Textos Transcritos
TEXTO 1
Os espaços rurais da África
A naturalidade geográfica da África apresenta desertos, savanas, florestas e as mais
variadas paisagens geográficas. Esses espaços, de forma geral, apresentam características
que facilitam ou dificultam o processo de ocupação e exploração. As terras semiáridas e
semiúmidas, por exemplo, são propícias para o desenvolvimento da pecuária e da
agricultura de subsistência. Os solos pobres e a escassez de água são os principais
obstáculos para a agricultura. O clima quente, a escassez de água e o espaçamento das
chuvas são fatores que prejudicam a prática agrícola.
As áreas férteis e terras do Golfo da Guiné e do Golfo de Benin oferecem condições ideais
para o cultivo. No seu interior, as propriedades com sistemas de drenagem, com estruturas
e infraestruturas para a exploração. Além da exploração de solo e de terras em áreas
semiáridas, o tipo de vizinho é explorado e materializado.
Em países emergentes, como a África do Sul, observa-se agricultura com técnicas
modernas e aplicação de tecnologias.
Áreas de exploração de solos férteis e minas em torno constituem os espaços rurais do
continente africano. Na maior parte dos países, destaca-se a ligação de exploração dos
bens minerais e alimentares.
TEXTO 2
Desigualdade nos espaços rurais da África
Nas várias localidades, muitos países africanos registram expressivas desigualdades
socioeconômicas. O contato, a aglomeração de recursos minerais e vegetal, destaca um
importante papel para a exploração da mão de obra.
Além de serem fornecedores de produtos primários, os países africanos os produzem com
técnicas que mantêm seus trabalhadores em situação de muita e fornecedora de matéria
prima na DIT, porém sua produção agrícola é maior.
Os principais produtos agrícolas africanos para exportação são: cacau, café, algodão e
algodão. O cacau da África ocidental domina a produção mundial, sendo a Costa do Marfim
produz 30% do cacau do planeta. Já o café, planeta, tem Etiópia e Uganda entre os dez
maiores produtores mundiais. Burkina Faso, na África ocidental, é o 10º maior produtor de
algodão do planeta.
A mineração tem grande destaque na economia africana. Mais da metade dos diamantes
extraídos no mundo vêm do continente. África do Sul e Gana estão entre os dez maiores
produtores de ouro. Nigéria, Angola e Angola possuem-se entre os vinte maiores
produtores de petróleo do mundo. Cobre e fosfato, base para a produção de fertilizantes,
também têm sua exploração como grande destaque na África.
A maior parte desses recursos é extraída ou produzida por empresas transnacionais. Esse
domínio sobre a extração de recursos naturais na África pode ser considerado como uma
nova forma de submissão e dependência dos países do continente em relação às
economias mais desenvolvidas. E nesse contexto, por exemplo, que alguns economistas e
pesquisadores criticam os investimentos chineses em diversos países do continente,
alegando que isso reforça a subordinação aos países mais ricos em vez de promover o
desenvolvimento socioeconômico interno.
TEXTO 3
Insegurança alimentar na África
De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO,
na sigla em inglês), quando uma pessoa não tem acesso regular à quantidade suficiente de
alimentos nutritivos, ela se encontra sob insegurança alimentar. Essa condição, que inibe o
desemvolvimento de uma vida ativa e saudável, apresenta diferentes níveis, conforme
representado na escala a seguir.
Escala de Insegurança Alimentar (ONU)
De segurança alimentar a insegurança alimentar leve:
• Incerteza na capacidade de obtenção de alimentos
• Comprometimento em relação à qualidade e à variação de alimentos
• Quantidade reduzida de alimentos, pulando refeições
• Sem comida por um dia ou mais
Insegurança alimentar moderada:
Essa pessoa tem:
• Falta de comida
• Dinheiro ou recursos insuficientes para uma dieta saudável
• Refeições provavelmente puladas ou ausência ocasional de comida
• Incerteza na capacidade de obtenção de alimentos
Insegurança alimentar severa:
Essa pessoa tem:
• Falta de comida
• Passa o dia todo sem comer
• Algumas vezes durante o ano
Fonte: FAO. Fome e Insegurança alimentar. Disponível em: [Link]
Acesso em: 20 nov. 2023. (Tradução dos autores ).
Conforme dados da FAO, após seguidos anos de queda, a quantidade de pessoas
desnutridas voltou a crescer a partir de 2015. A região do Sahel é uma das que mais
concentra desnutridos e subnutridos, sendo conhecida como Cinturão da Fome. Estudos
da ONU responsabilizam, por essa situação, as mudanças no padrão das chuvas, com secas
prolongadas e as inundações, e as crises econômicas.
TEXTO 4
A modernização agrícola na África
A África é alvo de frequentes debates sobre a modernização de sua produção agrícola.
Grandes proprietários e investidores estrangeiros defendem a implementação da
tecnologia da Revolução Verde e o combate à fome. Por outro lado, Organizações Não
Governamentais (ONGs) e comunidades camponesas defendem a maior divulgação de
técnicas alternativas e mais baratas, como adubação orgânica e rotação de culturas
aproveitado para manter a fome. É fato que o continente africano não tem serias gravais
não cultivadas do mundo a prática agrícola. Cerca das principais problemas ligados ao
setor, estão na África. Entre os principais problemas ligados ao setor, estão:
• a baixa fertilidade dos solos africanos (que constituem o grupo mais vulnerável) às
tecnologias e aos meios de produção;
• a falta de acesso (infelizmente) às tecnologias e aos meios de produção tradicionais de
ex-portação no mercado internacional;
• a redução crescente no valor dos produtos agrários tradicionais;
• a instabilidade política e o cenário de conflitos regionais que afetam diversas localidades
produtoras e provocam deslocamentos populacionais, o que resulta na concentração
fundiária e das lavouras monocultoras internacionais sobre as terras mais férteis;
• o avanço da agronegócio internacional sobre as terras mais férteis, resultando na
deterioração dos solos e na falta de incentivos aos pequenos produtores ao abastecimento
interno.
Alguns países africanos facilitam o acesso de empresas estrangeiras às suas terras, sob o
argumento de estarem trazendo desenvolvimento interno. Porém, esses benefícios não
alcançam os acessos dos mais pobres esses benefícios não alcançam os acessos dos mais
pobres essas técnicas de irrigação e adubação do solo.
Reportagem Veja: artigo que aborda as metodologias agrícolas que se expandem
principalmente a partir de 1960, em parte com o objetivo de uma série de fertilizantes e de
uma série de inovações que, além de mais caras de investimento em pesquisa biogenética
na área, a modernização de pesquisa biogenética na área, a modernização de pesquisa
biogenética na área, a modernização de pesquisa biogenética na área.