REANIMAÇÃO
CARDIOPULMONAR
RCP - DEA
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
• A parada cardiorrespiratória (PCR) ou cessão dos batimentos
cardíacos útil e movimentos respiratórios/ventilatórios.
• Em muitas situações em que o coração para de bater, ainda
teria boas condições de recuperar seu funcionamento e
manter a vida se recebesse um atendimento eficaz nos
primeiros minutos.
• Podemos definir então como Reanimação cardiopulmonar
(RCP) o conjunto de manobras realizadas com o objetivo de
manter, artificialmente, o fluxo arterial ao cérebro e outros
órgão vitais.
IMPORTATE
• Uma vitima em parada cardiorrespiratória,
o tempo é um fator fundamental.
• Durante alguns minutos após a PCR
ainda existe oxigênio nos pulmões e na
corrente sanguínea para manter a vida.
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
São sinais de parada cardiorrespiratória
• Inconsciência – Ausência de responsividade
• Ausência de Pulso (carotídeo) – Apenas para profissionais
treinados. (de 05 a 10 segundos)
• Ausência de movimentos respiratórios ou gasping
(ventilação não efetiva).
CADEIA DE SOBREVIVÊNCIA
Cadeia da Sobrevivência – PCREH 2025
Os 6 Elos da Sobrevivência (Parada Extra-Hospitalar
– AHA 2025)
1- Reconhecimento precoce e acionamento (192) 📞
2- RCP imediata e de alta qualidade ❤️
3- Desfibrilação precoce com DEA ⚡
4- Suporte avançado eficaz 💉
5- Cuidados Pós-PCR 🏥
Sequência do Suporte Básico de Vida (SBV) em
Adultos
O ATENDIMENTO EM SBV SEGUE A ORDEM DO CAB OU CABD, QUE SE
TRATA DE UM MNEMÔNICO PARA DESCREVER OS PASSOS
SIMPLIFICADOS DO ATENDIMENTO SBV.
C: Checar responsividade, Chamar por ajuda, Checar o pulso
e a respiração da vítima, Iniciar Compressões;
A: Abertura das vias aéreas;
B: Boa ventilação (2 ventilações);
D: desfibrilação, neste caso, com o desfibrilador externo
automático (DEA).
RCP – REANIMAÇÃO
CARDIOPULMONAR
1. Cheque a responsividade ( consciência), se inconsciente checar
pulso e expansão torácica simultaneamente (C A B)
2. Solicitar Suporte Avançado de Vida imediatamente – (SAV)
3. Exponha o tórax e comece mediatamente compressões
torácicas.
4. Utilize o DEA assim que possível.
5. Mantenha a RCP até a chegada do Serviço medico de
Emergência (SAV).
SEQUÊNCIA FUNDAMENTAL PARA SALVAR UMA VIDA
RITIMOS ELÉTRICOS
CARDÍACOS EM PCR
• Fibrilação Ventricular – A fibrilação ventricular (FV) é uma
condição cardíaca grave e potencialmente fatal, caracterizada por um
ritmo cardíaco anormal, onde os ventrículos do coração realizam
contrações superficiais em vez de contrações completas.
• Essa arritmia é a principal causa de parada cardíaca;
• Taquicardia Ventricular sem Pulso – É uma condição médica
critica caracterizada por uma frequência cardíaca muito rápida e
irregular, que pode levar a ausência de pulso arterial.
• Essa condição é potencialmente fatal e requer tratamento imediato
RITIMOS ELÉTRICOS
CARDÍACOS EM PCR
• Atividade elétrica sem pulso (AESP)
• Na AESP existe atividade elétrica no monitor cardíaco, mas o
paciente não reage, não respira e não se consegue sentir
pulso carotídeo.
• Assistolia – Trata-se da ausência completa de atividade
elétrica e mecânica cardíaca.
COMPRESSÕES CARDÍACAS
Adulto
• Frequência das compressões - de 100 a 120 compressões
por minuto
• Profundidade de 5 a 6 cm (adulto).
• Comprima rápido, comprima forte.
• Permita o retorno completo do tórax.
• Minimize as interrupções das compressões.
• Alternar os socorristas que aplicam a compressão a cada 2
min.
• A vitima deve estar em decúbito dorsal em superfície
rígida.
• 30 compressões para duas ventilações (material
adequado).
COMPRESSÕES CARDÍACAS
VENTILAÇÃO
• Efetue 2 ventilações com Bolsa Válvula Mascara.
• Cada ventilação: 5 a 6 segundos com elevação visível do
tórax
• Evitar hiperventilação.
• Usar material de barreira para ventilação Boca a boca.
Importante
Somente realizar ventilações usando matérias adequados
Não realizar boca a boca sem material de barreira
DESFIBRILADOR EXTERNO
AUTOMÁTICO - DEA
DESFIBRILADOR EXTERNO
AUTOMÁTICO - DEA
• Esta é a intervenção-chave para aumentar os
índices de sobrevivência uma PCR.
• O DEA é um aparelho que analise o ritmo do coração e emite uma
descarga elétrica para reverter um ritmo desordenado (fibrilação
ventricular ou taquicardia Ventricular sem pulso)
• Essa situação é a principal causa de PCR em adultos ocorre em quase
90% dos casos de PCRs não traumáticas.
DESFIBRILADOR EXTERNO
AUTOMÁTICO - DEA
• No caso do desfibrilador automático e
semiautomáticos, o próprio aparelho analisa o ritmo e
desfibrila automaticamente, ou recomenda que o operador
• ( pode ser leigo treinado) faça a desfibrilação.
IMPORTANTE
• A desfibrilação do coração deve ocorrer o mais
precocemente possível num caso de PCR no adulto,
preferencialmente antes dos 8 minutos após o início da PCR.
PCR NA PEDIATRIA
São sinais de parada cardiorrespiratória:
• Inconsciência – Ausência de responsividade (estimulo
em região planta do pé)
• Ausência de Pulso ou pulso igual ou menos de 60
BPM (braquial) – Apenas para profissionais treinados.
(de 05 a 10 segundos)
• Ausência de movimentos respiratórios ou gasping
(ventilação não efetiva).
PCR NA PEDIATRIA - RCP
• Taxa de 30:2 com 01 socorrista.
• Taxa de 15:2 com 02 socorrista.
• Sequencia de 100 a 120 compressões por minutos.
• Alternar socorrista que aplica as compressões a cada 2 minutos
(10 ciclos).
• Profundidade: 1/3 do tórax (4 cm em lactentes, 5 cm em
crianças.)
• • Uso do DEA assim que possível (se não houver pás pediátricas
ou atenuador de voltagem, usar pás adultos anterior e posterior).
• Compressões na linha mamilar com apenas 1 mão ( região
hipotênar) ou dois polegares “abraçando” o tórax.
PCR NA PEDIATRIA - RCP
Vamos praticar ?