FIEB – PROFª MARIA THEODORA PEDREIRA DE FREITAS
CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM PUBLICIDADE
ELOISA RODRIGUES DA COSTA BRAZ, 8
ISABELI CRISTINI PONTES TAVARES, 15
LETÍCIA DE JESUS SANTOS, 21
LUIZ GUILHERME OLIVEIRA FRAZÃO, 23
MANUELLA FÁVERO ASSENZA, 24
MARIA EDUARDA ASSUNÇÃO ALMEIDA, 26
EDUCAÇÃO DIGITAL
DEEPFAKE – O QUE É, EXEMPLOS REAIS, CONSEQUÊNCIAS
BARUERI
2026
ELOISA RODRIGUES DA COSTA BRAZ, 8
ISABELI CRISTINI PONTES TAVARES, 15
LETÍCIA DE JESUS SANTOS, 21
LUIZ GUILHERME OLIVEIRA FRAZÃO, 23
MANUELLA FÁVERO ASSENZA, 24
MARIA EDUARDA ASSUNÇÃO ALMEIDA, 26
EDUCAÇÃO DIGITAL
DEEPFAKE – O QUE É, EXEMPLOS REAIS, CONSEQUÊNCIAS
Pesquisa apresentada ao Curso Técnico de
Publicidade, da Fundação Instituto de
Educação de Barueri Maria Theodora Pedreira
de Freitas, como parte dos requisitos da
disciplina Educação Digital
BARUERI
2026
Introdução
Deepfake
O que é Deepfake
A expressão “deepfake” surge dos termos “deep learning” que significa
“aprendizado profundo” e “fake” que significa “falso”, em inglês. Não existe uma
tradução literal para essa expressão. Contudo, em tradução livre deepfake pode ser
tratado como “falsidade profundo”, ou seja, conteúdos falsos produzidos com um
grande nível de elaboração.
No caso da deepfake, a inteligência artificial, abreviado IA, ela é usada para
produzir imagens, vídeos e áudios falsos, a partir da alteração de elementos visuais
(troca de rostos, modificação do local, transformação da aparência), auditivos
(substituição ou sobreposição de vozes, invenção de diálogos), ou audiovisuais pré-
existente, que leva ao público acreditar em algo não existente. E em outros casos a
deepfake surge da aplicação de softwares generativos, ou em outras palavras IA
generativa, para criar fotografias, áudios e vídeos totalmente artificiais a partir dos
chamados prompts.
Resumindo as deepfakes são considerada uma evolução das Fake News.
São ferramentas mais modernas e sofisticadas, assim sendo mais perigosas criando
uma incerteza nas mídias, onde se pode facilmente cair em um golpe ou em uma
mídia falsa.
Existem maneiras diferentes de a deepfake surgir, as formas mais comuns
são: a Substituição (consiste na troca de face, ou seja, de um rosto por outro),
Clonagem de voz (troca aparência e gestos, gerando um vídeo que a pessoa
clonada reproduz as suas falas e movimentos por um ator) e a adulteração da região
da boca (os lábios acompanham um áudio adicionado).
Em deepfakes mais sofisticadas, se usam redes generativas adversarias
(também conhecida como GANs). Em resumo, dois algoritmos competem, um gera o
conteúdo falso e o outro tenta descobrir e apontar as falhas. Assim o primeiro
algoritmo é aprimorado, conseguindo produzir resultados cada vez mais realistas e
convincentes.
O termo deepfake não é novo. Segundo o jornal Migalhas uma de suas
origens vem de um usuário da plataforma Reddit, de codinome deepfake, que usou
IA e aprendizado de máquina para criar um algoritmo para treinar uma rede neural e
mapear o rosto e uma pessoa no corpo de outra em 2017.
Deepfake na Publicidade
Como exemplos de deepfake na publicidade a Volkswagen Brasil produziu
uma campanha de 70 anos da marca no país, recriaram a imagem e voz da cantora
Elis Regina cantando ao lado de sua filha, Maria Rita.
O vídeo foi produzido para comemorar os 70 anos da Volkswagen no Brasil e
simulou um dueto entre Elis Regina, falecida a 41 anos, cantando ao lado de sua
filha.
A propaganda utilizou uma técnica conhecida como "deepfake", que faz
montagens realistas com rostos de pessoas.
Segundo o órgão, a decisão foi motivada por manifestações contrárias e favoráveis
de consumidores sobre dois pontos principais:
Se foi respeitoso e ético o uso no anúncio de vídeo recriando a imagem da
cantora Elis Regina, falecida em 1982, feita por meio de inteligência artificial
generativa híbrida;
E se era necessária informação explícita sobre o uso de tal ferramenta para
compor o anúncio.
Já sobre a necessidade de informar sobre o uso da ferramenta "deepfake", o
CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) informou que
considerou diversas recomendações de boas práticas existentes sobre o tema, "bem
como a ausência de regulamentação específica em vigor". Com isso, a maioria dos
conselheiros votou pelo arquivamento da denúncia.
Infelizmente, a facilidade de gerar deepfakes popularizou a falsificação
publicitária nas redes sociais, os golpes de vendas com famosos, entre as vítimas,
estão nomes conhecidos como Paolla Oliveira, William Bonner, Neymar, Ana Maria
Braga, Eliana e Drauzio Varella. Vozes e imagens desses artistas têm sido utilizadas
em conteúdos falsos, muitas vezes ligados a tentativas de golpe financeiro, e
produzidos com alto nível de realismo, o suficiente para enganar parte do público.
Também outro esquema investigado pela Polícia Civil de deepfake eram
anúncios falsos nas redes sociais, prometendo brindes como um “kit antirrugas
grátis” ou malas de viagem. Para receber o suposto produto, a vítima precisava
pagar apenas o frete: cerca de R$ 44.
Ao clicar no anúncio, o consumidor era direcionado para um site fraudulento,
que imitava páginas legítimas. O pagamento era feito via PIX, mas o produto nunca
chegava.
Casos reais e campanhas
Conscientização (uso "positivo" da deepfake)
Na campanha "Malaria Must Die", o ex-jogador David Beckham usou a
inteligência artificial para falar sobre a erradicação da malária em 9 idiomas,
adaptando sua voz e labialização para conscientizar diferentes culturas pelo mundo.
Golpe com Figuras Públicas no Brasil
Cibercriminosos usam a inteligência artificial para clonar a imagem e a voz de
figuras públicas brasileiras — como os jornalistas William Bonner e Pedro Bial e o
médico Dr. Drauzio Varella — em vídeos falsos. veiculados como anúncios em redes
sociais, esses conteúdos exploram a credibilidade de pessoas influentes para
vender produtos fraudulentos e aplicar golpes financeiros.
Ciberataque corporativo
Um funcionário da empresa multinacional Arup, em Hong Kong, transferiu
cerca de US$ 25 milhões para criminosos após ser enganado em uma chamada de
vídeo. a reunião na verdade era uma fraude em tempo real na qual todos os
participantes presentes eram recriações por deepfake de executivos da empresa,
levando a vítima a autorizar 15 transferências bancárias fraudulentas.
Riscos e Impactos
A rápida circulação de conteúdos manipulados por inteligência artificial nas
redes sociais e em aplicativos de mensagens representa um dos maiores desafios
atuais à formação livre da opinião pública e à integridade dos processos
democráticos. Como adverte o especialista em Direito Eleitoral Luiz Eugênio
Scarpino Júnior, identificar esse tipo de material tornou-se uma tarefa complexa até
mesmo para os usuários mais atentos. O que popularmente se chama de fake news
evoluiu para a adulteração sintética altamente realista de vídeos, áudios e imagens,
disseminada estrategicamente em bolhas de comunicadores como WhatsApp,
Instagram e X (antigo Twitter) amparada por manchetes sensacionalistas e
desprovida de qualquer validação da grande mídia.
Esse cenário de vulnerabilidade institucional dialoga diretamente com as
reflexões de acadêmicos consagrados, a exemplo dos professores norte-americanos
Robert Chesney e Danielle Citron, cujos estudos pioneiros publicados no portal
Lawfare alertam para os perigos profundos das deepfakes na segurança nacional e
na privacidade. No Brasil, essa preocupação jurídica e social ganhou contornos
normativos rígidos a partir das discussões consolidadas nas eleições municipais de
2024 e expandidas para o pleito de 2026, com forte atuação do Tribunal Superior
Eleitoral (TSE) e análises aprofundadas por juristas como Cláudio de Mello Tavares.
Os usuários utilizam a tecnologia de forma suja, ao mesmo tempo em que
otimiza processos, fabrica conteúdos falsos mascarados com um grau de
semelhança capaz de desequilibrar disputas e corromper a confiança pública no
ambiente informacional.
Para o campo da Publicidade e Propaganda, a ascensão das deepfakes e da
IA generativa impõe uma crise ética sem precedentes e uma reviravolta na
responsabilidade profissional. Se historicamente a publicidade lidou com a
construção de narrativas persuasivas e plásticas visuais idealizadas, hoje o
ecossistema publicitário e de marketing político enfrenta a linha tênue entre a licitude
comercial e a manipulação dolosa da realidade.
Os profissionais da área passam a ser vigiados rigorosamente por normativas
legais e códigos de conduta que exigem transparência absoluta, rotulagem explícita
de conteúdos sintéticos e barreiras contra campanhas de desinformação enganosas.
Em um mercado onde a credibilidade é o ativo mais valioso, o uso irresponsável de
tecnologias hiper-realistas deixa de ser apenas uma infração ética para se tornar
uma ameaça direta à confiança do consumidor.
Questões éticas e legais
O deepfake é uma tecnologia baseada em Inteligência Artificial capaz de criar
imagens, áudios e vídeos extremamente realistas a partir da manipulação de dados
de uma pessoa real. Por permitir recriar a aparência e a voz de indivíduos com alta
fidelidade, essa ferramenta levanta debates importantes sobre ética, legalidade e
responsabilidade no ambiente digital.
Do ponto de vista ético, o uso do deepfake é considerado aceitável quando
respeita três princípios fundamentais: aprovação, transparência e propósito claro. Ou
seja, a tecnologia deve ser utilizada para gerar valor social e cultural, sem a intenção
de enganar ou causar dano. Na área da educação e cultura, por exemplo, o
deepfake tem sido usado para recriar figuras históricas em documentários e museus
virtuais, permitindo que estudantes "conversem" com personalidades do passado.
Também é aplicado na tradução e dublagem de conteúdos educacionais, ampliando
o acesso ao conhecimento para pessoas de diferentes idiomas.
No campo da acessibilidade, a tecnologia ganha grande relevância ao
possibilitar a criação de avatares que traduzem conteúdos para Libras e ao devolver
a voz para pessoas com doenças que afetam a fala, por meio da clonagem de voz a
partir de amostras antigas. Na indústria do entretenimento, o deepfake já é usado
para rejuvenescer atores, criar dublês digitais em cenas de risco e facilitar a
dublagem de filmes, desde que haja autorização expressa dos profissionais
envolvidos e que o público seja informado sobre o uso da tecnologia.
Por outro lado, o deepfake se torna ilegal quando é utilizado como ferramenta
para cometer crimes e violar direitos fundamentais. Um dos principais problemas é a
desinformação. Vídeos falsos de autoridades públicas, jornalistas e figuras públicas
são criados para espalhar fake news, manipular eleições e influenciar a opinião
pública, gerando instabilidade social e política. Na esfera dos crimes cibernéticos,
criminosos utilizam a clonagem de voz para aplicar golpes bancários, se passando
por familiares ou diretores de empresas para solicitar transferências urgentes. Além
disso, a criação e divulgação de pornografia não consensual utilizando o rosto de
pessoas reais, em sua maioria mulheres, configura um grave ataque à dignidade e à
intimidade, causando danos psicológicos e sociais irreparáveis. Outra violação
comum é o uso indevido da imagem para difamação, exposição e cyberbullying,
onde a identidade de terceiros é manipulada para humilhar, chantagear ou destruir
reputações.
No Brasil, ainda não existe uma legislação específica que trate
exclusivamente do deepfake. No entanto, a prática já é punida com base em leis
vigentes. A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais - LGPD protege dados
sensíveis como imagem e voz, e determina que o uso dessas informações só pode
ocorrer mediante consentimento do titular. O Marco Civil da Internet estabelece a
responsabilidade de provedores e usuários na remoção e na responsabilização por
conteúdos que violem direitos na rede. Para tentar suprir essa lacuna, tramita no
Congresso o PL 2338/2023, conhecido como Lei Brasileira de Inteligência Artificial.
Entre suas propostas está a obrigatoriedade de identificar, por meio de marca d'água
ou alerta, qualquer conteúdo gerado ou manipulado por IA, garantindo assim maior
transparência e rastreabilidade. Dessa forma, mesmo sem uma lei própria, já
existem mecanismos legais para responsabilizar quem produz e compartilha
deepfakes com fins ilícitos.
Portanto, conclui-se que o deepfake é uma tecnologia de duplo impacto.
Quando usada com responsabilidade, pode democratizar o acesso à informação e
promover a inclusão. Quando usada de forma maliciosa, representa uma ameaça
direta à verdade, à segurança e aos direitos individuais. O desafio atual é equilibrar
a inovação com a criação de normas claras e de educação digital, para que a
sociedade possa usufruir dos benefícios sem renunciar à ética e da legalidade.
Questões Éticas
O uso do deepfake é ético quando existe aprovação, transparência e um
propósito claro. A tecnologia deve ser usada para gerar valor, sem enganar ou
prejudicar pessoas.
Educação e Cultura: Recriar figuras históricas e traduzir conteúdos para
ampliar o acesso ao conhecimento.
Acessibilidade: Criar avatares para tradução em Libras e dar voz a pessoas
com dificuldades de fala.
Entretenimento: Efeitos visuais e dublagem em filmes, desde que os atores
autorizem.
Questões Ilegais
O deepfake se torna ilegal quando é usado para cometer crimes ou violar
direitos.
Desinformação: Criação de vídeos falsos de autoridades para espalhar fake
news e interferir na opinião pública.
Crimes Cibernéticos: Golpes bancários com clonagem de voz e criação de
pornografia não consensual.
Violação de Imagem: Uso da identidade de terceiros para difamar, expor ou
praticar cyberbullying.
Questões Legais e Responsabilidade
No Brasil ainda não existe uma lei específica só para deepfake, mas ele já é
punido por outras leis.
LGPD: Protege o uso de imagem, voz e dados pessoais sem autorização.
Marco Civil da Internet: Responsabiliza quem divulga conteúdo falso na
internet.
PL 2338/2023: Projeto de Lei da IA que propõe obrigatoriedade de identificar
conteúdos gerados por IA.
O futuro do Deepfake
O futuro do deepfake está relacionado ao avanço da inteligência artificial. A
tendência é que essa tecnologia se torne cada vez mais sofisticada, permitindo a
criação de vídeos, imagens e áudios bem realistas. Isso pode trazer benefícios para
áreas como publicidade, entretenimento, educação e produção de conteúdo,
tornando processos mais criativos e acessíveis.
No entanto, o desenvolvimento dessa tecnologia também aumenta os riscos
de desinformação, fraudes, golpes virtuais e uso indevido da imagem e da voz das
pessoas. Por isso, especialistas destacam a importância de criar leis específicas,
desenvolver ferramentas capazes de identificar conteúdos manipulados e
conscientizar a população sobre o uso responsável da inteligência artificial. Dessa
forma, será possível aproveitar as vantagens do deepfake sem comprometer a
segurança e a confiança nas informações digitais.
Referências
O que é deepfake
DEEPFAKE: Uma ferramenta recente ou uma invenção do século XIX? Migalhas,
16 fev. 2024. Disponível em: Guia_ilustrado_Contra_DeepFakes_ebook.pdf
Acesso em: 29 jul. [2026].
Não foi utilizado Inteligência Artificial.
Deepfake na Publicidade
CONAR decide arquivar processo contra propaganda que recriou Elis Regina com
inteligência artificial. G1, 23 ago. 2023. Mídia e Marketing. Disponível em:
[Link]
conar-decide-arquivar-processo-contra-propaganda-que-recriou-elis-regina-com-
[Link].
Acesso em: 29 jul. [2026].
Casos reais e campanhas
IA utilizada: Gemini
Prompt utilizado: ‘’Sugestões de campanhas e casos reais com uso do Deepfake’’
DECADE fighting malaria. In: Malaria No More UK.
Disponível em: [Link]
Acesso em: 29 jul. [2026].
INDEPENDENT (Londres). David Beckham malaria must die campaign disease
nine languages. 2019.
Disponível em: [Link]
[Link].
Acesso em: 29 jul. [2026].
ARUP deepfake scam loss Hong Kong. CNN, 16 maio 2024. Tech. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 29 jul. [2026].
Riscos e Impactos
Jornal da USP: Deepfakes preocupam especialistas e podem afetar a liberdade do
eleitor. Acesso em:
[Link]
podem-afetar-a-liberdade-do-eleitor/
Acesso em: 30 jul. [2026].
Portal Migalhas (Coluna: Migalhas de IA e Proteção de Dados): Proibição das
deepfakes nas eleições de 2026 (por Alessandro Hirata e Tiago Augustini de Lima)
Acesso em:
[Link]
proibicao-das-deepfakes-nas-eleicoes-de-2026
Acesso em: 30 jul. [2026].
Portal Migalhas (Quentes): IA nas campanhas eleitorais 2026: veja o que o TSE
autoriza ou proíbe. Acesso em:
[Link]
veja-o-que-tse-autoriza-ou-proibe Acesso em: 30 jul. [2026].
Portal Jota: Deepfakes e imagens falsas: como a Justiça Eleitoral tem imposto
limites ao uso de IA nas eleições. Acesso em:
[Link]
justica-eleitoral-tem-imposto-limites-ao-uso-de-ia-nas-eleicoes
Acesso em: 30 jul. [2026].
Não foi utilizado Inteligência Artificial.
Questões éticas e legais
IA utilizada: Meta IA
Prompt utilizado: ‘Divida em 3 tópicos: Éticas, Ilegais e Legais/Responsabilidade.’’
Referências (fontes usadas)
CANALTECH. O que é Deepfake. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 04 ago. 2026.
TECMUNDO. Deepfake: usos positivos e negativos da tecnologia. Disponível em:
[Link]
[Link].
Acesso em: 04 ago. [2026].
SAFERNET BRASIL. Golpes com Inteligência Artificial. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 04 ago. [2026].
BRASIL. Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018. Lei Geral de Proteção de Dados
Pessoais - LGPD. Disponível em: [Link]
2018/2018/lei/[Link].
Acesso em: 04 ago. [2026].
SENADO FEDERAL. PL 2338/2023 - Lei Brasileira de Inteligência Artificial.
Disponível em:
[Link]
Acesso em: 04 ago. [2026].
O futuro do Deepfake
RECIMA21. O futuro da Inteligência Artificial: inovação tecnológica, fronteiras éticas
e implicações para a sociedade. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 5 ago. [2026].
Revista Latino-Americana de Estudos Científicos. Desinformação e Deepfakes como
Vetores Emergentes de Ameaças Cibernéticas no Brasil. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 5 ago. [2026].