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O documento discute a influência da Web 2.0 na educação, destacando a evolução das interações online e a participação ativa dos usuários na produção de conteúdo. Além disso, aborda a importância dos materiais didáticos no ensino de línguas, enfatizando a necessidade de adaptação e a utilização de novas tecnologias para a criação de materiais digitais. A Web 2.0 oferece oportunidades para que professores publiquem e compartilhem seus próprios materiais didáticos, facilitando o acesso e a distribuição.
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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O documento discute a influência da Web 2.0 na educação, destacando a evolução das interações online e a participação ativa dos usuários na produção de conteúdo. Além disso, aborda a importância dos materiais didáticos no ensino de línguas, enfatizando a necessidade de adaptação e a utilização de novas tecnologias para a criação de materiais digitais. A Web 2.0 oferece oportunidades para que professores publiquem e compartilhem seus próprios materiais didáticos, facilitando o acesso e a distribuição.
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ANAIS DO XV CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA

WEB 2.0 E MATERIAIS DIDÁTICOS DE LÍNGUAS:


REFLEXÕES NECESSÁRIAS
Márcio Luiz Corrêa Vilaça (UNIGRANRIO)
professorvilaca@[Link]

1. Introdução
É fácil constatar a forte presença da internet em diversas práticas
sociais, o que tem impactado as formas como interagimos e vivemos. Es-
te fato logicamente é mais fácil de ser identificado nas crianças e nos jo-
geração y nativo digi-
tal u-
são digital, que inclui o maior acesso às tecnologias de informação nas
escolas e nas residências.
No caso específico do Brasil, o governo tem trabalhado no intuito
de universalizar o acesso às tecnologias de informação e comunicação
(TIC) e à internet rápida (banda larga)177.
A maior presença de computadores em escolas, cursos e institui-
ções de ensino superior também é bastante visível, inclusive em projetos
e laboratórios de informática. No ensino superior, esta questão é bastante
nítida e intensa, sendo crescente o número professores que levam a inter-
net para as suas aulas.
Em termos práticos, este contexto de expansão tecnológica é auxi-
liado por condições econômicas mais estáveis, preços mais acessíveis,
maior oferta de computadores (desktop, notebooks e netbooks), diversas
opções de crédito etc. Hoje é possível comprar computadores de mesa
(desktops), notebooks e netbooks em mercados, lojas de eletrodomésticos
e eletrônicos, livrarias...
Como consequência prática, estamos cada vez mais conectados,
inclusive por telefones celulares, smartphones e tablets.
Esta significativa presença online tem contribuído significativa-
mente para o que tem sido denominado de Web 2.0.

177
Informações atualizadas podem ser obtidas no site governamental destinado à
inclusão digital: [Link]

Cadernos do CNLF, Vol. XV, Nº 5, t. 1. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2011 p. 1017


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2. Compreendendo a Web 2.0


Definir a Web 2.0 não é uma tarefa simples, uma vez que não se
trata de uma atualização técnica da internet. Além disso, ela não pode ser
marcada por um acontecimento histórico específico. Em outras palavras,
não é possível apontar uma tecnologia ou uma data específica para o seu
começo (BARROS, 2009).
A numeração 2.0 sugere uma atualização de versão, assim como
acontece comumente com softwares. No entanto, conforme discutiremos,
a passagem do que consideramos Web 1.0 para a 2.0 está relacionada à
compreensão de mudança de paradigmas de formas de acesso, uso, parti-
cipação e interação na internet (ERCÍLIA & GRAEFF, 2008; GABRIEL,
2010; TORI, 2010).
A web 2.0 não deve ser confundida com as tecnologias e veloci-
dades de conexão a internet (ADSL, cabo, 3G, por exemplo). Em outras
palavras, a compreensão de web 2.0 não está relacionada ao acesso à in-
ternet na chamada banda larga, com conexões mais rápidas e contínuas.
Esta é uma confusão comum, já que esta denominação começou a se po-
pularizar de forma um tanto quanto paralela à expansão da internet em al-
ta velocidade nas residências.
Embora a web 2.0 não se trate de hardware ou tecnologia de aces-
so à internet, o desenvolvimento destes auxiliaram a criar condições fa-
voráveis para a Web 2.0. Valente e Mattar (2007) reconhecem que a ban-
da larga foi um dos fatores que possibilitaram a viabilização da Web 2.0.
Afinal, a conexão discada (de baixa velocidade e bastante instabilidade)
dificulta o acesso a sites, o download de arquivos, a visualização de fotos
e vídeos e a permanência online por longos períodos. Como exemplo, é
possível citar o YouTube, um dos ícones da Web 2.0. É quase á-
ssistir aos vídeos por conexão discada (também chamada de dial-up).
O termo Web 2.0 tem sido empregado para designar evoluções nas
tecnologias digitais e nas práticas sociais mediadas pela internet (VA-
LENTE & MATAR, 2007; GABRIEL, 2010). Segundo Barros (2009, p.
27), a Web 2.0 trata-se de:
um termo criado para designar uma segunda geração de comunidades e servi-
web i-
cações baseadas em redes sociais e tecnologia da informação.

Tori (2010, p. 2 n-

Cadernos do CNLF, Vol. XV, Nº 5, t. 1. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2011 p. 1018


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novo paradigma implica em mudanças de formas de uso, interação e co-


municação na internet.
As palavras de Gabriel (2010, p. 78) ilustram algumas mudanças:
Do início da internet comercial, em meados dos anos 1990, aos dias de
hoje, temos testemunhado mudanças significativas na web. Passamos da web
estática para a web dinâmica. Da web da leitura para a web da participação.
Da web uma via para a web de duas mãos. Da web de páginas para a web co-
mo plataforma. Da web de reação para a web de participação. Da web discur-
so para a web conversação. E estamos caminhando para a web da interação, a
web semântica, a internet das coisas.

Gabriel (2010, p. 80) argumenta que a Web 2.0 é marcada pela

Web 1.0, o usuário era na maioria das vezes um visitante de sites, que
consumia informações muitas vezes produzidas por empresas e institui-
ções variadas, ela passa a ter mais poder, autonomia e liberdade na Web
2.0, não apenas consumindo informações, mas também produzindo,
compartilhando, criticando, direcionando os conteúdos, tendo, portanto,
maior espaço para manifestar suas ideias e opiniões, seus interesses, seus
descontentamentos etc.
A Web 2.0 tem sido caracterizada também pela web como plata-
forma, ou seja, substituindo em alguns casos softwares. O navegador de
internet passa a ter a sua importância ampliada, já que ele permite o aces-
so não apenas a sites, mas também a serviços e aplicações variadas que
rodam diretamente na web. Valente e Mattar (2007, p. 74) oferecem uma
discussão bastante interessante e clara:
A evolução foi tão grande, aproveitando recursos tecnológicos atualmente
disponíveis (popularização da banda larga e desenvolvimento de linguagens
novas), que permitiu a criação de aplicativos extremamente parecidos com
aqueles que rodam em nossos computadores pessoais, sem a necessidade de
nenhuma instalação adicional. Ou seja, a Web 2.0 está próxima de ser um ver-
dadeiro Sistema Operacional, como se fosse um Windows.

A tabela 1 apresenta algumas características tradicionalmente


atribuídas a Web 2.0 e exemplos de sites e serviços.
Tabela 1- Características da web 2.0 e exemplos
Característica Exemplo(s)
Publicação de conteúdos pelos usuários YouTube, blogs, sites
Inteligência coletiva Wikipedia
web como sistema, software e plataforma Google Docs
Maior interação entre usuários Redes sociais
(um para um e um para muitos)
Compartilhamento de conteúdos Flickr, SlideShare

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Em termos gerais, a compreensão de Web 2.0 está diretamente re-


lacionada a três fatores:
maior participação dos usuários na produção, no compartilhamen-
to de informações e conteúdos;
maior interação entre os usuários;
web como plataforma;
Em síntese, podemos compreender a Web 2.0 como uma internet
que amplia os poderes e as funções dos usuários, marcada pela valoriza-
ção dos conteúdos e das formas de participação e interação sociais. Por
isso, alguns serviços associados a Web 2.0 são sites de publicação e
compatilhamento de conteúdos, redes sociais, wikis, fóruns, sites de
compartilhamento e comunidades.

3. Materiais didáticos no ensino de línguas


Em trabalho anterior, discuto que, apesar da importância dos ma-
teriais didáticos, estes ainda são compreendidos de forma limitada, sendo
tema ainda pouco estudado (VILAÇA, 2009). A própria compreensão de
materiais didáticos é muitas vezes limitada.
Brian Tomlinson ([2001] 2004, p. 66) define o material didático
ndizagem

Tomlinson ao afirmar que podemos considerar como material didático

principal objetivo do material didático é contribuir para processo de en-


sino-aprendizagem, sempre que possível facilitando-o.
Em termos gerais, qualquer material que seja usado para fins didá-
ticos pode ser considerado um material didático, mesmo que a sua pro-
dução inicial não tenha sido orientada ou voltada para o seu uso educaci-
onal. Poemas, letras de músicas, filmes, jornais, por exemplo, não são
produzidos para fins pedagógicos, mas são usados por professores de lín-
guas (maternas e estrangeiras) com certa frequência como materiais didá-
ticos.
Alguns tipos comuns de materiais didáticos são livros, CD-ROM,
vídeos, CD, tarefas, exercícios fotocopiados elaborados pelo professor.

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Neste contexto, o livro didático assume um lugar de destaque devido à


sua popularidade e ao seu longo percurso histórico.
A tabela a seguir apresenta alguns tipos de materiais didáticos que
são empregados com frequência no ensino de línguas.
Tabela 2 - Materiais Didáticos comuns no ensino de línguas
Materiais impressos Materiais Materiais Materiais
de base textual de Áudio visuais/gráficos Multimídias
Livro CD Pôsteres CD-ROM
Gramática Fita de áudio Quadros e figuras DVD
Dicionário Arquivos MP3 Transparências VCD
Enciclopédias e similares Slides Videotape
Outros

A elaboração de materiais didáticos, ao contrário do que muitos


pensam, não d o-

empresas ou instituições de ensino. Esta visão deriva basicamente de in-


compreensões do que seja um material didático. Salas (2004) e Tomlin-
son e Masuhara (2005) defendem que todo professor pode elaborar de
materiais didáticos.
A elaboração de materiais didáticos por professores para as suas
aulas permitem maior adequação às necessidades e às características es-
pecíficas do seu contexto de ensino. Os professores precisam considerar
neste processo questões teóricas e práticas que orientarão e/ou fundamen-
tarão o desenvolvimento do material (RICHARDS, 2005; TOMLINSON
& MASUHARA, 2005).
Infelizmente ainda são poucas as publicações e as pesquisas com
foco no processo de elaboração de materiais didáticos de línguas. A mai-
oria dos trabalhos relacionados a materiais didáticos trata da avaliação
dos mesmos, em sua maioria na avaliação de livros didáticos.
As novas tecnologias ampliam a necessidade de pesquisas sobre o
desenvolvimento de materiais didáticos, já que, além de questões peda-
gógicas, é preciso considerar também diferentes aspectos tecnológicos
(tecnologias de produção, as formas de distribuição/disponibilização, as-
pectos interativos, questões de multimídia, entre outros).
As tecnologias digitais, inclusive a Web 2.0, oferecem novas pos-
sibilidades para que professores possam produzir e publicar seus próprios
materiais didáticos digitais.
Podemos entender como materiais didáticos digitais aqueles que

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são desenvolvidos e publicados por meio de tecnologias digitais. A pu-


blicação aqui deve ser entendida como forma de acesso, disponibilização
ou distribuição, na internet ou em outras mídias e dispositivos digitais.
Alguns exemplos de materiais didáticos digitais são: documentos de tex-
tos, arquivos de áudio e vídeo, animações, apresentações multimídias,
imagens, infográficos, e-books, e-apostilas. Estes materiais apresentam
semelhanças e hibridizações com tipos de materiais apresentados na tabe-
la anterior.

4. Materiais didáticos digitais na Web 2.0


Se um livro impresso exige custos elevados para a produção e dis-
tribuição, os custos podem ser reduzidos ou até mesmo eliminados na
publicação de livros eletrônicos (e-books). Há casos de e-books que são
disponibilizados gratuitamente. A logística também é completamente di-
ferente. O acesso aos livros digitais pode acontecer logo que são publica-
dos, já que o acesso é frequentemente feito por download.
Os vídeos servem como outro exemplo interessante. Hoje é razo-
avelmente simples gravar e realizar uma edição simples de vídeos. Gra-
vações com qualidade razoáveis podem ser feitas inclusive por webcams,
telefones celulares e por maquinas fotográficas digitais, que apresentam
custos mais baixos que filmadoras. Para a edição, há opções gratuitas de
softwares e algumas com valores mais acessíveis. A publicação pode ser
feita rápida e facilmente em sites de compartilhamento de vídeos (You-
Tube, TeacherTube, por exemplo), em blogs, sites pessoais, ambientes
virtuais de aprendizagem, redes sociais.
Conforme discutido anteriormente, uma das características básicas
da Web 2.0 é a produção de conteúdos pelos usuários. No caso da educa-
ção, professores podem publicar seus materiais didáticos de formas vari-
adas. Isto possibilita flexibilidade e liberdade. O professor pode ser o seu
próprio editor.
Na versão analógica ou impressa, a produção de uma edição do
autor de um livro custa caro e geralmente implica na impressão de cente-
nas de livros que terão difícil circulação entre o seu público-alvo. Esta si-
tuação é diferente na Web 2.0. Não é necessário procurar um diagrama-
dor e uma gráfica para que um projeto pessoal se materialize em livro.
Este processo pode ser feito pelo próprio professor e publicado como e-
book. Logicamente cada caso precisa ser analisado atentamente de acor-

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do com os objetivos planejados. O livro eletrônico é uma opção, não de-


vendo ser visto como um inimigo do livro impresso. No Brasil, ainda são
poucos os livros que são comercializados nas versões impressas e digitais.
No contexto acadêmico, os periódicos científicos eletrônicos ser-
vem de outro exemplo interessante. A publicação online permite o fácil e
amplo acesso aos artigos, independente de instituição, Estado ou país que
o leitor esteja. Com isso, a divulgação de pesquisas e trabalhos acadêmi-
cos é intensamente beneficiada.
Os materiais didáticos elaborados pelos professores podem ser
disponibilizados em sites, redes sociais, enviados por e-mail, distribuídos
em mídias físicas (CD, DVD, pen drive, por exemplo), entre outras pos-
sibilidades.
Além disso, os professores podem ter seus próprios sites na inter-
net. Atualmente este realidade é mais comum entre professores universi-
tários, que aproveitam os sites para divulgar trabalhos, artigos e pesqui-
sas, indicar links, disponibilizar exercícios e materiais etc. Para isto, con-
vém apontar que há sistemas gratuitos de excelente qualidade que permi-
tem a construção de sites, portais, blogs, fóruns de debate e salas virtuais.
Os sistemas gerenciadores de conteúdos (em inglês, content ma-
nagement system CMS, como Joomla e o Drupal, por exemplo), os
blogs (tais como Wordpress), os ambientes virtuais de aprendizagem (em
inglês, learning management system LMS-, Moodle e TelEduc, por
exemplo), os wikis e os fóruns (como o phpBB) são alguns exemplos de
ferramentas da web 2.0 que podem ser adotados por professores e insti-
tuições para as construções de ambientes para que podem ser utilizados
para fins educacionais.
A tabela 3 apresenta alguns sistemas populares que têm sido em-
pregados por escolas, cursos, universidades e professores.
Tabela 3 Alguns sistemas separados por usos principal
Uso Exemplos de sistema
Sites diversos, portais Joomla
Drupal
Blogs, sites de notícias Wordpress
Joomla
b2evolution
Fóruns online de debates phpBB
Sala de aula digital Moodle
TelEduc

Muitos professores têm empregado serviços/sites como YouTube,

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SlideShare, Orkut, Twitter, Facebook e MySpace com fins pedagógicos,


apesar deste sites não terem sido criados especificamente para fins didá-
ticos.
Em termos gerais, é possível compreender que a Web 2.0 oferece
ferramentas, plataformas e serviços que podem ser empregados de for-
mas variadas por professores com fins pedagógicos. Professores podem
cada vez mais produzir seus materiais e disponibilizá-los para todo o

podcasts, blogs, portais, comunidades, sistemas de revistas, wikis, entre


outras possibilidades.

5. Considerações finais
Este trabalho discutiu algumas questões relacionadas a Web 2.0 e
materiais didáticos. É possível encontrar livros e artigos nacionais que
possibilitam estudo teórico e prático sobre estes temas. A bibliografia
aqui empregada priorizou, na medida do possível, publicações nacionais
de forma a facilitar o acesso aos mesmos.
As possibilidades de produção, divulgação e disponibilização de
materiais didáticos na Web 2.0 certamente abrem perspectivas que eram
inimagináveis há aproximadamente 10 anos. No entanto, o uso destes
serviços precisa ser acompanhados de vários cuidados tecnológicos,
comportamentais, pedagógicos, éticos e legais (principalmente por causa
de direitos autorais).
Os professores devem estar preparados para compreender e em-
pregar as tecnologias. Caso contrário, os recursos tecnológicos, ao invés
de contribuir significativamente para o processo educacional, podem se
transformar em fonte de problemas.
Oportunidades de formações tecnológica e pedagógica podem ser
encontradas em cursos, minicursos, oficinas, palestras e eventos acadê-
micos. Há minicursos online que abordam EaD, design instrucional, ma-
teriais didáticos digitais, docência online, usos de softwares etc. Ou seja,
a própria internet se apresenta como espaço privilegiado para o desen-
volvimento de diversas competências tecnológicas e pedagógicas.

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