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Requiem

O documento é uma análise detalhada do jogo Resident Evil 9, abordando suas mecânicas, personagens e a divisão entre terror e ação. O autor critica a falta de inovação e a dependência de nostalgia da franquia, destacando a qualidade do mapa Rhodes Hill e a frustração com a parte de Raccoon City. Apesar das críticas, o autor aprecia a imersão e a beleza gráfica do jogo, considerando-o divertido e valendo a pena jogar.

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Requiem

O documento é uma análise detalhada do jogo Resident Evil 9, abordando suas mecânicas, personagens e a divisão entre terror e ação. O autor critica a falta de inovação e a dependência de nostalgia da franquia, destacando a qualidade do mapa Rhodes Hill e a frustração com a parte de Raccoon City. Apesar das críticas, o autor aprecia a imersão e a beleza gráfica do jogo, considerando-o divertido e valendo a pena jogar.

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(mostra o clipe do Leon explodindo a cabeça de alguém no parry de

réquiem)

Esse é o início de uma série de vídeos que eu vou fazer sobre


resident evil, falando minhas opiniões e minhas experiências, a ideia
é cobrir Todos (Mago Jones), e fazer uma tierlist besta no meio do
caminho. E porque não começar a falar dessa franquia, do último jogo
lançado? O motivo? Simples é o último que eu joguei, e eu paguei 190
conto nisso então vamo fazer valer esse dinheiro.

Resident Evil 9 é.. o suposto Nono jogo da franquia que tem o nome
de Biozahard, foi lançado esse ano, e tá fresquinho aí na memória da
galera. Esse jogo aparentemente seria um multiplayer de mundo
aberto até que a ideia foi descartada e decidiram fazer um jogo que
preste, e realmente é engraçado os desenvolvedores da Capcom
sequer cogitarem a ideia de um Resident Evil multiplayer. Não
aprenderam nada com Re Verse, Resistance e Umbrella Corps.
Empresinha tá doida pra fazer um jogo com serviço.

Não é muito segredo que a franquia resident evil sempre flertou


entre o terror e a ação, com o começo de seus jogos sendo calmos e
com muito suspense, e o final sendo uma corrida contra o tempo para
ver se você mata 20 inimigos antes de fugir da construção que vai
explodir em 5 minutos. e isso foi se tornando cada vez mais evidente
ao passar dos jogos, a Capcom nunca se decidiu completamente o
que queria que resident fosse, afinal, ela lança dois jogos de pura
ação (Re5 e 6), e retorna para o terror com duas pedradas (Re7 e 2R),
e depois volta para dois jogos de pura ação (Re3 e Re8), fica meio
óbvio quando analisamos em retrocesso, que a Capcom sempre
gostou dos dois gêneros, até nos jogos de terror. que muitas das
vezes iniciam com um clima e tensão bem estruturados, para no final
a ação tomar conta. Pensei em Uma forma, até que bonitinha de
descrever Requiem, esse jogo é um quadro, que está sendo pintado
por duas pessoas, cada uma com seus gostos, a ideia é formar um
coração, coração esse que precisa agradar os dois públicos que
surgiram com essa divergência entre os jogos da franquia. Resident
Evil Requiem, é onde o terror e a ação se convergem, um jogo tanto
para quem gosta dos jogos focados no Survival Horror com recursos
escassos, tanto para quem adora os jogos de ação, que é o meu caso.
Temos dois protagonistas, Grace Ashcroft, Filha de uma das
protagonistas do Resident Evil Outbreak, e Leon S Kennedy, que é o
personagem mais famoso da franquia, segundo o chat GPT, se ele
disse então é verdade—

A parte da grace é focada inteiramente no survival, enquanto Leon é


a ação desenfreada. E assim como o jogo gosta de dividir essas duas
partes, eu vou fazer o mesmo.

RHODES HILL

O Início do jogo tanto com a Grace como o Leon não tem muito o que
dizer, com a Grace é anda pra frente e vê historinha e diálogo, e com
o Leon é anda pra frente enquanto vê histórinha e diálogo, só que
você tá dando tiro em zumbi.

Rhodes Hill é onde esse jogo brilha, e é logo no começo dele, o que
não é novidade para nenhum fã de resident Evil, onde sempre o
primeiro mapa é justo o melhor do jogo. Rhodes é Uma casa de
cuidados inteiramente aberta com diversas coisas para se explorar e
um pouquinho de Backtracking que é básico dessa franquia. O que
mais chama atenção nesse lugar, além de lógico, o próprio lugar, são
os seres que você mais vai ver durante sua estadia aqui, os Zumbis.
Que olha, preciso bater palmas para a CAPCOM (Bate duas palmas),
pronto duas palmas tá bom—.

Nesse jogo, os zumbis possuem resquícios de memória da época


que não estavam infectados, por conta do vírus que tem como um
dos objetivos, conduzir memórias, pelo menos foi o que entendi nos
files do jogo. E isso trás uma ideia muito legal, onde você tem
pouquíssimas balas da Réquiem e de munições normais, você precisa
aprender como lidar com cada tipo de zumbi, tem um que odeia luzes
acesas, outro que odeia barulho, as cantoras, que uma delas ficou
bem famosa por ser bonitinha. Infelizmente são poucos os zumbis
onde você precisa de uma abordagem diferente, que no caso são
esses três, e os dois minichefes, o Chef de cozinha e o Chunk, dois
mini perseguidores que vão te caçar em seus respectivos setores da
clínica.

Rhodes Hill brilha pq ele retorna, ao menos um pouco, a sensação


de um survival horror, onde você está no controle de alguém que
definitivamente é frágil, em todos os sentidos, já que a Grace é muito
lenta, muito fraca e muito frágil. Enquanto o Chris Soca Pedra, Leon
da mortal, Jill Desvia, Grace empurra o inimigo e se esconde. Isso se
você quiser gastar metade das suas munições para matar um zumbi.

O jogo adiciona a mecânica de injetores hemolíticos, onde você


utiliza do sangue que você coleta pelo mapa, para criar vida,
melhorias no Dano e injetores que matam definitivamente um
inimigo, impedindo que ele retorne mais forte, uma coisa que tiraram
do remake do 1, e munição.. sim a Grace usa sangue para fazer
munição. Pelo visto a grace é uma caçadora do Bloodborne escondida

Após a gameplay com a Grace, temos aí nosso mano Leon, que só


passa em Rhodes Hill para matar todo mundo. No começo do jogo as
partes com o Leon são muito curtas.

Grace vai pra uma espécie de Prisão onde ela volta a ser caçada
pela Garota, o tal perseguidor desse jogo. Eu não havia citado ela
anteriormente pq aqui vou começar com uma crítica. Eu gosto do
Design dela, a história é triste e interessante, e a primeira aparição
dela onde você não tem nada além de um isqueiro é bem legal.
Porém, todas as aparições dela são extremamente scriptadas, não
entendo o pq os Desenvolvedores colocam um perseguidor que não
te persegue, quando você sabe os locais marcados para ela aparecer,
você perde o medo. E os locais que ela aparece são MUITO
previsíveis. (mostra o clipe do começo do jogo) Acabei de pegar a
chave para abrir meu caminho, Oh não quem diria que ela iria
quebrar essa parede na minha frente. (Clipe da prisão), acabei de
pegar outra chave que abre meu caminho, Oh não quem diria que ela
iria aparecer na minha frente dnv. Os lugares são bem scriptados e
ela não te persegue realmente, além de claro, a primeira aparição
dela, nas outras aparições.. ela passa mais tempo escondida do que
te perseguindo. Seria interessante, pelo menos ao meu ver, que ela
tivesse sim certos lugares para aparecer, mas que na maior parte do
tempo ela estivesse realmente solta no mapa te procurando, parecido
com o que era o Mister X no remake do 2.

Enfim, depois de toda essa parte com a Grace, temos mais


gameplay com o Leon, que se baseia em ficar brincando de sniper
Elite, e após isso uma Boss fight numa igreja com um bicho que
explode e te dá dano e solta um gás que afeta os zumbis. Onde eu já
vi isso? (Lepotitsa Re6).

Jogamos mais um pouco com a Grace, outra parte bem scriptada,


que no insano até que dá um trabalho.
Raccoon CITY

E após isso estamos com ele Leon, quando eu joguei a primeira vez
eu achei paia que o Leon era bem pouco jogável no começo do game,
parecia que ele estava no jogo só por estar.. e eu ainda acho isso,
porém, se eu soubesse que a parte com o Leon seria a pior do jogo
inteiro, eu não teria reclamado dele aparecer pouco. Raccon city é
sem sombra de dúvidas onde o jogo decai bastante, você
provavelmente já ouviu essa opinião em vários outros canais, e
inicialmente eu achei que era besteira. Mas não, é real, é uma parte
muito chata, eu gostei de ficar matando zumbi e explodindo cabeça
com o Leon, porém a exploração desse lugar faz toda essa parte ser
uma desgraça.

Você tem que fazer um checklist de ficar pegando besteirinha e


todos os lugares que você vai é um pior que o outro, além de né,
Raccon city ter tomado uma bomba que supostamente deveria ter
desintegrado a cidade, mas na real não desintegrou, já que a bomba
não era pra matar ninguém e sim pra esconder um segredo, WOW
PLOT TWIST. É bem engraçado como, de acordo com o mapa Raccon
city fica do lado de Wrenwood, e realmente é impressionante como
aparentemente nenhuma pessoa curiosa em mais de 20 anos
inventou de ir em Raccon Gravar coisa e descobrir que ainda tinha
arma biológica no lugar.. mais impressionante ainda é que o lugar tá
lotado de zumbi que em mais de 20 anos nenhum deles saiu daqui. E
mais impressionante ainda é a desculpa que o jogo da pra ainda ter
zumbi aqui depois de 20 anos (Mostra o clipe da Sherry falando com o
Leon).

Raccoon city como um todo não deveria existir, claramente é uma


forma de puxar uma nostalgia e chamar ainda mais atenção para o
jogo, como se a Capcom não confiasse no próprio taco de fazer um
jogo bom sem precisar apelar pra coisas antigas da Franquia. Cópia
do Wesker pra puxar a atenção da galera, Outro Mister X, um
Nemesis, a RPD, ah tem o Hunk, e tem o licker também, olha o licker.
É bem engraçado como de todos os personagens que sobreviveram a
Raccoon, aparentemente a Capcom só lembrou do Leon e da Sherry,
pq Jill, Claire, Ada e Carlos, estão longe de sequer serem citados.

Toda essa parte é chata, entediante, longa, e muito feia, já que


toda a atmosfera se torna monocromática e desértica, que em certos
momentos parece mais que estou jogando The last of us do que
resident Evil (Parte da água).

(Orfanato) Temos aqui a parte mais descartável do jogo inteiro,


como se essa parte inteira de Raccoon já não fosse, jogamos com
uma criança antes dos eventos de Resident 2, e wow, que gameplay
divertida, ficamos parados esperando as crianças olharem as camas,
mas nunca olhar embaixo delas, wow que divertido a tensão falsa
sendo criada, o personagem tá cagado de medo, mas eu mesmo tô
tranquilo, novamente, pra que colocar parte de perseguição se
ninguém vai te perseguir (Mostra a criança desaparecendo depois de
perseguir um pouco) Você anda pra frente, anda pra frente e termina
essa parte. Parada completamente sem sentido, sim eles queriam
contar a histórinha, mas era melhor só colocar uma Cutscene e
acabou.

Passamos pelos mesmos lugares que em Resident Evil 2 remake,


RPD, loja do Benzo e um pouquinho do Orfanato. Temos uma batalha
com o Mister X, onde o Leon da Parry em todos os ataques dele, o que
é engraçado pq na Cutscene ele quase não consegue fazer isso, mas
agora ele consegue. Inclusive o meu primeiro bug nesse jogo foi
nessa parte (Mostra o Bug), coisa boa.

Opa olha a planta do Resident 2 aí dnv.

(PAREI AQUI)

O laboratório da Ark é até que interessante, bem melhor que a


parte de Raccoon city inteira, gosto de como os Lickers são usados
aqui, e faz com que a parte da Grace fique um pouco mais cautelosa,
já que ela não tem mais a Réquiem. Já com o Leon o jogo vira call of
duty, com mercenários te atacando, flanqueando, se escondendo,
pegando pixel pra te matar. É realmente algo impressionante.. mas
não de uma maneira boa. E por fim temos a batalha conta o Victor..
que vira o Pikachu (Pika pika), e termina com uma parede de carne,
igual todo outro jogo da Re Engine.

Agora vou resumir os pontos bons e ruins desse jogo. Ele é um


jogo divertido? Sim, vale a pena comprar? Sim. A história é boa, a
Grace definitivamente é uma personagem muito boa e bem atuada, a
atriz dela é espetacular em diversos momentos (Mostra aí dois
momentos). O mapa de Rhodes Hill é muito legal de se explorar e
definitivamente é a melhor parte do jogo. Sinto que o jogo deveria se
passar inteiramente ali dentro, e sinceramente, mesmo que eu goste
do Leon, ele poderia só não estar no jogo, não pq a participação dele
foi ruim, mas é que fica bem na cara que ele está nesse jogo só para
que ele possa vender, assim como Chris estava nos materiais
promocionais de Re8. A história é sobre uma doença que atinge e
mata muito rapidamente qualquer pessoa que estava em Raccon
City, mas aí vamos ignorar todos os personagens que estavam em
Raccoon city e focar só em dois.. na real, focar só em 1, já que a
Sherry aparece em 2 momentos no jogo todo. É muito esquisito a
Claire e principalmente a Jill nem sequer serem citadas nesse jogo,
porra tu volta pro escritório dos Stars, o quão foda seria ver as
interações da Jill com aquele lugar, não somente com aquele lugar
mas com a cidade inteira, já que ela que andou mais por essa cidade
do que o Leon. Toda essa parte de Raccoon é a Capcom deixando
bem evidente que ela queria fazer esse jogo ter muito sucesso a todo
custo, e a forma mais fácil é puxando a nostalgia falsa, de meia
rapaziada que jogou o remake.

Outra critica que eu tenho é na questão da Rejogabilidade, ainda


mais que esse jogo tem essa besteira de zerar em menos de tantas
horas pra pegar troféu, o jogo é cheio de cenas onde você não está
de fato jogando, mas por algum motivo o jogo trata aquilo como
gameplay e você não pode pular, o que quebra completamente o
Ritmo de alguém que está rejogando, e isso piora quando se está
fazendo Speedrun, o que é irônico o jogo querer que você faça
speedrun, mas colocar tantas partes que fodem uma Speedrun, como
a parte do orfanato, algumas que você só anda pra frente com a
Grace, e essa do Leon que você fica papo de 1 minuto só olhando ele
morrendo sem poder pular. Pra uma primeira gameplay é bem legal,
já que você está vendo a história, então essas cenas são mais lentas
justamente para você focar no que tá acontecendo. Porém em uma
segunda jogada isso se torna mais um empecilho do que algo bom,
talvez se tivesse uma opção de pular essas partes em uma segunda
gameplay seria algo bem vindo.

Agora chega de reclamar.

Gostei bastante do jogo, fiquei imerso nele por muito tempo, tanto
na história como na ambientação, cara como esse jogo é bonito, a
Capcom sempre foi horrorosa em fazer textura de cenário, mas nesse
jogo isso tá espetacular, não somente os cenários como os
personagens também, é muito foda ver os detalheszinho de amante
de Red dead, como o suor da Grace surgindo aos poucos, a luz
passando pelo cabelo dela, que jogo lindo.
A gameplay é bem interessante, ela funciona, Grace não faz nada
além de correr lento que só a porra, o que torna bem complicado de
fugir de um zumbi. E o Leon é o rei do Parry não tem jeito.

O terror das partes da Grace é legal, mesmo que eles tenham ido
pelo caminho mais fácil de terror, que é colocar um bicho feio em um
lugar escuro.

O modo insano desse jogo realmente é insano, mesmo indo na


covardia com bala infinita tu ainda precisa tomar um cuidado da porra
pq qualquer besteira tu tá morto, e a Luta contra o Hunk é a parada
mais difícil que eu encarei nesse jogo aqui, absurdo. Falando em bala
infinita, gostei como esse recurso é algo atrelado a pontos que você
adquire ao completar desafios, é uma merda isso no Re2 e no 4
remake, onde você precisa zerar o jogo em tantas horas pra pegar as
armas infinitas.

O modo Leon must die Forever é legalzinho, eu terminei ele uma vez
e pra mim foi o suficiente, se for pra perder tempo com Roguelike que
pelo menos seja os bons (Clipe de Vampire Crawler)

Resident Evil Requiem, o nono jogo que não tem 9 no título, é um


jogo muito divertido, com personagens interessantes.. sendo mais
específico três deles. Puzzles bestas, pq tem que ser bestinha mesmo,
muito cinematográfico, pq tem que ser cinematográfico mesmo,
como a galera vai larpar que é fã do jogo sem histórinha? Já viu gente
larpando o Re4 Clássico? Lógico que não jogo é só gameplay.

Gostei bastante dele, principalmente numa primeira gameplay, as


rejogadas foram estragadas pela parte do Leon, que é muito
arrastada. E de resto é isso. Bora pra bosta da tierlist—

(Fala normalmente na tier list)

(Porém cita que a galera discute pra saber quem o Leon se casou, e
diz que na real ele se casou com o Chris, já que é o único que ele
lembra que existe no jogo, e que o olhar açucarado deles no Vendetta
não engana ninguém)

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