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RADIOATIVIDADE

A radioatividade é um fenômeno nuclear que resulta da desintegração de átomos, levando à emissão de radiações como alfa, beta e gama, cada uma com diferentes capacidades de penetração. Este processo pode ser espontâneo, ocorrendo naturalmente em elementos radioativos, ou induzido artificialmente em laboratórios. A transmutação, que é a transformação de um elemento em outro devido à emissão de partículas, pode ser natural ou artificial, sendo a primeira observada em elementos de alto número atômico e a segunda realizada por experimentos científicos.

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RADIOATIVIDADE

A radioatividade é um fenômeno nuclear que resulta da desintegração de átomos, levando à emissão de radiações como alfa, beta e gama, cada uma com diferentes capacidades de penetração. Este processo pode ser espontâneo, ocorrendo naturalmente em elementos radioativos, ou induzido artificialmente em laboratórios. A transmutação, que é a transformação de um elemento em outro devido à emissão de partículas, pode ser natural ou artificial, sendo a primeira observada em elementos de alto número atômico e a segunda realizada por experimentos científicos.

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RADIOATIVIDADE

É um termo químico que causa muita desconfiança e pavor em muitas pessoas, isso se deve ao que ela
ocasionou em certas situações como, por exemplo, os diversos acidentes nucleares, sendo o mais conhecido o de
Chernobyl. Porém, este não é um fenômeno ruim, também pelo fato de suas diversas aplicações em nosso dia a dia
que possibilitaram entre outras coisas o avanço de tratamentos como o da radioterapia.
Radioatividade é um fenômeno nuclear que resulta da emissão de energia por átomos, provocada em
decorrência de uma desintegração, ou instabilidade, de elementos químicos. Desta forma, um átomo pode se
transformar em outro átomo e quando isso acontece, significa que ele é radioativo.

Figura 1: Radioatividade

Um elemento químico radioativo é aquele que é capaz de emitir radiações fortes a ponto de, por exemplo,
produzir a fluorescência. O fenômeno de emissão ocorre quando o núcleo do átomo se encontra com excesso de
partículas e/ou cargas precisando assim liberar energia na forma de radiação para se estabilizar.
Um elemento pode emitir radiação, independente de seu estado físico (sólido, líquido ou gasoso) e de
fatores químicos (temperatura e pressão em que se encontra), como por exemplo, o Urânio-238. Este isótopo,
estando em qualquer estado físico ou mesmo ligado à outra espécie é, e sempre será, um elemento radioativo
natural que emite radiações, sabe por quê? A radioatividade está relacionada diretamente com o núcleo atômico.

Figura 2: Comportamento do núcleo estável e instável.

A radioatividade das partículas Alfa, Beta e das ondas Gama são as mais comuns. O tipo de radiação
determina o poder de penetração na matéria, que são, respectivamente, baixa, média e alta.
Alfa (α) - são partículas pesadas de carga positiva, que desintegram do seu núcleo 2 prótons e 2 nêutrons. A
sua radioatividade pode ser impedida por uma folha de papel.
Beta (β) - são partículas de carga negativa, que não contém massa. A sua radioatividade - superior à de alfa -
pode penetrar uma folha de papel, mas não uma placa de metal.
Gama (γ) - são ondas leves, de altíssima frequência e que não possuem massa. A sua forte capacidade de
penetração faz com que a sua radioatividade passe tanto pelo papel como pelo metal.

Figura 3: Poder de penetração das emissões radioativas.

À medida que a radiação é emitida, o átomo se desintegra o que resulta na sua transformação, pois é o
número atômico que determina o elemento químico, ocorrendo assim o decaimento radioativo.
O tempo que essa desintegração do elemento leva para reduzir a sua massa pela metade é chamado de meia
vida ou período de semidesintegração.
A radioatividade pode ser espontânea ou induzida, a primeira é um processo natural e que ocorre em
elementos e seus isótopos encontrados naturalmente, já o segundo caso se trata de um processo artificial
provocado por transformações nucleares, geralmente em reatores.
Quando um núcleo atômico emite uma partícula (alfa ou beta), ele transforma-se em um elemento
diferente. Toda vez que há emissão de partículas, ocorre à transformação do elemento emissor em outro elemento
da tabela periódica. Essa transformação é chamada de transmutação.
Transmutação natural é a transmutação espontânea por parte de núcleos de elementos químicos com
número atômico alto, gerando assim novos núcleos. Estes núcleos formados através da transmutação natural podem
ser tanto estáveis quanto radioativos, caso emitam radiação.
Elementos químicos que possuem alto número atômico possuem núcleos grandes e instáveis; portanto,
transmutam-se em outros espontaneamente. Esses novos núcleos podem ser estáveis ou também radiativos.
A transmutação artificial é a transmutação provocada por ação humana, também conhecida como
transmutação experimental graças à sua função de gerar experiências em laboratórios que possam trazer novos
resultados. A primeira transmutação artificial provocada com sucesso foi feita pelo físico Ernest Rutherford, no ano
de 1919, quando se utilizando de nitrogênio e bombardeando partículas emitidas por polônio, Rutherford obteve
oxigênio como resultado.
Esse processo é realizado em laboratórios de Física Nuclear com o uso ou não de partículas radioativas. O
que difere uma transmutação artificial de uma reação nuclear natural é que, na reação natural, o núcleo do átomo
perde partículas e forma um novo núcleo. Na transmutação artificial, uma partícula é utilizada no núcleo de um
átomo para transformá-lo.

Figura 4: Transmutação natural e artificial

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