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Aula Instrumentao

O documento aborda a disciplina de Instrumentação e Controle de Processos, com foco na aquisição de conhecimentos sobre controle industrial e instrumentação. Os alunos aprenderão sobre modelos de controle, técnicas de controle, e aplicações práticas utilizando elementos como Ladder e Arduino. A ementa inclui fundamentos de controle, instrumentos para processos, técnicas de controle, e avaliações baseadas em provas e trabalhos.

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Aula Instrumentao

O documento aborda a disciplina de Instrumentação e Controle de Processos, com foco na aquisição de conhecimentos sobre controle industrial e instrumentação. Os alunos aprenderão sobre modelos de controle, técnicas de controle, e aplicações práticas utilizando elementos como Ladder e Arduino. A ementa inclui fundamentos de controle, instrumentos para processos, técnicas de controle, e avaliações baseadas em provas e trabalhos.

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Instrumentação e Controle

de Processos
Tec. Mecatrônica
Prof. Daniel Soares de Alcântara 1
Metodologia e Objetivo
Aulas de natureza teórica / prática que visam a
aquisição de conhecimentos em controle de
processos industriais e instrumentação.

Ao final da série, o aluno deverá ser capaz de:

•Conhecer os modelos e as técnicas básicas de controle.

•Trabalhar com aplicações de controles industriais utilizando o


conceito de máquina de estado.

•Identificar, descrever e dimensionar elementos e circuitos básicos


de controle / instrumentação em Ladder e Arduino.

2
Pré Requisitos

3
Ementa:

UNIDADE 1 : Fundamentos do controle de processos – 16 H/A


1.1 - Processos industriais e variáveis de processos.
1.2 - Conceitos básicos e terminologia.

UNIDADE 2: Instrumentos para controle de processos - 16 H/A


2.1 - Classificação dos sensores e medidores.
2.2 - Símbolos gráficos e identificação dos sensores e medidores.
2.3 - Sensores e medidores de temperatura.
2.4 - Sensores e medidores de pressão.
2.5 - Sensores e medidores de nível.
2.6 - Sensores e medidores de vazão.
2.7 - Sensores de proximidade.
2.8 - Sensores e medidores de deslocamento e rotação.
2.9 - Atuadores.
4
UNIDADE 3: Modelos e dinâmica de processos – 8H/A
3.1 - Modelos e dinâmica de processos de primeira ordem.
3.2 - Modelos e dinâmica de processos de segunda ordem.
3.3 - Sistemas com tempo morto e com integrador.

UNIDADE 4: Técnicas de controle – 20 H/A


4.1 - Sistemas de controle de malha aberta.
4.2 - Sistemas de controle realimentados.
4.3 - Realimentação negativa.
4.4 - Controle Proporcional (P).
4.5 - Erros de resposta.
4.6 - Controle Proporcional e Integral (PI).
4.7 - Estabilidade.
4.8 - Controle Proporcional Integral Derivativo (PID).
4.9 - Sintonia de controladores PID.
4.10 - Controle digital.
5
UNIDADE 5: Aplicações de controle de processos – 20 H/A
5.1 - Controle de temperatura
5.1.1 - Controle on-off.
5.1.2 - Controle contínuo.
5.2 - Controle de motores
5.2.1 - Controle de velocidade.
5.2.2 - Controle de posição.
5.3 - Controle em tempo real por computador

6
Bibliografia Básica:
ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e
automação de processos. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2010. x, 201 p.

FIALHO, A. B. Instrumentação Industrial: conceitos, aplicações e análises. 6 ed. São


Paulo: Érica, 2007.

MORAES, C. C. Engenharia de Automação Industrial. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC,


2007.

Bibliografia Complementar:
BEGA, E. A. Instrumentação Industrial. 2 ed. Rio de Janeiro: Interciências, 2006.

LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na indústria. 6. ed. São Paulo: Érica, 2008.

OGATA, K. Engenharia de Controle moderno. 4 ed. São Paulo: Pearson Prentice


Hall, 2003.
7
Avaliações:

Prova mensal: 40%


Prova Bimestral: 40%
Trabalhos: 20%

8
Objetivos da disciplina

9
Instrumentação

10
Instrumentação

11
Instrumentação

Leitura e Controle

12
Objetivos da instrumentação

13
Instrumentação e Controle de Processos

Controle Automação Instrumentação


14
Mecanização x Automação x Controle

Mecanização : Homem Máquinas

Força Ferramenta
Controle

Automação: Máquinas Homem

Força Controle

Controle: Máquinas Controladores

Força Controle 15
16
17
18
19
20
21
O que é um PROCESSO INDUSTRIAL?

22
23
Tipos de Processos.... Industriais....Produção
Processos Contínuos:
são aqueles que possuem saídas contínuas.

24
Processos Contínuos:

Processo automatizado;
Produtos padronizados;
Grandes volumes de produção;
Tarefas repetitivas;
Linha de montagem não pode ser modificada.

25
Tipos de Processos.... Industriais....Produção
Processos Discretos ou Manufaturas:
são aqueles que possuem produtos enumeráveis,
como na produção de autopeças.

26
Tipos de Processos.... Industriais....Produção
Processos por batelada:
são os que possuem característica de ambos os
modelos.

27
Processos por batelada:

28
O que é Controle?

O controle de processos industriais é uma solução de


automação industrial.
É realizado por máquinas chamadas de controladores de processos,
que têm como funções:

Medir o valor da variável de processo;

Determinar sinal de correção;

Aplicar correção.

29
30
31
Justificativa para controlar........
Principais problemas de controle.......

✓Processo estável (auto-regulado):


Existe um equilíbrio entre entrada e saída do
processo;

Sistema estável.
Distúrbio aparece e desaparece.
Há controle. 32
Justificativa para controlar........
Principais problemas de controle.......

✓Processo instável (não auto-regulado):


Não existe tendência de haver equilíbrio entre entrada e saída.

Sistema instável.
Distúrbio aparece e cresce.
Não há controle. 33
Justificativa para controlar........
Principais problemas de controle.......

Atrasos em Processos
✓Resistência:
Resistem a transferência de energia ou de
um material

34
✓Resistência:

35
✓Resistência:

36
Justificativa para controlar........
Principais problemas de controle.......

Atrasos em Processos
✓Capacitância:
É a característica apresentada por alguns
componentes do processo que acumula
energia ou material. Pode ser:
•Monocapacitivo
•Bicapacitivo
•Multicapacitivo
37
✓Capacitância:

38
✓Capacitância:

39
✓Capacitância:

40
✓Capacitância:
Panela de Pressão 6 L Panela de Pressão 4,5 L

41
✓Capacitância:
Panela de Pressão 6 L Panela de Pressão 4,5 L
Espessura 2mm Espessura 1mm

42
Justificativa para controlar........
Principais problemas de controle.......

Atrasos em Processos
✓Tempo morto:
É o intervalo de tempo entre o instante em
que o sistema sofre uma variação qualquer e
o instante em que esta começa a ser
detectada pelo elemento sensor.

43
Justificativa para controlar........
Principais problemas de controle.......

Outros...... Distúrbios

Alimentação Demanda

Climáticas Set - Point


44
1.1 - Instrumentação.

45
1.1 - Instrumentação.

46
Sistema de medição.

47
1.2 – Instrumento

É qualquer dispositivo, utilizado com a


finalidade de medir, indicar, registrar ou
controlar as variáveis de um processo.

48
1.2 – Instrumento

É qualquer dispositivo, utilizado com a


finalidade de medir, indicar, registrar ou
controlar as variáveis de um processo.

Todo dispositivo usado para direta ou


indiretamente medir e/ou controlar uma
variável.”

49
1.2 – Instrumento

50
O papel da Instrumentação é transformar grandezas
físicas de processos em informações que possam ser
utilizadas no controle do processo

Calor

51
O papel da Instrumentação é transformar grandezas
físicas de processos em informações que possam ser
utilizadas no controle do processo

Instrumento
Calor

52
O papel da Instrumentação é transformar grandezas
físicas de processos em informações que possam ser
utilizadas no controle do processo

Transforma a grandeza física


em tensão elétrica

Instrumento
Calor

53
2 - Aplicações da Instrumentação
2.1 - Controle de Processos

54
2 - Aplicações da Instrumentação
2.1 - Controle de Processos

55
2 - Aplicações da Instrumentação
2.1 - Controle de Processos

56
2 - Aplicações da Instrumentação
2.1 - Controle de Processos

Passivos
Ativos
57
2 - Aplicações da Instrumentação
2.1 - Controle de Processos

Ativos

58
2 - Aplicações da Instrumentação
2.1 - Controle de Processos

59
2 - Aplicações da Instrumentação
2.1 - Controle de Processos

60
2 - Aplicações da Instrumentação
2.1 - Controle de Processos

61
2 - Aplicações da Instrumentação

2.2 - Monitoração

62
2 - Aplicações da Instrumentação

2.3 - Análise Experimental (Investigação)

Refere-se às aplicações onde a medição


fornecida por algum instrumento tem uso
destinado à um experimento, para
determinação de algum parâmetro, modelo
e/ou validação do mesmo.

63
64
65
A resolução em transdutores é indicada em bits.

66
A resolução em transdutores é indicada em bits.

67
68
69
Faixa de medição correta

Escolhendo a faixa
de medição correta

A faixa da escala deve ser


escolhida de forma que a
pressão do processo
medida esteja entre 1/3 e
2/3 da faixa da escala.

70
71
Range: 0 a 60 bar
72
73
Range: -60 a 60 °C
74
75
Range: 0 a 30 V
76
77
O range é informado na placa de identificação.
78
O range é informado na placa de identificação.
79
Se o URV for de 50 bar e o LRV for de 5 bar, o
range é de 5 a 50 bar. 80
81
82
83
84
85
86
Rangeabilidade
É a razão entre os valores máximo e mínimo da faixa de
medição, lidos com a mesma exatidão no instrumento.

87
88
Exercício:
De acordo com as terminologias apresentadas, apresente
os seguintes valores:

Range (faixa de medida):


Span (alcance):
Valor Real (exatidão de 1% do span):

89
Exercício:
De acordo com as terminologias apresentadas, apresente
os seguintes valores:

Range (faixa de medida): 0 a 25 bar

90
Exercício:
De acordo com as terminologias apresentadas, apresente
os seguintes valores:

Range (faixa de medida): 0 a 25 bar


Span (alcance): 25 - 0 = 25 bar

91
Exercício:
De acordo com as terminologias apresentadas, apresente
os seguintes valores:

Range (faixa de medida): 0 a 25 bar


Span (alcance): 25 - 0 = 25 bar
Valor Real (exatidão de 1% do span):

1 x 25 = 0,25
100

Valor Real = 5 +/- 0,25 bar


92
Exercício:
De acordo com as terminologias apresentadas, apresente
os seguintes valores:

Range (faixa de medida):


Span (alcance):
Valor Real (exatidão de 0,5%
do valor lido):

93
Exercício:
De acordo com as terminologias apresentadas, apresente
os seguintes valores:

Range (faixa de medida): 20 a 300 mmHg

94
Exercício:
De acordo com as terminologias apresentadas, apresente
os seguintes valores:

Range (faixa de medida): 20 a 300 mmHg


Span (alcance): 300 – 20 = 280 mmHg

95
Exercício:
De acordo com as terminologias apresentadas, apresente
os seguintes valores:

Range (faixa de medida): 20 a 300 mmHg


Span (alcance): 300 – 20 = 280 mmHg
Valor Real (exatidão de 0,5% do valor lido):

0,5 x 120 = 0,6


100

Valor Real = 120 +/- 0,6 mmHg


96
A resolução é a menor indicação que pode ser
observada no instrumento.

97
A resolução é a menor indicação que pode ser
observada no instrumento.

Resolução de
5 kgf/cm2 98
A resolução é a menor indicação que pode ser
observada no instrumento.

99
A resolução é a menor indicação que pode ser
observada no instrumento.

Resolução de
0,5 mca

100
A resolução é a menor indicação que pode ser
observada no instrumento.

101
A resolução é a menor indicação que pode ser
observada no instrumento.

102
A resolução é a menor indicação que pode ser
observada no instrumento.

103
A resolução é a menor indicação que pode ser
observada no instrumento.

104
A resolução em transdutores é indicada em bits.

105
A resolução em transdutores é indicada em bits.

Resolução de 1 bit
0 a 10V
Valor Valor Faixa de Tensão
Decimal Binário Tensão (V) (V)
0 0 0-5 0
1 1 5 - 10 10

106
A resolução em transdutores é indicada em bits.
Resolução de 2 bits
0 a 10V
Valor Valor Faixa de
Decimal Binário Tensão (V)
0 00 0 – 2,5
1 01 2,5 - 5
2 10 5 – 7,5
3 11 7,5 - 10
107
A resolução em transdutores é indicada em bits.
Resolução de 3 bits - 0 a 10V
Valor Valor Faixa de Tensão
Decimal Binário (V)
0 000 0 – 1,25
1 001 1,25 – 2,5
2 010 2,5 – 3,75
3 011 3,75 - 5
4 100 5 – 6,25
5 101 6,25 – 7,5
6 110 7,5 – 8,75
7 111 8,75 -10 108
Resolução de 4 bits - 0 a 10V
Valor Decimal Valor Binário Faixa de Tensão (V)
0 0000 0 – 0,625
1 0001 0,625 – 1,25
2 0010 1,25 – 1,875
3 0011 1,875 – 2,5
4 0100 2,5 – 3,125
5 0101 3,125 – 3,75
6 0110 3,75 – 4,375
7 0111 4,375 -5
8 1000 5 – 5,625
9 1001 5,625 – 6,25
10 1010 6,25 – 6,875
11 1011 6,875 – 7,5
12 1100 7,5 – 8,125
13 1101 8,125 – 8,75
14 1110 8,75 – 9,375
109
15 1111 9,375 - 10
A resolução em transdutores é indicada em bits.
Resolução de 10 bits - 0 a 5V
Valor Valor Faixa de Tensão Tensão
Decimal Binário (V) (V)

110
ERRO

111
ERRO

112
ERRO

113
ERRO

114
ERRO

115
ERRO

116
1 3 4 2

117
3 - Classes gerais dos instrumentos

118
3 - Classes gerais dos instrumentos

119
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.1 - Instrumentos cegos

São instrumentos que não possuem


indicação visível do valor da variável
medida.

120
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.1 - Instrumentos cegos

São instrumentos que não possuem


indicação visível do valor da variável
medida.

121
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.2 - Indicadores
São instrumentos que dispõem de indicador
e escala graduada, na qual se pode ler o
valor da variável medida.

122
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.2 - Indicadores

123
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.3 - Registradores

Registram as medidas em papel ou meio


digital.

124
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.4 - Transmissores

São aqueles que transmitem a outro


equipamento o valor de uma variável de
processo medida por um elemento
primário.

125
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.4 - Transmissores

126
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.4 - Transmissores

127
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.4 - Transmissores

128
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.4 - Transmissores

129
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.4 - Transmissores

Existem diversos tipos.

130
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.4 - Transmissores

Existem diversos tipos.


O mais utilizado:

Corrente: 4 a 20 mA

131
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.4 - Transmissores

Existem diversos tipos:


O mais utilizado:

Corrente: 4 a 20 mA

132
3.4 – Sinais de Corrente x Tensão

Curiosidades:

Por que o mercado escolheu o


sinal 4 - 20mA e não 0 - 20mA? 133
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.4 - Transmissores

134
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.4 - Transmissores

135
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.4 - Transmissores
Tensão: 0 a 5V ou 0 a 10V

Fonte CC

Receptor
136
Testes:

137
Testes:

138
Testes:

Transmissor

Fonte

139
Testes:

Transmissor Fonte

140
Testes:

141
Testes:

142
Testes:

143
3.4 - Transmissores
3.4.1 - Segundo o Tipo de Sinal
[Link] – Tipo Elétrico

Utiliza sinais elétricos de corrente ou


tensão.

Largamente usado em todas as indústrias,


onde não ocorre risco de explosão.

144
3.4 - Transmissores
Vantagens do Sinal - Tipo Elétrico

a) Transmissão para longas distâncias.

145
3.4 - Transmissores
Vantagens do Sinal - Tipo Elétrico

a) Transmissão para longas distâncias.


b) Não necessita de equipamentos
auxiliares.

146
3.4 - Transmissores
Vantagens do Sinal - Tipo Elétrico

a) Transmissão para longas distâncias.


b) Não necessita de equipamentos
auxiliares.
c) Permite fácil conexão aos
computadores.

147
3.4 - Transmissores
Vantagens do Sinal - Tipo Elétrico

a) Transmissão para longas distâncias.


b) Não necessita de equipamentos
auxiliares.
c) Permite fácil conexão aos
computadores
d) Realização de operações
matemáticas.
148
3.4 - Transmissores
Vantagens do Sinal - Tipo Elétrico

a) Transmissão para longas distâncias.


b) Não necessita de equipamentos
auxiliares.
c) Permite fácil conexão aos
computadores
d) Realização de operações matemáticas.
e) Permite que o mesmo sinal seja “lido”
por mais de um instrumento. 149
3.4 - Transmissores
Desvantagens do Sinal - Tipo Elétrico

a) Necessita de técnico especializado


para sua instalação e manutenção.

150
3.4 - Transmissores
Desvantagens do Sinal - Tipo Elétrico

a) Necessita de técnico especializado para


sua instalação e manutenção.

b) Exige cuidados especiais em áreas


de riscos.

151
3.4 - Transmissores
Desvantagens do Sinal - Tipo Elétrico

a) Necessita de técnico especializado para


sua instalação e manutenção.

b) Exige cuidados especiais em áreas de


riscos.

c) Os cabos de sinal devem ser


protegidos contra ruídos elétricos. 152
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.4 - Transmissores
[Link] Pneumático: 3 a 15 psi

153
3.4 - Transmissores
3.4.1 - Segundo o Tipo de Sinal
[Link] - Tipo Pneumático

É utilizado um gás comprimido, cuja


pressão é alterada conforme o valor que se
deseja representar.

O gás é linearmente manipulado numa


faixa específica, padronizada
internacionalmente. 154
3.4 - Transmissores
Vantagem do Sinal - Tipo Pneumático

A grande e única vantagem em seu utilizar


os instrumentos pneumáticos está no fato
de se poder operá-los com segurança em
áreas onde existe risco de explosão
(centrais de gás, por exemplo).

155
3.4 - Transmissores
Desvantagens do Sinal - Tipo Pneumático

a) Necessita de tubulação.

156
3.4 - Transmissores
Desvantagens do Sinal - Tipo Pneumático

a) Necessita de tubulação.
b) Necessita de equipamentos.

157
3.4 - Transmissores
Desvantagens do Sinal - Tipo Pneumático

a) Necessita de tubulação.
b) Necessita de equipamentos auxiliares.
c) Não pode ser enviado à longa
distância.

158
3.4 - Transmissores
Desvantagens do Sinal - Tipo Pneumático

a) Necessita de tubulação.
b) Necessita de equipamentos auxiliares.
c) Não pode ser enviado à longa
distância.
d) Vazamentos ao longo da linha.

159
3.4 - Transmissores
Desvantagens do Sinal - Tipo Pneumático

a) Necessita de tubulação.
b) Necessita de equipamentos auxiliares.
c) Não pode ser enviado à longa
distância.
d) Vazamentos ao longo da linha.
e) Não permite conexão direta aos
computadores.
160
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.5 - Transdutores (Elemento Primário)

Transformam uma variável física em outra


forma de energia.

161
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.6 - Controladores

Têm como objetivo controlar.

O controle é feito comparando a variável


controlada com um valor desejado (set
point) e fornece um sinal de saída.

162
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.6 - Controladores

163
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.6 - Controladores

164
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.6 - Controladores

165
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.6 - Controladores

166
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.7 – Instrumento Final de Controle

É o que vai atuar no controle do processo.

167
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.7 – Instrumento Final de Controle

É o que vai atuar no controle do processo.

Após ser mensurado, indicado, registrado e


comparado com um set point, o controlador
envia o sinal de controle para o elemento
final corrigir o processo.
168
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.7 – Instrumento Final de Controle

169
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.8 – Conversores

É um tipo de transdutor que trabalha


apenas com sinais de entradas e saídas.

170
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.8 – Conversores

É um tipo de transdutor que trabalha


apenas com sinais de entradas e saídas.
Sinal pneumático de
entrada (compressor)

171
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.8 – Conversores

É um tipo de transdutor que trabalha


apenas com sinais de entradas e saídas.
Sinal pneumático de
entrada (compressor)
Sinal pneumático
de saída (válvula)

172
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.8 – Conversores

É um tipo de transdutor que trabalha


apenas com sinais de entradas e saídas.
Sinal pneumático de
entrada (compressor)
Sinal pneumático
de saída (válvula) Sinal de corrente
(4 a 20 mA)
173
3 - Classes gerais dos instrumentos

3.9 – Chaves

Dispositivos que ligam ou desligam um


circuito .

174
Instrumentação e
Controle de
Processos

Medidores de
Pressão
Prof. Daniel Soares de Alcântara
175
Medição de Pressão

176
Medição de Pressão

177
Medição de Pressão

SET-POINT AÇÃO DE VARIÁVEL


CONTROLE MANIPULADA

DISTÚRBIO

178
Importância de sua Medição

▪Presente em 90% das Indústrias.

▪Localizado principalmente em sistemas


hidráulicos e pneumáticos.

▪Indústria de Processo Continuo.

179
Importância de sua Medição

Sólidos

180
Importância de sua Medição

Gás ( pneumática )

181
Importância de sua Medição

Vapor

182
Importância de sua Medição

Líquidos

183
Definição de Pressão

P=F
A
184
Definição de Pressão

P = F (N)
A
185
Definição de Pressão

P = F (N)
2
A (m )
186
Definição de Pressão

P = F (N) Pa
=
2
A (m )

187
Escalas de Pressão

188
Definição de Pressão

189
190
191
Tipos de Pressão

192
Exemplos de Valores de Pressão

▪Pressão de um compressor de ar de
borracharia: 10 bar

▪Pressão de um pneu de carro: 30 psi

▪Pressão de água encanada: 20 mH2O

▪Pressão de uma bexiga: 1,6 cmHg


193
Exemplos de Valores de Pressão

Pressão de um compressor de ar de
borracharia: 10 bar
145,03 psi

1000000 Pa
10 bar =
7500,61 mmHg

10,19 kgf/cm2 194


Exemplos de Valores de Pressão

Pressão de um pneu de carro: 30 psi

206842,71 Pa

2,06 bar
30 psi =
1551,44 mmHg

2,10 kgf/cm2 195


Exemplos de Valores de Pressão

Pressão de água encanada: 20 mH2O

28,44 psi

196133 Pa
20 mH2O =
1,96 bar

2,0 kgf/cm2 196


Exemplos de Valores de Pressão

Pressão de uma bexiga: 1,6 cmHg

0,309 psi

2133,15 Pa
1,6 cmHg =
0,021 bar

16 mmHg 197
A pressão manométrica média
no interior da Panela de
Pressão, pode atingir valores
entre 20 e 30 psi, resultando
em temperaturas de ebulição
de cerca de 120ºC. 198
A pressão manométrica
média na garrafa de
refrigerante na
temperatura de 4°C é de
aproximadamente
1,2 atm (17,64 psi), a 20°C
é de 2,5 atm(36 psi).
199
Uma garrafa pet de 2
litros suporta entre
130 e 155 psi

200
Comportamento da Pressão

201
Comportamento da Pressão

202
Comportamento da Pressão

Pressão
Estática

203
Comportamento da Pressão

Pressão Pressão
Estática Dinâmica

204
Comportamento da Pressão

Absoluta Manométrica Diferencial


205
Medição de Pressão

206
Medição de Pressão Atmosférica

Por Coluna Líquida


Barômetro

207
Medição de Pressão Atmosférica

Por Coluna Liquida em U

208
Por Coluna Liquida em U

Vantagens:

▪Construção simples.

▪Boa precisão e exatidão.

209
Por Coluna Liquida em U

Desvantagens:

▪Não permite vibrações.

▪São apenas indicadores.

210
• BMP 180

211
• BMP 180

212
Medição de Pressão

Por deformação (elástico)


Manômetros de Bourdon

213
Medição de Pressão

Na prática, pode ser encontrado para faixas de medição


entre 0,6 bar (9 psi ou 60 kPa) e 7000 bar (105.000 psi ou
700.000 kPa). 214
Manômetros de Bourdon

Vantagens:

▪Baixo custo e elevada longevidade.

215
Manômetros de Bourdon

Desvantagens:

▪Indicação da variável somente no campo.

216
Manômetros de Bourdon

217
Medição de Pressão

Manômetros de Bourdon de Pressão Diferencial

218
Medição de Pressão

Manômetros de Bourdon Duplo

219
Medição de Pressão

Manômetros de Bourdon com Glicerina

220
Medição de Pressão

Manômetros de Bourdon Reto e Angular

221
Medição de Pressão

Manômetros para Prensa

222
Medição de Pressão

Manômetros para Caldeira

223
Medição de Pressão

Manômetros Medidor Pressão Pneus

224
Medição de Pressão

Manômetros de Bourdon Digital

225
Medição de Pressão
Por deformação (elástico)
Manômetros de Fole

Podem ser fabricados em cobre berílio, bronze fosforoso,


Monel, Inconel e aço inoxidável. 226
Medição de Pressão
Por deformação (elástico)
Manômetros de Fole

227
Medição de Pressão

Por deformação (elástico)


Manômetros de Fole

228
Medição de Pressão

Por deformação (elástico)


Manômetros de Diafragma

229
Medição de Pressão

230
Medição de Pressão
Faixa de Aplicação

231
Manômetro com Ponteiro de Arraste

O ponteiro de arraste acompanha o ponteiro


principal durante o aumento de pressão, no
entanto, ele fica parado no
ponto mais alto atingido
na escala, até que seja
reiniciado através do botão
aparente.

232
Manômetro com Contato

233
Vacuomanômetro

234
Como ler um medidor de Pressão

Escala completa Escala completa


carregável não carregável

235
Como ler um medidor de Pressão

236
Como selecionar um manômetro?

Tipo
C menor pressão medida 10 PSI
Bourdon Espiral mede baixa pressão
Helicoidal mede alta pressão

Diafragma mede de vácuo até 600 PSI


Fole mede de vácuo até 50 PSI
Capsula mede de vácuo até 15 PSI
237
Símbolo para o tipo de elemento de pressão

Tipo C

Espiral

Helicoidal

238
Símbolo para o tipo de elemento de pressão

Diafragma
Cápsula

239
Símbolo para o tipo de elemento de pressão

240
Qual é o elemento sensor de pressão?

241
Qual é o elemento sensor de pressão?

242
Transmissores de Pressão
Transmissores de Pressão
Transmissores de Pressão

Absoluta Diferencial Gauge

245
Transmissores de Pressão

246
Medição de Pressão

Medidores Especiais
LVDT : Transdutor de Indutância Variável

247
Medição de Pressão

Medidores Especiais
LVDT : Transdutor de Indutância Variável

Não produzem atrito durante a medição.


Apresentam uma resposta linear.
São pequenos e de construção robusta.
Não requerem ajustes especiais na montagem.

248
Medição de Pressão

Medidores Especiais
Piezoelétrico

249
Medição de Pressão

Medidores Especiais
Piezoelétrico

250
Medição de Pressão

Medidores Especiais
Capacitivo

251
Medição de Pressão

Medidores Especiais
Capacitivo
Tamanho pequeno, boa resistência à
temperatura, boa linearidade, boa resolução e
capacidade de medir tanto a pressão estática
como a dinâmica.

Possuem respostas lineares e praticamente


insensíveis a variações. 252
Medição de Pressão

Medidores Especiais
Potenciométricos

253
Medição de Pressão

Chave de Pressão
Pressostato

254
Medição de Pressão

Chave de Pressão
Pressostato

255
Medidores de Nível
Instrumentação e Controle de
Processos

Prof. Daniel Soares de Alcântara


256
257
258
259
260
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277
278
279
280
281
282
Borbulhador

283
Borbulhador
Usado para monitorar nível com detritos e espumas;

Para medir níveis em todos os tipos de líquidos, como


estações de resíduos sanitários;

Adequado para aplicações com líquidos corrosivos,


ácidos, perigosos, voláteis, derretidos, criogênicos ou
radioativos.

284
285
286
287
288
Os sensores supersônicos medem em:

Líquidos

Fluidos pastosos

Produtos a granel

289
Vantagens
A medição é feita independentemente das
propriedades do fluido

Ideal para fluidos agressivos com medição


sem contato

290
Adequado para poeira, vapor de água e outras
condições adversas. 291
292
Os sensores do radar medem em:

Líquidos

Fluidos pastosos

Produtos a granel
293
Vantagens
Precisão dos valores medidos
Ideal para processos com condições
dinâmicas

294
Usado em todos os tipos de líquidos.
Não é afetada por vapores pesados ​e pressão. 295
296
Não é afetada pela forma do reservatório.

297
Controle de Nível de Reservatório D'água , por Sonda
Hidrostática

298
299
300
301
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314
315
316
317
Rele de Nível

318
ACE de Nível

319
320
Sensor de Nível Automotivo

321
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323
324
325
Instrumentação e
Controle de
Processos
Medidores de Vazão

Prof. Daniel Soares de Alcântara

326
Aula 16 – 08/01/21
327
328
329
330
331
332
333
334
Q = Volume (Gas / Liquidos)
Tempo
Qm = Massa (Sólidos)
Tempo
335
336
337
Q1 = Q2
338
339
340
341
342
343
344
345
346
Empregado para medir fluidos contendo:
Meio com partículas sólidas.
Óleos contendo água.
Vapor úmido.
347
Este tipo de placa é mais comumente
usado para medir fluidos que
carregam uma pequena quantidade de
sólidos ou gases não abrasivos com
pequenas quantidades de líquido.

348
Geralmente usada para medir líquidos
ou gases que transportam impurezas
não abrasivas, incluindo lamas leves
ou gases excepcionalmente sujos.

349
Usado em serviços com líquidos, gases e vapor
limpos.

É econômico e bastante fácil de usar.

Ocupa menos espaço, o que o torna ideal para


aplicações com restrições de espaço.

Fica facilmente obstruído devido a impurezas


no gás ou em líquidos.
350
351
352
É usado para a medição de fluxo de alta velocidade.

Geralmente é usado em medições de água, vapor, ar


e gases.

É amplamente utilizado para fluxos de vapor de alta


pressão e temperatura.

A manutenção é cara e a instalação é difícil.

353
354
355
356
Pode ser usado somente em fluidos limpos.

Adequado para medição de fluxo de líquido, gás e


vapor.

Baixo custo de instalação.

357
358
359
360
361
362
Pode ser usado em fluidos limpos e sujos.

Adequado para medição de fluxo de líquido, gás,


lamas e vapor.

Solução ideal para medir o fluxo de vapor.

363
364
365
Sensor

366
367
Pode ser usado em fluidos limpos e sujos.

O princípio de funcionamento é baseado no princípio


de Bernoulli (equações de continuidade e balanço de energia).

Usado para uma variedade de fluidos e lamas


corrosivos, erosivos e altamente viscosos.

É relativamente caro e é usado principalmente em


fluidos duros, onde uma grande economia de
manutenção pode justificar o custo inicial. 368
369
370
Sua função é a de permitir que valores medidos
pelos transmissores representem a vazão medida.

371
372
373
374
Para medição de vazão de fluídos (líquidos e
gases).

Fornecendo indicação direta a partir da posição


do flutuador sob uma escala gravada no corpo do
vidro do instrumento.
Princípio de medição simples e de baixo custo
sem energia auxiliar.
375
376
Não possui peças móveis e é ideal para aplicações
em águas residuais ou em qualquer líquido sujo
que seja condutor ou à base de água.

Perda de carga praticamente nula.

377
378
379
380
381
Devido à sua versatilidade, esses medidores de
vazão tipo turbina são a solução para uma ampla
variedade de aplicações de detecção de fluxo de
líquido e gás nas indústrias.

Utilizado na medição de vazão de líquidos limpos.

Recurso ideal quando necessário alta precisão.

382
Hidrômetro

383
Hidrômetro

384
385
386
387
388
389
390
391
Usados para medir o fluxo volumétrico de gases,
vapores e líquidos em tubulações completamente
cheias.

392
393
394
Instrumentação e Controle de Processos
Aula 22/01/2021 Prof. Daniel Soares de Alcântara 395
396
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429
430
431
Como testar? 432
433
434
435
436
437
438
439
440
441
442
Sensor Temperatura TMP36

Características:
– Modelo: TMP36 TO92;
– Tensão de operação: 2,7 a 5,5VDC;
443
– Faixa de medição: -40° a 125°C;
Sensor Temperatura TMP36

444
445
446
447
448
449
450
451
SIMBOLOGIA
FLUXOGRAMA DE INSTRUMENTAÇÃO

452
SIMBOLOGIA

453
SIMBOLOGIA

454
SIMBOLOGIA
FLUXOGRAMA DE INSTRUMENTAÇÃO

455
SIMBOLOGIA
FLUXOGRAMA DE INSTRUMENTAÇÃO
TAG : é um código alfanumérico, cuja
finalidade é a de identificar equipamentos ou
instrumentos, dentro de uma planta de
processo.

IDENTIFICAÇÃO FUNCIONAL
LOCALIZAÇÃO
TIPO DE SINAL
456
SIMBOLOGIA
FLUXOGRAMA DE INSTRUMENTAÇÃO

457
SIMBOLOGIA

458
SIMBOLOGIA
FLUXOGRAMA DE INSTRUMENTAÇÃO

459
460
461
462
463
Instrumento Discreto (principal)
Acessível ao Operador 464
465
Instrumento Discreto (principal)
Não acessível ao Operador – Atrás do Painel
466
467
Instrumento Discreto
Montado no Campo 468
469
470
Instrumento Compartilhado (principal)
Acessível ao Operador 471
472
Instrumento Compartilhado
Montado no Campo 473
474
Instrumento Compartilhado (principal)
Não acessível ao Operador – Atrás do Painel
475
476
Computador de processo
477
478
PLC
479
480
481
482
483
484
Controlador
Indicador de
Pressão

Primeira Letra Segunda Letra ou +


Variável Medida Função de Informação
P Pressão Ponto de Teste
I Corrente Elétrica Indicador
C Condutividade Elétrica Controlador 485
486
Controlador
Indicador de
Temperatura

Primeira Letra Segunda Letra ou +


Variável Medida Função de Informação
T Temperatura Transmissor
I Corrente Elétrica Indicador
C Condutividade Elétrica Controlador 487
488
Controlador
Indicador de
Nível

Primeira Letra Segunda Letra ou +


Variável Medida Função de Informação
L Nível (Level) Lâmpada Piloto
I Corrente Elétrica Indicador
C Condutividade Elétrica Controlador 489
490
Controlador
Indicador de
Vazão

Primeira Letra Segunda Letra ou +


Variável Medida Função de Informação
F Vazão (Flow)
I Corrente Elétrica Indicador
C Condutividade Elétrica Controlador 491
492
Controlador
Indicador de
Potência

Primeira Letra Segunda Letra ou +


Variável Medida Função de Informação
J Potência
I Corrente Elétrica Indicador
C Condutividade Elétrica Controlador 493
494
Controlador
Indicador de
Velocidade

Primeira Letra Segunda Letra ou +


Variável Medida Função de Informação
S Velocidade (Speed) Chave
I Corrente Elétrica Indicador
C Condutividade Elétrica Controlador 495
496
Alarme de Nível
Alto

Primeira Letra Segunda Letra ou +


Variável Medida Função de Informação
L Nível (Level) Lâmpada Piloto
A Analisador Alarme
H Comando Manual Alto 497
498
Alarme de
Temperatura
Alto

Primeira Letra Segunda Letra ou +


Variável Medida Função de Informação
T Temperatura Transmissor
A Analisador Alarme
H Comando Manual Alto 499
500
Indicador de
Pressão

Primeira Letra Segunda Letra ou +


Variável Medida Função de Informação
P Pressão Ponto de Teste
I Corrente Elétrica Indicador
501
502
Indicador de
Temperatura

Primeira Letra Segunda Letra ou +


Variável Medida Função de Informação
T Temperatura Transmissor
I Corrente Elétrica Indicador
503
504
Indicador de
Nível

Primeira Letra Segunda Letra ou +


Variável Medida Função de Informação
L Nível (Level) Baixo
I Corrente Elétrica Indicador
505
506
Visor de Nível

Primeira Letra Segunda Letra ou +


Variável Medida Função de Informação
L Nível (Level) Baixo
G Escolha do Usuário Visor
507
508
Válvula de
Temperatura

Primeira Letra Segunda Letra ou +


Variável Medida Função de Informação
T Temperatura Transmissor
V Viscosidade Válvula
509
510
Válvula de
Segurança de
Pressão

511
Válvula de
Segurança de
Pressão

512
513
Válvula de
Segurança de
Pressão

514
Válvula de
Segurança de
Pressão

515
Válvula de Controlador
Segurança de Registrador de
Pressão Temperatura

516
Válvula de Controlador
Segurança de Registrador de
Pressão Temperatura

517
Válvula de Controlador Transmissor
Segurança de Registrador de Indicador de
Pressão Temperatura Pressão

518
519
Controlador
Registrador de
Vazão

520
Controlador Chave de Nível
Registrador de Muito Alta
Vazão

521
Controlador
Registrador de
Vazão

522
523
524
525
526
Válvula com atuador pneumático de diafragma

Válvula com atuador elétrico

Válvula com atuador hidráulico ou pneumático


tipo pistão

Válvula manual

Válvula auto - operada de diafragma


527
528
529
Indicador de temperatura instalado
no campo, com sinal de suprimento.

Indicador de temperatura instalado


no campo, com sinal elétrico.

530
531
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533
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542
543
544
EXEMPLO 1:

545
EXEMPLO 1:

546
EXEMPLO 1:

547
EXEMPLO 2:

548
Faça uma lista de todos os instrumentos com
identificacão:
a) Função / Localização
b) Tipos de sinais recebidos ou transmitidos

549
550
Resolução de 10 bits - no Arduino

551
int led = 11;
Int tempo = 1000;
void setup()
{
pinMode(led, OUTPUT);
}

void loop()
{
digitalWrite(led, HIGH);
delay(tempo);
digitalWrite(led, LOW);
delay(tempo);
}
Leitura no simulador V=10 V:
10110011(2), qual o valor em V?

554
Leitura no simulador V=10 V:
10110011(2), qual o valor em V?

101100112 = 17910

179 x 10 = 7,01 V
255

555
Leitura no simulador V=10V:
10111111, qual o valor em V?

556
Leitura no simulador V=10V:
10111111, qual o valor em V?
101111112 = 19110

191 x 10 = 7,49 V
255

557
Um instrumento com Range de 0 à 10V:

Resolução de 10 bits

Leitura no simulador: 1110110011(2), qual o valor


em V?

558
Um instrumento com Range de 0 à 10V:

Resolução de 10 bits

Leitura no simulador: 1110110011(2), qual o valor


em V?

210 - 1 = 1023 - 10 = 0,0097


1023
11101100112 = 94710 0,0097 x 947 = 9,18 V 559
Um instrumento com Range de 0 à 10V:
Resolução de 10 bits
Leitura no simulador: 850(10), qual o valor em V?

560
Um instrumento com Range de 0 à 10V:
Resolução de 10 bits
Leitura no simulador: 850(10), qual o valor em V?
10 = 0,00977 V
1023

850 x 0,00977 = 8,3084V

561
Resolução
Aplicação: Manutenção

562
Resolução - Aplicação: Manutenção (0 a 10V)

563
Resolução - Aplicação: Manutenção (0 a 10V)

Medidor de Vazão CLP


Range: 0 a 150 l/min Cartão de entrada analógico: 0 a 10V
Tensão: 0 a 10V Resolução: 8 bits
Acurácia: 0%

Rede
Dados analógicos: 8 bits
Em leitura e entrega decimal
564
Resolução - Aplicação: Manutenção (0 a 10V)

Medidor de Vazão CLP


Range: 0 a 150 l/min Cartão de entrada analógico: 0 a 10V
Tensão: 0 a 10V Resolução: 8 bits
Acurácia: 0%

Rede
Dados analógicos: 8 bits
Em leitura e entrega decimal - 28 = 256 - 1 = (0 a 255)
565
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 87 l/min calcule:


a) Quantos Volts são entregues pelo medidor de vazão neste
instante?
b) Quantos Volts o CLP reconhece como possíveis leituras?
c) Qual a conversão que o supervisório deve fazer para entregar a
leitura instantânea do dado da rede recebido em uma escala de
xxx l/ min.

566
Resolução - Aplicação: Manutenção

a) Quantos Volts são entregues pelo medidor de vazão neste


instante?

Considerando uma medição instantânea de 87 l/min .


Range: 0 a 150 l/min
Tensão: 0 a 10V

0V --- 0 l/min
10V -- 150 l/min
xV -- 87 l/min

x.150 = 10 . 87
x = 5,8 V

567
Resolução - Aplicação: Manutenção

b) Quantos Volts o CLP reconhece como possíveis leituras?

87 l/min = 5,8 V
CLP
Cartão de entrada analógico: 0 a 10V
Resolução: 8 bits

28 – 1 = 255
10V = 0,039
255

5,8 = 147,9 147 ou 148


0,039 5,76 V ou 5,80V
568
Resolução - Aplicação: Manutenção

c) Qual a conversão que o supervisório deve fazer para entregar a


leitura instantânea do dado da rede recebido em uma escala de
xxx l/ min.
Leitura = 147 ou 148
0 ---- 255
0 ---- 150l/min

Leitura -----x
255 ----- 150

Leitura . 150 = x . 255

x = Leitura . 150 l/min


255
569
570
Resolução - Aplicação: Manutenção (0 a 10V)

Medidor de Vazão CLP


Range: -50 a 150 l/min Cartão de entrada analógico: 0 a 10V
Tensão: 0 a 10V Resolução: 8 bits
Acurácia: 0%

Rede
Dados analógicos: 8 bits
Em leitura e entrega decimal - 28 = 256 - 1 = (0 a 255)
571
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 87 l/min calcule:


a) Quantos Volts são entregues pelo medidor de vazão neste
instante?
b) Quantos Volts o CLP reconhece como possíveis leituras?
c) Qual a conversão que o supervisório deve fazer para entregar a
leitura instantânea do dado da rede recebido em uma escala de
xxx l/ min.

572
573
Resolução-Aplicação: Manutenção (4 a 20 mA)

Medidor de Pressão CLP


Range: -20 a 60 PSI Cartão de entrada analógico: 4 a 20mA
Corrente: 4 a 20mA Resolução: 12 bits
Acurácia: 0%

Rede
Dados analógicos: 12 bits
Em leitura e entrega decimal - 212 = 4096 - 1 = (0 a 4095)
574
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
b) Quantos mA o CLP reconhece como possíveis leituras?
c) Qual a conversão que o supervisório deve fazer para entregar a
leitura instantânea do dado da rede recebido em uma escala de
xxx PSI.

575
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI .
Range: -20 a 60 PSI
Corrente: 4 a 20mA

-20 PSI 60 PSI

576
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI .
Range: -20 a 60 PSI
Corrente: 4 a 20mA

-20 PSI 60 PSI

0 PSI 80 PSI

577
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI .
Range: -20 a 60 PSI
Corrente: 4 a 20mA

-20 PSI 60 PSI

0 PSI 80 PSI

4 mA 20 mA

578
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI .
Range: -20 a 60 PSI
Corrente: 4 a 20mA

-20 PSI 60 PSI

0 PSI 80 PSI

4 mA 20 mA

0mA 16 mA 579
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI .
Range: -20 a 60 PSI
Corrente: 4 a 20mA

-20 PSI 17,5 PSI 60 PSI

0 PSI 37,5 PSI 80 PSI

4 mA 20 mA

0mA 16 mA 580
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI .
Range: -20 a 60 PSI
Corrente: 4 a 20mA

-20 PSI 17,5 PSI 60 PSI 80 PSI --- 16 mA


37,5 PSI --- x mA
0 PSI 37,5 PSI 80 PSI
x = 7,5 mA
4 mA 20 mA
x = 11,5 mA
0mA 16 mA 581
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI calcule:


b) Quantos mA o CLP reconhece como possíveis leituras?

17,5 PSI = 11,5 mA


CLP
Cartão de entrada analógico: 4 a 20 mA
Resolução: 12 bits

212 – 1 = 4095
20 - 4 = 0,0039
4095

7,5 = 1919,5312 1919 ou 1920


0,0039 11,4979mA ou 11,5018mA
582
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 17,5 PSI calcule:


c) Qual a conversão que o supervisório deve fazer para entregar a
leitura instantânea do dado da rede recebido em uma escala de
xxx PSI.
Leitura = 1919 ou 1920

-20 PSI 60 PSI x PSI --- 80PSI


ybin --- 4095
0 PSI 80 PSI
xPSI = 80 . y - 20
0 4095 4095
xPSI = 80 . 1919 / 4095 – 20
xPSI = 80 . 1920 / 4095 – 20
583
Resolução-Aplicação: Manutenção (4 a 20 mA)

Medidor de Pressão CLP


Range: -20 a 60 PSI Cartão de entrada analógico: 4 a 20mA
Corrente: 4 a 20mA Resolução: 12 bits
Acurácia: 0,8%

Rede
Dados analógicos: 12 bits
Em leitura e entrega decimal - 212 = 4096 - 1 = (0 a 4095)
584
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
b) Quantos mA o CLP reconhece como possíveis leituras?
c) Qual a conversão que o supervisório deve fazer para entregar a
leitura instantânea do dado da rede recebido em uma escala de
xxx PSI.

585
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI .
Range: -20 a 60 PSI
Corrente: 4 a 20mA

-20 PSI 60 PSI

586
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI .
Range: -20 a 60 PSI
Corrente: 4 a 20mA

-20 PSI 60 PSI

0 PSI 80 PSI

587
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI .
Range: -20 a 60 PSI
Corrente: 4 a 20mA

-20 PSI 60 PSI

0 PSI 80 PSI

4 mA 20 mA

588
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI .
Range: -20 a 60 PSI
Corrente: 4 a 20mA

-20 PSI 60 PSI

0 PSI 80 PSI

4 mA 20 mA

0mA 16 mA 589
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI .
Range: -20 a 60 PSI
Corrente: 4 a 20mA

-20 PSI 22,5 PSI 60 PSI

0 PSI 42,5 PSI 80 PSI

4 mA 20 mA

0mA 16 mA 590
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI calcule:


a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI .
Range: -20 a 60 PSI
Corrente: 4 a 20mA 80 PSI --- 16 mA
42,5 PSI --- x mA

-20 PSI 22,5 PSI 60 PSI x = 8,5 mA

0 PSI 42,5 PSI 80 PSI x = 12,5 mA


16mA . O,8% = 0,128mA
4 mA 20 mA
x = 12,5mA +/-0,128mA
0mA 16 mA 591
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI calcule:


b) Quantos mA o CLP reconhece como possíveis leituras?
22,5 PSI = 12,5mA +/-0,128mA
Menor leitura possível=12,372mA
Maior leitura possível=12,628mA
CLP
Cartão de entrada analógico: 4 a 20mA
Resolução: 12 bits

212 – 1 = 4095
20 - 4 = 0,0039 8,372 = 2142,71 2142 ou 2143
4095 0,0039 12,3692mA ou 12,3731mA

8,328 = 2208,23 2208 ou 2209


0,0039 12,6271mA ou 12,6310mA 592
Resolução - Aplicação: Manutenção

Considerando uma medição instantânea de 22,5 PSI calcule:


c) Qual a conversão que o supervisório deve fazer para entregar a
leitura instantânea do dado da rede recebido em uma escala de
xxx PSI.
Leitura = 2142 ou 2209

-20 PSI 60 PSI x PSI --- 80PSI


ybin --- 4095
0 PSI 80 PSI
xPSI = 80 . X
0 4095 4095
xPSI = 80 . 2142 / 4095 - 20
xPSI = 80 . 1920 / 4095 - 593
20
Atividade para entregar:
Medidor de Pressão
Range: -20 a 60 PSI
Corrente: 4 a 20mA CLP
Acurácia: 0% Cartão de entrada analógico: 4 a 20mA
Rede Resolução: 16 bits
Dados analógicos: 16 bits
Em leitura e entrega decimal - 216 = 65536 - 1 = (0 a 65535)

Considerando uma medição instantânea de 207,xxx PSI, onde xxx é


igual aos 3 últimos números de sua matricula, calcule:
a) Quantos mA são entregues pelo medidor de pressão neste
instante?
b) Quantos mA o CLP reconhece como possíveis leituras?
c) Qual a conversão que o supervisório deve fazer para entregar a
leitura instantânea do dado da rede recebido em uma escala de
594
xxx PSI.

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