................. 19

NEABI – Núcleo De Estudos Afro-Brasileiros e Indiodescendentes .................. 19

DAI - Departamento de Ações Inclusivas. .......................................................... 21

Núcleo de Atendimento a Pessoas com Necessidades Especiais (NAPNE) ..... 22

Acompanhamento do Egresso ........................................................................... 23

ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA ............................................................. 24

Organização Curricular ...................................................................................... 24

Matriz Curricular ................................................................................................. 27

Fluxograma Curricular ........................................................................................ 31

METODOLOGIA DE ENSINO ................................................................................... 32

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO.............................................................. 33

Solicitação de Orientação .................................................................................. 35

Elaboração do Projeto ........................................................................................ 36

Desenvolvimento do Projeto e Escrita do Trabalho de Conclusão de Curso


(TCC) ................................................................................................................. 37

4
Banca Examinadora, Defesa e Aprovação do TCC ........................................... 38

Ajustes, trâmites finais e entrega de da versão final para Instituição


(Coordenação de Curso e Biblioteca). ............................................................... 40

CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO ................................................................... 40

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIAS ............................................................................. 42

CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS


ANTERIORES ........................................................................................................... 64

CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM ............ 65

AVALIAÇÃO DO CURSO .......................................................................................... 68

CORPO DOCENTE E ADMINISTRATIVO ................................................................ 70

Corpo docente .................................................................................................... 70

Corpo administrativo .......................................................................................... 72

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ................................................................... 74

COLEGIADO DO CURSO ......................................................................................... 76

COORDENAÇÃO DO CURSO.................................................................................. 78

INFRAESTRUTURA .................................................................................................. 81

Salas de Aula ..................................................................................................... 82

Sala de Professores ........................................................................................... 82

Sala da Coordenação......................................................................................... 82

Laboratórios Específicos e/ou Didáticos ............................................................ 83

Fábrica de Inovação ........................................................................................... 83

Biblioteca............................................................................................................ 83

Auditórios ........................................................................................................... 85

ACERVO ................................................................................................................... 86

CERTIFICAÇÃO E DIPLOMA ................................................................................... 98

REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 100

ANEXO I – Fotos dos Laboratórios de Informática do Campus Coelho Neto ......... 104

5
ANEXO II – Fotos da Fábrica de Inovação ............................................................. 106

ANEXO III – Fotos da Biblioteca do Campus Coelho Neto ..................................... 108

ANEXO IV – Fotos do Auditório do Campus Coelho Neto ...................................... 110

6
APRESENTAÇÃO

Este projeto pedagógico apresenta a proposta de criação do Curso


Superior em Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) do
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão no campus Coelho
Neto, tendo como objetivos atender às demandas do mercado de trabalho e cumprir
função social, já que o IFMA tem por missão a promoção da educação profissional,
científica e tecnológica de qualidade de forma comprometida com a cidadania e o
desenvolvimento sustentável.
O profissional formado em Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas será capaz de analisar, projetar, desenvolver, testar, implantar sistemas
computacionais de informação. O profissional será ainda capaz de coordenar equipes
de produção de softwares, desenvolver competências empreendedoras, levando em
consideração a participação de todos os atores sociais locais.
O curso de ADS no campus Coelho Neto é formado por um conjunto de
disciplinas com ementas atualizadas e dinâmicas, com o objetivo de acompanhar as
tecnologias que porventura surgirem. Desta forma, preparando profissionais capazes
de facilmente serem absorvidos pelo mercado profissional. Além disso, é uma grade
curricular que atende à realidade local.
O curso em questão possui a previsão de iniciar a primeira turma no
primeiro semestre de 2023, ofertando um total de 40 (quarenta) vagas, no turno
noturno, tendo como forma seletiva de ingresso o Exame Nacional do Ensino Médio –
ENEM ou outras formas de ingresso similares, conforme modificações legais que
eventualmente sejam definidas posteriormente.
É válido ressaltar que, como o curso de ADS é dinâmico e a Tecnologia da
Informação é uma área que está em constante evolução, este documento não é
definitivo e poderá ser revisado sempre que necessário. Além disso, está
condicionado à determinação da legislação vigente, que poderá ser alterada ao longo
do tempo.

HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO

Em 23 de abril de 2013, o Instituto Federal do Maranhão (IFMA) campus


Coelho Neto, iniciou suas atividades com às áreas de informática e automação

7
industrial, respectivamente, a partir das resoluções 086 e 087/2012, seguidas pelo
curso técnico em Administração como primeiras turmas ingressantes no novo campus
em Coelho Neto. Apesar de estar inserida na exuberante região do Leste Maranhense,
a cidade possui um alto déficit de indicadores humanos e econômicos.
Ao fazer frente a essa realidade credita-se à educação, através de cursos
com forte inserção de mercado, a mudança desejada pela população. Essa proposta
de formação superior apresenta o Análise e Desenvolvimento de Sistemas não só
como uma alternativa de verticalização da oferta do ensino médio, autorizado pela
Resolução 057/2015. Um curso na área tecnológica estimulará a transformação ao se
alinhar à estratégia do Plano de Desenvolvimento Estratégico (2018-2023) e ao
entregar um nível elevado de ensino na modalidade presencial com professores
especialistas, mestres e doutores através de uma grade curricular instigante aos
novos alunos.
Assim, refletiu-se uma proposta de curso arrojado e com adequação tanto
para o mundo do trabalho como ao contexto social do território. O IFMA em Coelho
Neto com essas ações anseia expandir melhorias educacionais desde o nível básico
(médio) ao superior, na instrução sobre o alicerce das ciências e encorpadas pelas
formações técnicas com forte conexão regional e ultrapassando barreiras territoriais
ao promover a integração total da infraestrutura, quadros de pessoal e recursos que
estimulam o ensino, extensão e pesquisa (Decreto 9.235 de 15 de dezembro de 2017,
§2, art. 40).
Portanto, a excelência dos serviços através das metodologias inovadoras
de capacitação de habilidades e competências realçam o intuito institucional de
compreender a realidade e incentivar às potencialidades sociais, econômicas,
ambientais e culturais da região de atuação do IFMA (Lei 11.892/08).

JUSTIFICATIVA

O Instituto Federal do Maranhão (IFMA), instituição que tem como uma de


suas finalidades a formação e qualificação dos cidadãos com vistas na atuação
profissional nos diversos setores da economia e da sociedade, pretende ampliar suas
ações para o desenvolvimento da região maranhense. Logo, fez-se necessário
identificar o panorama das necessidades profissionais e educacionais do município
de Coelho Neto, bem como do seu entorno, a fim de desempenhar de forma eficaz o
8
seu papel para o crescimento da região. Com isso, o Campus propõe o curso Superior
em Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
O campus Coelho Neto, localizado na sede deste município, insere-se na
microrregião de Coelho Neto, contextualizado como território de desenvolvimento das
Região dos Timbiras (IMESC, 2015). Cidade do Leste Maranhense margeada pelo rio
Parnaíba, foi fundada em 31 de outubro de 1893, substituindo a antiga denominação
do município de Curralinho e, atualmente, registra uma população de 46.750
habitantes (COUTINHO, 1986).
Está situado a 385 km de São Luís (MA) e a 138 km de Teresina (PI) dentro
da mesorregião Leste do Estado do Maranhão, que abrange os municípios de Afonso
Cunha, Aldeias Altas, Buriti, Caxias, Chapadinha e Duque Bacelar.

Figura 1 – Microrregião de Coelho Neto

Fonte: Google Imagens

O município tem uma altitude de 81 metros acima do nível do mar e possui


um clima tropical quente e úmido, com temperatura média de 27ºC, com variações
oscilando entre 25ºC e 28ºC. O clima da região do município, segundo a classificação
de Köppen, é tropical (AW’), com dois períodos bem definidos: um chuvoso de janeiro
a junho, com médias mensais superiores 186,8 mm, e outro seco, correspondente aos
meses de julho a dezembro. Dentro do período de estiagem, a precipitação
pluviométrica varia de 6,1 a 60,8 mm, com precipitação total anual em torno de 1.239,1
mm.

9
O período mais quente do ano vai de setembro a outubro e o mais frio, de
maio a junho. O relevo do município é plano e suavemente ondulado, com elevado
grau de homogeneidade, dominado por chapadas baixas com altitudes inferiores a
300 metros. A planície aluvionar caracteriza-se por apresentar uma superfície
extremamente horizontalizada, onde os sedimentos inconsolidados (areias, argilas e
cascalhos) encontram-se depositados nas margens e nos leitos dos principais cursos
d’água da região. A vegetação predominante é do tipo cerrado constituída por árvores
e arbustos com altura variando de três a oito metros, estruturada em dois estratos: um
arbóreo/arbustivo com árvores esparsas e retorcidas e outro herbáceo/gramíneo
(RELATÓRIO DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE COELHO NETO, 2011).

Tabela 1 – Dados demográficos e econômicos da mesorregião do Leste Maranhense


PIB PER VAB VAB VAB
CIDADES POPULAÇÃO PIB TOTAL VAB
CAPITA AGROPECUÁRIA INDÚSTRIA SERVIÇOS
Caixas 158.059 5.644,10 892.106,00 810.552,50 49.965,20 110.555,80 650.031,50
Codó 119.079 6.039,50 719.178,40 657.281,70 71.670,30 186.473,30 399.138,00
Coelho Neto 47.435 5.084,10 241.071,10 230.225,70 41.482,80 35.214,10 153.528,80
Buriti Inácea Vaz 27.449 4.835,40 132.725,80 130.747,40 45.8903,00 10.343,10 74.514,30
Aldeias Altas 24.726 6.274,50 155.143,80 148.224,10 49.986.90 28.589,10 69.648,00
Duque Bacelar 10.836 3.821,00 41.404,90 40.539,10 7.554,60 4.464,10 28.520,30
Afonso Cunha 6.090 5.206,60 31.707,90 30.977,00 9.581,00 2.990,40 18.405,60
Fonte: IBGE(2010)

Coelho Neto possui um grande atraso no desenvolvimento da sua


economia na região em que se situa. Assim como cidades do seu entorno, o seu PIB
é essencialmente composto pelo setor de serviços, seguido da agropecuária (Tabela
1). Com baixo grau de industrialização, a cidade ainda registra uma das menores
renda per capita do Leste Maranhense (IMESC, 2010).

O mesmo se observa quando analisa os dados sobre a escolaridade dos


jovens na cidade. É ainda reduzido o número de pessoas que ingressaram no ensino
superior e ínfima a parcela da população formada em alguma graduação (Figura 2),
resultante da baixa oferta de vagas pelas instituições de ensino superior públicas e
privadas.

10
Figura 2 – Escolaridade da população de 25 anos ou mais

Fonte: PNUD, IPEA E FJP (2010)

Parcela significativa da população agrava o quadro de vulnerabilidade


social de Coelho Neto, principalmente quando se trata de crianças sem acesso à
educação e jovens sem trabalho e renda. A pobreza e condições insalubres de
moradia também marcam o município.

Tabela 2 – Vulnerabilidade social de Coelho Neto (MA)


Vulnerabilidade Social - Município - Coelho Neto - MA

Crianças e Jovens 1991 200 2010


Mortalidade infantil 111,70 59,22 33,80
% de crianças de 0 a 5 anos fora da escola - 88,76 66,00
% de crianças de 6 a 14 anos fora da escola 38,55 12,36 3,47
% de pessoas de 15 a 24 anos que não estudam, não trabalham e são vulneráveis, na - 22,59 27,02
população dessa faixa
% de mulheres de 10 a 17 anos que tiveram filhos 4,28 5,20 5,48
Taxa de atividade - 10 a 14 anos - 7,74 7,38
Família
% de mães chefes de família sem fundamental e com filho menor, no total de mães chefes
de família 26,07 31,97 36,59
% de vulneráveis e dependentes de idosos 4,77 7,18 6,96
% de crianças extremamente pobres 44,37 48,03 30,58
Trabalho e Renda % de
vulneráveis à pobreza 87,31 86,73 73,62
% de pessoas de 18 anos ou mais sem fundamental completo e em ocupação informal - 72,28 62,32
Condição de Moradia
% do população em domicílios com banheiro e água encanada 13,33 17,68 42,88
FONTE: PNUD, IPEA E FJP (2010)

Além da situação de crise econômica com o fechamento de postos de


trabalho devido à diminuição do cultivo da cana e da agroindústria sucroalcooleira com
a perda acumulada de 1.417 contratos formais de trabalho no Maranhão no período

11
de 2011 a 2016, houve ainda o recente anúncio de quase 400 demissões de
trabalhadores nesse segmento (MTE/RAIS, 2018; G1, 2018).

A partir desta realidade, considerando as carências, potencialidades e


perspectivas que se apresentam na área de Tecnologia da Informação e
Comunicação (TIC), o Instituto Federal do Maranhão – Campus Coelho Neto, de forma
inovadora, adicionou em seu Plano de Desenvolvimento Institucional do IFMA (PDI
2019-2023) a oferta do curso Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Esse curso tem
como objetivo formar profissionais qualificados que atuem no desenvolvimento, teste,
implantação e manutenção de sistemas computacionais de informação, e visa formar
empreendedores que atuem no desenvolvimento das oportunidades econômicas e se
tornem agente de transformação social e para o mercado em diversos segmentos
produtivos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida na região.

É válido dizer que o campus Coelho Neto, no eixo de Informação e


Comunicação, oferta o curso Técnico em Informática, onde os alunos do ensino médio
saem com formação a nível técnico na área de desenvolvimento de software. Desta
forma, o curso de ADS é uma resposta do campus à uma demanda existente, em que
diversos alunos buscam formação a nível superior após o ensino médio integrado
(com Técnico em informática) em outras instituições em outras cidades próximas, tais
como Caxias, Timon e até mesmo em Teresina na Universidade Federal do Piauí.
Sendo assim, nota-se uma verticalização do eixo no campus Coelho Neto.

De acordo com um relatório de inteligência, publicado em 2019 pela


Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação
(BRASSCOM, 2019), surgirá uma demanda entre 2018 e 2024, de aproximadamente
420 mil profissionais na área de tecnologia da informação, no entanto, o cenário
educacional, continuando como está, não conseguirá suprir essa demanda. Isso
acarretará então um déficit de aproximadamente 260 mil profissionais. Estes
números despertam para a necessidade de formação de mão de obra qualificada no
curto prazo.

Com a Pandemia da Covid19, ficou em evidência uma nova modalidade de


trabalho, que é o trabalho Home Office. Segundo a Revelo, startup de recrutamento
especializada em tecnologia, apontou que 59,6% dos trabalhadores sequer

12
considerariam aceitar propostas de emprego caso o modelo de trabalho seja
presencial, e 79,1% deles considerariam trocar de emprego caso a empresa em que
trabalham atualmente exigisse a volta ao presencial (RELEVO, 2020).

Com isso, a oferta do Curso Superior em Tecnologia em Análise e


Desenvolvimento de Sistemas no Campus Coelho Neto, pode ajudar a suprir as
demandas locais. Tanto com profissionais preparados para atender as necessidades
da região, como morar em sua cidade natal e trabalhar para grandes empresas sem
necessidade de se deslocar. Com isso, ajudando a economia local, pois estaria
trazendo capital para a região.

OBJETIVOS

Objetivo Geral
Formar tecnólogos em Análise e Desenvolvimento de Sistemas com
competência técnico-científica, consciência ética e ampla visão de mundo, para
interferência em áreas específicas da realidade social e atuação no mercado, seja ele
local, regional, nacional ou global, de forma presencial ou home office, promovendo
educação comprometida com a formação cidadã para o desenvolvimento sustentável.

Objetivos Específicos
I Formar profissionais capazes de aplicar técnicas computacionais em
problemas reais, atendendo demandas do mercado e da sociedade;
II Preparar profissionais capazes de analisar, projetar, desenvolver, testar,
implantar e manter sistemas computacionais de informação;
III Capacitar profissionais que possam avaliar, selecionar, especificar e utilizar
metodologias, tecnologias e ferramentas da Engenharia de Software,
linguagens de programação e bancos de dados para modelar soluções que
ajudem a sociedade geral e local;
IV Capacitar cidadãos com uma formação humana e ética, desta forma
permitindo estes coordenar equipes de produção de softwares.
V Formar profissionais capazes de inovar, planejar e gerenciar a infraestrutura
de tecnologia da informação em organizações, bem como desenvolver e
evoluir sistemas de informação para uso em processos organizacionais,
departamentais e/ou individuais;
13
VI Prover a formação de profissionais que possam escolher e configurar
equipamentos, sistemas e programas para a solução de problemas que
envolvam a coleta, processamento e disseminação de informações;
VII Oferecer profissionais que entendam o contexto, envolvendo as implicações
organizacionais e sociais, no qual as soluções de sistemas de informação são
desenvolvidas e implantadas;
VIII Preparar profissionais que compreendam os modelos e as áreas de negócios,
atuando como agentes de mudança no contexto organizacional;
IX Preparar profissionais para desenvolverem pensamento sistêmico que permita
analisar e entender os problemas organizacionais, geral e local.
X Formar profissionais capazes de verticalizar os conhecimentos e sua
formação, aprimorando-se com a realização de pesquisa e inovação, através
de programas de pós-graduação (mestrado e doutorado), ou em empresas
privadas;
XI Formar profissionais com formação de qualidade capazes de aplicar seus
conhecimentos e ajudar a sociedade, sempre zelando por princípios éticos;
XII Potencializar o perfil de um profissional adaptável e capaz de transferir
conhecimentos da vida e de experiências cotidianas para diferentes ambientes
de trabalho e do seu campo de atuação profissional;
XIII Aprimorar o sentido ético do graduando, com ênfase no reconhecimento da
responsabilidade social como condição para o bom desempenho profissional.

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO

O egresso do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento


de Sistemas deverá ser um profissional apto a exercer as principais atividades na área
de Tecnologia da Informação. Deve, em primeiro lugar, ajustar-se aos princípios que
a Carta Magna elegeu como imprescindíveis à ministração do ensino, dentre os quais
se destacam o preparo para o exercício da cidadania, a qualificação para o trabalho e
o pluralismo de ideias.
O profissional de ADS deverá ser capaz de analisar, projetar, desenvolver,
testar, implantar e manter sistemas computacionais de informação. Avaliar,
selecionar, especificar e utilizar metodologias, tecnologias e ferramentas da
Engenharia de Software, linguagens de programação e bancos de dados. Coordenar
14
equipes de produção de softwares. Vistoriar, realizar perícia, avaliar, emitir laudo e
parecer técnico em sua área de formação. Com isso, o profissional egresso do curso
de ADS deverá ter as seguintes competências tecnológicas:

A. Capacidade de analisar e utilizar infraestrutura tecnológica


1. Compreender os princípios de funcionamento e as características técnicas
de computadores e periféricos e utilização dos sistemas operacionais;
2. Identificar e entender topologias, protocolos e padrões de redes de
comunicação;
3. Projetar, implantar e administrar bancos de dados;
4. Apoiar o planejamento e gerenciamento da infraestrutura necessária para
sistemas de informação;

B. Capacidade para projetar e desenvolver sistemas computacionais:


1. Interpretar e avaliar documentação de análise de projeto de sistemas;
2. Utilizar técnicas de modelagem de dados e de análise de projeto de
sistemas;
3. Aplicar técnicas de modularização e especificação de software;
4. Utilizar o paradigma de orientação a objetos na construção da hierarquia de
classes do sistema;
5. Gerenciar configurações de software, desenvolver e praticar diferentes
processos de engenharia de software, desenvolver e utilizar métodos e
ferramentas de engenharia de software e utilizar técnicas de controle de
software; C. Capacidade para implementar e validar sistemas:
1. Desenvolver algoritmos através de divisão modular e refinamentos
sucessivos.
2. Distinguir, avaliar linguagens e ambientes de programação, aplicando-os
no desenvolvimento de software.
3. Interpretar pseudocódigos, algoritmos e outras especificações para
codificar programas.
4. Utilizar modelos, pseudocódigos e ferramentas na representação da
solução de problemas.
5. Articular o paradigma orientado a objetos e sua aplicação em programas.
6. Implementar em bancos de dados as estruturas modeladas.
7. Utilizar ambientes/linguagens para manipulação de dados em Sistemas
Gerenciadores de Banco de Dados.
8. Documentar o desenvolvimento e implantação de sistemas de informação.
9. Projetar, desenvolver, configurar e dar suporte aos softwares
desenvolvidos;
10. Elaborar e executar casos e procedimentos de testes e avaliar os
resultados obtidos.
15
D. Capacidade de desenvolver pesquisa científica visando novos conhecimentos e
produtos

1. Participar do desenvolvimento de pesquisas científicas aplicadas;


2. Auxiliar no desenvolvimento tecnológico por meio de pesquisas aplicadas;
3. Atuar em consultoria no desenvolvimento de produtos e serviços de
Tecnologia da Informação;

E. Capacidade de entender os aspectos éticos, valores sociais, a diversidade e o


meio ambiente.

Os postos de trabalho a serem ocupados pelos futuros tecnólogos poderão


ser: Analista de Sistemas de Informação, Desenvolvedor de Sistemas de Informação,
Desenvolvedor de Sistemas para Web, Gestor de Tecnologia da Informação,
Administrador de Banco de Dados, Desenvolvedor de Banco de Dados,
Desenvolvedor de Aplicações, Consultor de Microinformática, Administrador de Web-
sites, não se limitando a estes.

FORMAS DE INGRESSO

As formas de ingresso, se apresentam de acordo com o que preconiza a


legislação vigente, evidenciando que o acesso ao curso estará aberto a portadores de
certificado de conclusão de ensino médio ou equivalente, que tenham participado do
Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM. A classificação para ingresso ocorrerá por
meio 6de processo seletivo próprio ou realizado pelo SISU/MEC.
No caso de vagas residuais, essas poderão ser preenchidas por meio de
processo seletivo para portadores de diploma de graduação e para alunos
matriculados nesta ou em outra instituição de ensino superior – transferência interna
e externa e transferência ex officio.
Para os cursos ofertados pelo IFMA, na modalidade da Educação a
Distância, via programas, a forma de ingresso será realizada por meio de edital em
consonância com as prerrogativas estabelecidas no âmbito dos programas.
Os processos seletivos públicos para ingressantes será aberto a
concluintes e portadores de diploma de Ensino Médio ou equivalente, ocorrerá de

16
acordo com normas estabelecidas em edital próprio, sendo válido para o período letivo
a que se destina.
O número de vagas para o curso e a periodicidade da oferta será definida
no Plano de Desenvolvimento Institucional. O quantitativo das vagas estará sujeito às
políticas de reserva de vagas e ações afirmativas.
Em observância à normativa vigente do IFMA que trata das normas da
graduação, o reingresso, entendido como o retorno formal ao curso, de estudantes
que estejam com status de “desligado” do Curso, será regulado por edital próprio, só
sendo permitido uma única vez

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO

O Instituto Federal do Maranhão, conforme explicita em seu Plano de


Desenvolvimento Institucional (2019-2023), atua no desenvolvimento de programas e
projetos de ensino, nos níveis básico, superior e de pós-graduação. Atua ainda na
pesquisa e na extensão, sob a forma de atividades presenciais e a distância, em todas
as áreas do conhecimento. Por meio da formação e qualificação de profissionais, da
pesquisa e extensão, busca contribuir para o desenvolvimento tecnológico, social e
econômico do Estado do Maranhão e da Região Nordeste.
Projeto Pedagógico Institucional (PPI), de natureza filosófica, política e
teórico metodológica, que orienta a prática pedagógica do IFMA e articula as
dimensões de ensino, pesquisa e extensão; e o Planejamento Estratégico 2016-2020,
que vem impulsionando o modelo de gestão do Instituto através da execução de
projetos estratégicos, de forma a garantir o cumprimento de sua missão institucional
e o alcance de seus objetivos e metas com os melhores resultados.

Políticas de Ensino
A Política de Ensino apresentada no Plano de Desenvolvimento
Institucional (20192023) do IFMA, está inserida no contexto social, político, econômico
e cultural da sociedade brasileira, especialmente maranhense, de modo dinâmico e
em sintonia com as demandas sociais e do mundo do trabalho, em consonância com
a perspectiva da sustentabilidade.
Diante disso, o IFMA se propõe a formar pessoas capazes de analisar e
transformar criticamente a realidade. Esse processo é viabilizado por ações e atitudes
17
construídas de forma coletiva baseado em um sólido aporte teórico metodológico que
considera as múltiplas determinações da realizada, para formação humanística,
transitando da esfera dos saberes e técnicas para as ciências, tecnologias e culturas,
fomentadas, também, pelas ações de internacionalização.
As ações materializam-se por meio de mecanismos de acompanhamento
dos alunos e dos fatores influenciadores da retenção e evasão; fortalecimento do
Colegiado e do Núcleo Docente Estruturante do Curso como mecanismos de contínuo
acompanhamento e avaliação do Projeto Pedagógico do Curso; atualização do
Projeto Pedagógico do Curso; incentivo à participação de alunos em eventos
científicos e profissionais da área por meio da inclusão de Atividades Complementares
como parte integrante do currículo obrigatório para a integralização do curso; oferta
de editais de monitoria com seleção interna, visando auxiliar o desenvolvimento do
curso e/ou disciplinas ofertadas, no aspecto teórico-prático, para a melhoria do
processo ensino – aprendizagem dos educandos, dentre outros.

Políticas de Pesquisa e Inovação


As Políticas de Pesquisa e Inovação são de responsabilidade da Pró-reitora
de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (PRPGI), que é responsável por apresentar,
formular, regulamentar, orientar e avaliar essas políticas dentro do IFMA.
As políticas de pesquisa e Inovação visam a consolidação de uma cultura
de pesquisa e inovação no âmbito do IFMA e uma contribuição para ampliação do
quantitativo e qualitativo da produção científica da instituição, por meio de estímulos
de natureza técnica, estrutural e financeira.
Os programas de Pesquisa e Inovação podem ser realizados na
modalidade PIBIC (Programa de Iniciação Científica) e PIBIT (Programa de Iniciação
Tecnológica), que podem ser financiados pelo CNPq, FAPEMA e pelo próprio IFMA.
São gerenciados pela Diretoria de Pesquisa e pela Agência IFMA de Inovação da
PRPGI, por meio de editais públicos e operacionalizados pelo Comitê Científico
Institucional de Pesquisa e Inovação, pelos Núcleos de Pesquisa, Pós-Graduação e
Inovação ou setores equivalentes dos campi.

18
APOIO AO DISCENTE

A Política de Assistência Estudantil (PAE) foi aprovada na Resolução


CONSUP nº 114/2017 e apresenta um conjunto de princípios e diretrizes que norteiam
a implantação de programas para garantir o acesso, a permanência e o êxito dos
estudantes, na perspectiva de inclusão social, formação ampliada, produção do
conhecimento e melhoria do desempenho acadêmico.
No IFMA existem diversos programas e projetos que tem como objetivo
fortalecer o desenvolvimento do estudante no processo de ensino-aprendizagem. São
eles:

⮚ Atividades de Apoio Pedagógico;


⮚ Programa de Acompanhamento Psicológico;
⮚ Programa de Apoio às Pessoas com Necessidades Especiais;
⮚ Programa de Assistência à Saúde do Estudante;
⮚ Programa de Incentivo à Cultura, Desporto e Lazer.

Além disso existe um orçamento no IFMA destinado à Assistência


Estudantil que é prioritariamente destinado aos programas de bolsas e auxílios aos
estudantes, cuja condição socioeconômica contribui para sua não permanência e êxito
no curso. São eles:

⮚ Auxílio Transporte;
⮚ Auxílio Moradia;
⮚ Auxílio Alimentação;
⮚ Bolsas de Estudos;
⮚ Auxílio Sociopedagógico;
⮚ Apoio à Participação Estudantil em Eventos;
⮚ Apoio à Participação Estudantil em Mobilidade Internacional;
⮚ Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE.

NEABI – Núcleo De Estudos Afro-Brasileiros e Indiodescendentes


Após a promulgação das leis 10.639, de 2003 alterada pela lei 11.645, de
2008, passou-se a ter a garantia legal da inclusão nos currículos escolares dos
conteúdos de História e Literatura africana, afro-brasileira e indígena, o que tem
possibilitado inclusive, a abertura de canais de diálogo com instâncias políticas,
jurídicas e acadêmicas, muitas das quais até então fechadas para quaisquer

19
discussões sobre a temática da inclusão social de negros, negras e indígenas neste
país que ainda exige da parte dessas populações um constante estado de vigilância
e de estratégias coletivas de resistências, no combate ao racismo e às desigualdades
sociais.
A resolução CONSUP nº 124/2018 trata sobre as competências e, nesse
contexto, foi institucionalizado, pela Resolução CONSUP nº 008/2010, de 20 de
janeiro de 2010, o NEABI (Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indiodescendentes)
do Instituto Federal do Maranhão – IFMA, tendo como objetivo geral do núcleo a
execução de práticas pedagógicas no desenvolvimento de pesquisa, ensino e
extensão voltadas para o estudo da diversidade, contemplando as duas leis
inicialmente referidas. E como objetivos específicos deste núcleo são elencados,
conforme a Resolução citada, os seguintes: a) identificar a necessidade de formação
continuada dos profissionais da educação sobre as questões étnico-culturais; b)
levantar dados de pesquisa para publicação em periódicos, como meio de divulgação
de resultados de estudos e pesquisas desenvolvidas pelo núcleo; c) promover
atividades de extensão sobre as questões étnico-culturais; d) intercambiar os
resultados de pesquisas e publicações com as comunidades dos campi e
comunidades externas ao Instituto; e) constituir um acervo bibliográfico das produções
e estudos dos participantes do NEABI/IFMA; f) divulgar os trabalhos científicos do/s
grupo/s de estudo em eventos científicos (locais, nacionais e internacionais) através
de produção, artigos, revistas e outros.
Com o intuito de efetivar esses objetivos, o NEABI do Campus Coelho Neto
atua junto à comunidade interna e externa do referido campus desde 2014, em que
desenvolve diversas práticas, como constante formação de seus membros, por meio
de reuniões de estudos, incentivo à participação em cursos e eventos sobre a
temática, iniciativa de realização de eventos temáticos próprios no âmbito da
extensão, dentre os quais a Semana dos Povos indígenas e a Semana da Consciência
Negra, projetos de pesquisas, palestras, parcerias com instituições e grupos afins da
comunidade de Coelho Neto e de outras cidades. Também recentemente o núcleo
tem tido participação efetiva na Comissão de heteroidentificação do Seletivo de
acesso ao IFMA local.
A comissão do NEABI do Campus Coelho Neto, normalmente é composta
por servidores(as) de múltiplas áreas de atuação e formação, o que tem favorecido

20
um trabalho pautado em visões diversa, resultando em significativas atividades que,
finalmente, contribuem para minimizar os impactos negativos de se viver numa
sociedade historicamente regida por um pensamento racista, com políticas e práticas
institucionais que desfavorecem a luta por melhoria de vida das populações negras e
indígenas.

DAI - Departamento de Ações Inclusivas.

Instituída pela Política de Ações Afirmativas do IFMA, orientada para


desenvolver a política de ações inclusivas nas atividades de Ensino, Pesquisa,
Extensão e Inovação, objetivando a promoção do respeito à diversidade cultural,
religiosa, étnico-racial, territorial, ambiental, de orientação sexual, de gênero, de
crença, socioeconômica, de necessidades educacionais específicas e/ou outras
características individuais, coletivas e sociais que promovam a defesa e garantia dos
direitos humanos.

Competências:

I. auxiliar, acompanhar e avaliar a implementação da Política de Ações Afirmativas do


IFMA;

II. promover todas as ações educacionais na perspectiva da educação inclusiva;

III. Implementar políticas de inclusão, por meio de projetos, assessorias e ações


educacionais, na região de abrangência do Campus;

IV. implementar políticas de acesso, permanência e conclusão com êxito dos


discentes com necessidades específicas;

V. estimular a cultura da inclusão na comunidade acadêmica, de modo que o discente,


em seu percurso formativo, adquira conhecimentos técnicos e também valores sociais
consistentes, que o levem a atuar na sociedade de forma consciente e comprometida;

VI. promover a educação para o exercício da cidadania, a convivência, a aceitação da


diferença, a quebra das barreiras atitudinais, educacionais e arquitetônicas;

21
VII. elaborar, em conjunto com as coordenações de curso, programas de atendimento
aos discentes com necessidades específicas do Campus, bem como auxiliar os
docentes a adequarem suas aulas conforme programa definido;

VIII. propor e coordenar ações, programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão


visando o aprimoramento do processo de ensino e aprendizagem e a promoção de
uma cultura de inclusão e cidadania aos estudantes com necessidades educacionais
específicas;

IX. propor e colaborar com ações inclusivas de acordo com as demandas identificadas
pelo Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas
(Napne);

X. propor intervenções educativas e ações afirmativas, de acordo com as demandas


identificadas no Campus;

XI. promover as ações do Napne em relação às Ações inclusivas e a articulação com


os setores do campus, que envolvem a identificação, o planejamento, a organização
de recursos humanos e financeiros e serviços para a promoção da acessibilidade
arquitetônica, nas comunicações, nos sistemas de informação, nos materiais didáticos
e pedagógicos, que devem ser disponibilizados nos processos seletivos e no
desenvolvimento de todas as atividades de ensino, pesquisa e extensão;

XII. auxiliar, acompanhar e avaliar e garantir a implementação da Política de Ações


Afirmativas do IFMA;

XIII. atuar em parceria com o setor de assistência estudantil do campus;

XIV. exercer outras atividades na sua área de competência, que, por sua natureza,
tenham lhe sido atribuídas pelo Diretor-Geral do Campus.

Núcleo de Atendimento a Pessoas com Necessidades Especiais (NAPNE)


O atendimento direcionado ao discente com deficiência e/ou com
necessidades específicas de aprendizagem é realizado pelo NAPNE (Núcleo de
Atendimento a Pessoas com Necessidades Especiais) e busca fortalecer o
desenvolvimento do educando no processo de ensino-aprendizagem, garantindo aos
22
estudantes com alguma deficiência as condições específicas que permitam o
acompanhamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão na Instituição.
O NAPNE propicia a seus alunos regularmente matriculados nos cursos do
IFMA Campus Coelho Neto em suas diversas modalidades, com base nos seguintes
princípios:
a) Garantia dos direitos dos alunos caracterizados como público-alvo da
Educação Especial, de acordo com as especificidades, oportunizando acesso e
permanência no ensino superior; e
b) Desenvolvimento de seu papel de responsabilidade social como
Instituição de Ensino Superior, respeitando a diversidade, garantindo educação justa
e igualitária.
Seus objetivos preveem: promover as condições necessárias para o
ingresso e permanência de estudantes com necessidades educacionais específicas;
promover e participar de estudos, discussões e eventos sobre a inclusão social; propor
e acompanhar ações de eliminação de barreiras arquitetônicas, educacionais e
atitudinais na instituição; incentivar a implantação de conteúdos, disciplinas
permanentes e/ou optativas referentes à Educação Inclusiva, nos cursos ofertados
pelo IFMA; atuar junto aos professores na adaptação e produção dos materiais
didáticos e apoiar os servidores no atendimento de pessoas com necessidades
educacionais específicas no ambiente escolar; promover e estimular o
desenvolvimento de atividades formativas para a comunidade acadêmica do IFMA;
articular as atividades desenvolvidas com as ações de outras Instituições voltadas ao
trabalho com pessoas com necessidades educacionais específicas.
O NAPNE é composto por profissionais da área da Educação Especial e
Inclusiva (intérprete de libras e revisor) e conta com a participação colaborativa de
outros profissionais da Equipe Multiprofissional do Campus, formado por assistente
social e pedagoga, responsável pelo atendimento local ao educando.

Acompanhamento do Egresso
O espaço de atuação do Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas é abrangente, podendo atuar de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos
Superiores de Tecnologia: Empresas de planejamento, desenvolvimento de projetos,
assistência técnica e consultoria. Empresas de tecnologia Empresas em geral

23
(indústria, comércio e serviços). Organizações não-governamentais. Órgãos públicos.
Institutos e Centros de Pesquisa. Instituições de Ensino, mediante formação requerida
pela legislação vigente.
Assim como trata a resolução nº 42, de 26 de abril de 2016 que aprova a
política de estágio e egressos, o acompanhamento do egresso é uma ferramenta
importante que possui vários objetivos dentre eles verificar a empregabilidade,
investigar a atuação dos estudantes recém-formados no mundo do trabalho, se estão
exercendo atividades na sua área de graduação, levantar dados em relação à
formação continuada, obter informações sobre a opinião dos egressos acerca da
qualidade do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas,
possibilitar o conhecimento das dificuldades do egresso para a integração no mercado
trabalho bem como manter a comunicação entre os ex-alunos e a Instituição.
Para esse acompanhamento será verificado os dados dos alunos, tais
como nome, endereço, telefone e e-mail disponíveis no Sistema Unificado de
Administração Pública (SUAP) para a aplicação de questionários aos ex-alunos,
buscando avaliar a sua trajetória profissional, mantendo a comunicação aberta entre
a Instituição e a sociedade, mantendo-o informado das diversas atividades que os
mesmos poderão participar. Outras ações referentes ao acompanhamento dos
egressos incluem: manter os dados cadastrais dos egressos atualizados, promover
encontros, cursos de extensão, atualização e palestras que atendam as necessidades
desses alunos frente às contínuas inovações do conhecimento da área, a fim de
atualizar e/ou complementar os saberes adquiridos ao longo do curso finalizado,
contribuindo para a inserção no mundo do trabalho e, em consequência, obter
sucesso profissional e pessoal, incentivar e apoiar o reencontro dos alunos egressos,
mantendo-se o vínculo que possibilitará o apoio ao desenvolvimento de sua vida
profissional.

ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA

Organização Curricular
O Curso Análise e Desenvolvimento de Sistemas possui carga horária de
2040 (duas mil quatrocentos e setenta e cinco) horas/relógio, distribuídas em 03 (três)
anos, devendo ser integralizada no prazo mínimo de 06 (seis) semestres e o prazo
máximo de 10 (dez) semestres As disciplinas dispostas na matriz curricular estão
24
organizadas conforme nível crescente de complexidade e de conteúdos pertinentes
às competências e habilidades necessárias às áreas funcionais e curriculares
dispostas no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia; Diretrizes
Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica; Diretrizes
do Exame Nacional de Desempenhos dos Estudantes (ENADE), e necessidades loco-
regionais do mundo do trabalho na área de Tecnologia da Informação; nos princípios
pedagógicos e institucionais definidos no IFMA no seu Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI) e no seu Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
Os componentes curriculares colaboram com a construção de
competências juntamente com outra(s) unidade(s) curricular (es) e, portanto, poderão
propiciar o desenvolvimento de avaliações interdisciplinares e/ou projetos transversais
em componentes correlatos. Os componentes curriculares irão considerar a
acessibilidade metodológica para atender discentes com necessidades específicas,
tais como a disponibilização de materiais em braile ou em fonte aumentada, de
instrumentos pedagógicos adaptados e/ou alternativas de acordo com as demandas
de cada sujeito.
A articulação entre a teoria e prática será abordada em cada componente
curricular por meio da aplicação dos conhecimentos teóricos aprendidos em sala de
aula em aulas práticas desenvolvidas em laboratórios, em estruturas físicas da fábrica
de inovação, visitas técnicas em empresas privadas de tecnologias, centros de
pesquisas, Universidades, entre outros.
Os componentes curriculares foram organizados na matriz curricular com o
objetivo de promover uma instrução inovadora para o discente, possibilitando que ele
tenha uma formação baseada na solução de problemas que serão propostos em
componentes específicos, aproximando o ambiente acadêmico para propor medidas
e soluções inovadoras para as demandas e problemas dos Arranjos Produtivos
Locais.
Em uma perspectiva de inclusão social de setores que exigem por direito
respeito às suas demandas e, tendo em vista, que a educação é um dos mais
importantes espaços para garantir essa inclusão, serão abordados de forma
transversal, contínua e permanente os conteúdos pertinentes às políticas de educação
Ambiental (Decreto 4.281, 25/06/2002), de Educação dos Direitos Humanos
(Resolução CNE/CP nº 01 de 30/05/12) e de Educação das Relações Étnicos Raciais

25
e o ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena (Resolução CNE/CP Nº
01/2004).
O curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Campus Coelho
Neto terá suas disciplinas trabalhadas no turno noturno. As disciplinas do curso de
Análise e Desenvolvimento de Sistemas do IFMA Campus Coelho Neto estão
distribuídas em seis semestres, conforme a Tabela 5. Cada disciplina terá hora-aula
de 45 minutos.
Para os conteúdos referentes à educação ambiental, foi criada uma
disciplina no 5º Semestre chamada Educação Ambiental e Sustentabilidade. Para
direitos humanos e história da cultura afro-brasileira e dos povos indígenas, foi criada
a disciplina Direitos Humanos, Diversidade e Inclusão no 6º período. Além disso, tais
conteúdos poderão ser trabalhados em eventuais atividades de extensão, em
disciplinas previstas no curso do 2º ao 5º período (Atividade de Extensão I, II, III e IV).
A distribuição das disciplinas no curso permite ao aluno concluir o curso em
tempo mínimo de 3 (três) anos e máximo de 5 (cinco) anos. Cada semestre, será
executado em um total de 100 dias letivos, de acordo com a LDB, totalizando 200 dias
letivos anuais.

26
Matriz Curricular

1º PERÍODO
Carga
CO Carga Horária PRÉ-REQUISITOS
DISCIPLINAS Créditos Horária Extensão
D (horas/relógio) (COD)
(horas/aula)
01 Programação I 4 60 80 0% -
02 Cálculo Diferencial e Integral 4 60 80 0% -
03 Arquitetura de Computadores 4 60 80 0% -
04 Inglês Instrumental 2 30 40 0% -
05 Direito Digital 2 30 40 0% -
06 Metodologia Científica 2 30 40 0% -
07 Português Instrumental 2 30 40 0% -
Subtotal 20 300 400 - -
2º PERÍODO
Carga
CO C.H. Semestral PRÉ-REQUISITOS
DISCIPLINAS Créditos Horária Extensão
D (horas/aula) (COD)
(horas/aula)
08 Programação II 4 60 80 0% 01
09 Álgebra Linear 4 60 80 0% 02
10 Programação Web I 4 60 80 0% -
11 Contabilidade Aplicada à Informática 2 30 40 0% -
12 Sistemas Operacionais 4 60 80 0% -
13 Interação Humano-Computador 2 30 40 0% -
14 Atividade Curricular de Extensão I 4 60 80 100% -
Subtotal 24 360 480
3º PERÍODO
Carga
CO C.H. Semestral PRÉ-REQUISITOS
DISCIPLINAS Créditos Horária Extensão
D (horas/aula) (COD)
(horas/aula)
15 Estrutura de Dados 4 60 80 0% 08
16 Probabilidade e Estatística 4 60 80 0% 02
27
17 Programação Web II 4 60 80 0% 10
18 Banco de Dados 4 60 80 0% -
19 Redes de Computadores 4 60 80 0% -
20 Atividade Curricular de Extensão II 4 60 80 100% 14
Subtotal 24 360 480 -
4º PERÍODO
Carga
CO C.H. Semestral PRÉ-REQUISITOS
DISCIPLINAS Créditos Horária Extensão
D (horas/aula) (COD)
(horas/aula)
21 Aprendizado de Máquina 4 60 80 0% -
22 Programação Orientada à Objetos 4 60 80 0% 08
23 Microcontroladores 4 60 80 0% -
24 Engenharia de Software I 4 60 80 0% -
25 Sistemas de Informação 2 30 40 0% -
26 Inovação, Emp. e Negócios Digitais 2 30 40 0% -
27 Atividade Curricular de Extensão III 4 60 80 100% 20
Subtotal 24 360 480 - -

5º PERÍODO
Carga
CO C.H. Semestral PRÉ-REQUISITOS
DISCIPLINAS Créditos Horária Extensão
D (horas/aula) (COD)
(horas/aula)
28 Programação para Dispositivos Móveis 4 60 80 0% 15
29 Projeto e Desenvolvimento de Sistemas 4 60 80 0% 15
30 Gerência de Projetos de Software 4 60 80 0% 24
31 Engenharia de Software II 2 30 40 0% 24
32 Trabalho de Conclusão de Curso I 4 60 80 0% -
33 Educação Ambiental e Sustentabilidade 2 30 40 0% -
34 Atividade Curricular de Extensão IV 4 60 80 100% 27
Subtotal 24 360 480 - -
6º PERÍODO

28
Carga
CO Carga Horária PRÉ-REQUISITOS
DISCIPLINAS Créditos Horária Extensão
D (horas/relógio) (COD)
(horas/aula)
35 Direitos Humanos, Diversidade e Inclusão 2 30 40 0% -
Administração Financeira e Análise de 4 60 80 0% -
36
Investimento
37 Padrões de Projetos e Testes de Software 4 60 80 0% 30, 31
38 Governança de Tecnologia da Informação 2 30 40 0% -
39 Trabalho de Conclusão de Curso II 4 60 80 0% 32
40 Auditoria e Segurança da Informação 4 60 80 0% -
Subtotal 20 360 400 - -
TOTAL 112 2040 2720 - -

29
Tabela 3 – Carga Horária Total

DURAÇÃO DO CURSO 6 Semestres


CARGA HORÁRIA TOTAL DAS DISCIPLINAS 1680 horas/relógio
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 120 horas/relógio
ATIVIDADES DE EXTENSÃO 240 horas/relógio
2040 horas/relógio
CARGA HORÁRIA TOTAL
2720 horas/aula

30
Fluxograma Curricular
Figura 3 – Fluxograma curricular do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas

31
METODOLOGIA DE ENSINO

Neste projeto pedagógico de curso, a metodologia é entendida como um


conjunto de procedimentos empregados com o fim de atingir os objetivos propostos
para a graduação tecnológica, assegurando uma formação integral dos estudantes.
Para a sua concretude, é recomendado considerar as características específicas dos
estudantes, seus interesses, condições de vida e de trabalho, além de observar os
seus conhecimentos prévios, orientando-os na (re)construção dos conhecimentos
escolares, bem como na especificidade do curso.
O estudante vive as incertezas próprias do atual contexto histórico, das
condições sociais, psicológicas e biológicas. Em razão disso, faz-se necessária à
adoção de procedimentos didático pedagógicos, que possam auxiliá-los nas suas
construções intelectuais, procedimentais e atitudinais, tais como:

⮚ problematizar o conhecimento, buscando confirmação em diferentes fontes;


⮚ reconhecer a tendência ao erro e à ilusão;
⮚ entender a totalidade como uma síntese das múltiplas relações que o homem
estabelece na sociedade;
⮚ reconhecer a existência de uma identidade comum do ser humano, sem
esquecer-se de considerar os diferentes ritmos de aprendizagens e a
subjetividade do estudante; • adotar a pesquisa como um princípio educativo;
⮚ articular e integrar os conhecimentos das diferentes áreas sem sobreposição
de saberes;
⮚ adotar atitude interdisciplinar nas práticas educativas;
⮚ contextualizar os conhecimentos sistematizados, valorizando as experiências
dos estudantes, sem perder de vista a (re)construção do saber escolar;
⮚ organizar um ambiente educativo que articule múltiplas atividades voltadas às
diversas dimensões de formação dos jovens e adultos, favorecendo a
transformação das informações em conhecimentos diante das situações reais
de vida;
⮚ diagnosticar as necessidades de aprendizagem dos (as) estudantes a partir do
levantamento dos seus conhecimentos prévios;
⮚ elaborar materiais impressos e digitais a serem trabalhados em aulas
expositivas dialogadas e atividades em grupo;
⮚ elaborar e executar o planejamento, registro e análise das aulas realizadas;
⮚ elaborar projetos com objetivo de articular e inter-relacionar os saberes, tendo
como princípios a contextualização e a interdisciplinaridade;
⮚ utilizar recursos tecnológicos para subsidiar as atividades pedagógicas;
⮚ sistematizar coletivos pedagógicos que possibilitem os estudantes e
professores refletir, repensar e tomar decisões referentes ao processo ensino-
aprendizagem de forma significativa; e

32
⮚ ministrar aulas interativas, por meio do desenvolvimento de projetos,
seminários, debates, atividades individuais e outras atividades em grupo.

Aulas expositivas dialogadas estão previstas, assim como seminários,


práticas em laboratórios. Na medida em que o curso vá se desenvolvendo, haverá a
possibilidade de outras metodologias serem criadas, obedecendo à dinâmica e
demanda dos alunos no processo de aprendizagem. Metodologias que propiciam a
comunicação entre as disciplinas. Os professores podem voltar às práticas de suas
disciplinas para a resolução dos problemas propostos na prática profissional, gerando
interdisciplinaridade.
Para que os objetivos propostos pelo curso sejam contemplados é
necessário que os métodos utilizados na ação docente se façam com o uso da
pesquisa, da reflexão e da contextualização do conhecimento tornando professor e
aluno agentes do processo de ensino e aprendizagem.

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um momento importante para


a formação acadêmica e funciona como um meio para que os novos profissionais
formados possam testar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. O aluno
escolhe um tema e o aprofunda com um estudo mais dedicado e refinado. O ideal é
aliar temas de interesse pessoal a assuntos relevantes para o mercado e as
demandas locais.
Com o TCC, o aluno também demonstra sua capacidade de pesquisar,
analisar, comparar e conectar temas, resultando em proposições e respostas a
problemas por ele formulados. Os trabalhos de conclusão servem como porta de
entrada para a carreira acadêmica, para quem quer seguir na área de pesquisa e
ensino superior.
Os procedimentos relativos ao TCC estão relacionados em conformidade
com a Resolução nº 88, de 24/04/2017, que dispõe sobre as normas
regulamentadoras para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do IFMA. Em seu
art. 1º a Resolução nº 88, de 24/04/2017 dispõe que:

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma


produção textual, caracterizado como uma atividade de integração
33
curricular e de comprovação do saber adquirido pelo acadêmico,
observando as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas
(ABNT) e a forma culta na língua portuguesa, bem como abordagem
de temas relacionados à área de atuação do Curso definidos nos
termos de cada Projeto Pedagógico de Curso de Graduação dos
Campi do IFMA. Além disso, o TCC deverá ser elaborado
individualmente pelo acadêmico, sob a orientação de um docente,
sendo submetido à defesa perante uma Banca Examinadora.

O Trabalho de Conclusão de Curso, componente curricular desta Proposta,


deverá ser desenvolvido na modalidade de monografia ou artigo científico, na forma
disposta em regulamento próprio, aprovado pelo Colegiado do Curso de Análise e
Desenvolvimento de Sistemas, contendo, obrigatoriamente, critérios, procedimentos
e mecanismos de avaliação, além das diretrizes técnicas relacionadas com a sua
elaboração.
A monografia ou artigo científico será desenvolvida em duas etapas através
das disciplinas: Trabalho de Conclusão de Curso I e II. A primeira disciplina está
relacionada à escrita do trabalho acadêmico, e a segunda disciplina corresponderá a
etapa de execução do trabalho, sendo desenvolvida uma monografia ou artigo
científico, através da produção e defesa do trabalho.
O Projeto escrito no Trabalho de Conclusão de Curso I deverá conter os
requisitos mínimos: Tema, Metodologia, Cronograma e Referências, obedecendo ao
padrão estabelecido pela ABNT e a Resolução nº 88, de 24/04/2017.
O Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) de ADS deverá incorporar
conhecimentos construídos pelo aluno ao longo do curso através da articulação de
ideias que deverão necessariamente contemplar:

⮚ a escolha de uma área relacionada à Tecnologia da Informação e outras


especialidades que estejam ligadas a Tecnologias da Informação;
⮚ a identificação de um problema que possa ser resolvido por meio de
computação, a justificativa do trabalho, a definição de objetivos;
⮚ a definição da metodologia de pesquisa e a elaboração do referencial teórico.

O aluno terá que elaborar seu Trabalho de Conclusão de Curso, sob a


supervisão de um professor orientador vinculado ao curso de Análise e

34
Desenvolvimento de Sistemas, ou áreas afins, em qualquer campus do IFMA, e
defendê-lo perante uma banca formada por três professores, incluindo o orientador.

O TCC do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, deve seguir a


seguinte ordem cronológica:

1. Solicitação de orientação;
2. Elaboração do Projeto;
3. Desenvolvimento do Projeto e Escrita do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC);
4. Banca Examinadora, Defesa e Aprovação do TCC;
5. Ajustes, trâmites finais e entrega de da versão final para Instituição (Coordenação
de Curso e Biblioteca).

Solicitação de Orientação
Após está matriculado regularmente na Disciplina de Trabalho de
Conclusão de Curso I, o aluno deverá convidar um docente para orientá-lo e formalizar
a orientação. A iniciativa do convite para orientação da pesquisa científica do TCC é
estritamente do estudante, com outras palavras, cabe ao estudante a incumbência de
convidar um docente para orientá-lo em sua pesquisa de TCC, levando em
consideração a área de atuação do docente, não sendo obrigatória a aceitação por
parte do docente convidado.
O estudante deve formalizar o convite de orientação via e-mail institucional
do docente convidado, com cópia para o e-mail da coordenação do curso. O docente
convidado deverá informar sua decisão ao estudante com cópia para a coordenação
do curso no prazo máximo de 03 (três dias) a contar da data de envio do e-mail do
estudante.
Após o aceite do professor orientador, o estudante deverá no prazo limite
de 07 (sete) dias preencher seus dados no formulário de solicitação de orientação
para pesquisa e elaboração de TCC (emitido pela coordenação do curso) e enviar ao
iminente orientador para que o mesmo preencha seus dados no formulário e devolva
ao estudante no prazo limite de 03 (três) dias, a contar da data de envio pelo
estudante. O formulário deve estar devidamente preenchido, devidamente datado e

35
assinado por orientador, oferecendo aceite à orientação e, pelo estudante, sendo esse
documento a ser entregue em formato digital assinado eletronicamente.
Cabe à coordenação do curso aprovar as orientações e, em casos de
estudantes que perderem o prazo limite da solicitação de orientação para pesquisa e
elaboração de TCC (Trinta dias do início do período em que o discente for matriculado
regularmente na disciplina de TCC I), ou por omissão do estudante ou negativa do
orientador, deverá ser convocado o colegiado do curso para que assim em assembleia
seja discutido e deliberado os orientadores aos discentes, ficando a critério dos
docentes indicados dentro de suas condições e linhas de estudo aceitar ou não,
entretanto, com justificativa plausível sob o entendimento do colegiado. Após a
reunião do colegiado, os discentes devem preencher os documentos e oficializar a
orientação junto à coordenação do curso.
No prazo limite de 60 (sessenta) dias do início do período letivo em que o
discente efetuou a matrícula no TCC I, os estudantes que não possuírem orientação
formalizada, ou por omissão do estudante ou por reprovação nas unidades pré-
requisitos da disciplina TCC I, deverão obrigatoriamente informar a coordenação do
curso sua situação por e-mail oficial.
Para os casos de omissão do estudante ou outros casos omissos a este
PPP a coordenação do curso convocará o colegiado para, em sessão extraordinária,
analisar e deliberar a possibilidade de orientação e defesa ainda dentro do período
regular, caso contrário o estudante será considerado reprovado no componente
curricular TCC I. Caso algum estudante não cumpra os procedimentos supra
elencados e os prazos estabelecidos, será considerado reprovado no componente
curricular TCC. As datas, os prazos e todos os demais casos omissos ou de maior
complexidade deverão ser dirimidos e deliberados pelo colegiado do curso.

Elaboração do Projeto
Após a aprovação, da orientação, estudante e orientador podem iniciar o
desenvolvimento do projeto. O projeto deve conter no mínimo: Tema, Título,
Problema, Justificativa, Objetivos (geral e específicos), Revisão da Literatura,
Metodologia, Cronograma de Execução e Referências. Esta etapa ocorre dentro da
disciplina e período TCC I. A redação do texto não deve ser formal, nem coloquial,

36
mas técnica científica e deve estar normalizada de acordo com a norma vigente da
ABNT.
Após a elaboração do texto final do projeto de pesquisa e da apreciação e
autorização obrigatória do orientador, o estudante deverá enviar formalmente uma
cópia da versão final, via e-mail, em arquivos formato Portable Document Format
(PDF) para a coordenação do curso, com cópia para o orientador, para registro.
Será atribuição do professor responsável pela disciplina de Trabalho de
Conclusão de Curso I, avaliar o andamento e desenvolvimento do projeto, realizando
correções e sugestões. Ao final do semestre o professor da disciplina de TCC I
avaliará o projeto e atribuirá uma nota de 0 (zero) à 7,0 (sete) que será a nota de TCC
I do discente.
O orientador deve juntamente ao professor da disciplina de TCC I definir a
data de revisão e entrega do projeto, desde que esses prazos não ultrapassem a data
de final de período letivo. Os projetos não finalizados dentro do período da disciplina
TCC I, o estudante será considerado reprovado, salvo casos previamente agendados
apresentação em concordância entre coordenação, orientador e professor de TCC I.
Os casos omissos serão deliberados pelo colegiado do curso.

Desenvolvimento do Projeto e Escrita do Trabalho de Conclusão de Curso


(TCC)
A pesquisa deverá estar de acordo com prospecto apresentado no projeto
de pesquisa elaborado e aprovado na unidade curricular TCC I. Durante a execução,
o estudante escreverá concomitantemente o TCC que poderá ser escrito e
apresentado, de acordo com a resolução IFMA n.88 de 2017, em Monografia ou
Artigo Científico. O desenvolvimento do projeto e construção/elaboração do TCC
ocorrerá no âmbito da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso II.
Em conformidade ao artigo 9º da Resolução nº 88, de 24/04/2017 a
monografia a ser apresentada deverá ter no mínimo 35 (trinta e cinco) laudas de
elementos textuais. No caso do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas,
deverá ser escrita em formato padrão fornecido pela instituição/coordenação, com as
seguintes partes obrigatórias:

37
I. Elementos pré-textuais: capa, folha de rosto, folha de aprovação, ficha
catalográfica, resumo em língua vernácula e língua estrangeira (inglês) e
sumário;
Observação: Os elementos pré-textuais, errata, dedicatória, agradecimentos,
epígrafe, listas de(ilustrações, tabelas, abreviaturas ou siglas) são itens não
obrigatórios, entretanto, em caso de utilização de alguns destes elementos no
trabalho, os mesmos devem ser organizados corretamente de acordo com o
formato padrão fornecido pela instituição/coordenação.

II. Elementos textuais: introdução, desenvolvimento, conclusão ou considerações


finais;
III. Elementos pós-textuais: referências, apêndices (questionários, formulários,
roteiro etc.), anexos.

No caso em que o aluno optar por um artigo científico, este deve ser escrito
com no mínimo 10 páginas contanto com as referências e deve obedecer ao formato
padrão fornecido pela instituição/coordenação, ou em formato exigido por evento
científico ou revista ao qual o artigo foi enviado.

Banca Examinadora, Defesa e Aprovação do TCC


A Banca examinadora deve ser indicada pelo orientador, sendo composta
por 3 (três) membros titulares e 1 (um) suplente. A Coordenação do Curso
encaminhará aos membros da Banca Examinadora, no prazo de 20 (vinte) dias de
antecedência da data da defesa, as respectivas monografias oficializando a data, o
horário e o local da defesa.
A composição da Banca examinadora:
a) Orientador (presidente da Banca) – Membro Titular
b) Dois profissionais eletivos da área – Membros Titulares
c) Um Suplente (docente da área ou afinidade no tema de estudo)

Na ausência/impedimento de um membro da banca, o presidente da banca


convocará o suplente para compor a banca que assume a partir de então a condição
de membro titular. No caso de ausência ou impedimento do orientador, a coordenação

38
do curso deverá designar nova data para a defesa e proceder com os demais trâmites
assentados §4º do art.17 da resolução n.88 de 2017.
Após composição definitiva da banca examinadora pelo orientador caberá
à coordenação do curso homologar a banca examinadora e solicitar à direção geral
do campus emissão de portaria. Os casos omissos serão deliberados pelo colegiado
do curso.
Quanto ao encaminhamento da monografia, o orientando sob supervisão
do orientador deverá encaminhar 3 (três) vias da monografia ou artigo científico em
formato digital à Coordenação do Curso no prazo de no mínimo 20 (trinta) dias de
antecedência da data da defesa. A Coordenação do Curso encaminhará aos membros
da Banca Examinadora, no prazo de 20 (vinte) dias de antecedência da data da
defesa, as respectivas monografias oficializando a data, o horário e o local da defesa.
O cronograma de defesas, com as datas, locais e horários, deverão ser
divulgados com mínimo de 10 (dez) dias de antecedência das defesas pela
coordenação do curso.
A defesa do TCC será realizada pelo orientando perante a banca
examinadora constituída em sessão pública. E consiste em uma exposição oral do
conteúdo pelo orientando no tempo máximo de 30 (trinta) minutos, se necessário
acrescidos de mais 10 (dez), e cada componente da Banca terá o tempo máximo de
30 minutos para arguição e contribuições. Os presentes não podem se manifestar,
somente a banca examinadora e após, as arguições, o presidente solicitará ausência
de todos os presentes.
Da defesa resultará uma nota numérica calculada pela média aritmética das
notas das categorias: trabalho escrito, conhecimento técnico-científico e apresentação
oral, atribuída por cada membro da Banca, ocorrendo a aprovação quando a média
for igual ou superior a 7,0 (sete), ou reprovação da monografia, em caso de nota
inferior a 7,0 (sete), registra em Ata a ser arquivada na Coordenação do Curso. A ficha
de avaliação utilizada deverá levar em consideração os critérios estabelecidos na
Resolução n º88, de 24/04/2017.
O estudante que não apresentar o TCC no prazo determinado será
considerado reprovado no componente curricular TCC II. Os casos omissos serão
dirimidos pelo colegiado do curso.

39
Ajustes, trâmites finais e entrega de da versão final para Instituição
(Coordenação de Curso e Biblioteca).
Após a defesa, caberá ao discente realizar as correções necessárias
sugeridas pela banca (caso haja) e reapresentar o trabalho com as modificações aos
membros da banca via e-mail para conhecimento dos mesmos sob a tutoria do
orientador que dará a palavra final sobre as correções. Após finalizado o estudante
enviará cópias finais do trabalho e demais materiais e trâmites para à coordenação do
curso.
É incumbência da coordenação do curso receber a versão final da
monografia ou artigo científico, providenciar encaminhamento à biblioteca às cópias
do TCC aprovado, além de outras observações que possam vir a serem pertinentes
relativas ao art. 18 da resolução n.88 de 2017.
Os casos omissos serão balizados em atendimento às diretrizes da
resolução n.88 de 2017. Persistindo o(s) caso(s) omisso(s) deverão ser discutidas e
deliberadas segundo orientação do colegiado do curso.

CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO

As atividades de extensão do Curso Superior de Tecnologia em Análise e


Desenvolvimento de Sistemas, seguem a resolução nº 32/2021 de 4 de novembro de
2021, que dispõe sobre a regulamentação da curricularização da extensão do Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão.
As extensões permeiam o processo formativo do aluno do curso de ADS, e
estão inseridas em quatro semestres como componentes curriculares, sendo estes,
Atividade Curricular de Extensão I, II, III e IV, do 2º ao 5º semestre respectivamente.
Cada disciplina será gerenciada por um professor, que orientará alunos nas atividades
de extensão. Cada componente curricular de extensão possui uma carga horária de
60 horas por semestre, totalizando 240 horas de atividades de extensão ao longo do
curso. Desta forma, é assegurado, no mínimo, 10% (dez por cento) da carga horária
em relação ao total do curso, a ser cursada em atividades de extensão como previsto
no Plano Nacional de Educação (PNE).
No Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas, para fins de curricularização, as atividades de extensão poderão ser
realizadas na forma de Projetos, Cursos e Eventos dentro dos componentes
40
curriculares (Atividades Curriculares de Extensão I, II, III e IV), sendo decidido junto
ao professor responsável pela disciplina.
Os projetos serão elaborados pelos docentes juntamente com o corpo
discente envolvido naquele projeto. O mesmo deve culminar em cursos ou
apresentação de pesquisas, minicursos, palestras, mesas redondas, artigos, resumos
simples e expandidos, relatórios de pesquisa, exposições com narrativas, em vídeos,
portfólios, dentre outros, podendo ser presencial ou à distância.

Os projetos, cursos e eventos são assim estabelecidos:

1. PROJETOS
Os projetos possuem forma de elaboração de propostas de cursos
educativos, de natureza cultural, artística, científica e tecnológica. Projetos
de pesquisa científica com apresentação de resultados em eventos de
natureza de extensão.
2. CURSOS
Os cursos deverão ser realizados em eventos científicos de extensão, na
forma que as propostas sejam elaboradas e cadastradas na forma dos
projetos como sobreposto no Item 1 (Projetos). Podendo ser: Cursos,
Minicursos/Workshops e Oficinas.
3. EVENTOS
Os eventos poderão ser na forma de Simpósios, Conferências, Seminários,
Semanas Científicas, Congressos, Oficinas, dentre outros de natureza,
Local/Regional/Nacional/Internacional a ser realizado para divulgação das
produções à comunidade externa principalmente de Coelho Neto, e demais
circunvizinhanças, ainda intercampi, interinstitucionais, dentre outras.

As atividades curriculares de extensão deverão contemplar os conteúdos


abordados durante os componentes curriculares da matriz em andamento ou
concluídos, podendo dar prioridade aos tópicos que irão surgir com a evolução natural
da Tecnologia da Informação.
Para fins de comprovação dos componentes curriculares específicos de
extensão poderão ser validados mediante apresentação de certificados de

41
participação em atividades de extensão do IFMA e em parcerias conforme descrito
na resolução vigente.

EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIAS

DISCIPLINA: Programação I
PERÍODO: 1º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Compreender os conceitos de algoritmos utilizando uma linguagem de programação, tais como variáveis,
tipos de dados, operadores e expressões. Conhecer e trabalhar com estruturas de decisão e repetição.
Aprender os conceitos de dados homogêneos e heterogêneos. Conhecer os conceitos e aplicação de
funções.
Ementa:
Introdução a algoritmos. Tipos de representações de algoritmos. Variáveis, identificadores, palavra-
reservada, constantes, tipos de dados, declaração de variáveis, operadores aritméticos, lógicos, relacionais
e de atribuição. Expressões aritméticas e lógicas. Estruturas de decisão. Estruturas de repetição. Estruturas
de dados homogêneas e heterogêneas. Modularização: funções, escopo de variáveis, passagem de
parâmetros por valor.
Bibliografia Básica:
BENEDUZZI, H. M.; METZ, J. A. Lógica e linguagem de programação. Curitiba, PR:
Editora do Livro Técnico, 2010. 144 p.
MANZANO, J. A. N. G. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de
computadores / 28. ed., 2016.
MORAIS, I. S. et al. Algoritmo e Programação. 1. ed. [s.l.]: grupo A, 2018.
Bibliografia Complementar:
DASGUPTA, S.; PAPADMITRIOU, C.; VAZIRANI, U. Algoritmos. 1. ed. [s.I]: AMGH,
2009.336 p.
SANTOS, M. G. Algoritmos e Programação. 1 ed. [S.I]: Bookman, 2018. 89 p.
SANT'ANNA, S. R.; COSTA, W. T. Lógica de programação e automação. Curitiba, PR:
Livro Técnico, 2012. 144 p.

DISCIPLINA: Cálculo Diferencial e Integral


PERÍODO: 1º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Identificar algumas funções quando apresentadas sob formas algébricas ou sob forma de gráficos; calcular
limites; analisar a continuidade de funções; encontrar a derivada de funções diversas, aplicando sempre que
possível, em situações práticas de sua área ou de áreas afins. Aplicar derivadas no cálculo de limites;
resolver problemas práticos de maximização e minimização adequados as suas áreas. Calcular integral
definida e indefinida através dos métodos apresentados. Calcular áreas através de integral definida.
Identificar a relação entre integral e derivada.
Ementa:
Conjuntos e Funções reais. Limite e Continuidade. Derivação. Integração.

42
Bibliografia Básica:
SILVA, C.; FERRAZ, M. S. A. Cálculo.[S.I.]: Sagah, 2019.
MUNIZ, N.; CAMINHA, A. Fundamentos de Cálculo. Rio de Janeiro: SBM, 2015.
STEWART, J. Cálculo. Vol 1. 5 ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2006.
Bibliografia Complementar:
ROGAWSKI, J; ADAMS, C. Cálculo – Volume 1. [S.I]: Bookman, 2018.
ANTON, H; BIVENS, I; DAVIS, S. Cálculo: Volume 1. [S.I.]: Bookman, 2014.
SAFIER, F. PRÉ-CÁLCULO. 2 ed. [S.I.]: Bookman, 2011.

DISCIPLINA: Arquitetura de Computadores


PERÍODO: 1º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Aprender os conceitos básicos relacionados à estrutura e funcionamento dos computadores digitais;
compreender o funcionamento dos microcomputadores e periféricos a partir da análise de seus
componentes.
Ementa:
Evolução Histórica dos Computadores. Componentes de um Sistema Computacional. Sistemas de
Numeração e Conversão de Bases. Unidade central de processamento, ciclo de execução de instrução;
sistema de entrada e saída. Linguagens de montagem e de máquina. Modos de endereçamento, conjunto
de instruções. Mecanismos de interrupção e de exceção. Barramento, comunicações, interfaces e
periféricos. Organização de memória. Memória auxiliar. Arquiteturas RISC e CISC. Pipeline escalar.
Bibliografia Básica:
MONTEIRO, M. A. Introdução à organização de computadores. 5. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2007.
DELGADO, J.; RIBEIRO, C. Arquitetura de computadores. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2017.
CÓRDOVA Jr., R. S.; SANTOS, S. C. B.; Kislansky, Pedro. Fundamentos
Computacionais. 1 ed. [S.I]: Sagah, 2018.
Bibliografia Complementar:
WEBER, R. F. Fundamentos de arquitetura de computadores. 4 ed. Porto Alegre:
Bookman, 2012.
PAIXÃO, R. R. Arquitetura de computadores: PCs. São Paulo: Érica, 2014.
BROOKSHEAR, J. G. Ciência da Computação: Uma Visão Abrangente. 11 ed. [S.I.]:
Bookman, 2013.

DISCIPLINA: Inglês Instrumental


PERÍODO: 1º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Ler e compreender textos em Língua Inglesa, através da identificação de gêneros textuais diversos, que
contenham expressões e termos técnicos do contexto de informática; Utilizar-se das estratégias de leitura
como meio facilitador da compreensão de textos em Língua Inglesa; Reconhecer aspectos estruturais da
Língua Inglesa em nível básico.

43
Ementa:
Desenvolvimento do controle de formas e estruturas da Língua Inglesa como meio de comunicação escrita.
Desenvolvimento em uma abordagem com base em uso efetivo de técnicas, estratégias de leituras e
interpretação de textos específicos. Uso de dicionários assim como outros materiais disponíveis e estratégias
facilitadoras que auxiliam o processo de compreensão e uso da Língua Inglesa.
Bibliografia Básica:
DREY, R. F.; SELISTRE, I. C. T.; AIUB, T. Inglês: Práticas de leitura e escrita. Penso,
2015.
VIDAL, A. G.; ABRANTES, E. L.; BONAMIN, M. C. Oficina de Textos em Inglês
Avançado. Sagah, 2018.
ABRANTES, E. L. et al. Oficina de Tradução, Versão e Interpretação em Inglês. Sagah,
2018.
Bibliografia Complementar:
SCHMITZ, L. H. et al. Semântica do Inglês. Sagah, 2018.
SILVA, D. C. F.; DAIJO, J; PARAGUASSU, L. Fundamentos de Inglês. Sagah, 2018.
FREEWAY v. 3: obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela Richmond
Educação; Editora Veronica Teodorov. Co-autor Verônica Teodorov. São Paulo, SP:
Richmond Educação, 2010. 192 p.

DISCIPLINA: Direito Digital


PERÍODO: 1º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Analisar a importância do Direito Eletrônico e seus reflexos socioeconômicos; Conhecer a disciplina jurídica
do comércio eletrônico no Brasil; Estudar as relações contratuais no Direito Eletrônico; Analisar a
responsabilidade civil nas relações jurídicas via Internet; Interpretar criticamente a proteção de dados
pessoais e o Marco Civil da Internet do Direito Brasileiro; Analisar a problemática do direito à vida privada e
do direito ao esquecimento no ambiente virtual.
Ementa:
Lei de Software e direito autoral. Marcas e Patentes. Direito da propriedade imaterial. Propriedade Intelectual.
Direito na Internet: vírus, acesso não autorizado e spams. Comércio Eletrônico. Crimes virtuais.
Regulamentação da internet no Brasil. Marco civil da Internet no Brasil. Lei Geral de Proteção de dados.
Regulamento Geral de proteção de dados (GDPR) da União Europeia. Marco legal das startups e do
empreendo ismo inovador.
Bibliografia Básica:
SILVA, L. S. H. T. et al. Direito Digital. Sagah, 2021.
PROTEÇÃO de dados. Co-autor Américo Ribeiro Magro, Tarcísio Teixeira. Salvador:
Editora JusPodivm, 2021. 272 p. ISBN 9786556805146.
SOUSA, C. V. S. et al. Direito Administrativo. Sagah, 2019.
Bibliografia Complementar:
SANTANNA, G. Direito do Consumidor. Sagah, 2018.
FILHO, S. C. Programa de direito do consumidor. 5. ed. São Paulo, SP : Atlas, 2019
HENRIQUE GANDELMAN. De Gutemberg à internet: direitos autorais na era digital. 5.
ed. Rio de Janeiro, RJ: Record, 2007. 295 p.

44
DISCIPLINA: Metodologia Científica
PERÍODO: 1º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Compreender os fundamentos epistemológicos da Ciência; Apresentar as bases da construção da
investigação e do conhecimento científico; compreender as abordagens metodológicas correlacionadas à
área de desenvolvimento de sistemas.
Ementa:
Leitura. Redação científica. Os tipos de conhecimento. Formação do conhecimento científico. Características
e critérios de cientificidade. O método científico. Normas da ABNT. Os trabalhos acadêmicos e científicos:
Projeto, resumo, artigo científico, relatórios.
Bibliografia Básica:
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo:
Cortez, 2007.
FLICK, U. Introdução à metodologia científica: um guia para iniciantes. 1 ed. [S.I]:
Penso, 2012.
LOZADA, G.; NUNES, K. S. Metodologia científica. [S.I.]: Sagah, 2019.
Bibliografia Complementar:
SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, M. P. B. Metodologia de Pesquisa. 5 ed.
[S.I.]: Penso, 2013.
Creswell, John W.; Creswell, J. David. Projeto de Pesquisa: Métodos Qualitativo,
Quantitativo e Misto. 5 ed. Penso, 2021.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: Escolhendo entre
cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: Penso, 2014.

DISCIPLINA: Português Instrumental


PERÍODO: 1º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Conhecer e praticar diferentes textos que circulam nas esferas cotidiana, jornalística, publicitária, de
divulgação científica, bem como no mundo digital; ampliar os conhecimentos sobre a Língua Portuguesa;
desenvolver habilidades de escrita que possam ser utilizadas em ambientes virtuais; Apresentar os gêneros
textuais mais veiculados na mídia escrita e eletrônica.
Ementa:
Linguagem e comunicação: propósitos comunicativos, norma culta e adequação. Concepções de leitura:
leitura crítica e compreensão dos vários gêneros textuais. Conceitos relativos à produção textual. Estratégias
de planejamento do texto escrito. Leitura e escrita de textos técnicos e acadêmicos: estrutura e
funcionamento. Argumentação. Coesão e coerência.
Bibliografia Básica:
MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compressão. 3. ed. São Paulo: Parábola,
2008.
AZEVEDO, R. A. Português Básico. Penso, 2015.
BRASILEIRO, A. M. M. UniA: Leitura e Produção Textual. Penso, 2015.
Bibliografia Complementar:
BAZERMAN, C. Gêneros textuais, tipificação e interação. 4 ed. Cortez. São Paulo, 2011. 165 p.

45
MEDEIROS, J. B. Correspondência : técnicas de comunicação criativa. 20 ed. São
Paulo, SP : Atlas, 2010.
SOLÉ, I. Estratégias de Leitura. 6 ed. Penso, 1998.

DISCIPLINA: Programação II
PERÍODO: 2º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Criar soluções de problemas utilizando conceitos de algoritmos com uma linguagem de programação; aplicar
os conceitos de registros; trabalhar com alocação dinâmica por meio do conceito de ponteiros; gerenciar a
passagem de dados por parâmetros e referências em uma função de dados; manipular Strings; entender e
aplicar o conceito de recursividade; armazenar dados de forma persistente em arquivos.
Ementa:
Introdução à programação estruturada. Tipos de dados e modificadores. Operadores de atribuição,
aritméticos, unários, relacionais e lógicos. Variáveis locais, globais e constantes. Estruturas condicionais.
Estruturas de repetição. Vetores e matrizes. Registros. Funções. Ponteiros. Passagem de parâmetro por
referência. Manipulação de Strings. Recursividade. Manipulação de arquivos.
Bibliografia Básica:
MANZANO, J. A. N. G. Linguagem C: acompanhada de uma xícara de café. São Paulo:
Érica/Saraiva, 2015.
EDELWEISS, N. Algoritmos e programação com exemplos em Pascal e C, 2014.
PINHEIRO, F. A. C. Elementos de Programação em C. [S.I.]: Bookman, 2012.
Bibliografia Complementar:
SANTOS, M. G. Algoritmos e Programação. 1 ed. [S.I]: Bookman, 2018. 89 p.
BENEDUZZI, H. M.; METZ, J. A. Lógica e linguagem de programação. Curitiba, PR:
Editora do Livro Técnico, 2010. 144 p.
MORAIS, I. S. et al. Algoritmo e Programação. 1. ed. [s.l.]: grupo A, 2018.

DISCIPLINA: Álgebra Linear


PERÍODO: 2º PRÉ-REQUISITO: Cálculo Diferencial e Integral
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Dominar conceitos de Álgebra Linear, aplicáveis para a engenharia de forma a utilizar de forma adequada
esses conceitos na resolução de problemas nas atividades profissionais; Reconhecer espaços vetoriais e
suas propriedades; Aplicar a teoria de Transformações Lineares em problemas práticos.
Ementa:
Sistema de coordenada cartesiano e Vetores. Produto interno no R² e produto vetorial no plano R³. O espaço
Vetorial R³. Dependência e Independência Linear. Espaço, Subespaço e Base. Transformação linear.

Bibliografia Básica:
NICHOLSON, W. K. Álgebra Linear. 2 ed. [S.I]: Bookman, 2006.
DANESI, M. M.; SILVA, A. R. R.; PEREIRA Jr., S. A. A. Álgebra Linear. [S.I.]: Sagah,
2019.
ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. 10 ed. [S.I.]: Bookman, 2012.

46
Bibliografia Complementar:
ANTON, H.; BUSBY, R. C. Álgebra Linear com Aplicações. 1 ed. [S.I.]: Bookman, 2006.
SANTOS, F. J.; FERREIRA, S. F. Geometria Analítica. [S.I.]: Bookman, 2009.
HEFEZ, A. Introdução à Álgebra Linear. Rio de Janeiro, RJ: SBM, 2022.292 p.

DISCIPLINA: Programação Web I


PERÍODO: 2º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Desenvolver web sites e aplicações; conhecer e utilizar a linguagem de marcação HTML; Conhecer e utilizar
a linguagem de estilo CSS; introduzir funcionalidades web com uso de linguagem JavaScript; Utilização de
frameworks de CSS e Javascript.
Ementa:
Linguagens de marcação para criação de páginas para web. Uso de aplicativos de suporte à criação de
páginas. Conceitos de usabilidade, cores, estrutura de navegação e publicação na Internet. Folhas de estilo
em cascata. Framework responsivo para estilização de páginas web. Javascript. Desenvolvimento de
páginas web.
Bibliografia Básica:
MANZANO, J. A. N. G.; TOLEDO, S. A. Guia de orientação e desenvolvimento de sites HTML, XHTML,
CSS e JavaScript/JScript. 1 ed. Érica. São Paulo, 2010. 382p.
FLANAGAN, D. JavaScript: O Guia Definitivo. 6 ed. [S.I.]: Bookman, 2012.
MILETTO, E. M.; BERTAGNOLLI, S. C. Desenvolvimento de Software II: Introdução ao
Desenvolvimento Web com HTML, CSS, Javascript e PHP. [S.I]: Bookman, 2014.
Bibliografia Complementar:
RODRIGUES, A. Desenvolvimento para Internet. Curitiba, PR: Livro Técnico, 2010. 120
p.
CROWDER, D. A.; PAPPI, J. L. M. Construindo Web Sites Para Leigos- Tradução da
4ª Edição. 4. ed. Rio de Janeiro, RJ: Alta Books Editora, 2012. 428 p. ISBN
9788576086000.
KALBACH, J. Design de Navegação Web: Otimizando a Experiência do Usuário. [S.I]:
Bookman, 2009.

DISCIPLINA: Contabilidade Aplicada à Informática


PERÍODO: 2º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Aplicar conhecimentos básicos de contabilidade necessários ao entendimento do processo de criação de
valor econômico nas organizações; demonstrar os procedimentos contábeis básicos; aplicar técnicas de
análise e interpretação de relatórios contábeis; adotar os princípios e modelos de finanças para otimizar a
gestão dos recursos financeiros das organizações; expor as demonstrações contábeis obrigatória, conforme
legislação vigente e entender no que consiste os principais demonstrativos (Balanço Patrimonial e
Demonstração do Resultado do Exercício).
Ementa:

47
Conceitos básicos de contabilidade sob um enfoque sistêmico. Procedimentos contábeis básicos. Estrutura
e análise dos relatórios contábeis. Temas ‘custos’ sob a ótica empresarial. Esquema básico da Contabilidade
de Custos. Sistemas de custeio. Custeio para fins gerenciais.
Bibliografia Básica:
GRECO, A. L.; AREND, L. R. Contabilidade: Teoria e Práticas Básicas. São Paulo:
Saraiva, 2016.
RIBEIRO, O. M. Contabilidade de custos. 10. ed. São Paulo, SP: Saraiva, 2018. 260 p.
BONHO, F. T.; SILVA, F. M.; ALVES, A. Contabilidade Básica. [S.I.]: Sagah, 2019.
Bibliografia Complementar:
MARTINS, E. Contabilidade de custos: livro de exercícios. São Paulo, SP: Atlas,
2021.165 p.
CREPALDI, S. A. Curso básico de contabilidade de custos. 5ed. São Paulo, SP: Atlas,
2010.
GOLDSTEIN, L. J. et al. Matemática Aplicada: Economia, Administração e Contabilidade.
12 ed. Bookman, 2012.

DISCIPLINA: Sistemas Operacionais


PERÍODO: 2º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Compreender um Sistema Operacional: conceitos e história dos sistemas operacionais; Entender processos
de entrada e saída, gerenciamento de memória e sistema de arquivos.
Ementa:
Introdução aos Sistemas Operacionais: definições, históricos e conceitos básicos. Sistemas monotarefa,
multitarefa, monousuário e multiusuário. Recursos compartilháveis. Políticas e mecanismos de
gerenciamento de recursos. Descrição e controle de processos. Comunicação e sincronização entre
processos, concorrência e exclusão mútua de processo, estratégias e técnicas de escalonamento de
processos. Gerenciamento de memória física e virtual, princípios básicos, multiprogramação, memória
virtual, cache, algoritmos para manipulação de páginas e cachê. Princípios de entrada/saída, gerenciamento
do sistema de E/S, aspectos de hardware e de software. Sistema de arquivos, visão do usuário, diretrizes
para projeto, aspectos de confiabilidade, segurança e desempenho.
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, A. S.; WOODHULL, A. S. Sistemas Operacionais: Projeto e
Implementação. [S.I.]: Bookman, 2008.
OLSEN, D. R.; PCHEK, Marcos Aurelio. Sistemas operacionais. Curitiba, PR: Editora do
Livro Técnico, 2010. 160 p.
ALVES, W. P. Sistemas operacionais. São Paulo: Érica, 2014.
Bibliografia Complementar:
CÓRDOVA Jr., R. S.; LEDUR, C. L.; MORAIS, I. S. Sistemas Operacionais. [S.I.]:
Sagah, 2019.
SILBERSCHATZ, A.; GALVIN, P. B.; GAGNE, G. Fundamentos de sistemas
operacionais. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
MARTINS, J. S. et al. Sistemas Operacionais de Redes Abertas. [S.I.]: Sagah, 2021.

DISCIPLINA: Interação Humano-Computador

48
PERÍODO: 2º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Adquirir uma base sólida de conceitos fundamentais sobre os quais está apoiada em projeto de interfaces;
utilizar meios para projetar interfaces adequadas ao contexto e às necessidades dos usuários.
Ementa:
Princípios, Paradigmas e Conceitos da Interação Humano-Computador; Usabilidade de sistemas
computacionais; fatores humanos de Interação Humano-Computador; Concepção de Sistemas de
Gerenciamento de IHC na Web; Avaliação de Interfaces Humano-Computador; os princípios de Ben
Shneiderman e as heurísticas de Jacob Nielsen.
Bibliografia Básica:
Rogers, Y.; Sharp, H.; Preece, J. Design de Interação: Além da Interação Humano-
Computador. [S.I.]: Bookman, 2013.
TIM, B. Design thinking [texto] : uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias. Alta
Books. Rio de Janeiro, 2017.
MACHADO, L.; BEZZERA, W. R. Interfaces Sensíveis ao Toque: Ergonomia, Usabilidade e
Desenvolvimento. 1 ed. Pacto Editorial, 2016.
Bibliografia Complementar:
KALBACH, J. Design de Navegação Web: Otimizando a Experiência do Usuário. [S.I].
Bookman, 2009.
BARRETO, J. S. et al. Interface Humano-Computador. [S.I.]: Sagah, 2018.
AMBROSE, G.; HARRIS, P. Design Thinking. [S.I.]: Bookman, 2011.

DISCIPLINA: Atividade Curricular de Extensão I


PERÍODO: 2º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Estimular processos interdisciplinares educativos, culturais, científicos e políticos, promovendo a interação
transformadora entre a universidade e outros setores da sociedade.
Ementa:
Brainstorming. Identificação, elaboração, desenvolvimento e execução de atividades de extensão. Projeto
de extensão. Divisão de responsabilidades. Trabalho em equipe. Cronograma da atividade de extensão.
Eventos. Palestras. Oficinas. Minicursos. Outras atividades extensivas. Relatório de atividade de extensão.
Bibliografia Básica:
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas. 4. ed. Bookman, 2020.
BITENCOURT, C. Gestão Contemporânea de Pessoas. 2 ed. Bookman, 2010.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria, técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo,
SP: Érica, 2010.
Bibliografia Complementar:
NEWSTROM, J. W. Comportamento Organizacional: O Comportamento Humano no
Trabalho. 12 ed. McGraw-Hill, 2008.
BALTZAN, P. Tecnologia Orientada para Gestão. 6 ed. Bookman, 2016.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: Escolhendo entre
cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: Penso, 2014.

49
DISCIPLINA: Estruturas de Dados
PERÍODO: 4º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Compreender a importância, necessidade e aplicabilidade das principais estruturas de dados no
desenvolvimento de sistemas; realizar a implementação e uso das principais estruturas de dados.
Ementa:
Tipos abstratos de dados. Alocação dinâmica. Estrutura de dados unidimensionais e multidimensionais.
Pesquisa e ordenação. Estruturas de Dados Lineares: Listas, Pilhas e Filas. Estruturas de Dados não
Lineares: Árvores e Grafos. Aplicações de estruturas de dados.
Bibliografia Básica:
VETORAZZO, A. S. Estrutura de Dados. [S.I.]: Sagah, 2018.
Pinto, Rafael A. et al. Estrutura de Dados. [S.I.]: Sagah, 2019.
CURY, T. E. et al. Estrutura de Dados. [S.I.]: Sagah, 2018.
Bibliografia Complementar:
RODRIGUES, T. N. et al. Estrutura de Dados em Java. [S.I.]: Sagah, 2021.
AGUILAR, L. J. Fundamentos de programação: algoritmos, estruturas de dados e
objetos. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2008.
SZWARCFITER, J. L.; MARKENSON, L. Estruturas de dados e seus algoritmos. 3.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.

DISCIPLINA: Probabilidade e Estatística


PERÍODO: 3º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Observar situações que tornem natural a interpretação dos fenômenos estudados; desenvolver o
pensamento científico contribuindo para o seu desenvolvimento profissional; Minimizar as dificuldades
quando do estudo experimental e lógico; Desenvolver a habilidade do manuseio de dados gráficos e medidas
estatísticas.
Ementa:
Conceitos Básicos. Distribuição de Frequências. Gráficos. Medidas de Posição e Dispersão. Probabilidade.
Variáveis Aleatórias.

Bibliografia Básica:
BECKER, J. L. Estatística Básica: Transformando Dados em Informação.
[S.I.]:Bookman, 2015.
SILVA, J. S. F.; GRAMS, A L. B.; SILVEIRA, J. F. Estatística. [S.I.]: Sagah, 2018.
SPIEGEL, M. R.; SCHILLER, J. J.; SRINIVASAN, R. A. Probabilidade e Estatística. 3 ed.
[S.I.]: Bookman, 2012.
Bibliografia Complementar:
VIGILLITO, S. B. Estatística Aplicada. Saraiva. São Paulo, 2017. 664 p.
MORETTIM, P. A. Estatística Básica. 9 ed. Saraiva. São Paulo, 2017. 554 p.
NAVIDI, W. Probabilidade e Estatística para Ciências Exatas. McGraw-Hill, 2012.

50
DISCIPLINA: Programação Web II
PERÍODO: 3º PRÉ-REQUISITO: Programação Web I
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Compreender os conceitos fundamentais e o estado da arte no desenvolvimento Web Back-end; desenvolver
projetos de aplicações em um framework Back-end; Acessar e realizar operações (CRUD) em bases de
dados
Ementa:
Ambiente Cliente-Servidor. Modelos em camadas para a estruturação de sistemas com tecnologias web.
Linguagens de script procedurais e orientadas a objetos. Acesso a bancos de dados. Frameworks para
desenvolvimento de páginas web dinâmicas.
Bibliografia Básica:
SOARES, W. PHP 5: conceitos, programação e integração com bancos de dados. 7ª edição. São Paulo:
Érica/Saraiva, 2013.
SARAIVA, M. O.; BARRETO, J. S. Desenvolvimento Web com PHP. [S.I.]: Sagah, 2018.
RODRIGUES, A. Desenvolvimento para Internet. Curitiba, PR: Livro Técnico, 2010. 120 p.
Bibliografia Complementar:
DEITEL, P.; DEITEL, H.; Listfield, T. R.; Nieto, C.; Yaeger, C ;Zlatkina, M. C#: como
programar. 5. ed. São Paulo, SP: Pearson, 2017. 1216 p.
MILETTO, E. M.; BERTAGNOLLI, S. C. Desenvolvimento de Software II: Introdução ao
Desenvolvimento Web com HTML, CSS, Javascript e PHP. [S.I]: Bookman, 2014.
LEDUR, C. L. Desenvolvimento de Sistemas com C#. [S.I.]: Sagah, 2018.

DISCIPLINA: Banco de Dados


PERÍODO: 3º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Utilizar sistemas de gerenciamento de banco de dados; conhecer a arquitetura de SGBD; Utilizar técnicas
de modelagem de dados.
Ementa:
Conceitos fundamentais de Banco de Dados. Arquitetura dos sistemas gerenciadores de banco de dados.
Características típicas de um SGBD. Modelos de Banco de dados: conceitual, lógico e físico. Modelo
entidade-relacionamento. Modelos de Banco de Dados: abordagem relacional, hierárquica e de rede. Teoria
da Normalização: objetivo, dependências funcionais, formas normais Linguagens de consulta. Segurança e
Recuperação. Álgebra relacional e SQL: Linguagens de definição e de manipulação de dados (DDL, DML).
Restrições de integridade, visões, autorização de acesso.
Bibliografia Básica:
PICHETTI, R. F.; VIDA, E. S.; CORTES, V S. M. P. Banco de Dados. [S.I.]: Sagah, 2020.
CARDOSO, G. C.; CARDOSO, V. M. Sistemas de banco de dados: uma abordagem
introdutória e aplicada. São Paulo: Saraiva, 2013.
ANGELOTTI, E. S. Banco de dados. Curitiba, PR: Editora do Livro Técnico, 2010. 120 p.
Bibliografia Complementar:
BARBOZA, F. F. M.; FREITAS, P. H. C. Modelagem e Desenvolvimento de Banco de
Dados. [S.I.]: Sagah, 2018.

51
RAMAKRISHNAN, R.; GEHRKE, J. Sistemas de gerenciamento de banco de dados.
Porto Alegre: AMGH, 2008.
HEUSER, C. A. Projeto de Banco de Dados. 6 ed. [S.I.]: Bookman, 2009. v.4

DISCIPLINA: Redes de Computadores


PERÍODO: 3º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Conhecer os principais conceitos e critérios envolvidos para o planejamento, execução e monitoramento de
uma rede de computadores; entender os conceitos básicos dos modelos baseados em camadas. Introdução
aos protocolos de rede.
Ementa:
Evolução das redes de computadores. Organização das redes de computadores. O modelo OSI e a
arquitetura TCP/IP. Conceitos básicos de redes locais de computadores: tipos, topologias, meios de
transmissão. Redes locais: Ethernet, Fast Ethernet, Giga-Ethernet. Projeto de redes locais. Equipamentos
de conectividade: repetidores, switches e roteadores. Introdução ao TCP/IP: histórico, protocolos e serviços,
endereçamento, configuração e manutenção. Protocolo IP. Protocolos de transporte TCP e UDP. Protocolos
de aplicação. Computação em Nuvem: Características Essenciais; Modelos de Serviços (PAS, IAS, SAS);
Modelos de Implantação (nuvem pública, privada, híbrida ou comunitária); Armazenamento em nuvem.
Bibliografia Básica:
OLSEN, D. R.; LAUREANO, M. A. P. Redes de computadores. Curitiba, PR: Editora do Livro Técnico, 2010.
120 p.
BARRETO, J. S.; ZANIN, A.; SARAIVA, M. O. Fundamentos de Redes de
Computadores. [S.I.]: Sagah, 2018.
SOUSA, L. B. Redes de computadores: guia total. 2ª edição. São Paulo: Érica, 2014.
Bibliografia Complementar:
LACERDA, P. S. P. et al. Projeto de Redes de Computadores. [S.I.]: Sagah, 2021.
FOROUZAN, B. A.; MOSHARRAF, F. Redes de Computadores: Uma Abordagem Top-
Down. [S.I.]: McGraw-Hill, 2013.
Comer, D. E. Redes de Computadores e Internet. 6 ed. [S.I.]: Bookman, 2016.

DISCIPLINA: Atividade Curricular de Extensão II


PERÍODO: 3º PRÉ-REQUISITO: Atividade de Extensão I
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Promover na formação discente a extensão, na socialização do conhecimento, das produções científicas,
das aprendizagens, de habilidades e competências como constructo formativo dos estudantes, na/para
comunidade/sociedade, escola, dentre outros que articule a comunidade escolar a comunidade externa;
reconhecer o ensino, a pesquisa e a extensão como um sistema integrado que transforma pessoas,
instituições e sociedades por meio do conhecimento sócio-científico e tecnológico. Planejar cursos,
minicursos, oficinas, palestras, dentre outros em forma de projetos educativos, de natureza cultural, artística,
científica e tecnológica e/ou projetos de pesquisa científica para apresentação de resultados em eventos de
natureza de extensão, que estejam vinculados ao desenvolvimento sustentável, aos arranjos produtivos,
sociais, artísticos e culturais locais.
Ementa:

52
As atividades extensionistas, são as intervenções que envolvam diretamente as comunidades externas, tais
como, programas, cursos, oficinas, eventos e prestação de serviços.
Bibliografia Básica:
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas. 4. ed. Bookman, 2020.
BITENCOURT, C. Gestão Contemporânea de Pessoas. 2 ed. Bookman, 2010.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria, técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo,
SP: Érica, 2010.
Bibliografia Complementar:
NEWSTROM, J. W. Comportamento Organizacional: O Comportamento Humano no
Trabalho. 12 ed. McGraw-Hill, 2008.
BALTZAN, P. Tecnologia Orientada para Gestão. 6 ed. Bookman, 2016.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: Escolhendo entre
cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: Penso, 2014.

DISCIPLINA: Programação Orientada à Objetos


PERÍODO: 3º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Entender os principais conceitos da programação orientada a objetos; aplicar as ideias e conceitos, no
desenvolvimento prático, em problemas didáticos e do mundo real utilizando uma linguagem de
programação atual e utilizada pelo mercado.
Ementa:
Características de linguagens orientadas a objetos. Abstração: Objetos e classes. Implementação de
classes: métodos e atributos. Encapsulamento: empacotamento, visibilidade e ocultamento de dados.
Relacionamentos entre objetos: associação, composição e agregação. Reusabilidade e modularidade.
Herança, polimorfismo, classes abstratas e interfaces. Tratamento de exceções.
Bibliografia Básica:
MANZANO, J. A. N. G. Programação de computadores com Java. São Paulo: Érica, 2014.
MACHADO, R. P.; FRANCO, M. I.; BERTAGNOLLI, S. C. Desenvolvimento Web III:
Programação de Sistemas Web Orientado à Objetos em Java. [S.I.]: Bookman, 2016.
SCHILDT, H. Java para Iniciantes: crie, Compile, Execute Programas Java Rapidamente.
[S.I.]: Bookman, 2015.
Bibliografia Complementar:
SANTOS, M. G. Algoritmos e Programação. [S.I]: Sagah, 2018.
HORSTMANN, C. Conceitos de Computação em Java: Compatível com Java 5 & 6. 5
ed. [S.I.]: Bookman, 2009.
GOODRICH, M. T.; TAMASSIA, R. Estruturas de Dados e Algoritmos em Java. 5 ed.
[S.I.]: Bookman, 2013.

DISCIPLINA: Aprendizado de Máquina


PERÍODO: 4º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:

53
Compreender e aplicar técnicas de pré-processamento de dados. Aprender à identificar problemas de
aprendizado de máquina e aprender e definir a melhor técnica a ser usada. Compreender os conceitos
básicos de Deep Learning e aplicar em problemas reais.
Ementa:
Técnicas de pré-processamento de dados. Conceitos de aprendizado de máquina: aprendizado
supervisionado, não-supervisionado e por reforço; Técnicas de classificação. Técnicas de regressão.
Técnicas de agrupamento. Técnicas de redução de dimensionalidade. Introdução à Deep Learning.
Bibliografia Básica:
LENZ, M. L. et al. Fundamentos de Aprendizagem de Máquina. [S.I.]: Sagah, 2020.
SILVA, F. M. et al. Inteligência Artificial. [S.I.]: Sagah, 2019.
HAYKIN, Simon. Redes Neurais: Princípios e Prática. 2 ed. [S.I]: Bookman, 2001.
Bibliografia Complementar:
SANTOS, R. R. et al. Fundamentos de Big Data. [S.I.]: Sagah, 2021.
PADILHA, J. et al. Analytics para Big Data. [S.I]: Sagah, 2022.
FERREIRA, R. G. C. et al. Preparação e Análise Exploratória de Dados. [S.I.]: Sagah,
2021.

DISCIPLINA: Engenharia de Software I


PERÍODO: 4º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Compreender os princípios fundamentais da Engenharia de Software; distinguir os conceitos básicos de
Engenharia de Software; Aplicar práticas e métodos da Engenharia de Software na construção de soluções
computacionais; Aplicar conceitos, métodos, técnicas e ferramentas de gerenciamento de projetos em sua
área de atuação.
Ementa:
Visão geral e princípios fundamentais da Engenharia de Software. A crise do software e os requisitos dos
produtos de software. Ciclo de vida do software e seus estágios iniciais: requisitos, análise e desenho.
Requisitos de Software, suas técnicas, métodos e ferramentas para modelagem de sistema. A gestão da
engenharia de software. Metodologias de desenvolvimento.
Bibliografia Básica:
PAULA Filho, W. P. Engenharia de Software: projetos e processos. 4. ed. Rio de Janeiro,
RJ : LTC Ed., 2019. 2.v.
PRESSMAN, R. S.; MAXIN, B. R. Engenharia de software: uma abordagem profissional.
9. ed. Porto Alegre, RS: AMGH, 2021. 672p.
SCHACH, S. R. Engenharia de Software: Os Paradigmas Clássico & Orientado a
Objetos. 7. ed. McGraw-Hill, 2009.
Bibliografia Complementar:
VETORAZZO, A. S. Engenharia de Software. Sagah, 2018.
MORAIS, I. S.; ZANIN, A. Engenharia de Software. Sagah, 2017.
REINEHR, S. Engenharia de Requisitos. Sagah, 2020.

DISCIPLINA: Sistemas de Informação

54
PERÍODO: 4º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Conceituar Sistema de Informação em termos de seus objetivos e componentes; classificar Sistemas de
Informação; formar base teórica de conhecimento para o encadeamento lógico com a disciplinas Sistemas
de Informações Gerenciais; compreender os conceitos básicos de organização empresarial e de sistemas
de informação e inter relacioná-los de modo a identificar a importância da informação para a tomada de
decisões.
Ementa:
Teoria Geral de Sistemas, Fundamentos de Sistemas de Informação. O conceito de sistema. Componentes
genéricos de um sistema. As relações entre sistema e ambiente. Hierarquia de sistemas. Classificações dos
sistemas. Introdução aos Sistemas de Informação: Informação, Sistema de Informação (SI) e papel
estratégico de um SI. Desenvolvimento de SI: pressuposto do modelo, diagnóstico, formação, planejamento
da organização, planejamento de um SI. Tipos de SI. Impactos organizacionais. Tecnologias de Informação
para construção de SIs.
Bibliografia Básica:
GORDON, S. R.; GORDON, J. R. Sistemas de informação: uma abordagem gerencial. 3. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2006.
AUDY, J. L. N.; ANDRADE, G. K.; CIDRAL, A. Fundamentos de sistemas de informação. Porto Alegre:
Bookman, 2011.
AUDY, J. L. N.; BRODBECK, Â. F. Sistemas de Informação: Planejamento e Alinhamento
Estratégico nas Organizações. [S.I.]: Bookman, 2003.
Bibliografia Complementar:
SORDI, J. O. Administração de sistema de informação. Nova edição. São Paulo: SaraivaUni, 2018.
MAÑAS, A. V. Administração de sistemas de informação: como otimizar a empresa por meio dos
sistemas de informação. São Paulo: Érica, 2010.
GONÇALVES, G. R. B. Sistemas de Informação. Sagah, 2017.

DISCIPLINA: Inovação, Empreendedorismo e Negócios Digitais


PERÍODO: 4º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Compreender a importância e as principais características do empreendedorismo e do empreendedor;
identificar as oportunidades de mercado para abrir o próprio negócio; definir os objetivos, os princípios e a
estrutura de um plano de negócio; compreender a importância da inovação no empreendedorismo.
Ementa:
A articulação entre os conceitos de empreendedorismo e inovação. O mundo em mudança e o espírito
empreendedor. A mudança nas organizações e nas pessoas a partir da chamada terceira revolução
tecnológica. Posturas empreendedoras (comportamento empreendedor). Tecnologia, Pessoas e Negócios.
Oportunidades disfarçadas. Tendências de Negócios. Avaliação e Estratégia de Mercado. Negócios digitais.
Startups. Fintechs. Unicórnios. Modelagem de Negócios. Estudo de casos e prototipação.
Bibliografia Básica:
HISRICH, R. D.; PETERS, M. P.; SHEPHERD, D A. Empreendedorismo. 9. ed. [S.I.]:
Bookman, 2014.
AFFONSO, L. M. F.; RUWER, L. M. E.; GIACOMELLI, G. Empreendedorismo. [S.I.]:
Sagah, 2018.
GAUTHIER, F. A. O. Empreendedorismo. Curitiba, PR: Livro Técnico, 2010.

55
Bibliografia Complementar:
HOLANDA, S. R. M. Empreendedorismo: fundamentos e técnicas para criatividade. Rio de Janeiro:
LTC, 2014.
GALLI, A. V.; GIACOMELLI, G. Empreendedorismo. 3 ed. [S.I.]: Sagah, 2017.
BESSANT, J.; TIDD, J. Inovação e Empreendedorismo. 3 ed. [S.I.]: Bookman, 2019.

DISCIPLINA: Microcontroladores
PERÍODO: 4º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Analisar, sintetizar e desenvolver sistemas microcontrolados. Desenvolver e implementar soluções para
problemas de controle e automação utilizando microcontroladores.
Ementa:
Arquitetura de microcontroladores. Funcionamento de periféricos- Timers,
conversores AD, comunicação serial. Conjuntos de instruções. Ferramentas de desenvolvimento.
Programação em linguagem Assembler e C.
Bibliografia Básica:
MONK, S. Programação com Arduíno: começando com Sketches. 2. ed. Bookman,
2017.
MONK, S. Programação com Arduíno II: Passos avançados com Sketches. Bookman,
2015.
MEYERS, S. C++ Eficaz: 55 Maneiras de Aprimorar Seus Programas e Projetos. 3. ed.
Bookman, 2011.
Bibliografia Complementar:
MONK, S. 30 Projetos com Arduíno. 2 ed. Bookman, 2014.
PINHEIRO, F. A. C. Elementos de Programação em C. Bookman, 2012.
LENZ, M. L.; MORAES, M. L. Eletrônica Digital. Sagah, 2019.

DISCIPLINA: Atividade Curricular de Extensão III


PERÍODO: 4º PRÉ-REQUISITO: Atividade de Extensão II
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Estimular processos interdisciplinares educativos, culturais, científicos e políticos, promovendo a interação
transformadora entre a universidade e outros setores da sociedade.
Ementa:
Brainstorming. Identificação, elaboração, desenvolvimento e execução de atividades de extensão. Projeto
de extensão. Divisão de responsabilidades. Trabalho em equipe. Cronograma da atividade de extensão.
Eventos. Palestras. Oficinas. Minicursos. Outras atividades extensivas. Relatório de atividade de extensão.
Bibliografia Básica:
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas. 4. ed. Bookman, 2020.
BITENCOURT, C. Gestão Contemporânea de Pessoas. 2 ed. Bookman, 2010.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria, técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo,
SP: Érica, 2010.
Bibliografia Complementar:
56
NEWSTROM, J. W. Comportamento Organizacional: O Comportamento Humano no
Trabalho. 12 ed. McGraw-Hill, 2008.
BALTZAN, P. Tecnologia Orientada para Gestão. 6 ed. Bookman, 2016.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: Escolhendo entre
cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: Penso, 2014.

DISCIPLINA: Programação para Dispositivos Móveis


PERÍODO: 5º PRÉ-REQUISITO: Programação Orientada à Objetos
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Compreender a arquitetura geral para o desenvolvimento de aplicativos mobile; Utilizar frameworks especiais
para desenvolvimento de aplicativos mobile, tais como: PhoneGap e Cordova, React Native, Flutter, entre
outros; Assimilar os principais conceitos envolvidos com a tecnologia Progressive Web Apps (PWA);
Aprender APIs e web-services.
Ementa:
Introdução ao estudo dos Dispositivos Móveis Portáteis; Ambientes de programação para dispositivos
móveis. Utilização de Emuladores e Padrões de programação para smartphones e tablets. Principais
componentes de interface com o usuário. Persistência de dados em dispositivos Móveis. Integração entre
dispositivos móveis e a internet. Desenvolvimento de sistemas para dispositivos móveis.
Bibliografia Básica:
DEITEL, P.; DEITEL, H.; DEITEL, A. Android: como Programar. 2 ed. Bookman, 2015.
DEITEL, P.; DEITEL, H.; WALD, A. Android 6 para Programadores: Uma Abordagem
Baseada em Aplicativos. 3 ed. Bookman, 2016.
Morais, M. S. F. et al. Fundamentos de Desenvolvimento Mobile. Sagah, 2022.
Bibliografia Complementar:
SIMAS, V. L. et al. Desenvolvimento para Dispositivos Móveis. Sagah, 2019. v. 2.
KOCHAN, S. G. Programação com Objective-C. 5 ed. Bookman, 2014.
OLIVEIRA, D. B. et al. Desenvolvimento para Dispositivos Móveis. Sagah, 2019. v. 1.

DISCIPLINA: Projeto e Desenvolvimento de Sistemas


PERÍODO: 5º PRÉ-REQUISITO: Programação Orientada à Objetos
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Compreender o processo de desenvolvimento de software, as atividades técnicas e as iterações envolvidas
neste Processo; desenvolver, planejar e implementar produtos de software.
Ementa:
Estudos de casos para desenvolvimento de sistemas: levantamento de Requisitos. Análise de requisitos.
Modelagem do Banco de Dados. Modelagem do Sistema: implementação e teste.

Bibliografia Básica:
LEDUR, C. L. Análise e Projeto de Sistemas. Sagah, 2018.
MASCHIETTO, L. G. et al. Processos de Desenvolvimento de Software. Sagah, 2020.
ALVES, W. P. Análise e projetos de sistemas: estudo prático. São Paulo:
Érica/Saraiva, 2017.

57
Bibliografia Complementar:
LARMAN, C. Utilizando UML e Padrões: Uma Introdução à Análise e ao Projeto
Orientados a Objetos e ao Desenvolvimento Iterativo. 3. ed. Bookman, 2007.
BARBOZA, F. F. M.; FREITAS, P. H. C. Modelagem e Desenvolvimento de Banco de
Dados. Sagah, 2018.
CARDOSO, G. C.; CARDOSO, V. M. Sistemas de banco de dados: uma abordagem
introdutória e aplicada. São Paulo: Saraiva, 2013.

DISCIPLINA: Gerência de Projetos de Software


PERÍODO: 5º PRÉ-REQUISITO: Engenharia de Software I
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Entender de forma geral do planejamento de projetos de software; identificar riscos de um projeto e como
eles afetam os casos de uso; identificar as fase e iterações de um projeto; permitir o exercício de funções de
planejamento, elaboração, análise e gestão de projetos privados e governamentais.
Ementa:
Conceitos e características de projeto. Gerência de projetos de software: projetos, programas e portfólios.
Processos de gerenciamento de projetos de software. Áreas do conhecimento em gerenciamento de
projetos, segundo o PMBOK: gerência de integração, escopo, tempo, custos, partes interessadas, qualidade,
recursos humanos, riscos e aquisições. Metodologias para gerenciamentos de projetos de software (SCRUM
e XP). Gerência de projetos nos modelos de maturidade de software. Ferramentas computacionais de
planejamento e gerência de projetos. Estudos de Casos.
Bibliografia Básica:
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas. 4. ed. Bookman, 2020.
PRIKLADNICKI, R.; WILL, R.; MILANI, F. Métodos Ágeis para Desenvolvimento de
Software. Bookman, 2014.
COHN, M. Desenvolvimento de Software com Scrum: Aplicando Métodos Ágeis com
Sucesso. Bookman, 2011.
Bibliografia Complementar:
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria, técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo, SP : Érica, 2010.
ALVES, William Pereira. Análise e projetos de sistemas: estudo prático. São Paulo: Érica/Saraiva, 2017.
MASCHIETTO, L. G. et al. Desenvolvimento de Software com Metodologias Ágeis.
Sagah, 2021.

DISCIPLINA: Engenharia de Software II


PERÍODO: 5º PRÉ-REQUISITO: Engenharia de Software I
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Modelar problemas utilizando os conceitos de UML; aplicar os conceitos de engenhara de software no
desenvolvimento de software; compreender os conceitos de engenharia de software em problemas práticas.
Ementa:

58
Modelagem e orientação a objetos. Modelo conceitual da UML. Elementos estruturais da UML. Elementos
comportamentais da UML. Relacionamentos na UML. Diagramas UML. Regras e mecanismos da UML.
Evolução da prática de desenvolvimento de software. Qualidade de artefatos de software. Modularidade e
reusabilidade. Diferentes visões de um sistema. Metodologias de análise e projeto orientadas a objetos. teste
de software. Desenvolvimento dirigido a testes, manutenção de software. Engenharia reversa. Abordagens
voltadas ao reuso de software. Gerenciamento e técnicas de apoio ao processo de produção de software.
Apoio automatizado ao desenvolvimento de software.
Bibliografia Básica:
PRESSMAN, Roger; MAXIM, Bruce. Engenharia de software. 8 ed. Porto Alegre: AMGH, 2016.
ALVES, William Pereira. Análise e projetos de sistemas: estudo prático. São Paulo: Érica/Saraiva, 2017.
REINEHR, S. Engenharia de Requisitos. Sagah, 2020.
Bibliografia Complementar:
LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos
e ao desenvolvimento iterativo. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 695p.
PADUA FILHO, Wilson de Paula. Engenharia de software. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
GONÇALVEZ, P. F. et al. Testes de Softwares e Gerência de Configuração. Sagah,
2019.

DISCIPLINA: Trabalho de Conclusão de Curso I


PERÍODO: 5º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Estudar o desenvolvimento de projetos de pesquisas científicas e de suas partes estruturantes. Aplicar os
conhecimentos sobre os métodos, técnicas, tipos e abordagens da pesquisa científica para elaboração de
projeto de pesquisa. Dominar as técnicas para elaboração de projetos de pesquisa. Planejar o
desenvolvimento de uma pesquisa científica com base num referencial teórico. Escrever um projeto de
pesquisa científica obedecendo às normas da ABNT. Apresentar um projeto de pesquisa científica coerente
para elaboração de um estudo científico.
Ementa:
Elaboração de um projeto de conclusão de curso. Organização das ferramentas de coleta dos dados.
Fundamentação teórica do objeto de estudo. Estruturação do trabalho de conclusão do curso.
Bibliografia Básica:
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.
FLICK, U. Introdução à metodologia científica: um guia para iniciantes. 1 ed. [S.I]:
Penso, 2012.
LOZADA, G.; NUNES, K. S. Metodologia científica. [S.I.]: Sagah, 2019.
Bibliografia Complementar:
SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, M. P. B. Metodologia de Pesquisa. 5 ed.
[S.I.]: Penso, 2013.
Creswell, John W.; Creswell, J. David. Projeto de Pesquisa: Métodos Qualitativo,
Quantitativo e Misto. 5 ed. Penso, 2021.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: Escolhendo entre
cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: Penso, 2014.

DISCIPLINA: Educação Ambiental e Sustentabilidade

PERÍODO: 5º PRÉ-REQUISITO:
59
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Compreender os conceitos de meio ambiente, sustentabilidade e desenvolvimento sustentável; compreender
a relação entre o homem, à vida em sociedade e o meio ambiente; compreender a evolução dos problemas
ambientais globais; conhecer os principais problemas ambientais locais e globais; Práticas interdisciplinares,
metodologias e as vertentes da Educação Ambiental.
Ementa:
A construção do conhecimento em Educação Ambiental. Princípios da Educação Ambiental. A Política
Nacional de Educação Ambiental. As questões ambientais e as conferências mundiais sobre meio ambiente.
Relações sociedade-natureza. Ética e meio ambiente. Relação Educação Ambiental e Qualidade de vida.
Ameaças a biodiversidade. Educação Ambiental e Diversidade cultural. Consumo consciente. Tecnologias
sustentáveis. A revolução verde e genética. O Agroecologia. Produção eco sustentável.
Bibliografia Básica:
Sato, M.; Carvalho, I. Educação Ambiental: Pesquisa e Desafios. [S.I.]: Artmed, 2005.
PIMENTA, H. C. D.. Gestão ambiental. Curitiba, PR: Livro Técnico, 2012.
PINHEIRO, A. C. F. B; PINHEIRO; CRIVELATO, M.; PINHEIRO, A. L. F.B. Tecnologias sustentáveis.
Editora Erica, 2014.
Bibliografia Complementar:
JUNIOR, Arlindo Philippi; PELICIONI, Maria Cecilia Focesi (Ed.). Educação Ambiental e sustentabilidade.
USP, 2005.
LEONARD, A.; CONRAD, A. VIANNA, A. P. B.. A história das coisas: da natureza ao lixo, o que acontece
com tudo que consumimos. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.
VECCHIA, R.. O meio ambiente e as energias renováveis: instrumentos de liderança visionária para a
sociedade sustentável. Barueri, SP: Manole, 2010.

DISCIPLINA: Atividade Curricular de Extensão IV


PERÍODO: 5º PRÉ-REQUISITO: Atividade de Extensão III
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Estimular processos interdisciplinares educativos, culturais, científicos e políticos, promovendo a interação
transformadora entre a universidade e outros setores da sociedade.
Ementa:
Brainstorming. Identificação, elaboração, desenvolvimento e execução de atividades de extensão. Projeto
de extensão. Divisão de responsabilidades. Trabalho em equipe. Cronograma da atividade de extensão.
Eventos. Palestras. Oficinas. Minicursos. Outras atividades extensivas. Relatório de atividade de extensão.
Bibliografia Básica:
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas. 4. ed. Bookman, 2020.
BITENCOURT, C. Gestão Contemporânea de Pessoas. 2 ed. Bookman, 2010.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria, técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo,
SP: Érica, 2010.
Bibliografia Complementar:
NEWSTROM, J. W. Comportamento Organizacional: O Comportamento Humano no
Trabalho. 12 ed. McGraw-Hill, 2008.
BALTZAN, P. Tecnologia Orientada para Gestão. 6 ed. Bookman, 2016.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: Escolhendo entre
cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: Penso, 2014.

60
DISCIPLINA: Direitos Humanos, Diversidade e Inclusão
PERÍODO: 6º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Conhecer a correta análise e identificação do fenômeno dos direitos humanos e dos direitos fundamentais,
de modo crítico, mediante exposição dos acontecimentos históricos, políticos e sociais que ensejaram à sua
conquista e positivação; conhecer e analisar à questão da diversidade, mediante discussão proposta acerca
dos movimentos sociais da atualidade brasileira e a consequente conquista e efetivação de novos direitos,
em especial àqueles conferidos aos grupos historicamente marginalizados e excluídos da sociedade
brasileira e mundial
Ementa:
Direitos humanos: conceitos, princípios, teorias, estrutura e sociedade inclusiva. Respeito dos Direitos
Humanos pelas empresas e reconhecimento: (i) da eficácia horizontal e (ii) da dimensão objetiva dos direitos
humanos. Legislações de Direitos Humanos para proteção de grupos vulneráveis (mulheres, pessoas com
deficiência, idosos, índios, negros, LGBTTI, refugiados).
Bibliografia Básica:
COMPARATO, Fábio Konder. A afirmação histórica dos direitos humanos. São Paulo: Saraiva, 2019.
DORETO, D. T. et al. Questão Social, Direitos Humanos e Diversidade. Sagah, 2018.
SCARANO, R. C. V. et al. Direitos Humanos e Diversidade. Sagah, 2018.
Bibliografia Complementar:
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Campus, 2020.
ARAKAKI, F. F. S.; MELLO, G. V. Direitos Humanos. Sagah, 2018.
RAMOS, A. C. Curso de Direitos Humanos. 8 ed. São Paulo, SP : Saraiva Educação,
2021.

DISCIPLINA: Administração Financeira e Análise de Investimento


PERÍODO: 6º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Aprender a tomar decisões em relação à vida financeira; conhecer o mercado financeiro nacional e
internacional; Conhecer o mercado de capitais; Aprender sobre o mercado de moedas e criptomoedas;
Analisar de forma técnica e entender os conceitos de risco e retorno no mercado financeiro.
Ementa:
Decisões financeiras. Sistema Financeiro Nacional. Mercado de capitais, opções e futuros. Forex.
Criptomoedas. Análise técnica e fundamentalista. Risco e Retorno.

Bibliografia Básica:
LEMOS, F. Análise Técnica dos Mercados Financeiros: um guia completo dos métodos de negociação
de ativos. 2 ed. São Paulo, SP: Saraiva Educação, 2018.
ASSAF NETO, A. Mercado Financeiro. 14 ed. São Paulo, SP: Atlas, 2021.
OPPENHEIMER, P. C. Lucrando com Ações a longo prazo: Como ganhar com os Ciclos
do Mercado Financeiro. Bookman, 2021.
Bibliografia Complementar:
NASCIMENTO, L. B. G. et al. Criptomoedas e Blockchain. Sagah, 2021.
VIEIRA, F. M. et al. Mercado de Renda Fixa e Derivativos. Sagah, 2022.
PEREIRA Jr., S. A. A. et al. Fundamentos de Finanças. Sagah, 2020.

61
DISCIPLINA: Padrões de Projetos e Teste de Software
PRÉ-REQUISITO: Gerencia Projetos de Software; Engenharia de
PERÍODO: 6º
Software II
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Aplicar os principais conceitos e métodos de controle de qualidade de software, tornando-o: verificável,
validado e aceito; desenvolver as técnicas de inspeção, teste convencional, teste automatizado e técnicas
formais leves.
Ementa:
Expansão dos conceitos essenciais de orientação a objetos. Caracterização dos padrões de projeto. Padrões
e reusabilidade. Tipos de padrões de projeto. Padrões de projetos: criacional, estrutural e comportamental.
Implementação de padrões funcionais. Aplicação de padrões de projeto no desenvolvimento de software
orientado a objetos. Revisões de software. Princípios, estratégias e fases de testes de software. Processo
de teste de software. Técnicas de teste de software (Critérios funcionais, estruturais e baseados em defeitos).
Automação dos testes.
Bibliografia Básica:
PEZZÈ, M.; YOUNG, M. Teste e Análise de Software: Processos, Princípios e Técnicas.
Bookman, 2008.
GAMMA, E; HELM, R.; JOHNSON, R.; VLISSIDES, J. Padrões de Projetos: Soluções
Reutilizáveis de Software Orientados a Objetos. Bookman, 2020.
HORSTMANN, C. Padrões e Projetos Orientados a Objetos. 2 ed. Bookman, 2007.
Bibliografia Complementar:
GONÇALVEZ, P. F. et al. Testes de Softwares e Gerência de Configuração. Sagah,
2019.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria, técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo, SP: Érica, 2010.
LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos
e ao desenvolvimento iterativo. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 695p.

DISCIPLINA: Governança de Tecnologia da Informação


PERÍODO: 6º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 30h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 1,5h
Objetivos:
Conhecer os conceitos fundamentais de Governança de TI, bem como as principais normas, estruturas
(frameworks) e Melhores Práticas para gestão de sistemas e de serviços de TI.
Ementa:
Governança de TI: conceitos básicos, objetivos, componentes, regulamentações e compliance. Modelo de
governança de TI: alinhamento estratégico de TI, entrega de valor, gestão de desempenho, gestão de riscos.
Modelo de Governança de TI baseado na ISO/IEC 38500. Frameworks de melhores práticas em TI (COBIT,
ITIL, NBRISO/IEC).
Bibliografia Básica:
POTIER F. et al. Gestão de Contratos e Orçamentos de TI. Sagah, 2019.
MORAIS, I. S.; GONÇALVES, G. R. B. Governança de Tecnologia da Informação.
Sagah, 2018.
MARIANO, D. C. B. et al. Infraestrutura de TI. Sagah, 2020.

62
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, A.; ROSSETTI, J. P. Governança corporativa: fundamentos,
desenvolvimento e tendências. [Link]. São Paulo: Atlas, 2009.
SOMASUNDARAM, G.; SHRIVASTAVA, A.; EMC Education Services. Armazenamento
e Gerenciamento de Informações: Como armazenar, Gerenciar e Proteger Informações
Digitais. Bookman, 2001.
BURGELMAN, R. A.; CHRISTENSEN, C. M.; WHEELWRIGTH, S. C. Gestão Estratégica
da Tecnologia e da Inovação: Conceitos e Soluções. 5 ed. McGraw-Hill, 2013.

DISCIPLINA: Auditoria e Segurança da Informação


PERÍODO: 6º PRÉ-REQUISITO:
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Aplicar os elementos que envolvem a auditoria e segurança de dados em ambientes computacionais;
identificar ataques frequentes, técnicas de prevenção interpretando como estas técnicas podem ser
implementadas.
Ementa:
Conceitos e objetivos da auditoria de sistemas de informação. Planejamento, implementação e avaliação de
políticas de segurança de informações. Metodologias de Auditoria. Técnicas e ferramentas de auditoria em
sistemas de informação. Conceitos e princípios de segurança da informação. Autenticação de usuários.
Controles de acesso. Tipos de software maliciosos. Tipos de ataques. Detecção de Intrusão. Criptografia
clássica e estenográfica. Criptografia Moderna: cifras simétricas e assimétricas e função hash. Segurança
física e de infraestrutura. Segurança de recursos humanos. Mecanismos e protocolos de Segurança em
Redes. Leis, normas e padrões de segurança.
Bibliografia Básica:
AGRA, A. D.; BARBOZA, F. F. M. Segurança de Sistemas da Informação. Sagah, 2019.
WRIGHTSON, T. Segurança de Redes Sem Fio: Guia do Iniciante. Bookman, 2014.
BARRETO, J. S. et al. Fundamentos de Segurança da Informação. Sagah, 2018.

Bibliografia Complementar:
FILHO, J. E. M. Análise de Tráfego em Redes TCP/IP [texto] : Utilize tcpdump na análise de tráfegos
em qualquer sistema operacional. Novatec Editora. São Paulo, 2013. 416 p.
MCCLURE, S.; SCAMBRAY, J.; KURTZ, G. Hackers Expostos: Segredos e Soluções
para a Segurança de Redes. 7 ed. Bookman, 2014.
SOUSA, L. B. Redes de computadores: guia total. 2ª edição. São Paulo: Érica, 2014.

DISCIPLINA: Trabalho de Conclusão de Curso II


PERÍODO: 6º PRÉ-REQUISITO: Trabalho de Conclusão de Curso I
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60h CARGA HORÁRIA SEMANAL: 3h
Objetivos:
Desenvolver a pesquisa científica com base nas normativas nacionais e institucionais no que concerne aos
trabalhos científicos; escrever o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) sob a égide no projeto político
pedagógico; apresentar o TCC perante banca examinadora segundo as normativas institucionais.
Ementa:

63
Desenvolvimento da análise e interpretação dos dados. Consolidação da teoria do objeto de estudo.
Finalização da estruturação do trabalho de conclusão do curso. Elaboração e defesa do TCC.
Bibliografia Básica:
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.
FLICK, U. Introdução à metodologia científica: um guia para iniciantes. 1 ed. [S.I]:
Penso, 2012.
LOZADA, G.; NUNES, K. S. Metodologia científica. [S.I.]: Sagah, 2019.
Bibliografia Complementar:
SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, M. P. B. Metodologia de Pesquisa. 5 ed.
[S.I.]: Penso, 2013.
Creswell, John W.; Creswell, J. David. Projeto de Pesquisa: Métodos Qualitativo,
Quantitativo e Misto. 5 ed. Penso, 2021.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: Escolhendo entre
cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: Penso, 2014.

CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS


ANTERIORES

Os critérios de aproveitamento dar-se-ão também de acordo com a


Resolução Nº 117, DE 30 DE SETEMBRO DE 2013 do Conselho Superior do Instituto
Federal do Maranhão. Que em seu Capítulo IX trata sobre o Aproveitamento de
Estudos. Ele diz:

“Art. 61 - Aproveitamento de Estudos é o julgamento da equivalência entre


as disciplinas cursadas com aproveitamento no IFMA ou em outra
Instituição de Ensino Superior em cursos de graduação e pós-graduação e
aquelas cuja dispensa foi pleiteada, para fins de reconhecimento,
concessão de créditos e consignação em histórico escolar.

[...]

Art. 65 - A análise para o aproveitamento das disciplinas far-se-á com base


no conteúdo programático, atividades e estudos realizados e tendo em vista
o perfil profissional proposto no projeto pedagógico do curso, exigindo-se
pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária e do conteúdo
das disciplinas equivalentes do curso.”

Atividades complementares e trabalhos de conclusão de curso não devem


ser aproveitadas. Outra obrigatoriedade é que o componente curricular apresentado
pelo (a) discente deve estar no mesmo nível ou em um nível superior ao componente
a ser aproveitado e somente poderá ser solicitado uma vez.

64
Outra exigência para o aproveitamento é que, o pedido de Aproveitamento
de Estudos deverá ser formalizado via protocolo, seccionado pelas especificidades
das respectivas disciplinas, constando no máximo 04 (quatro) disciplinas por
processo, e encaminhado ao Departamento Acadêmico da referida disciplina ou
Coordenador de Curso, obedecendo aos prazos determinados no Calendário
Acadêmico, acompanhado da seguinte documentação:
a) Histórico escolar atualizado, contendo carga horária, número de créditos
das disciplinas cursadas com aprovação, descrição dos símbolos dos conceitos
obtidos com os valores correspondentes e períodos em que foram cumpridas as
disciplinas, devidamente carimbado e assinado, pela IES de origem;
b) Programas das disciplinas carimbados e assinados e pela instituição de
Ensino em que foram cursadas;
c) Prova de autorização ou reconhecimento do curso.

A decisão sobre o aproveitamento postulado será tomada pelo(s)


professor(es) responsável(eis) pela disciplina ou disciplina afim, respeitado o prazo
legal de 05 (cinco) dias úteis, contados a partir do recebimento, cabendo solicitação
de reconsideração ao professor avaliador e recurso ao Colegiado do Curso.

CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM

O processo de ensinar e aprender é uma prática dinâmica que deve


envolver a autonomia dos discentes e docentes, por meio da construção coletiva do
conhecimento e do fortalecimento da relação docente-discente. O processo avaliativo
deve ter como referência, nesse contexto, os objetivos e metas que se pretende
alcançar, os pressupostos teóricos-metodológicos que norteiam o curso e a
necessária articulação dos conteúdos propostos e recursos selecionados. Por isso, o
processo de avaliação da aprendizagem deverá dispor de estratégias de
acompanhamento eficazes, permitindo o monitoramento de todas as ações
pedagógicas com vistas aos resultados a serem alcançados. O processo de
acompanhamento depende da participação ativa dos diversos sujeitos envolvidos no
curso e de instrumentos adequados para monitoramento e registro das ações,
considerando as diversas etapas e as especificidades de cada dimensão ou
componente do curso
65
É o processo através do qual o aluno apreende as competências
necessárias para exercer o ofício de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas. Caracteriza-se como uma sequência ordenada; períodos de atividades com
certo sentido, segmentos em que se pode notar uma trama hierárquica de atividades
incluídas umas nas outras, que servem para dar sentido unitário à ação de ensinar.
Este processo envolve relações entre pessoas e está imbuído de várias sutilezas que
o caracterizam. A exemplo, negociação, controle, persuasão, sedução. Por outro lado,
em razão de seu caráter interativo, evoca atividades como: instruir, supervisionar,
servir e colaborar. Também requer intervenções que, mediadas pela linguagem,
manifestam a afetividade, a subjetividade e as intenções dos agentes. Nestas
interações o ensino e a aprendizagem são adaptações, (re)significados por seus
atores e pelo contexto.
Porém, o que ocorre na sala de aula não é um fluir espontâneo, embora a
espontaneidade não lhe seja furtada, dada à imprevisibilidade do ensino. É algo
regulado por padrões metodológicos implícitos. Isso quer dizer que há uma ordem
implícita nas ações dos professores (racionalidade pedagógica ou pensamento
prático), que funciona como um fio condutor para o que vai acontecer com o processo
de ensino. O que implica dizer que o curso das ações não é algo espontâneo, mas
sim decorrente da intersubjetividade e da deliberação, pela simples razão de o seu
fundamento constituir a natureza teleológica da prática educativa.
O processo de ensino e de aprendizagem, embora intangível, se
materializa na ação de favorecer o aprendizado de uma cultura e/ou na aquisição de
conhecimentos e competências, em um contexto real e determinado, configurando-se
em uma práxis situada. Como práxis, deixa de ser adaptação de condições
determinadas pelo contexto para tornar-se crítica. Assim sendo, estimula o
pensamento dos agentes capacitando-os para intervir neste mesmo contexto, o que
supõe uma opção ética e uma prática moral, enfim, uma racionalidade.
Isso significa que pensar o processo de ensino e de aprendizagem do curso
de Análise e Desenvolvimento de Sistemas implica definir os fins, os meios, os
conteúdos, o papel do professor, o que é aprendizagem, as formas de avaliação.
Resgatando a abordagem de ensino que este Projeto Político-Pedagógico se orienta,
o ensino e a aprendizagem estão fundamentados na racionalidade pedagógica prático
reflexivo, portanto, no princípio teórico-metodológico da reflexão na ação.

66
Pela forma como o currículo se organiza o aluno do curso de Análise e
Desenvolvimento de Sistemas é um dos sujeitos do processo de ensinar e aprender.
Neste processo de construção de conhecimento ele deve assumir uma postura de
curiosidade epistemológica, marcada pelo interessar-se por novas aprendizagens e
desenvolver a capacidade de trabalhar em grupo, atitudes de ética e de humanização,
responsabilidade e espírito crítico-reflexivo.
A natureza epistemológica do papel do professor está condicionada a uma
inteligibilidade ou a um saber-fazer (por isso também é intelectual) que fomenta
saberes que vão além de saberes éticos, morais e técnico-científicos. Requer saberes
interpessoais, pessoais e comunicacionais, para que a relação estabelecida entre
alunos e professores possa favorecer o processo de ensino e de aprendizagem. No
curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas estes saberes assumem
importância uma vez que os professores, agindo como mediadores do conhecimento,
podem desempenhar papéis de orientadores.

Os procedimentos de avaliação da aprendizagem no Curso de Tecnologia


em Análise e Desenvolvimento de Sistemas devem estar em acordo com as normas
gerais de avaliação, contidas na Resolução CONSUP Nº117 de 2013 e será feita por
disciplina abrangendo frequência e aproveitamento. A sistemática de avaliação
adotada tem como princípio a promoção do desenvolvimento integral do estudante,
no que concerne tanto ao desenvolvimento de saberes para a formação cidadã,
quanto ao desenvolvimento de competências e habilidades para o mundo do trabalho.
A avaliação do aproveitamento será realizada durante o desenvolvimento
da disciplina para identificação da consecução dos objetivos propostos, com a
utilização de instrumentos diversificados como: atividades práticas e teóricas,
trabalhos, estudo de caso, simulações, projetos, situação problema, portfólio, provas
orais, provas escritas, provas práticas, seminários, resenhas, artigos, relatórios,
Produções artísticas e culturais, mapas conceituais, fóruns virtuais, questionários
online, wikis, elaboração de conteúdo audiovisual, observação, autoavaliação,
atividades investigativas, previstos nos planos de ensino aprovados pelo Colegiado
do Curso, tendo como prioridade os aspectos qualitativos em relação aos quantitativos
e considerando a superação das dificuldades de aprendizagem que forem detectadas.

67
As avaliações de rendimento serão compostas por 03 (três) notas na escala
de zero (0) a dez (10) computadas até a segunda casa decimal, a serem lançadas no
Diário de Classe, após cada terço da carga horária das disciplinas.
Assim, o aproveitamento é avaliado durante todo o período letivo sendo, no
final de cada semestre, expresso em notas. Essa verificação será realizada por
semestre letivo, em cada unidade curricular, com 3 (três) instrumentos escolares de
verificação e, quando necessário, uma avaliação suplementar (individual, escrita ou
prática) em substituição ou reposição a uma das notas destes 3 instrumentos
escolares de verificação, desde que inferior a sete (7,0).
É considerado aprovado por média, em cada disciplina, o aluno que tiver
frequência de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das atividades didáticas
realizadas (aulas e provas) no período letivo, e que obtiver média aritmética igual ou
superior a 7 (sete) nos exercícios escolares.
O aluno que obtiver média aritmética do aproveitamento igual ou superior
a 5 (cinco) e inferior a 7,0 (sete) nos exercícios escolares e que tenha comparecido,
no mínimo, a 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas/aula, poderá submeter-
se ao exame final. O aluno que obtiver média aritmética igual ou superior a 6 (seis),
resultante da média dos exercícios escolares e da nota do exame final é considerado
aprovado.

AVALIAÇÃO DO CURSO

A avaliação do curso se constituirá em um trabalho rotineiro de análise


crítica de todo o processo de desenvolvimento do Curso. Nesta perspectiva a
autoavaliação é concebida como um processo contínuo e parte integrante do processo
educativo e é entendido ainda como um processo participativo em que todo o grupo
envolvido julga as práticas pedagógicas do curso em seus diferentes níveis que
buscam, criticamente, alternativas para a superação dos problemas identificados
Nas reuniões de planejamento, periódicas do NDE e Colegiado, e nos
encontros pedagógicos serão discutidos os resultados dos trabalhos desenvolvidos
por meio de indicadores como: Desempenho escolar; Evasão e retenção de alunos;
Frequência; Reprovação de disciplinas; Estratégias e metodologias de ensino. O
resultado alcançado através da avaliação de cada semestre letivo servirá como

68
subsídio para as devidas correções. Tais resultados também serão apresentados nos
eventos internos e externos promovidos pelo Curso e nas reuniões com os discentes.
As estratégias adotadas no curso para relacionar para favorecer à
aprendizagem são pautadas pelas avaliações da Comissão Própria de Avaliação
(CPA) que tratam, a partir das informações sobre o perfil do aluno, suas necessidades
e perspectivas.
A autoavaliação Institucional é obrigatória e compõe o Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior (SINAES), instituído pela Lei nº 10.861, de 14 de
abril de 2004. No IFMA, a referida avaliação abrange cinco eixos temáticos:
Planejamento e Avaliação Institucional; Desenvolvimento Institucional; Políticas
Acadêmicas; Políticas de Gestão; e Infraestrutura Física.
Tais avaliações constituem instrumentos fundamentais para identificar os
pontos fortes e as fragilidades, tornando esse processo contínuo de
autoconhecimento institucional, funcionando como balizador de ações,
reestruturações, discussões e reflexões sobre todas as ações administrativas e
acadêmicas praticadas. O IFMA adota uma Política de Melhoria da programa de
melhoria da Qualidade dos Cursos de Graduação por meio da qual são considerados
os indicadores obtidos nos três últimos anos que integraram o Plano de Ação Trienal
do Curso de Graduação (PATCG), propondo estratégias para enfrentamento das
fragilidades e encaminhamentos de melhorias dos indicadores. A cada três (3) anos
os cursos do IFMA deverão passar por um processo de Avaliação Interna de Curso
(AIC) para identificar a necessidade de ajustes ou alterações, atendendo à legislação
vigente, à demanda dos docentes e estudantes e ao mundo do trabalho. A política
prevê ainda, a constituição do Banco de Avaliadores Interno de Curso, composto por
docentes da educação superior capacitados pelo IFMA para realizar as avaliações
dos cursos de graduação
De forma associada, será feito um amplo trabalho de conscientização sobre
a importância do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) para a
qualidade do ensino em todo o País.
Especificamente com relação às ações decorrentes do ENADE, o Curso de
Análise e Desenvolvimento de Sistemas adotará algumas ações visando o
planejamento do curso como o Desenvolvimento de Projetos de Ensino, Pesquisa e

69
Extensão; Implementação de Metodologias Ativas no Processo de Aprendizagem,
entre outros.

CORPO DOCENTE E ADMINISTRATIVO

Corpo docente
O corpo docente que compõe o quadro de trabalho do Instituto Federal do
Maranhão – Campus Coelho Neto é formado por profissionais com formação
qualificada para construir as referências de formação dos profissionais Analistas de
Sistemas. Na Quadro 1 estão listados todos os docentes que, direta ou indiretamente,
estarão envolvidos na formação humana e profissional dos acadêmicos.

Quadro 1 – Lista dos docentes do IFMA - Campus Coelho Neto


PROFESSORES
DE ENSINO REGIME
BÁSICO, FORMAÇÃO TITULAÇÃO DE DISCIPLINAS MINISTRADAS
TÉCNICO E TRABALHO
TECNOLÓGICO
Annaya
Bacharelado em Especialista em
Assunção T-40 DE Metodologia Científica
Ciências Sociais Docência Superior
Pereira Ribeiro
Licenciatura
Andre Wallas da
Plena em Mestre em Filosofia T-40 DE Metodologia Científica
Silva Sousa
Filosofia
Programação I; Arquitetura de Computadores;
Programação II; Programação Web I;
Sistemas de Informação; Interação Humano-
Computador; Atividade de Extensão I;
Programação Orientada à Objetos;
Banco de Dados; Redes de
Computadores; Programação Web II;
Atividade de
Extensão II; Estrutura de Dados; Auditoria de
Bacharelado em Doutor em Engenharia Sistemas e Segurança da Informação;
Bruno Vicente
Ciência da Elétrica e de T-40 DE Engenharia de Software I; Aprendizado de
Alves de Lima
Computação Computação Máquina; Atividade de Extensão III;
Programação para Dispositivos Móveis;
Projeto de Desenvolvimento de Sistemas;
Gerência de Projeto de Software;
Engenharia de Software II;
Trabalho de Conclusão de Curso I; Atividade de
Extensão IV; Padrões de Projetos e Testes de
Softwares; Governança da Tecnologia da
Informação; Aprendizado de Máquina;
Trabalho de Conclusão de Curso II

Douglas dos Licenciado em


Mestre em Letras T-40 DE Português Instrumental
Santos Silva Letras Português

70
Programação I; Arquitetura de Computadores;
Programação II; Programação Web I;
Sistemas de Informação; Interação Humano-
Computador; Atividade de Extensão I;
Programação Orientada à Objetos;
Banco de Dados; Redes de
Computadores; Programação Web II;
Atividade de
Extensão II; Estrutura de Dados; Auditoria de
Tecnologia em
Francisco Alan Mestre em Engenharia Sistemas e Segurança da Informação;
Análise e
de Oliveira da Computação e T-40 DE Engenharia de Software I; Aprendizado de
Desenvolvimento
Santos Sistemas Máquina; Atividade de Extensão III;
de Sistemas Programação para Dispositivos Móveis;
Projeto de Desenvolvimento de Sistemas;
Gerência de Projeto de Software;
Engenharia de Software II;
Trabalho de Conclusão de Curso I; Atividade de
Extensão IV; Padrões de Projetos e Testes de
Softwares; Governança da Tecnologia da
Informação; Aprendizado de Máquina;
Trabalho de Conclusão de Curso II
Programação I; Arquitetura de Computadores;
Programação II; Programação Web I;
Sistemas de Informação; Interação
Humano Computador; Atividade de
Extensão I; Programação Orientada à
Objetos; Banco de Dados; Redes de
Computadores; Programação Web II;
Atividade de
Extensão II; Estrutura de Dados; Auditoria de
Bacharelado em Sistemas e Segurança da Informação;
Joao Paulo Mestre em Engenharia
Ciência da T-40 DE Engenharia de Software I; Aprendizado de
Marques de Software Máquina; Atividade de Extensão III;
Computação
Programação para Dispositivos Móveis;
Projeto de Desenvolvimento de Sistemas;
Gerência de Projeto de Software;
Engenharia de Software II; Trabalho de
Conclusão de Curso I; Atividade de
Extensão IV; Padrões de Projetos e Testes de
Softwares; Governança da Tecnologia da
Informação; Aprendizado de Máquina;
Trabalho de Conclusão de Curso II
Programação I; Arquitetura de Computadores;
Programação II; Programação Web I;
Sistemas de Informação; Interação Humano-
Computador; Atividade de Extensão I;
Programação Orientada à Objetos;
Banco de Dados; Redes de
Computadores; Programação Web II;
Atividade de
Extensão II; Estrutura de Dados; Auditoria de
Bacharelado em Sistemas e Segurança da Informação;
Jose Jeovane Especialista em
Sistemas de T-40 DE Engenharia de Software I; Aprendizado de
Reges Cordeiro Educação
Informação Máquina; Atividade de Extensão III;
Programação para Dispositivos Móveis;
Projeto de Desenvolvimento de Sistemas;
Gerência de Projeto de Software;
Engenharia de Software II; Trabalho de
Conclusão de Curso I; Atividade de
Extensão IV; Padrões de Projetos e Testes de
Softwares; Governança da Tecnologia da
Informação; Aprendizado de Máquina;
Trabalho de Conclusão de Curso II

71
Programação I; Arquitetura de Computadores;
Programação II; Programação Web I;
Sistemas de Informação; Interação Humano-
Computador; Atividade de Extensão I;
Programação Orientada à Objetos;
Banco de Dados; Redes de
Computadores; Programação Web II;
Atividade de
Extensão II; Estrutura de Dados; Auditoria de
Especialista em Redes
Licenciatura Sistemas e Segurança da Informação;
Robert Silva de computadores e
Plena em T-40 DE Engenharia de Software I; Aprendizado de
Lima Engenharia de Máquina; Atividade de Extensão III;
Computação
Sistemas Programação para Dispositivos Móveis;
Projeto de Desenvolvimento de Sistemas;
Gerência de Projeto de Software;
Engenharia de Software II;
Trabalho de Conclusão de Curso I; Atividade de
Extensão IV; Padrões de Projetos e Testes de
Softwares; Governança da Tecnologia da
Informação; Aprendizado de Máquina;
Trabalho de Conclusão de Curso II
Inovação, Empreendedorismo e Negócios
Aecio da Silva Bacharelado em Mestre em
T-40 DE Digitais; Administração Financeira e Análise de
Martins Administração Administração
Investimento
Daniel Barroso Inovação, Empreendedorismo e Negócios
Bacharelado em Mestre em
de Carvalho T-40 DE Digitais; Administração Financeira e Análise de
Administração Administração
Ribeiro Investimento

Gerardo Soares Licenciatura em Especialista em Língua


Língua Inglesa e T-40 Inglês Instrumental
da Silva Junior Inglesa
Literatura
Mestre em Engenharia
Bacharelado em
Gielson Vitor Elétrica com ênfase em
Engenharia T-40 DE Microcontroladores
Oliveira Veras Automação
Elétrica
Industrial
Hosana Maria Bacharel em Mestra em
Ciências T-40 DE Contabilidade Aplicada à Informática
da Silva Sousa Contabilidade
Contábeis
Pablo Silva Licenciatura em Álgebra Linear; Cálculo Diferencial e Integral;
Mestre em Matemática T-40 DE
Imperio Matemática Probabilidade e Estatística
Rivania da Silva Licenciatura em Mestra em
T-40 DE Educação Ambiental e Sustentabilidade
Lira Biologia Saneamento Urbano
Licenciatura e Especialista em
Clarissa Maria Bacharelado em Gerenciamento de
T-40 DE Educação Ambiental e Sustentabilidade
Brito Lima Ciências Recursos Ambientais
Biológicas pelo IFPI
Licenciatura em Especialista em
Susana Kelly
Letras - Educação e T-40 DE Português Instrumental
Gomes Oliveira
Português Desigualdade Social
Thalita Vitoria Mestra em Direitos
Bacharelado em Direito Digital; Direitos Humanos, Diversidade e
Castelo Branco Humanos, Cidadania e T-40 DE
Direito Inclusão
Nunes Silva Políticas Públicas
Willams da Silva Licenciatura em Álgebra Linear; Cálculo Diferencial e Integral;
Mestre em Matemática T-40 DE
Lima Matemática Probabilidade e Estatística

Corpo administrativo
Quadro 2 – Lista dos técnicos administrativos e pedagógicos do IFMA - Campus Coelho Neto
REGIME DE
NOME DO SERVIDOR CARGO/FUNÇÃO
TRABALHO
Regime Jurídico
Ananda Veloso Amorim Oliveira Técnico Em Assuntos Educacionais
Único
Regime Jurídico
Ana Patricia De Andrade Ferreira Assistente De Aluno
Único

72
Regime Jurídico
Antonia Goncalves Dos Santos Pedagoga
Único
Regime Jurídico
Antonio Franco Lopes De Almeida Técnico Em Assuntos Educacionais
Único
Regime Jurídico
Bruno Nogueira Barbosa Medeiros Médico
Único
Regime Jurídico
Danilo Botelho Costa Assistente Em Administração
Único
Fernanda Mendes de Andrade Regime Jurídico
Administradora
Ramos Único
Regime Jurídico
Francisca Michelle Duarte da Silva Psicóloga
Único
Regime Jurídico
Francisco Alves Da Silva Auxiliar Em Administração
Único
Regime Jurídico
Francisco Marcio Silva Sousa Contador
Único
Regime Jurídico
Gabriela Oliveira Parentes Da Costa Técnico Em Enfermagem
Único
Gasparry Franciolle Silva do Regime Jurídico
Assistente em Administração
Nascimento Único
Regime Jurídico Técnico De Laboratório Área
Harlan Porto Santana
Único Informática
Ivalda Vasconcelos De Moraes Regime Jurídico
Bibliotecário-Documentalista
Negrinho Único
Regime Jurídico
Joana Celia Ferreira Moura Enfermeiro
Único
Regime Jurídico
Joniere Do Nascimento Castro Técnico Em Contabilidade
Único
Regime Jurídico
Jose Francisco Silva De Sousa Aux. Em Administração
Único
Regime Jurídico
Luan Vieira Machado Assistente De Aluno
Único
Regime Jurídico
Marivaldo da Silva Mendes Auxiliar de Biblioteca
Único
Regime Jurídico
Micilane Nascimento Dos Santo Auxiliar De Biblioteca
Único
Regime Jurídico
Natanael Da Silva Santos Auxiliar De Biblioteca
Único
Regime Jurídico Técnico De Laboratório Área
Priscila Brandao De Sousa
Único Química
Regime Jurídico
Raimundo Wellington Santos Técnico De Laboratório Área Física
Único
Regime Jurídico
Samuel Silva Dos Santos Técnico De Laboratório Área
Único
Regime Jurídico
Sergio Macedo Guimarães Assistente em Administração
Único
Regime Jurídico Técnico em Tecnologia da
Vagner da Silva Araújo
Único Informação
Regime Jurídico Tradutor Intérprete De Linguagem
Washington Dos Santos Costa
Único Sinais
Regime Jurídico Técnico De Laboratório Área
Wescley Mesquita Costa
Único Eletrotécnica

73
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

O Núcleo Docente Estruturante (NDE) tem caráter consultivo, propositivo e


de assessoramento no processo de concepção, consolidação e acompanhamento do
Projeto Pedagógico do Curso (PPC), visando à contínua promoção de sua qualidade
sendo de extrema importância contribuindo para a consolidação do perfil profissional
do egresso; indicando formas de articulação entre o ensino de graduação, a extensão
e pesquisa; zelando pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes
atividades de ensino constantes no currículo.
Será composto por 5 (cinco) docentes do curso, sendo o coordenador do
Curso como seu Presidente Nato e por pelo menos 30% (trinta por cento) de docentes
efetivos atuantes no Curso de Graduação, que respondem pela concepção,
implementação, consolidação e contínua atualização do Projeto Pedagógico do
Curso, de acordo com a Resolução CONSUP Nº025/2011.

Compete ao Núcleo Docente Estruturante:

I. compor a Comissão de criação, de reformulação, de desativação temporária,


reabertura ou de extinção de curso;
II. atuar no acompanhamento, na consolidação, na avaliação e na realização de
estudos visando à atualização periódica do Projeto Pedagógico do Curso;
III. verificar o impacto do sistema de avaliação de aprendizagem na formação do
estudante e analisar a adequação do perfil do egresso, considerando as Diretrizes
Curriculares Nacionais e as demandas do mundo do trabalho;
IV. acompanhar a coordenação de curso no preenchimento do questionário do
referentes ao Sistema de Avaliação do Desempenho do Estudante.
V. estabelecer parâmetros de resultados a serem alcançados pelo curso nos
instrumentos de avaliação externa tais como ENADE e similares;
VI. contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso;
VII. zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as atividades de ensino
constantes no currículo;
VIII. indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e de
extensão oriundas de necessidades da graduação e de exigências do mundo do

74
trabalho, alinhadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do
curso;
IX. zelar pelo pleno cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais no âmbito do
curso;
X. referendar e assinar relatórios de adequação das bibliografias já existentes na
biblioteca que façam referência a bibliografia básica e complementar de cada
curso e de acordo com as suas especificidades, de modo que o acervo seja
compatível com os componentes curriculares e atenda às vagas autorizadas;
XI. sugerir ações que contribuam para a melhoria dos índices de desempenho do
curso apontadas no relatório de reconhecimento e renovação de reconhecimento
do Curso.

O Núcleo Docente Estruturante será constituído pelo(a) Coordenador(a) de


cada Curso, como seu presidente nato, e por docentes atuantes no curso de
graduação, respeitando os requisitos:

I. ser composto por, pelo menos, 5 (cinco) professores efetivos, incluído o


Coordenador do curso, e pertencentes ao corpo docente do curso, designados
por Portaria do campus;
II. ter, pelo menos, 60% de seus membros com titulação em nível de pós-graduação
stricto sensu;
III. ter, pelo menos, 20% de seus membros em regime de trabalho integral.

Para o curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas do campus Coelho


Neto o núcleo estruturante é formado pelos docentes apresentados no Quadro 3,
nomeados pela Portaria N° 65/2022, de 4 de novembro de 2022.

Quadro 3 – Composição do Núcleo Docente Estruturante.


NOME SIAPE FUNÇÃO
Bruno Vicente Alves de Lima 1226388 Presidente
Francisco Alan de Oliveira Santos 2331838 Membro
Joao Paulo Marques Silva 2282550 Membro
Pablo Silva Imperio 1699038 Membro
Clarissa Maria Brito Lima 2339684 Membro

75
COLEGIADO DO CURSO

O Colegiado de Curso é um órgão de natureza deliberativa, consultiva e


propositiva do curso, para assuntos de políticas de ensino, pesquisa e extensão
(Resolução CONSUP/IFMA 124/2018). O Colegiado do Curso delibera com maioria
absoluta de seus membros, e as decisões serão tomadas por maioria relativa de votos.
As decisões do Colegiado são registradas em ata e os recursos interpostos contra as
decisões do Colegiado, são encaminhadas pelo Presidente ao Conselho Diretor do
Campus.

Compete ao Colegiado de Curso:

a. analisar e emitir parecer sobre planos de ensino dos componentes curriculares;


b. propor à Direção Geral do Campus o estabelecimento de convênios de
cooperação técnica e científica com instituições afins, visando o
desenvolvimento de atividades no âmbito do curso;
c. avaliar o curso em termos dos processos de ensino e de aprendizagem com
base nos resultados da avaliação interna e externa, propondo à Direção Geral
as alterações que se fizerem necessárias;
d. definir os cursos afins, para efeito de transferência interna e externa;
e. analisar as causas determinantes do baixo rendimento escolar e evasão dos
discentes do curso e propor ações para equacionar o problema;
f. aprovar a oferta de disciplina em período de férias;
g. manifestar-se em processo de cancelamento de matrícula, em caso de
iniciativa do Campus;
h. manifestar-se em grau de recurso em questões relativas ao aproveitamento de
estudos;
i. manifestar-se em processo de concessão de dilação de prazo de integralização
curricular a alunos que não puderem concluir o curso dentro do prazo máximo
estabelecido no projeto pedagógico;
j. decidir em grau de recurso sobre assuntos de natureza didático-pedagógica;
k. analisar e emitir parecer sobre pedidos de colação de grau especial;
l. apreciar e deliberar em processos de desativação temporária, reabertura,
modificação e extinção de curso, considerando o posicionamento dos docentes
do curso;
76
m. propor redução ou ampliação da oferta de vagas no curso;
n. colaborar no processo de Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento
do curso.

O Colegiado de Curso será constituído:

I. pelo Coordenador do respectivo curso, como presidente;


II. por 05 (cinco) docentes atuantes no curso, eleitos pelos pares (docentes
atuantes no curso), em assembleia de professores;
III. por, no mínimo, 1 (um) pedagogo e/ou TAE atuante no curso;
IV. por, 04 (quatro) representantes discentes regularmente matriculados no curso,
sendo 02 (dois) titulares e 02 (dois) suplentes, indicados pelo órgão
representativo discente.

O Colegiado de Curso reunir-se-á com a maioria absoluta de seus


membros, ordinariamente, 2 (duas) vezes por ano e, extraordinariamente, a qualquer
tempo, quando convocado pelo Presidente, por sua iniciativa ou por requerimento de,
no mínimo, 1/3 (um terço) de seus membros. A convocação será feita por escrito com
antecedência mínima de 72 (setenta e duas) horas. Em caso de urgência, a critério
do Presidente do Colegiado, a convocação poderá ser feita com antecedência mínima
de 24 (vinte e quatro) horas. A ausência de representantes de determinada categoria
ou classe não impede o funcionamento do Colegiado, nem invalida as reuniões.
O Secretário do Colegiado será escolhido pelos pares, as reuniões deverão
ter atas lavradas e as decisões tornadas públicas. Na ausência ou impedimento do
Presidente, a reunião será presidida pelo docente com maior tempo de serviço na
instituição ou, na ausência desta condição, aquele que tiver maior titulação acadêmica
(Resolução CONSUP/IFMA 124/2018).
Tendo em vista as características do Colegiado de Curso, em aspectos
composicionais e funcional, é importante ressaltar a formação desse grupo em relação
ao debate sobre todas as implicações pedagógicas do curso. Trata-se de um campo,
em que ações didático-pedagógicas se transformam em base para a efetivação das
mesmas. Cabe ressaltar que esse espaço reflete as diretrizes preconizadas pelo
projeto pedagógico do curso, bem como as diretrizes institucionais defendidas pelo
Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Maranhão, formalizadas em seu Plano
de Desenvolvimento Institucional (PDI) e no Projeto Pedagógico Institucional (PPI).
77
O Colegiado do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas do
Campus Coelho Neto será composto pelos seguintes servidores, nomeados pela
Portaria Nº 64/2022, de 03 de novembro de 2022.

1) Segmento Docente
NOME SIAPE FUNÇÃO
Bruno Vicente Alves de Lima 1226388 Presidente
Francisco Alan de Oliveira Santos 2331838 Membro
Joao Paulo Marques Silva 2282550 Membro
Pablo Silva Imperio 1699038 Membro
Clarissa Maria Brito Lima 2339684 Membro
José Jeovane Reges Cordeiro 2331959 Membro

2) Segmento Pedagógico
NOME SIAPE FUNÇÃO
Antonio Franco Lopes de Almeida 2329582 Membro

COORDENAÇÃO DO CURSO

A Coordenação do Curso é fundamental para a qualidade das atividades.


Deve fazer a integração dos envolvidos no processo ensino-aprendizagem, favorecer
relações interpessoais, valorizar o trabalho de seus pares e ajudar efetivamente na
construção de um espaço saudável.
São atribuições do(a) coordenador(a) de curso:
I. assessorar no planejamento, orientação, acompanhamento, implementação e
avaliação da proposta pedagógica da instituição, bem como agir de forma que
viabilize a operacionalização de atividades curriculares do curso;
II. Acompanhar o preenchimento dos diários de classe dos docentes, conforme
dispõe a Resolução vigente do IFMA que versa sobre essa temática.
III. coordenar as ações de ensino para a gestão do curso sob sua
responsabilidade, em consonância com as políticas de ensino do IFMA
expressas no PDI e no PPI; IV. incentivar e favorecer a implementação de
atividades no curso, que propiciem a melhoria do nível de aprendizado,
estimulando a crítica e a criatividade de todos os envolvidos no processo
educacional;
IV. elaborar e publicizar o plano de ação e o relatório anual sobre as atividades
desenvolvidas na coordenadoria para compor o relatório de gestão institucional;
78
V. convocar e presidir as reuniões do Colegiado de Curso e do Núcleo Docente
Estruturante, com direito a voto comum e de qualidade;
VI. executar as deliberações do Colegiado de Curso;
VII. decidir sobre matéria de urgência ad referendum do Colegiado de Curso;
VIII. cumprir e fazer cumprir as decisões regimentais sobre matérias relativas ao
Curso;
IX. apresentar aos docentes e discentes do Curso, o Projeto Pedagógico do Curso,
enfatizando a sua importância como instrumento norteador das ações
desenvolvidas;
X. propor em conjunto com o Colegiado de Curso, Núcleo Docente Estruturante
(NDE), setores pedagógicos ou equivalente e departamento ou diretorias de
ensino, as ações pedagógicas e a organização didático–curricular dos cursos,
observadas as normas vigentes;
XI. propor, coordenar, acompanhar e orientar todas as atividades didático-
pedagógicas do Curso;
XII. colaborar com a realização de semanas tecnológicas, mostras de trabalhos
científicos, mostra de talentos e eventos semelhantes que incentivem a
produção técnica, científica e artístico-cultural dos discentes, em parceria com
as demais coordenadorias, Diretorias dos campi e Pró-Reitorias;
XIII. articular com o setor pedagógico e com o Departamento ou coordenadoria de
ações inclusivas ações que garantam a acessibilidade metodológica e suporte
aos docentes que encontrarem dificuldades didáticas, auxiliando para que
estas sejam superadas prevenindo problemas na aprendizagem dos discentes;
XIV. planejar e realizar reuniões com os docentes do Curso para discussão do
desempenho acadêmico dos discentes e indicação de estratégias que visem a
melhoria do processo ensino-aprendizagem;
XV. planejar e realizar reuniões com os discentes do Curso para discussão do
desempenho acadêmico e indicação de pontos fortes e fracos no
desenvolvimento dos componentes curriculares;
XVI. acompanhar o desempenho escolar dos estudantes e estimular políticas de
permanência e êxito;
XVII. orientar os discentes quanto aos aspectos da vida acadêmica;

79
XVIII. acompanhar e encaminhar os trâmites administrativos instruídos nas
resoluções regulamentadoras vigentes do IFMA quanto ao estágio
supervisionado e trabalhos de conclusão de curso.
XIX. encaminhar aos docentes, para análise, os processos de aproveitamento de
componente curricular;
XX. encaminhar e acompanhar os processos de aplicação de exercícios
domiciliares e comunicar decisão aos docentes responsáveis pelo componente
curricular;
XXI. fornecer aos setores responsáveis informações necessárias para subsidiar o
processo de aquisição de material permanente e de consumo dos laboratórios
específicos do curso, bem como, do acervo bibliográfico;
XXII. submeter à análise do Colegiado de Curso as propostas de alteração do Projeto
Pedagógico do Curso, elaboradas no âmbito da Comissão de Criação, de
Reformulação, de desativação temporária, Reabertura ou de Extinção de
Curso.
XXIII. coordenar o processo permanente de melhoria do Curso de acordo com os
critérios de qualidade do ensino superior avaliados pelo Sistema Nacional de
Avaliação do Ensino Superior (SINAES);
XXIV. zelar pelo cumprimento do Calendário Acadêmico;
XXV. fornecer as informações necessárias à elaboração do Catálogo do Curso e
demais ações de divulgação dos programas e atividades de Graduação do
Campus inerentes ao Curso;
XXVI. organizar e manter em ordem o arquivo de documentos do curso (esse arquivo
servirá como base para reconhecimento ou renovação de reconhecimento do
curso);
XXVII. acompanhar e encaminhar os trâmites administrativos e ações decorrentes do
Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE);
XXVIII. ser responsável, em conjunto com o setor de pesquisa institucional, pelas
informações do curso a serem cadastradas no sistema E-Mec para fins de
cadastro de autorização do funcionamento, reconhecimento e renovação de
reconhecimento do curso, observadas as orientações da PróReitoria de Ensino;
XXIX. desempenhar outras atribuições inerentes ao cargo, não especificadas por esta
Resolução, quando orientadas pela Pró-Reitoria de Ensino.

80
A Coordenação do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas será
exercida por um professor graduado em área da Tecnologia da Informação (TI), com
titulação compatível com o cargo eleito a cada 2 (dois) anos pelo Colegiado do próprio
curso, podendo o mesmo ser reconduzido ao cargo por decisão deste mesmo
conselho.
A Coordenação do Curso será ocupada pelo Professor Bruno Vicente Alves
de Lima (40h – DE), Doutor em Engenharia Elétrica e de Computação pela
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Mestre e Bacharel em Ciência
da Computação pela Universidade Federal do Piauí (UFPI).

INFRAESTRUTURA

O Campus do IFMA - Coelho Neto, a partir de uma dimensão pedagógica,


apresenta concepções de edificações e instalações que têm como marca o respeito
ao meio ambiente, ventilação e iluminação. A infraestrutura do Campus apresenta
diversos ambientes para atender as necessidades pedagógicas e administrativas,
conforme disposto na Tabela 4.
Tabela 4 – Resumo da infraestrutura do IFMA - Campus Coelho Neto
ENSINO ADMINISTRATIVO
Descrição Quantidade Descrição Quantidade
Apoio ao Ensino 1 Administrativo 4
Auditório 1 Almoxarifado 1
Banheiro F 4 Assistência Social 1
Banheiro M 4 Banheiro F 2
Banheiro PNE 7 Banheiro M 3
Biblioteca 1 Banheiro PNE 1
Coordenação 4 Chefe Gabinete 1
Diretoria de Ensino 1 Copa 1
Laboratórios 7 Espera 2
Lavabo 6 Gabinete 1
Registro Acadêmico 1 Gabinete Diretor 1
Relações 1 Gabinete Médico 1
Institucionais
Sala de Aula 9 Gabinete Odontológico 0
Sala de Estudos 1 Protocolo 1
Sala de Professores 1 Sala de Enfermagem 1

81
As aulas teóricas do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas
ocorrerão nas salas de aula para aulas teóricas. O Campus conta uma Fábrica de
Inovação, como pode ser visto no Anexo III, utilizada pelos acadêmicos e docentes do
curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas em suas práticas e aprendizados
durante as atividades de ensino, pesquisa e extensão. As atividades práticas do curso
ocorrem nos laboratórios de informática. As instalações destes locais serão descritas
mais adiante.

Salas de Aula
O campus IFMA - Coelho Neto possui no total 8 salas de aula amplas e
acessíveis, com ambientes climatizados e bem iluminados, planejadas com conforto
e segurança com mobília adequada, possuindo aparelho de projeção, lousa digital, e
quadro branco, atendendo a todas as condições de salubridade.
Possuem manutenção periódica preventiva e corretiva, e as disposições
das carteiras permitem diferentes configurações espaciais que se adequam às
diferentes situações de aprendizagem. Todas as salas de aulas e laboratórios são
acessíveis, tendo rampas de acesso e corrimão para as salas que são no segundo
andar do prédio.

Sala de Professores
O Campus dispõe de 01 sala de professores ampla, arejada, bem iluminada
e climatizada, permitindo atendimento ao educando (coletivo e individual) e que o
professor tenha espaço adequado para desenvolver seu trabalho fora de sala de aula
e também possa ter momentos de relaxamento e lazer. A mesma está estruturada
com 01 geladeira, 01 impressora multifuncional, 09 computadores de uso geral, 01
gelágua, 01 TV 50”, 01 mesa de 04 lugares, 01 mesa de 08 lugares, 21 cadeiras, 01
sofá de 02 lugares, 01 sofá de 03 lugares, 45 armários individuais e 04 armários de
uso geral.

Sala da Coordenação
O Campus dispõe de 01 sala de Coordenação arejada, bem iluminada e climatizada,
permitindo atendimento ao educando (coletivo e individual) e que o coordenador tenha
espaço adequado para desenvolver seu trabalho. A mesma está estruturada com 01

82
computador, 01 impressora, 01 gelágua, 01 TV 42”, 01 mesa de trabalho e 01 porta
arquivos.

Laboratórios Específicos e/ou Didáticos


O Campus dispõe de 02 laboratórios de Informática com computadores
conectados diretamente com a Internet, utilizados em aulas práticas de componentes
curriculares que necessitam de simulação computacional, sendo o Laboratório 1
possuindo 39 computadores(desktop), 01 switch de 24 portas, rack para switch e 01
Datashow. Possui climatização por meio de ar-condicionado, iluminação artificial,
porta de acesso compatível com entrada de cadeirante (norma 9050).
O Laboratório 2 possui um total de 20 computadores (desktop) 01 switch
de 24 portas, rack para switch e 01 datashow. Possui climatização por meio de ar-
condicionado, iluminação artificial, porta de acesso compatível com entrada de
cadeirante (norma 9050).
Os softwares utilizados na relação de ensino e aprendizagem em ambos
os laboratórios são:
⮚ Ambientes de Programação: Java, Web (front-end e back-end), Python, C;
⮚ Aplicativos Utilitários tais como, Processador de Textos e Planilhas Eletrônicas;
⮚ Simulador de Redes Cisco Packet Tracer;
⮚ Ambiente de Programação Mobile: Sistema Android;

Fotos dos dois Laboratórios podem ser vistas no Anexo I.

Fábrica de Inovação
A Fábrica de Inovação é um elemento do projeto estratégico educacional
estabelecido pelo IFMA. O Campus Coelho Neto possui uma sala que é a Fábrica de
Inovação, onde é estimulado o desenvolvimento da pesquisa e da inovação,
solucionando demandas locais. A Fábrica é coordenada pelo Prof. Me. André Wallas
da Silva Sousa. O espaço contém um total de 05 computadores, mesas de estudos,
quadro branco, bancadas e kits de robóticas (kit lego e arduíno). As fotos da Fábrica
de Inovação do Campus Coelho Neto podem ser vistas no Anexo II.

Biblioteca
A Biblioteca do Instituto Federal do Maranhão - Campus Coelho Neto, visa
contribuir para o desenvolvimento do conhecimento técnico, científico e cultural da
83
comunidade escolar do IFMA. Atualmente, o Campus Coelho Neto conta com 04
profissionais em sua biblioteca, sendo 01 Bibliotecário-Documentalista e 03 Auxiliares
de Biblioteca.
Quanto à sua infraestrutura, a Biblioteca possui uma área total de (95m2),
o ambiente é bem arejado, climatizado e iluminado, adequado para o estudo e
pesquisa e para a conservação de materiais de informação, e possui o software
SophiA Biblioteca para a classificação e catalogação do acervo e pode ser acessado
pelo link: [Link]
Dispõe de 19 assentos de grupo, 6 assentos individuais, 4 computadores
com acesso à internet livre aos discentes e 2 computadores para uso administrativo,
como pode-se visualizar no Anexo IV. A Biblioteca do Instituto Federal do Maranhão -
Campus Coelho Neto funciona nos turnos matutino, vespertino e noturno, conforme a
seguir:

⮚ MATUTINO: 08h às 12h


⮚ VESPERTINO: 12h às 18h
⮚ NOTURNO: 18h às 22h

Quanto aos serviços e produtos oferecidos, tem-se:


⮚ Serviço de referência (auxílio à pesquisa);
⮚ Visita orientada;
⮚ Aquisição de recursos educacionais;
⮚ Tratamento técnico da coleção;
⮚ Classificação das obras;
⮚ Informação sobre a organização dos materiais;
⮚ Levantamento bibliográfico;
⮚ Cadastro de alunos e servidores;
⮚ Empréstimo domiciliar, devolução e renovação;
⮚ Estatísticas periódicas de utilização do acervo;
⮚ Incentivo ao hábito da leitura.

Quanto ao acervo, a Biblioteca dispõe de uma quantidade diversificada de


obras, que abrange várias áreas do conhecimento. Sua atualização acompanha o
crescimento do número de estudantes e a ampliação das vagas oferecidas aos
Cursos Técnicos e à criação de Cursos de Ensino Superior estipulados no Plano de
Desenvolvimento Institucional do IFMA (PDI 2019-2023).

84
A Biblioteca dispõe de diversos títulos e exemplares, dentre os materiais
disponibilizados aos usuários estão:

⮚ Títulos de livros
⮚ Exemplares de livros;
⮚ Exemplares de livros tombados;
⮚ Título de obras de referências;
⮚ Títulos de multimídia (DVD’s e CD’s);
⮚ Título de periódicos acadêmicos e científicos;
⮚ Títulos de Monografias, Teses e Dissertações;
⮚ Exemplares de periódicos acadêmicos e científicos.

O acervo da biblioteca do Campus Coelho Neto conta com livros das áreas
básicas, complementares da área de computação do eixo de formação profissional de
Análise e Desenvolvimento de Sistemas (Anexo 1). O empréstimo de material
bibliográfico só será efetuado ao corpo discente, aos docentes com cadastros
atualizado no SUAP Edu; e aos técnicos administrativos com cadastro ativos no
quadro de pessoal do Campus Coelho Neto. A qualquer pessoa será permitida a
pesquisa e empréstimo interno para consulta do acervo, respeitando os horários de
funcionamento e as regras da biblioteca.
Em relação ao acervo virtual atualmente o Campus de Coelho Neto adquiriu
o acesso suficiente para a demanda do curso no catálogo digital da Biblioteca a+, com
eBooks renomados no mercado e com integração aos principais sistemas nacionais.
A Biblioteca A inclui obras dos selos editoriais do Grupo A (Artmed, Artes médicas,
Bookman, Penso e SAGAH). As fotos da biblioteca do Campus Coelho Neto podem
ser visualizadas no Anexo III.

Auditórios
O Auditório é o local dedicado às atividades que exijam a presença de
grande quantidade de público; lugar dedicado à realização de seminários, congressos,
palestras, cursos de extensão etc., aberto ao público interno e externo, possuindo
sistema de som e imagem adequados para o seu objetivo.
O auditório do Campus Coelho Neto possui um total de 160 assentos com
um palco e acesso de cadeirantes, como pode ser visto nas fotos do Anexo IV. O mini-

85
auditório é utilizado para reuniões e atividades relacionadas ao curso(minicursos,
oficinas, workshops, etc), possui 28 assentos.

ACERVO

O acervo físico é diversificado em áreas como Filosofia, Ciências Sociais,


Matemática e Ciências Naturais, Ciências Aplicadas, Artes, Linguagem, Linguística,
Literatura, Geografia e História. São 1.121 títulos e 1.904 exemplares. Os jornais,
revistas e obras de referência (dicionários, enciclopédias, almanaques etc.) estão
disponíveis apenas para consulta interna. O acervo virtual é o da Biblioteca A,
reunindo mais de sete mil obras de diferentes selos editoriais.

TÍTULO ACERVO ACERVO


FÍSICO VIRTUAL
Programação I
BENEDUZZI, H. M.; METZ, J. A. Lógica e linguagem de
programação. Curitiba, PR: Editora do Livro Técnico, 2010. 39 Não
144 p.
MANZANO, J. A. N. G. Algoritmos: lógica para
desenvolvimento de programação de computadores / 5 Não
28. ed., 2016.
MORAIS, I. S. et al. Algoritmo e Programação. 1. ed. [s.l.]:
0 Sim
grupo A, 2018.
DASGUPTA, S.; PAPADMITRIOU, C.; VAZIRANI, U.
0 Sim
Algoritmos. 1. ed. [s.I]: AMGH, 2009.336 p.
SANTOS, M. G. Algoritmos e Programação. 1 ed. [S.I]:
0 Sim
Bookman, 2018. 89 p.
SANT'ANNA, S. R.; COSTA, W. T. Lógica de
programação e automação. Curitiba, PR: Livro Técnico, 3 Não
2012. 144 p.
Cálculo Integral e Diferencial
SILVA, C.; FERRAZ, M. S. A. Cálculo.[S.I.]: Sagah, 2019. 0 Sim
MUNIZ, N.; CAMINHA, A. Fundamentos de Cálculo. Rio
5 Não
de Janeiro: SBM, 2015.
STEWART, J. Cálculo. Vol 1. 5 ed. São Paulo: Pioneira
5 Não
Thomson Learning, 2006.
ROGAWSKI, J; ADAMS, C. Cálculo – Volume 1. [S.I]:
0 Sim
Bookman, 2018.
ANTON, H; BIVENS, I; DAVIS, S. Cálculo: Volume 1. [S.I.]:
0 Sim
Bookman, 2014.
SAFIER, F. PRÉ-CÁLCULO. 2 ed. [S.I.]: Bookman, 2011. 0 Sim
Arquitetura de Computadores

86
MONTEIRO, M. A. Introdução à organização de
5 Não
computadores. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
DELGADO, J.; RIBEIRO, C. Arquitetura de
5 Não
computadores. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
CÓRDOVA Jr., R. S.; SANTOS, S. C. B.; Kislansky, Pedro.
0 Sim
Fundamentos Computacionais. 1 ed. [S.I]: Sagah, 2018.
WEBER, R. F. Fundamentos de arquitetura de
3 Não
computadores. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
PAIXÃO, R. R. Arquitetura de computadores: PCs. São
5 Não
Paulo: Érica, 2014.
BROOKSHEAR, J. G. Ciência da Computação: Uma
0 Sim
Visão Abrangente. 11 ed. [S.I.]: Bookman, 2013.
Inglês Instrumental
DREY, R. F.; SELISTRE, I. C. T.; AIUB, T. Inglês: Práticas
0 Sim
de leitura e escrita. Penso, 2015.
VIDAL, A. G.; ABRANTES, E. L.; BONAMIN, M. C. Oficina
0 Sim
de Textos em Inglês Avançado. Sagah, 2018.
ABRANTES, E. L. et al. Oficina de Tradução, Versão e
0 Sim
Interpretação em Inglês. Sagah, 2018.
SCHMITZ, L. H. et al. Semântica do Inglês. Sagah, 2018. 0 Sim
SILVA, D. C. F.; DAIJO, J; PARAGUASSU, L.
0 Sim
Fundamentos de Inglês. Sagah, 2018.
FREEWAY v. 3: obra coletiva concebida, desenvolvida e
produzida pela Richmond Educação; Editora Veronica
5 Não
Teodorov. Co-autor Verônica Teodorov. São Paulo, SP:
Richmond Educação, 2010. 192 p.
Direito Digital
SILVA, L. S. H. T. et al. Direito Digital. Sagah, 2021. 0 Sim
PROTEÇÃO de dados. Co-autor Américo Ribeiro Magro,
Tarcísio Teixeira. Salvador: Editora JusPodivm, 2021. 272 5 Não
p. ISBN 9786556805146.
SOUSA, C. V. S. et al. Direito Administrativo. Sagah,
0 Sim
2019.
SANTANNA, G. Direito do Consumidor. Sagah, 2018. 0 Sim
FILHO, S. C. Programa de direito do consumidor. 5. ed.
5 Não
São Paulo, SP : Atlas, 2019
HENRIQUE GANDELMAN. De Gutemberg à internet:
direitos autorais na era digital. 5. ed. Rio de Janeiro, RJ: 3 Não
Record, 2007. 295 p.
Metodologia Científica
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23.
6 Não
ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.
FLICK, U. Introdução à metodologia científica: um guia
0 Sim
para iniciantes. 1 ed. [S.I]: Penso, 2012.
LOZADA, G.; NUNES, K. S. Metodologia científica. [S.I.]:
0 Sim
Sagah, 2019.
SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, M. P. B.
0 Sim
Metodologia de Pesquisa. 5 ed. [S.I.]: Penso, 2013.

87
Creswell, John W.; Creswell, J. David. Projeto de
Pesquisa: Métodos Qualitativo, Quantitativo e Misto. 5 ed. 0 Sim
Penso, 2021.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de
Pesquisa: Escolhendo entre cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: 0 Sim
Penso, 2014.
Português Instrumental
MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros
5 Não
e compressão. 3. ed. São Paulo: Parábola, 2008.
AZEVEDO, R. A. Português Básico. Penso, 2015. 0 Sim
BRASILEIRO, A. M. M. UniA: Leitura e Produção Textual.
0 Sim
Penso, 2015.
BAZERMAN, C. Gêneros textuais, tipificação e
3 Não
interação. 4 ed. Cortez. São Paulo, 2011. 165 p.
MEDEIROS, J. B. Correspondência : técnicas de
3 Não
comunicação criativa. 20 ed. São Paulo, SP : Atlas, 2010.
SOLÉ, I. Estratégias de Leitura. 6 ed. Penso, 1998. 0 Sim
Programação II
MANZANO, J. A. N. G. Linguagem C: acompanhada de
10 Não
uma xícara de café. São Paulo: Érica/Saraiva, 2015.
EDELWEISS, N. Algoritmos e programação com
5 Não
exemplos em Pascal e C, 2014.
PINHEIRO, F. A. C. Elementos de Programação em C.
0 Sim
[S.I.]: Bookman, 2012.
SANTOS, M. G. Algoritmos e Programação. 1 ed. [S.I]:
0 Sim
Bookman, 2018. 89 p.
BENEDUZZI, H. M.; METZ, J. A. Lógica e linguagem de
programação. Curitiba, PR: Editora do Livro Técnico, 2010. 39 Não
144 p.
MORAIS, I. S. et al. Algoritmo e Programação. 1. ed. [s.l.]:
0 Sim
grupo A, 2018.
Álgebra Linear
NICHOLSON, W. K. Álgebra Linear. 2 ed. [S.I]: Bookman,
0 Sim
2006.
DANESI, M. M.; SILVA, A. R. R.; PEREIRA Jr., S. A. A.
0 Sim
Álgebra Linear. [S.I.]: Sagah, 2019.
ANTON, H.; RORRES, C. Álgebra Linear com
0 Sim
Aplicações. 10 ed. [S.I.]: Bookman, 2012.
ANTON, H.; BUSBY, R. C. Álgebra Linear com
0 Sim
Aplicações. 1 ed. [S.I.]: Bookman, 2006.
SANTOS, F. J.; FERREIRA, S. F. Geometria Analítica.
0 Sim
[S.I.]: Bookman, 2009.
HEFEZ, A. Introdução à Álgebra Linear. Rio de Janeiro,
3 Não
RJ: SBM, 2022.292 p.
Programação Web I
MANZANO, J. A. N. G.; TOLEDO, S. A. Guia de orientação
e desenvolvimento de sites HTML, XHTML, CSS e 10 Não
JavaScript/JScript. 1 ed. Érica. São Paulo, 2010. 382p.

88
FLANAGAN, D. JavaScript: O Guia Definitivo. 6 ed. [S.I.]:
0 Sim
Bookman, 2012.
MILETTO, E. M.; BERTAGNOLLI, S. C. Desenvolvimento
de Software II: Introdução ao Desenvolvimento Web com 0 Sim
HTML, CSS, Javascript e PHP. [S.I]: Bookman, 2014.
RODRIGUES, A. Desenvolvimento para Internet.
33 Sim
Curitiba, PR: Livro Técnico, 2010. 120 p.
CROWDER, D. A.; PAPPI, J. L. M. Construindo Web Sites
Para Leigos- Tradução da 4ª Edição. 4. ed. Rio de
6 Não
Janeiro, RJ: Alta Books Editora, 2012. 428 p. ISBN
9788576086000.
KALBACH, J. Design de Navegação Web: Otimizando a
0 Sim
Experiência do Usuário. [S.I]. Bookman, 2009.
Educação Ambiental e Sustentabilidade
Sato, M.; Carvalho, I. Educação Ambiental: Pesquisa e
0 Sim
Desafios. [S.I.]: Artmed, 2005.
PIMENTA, H. C. D.. Gestão ambiental. Curitiba, PR: Livro
32 Não
Técnico, 2012.
PINHEIRO, A. C. F. B; PINHEIRO; CRIVELATO, M.;
PINHEIRO, A. L. F.B. Tecnologias sustentáveis. Editora 6 Não
Erica, 2014.
JUNIOR, Arlindo Philippi; PELICIONI, Maria Cecilia Focesi
(Ed.). Educação Ambiental e sustentabilidade. USP, 3 Não
2005.
LEONARD, A.; CONRAD, A. VIANNA, A. P. B.. A história
das coisas: da natureza ao lixo, o que acontece com 4 Não
tudo que consumimos. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.
VECCHIA, R.. O meio ambiente e as energias
renováveis: instrumentos de liderança visionária para a 3 Não
sociedade sustentável. Barueri, SP: Manole, 2010.
Sistemas Operacionais
TANENBAUM, A. S.; WOODHULL, A. S. Sistemas
Operacionais: Projeto e Implementação. [S.I.]: Bookman, 0 Sim
2008.
OLSEN, D. R.; PCHEK, Marcos Aurelio. Sistemas
operacionais. Curitiba, PR: Editora do Livro Técnico, 2010. 34 Não
160 p.
ALVES, W. P. Sistemas operacionais. São Paulo: Érica,
6 Não
2014.
CÓRDOVA Jr., R. S.; LEDUR, C. L.; MORAIS, I. S.
0 Sim
Sistemas Operacionais. [S.I.]: Sagah, 2019.
SILBERSCHATZ, A.; GALVIN, P. B.; GAGNE, G.
Fundamentos de sistemas operacionais. 9. ed. Rio de 5 Não
Janeiro: LTC, 2015.
MARTINS, J. S. et al. Sistemas Operacionais de Redes
0 Sim
Abertas. [S.I.]: Sagah, 2021.
Interação Humano-Computador

89
Rogers, Y.; Sharp, H.; Preece, J. Design de Interação:
Além da Interação Humano-Computador. [S.I.]: Bookman, 0 Sim
2013.
TIM, B. Design thinking: uma metodologia poderosa
para decretar o fim das velhas ideias. Alta Books. Rio de 10 Não
Janeiro, 2017.
MACHADO, L.; BEZZERA, W. R. Interfaces Sensíveis ao
Toque: Ergonomia, Usabilidade e Desenvolvimento. 1 5 Não
ed. Pacto Editorial, 2016.
KALBACH, J. Design de Navegação Web: Otimizando a
0 Sim
Experiência do Usuário. [S.I]. Bookman, 2009.
BARRETO, J. S. et al. Interface Humano-Computador.
0 Sim
[S.I.]: Sagah, 2018.
AMBROSE, G.; HARRIS, P. Design Thinking. [S.I.]:
0 Sim
Bookman, 2011.
Atividade Curricular de Extensão I
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas.
0 Sim
4. ed. Bookman, 2020.
BITENCOURT, C. Gestão Contemporânea de Pessoas. 2
0 Sim
ed. Bookman, 2010.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria,
3 Não
técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo, SP: Érica, 2010.
NEWSTROM, J. W. Comportamento Organizacional: O
Comportamento Humano no Trabalho. 12 ed. McGraw-Hill, 0 Sim
2008.
BALTZAN, P. Tecnologia Orientada para Gestão. 6 ed.
0 Sim
Bookman, 2016.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de
Pesquisa: Escolhendo entre cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: 0 Sim
Penso, 2014.
Programação Orientada à Objetos
MANZANO, J. A. N. G. Programação de computadores
8 Não
com Java. São Paulo: Érica, 2014.
MACHADO, R. P.; FRANCO, M. I.; BERTAGNOLLI, S. C.
Desenvolvimento Web III: Programação de Sistemas Web 0 Sim
Orientado à Objetos em Java. [S.I.]: Bookman, 2016.
SCHILDT, H. Java para Iniciantes: crie, Compile, Execute
0 Sim
Programas Java Rapidamente. [S.I.]: Bookman, 2015.
SANTOS, M. G. Algoritmos e Programação. [S.I]: Sagah,
0 Sim
2018.
HORSTMANN, C. Conceitos de Computação em Java:
0 Sim
Compatível com Java 5 & 6. 5 ed. [S.I.]: Bookman, 2009.
GOODRICH, M. T.; TAMASSIA, R. Estruturas de Dados e
0 Sim
Algoritmos em Java. 5 ed. [S.I.]: Bookman, 2013.
Probabilidade e Estatística
BECKER, J. L. Estatística Básica: Transformando Dados
0 Sim
em Informação. [S.I.]:Bookman, 2015.
SILVA, J. S. F.; GRAMS, A L. B.; SILVEIRA, J. F.
0 Sim
Estatística. [S.I.]: Sagah, 2018.
90
SPIEGEL, M. R.; SCHILLER, J. J.; SRINIVASAN, R. A.
0 Sim
Probabilidade e Estatística. 3 ed. [S.I.]: Bookman, 2012.
VIGILLITO, S. B. Estatística Aplicada. Saraiva. São Paulo,
8 Não
2017. 664 p.
MORETTIM, P. A. Estatística Básica. 9 ed. Saraiva. São
6 Não
Paulo, 2017. 554 p.
NAVIDI, W. Probabilidade e Estatística para Ciências
0 Sim
Exatas. McGraw-Hill, 2012.
Programação Web II
SOARES, W. PHP 5: conceitos, programação e
integração com bancos de dados. 7ª edição. São Paulo: 10 Não
Érica/Saraiva, 2013.
SARAIVA, M. O.; BARRETO, J. S. Desenvolvimento Web
0 Sim
com PHP. [S.I.]: Sagah, 2018.
RODRIGUES, A. Desenvolvimento para Internet.
33 Não
Curitiba, PR: Livro Técnico, 2010. 120 p.
DEITEL, P.; DEITEL, H.; Listfield, T. R.; Nieto, C.; Yaeger,
C ;Zlatkina, M. C#: como programar. 5. ed. São Paulo, SP: 0 Sim
Pearson, 2017. 1216 p.
MILETTO, E. M.; BERTAGNOLLI, S. C. Desenvolvimento
de Software II: Introdução ao Desenvolvimento Web com 0 Sim
HTML, CSS, Javascript e PHP. [S.I]: Bookman, 2014.
LEDUR, C. L. Desenvolvimento de Sistemas com C#.
0 Sim
[S.I.]: Sagah, 2018.
Banco de Dados
PICHETTI, R. F.; VIDA, E. S.; CORTES, V S. M. P. Banco
0 Sim
de Dados. [S.I.]: Sagah, 2020.
CARDOSO, G. C.; CARDOSO, V. M. Sistemas de banco
de dados: uma abordagem introdutória e aplicada. São 8 Não
Paulo: Saraiva, 2013.
ANGELOTTI, E. S. Banco de dados. Curitiba, PR: Editora
42 Não
do Livro Técnico, 2010. 120 p.
BARBOZA, F. F. M.; FREITAS, P. H. C. Modelagem e
Desenvolvimento de Banco de Dados. [S.I.]: Sagah, 0 Sim
2018.
RAMAKRISHNAN, R.; GEHRKE, J. Sistemas de
gerenciamento de banco de dados. Porto Alegre: AMGH, 5 Não
2008.
HEUSER, C. A. Projeto de Banco de Dados. 6 ed. [S.I.]:
0 Sim
Bookman, 2009. v.4
Redes de Computadores
OLSEN, D. R.; LAUREANO, M. A. P. Redes de
computadores. Curitiba, PR: Editora do Livro Técnico, 46 Não
2010. 120 p.
BARRETO, J. S.; ZANIN, A.; SARAIVA, M. O.
Fundamentos de Redes de Computadores. [S.I.]: Sagah, 0 Sim
2018.
SOUSA, L. B. Redes de computadores: guia total. 2ª
10 Não
edição. São Paulo: Érica, 2014.
91
LACERDA, P. S. P. et al. Projeto de Redes de
0 Sim
Computadores. [S.I.]: Sagah, 2021.
FOROUZAN, B. A.; MOSHARRAF, F. Redes de
Computadores: Uma Abordagem Top-Down. [S.I.]: 0 Sim
McGraw-Hill, 2013.
Comer, D. E. Redes de Computadores e Internet. 6 ed.
0 Sim
[S.I.]: Bookman, 2016.
Atividade Curricular de Extensão II
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas.
0 Sim
4. ed. Bookman, 2020.
BITENCOURT, C. Gestão Contemporânea de Pessoas. 2
0 Sim
ed. Bookman, 2010.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria,
3 Não
técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo, SP: Érica, 2010.
NEWSTROM, J. W. Comportamento Organizacional: O
Comportamento Humano no Trabalho. 12 ed. McGraw-Hill, 0 Sim
2008.
BALTZAN, P. Tecnologia Orientada para Gestão. 6 ed.
0 Sim
Bookman, 2016.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de
Pesquisa: Escolhendo entre cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: 0 Sim
Penso, 2014.
Estrutura de Dados
VETORAZZO, A. S. Estrutura de Dados. [S.I.]: Sagah,
0 Sim
2018.
Pinto, Rafael A. et al. Estrutura de Dados. [S.I.]: Sagah,
0 Sim
2019.
CURY, T. E. et al. Estrutura de Dados. [S.I.]: Sagah, 2018. 0 Sim
RODRIGUES, T. N. et al. Estrutura de Dados em Java.
0 Sim
[S.I.]: Sagah, 2021.
AGUILAR, L. J. Fundamentos de programação:
algoritmos, estruturas de dados e objetos. 3. ed. Porto 5 Não
Alegre: AMGH, 2008.
SZWARCFITER, J. L.; MARKENSON, L. Estruturas de
dados e seus algoritmos. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 5 Não
2010.
Aprendizado de Máquina
LENZ, M. L. et al. Fundamentos de Aprendizagem de
0 Sim
Máquina. [S.I.]: Sagah, 2020.
SILVA, F. M. et al. Inteligência Artificial. [S.I.]: Sagah,
0 Sim
2019.
HAYKIN, Simon. Redes Neurais: Princípios e Prática. 2 ed.
0 Sim
[S.I]: Bookman, 2001.
SANTOS, R. R. et al. Fundamentos de Big Data. [S.I.]: 0 Sim
Sagah, 2021.
PADILHA, J. et al. Analytics para Big Data. [S.I]: Sagah, 0 Sim
2022.
FERREIRA, R. G. C. et al. Preparação e Análise
0 Sim
Exploratória de Dados. [S.I.]: Sagah, 2021.
92
Engenharia de Software I
PAULA Filho, W. P. Engenharia de Software: projetos e
6 Não
processos. 4. ed. Rio de Janeiro, RJ : LTC Ed., 2019. 2.v.
PRESSMAN, R. S.; MAXIN, B. R. Engenharia de software:
uma abordagem profissional. 9. ed. Porto Alegre, RS: 10 Não
AMGH, 2021. 672p.
SCHACH, S. R. Engenharia de Software: Os Paradigmas
0 Sim
Clássico & Orientado a Objetos. 7. ed. McGraw-Hill, 2009.
VETORAZZO, A. S. Engenharia de Software. Sagah,
0 Sim
2018.
MORAIS, I. S.; ZANIN, A. Engenharia de Software. Sagah,
0 Sim
2017.
REINEHR, S. Engenharia de Requisitos. Sagah, 2020. 0 Sim
Sistemas de Informação
GORDON, S. R.; GORDON, J. R. Sistemas de
informação: uma abordagem gerencial. 3. ed. Rio de 5 Não
Janeiro: LTC, 2006.
AUDY, J. L. N.; ANDRADE, G. K.; CIDRAL, A.
Fundamentos de sistemas de informação. Porto Alegre: 5 Não
Bookman, 2011.
AUDY, J. L. N.; BRODBECK, Â. F. Sistemas de
Informação: Planejamento e Alinhamento Estratégico nas 0 Sim
Organizações. [S.I.]: Bookman, 2003.
SORDI, J. O. Administração de sistema de informação.
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Nova edição. São Paulo: SaraivaUni, 2018.
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informação: como otimizar a empresa por meio dos 3 Não
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GONÇALVES, G. R. B. Sistemas de Informação. Sagah,
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2017.
Inovação, Empreendedorismo e Negócios Digitais
HISRICH, R. D.; PETERS, M. P.; SHEPHERD, D A.
0 Sim
Empreendedorismo. 9. ed. [S.I.]: Bookman, 2014.
AFFONSO, L. M. F.; RUWER, L. M. E.; GIACOMELLI, G.
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Empreendedorismo. [S.I.]: Sagah, 2018.
GAUTHIER, F. A. O. Empreendedorismo. Curitiba, PR:
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Livro Técnico, 2010.
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fundamentos e técnicas para criatividade. Rio de 3 Não
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GALLI, A. V.; GIACOMELLI, G. Empreendedorismo. 3 ed.
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[S.I.]: Sagah, 2017.
BESSANT, J.; TIDD, J. Inovação e Empreendedorismo. 3
0 Sim
ed. [S.I.]: Bookman, 2019.
Contabilidade de Custos
GRECO, A. L.; AREND, L. R. Contabilidade: Teoria e
5 Não
Práticas Básicas. São Paulo: Saraiva, 2016.
RIBEIRO, O. M. Contabilidade de custos. 10. ed. São 5 Não
Paulo, SP: Saraiva, 2018. 260 p.
93
BONHO, F. T.; SILVA, F. M.; ALVES, A. Contabilidade 0 Sim
Básica. [S.I.]: Sagah, 2019.
MARTINS, E. Contabilidade de custos: livro de
3 Não
exercícios. São Paulo, SP: Atlas, 2021.165 p.
CREPALDI, S. A. Curso básico de contabilidade de
3 Não
custos. 5ed. São Paulo, SP: Atlas, 2010.
GOLDSTEIN, L. J. et al. Matemática Aplicada: Economia, 0 Sim
Administração e Contabilidade. 12 ed. Bookman, 2012.
Atividade Curricular de Extensão III
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas.
0 Sim
4. ed. Bookman, 2020.
BITENCOURT, C. Gestão Contemporânea de Pessoas. 2
0 Sim
ed. Bookman, 2010..
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria,
3 Não
técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo, SP: Érica, 2010.
NEWSTROM, J. W. Comportamento Organizacional: O
Comportamento Humano no Trabalho. 12 ed. McGraw-Hill, 0 Sim
2008.
Baltzan, P. Tecnologia Orientada para Gestão. 6 ed.
0 Sim
Bookman, 2016.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de
Pesquisa: Escolhendo entre cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: 0 Sim
Penso, 2014.
Programação para Dispositivos Móveis
DEITEL, P.; DEITEL, H.; DEITEL, A. Android: como
0 Sim
Programar. 2 ed. Bookman, 2015.
DEITEL, P.; DEITEL, H.; WALD, A. Android 6 para
Programadores: Uma Abordagem Baseada em 0 Sim
Aplicativos. 3 ed. Bookman, 2016.
Morais, M. S. F. et al. Fundamentos de Desenvolvimento
0 Sim
Mobile. Sagah, 2022.
SIMAS, V. L. et al. Desenvolvimento para Dispositivos
0 Sim
Móveis. Sagah, 2019. v. 2.
KOCHAN, S. G. Programação com Objective-C. 5 ed.
0 Sim
Bookman, 2014.
OLIVEIRA, D. B. et al. Desenvolvimento para
0 Sim
Dispositivos Móveis. Sagah, 2019. v. 1.
Projeto e Desenvolvimento de Sistemas
LEDUR, C. L. Análise e Projeto de Sistemas. Sagah,
0 Sim
2018.
MASCHIETTO, L. G. et al. Processos de
0 Sim
Desenvolvimento de Software. Sagah, 2020.
ALVES, W. P. Análise e projetos de sistemas: estudo
10 Não
prático. São Paulo: Érica/Saraiva, 2017.
LARMAN, C. Utilizando UML e Padrões: Uma Introdução
à Análise e ao Projeto Orientados a Objetos e ao 0 Sim
Desenvolvimento Iterativo. 3. ed. Bookman, 2007.
BARBOZA, F. F. M.; FREITAS, P. H. C. Modelagem e
0 Sim
Desenvolvimento de Banco de Dados. Sagah, 2018.
94
CARDOSO, G. C.; CARDOSO, V. M. Sistemas de banco
de dados: uma abordagem introdutória e aplicada. São 8 Não
Paulo: Saraiva, 2013.
Gerência de Projetos de Software
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas.
0 Sim
4. ed. Bookman, 2020.
PRIKLADNICKI, R.; WILL, R.; MILANI, F. Métodos Ágeis
0 Sim
para Desenvolvimento de Software. Bookman, 2014.
COHN, M. Desenvolvimento de Software com Scrum:
0 Sim
Aplicando Métodos Ágeis com Sucesso. Bookman, 2011.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria,
3 Não
técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo, SP : Érica, 2010.
ALVES, William Pereira. Análise e projetos de sistemas:
10 Não
estudo prático. São Paulo: Érica/Saraiva, 2017.
MASCHIETTO, L. G. et al. Desenvolvimento de Software
0 Sim
com Metodologias Ágeis. Sagah, 2021.
Engenharia de Software II
PRESSMAN, Roger; MAXIM, Bruce. Engenharia de
6 Não
software. 8 ed. Porto Alegre: AMGH, 2016.
ALVES, William Pereira. Análise e projetos de sistemas:
10 Não
estudo prático. São Paulo: Érica/Saraiva, 2017.
REINEHR, S. Engenharia de Requisitos. Sagah, 2020. 0 Sim
LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: uma
introdução à análise e ao projeto orientados a objetos e
3 Não
ao desenvolvimento iterativo. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2007. 695p.
PADUA FILHO, Wilson de Paula. Engenharia de software.
4 Não
3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
GONÇALVEZ, P. F. et al. Testes de Softwares e Gerência
0 Sim
de Configuração. Sagah, 2019.
Trabalho de Conclusão de Curso I
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23.
6 Não
ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.
FLICK, U. Introdução à metodologia científica: um guia
0 Sim
para iniciantes. 1 ed. [S.I]: Penso, 2012.
LOZADA, G.; NUNES, K. S. Metodologia científica. [S.I.]:
0 Sim
Sagah, 2019.
SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, M. P. B.
0 Sim
Metodologia de Pesquisa. 5 ed. [S.I.]: Penso, 2013.
Creswell, John W.; Creswell, J. David. Projeto de
Pesquisa: Métodos Qualitativo, Quantitativo e Misto. 5 ed. 0 Sim
Penso, 2021.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de
Pesquisa: Escolhendo entre cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: 0 Sim
Penso, 2014.
Microcontroladores
MONK, S. Programação com Arduíno: começando com
0 Sim
Sketches. 2. ed. Bookman, 2017.

95
MONK, S. Programação com Arduíno II: Passos
0 Sim
avançados com Sketches. Bookman, 2015.
MEYERS, S. C++ Eficaz: 55 Maneiras de Aprimorar Seus
0 Sim
Programas e Projetos. 3. ed. Bookman, 2011.
MONK, S. 30 Projetos com Arduíno. 2 ed. Bookman,
0 Sim
2014.
PINHEIRO, F. A. C. Elementos de Programação em C.
0 Sim
Bookman, 2012.
LENZ, M. L.; MORAES, M. L. Eletrônica Digital. Sagah,
0 Sim
2019.
Atividade Curricular de Extensão IV
KERZNER, H. Gestão de Projetos: As Melhores Práticas.
0 Sim
4. ed. Bookman, 2020.
BITENCOURT, C. Gestão Contemporânea de Pessoas. 2
0 Sim
ed. Bookman, 2010..
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria,
3 Não
técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo, SP: Érica, 2010.
NEWSTROM, J. W. Comportamento Organizacional: O
Comportamento Humano no Trabalho. 12 ed. McGraw-Hill, 0 Sim
2008.
Baltzan, P. Tecnologia Orientada para Gestão. 6 ed.
0 Sim
Bookman, 2016.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de
Pesquisa: Escolhendo entre cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: 0 Sim
Penso, 2014.
Direitos Humanos, Diversidade e Inclusão
COMPARATO, Fábio Konder. A afirmação histórica dos
5 Não
direitos humanos. São Paulo: Saraiva, 2019.
DORETO, D. T. et al. Questão Social, Direitos Humanos
0 Sim
e Diversidade. Sagah, 2018.
SCARANO, R. C. V. et al. Direitos Humanos e
0 Sim
Diversidade. Sagah, 2018.
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro:
3 Não
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ARAKAKI, F. F. S.; MELLO, G. V. Direitos Humanos.
0 Sim
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RAMOS, A. C. Curso de Direitos Humanos. 8 ed. São
5 Não
Paulo, SP : Saraiva Educação, 2021.
Administração Financeira e Análise de Investimento
LEMOS, F. Análise Técnica dos Mercados Financeiros:
um guia completo dos métodos de negociação de 5 Não
ativos. 2 ed. São Paulo, SP: Saraiva Educação, 2018.
ASSAF NETO, A. Mercado Financeiro. 14 ed. São Paulo,
7 Não
SP: Atlas, 2021.
OPPENHEIMER, P. C. Lucrando com Ações a longo
prazo: Como ganhar com os Ciclos do Mercado Financeiro. 0 Sim
Bookman, 2021.
NASCIMENTO, L. B. G. et al. Criptomoedas e Blockchain.
0 Sim
Sagah, 2021.
96
VIEIRA, F. M. et al. Mercado de Renda Fixa e Derivativos.
0 Sim
Sagah, 2022.
PEREIRA Jr., S. A. A. et al. Fundamentos de Finanças.
0 Sim
Sagah, 2020.
Padrões de Projetos e Teste de Software
PEZZÈ, M.; YOUNG, M. Teste e Análise de Software:
0 Sim
Processos, Princípios e Técnicas. Bookman, 2008.
GAMMA, E; HELM, R.; JOHNSON, R.; VLISSIDES, J.
Padrões de Projetos: Soluções Reutilizáveis de Software 0 Sim
Orientados a Objetos. Bookman, 2020.
HORSTMANN, C. Padrões e Projetos Orientados a
0 Sim
Objetos. 2 ed. Bookman, 2007.
GONÇALVEZ, P. F. et al. Testes de Softwares e Gerência
0 Sim
de Configuração. Sagah, 2019.
MOLINARI, L. Gestão de projetos [texto]: Teoria,
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técnicas e práticas. 1 ed. São Paulo, SP: Érica, 2010.
LARMAN, Craig. Utilizando UML e padrões: uma
introdução à análise e ao projeto orientados a objetos e
3 Não
ao desenvolvimento iterativo. 3. ed. Porto Alegre:
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Governança de Tecnologia da Informação
POTIER F. et al. Gestão de Contratos e Orçamentos de
0 Sim
TI. Sagah, 2019.
MORAIS, I. S.; GONÇALVES, G. R. B. Governança de
0 Sim
Tecnologia da Informação. Sagah, 2018.
MARIANO, D. C. B. et al. Infraestrutura de TI. Sagah,
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ANDRADE, A.; ROSSETTI, J. P. Governança corporativa:
fundamentos, desenvolvimento e tendências. [Link]. São 5 Não
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SOMASUNDARAM, G.; SHRIVASTAVA, A.; EMC
Education Services. Armazenamento e Gerenciamento
0 Sim
de Informações: Como armazenar, Gerenciar e Proteger
Informações Digitais. Bookman, 2001.
BURGELMAN, R. A.; CHRISTENSEN, C. M.;
WHEELWRIGTH, S. C. Gestão Estratégica da
0 Sim
Tecnologia e da Inovação: Conceitos e Soluções. 5 ed.
McGraw-Hill, 2013.
Auditoria e Segurança da Informação
AGRA, A. D.; BARBOZA, F. F. M. Segurança de Sistemas
0 Sim
da Informação. Sagah, 2019.
WRIGHTSON, T. Segurança de Redes Sem Fio: Guia do
0 Sim
Iniciante. Bookman, 2014.
BARRETO, J. S. et al. Fundamentos de Segurança da
0 Sim
Informação. Sagah, 2018.
FILHO, J. E. M. Análise de Tráfego em Redes TCP/IP
[texto] : Utilize tcpdump na análise de tráfegos em
3 Não
qualquer sistema operacional. Novatec Editora. São
Paulo, 2013. 416 p.
97
MCCLURE, S.; SCAMBRAY, J.; KURTZ, G. Hackers
Expostos: Segredos e Soluções para a Segurança de 0 Sim
Redes. 7 ed. Bookman, 2014.
SOUSA, L. B. Redes de computadores: guia total. 2ª
10 Não
edição. São Paulo: Érica, 2014.
Trabalho de Conclusão de Curso II
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23.
6 Não
ed. rev. e atual. São Paulo: Cortez, 2007.
FLICK, U. Introdução à metodologia científica: um guia
0 Sim
para iniciantes. 1 ed. [S.I]: Penso, 2012.
LOZADA, G.; NUNES, K. S. Metodologia científica. [S.I.]:
0 Sim
Sagah, 2019.
SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, M. P. B.
0 Sim
Metodologia de Pesquisa. 5 ed. [S.I.]: Penso, 2013.
Creswell, John W.; Creswell, J. David. Projeto de
Pesquisa: Métodos Qualitativo, Quantitativo e Misto. 5 ed. 0 Sim
Penso, 2021.
CRESWELL, J. W. Investigação Qualitativa e Projeto de
Pesquisa: Escolhendo entre cinco abordagens. 3 ed. [S.I.]: 0 Sim
Penso, 2014.

CERTIFICAÇÃO E DIPLOMA

O diploma de conclusão de curso de graduação é o documento oficial


expedido ao estudante que concluiu todos os componentes curriculares e os créditos
teóricos e práticos, correspondentes, iguais ou superiores ao mínimo estabelecido
neste Projeto Pedagógico de Curso, além de estar em situação regular com o ENADE,
devendo ser observado o prazo de integralização, em seus tempos mínimo e máximo,
fixado neste documento e conforme a legislação vigente no IFMA.
A conclusão do Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas –
os seis semestres previstos cursados – confere direito ao diploma de graduação em
Curso Superior de Tecnologia e o respectivo histórico escolar que o acompanha inclui
as competências profissionais definidas no perfil profissional de seus concluintes. O
diploma será expedido ao aluno que desenvolver todas as competências previstas e
frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) das horas-aulas em cada um
deles ao longo dos módulos que compreendem o Curso, até o prazo máximo para
integralização, após realizar a colação de grau na data agendada pela instituição.
Segundo a Resolução 117/2013 em seu artigo nº 139 é obrigatório estar em situação
regular com o ENADE.

98
As normas para expedição de Diplomas, Certificados e Históricos
Escolares finais estão normatizadas através de regulamento próprio: a Resolução nº
013/2019 - que dispõe a Expedição e o Registro de Diplomas de Cursos Superiores
de Graduação no âmbito do IFMA e para diplomas obtidos no exterior poderão ser
reavaliados pela Resolução nº 061/2016 - que dispõe sobre as normas para
revalidação de diplomas de Cursos Técnicos e de Graduação expedidos por
estabelecimentos estrangeiros de ensino no IFMA.

99
REFERÊNCIAS

LIMA, L. Quase 80% dos profissionais de tecnologia pediriam demissão para não abrir
mão do home office. Exame. 16 nov. 2022. Disponível em:
[Link]
demissao-para-nao-abrir-mao-do-home-office/. Acesso em: 23 nov. 2022.
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Graduação. Brasília: MEC/SESu, 1998

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BRASIL. Lei federal nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20
de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional,
para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática
"História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências. Diário Oficial da União,
Poder Executivo, Brasília, 9 jan.2003.
BRASIL. Lei federal nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o sistema nacional
de avaliação da educação superior - sinaes e dá outras providências. Brasília/DF:
2004.
BRASIL. Lei federal nº 11.645, de 10 março de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20
de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que
estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo
oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura
Afro-Brasileira e Indí[Link]ário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília,10 mar.
2008.
BRASIL. Lei federal nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional
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BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CES Nº 002 de 18 junho de
2007. Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização
e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CES Nº 007 de 18 dezembro de
2018. Estabelece as Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e
regimenta o disposto na Meta 12.7 da Lei nº 13.005/2014, que aprova o Plano
Nacional de Educação - PNE 2014-2024 e daí outras providências.

100
BRASIL. Ministério da Educação. Lei de diretrizes e bases da educação nacional,
Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Diário Oficial da República Federativa do
Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, v. 134, n. 248, 23 dez. 1996.
CONSUP/IFMA. Resolução nº 21/2021, de 22 de junho de 2021. Aprova a
alteração na Resolução Nº 060, de 18 de junho de 2019 que trata sobre as Normas
de Acesso à Educação Profissional Técnica de Nível Médio e à Educação Superior
do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão. São Luís: 22
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CONSUP/IFMA. Resolução nº 42/2016, de 26 de abril de 2016. Aprova a Política de
Estágio e Egresso do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do
Maranhão. São Luís: 26 abr. 2016.
CONSUP/IFMA. Resolução nº 036/2020, de 28 de julho de 2020. Aprova o
Regulamento da Política de Assistência ao Educando do Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão. São Luís:28 jul 2020.
CONSUP/IFMA. Resolução nº 013/2019, de 22 de maio de 2019 . Dispõe a
Expedição e o Registro de Diplomas de Cursos Superiores de Graduação no âmbito
do Instituto Federal de educação, ciência e tecnologia do Maranhão. São Luís: 22
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CONSUP/IFMA. Resolução nº 124/2018, de 10 de dezembro de 2018. Dispõe
acerca do Regimento Interno dos Campi do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Maranhão. São Luís: 10 dez. 2018.
CONSUP/IFMA. Resolução Nº 088/2017 - Dispõe sobre as Normas
Regulamentadoras para o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) De Graduação do
Instituto Federal do Maranhão. São Luís: CONSUP/IFMA 2017.
CONSUP/IFMA. Resolução nº 047/2015, de 18 de setembro de 2015. Aprova a
Política de Programas e Projetos de Extensão no âmbito Instituto Federal de
Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão. São Luís: 18 set. 2015.
CONSUP/IFMA. Resolução n° 15/2015, de 27 de fevereiro de 2015
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Específicas - NAPNE do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do
Maranhão. São Luís: 27 de fev. 2015.
CONSUP/IFMA. Resolução nº 117/2013, de 30 de setembro de 2013. Aprova as
Normas Gerais dos Cursos de Graduação do Instituto Federal de Educação, Ciência
e Tecnologia do Maranhão. São Luís: 30 set. 2013.
CONSUP/IFMA. Resolução nº 060/2013, de 16 de janeiro de 2013. Aprova, Ad
Referendum Do Conselho Superior, As Competências Dos Coordenadores De
Cursos Da Educação Superior Do Instituto Federal De Educação, Ciência E
Tecnologia Do Maranhão. São Luís: 16 de jan. 2013.

101
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regulamento do Colegiado de Curso Superior do Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia do Maranhão. São Luís: Conselho Superior, 2016
CONSUP/IFMA. Resolução nº 121, de 12 de novembro de 2010. Aprova o
Regimento da Comissão Própria de Avaliação do Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia do Maranhão São Luís: Conselho Superior, 2010.
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Maranhão, 1986.
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Desenvolvimento Econômico, Laboratório de Geoprocessamento - UEMA. São
Luís: GEPLAN, 2002.

102
Instituto Federal do Maranhão (IFMA). Projeto Pedagógico do Curso Graduação
em Administração. Coelho Neto: IFMA, 2019.
Instituto Federal do Maranhão (IFMA). Proposta de Criação do Curso Superior de
Tecnologia em Sistemas para Internet. Timon: IFMA, 2022.
Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN). Projeto Pedagógico do Curso
Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Natal: IFRN,
2012.
Instituto Federal do Piauí (IFPI). Projeto Pedagógico do Curso Superior de
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Teresina: IFPI, 2018.
Instituto Federal do Maranhão (IFMA). Plano de Desenvolvimento Institucional –
IFMA / 2019 – 2023. São Luís: IFMA, 2019.
Ministério da Educação. Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia.
3 ed. Brasília: Esplanada dos Ministérios, 2016.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (Brasil). Conselho Pleno. Resolução
CNE/CP 3, 18 de dezembro de 2002. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais
Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia.
Diário Oficial da União, 23 dez. 2002. Disponível em:
[Link] Acesso em: 21 jun. 2022.

103
ANEXO I – Fotos dos Laboratórios de Informática do Campus Coelho Neto

Figura 4 – Laboratório de Informática I

(A)

(B)

104
Figura 5 – Laboratório de Informática II

(A)

(B)

105
ANEXO II – Fotos da Fábrica de Inovação

Figura 6 – Entrada da Fábrica de Inovação

Figura 7 – Interior da Fábrica de Inovação

106
Figura 8 – Espaço com Mesas na Fábrica de Inovação

Figura 9 – Visão Geral da Fábrica de Inovação

107
ANEXO III – Fotos da Biblioteca do Campus Coelho Neto

Figura 10 – Mesas de Estudos da Biblioteca

Figura 11 – Bancadas de Estudos Individuais

108
Figura 12 – Computadores Disponíveis para Pesquisas na Biblioteca

Figura 13 – Acervo Físico da Biblioteca

109
ANEXO IV – Fotos do Auditório do Campus Coelho Neto

Figura 14 – Visão Geral do Auditório

Figura 15 – Visão do Auditório a partir do Palco

110

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