TÓPICOS ESPECIAIS EM
HISTÓRIA DA ARTE
Aula 4
Prof.a Elisa Kiyoko Gunzi
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CONVERSA INICIAL
Olá, pessoal! Nesta aula, vamos iniciar os estudos com a abordagem de
um dos movimentos mais importantes da arte moderna: o Impressionismo.
Na verdade, muitos autores (como Argan) consideram que o movimento
impressionista instaurou a arte (dita) moderna, promovendo um rompimento com
a arte do passado e instaurando novos paradigmas para os artistas da sua
época. Aqui, temos artistas como Claude Monet, que se manteve fiel à pesquisa
impressionista e perseguiu até o fim da sua vida a pintura de paisagem ao ar
livre (que era seu atelier).
Na sequência, revisitamos a obra de Cézanne, Gauguin e Van Gogh,
considerados artistas do Pós-Impressionismo, que, como o próprio nome diz,
mantém algumas características da pesquisa impressionista (cor), mas
retomando alguns elementos, como o desenho. A pesquisa de Cézanne vai
influenciar o Cubismo, assim como Van Gogh, o Expressionismo.
CONTEXTUALIZANDO
Nesta aula, estudaremos o Impressionismo, um divisor de águas na
história da arte, já que os artistas desse movimento libertaram suas pesquisas
pictóricas de toda uma tradição que se estendia desde o Renascimento. A partir
daqui, veremos uma série de rompimentos com o passado, tais como o
abandono do desenho como esboço preparatório para a pintura, assim como o
uso de cores claras e não mais os tons amarronzados para contornar as figuras.
Dando continuidade às mudanças, temos o Pós-Impressionismo de
Cézanne, Gauguin e Van Gogh, que aprenderam as lições impressionistas mas
deram um passo a mais, indo além de seus colegas e explorando novas
possibilidades de representação, que cada vez mais se afastava da cópia fiel da
realidade. O uso da cor não estava mais relacionado com o que de fato
representaria um dado objeto: a cor agora assume também um caráter subjetivo
e mais expressivo. Ademais, notamos que a pintura se afasta cada vez mais da
realidade objetiva para se concentrar na pesquisa essencialmente plástica
(pictórica).
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Dando um salto na história da arte, constatamos que a pesquisa em
pintura chegou a um “colapso” e entrou numa crise de identidade, uma espécie
de “esgotamento” das possibilidades de explorar uma das linguagens mais
tradicionais nas artes plásticas. Chegou-se a cogitar na “morte da pintura” nas
décadas de 60 e 70, que deu lugar para outras manifestações artísticas, tais
como performance, instalação, videoarte, happening, intervenções urbanas, site
specific, assemblage, apropriação etc. Na contemporaneidade, a pintura retoma
seu espaço, mas vem de maneira ressignificada, já que não ficou isenta das
marcas que sofreu e das influências destas “novas” linguagens (se é que
podemos falar em “novo” na arte contemporânea, uma vez que tudo, ou quase
tudo, já foi feito na arte). Nesse sentido, levantamos as seguintes questões:
Como podemos pensar a pintura na atualidade?
Você se lembra de alguma pintura contemporânea que tenha visto
recentemente?
Quais as suas especificidades que a fazem dialogar com as questões da
atualidade?
Destarte, serão tratados os seguintes temas:
1. Impressionismo: contexto histórico
2. Impressionismo: conceito
3. Monet e os impressionistas
4. Pós-Impressionismo
5. Características dos pós-impressionistas
TEMA 1 – IMPRESSIONISMO: CONTEXTO HISTÓRICO
O Realismo1 francês foi um movimento artístico que precedeu o
Impressionismo e teve influência de um de seus integrantes: Édouard Manet2,
1 “Embora utilizado em geral para designar formas de representação objetiva da realidade, o
realismo como doutrina estética específica se impõe a partir de 1850 na França, triunfando com
Gustave Flaubert (1821-1880) na literatura e Gustave Courbet (1819-1877) na pintura. […] O
enfrentamento direto e imediato da realidade, com o auxílio das técnicas pictóricas, descarta
qualquer tipo de ilusionismo.” (Enciclopédia Itaú Cultural. Disponível em:
<[Link] >. Acesso em: 26 dez. 2016.)
2 “Manet não fazia parte do grupo: de fato, este artista mais velho e já famoso desenvolvera a
tendência realista num sentido essencialmente visual, afastando-se, porém, do integralismo de
Courbet […]” (Argan, 1992, p. 75).
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considerado (por muitos) um dos precursores deste último movimento (ver figura
abaixo).
Mesmo não integrando efetivamente o movimento impressionista, Manet
foi (de certa forma) influenciado pela pesquisa pictórica desses artistas e
algumas de suas pinturas apresentam algumas de suas características. Se
observarmos a figura abaixo, constataremos que as bandeiras são retratadas de
maneira “displicente”, como áreas manchadas de tintas e não pela linha do
desenho. Mais interessante ainda é que Manet influenciou alguns dos artistas do
impressionismo (como Monet) com uma de suas obras mais importantes:
Almoço na relva3 (1863), uma pintura ao ar livre com grandes áreas manchadas
de cor (principalmente ao fundo da composição).
3 Visite a obra de Manet, acessando o endereço: <[Link]
[Link]/fr/collections/catalogue-des-oeuvres/resultat-
[Link]?no_cache=1&zoom=1&tx_damzoom_pi1%5Bzoom%5D=0&tx_damzoom_pi1%
5BxmlId%5D=000904&tx_damzoom_pi1%5Bback%5D=fr%2Fcollections%2Fcatalogue-des-
oeuvres%[Link]%3Fno_cache%3D1%26zsz%3D9>.
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TEMA 2 – IMPRESSIONISMO: CONCEITO
Se a instauração da Idade Moderna dá início (oficialmente falando) no
Renascimento, Argan reforça que é somente a partir do Impressionismo que
existe o rompimento das “[...] pontes com o passado e abriu caminho para a
pesquisa artística moderna [...]” (1992, p. 75).
Impressionismo é o termo usado para designar uma corrente pictórica
que tem origem na França, entre as décadas de 1860 e 1880, e
constitui um momento inaugural da arte moderna. A origem do nome
remonta a um texto jornalístico que, inspirado na tela Impressão, Sol
Nascente, 1872, de Claude Monet (1840-1926), rotula de Exposição
dos Impressionistas a primeira apresentação pública dos novos artistas
no estúdio do fotógrafo Nadar (1820-1910), em 1874. A essa exposição
seguem-se outras sete, nos anos de 1876, 1877, 1879, 1880, 1881,
1882 e 1886, que conhecem reações hostis por parte do público e da
crítica, com exceção de algumas leituras favoráveis, como as de
Armand Silvestre, Duranty e Duret, este autor do primeiro estudo
analítico sobre a nova pintura, Os pintores impressionistas, 1878
(Enciclopédia Itaú Cultural).
Claude Monet (não confunda Monet com Manet) foi um dos integrantes
mais fiéis do movimento e dedicou toda a sua vida para a pintura de caráter
impressionista. Vimos que artistas como Poussin e Lorrain interessaram-se pela
pesquisa ao ar livre, mas as características de suas pinturas ainda estavam
arraigadas aos pressupostos neoclássicos, no que diz respeito ao caráter linear
dos elementos retratados.
Nesse sentido, a proposta de Monet e dos impressionistas era romper
com o passado histórico e construir uma pintura baseada na observação da
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paisagem (ou natureza-morta), libertando-se de uma das técnicas mais
valorizadas pelos artistas: o desenho preparatório para a pintura. Aqui, podemos
mencionar um dos pressupostos previamente definido pelos impressionistas:
“[...] 4) a recusa dos hábitos de ateliê de dispor e iluminar os modelos, de
começar desenhando o contorno para depois passar ao chiaroscuro e à cor”
(Argan, 1992, p. 76).
Portanto, se observarmos a obra (ver figura abaixo) de Monet, veremos
que a linha do desenho é substituída pelas áreas “manchadas” de cor e toda a
estrutura compositiva é construída desta forma: pinceladas aparentes e
sobrepostas umas às outras.
TEMA 3 – MONET E OS IMPRESSIONISTAS
Os artistas que integraram o movimento não se constituíam como um
grupo coeso e homogêneo, porém todos eles discordavam da arte acadêmica
dos salões de arte (oficiais) que aconteciam em Paris.
O grupo tem sua formação associada à Académie Suisse e ao ateliê
Gleyre, em Paris, e entre seus principais integrantes estão Monet,
Pierre Auguste Renoir (1841-1919), Alfred Sisley (1839-1899), Frédéric
Bazille (1841-1870), Camille Pissarro (1831-1903), Paul Cézanne
(1839-1906), Edgar Degas (1834-1917), Berthe Morisot (1841-1895) e
Armand Guillaumin (1841-1927) (Enciclopédia Itaú Cultural).
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Renoir, juntamente com Monet, manteve-se fiel aos pressupostos
impressionistas e (diferentemente de Monet) dava preferência em retratar
pessoas ao ar livre (ou não) e durante alguns eventos sociais (familiares ou não).
Já Monet retratava diferentes configurações da paisagem (e pessoas): paisagem
urbana (igreja nos diferentes horários do dia), praia, campos abertos etc. Na
figura abaixo, podemos contemplar uma das obras de Renoir, em que os tons
verdes das folhas se misturam com o tom amarronzado do tronco das árvores e
dos reflexos do sol, elementos construídos a partir de pinceladas sobre a tela (e
não pela linha do desenho).
TEMA 4 – PÓS-IMPRESSIONISMO
Por se tratar de um grupo bastante heterogêneo, podemos observar que
Paul Cézanne também integrou o Impressionismo e que mais tarde revisará
algumas premissas deste movimento. Além disso, juntamente com Paul Gauguin
e Vincent Van Gogh, Cézanne constituíra o que chamamos de Pós-
Impressionismo.
Longe de indicar um grupo coeso e articulado, o termo se dirige ao
trabalho de pintores que, entre 1880 e 1890, exploram as
possibilidades abertas pelo impressionismo, em direções muito
variadas. A noção é cunhada pelo crítico britânico Roger Eliot Fry
(1866-1934) quando da exposição Manet e os pós-impressionistas,
realizada nas Grafton Galleries, em Londres, 1910, que incluía pinturas
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de Paul Cézanne (1839-1906), Vincent van Gogh (1853-1890) e Paul
Gauguin (1848-1903), considerados as figuras centrais da nova atitude
crítica em relação ao programa impressionista (Enciclopédia Itaú
Cultural).
TEMA 5 – CARACTERÍSTICAS DOS PÓS-IMPRESSIONISTAS
Cézanne inquietava-se com a destituição da linha do desenho que
construía as composições impressionistas e, por esse motivo, retoma tal
elemento pictórico, preservando a vivacidade e a “naturalidade” das cores. No
livro intitulado Teorias da arte moderna, de Herschel Browning Chipp, que
apresenta trechos de algumas cartas que Cézanne enviou para algumas
pessoas (no caso, Émile Bernard, em 15 de abril de 1904), ele diz:
Permita-me repetir aqui o que eu lhe dizia: abordar a natureza através
do cilindro, da esfera, do cone, colocando o conjunto em perspectiva,
de forma que cada lado de um objeto, de um plano, se dirija para um
ponto central. As linhas paralelas ao horizonte dão a extensão, ou seja,
uma seção da natureza” [...] “As linhas perpendiculares a esse
horizonte dão a profundidade. Ora, para nós, seres humanos, a
natureza é mais em profundidade do que em superfície, donde a
necessidade de introduzir nas nossas vibrações de luz, representadas
pelos vermelhos e amarelos, uma quantidade suficiente de azulado,
para se fazer sentir o ar (Chipp, 1996, p. 16).
Cézanne concentrava sua pesquisa de naturezas-mortas e paisagens,
como podemos observar nas duas figuras abaixo. Nas pinturas de paisagens, o
artista construía a perspectiva por meio de pinceladas de tinta executadas na
diagonal (dando uma sensação de profundidade na composição) e que mais
tarde influenciará Pablo Picasso e Georges Braque na pesquisa cubista.
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Paul Gauguin foi outro artista que integrou o Pós-Impressionismo e
também o grupo dos artistas simbolistas4. Ele “[...] estava convencido de que
procurava fazer uma pintura sem precedentes [...] tinha de ser desenvolvida
tanto nas ideias quanto no trabalho prático” (Chipp, 1996, p. 48).
Gauguin sacrificou sua vida na Europa e foi viver com nativos dos Mares
do Sul para alcançar uma arte considerada pelos ocidentais como “selvagem e
primitiva”. E era justamente essa a intenção do artista, que, na sua estadia no
Taiti, realizou pinturas com uma acentuada simplificação das formas e explorou
grandes áreas com manchas de tintas com tonalidades fortes e vibrantes
(Gombrich, 1999), como podemos vislumbrar na figura abaixo.
4 Para saber mais sobre o Simbolismo, acesse o endereço a seguir:
<[Link]
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Van Gogh, por sua vez, incorporou as lições do Impressionismo
juntamente com a técnica de pontilhismo do Neoimpressionismo5, valorizando a
vivacidade das cores, que na maioria das vezes se manifestava pelo uso de suas
complementares. Seu trabalho concentrava-se em retratos, naturezas-mortas e
paisagens, como podemos observar no autorretrato abaixo.
5“As inúmeras manchas de cores puras que cobrem a tela são recompostas pelo olhar do
observador e, com isso, recupera-se a unidade do tom, longe das misturas de cores frequentes
nos empastes. A sensação de vibração e luminosidade decorre da ‘mistura ótica’ obtida pelos
pequenos pontos de cor de tamanho uniforme que nunca se fundem, mas que reagem uns aos
outros em função do olhar à distância. Seurat prefere o termo divisionismo para designar o novo
método e técnica […] Signac desenvolve o pontilhismo em boa parte de sua obra […] Só que
em seus trabalhos os pontos e manchas se tornam mais evidentes e são dispostos de maneira
mais dispersa […].” (Enciclopédia Itaú Cultural. Disponível em:
<[Link] Acesso em: 26 dez.
2016.)
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O artista dava “vida” até mesmo para as áreas compositivas que não eram
tão valorizadas ao serem retratadas, como o fundo da tela no seu autorretrato
(acima) e as nuvens da paisagem (imagem abaixo), que são dinâmicas e dão
sensação visual de movimento na pintura. Nestes dois trabalhos, percebemos
que tanto a figura quanto o fundo assumem o papel de protagonistas nas pinturas
de Van Gogh (diferentemente das pinturas renascentistas, que eram estáticas).
Constatamos que Cézanne, Gauguin e Van Gogh seguiram uma
orientação calcada no Impressionismo, mas, diferentemente deste movimento,
retomaram algumas premissas, tais como: a linha do desenho, a simplificação e
a deformação das formas (figuras) e o uso de cores vibrantes (puras) por meio
de pinceladas aparentes. Além disso, esses três artistas saíram do meio artístico
parisiense para se concentrarem nas suas pesquisas plásticas e, nesse sentido:
Cézanne, Van Gogh e Gauguin foram três homens desesperadamente
solitários; eles trabalharam com escassa esperança de ser algum dia
compreendidos. [...]. Basicamente, essas dificuldades (Cézanne)6
surgiram do conflito [...] entre a necessidade de uma gradação de tom
para sugerir profundidade e o desenho de preservar a beleza das cores
que vemos. A arte dos japoneses os convenceu de que uma pintura
poderia causar impressão mais forte se a modelação e outros detalhes
fossem sacrificados para reforçar a simplificação. Tanto Van Gogh
como Gauguin enveredaram de certa forma por esse caminho,
acentuando suas cores e desconsiderando a impressão de
profundidade [...]. (Gombrich, 1999, p. 553)
A partir da reflexão acerca dos movimentos impressionista e pós-
impressionista, constatamos que a pintura passou por mudanças profundas:
desde a colagem cubista (em 1910), as action paintings de Pollock (em 1940)
6 Grifo da autora.
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até as combine paintings de Rauschenberg (em 1950). Depois da Pop Art, com
as reproduções em série (serigrafia) de Warhol, a pintura perdeu seu espaço e
nas décadas de 1960 e 1970 saiu (temporariamente) de cena. Na década de
1980, ela ressurge e, até os dias de hoje, mantém seu espaço dentro do contexto
artístico contemporâneo.
SÍNTESE
Neste tópico, estudamos alguns pressupostos do movimento
impressionista e como esta pesquisa plástica promoveu mudanças profundas na
concepção da arte moderna. A arte, até então, estava profundamente arraigada
com os pressupostos acadêmicos e, desde o Renascimento, permanecia com
essa amarra. A partir daí, constatamos a ousadia de artistas como Monet, que
rompeu com toda a estrutura compositiva estabelecida até então, e, mesmo
sofrendo críticas severas, deu continuidade nessa empreitada. No entanto, ele
não estava sozinho e artistas como Renoir o acompanharam nessa longa
jornada.
Posteriormente, temos os pós-impressionistas, que, segundo Gombrich,
seguiram solitários (e muitas vezes incompreendidos) no caminho percorrido
pelos impressionistas, todavia, pela natureza inquieta e insatisfeita de Cézanne,
Gauguin e Van Gogh, avançaram em novas descobertas e profunda ruptura com
o passado histórico.
REFERÊNCIAS
ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
CHIPP, Herschel Browning. Teorias da arte moderna. São Paulo: Martins
Fontes, 1996. (Coleção a).
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ENCICLOPÉDIA ITAÚ CULTURAL. Impressionismo. Disponível em:
<[Link] Acesso em:
26 dez. 2016.
_____. Pós-Impressionismo. Disponível em:
<[Link] Acesso
em: 26 dez. 2016.
GOMBRICH, Ernst Hans. A história da arte. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
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