exmodelagem
exmodelagem
Modelagem de Sistemas
Dinâmicos
1 - Para cada uma das funções de transferência a seguir, classifique os sistemas considerando a
resposta ao degrau unitário. (subamortecido,crítico,supercrítico,oscilatório)
400
a )G ( s ) = -----------------------------------
2
s + 12s + 400
900
b )G ( s ) = -----------------------------------
2
s + 90s + 900
225
c )G ( s ) = -----------------------------------
2
s + 30s + 225
625
d )G ( s ) = --------------------
2
s + 625
36
G ( s ) = ---------------------------------
2
-
s + 4 ,2s + 36
100
G ( s ) = ----------------------------------
2
-
s + 15s + 100
5 - Uma massa de 10 kg está suspensa numa mola cuja constante é 140 N/m. Põe-se a massa em
movimento, a partir da posição de equilíbrio, com uma velocidade inicial de 1 m/s para cima e
com uma força externa aplicada F(t) = 5 sen t. Determine o movimento subseqüente da
massa, se a força de resistência do ar é de ( –90x· )N .
• Solução
• Observe que os termos exponenciais, que provêm de xh e, portanto, representam um movimento super-
amortecido livre associado, esvanecem rapidamente. Tais termos são a parte transiente da solução. Já
os termos que provêm de x p não desaparecem quando t → ∞ ; eles constituem a parte estacionária da
solução.
m = 10kg
N
k = 140 ---- 1
m modelo matemático: x·· + 9x· + 14x = --- sen ( t )
2
b = 90 N ⋅s
----------
m
A solução geral da equação homogênea associada, x·· + 9x· + 14x = 0 é :
– 2t – 7t
xh = c1 e + c2 e
A solução particular é da forma x p = Asen ( t ) + B cos ( t ) portanto,
13 9
x P = --------- sen ( t ) – --------- cos ( t )
500 500
A solução geral é, pois,
13 – 2t – 7t 9
x = xh + xP = c1 e + --------- sen ( t ) – --------- cos ( t )
+ c2 e
500 500
Aplicando as condições iniciais,x ( 0 ) = 0 e x· ( 0 ) = – 1, obtemos
1 – 2t – 7t
x ( t ) = --------- ⋅ ( – 90e + 99e + 13sen ( t ) – 9 cos ( t ) )
500
6 - Uma massa de 2 kg está suspensa numa mola cuja constante é 10N/m e permanece em
repouso. É então posta em movimento imprimindo-lhe uma velocidade inicial de 150 cm/s.
Determine a expressão da posição da massa, desprezando-se a resistência do ar.
Resposta: x ( t ) = 0 ,6708 ⋅ sen ( 5 ⋅ t )
7 - Uma massa de 4 kg está suspensa numa mola cuja constante é 0,5 kg/m. Põe-se a massa
em movimento deslocando-a 0,6 m para baixo e imprimindo-lhe uma velocidade de 0,6 m/s
para cima. Determine o movimento subseqüente da massa, se a força devida à resistência do
ar é -0,5x kg.
– 0 ,063t
Resposta: x ( t ) = e [ 0 ,6 ⋅ cos ( 0 ,243t ) – 0 ,45 ⋅ sen ( 0 ,243t ) ]
8 - Uma massa de 3,65 kg está suspensa numa mola, distendendo-a em 0,39 m além de seu
comprimento natural. A massa é posta em movimento, a partir de sua posição de equilíbrio,
com uma velocidade inicial de 1,22 m/s na direção para baixo. Determine o movimento
subseqüente da mola, se a força devida à resistência do ar é 0 ,91x· N .
– 0 ,125t
Resposta: x ( t ) = 0 ,24 ⋅ e ⋅ sen ( 5 ,01 ⋅ t )
–t – 2t
Resposta: x ( t ) = ( 2a + b )e – ( a + b )e
3 –t 3 –t
Resposta: x ( t ) = 3--- – ------ e sen ( 2t ) – --- e cos ( 2t )
5 10 5
1 –t 1 –t
Resposta: f ( t ) = 1--- – --- e sen ( t ) – --- e cos ( t )
2 2 2
Considere um sistema com dois pólos complexos e um terceiro pólo real. Assumindo que os pólos
2
complexos são da forma s 1, 2 = – ξω n ± ω n ξ – 1 e o pólo real está em – α r .
• 1º caso: α r ≅ ξω n
Neste caso, o pólo real da resposta transiente não será tão insignificante no momento do sobressinal do
sistema de segunda ordem e portanto afetará o tempo de pico e o tempo de acomodação não sendo por-
tanto justificável utilizar a resposta pura do sistema de 2ª ordem.
• 2º caso: α r » ξω n
Neste caso, a exponencial pura morrerá muito antes da resposta do sistema de segunda ordem
subamortecido. Se o termo da exponencial pura decai para um valor insignificante no tempo do
primeiro sobressinal, os parâmetros como Mp, tp, ts serão gerados pelo sistema de segunda ordem
subamortecido.
• 3º caso: α r → ∞
Neste caso, justifica-se plenamente a utilização do sistema de segunda ordem para se calcular os
parâmetros da resposta do sistema, pois o pólo real no momento do sobressinal não terá qualquer con-
tribuição.
A pergunta que se impõe neste momento é “quão grande deve ser os pólos dominantes de tal modo que
o terceiro pólo não afete a resposta do sistema de segunda ordem”. A resposta, é claro, depende da
exatidão que estamos procurando. Entretanto, em termos práticos vamos admitir que o decaimento
exponencial é negligenciável depis de 5 constantes de tempo. Então, se o os pólo real é cinco vezes
maior do que o pólo dominante mais à esquerda, nós assumiremos que o sistema é representado pelos
pólos dominantes complexos de um sistema de segunda ordem.
Questão 1
Associe cada
um dos sinais
ao lado com o
sistema
correspondente.
Questão 2
Ste p R e sp o n se
0 .0 7
0 .0 6
0 .0 5
Amp litu d e
0 .0 4
0 .0 3
0 .0 2
0 .0 1
0
0 0 .5 1 1 .5 2 2 .5 3
Time (se c.)
Modelagem - Mecatrônica - 4ª Questão
Prof. Marcos - 09/11/99 - Encontre o fator de amortecimento ξ e a
Prova Regimental freqüência natural não amortecida ωn , em
hertz, da resposta ao degrau unitário de um
sistema mostrada abaixo:
1ª Questão
Ache as anti-transformadas de Laplace das
seguintes funções:
Step Response
s+3
a) F ( s ) = ---------------------------------
From: U(1)
(s + 1 )(s + 2)
1.4
1.2
2s + 12
b) F ( s ) = -------------------------
2
-
s + 2s + 5 1
Amplitude
em (a) quanto em (b).
To: Y(1)
0.6
0.4
2ª Questão
Ache a solução da equação diferencial 0.2
x·· + 2x· + 5x = 3, x ( 0 ) = 0, x· ( 0 ) = 0 0
0 0.5 1 1.5 2 2.5 3
Time (sec.)
3ª Questão
Encontre o valor da constante b do sistema 5ª Questão
mecânico conhecendo-se os parâmetros do Usando o método de Routh encontre os
sistema elétrico equivalente. valores de K que tornam o sistema estável.
Equação característica:
4 3 2
s + 3s + 12s + ( K – 16 )s + K = 0
Dados:
N
R = 1Ω, C = 1F, k = 1 ----
m
Transformada de Laplace
Transformada de Laplace
Prof Marcos Lima - 08/08/2000
Expansão em frações
parciais quando F(s)
contém somente pólos
simples
O cálculo dos
resíduos é obtido a
partir de
Exemplo
Achar a transformada
inversa de Laplace de
A expansão em
frações parciais é
onde
Assim
Controle - Revisão
Quarta-feira, Maio 31, 2000
Exercícios
Prof. Marcos Lima
1º Exercício
2º Exercício
3º Exercício
4 º Exercício
Na figura abaixo está representado o sistema de controle de uma
junção do braço de um robô. Encontre a função de transferência do
processo.
5º Exercício
6º Exercício
Determine os valores de K e k de tal forma que o sistema tenha um fator
de amortecimento de 0,7 e uma freqüência natural não amortecida de 4 rad/s.
7º Exercício
Encontre os valores de K assinalados no Lugar das Raízes do sistema abaixo.
8º Exercício
Encontre a faixa de variação do ganho K para que
o sistema seja estável.
Encontre o erro em regime para o sistema a seguir.
9º Exercício
10º Exercício
considere o controle de temperatura abaixo. Mostre que o esquema
representado em (b) é equivalente ao mostrado em (a).
calcule o erro do sistema se a entrada de referência tiver um valor
constante de 50ºC e o ganho do compensador for K=10.
qual será a temperatura da câmara em regime estacionário.
a)
b)
11º Exercício
12º Exercício
13º Exercício
O diagrama de bloco desenhado abaixo modela um sistema de controle de
um gerador DC. Faça Gc(s) = 1 e verifique que o sistema é estável, então:
a) calcule o erro para uma entrada genérica r(t) = A volts.
b) calcule a entrada r(t) para que a saída do gerador c(t) seja de 500 V.
Resposta transitória
saída
FIGURA 1.
y(t)
A resposta transitória de um
sistema linear estável
tolerância
Mp erro em regime representa a parte da resposta
antes que o estado estável
seja atingido. Para um
sistema estável, a resposta
transitória dá uma medida do
grau de estabilidade, ou
estabilidade relativa, do
sistema.
tr
t
A resposta ao degrau
tp unitário e as
ts
especificações no
domínio do tempo
Formulário
O desempenho da resposta transitória de um sistema linear estável é freqüentemente
2
–ζ( π ⁄ 1 – ζ ) medida usando o sinal de saída de uma entrada ao degrau unitário.
MP = e
ln -------
1 • Sobressinal (Mp): Seja y(t) a resposta ao degrau unitário, y máx é o máximo valor
M P de y(t) e yrp é o valor em regime permanente de y(t), que pode não ser igual a
ζ = ------------------------------------
2 2
π + ( ln M P ) unidade. O sobressinal é dado por M P = y mx – y rp .
• Tempo de subida (tr): é definido como o tempo necessário para a resposta ao
2 degrau sair de 10% a 90% do valor final ou de 0 a 100% do valor final.
1–ζ
π – atan ------------------ • Tempo de pico(tp): é o tempo necessário para a resposta ao degrau atingir o valor
ζ
t r = ---------------------------------------
ωd máximo da saída.
Exemplos • Tempo de acomodação (ts): é o tempo necessário para que a saída se estabilize
dentro de certo percentual de seu valor final. Dois valores mais utilizados são
R L
5% e 2%.
1
E(t) S
Sistemas de 1ª e 2ª ordens
2
Considere o circuito
mostrada acima. Assuma Os sinais em tempo real que aparecem nos sistemas de controle geralmente não são
que a chave S está aberta sinais que podemos representar por fórmulas analíticas, deste modo, não podemos
para t<0 e é fechada em t=0. encontrar a transformada de Laplace destes sinais. Por outro lado, uma entrada que
O modelo matemático para pode ser considerada comum aos sistemas de controle é a função degrau, por
o circuito será: exemplo, se ativamos um aquecedor elétrico pela aplicação de uma função
constante através de uma chave ou relé, estamos aplicando a este sistema
(aquecedor) um degrau de tensão.
L di + Ri = E ( t )
d t Se para um sistema qualquer todas os elementos forem lineares e fixos, o sistema
E⁄s será descrito por equações diferenciais lineares, ordinárias e a coeficientes
I ( s ) = ---------------- constantes. A ordem do sistema será definida pela ordem das equações diferenciais
Ls + R
que representam o sistema. Num sistema de 1ª ordem aparece uma equação
diferencial ordinária linear a coeficientes constantes onde só existe a derivada
primeira. A solução de uma equação diferencial é sempre uma função.
k
a dx + bx = f ( t )
m dt
(EQ 1)
X ( s) 1⁄b
----------- = ---------------
x
F( s) a
O modelo matemático para --- s + 1
b
o sistema mecânico acima
será:
Enquanto um sistema de 2ª ordem tem a seguinte equação diferencial:
2
dx
m + kx = 0 2
dt
2 dx dx
a 2 + b + cx = f ( t )
dt dt
(EQ 2)
X (s) 1⁄a
----------- = --------------------------
L
F(s) 2 b c
s + --- s + ---
a a
2 2
dq 1 Y (s ) ωn
L + ---- q = 0 ----------- = --------------------------------------
- (EQ 3)
dt
2 C R(s ) 2
s + 2ζω n s + ω n
2
Z1
k
p
L R FIGURA 2.
m
C
Ei Z2 Eo
b x
Z1 FIGURA 3.
2 Ei Z2 Eo
dx dx
m 2 + b + kx = p
dt dt
1
C
Z1 = Ls + R, Z2 = ------
Cs
A função de transferência deste circuito pode ser encontrada
Eo( s ) Z2( s )
------------- = --------------------------------
Ei( s ) Z1( s) + Z2( s )
R
1
----
i
C (EQ 4)
= -----------------------------
1
Ls + R + ------
Cs
L
1
= --------------------------------------
2
-
LCs + RCs + 1
1 ⁄ ( LC )
E
= -------------------------------
2 R 1
s + --- s + -------
L LC
∫
di 1
L + Ri + ---- i dt = e Comparando-se a função de transferência encontrada com o protótipo da equação
dt C
de segunda ordem (EQ 3) vemos que as equações (EQ 3) e (EQ 4) são
ou mudando i=dq/dt equivalentes. Os parâmetros são assim definidos para esta situação em particular.
temos:
1
2
ω n = -----------
L
dq
+R
dq 1
+ ---- q = e
LC
2 dt C
dt
R R (EQ 5)
2ζω n = --- ⇒ ζ = -----------
L L
2 ----
C
Vejamos outro exemplo, agora um sistema mecânico. O modelo
k matemático deste sistema é:
p
2
m dx dx
m 2
+b + kx = p
dt dt (EQ 6)
b x
Lembramos que:
2
dx 2 ·
2
= s X ( s ) – ( sX ( s ) – x ( 0 ) )
dt (EQ 7)
dx
= sX ( s ) – x ( 0 )
dt
2 ·
ms X ( s ) – msx ( 0 ) – mx ( 0 ) + bsX ( s ) + bx ( 0 ) + kX ( s ) = P ( s )
· k–m
x( 0) = 0 x ( 0 ) = ------------
2
-
m
k
· ----
X(s) 1 + mx ( 0 ) m
----------- = -----------------------------
- = -----------------------------
P(s) 2
ms + bs + k 2 b k
s + ---- s + ---- (EQ 8)
m m
k
ωn = ----
m
b
ζ = --------------
2 km
2
X(s) ωn
----------- = --------------------------------------
-
P(s) 2
s + 2ζω n s + ω n
2
–ζω n t ζ
x(t) = 1 – e cos ω d t + ------------------ sin ω d t
1–ζ
2
– ζω
1 – ζ
t 2 (EQ 9)
e n
= 1 – - sin ω d t + atan ------------------ para t>=0
-----------------
2 ζ
1–ζ
2
ω d = ω n 1 – ζ (freqüência natural amortecida)
R1 L1
Veja o gráfico:
{RL} 0.25H
0.1uF C1
ς = 0.158
V1 1V
TABELA 1.
ς = 0.316
0 R ζ
R ς = 0.474
ζ = ----------- 500 0.158 ς = 0.632
L ohms
2 ----
C
1K 0.316 ς = 0.790
C = 0, 1µF L = 0, 25H
1.5K 0.474
1 2K 0.632
ζ = --------------------R
0, 25 2.5K 0.790 ς = 0.948
2 ------------
0, 1µ
3K 0.948
· –4
ζ = 3, 16x10 × R • Se ζ = 0 o sistema
será oscilatório.
R1 L1
{RL} 0.25H
1V 0.1uF C1
V1
R
ζ = -----------
L
2 ----
C
C = 0, 1µF L = 0, 25H
1
ζ = --------------------R
0, 25
2 ------------
0, 1µ
· –4
ζ = 3, 16x10 × R
R = 0⇒ζ = 0
ω n e – ( ζ + ζ – 1 )ωn –( ζ – ζ – 1 )ω n t
2 2
t
x ( t ) = 1 + --------------------- --------------------------------------- – ---------------------------------------
V1 1V 0.1uF C1
e
(EQ 11)
2 2 2
2 ζ – 1 ( ζ + ζ – 1 )ω n ( ζ – ζ – 1 )ω n
0
FIGURA 4.
R ς = 1,106 ς = 2,212
ζ = -----------
L
2 ----
C
TABELA 2. ς = 1,264
C = 0, 1µF L = 0, 25H
ζ ς = 1,422
R
1
ζ = --------------------R 3.5K 1.106
0, 25 ς = 1,580
2 ------------
0, 1µ 4,0K 1.264
· –4 4,5K 1.422
ζ = 3, 16x10 × R
5,0K 1.580
7.0K 2.212
– ζω n t
x( t) = 1 – e ( 1 + ω n t ) para t>=0 (EQ 12)
FIGURA 5.
oscilatório
ς =0
subamortecido
0 <ς <1
criticamente amortecido
ς =1
superamortecido
ς >1
FIGURA 6.
ς =0
ς = 0.316
ς = 0.158
ς = 1.264
ς = 2.212
O período T t1 tn
pode ser
medido
diretamente do T
gráfico.
– ζ ω n t1
x1 ζ ωn T
e 1
------ = --------------------------------------- = ---------------------- = e De forma similar, temos: (EQ 13)
x2 – ζ ω n ( t1 + T ) –ζ ω n T
e e
ζ ω n ( n – 1 )T
1
---------------------------------------- = e Fazendo o logaritmo de ambos os membro: (EQ 14)
– ζ ω n ( n – 1 )T
e
x1 1 x1
ln ------ = ------------- ln ------- = ζ ω n T
x n – 1 x
2 n
(EQ 15)
2π 2 πζ
= ζ ω n Þ -------- = -------------------- portanto,
ω 2
d 1–ζ
1 x1 2πζ
------------- ln ------- = -------------------- ou melhor:
n – 1 xn 2
1–ζ
1 x1
------------- ln ------- (EQ 16)
n – 1 x
n
ζ = ---------------------------------------------------------------
2
2 1 x 1
4 π + ------------- ln -------
n – 1 x
n
Exercício 1
Encontre o fator de amortecimento ζ , a freqüência natural sem amortecimento ω n
e o tempo de subida t t para cada uma das respostas dadas a seguir:
2
–ζ ( π ⁄ 1 – ζ )
MP = e (EQ 17)
π
t P = ------------------------- (EQ 18)
2
ωn 1 – ζ
ln -------
1
M P
ζ = ------------------------------------ (EQ 19)
2 2
π + ( ln M P )
2
1–ζ
π – atan ------------------
ζ
t r = ---------------------------------------
ωd (EQ 20)
1 x 1
------------- ln -------
n – 1 x n
ζ = --------------------------------------------------------------- (EQ 21)
2
2 1 x 1
4 π + ------------- ln -------
n – 1 x n
FIGURA 8.
FIGURA 9.
FIGURA 10.
x 1 = 0, 6047
x 3 = 0, 0810 n = 3
1 0, 6047
--- × ln ------------------
2 0, 0810
ζ = -------------------------------------------------------------
2 1 0, 6047 2
4 × π + --- × ln ------------------
2 0, 0810
ζ = 0, 158
1
ln ------------------
0, 6047
ζ = -----------------------------------------------
2 2
π + ln ( 0, 6047 )
ζ = 0, 158
Exercício 2 (Resolvido)
Deduza a fórmula do ζ conhecido o valor do sobressinal Mp.
ln -------
1
–ζ ( π ⁄ 1 – ζ )
2 M P
MP = e e ζ = ------------------------------------
2 2
π + ( ln M P )
Dedução,
2
–ζ( π ⁄ 1 – ζ )
MP = e
ζπ
= ln M P = – ------------------
2
1–ζ
2 2
ζ π
= ln ------- = -------------2-
1 2
M P 1–ζ
1 2
= ( 1 – ζ ) ln ------- = ζ π
2 2 2
M P
1 2 1 2
= ln ------- = ζ π + ζ ln -------
2 2 2
MP MP
1 2 1 2
= ln ------- = ζ π + ln -------
2 2
M P M P
1 2
ln -------
2
M P
ζ = --------------------------------------
π 2 + ln ------ 1 2
-
M P
ln -------
1
M P
ζ = ------------------------------------ c.q.d.
2 2
π + ( ln M P )