PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA (PCA) – NOME DA Revisão: 0
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EMPRESA Data: 15/09/2025
PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA (PCA)
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1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA:
Empresa:
XXXXXXXXXXXXXX 1.1
Endereço:
XXXXXXXXXXXXXXXXXX
Telefone: CNPJ: CNAE: Grau de Risco:
XXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXX XXXXXXXX XXXXXXXX
Atividade:
XXXXXXXXXXXX
CONTROLE DE REVISÃO:
REVISÃO MOTIVO DA REVISÃO DO PCA DATA
00 Emissão inicial 06/06/2025
1.2 INTRODUÇÃO:
A Empresa XXXXXXXXXXXXXX, adota a utilização de Protetores Auditivos como
forma de minimizar a exposição dos trabalhadores ao ruído. Através da
implementação de um Programa de Conservação Auditiva, conforme especificado a
seguir.
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1.3 OBJETIVO
Todos os locais de trabalho onde haja a possibilidade de exposição ao ruído
ocupacional serão avaliados e os trabalhadores monitorados de tal forma que sejam
obtidos dados e informações suficientes para identificar níveis de exposição que
possam ser prejudiciais à saúde de trabalhador exposto, com o intuito de evitar ou
minimizar os efeitos da perda auditiva ocupacional (PAO). Nos casos em que sejam
identificados tais riscos, esta política estabelece que deve ser implantado, ao menos,
um dos seguintes métodos de controle, de acordo com a hierarquia abaixo:
1. Eliminação ou substituição dos equipamentos ou máquinas por outros, que sejam
comprovadamente menos ruidosos;
2. Implantação de sistemas de controle de ruído na fonte;
3. Alteração no processo produtivo de forma a eliminar ou reduzir esta exposição a
níveis aceitáveis;
4. Isolamento do trabalhador do processo produtivo de modo a diminuir ou eliminar a
exposição;
5. Implantação de sistemas de controle de ruído na trajetória;
6. Adoção do uso de equipamento individual de proteção auditiva, de acordo com os
critérios técnicos e administrativos estabelecidos neste documento.
1.4 Vibração
Identificação
Vibração é o movimento de um ponto oscilando em torno de um ponto de referência. A
amplitude do movimento é indicada em milímetros ou polegadas. O número de vezes que
ocorre o movimento completo em determinado tempo é chamado de frequência em geral
indicada em Hertz (Hz). As vibrações localizadas são vibrações que atingem certas regiões
do corpo, principalmente as mãos, braços e ombros.
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Possíveis danos à saúde
Os efeitos da exposição a vibrações podem causar perda do equilíbrio, simulando uma
labirintite, além de lentidão de reflexos; manifestação de alteração no sistema cardíaco,
com aumento da frequência de batimento do coração; efeitos psicológicos, tal como a
falta de concentração para o trabalho; apresentação de distúrbios visuais, como visão
turva; efeitos no sistema gastrointestinal, com sintomas desde enjoo até gastrites e
úlceras; manifestação do mal do movimento (cinetose), que ocorre no mar, em
aeronaves ou veículos terrestres, com sintomas de náuseas, vômitos e mal estar geral;
comprometimento, inclusive permanente, de determinados órgãos do corpo;
degeneração gradativa do tecido muscular e nervoso, especialmente para os submetidos
a vibrações localizadas, apresentando a patologia, popularmente conhecida como dedo
branco, causando perda da capacidade manipulativa e o tato nas mãos e dedos,
dificultando o controle motor.
A XXXXXXXXXXXX tem como meta assegurar que todos os seus empregados,
terceirizados e visitantes, no desempenho de suas atividades profissionais, tenham
suas condições de saúde preservadas.
1.5 GHE/ Funções/ Local/ Nº de empregados
Nº
GHE FUNÇÕES ÁREA LOCAL
EMPREGADOS
Analista de Adm
01 Administrativa Área interna 1
e Financeiro
Assistente
02 Administrativa Área interna 1
Administrativo
03 Soldador Produção Área Externa 1
04 Auxiliar de produção Produção Área Externa 6
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Operador de
05 Produção Área Externa 7
Maquinas em geral
1.6 Descrição das atividades desenvolvidas
Função / Cargo Descrição das Atividades Desenvolvidas
Responsável por gerenciar e otimizar as finanças da organização. Suas
funções principais incluem o planejamento financeiro, a análise de dados
econômicos, a elaboração e controle do orçamento, e a gestão do fluxo de
Analista de Adm e caixa. Ele também cuida da contabilidade, garantindo a precisão dos registros
Financeiro financeiros e a conformidade com as regulamentações. Além disso, o
financeiro assessora a administração em decisões estratégicas, como
investimentos e cortes de custos, para garantir a saúde financeira e o
crescimento sustentado da empresa.
Realizam gestão de recursos humanos, selecionando, treinando e orientando
diretamente uma equipe de trabalho de chão de fábrica, tanto da empresa
quanto dos serviços subcontratados. Supervisionam e administram metas de
Assistente
produção, controlam a qualidade dos produtos e asseguram a manutenção de
Administrativo
máquinas e equipamentos. Adotam estratégias para facilitar a integração com
clientes internos e externos. Administram custos. Coordenam ações para
garantir higiene e segurança no trabalho, qualidade e preservação ambiental.
Preparam materiais para alimentação de linhas de produção; organizam a área
Auxiliar de
de serviço; abastecem linhas de produção; alimentam máquinas e separam
Produção
materiais para reaproveitamento.
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Operam Máquinas e equipamentos de elevação, ajustando comandos,
acionando movimentos das máquinas, avaliam condições de funcionamento
das máquinas e equipamentos, interpretando painel de instrumentos de
Operador de
medição, verificando fonte de alimentação testando comandos de acionamento
maquinas em
preparam área de operação de equipamentos e transportam materiais e
geral
equipamentos de elevação. Trabalham segundo normas de segurança higiene
qualidade e proteção do meio ambiente
A atividade de um soldador envolve a união de peças metálicas por meio de
processos de soldagem, utilizando diferentes técnicas e equipamentos. O
Soldador
soldador trabalha em diversos setores, como construção civil, indústrias
metalúrgicas, automotivas, navais e petroquímicas, entre outros.
1.7 . Termos e definições:
CA: Certificado de Aprovação
NR: Norma Regulamentadora
MTE: Ministério do Trabalho e Emprego
PGR: Programa de Gerenciamento de Riscos
PCMSO: Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
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EPI: Equipamento de Proteção Individual
CLT: Consolidação das Leis do Trabalho
CAT: Comunicação de Acidente do Trabalho
2. POLÍTICA DA EMPRESA com relação ao PCA:
A Gwa Artefatos De Cimento Ltda tem como meta primordial assegurar que todos os seus
colaboradores, terceiros e visitantes, no desempenho de suas atividades profissionais
na embarcação, tenham suas condições de saúde preservadas.
3. RESPONSABILIDADES E COMPETÊNCIAS:
3.1 Departamento de SMS:
✔ Realizar treinamento sobre uso e conservação dos equipamentos de proteção
auditiva, bem como informar sobre os riscos envolvidos na operação;
✔ Orientar ao Setor de Compras o fornecimento do equipamento de proteção
auditiva conveniente e apropriado para o fim desejado, desde que apresentem
Certificados de Aprovação emitidos pelo Ministério do Trabalho e Emprego;
✔ Responsabilizar-se pela implementação;
✔ Verificar, caso exista, um mau funcionamento do protetor auricular, providenciar a
substituição. No caso de constatação de defeito por fabricação, deverá ser
comunicado ao fabricante e a SSST (Secretaria de Segurança e Saúde no
Trabalho);
✔ Manter atualizadas as avaliações qualitativas e/ou quantitativas sobre os ruídos na
área de Trabalho;
✔ Manter o controle e registros dos fornecimentos dos equipamentos de proteção
auditiva;
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✔ Avaliar, aprovar ou reprovar o uso dos equipamentos de proteção auditiva.
3.2 ADMINISTRAÇÃO E GERENCIAMENTO:
O Diretor da Empresa atribui ao Técnico de Segurança FLAVIA S. DA SILVA IZIDORIO a
responsabilidade e a autoridade pelo Programa de Conservação Auditiva na embarcação.
3.3 Médico Do Trabalho:
✔ Avaliar e controlar o uso dos equipamentos de proteção auditiva;
✔ Determinar se uma pessoa tem ou não condições médicas de usar os
equipamentos de proteção auditiva;
✔ Realizar e controlar os exames audiométricos estabelecidos na grade do PCMSO.
3.4 Diretores e Gerentes:
✔ Estabelecer e manter o Programa de Conservação Auditiva, provendo recursos
financeiros e humanos;
✔ Cumprir com os requisitos legais para preservação da saúde e integridade física
do trabalhador;
✔ Assegurar que a Política da empresa referente à proteção auditiva seja entendida
e cumprida por todos envolvidos;
✔ Designar e substituir se necessário, o administrador do PCA.
3.5 Usuários de Protetores Auditivos
✔ Fazer uso do Protetor Auditivo de acordo com os treinamentos e instruções
recebidos;
✔ Cuidar e manter o Protetor Auditivo em boas condições de uso;
✔ Comunicar ao responsável da área e à equipe de SMS qualquer alteração do seu
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estado de saúde, que possa influir na sua capacidade de usar protetor auditivo de
modo seguro;
✔ Deixar imediatamente a área ruidosa caso seja observada qualquer irregularidade
no funcionamento do equipamento.
3.6 Engenharia e Manutenção:
✔ Os setores de engenharia e manutenção são responsáveis pelos projetos e
implementação de controles de ruído na empresa.
✔ São também responsabilidades do setor de engenharia da empresa:
● Comunicar o administrador do PCA quaisquer alterações em
equipamentos e processos produtivos;
● Instalação e controle de sistemas de proteção coletiva contra ruídos
3.7 Compras, suprimentos e almoxarifado.
✔ É responsabilidade dos setores de compra e suprimentos seguir e
manter a política de compras de equipamentos de proteção auditiva,
com base na Matriz de Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
aprovada.
4. AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO
Todas as áreas de trabalho onde haja presença de ruído e trabalhadores expostos
devem ser avaliadas com métodos apropriados de análise quantitativa. A GWA
Artefatos de Cimento Ltda define claramente como é realizado o monitoramento de
riscos na empresa, através do PGR - Programa Gerenciamento de Riscos.
Um estudo de análise de riscos, as informações contidas no Plano de Ação, utilizando-
se de técnicas e instrumentos de acuidade e precisão reconhecidos como próprios
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para o tipo de avaliação que se deseja executar, os ambientes onde estes riscos estão
presentes deverão ser amostrados e analisados de modo a identificar os níveis de
ruídos existentes.
Cuidados especiais devem ser tomados nesta avaliação de modo que as operações
e/ou processos que estejam sendo realizadas no momento da amostragem sejam
representativas do trabalho diário no local e que estratégias específicas sejam
adotadas, dependendo da resposta que está sendo buscada. Para as avaliações do
ambiente de trabalho a Cerâmica Industrial terceiriza o serviço, contratando empresas
especializadas.
5- GERENCIAMENTO AUDIOLÓGICO E CONTROLE MÉDICO:
Todos os trabalhadores que executem funções incluídas no programa de conservação
auditiva passam por uma avaliação médica, que contempla também as audiometrias. Os
critérios de periodicidade destas avaliações estão definidos, conforme as Grades dos
Exames do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO. O objetivo é
assegurar que o trabalhador se encontre fisicamente e psicologicamente habilitado para
executar suas atividades e utilizar o Protetor Auditivo.
5.1 Procedimentos antes da emissão da CAT
Caso o Médico do Trabalho do PCMSO da Empresa entender a necessidade da
emissão da CAT, a seguinte condição deve ser atendida:
1. O Médico do Trabalho Coordenador do PCMSO deve embasar
tecnicamente sua conclusão e enviar cópia completa, frente e verso, do
“Exame Audiométrico” sem identificação do funcionário, para a Empresa.
6- Medidas de Controle Coletivo:
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A GWA Artefatos de Cimento Ltda vem trabalhando ao longo dos anos, no aperfeiçoamento
de tecnologias implementando nos seus projetos equipamentos que trazem a menor geração
de ruído, isolamento acústico e layouts na Área Administrativa. Tais medidas tem como
objetivo a redução e controle da fonte emissora ou na trajetória do ruido. As medidas de
engenharia são avaliadas considerando ainda os riscos relacionados a temperatura,
iluminação e ergonomia.
Procedimentos administrativos presentes no sistema de gestão para auxiliar o controle da
exposição dos trabalhadores adotando práticas de rodízio ou intervalos nas atividades com
exposição ao ruido.
Os dados de medição de ruído, obtidos através da avaliação quantitativa registrada no
relatório de avaliação Ambiental com periodicidade definida no plano de ação do PGR, são
necessários para determinar o grau de exposição ao risco e para tomada de decisões
sobre como proteger os trabalhadores expostos.
Os instrumentos e metodologias de medições estão definidas no PGR e os resultados das
avaliações do ruído são registradas no Plano de Ação do PGR. O resultado da avaliação do
ruído se faz necessário para:
● Definir, identificar ou prever as áreas com níveis elevados de ruído;
● Identificar os trabalhadores a serem incluídos no PCA;
● Classificar o tipo de exposição dos trabalhadores, a fim de definir políticas de uso de
Protetores Auditivos e priorizar áreas com enfoque em controle de ruído;
● Determinar se o nível de ruído representa um risco em relação a interferências na
comunicação e percepção de sinais de alerta;
● Avaliar fontes geradoras de ruído com propósito de controle;
● Documentar os níveis de ruído e níveis de exposição dos trabalhadores para
fins legais etc.
6.1 Priorização das medidas de controle:
● Eliminação ou substituição dos equipamentos ou máquinas por outros, que sejam
comprovadamente menos ruidosos;
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● Implantação de sistemas de controle de ruído na fonte;
● Alteração no processo produtivo de forma a eliminar ou reduzir esta exposição a
níveis aceitáveis;
● Isolamento do trabalhador do processo produtivo de modo a diminuir ou eliminar a
exposição;
● Implantação de sistemas de controle de ruído na trajetória;
● Adoção do uso de equipamento individual de proteção auditiva, de acordo com os
critérios técnicos e administrativos estabelecido neste documento.
O critério de Avaliação da Exposição Ocupacional ao Ruído (contínuo, intermitente e
de impacto) aceitável é definido na NHO-01 - Norma de Higiene Ocupacional da
FUNDACENTRO.
7 Seleção dos Protetores Auditivos:
A GWA Artefatos de Cimento Ltda disponibiliza aos seus colaboradores protetores
auditivos. É oferecido um modelo de protetor auditivo de modelo tipo concha e CA 7166,
considerando-se aspectos de conforto, tempo de uso, compatibilidade com outros EPIs,
eficiência do protetor auditivo, nível de exposição, entre outros.
De acordo com o disposto na Norma Regulamentadora NR 6 – Equipamentos de Proteção
Individual (EPI), a empresa seleciona e indica protetores auditivos tecnicamente adequados
ao risco, para exposições acima dos limites de exposição previstos na Norma
Regulamentadora NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
1. Seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador está
exposto e à atividade exercida, considerando-se a eficiência necessária para o
controle da exposição ao risco e o conforto oferecido segundo avaliação do
trabalhador usuário;
2. Programa de treinamento dos trabalhadores quanto à sua correta utilização
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e orientação sobre as limitações de proteção que o EPI oferece.
3. Estabelecimento de normas ou procedimentos para promover o
fornecimento, o uso, a guarda, a higienização, a conservação, a manutenção e
a reposição do EPI, visando a garantir as condições de proteção originalmente
estabelecidas.
7.1 Protetores Auditivos Tipo Concha
● Formado por um arco plástico ligado a duas conchas plásticas revestidas internamente;
● Por espuma, que ficam sobre as orelhas. Possuem as almofadas externas para ajuste
confortável da concha ao rosto do usuário, ao redor da orelha;
● Pode ser do tipo “acoplável a capacetes”, não apresentando, neste caso, a haste de
interligação das conchas.
As vantagens em relação ao uso dos protetores tipo concha são:
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● Único tamanho - serve para todos os tamanhos de cabeça;
● Utilização simples / Colocação rápida;
● Pode ser utilizado mesmo por pessoas com infecções mínimas no canal auditivo;
● Atenuação uniforme nas duas conchas;
● Partes substituíveis: possuem várias peças de reposição;
● Higiênicos – podem ser utilizados em canais auditivos doentes, desde que permitido
pelo médico responsável.
Suas desvantagens são:
● Desconforto em áreas quentes.
● Dificuldade em carregar e guardar devido ao seu tamanho.
● Pode interferir com outros equipamentos de proteção como óculos, capacetes, etc.
● Pode restringir movimentos da cabeça.
● Pressão das conchas pode ser desconfortável para 8 horas de jornada de trabalho.
● Cabelos longos, barba, uso de óculos, cavidades profundas na região entre o maxilar
e o pescoço em muito prejudicarão a atenuação.
São formados por uma haste plástica de alta resistência à deformação e rompimento,
utilizadas abaixo do queixo ou atrás da cabeça, com plugues de espuma substituíveis em
suas extremidades. Acomodam-se na entrada do canal auditivo, possuem formato definido,
não entrando em contato com o canal auditivo do usuário.
7.2 Recomendações para seleção e uso:
A consideração mais crítica na seleção e uso de protetores auditivos é a habilidade em
ajustar os protetores, a fim deles proporcionarem uma vedação ao ruído de uma maneira
confortável e que a vedação possa ser consistentemente mantida durante todas as
exposições ao ruído. Outras considerações importantes incluem: capacidade de redução de
ruídos do protetor auditivo (atenuação), a exposição diária ao ruído (uso diário), variações
no nível de ruído (dose), preferências do usuário (conforto), necessidades de comunicação,
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perda auditiva (se houver), compatibilidade com outros equipamentos de segurança,
habilidades físicas, clima e outras condições de trabalho e requerimentos de troca, cuidado
e uso.
É de responsabilidade do Técnico de Segurança responsável pelo programa a escolha pela
proteção apropriada, em termos de atenuação mínima necessária, após a avaliação
das exposições dos trabalhadores (dose de exposição). Porém, devem ser
consideradas as opiniões finais dos usuários em relação a alguns pontos muito
importantes, que aumentam as chances do uso correto e eficácia da proteção.
Uso de Proteção Dupla (Protetor Auditivo do Tipo Inserção + Protetor Auditivo do tipo
Concha):
Devido à inexistência de uma Norma Brasileira de Recomendações para Seleção, Uso,
Cuidados e Manutenção de Protetores Auditivos e da necessidade das empresas, usuárias
de Protetores Auditivos de possuírem este tipo de informação, nos valem as normas
internacionais para este fim. Assim, o item 5.3.5 da norma Europeia EN 458 sobre
Recomendações, Seleção e Uso de Protetores Auditivos, tem o seguinte texto quanto ao
uso de proteção dupla:
“Trabalhar em condições de ruído muito alto pode requerer proteção maior do que o uso
individual de protetores tipo concha ou protetores auditivos de inserção usados sozinhos. A
atenuação da combinação não é a soma das atenuações individuais dos protetores.
Algumas combinações podem até reduzir a proteção. Recomendações qualificadas
deverão ser procuradas considerando-se a habilidade de uma proteção combinada
fornecer maior atenuação. Se dados de atenuação da combinação estiverem disponíveis,
estes produtos deverão ser preferidos”.
“Conhecemos várias recomendações dadas por regras práticas para o caso de uso de
proteção dupla, mas é importante notar que o uso de proteção dupla irá aumentar de 5 a
10 dB na atenuação (NRR) do protetor de maior valor de atenuação (Nixon e Berger, 1991-
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Hering Protection devices – Handbook of Acoustical Measurements and Noise Control – 3a.
Edição – NY; McGraw-Hill, Inc., pp. 21.1 – 21.24)”.
7.3 INSTRUÇÕES PARA COLOCAÇÃO:
Antes de utilizar o produto, conforme exigência na NR. 6 da C.L.T., o usuário deve ser
informado pelo empregador sobre a obrigatoriedade do uso e devidamente treinado para a
correta utilização do mesmo.
7.3.1 Protetor Tipo Inserção Moldável:
1. Com as mãos limpas, rolete o protetor deslizando-o entre o seu polegar e os dois
primeiros dedos, até que o protetor seja reduzido ao menor diâmetro possível e
mantenha-o neste formato.
2. Passe a outra mão ao redor da cabeça e puxe o topo de sua orelha para abrir o
canal auditivo.
3. Mantendo o canal auditivo aberto, leve a mão, que ainda está pressionando, em
direção à orelha e insira o protetor no canal auditivo, o mais profundamente
possível.
4. Mantenha a ponta do seu dedo pressionando a extremidade do protetor para
dentro do canal auditivo por 10 segundos, para que o protetor se expanda e vede o
canal auditivo.
7.3.2 Protetor Tipo Inserção Pré-Moldado:
1. Segure firmemente a haste do protetor auditivo por trás do maior flange.
2. Passe a outra mão por cima da cabeça e puxe o topo da orelha para abrir o canal
auditivo.
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3. Insira completamente o protetor no canal auditivo, deixando a haste de fora, para
permitir sua remoção.
7.3.3 Protetor Tipo Concha:
1. Para ajustar a pressão aplicada à cabeça, movimente o cursor lateral do braço da haste
para cima e para baixo, até que se obtenha um ajuste confortável.
2. Retire com as mãos o máximo possível o excesso de cabelo que possa interferir no
bom contato entre as almofadas dos protetores e a sua cabeça. Certifique-se de que a
vedação entre as almofadas pretas externas da concha e a cabeça não tenha
interferência de objetos, tais como hastes de óculos, a fim de se obter a melhor
performance.
3. Com a haste do protetor sobre a cabeça, posicione as conchas de maneira a cobrir
completamente as orelhas.
4. As conchas podem ser deslizadas na haste, para cima ou para baixo, mantendo a haste
sobre a cabeça, para que se obtenha um ajuste firme e confortável Tipo Concha
Acoplado ao Capacete:
0. Deslize a concha até a extremidade da ranhura da haste, para facilitar sua
inserção no capacete.
a. Gire a parte que se encaixa ao capacete, alinhando-a na haste.
b. Pressione com o dedo a lâmina metálica para abrir a haste.
c. Introduza a parte que se encaixa ao capacete na fenda lateral do mesmo.
d. Para colocar as conchas em posição de descanso, coloque o dedo indicador
sobre a lâmina metálica e pressione-a para dentro e, ao mesmo tempo,
levante a concha.
7.4 Durabilidade e Substituição dos Protetores Auditivos:
A durabilidade varia bastante dependendo do cuidado, da frequência de uso, de fatores
ambientais e fatores inerentes ao EPI. O usuário deve ser treinado para saber identificar
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quando é necessário substituir seu protetor, bem como seguir as indicações de limpeza
prescritas pelo fabricante.
7.4.1 Protetores Tipo Inserção Moldáveis:
Sendo o material destes protetores espuma, não devem ser lavados, pois isto
ocasionaria alterações nas propriedades do mesmo além de acumular água em sua
estrutura, podendo assim se tornar um meio de cultura de microorganismos
causando problemas a saúde dos usuários. Devem ser substituídos sempre que se
encontrarem e condição não higiênica para uso.
7.4.2 Protetores Tipo Inserção Pré-Moldados:
A durabilidade variável conforme o nível de cuidado do usuário e ambiente de
trabalho. Devem ser trocados sempre que se apresentarem deformados, rasgados,
endurecidos ou com alterações em sua forma, dimensão ou maciez original. Se
forem lavados diariamente com água e sabão neutro, poderão ter sua vida útil
estendida, porém por se tratar de equipamento de uso individual, o cuidado e a
observação do usuário são os fatores principais que determinarão sua vida útil.
7.4.3 Protetores Tipo Concha:
A vida útil dos protetores auditivos tipo concha é variável, levando em conta os
cuidados tomados pelo usuário e condições do ambiente de trabalho. Este produto
deve ser descartado quando estiver fisicamente deteriorado sem possibilidades de
recuperação, utilizando apenas as partes substituíveis disponíveis ou de tal forma
sujo que seja impossível limpá-lo utilizando apenas métodos convencionais de
lavagem com água e sabão neutro. É recomendada substituição das almofadas
(peça de reposição) periodicamente, para que seja obtido o melhor resultado no
isolamento do ruído externo.
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7.5 Limpeza, Higienização, Armazenamento e Manutenção:
7.5.1 Protetores Auditivos Tipo Concha:
1. Ao final de cada turno, limpe as conchas e almofadas externas apenas com água e
sabão neutro, para que se mantenham limpas e em condições higiênicas de uso;
2. Antes de cada uso, os protetores devem ser inspecionados quanto a possíveis
danos, deformações ou desgastes da almofada externa. Se isso ocorrer, elas
deverão ser removidas do protetor e substituídas por novas antes do uso;
3. Inspecione as conchas quanto a rachaduras. Se isto ocorrer, todo protetor deverá
ser substituído;
4. Finalmente, examine a haste, para certificar-se de que está flexível e ainda
mantém força suficiente para sustentar firmemente as conchas contra as laterais
da cabeça;
5. Se não for possível limpar o protetor auditivo ou substituir uma peça danificada,
descarte-o e solicite um novo;
6. Não utilize nenhum tipo de solvente, como álcool, acetona nos protetores, pois eles
poderão ser danificados.
7.5.2 Protetores Auditivos de Inserção Moldáveis:
1. Deve ser trocado sempre que estiver sujo, em condições não higiênicas para uso.
Este protetor não deve ser lavado;
2. Não utilize nenhum tipo de solvente, como álcool, acetona nos protetores, pois eles
poderão ser danificados;
3. Protetores Auditivos de Inserção Pré-Moldados deve ser higienizado com pano
úmido ou com água e sabão neutro, enxaguando-os completamente. Caso os
plugues estiverem com aparência de sujo, mesmo após lavagem, ou danificados, os
mesmos devem ser descartados e substituídos.
7.5.3 Protetores Auditivos de Inserção Pré-Moldados:
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Limpe-os com pano úmido ou lave-os com água e sabão neutro, enxaguando-os
completamente. Caso os plugues estiverem com aparência de sujo, mesmo após
lavagem, ou danificados, os mesmos devem ser descartados e substituídos. Não utilize
nenhum tipo de solvente, como álcool, acetona nos protetores, pois eles poderão ser
danificados.
7.6 Verificação da Vedação dos Protetores tipo inserção moldável e pré-moldados:
1. Sempre ajuste os protetores a fim de vedar o canal auditivo;
2. Quando os protetores estão corretamente inseridos, sua própria voz deve
parecer oca e os sons ao seu redor não devem parecer tão altos quanto
anteriormente;
3. Tente puxar levemente o protetor auditivo; ele não deve se mover facilmente.
Se o protetor se mover facilmente, remova-o e insira-o, com cuidado, mais
profundamente possível no canal auditivo, seguindo as instruções de colocação.
4. Verifique frequentemente a vedação durante o tempo em que está usando o
protetor. Se os protetores se deslocarem, a proteção ao ruído pode ser perdida.
7 EDUCAÇÃO, CAPACITAÇÃO E MOTIVAÇÃO DE TRABALHADORES E DEMAIS ENVOLVIDOS NO
PROGRAMA.
Os trabalhadores das áreas ou atividades que requerem o uso de protetores auditivos são
instruídos sobre suas responsabilidades no PCA e são treinados sobre a necessidade, uso,
limitações e cuidados com os protetores. As datas para os treinamentos devem ocorrer no
intervalo de no máximo 12 meses. Os registros deste treinamento devem ser arquivados
pelo Administrador do programa no Sistema de Gestão Integrada.
8.1.1 Treinamento e Motivação:
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O programa de treinamento é realizado trimestralmente e complementado com
informativos de SMS. O intuito das ações é incentivar a participação ativa dos
trabalhadores no PCA para que seja gerado o suporte do programa por parte da
alta gerência. Atividades regulares de educação, treinamento e motivação
estimulam o interesse de todos pelo programa e mantém a importância do PCA
ativa.
O Conteúdo mínimo para Treinamento dos usuários de Protetores Auditivos:
a. Conhecendo o risco;
b. Efeitos do ruído, como proteger sua audição dentro e fora do trabalho;
c. Seleção do protetor auditivo adequado;
d. Instruções de Colocação, Inspeção e Manutenção.
8 MANUTENÇÃO DE REGISTROS:
Os registros são arquivados no Sistema de Gestão Integrada da Empresa.
9 AVALIAÇÃO DO PROGRAMA.
Este programa deve ser revisto e avaliado anualmente, pelo Administrador do programa. Todos
os requerimentos mínimos do programa devem ser contemplados durante a revisão,
considerando-se principalmente a análise dos resultados audiológicos. Os dados e as
informações obtidos, bem como a comparação com resultados anteriores, devem subsidiar
decisões gerenciais para implantação de ações corretivas e oportunidades de melhorias.
10 Mapeamento do Ruído:
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⎯ O Departamento de SMS é responsável por estabelecer a periodicidade e realização
da avaliação quantitativa (Dosimetria) definida no plano de ação do PGR.
⎯ O Mapeamento de Ruído e os respectivos GHE encontram-se relacionados neste
documento.
⎯ Caso haja mudanças significativas que possam comprometer a saúde dos
trabalhadores na Empresa, será necessário realizar uma nova avaliação quantitativa.
⎯ A avaliação deve ser feita com o objetivo de detectar o NPS (Nível de Pressão
Sonora) em dB (A) em uma determinada área, através de dosímetro/ decibelímetro.
O executante da avaliação deve ficar circulando pela área que está sendo avaliada
durante o período de medição.
⎯ Os dados da avaliação são colocados no Anexo “Relatório Ambiental” e quando
demonstram um nível de ruído acima de 85db em alguma área da empresa, este
resultado deve ser inserido no documento PCA.
11.1 Análise da Exposição Ocupacional ao Ruído:
A partir da Análise do Mapeamento de Ruído, o responsável por esse
programa deve tomar as seguintes providências:
● Enviar para área de Medicina do Trabalho, a “Avaliação de Ruído” cuja
Lav (nível médio integrado de ruído) for maior ou igual a 80 dB (A);
● A partir do levantamento dos locais e funções, deve programar o
treinamento anual de “Proteção Auditiva”, abordando os itens abaixo:
a. Conhecendo o risco;
b. Efeitos do ruído, como proteger sua audição dentro
e fora do trabalho;
c. Seleção do protetor auditivo adequado;
d. Instruções de Limpeza, Higienização, Conservação,
Inspeção, Guarda e Uso correto.
● Programar avaliação de dosimetria por grupo homogêneo, conforme o
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plano de ação do PGR respeitando o prazo máximo de três anos a todos
os funcionários que trabalhem em áreas onde o ruído for igual ou maior
que 85 dB(A), a partir do levantamento das funções.
● Implantar, orientar e fiscalizar o uso obrigatório de protetores auriculares
nas áreas envolvidas, e dar opção de escolha para que os funcionários
usem o tipo que mais se adaptam.
11.2 Utilização de Equipamento de Proteção Individual – EPI:
● Seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador
está exposto e à atividade exercida, considerando-se a eficiência
necessária para o controle da exposição ao risco e o conforto oferecido
segundo avaliação do trabalhador usuário;
● Programa de treinamento dos trabalhadores quanto à sua correta
utilização e orientação sobre as limitações de proteção que o EPI
oferece
● Estabelecimento de normas ou procedimentos para promover o
fornecimento, o uso, a guarda, a higienização, a conservação, a
manutenção e a reposição do EPI, visando a garantir as condições de
proteção originalmente estabelecidas.
11 VERIFICAÇÃO ANTES DA AUDIOMETRIA
Verificar se o funcionário não está gripado, acometido de outra moléstia ou em uso de
sedativo. Fazer otoscopia para observação do conduto e do tímpano. Em caso de
excesso de cerúmen encaminhar para lavagem antes do teste. Verifique se o
funcionário ficou fora da exposição ao ruído por pelo menos 14 horas antes de fazer a
audiometria.
Esclarecer os seguintes itens:
a) Se tem antecedentes familiares com perda auditiva.
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b) Se teve acidentes com traumatismos ou explosões que justifique a perda
auditiva.
c) Se tem ou teve alguma virose ou infecção.
d) Se tomou algum medicamento, mesmo que seja para outra infecção que não seja
da orelha.
e) Se já trabalhou exposto a ruído em outros lugares sem protetor auricular e por
quanto tempo.
f) Se tem conhecimento da perda auditiva e se lhe causa dificuldade de
discriminação auditiva.
g) Se faz uso contínuo de bebidas alcoólicas.
h) Se faz uso constantemente de protetor auricular.
i) Se tem infecção dentária.
Verificar se a calibração do audiômetro está dentro do prazo de validade de um (1) ano
e se está conforme norma ISO 389. Verifique se o laudo de isolamento acústico da
cabine audiométrica tipo fixa está conforme normas ANSI 53.1 ou ISO 82.531 em dB, e
se tem no máximo três (3) anos.
12 AUDIOMETRIA
Todos as funções/funcionários que trabalham em locais onde NPS (Nível de Pressão
Sonora) for igual ou maior que 85 dB (A), conforme Programa de Conservação Auditiva,
devem fazer exames audiométricos nos seguintes casos:
a) Na admissão.
b) Seis (6) meses após a admissão.
c) Anualmente.
d) Em períodos menores que os acima descridos a critério do Médico do Trabalho.
e) Na demissão.
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Antes do teste, o funcionário deve ter no mínimo 14 horas sem exposição ao ambiente
de trabalho com ruído. O audiograma deve ser realizado por profissional especializado
Fonoaudiólogo/Médico do Trabalho credenciado ou Otorrino. O resultado da
audiometria deve ser anotado no documento “Exame Audiométrico”, bem como,
preencher corretamente todos os campos aplicáveis
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13 ESQUEMA PARA CLASSIFICAÇÃO DA AUDIOMETRIA:
A classificação da audiometria deve ser de acordo com os procedimentos abaixo:
1 Considerar como Diagrama Básico (diagrama de referência) o de 1997.
2 Aplicar os cálculos abaixo usando as frequências 2K, 3K e 4K para as duas orelhas.
Valores (K1) retirados do Diagrama básico (referência).
S1 = 2K1 + 3K1 + 4K1
Valores (K2) retirados do Diagrama Sequencial (periódico).
S2 = 2K2 + 3K2 + 4K2
S2 - S1 £ 25dB(A)
3 Aplicar os cálculos abaixo usando as frequências 3K, 4K, e 6K para as duas
orelhas.
Valores retirados do Diagrama sequencial (periódico).
S2 = 3K2 + 4K2 + 6K2 £ 35 dB(A)
4 Verificar se a perda na frequência de 3K Hz é menor que 40dB(A) nas duas orelhas.
5 Verificar se a perda nas frequências 4K ou 6K Hz é menor que 45dB(A) nas duas
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orelhas.
6 Caso todos os itens de 2 a 5 tiver resultado menor que o esperado, o Médico do
Trabalho responsável pelo PCMSO deve tomar a seguintes providências:
a. Repetir a audiometria anualmente.
b. Repetir a audiometria em menores períodos a seu critério.
7 Caso um ou mais dos itens de 2 a 5 tiver resultado maior que o esperado, o Médico
do Trabalho responsável pelo PCMSO deve tomar as seguintes providências:
a) Repetir a audiometria no máximo após 30 dias:
✔ Se não confirma o diagnóstico proceder conforme item 6.
✔ Se confirma o diagnóstico proceder de acordo com os itens b) e c).
b) Enviar uma cópia completa, frente e verso, do Exame Audiométrico sem
identificação do funcionário para o responsável por esse Programa.
c) Seguir as recomendações adiante descritas em “Avaliação de Audiometria e
Providências”.
14 AVALIAÇÃO DE AUDIOMETRIAS E PROVIDÊNCIAS:
Os casos que satisfaçam as condições descritas no item 7 do “Esquema para
Classificação de Audiometria”, devem ser tratados pelo Médico do Trabalho responsável
pelo PCMSO, como segue:
1. Comunicar a Empresa.
2. Pedir exames laboratoriais em função do diagnóstico médico.
3. Fazer análise clínica dos exames e encaminhar o funcionário, imediatamente após
um período de folga com as cópias dos exames a um otorrinolaringologista, de
preferência especializado no setor auditivo e fonoaudiologia, solicitando um laudo
com parecer técnico do especialista onde conste a provável Causa Etiológica, bem
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como, a conduta mais adequada a ser seguida, a qual deve ser anexada a folha do
funcionário.
4. Nos casos onde se caracteriza a perda auditiva por ruído no local do trabalho,
submeter o funcionário aos seguintes acompanhamentos; Exames Clínico e
Laboratoriais, conforme item 2 e audiograma a cada seis (6) meses.
5. Nos casos em que a perda auditiva se estabiliza, continuar aplicando as
recomendações do item.
6. Nos casos em que a perda auditiva progride, tomar as seguintes medidas; continuar
aplicando as recomendações do item 4 a cada três (3) meses e comunicar por
escrito a Empresa.
7. Nos casos em que houver uma causa distinta do trauma acústico profissional, o
funcionário deve continuar recebendo as recomendações do item 4 com a
periodicidade em função da necessidade de cada caso.
8. Estabelecer novos períodos para exames audiométricos considerando a
necessidade de cada caso.
15 ANÁLISE DE RUÍDO E CÁLCULO DE ATENUAÇÃO:
A GWA Artefatos de Cimento Ltda não possui histórico de Medições anteriores de Ruídos,
visto que as atividades anteriores não eram semelhantes a prestação de serviço atual,
desta forma foi incluso no PGR vigente a previsão de execução destas medições,
conforme previsto em seu (Plano de Ação).
17. CONCLUSÃO:
As avaliações ambientais para os agentes agressivos serão realizadas, conforme
cronograma estabelecido no PGRTA.
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18. VALIDAÇÃO do PROGRAMA:
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Responsável pela Elaboração Responsável pela Aprovação
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