CARTILHA TÉCNICA E OPERACIONAL: FABRICAÇÃO DE RAÇÕES AVÍCOLAS
Como médico veterinário responsável pela unidade, este documento servirá como base
para a padronização do processo produtivo, garantindo que as exigências fisiológicas das
aves de corte e postura sejam atendidas com precisão matemática.
1. Seleção de Matérias-Primas e Aditivos
A ração avícola é formulada pela combinação de macroingredientes (fontes de energia e
proteína) e microingredientes (vitaminas, minerais e aditivos).
O que DEVE ser utilizado:
• Base Energética e Proteica: Milho grão moído e Farelo de Soja.
• Aminoácidos Industriais: A formulação deve utilizar o conceito de "proteína
ideal", que consiste no balanço exato de aminoácidos para prover as
necessidades essenciais sem excesso ou falta, expressando-os como
porcentagem da lisina. Isso reduz a quantidade de soja na ração e diminui a
excreção de nitrogênio.
• Enzimas Exógenas:
o Fitase: Promove a hidrólise do ácido fítico , melhorando a utilização do
fósforo, cálcio e zinco dos vegetais. Isso reduz a excreção desses minerais
no meio ambiente.
o Xilanases e Glucanases: Atuam na redução da viscosidade da digesta
intestinal.
• Moduladores Intestinais: Para a manutenção dos índices produtivos , utilize
prebióticos, probióticos, simbióticos e ácidos orgânicos. Eles favorecem o
crescimento de bactérias benéficas como Lactobacillus e Bifidobacterium e
inibem patógenos como Clostridium e Escherichia coli.
O que NÃO DEVE ser utilizado:
• Antibióticos Promotores de Crescimento: O uso de antimicrobianos, como
olaquindox, bacitracina de zinco, colistina e lincomicina, deve ser evitado devido
às exigências de mercado e aos impactos na seleção de cepas bacterianas
resistentes.
2. Evolução Nutricional e Fórmulas Projetadas: Frangos de Corte
As exigências nutricionais variam de acordo com o crescimento das aves. Para
acompanhar essa curva, o arraçoamento é dividido em fases.
Abaixo, apresentamos as fórmulas práticas para lotes de 1.000 kg (1 Tonelada),
demonstrando a alteração física nas quantidades de milho e soja à medida que o frango
cresce.
(Parâmetros assumidos para cálculo: Milho = 8,5% PB; Farelo de Soja = 46% PB; Espaço
Fixo de Microingredientes = 5% ou 50 kg).
Fase 1: Pré-Inicial (1 a 7 dias)
O trato gastrointestinal está em formação e exige alta concentração proteica.
• Alvo Nutricional: 22,11% Proteína Bruta (PB); 2.960 Kcal/kg EM; 0,942% Cálcio.
• Cálculo da PB na Mistura (95% do espaço): $PB_{mistura} = \frac{22,11}{0,95} =
23,27\%$
Participação na Quantidade Fina
Ingrediente
Mistura (kg/ton)
Milho Grão Moído 60,61% 575,8 kg
Farelo de Soja 39,39% 374,2 kg
Espaço Fixo (Núcleo,
- 50,0 kg
Calcário, etc.)
TOTAL - 1.000 kg
Fase 2: Inicial (8 a 21 dias)
Ocorre o início do declínio da exigência proteica e leve aumento calórico.
• Alvo Nutricional: 21,14% PB; 3.050 Kcal/kg EM; 0,899% Cálcio.
• Cálculo da PB na Mistura (95% do espaço): $PB_{mistura} = \frac{21,14}{0,95} =
22,25\%$
Participação na Quantidade Fina
Ingrediente
Mistura (kg/ton)
Milho Grão Moído 63,33% 601,6 kg
Farelo de Soja 36,67% 348,4 kg
Espaço Fixo (Núcleo,
- 50,0 kg
Calcário, etc.)
TOTAL - 1.000 kg
Fase 3: Crescimento (22 a 33 dias)
Fase de ganho de peso acelerado, exigindo maior volume de energia.
• Alvo Nutricional: 19,73% PB; 3.150 Kcal/kg EM; 0,837% Cálcio.
• Cálculo da PB na Mistura (95% do espaço): $PB_{mistura} = \frac{19,73}{0,95} =
20,77\%$
Participação na Quantidade Fina
Ingrediente
Mistura (kg/ton)
Milho Grão Moído 67,28% 639,2 kg
Farelo de Soja 32,72% 310,8 kg
Espaço Fixo (Núcleo,
- 50,0 kg
Calcário, etc.)
TOTAL - 1.000 kg
Fase 4: Final (34 a 42 dias) e Terminação (43 a 46 dias)
O frango atinge o máximo consumo e deposição de gordura. Reduz-se drasticamente a
soja para minimizar custos e evitar excesso de nitrogênio.
• Alvo Nutricional (Terminação): 17,51% PB; 3.250 Kcal/kg EM; 0,740% Cálcio.
• Cálculo da PB na Mistura (95% do espaço): $PB_{mistura} = \frac{17,51}{0,95} =
18,43\%$
Participação na Quantidade Fina
Ingrediente
Mistura (kg/ton)
Milho Grão Moído 73,52% 698,4 kg
Farelo de Soja 26,48% 251,6 kg
Espaço Fixo (Núcleo,
- 50,0 kg
Calcário, etc.)
TOTAL - 1.000 kg
3. Formulação Prática para Aves de Postura (Fase de Produção)
A dinâmica nutricional das poedeiras comerciais difere drasticamente daquela dos
frangos de corte. O metabolismo da poedeira adulta está voltado para a manutenção
corporal e a síntese diária de ovos.
Lógica Fisiológica:
• Níveis excessivos de energia ou proteína resultam em acúmulo de gordura
abdominal, comprometendo o trato reprodutivo. O alvo de PB recua para a faixa
de 16,5%.
• A formação da casca do ovo demanda um aporte maciço de cálcio na dieta
(geralmente acima de 4%). A inclusão de calcário calcítico de granulometria
grossa é obrigatória e ocupa um volume considerável da fórmula.
Cálculo da Ração de Postura (1.000 kg)
• Espaço Fixo: Aumentado para 12% (120 kg) para acomodar calcário, núcleo, sal e
aminoácidos.
• Espaço Variável (Milho + Soja): 88% (880 kg).
• Cálculo da PB na Mistura: $PB_{mistura} = \frac{16,50}{0,88} = 18,75\%$
Participação na Quantidade Fina
Ingrediente
Mistura (kg/ton)
Milho Grão Moído 72,66% 639,4 kg
Farelo de Soja 27,33% 240,6 kg
Espaço Fixo (Alta Inclusão de
- 120,0 kg
Calcário + Núcleo)
TOTAL - 1.000 kg
4. Meios e Ordem de Produção (Procedimento Operacional)
A digestão abrange processos químicos e físicos responsáveis pela transformação do
alimento. O processamento físico inadequado na fábrica compromete o resultado a
campo.
1. Moagem: O milho deve ser processado em moinho de martelos. O milho para
aves de postura exige granulometria mais grossa para estimular o
desenvolvimento da moela e retardar o trânsito intestinal.
2. Pesagem Múltipla: Utilize balanças de alta capacidade para os grãos e balanças
de precisão exclusivas para os microingredientes.
3. Ordem de Inclusão no Misturador: Siga rigorosamente a sequência para evitar
empedramento e garantir a homogeneidade:
o Despeje 50% do volume total de milho moído.
o Despeje o volume total de farelo de soja.
o Adicione a pré-mistura (ingredientes fixos + aditivos diluídos em cerca de
5 kg de milho).
o Despeje os 50% restantes do milho.
4. Tempo de Mistura: Respeite o tempo estipulado pelo fabricante do equipamento
para garantir o coeficiente de variação correto.
5. Cuidados e Controle de Qualidade Analítico
Para sustentar a precisão matemática projetada, é imperativo o controle da qualidade
das matérias-primas recebidas.
• O método de avaliação dos alimentos que deve ser utilizado é a Análise Proximal
de Alimentos (Método de Weende).
• Amostras de todos os lotes recebidos de milho e soja devem ser enviadas a
laboratório para determinação das frações de Matéria Seca (MS) , Proteína Bruta
(PB) , Extrato Etéreo (EE) , Fibra Bruta (FB) , Matéria Mineral (MM) e Extrativo Não-
Nitrogenado (ENN).
• Qualquer oscilação severa na PB da matéria-prima exige a recalibração
matemática das proporções de inclusão na fábrica.
FICHA DE ORDEM DE PRODUÇÃO (OP) - 001
Produto: Ração Frango de Corte - Fase Pré-Inicial (1 a 7 dias) Alvo Nutricional: 22,11%
PB | 2.960 Kcal/kg EM Data: //2026 | Lote nº: ______________ Operador Responsável:
___________________________ Volume da Batida: 1.000 kg
1. SETOR DE PESAGEM E MISTURA
Instrução: Pesar rigorosamente e adicionar no misturador na ordem exata descrita
abaixo.
Meta Real Pesado Visto
Ordem Ingrediente
(kg) (kg) (Check)
Milho Grão Moído (Fração
1º 287,9 ______, []
1)
Meta Real Pesado Visto
Ordem Ingrediente
(kg) (kg) (Check)
Farelo de Soja (Volume
2º 374,2 ______, []
Total)
Pré-Mistura (Núcleo/Fixos
3º 50,0 ______, []
+ Veículo)
Milho Grão Moído (Fração
4º 287,9 ______, []
2)
VOLUME TOTAL DA
- 1.000,0 ______, -
BATIDA
2. SETOR DE PROCESSAMENTO
• [ ] Tempo de mistura acionado: _____ minutos.
• [ ] Misturador esvaziado completamente (Flushing realizado, se aplicável).
3. CONTROLE DE QUALIDADE
• [ ] Amostra de retenção (500g) coletada e etiquetada.
• Assinatura do Responsável Técnico: ___________________________
FICHA DE ORDEM DE PRODUÇÃO (OP) - 002
Produto: Ração Aves de Postura - Fase de Produção
Alvo Nutricional: ~16,50% PB
Data: //2026 | Lote nº: ______________
Operador Responsável: ___________________________
Volume da Batida: 1.000 kg
1. SETOR DE PESAGEM E MISTURA
Instrução: O milho e o calcário devem apresentar granulometria grossa. Adicionar na
ordem exata.
Meta Real Pesado Visto
Ordem Ingrediente
(kg) (kg) (Check)
Milho Grão Moído
1º 319,7 ______, []
(Fração 1)
Farelo de Soja (Volume
2º 240,6 ______, []
Total)
Ingr. Fixos (Calcário +
3º 120,0 ______, []
Núcleos)
Milho Grão Moído
4º 319,7 ______, []
(Fração 2)
VOLUME TOTAL DA
- 1.000,0 ______, -
BATIDA
2. SETOR DE PROCESSAMENTO
• [ ] Tempo de mistura acionado: _____ minutos.
• [ ] Misturador esvaziado completamente.
3. CONTROLE DE QUALIDADE
• [ ] Amostra de retenção (500g) coletada e etiquetada.
• Assinatura do Responsável Técnico: ___________________________
Diretrizes de Implantação e Rastreabilidade
1. Arquivo Físico: Estas fichas devem ser impressas e mantidas em pranchetas na
área do misturador. O operador deve preencher a coluna "Real Pesado" a cada
batida, pois pequenas variações balança/operador sempre ocorrem (ex: pesou
374,5 kg de soja em vez de 374,2 kg).
2. Arquivamento: Ao final do turno, as fichas devem ser recolhidas, assinadas por
você e arquivadas junto com as amostras de retenção.
3. Auditoria: Se um lote de aves no campo apresentar queda de desempenho (ex:
ovos com casca fina ou frangos com baixo ganho de peso diário ), você cruzará o
número do lote da ração consumida com a OP arquivada para verificar se houve
falha humana na pesagem do calcário ou da soja.
FICHA DE ORDEM DE PRODUÇÃO (OP) - 003
Produto: Ração Frango de Corte - Fase Inicial (8 a 21 dias)
Alvo Nutricional: 21,14% PB | 3.050 Kcal/kg EM
Data: //2026 | Lote nº: ______________
Operador Responsável: ___________________________
Volume da Batida: 1.000 kg
1. SETOR DE PESAGEM E MISTURA
Instrução: Pesar rigorosamente e adicionar no misturador na ordem exata descrita
abaixo.
Meta Real Pesado Visto
Ordem Ingrediente
(kg) (kg) (Check)
Milho Grão Moído (Fração
1º 300,8 ______, []
1)
Farelo de Soja (Volume
2º 348,4 ______, []
Total)
Pré-Mistura (Núcleo/Fixos
3º 50,0 ______, []
+ Veículo)
Milho Grão Moído (Fração
4º 300,8 ______, []
2)
VOLUME TOTAL DA
- 1.000,0 ______, -
BATIDA
2. SETOR DE PROCESSAMENTO
• [ ] Tempo de mistura acionado: _____ minutos.
• [ ] Misturador esvaziado completamente.
3. CONTROLE DE QUALIDADE
• [ ] Amostra de retenção (500g) coletada e etiquetada.
• Assinatura do Responsável Técnico: ___________________________
FICHA DE ORDEM DE PRODUÇÃO (OP) - 004
Produto: Ração Frango de Corte - Fase Crescimento (22 a 33 dias)
Alvo Nutricional: 19,73% PB | 3.150 Kcal/kg EM
Data: //2026 | Lote nº: ______________
Operador Responsável: ___________________________
Volume da Batida: 1.000 kg
1. SETOR DE PESAGEM E MISTURA
Instrução: Pesar rigorosamente e adicionar no misturador na ordem exata descrita
abaixo.
Meta Real Pesado Visto
Ordem Ingrediente
(kg) (kg) (Check)
Milho Grão Moído (Fração
1º 319,6 ______, []
1)
Farelo de Soja (Volume
2º 310,8 ______, []
Total)
Pré-Mistura (Núcleo/Fixos
3º 50,0 ______, []
+ Veículo)
Milho Grão Moído (Fração
4º 319,6 ______, []
2)
VOLUME TOTAL DA
- 1.000,0 ______, -
BATIDA
2. SETOR DE PROCESSAMENTO
• [ ] Tempo de mistura acionado: _____ minutos.
• [ ] Misturador esvaziado completamente.
3. CONTROLE DE QUALIDADE
• [ ] Amostra de retenção (500g) coletada e etiquetada.
• Assinatura do Responsável Técnico: ___________________________
FICHA DE ORDEM DE PRODUÇÃO (OP) - 005
Produto: Ração Frango de Corte - Fase Terminação (34 a 46 dias)
Alvo Nutricional: 17,51% a 18,31% PB | 3.200 a 3.250 Kcal/kg EM
Data: //2026 | Lote nº: ______________
Operador Responsável: ___________________________
Volume da Batida: 1.000 kg
1. SETOR DE PESAGEM E MISTURA
Instrução: Pesar rigorosamente e adicionar no misturador na ordem exata descrita
abaixo.
Meta Real Pesado Visto
Ordem Ingrediente
(kg) (kg) (Check)
Milho Grão Moído (Fração
1º 349,2 ______, []
1)
Farelo de Soja (Volume
2º 251,6 ______, []
Total)
Pré-Mistura (Núcleo/Fixos
3º 50,0 ______, []
+ Veículo)
Milho Grão Moído (Fração
4º 349,2 ______, []
2)
VOLUME TOTAL DA
- 1.000,0 ______, -
BATIDA
2. SETOR DE PROCESSAMENTO
• [ ] Tempo de mistura acionado: _____ minutos.
• [ ] Misturador esvaziado completamente.
3. CONTROLE DE QUALIDADE
• [ ] Amostra de retenção (500g) coletada e etiquetada.
• Assinatura do Responsável Técnico: ___________________________
PROTOCOLO DE AMOSTRAGEM BROMATOLÓGICA E RECEPÇÃO DE GRÃOS
Como responsável técnico, a garantia da qualidade começa antes de a matéria-prima
entrar nos silos. Uma amostra mal colhida não representa o lote e invalida o cálculo de
formulação.
1. Equipamentos Necessários
• Calador (Sonda de Amostragem): De formato cônico ou cilíndrico, com
compartimentos múltiplos para captar grãos em diferentes profundidades da
carga.
• Recipientes: Baldes plásticos limpos e secos.
• Embalagens: Sacos plásticos transparentes de 1 kg, impermeáveis.
• Identificação: Etiquetas adesivas e caneta de tinta permanente.
• Lona ou Mesa de Quarteamento: Para homogeneização e divisão da amostra
bruta.
2. Padrão de Coleta no Caminhão
A coleta não deve ser feita apenas na superfície. É necessário inserir o calador até o
fundo da carroceria para verificar se há umidade ou grãos ardidos escondidos.
A furação deve seguir um padrão em "X" ou "Z" sobre a carga.
• Caminhões Toco ou Truck (até 15 toneladas): Mínimo de 5 pontos de coleta (4
cantos a 50 cm da borda e 1 no centro).
• Carretas (acima de 15 toneladas): Mínimo de 8 pontos de coleta distribuídos
uniformemente.
3. Procedimento de Quarteamento (Homogeneização)
A soma de todos os pontos de coleta no caminhão formará a "Amostra Bruta"
(geralmente de 5 a 10 kg). Como o laboratório precisa de apenas 1 kg, deve-se aplicar a
técnica de quarteamento:
1. Despeje a amostra bruta sobre uma lona limpa ou mesa lisa.
2. Misture bem os grãos com as mãos ou espátula.
3. Espalhe formando um círculo achatado e divida-o em quatro partes iguais (cruz).
4. Descarte duas partes opostas (na diagonal).
5. Misture as duas partes restantes e repita o processo até sobrar aproximadamente
1 kg.
4. Triagem Visual e Física (Aceite ou Recusa)
Antes do envio ao laboratório, realize a avaliação macroscópica no momento da
descarga.
O lote deve ser rejeitado se apresentar:
• Umidade excessiva (ideal máximo de 14% para milho e soja).
• Presença de insetos vivos (pragas de armazenamento).
• Sinais de mofo, fungos ou odores atípicos (fermentação).
• Alta porcentagem de grãos quebrados ou impurezas (terra, pedras).
5. Encaminhamento Laboratorial e Contraprova
A amostra final (1 kg) deve ser dividida em duas frações de 500g:
• Fração 1 (Laboratório): Enviar para Análise Proximal pelo Método de Weende. O
laudo deve aferir a Matéria Seca (MS) , Proteína Bruta (PB) , Extrato Etéreo (EE) ,
Fibra Bruta (FB) e Matéria Mineral (MM). Estes dados balizarão os ajustes
matemáticos das ordens de produção.
• Fração 2 (Contraprova): Etiquetar com data, fornecedor, placa do caminhão e
número do lote. Armazenar em local seco e escuro por um período mínimo de 90
dias. Em caso de queda de desempenho das aves a campo, esta amostra será
analisada para detecção de micotoxinas ou fraudes.