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Material Complementar Modulo 04

O documento aborda os diferentes tipos de carga e suas classificações, como carga solta, unitizada, a granel, frigorificada e perigosa, além de descrever a função dos portos secos e terminais de contêineres na logística. Também discute a logística empresarial, enfatizando a importância da movimentação e armazenagem eficientes, controle de estoques e a agregação de valor aos bens e serviços. Por fim, apresenta os modais de transporte e suas classificações, destacando a escolha do modal mais adequado para o transporte de mercadorias.

Enviado por

Marlo Lopes
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Material Complementar Modulo 04

O documento aborda os diferentes tipos de carga e suas classificações, como carga solta, unitizada, a granel, frigorificada e perigosa, além de descrever a função dos portos secos e terminais de contêineres na logística. Também discute a logística empresarial, enfatizando a importância da movimentação e armazenagem eficientes, controle de estoques e a agregação de valor aos bens e serviços. Por fim, apresenta os modais de transporte e suas classificações, destacando a escolha do modal mais adequado para o transporte de mercadorias.

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Aula 31 - Tipos de Carga

Carga é todo e qualquer material a ser


transportado, independente do tipo, forma,
tamanho e embalagem. É obrigação das
transportadoras, transportá-la de um lugar a
outro, no menor tempo possível e sem danificá-la.
A carga, em regra, é composta de
mercadorias protegidas por embalagem
apropriada, se for o caso, de modo que
fiquem prontas para o transporte. Em
razão disso, costume classificar as cargas
de acordo com a sua natureza. A seguir
as classificações básicas de carga:
Carga Solta

Inclui os volumes acondicionados so


dimensões e formas diversas, ou
seja, seja sacarias, fardos, caixas de
papelão e madeir engradados,
tambores etc. Há perda sign ficativa
de tempo na manipulação, carreg
mento e descarregamento devido à
grandes quantidade de pequenos
volumes, sujeito a perdas e avarias,
e à variedade de mercadorias.
Carga Unitizada

É uma carga constituída de materiai


(embalados ou não) arranjados e
acondicionados de modo a
possibilitar a movimentação e
armazenagem por meios
mecanizados como uma única
unidade.
Carga a Granel

É carga líquida ou seca embarcada


transportada sem acondicionamento,
sem marca de identificação e sem
contagem de unidades, tais como
petróleo, trigo, etc.
Carga Frigorificada

Necessita ser refrigerada ou


congelada para conservar as
qualidades essenciais do produto
durante o transporte, tais como:
frutas frescas, carnes, etc.
Carga Perigosa

Em virtude de sua natureza, pode provocar acidentes,


danificando outras cargas ou os meios de transporte e
colocando em risco as pessoas que a manipulam.

As Recomendações para o Transporte de Produtos


Perigosos das Nações Unidas, com base no tipo de
risco que apresentam, dividem esse tipo de carga nas
seguintes classes: explosivos, gases, líquidos
inflamáveis, sólidos inflamáveis e semelhantes,
substâncias oxidantes e peróxidos orgânicos,
substâncias tóxicas (venenosas) e substâncias
infectantes, materiais radioativos, corrosivos e
variedades de substâncias perigosas diversas.
• Neogranel - corresponde ao
carregamento formado por
conglomerados homogêneos de
mercadorias, de carga geral, sem
acondicionamento específico, cujo
volume ou quantidade possibilita o
transporte em lotes, em um único
embarque, por exemplo, veículos.
Portos Secos

São recintos alfandegados de uso público,


situados em zona secundária, nos quais são
executadas operações de movimentação,
armazenagem e despacho aduaneiro de
mercadorias e bagagens sob controle aduaneiro.

No porto seco são executados serviços


aduaneiros a cargo da Secretaria da Receita
Federal, inclusive os de processamento de
despacho aduaneiro de importação e de
exportação, possibilitando a interiorização
desses serviços no País.
Alguns serviços executados em por secos
são:
etiquetagem e marcação de produtos
destinados à exportação, visando sua
adaptação às exigências do comprador,
demonstração e testes de
funcionamento de veículos, máquinas e
equipamentos, acondicionamento e
recondicionamento e montagem
(industrialização).

Os regimes de operação em um portos


secos são:
• Comum.
• Suspensivos.
• Entre postagem aduaneira na
importação e na exportação.
• Admissão temporária.
• Trânsito aduaneiro.
• Exportação temporária, inclusive
aperfeiçoamento passivo.
• Depósito Alfandegado Certificado
( Dac-Dub).
• Depósito Especial Alfandegado.
Como funcionam:
Recebem cargas diversas e preparam
para exportação. Recebem mercadorias
em importação ainda consolidadas,
destina a despacho para consumo
imediato ou a entreposto aduaneiro. Nas
importações, armazena a mercadoria
pelo período desejado pelo importador
(um ano, prorrogável até três anos) em
regime de suspensão de importação
podendo fazer a nacionalização
fracionada.
Vantagens para as empresas
exportadoras ou importadoras:

Prestação dos serviços aduaneiros


próximos ao domicílio dos agentes
econômicos envolvidos. Simplificação de
procedimento para o contribuinte.
Terminais de Conteineres de Uso Público

São empresas arrendatárias de Terminais


Portuários de Uso Público, por meio de licitação
pública, em que celebraram contratos de
arrendamento com as autoridades portuárias e são
especializadas na movimentação de contêineres.
Atualmente, transitam nesses terminais 93% dos
contêineres movimentados nos portos nacionais.

Os terminais prestam serviços portuários,


proporcionando principalmente aos seus usuários
(armadores, exportadores e importadores),
agilidade nos embarques e redução dos custos.
Aula 32 - Logística Empresarial - Parte 01 Revisão
Logística empresarial

Trata-se de todas as atividades de movimentação e armazenagem que facilitam


o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição da matéria-prima até o ponto
de consumo final, assim como dos fluxos de informação que colocam os
produtos em movimento, com o propósito de providenciar níveis de serviço
adequados aos clientes a um custo razoável.
Logística empresarial – elementos essenciais

1. Logística Reversa ou Inversa - No mercado, a reciclagem é considerada


como o caminho que a embalagem toma após a entrega dos materiais,
nunca voltando para a origem.

Muitos profissionais também utilizam esta expressão para considerar o


caminho inverso feito para a entrega, voltando para a origem, só que agora
somente com as embalagens.
2. Centro de Distribuição (CD) –

Centro de distribuição (CD) é um armazém que tem por missão


realizar a gestão dos estoques de mercadorias na distribuição
física.

As atividades englobam recepção, expedição, manuseio e


armazenagem de mercadorias, administração de informações,
emissão de notas fiscais, conhecimentos de transporte e outros
documentos e, em alguns casos, agregação de valor intrínseco
(físico) como a colocação de embalagens e rótulos e a preparação
de kits comerciais (“compre dois e leve três”, por exemplo).
3. Estoques - Estoques são todos os bens e materiais mantidos por
uma organização para suprir demanda futura.

4. Controle de Estoques - O controle de estoques consiste em todas


as atividades e procedimentos que permitem garantir que a
quantidade correta (ou o número correto de unidades) de cada
item seja mantida em estoque.

5. Armazenagem - Armazenagem é a atividade que permite manter


bens e materiais, secos ou refrigerados, em instalações adequadas
para manter suas características ideais para consumo, podendo ser
depositada transitoriamente na alfândega, no caso de bens e
materiais com origem ou destino no exterior, ou não, no caso de
bens com origem e destino no território nacional.
Princípios da logística empresarial

Os princípios da logística estão intimamente ligados às ações de qualquer


Operação Logística.
Para que a logística cumpra seus objetivos, a coisa certa precisa estar no lugar
certo, no tempo certo, tendo por base informações integradas que dão as
diretrizes corretas.
Toda atividade logística se importa em ter os bens ou serviços operados
agregando valor de:
a) lugar estar no lugar certo, no lugar onde deverá ser adquirido ou
consumido (ex.: consumidor com sede no estádio de futebol,
cerveja sendo vendida gelada neste e a cerveja em temperatura
ambiente no supermercado).
b) tempo estar no tempo certo de ser consumido (ex.: cerveja
chegando ao estádio para a partida de futebol).
c) qualidade estar adequado ao consumo, não estar com suas
características ideais alteradas
(ex.: lata de cerveja furada, problemas de higiene, cerveja sem
gás).
d) informação informar de forma adequada o abastecimento (ex.:
vendedor de cerveja informando a venda da cerveja gelada: “Vai
uma geladinha aí, doutor?”).
Este interessante exemplo da venda da cerveja gelada no estádio
nos permite analisar, na prática, os efeitos da logística na
agregação de valor ao produto.

O indivíduo que vai a um estádio de futebol sabe que normalmente


não é permitido ingressar no mesmo com artefatos perigosos
(entre eles garrafas e latas), pois podem causar danos a outros.
Se olharmos em termos de logística:

A cerveja gelada (coisa certa, com as características adequadas), estava no


lugar certo (uma tarde de futebol sob um escaldante clima tropical) e no
tempo certo (na hora do jogo, ou um pouco antes).
Logística: uma atividade estratégica

Todas as organizações, tanto empresariais quanto governamentais,


trabalham com recursos limitados.

Assim, é necessária a otimização dos recursos para que se possa


realizar as tarefas necessárias e atingir os objetivos.

A Logística Empresarial trata da movimentação e armazenagem dos


materiais de forma otimizada; ajuda com suas informações o
planejamento prévio das demais atividades empresariais de uma
organização
Podemos assim concluir que como aplicação inicial da logística em
sua forma estratégica:

1. deverá agregar valor aos bens e serviços de forma que o valor


de local, valor de tempo, valor de qualidade e valor de
informação se transformem em diferencial competitivo.

2. gerar redução de custos com a otimização dos estoques e a


consequente redução de custos na operação que resulta desta
otimização.

3. gerar informações com veracidade e credibilidade sobre o status


dos bens ou serviços que a organização comercializa, para que as
demais partes da organização possam planejar adequadamente
suas ações e alcançar de forma mais fácil seus objetivos.
Aula 33 - Logística Empresarial - Parte 02 Revisão
Podemos assim concluir que como aplicação inicial da logística em sua forma
estratégica:
1. deverá agregar valor aos bens e serviços de forma que o valor de local, valor
de tempo, valor de qualidade e valor de informação se transformem em
diferencial competitivo.

2. gerar redução de custos com a otimização dos estoques e a consequente


redução de custos na operação que resulta desta otimização.

3. gerar informações com veracidade e credibilidade sobre o status dos bens ou


serviços que a organização comercializa, para que as demais partes da
organização possam planejar adequadamente suas ações e alcançar de forma
mais fácil seus objetivos.
A logística no varejo

Sempre buscamos trabalhar de forma planejada, com os fluxos de trabalho


condizendo com os nossos recursos, mas surgem as atividades especiais para as
quais devemos nos dedicar para suprir a falta dos recursos ideais.

No comércio é comum esta situação devido às demandas do mercado se


alterarem constantemente, e ser a primeira condição de compra de um
produto por um consumidor: o produto estar à disposição para aquisição (valor
de lugar).
Assim, fica claro que o profissional de logística de uma cadeia de varejo deve ter
atributos que possam suprir a eterna necessidade das lojas de atender o cliente
em suas expectativas:

identificar a necessidade das lojas, “prever” quais produtos serão procurados


enviar em tempo os produtos que serão adquiridos pelos clientes produtos
devidamente embalados para garantir sua qualidade transporte eficiente que
faça chegar no local de entrega e no prazo correto a loja ter a informação
adequada do que estará chegando (para poder programar campanhas
de vendas ou atender encomendas)
Estoque é dinheiro parado

Vamos focalizar numa das maiores concentrações de recursos


financeiros de uma organização: os estoques.

Avaliando que até 75% do capital de uma organização está no


estoque que a mesma possui, vamos analisar a posição estratégica
da logística numa organização.

Todas as movimentações e armazenagens devem ser feitas de


forma otimizada para que não haja sobras nem faltas de materiais
na organização, pois, se ocorrerem faltas (ou estoque abaixo do
ideal):
Excesso de estoque - Agora vamos analisar o excesso de estoque:
1. teremos produtos empatando capital que poderia ser aplicado,
por exemplo, em tarefas de expansão da rede de lojas.

2. a operação fica com maior complexidade e dificuldade devido ao


grande número de itens a serem administrados.

3. a possibilidade de produtos ficarem obsoletos aumenta ao


infinito, visto ainda que o risco de os produtos não poderem ser
comercializados no período correto pode gerar custos operacionais
e não somente do valor do produto (imagine produtos que chegam
nas lojas após o período ideal de comercialização: os mesmos
somente agregarão custos à organização de envio e retorno à
origem de envio, e não irão gerar faturamento, mas somente
despesas operacionais)
Administração da logística

As ações estratégicas da logística devem obedecer a critérios que


visam acima de tudo:

1. analisar a cadeia como um todo para que as informações fluam


com veracidade e credibilidade
2. criar condições para que as movimentações de materiais sejam
as mais velozes e eficientes possíveis, criando diferencial
competitivo nos prazos a serem praticados
3. otimizar os níveis de estocagem e as áreas de armazenagem e
processamento de pedido para que possam gerar resultados como:
atender adequadamente à demanda de produtos pelos clientes nas
quantidades, prazos e qualidade necessários
Os segmentos da logística

Contribuiremos com o sucesso da organização:

a) como articuladores deste processo, liderando e convencendo


toda a alta administração sobre a importância dos movimentos
logísticos.
b) uma logística afinada e profissional pode gerar diferencial
competitivo.
c) destacar o nome da empresa e sua imagem no mercado como
uma organização que atende às expectativas do cliente, que é o
principal elemento do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento
– (Supply Chain Management)
A Logística Empresarial pode ser segmentada em duas grandes
áreas:

1. Fluxo de materiais e informações:


Administração de Materiais, que corresponde ao conjunto das
operações relativas ao fluxo de materiais e informações associadas,
desde a fonte das matérias-primas até a entrada da fábrica.

2. Garantia de abastecimento:
Distribuição Física, que corresponde ao conjunto das operações
relativas ao fluxo de bens, desde o local de sua produção até o seu
destino final e das informações associadas, garantindo que os
bens cheguem em boas condições comerciais, oportunamente e a
preços competitivos.
Aula 34 – Modais Logístico - Revisão
Os modais de transporte são: ferroviário (feito por ferrovias), rodoviário
(feito por rodovias), hidroviário (feito pela água), dutoviário (feito pelos
dutos) e aeroviário (feito de forma aérea).

Escolha do Modal
Ao planejar a movimentação da mercadoria pela cadeia de distribuição
física internacional, o importador ou exportador de pequenos lotes deve
escolher, inicialmente, o modal de transporte mais adequado para
conduzir a carga ao destino final estabelecido pelo importador.
Os modais de transporte apresentam vantagens e desvantagens, em
decorrência de fatores como a segurança e rapidez no atendimento às
demandas do comprador, o custo do frete em relação ao valor da
mercadoria, o tipo e a natureza da mercadoria e vários outros fatores.
Deve-se, portanto, avaliar as vantagens e desvantagens dos modais,
para determinar qual o modal que trará o melhor custo/benefício para
o transporte da mercadoria desejada.
Classificação dos Transportes
Os transportes são classificados de acordo com a modalidade em:
- Terrestre: rodoviário, ferroviário e dutoviário;
- Aquaviário: marítimo e hidroviário;
- Aéreo.
E quanto a forma em:
- Modal ou Unimodal: envolve apenas uma modalidade;
- Intermodal: envolve mais de uma modalidade e para cada trecho/ modal é
realizado um contrato;
- Multimodal: envolve mais de uma modalidade, porém regido por um único
contrato;
- Segmentados: envolve diversos contratos para diversos modais;
- Sucessivos: quando a mercadoria, para alcançar o destino final, necessitar ser
transbordada para prosseguimento em veículo da mesma modalidade de
transporte (regido por um único contrato).
Operação de Transporte Multimodal

A Operação de Transporte Multimodal é aquela que, regida por um único


contrato de transporte, utiliza duas ou mais modalidades de transporte,
desde a origem até o destino. Tal operação é executada sob a
responsabilidade única de um Operador de Transporte Multimodal –
OTM.
O Operador de Transporte Multimodal – OTM é a pessoa jurídica
contratada como principal, para a realização do Transporte Multimodal
de Cargas da origem até o destino por meios próprios ou por
intermédio de terceiros. O OTM não precisa ser necessariamente um
transportador, mas assume perante o contratante a responsabilidade
pela execução do contrato de transporte multimodal, pelos prejuízos
resultantes de perda, por danos ou avarias às cargas sob sua custódia,
assim como por aqueles decorrentes de atraso em sua entrega, quando
houver prazo acordado.
O Transporte Multimodal de Cargas compreende, além do transporte em si,
os serviços de coleta, consolidação, movimentação e armazenagem de carga,
desconsolidação e entrega, enfim, todas as etapas indispensáveis à completa
execução da tarefa.

A realização de transportes do tipo multimodal é uma prática bastante


utilizada no escoamento de mercadorias e propicia redução dos custos e dos
tempos de operação na exportação. Em 19/07/95, foi editado o Decreto nº
1.563 internalizando o Acordo para Facilitação do Transporte Multimodal de
Mercadorias entre os Países do Mercosul, assinado em 30 de dezembro de
1994. Em 19 de fevereiro de 1998, foi sancionada a Lei nº 9.611, que dispõe
sobre o Transporte Multimodal de Cargas no Brasil.
Ambos os atos visam melhorar a qualidade e produtividade dos transportes.
Em sua essência, estabelecem a operação não segmentada – serviço "porta-a-
porta" – e a figura do Operador de Transporte Multimodal – OTM, definindo a
responsabilidade de cada interveniente na operação. Portanto, tornou-se
necessário introduzir na legislação de transporte, comercial, aduaneira, de
seguros e fiscal a figura do OTM.
A Portaria nº 141/MT, de 19/05/2000 cria, na Secretaria-Executiva do
Ministério dos Transportes, a Comissão Especial encarregada dos
procedimentos relativos ao Registro do Operador de Transporte
Multimodal de Cargas; a Circular nº 40/SUSEP/MF, de 29/05/1998 dispõe
sobre o Seguro Obrigatório de Responsabilidade Civil do Operador de
Transporte Multimodal – OTM; a Resolução nº 37/SUSEP/MF, de 8/12/2000
dispõe sobre o Seguro de Responsabilidade Civil do Operador de
Transporte Multimodal – Cargas (RCOTM-C); e o Decreto nº 3.411, de
12/4/2000 regulamenta a Lei n° 9.611 de 19/02/1998, que dispõe sobre o
Transporte Multimodal de Cargas.
Cabe ressaltar que na prática não existe ainda a figura do Operador de
Transporte Multimodal no Brasil, bem como o Conhecimento de Transporte
Multimodal está em estudo e processo de elaboração. No entanto, o uso de
modais diferentes para uma mesma carga é prática constante e realizado sob
o regime de Transporte Intermodal. Neste, cada trajeto é realizado por um
tipo de transporte e os embarcadores contratam cada trecho com cada
transportador separadamente.
Multimodalidade x Intermodalidade

A multimodalidade e a intermodalidade são operações que se realizam pela


utilização de mais de um modal de transporte. Isto quer dizer transportar
uma mercadoria do seu ponto de origem até a entrega no destino final por
modalidades diferentes.
A intermodalidade caracteriza-se pela emissão individual de documento
de transporte para cada modal, bem como pela divisão de
responsabilidade entre os transportadores. Na multimodalidade, ao
contrário, existe a emissão de apenas um documento de transporte,
cobrindo o trajeto total da carga, do seu ponto de origem até o ponto de
destino. Este documento é emitido pelo OTM, que também toma para si
a responsabilidade total pela carga sob sua custodia.
Aula 35 - Economia, Marketing e Logística
Ao estudarmos as seis definições de economia, podemos traçar
pelo menos quatro elementos comuns.

1. As necessidades são ilimitadas. Os seres humanos e a sociedade


tendem a gastar mais do que ganham ou possuem.
2. Os recursos são escassos. Segundo Stonier e Hague, se não
houvesse escassez não haveria economia.
3. Há uma tensão entre desejos e os meios para adquiri-los,
segundo Barre. Temos então uma preocupação comportamental e
social da economia.
4. São avaliáveis em dinheiro. Têm, portanto, um valor econômico e
preço.
Exemplo
Alguns exemplos de atividades econômicas:
1. compra de bens e serviços
2. prestação de serviços remunerados
3. produção econômica em geral
4. emprego de capitais para fins produtivos
5. pagamento de aluguéis
6. venda de bens
7. recebimento de juros
8. importação e exportação de mercadorias
9. recebimento de pensões e auxílios do governo (transferências)
10. distribuição dos lucros das empresas entre os seus sócios ou
acionistas
A macroeconomia cuida:
das relações globais das relações entre povos e nações, sob
aspecto econômico da moeda e de sua circulação e da relação
desta moeda com os demais países da capacidade de emprego e
do nível de atividade (ou ociosidade)

A microeconomia cuida:
das relações econômicas entre indivíduos, empresas e
comunidades locais das relações econômicas das compras de
matéria-prima, acessórios, transportes, armazenamentos,
embalagens etc. e da colocação desses produtos no ponto de
venda do preço de compra e de venda, do valor e do giro dos
estoques do fluxo de caixa e dos empréstimos, financiamentos e
poupanças de pessoas, empresas e pequenas comunidades
Todos os seres humanos são seres econômicos.
As relações econômicas existem desde o início da vida em
sociedade.

Assim, todas as relações de troca de bens e serviços, desde os


primórdios da história do homem, mesmo
quando existia a simples troca entre mercadorias, são consideradas
relações econômicas.

Vamos exercitar esta ação: quando você tem uma necessidade


qualquer, digamos que você tem fome
e necessita se alimentar, vai a uma lanchonete fazer o pedido de um
lanche e é servido. Ao final, você
necessita pagar por aquele alimento que você consumiu.
Esta ação é uma atividade econômica na qual você identificou a
sua necessidade, solicitou um bem para atender a esta
necessidade e realizou o pagamento em moeda.

A Economia de Mercado funciona com milhões de ações como


esta, desenvolvendo a comercialização de bens e serviços para
atender às diversas necessidades do ser humano.

As explicações de como são realizadas estas relações econômicas


são esclarecidas pela Macroeconomia e pela Microeconomia
A macroeconomia tenta responder a questões realmente
“relevantes” da vida econômica: pleno emprego
ou desemprego, produção a plena capacidade ou ociosidade, taxa
satisfatória ou insatisfatória de desenvolvimento, inflação ou
estabilidades dos níveis de preços.

A microeconomia visa explicar como a empresa individual decide


qual será o preço de venda de um produto em particular, que
montante de produção maximizará seus lucros e qual a
combinação mais baixa possível de custos de mão-de-obra,
matérias-primas, bens de capital e outros insumos, com vistas à
obtenção de determinado produto.
MARKETING E LOGÍSTICA - Comercialização de bens e serviços

São os atos de troca de bens (alimentos, materiais de construção


etc.) ou serviços (serviços médicos,
serviços de mão-de-obra etc.), com o devido abastecimento do
mercado, por moeda.
As relações econômicas que já estudamos originaram a
comercialização de bens e serviços.
O comércio é uma das atividades humanas mais antigas da história.
É comum vermos o famoso comércio das feiras livres nas ruas e
usarmos este tipo de comércio como o exemplo mais claro da ação
de troca de bens e serviços por moeda.
A atividade comercial gerou diversos profissionais da arte de
comercializar.
Marketing - Algumas definições:

“Podemos definir marketing como o processo social e gerencial


através do qual indivíduos e grupos obtêm aquilo que desejam e de
que necessitam, criando e trocando produtos e valores uns com os
outros.” (Philip Kotler)
“O produto é qualquer coisa que possa ser oferecida ao mercado
para satisfazer uma necessidade ou desejo.” (Philip Kotler)
“O mercado é um grupo de compradores reais e potenciais de um
produto.” (Philip Kotler)
“O objetivo do marketing é tornar a venda supérflua. É conhecer e
reconhecer o cliente tão bem que o produto ou serviço sirva (...) e
venda por si próprio.” (Peter Drucker)
O ambiente econômico, como vimos, gerou o que chamamos de
comercialização de bens e serviços, mas a simples atividade de
troca de bens e serviços por moeda não é suficiente para atender
às necessidades do mercado e seus consumidores.

É necessário existir ações que criem constantes soluções às


necessidades humanas, ações estas que sejam desenvolvidas com
velocidade proporcional aos anseios dos consumidores, ou seja,
aos desejos de evolução dos mercados, e que são infinitos.
Estas ações, às quais damos o nome de Marketing, têm por função:
pesquisar o mercado de quais são as necessidades atuais e futuras
dos consumidores trabalhar na criação deste produto com os
técnicos especializados na mesma desenvolver este produto com
testes de mercado (práticos e teóricos) para que ele atinja o nível
ideal de satisfação dos consumidores potenciais fabricação deste
produto para atender aos níveis de demanda do mercado
consumidor abastecimento do mercado por meio dos canais mais
eficientes de atendimento, entrega e assistência pós-venda
comercialização nos níveis ideais de entrega, qualidade, preço e
assistência pós-venda frente à concorrência existente.
Podemos resumir como sendo a ação de gestão dos bens ou
serviços, desde a sua identificação como necessidade do mercado,
até o momento da identificação da satisfação do cliente por meio
dos serviços de pós-venda.

A atividade de Marketing sempre será decisiva na decisão de


colocação ou retirada de bens e serviços do mercado, visando
sempre equilibrar os objetivos econômicos da relação entre a
organização fornecedora desta solução (bens ou serviços) e o
mercado consumidor (consumidores).
Os profissionais de marketing dirigem essas demandas criando
produtos e serviços apropriados.

Esses produtos satisfazem ás necessidades e desejos e oferecem


valor, a percepção do cliente da diferença entre as vantagens de
possuir e usar o produto e o custo para adquiri-lo.

Se o produto oferecer um bom valor, irá criar satisfação no cliente.


A ideia complexa de qualidade é intimamente ligada à satisfação.

Qualidade significa não só ausência de defeitos, mas também que


o produto ofereça a satisfação que o
cliente busca.
Aula 36 - Just in Time
Just in time é um sistema de administração da produção que determina que
nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora certa.
Just in time é um termo inglês, que significa literalmente “na hora certa” ou
"momento certo".
O sistema Just in Time (JIT) pode ser aplicado em qualquer organização e é
muito importante para auxiliar a reduzir estoques e os custos decorrentes
do processo.

O just in time é o principal pilar de diversas fábricas, em especial de carros,


como por exemplo o sistema Toyota de produção.
Com este sistema, o produto ou matéria-prima chega ao local de
utilização somente no momento exato em que for necessário, ou seja, os
produtos somente são fabricados ou entregues a tempo de serem
vendidos ou montados, não existe estoque parado.
O próprio conceito do termo é relacionado a produção por demanda,
onde primeiramente vende-se o produto para depois comprar a matéria-
prima e só depois fabricá-lo ou montá-lo.
Nas fábricas onde está implantado o just in time, o estoque de matérias-
primas é mínimo e suficiente para poucas horas de produção, e para que
isso seja possível, os fornecedores devem ser treinados e capacitados para
que possam fazer entregas de pequenos lotes na frequência desejada.
A redução do número de fornecedores para o mínimo
possível é um dos fatores que mais contribui para alcançar os
potenciais benefícios da política just in time.
Aula 37 – Giro de estoque:
saiba calcular para se organizar

Giro de estoque é a maneira que empreendedores encontram para


administrar as mercadorias armazenadas das suas empresas. Para realizar
uma excelente gestão, saiba como calculá-lo.
É inegável: o sucesso só será alcançado se você souber realizar o correto
controle do giro de estoque da sua empresa.
Afinal, ainda existem muitas falhar no que diz respeito ao equilíbrio das
vendas dos produtos e as compras das mercadorias de seus fornecedores.
Para que você consiga aumentar e organizar as suas vendas, veja neste
conteúdo como realizar o giro de estoque cálculo de forma correta.
É a verificação do desempenho do estoque da sua empresa, com o
objetivo de analisar a qualidade dos itens armazenados e o número de
vendas que já foi realizada durante um período de tempo.
Essa análise serve justamente para que a saúde financeira do
empreendimento seja avaliada adequadamente.
Para isso, é utilizado um cálculo para saber quantas vezes as
mercadorias entram e saem da sua empresa, bem como o tempo
médio que os produtos ficam armazenados.
O jeito certo de chegar a um resultado promissor é contratando um
gestor que saiba o conceito e que tenha capacidade de avaliar o
mercado em que você atua.
Quais os benefícios do giro de estoque?
Uma pessoa fazendo contas na calculadora e anotando sobre o giro de
estoque em um papel.
Ao saber esse cálculo, você se abre para uma variedade de benefícios dos
quais fortalecem a relação entre a sua empresa e os seus clientes.
Isso porque, tendo bem claro o conceito, é possível compreender o tempo
médio que as mercadorias armazenadas são renovadas ou se elas estão
paradas.
Afinal, o cálculo giro de estoque avalia o período de tempo, que influencia
totalmente a saúde financeira do seu empreendimento.
Por isso, acompanhar com frequência o seu estoque é uma maneira de sanar
todos os problemas dos seus consumidores.
Como calcular giro de estoque?
O conceito só será entendido completamente depois que você descobrir
como calculá-lo.
Antes de mais nada, tente verificar toda a mercadoria armazenada para
conhecer a quantidade de vendas feitas durante um período de tempo.

Por exemplo:
O seu estoque médio é de: 300 unidades;
As vendas totais são de: 3 mil por ano;
Cálculo giro de estoque: 3.000/300 = 10 giros por ano.
Se a sua empresa tem um número relativamente grande de produtos
variados, a recomendação é realizar o cálculo usando os preços de compra.
Por exemplo:
Estoque: R$ 6.000;
Volume de vendas por ano: R$ 20.000;
Cálculo giro de estoque: 20.000/6.000 = 3 giros por ano.
Caso o resultado desse cálculo fosse menor do que 1, significa que muitas
mercadorias ainda estão paradas.
Outro método que você pode utilizar para verificar melhor o índice do giro de
estoque é:
Número de dias no ano: 365;
Número de giros no ano: 3;
Cálculo giro de estoque: 365/3 = 121
Com esse resultado, você conseguirá repor toda a mercadoria em 121 dias.
Ter conhecimento sobre esse número faz com que o gestor tenha conhecimento
a respeito das entradas e saídas dos produtos, assim como facilita a criação de
estratégias adequadas para que o custo de armazenamento seja diminuído.
Aula 38 - Como realizar o controle de estoque
Agora que você sabe como calculá-lo, é preciso aprender como realizar o
controle adequado da mercadoria armazenada.
Isso porque você consegue evitar qualquer tipo de prejuízo financeiro,
garantindo o funcionamento adequado da operação.
As nossas principais dicas para controlar o estoque corretamente são:
1. GERENCIE O INVENTÁRIO
Seja alto ou baixo, o nível de mercadoria armazenada dentro do estoque da sua
indústria deve ser avaliado com frequência para evitar problemas.

Para isso, realizar o gerenciamento do inventário é válido para conhecer a


rotatividade dos produtos em estoque, limitando a saída e entrada de todos os
itens.
2. TENHA CIÊNCIA DAS VENDAS
Um gestor que conhece o conceito é capaz de identificar todos os
produtos que possuem maior índice de saída, bem como entender os
períodos do ano dos quais a sua empresa vendeu mais.
Acompanhar a quantidade de produtos que foram vendidos é muito
importante para que o controle de estoque contemple as necessidades
dos seus clientes.
Para isso, você precisa ter ciência de todos os dados das operações,
assim como reconhecer o monitoramento delas.
3. AUMENTE A ROTATIVIDADE
Ao adquirir determinados itens do seu fornecedor, é necessário saber se faltará dinheiro no
caixa ou não.
Sendo assim, para descobrir o giro de estoque, tente conhecer todos os números da sua
empresa e o prazo de entrega dos que fornecem a mercadoria para você.
Faça o cálculo de giro de estoque e amplie seus resultados!
Neste conteúdo você descobriu o conceito e como calcular o giro de estoque corretamente.
Essa prática é fundamental se você pretende deixar o seu negócio bem mais organizado,
com o objetivo de atender a toda sua cartela de cliente adequadamente.
Além disso, é uma maneira de você descobrir também se as suas ações estão sendo
efetivas e como elas podem melhorar para aumentar as vendas e a rotatividade de
mercadoria.
Por isso, não deixe de fazer o cálculo para que a sua empresa mostre o diferencial para os
consumidores.
Aula 39 - Gestão de fornecedores
A gestão de fornecedores destaca-se como uma das atividades com maior
relevância e complexidade dentro do setor empresarial. Mas você sabe por que
ela é tão importante?
Neste conteúdo, vamos mostrar porque a gestão de fornecedores deve ser um
dos pilares de sua empresa, suas principais características e como fazer de forma
eficiente trazendo inúmeras vantagens para o seu negócio.
Gestão de fornecedores: o que é fornecedor?
Vamos começar pelo início. Afinal, o que são fornecedores? O termo deriva do
verbo fornecer, que também significa prover ou providenciar, e refere-se à
pessoa ou a empresa responsável pelo abastecimento de algo.
No seu ponto de venda, seja um mercadinho ou loja de variedades, você possui
diversos fornecedores. Não indo muito longe, até dentro de casa temos os
nossos como os de água, luz, gás, alimentos, etc.
Gestão de Fornecedores: por que selecionar?
Para que um negócio possa desenvolver suas atividades de maneira eficiente,
é preciso que tenha uma grande variedade de produtos e mercadorias ao seu
dispor. É neste momento que entra o papel da seleção de fornecedores.
Este é um processo que requer a busca pelos melhores preços, qualidade,
prazos, entrega e outras características que visem a beneficiar o seu negócio.
Também é preciso buscar parceiros de negócios inovadores e que tenham
capacidade técnica, produtiva e financeira.
De nada adianta você ter um excelente fornecedor de determinada
mercadoria se ele não puder cumprir um pedido ou se não houver
possibilidade de negociação de prazos de pagamento. Ou ainda
fornecedores que por alguma limitação acabam não fazendo as entregas e
prejudicam o bom andamento do seu negócio.
Como fazer a seleção de fornecedores?
A seleção de fornecedores é um processo particular de cada empresa.
Entretanto, é preciso que em seu negócio sejam definidos quais os critérios
mais importantes para escolher um fornecedor. Existem três fatores que são
básicos e que você não pode deixar de fora da seleção:
Preço
Prazos de entrega e pagamento
Qualidade do serviço
Posteriormente, deve-se atribuir pesos a estes fatores, determinando a
importância destes itens e o impacto que eles trazem para a sua empresa.
Depois, com base nesta pontuação deve-se escolher uma lista de possíveis
fornecedores.
Lembre-se de levar em conta que algumas características podem ser mais
peculiares, como o caso de poucos fornecedores que trabalham com
mercadorias exclusivas ou outros que podem trabalhar com estoques
similares, ou seja, que podem ser substituídos por concorrentes, entre
outras particularidades de acordo com o seu negócio.
Deve-se ter em mente que a seleção de fornecedores também pode ajudar
a empresa na questão dos custos, pois a busca por provedores com os
melhores fretes, taxas e agilidade na entrega devem ser priorizados. Mas
como este processo todo pode ser coordenado?
Aula 40 – trabalho em Equipe

Trabalho em equipe é quando um grupo ou uma sociedade resolve criar


um esforço coletivo para resolver um problema.

O trabalho em equipe pode ser descrito


como um conjunto ou grupo de pessoas
que se dedicam a realizar uma tarefa ou
determinado trabalho, por obrigação, ou
não.

77
O trabalho em equipe possibilita a troca de conhecimento e agilidade no
cumprimento de metas e objetivos compartilhados, uma vez que otimiza o
tempo de cada pessoa e ainda contribui para conhecer outros indivíduos e
aprender novas tarefas.

Um bom exemplo de uma atuação de


trabalho em equipe são os esportes,
onde os atletas precisam uns dos outros
para conseguir fazer gols ou pontos, a
maioria dos esportes são formados por
equipes, onde cada um desempenha um
papel, para atingir o todo.
78
Muitas pessoas dizem que trabalhar em equipe é mais divertido e fácil do
que trabalhar individualmente, pois contribui muito para melhorar o
desempenho de todos.

Outro bom exemplo de trabalho em


equipe é o das formigas e gafanhotos,
que dividem-se para pegar alimentos e
se um não faz a sua parte, todo o resto
fica comprometido, dando um modelo
de união e força.

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Saber trabalhar em equipe é outro fator importante, e uma característica
essencial para profissionais e estudantes, as empresas valorizam muito
pessoas que não pensam apenas na sua própria tarefa, e sim naqueles que
pensam nos colegas e na empresa em si.

Trabalho em equipe nas empresas


O trabalho em equipe é essencial no
contexto empresarial.

Quase todos os projetos apresentam


melhores resultados quando são
desenvolvidos por uma equipe e não
apenas por um indivíduo. 80
Pessoas diferentes pensam de formas diferentes, o que é essencial para
estabelecer diferentes soluções para problemas.

Algumas técnicas como o brainstorming são muito usuais no âmbito do


trabalho em equipe.

Além disso, as empresas aplicam diferentes dinâmicas de grupo para


potenciar o trabalho em equipe.

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Trabalho em Equipe, Personalidade e Relacionamento
O bom funcionamento de uma equipe vai depender da personalidade de
cada elemento da equipe e do relacionamento entre eles.

Alguns tipos de personalidade são mais compatíveis com outros e quando


dois tipos de personalidade compatíveis trabalham juntos, a equipe sai
beneficiada. Up

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Um ambiente saudável e agradável é também essencial para o trabalho em
equipe.

Desta forma, cada elemento deve colocar a equipe em primeiro lugar e não
procurar os seus próprios interesses.

Além disso, é importante haver empatia


para que trabalho exercido seja o mais
eficaz e prazeroso possível.

Trabalhar em equipe requer muitas


horas de convivência, e por isso, a
harmonia e respeito devem ser
cultivados em todas as ocasiões. 83

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