VICENTINO, Pedro Henrique Risson
VICENTINO, Pedro Henrique Risson
MARINGÁ – PR
2020
Pedro Henrique Risson Vicentino
MARINGÁ – PR
2020
FOLHA DE APROVAÇÃO
PEDRO HENRIQUE RISSON VICENTINO
BANCA EXAMINADORA
__________________________________________
Prof. Me. Fábio Victor Bueno de Morais
__________________________________________
Prof. Dr. Marcos Vinícius Bueno de Morais
__________________________________________
Prof. Esp. Samuel Slipack
PROJETO E SIMULAÇÃO DO ROTOR DE UMA MICRO TURBINA EÓLICA DE
EIXO HORIZONTAL
RESUMO
Turbinas eólicas são equipamentos que convertem a energia cinética dos ventos em energia
mecânica rotacional por meio de fatores aerodinâmicos presente no perfil de suas pás. O
presente trabalho apresenta o estudo, projeto e simulação do rotor de uma turbina eólica de eixo
horizontal de baixa potência, utilizando método de cálculo baseado nas teorias básicas de
projeto aerodinâmico de aerogeradores, tais como as Teorias de Elemento de Pá. Buscando criar
um rotor com boa eficiência que atenda a demanda de energia, seja de uma residência rural ou
urbana de consumo médio. Utilizando o software Qblade, foi realizada a simulação de um rotor
e obtidos os parâmetros geométricos eficientes para utilização em turbinas de baixa potência.
Wind turbines are equipment that converts the kinetic energy of the winds into rotational
mechanical energy through aerodynamic factors present in the profile of their blades. The
present work presents the study, design, and simulation of the rotor of a low-power horizontal
axis wind turbine using a calculation method based on the basic theories of the aerodynamic
design of wind turbines, such as the Shovel Element Theories. Seeking to create a rotor with
good efficiency that meets the energy demand, whether from a rural or urban residence of
average consumption. Using the Qblade software, a rotor simulation was performed and the
efficient geometric parameters were obtained for use in low power turbines.
1 INTRODUÇÃO
Anos à frente, foram feitos os primeiros esforços nos EUA para desenvolver turbinas
eólicas avançadas para geração de eletricidade. Como o objetivo declarado era fornecer energia
aos consumidores privados que ainda não estavam conectados à rede de serviços públicos.
Os irmãos Marcellus e Joseph Jacobs merecem menção especial aqui. Em 1922, eles
começaram a desenvolver uma pequena turbina eólica. Após testes iniciais com hélices de
aeronaves de duas pás, eles desenvolveram um rotor de três pás com um diâmetro de 4 m, que
acionavam diretamente um gerador DC de baixa velocidade. Este "carregador de vento" de
Jacobs provou ser um design de vanguarda e um sucesso de vendas sensacional. De 1920 a
1960, dezenas de milhares dessas turbinas eólicas foram produzidas em várias versões com
potência nominal de 1,8 a 3 kW (HAU 2013).
A turbina Jacobs é considerada a precursora direta de pequenas turbinas modernas, seus
rotores tinham três lâminas com formas reais de aerofólio e começaram a se parecer com as
turbinas de hoje. Outra característica da turbina Jacobs era que ela foi tipicamente incorporada
a um sistema de energia em escala residencial completo, incluindo armazenamento de bateria.
(MANWELL, MCGOWAN, ROGERS, 2010).
Após anos de avanços, hoje é possível encontrar turbinas de diversos tamanhos e
potência, variando de acordo com a finalidade e demanda.
Os aerogeradores são classificados de acordo com seu porte e potência, pois segundo a
ANEEL, as turbinas pequenas apresentam potência nominal menor que 80 kW e diâmetro do
rotor de até 16 m, as médias possuem uma potência nominal entre 80 kW e 500 kW e diâmetro
entre 16 e 50 m, por fim, as grandes que geram uma potência nominal maior que 500 kW. Como
é o caso da V164-8MW com mais de 140 metros de altura e capacidade de gerar mais de 8MW
fabricada pela Vestas, uma empresa dinamarquesa, considerada a maior companhia mundial
produtora de turbinas eólicas.
A maioria dos sistemas pequenos não está conectada à rede e utiliza armazenamento de
bateria. A maioria está dentro da faixa de tamanho de 50 a 300 kW. No entanto, nos Estados
Unidos e em outras partes do mundo, um mercado bastante grande foi desenvolvido para
pequenos sistemas eólicos (de 1 a 10 kW) conectados às redes por inversores (NELSON,
STARCHER,2018).
Esses pequenos geradores representam o enfoque deste trabalho, devido a sua baixa
potência e tamanho compacto, estes são muito empregados em residências rurais, urbanas e
áreas remotas de difícil acesso. Possuem um funcionamento simples e são constituídos por
poucos equipamentos. Eles são compostos basicamente por:
3
Atualmente, a geração de energia eólica está presente no mundo todo, em uma potência
total instalada de 650 GW, segundo dados recentes do Associação Mundial de Energia Eólica
(WWEA). Com o Brasil representando 3% desse total, em âmbito nacional a geração de energia
eólica representa 9% do total, ficando atrás apenas da energia hidroelétrica que representa 60%,
comparando as fontes renováveis de energia.
4
preocupação com a sustentabilidade, tem direcionado olhares para as fontes mais limpas de
geração de energia elétrica como a solar e eólica, as quais têm se tornado mais eficientes e
baratas devido aos avanços tecnológicos.
Esses fatores têm atraído cada vez mais investimentos em produção independente de
energia, os quais tendem a duplicar até 2050, segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética
(EPE), ganhando assim um papel cada vez mais importantes.
2 DESENVOLVIMENTO
É possível observar que a velocidade média dos ventos varia de 4 a 8 m/s, assim
tomamos a velocidade inicial de projeto𝑣 = 8 𝑚⁄𝑠para estipular um valor máximo aproximado
de potência. O número de pás adotado foi 3, seguindo o modelo de diversas turbinas modernas.
Um dos principais fatores que influenciam no desempenho de uma turbina eólica são a
velocidade do vento e a área varrida pelo rotor, a qual está ligada à quantidade de energia que
será convertida pelo gerador.
A energia cinética de uma massa de ar 𝑚 que se move a uma velocidade 𝑣 pode ser
expressa como:
1
𝐸 = 𝑚𝑣 2 (𝑁𝑚) ∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙ (1)
2
𝜋𝐷 2 2
𝐴= (𝑚 ) ∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙ (3)
4
1
𝑃 = 𝜌𝑣 3 𝐴(𝑊) ∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙ (4)
2
Esses elementos estão representados na figura 6 abaixo, que demonstra o fluxo de vento a uma
velocidade V através de um cilindro de área A.
7
𝑃 16
𝐶𝑃 = = = 0,593 ∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙ (5)
𝑃0 27
1
𝑃 = 𝜌𝐴(𝑣12 + 𝑣22 )(𝑣1 + 𝑣2 )(𝑊) ∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙ (6)
4
E a potência da corrente de ar livre que flui através da mesma área de seção transversal A, sem
que a energia mecânica seja extraída dela é:
1
𝑃0 = 𝜌𝑣13 𝐴(𝑊) ∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙ (7)
2
8
A teoria de beltz pode ser vista mais detalhadamente no livro Wind Turbines:
fundamentals, technologies, application, economics do autor Erich Hau, presente nas
referências.
Assim, Betz concluiu que mesmo com um fluxo de ar ideal e uma conversão sem perdas,
a proporção de trabalho mecânico extraível e a potência contida no vento é limitada a um valor
de 0,593. Portanto, apenas cerca de 60% da energia eólica de uma determinada seção transversal
pode ser convertida em energia mecânica (HAU 2013).
A razão pela qual maior eficiência, por exemplo, 100%, não é possível, é devido à
natureza mecânica dos fluídos da energia eólica, dependente do fluxo contínuo de ar em
movimento. Se, hipoteticamente falando, 100% da energia cinética for extraída, o fluxo de ar
será reduzido a uma parada completa e nenhuma velocidade permanecerá disponível para
sustentar o fluxo através do mecanismo de extração, independentemente da tecnologia
específica de turbina eólica usada. A eficiência máxima de extração é alcançada no equilíbrio
ideal da maior desaceleração do vento que ainda mantém um fluxo suficientemente rápido após
a turbina (LETCHER 2017).
9
2𝑃 2 ∙ 1650
𝐴= 3
= = 13,15𝑚²
𝜌𝑣 𝐶𝑃 1,225 ∙ 8³ ∙ 0,40
10
𝐴 13,15
𝑅=√ =√ ≅ 2𝑚
𝜋 𝜋
60 60
𝑟𝑝𝑚 = 𝛺 = 20 ≅ 191𝑟𝑝𝑚
2𝜋 2𝜋
A potência gerada pela turbina é proporcional às forças aerodinâmicas causadas por suas
pás. Sendo assim, é necessário escolher cuidadosamente os perfis de aerofólio que as formam
e controlar seu ângulo de ataque. Um diagrama representativo dessas forças pode ser observado
na figura 11.
Onde 𝑊 representa a velocidade do vento relativa à pá, 𝛼 é definido como o ângulo de
ataque e representa o ângulo entre a velocidade relativa do vento e a corda da pá, 𝛽 é
denominado o ângulo de passo e é o ângulo entre a corda e o plano de rotação do rotor. 𝐷 é
definida como a força de arrasto e é paralela à velocidade relativa do vento, a força 𝐿 é definida
como a força de sustentação e é perpendicular à velocidade relativa do vento.
As forças aerodinâmicas de sustentação e arrasto são responsáveis pela taxa de variação
do momento axial e angular de todo o ar que passa através do anel varrido pelos elementos da
lâmina.
11
1
𝜕𝐿 = 𝜌𝑊 2 𝑐𝐶𝐿 𝜕𝑟 ∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙ (8)
2
1
𝜕𝐷 = 𝜌𝑊 2 𝑐𝐶𝑑 𝜕𝑟 ∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙∙ (9)
2
Tem-se também força normal, é a componente que traduz o valor da carga mecânica que a
estrutura terá de suportar, representada por:
A força tangencial é a componente que representa o valor que contribui para o movimento das
pás, pois a sua direção é coincidente com o plano de rotação do aerogerador. A equação que
permite obter o valor desta componente é a seguinte:
A força tangencial é responsável pelo torque da pá. Assim, o perfil deve ser escolhido de modo
a maximizar essa força.
Para realização do trabalho, a opção foi utilizar os perfis tipo NACA, são perfis
aerodinâmicos desenvolvidos pelo Comitê Consultivo Nacional de Aeronáutica (NACA),
Antecessora da atual NASA.
12
Para o cálculo dos parâmetros acima, inicialmente foi utilizado o software Qblade, um
software de código aberto utilizado para simulações de turbinas eólicas, composto pela
integração dos códigos BEM (Blade Element Momentum)
O próprio Qblade faz a discretização da pá em um número finito de elementos de pá
para aplicação do método BEM nas simulações das turbinas de eixo horizontal. As seções
transversais da pá são definidas pela sua posição radial, perfil, corda, torção e comprimento e
com a teoria do momento, a velocidade relativa do vento em cada seção é calculada.
Isso permite o cálculo do ângulo de ataque 𝛼 e a derivação dos coeficientes de
sustentação 𝐶𝐿 e arrasto 𝐶𝑑 do respectivo perfil na área de varredura. Com estes coeficientes e
a área de um elemento, os valores das componentes das forças normais e tangenciais, do
empuxo e do torque de um elemento são computados.
Primeiramente, geram-se as informações sobre o perfil aerodinâmico e as curvas
polares, onde o Qblade gera as curvas polares, em um regime de ventos constantes com variação
do ângulo de ataque 𝛼 entre -10° a 20°. Posteriormente, essas curvas são extrapoladas
automaticamente pelo software.
13
Para os parâmetros descritos acima, são gerados valores dos coeficientes das forças
aerodinâmicas e a relação entre elas, assim, é possível selecionar um ângulo de ataque que
gerará a melhor razão entre o coeficiente de sustentação e arrasto. Os valores obtidos são:
14
Inicialmente, tem-se uma pá totalmente sem torção e valores de corda constantes, então
é introduzido pelo usuário os valores da taxa de velocidade da ponta da pá TSR, velocidade do
vento 𝑣 e o ângulo de ataque α selecionado, dessa forma, o software gera uma otimização da
geometria da pá para o melhor rendimento em função dos parâmetros acima, gerando uma
geometria mais complexa.
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
1,50
15,50; 1,63
1,00
CL
0,50
0,00
11,00
-10,00
-8,50
-7,00
-5,50
-4,00
-2,50
-1,00
0,50
2,00
3,50
5,00
6,50
8,00
9,50
12,50
14,00
15,50
17,00
18,50
20,00
-0,50
-1,00
Ângulo de ataque (α)
Pode-se observar que quanto maior o ângulo de ataque maior a força de sustentação que
age sobre o perfil, essa força é a responsável por impulsionar o rotor ao movimento, no ponto
de operação 𝛼 = 15,5 se apresenta a maior sustentação sobre o perfil 𝐶𝐿 = 1,63, acima disso,
começa a aparecer o efeito estol ou perda de sustentação.
16
Na figura 16, tem-se o gráfico da curva do coeficiente de arrasto para a mesma faixa de
angulação de α do perfil eólico.
0,12
0,10
0,08
Cd
15,50; 0,05
0,06
0,04
0,02
0,00
-1,00
-10,00
-8,50
-7,00
-5,50
-4,00
-2,50
20,00
0,50
2,00
3,50
5,00
6,50
8,00
9,50
11,00
12,50
14,00
15,50
17,00
18,50
40,00
20,00
0,00
-10,00
-8,50
-7,00
-5,50
-4,00
-2,50
-1,00
0,50
2,00
3,50
5,00
6,50
8,00
9,50
11,00
12,50
14,00
15,50
17,00
18,50
20,00
-20,00
-40,00
-60,00
Ângulo de ataque (α)
80,00
Torque (Nm)
60,00
40,00
20,00
0,00
0,00 2,00 4,00 6,00 8,00 10,00 12,00
TSR
Já na figura 19, é tido a potência, a qual representa a máxima potência gerada para o
valor de TSR = 5, sendo ela 𝑃 = 1850,59𝑊 , valor que até ultrapassa o estipulado no cálculo
inicial do capítulo 2.3.
1600,00
1400,00
Potêntia (W)
1200,00
1000,00
800,00
600,00
400,00
200,00
0,00
0,00 2,00 4,00 6,00 8,00 10,00 12,00
TSR
2500,00
2000,00
8,00; 1854,80
1500,00
1000,00
500,00
0,00
0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00
-500,00
Velocidade do vento (m/s)
30,00
25,00
20,00
15,00
10,00
5,00
0,00
0,00 2,00 4,00 6,00 8,00 10,00 12,00
Velocidade do vento (m/s)
140,00
120,00
2 m/s
100,00
Torque (Nm)
80,00 4 m/s
60,00 6 m/s
40,00
8 m/s
20,00
10 m/s
0,00
-20,00
3000,00
2500,00
2 m/s
2000,00
Potência (W)
1500,00 4 m/s
1000,00 6 m/s
500,00 8 m/s
0,00
10 m/s
-500,00
Rotação do rotor (rpm)
3 CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS
NELSON, V.; STARCHER, K., 2018, Wind Energy: Renewable Energy and the Environment,
3 ed. New York, CRC Press, pp 1 14.
HAU, Erich. Wind Turbines: fundamentals, technologies, application, economics. 3. ed. New
York: Springer Science & Business Media, 2013. 879 p.
MANWELL, James F.; MCGOWAN, Jon G.; ROGERS, Anthony L.. Wind Energy Explained:
theory, design and application. 2. ed. Nova Jersey: John Wiley & Sons, 2010. 704 p.
LETCHER, Trevor M.. Wind Energy Engineering: a handbook for onshore and offshore wind
turbines. Cambridge: Academic Press, 2017. 622 p.
22
3
4 1
5
(Feature item and safety)
6
7 2
1 CIRCULAR FOIL
2 CIRCULAR FOIL
3 NACA 4412
8 4 NACA 4412
14
5 NACA 4412
CARACTERÍSTICA DE REFERÊNCIA
15 9
16 6 NACA 4412
10 7 NACA 4412
17
(Reference characteristic)
11 8 NACA 4412
18 9 NACA 4412
12 10 NACA 4412
13 11 NACA 4412
12 NACA 4412
)
13 NACA 4412
19
14 NACA 4412
(
20 15 NACA 4412
16 NACA 4412
17 NACA 4412
CARACTERÍSTICA DE CONTROLE
18 NACA 4412
19 NACA 4412
20 NACA 4412
(Control characteristic)
190,00
(Feature item and safety)
200,00
CARACTERÍSTICA DE REFERÊNCIA
(Reference characteristic)
)
(
,00
10
CARACTERÍSTICA DE CONTROLE
(Control characteristic)