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02_matematica

O documento aborda conceitos fundamentais de matemática, incluindo operações com números racionais, mínimo múltiplo comum (MMC) e máximo divisor comum (MDC), razão e proporção, além de exemplos práticos e questões para reforçar o aprendizado. Ele apresenta métodos de resolução de problemas matemáticos e a importância da prática para o desenvolvimento de habilidades. O conteúdo é estruturado em seções que facilitam a compreensão e aplicação dos conceitos matemáticos.

Enviado por

GIOVANA JEREMIAS
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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O documento aborda conceitos fundamentais de matemática, incluindo operações com números racionais, mínimo múltiplo comum (MMC) e máximo divisor comum (MDC), razão e proporção, além de exemplos práticos e questões para reforçar o aprendizado. Ele apresenta métodos de resolução de problemas matemáticos e a importância da prática para o desenvolvimento de habilidades. O conteúdo é estruturado em seções que facilitam a compreensão e aplicação dos conceitos matemáticos.

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sumário

Prefeitura de Itatiba-SP

Matemática

Situações-problema envolvendo: adição, subtração, multiplicação, divisão, potencia-


ção e radiciação com números racionais nas suas representações fracionária ou deci-
mal................................................................................................................................... 1
Mínimo múltiplo comum e máximo divisor comum.......................................................... 3
Razão e proporção.......................................................................................................... 6
Regra de três simples ou composta................................................................................ 9

Matemática
Porcentagem................................................................................................................... 10
Equações do 1 ou do 2 graus......................................................................................... 12
Sistema de equações do 1º grau.................................................................................... 17
Grandezas e medidas: quantidade, tempo, comprimento, superfície, capacidade e
massa.............................................................................................................................. 20
Relação entre grandezas: tabela ou gráfico.................................................................... 25
Tratamento da informação: média aritmética simples..................................................... 29
Noções de geometria – forma, ângulos, área, perímetro, volume, teoremas de pitágo-
ras e de tales................................................................................................................... 30
Questões......................................................................................................................... 45
Gabarito........................................................................................................................... 52
Situações-problema envolvendo: adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação
e radiciação com números racionais nas suas representações fracionária ou decimal

A habilidade de resolver problemas matemáticos é aprimorada através da prática e do entendimento dos


conceitos fundamentais. Neste contexto, a manipulação de números racionais, seja em forma fracionária ou
decimal, mostra-se como um aspecto essencial. A familiaridade com essas representações numéricas e a
capacidade de transitar entre elas são competências essenciais para a resolução de uma ampla gama de
questões matemáticas. Vejamos alguns exemplos:
01. (Câmara Municipal de São José dos Campos/SP – Analista Técnico Legislativo – Designer Gráfico
– VUNESP) Em um condomínio, a caixa d’água do bloco A contém 10 000 litros a mais de água do que a caixa
d’água do bloco B. Foram transferidos 2 000 litros de água da caixa d’água do bloco A para a do bloco B, ficando
o bloco A com o dobro de água armazenada em relação ao bloco B. Após a transferência, a diferença das
reservas de água entre as caixas dos blocos A e B, em litros, vale
(A) 4 000.
(B) 4 500.
(C) 5 000.
(D) 5 500.
(E) 6 000.

Resolução:
A = B + 10000 (I)
Transferidos: A – 2000 = 2.B , ou seja, A = 2.B + 2000 ( II )
Substituindo a equação ( II ) na equação ( I ), temos:
2.B + 2000 = B + 10000
2.B – B = 10000 – 2000
B = 8000 litros (no início)
Assim, A = 8000 + 10000 = 18000 litros (no início)
Portanto, após a transferência, fica:
A’ = 18000 – 2000 = 16000 litros
B’ = 8000 + 2000 = 10000 litros
Por fim, a diferença é de : 16000 – 10000 = 6000 litros
Resposta: E.

02. (EBSERH/ HUSM/UFSM/RS – Analista Administrativo – AOCP) Uma revista perdeu 1/5 dos seus
200.000 leitores.
Quantos leitores essa revista perdeu?
(A) 40.000.
(B) 50.000.
(C) 75.000.
(D) 95.000.
(E) 100.000.

1
Resolução:
Observe que os 200.000 leitores representa o todo, daí devemos encontrar 1/5 desses leitores, ou seja,
encontrar 1/5 de 200.000.

1/5 x 200.000 = = .
Desta forma, 40000 representa a quantidade que essa revista perdeu
Resposta: A.

03. (PM/SP – Oficial Administrativo – VUNESP) Uma pessoa está montando um quebra-cabeça que
possui, no total, 512 peças. No 1.º dia foram montados 5/16 do número total de peças e, no 2.º dia foram
montados 3/8 do número de peças restantes. O número de peças que ainda precisam ser montadas para
finalizar o quebra-cabeça é:
(A) 190.
(B) 200.
(C) 210.
(D) 220.
(E) 230.

Resolução:
Neste exercício temos que 512 é o total de peças, e queremos encontrar a parte, portanto é a mesma forma
de resolução do exercício anterior:
No 1.º dia foram montados 5/16 do número total de peças
Logo é 5/16 de 512, ou seja:

Assim, 160 representa a quantidade de peças que foram montadas no primeiro dia. Para o segundo dia
teremos 512 – 160 = 352 peças restantes, então devemos encontrar 3/8 de 352, que foi a quantidade montada
no segundo dia.

Logo, para encontrar quantas peças ainda precisam ser montadas iremos fazer a subtração 352 – 132 =
220.
Resposta: D.

04. (Pref. Maranguape/CE – Prof. de educação básica – Matemática – GR Consultoria e Assessoria)


João gastou R$ 23,00, equivalente a terça parte de 3/5 de sua mesada. Desse modo, a metade do valor da
mesada de João é igual a:
(A) R$ 57,50;
(B) R$ 115,00;
(C) R$ 172,50;
(D) R$ 68,50.

2
Resolução:
Vamos representar a mesada pela letra x.
Como ele gastou a terça parte (que seria 1/3) de 3/5 da mesada (que equivale a 23,00), podemos escrever
da seguinte maneira:

Logo, a metade de 115 = 115/2 = 57,50


Resposta: A.

05. (FINEP – Assistente – CESGRANRIO) Certa praça tem 720 m2 de área. Nessa praça será construído
um chafariz que ocupará 600 dm2.
Que fração da área da praça será ocupada pelo chafariz?
(A) 1/600
(B) 1/120
(C) 1/90
(D) 1/60
(E) 1/12

Resolução:
600 dm² = 6 m²

Resposta: B.

Mínimo múltiplo comum e Máximo divisor comum

MÁXIMO DIVISOR COMUM


O máximo divisor comum de dois ou mais números naturais não nulos é o maior divisor comum desses
números. Esse conceito é útil em situações onde queremos dividir ou agrupar quantidades da maior forma
possível, sem deixar restos.
Passos para Calcular o MDC:
− Identifique todos os fatores primos comuns entre os números.
− Se houver mais de um fator comum, multiplique-os, usando o menor expoente de cada fator.
− Se houver apenas um fator comum, esse fator será o próprio MDC.
Exemplo 1: Calcule o MDC entre 15 e 24.
Primeiro realizamos a decomposição em fatores primos

15 3 24 2
5 5 12 2
1 6 2
3 3
1

3
então
15 = 3 . 5
24 = 23 . 3
O único fator comum entre eles é o 3, e ele aparece com o expoente 1 em ambos os números.
Portanto, o MDC(15,24) = 3
Exemplo 2: Calcule o MDC entre 36 e 60
Primeiro realizamos a decomposição em fatores primos
36 3 60 2
12 3 30 2
4 2 15 3
2 2 5 5
1 1
então
36 = 22 . 32
60 = 22. 3. 5
Os fatores comuns entre eles são 2 e 3. Para o fator 2, o menor expoente é 2 e para o fator 3, o menor
expoente é 1.
Portanto, o MDC(36,60) = 22 . 31 = 4 . 3 = 12

Exemplo 3: CEBRASPE - 2011


O piso de uma sala retangular, medindo 3,52 m × 4,16 m, será revestido com ladrilhos quadrados, de mesma
dimensão, inteiros, de forma que não fique espaço vazio entre ladrilhos vizinhos. Os ladrilhos serão escolhidos
de modo que tenham a maior dimensão possível. Na situação apresentada, o lado do ladrilho deverá medir
(A) mais de 30 cm.
(B) menos de 15 cm.
(C) mais de 15 cm e menos de 20 cm.
(D) mais de 20 cm e menos de 25 cm.
(E) mais de 25 cm e menos de 30 cm.
As respostas estão em centímetros, então vamos converter as dimensões dessa sala para centímetros:
3,52m = 3,52 × 100 = 352cm
4,16m = 4,16 × 100 = 416cm
Agora, para os ladrilhos quadrados se encaixarem perfeitamente nessa sala retangular, a medida do lado
do ladrilho quadrado deverá ser um divisor comum de 352 e 416, que são as dimensões dessa sala. Mas, como
queremos que os ladrilhos tenham a maior dimensão possível, a medida do seu lado deverá ser o maior divisor
comum (MDC) de 352 e 416

352 2 416 2
176 2 208 2
88 2 104 2
44 2 52 2
22 2 26 2
11 11 13 13
1 1

4
O único fator comum entre eles é o 2, e ele aparece com o expoente 5 em ambos os números.
Portanto, o MDC(352, 416) = 25 = 32.
Resposta: Alternativa A.

MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM


O mínimo múltiplo comum (MMC) de dois ou mais números é o menor número, diferente de zero, que
é múltiplo comum desses números. Esse conceito é útil em situações onde queremos encontrar a menor
quantidade comum possível que possa ser dividida por ambos os números sem deixar restos.
Passos para Calcular o MMC:
− Decompor os números em fatores primos.
− Multiplicar os fatores comuns e não comuns, utilizando o maior expoente de cada fator.
Exemplo 1: Calcule o MMC entre 15 e 24.
Primeiro realizamos a decomposição em fatores primos

15 , 24 2
15 , 12 2
15 , 6 2
15 , 3 3
5 , 1 5
1

Para o mmc, fica mais fácil decompor os dois números juntos, iniciando a divisão pelo menor número primo
e aplicando-o aos dois números, mesmo que apenas um seja divisível por ele. Observe que enquanto o 15 não
pode ser dividido, continua aparecendo.
Os fatores primos são: 23, 3 e 5.
Portanto, o MMC(15,24) = 23. 3 . 5 = 8 . 3 . 5 = 120
Exemplo 2: Calcule o MMC entre 6, 8 e 14.
Primeiro realizamos a decomposição em fatores primos

6 , 8 , 14 2
3 , 4 , 7 2
3 , 2 , 7 2
3 , 1 , 7 3
1 , 1 , 7 7
1

Os fatores primos são: 23, 3 e 7.


Portanto, o MMC(6, 8, 14) = 23. 3 . 7 = 8 . 3 . 7 = 168

5
Exemplo 3: VUNESP - 2016
No aeroporto de uma pequena cidade chegam aviões de três companhias aéreas. Os aviões da companhia
A chegam a cada 20 minutos, da companhia B a cada 30 minutos e da companhia C a cada 44 minutos. Em
um domingo, às 7 horas, chegaram aviões das três companhias ao mesmo tempo, situação que voltará a se
repetir, nesse mesmo dia, às
(A) 17h 30min.
(B) 16h 30min.
(C) 17 horas.
(D) 18 horas.
(E) 18h 30min.
Para encontrar o próximo momento em que os aviões das três companhias voltarão a chegar juntos,
precisamos calcular o mínimo múltiplo comum dos intervalos de chegada: 20, 30 e 44 minutos.

20 , 30 , 44 2
10 , 15 , 22 2
5 , 15 , 11 3
5 , 5 , 11 5
1 , 1 , 11 11
1

Os fatores primos são: 22, 3, 5 e 11.


Portanto, o MMC(20,30,44) = 2² . 3 . 5 . 11 = 660
Encontramos a resposta em minutos: 660 minutos. No entanto, como queremos saber o horário exato
em que os aviões voltarão a se encontrar, precisamos converter esse valor para horas. Sabemos que 1 hora
equivale a 60 minutos. Então
660 / 60 = 11 horas
Os aviões das três companhias voltarão a chegar juntos após 11 horas. Como o primeiro encontro ocorreu
às 7 horas, basta somar 11 horas para encontrar o próximo horário de chegada conjunta:
11 + 7 = 18 horas
Resposta: Alternativa D.

Razão e proporção

Frequentemente nos deparamos com situações em que é necessáio comparar grandezas, medir variações
e entender como determinadas quantidades se relacionam entre si. Para isso, utilizamos os conceitos de razão
e proporção, que permitem expressar de maneira simples e eficiente essas relações.

RAZÃO
A razão é uma maneira de comparar duas grandezas por meio de uma divisão. Se temos dois números a e
b (com b≠0), a razão entre eles é expressa por a/b ou a:b. Este conceito é utilizado para medir a relação entre
dois valores em diversas situações, como a comparação entre homens e mulheres em uma sala, a relação
entre distâncias percorridas e tempo, entre outros.

6
Exemplo:
Em uma sala de aula há 20 rapazes e 25 moças. A razão entre o número de rapazes e moças é dada por:

Portanto, a razão é 4:5.

Razões Especiais
Algumas razões são usadas em situações práticas para expressar comparações específicas:
− Velocidade Média: A razão entre a distância percorrida e o tempo gasto, representada por:

− Densidade Demográfica: A razão entre o número de habitantes e a área de uma região, dada por:

− Escalas: Usada para representar a proporção entre o tamanho real de um objeto e sua representação em
um mapa ou desenho, como:

PROPORÇÃO
Uma proporção é uma igualdade entre duas razões. Se temos duas razões A\B​e C\D​, dizemos que elas
estão em proporção se:

Esse conceito é frequentemente utilizado para resolver problemas em que duas ou mais relações entre
grandezas são iguais. A propriedade fundamental das proporções é que o produto dos extremos é igual ao
produto dos meios, ou seja:

Exemplo:
Suponha que 3/4​esteja em proporção com 6/8​. Verificamos se há proporção pelo produto dos extremos e
dos meios:
3×8=4×6
Como 24 = 24, a proporção é verdadeira.

Exemplo:
Determine o valor de X para que a razão X/3 esteja em proporção com 4/6​. Montando a proporção:

Multiplicando os extremos e os meios:


6X = 3 × 4
6X = 12
X=2

7
Propriedades das Proporções
Além da propriedade fundamental, as proporções possuem outras propriedades que podem facilitar a
resolução de problemas. Algumas das mais importantes são:
− Soma ou diferença dos termos: A soma (ou diferença) dos dois primeiros termos está para o primeiro
(ou segundo) termo assim como a soma (ou diferença) dos dois últimos termos está para o terceiro (ou quarto)
termo. Por exemplo:

− Soma ou diferença dos antecedentes e consequentes: A soma (ou diferença) dos antecedentes
está para a soma (ou diferença) dos consequentes, assim como cada antecedente está para seu respectivo
consequente:

GRANDEZAS PROPORCIONAIS
Além de compreender razão e proporção, é importante entender como diferentes grandezas se relacionam
entre si, conforme o comportamento das variáveis envolvidas.

Grandezas Diretamente Proporcionais


Duas grandezas são diretamente proporcionais quando a razão entre seus valores é constante, ou seja,
quando uma grandeza aumenta, a outra também aumenta proporcionalmente. O exemplo clássico é a relação
entre distância percorrida e combustível gasto:

Distância (km) Combustível (litros)


13 1
26 2
39 3
52 4

Nessa situação, quanto mais distância se percorre, mais combustível é gasto. Se a distância dobra, o
combustível também dobra.

Grandezas Inversamente Proporcionais


Duas grandezas são inversamente proporcionais quando a razão entre os valores da primeira grandeza é
igual ao inverso da razão dos valores correspondentes da segunda. Um exemplo clássico é a relação entre
velocidade e tempo:

Velocidade (m/s) Tempo (s)


5 200
8 125
10 100
16 62,5
20 50

Aqui, quanto maior a velocidade, menor o tempo necessário para percorrer uma distância. Se a velocidade
dobra, o tempo cai pela metade.

8
Regra de três simples ou composta

A regra de três é uma ferramenta matemática essencial que permite resolver problemas que envolvem a
proporcionalidade direta ou inversa entre grandezas. Seja no planejamento de uma receita de cozinha, no
cálculo de distâncias em um mapa ou na gestão financeira, a regra de três surge como um método prático para
encontrar valores desconhecidos a partir de relações conhecidas.

REGRA DE TRÊS SIMPLES


A regra de três simples é utilizada quando temos duas grandezas diretamente proporcionais ou inversamente
proporcionais entre si.
Passos utilizados numa regra de três simples:
1º) Construir uma tabela, agrupando as grandezas da mesma espécie em colunas e mantendo na mesma
linha as grandezas de espécies diferentes em correspondência.
2º) Identificar se as grandezas são diretamente ou inversamente proporcionais.
3º) Montar a proporção e resolver a equação.
Um trem, deslocando-se a uma velocidade média de 400Km/h, faz um determinado percurso em 3 horas.
Em quanto tempo faria esse mesmo percurso, se a velocidade utilizada fosse de 480km/h?
Solução: montando a tabela:
1) Velocidade (Km/h) Tempo (h)

400 ----- 3
480 ----- X

2) Identificação do tipo de relação:

VELOCIDADE Tempo
400 ↓ ----- 3↑
480 ↓ ----- X↑

Obs.: como as setas estão invertidas temos que inverter os números mantendo a primeira coluna e invertendo
a segunda coluna ou seja o que está em cima vai para baixo e o que está em baixo na segunda coluna vai para
cima

VELOCIDADE Tempo
400 ↓ ----- 3↓
480 ↓ ----- X↓

480x=1200
X=25

REGRA DE TRÊS COMPOSTA


Regra de três composta é utilizada em problemas com mais de duas grandezas, direta ou inversamente
proporcionais.

9
Exemplos:
1) Em 8 horas, 20 caminhões descarregam 160m³ de areia. Em 5 horas, quantos caminhões serão
necessários para descarregar 125m³?
Solução: montando a tabela, colocando em cada coluna as grandezas de mesma espécie e, em cada linha,
as grandezas de espécies diferentes que se correspondem:

HORAS CAMINHÕES VOLUME


8↑ ----- 20 ↓ ----- 160 ↑
5↑ ----- X↓ ----- 125 ↑

A seguir, devemos comparar cada grandeza com aquela onde está o x.


Observe que:
Aumentando o número de horas de trabalho, podemos diminuir o número de caminhões. Portanto a relação
é inversamente proporcional (seta para cima na 1ª coluna).
Aumentando o volume de areia, devemos aumentar o número de caminhões. Portanto a relação é diretamente
proporcional (seta para baixo na 3ª coluna). Devemos igualar a razão que contém o termo x com o produto das
outras razões de acordo com o sentido das setas.
Montando a proporção e resolvendo a equação temos:

HORAS CAMINHÕES VOLUME


8↑ ----- 20 ↓ ----- 160 ↓
5↑ ----- X↓ ----- 125 ↓

Obs.: Assim devemos inverter a primeira coluna ficando:

HORAS CAMINHÕES VOLUME


8 ----- 20 ----- 160
5 ----- X ----- 125

Logo, serão necessários 25 caminhões

Porcentagem

O termo porcentagem se refere a uma fração cujo denominador é 100, representada pelo símbolo (%).
Seu uso é tão comum que a encontramos em praticamente todos os aspectos do dia a dia: nos meios de
comunicação, em estatísticas, nas etiquetas de preços, nas máquinas de calcular, e muito mais.
A porcentagem facilita a compreensão de aumentos, reduções e taxas, o que auxilia na resolução de
exercícios e situações financeiras cotidianas.

Acréscimo
Se, por exemplo, há um acréscimo de 10% a um determinado valor, podemos calcular o novo valor
multiplicando esse valor por 1,10, que é o fator de multiplicação. Se o acréscimo for de 20%, multiplicamos por
1,20, e assim por diante. Veja a tabela abaixo:

10
ACRÉSCIMO OU LUCRO FATOR DE MULTIPLICAÇÃO
10% 1,10
15% 1,15
20% 1,20
47% 1,47
67% 1,67

Exemplo: Aumentando 10% no valor de R$10,00 temos:


10 × 1,10 = R$ 11,00

Desconto
No caso de haver um decréscimo, o fator de multiplicação será:
Fator de Multiplicação = 1 - taxa de desconto (na forma decimal)
Veja a tabela abaixo:

DESCONTO FATOR DE MULTIPLICAÇÃO


10% 0,90
25% 0,75
34% 0,66
60% 0,40
90% 0,10

Exemplo: Descontando 10% no valor de R$10,00 temos:


10 × 0,90 = R$ 9,00

Desconto Composto
O desconto composto é aplicado de forma que a taxa de desconto incide sobre o valor já descontado no
período anterior. Para calcular o novo valor após vários períodos de desconto, utilizamos a fórmula:
Vn = V0 × (1 - taxa)n
Onde:
▪ Vn é o valor após n períodos de desconto.
▪ V0 é o valor original.
▪ Taxa é a taxa de desconto por período em forma decimal.
▪ n é o número de períodos.

DESCONTO FATOR DO 1º PERÍODO FATOR DO 2 º PERÍODO FATOR DO 3º PERÍODO


10% 0,90 0,81 0,729
25% 0,75 0,5625 0,4218
34% 0,66 0,4356 0,2872
60% 0,40 0,16 0,064
90% 0,10 0,01 0,001

Exemplo: Se aplicarmos um desconto composto de 10% ao valor de R$100,00 por dois períodos, teremos:
100 × 0,90 × 0,90 = R$ 81,00

11
Lucro
Chamamos de lucro em uma transação comercial de compra e venda a diferença entre o preço de venda e
o preço de custo.
Lucro = preço de venda - preço de custo
Podemos expressar o lucro na forma de porcentagem de duas formas:

Exemplo
(DPE/RR – Analista de Sistemas – FCC/2015) Em sala de aula com 25 alunos e 20 alunas, 60% desse
total está com gripe. Se x% das meninas dessa sala estão com gripe, o menor valor possível para x é igual a
(A) 8.
(B) 15.
(C) 10.
(D) 6.
(E) 12.

Resolução
45------100%
X-------60%
X=27
O menor número de meninas possíveis para ter gripe é se todos os meninos estiverem gripados, assim
apenas 2 meninas estão.

Resposta: C.

Equações do 1 ou do 2 graus

EQUAÇÃO DO 1° GRAU
Na Matemática, uma equação é uma igualdade que envolve uma ou mais incógnitas. O grau de uma equação
é determinado pelo maior expoente da incógnita. Assim, se o maior expoente for 1, a equação será de 1º grau;
se o maior expoente for 2, será de 2º grau; e se o maior expoente for 3, será de 3º grau.
Exemplos:
4x1 + 2 = 16 (equação do 1º grau)
x² + 2x + 4 = 0 (equação do 2º grau)
x³ + 2x² + 5x – 2 = 0 (equação do 3º grau)

12
No caso da equação do 1º grau, a forma geral é:
ax + b = 0
Onde:
▪ a e b são números reais, com a ≠ 0 (ou seja, a não pode ser zero);
▪ x é a incógnita, o valor que queremos encontrar.
É importante ressaltar que uma equação é composta por dois membros:
– O primeiro membro é o lado esquerdo da igualdade
– O segundo membro é o lado direito da igualdade.

Como resolver equações do 1º grau


Para resolver uma equação do 1º grau, nosso objetivo é isolar a incógnita (x) em um dos lados da equação.
Para isso, devemos realizar operações inversas nos dois lados da equação, garantindo que x fique sozinho em
um dos membros.
Passo a passo:
– Identifique o número que está no mesmo lado que a incógnita e veja qual operação está sendo realizada
– Realize a operação inversa no outro lado da igualdade para isolar a incógnita.
Exemplo 1: x + 4 = 12
Começamos eliminando o número 4, que está somando no mesmo lado da incógnita x. A operação inversa
será subtrair 4 de ambos os lados da equação.
x + 4 - 4 = 12 - 4
x=8
Portanto, o valor de x é 8.
Exemplo 2: x - 12 = 20
Aqui, temos x menos 12. Para isolar a incógnita, somamos 12 aos dois lados.
x - 12 + 12 = 20 + 12
x = 32
Portanto, o valor de x é 32.
Exemplo 3: 4x + 2 = 10
Vamos eliminar o número 2, que está somando no mesmo lado da incógnita x, subtraindo 2 de ambos os
lados da equação:
4x + 2 - 2 = 10 - 2
4x = 8
Agora, x está sendo multiplicado por 4. A operação inversa será dividir ambos os lados da equação por 4:

x=2
Portanto, o valor de x é 2.

13
Exemplo 4: −3x = 9
Aqui, temos -3x, onde o coeficiente de x é negativo. Será necessário tornar o coeficiente positivo, multiplicando
ambos os lados por -1:
−3x . (−1) = 9 . (−1)
3x = −9
Agora, x está sendo multiplicado por 3. Para isolar a incógnita, dividimos ambos os lados por 3:

x = -3
Portanto, o valor de x é -3.

Propriedade Fundamental das Equações


A propriedade fundamental das equações, também chamada de regra da balança, diz que podemos realizar
qualquer operação em um lado da equação desde que façamos a mesma operação no outro lado. Isso mantém
a equação “equilibrada” e preserva a igualdade. Essa técnica é especialmente útil, pois resume todas as
operações possíveis em uma única regra simples: o que você faz em um lado da equação, deve ser feito no
outro. Essa regra foi aplicada em todos os exemplos anteriores, onde somamos, subtraímos, multiplicamos ou
dividimos ambos os lados da equação para isolar a incógnita.

EQUAÇÃO DO 2° GRAU
Uma equação do segundo grau é qualquer equação que pode ser escrita na forma:
ax2 + bx + c = 0
Onde:
▪ a, b e c são números reais (com a ≠ 0, já que a equação deixaria de ser de 2º grau se a = 0).
▪ x é a incógnita, cujo valor ou valores devem ser encontrados.

Como resolver equações do 2º grau


As soluções ou raízes da equação ax2 + bx + c = 0 são os valores de x que tornam a equação verdadeira. Uma
equação do 2º grau pode ter até duas soluções reais. Para resolver essas equações, utilizamos principalmente
dois métodos:
– Fórmula de Bhaskara: Método universal, aplicável a qualquer equação do 2º grau.
– Soma e Produto: Método rápido quando as raízes são números inteiros.

Fórmula de Bhaskara
A Fórmula de Bhaskara se baseia no discriminante, representado pela letra grega Δ, e é dada pela fórmula:

Uma vez calculado o valor de Δ, as raízes da equação podem ser encontradas pela fórmula:

Onde o símbolo ± indica que será necessário calcular duas soluções, uma com o sinal positivo e outra com
o sinal negativo.

14
Exemplo 1: Encontre as raízes da equação 4x² –4x –24 = 0
Passo 1: Identificar os coeficientes:
a = 4;
b = −4;
c = −24
Passo 2: Calcular o discriminante
Δ = (−4)2 − 4 ⋅ 4 ⋅ (−24)
Δ = 16 + 384 = 400
Passo 3: Aplicar a Fórmula de Bhaskara:

As duas soluções serão:

Portanto, as raízes são x1= 3 e x2= −2

Soma e Produto
O método da soma e produto é uma alternativa mais prática quando as raízes da equação são números
inteiros. Ele se baseia na relação entre as raízes x1 e x2, a soma e o produto dessas raízes:
– A soma das raízes é igual a −b/a.
– O produto das raízes é igual a c/a.
Ou seja,

Exemplo 2: Encontre as soluções para a equação x² –5x + 6 = 0.


Passo 1: Identificar os coeficientes:
a = 1;
b = −5;
c=6
Passo 2: Encontrar dois números que tenham:
Soma = −(−5) / 1 = 5
Produto = 6 / 1 = 6

15
Os números que satisfazem essa condição são
3 e 2, já que 3+2=5 e 3×2=6.
Logo, as soluções são x1= 3 e x2= 2.

Tipos de Equações do 2º Grau


Há dois tipos de equações do 2º grau:
− Equação do 2º grau completa: É aquela que possui todos os coeficientes diferentes de zero, ou seja, a, b
e c estão presentes na equação. O método mais indicado para esse tipo de equação é a Fórmula de Bhaskara.
− Equação do 2º grau incompleta: Uma equação do 2º grau é chamada incompleta quando um ou mais
coeficientes b ou c são iguais a zero.

Como Resolver Equações do 2º Grau Incompletas


Dependendo de quais coeficientes forem iguais a zero, podemos aplicar métodos mais rápidos e diretos do
que a Fórmula de Bhaskara. Abaixo, veremos como resolver cada tipo de equação incompleta.

1) Quando b = 0
Neste caso, a equação tem a forma:
ax2 + c = 0
O coeficiente b está ausente, o que significa que não há um termo em x. Aqui, a resolução é mais direta:
isolamos x2 e, em seguida, encontramos as raízes extraindo a raiz quadrada de ambos os lados.
Exemplo 3: Resolver 3x2 −12 = 0.
Passo 1: Isolamos o termo x2:
3x2 = 12
Passo 2: Dividimos ambos os lados por 3:
x2 = 4
Passo 3: Extraímos a raiz quadrada dos dois lados. Lembrando que existem duas soluções possíveis para
x, uma positiva e outra negativa:
x = ±√4
x = ±2
Portanto, as soluções são x1 = 2 e x2 = −2.

2) Quando c = 0
Neste caso, a equação tem a forma:
ax2 + bx = 0
Aqui, o coeficiente c está ausente, o que nos permite colocar o fator comum x em evidência. Isso transforma
a equação em um produto de dois termos iguais a zero. Em seguida, resolvemos cada fator separadamente.
Exemplo 4: Resolver 2x2 + 5x = 0.
Passo 1: Colocamos x em evidência:
x(2x + 5) = 0
Passo 2: Agora, para que o produto seja zero, um dos fatores deve ser igual a zero. Assim, temos duas
possibilidades:
x = 0 ou 2x +5 = 0

16
Passo 3: Resolva a segunda equação para encontrar a outra solução:
2x = −5
x = −5/2
Portanto, as soluções são x1 = 0 e x2 = −5/2

3) Quando b = 0 e c = 0
Neste caso, a equação tem a forma mais simples de todas:
ax2 = 0
Aqui, tanto b quanto c são iguais a zero. A solução é ainda mais direta, pois basta dividir ambos os lados por
a e, em seguida, extrair a raiz quadrada de zero.
Exemplo: Resolver 3x2 = 0.
Passo 1: Dividimos ambos os lados por 3:
x2 = 0
Passo 2: Extraímos a raiz quadrada de ambos os lados:
x = √0
x=0
Portanto, a única solução é x = 0.

Sistema de equações do 1º grau

Um sistema de equação de 1º grau com duas incógnitas é formado por: duas equações de 1º grau com duas
incógnitas diferentes em cada equação. Veja um exemplo:

▪Resolução de sistemas
Existem dois métodos de resolução dos sistemas. Vejamos:

▪Método da substituição
Consiste em escolher uma das duas equações, isolar uma das incógnitas e substituir na outra equação, veja
como:

Dado o sistema , enumeramos as equações.

Escolhemos a equação 1 (pelo valor da incógnita de x ser 1) e isolamos x. Teremos: x = 20 – y e substituímos


na equação 2.
3 (20 – y) + 4y = 72, com isso teremos apenas 1 incógnita. Resolvendo:
60 – 3y + 4y = 72 → -3y + 4y = 72 -60 → y = 12

17
Para descobrir o valor de x basta substituir 12 na equação x = 20 – y. Logo:
x = 20 – y → x = 20 – 12 →x = 8
Portanto, a solução do sistema é S = (8, 12)

Método da adição
Esse método consiste em adicionar as duas equações de tal forma que a soma de uma das incógnitas seja
zero. Para que isso aconteça será preciso que multipliquemos algumas vezes as duas equações ou apenas
uma equação por números inteiros para que a soma de uma das incógnitas seja zero.

Dado o sistema

Para adicionarmos as duas equações e a soma de uma das incógnitas de zero, teremos que multiplicar a
primeira equação por – 3.

Teremos:

Adicionando as duas equações:

Para descobrirmos o valor de x basta escolher uma das duas equações e substituir o valor de y encontrado:
x + y = 20 → x + 12 = 20 → x = 20 – 12 → x = 8
Portanto, a solução desse sistema é: S = (8, 12).

Exemplos:
(SABESP – APRENDIZ – FCC) Em uma gincana entre as três equipes de uma escola (amarela, vermelha
e branca), foram arrecadados 1 040 quilogramas de alimentos. A equipe amarela arrecadou 50 quilogramas a
mais que a equipe vermelha e esta arrecadou 30 quilogramas a menos que a equipe branca. A quantidade de
alimentos arrecadada pela equipe vencedora foi, em quilogramas, igual a
(A) 310
(B) 320
(C) 330
(D) 350
(E) 370

Resolução:
Amarela: x
Vermelha: y
Branca: z

18
x = y + 50
y = z - 30
z = y + 30

Substituindo a II e a III equação na I:

Substituindo na equação II
x = 320 + 50 = 370
z=320+30=350
A equipe que mais arrecadou foi a amarela com 370kg
Resposta: E

(SABESP – ANALISTA DE GESTÃO I -CONTABILIDADE – FCC) Em um campeonato de futebol, as


equipes recebem, em cada jogo, três pontos por vitória, um ponto em caso de empate e nenhum ponto se
forem derrotadas. Após disputar 30 partidas, uma das equipes desse campeonato havia perdido apenas dois
jogos e acumulado 58 pontos. O número de vitórias que essa equipe conquistou, nessas 30 partidas, é igual a
(A) 12
(B) 14
(C) 16
(D) 13

(E) 15

Resolução:
Vitórias: x
Empate: y
Derrotas: 2
Pelo método da adição temos:

Resposta: E

19
Grandezas e medidas: quantidade, tempo, comprimento, superfície, capacidade e
massa

O sistema de medidas é um conjunto de unidades de quantificação padronizadas que são utilizadas para
expressar a magnitude de grandezas físicas como comprimento, massa, volume, temperatura, entre outras.
Essas unidades permitem que as pessoas comuniquem e compreendam quantidades de maneira clara e
consistente em diferentes contextos e aplicações.
O Sistema Internacional de Unidades (SI) é o padrão mais amplamente adotado no mundo, que surgiu da
necessidade de uniformizar as unidades que são utilizadas na maior parte dos países.

COMPRIMENTO
No SI a unidade padrão de comprimento é o metro (m). Atualmente ele é definido como o comprimento da
distância percorrida pela luz no vácuo durante um intervalo de tempo de 1/299.792.458 de um segundo.

UNIDADES DE COMPRIMENTO
km hm dam m dm cm mm
Quilômetro Hectômetro Decâmetro Metro Decímetro Centímetro Milímetro
1000m 100m 10m 1m 0,1m 0,01m 0,001m

Os múltiplos do metro são utilizados para medir grandes distâncias, enquanto os submúltiplos, para pequenas
distâncias. Para medidas milimétricas, em que se exige precisão, utilizamos:

mícron (µ) = 10-6 m angströn (Å) = 10-10 m

Para distâncias astronômicas utilizamos o Ano-luz (distância percorrida pela luz em um ano):
Ano-luz = 9,5 · 1012 km
Exemplos de Transformação
1m=10dm=100cm=1000mm=0,1dam=0,01hm=0,001km
1km=10hm=100dam=1000m
Ou seja, para transformar as unidades, quando “ andamos” para direita multiplica por 10 e para a esquerda
divide por 10.

Exemplo:
(CETRO - 2012 - TJ-RS - Oficial de Transportes) João tem 1,72m de altura e Marcos tem 1,89m. Dessa
forma, é correto afirmar que Marcos tem
Alternativas
(A) 0,17cm a mais do que João.
(B) 0,17cm a menos do que João.
(C) 1,7cm a mais do que João.
(D) 17cm a mais do que João.
(E) 17cm a menos do que João.
Resolução: Marcos = 1,89m = 189cm
João = 1,72m = 172cm
189-172=17cm
Resposta:D

20
SUPERFÍCIE
A medida de superfície é sua área e a unidade fundamental é o metro quadrado(m²).
Para transformar de uma unidade para outra inferior, devemos observar que cada unidade é cem vezes
maior que a unidade imediatamente inferior. Assim, multiplicamos por cem para cada deslocamento de uma
unidade até a desejada.

UNIDADES DE ÁREA
km 2
hm 2
dam2 m2 dm2 cm2 mm2
Quilômetro Hectômetro Decâmetro Metro Decímetro Centímetro Milímetro
Quadrado Quadrado Quadrado Quadrado Quadrado Quadrado Quadrado
1000000m2 10000m2 100m2 1m2 0,01m2 0,0001m2 0,000001m2

Exemplos de Transformação
1m²=100dm²=10000cm²=1000000mm²
1km²=100hm²=10000dam²=1000000m²
Ou seja, para transformar as unidades, quando “ andamos” para direita multiplica por 100 e para a esquerda
divide por 100.

Exemplo:
(CESGRANRIO - 2005 - INSS - Técnico - Previdenciário) Um terreno de 1 km2 será dividido em 5 lotes,
todos com a mesma área. A área de cada lote, em m2 , será de:
Alternativas
(A) 1 000
(B) 2 000
(C) 20 000
(D) 100 000
(E) 200 000
Resolução: Para calcular a área de um quadrado, basta elevar ao quadrado a medida de um lado.
1 KM = 1000m
1km² = 1000m x 1000m = 1000000m²
Como sao 5 lotes, todos de mesma area
1.000.000/5 = 200.000m
Resposta:E

VOLUME
Os sólidos geométricos são objetos tridimensionais que ocupam lugar no espaço. Por isso, eles possuem
volume. Podemos encontrar sólidos de inúmeras formas, retangulares, circulares, quadrangulares, entre outras,
mas todos irão possuir volume e capacidade.

UNIDADES DE VOLUME
km 3
hm 3
dam3 m3 dm3 cm3 mm3
Quilômetro Hectômetro Decâmetro Metro Decímetro Centímetro Milímetro
Cúbico Cúbico Cúbico Cúbico Cúbico Cúbico Cúbico
1000000000m3 1000000m3 1000m3 1m3 0,001m3 0,000001m3 0,000000001m3

21
CAPACIDADE
Para medirmos a quantidade de leite, sucos, água, óleo, gasolina, álcool entre outros utilizamos o litro e
seus múltiplos e submúltiplos, unidade de medidas de produtos líquidos.
Se um recipiente tem 1L de capacidade, então seu volume interno é de 1dm³
1L=1dm³

UNIDADES DE CAPACIDADE
kl hl dal l dl cl ml
Quilolitro Hectolitro Decalitro Litro Decilitro Centilitro Mililitro
1000l 100l 10l 1l 0,1l 0,01l 0,001l

Exemplo:
(FCC - 2012 - SEE-MG - Assistente Técnico Educacional - Apoio Técnico) Uma forma de gelo tem 21
compartimentos iguais com capacidade de 8 mL cada. Para encher totalmente com água três formas iguais a
essa é necessário
Alternativas
(A) exatamente um litro.
(B) exatamente meio litro.
(C) mais de um litro.
(D) entre meio litro e um litro.

Resolução:
21 x 3 x 8 = 504 ml = 0,504 L (entre 0,5 e 1L)
Resposta:D

MASSA
No Sistema Internacional de unidades a medida de massa é o quilograma (kg). Um cilindro de platina e irídio
é usado como o padrão universal do quilograma.

UNIDADES DE MASSA
kg hg dag g dg cg mg
Quilograma Hectograma Decagrama Grama Decigrama Centigrama Miligrama
1000g 100g 10g 1g 0,1g 0,01g 0,001

Toda vez que andar 1 casa para direita, multiplica por 10 e quando anda para esquerda divide por 10.
E uma outra unidade de massa muito importante é a tonelada
1 tonelada=1000kg

22
Exemplo:
(FUNCAB - 2014 - SEE-AC - Professor EJA I (1º Segmento)) Assinale a alternativa que contém a maior
dentre as massas representadas a seguir.
25kg / 42.000g / 1.234,3 dg / 26.000 cg / 2.000 mg
Alternativas
(A) 25 kg
(B) 42.000 g
(C) 1.234,3 dg
(D) 26.000 cg
(E) 2.000mg
Resolução: Primeiramente você deve passar todas as medidas diferentes para a mesma unidade de
medidas, pois só assim você conseguirá fazer a comparação de quem é maior
25 kg = 25000g
42.000g= 42000g
26.000 cg = 260g
2.000 mg = 2g
1.234,3 dg = 123,43g
Resposta:B

TEMPO
A unidade fundamental do tempo é o segundo(s).
É usual a medição do tempo em várias unidades, por exemplo: dias, horas, minutos

Transformação de unidades
Deve-se saber:
1 dia=24horas
1hora=60minutos
1 minuto=60segundos
1hora=3600s

Adição de tempo
Exemplo: Estela chegou ao ginásio às 15h 35minutos. Lá, bateu seu recorde de nado livre e fez 1 minuto e
25 segundos. Demorou 30 minutos para chegar em casa. Que horas ela chegou?

15h 35 minutos
1 minutos 25 segundos
30 minutos
--------------------------------------------------
15h 66 minutos 25 segundos
Não podemos ter 66 minutos, então temos que transferir para as horas, sempre que passamos de um para
o outro tem que ser na mesma unidade, temos que passar 1 hora=60 minutos
Então fica: 16h6 minutos 25segundos
Vamos utilizar o mesmo exemplo para fazer a operação inversa.

23
Subtração
Vamos dizer que sabemos que ela chegou em casa as 16h6 minutos 25 segundos e saiu de casa às 15h 35
minutos. Quanto tempo ficou fora?

11h 60 minutos
16h 6 minutos 25 segundos
-15h 35 min
--------------------------------------------------

Não podemos tirar 6 de 35, então emprestamos, da mesma forma que conta de subtração.
1hora=60 minutos

15h 66 minutos 25 segundos


15h 35 minutos
--------------------------------------------------
0h 31 minutos 25 segundos

Multiplicação
Pedro pensou em estudar durante 2h 40 minutos, mas demorou o dobro disso. Quanto tempo durou o
estudo?

2h 40 minutos
x2
----------------------------
4h 80 minutos OU
5h 20 minutos

Divisão
5h 20 minutos : 2

5h 20 minutos 2

1h 20 minutos 2h 40 minutos
80 minutos
0

1h 20 minutos, transformamos para minutos :60+20=80minutos

Exemplo:
(CONESUL - 2008 - CMR-RO - Agente Administrativo) Um intervalo de tempo de 4,15 horas corresponde,
em horas, minutos e segundos a
Alternativas
(A) 4 h 1 min 5 s.
(B) 4 h 15 min 0 s.
(C) 4h 9 min 0 s.
(D) 4 h 10 min 5 s.
(E) 4 h 5 min 1 s.

24
Resolução: Transformando 4,15h em minutos = 4,15x60 = 249 minutos.
249min = 4h + 9 minutos
Resposta:C

Relação entre grandezas: tabela ou gráfico

A relação entre grandezas pode ser mais bem compreendida por meio do uso de tabelas e gráficos, que são
ferramentas essenciais na representação e análise de dados. Tabelas e gráficos são amplamente utilizados em
diversas áreas, como ciência, economia, estatística, educação e muitas outras, para apresentar informações de
forma organizada e visualmente acessível.
As tabelas podem mostrar a relação entre duas ou mais grandezas de forma direta. Por exemplo, em uma
tabela de vendas, as colunas podem representar o tempo (mês), a quantidade de produtos vendidos e a receita
gerada. Ao analisar a tabela, é possível identificar como a quantidade de produtos vendidos e a receita estão
relacionadas ao longo do tempo.
Os gráficos são especialmente úteis para representar a relação entre grandezas. Gráficos de dispersão, por
exemplo, mostram como duas grandezas estão relacionadas, geralmente exibindo pontos no plano cartesiano.
Gráficos de barras e de linhas podem mostrar como as grandezas variam em relação a uma terceira variável,
como o tempo.

Tabelas
As tabelas são uma representação não textual de informações, onde os dados numéricos ocupam um
papel central. Seu propósito é organizar informações de maneira ordenada, clara e concisa, permitindo a fácil
interpretação dos dados em um espaço mínimo.

Componentes de uma tabela


Uma tabela estatística consiste em elementos essenciais e elementos complementares. Os elementos
essenciais incluem:
Título: uma descrição que precede a tabela, fornecendo informações sobre o que está sendo observado,
bem como o local e a data da pesquisa.
Corpo: a parte principal da tabela, composta por linhas e colunas que contêm os dados.
Cabeçalho: a seção superior da tabela que identifica o conteúdo das colunas.
Coluna indicadora: a parte da tabela que descreve o conteúdo das linhas.
Os elementos complementares podem incluir:
Fonte: a entidade responsável por fornecer os dados ou criar a tabela.
Notas: informações gerais destinadas a esclarecer o conteúdo da tabela.
Chamadas: informações específicas usadas para explicar ou definir dados em uma parte da tabela. As
chamadas são numeradas com algarismos arábicos, posicionados à esquerda nas células e à direita na coluna
indicadora. Esses elementos complementares geralmente são encontrados no rodapé da tabela, na ordem em
que foram mencionados.

25
Gráficos
Uma maneira alternativa de apresentar informações estatísticas é por meio de gráficos, que são
representações visuais. Os gráficos são altamente eficazes na apresentação de dados, proporcionando uma
compreensão mais rápida e facilitada do comportamento dos fenômenos em estudo.
Um gráfico é, fundamentalmente, uma representação gráfica de dados que é derivada de uma tabela.
Embora as tabelas ofereçam uma representação precisa e permitam uma análise detalhada dos dados, os
gráficos são mais adequados para situações em que se deseja fornecer uma impressão rápida e fácil do
fenômeno em questão.
É importante ressaltar que tanto os gráficos quanto as tabelas têm finalidades distintas, e a escolha entre
eles depende do objetivo da apresentação. Frequentemente, a utilização de um não exclui o uso do outro, e
ambos podem ser empregados complementarmente.
Ao criar um gráfico, é necessário observar algumas diretrizes gerais:
1) Os gráficos geralmente são criados em um sistema de eixos chamado sistema cartesiano ortogonal.
A variável independente é representada no eixo horizontal (abscissas), enquanto a variável dependente é
colocada no eixo vertical (ordenadas). O ponto de partida no eixo vertical deve ser sempre zero, que é o ponto
de encontro dos eixos.
2) Intervalos iguais de medidas devem corresponder a intervalos iguais nas escalas. Por exemplo, se o
intervalo de 10-15 kg corresponder a 2 cm na escala, o intervalo de 40-45 kg também deverá corresponder a 2
cm, enquanto o intervalo de 40-50 kg corresponderá a 4 cm.
3) O gráfico deve conter um título, indicar a fonte dos dados, apresentar notas e legendas. Todas essas
informações são essenciais para que o gráfico seja compreensível por si só, sem depender de um texto
explicativo.
4) O formato do gráfico deve ser aproximadamente quadrado, evitando problemas de escala que possam
interferir na interpretação correta dos dados.

26
Tipos de Gráficos
Estereogramas: são representações gráficas em que as grandezas são indicadas por meio de volumes.
Normalmente, esses gráficos são elaborados em um sistema de coordenadas bidimensional, embora também
possam ser criados em um sistema tridimensional para destacar a relação entre três variáveis.

Cartogramas: são representações em cartas geográficas (mapas).

Pictogramas ou gráficos pictóricos: são representações visuais compostas principalmente por ilustrações,
projetadas para serem visualmente atrativas e direcionadas a um público amplo e diversificado. No entanto,
eles não são adequados para situações que demandam precisão detalhada.

27
— Diagramas
São representações gráficas bidimensionais que são amplamente utilizadas devido à sua simplicidade e
facilidade de criação. Eles podem ser categorizados em vários tipos, incluindo gráficos de colunas, gráficos de
barras, gráficos de linhas ou curvas, e gráficos de setores.
a) Gráfico de colunas: neste tipo de gráfico, as grandezas são comparadas por meio de retângulos de
largura igual, dispostos verticalmente, com alturas proporcionais às grandezas. A distância entre os retângulos
deve ser, no mínimo, igual a 1/2 e, no máximo, 2/3 da largura da base dos retângulos.

b) Gráfico de barras: este tipo de gráfico segue as mesmas orientações do gráfico de colunas, com a única
diferença sendo a disposição horizontal dos retângulos. É preferido quando as etiquetas nos retângulos são
mais extensas que suas bases.

c) Gráfico de linhas ou curvas: neste tipo de gráfico, os pontos são posicionados em um plano de acordo
com suas coordenadas e, em seguida, conectados por segmentos de linha ou curvas. É amplamente empregado
em séries temporais e séries mistas quando uma das variáveis em consideração é o tempo, facilitando a análise
comparativa.

28
d) Gráfico em setores: este tipo de gráfico é apropriado para destacar a proporção de cada informação
em relação ao todo. O gráfico é representado por um círculo em que o total (100%) equivale a 360°, dividido
em segmentos proporcionais à representação. Essa divisão é realizada por meio de regra de três simples. Um
transferidor é frequentemente utilizado para marcar os ângulos correspondentes a cada divisão.

Tratamento da informação: média aritmética simples

A média aritmética simples é calculada somando todos os valores de um conjunto e dividindo essa soma
pelo número total de elementos. Ela é utilizada quando todos os valores têm a mesma importância.
Fórmula:

Onde:
− x é a média aritmética.
− ∑xi é a soma de todos os valores do conjunto.
− n é o número total de elementos.
Exemplo: Calcule a média das notas de cinco alunos em uma prova. As notas são:

ALUNO NOTA
Aluno 1 6,0
Aluno 2 7,5
Aluno 3 8,0
Aluno 4 9,0
Aluno 5 7,0

Passo 1: Somar todas as notas


6,0 + 7,5 + 8,0 + 9,0 + 7,0 = 37,5
Passo 2: Dividir a soma pelo número de alunos

x= = 7,5.
Portanto, a média simples das notas é 7,5.

29
Noções de Geometria – forma, ângulos, área, perímetro, volume, teoremas de Pitágoras
e de Tales

ÂNGULOS
Define-se como a interseção de duas semirretas que compartilham uma origem comum.

Componentes de um ângulo
– Lados: referem-se às semirretas OA e OB.
– Vértice: corresponde ao ponto onde as semirretas se encontram, neste caso, o ponto O.

Ângulo Agudo
Define-se como um ângulo cuja amplitude é inferior a 90 graus.

Ângulo Central
– Na circunferência: refere-se ao ângulo que tem seu vértice localizado no centro da circunferência;
– No polígono: descreve-se como o ângulo formado com vértice no centro de um polígono regular,
estendendo-se seus lados até alcançar vértices consecutivos do polígono.

Ângulo Circunscrito: é um ângulo formado por lados que são tangentes à circunferência, com o vértice
localizado fora da mesma.

30
Ângulo Inscrito: trata-se de um ângulo cujo vértice se encontra sobre a circunferência.

Ângulo Obtuso: refere-se a um ângulo cuja medida excede 90 graus.

Ângulo Raso
Este é um ângulo que mede exatamente 180 graus;
Caracteriza-se por ter lados que são semirretas opostas entre si.

Ângulo Reto
É um ângulo que possui uma medida de 90 graus;
É formado por lados que se intersectam em ângulos perpendiculares.

Ângulos Complementares: são dois ângulos cuja soma de suas medidas é de 90 graus.

31
Ângulos Replementares: dois ângulos são considerados replementares quando a soma de suas medidas
é de 360 graus.

Ângulos Suplementares: são dois ângulos cuja soma das suas medidas é de 180 graus.

Portanto, se x e y representam dois ângulos, então:


– Se x + y = 90°, x e y são Complementares;
– Se x + y = 180°, x e y são Suplementares;
– Se x + y = 360°, x e y são Replementares.
Ângulos Congruentes: são ângulos que têm a mesma medida.

Ângulos Opostos pelo Vértice: são formados quando duas linhas se cruzam, sendo iguais em medida

– Ângulos Consecutivos: são aqueles que compartilham um lado comum.


– Ângulos Adjacentes: são ângulos consecutivos que, compartilham um lado e vértice, sem pontos internos
em comum.

Por exemplo, os ângulos AÔB e BÔC, AÔB e AÔC, bem como BÔC e AÔC, formam pares de ângulos
consecutivos.
Os ângulos AÔB e BÔC exemplificam ângulos adjacentes.

32
POLÍGONOS
Polígonos são linhas fechadas formadas apenas por segmentos de reta que não se cruzam. Ou seja, são
figuras geométricas planas formadas por lados, que, por sua vez, são segmentos de reta.

Elementos de um polígono

• Lados: cada um dos segmentos de reta que une vértices consecutivos.


• Vértices: ponto de intersecção de dois lados consecutivos.
• Diagonais: Segmentos que unem dois vértices não consecutivos
• Ângulos internos: ângulos formados por dois lados consecutivos
• Ângulos externos: ângulos formados por um lado e pelo prolongamento do lado a ele consecutivo.
Classificação
Os polígonos são classificados de acordo com o número de lados, conforme a tabela.

Fórmulas
Diagonais de um vértice: dv = n – 3.

Total de diagonais:
Soma dos ângulos internos: Si = (n – 2).180°.
Soma dos ângulos externos: para qualquer polígono o valor da soma dos ângulos externos é uma constante,
isto é, Se = 360°.

33
Polígonos Regulares
Um polígono é chamado de regular quando tem todos os lados congruentes (iguais) e todos os ângulos
congruentes. Para os polígonos regulares temos as seguintes fórmulas, além das quatro acima:

Ângulo interno:

Ângulo externo:

Semelhança de Polígonos
Dois polígonos são semelhantes quando os ângulos correspondentes são congruentes e os lados
correspondentes são proporcionais.

Exemplo:
Um joalheiro recebe uma encomenda para uma joia poligonal. O comprador exige que o número de diagonais
seja igual ao número de lados. Sendo assim, o joalheiro deve produzir uma joia:
(A) Triangular
(B) Quadrangular
(C) Pentagonal
(D) Hexagonal
(E) Decagonal

Resolução:
Sendo d o número de diagonais e n o número de lados, devemos ter:

Resposta: C

34
PERÍMETROS E ÁREAS
A seguir, exploraremos as fórmulas necessárias para calcular o perímetro e a área de diferentes figuras
geométricas planas, como triângulos, quadrados, retângulos, círculos e outros polígonos, aprofundando nosso
entendimento dessas importantes propriedades.
− Perímetro: Medida total do contorno de uma figura geométrica, somando o comprimento de todos os seus
lados.
− Área: Medida da superfície interna de uma figura geométrica, indicando seu tamanho.

VOLUMES E ÁREAS
Os sólidos geométricos estão presentes em diversas formas ao nosso redor, desde objetos cotidianos até
grandes estruturas arquitetônicas. Compreender como calcular suas áreas e volumes é essencial para medir,
construir e otimizar espaços.

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Cilindros
Considere dois planos paralelos, α e β, e um círculo de centro O contido em um dos planos. Seja s uma reta
que intercepta ambos os planos. Um cilindro pode ser definido como o sólido gerado pela reunião de todos os
segmentos de reta paralelos a s, cujas extremidades pertencem ao círculo em um plano e ao outro plano.

Classificação de Cilindros
– Cilindro Reto (ou de Revolução): Um cilindro é classificado como reto quando as geratrizes (segmentos
que unem os pontos correspondentes das bases) são perpendiculares ao plano das bases.

– Cilindro Equilátero: Um cilindro reto é chamado de equilátero quando sua altura (h) é igual ao dobro do
raio da base (r), ou seja, h = 2r.
– Cilindro Oblíquo: Um cilindro é classificado como oblíquo quando as geratrizes são inclinadas em
relação ao plano das bases, ou seja, não são perpendiculares. Nesse caso, as faces laterais formam um ângulo
diferente de 90° com o plano da base.

Fórmulas da Área e Volume de Cilindros


– Área da Base (Sb): Cada base do cilindro é um círculo, cuja área é dada por:

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Onde:
▪ r é o raio da base.
– Área Lateral (Sl): É a área da superfície lateral do cilindro, equivalente ao “retângulo” obtido ao desenrolar
a lateral. A fórmula é:

Onde:
▪ r é o raio da base.
▪ h é a altura do cilindro.
– Área Total (St): A soma da área lateral e das duas bases:

– Volume: O volume de um cilindro é calculado como o produto da área da base pelo valor da altura. A
fórmula é:

Cones
Considere um plano α contendo um círculo e um ponto V que não pertence ao plano α. A figura geométrica
formada pela reunião de todos os segmentos de reta que têm uma extremidade no ponto V e a outra em
qualquer ponto do círculo é denominada cone circular. O ponto V é chamado de vértice do cone, e o círculo no
plano α é denominado base do cone.

Classificação de Cones
– Cone Reto (ou de Revolução): Um cone é classificado como reto quando o eixo (VO) que une o vértice
(V) ao centro da base (O) é perpendicular ao plano da base. Esse tipo de cone pode ser gerado pela rotação
de um triângulo retângulo em torno de um de seus catetos.

– Cone Equilátero: Um cone reto é chamado de equilátero quando a sua geratriz (g) é igual ao dobro do
raio da base (r), ou seja, g = 2r.
Para verificar essa condição, podemos usar a fórmula

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– Cone Oblíquo: Um cone é classificado como oblíquo quando o eixo (VO) não é perpendicular ao plano
da base. Nesse caso, o vértice (V) não está alinhado diretamente sobre o centro da base (O), resultando em
uma figura inclinada.

Fórmulas da Área e Volume de Cones


– Área da Base (Sb): A base do cone é um círculo, cuja área é dada por:

Onde:
▪ r é o raio da base do cone.
– Área Lateral (Sl): A área lateral é a área da superfície curva do cone. Ela é obtida ao considerar a
superfície formada pela geratriz (g) ao redor da base. A fórmula é:

Onde:
▪ r é o raio da base
▪ g é a geratriz do cone
– Área Total (St): A área total do cone é a soma da área lateral com a área da base. A fórmula é:

– Volume: O volume do cone é calculado como um terço do produto da área da base pelo valor da altura.

Pirâmides
Considere um polígono plano como base e um ponto V que não pertence ao plano da base. A figura
geométrica formada pela reunião de todos os segmentos de reta que têm uma extremidade no ponto
V e a outra em qualquer ponto do polígono base é denominada pirâmide. As pirâmides podem ser classificadas
quanto ao número de lados da base:

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Fórmulas da Área e Volume de Pirâmides
– Área Lateral (Sl): A área lateral de uma pirâmide é a soma das áreas das faces laterais, que são triângulos.
Para uma pirâmide regular, em que todas as faces laterais são triângulos congruentes, a fórmula é:

Onde:
▪ n é o número de lados da base
▪ A área de cada triângulo é calculada como

– Área da Base (Sb): A área da base é a área do polígono que forma a base da pirâmide. Para polígonos
regulares:

– Área Total (St): A área total da pirâmide é a soma da área lateral com a área da base:

– Volume: O volume da pirâmide é calculado como um terço do produto da área da base pelo valor da altura
(h). A fórmula é:

Prismas
Considere dois planos paralelos, α e β, e um polígono R contido no plano α. A figura geométrica formada pela
união de todos os segmentos de reta que são perpendiculares aos planos e têm uma extremidade no polígono
R e a outra no plano β é denominada prisma. O prisma é um poliedro composto por duas faces paralelas e
congruentes, chamadas de bases, que são cópias do polígono R, e pelas demais faces, denominadas faces
laterais, que são paralelogramos resultantes da ligação dos vértices correspondentes das duas bases.

39
Classificação de Prismas
Os prismas podem ser classificados de acordo com diferentes critérios:

1. Quanto à inclinação das arestas laterais:


– Prisma reto: Quando as arestas laterais são perpendiculares às bases. Nesse caso, as faces laterais são
retângulos.

– Prisma oblíquo: Quando as arestas laterais não são perpendiculares às bases, fazendo com que as
faces laterais sejam paralelogramos inclinados.

2. Quanto ao formato do polígono da base:


– Prisma triangular: A base é um triângulo (base com 3 lados).

– Prisma quadrangular: A base é um quadrilátero (base com 4 lados).

E assim sucessivamente, seguindo o padrão, como no caso do prisma pentagonal (base com 5 lados) ou
prisma octogonal (base com 8 lados).

40
3. Quanto à regularidade da base:
– Prisma regular: A base é um polígono regular (todos os lados e ângulos iguais), e o prisma é reto.
– Prisma irregular: A base não é um polígono regular.

Prismas especiais
– Paralelepípedo reto: Todas as faces laterais são retângulos.

– Paralelepípedo oblíquo: As faces laterais são paralelogramos inclinados.

– Cubo: Caso particular de um paralelepípedo reto com todas as faces quadradas.

Fórmulas da Área e Volume de Prismas


– Área Lateral (Sl): A área lateral de um prisma é a soma das áreas das faces laterais. Para prismas retos,
as faces laterais são retângulos congruentes, e a área lateral é calculada como:

Onde:
▪ Pb: perímetro da base.
▪ h : altura do prisma.
– Área da Base (Sb): A área da base é a área do polígono que forma a base do prisma. Para diferentes
tipos de base:

– Área Total (St): A área total do prisma é a soma da área lateral com as áreas das duas bases:

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– Área do Cubo (St): A área total de um cubo é a soma das áreas de suas seis faces quadradas:

Onde:
▪ a: comprimento da aresta do cubo.
– Área do Paralelepípedo (St): A área total de um paralelepípedo é a soma das áreas de suas três pares
de faces opostas:

Onde:
▪ a, b, c: comprimentos das arestas.
– Área do Prisma (St): A área total de um prisma é a soma da área lateral e das áreas das duas bases:

– Volume do Cubo (V): O volume do cubo é dado pelo cubo do comprimento de sua aresta:

– Volume do Paralelepípedo (V): O volume do paralelepípedo é o produto das dimensões de suas arestas:

– Volume do Prisma (V): O volume de qualquer prisma é o produto da área da base pela altura (h):

TEOREMA DE TALES
O Teorema de Tales é uma teoria aplicada na geometria acerca do conceito relacionado entre retas paralelas
e transversais.
““Feixes de retas paralelas cortadas ou intersectadas por segmentos transversais formam segmentos “de
retas proporcionalmente correspondentes”.

42
Teorema da bissetriz interna: A bissetriz de um Ângulo interno de um triângulo divide o lado oposto em
segmentos proporcionais aos respectivos lados adjacentes.

Teorema da bissetriz externa: A bissetriz de um ângulo externo intercepta a reta suporte que contém o
lado oposto, dividindo-o em segmentos proporcionais aos lados adjacentes.

Exemplo:

(PUC-RJ) Considere um triângulo ABC retângulo em A, onde . é a bissetriz do ângulo


. Quanto mede ?
(A) 42/5
(B) 21/10
(C) 20/21
(D) 9
(E) 8

Resolução:
Do enunciado temos um triângulo retângulo em A, o vértice A é do ângulo reto. B e C pode ser em qualquer
posição. E primeiro temos que determinar a hipotenusa.

Teorema de Pitágoras:

43
Pelo teorema da bissetriz interna:

Resposta: A

TEOREMA DE PITÁGORAS
Em todo triângulo retângulo, o maior lado é chamado de hipotenusa e os outros dois lados são os catetos.
Deste triângulo tiramos a seguinte relação:

“Em todo triângulo retângulo o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos”.

a2 = b2 + c2

Exemplo:
Um barco partiu de um ponto A e navegou 10 milhas para o oeste chegando a um ponto B, depois 5 milhas
para o sul chegando a um ponto C, depois 13 milhas para o leste chagando a um ponto D e finalmente 9 milhas
para o norte chegando a um ponto E. Onde o barco parou relativamente ao ponto de partida?
(A) 3 milhas a sudoeste.
(B) 3 milhas a sudeste.
(C) 4 milhas ao sul.
(D) 5 milhas ao norte.
(E) 5 milhas a nordeste.

44
Resolução:

x2 = 32 + 42
x2 = 9 + 16
x2 = 25
x=5
Como temos duas alternativas com a resposta 5, vamos analisar a direção final do barco em relação ao
ponto A. A opção (D) 5 milhas ao norte não é correta porque ignora o movimento para o leste que o barco
também fez. Portanto, a direção é nordeste.
Resposta: E

Questões

1. FUNDATEC - 2021

Em uma escola, o time de basquete tem, por média de altura, 1,80 m, sendo que são 10 jovens que
participam do time. Para um campeonato municipal, devem ser inscritos 13 jovens por time. Para isso, foram
chamados mais 3 jovens, com 1,90, 1,87 e 1,93 de altura. Qual a média de altura com os novos integrantes da
equipe?
(A) 1,81.
(B) 1,82.
(C) 1,83.
(D) 1,84.

2. VUNESP - 2021

A média das alturas de um grupo de 32 pessoas é igual a 167 cm. Retirando-se as 6 mulheres mais novas
desse grupo, a média das alturas das pessoas restantes continua 167 cm. Retirando-se desse novo grupo os
6 homens mais novos, a média das alturas do grupo restante passa a ser igual a 177 cm. A média das alturas,
em cm, das 12 pessoas retiradas do grupo original é um número entre
(A) 135 e 140.
(B) 140 e 145.
(C) 145 e 150.
(D) 150 e 155.
(E) 155 e 160.

45
3. FUNATEC - 2024

Ao final de uma corrida entre os carros azul, verde, branco e vermelho, foi coletado a quantidade de
tempo gasto durante a corrida por cada carro. Os carros azul, verde, branco e vermelho, gastaram a seguinte
quantidade de minutos até a linha de chegada, 42 min, 48 min, 38 min e 40 min, respectivamente. Assinale a
alternativa que apresenta a média aritmética do tempo gasto por todos os carros.
(A) 42 minutos.
(B) 48 minutos.
(C) 38 minutos.
(D) 40 minutos.

4. OBJETIVA - 2023

Com base na análise do diagrama abaixo, assinalar a alternativa INCORRETA:

(A) Todos os pássaros são aves.


(B) Alguns pássaros, que não são aves, são velozes.
(C) Nenhuma tartaruga é ave.
(D) Nenhuma tartaruga é veloz.

5. UNIVIDA - 2024

Qual é a área de um quadrado cujo perímetro é igual ao de um retângulo com dimensões de x cm por y cm,
onde x é o maior número natural de um algarismo e y é o menor número natural com dois algarismos?
(A) 90 cm².
(B) 2,25 cm².
(C) 5,0625 cm².
(D) 6,0459 cm².
(E) 2,025 cm².

46
6. IBADE - 2024

Gabriel é dono de uma fábrica de materiais de construção e deseja calcular o volume de areia que foi
armazenado em um tanque. Para isso, ele estabeleceu as seguintes medidas:

O volume, em m³, de areia nesse tanque é de:


(A) 0,130
(B) 0,325
(C) 0,455
(D) 0,585
(E) 0,715

7. VUNESP - 2024

Em países como os Estados Unidos, utiliza-se a polegada como unidade de medida de comprimento,
sendo que 1 polegada corresponde a 2,54 cm. Para uma abordagem sobre diferentes medidas e instrumentos
de medição, uma professora utilizou uma corda com 38,1 metros de comprimento e um pedaço de madeira
medindo 75 polegadas. Após fazer uma apresentação aos alunos, explicando sobre a polegada, a professora
pediu que eles medissem a corda, utilizando como unidade u de medida o pedaço de madeira. A correta
resposta esperada pela professora é que a corda tem o comprimento de
(A) 200 u.
(B) 50 u.
(C) 100 u.
(D) 10 u.
(E) 20 u.

8. INQC - 2024

Ao planejar uma viagem em um aplicativo de GPS, o motorista reparou que a duração prevista seria de 4
horas e 28 minutos.
Esse tempo, em minutos, é igual a:
(A) 88
(B) 148
(C) 208
(D) 268

47
9. INQC - 2024

Nair é auxiliar de serviços gerais e precisa cumprir seu horário de trabalho diário de 8 horas, sem contar seu
horário de almoço e descanso. Em seu emprego, ela tem 1 hora de almoço e, durante o turno da tarde, tira 30
minutos de descanso. Sabe-se que o horário de começo de expediente de Nair é às 7 horas da manhã. Se ela
chegou no horário certo e tem que cumprir sua carga horária, a hora certa que Nair deve sair é às:
(A) 18:30
(B) 17:30
(C) 16:30
(D) 15:30

10. IPPEC - 2024

Um bloco para anotações e uma caneta esferográfica cristal custam juntos R$2,80 (dois reais e oitenta
centavos). Quanto custa a caneta se o bloco para anotações custa quarenta centavos a mais que a caneta?
(A) R$ 1,10
(B) R$ 1,20
(C) R$ 1,60
(D) R$ 1,16
(E) R$ 0,80

11. FUNDATEC - 2024

As raízes da equação de segundo grau 2x2 - 4x + 8 = 6x - 4 representam as dimensões de um retângulo.


Determine o perímetro desse retângulo.
(A) 3.
(B) 5.
(C) 6.
(D) 10.
(E) 12.

12. IDHTEC - 2023

O número 5 é inversamente proporcional a grandeza B. Se multiplicarmos o 5 pelo próprio 5, devemos, para


manter a razão de proporcionalidade, reduzir o valor de B em
(A) 50%
(B) 60%
(C) 70%
(D) 80%
(E) 90%

48
13. OBJETIVA - 2023

Certa piscina é abastecida com água por duas mangueiras de igual vazão, demorando 5h para ser
completamente preenchida. Supondo-se que essa piscina seja abastecida por três mangueiras iguais às
anteriores, ao todo, quanto tempo irá levar para essa piscina ser completamente preenchida?
(A) 3h
(B) 3h20min
(C) 3h40min
(D) 4h

14. OBJETIVA - 2021

Sabendo-se que a razão entre a altura de certa árvore e a projeção de sua sombra é igual a 3/4 e que a sua
sombra mede 1,6m, ao todo, qual a altura dessa árvore?
(A) 1m
(B) 1,1m
(C) 1,2m
(D) 1,3m

15. INSTITUTO MAIS - 2021

Uma empresa de limpeza verificou que 15 funcionárias levam cerca de 3 horas para limpar um espaço de
3.375 m² de área. Sabendo que um evento ocorrerá em um espaço retangular de perímetro igual a 190 m e
comprimento igual a 50 m, é correto afirmar que 20 funcionárias dessa empresa, trabalhando no mesmo ritmo,
para limpar o espaço onde ocorrerá esse evento, levarão
(A) 1 hora e 30 minutos.
(B) 2 horas.
(C) 2 horas e 30 minutos.
(D) 3 horas.

16. Creative Group - 2021

Uma moto com velocidade constante de 90 km/h faz determinado percurso em 80 minutos. Qual foi a
velocidade da moto sabendo que em outro momento ela fez esse mesmo percurso em 1h 40minutos?
(A) 112,5km/h.
(B) 72km/h.
(C) 82km/h.
(D) 80km/h.

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17. OBJETIVA - 2021

Certo produto, com preço de R$ 290,00, foi vendido com 24% de desconto. Sendo assim, qual o valor pelo
qual esse produto foi vendido?
(A) R$ 210,40
(B) R$ 215,40
(C) R$ 220,40
(D) R$ 225,40

18. Itame - 2020

Sabendo que o salário de Marcos equivale a 80% do salário de Wanessa e que a diferença entre os dois
salários é de R$ 500,00, então podemos concluir que o salário de Marcos é igual à:
(A) R$ 2.500,00
(B) R$ 2.300,00
(C) R$ 2.100,00
(D) R$ 2.000,00

19. FGV - 2023

Certo mês, Miriam gastou, respectivamente, 30% e 40% do seu salário com alimentação e com gastos de
moradia. Dos gastos com moradia, 8% foram com a conta de água e 6%, com a de energia elétrica.
Se a conta de água foi R$ 52,80 mais cara que a de energia elétrica, o gasto total, nesse mês, com
alimentação foi de
(A) R$ 2.000,00.
(B) R$ 1.990,00.
(C) R$ 1.980,00.
(D) R$ 1.970,00.
(E) R$ 1.960,00.

20. FURB - 2023

Lucas recebeu um valor de R$ 15.000,00 como parte do valor de um processo judicial. Esse valor recebido
por Lucas equivale a 80% do valor total decorrente do processo judicial, sendo que os 20% restantes equivalem
ao valor recebido pelo advogado. Pode-se afirmar que o valor recebido pelo advogado, em reais, foi de:
(A) 3.750,00.
(B) 3.000,00.
(C) 3.500,00.
(D) 3.250,00.
(E) 3.800,00.

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21. VUNESP - 2023

Determinado produto está com 20% de desconto sobre o preço de etiqueta. Se esse produto for pago à
vista, terá mais um desconto de 5% sobre o preço já com o desconto de 20%. Se ao comprar esse produto à
vista, uma pessoa pagou R$ 91,20, o preço de etiqueta desse produto era
(A) R$ 130,00.
(B) R$ 125,00.
(C) R$ 120,00.
(D) R$ 115,00.
(E) R$ 110,00.

22. FUNDATEC - 2023

O produto entre o Máximo Divisor Comum entre 33 e 77 e o Mínimo Múltiplo Comum entre os números 5,
12 e 30 é:
(A) 132.
(B) 660.
(C) 671.
(D) 760.
(E) 990.

23. Avança SP - 2023

Determine o mínimo múltiplo comum — MMC — dos números 12, 48 e 64.


(A) 154
(B) 162
(C) 188
(D) 192
(E) 198

24. FUNATEC - 2023

Qual das alternativas a seguir contém dois números reais não racionais e dois números racionais?
(A) {√2; 3; 2,3; 1/3}
(B) {√2; √3; 8; 1/4}
(C) {√25; √9; 2; 3,2}
(D) {√36; 2√9; 0,3; 1/8}

25. OBJETIVA CONCURSOS - 2023

Assinalar a alternativa que apresenta o maior dos números abaixo:


(A) 0,546
(B) 0,561
(C) 0,506
(D) 0,560

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Gabarito

1 B
2 D
3 A
4 B
5 C
6 C
7 E
8 D
9 C
10 B
11 D
12 D
13 B
14 C
15 A
16 B
17 C
18 D
19 C
20 A
21 C
22 B
23 D
24 B
25 B

52

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