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For Cab Ruta

O documento aborda o conceito de intrusão e as técnicas de força bruta para crackear senhas em sistemas. Ele discute ferramentas como John the Ripper e Hydra, suas funcionalidades e métodos de instalação, além de enfatizar a importância de políticas de senha seguras. Também menciona o uso de módulos PAM para autenticação e segurança em sistemas operacionais.

Enviado por

thienryhpprado
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For Cab Ruta

O documento aborda o conceito de intrusão e as técnicas de força bruta para crackear senhas em sistemas. Ele discute ferramentas como John the Ripper e Hydra, suas funcionalidades e métodos de instalação, além de enfatizar a importância de políticas de senha seguras. Também menciona o uso de módulos PAM para autenticação e segurança em sistemas operacionais.

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Au dit or ia de Se n h a s

Cr a ck e a n do Se n h a s
O conceit o de I nt rusão

Am e a ça ou Tent at iva ( quando o


invasor pula o m uro) .
At a qu e ( concret iza o
arrom bam ent o) .
I n va sã o ( quando obt ém sucesso) .
Para concret izar um At aque

Obt e r m e io de a ce sso n ã o
a u t or iza do a um sist em a rem ot o
com configurações padrões.
Força Brut a

Au dit a n do ou Cr a ck e a n do Senhas.

Força Brut a para crackear senhas em


Se r viços:
- POP, FTP, Telnet , Proxy- Web,
- Web Servers, rot eadores ou SO
For ça Br u t a pa r a
Au dit a r ou Cr a ck e a r Se n h a s
Audit ando Senhas
Muit as vezes, as senhas são consideradas o
lado m ais fraco em um a polít ica de
segurança.

É da nat ureza hum ana procurar a solução


m ais fácil para um problem a.

Usuários t endem a não criar senhas longas


e com plexas. Pois é difícil de lem brar.
Audit ando Senhas

Muit as vezes t endem a criar senhas


com algo no seu am bient e.

I sso t orna fácil para um invasor


deduzir um a senha, ou fácil para um
decifrador de senhas det erm inara
essas senhas fáceis de lem brar.
Audit ando Senhas

A m aioria das em presas ainda cont a com


senhas, com o único m ecanism o de
aut ent icação para acesso aos recursos de
seus sist em as.

Responsabilidade da equipe de segurança:


ga r a n t ir que a s se nh a s cor r e spon da m a
u m r e qu isit o m ín im o de se gu r a n ça .
Audit ando Senhas

Con t r a m e dida : o uso de verificadores de


senha ou ferram ent as de audit oria de
senhas para reforçar polít icas de senha.
- aj uda a reduzir o risco im post o por
senhas m al escolhidas.
- Exem plos:
- Jack Cracker ( m ais clássica)
- Nut cracker ( Escrit o em Perl)
- Joh n t h e Rippe r
Usando John t he Ripper

Alt ernat iva ao Jack Cracker.


Bem m ais rápido e sofist icado que o
Jack Cracker.
Favorit o de m uit os script kiddies e
crackers.
É o preferido para audit oria de senha.
Escrit o em linguagem C.
John t he Ripper

A m aioria dos sist em as usa MD5, ao


invés de DES.
Pode ser configurado para usar o
t em po inat ivo do processador, para
decifrar sessões.
Perm it e a rest auração de sessões de
decifração.
John t he Ripper
Possui um a variedade de conj unt os
de regras configuráveis.

Qualquer soft ware de vulnerabilidade


de segurança deve ser inst alado
num a m áquina que não sej a de
produção, pois est e soft ware
possibilit a a qualquer usuário, a
decifragem de senhas do sist em a.
John t he Ripper
Caso precise, usar perm issões bem
rest rit as, para os a r qu ivos de sa ída
e para o a r quivo u sa do pa r a fa ze r
a u dit or ia , com o perm issões 7 0 0 ,
com perm issão de propriedade de
root .

Download em :
ht t p: / / [Link] / j ohn
John t he Ripper – version 1.x
Copie para o seu diret ório de t rabalho
e descom pact e:
>./tar xzf [Link]

Será criado um diret ório: john-1.x

Dent ro do qual deverá ser acessado o


subdiret ório: /src
John t he Ripper – version 1.x

>cd john-1.6/src/

Será exibida a list a de possíveis


com pilações, m ost rando ser um a
ferram ent a m ult iplat aform a:
>./make

/usr diret ório Linux dos arquivos de perfis


e configurações pessoais dos usuários.
John t he Ripper – version 1.x
>./tar xzvf [Link]
–c /usr/local/src

Ent re no diret ório onde foi descom pact ado


e leia o arquivo readme:
>cd /usr/local/src/readme
>less readme

Dent ro do readme t em as inst ruções de


com o proceder a inst alação.
John t he Ripper – version 1.x
Com pilando o John ...
>cd ./scr

>make ... ( para a com pilação, deve ser


indicada a plat aform a na qual será
inst alada John) .

Em Linux:
>make linux-x86-any-elf

>make install
John t he Ripper – version 1.x
Depois da inst alação, os arquivos
execut áveis est arão no diret ório:
/usr/local/john-1.x/run/

Depois de inst alado, pode- se t est ar as


senhas:
>cd ../run

/etc diret ório que cont ém os arquivos de


configuração de ut ilit ários ou program as do
sist em a
John t he Ripper

shadow – arquivo de senhas do


sist em a Linux.

Test ar as senhas na form a básica de


uso do John: >./john /etc/shadow
John t he Ripper
Exem plificando o m odo single :
>./john –single /etc/shadow

Quebrando a senha de um usuário


específico: livianvital
>./john –show –users:livianvital
/etc/shadow
John t he Ripper

Ext raindo a senha do shadow:

>./unshadow /etc/passwd
/etc/shadow > <arquivo-de-senha>
Argum ent os do John
>./john -single /etc/shadow
utiliza as informações de login como
base para a wordlist. Forma de simples
de cracking.

>./john -wordfile:/temp/[Link]
/etc/shadow
modo de wordlist, serão usadas apenas as
palavras contidas no arquivo
[Link]
Argum ent os ...
>./john –rules /etc/shadow
Habilit a regras para o m odo de wordlist .

>./john –incremental ...... Modo


poderoso de cracker baseado em
com binações.

>./john –external ...... Modo de


com binação que possibilit a a ut ilização de
definições ext ernas.
John t he Ripper

Em u m a sit u a çã o ide a l, não


convém decifrar o arquivo shadow
( arquivo que cont ém as senhas
cript ografadas) de um a m áquina, na
m esm a m áquina em que se encont ra
o arquivo shadow.
John t he Ripper
Se precisar execut ar o John t he Ripper na
m esm a m áquina, cuidar com o arquivo
[Link] no diret ório install
directory/john-1.x/run/[Link]

É em [Link] que est ão t odas as


senhas decifradas.

Usar est e arquivo com perm issões


rest rit ivas ...
John t he Ripper

Dicionário de palavras ( supost as


senhas) com 2.290 palavras
..../john-1.x/run/[Link]

Para am pliar o dicionário, fazer


download de out ros dicionários, e
concat enar ao dicionário default . Usar
esse últ im o com o padrão.
John t he Ripper
Se quiser usar um a list a de palavras
diferent e da padrão:

>./john -wordfile:[diretorio/arquivo]

I nt errom pendo o processam ent o do


arquivo de senha: CNTL-C

Para reiniciar a sessão:


>./john –restore [arquivo a restaurar]
John t he Ripper

Para m ost rar t odas as senhas


decifradas e usuários associados:

>./john –show /etc/shadow


John t he Ripper
Regra est abelecida para verificar senhas de
um a m aneira concent rada:

Configurando o arquivo j [Link] localizado em


install directory/run/ , pode- se
configurar conj unt os de regras únicos,
dependendo das necessidades.

Docum ent ação sobre regras est á em install


directory/docs/RULES.
John t he Ripper

Os adm inist radores ut ilizam


Verificadores de Senha ( Jack Cracker,
Nut cracker, John t he Ripper) e m se u
a m bie n t e , para a u dit a r a s se nh a s
de seu sist em a, de scobr in do
se nh a s fr a ca s e m ot ivando um a
polít ica de senhas fort es.
Audit ando Senhas com o PAM

Con t r a m e dida :

Configurar o SO para verificar o t am anho e


a com plexidade de senhas at ravés de
m ódulos de aut ent icação conect áveis ( PAM
– Plu gga ble Au t h e n t ica t ion M odu le s)
fornecidos com a dist ribuição.

PAM é a bibliot eca que perm it e aut ent icar


usuários.
PAM

Login Rem ot o:

- se r vidor de a u t e n t ica çã o ( a base


de usuários não est á na m esm a
m áquina do usuário, m as em um a
m áquina da rede.
PAM
Modificar o program a login para que
ele suport e aut ent icação rem ot a.

Se surgir um novo algorit m o de


cript ografia, m ais rápido, que
gost aríam os de usar, t erm os que
m odificar novam ent e o program a
login.
PAM
Num SO, m uit os program as
( aplicações ou serviços) ut ilizam
algum t ipo de aut ent icação de
usuários.

I m agine se esses program as t enham


que ser reescrit os, cada vez que
algum dos crit érios de aut ent icação
sej a alt erado. ... ... ...
PAM
SUN criou o PAM e liberou at ravés de
RFC.
O Lin u x derivou sua im plem ent ação
do PAM, a part ir desse docum ent o.
Configurando o PAM no Linux, o
program a ( aplicação ou serviço)
precisa ser reescrit o apenas um a vez,
j ust am ent e para suport ar o próprio
PAM.
PAM

A part ir daí o program a ( aplicação ou


serviço) delega a responsabilidade de
aut ent icação para o PAM.
PAM

No caso de se querer m udar o


algorit m o de cript ografia para senhas,
bast a que o PAM sej a m odificado para
que t odos os program as, passem
aut om at icam ent e e de m odo
t ransparent e, a usufruir dessa nova
form a de aut ent icação.
PAM
É possível configurar a aut ent icação de
form a individual para cada program a
( aplicação ou serviço) .

Com isso, pode- se t er um usuário usando


cert os recursos de HW, desde que os
m esm os sej am acessados pelo console da
m áquina. Se o login não t iver sido feit o
pelo console, o acesso ao recurso de HW é
negado.
PAM
Nenhum program a ( aplicação ou
serviço) sabe algum a coisa sobre
recursos de HW. Eles não precisam
saber!

O PAM se encarrega disso.

O PAM vai além da aut ent icação.


PAM

Os m ódulos do PAM podem ser de


quat ro t ipos:
- aut h
- account
- passwd
- session
PAM – Tipo aut h
Tipo de m ódulo que ve r ifica se o u su á r io
é m e sm o qu e m e le diz se r .

Pode pedir apenas o u se r n a m e e um a


pa ssw or d.

Ou usar biom e t r ia : aut ent icar at arvés da


im pressão digit al, im agem da ret ina ou
im pressão de voz.
PAM – Tipo account

Aut orização e Acesso

Verifica se o usuário est á aut orizado a


uit ilizar o serviço ao qual est á se
aut ent icando.
PAM – Tipo passwd

Usado quando se desej a m udar a


senha.

Podem ser adicionados m ódulos que


verifiquem se um a senha é fort e ou
fraca.
PAM – Tipo session
Encarregada de execut ar o que for
necessário para cr ia r o a m bie n t e do
u su á r io.

Fornecer a ce sso a a lgu n s disposit ivos


loca is:
- áudio,
- CD- ROM,
- fazer regist ro de event os nos arquivos
de log do sist em a SO,
- ou m ont ar sist em as de arquivos.
Exem plo de Módulos PAM

pa m - pw db
Pode ser usado com t odos os quat ro
t ipos.

pa m - con sole
Norm alm ent e usado com o session.
For ça Br u t a e m Se r viços
Força Brut a em Serviços
Técnicas clássicas e “ barulhent as” .

A m aioria dos sist em as para força brut a em


serviços, gera logs de t ent at ivas de
conexão.

Ferram ent as:


- [Link] [Link] ( Melo, S. 2004 p.130)
- Blast er ( Melo, S. 2004 p.130)
- H ydr a ( Melo, S. 2004 p.131)
Força Brut a em Serviços - Hydra
Escrit a na linguagem C.

Desenvolvida para am bient es POSI X.

Obj et ivo: descobrir u se r na m e e/ ou


pa ssw or d a part ir de um serviço.

Arquivos: [Link]
[Link]
Hydra
Front End Xhydra em GTK.

Linux, UNIX BSD, Solaris, Mac OS/X e outros UNIX-


like.

Windows com Cygw in ( ferram ent as Shell GNU que


emulam Linux em Windows) , com suport e a IPV4 e
IPV6.

Sist em as m óveis baseados em processadores ARM


Advanced Risc Machine) (Zaurus, Ipaq).
Hydra

Pr ova o con ce it o de r e cu r sos de


se gu r a n ça , com a possibilidade de
m ost rar a facilidade de se obt e r a ce sso
n ã o- a u t or iza do a um sist em a rem ot o,
...
... dent ro de um cenário em que o
adm inist rador m ant ém con figu r a çõe s
pa dr õe s de con t a s e se n h a s fr a ca s
nos serviços disponíveis.
Hydra
É possível t est ar os seguint es
serviços:

Telnet , FTP, HTTP, HTTPS, HTTP-


Proxy, LDAP, SMB, SMBNT, MS- SQL,
MySQL, POP3, I MAP, NNTP, I CQ,
PCNFS, VNC, SOCKS5, REXEC,
SAP/ R3, Cisco Aut h, Cisco Enable,
Cisco AAA.
Hydra

SSH e Oracle.

Pode usar a t écnica de Bounce para


força- brut a em aplicação Web
ut ilizando um Proxy- Web m al
configurado.
Hydra
Com pilando Hydra:
>./configure
>make
>make install

Com pilando o Front End GTK


>cd hydra-gtk
>./configure && make && make
install
Hydra
Com pilando em Palm Pilot e Mobiles
baseados em processadores ARM:
>./configure-palm
>./configure-arm

Por padrão, o Hydra será inst alado


em /usr/local/bin/...
Seu binário é “ hydra” e o binário do
Front End é “ xhydra” .
Hydra

hydra <ip-alvo> <def-serviço> <opções>

Opções Especiais:

opção “ - m ”

Alguns serviços requerem t écnicas de força-


brut a com a opção “ - m ” .

WWW, SSL, HTTP, HTTPS,


Hydra

Rest aurando um a sessão abort ada ou


t ravada.
- CNTL C
- [Link] ore ( arquivo)
- > ???

Perform ance no uso do Hydra


- opção “ - t ”
- desem penho depende do prot ocolo.
- o m ais rápido, é geralm ent e, o POP3.
Hydra
Out ras opções em serviços com o:
SMBNT, LDAP, serviços Cisco, SAP/ R3

O aplicat ivo PW - I N SPECTOR:


Ut ilit ário para m anipular wordlist , ext raindo
de um a wordlist um a segunda wordlist
seguindo padrão pré- definido pelos seus
parâm et ros.
Hydra e PW- I NSPECTOR
Serve para criar out ras wordlist s,
quando o at acant e sabe o perfil de
senha que o alvo ut iliza, result ando
assim num a redução da list a de
senhas ( wordlist ) .

Por exem plo: senhas com o m ínim o


de 6 caract eres.
PW- I NSPECTOR
Sej a um a wordlist com vários t ipos de
senhas: [Link]

Ordenando words.t xt
>cat [Link] | sort | uniq >
[Link]

Ext raindo de [Link] apenas as


senhas que at endam ao padrão:
>cat [Link] | pw-inspector –m
–c 2 –n > [Link]

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