LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Figura 1 – Barlavento e sotavento....................................................................................... 16
Figura 2 – Destelhamento de um ginásio em Victor Graeff – RS........................................ 19
Figura 3 – Influência da inclinação do telhado na forma de fluxo...................................... 20
Figura 4 – Isopletas de velocidade básica no Brasil............................................................. 22
Figura 5 – Ponto A terreno plano ou fracamente acidentado; Ponto B aclive com aumen-
to da velocidade; Ponto C vales profundos com diminuição da velocidade......................... 23
Figura 6 – Convenção de sinais para sobrepressão e sucção............................................... 26
Figura 7 – (a) valores experimentais de Cpe e (b) valores médios adotados pela ABNT
NBR 6123 (1988).................................................................................................................. 27
Figura 8 – Indicações de zonas e quadrantes do modelo de quatro águas........................... 29
Figura 9 – Observações da Tabela 5.................................................................................... 30
Figura 10 – Observações da Tabela 6.................................................................................. 31
Figura 11 – Abertura a barlavento (esquerda) e sotavento (direita)..................................... 31
Figura 12 – Tesoura Howe (direita); Tesoura Pratt (esquerda)............................................ 34
Figura 13 – Detalhamento de uma planta de cobertura e armação para telhados de duas
águas...................................................................................................................................... 35
Figura 14 – Detalhamento de uma planta de cobertura e armação para telhados de quatro
águas...................................................................................................................................... 36
Figura 15 – Detalhe de armação telhado quatro águas......................................................... 36
Figura 16 – Detalhe faixa de influência............................................................................... 37
Figura 17 – Cidade de Dourados-MS................................................................................... 39
Figura 18 – Modelo 1 telhado duas águas (esquerda) e modelo 2 telhado quatro águas
(direita).................................................................................................................................. 39
Figura 19 – Planta baixa do edifício para os dois modelos de estudo.................................. 40
Figura 20 – Direções consideradas para incidência do vento.............................................. 40
Figura 21 – Dimensões a considerar para cada superfície frontal analisada....................... 42
Figura 22 – Coeficientes de forma externos para as paredes da edificação......................... 48
Figura 23 – Coeficientes de forma externos para o modelo 1............................................. 52
Figura 24 – Coeficientes de forma externos para o modelo 2............................................. 52
Figura 25 – Valores extremos para os coeficientes de pressão final α = 90° modelo 1...... 53
Figura 26 – Valores extremos para os coeficientes de pressão final α = 0° modelo 1........ 54
Figura 27 – Valores extremos para os coeficientes de pressão final α = 90° modelo 2....... 54
Figura 28 – Valores extremos para os coeficientes de pressão final α = 0° modelo 2......... 55
Figura 29 – Valores críticos de sucção e sobrepressão para o modelo 1 a ser aplicado na
treliça..................................................................................................................................... 57
Figura 30 – Valores críticos de sucção e sobrepressão para o modelo 2 a ser aplicado na
treliça..................................................................................................................................... 57
Figura 31 – Nomenclatura utilizada na treliça Howe........................................................... 65
Figura 32 – Valores de carregamento nodais para situações críticas na treliça – Telhado
duas águas.............................................................................................................................. 65
Figura 33 – Valores de carregamento nodais para situações críticas na treliça – Telhado
quatro águas........................................................................................................................... 66
Figura 34 – Croqui da cobertura, armação dos dois modelos e treliça coincidente anali-
sada........................................................................................................................................ 67
LISTA DE TABELAS
Tabela 1 – Parâmetros meteorológicos para obter ........................................................... 25
Tabela 2 – Valores mínimos de ....................................................................................... 26
Tabela 3 – Dimensões e proporções dos modelos de Blessmann......................................... 28
Tabela 4 – Valores de 100 Ce para telhados de quatro águas com inclinação , pa-
rede baixa.............................................................................................................................. 28
Tabela 5 – Coeficientes de pressão e de forma para telhados de duas águas....................... 29
Tabela 6 – Coeficientes de pressão e de forma para paredes de edificação retangular........ 30
Quadro 1 – Valores de (sobrepressão) em função da relação .......................... 32
Quadro 2 – Valores de (sucção) em função da relação ................................ 33
Quadro 3 – Esforços internos máximos nas barras da treliça modelo 1(duas águas).......... 58
Quadro 4 – Esforços internos máximos nas barras da treliça modelo 2 (quatro águas)...... 59