Transformações Lineares
Luiz Carlos Day Gama
Ibmec-MG
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Introdução
Funções Lineares descrevem o tipo mais simples de
dependência entre as variáveis.
Agora vamos analisar funções entre espaços vetoriais.
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Definição 12.1
Sejam V e W dois espaços vetoriais. Uma transformação linear é
uma função de V em W, F : V → W , que satisfaz as seguintes
condições:
1 Quaisquer que sejam u e v em V,
L(u + v) = L(u) + L(v)
2 Para qualquer escalar k e v ∈ V
L(kv) = kL(v)
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Exemplo 12.1
Suponha que de 1 kg de soja seja extraído 0,2 litro de óleo.
Logo, de x kg de soja, podem ser extraídos 0, 2x litros de óleo
Q(s) = 0, 2s
Em que Q é a quantidade em litros de óleo de soja.
s é a quantidade em kg de soja.
Duas características importantes:
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Exemplo 12.1
a) Para calcular a produção fornecida por (s1 + s2 ) kg de soja,
podemos multiplicar (s1 + s2 ) pelo fator de rendimento, bem
como as produções de óleo de cada quantidade s1 e s2 e
somá-las.
Q(s1 + s2 ) = 0, 2(s1 + s2 ) = 0, 2s1 + 0, 2s2 = Q(s1 ) + Q(s2 )
b) Se a quantidade de soja for multiplicada por um fator k, a
produção de óleo é multiplicada por esse mesmo fator.
Q(ks) = 0, 2(ks) = k(0, 2s) = kQ(s)
Essas duas propriedades caracterizam a transformação linear.
Vamos incluir mais produtos.
Suponha:
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Exemplo 12.1
Soja Milho Algodão Amendoim
Óleo (l) 0,2 0,06 0,13 0,32
x → kg de soja
y → kg de milho
z → kg de algodão
w → kg de amendoim
Q = 0, 2x + 0, 06y + 0, 13z + 0, 32w
x
h i y
Q = 0, 2 0, 06 0, 13 0, 32 = 0, 2x +0, 06y +0, 13z+0, 32
z
w
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Exemplo 12.1
Formalmente
Q : <4 −→ <
x x
y h i y
−→ 0, 2 0, 06 0, 13 0, 32
z z
w w
x1 x2 x1 x2
y y y y
Q 1 + 2 = Q 1 + Q 2
1
z1 z2 z1 z2
w1 w2 w1 w2
x x
y y
Q k = kQ
2
z z
w w
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Exemplo 12.2
Se V = < e W = <.
L : < −→ <
, definida por u 7→ αu ou L(u) = αu.
1 L(u + v ) = α(u + v ) = αu + αv = L(u) + L(v )
Satisfeita
2 L(ku) = α(ku) = k(αu) = kL(u) Satisfeita
=⇒ Logo, L é uma transformação linear.
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Exemplo 12.3
L : < −→ <
u 7→ u 2 ou L(u) = u 2
L(u + v ) = (u + v )2 = u 2 + 2uv + v 2
L(u) = u 2 L(v ) = v 2
L(u) + L(v ) = u 2 + v 2
L(u + v ) 6= L(u) + L(v )
Portanto, não é uma transformação linear.
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Exemplo 12.4
V = <2 e W = <3 .
L : <2 −→ <3
(x , y ) 7→ (2x , 0, x + y ) ou L(x , y ) = (2x , 0, x + y )
Sejam u = (x1 , y1 ) e v = (x2 , y2 ).
L(u + v ) = L[(x1 , y1 ) + (x2 , y2 )] = L(x1 + x2 , y1 + y2 )
= [2(x1 + x2 ), 0, (x1 + x2 ) + (y1 + y2 )]
= (2x1 + 2x2 , 0, x1 + x2 + y1 + y2 )
= (2x1 , 0, x1 + y1 ) + (2x2 , 0, x2 + y2 )
= L(u) + L(v )
Primeira condição satisfeita.
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Exemplo 12.4
L(ku) = L[k(x1 , y1 )] = L(kx1 , ky1 )
= (2kx1 , 0, kx1 + ky1 )
= k(2x1 , 0, x1 + y1 ) = kL(u)
Segunda condição também satisfeita.
Portanto, L é uma transformação Linear.
Observação: Se n = m, uma transformação linear L : <n 7→ <n é
também chamado operador linear em <n .
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Transformação Matricial
Se A é uma matriz mxn e u um vetor de dimensão n, o produto
matricial Au tem dimensão m.
Uma transformação matricial é uma função L : <n −→ <m definida
por L(u) = Au.
Pergunta: toda transformação matricial é também transformação
linear?
Sejam u e v vetores em <n . Logo,
L(u + v ) = A(u + v ) = Au + Av = L(u) + L(v )
Seja k um escalar qualquer. Então:
L(ku) = A(ku) = k(Au) = kL(u)
Portanto, toda transformação matricial é uma transformação
linear.
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Exemplos de transformações
1) Reflexão em relação ao eixo dos X.
L : <2 −→ <2
" #! " #
x x
L =
y −y
(x , y ) 7→ (x , −y )
2) Projeção no plano XY.
L : <3 −→ <2
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Exemplos de transformações
x " #
x
L y =
y
z
3) Dilatação:
L : <2 −→ <2 é definida por L(u) = r u para r > 1.
4) Contração:
L : <2 −→ <2 é definida por L(u) = r u para 0 < r < 1.
5) Reflexão na origem:
L : <2 −→ <2
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Exemplos de transformações
u −→ −u, ou seja, L(x , y ) = (−x , −y ).
6) Cisalhamento na direção de X:
L : <2 −→ <2
" #
1 k
L(u) = u
0 1
" #" # " #
1 k x x + ky
L(u) = =
0 1 y y
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Exemplos de transformações
7) Cisalhamento na direção de Y:
L : <2 −→ <2 é definida por:
" #
1 0
L(u) = u
k 1
" #" # " #
1 0 x x
L(u) = =
k 1 y kx + y
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Exemplo 5
Seja L : <3 −→ <2 definida por
u1 " #
u1 + 1
L u2 =
u2 − u3
u3
L é uma transformação linear?
u1 v1
Seja u = u2 e v = v2
u3 v3
u1 v1 u1 + v1
L(u + v ) = L u2 + v2 = L u2 + v2
u3 v3 u3 + v3
" #
u1 + v1 + 1
=
(u2 + v2 ) − (u3 + v3 )
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Exemplo 5
Por outro lado:
" # " # " #
u1 + 1 v +1 u1 + v1 + 2
L(u) + L(v ) = + 1 =
u2 − u3 v2 − v3 (u2 + v2 ) − (u3 + v3 )
Como L(u + v ) 6= L(u) + L(v ), L não é uma transformação linear.
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Teoremas
Teorema 1
Se L : <n −→ <m é uma transformação linear, então:
L(c1 u1 + c2 u2 + . . . + ck uk ) = c1 L(u1 ) + c2 L(u2 ) + . . . + ck L(uk ),
para quaisquer vetores u1 , u2 , . . . , uk em <n e quaisquer escalares
c1 , c2 , . . . , ck .
Teorema 2
a) L(0<n ) = 0<m
b) L(u − v) = L(u) − L(v), para u e v em <n .
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Teoremas
Corolário 1
Seja T : <n −→ <m uma função. Se T (0<n ) 6= 0<m , então T é
uma transformação não-linear.
Demonstração.
Seja T (0<n ) = w 6= 0<m . Então
T (0<n ) = T (0<n + 0<n ) = T (0<n ) + T (0<n )
Entretanto,
T (0<n ) + T (0<n ) = w + w = 2w
Como w 6= 2w , T é uma transformação não-linear.
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Teoremas
Observação
O exemplo 5 poderia ter sido resolvido por esse corolário.
0 " # " #
1 0
L 0 = 6 =
0 0
0
L é uma transformação não linear.
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Teoremas
Teorema 3
Seja L : <n −→ <m uma transformação linear. Então, existe uma
única matriz Amxn tal que:
L(u) = Au (1)
em que u está em <n .
Demonstração.
c1
c2
n
.. é qualquer vetor em < , então
Se u =
.
cn
u = c1 e1 + c2 e2 + . . . + cn en (2)
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Teoremas
Demonstração.
Pelo Teorema 1,
L(u) = c1 L(e1 ) + c2 L(e2 ) + . . . + cn L(en )
Vamos definir A como a matriz mxn cuja j-ésima coluna é L(ej ).
Logo, a equação (2) pode ser escrita como:
L(u) = Au
Imagine que exista uma matriz B tal que
L(u) = Bu
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Teoremas
Demonstração.
Determinando u = ej , j = 1, ..., n, temos
L(ej ) = Aej = colj (A)
L(ej ) = Bej = colj (B)
Como as colunas de A e B são iguais, conclui-se que A = B.
Por fim, a matriz A em (2) é chamada de matriz canônica que
representa L.
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Exercício 1 (Kolman (p. 232)
Considere o operador linear definido por
x x +y
L y = y − z
x x +z
Encontre a matriz canônica que representa L e verifique a equação
(2).
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Teoremas
Teorema 4
Sejam V e W espaços vetoriais e L : V −→ W uma transformação
linear. Seja S = {v1 , v2 , ..., vn } uma base para V . Se u é qualquer
vetor em V , então L(u) fica completamente determinada por
{L(v1 ), L(v2 ), ..., L(vn )}.
Demonstração.
Como u ∈ V , temos que u = c1 v1 + c2 v2 + . . . + cn vn
em que c1 , c2 , ..., cn são números reais determinados de maneira
única. Pelo Teorema 1,
L(u) = L(c1 v1 + c2 v2 + . . . + cn vn )
= c1 L(v1 ) + c2 L(v2 ) + . . . + cn L(vn )
Portanto, L(u) é completamente determinado pelos elementos
L(v1 ), L(v2 ), ..., L(vn ).
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Exercício 2
Qual é a transformação linear T : <2 −→ <3 , tal que
T (1, 1) = (3, 2, 1) e T (0, −2) = (0, 1, 0)?
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Núcleo e Imagem de uma Transformação Linear
Definição 1
Uma transformação linear L : V −→ W é dita injetora, se para
todos os vetores v1 , v2 em V, se v1 6= v2 , implica em
L(v1 ) 6= L(v2 ).
De forma equivalente, se v1 = v2 =⇒ L(v1 ) = L(v2 ).
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Núcleo e Imagem de uma Transformação Linear
Exemplo 6
Seja L : <2 −→ <2 , definida como L(x , y ) = (x + y , x − y ).
Vamos determinar se L é injetora.
Define-se:
v1 = (a1 , a2 ) e v2 = (b1 , b2 )
Se é injetora, L(v1 ) = L(v2 ), e
a1 + a2 = b1 + b2
a1 − a2 = b1 − b2
Somando essas duas equações, concluímos que a1 = b1 ,
implicando em a2 = b2 . Logo, L é injetora.
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Núcleo de uma Transformação Linear
Seja L : V −→ W uma transformação linear. O conjunto de todos
os vetores v ∈ V tais que L(v) = 0 é chamado núcleo de L.
Representamos por ker (L).
ker (L) = {v ∈ V ; L(v) = 0}
Teorema 5
Se L : V −→ W é uma transformação linear, então ker (L) é um
subespaço de V .
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Núcleo de uma Transformação Linear
Demonstração.
Note que ker (L) não é o conjunto vazio, pois 0V pertence a ele.
Além disso, sejam u e v pertencentes ao núcleo. Então, como L é
uma transformação linear
L(u + v) = L(u) + L(v) = 0W + 0W = 0W
logo, u + v pertence a ker (L).
Seja d um escalar qualquer, então como L é uma transformação
linear
L(du) = dL(u) = d0W = 0W
logo, du pertence a ker (L). Portanto, ker (L) é um subespaço de
V.
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Núcleo de uma Transformação Linear
Exemplo 7
Seja L : <3 −→ <2 a transformação linear definida como
L(x , y , z) = (x , y ).
Note que o vetor (0, 0, 3) pertence a ker (L), uma vez que
L(0, 0, 3) = (0, 0).
Entretanto, o vetor (1, 2, 3) não pertence a ker (L), uma vez que
L(1, 2, 3) = (1, 2).
Para encontrar ker (L), precisamos determinar todo x em <3 , tal
que L(x) = 0. Isto é,
L(x) = L(x1 , x2 , x3 ) = 0 = (0, 0)
.
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Núcleo de uma Transformação Linear
Exemplo 7
Como L(x) = (x1 , x2 ), (x1 , x2 ) = (0, 0), ou seja, x1 = 0, x2 = 0 e
x3 pode ser qualquer escalar real.
Portanto, ker (L) é o conjunto de vetores do tipo (0, 0, r ), em que r
é um escalar qualquer.
Fica evidente que ker (L) consiste no eixo dos z no espaço <3 .
Nesse caso, uma base para o núcleo é {(0, 0, 1)}.
e dim(ker (L)) = 1.
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Núcleo de uma Transformação Linear
Exemplo 8
No exemplo 6, tínhamos a transformação L(x , y ) = (x + y , x − y ).
ker (L) consiste em todos os vetores do tipo L(x) = 0. Logo,
precisamos resolver o sistema linear
x +y =0
x −y =0
É fácil perceber que a única solução é o vetor nulo. Logo,
ker (L) = {0} .
Portanto, sua dimensão é zero.
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Núcleo de uma Transformação Linear
Teorema 6
Uma transformação linear L : V −→ W é injetora se e somente se
ker (L) = {0}.
Dito de outra forma, L é injetora se e somente se dim(ker (L)) = 0.
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Imagem de uma Transformação Linear
A imagem de uma transformação linear L : V −→ W , representada
por Im(L), é o conjunto de todos os vetores de W que são imagem
de algum vetor de V .
Im(L) = {L(v) ∈ W ; v ∈ V }
Definição 2
Um vetor w está na imagem de L se existir algum vetor v tal que
(L(v) = w).
Se a Im(L) = W , dizemos que L é sobrejetora. Em outras
palavras, L é sobrejetora se e somente se, dado qualquer w em W ,
houver um vetor v em V tal que L(v) = w.
Ou seja, em uma função sobrejetora a imagem é igual ao
contra-domínio.
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Imagem de uma Transformação Linear
Teorema 7
Se L : V −→ W é uma transformação linear, então Im(L) é um
subespaço de W .
Demonstração.
Observe primeiramente que Im(L) não é um conjunto vazio, dado
que 0W = L(0V ), logo 0W pertence à Im(L).
Sejam w1 e w2 pertencentes à Im(L). Então, w1 = L(v1 ) e
w2 = L(v2 ) para alguns v1 e v2 em V . Agora
w1 + w2 = L(v1 ) + L(v2 ) = L(v1 + v2 )
o que implica que w1 + w2 pertence à Im(L).
Sendo c um escalar qualquer, temos cw1 = cL(v1 ) = L(cv1 ).
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Imagem de uma Transformação Linear
Demonstração.
Logo, cw1 pertence à Im(L).
Portanto, Im(L) é um subespaço de W .
Exemplo 9
Voltando na transformação linear do exemplo 7, vamos descobrir se
L é sobrejetora.
Para determinar se L é sobrejetora, vamos escolher um vetor
y = (y1 , y2 ) em <2 e procurar um vetor x = (x1 , x2 , x3 ) em <3 tal
que L(x) = y.
Como L(x) = (x1 , x2 ), concluímos que se x1 = y1 e x2 = y2 , então
L(x) = y.
Portanto, L é sobrejetora e a dim(Im(L)) = 2.
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Exercício 3 (Kolman Hill, p. 468)
Seja L : <3 −→ <3 definida por
a1 1 0 1 a1
L a2 = 1 1 2 a2
a3 2 1 3 a3
a) L é sobrejetora?
b) Encontre uma base para Im(L).
c) Encontre ker (L).
d) L é injetora?
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Teoremas
Teorema 8
Seja L : V −→ W , em que que o espaço vetorial V tenha
dimensão n. Então
dim(ker (L)) + dim(Im(L)) = dim(V )
Prova: Kolman Hill, p. 470.
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Exercício 4
Determinar o núcleo e a imagem da transformação linear
L : <3 −→ <2 tal que
L(x , y , z) = (2x − y + z, 3x + y − 2z)
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