Poder Executivo
Poder Executivo
UL
O
HE
NR
IQ
UE
GA
RC
IA
AR
AU
JO
04
190
71
52
04
PA
UL
O
HE
73316
NR
IQ
UE
GA
73316
RC
IA
AR
AU
JO
04
19
07
Poder Executivo
15
20
4P
AU
LO
HE
NR
IQ
UE
GA
RC
IA
AR
AU
JO
04
19
PA
UL
O
HE
NR
IQ
UE
GA
RC
IA
AR
AU
JO
04
190
71
52
04
PA
UL
O
HE
NR
IQ
UE
GA
73316
RC
IA
AR
AU
JO
73316
04
19
07
15
Arquivo revisado e atualizado em 19/05/2025
20
4P
AU
LO
HE
NR
IQ
UE
GA
RC
IA
AR
AU
JO
04
19
19
04
JO
DIREITO CONSTITUCIONAL
AU
Poder Executivo
AR
IA
SUMÁRIO
RC
GA
SUMÁRIO ..........................................................................................................................................................................3
UE
DIREITO CONSTITUCIONAL ......................................................................................................................................5
IQ
QUAL DEVE SER O FOCO? .........................................................................................................................................5
NR
1. PODER EXECUTIVO .................................................................................................................................................5
73316
HE
1.1. Sistema de governo...........................................................................................................................................5
LO
1.2. Poder Executivo na CF/88 ...............................................................................................................................6
AU
4P
1.2.1 Exercício do Poder Executivo ..................................................................................................................6
20
1.2.2 Atribuições do Presidente da República (art. 84, CF) ......................................................................7
15
1.2.3 Condições de elegibilidade.......................................................................................................................9
07
19
1.2.4 Processo Eleitoral ........................................................................................................................................9
04
1.2.5 Impedimento e vacância dos cargos .................................................................................................. 10
JO
[Link] Mandato-tampão.............................................................................................................................. 11
AU
73316
1.3.1 Atribuições ................................................................................................................................................. 13
UE
2. JURISPRUDÊNCIA .................................................................................................................................................. 34
AU
3
O
UL
PA
PA
UL
O
HE
NR
IQ
UE
GA
RC
IA
AR
AU
JO
04
190
73316
71
52
04
PA
UL
O
HE
NR
IQ
UE
GA
73316
RC
IA
AR
AU
JO
04
19
07
15
20
4P
AU
LO
HE
NR
IQ
UE
GA
RC
IA
AR
AU
JO
04
19
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
DIREITO CONSTITUCIONAL
IA
RC
GA
TEMA DO DIA
UE
DIREITO CONSTITUCIONAL:
IQ
Poder Executivo
NR
ARTIGOS IMPORTANTES:
HE
CF 88 – Arts. 44 a 126
LO
AU
QUAL DEVE SER O FOCO?
4P
20
1. Impedimento e vacância do Chefe do Executivo
15
2. Imunidades do Presidente da República
07
3. Responsabilidade dos Governadores e Prefeitos
19
04
1. PODER EXECUTIVO
JO
AU
AR
O Poder Executivo é o poder responsável pela função administrativa do Estado. Mas, além
de sua função típica, que é administrar, o Poder Executivo também legisla, por meio de medidas
IA
RC
provisórias (CF, art. 62), e julga, no contencioso administrativo, exercendo, assim, tarefas atípicas.
GA
73316
O sistema de governo adotado pela CF/88 é o presidencialista, influenciado pelo sistema norte-
HE
americano.
O
UL
73316
5
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
IA
CLASSIFICAÇÃO DO EXECUTIVO (DUVERGER)
RC
GA
A) Executivo monocrático: Rei, imperador, ditador, presidente;
B) Executivo Colegial: Exercido por dois homens com poderes iguais, como os
UE
cônsules romanos;
IQ
NR
C) Executivo diretorial: Grupo em comitês, como era na URSS e ainda é na Suíça;
HE
D) Executivo Dual: Parlamentarismo. 73316
LO
AU
4P
20
1.2. Poder Executivo na CF/88
15
07
1.2.1 Exercício do Poder Executivo
19
04
JO
A. ÂMBITO FEDERAL – Exercido pelo Presidente da República, auxiliado pelos Ministros de
AU
Estado.
AR
28 da CF pela EC nº 111/2021);
HE
D. ÂMBITO MUNICIPAL:
90
domingo de outubro, e em segundo turno para Municípios com mais de 200 mil
JO
6
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
Em razão da temporariedade dos mandatos dos Chefes do Poder Executivo, o STF
IA
RC
recentemente decidiu que é inconstitucional, por violação aos princípios republicano, democrático,
GA
da moralidade, da impessoalidade e da igualdade, lei municipal que concede pensão especial
mensal e vitalícia a viúvas de ex-prefeitos (ADPF 975/CE, relatora Min. Cármen Lúcia, julgamento
UE
virtual finalizado em 7.10.2022 (sexta-feira), às 23:59. INFORMATIVO 1071).
IQ
NR
HE
1.2.2 Atribuições do Presidente da República (art. 84, CF)
LO
AU
● Atribuições de Chefe de Estado: Incisos VII, VIII e XIX do art. 84.
4P
● Atribuições de Chefe de Governo: demais incisos.
20
● O rol do art. 84 CF é MERAMENTE EXEMPLIFICATIVO, podendo o Presidente exercer
15
outras atribuições.
07
● O presidente só pode delegar as atribuições previstas nos incisos VI, XII e XXV, primeira
19
parte, aos MINISTROS DE ESTADO, PGR, AGU (MESMO RACIOCÍNIO PARA O ÂMBITO
04
ESTADUAL, ANTE O PRINCÍPIO DA SIMETRIA):
JO
AU
(...)
IQ
NR
HE
(...)
04
52
73316
XXV - Prover e extinguir os cargos públicos federais, na forma da lei –
71
Conforme já se manifestou o STF, quem tem competência para nomear também tem
AU
JURISPRUDÊNCIA DO STF
GA
UE
IQ
NR
7
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
STF: É inconstitucional — por violar os princípios da impessoalidade e da moralidade
IA
RC
administrativa (CF/1988, art. 37, “caput”) e por incorrer em desvio de finalidade — decreto
GA
presidencial que, ao conceder indulto individual (graça em sentido estrito), visa atingir objetivos
UE
distintos daqueles autorizados pela Constituição Federal de 1988, eis que observa interesse
IQ
pessoal ao invés do público. Vejamos:
NR
O indulto é um dos mecanismos políticos de extinção da punibilidade
HE
previstos expressamente pela atual ordem constitucional e cuja utilização
LO
é vedada para crimes específicos. A partir de um complexo sistema de
AU
freios e contrapesos, ele é considerado como importante instrumento de
4P
política criminal, voltado a atenuar possíveis incorreções legislativas ou
20
judiciárias em prol da reinserção e ressocialização de condenados que a ele
15
07
façam jus.
19
Diante de sua natureza jurídica de ato de governo ou ato político (espécie
04
do gênero ato administrativo), o indulto reveste-se de ampla
JO
discricionariedade, contudo, disso não resulta a sua impossibilidade
AU
absoluta de ser questionado perante o Poder Judiciário, em especial para
AR
73316
moralidade administrativa.
AU
8
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
ADPF 966/DF, relatora Ministra Rosa Weber, julgamento finalizado em
IA
RC
10.5.2023. INFORMATIVO 1094.
GA
ADPF 967/DF, relatora Ministra Rosa Weber, julgamento finalizado em
UE
10.5.2023. INFORMATIVO 1094.
IQ
STF: É inconstitucional — por manifesta violação ao art. 84, VI, “b”, da Constituição
NR
Federal — a extinção de cargos e funções que estejam ocupados na data da edição do decreto
HE
do presidente da República. Vejamos:
LO
O decreto de competência privativa do chefe do Poder Executivo federal,
AU
previsto no art. 84, VI, da CF/1988, se limita às hipóteses de “organização
4P
e funcionamento da administração federal, quando não implicar aumento
73316
20
de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos” (alínea a), e de
15
07
“extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos” (alínea b).
19
Em ambas as situações, a atuação do presidente da República não tem
04
força criadora autônoma, nem é dotada de condições para inovar
decisivamente na ordem jurídica. JO
AU
(ADI 6.186/DF, relator Ministro Gilmar Mendes, julgamento virtual
AR
73316
e geral.
IQ
NR
● ALISTAMENTO ELEITORAL;
52
● FILIAÇÃO PARTIDÁRIA;
90
9
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
NÃO haverá segundo turno se o candidato obtiver no primeiro a MAIORIA ABSOLUTA de
IA
RC
votos, NÃO computados os em branco e os nulos.
GA
Havendo necessidade de segundo turno, se antes houver morte, desistência ou impedimento,
UE
convocar-se-á dentre os remanescentes, o de maior votação. Havendo empate, o desempate
IQ
considera a idade.
NR
HE
Mandato de 04 anos, permitida uma única reeleição, para um único período subsequente.
LO
AU
Art. 82. O mandato do Presidente da República é de 4 (quatro) anos e terá
73316
4P
início em 5 de janeiro do ano seguinte ao de sua eleição. (Redação dada pela
20
Emenda Constitucional nº 111, de 2021)
15
07
1.2.5 Impedimento e vacância dos cargos
19
04
PRESIDENTE DA REPÚBLICA:
JO
AU
● SUCEDIDO PELO VICE – VACÂNCIA (Impossibilidade definitiva para assunção do cargo)
AR
73316
conferidas em LEI COMPLEMENTAR.
UE
● PRESIDENTE DO STF.
52
71
90
ÂMBITO ESTADUAL:
1
04
● Presidente do TJ local.
AU
AR
ÂMBITO DF:
Presidente da Câmara Legislativa;
IA
●
RC
● Presidente TJDFT.
GA
UE
MUNICÍPIOS:
IQ
NR
10
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
IA
● Presidente da Câmara Municipal;
RC
● Em alguns casos, Vice- Presidente da Câmara Municipal.
GA
UE
Para Lenza, NÃO seria razoável que o Presidente do TJ assumisse em âmbito
IQ
Municipal, já que NÃO existe judiciário Municipal!
NR
HE
[Link] Mandato-tampão
LO
AU
VACÂNCIA DE AMBOS OS CARGOS NOS PRIMEIROS 02 ANOS DE MANDATO:
4P
20
Eleição em 90 dias depois de aberta a última vaga. Será eleição direta, pelo sufrágio universal,
15
07
e voto direto e secreto;
19
04
VACÂNCIA NOS 02 ÚLTIMOS ANOS DE MANDATO:
JO
AU
Eleição em 30 dias após a última vaga, pelo Congresso Nacional, sendo eleição indireta.
AR
IA
Os eleitos deverão apenas completar o período de seus antecessores => MANDATO TAMPÃO!
RC
GA
73316
73316
JURISPRUDÊNCIA DO STF
UE
IQ
mesmo NÃO havendo lei federal sobre o assunto. Entenderam os Ministros que o modelo
HE
Legislativa local disciplinar a matéria, pois no caso não seria lei materialmente eleitoral (de
UL
que, a pretexto de disciplinar a dupla vacância no último biênio do mandato do chefe do Poder
71
90
(ADI 7137/SP, relatora Min. Rosa Weber, julgamento virtual finalizado em 19.8.2022 (sexta-feira),
04
às 23:59. ADI 7142/AC, relatora Min. Rosa Weber, julgamento virtual finalizado em 19.8.2022
JO
AU
OBSERVAÇÃO
RC
Segundo o STF, réu em processo criminal não pode assumir, como substituto, o cargo de
GA
Presidente da República.
UE
IQ
NR
11
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
Os substitutos eventuais do Presidente da República a que se refere o art.
IA
RC
80 da CF/88, caso ostentem a posição de réus criminais perante o STF,
GA
ficarão impossibilitados de exercer o ofício de Presidente da República. No
UE
entanto, mesmo sendo réus, podem continuar na chefia do Poder por eles
73316
IQ
titularizados. Ex.: o Presidente do Senado Renan Calheiros tornou-se réu
NR
em um processo criminal; logo, ele não poderá assumir a Presidência da
HE
República na forma do art. 80 da CF/88; porém, ele pode continuar
LO
normalmente como Presidente do Senado, não precisando ser afastado
AU
deste cargo. STF. Plenário. ADPF 402 MC-REF/DF, Rel. Min. Marco Aurélio,
4P
julgado em 7/12/2016 (Info 850).
20
15
[Link] Ausência do país do Presidente e Vice- Presidente da República e licença do Congresso
07
Nacional
19
04
JO
O Presidente e o Vice NÃO poderão, sem licença do CN, ausentar-se do país por período
AU
superior a 15 dias, sob pena de perda do cargo. Durante o período de afastamento, o cargo será
AR
JURISPRUDÊNCIA DO STF
GA
73316
OBSERVAÇÃO
O
Constituição Estadual não pode prever que o Governador (ou o Vice) precisará de autorização para
UL
se ausentar do país "em qualquer tempo"; a autorização só pode ser exigida se o período
PA
art. 49, III e em seu art. 83, prevê que é da competência do Congresso
AR
12
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
País por qualquer prazo. Os Estados-membros não podem criar novas
IA
RC
ingerências de um Poder na órbita de outro que não derivem explícita ou
GA
implicitamente de regra ou princípio previsto na Constituição Federal. STF.
UE
Plenário. ADI 5373 MC/RR, Rel. Min. Celso de Mello, julgado em 9/5/2019
IQ
(Info 939).
NR
HE
No concurso da PGE SC (2018), o tema foi cobrado da seguinte forma:
LO
Quanto ao Presidente da República, é correto afirmar:
AU
4P
A) O poder executivo é exercido pelo Presidente da República, auxiliado por Ministros de
20
Estado, os quais serão nomeados após terem seus nomes submetidos à votação pelo
15
Senado Federal.
07
B) Em caso de vacância dos cargos de Presidente e de Vice-Presidente, serão
19
sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos
04
Deputados, o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal.
JO
AU
C) O Presidente da República, na vigência de seu mandato, poderá ser responsabilizado
AR
por atos estranhos ao exercício de suas funções, desde que a acusação seja admitida por
dois terços da Câmara dos Deputados.
IA
RC
73316
se do país por mais de 24 horas, sob pena de perda do cargo.
E) Nos crimes de responsabilidade, admitida a acusação por dois terços do Senado Federal,
UE
73316
São auxiliares do Presidente da República no exercício do Poder Executivo e na direção superior
04
52
da Administração Federal.
71
90
NATO, OBRIGATORIAMENTE);
AR
1.3.1 Atribuições
UE
IQ
NR
13
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
● Exercer a orientação, coordenação e supervisão dos órgãos e entidades da Administração
IA
RC
Federal e referendar os atos e decretos assinados pelo Presidente (É o referendo ministerial,
73316
GA
e para Michel Temer, os atos e decretos presidenciais não referendados pelos Ministros de
Estado seriam NULOS).
UE
Expedir instruções para a execução das leis, decretos e regulamentos (As instruções são
IQ
●
NR
inferiores a lei, decreto e regulamentos, possuindo as funções: (i) de regulamentar as leis -
HE
assemelha-se aos decretos presidenciais regulamentares, com âmbito validade restrito ao
LO
Ministério; (ii) Regulamentar decretos; (iii) Regulamentos.
AU
● Apresentar ao Presidente da República o relatório anual de sua gestão no Ministério;
4P
● Praticar atos pertinentes às atribuições outorgadas ou delegadas pelo Presidente.
20
15
1.3.2 Crimes de responsabilidade
07
19
Os Ministros de Estado praticam crime de responsabilidade nas seguintes situações:
04
● Quando convocados pela Câmara, Senado ou quaisquer de suas comissões para prestar,
JO
pessoalmente, informações sobre assuntos previamente determinados e inerentes às suas
AU
LOGO:
O
UL
Órgão Superior de consulta do Presidente, e suas manifestações NÃO terão caráter vinculatório
AU
● INTERVENÇÃO FEDERAL;
IQ
NR
14
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
ESTADO DE DEFESA;
IA
●
RC
● ESTADO DE SÍTIO;
GA
● QUESTÕES RELEVANTES PARA A ESTABILIDADE DAS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS.
UE
COMPOSIÇÃO:
IQ
PRESIDENTE DA REPÚBLICA;
NR
●
● VICE-PRESIDENTE;
HE
● PRESIDENTE DA CÂMARA;
LO
● PRESIDENTE DO SENADO;
AU
● LÍDERES DA MAIORIA E MINORIA DA CÂMARA;
4P
● LÍDERES DA MAIORIA E MINORIA DO SENADO;
20
MINISTROS DE JUSTIÇA;
15
●
07
● 6 CIDADÃOS BRASILEIROS NATOS, COM MAIS DE 35 ANOS, PARA MANDATO DE 03
19
ANOS, VEDADA A RECONDUÇÃO, SENDO:
04
o 02 NOMEADOS PELO PRESIDENTE;
o 02 PELO SENADO; JO
AU
o 02 PELA CÂMARA.
AR
IA
73316
73316
Democrático.
IQ
NR
COMPOSIÇÃO:
HE
● PRESIDENTE;
O
UL
● VICE-PRESIDENTE;
PA
●
52
● MINISTRO DA JUSTIÇA;
71
● MINISTRO DA DEFESA;
90
● MINISTRO DO PLANEJAMENTO;
JO
COMPETÊNCIA:
IA
● Opinar sobre as hipóteses de declaração de guerra e celebração de paz, bem como decretação
RC
território nacional e opinar sobre o seu efetivo uso, especialmente faixa de fronteira;
IQ
NR
15
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
● Estudar, propor e acompanhar o desenvolvimento de iniciativas necessárias à independência
IA
RC
nacional e defesa do estado democrático.
GA
1.6. Crimes de Responsabilidade
UE
IQ
É infração administrativa, crime de natureza política, submetendo os detentores de altos cargos
NR
públicos ao processo de impeachment (impedimento).
HE
LO
Obs.: Deputados Federais e Senadores NÃO praticam crime de responsabilidade.
AU
4P
São CRIMES DE RESPONSABILIDADE do Presidente (exemplificativamente) os que
20
atentarem contra – Vide art. 85 CF:
15
07
● EXISTÊNCIA DA UNIÃO;
19
● LIVRE EXERCÍCIO DO PODER LEGISLATIVO, DO PODER JUDICIÁRIO, DO MP E DOS
04
PODERES CONSTITUCIONAIS DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO;
● JO
EXERCÍCIO DOS DIREITOS POLÍTICOS, INDIVIDUAIS E SOCIAIS;
AU
● SEGURANÇA INTERNA73316
DO PAÍS;
AR
● PROBIDADE NA ADMINISTRAÇÃO;
IA
● LEI ORÇAMENTÁRIA;
RC
73316
UE
processo e julgamento, devendo ser necessariamente votada pelo CN (art. 22, I CF), competência
NR
JURISPRUDÊNCIA DO STF
UL
PA
União.
71
90
1
ATENÇÃO
04
JO
● PRESIDENTE DA REPÚBLICA;
AR
● VICE-PRESIDENTE;
IA
● MINISTROS DO STF;
GA
● PGR
IQ
NR
16
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
AGU;
IA
●
RC
● GOVERNADORES;
GA
● PREFEITOS.
UE
Os crimes de responsabilidade estão previstos:
IQ
● Quanto ao Presidente da República: no art. 85 da CF/88 e Lei nº 1.079/50.
NR
● Quanto aos Governadores de Estado: na Lei n. 1.079/50.
HE
● Quanto aos Prefeitos: no DL 201/67.
LO
ATENÇÃO
AU
O Supremo Tribunal Federal (STF) invalidou regra da Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF)
4P
que atribuía à Câmara Legislativa a competência para julgar o governador por crime de
20
responsabilidade. Em sessão virtual, o Plenário, por unanimidade, julgou procedente o pedido
15
07
formulado pela Procuradoria-Geral da República na ADI 3466. Barroso destacou que: ‘de acordo
19
com a jurisprudência pacífica da Corte (Súmula Vinculante 46), ainda que a autoridade em
04
julgamento esteja vinculada a outro ente federativo, a definição dos crimes de responsabilidade e
JO
o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento são da competência
AU
legislativa privativa da União’. Ressaltou ainda que a Lei do Impeachment (Lei 1.079/1950), em
AR
Constituição.
HE
O
UL
1.6.1 Procedimento
PA
A acusação poderá ser formalizada por qualquer cidadão em gozo dos direitos políticos,
90
momento a partir do qual o Presidente será acusado, possuindo garantia ao contraditório e à ampla
1
04
defesa.
JO
A Câmara dos Deputados, pela maioria qualificada de 2/3, poderá autorizar a instauração do
AU
processo, para que o Presidente seja julgado pelo Senado Federal nos crimes de responsabilidade.
AR
IA
73316
Importante esclarecer que o Presidente da Câmara faz um juízo prévio de admissibilidade da
RC
denúncia e poderia já tê-la rejeitado liminarmente se entendesse que o pedido apresentado era
GA
inepto ou que não tinha justa causa. Assim, seu papel no recebimento dessa denúncia não é
UE
meramente burocrático, havendo um juízo decisório. Nesse sentido, confira precedente do STF:
IQ
NR
17
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
IA
RC
(...) a competência do Presidente da Câmara dos Deputados e da Mesa do
GA
Senado Federal para recebimento, ou não, de denúncia no processo de
UE
impeachment não se restringe a uma admissão meramente burocrática,
IQ
cabendo-lhes, inclusive, a faculdade de rejeitá-la, de plano, acaso entendam
NR
ser patentemente inepta ou despida de justa causa. (...) STF. Plenário. MS
HE
30672 AgR, Rel. Min. Ricardo Lewandowski, julgado em 15/09/2011.
LO
AU
Indagações probatórias deverão ser feitas no Senado, órgão que julga e processa o presidente,
4P
e não na Câmara, que apenas verifica a procedibilidade da acusação.
20
15
A Câmara realiza juízo político.
07
19
B) SENADO FEDERAL
04
JO
Não há direito à defesa prévia antes do recebimento da denúncia pelo Presidente da Câmara
AU
(ADPF 378).
AR
IA
Contudo, o STF entendeu (ADPF 378) que se o processo de impeachment for autorizado pela
HE
Câmara, o Senado é obrigado a processar e julgar a Presidente. Nas palavras do DoD: A CF/88 afirma
O
que compete ao Senado, privativamente, “processar e julgar” o Presidente (art. 52, I, da CF/88).
UL
Segundo entendeu o STF, esta locução abrange não apenas o julgamento final, mas também a
PA
denúncia autorizada pela Câmara. No regime atual, a Câmara não funciona como um “tribunal de
52
pronúncia”, mas apenas implementa ou não uma condição de procedibilidade para que a acusação
71
90
prossiga no Senado.- A atuação da Câmara dos Deputados deve ser entendida como parte de um
1
momento pré-processual, isto é, anterior à instauração do processo pelo Senado. Nas palavras do
04
Min. Roberto Barroso: "a Câmara apenas autoriza a instauração do processo: não o instaura por si
JO
própria, muito menos determina que o Senado o faça". - Os arts. 23, §§ 1º e 5º; 80 e 81, da Lei nº
AU
AR
1.079/50 não foram recepcionados por serem incompatíveis com os arts. 51, I; 52, I; e 86, § 1º, II, da
CF/1988. - Votaram neste sentido: Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen
IA
RC
18
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
Desta forma, caso a Câmara autorize a instauração do processo de impeachment, esta será
IA
RC
ainda uma autorização "provisória" (mera condição de procedibilidade), considerando que o Senado
73316
GA
ainda irá examinar o pedido nos termos do art. 52, I, da CF/88. Nas exatas palavras do Min. Roberto
Barroso (redator para o acórdão):
UE
IQ
"(...) a Câmara dos Deputados somente atua no âmbito pré-processual, não
NR
valendo a sua autorização como um recebimento da denúncia, em sentido
HE
técnico. Assim, a admissão da acusação a que se seguirá o julgamento
LO
pressupõe um juízo de viabilidade da denúncia pelo único órgão competente
AU
para processá-la e julgá-la: o Senado."
4P
20
15
07
O que diz a CF/88 O que diz o STF
19
04
Art. 51. Compete privativamente à Câmara Essa autorização não deve ser entendida
dos Deputados: JO
como recebimento da denúncia, em sentido
AU
I - autorizar, por dois terços de seus técnico.
AR
73316
é o Senado.
HE
do Plenário do Senado.
04
a instaurar o processo.
AU
AR
IA
RC
(Tabela DoD)
GA
UE
IQ
NR
19
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
Instaurado o processo, o Presidente ficará suspenso de suas atividades pelo prazo de 180
IA
RC
dias, cessando o afastamento se o julgamento não for concluído nesse período.
GA
A CF/88, em seu art. 86, § 1º, II, prevê o seguinte:
UE
§ 1º - O Presidente ficará suspenso de suas funções:
IQ
NR
(...)
HE
II - nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo
LO
Senado Federal.
AU
Sentença condenatória: Será sob a forma de RESOLUÇÃO DO SENADO, proferida por 2/3
4P
dos votos, limitando-se a condenação à perda do cargo e inabilitação para o exercício de qualquer
20
função pública por 08 anos, SEM PREJUÍZO DAS DEMAIS SANÇÕES CABÍVEIS.
15
07
19
Pelo art. 15 da Lei nº 1.079/50, a denúncia só poderá ser recebida enquanto o denunciado não
04
tiver, por qualquer motivo, deixado definitivamente o cargo. No entanto, o STF entendeu que a
JO
renúncia ao cargo NÃO extingue o processo quando já iniciado. AU
AR
JURISPRUDÊNCIA DO STJ
IA
RC
Nesse mesmo sentido, o STJ entendeu que: “A renúncia ao cargo de governador impede
GA
Lei n. 1.079/1950 "A denúncia só poderá ser recebida enquanto o denunciado não tiver, por
IQ
NR
qualquer motivo, deixado definitivamente o cargo". A mesma solução se aplica aos governadores
HE
estaduais, conforme se infere da leitura do art. 76, parágrafo único, do mesmo diploma legal: "Art.
76. A denúncia assinada pelo denunciante e com a firma reconhecida, deve ser acompanhada dos
O
UL
indicação do local em que possam ser encontrados. Nos crimes de que houver prova testemunhal,
04
conterão rol das testemunhas, em número de cinco pelo menos. Parágrafo único. Não será recebida
52
a denúncia depois que o Governador, por qualquer motivo, houver deixado definitivamente o
71
cargo". Portanto, diante da renúncia ocorrida, que inviabiliza o recebimento da denúncia oferecida.
90
1
(RMS 68.932-SP, Rel. Min. Herman Benjamin, Segunda Turma, por unanimidade, julgado em
04
73316
OBSERVAÇÃO
IA
oportunidade, não seria razoável o controle judicial. No entanto, o STF admite o controle judicial
GA
em razão de lesão ou ameaça a direito (Ex: procedimento que viole a ampla defesa).
UE
IQ
NR
20
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
O Senado NÃO atua como órgão legislativo, mas como órgão judicial híbrido, pois composto
IA
RC
de senadores e é presidido por membro do Poder Judiciário.
GA
UE
JURISPRUDÊNCIA DO STF
IQ
STF: O Poder Judiciário NÃO dispõe de competência para alterar a decisão do senado no processo
NR
de impeachment
HE
LO
1.7. Crimes comuns
AU
4P
Da mesma forma que nos crimes de responsabilidade, também haverá controle político de
20
admissibilidade pela Câmara dos Deputados, que autorizará ou não o recebimento de denúncia pelo
15
07
STF através do voto de 2/3 de seus membros.
19
04
Admitida a acusação do Presidente da República, por 2/3 dos membros da Câmara, será ele
submetido a julgamento perante o STF. JO
AU
AR
por atos estranhos ao exercício de suas funções (art. 86, §4º do CF). => Logo, O PRESIDENTE SÓ
HE
73316
As infrações penais praticadas antes do exercício do mandato, ou que não guarde relação com
04
52
a função presidencial NÃO poderão ser objeto da persecutio criminis, acarretando a suspensão da
71
ATENÇÃO
JO
21
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
dispositivo de natureza restritiva, não é possível qualquer interpretação
IA
RC
que amplie a sua incidência a outras autoridades, notadamente do Poder
GA
Legislativo.
UE
(STF. Plenário. Inq 3983/DF, Rel. Min. Teori Zavascki, julgado em 02 e
IQ
03/03/2016) (Info 816).
NR
Fonte: Dizer o Direito.
HE
LO
Quanto às infrações de natureza civil, política, administrativa, fiscal ou tributária, poderá o
AU
Presidente ser responsabilizado, pois a imunidade só se restringe à persecutio criminis por ilícitos
4P
penais.
20
15
Oferecida a denúncia no STF, havendo autorização da Câmara, julgando-se procedente o
07
pedido formulado pelo PGR, a condenação aplicada será a prevista no tipo penal e não a perda do
19
cargo, esta se dará pela via reflexa, em virtude da suspensão temporária dos direitos políticos,
04
enquanto durarem os efeitos da sentença criminal condenatória, transitada em julgado.
JO
AU
AR
Enquanto NÃO sobrevier sentença condenatória, nas infrações penais comuns, o Presidente
NÃO estará sujeito à prisão.
IA
RC
GA
73316
OBSERVAÇÃO
UE
STF: As regras sobre a imunidade formal em relação à prisão e à imunidade penal relativa NÃO
IQ
podem ser estendidas a Governadores de Estado, DF e Prefeitos por atos normativos próprios, já
NR
que não se encontrem ocupando tais funções. STF. Plenário. Inq 4483
1
04
seguir.
UE
IQ
NR
22
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
IA
RC
Tanto em caso de infrações penais comuns quanto de crimes de responsabilidade, compete
GA
à Câmara dos Deputados o juízo de admissibilidade da acusação apresentada contra o
presidente da República.
UE
IQ
NR
O item foi considerado CORRETO.
HE
1.7.1. Prefeitos Municipais
LO
AU
REGRAS:
4P
CRIME COMUM – TJ LOCAL (possui foro por prerrogativa de função fixado pela própria CF/88 –
20
Art. 29, X, CF/88) – VIDE SÚMULA 702/STF:
15
07
● CRIMES DOLOSOS CONTRA A VIDA;
19
● CRIMES COMUNS DO ART.1º, DEC-LEI 201/67;
04
● CRIMES FUNCIONAIS;
● ABUSO DE AUTORIDADE; JO
AU
● AÇÕES DE NATUREZA CIVIL;
AR
MUNICÍPIO.
RC
GA
73316
JURISPRUDÊNCIA DO
73316 STJ
UE
IQ
SÚMULA 209/STJ: Compete à Justiça Estadual processar e julgar prefeito por desvio de verba
NR
JURISPRUDÊNCIA DO STJ
190
SÚMULA 208/STJ: Compete à JF processar e julgar prefeito municipal por desvio de verba
04
●
CASO DEIXE DE EFETUAR O REPASSE DOS VALORES AO PODER LEGISLATIVO
GA
●
SEGUNDO AS REGRAS DO ART. 29-A CF, OU SEJA:
UE
IQ
NR
23
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
Efetuar repasse que supere os limites do art. 29-A;
IA
o
RC
o Não enviar o repasse até o dia 20 de cada mês;
GA
o Enviar o repasse a menor em relação à proporção fixada em Lei Orçamentária;
UE
IQ
ATENÇÃO
NR
73316
ATENÇÃO 1:
HE
LO
STJ: Não sendo o crime praticado em razão e durante o exercício do cargo ou função, as regras
AU
de competência não são alteradas pela superveniente posse no cargo de Prefeito Municipal.
4P
20
Vejamos:
15
O foro por prerrogativa de função exige contemporaneidade e pertinência
07
temática entre os fatos em apuração e o exercício da função pública, haja
19
vista que o Supremo Tribunal Federal decidiu que, "não obstante as
04
recorrentes discussões doutrinárias e jurisprudenciais acerca da
JO
competência absoluta em razão da prerrogativa de função, o Supremo
AU
competência para processar e julgar ações penais não mais será afetada em
UE
razão de o agente público vir a ocupar cargo ou deixar o cargo que ocupava"
IQ
NR
(AP n. 937 QO/RJ, Rel. Ministro Roberto Barroso, Tribunal Pleno, julgado em
HE
3/5/2018).
No caso, além de o crime ser anterior à posse como chefe do Poder Executivo
O
UL
Municipal, o ato praticado não guarda relação com o seu cargo eletivo, não
PA
do Tribunal de Justiça.
52
Esta Sexta Turma entende que as regras de competência não são alteradas
71
ATENÇÃO 2:
GA
UE
IQ
NR
24
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
IA
STJ: A superveniente aposentadoria da autoridade detentora do foro por prerrogativa de
RC
função cessa a competência do Superior Tribunal de Justiça para o processamento e julgamento
GA
do feito.
UE
IQ
73316
Vejamos:
NR
O Pleno do Supremo Tribunal Federal firmou entendimento, no julgamento
HE
do Recurso Extraordinário 549.560, com repercussão geral reconhecida,
LO
fixando a seguinte tese: "O foro especial por prerrogativa de função não
AU
se estende a magistrados aposentados."
4P
Mais recentemente, no julgamento de Ação Direta de Inconstitucionalidade
20
6.513, a questão foi novamente objeto de apreciação, tendo a Corte
15
reiterado o entendimento no sentido de que a aposentadoria do detentor
07
19
de foro faz cessar a regra excepcional de competência por prerrogativa de
04
função, transferindo-a para processamento e julgamento ao primeiro grau
de jurisdição.
JO
AU
Assim, no caso, diante da superveniente aposentadoria compulsória da
AR
julgamento do feito.
GA
73316
INFORMATIVO 762)
NR
HE
ATENÇÃO 3:
O
UL
Os crimes previstos no art. 1º, apesar de constarem como “crimes de responsabilidade” são, na
04
52
Os crimes previstos no art. 4º são crimes de responsabilidade efetivamente, que são chamados
1
Nesse sentido: STF. Plenário. HC 70671, Rel. Min. Carlos Velloso, julgado em 13/04/1994.
AU
AR
SUMULA 164-STJ: O prefeito municipal, após a extinção do mandato, continua sujeito a processo
IA
SÚMULA 703-STF: A extinção do mandato do Prefeito não impede a instauração de processo pela
UE
25
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
IA
RC
OBS.: Vale ressaltar que o DL 201/67 foi recepcionado pela CF/88 como lei ordinária (Súmula 496
GA
do STF).
UE
IQ
1.7.2. Vereadores municipais
NR
Alexandre de Moraes: NÃO há a possibilidade de criação pelas Constituições Estaduais, nem
HE
pelas Leis Orgânicas dos Municípios, de imunidades formais em relação aos vereadores, ou
LO
ampliação da imunidade material, já que a competência para legislar sobre direito civil, penal e
AU
processual penal é privativa da União. No entanto, diversa é a hipótese de previsão de foro
4P
privilegiado para o processo e julgamento dos vereadores, podendo a CE prever o TJ como juízo
20
competente.
15
07
19
Ressalta-se que, em recente decisão, o STF entendeu que não é possível que as Constituições
04
Estaduais prevejam foro por prerrogativa de função para agentes políticos que não estejam previstos,
JO
direta ou indiretamente, na Constituição Federal. Dessa forma, não pode mais a Constituição Estadual
AU
prever foro por prerrogativa de função para os chefes do Poder Executivo Municipal, em razão da
AR
aplicação do princípio republicano que exige uma interpretação restrita sobre o tema.
IA
RC
JURISPRUDÊNCIA DO STF
GA
73316
Polícia 73316
HE
CUIDADO!
UE
IQ
NR
26
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
O julgado acima fala em foro por prerrogativa de função para o Procurador-Geral do Estado. No
IA
RC
entanto, o STF possui recente julgado afirmando que a Constituição estadual não pode prever foro
GA
por prerrogativa de função, de forma genérica, para os Procuradores do Estado (que não ocupam
UE
o cargo de Procurador-Geral). Nesse sentido: ADI 2553/MA.
IQ
Em crimes dolosos contra a vida: Tribunal do Júri (VIDE SÚMULA 721/STF).
NR
HE
Crime de responsabilidade – Câmara Municipal.
LO
AU
4P
JURISPRUDÊNCIA DO STF
20
SÚMULA VINCULANTE 45 - A competência constitucional do Tribunal do Júri prevalece sobre
15
o foro por prerrogativa de função estabelecido exclusivamente pela Constituição Estadual.
07
19
04
1.7.3. Governadores
JO
AU
Também poderá responder por crimes comuns e crimes de responsabilidade:
AR
Legislativa:
RC
GA
73316
JURISPRUDÊNCIA DO STF
UE
27
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
afastamento do cargo, o STJ poderá aplicar qualquer uma das medidas
IA
RC
cautelares penais (exs: prisão preventiva, proibição de ausentar-se da
GA
comarca, fiança, monitoração eletrônica etc.). STF. Plenário. ADI 4777/BA,
UE
ADI 4674/RS, ADI 4362/DF, rel. orig. Min. Dias Toffoli, red. p/ o acórdão
IQ
Min. Roberto Barroso, julgado em 9/8/2017 (Info 872). STF. Plenário. ADI
NR
5540/MG, Rel. Min. Edson Fachin, julgado em 3/5/2017 (Info 863). STF.
HE
Plenário. ADI 4764/AC, ADI 4797/MT e ADI 4798/PI, Rel. Min. Celso de
LO
Mello, red. p/ o ac. Min. Roberto Barroso, julgados em 4/5/2017 (Info 863).
AU
4P
● CRIMES DE RESPONSABILIDADE: Tribunal Especial Composto por 5 desembargadores do
20
TJ + 5 membros da assembleia legislativa e quem vai presidir esse tribunal é o presidente do
15
TJ. Precisa de autorização da assembleia legislativa.
07
19
O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu, na sessão desta quinta-feira (4), o
04
julgamento de três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs 4798,73316
4764 e 4797), e confirmou
JO
AU
o entendimento de que as unidades federativas não têm competência para editar normas que
AR
exijam autorização da Assembleia Legislativa para que o Superior Tribunal de Justiça (STJ)
instaure ação penal contra governador e nem para legislar sobre crimes de responsabilidade.
IA
RC
Também foi confirmado que, no caso de abertura de ação penal, o afastamento do cargo não
GA
73316
acontece automaticamente.
UE
JULGAR GOVERNADOR:
04
O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu, na sessão desta quinta-feira (4), o
52
71
julgamento de três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs 4798, 4764 e 4797), e confirmou
90
o entendimento de que as unidades federativas não têm competência para editar normas que
1
04
(STJ) instaure ação penal contra governador e nem para legislar sobre crimes de
AU
responsabilidade. Também foi confirmado que, no caso de abertura de ação penal, o afastamento
AR
Ao pacificar esse entendimento, os ministros aprovaram, por unanimidade, uma tese segundo a
GA
28
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
ao Superior Tribunal de Justiça dispor, fundamentadamente, sobre a aplicação de medidas
IA
RC
cautelares penais, inclusive afastamento do cargo”. De acordo com os ministros, o texto será
GA
usado como base para a propositura de uma Súmula Vinculante sobre a matéria.
UE
Quanto aos crimes de responsabilidade, os ministros mantiveram entendimento já resumido na
IQ
Súmula Vinculante 46, segundo a qual a definição dos crimes de responsabilidade e o
NR
estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento são da competência legislativa
HE
privativa da União.
LO
AU
NORMAS QUESTIONADAS
4P
20
As ações questionavam as Constituições do Piauí (ADI 4798), do Acre (ADI 4764) e de Mato
15
Grosso (ADI 4797), nos trechos em que tratam da definição de crimes de responsabilidade
07
(infrações político-administrativas), normas sobre processo e julgamento das acusações
19
populares objetivando a decretação de impeachment de governador e que condicionam à prévia
04
autorização da Assembleia Legislativa a instauração, perante o STJ, de ação penal em caso de
JO
AU
crime comum supostamente cometido por governador.
AR
Autor das três ações, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sustentava
IA
que os dispositivos questionados nas constituições estaduais violariam o artigo 22, inciso I, da
RC
Constituição Federal, que atribui à União a competência privativa para legislar sobre direito
GA
73316
processual. Além disso, segundo a OAB, as assembleias legislativas não teriam isenção política
UE
para decidir sobre a autorização necessária para a abertura de processo por crime comum contra
IQ
governador no STJ e também para julgá-lo na própria assembleia nos crimes de responsabilidade.
NR
HE
O julgamento das ações no Plenário do STF começou em agosto de 2015, quando o relator dos
O
três casos, ministro Celso de Mello, alinhou-se à jurisprudência dominante à época no sentido de
UL
que eram válidos artigos de constituições estaduais que condicionavam a abertura de ação penal
PA
votou, ainda, no sentido de que as unidades federativas não podem editar normas sobre crimes
71
de responsabilidade, uma vez que compete privativamente à União legislar sobre o crime de
90
responsabilidade
73316 – entendimento que acabou sendo condensado na Súmula Vinculante 46. O
1
04
julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro Luís Roberto Barroso.
JO
AU
Na sessão desta quinta-feira (4), o ministro Barroso apresentou voto-vista em que divergiu
AR
governadores, salientou que existem três situações que legitimam uma mutação constitucional e
GA
29
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
negativas de uma determinada linha de entendimento. E, para o ministro, no caso concreto, esses
IA
RC
três requisitos estão presentes.
73316
GA
Houve uma mudança na percepção do direito e mudou, também, a realidade fática, representada
UE
por uma “imensa demanda da sociedade por um pouco mais de decência no mundo político”.
IQ
Além disso, o ministro salientou as consequências nefastas produzidas pelo entendimento
NR
anterior, que culminou na impossibilidade da instauração de ações penais contra governadores,
HE
mesmo em caso de evidentes violações à legislação penal.
LO
AU
Quanto ao processamento de ações por crimes de responsabilidade, o ministro manteve o
4P
entendimento já assentado na Súmula Vinculante 46, segundo o qual “a definição dos crimes de
20
responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento são da
15
competência legislativa privativa da União”.
07
19
Por fim, o ministro Barroso frisou seu ponto de vista contrário ao afastamento automático do
04
governador no caso de abertura de ação penal. O simples recebimento de uma denúncia, um ato
JO
AU
de baixa densidade decisória, segundo o ministro, não pode importar em afastamento automático
AR
do governador. Esse afastamento só pode ocorrer se o STJ entender que há elementos a justificá-
lo. O governador pode ser afastado, mas não como decorrência automática do recebimento da
IA
RC
73316
Edson Fachin, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Cármen Lúcia.
IQ
NR
O relator, ministro Celso de Mello, que manteve o voto anteriormente proferido, ficou vencido no
HE
ponto referente à necessidade de autorização da casa legislativa para instauração de ação penal.
O
O decano afirmou, contudo, que a partir desse julgamento vai observar em seus votos a nova
UL
diretriz jurisprudencial.
PA
04
ATUAÇÃO INDIVIDUAL
52
71
Ao final da sessão, os ministros decidiram que os relatores dos demais casos em tramitação no
90
1
JURISPRUDÊNCIA DO STF
RC
GA
30
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
governador e vice-governador nos casos de crime de responsabilidade.
IA
RC
Isso porque a tipificação dos crimes de responsabilidade e o
GA
estabelecimento de normas relativas ao processamento e julgamento
UE
desses delitos são de competência privativa da União.
IQ
(ADI 4811/MG, relator Min. Gilmar Mendes, julgamento virtual finalizado
NR
em 13.12.2021 (segunda-feira), às 23:59)
HE
LO
1.7.4. Foro por prerrogativa de função e desmembramento
AU
REGRA GERAL
4P
20
Desmembramento do processo, devendo cada réu ser julgado pelo eventual Tribunal
15
competente no caso de ter prerrogativa de foro, ou ser julgado em primeiro grau de jurisdição se não
07
19
exercer qualquer função que enseje a prerrogativa.
04
JO
EXCEÇÃO AU
Em circunstâncias especiais, demonstradas e justificadas em cada caso concreto, será negado
AR
73316
RC
INCONCILIÁVEIS E CONTRADITÓRIAS;
IQ
●
HE
De acordo com o STF (Info 1110), as investigações contra autoridades com prerrogativa de foro
04
perante o STF submetem-se ao prévio controle judicial, circunstância que inclui a autorização
52
judicial para as investigações. Essa atividade de supervisão judicial deve ser constitucionalmente
71
Assim, e diante do caráter excepcional das hipóteses constitucionais de foro por prerrogativa de
JO
privilegiado nos tribunais de segundo grau, motivo pelo qual é necessária a supervisão das
IA
31
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
Diante disso, o STF confirmou a necessidade de autorização judicial para a instauração de
IA
RC
investigações penais originárias perante o Tribunal de Justiça, seja pela Polícia Judiciária, seja pelo
GA
Ministério Público.
UE
IQ
Atente-se aos julgados importantes sobre o tema:
NR
HE
JURISPRUDÊNCIA DO STF
LO
Decisão do STF que definiu o rito do processo de impeachment da
AU
presidente Dilma
4P
Principais conclusões do STF na decisão que definiu o rito do processo de
20
impeachment da Presidente Dilma: 1) Não há direito à defesa prévia antes
15
07
do recebimento da denúncia pelo Presidente da Câmara. 2) É possível a
19
aplicação subsidiária dos Regimentos Internos da Câmara e do Senado que
04
tratam sobre o impeachment, desde que sejam compatíveis com os
JO
preceitos legais e constitucionais pertinentes. 3) Após o início do processo
AU
de impeachment, durante a instrução probatória, a defesa tem o direito de
AR
73316
sejam aplicadas,
73316 para o processo de impeachment, as hipóteses de
JO
impeachment deve ser feita por indicação dos líderes e voto aberto do
RC
32
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
deverão ser indicados pelos líderes, na forma do Regimento Interno da
IA
RC
Câmara dos Deputados. Assim, não é possível a apresentação de
GA
candidaturas ou chapas avulsas para a formação da comissão especial.
UE
STF. Plenário. ADPF 378/DF, Rel. Min. Edson Fachin, julgado em 16, 17 e
IQ
18/12/2015 (Info 812). 73316
NR
HE
Não é possível que o STF examine questões jurídicas formuladas a
LO
respeito da denúncia antes do seu envio à Câmara dos Deputados para
AU
o juízo político de que trata o art. 86 da CF/88
4P
Imagine que foi formulada denúncia contra o Presidente da República por
20
infrações penais comuns. O STF deverá encaminhar esta denúncia para a
15
Câmara dos Deputados exercer o seu juízo político. É possível que, antes
07
desse envio, o STF analise questões jurídicas a respeito desta denúncia,
19
como a validade dos elementos informativos (“provas”) que a embasaram?
04
NÃO. Não há possibilidade de o STF conhecer e julgar qualquer questão ou
JO
matéria defensiva suscitada pelo Presidente antes que a matéria seja
AU
AR
com a chamada “justa causa”, uma das condições da ação penal, cuja
HE
dos Deputados. STF. Plenário. Inq 4483 QO/DF, Rel. Min. Edson Fachin,
PA
OBSERVAÇÃO
90
contra autoridade com foro por prerrogativa de função em tribunal de justiça — ou, ao menos, deve
RC
cientificar o aludido tribunal para fins de possibilitar o exercício da atividade de supervisão judicial. A
GA
UE
1
HC 201965/RJ, relator Min. Gilmar Mendes, julgamento em 30.11.2021
IQ
NR
33
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
exigência de supervisão judicial se impõe mesmo em relação aos procedimentos investigativos
IA
RC
instaurados no âmbito do próprio Ministério Público.
GA
Até porque é necessária a prévia autorização judicial para a instauração de inquérito
UE
contra autoridade com foro por prerrogativa de função em tribunal de justiça.
IQ
NR
No caso, para além da ilegalidade das diligências investigativas encomendadas, a
HE
ausência de supervisão judicial das investigações deflagradas pelo Parquet contra autoridade com
LO
foro por prerrogativa de função em tribunal de justiça justifica que seja declarada a nulidade dos
AU
Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) por intercâmbio e das provas deles decorrentes, bem
4P
assim a imprestabilidade de elementos probatórios assim colhidos em procedimento de investigação
20
criminal.
15
07
No concurso da TCE RJ (2021), o tema foi cobrado da seguinte forma:
19
04
JO
Com relação aos poderes da República, julgue o item a seguir.
AU
As constituições dos estados não podem estender aos governadores a prerrogativa do
AR
73316
GA
73316
O item foi considerado CORRETO.
UE
IQ
NR
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
HE
SITE DO STF
PA
DIZER O DIREITO.
04
52
2. JURISPRUDÊNCIA
71
190
JURISPRUDÊNCIA DO STF
04
JO
ADPF 783/ES, relator Ministro Dias Toffoli, julgamento virtual finalizado em 3.3.2023 (sexta-feira),
RC
34
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
É inconstitucional — por violar os princípios da impessoalidade e da moralidade administrativa
IA
RC
(CF/1988, art. 37, “caput”) e por incorrer em desvio de finalidade — decreto presidencial que,
GA
ao conceder indulto individual (graça em sentido estrito), visa atingir objetivos distintos
UE
daqueles autorizados pela Constituição Federal de 1988, eis que observa interesse pessoal ao
IQ
invés do público.
NR
ADPF 964/DF, ADPF 965/DF, ADPF 966/DF, ADPF 967/DF, relatora Ministra Rosa Weber,
HE
julgamento finalizado em 10.5.2023. INFORMATIVO 1094.
LO
AU
É inconstitucional — por violar o pressuposto da dupla vacância, previsto para o modelo federal
4P
e cuja observância pelos estados-membros é obrigatória —, norma de Constituição estadual
20
que determina, em caso de vacância, eleição avulsa para o cargo de vice-governador pela
15
Assembleia Legislativa.
07
ADI 999/AL, relator Ministro Dias Toffoli, julgamento virtual finalizado em 23.6.2023 (sexta-feira),
19
às 23:59. INFORMATIVO 1100.
04
JO
É inconstitucional — por exorbitar os limites outorgados ao Presidente da República (CF/1988,
AU
AR
art. 84, IV) e vulnerar políticas públicas de proteção a direitos fundamentais — norma de
decreto presidencial, editado com base no poder regulamentar, que inova na ordem jurídica e
IA
RC
Desarmamento).
73316
ADI 6.119/DF, ADI 6.139/DF, ADI 6.466/DF, ADI 6.134 MC/DF, ADI 6.675 MC/DF, ADI 6.676
UE
MC/DF,
IQ
NR
ADI 6.677 MC/DF, ADI 6.680 MC/DF, ADI 6.695 MC/DF, DPF 581 MC/DF, ADPF 586 MC/DF,
HE
relatora Ministra Rosa Weber, julgamento virtual finalizado em 30.6.2023 (sexta-feira), às 23:59.
INFORMATIVO 1102.
O
UL
PA
(art. 81, CF), mas tampouco pode desviar-se dos princípios constitucionais que norteiam a
71
73316
(iii) que a filiação partidária não pressupõe a escolha em convenção partidária nem o registro
da candidatura pelo partido político;
GA
(iv) a regra da maioria, enquanto critério de averiguação do candidato vencedor, não se mostra
UE
IQ
NR
35
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
afetada a qualquer preceito constitucional que vincule os Estados e o Distrito Federal.”
IA
RC
ADPF 969/AL, relator Ministro Gilmar Mendes, julgamento virtual finalizado em 14.8.2023
GA
(segunda-feira), às 23:59. INFORMATIVO 1104.
UE
IQ
É inconstitucional — por ultrapassar a prerrogativa pautada na mera reorganização
NR
administrativa (CF/1988, art. 84, VI, “a” e “b”) e ofender o princípio da reserva legal (CF/1988,
HE
art. 48, X, c/c o art. 61, § 1º, II, “a”) — norma estadual que autoriza a transformação, mediante
LO
decreto ou outro ato normativo infralegal, de funções de confiança em cargos em comissão ou
AU
vice-versa.
4P
ADI 6.180/SE, relator Ministro Dias Toffoli, julgamento virtual finalizado em 14.8.2023 (segunda-
20
feira), às 23:59. INFORMATIVO 1104.
15
07
3. TESES COM REPERCUSSÃO GERAL - STF
19
04
TEMA 1326/2024:
JO
● AU
A iniciativa legislativa para definição de obrigações de pequeno valor para pagamento de
AR
● TEMA 1084/2023:
GA
73316
É constitucional a lei municipal que delega ao Poder Executivo a avaliação individualizada, para
fins de cobrança do IPTU, de imóvel novo não previsto na Planta Genérica de Valores, desde que
UE
contraditório.
HE
TEMA 0576/2019:
O
●
UL
201/67) não impede sua responsabilização por atos de improbidade administrativa previstos na
04
TEMA 0371/2015:
90
●
1
constitucional do indulto (CF, art. 84, XII), que traduz expressão do poder de graça do Estado,
JO
73316
pessoal e detentivo.
IA
RC
● TEMA 0835/2016:
GA
Para os fins do art. 1º, inciso I, alínea "g", da Lei Complementar 64, de 18 de maio de 1990,
alterado pela Lei Complementar 135, de 4 de junho de 2010, a apreciação das contas de prefeitos,
UE
IQ
NR
36
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
tanto as de governo quanto as de gestão, será exercida pelas Câmaras Municipais, com o auxílio
IA
RC
dos Tribunais de Contas competentes, cujo parecer prévio somente deixará de prevalecer por
GA
decisão de 2/3 dos vereadores.
UE
IQ
NR
HE
TAREFAS PARA O ESTUDO ATIVO
LO
AU
01. Qual a função típica e as funções atípicas do Poder Executivo?
4P
20
15
07
19
04
JO
02. Diferencie: AU
Sistema Presidencialista Sistema Parlamentarista
AR
IA
RC
GA
73316
UE
IQ
NR
HE
O
UL
PA
03. Qual o entendimento do STF sobre lei municipal que concede pensão especial mensal e
04
73316
UE
IQ
NR
37
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
IA
RC
05. Quais as condições de elegibilidade para Presidente da República?
GA
UE
IQ
NR
73316
HE
LO
AU
06. O que acontece em caso de impedimento ou vacância do cargo de Presidente da República?
4P
20
15
07
19
04
07. O que é mandato-tampão? JO
AU
AR
IA
RC
GA
73316
UE
IQ
38
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
IA
RC
GA
11. Quais as competências do Conselho Nacional de Defesa?
UE
IQ
NR
HE
LO
AU
4P
12. Quem pode ser destituído através de impeachment?
20
15
73316
07
19
04
JO
AU
13. Sucintamente, explique o procedimento de impeachment.
AR
IA
RC
GA
73316
UE
IQ
NR
HE
O
UL
PA
14. Governadores de Estado e do DF e Prefeitos podem ser valer da imunidade formal em relação
04
52
39
HE
O
UL
PA
19
04
DIREITO CONSTITUCIONAL
JO
AU
Poder Executivo
AR
IA
RC
GA
UE
16. É necessária autorização prévia para o STJ julgar Governador?
IQ
NR
HE
LO
AU
4P
20
15
07
19
04
JO
AU
AR
IA
RC
GA
73316
UE
IQ
NR
HE
O
UL
PA
04
52
71
90
1
04
JO
AU
73316
AR
IA
RC
GA
UE
IQ
NR
40
HE
O
UL
PA